Tag: rádio

  • Trabalho remoto é bom para o indivíduo, mas ruim para a equipe, diz CEO que só trabalha presencialmente

    Trabalho remoto é bom para o indivíduo, mas ruim para a equipe, diz CEO que só trabalha presencialmente

    O trabalho remoto se tornou uma realidade para muitos profissionais durante a pandemia de covid-19, mas nem todos estão satisfeitos com essa modalidade.

    O CEO de uma empresa de software que opera totalmente presencial diz que o trabalho remoto é bom para os indivíduos, mas ruim para as equipes. Ele defende que trabalhar não é apenas sobre produtividade pessoal, mas sobre ser um jogador de equipe e ajudar a elevar o desempenho dos outros.

    Jake Wood é o fundador e CEO da Groundswell, uma empresa de software que desenvolve soluções para organizações sem fins lucrativos. Em uma entrevista para a revista Fortune, ele disse que sua empresa nunca adotou o trabalho remoto, mesmo durante a pandemia, porque ele acredita que isso prejudica a cultura e a eficiência da organização.

    Segundo Wood, o trabalho remoto desvantagem os funcionários de nível inferior ou novos, porque torna a integração mais lenta e elimina potenciais mentores. Ele também diz que o trabalho remoto reduz a colaboração e a comunicação entre as equipes, o que afeta negativamente a qualidade e a velocidade dos projetos.

    Wood reconhece que alguns trabalhadores preferem o trabalho remoto, mas diz que suas prioridades não estão com a equipe, então eles deveriam considerar trabalhar de forma independente. Ele afirma que sua empresa oferece benefícios como horários flexíveis, ambiente descontraído e oportunidades de crescimento para atrair e reter talentos.

    Wood diz que sua visão sobre o trabalho remoto é baseada em sua experiência como ex-fuzileiro naval dos Estados Unidos, onde aprendeu a importância do trabalho em equipe e da liderança. Ele também diz que sua empresa tem um propósito social, pois ajuda organizações sem fins lucrativos a aumentar seu impacto e arrecadar mais recursos.

    O trabalho remoto é um tema controverso no mundo corporativo, pois envolve questões como autonomia, confiança, motivação e bem-estar dos funcionários. Alguns estudos apontam que o trabalho remoto pode aumentar a produtividade, a satisfação e a retenção dos trabalhadores, enquanto outros sugerem que o trabalho remoto pode diminuir o engajamento, a criatividade e a inovação das equipes.

    A decisão sobre o trabalho remoto depende de vários fatores, como o tipo de atividade, o perfil dos funcionários, a cultura da empresa e as condições do mercado. Não há uma resposta única ou definitiva sobre qual é a melhor forma de trabalhar, mas sim uma necessidade de adaptação e flexibilidade para atender às demandas e expectativas de cada situação.

    Fonte: Link.

    O CEO de uma empresa de software que opera totalmente presencial diz que o trabalho remoto é bom para os indivíduos, mas ruim para as equipes. Ele defende que trabalhar não é apenas sobre produtividade pessoal, mas sobre ser um jogador de equipe e ajudar a elevar o desempenho dos outros.

    Jake Wood é o fundador e CEO da Groundswell, uma empresa de software que desenvolve soluções para organizações sem fins lucrativos. Em uma entrevista para a revista Fortune, ele disse que sua empresa nunca adotou o trabalho remoto, mesmo durante a pandemia, porque ele acredita que isso prejudica a cultura e a eficiência da organização.

    Segundo Wood, o trabalho remoto desvantagem os funcionários de nível inferior ou novos, porque torna a integração mais lenta e elimina potenciais mentores. Ele também diz que o trabalho remoto reduz a colaboração e a comunicação entre as equipes, o que afeta negativamente a qualidade e a velocidade dos projetos.

    Wood reconhece que alguns trabalhadores preferem o trabalho remoto, mas diz que suas prioridades não estão com a equipe, então eles deveriam considerar trabalhar de forma independente. Ele afirma que sua empresa oferece benefícios como horários flexíveis, ambiente descontraído e oportunidades de crescimento para atrair e reter talentos.

    Wood diz que sua visão sobre o trabalho remoto é baseada em sua experiência como ex-fuzileiro naval dos Estados Unidos, onde aprendeu a importância do trabalho em equipe e da liderança. Ele também diz que sua empresa tem um propósito social, pois ajuda organizações sem fins lucrativos a aumentar seu impacto e arrecadar mais recursos.

    O trabalho remoto é um tema controverso no mundo corporativo, pois envolve questões como autonomia, confiança, motivação e bem-estar dos funcionários. Alguns estudos apontam que o trabalho remoto pode aumentar a produtividade, a satisfação e a retenção dos trabalhadores, enquanto outros sugerem que o trabalho remoto pode diminuir o engajamento, a criatividade e a inovação das equipes.

    A decisão sobre o trabalho remoto depende de vários fatores, como o tipo de atividade, o perfil dos funcionários, a cultura da empresa e as condições do mercado. Não há uma resposta única ou definitiva sobre qual é a melhor forma de trabalhar, mas sim uma necessidade de adaptação e flexibilidade para atender às demandas e expectativas de cada situação.

    Fonte: Link.

  • Dieta rica em ferro pode prevenir diarreia causada por bactérias, diz estudo

    Dieta rica em ferro pode prevenir diarreia causada por bactérias, diz estudo

    Um novo estudo do Instituto Salk, nos EUA, sugere que uma dieta rica em ferro pode ajudar a evitar a diarreia causada por bactérias como a E. coli.

    Eles descobriram que combinar dietas específicas com bactérias causadoras de doenças diarreicas pode criar imunidade duradoura em camundongos sem a necessidade de experimentar sintomas. Os achados abrem caminho para o desenvolvimento de vacinas que poderiam reduzir os sintomas e a mortalidade de doenças diarreicas e outras doenças em humanos.

    Como funciona a dieta rica em ferro?

    Segundo os pesquisadores, uma dieta rica em ferro aumenta o açúcar não absorvido (glicose) nos intestinos dos camundongos, que a bactéria pode se alimentar. O excesso de açúcar serve como um “suborno” para as bactérias, mantendo-as cheias e incentivadas a não atacar o hospedeiro. Assim, os camundongos sobrevivem a uma infecção bacteriana normalmente letal sem nunca desenvolver sinais de doença ou doença.

    Por que isso é importante?

    Em todo o mundo, mais de um milhão de mortes ocorrem a cada ano devido a doenças diarreicas que levam à desidratação e à desnutrição. No entanto, não existe vacina para combater ou prevenir essas doenças, que são causadas por bactérias como certas cepas de E. coli. Em vez disso, as pessoas com infecções bacterianas devem confiar no corpo para adotar uma das duas estratégias de defesa: matar os invasores ou prejudicar os invasores, mas mantê-los por perto. Se o corpo optar por prejudicar as bactérias, então a doença pode ocorrer sem a diarreia, mas a infecção ainda pode ser transmitida – um processo chamado de portador assintomático.

    Os cientistas do Salk descobriram que permitir que as bactérias retenham parte de seu comportamento causador de doenças pode criar imunidade duradoura em camundongos sem os custos de desenvolver doenças, revelando uma nova potencial estratégia de vacinação.

    O que vem a seguir?

    Os pesquisadores pretendem testar se outras dietas podem ter efeitos semelhantes na modulação da resposta imunológica aos patógenos intestinais. Eles também querem investigar se essa abordagem pode ser aplicada a outras doenças além da diarreia, como infecções respiratórias ou urinárias.

    Fonte: Link.

    Eles descobriram que combinar dietas específicas com bactérias causadoras de doenças diarreicas pode criar imunidade duradoura em camundongos sem a necessidade de experimentar sintomas. Os achados abrem caminho para o desenvolvimento de vacinas que poderiam reduzir os sintomas e a mortalidade de doenças diarreicas e outras doenças em humanos.

    Como funciona a dieta rica em ferro?

