Tag: rádio

  • O céu noturno está ficando mais claro e isso é ruim para a astronomia

    O céu noturno está ficando mais claro e isso é ruim para a astronomia

    A poluição luminosa é a luz artificial indesejada que se projeta para o céu noturno. Ela torna a atmosfera muito mais brilhante do que o céu noturno natural e afeta significativamente a astronomia.

    A poluição luminosa ofusca a luz de objetos fracos como galáxias e nebulosas e aumenta o brilho do fundo do céu ao observar estrelas fracas.

    Um estudo recente publicado na revista Science analisou os efeitos crescentes da poluição luminosa na astronomia profissional e amadora. Os autores revisaram os dados de câmeras de céu inteiro instaladas em vários locais do mundo e compararam com modelos de brilho do céu artificial. Eles concluíram que a poluição luminosa pode atingir até 10% do brilho do céu noturno natural, um nível considerado inaceitável pela União Astronômica Internacional (IAU) para os locais de observatório astronômico.

    A poluição luminosa não é causada apenas por lâmpadas de rua, edifícios e outras fontes terrestres de luz. Ela também é provocada por satélites artificiais e lixo espacial que orbitam a Terra e refletem a luz solar. Esses objetos podem aparecer como rastros luminosos nas imagens feitas por telescópios terrestres, comprometendo os dados astronômicos e causando a perda irreparável de informações. Além disso, a situação pode piorar com o lançamento de mais satélites, incluindo as chamadas “megaconstelações”, que são projetos de empresas privadas para fornecer serviços de internet via satélite.

    A poluição luminosa não afeta apenas os astrônomos profissionais, mas também os amadores que gostam de observar o céu noturno com seus próprios olhos ou com equipamentos simples. A beleza e a diversidade do universo ficam ocultas pelo brilho artificial, reduzindo o interesse e a curiosidade pelo conhecimento científico. Além disso, a poluição luminosa tem impactos negativos na saúde humana, na biodiversidade e no clima.

    Para combater a poluição luminosa, é preciso conscientizar o público sobre o valor cultural da astronomia visual ou a olho nu, bem como da ciência e da necessidade de acesso a um céu noturno escuro para a pesquisa astronômica. Também é necessário adotar medidas regulatórias para limitar e controlar as fontes de luz artificial, tanto na superfície quanto no espaço. Algumas iniciativas já existem nesse sentido, como as leis de proteção do céu noturno em alguns países e regiões, e as recomendações da IAU para mitigar os efeitos dos satélites nas observações astronômicas.

    A astronomia é uma ciência que nos permite explorar o universo e entender o nosso lugar nele. Ela depende de um recurso natural que está cada vez mais ameaçado pela atividade humana: o céu noturno escuro. Preservá-lo é um dever de todos nós.

    Fonte: Link.

    A poluição luminosa ofusca a luz de objetos fracos como galáxias e nebulosas e aumenta o brilho do fundo do céu ao observar estrelas fracas.

    Um estudo recente publicado na revista Science analisou os efeitos crescentes da poluição luminosa na astronomia profissional e amadora. Os autores revisaram os dados de câmeras de céu inteiro instaladas em vários locais do mundo e compararam com modelos de brilho do céu artificial. Eles concluíram que a poluição luminosa pode atingir até 10% do brilho do céu noturno natural, um nível considerado inaceitável pela União Astronômica Internacional (IAU) para os locais de observatório astronômico.

    A poluição luminosa não é causada apenas por lâmpadas de rua, edifícios e outras fontes terrestres de luz. Ela também é provocada por satélites artificiais e lixo espacial que orbitam a Terra e refletem a luz solar. Esses objetos podem aparecer como rastros luminosos nas imagens feitas por telescópios terrestres, comprometendo os dados astronômicos e causando a perda irreparável de informações. Além disso, a situação pode piorar com o lançamento de mais satélites, incluindo as chamadas “megaconstelações”, que são projetos de empresas privadas para fornecer serviços de internet via satélite.

    A poluição luminosa não afeta apenas os astrônomos profissionais, mas também os amadores que gostam de observar o céu noturno com seus próprios olhos ou com equipamentos simples. A beleza e a diversidade do universo ficam ocultas pelo brilho artificial, reduzindo o interesse e a curiosidade pelo conhecimento científico. Além disso, a poluição luminosa tem impactos negativos na saúde humana, na biodiversidade e no clima.

    Para combater a poluição luminosa, é preciso conscientizar o público sobre o valor cultural da astronomia visual ou a olho nu, bem como da ciência e da necessidade de acesso a um céu noturno escuro para a pesquisa astronômica. Também é necessário adotar medidas regulatórias para limitar e controlar as fontes de luz artificial, tanto na superfície quanto no espaço. Algumas iniciativas já existem nesse sentido, como as leis de proteção do céu noturno em alguns países e regiões, e as recomendações da IAU para mitigar os efeitos dos satélites nas observações astronômicas.

    A astronomia é uma ciência que nos permite explorar o universo e entender o nosso lugar nele. Ela depende de um recurso natural que está cada vez mais ameaçado pela atividade humana: o céu noturno escuro. Preservá-lo é um dever de todos nós.

    Fonte: Link.

  • Como os primeiros animais da Terra evoluíram?

    Como os primeiros animais da Terra evoluíram?

    Um