    Segundo os pesquisadores, uma dieta rica em ferro aumenta o açúcar não absorvido (glicose) nos intestinos dos camundongos, que a bactéria pode se alimentar. O excesso de açúcar serve como um “suborno” para as bactérias, mantendo-as cheias e incentivadas a não atacar o hospedeiro. Assim, os camundongos sobrevivem a uma infecção bacteriana normalmente letal sem nunca desenvolver sinais de doença ou doença.

    Por que isso é importante?

    Em todo o mundo, mais de um milhão de mortes ocorrem a cada ano devido a doenças diarreicas que levam à desidratação e à desnutrição. No entanto, não existe vacina para combater ou prevenir essas doenças, que são causadas por bactérias como certas cepas de E. coli. Em vez disso, as pessoas com infecções bacterianas devem confiar no corpo para adotar uma das duas estratégias de defesa: matar os invasores ou prejudicar os invasores, mas mantê-los por perto. Se o corpo optar por prejudicar as bactérias, então a doença pode ocorrer sem a diarreia, mas a infecção ainda pode ser transmitida – um processo chamado de portador assintomático.

    Os cientistas do Salk descobriram que permitir que as bactérias retenham parte de seu comportamento causador de doenças pode criar imunidade duradoura em camundongos sem os custos de desenvolver doenças, revelando uma nova potencial estratégia de vacinação.

    O que vem a seguir?

    Os pesquisadores pretendem testar se outras dietas podem ter efeitos semelhantes na modulação da resposta imunológica aos patógenos intestinais. Eles também querem investigar se essa abordagem pode ser aplicada a outras doenças além da diarreia, como infecções respiratórias ou urinárias.

    Fonte: Link.

  • Novo subtipo de depressão é identificado por pesquisadores

    Novo subtipo de depressão é identificado por pesquisadores

    Um estudo conduzido por cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, descreveu uma nova categoria de depressão – chamada de biótipo cognitivo – que afeta cerca de 27% dos pacientes com transtorno depressivo maior (TDM).

    O objetivo é diagnosticar e tratar a condição de forma mais precisa.

    A depressão é tradicionalmente definida como um transtorno do humor, mas os pesquisadores descobriram que esse novo subtipo se caracteriza por déficits cognitivos na atenção, memória e autocontrole. Esses sintomas não são aliviados pelos antidepressivos mais comuns, que atuam na serotonina (conhecidos como inibidores seletivos da recaptação da serotonina ou ISRS), mas podem responder melhor a outros tratamentos que visam essas funções cognitivas.

    O estudo, publicado em 15 de junho na revista JAMA Network Open, faz parte de um esforço maior dos neurocientistas para encontrar tratamentos que sejam direcionados aos biótipos da depressão, de acordo com a autora sênior do estudo, Leanne Williams, PhD, professora de psiquiatria e ciências comportamentais. “Um dos grandes desafios é encontrar uma nova forma de abordar o que atualmente é um processo de tentativa e erro, para que mais pessoas possam melhorar mais rápido”, disse Williams.

    Para identificar o biótipo cognitivo, os cientistas usaram questionários, testes cognitivos e imagens cerebrais em 1.008 adultos com transtorno depressivo maior que não estavam medicados. Eles foram randomizados para receber um dos três antidepressivos típicos: escitalopram (nome comercial Lexapro) ou sertralina (Zoloft), que atuam na serotonina, ou venlafaxina-XR (Effexor), que atua tanto na serotonina quanto na noradrenalina. Setecentos e doze dos participantes completaram o regime de oito semanas.

    Antes e depois do tratamento com os antidepressivos, os sintomas depressivos dos participantes foram medidos usando dois questionários – um administrado por um clínico e outro por uma autoavaliação, que incluía perguntas relacionadas a mudanças no sono e na alimentação. Medidas sobre o funcionamento social e ocupacional, bem como a qualidade de vida, também foram acompanhadas. Os participantes também completaram uma série de testes cognitivos, antes e depois do tratamento, medindo memória verbal, memória de trabalho, velocidade de decisão e atenção sustentada, entre outras tarefas.

    Antes do tratamento, os cientistas escanearam 96 dos participantes usando ressonância magnética funcional enquanto eles realizavam uma tarefa chamada “GoNoGo” que requer que os participantes pressionem um botão o mais rápido possível quando veem “Go” em verde e não pressionem quando veem “NoGo” em vermelho. Essa tarefa mede a capacidade de planejar com antecedência, exibir autocontrole, manter o foco apesar das distrações e suprimir comportamentos inadequados.

    Os resultados mostraram que 27% dos pacientes com TDM apresentaram pior desempenho nas tarefas cognitivas e também tiveram uma pior resposta aos tratamentos medicamentosos padrão. Além disso, eles apresentaram uma atividade cerebral reduzida em duas regiões responsáveis por essas tarefas: o córtex pré-frontal dorsolateral e o córtex cingulado anterior.

    Os pesquisadores sugerem que esses pacientes podem se beneficiar de antidepressivos menos comumente usados ou de outras intervenções que visem melhorar as funções cognitivas, como estimulação cerebral não invasiva ou treinamento cognitivo. Eles também enfatizam a importância de reconhecer a diversidade dos pacientes com depressão e de personalizar os tratamentos de acordo com os biótipos.

    “Esperamos que, ao identificar esse subtipo cognitivo, possamos ajudar os médicos a escolher o melhor tratamento para seus pacientes e também aumentar a conscientização sobre a necessidade de mais pesquisas e desenvolvimento de novos tratamentos para esse grupo”, disse Williams.

    O objetivo é diagnosticar e tratar a condição de forma mais precisa.

    A depressão é tradicionalmente definida como um transtorno do humor, mas os pesquisadores descobriram que esse novo subtipo se caracteriza por déficits cognitivos na atenção, memória e autocontrole. Esses sintomas não são aliviados pelos antidepressivos mais comuns, que atuam na serotonina (conhecidos como inibidores seletivos da recaptação da serotonina ou ISRS), mas podem responder melhor a outros tratamentos que visam essas funções cognitivas.

    O estudo, publicado em 15 de junho na revista JAMA Network Open, faz parte de um esforço maior dos neurocientistas para encontrar tratamentos que sejam direcionados aos biótipos da depressão, de acordo com a autora sênior do estudo, Leanne Williams, PhD, professora de psiquiatria e ciências comportamentais. “Um dos grandes desafios é encontrar uma nova forma de abordar o que atualmente é um processo de tentativa e erro, para que mais pessoas possam melhorar mais rápido”, disse Williams.

    Para identificar o biótipo cognitivo, os cientistas usaram questionários, testes cognitivos e imagens cerebrais em 1.008 adultos com transtorno depressivo maior que não estavam medicados. Eles foram randomizados para receber um dos três antidepressivos típicos: escitalopram (nome comercial Lexapro) ou sertralina (Zoloft), que atuam na serotonina, ou venlafaxina-XR (Effexor), que atua tanto na serotonina quanto na noradrenalina. Setecentos e doze dos participantes completaram o regime de oito semanas.

    Antes e depois do tratamento com os antidepressivos, os sintomas depressivos dos participantes foram medidos usando dois questionários – um administrado por um clínico e outro por uma autoavaliação, que incluía perguntas relacionadas a mudanças no sono e na alimentação. Medidas sobre o funcionamento social e ocupacional, bem como a qualidade de vida, também foram acompanhadas. Os participantes também completaram uma série de testes cognitivos, antes e depois do tratamento, medindo memória verbal, memória de trabalho, velocidade de decisão e atenção sustentada, entre outras tarefas.

    Antes do tratamento, os cientistas escanearam 96 dos participantes usando ressonância magnética funcional enquanto eles realizavam uma tarefa chamada “GoNoGo” que requer que os participantes pressionem um botão o mais rápido possível quando veem “Go” em verde e não pressionem quando veem “NoGo” em vermelho. Essa tarefa mede a capacidade de planejar com antecedência, exibir autocontrole, manter o foco apesar das distrações e suprimir comportamentos inadequados.

    Os resultados mostraram que 27% dos pacientes com TDM apresentaram pior desempenho nas tarefas cognitivas e também tiveram uma pior resposta aos tratamentos medicamentosos padrão. Além disso, eles apresentaram uma atividade cerebral reduzida em duas regiões responsáveis por essas tarefas: o córtex pré-frontal dorsolateral e o córtex cingulado anterior.

    Os pesquisadores sugerem que esses pacientes podem se beneficiar de antidepressivos menos comumente usados ou de outras intervenções que visem melhorar as funções cognitivas, como estimulação cerebral não invasiva ou treinamento cognitivo. Eles também enfatizam a importância de reconhecer a diversidade dos pacientes com depressão e de personalizar os tratamentos de acordo com os biótipos.

    “Esperamos que, ao identificar esse subtipo cognitivo, possamos ajudar os médicos a escolher o melhor tratamento para seus pacientes e também aumentar a conscientização sobre a necessidade de mais pesquisas e desenvolvimento de novos tratamentos para esse grupo”, disse Williams.

  • Ministério da Saúde orienta uso de máscara para pessoas com sintomas gripais

    Ministério da Saúde orienta uso de máscara para pessoas com sintomas gripais

    O Ministério da Saúde divulgou uma nota técnica em que recomenda o uso de máscaras de proteção facial para pessoas com sintomas gripais, pessoas que apresentem fatores de risco para covid-19 e casos suspeitos ou confirmados da doença.

    A medida visa reduzir a transmissão do vírus, que continua a circular no Brasil e no mundo, e prevenir complicações graves da infecção.

    Segundo a pasta, os grupos com fatores de risco para covid-19 incluem imunossuprimidos, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades em situações como locais fechados e não ventilados, locais com aglomeração e serviços de saúde. Essas pessoas devem usar máscaras sempre que estiverem fora de casa ou em contato com outras pessoas.

    Além do uso de máscaras faciais, o ministério classifica como importantes medidas não farmacológicas que incluem o distanciamento físico, a etiqueta respiratória, a higienização das mãos com álcool 70% ou água e sabão, a limpeza e desinfecção de ambientes e o isolamento de casos suspeitos ou confirmados.

    A pasta também reitera a importância da vacinação contra a covid-19, disponível para toda a população acima de 6 meses de idade. O reforço da bivalente está disponível para toda a população acima de 18 anos que tenha recebido pelo menos duas doses da vacina monovalente.

    A nota técnica do Ministério da Saúde foi divulgada no dia 23 de junho de 2023 e leva em conta as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que declarou o fim da emergência em saúde pública de importância internacional, mas alertou para o risco do surgimento de novas variantes do vírus que podem ser ainda mais graves do que as variantes atualmente em circulação e devem ser monitoradas.

    A medida visa reduzir a transmissão do vírus, que continua a circular no Brasil e no mundo, e prevenir complicações graves da infecção.

    Segundo a pasta, os grupos com fatores de risco para covid-19 incluem imunossuprimidos, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades em situações como locais fechados e não ventilados, locais com aglomeração e serviços de saúde. Essas pessoas devem usar máscaras sempre que estiverem fora de casa ou em contato com outras pessoas.

    Além do uso de máscaras faciais, o ministério classifica como importantes medidas não farmacológicas que incluem o distanciamento físico, a etiqueta respiratória, a higienização das mãos com álcool 70% ou água e sabão, a limpeza e desinfecção de ambientes e o isolamento de casos suspeitos ou confirmados.

    A pasta também reitera a importância da vacinação contra a covid-19, disponível para toda a população acima de 6 meses de idade. O reforço da bivalente está disponível para toda a população acima de 18 anos que tenha recebido pelo menos duas doses da vacina monovalente.

    A nota técnica do Ministério da Saúde foi divulgada no dia 23 de junho de 2023 e leva em conta as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que declarou o fim da emergência em saúde pública de importância internacional, mas alertou para o risco do surgimento de novas variantes do vírus que podem ser ainda mais graves do que as variantes atualmente em circulação e devem ser monitoradas.

  • Por que os cachorros pequenos são mais agressivos?

    Por que os cachorros pequenos são mais agressivos?

    Você já se perguntou por que os cachorros pequenos costumam latir e morder mais do que os grandes? Será que eles são mais bravos por natureza ou há outros fatores envolvidos?

    Um artigo da revista Discover Magazine explora essa questão e apresenta algumas possíveis explicações.

    Segundo o artigo, não há evidências científicas de que os cachorros pequenos sejam mais agressivos do que os grandes. Na verdade, a agressividade é um comportamento complexo que depende de vários aspectos, como a genética, o ambiente, a socialização, o treinamento e a personalidade do animal.

    No entanto, alguns especialistas apontam que os cachorros pequenos podem ter mais chances de desenvolver a chamada “síndrome do cão pequeno”, que é uma forma de insegurança e medo que leva o animal a reagir de forma exagerada a situações que ele considera ameaçadoras. Isso pode acontecer porque os cachorros pequenos são mais vulneráveis a se machucarem ou serem atacados por outros animais ou pessoas.

    Além disso, os cachorros pequenos podem ser mais mimados e menos disciplinados pelos seus donos, que muitas vezes não levam a sério as suas manifestações de agressividade e até as reforçam com atenção ou carinho. Isso pode fazer com que o animal não aprenda a controlar os seus impulsos e a respeitar os limites dos outros.

    Por outro lado, os cachorros grandes podem ser mais calmos e confiantes porque têm mais força e proteção. Eles também podem ser mais educados e obedientes porque os seus donos tendem a ser mais rigorosos e responsáveis com o seu treinamento e socialização, já que um cão grande pode causar mais danos se for agressivo.

    Portanto, não se pode afirmar que os cachorros pequenos são mais agressivos do que os grandes de forma geral. Cada cão é um indivíduo único e o seu comportamento depende de vários fatores. O importante é conhecer bem o seu animal, respeitar as suas necessidades e proporcionar um ambiente seguro e estimulante para ele.

    Fonte: Link.

    Um artigo da revista Discover Magazine explora essa questão e apresenta algumas possíveis explicações.

    Segundo o artigo, não há evidências científicas de que os cachorros pequenos sejam mais agressivos do que os grandes. Na verdade, a agressividade é um comportamento complexo que depende de vários aspectos, como a genética, o ambiente, a socialização, o treinamento e a personalidade do animal.

    No entanto, alguns especialistas apontam que os cachorros pequenos podem ter mais chances de desenvolver a chamada “síndrome do cão pequeno”, que é uma forma de insegurança e medo que leva o animal a reagir de forma exagerada a situações que ele considera ameaçadoras. Isso pode acontecer porque os cachorros pequenos são mais vulneráveis a se machucarem ou serem atacados por outros animais ou pessoas.

    Além disso, os cachorros pequenos podem ser mais mimados e menos disciplinados pelos seus donos, que muitas vezes não levam a sério as suas manifestações de agressividade e até as reforçam com atenção ou carinho. Isso pode fazer com que o animal não aprenda a controlar os seus impulsos e a respeitar os limites dos outros.

    Por outro lado, os cachorros grandes podem ser mais calmos e confiantes porque têm mais força e proteção. Eles também podem ser mais educados e obedientes porque os seus donos tendem a ser mais rigorosos e responsáveis com o seu treinamento e socialização, já que um cão grande pode causar mais danos se for agressivo.

    Portanto, não se pode afirmar que os cachorros pequenos são mais agressivos do que os grandes de forma geral. Cada cão é um indivíduo único e o seu comportamento depende de vários fatores. O importante é conhecer bem o seu animal, respeitar as suas necessidades e proporcionar um ambiente seguro e estimulante para ele.

    Fonte: Link.

  • 5 astrônomos que mudaram nossa visão do universo

    5 astrônomos que mudaram nossa visão do universo

    A astronomia é uma das ciências mais antigas e fascinantes da humanidade. Desde os tempos pré-históricos, o ser humano observa o céu e tenta compreender os fenômenos celestes, como as fases da Lua, os eclipses, as estações do ano e o movimento dos planetas.

    Ao longo da história, muitos astrônomos contribuíram para o avanço do conhecimento sobre o universo, desafiando dogmas, superando limitações tecnológicas e revelando mistérios cósmicos. Neste artigo, vamos conhecer cinco desses astrônomos e suas principais descobertas.

    1. Nicolau Copérnico (1473-1543)

    O astrônomo polonês é considerado o pai da astronomia moderna por ter proposto o modelo heliocêntrico do sistema solar, em que a Terra e os outros planetas giram em torno do Sol. Essa ideia contrariava o modelo geocêntrico de Ptolomeu, que colocava a Terra no centro do universo e era aceito pela Igreja Católica. Copérnico publicou sua teoria no livro “Sobre as Revoluções dos Corpos Celestes”, em 1543, pouco antes de sua morte. Sua obra foi considerada herética e proibida pela Igreja até 1835.

    1. Galileu Galilei (1564-1642)

    O físico e astrônomo italiano foi um dos principais defensores do modelo heliocêntrico de Copérnico e um pioneiro na observação astronômica com telescópios. Com seus instrumentos, ele descobriu as quatro maiores luas de Júpiter, as fases de Vênus, as manchas solares e as montanhas da Lua. Ele também formulou as leis do movimento dos corpos e da queda livre dos graves. Por suas ideias revolucionárias, ele foi perseguido pela Inquisição e condenado a prisão domiciliar pelo resto da vida.

    1. Isaac Newton (1642-1727)

    O físico e matemático inglês é considerado um dos maiores gênios da ciência por ter desenvolvido a teoria da gravitação universal, que explica como os corpos se atraem de acordo com suas massas e distâncias. Ele também criou o cálculo diferencial e integral, a óptica geométrica e as leis fundamentais da mecânica clássica. Além disso, ele construiu o primeiro telescópio refletor, que usa espelhos em vez de lentes para captar a luz.

    1. Edwin Hubble (1889-1953)

    O astrônomo norte-americano é famoso por ter demonstrado que existem outras galáxias além da Via Láctea e que o universo está em expansão. Usando o telescópio do Observatório Monte Wilson, na Califórnia, ele observou que as galáxias se afastam umas das outras com uma velocidade proporcional à sua distância. Essa descoberta levou à formulação da teoria do Big Bang, que explica a origem do universo a partir de uma grande explosão há cerca de 13,8 bilhões de anos.

    1. Vera Rubin (1928-2016)

    A astrônoma norte-americana foi uma das pioneiras no estudo da matéria escura, uma forma misteriosa de matéria que não emite nem reflete luz, mas que representa cerca de 85% da massa do universo. Ela mediu a velocidade de rotação das galáxias e percebeu que elas giram mais rápido do que seria esperado pela quantidade de matéria visível que possuem. Isso indicava que havia uma força gravitacional extra causada por uma matéria invisível. Sua pesquisa abriu um novo campo na cosmologia e lhe rendeu vários prêmios e honrarias.

    A astrônoma norte-americana foi uma das pioneiras no estudo da matéria escura, uma forma misteriosa de matéria que não emite nem reflete luz, mas que representa cerca de 85% da massa do universo. Ela mediu a velocidade de rotação das galáxias e percebeu que elas giram mais rápido do que seria esperado pela quantidade de matéria visível que possuem. Isso indicava que havia uma força gravitacional extra causada por uma matéria invisível. Sua pesquisa abriu um novo campo na cosmologia e lhe rendeu vários prêmios e honrarias.

    Ao longo da história, muitos astrônomos contribuíram para o avanço do conhecimento sobre o universo, desafiando dogmas, superando limitações tecnológicas e revelando mistérios cósmicos. Neste artigo, vamos conhecer cinco desses astrônomos e suas principais descobertas.

    1. Nicolau Copérnico (1473-1543)

    O astrônomo polonês é considerado o pai da astronomia moderna por ter proposto o modelo heliocêntrico do sistema solar, em que a Terra e os outros planetas giram em torno do Sol. Essa ideia contrariava o modelo geocêntrico de Ptolomeu, que colocava a Terra no centro do universo e era aceito pela Igreja Católica. Copérnico publicou sua teoria no livro “Sobre as Revoluções dos Corpos Celestes”, em 1543, pouco antes de sua morte. Sua obra foi considerada herética e proibida pela Igreja até 1835.

    1. Galileu Galilei (1564-1642)

    O físico e astrônomo italiano foi um dos principais defensores do modelo heliocêntrico de Copérnico e um pioneiro na observação astronômica com telescópios. Com seus instrumentos, ele descobriu as quatro maiores luas de Júpiter, as fases de Vênus, as manchas solares e as montanhas da Lua. Ele também formulou as leis do movimento dos corpos e da queda livre dos graves. Por suas ideias revolucionárias, ele foi perseguido pela Inquisição e condenado a prisão domiciliar pelo resto da vida.

    1. Isaac Newton (1642-1727)

    O físico e matemático inglês é considerado um dos maiores gênios da ciência por ter desenvolvido a teoria da gravitação universal, que explica como os corpos se atraem de acordo com suas massas e distâncias. Ele também criou o cálculo diferencial e integral, a óptica geométrica e as leis fundamentais da mecânica clássica. Além disso, ele construiu o primeiro telescópio refletor, que usa espelhos em vez de lentes para captar a luz.

    1. Edwin Hubble (1889-1953)

    O astrônomo norte-americano é famoso por ter demonstrado que existem outras galáxias além da Via Láctea e que o universo está em expansão. Usando o telescópio do Observatório Monte Wilson, na Califórnia, ele observou que as galáxias se afastam umas das outras com uma velocidade proporcional à sua distância. Essa descoberta levou à formulação da teoria do Big Bang, que explica a origem do universo a partir de uma grande explosão há cerca de 13,8 bilhões de anos.

    1. Vera Rubin (1928-2016)

    A astrônoma norte-americana foi uma das pioneiras no estudo da matéria escura, uma forma misteriosa de matéria que não emite nem reflete luz, mas que representa cerca de 85% da massa do universo. Ela mediu a velocidade de rotação das galáxias e percebeu que elas giram mais rápido do que seria esperado pela quantidade de matéria visível que possuem. Isso indicava que havia uma força gravitacional extra causada por uma matéria invisível. Sua pesquisa abriu um novo campo na cosmologia e lhe rendeu vários prêmios e honrarias.

    A astrônoma norte-americana foi uma das pioneiras no estudo da matéria escura, uma forma misteriosa de matéria que não emite nem reflete luz, mas que representa cerca de 85% da massa do universo. Ela mediu a velocidade de rotação das galáxias e percebeu que elas giram mais rápido do que seria esperado pela quantidade de matéria visível que possuem. Isso indicava que havia uma força gravitacional extra causada por uma matéria invisível. Sua pesquisa abriu um novo campo na cosmologia e lhe rendeu vários prêmios e honrarias.

  • ESG: o que é e por que é importante para as empresas e os investidores

    ESG: o que é e por que é importante para as empresas e os investidores

    ESG é uma sigla em inglês que significa Environmental, Social and Governance, ou seja, Ambiental, Social e Governança.

    Ela se refere a um conjunto de critérios que avaliam as práticas sustentáveis de uma empresa em relação ao meio ambiente, à sociedade e à sua própria gestão.

    O conceito de ESG surgiu em 2004, em uma publicação do Pacto Global em parceria com o Banco Mundial, chamada Who Cares Wins. A ideia era mostrar como a integração de fatores ambientais, sociais e de governança no mercado de capitais poderia gerar benefícios tanto para as empresas quanto para os investidores e a sociedade.

    Desde então, o ESG vem ganhando cada vez mais relevância no mundo dos negócios, especialmente com a crescente preocupação com as mudanças climáticas, os direitos humanos, a diversidade, a ética e a transparência. Segundo um relatório da PwC, até 2025, 57% dos ativos de fundos mútuos na Europa estarão em fundos que consideram os critérios ESG. No Brasil, fundos ESG captaram R$ 2,5 bilhões em 2020.

    Mas o que significa, na prática, adotar o ESG? Quais são os benefícios e os desafios dessa abordagem? E como os investidores podem identificar e apoiar as empresas que seguem esses princípios?

    O que significa cada letra do ESG

    O ESG é composto por três pilares: ambiental, social e governança. Cada um deles engloba uma série de aspectos que podem ser medidos e comparados entre as empresas. Veja alguns exemplos:

    • Ambiental: diz respeito ao impacto da empresa sobre o meio ambiente e os recursos naturais. Inclui questões como emissão de gases de efeito estufa, uso de energia renovável, gestão de resíduos, preservação da biodiversidade, entre outras.

    • Social: diz respeito ao relacionamento da empresa com seus funcionários, clientes, fornecedores, comunidades e sociedade em geral. Inclui questões como saúde e segurança no trabalho, diversidade e inclusão, direitos humanos, satisfação do consumidor, responsabilidade social corporativa, entre outras.

    • Governança: diz respeito à forma como a empresa é administrada e aos mecanismos de controle e transparência que ela possui. Inclui questões como estrutura acionária, composição do conselho de administração, remuneração dos executivos, combate à corrupção e lavagem de dinheiro, proteção de dados e privacidade, entre outras.

    Por que o ESG é importante para as empresas

    As empresas que adotam o ESG podem obter uma série de vantagens competitivas no mercado. Algumas delas são:

    • Redução de custos: ao implementar medidas de eficiência energética, reciclagem, reaproveitamento de materiais e redução de desperdícios, as empresas podem economizar recursos financeiros e naturais.

    • Aumento de receitas: ao oferecer produtos e serviços que atendem às demandas dos consumidores por sustentabilidade, qualidade e responsabilidade social, as empresas podem ampliar seu mercado e fidelizar seus clientes.

    • Melhoria da reputação: ao demonstrar compromisso com o meio ambiente, a sociedade e a ética, as empresas podem melhorar sua imagem perante os stakeholders (partes interessadas) e se diferenciar da concorrência.

    • Atração e retenção de talentos: ao promover um ambiente de trabalho saudável, diverso e inclusivo, as empresas podem atrair e reter profissionais qualificados e engajados com sua missão e valores.

    • Acesso a capital: ao seguir os critérios ESG, as empresas podem atrair investidores que buscam rentabilidade aliada à sustentabilidade. Além disso, elas podem ter acesso a linhas de crédito e financiamento mais vantajosas, como os chamados green bonds (títulos verdes) e social bonds (títulos sociais).

    • Mitigação de riscos: ao adotar boas práticas de governança, compliance e gestão de riscos, as empresas podem evitar multas, sanções, processos judiciais e crises reputacionais que podem afetar seu desempenho e sua continuidade.

    Por que o ESG é importante para os investidores

    Os investidores que consideram o ESG em suas decisões podem obter uma série de benefícios. Alguns deles são:

    • Melhor avaliação das empresas: ao analisar os aspectos ambientais, sociais e de governança das empresas, além dos aspectos financeiros, os investidores podem ter uma visão mais ampla e profunda sobre o potencial e os riscos de cada negócio.

    • Maior alinhamento com os valores pessoais: ao escolher empresas que seguem os princípios ESG, os investidores podem investir de acordo com seus valores pessoais e contribuir para um mundo mais sustentável e justo.

    • Maior diversificação da carteira: ao incluir empresas de diferentes setores e regiões que adotam o ESG, os investidores podem reduzir a exposição a riscos específicos e aumentar as chances de obter retornos consistentes no longo prazo.

    Como investir em ESG

    Existem diferentes formas de investir em ESG. Algumas delas são:

    • Investir diretamente em ações de empresas que seguem os critérios ESG. Para isso, é preciso fazer uma pesquisa sobre as práticas e os resultados dessas empresas, bem como sobre o seu desempenho financeiro e sua perspectiva de crescimento. Existem diversas fontes de informação disponíveis, como relatórios anuais, balanços, demonstrações financeiras, relatórios de sustentabilidade, entre outras.

    • Investir indiretamente em fundos de investimento que seguem os critérios ESG. Para isso, é preciso verificar a política de investimento do fundo, a composição da carteira, o histórico de rentabilidade e risco, as taxas cobradas, entre outras informações. Existem diversos tipos de fundos ESG, como fundos de ações, fundos multimercado, fundos imobiliários, entre outros.

    • Investir em índices ESG. Para isso, é preciso comprar cotas de fundos de índice (ETFs) que replicam o desempenho de índices compostos por empresas que seguem os critérios ESG. Existem diversos índices ESG no mundo, como o Dow Jones Sustainability Index (DJSI), o FTSE4Good Index Series, o MSCI ESG Indexes, entre outros. No Brasil, existem índices como o ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial), o ICO2 (Índice Carbono Eficiente) e o S&P/B3 Brasil ESG.

    O ESG é um conceito que veio para ficar no mercado financeiro e no mundo corporativo. As empresas que adotam as práticas ambientais, sociais e de governança podem se tornar mais competitivas, rentáveis e resilientes. Os investidores que consideram esses critérios podem ter mais segurança, rentabilidade e satisfação em seus investimentos.

    Ela se refere a um conjunto de critérios que avaliam as práticas sustentáveis de uma empresa em relação ao meio ambiente, à sociedade e à sua própria gestão.

    O conceito de ESG surgiu em 2004, em uma publicação do Pacto Global em parceria com o Banco Mundial, chamada Who Cares Wins. A ideia era mostrar como a integração de fatores ambientais, sociais e de governança no mercado de capitais poderia gerar benefícios tanto para as empresas quanto para os investidores e a sociedade.

    Desde então, o ESG vem ganhando cada vez mais relevância no mundo dos negócios, especialmente com a crescente preocupação com as mudanças climáticas, os direitos humanos, a diversidade, a ética e a transparência. Segundo um relatório da PwC, até 2025, 57% dos ativos de fundos mútuos na Europa estarão em fundos que consideram os critérios ESG. No Brasil, fundos ESG captaram R$ 2,5 bilhões em 2020.

    Mas o que significa, na prática, adotar o ESG? Quais são os benefícios e os desafios dessa abordagem? E como os investidores podem identificar e apoiar as empresas que seguem esses princípios?

    O que significa cada letra do ESG

    O ESG é composto por três pilares: ambiental, social e governança. Cada um deles engloba uma série de aspectos que podem ser medidos e comparados entre as empresas. Veja alguns exemplos:

    • Ambiental: diz respeito ao impacto da empresa sobre o meio ambiente e os recursos naturais. Inclui questões como emissão de gases de efeito estufa, uso de energia renovável, gestão de resíduos, preservação da biodiversidade, entre outras.

    • Social: diz respeito ao relacionamento da empresa com seus funcionários, clientes, fornecedores, comunidades e sociedade em geral. Inclui questões como saúde e segurança no trabalho, diversidade e inclusão, direitos humanos, satisfação do consumidor, responsabilidade social corporativa, entre outras.

    • Governança: diz respeito à forma como a empresa é administrada e aos mecanismos de controle e transparência que ela possui. Inclui questões como estrutura acionária, composição do conselho de administração, remuneração dos executivos, combate à corrupção e lavagem de dinheiro, proteção de dados e privacidade, entre outras.

    Por que o ESG é importante para as empresas

    As empresas que adotam o ESG podem obter uma série de vantagens competitivas no mercado. Algumas delas são:

    • Redução de custos: ao implementar medidas de eficiência energética, reciclagem, reaproveitamento de materiais e redução de desperdícios, as empresas podem economizar recursos financeiros e naturais.

    • Aumento de receitas: ao oferecer produtos e serviços que atendem às demandas dos consumidores por sustentabilidade, qualidade e responsabilidade social, as empresas podem ampliar seu mercado e fidelizar seus clientes.

    • Melhoria da reputação: ao demonstrar compromisso com o meio ambiente, a sociedade e a ética, as empresas podem melhorar sua imagem perante os stakeholders (partes interessadas) e se diferenciar da concorrência.

    • Atração e retenção de talentos: ao promover um ambiente de trabalho saudável, diverso e inclusivo, as empresas podem atrair e reter profissionais qualificados e engajados com sua missão e valores.

    • Acesso a capital: ao seguir os critérios ESG, as empresas podem atrair investidores que buscam rentabilidade aliada à sustentabilidade. Além disso, elas podem ter acesso a linhas de crédito e financiamento mais vantajosas, como os chamados green bonds (títulos verdes) e social bonds (títulos sociais).

    • Mitigação de riscos: ao adotar boas práticas de governança, compliance e gestão de riscos, as empresas podem evitar multas, sanções, processos judiciais e crises reputacionais que podem afetar seu desempenho e sua continuidade.

    Por que o ESG é importante para os investidores

    Os investidores que consideram o ESG em suas decisões podem obter uma série de benefícios. Alguns deles são:

    • Melhor avaliação das empresas: ao analisar os aspectos ambientais, sociais e de governança das empresas, além dos aspectos financeiros, os investidores podem ter uma visão mais ampla e profunda sobre o potencial e os riscos de cada negócio.

    • Maior alinhamento com os valores pessoais: ao escolher empresas que seguem os princípios ESG, os investidores podem investir de acordo com seus valores pessoais e contribuir para um mundo mais sustentável e justo.

    • Maior diversificação da carteira: ao incluir empresas de diferentes setores e regiões que adotam o ESG, os investidores podem reduzir a exposição a riscos específicos e aumentar as chances de obter retornos consistentes no longo prazo.

    Como investir em ESG

    Existem diferentes formas de investir em ESG. Algumas delas são:

    • Investir diretamente em ações de empresas que seguem os critérios ESG. Para isso, é preciso fazer uma pesquisa sobre as práticas e os resultados dessas empresas, bem como sobre o seu desempenho financeiro e sua perspectiva de crescimento. Existem diversas fontes de informação disponíveis, como relatórios anuais, balanços, demonstrações financeiras, relatórios de sustentabilidade, entre outras.

    • Investir indiretamente em fundos de investimento que seguem os critérios ESG. Para isso, é preciso verificar a política de investimento do fundo, a composição da carteira, o histórico de rentabilidade e risco, as taxas cobradas, entre outras informações. Existem diversos tipos de fundos ESG, como fundos de ações, fundos multimercado, fundos imobiliários, entre outros.

    • Investir em índices ESG. Para isso, é preciso comprar cotas de fundos de índice (ETFs) que replicam o desempenho de índices compostos por empresas que seguem os critérios ESG. Existem diversos índices ESG no mundo, como o Dow Jones Sustainability Index (DJSI), o FTSE4Good Index Series, o MSCI ESG Indexes, entre outros. No Brasil, existem índices como o ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial), o ICO2 (Índice Carbono Eficiente) e o S&P/B3 Brasil ESG.

    O ESG é um conceito que veio para ficar no mercado financeiro e no mundo corporativo. As empresas que adotam as práticas ambientais, sociais e de governança podem se tornar mais competitivas, rentáveis e resilientes. Os investidores que consideram esses critérios podem ter mais segurança, rentabilidade e satisfação em seus investimentos.

  • CEO de submarino que implodiu admitiu ter “quebrado regras” na construção da embarcação

    CEO de submarino que implodiu admitiu ter “quebrado regras” na construção da embarcação

    O CEO e fundador da OceanGate, Stockton Rush, que morreu no submarino Titan que implodiu nas profundezas do Oceano Atlântico no domingo, admitiu há dois anos que o design da embarcação havia “quebrado algumas regras”.

    Mas ele disse que isso fazia parte do objetivo de seu submarino experimental, que ele descreveu como uma nova forma inovadora de explorar as profundezas do oceano.

    Rush era uma das cinco pessoas a bordo do Titan, um submarino que teria implodido a cerca de 3.800 metros de profundidade e matado instantaneamente todos os passageiros. A Guarda Costeira dos EUA confirmou na quinta-feira que encontrou destroços “consistentes com a perda catastrófica da câmara de pressão” após um enorme esforço de busca e resgate pela embarcação.

    Anos antes da tragédia, Rush disse em uma entrevista em 2021 ao youtuber espanhol alanxelmundo que esperava ser lembrado como um inovador. “Eu acho que foi o general MacArthur quem disse: ‘Você é lembrado pelas regras que você quebra’”, disse Rush, sorrindo.

    O CEO reconheceu que havia “quebrado algumas regras” com a fabricação do Titan, mas estava confiante de que seu design era sólido. “Eu acho que eu as quebrei com lógica e boa engenharia por trás de mim. Fibra de carbono e titânio? Há uma regra de que você não faz isso”, disse ele ao alanxelmundo. “Bem, eu fiz”.

    O casco do Titan, que foi feito para resistir à esmagadora pressão do mar profundo, foi construído com fibra de carbono de grau aeroespacial que a OceanGate disse ter sido projetada sob um acordo com a NASA. Mas os cascos dos submarinos são normalmente feitos usando metais sólidos como aço ou titânio.

    Em 2017, Rush disse à revista CompositesWorld que usou fibra de carbono para o Titan – então chamado de Cyclops 2 – porque isso eliminaria a necessidade de espuma sintática, um material caro mas durável frequentemente usado para fazer submarinos.

    Em sua entrevista de 2021 ao alanxelmundo, Rush disse que a escolha do material era mais sobre pioneirismo na exploração oceânica. “É escolher as regras que você quebra que são as que vão agregar valor aos outros e à sociedade”, disse Rush. “E isso realmente, para mim, é sobre inovação”.

    No entanto, a decisão de Rush de “quebrar algumas regras” pode ter custado sua vida e a de seus companheiros. A Sociedade de Tecnologia Marinha (MTS) alertou a empresa em 2018 que seus designs experimentais e sua falha em seguir protocolos de segurança aceitos pela indústria poderiam levar a resultados “catastróficos”.

    Um membro da MTS, Brian Kemper, afirmou que a OceanGate lançou propositalmente seu submarino em águas internacionais para evitar regulamentos da indústria.

    O ex-diretor de operações marinhas da OceanGate, David Lochridge, afirmou em 2018 que foi demitido por alertar Rush sobre suas preocupações com a construção da embarcação e a falta de testes de segurança. Ele posteriormente processou a empresa por demissão injusta.

    “Os passageiros pagantes não estariam cientes e não seriam informados sobre este design experimental, a falta de testes não-destrutivos do casco ou que materiais inflamáveis perigosos estavam sendo usados dentro do submarino”, disseram os advogados de Lochridge na ação.

    Rush havia dito repetidamente que queria ser conhecido como um inovador e sentia que os regulamentos e regras de segurança estavam impedindo a verdadeira inovação em entrevistas passadas e conversas relatadas.

    Em uma entrevista viral de 2022 à CBS, onde o CEO revelou que todo o submarino é controlado por um controle de videogame modificado, Rush minimizou os perigos dos mergulhos em alto mar como apenas mais um risco no jogo da vida.

    Mas ele disse que isso fazia parte do objetivo de seu submarino experimental, que ele descreveu como uma nova forma inovadora de explorar as profundezas do oceano.

    Rush era uma das cinco pessoas a bordo do Titan, um submarino que teria implodido a cerca de 3.800 metros de profundidade e matado instantaneamente todos os passageiros. A Guarda Costeira dos EUA confirmou na quinta-feira que encontrou destroços “consistentes com a perda catastrófica da câmara de pressão” após um enorme esforço de busca e resgate pela embarcação.

    Anos antes da tragédia, Rush disse em uma entrevista em 2021 ao youtuber espanhol alanxelmundo que esperava ser lembrado como um inovador. “Eu acho que foi o general MacArthur quem disse: ‘Você é lembrado pelas regras que você quebra’”, disse Rush, sorrindo.

    O CEO reconheceu que havia “quebrado algumas regras” com a fabricação do Titan, mas estava confiante de que seu design era sólido. “Eu acho que eu as quebrei com lógica e boa engenharia por trás de mim. Fibra de carbono e titânio? Há uma regra de que você não faz isso”, disse ele ao alanxelmundo. “Bem, eu fiz”.

    O casco do Titan, que foi feito para resistir à esmagadora pressão do mar profundo, foi construído com fibra de carbono de grau aeroespacial que a OceanGate disse ter sido projetada sob um acordo com a NASA. Mas os cascos dos submarinos são normalmente feitos usando metais sólidos como aço ou titânio.

    Em 2017, Rush disse à revista CompositesWorld que usou fibra de carbono para o Titan – então chamado de Cyclops 2 – porque isso eliminaria a necessidade de espuma sintática, um material caro mas durável frequentemente usado para fazer submarinos.

    Em sua entrevista de 2021 ao alanxelmundo, Rush disse que a escolha do material era mais sobre pioneirismo na exploração oceânica. “É escolher as regras que você quebra que são as que vão agregar valor aos outros e à sociedade”, disse Rush. “E isso realmente, para mim, é sobre inovação”.

    No entanto, a decisão de Rush de “quebrar algumas regras” pode ter custado sua vida e a de seus companheiros. A Sociedade de Tecnologia Marinha (MTS) alertou a empresa em 2018 que seus designs experimentais e sua falha em seguir protocolos de segurança aceitos pela indústria poderiam levar a resultados “catastróficos”.

    Um membro da MTS, Brian Kemper, afirmou que a OceanGate lançou propositalmente seu submarino em águas internacionais para evitar regulamentos da indústria.

    O ex-diretor de operações marinhas da OceanGate, David Lochridge, afirmou em 2018 que foi demitido por alertar Rush sobre suas preocupações com a construção da embarcação e a falta de testes de segurança. Ele posteriormente processou a empresa por demissão injusta.

    “Os passageiros pagantes não estariam cientes e não seriam informados sobre este design experimental, a falta de testes não-destrutivos do casco ou que materiais inflamáveis perigosos estavam sendo usados dentro do submarino”, disseram os advogados de Lochridge na ação.

    Rush havia dito repetidamente que queria ser conhecido como um inovador e sentia que os regulamentos e regras de segurança estavam impedindo a verdadeira inovação em entrevistas passadas e conversas relatadas.

    Em uma entrevista viral de 2022 à CBS, onde o CEO revelou que todo o submarino é controlado por um controle de videogame modificado, Rush minimizou os perigos dos mergulhos em alto mar como apenas mais um risco no jogo da vida.

  • 5 celulares 5G baratos que você pode comprar no Brasil em 2023

    5 celulares 5G baratos que você pode comprar no Brasil em 2023

    Você está procurando um celular 5G que caiba no seu bolso? Então confira esta lista com cinco opções de smartphones que oferecem a tecnologia de quinta geração por um preço acessível.

    Todos eles estão disponíveis no mercado brasileiro e podem ser encontrados em lojas online ou físicas.

    1. Motorola Moto G50: O Moto G50 é um dos celulares 5G mais baratos do Brasil, custando cerca de R$ 1.300. Ele tem uma tela de 6,5 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz, um processador Snapdragon 480, 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. A bateria é de 5.000 mAh e as câmeras traseiras são de 48 MP, 5 MP e 2 MP.

    2. Samsung Galaxy A32 5G: O Galaxy A32 5G é outro aparelho que se destaca pelo custo-benefício, saindo por volta de R$ 1.500. Ele possui uma tela de 6,5 polegadas com resolução HD+, um processador MediaTek Dimensity 720, 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. A bateria é de 5.000 mAh e as câmeras traseiras são de 48 MP, 8 MP, 5 MP e 2 MP.

    3. Xiaomi Redmi Note 9T: O Redmi Note 9T é uma opção da Xiaomi para quem quer um celular 5G sem gastar muito, custando cerca de R$ 1.700. Ele tem uma tela de 6,53 polegadas com resolução Full HD+, um processador MediaTek Dimensity 800U, 4 GB de RAM e 64 GB ou 128 GB de armazenamento. A bateria é de 5.000 mAh e as câmeras traseiras são de 48 MP, 2 MP e 2 MP.

    4. LG K92: O LG K92 é um dos poucos celulares da LG que suportam o 5G, sendo vendido por cerca de R$ 2.000. Ele conta com uma tela de 6,7 polegadas com resolução Full HD+, um processador Snapdragon 690, 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. A bateria é de 4.000 mAh e as câmeras traseiras são de 64 MP, 5 MP, 2 MP e 2 MP.

    5. Realme GT Neo: O Realme GT Neo é um celular que oferece um desempenho impressionante pelo preço, saindo por volta de R$ 2.300. Ele tem uma tela de 6,43 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz, um processador MediaTek Dimensity 1200, 6 GB ou 8 GB de RAM e 128 GB ou 256 GB de armazenamento. A bateria é de 4.500 mAh e as câmeras traseiras são de 64 MP, 8 MP e 2 MP.

    Esses são alguns dos celulares 5G baratos que você pode comprar no Brasil em 2023. Esperamos que este post tenha sido útil para você escolher o seu próximo smartphone.

    Todos eles estão disponíveis no mercado brasileiro e podem ser encontrados em lojas online ou físicas.

    1. Motorola Moto G50: O Moto G50 é um dos celulares 5G mais baratos do Brasil, custando cerca de R$ 1.300. Ele tem uma tela de 6,5 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz, um processador Snapdragon 480, 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. A bateria é de 5.000 mAh e as câmeras traseiras são de 48 MP, 5 MP e 2 MP.

    2. Samsung Galaxy A32 5G: O Galaxy A32 5G é outro aparelho que se destaca pelo custo-benefício, saindo por volta de R$ 1.500. Ele possui uma tela de 6,5 polegadas com resolução HD+, um processador MediaTek Dimensity 720, 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. A bateria é de 5.000 mAh e as câmeras traseiras são de 48 MP, 8 MP, 5 MP e 2 MP.

    3. Xiaomi Redmi Note 9T: O Redmi Note 9T é uma opção da Xiaomi para quem quer um celular 5G sem gastar muito, custando cerca de R$ 1.700. Ele tem uma tela de 6,53 polegadas com resolução Full HD+, um processador MediaTek Dimensity 800U, 4 GB de RAM e 64 GB ou 128 GB de armazenamento. A bateria é de 5.000 mAh e as câmeras traseiras são de 48 MP, 2 MP e 2 MP.

    4. LG K92: O LG K92 é um dos poucos celulares da LG que suportam o 5G, sendo vendido por cerca de R$ 2.000. Ele conta com uma tela de 6,7 polegadas com resolução Full HD+, um processador Snapdragon 690, 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. A bateria é de 4.000 mAh e as câmeras traseiras são de 64 MP, 5 MP, 2 MP e 2 MP.

    5. Realme GT Neo: O Realme GT Neo é um celular que oferece um desempenho impressionante pelo preço, saindo por volta de R$ 2.300. Ele tem uma tela de 6,43 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz, um processador MediaTek Dimensity 1200, 6 GB ou 8 GB de RAM e 128 GB ou 256 GB de armazenamento. A bateria é de 4.500 mAh e as câmeras traseiras são de 64 MP, 8 MP e 2 MP.

    Esses são alguns dos celulares 5G baratos que você pode comprar no Brasil em 2023. Esperamos que este post tenha sido útil para você escolher o seu próximo smartphone.

  • Como a nossa galáxia é vista por observadores de outras galáxias

    Como a nossa galáxia é vista por observadores de outras galáxias

    Uma nova pesquisa revela como seria a composição química da Via Láctea para astrônomos extragalácticos que a observassem de longe. 

    O estudo, liderado por cientistas do Instituto Max Planck de Astronomia, também permite uma nova forma de comparar a nossa galáxia com as muitas galáxias distantes que vemos de fora. Isso ajuda a responder à antiga questão de se a nossa galáxia é especial ou não: pelo menos no que diz respeito à química, a Via Láctea é incomum, mas não única.

    Vemos galáxias distantes de fora: observações com telescópios nos mostram a forma de uma galáxia e seu espectro (a separação da luz de um objeto celeste em cores). Como seria, então, a nossa própria galáxia sob essa perspectiva para astrônomos “extragalácticos” que explorassem o espaço sideral não da nossa, mas de outra galáxia? Essa é uma questão mais difícil do que parece. Afinal, os astrônomos aqui na Terra desenvolveram métodos bastante sofisticados para reconstruir as propriedades de uma galáxia a partir de suas observações, e os astrônomos extragalácticos não deveriam ficar atrás. A resposta para a questão sobre os conhecimentos dos astrônomos extragalácticos não é tão simples de responder. Mas a resposta é certamente interessante para a nossa pesquisa terrestre.

    Jianhui Lian (Instituto Max Planck de Astronomia e Universidade Yunnan), o autor principal do estudo publicado agora, diz: “Desde que os astrônomos reconheceram há cem anos que a Via Láctea não é a única galáxia no universo, eles se perguntaram se a nossa galáxia é especial ou não. Para responder a essa questão, precisamos encontrar formas de comparar a nossa galáxia com as galáxias distantes”.

    Avanços em dados e simulações

    A questão pode ser antiga; mas o fato de podermos encontrar uma resposta para a química da nossa galáxia é bastante novo. Por um lado, houve enormes avanços na exploração sistemática da nossa galáxia nos últimos dez anos. Pesquisas como o APOGEE forneceram informações sobre a composição química, as propriedades físicas e os movimentos 3D de milhões de estrelas individuais na nossa Via Láctea usando a análise de espectros estelares.

    Por outro lado, houve avanços significativos nas simulações computacionais da formação e evolução das galáxias. Essas simulações permitem aos pesquisadores estudar as propriedades das galáxias em diferentes estágios do seu desenvolvimento e sob diferentes condições iniciais.

    Os pesquisadores usaram esses dois conjuntos de dados para criar um modelo da Via Láctea como seria visto por astrônomos extragalácticos. Eles usaram os dados do APOGEE para estimar as propriedades químicas das estrelas na nossa galáxia e os combinaram com os dados das simulações para obter uma imagem completa da forma e do espectro da Via Láctea.

    O resultado mostra que os astrônomos extragalácticos poderiam inferir algumas características importantes da química da nossa galáxia usando apenas observações espectrais. Por exemplo, eles poderiam medir o gradiente químico radial, ou seja, como a abundância relativa dos elementos mais pesados (chamados metais pelos astrônomos) varia com a distância ao centro da galáxia. Eles também poderiam detectar algumas assinaturas espectrais distintas que revelam a presença de diferentes populações estelares na Via Láctea.

    Comparando com outras galáxias

    Os pesquisadores também compararam o modelo da Via Láctea com os dados observacionais de mais de 100.000 galáxias distantes do Sloan Digital Sky Survey (SDSS), uma das maiores pesquisas astronômicas já realizadas. Eles descobriram que a Via Láctea não é única em sua química, mas também não é muito comum. Apenas cerca de 2% das galáxias do SDSS têm propriedades químicas semelhantes às da nossa galáxia.

    Isso significa que a Via Láctea é especial? Não necessariamente, dizem os pesquisadores. Afinal, a química é apenas uma das muitas propriedades que caracterizam uma galáxia. Além disso, o SDSS não cobre todo o espaço de parâmetros possíveis para as galáxias. Pode haver outras galáxias semelhantes à nossa que ainda não foram observadas.

    De qualquer forma, o estudo mostra que é possível comparar a nossa galáxia com as galáxias distantes usando um critério objetivo e quantitativo. Isso abre novas possibilidades para entender melhor a nossa posição no universo e a história da nossa galáxia.

    O estudo, liderado por cientistas do Instituto Max Planck de Astronomia, também permite uma nova forma de comparar a nossa galáxia com as muitas galáxias distantes que vemos de fora. Isso ajuda a responder à antiga questão de se a nossa galáxia é especial ou não: pelo menos no que diz respeito à química, a Via Láctea é incomum, mas não única.

    Vemos galáxias distantes de fora: observações com telescópios nos mostram a forma de uma galáxia e seu espectro (a separação da luz de um objeto celeste em cores). Como seria, então, a nossa própria galáxia sob essa perspectiva para astrônomos “extragalácticos” que explorassem o espaço sideral não da nossa, mas de outra galáxia? Essa é uma questão mais difícil do que parece. Afinal, os astrônomos aqui na Terra desenvolveram métodos bastante sofisticados para reconstruir as propriedades de uma galáxia a partir de suas observações, e os astrônomos extragalácticos não deveriam ficar atrás. A resposta para a questão sobre os conhecimentos dos astrônomos extragalácticos não é tão simples de responder. Mas a resposta é certamente interessante para a nossa pesquisa terrestre.

    Jianhui Lian (Instituto Max Planck de Astronomia e Universidade Yunnan), o autor principal do estudo publicado agora, diz: “Desde que os astrônomos reconheceram há cem anos que a Via Láctea não é a única galáxia no universo, eles se perguntaram se a nossa galáxia é especial ou não. Para responder a essa questão, precisamos encontrar formas de comparar a nossa galáxia com as galáxias distantes”.

    Avanços em dados e simulações

    A questão pode ser antiga; mas o fato de podermos encontrar uma resposta para a química da nossa galáxia é bastante novo. Por um lado, houve enormes avanços na exploração sistemática da nossa galáxia nos últimos dez anos. Pesquisas como o APOGEE forneceram informações sobre a composição química, as propriedades físicas e os movimentos 3D de milhões de estrelas individuais na nossa Via Láctea usando a análise de espectros estelares.

    Por outro lado, houve avanços significativos nas simulações computacionais da formação e evolução das galáxias. Essas simulações permitem aos pesquisadores estudar as propriedades das galáxias em diferentes estágios do seu desenvolvimento e sob diferentes condições iniciais.

    Os pesquisadores usaram esses dois conjuntos de dados para criar um modelo da Via Láctea como seria visto por astrônomos extragalácticos. Eles usaram os dados do APOGEE para estimar as propriedades químicas das estrelas na nossa galáxia e os combinaram com os dados das simulações para obter uma imagem completa da forma e do espectro da Via Láctea.

    O resultado mostra que os astrônomos extragalácticos poderiam inferir algumas características importantes da química da nossa galáxia usando apenas observações espectrais. Por exemplo, eles poderiam medir o gradiente químico radial, ou seja, como a abundância relativa dos elementos mais pesados (chamados metais pelos astrônomos) varia com a distância ao centro da galáxia. Eles também poderiam detectar algumas assinaturas espectrais distintas que revelam a presença de diferentes populações estelares na Via Láctea.

    Comparando com outras galáxias

    Os pesquisadores também compararam o modelo da Via Láctea com os dados observacionais de mais de 100.000 galáxias distantes do Sloan Digital Sky Survey (SDSS), uma das maiores pesquisas astronômicas já realizadas. Eles descobriram que a Via Láctea não é única em sua química, mas também não é muito comum. Apenas cerca de 2% das galáxias do SDSS têm propriedades químicas semelhantes às da nossa galáxia.

    Isso significa que a Via Láctea é especial? Não necessariamente, dizem os pesquisadores. Afinal, a química é apenas uma das muitas propriedades que caracterizam uma galáxia. Além disso, o SDSS não cobre todo o espaço de parâmetros possíveis para as galáxias. Pode haver outras galáxias semelhantes à nossa que ainda não foram observadas.

    De qualquer forma, o estudo mostra que é possível comparar a nossa galáxia com as galáxias distantes usando um critério objetivo e quantitativo. Isso abre novas possibilidades para entender melhor a nossa posição no universo e a história da nossa galáxia.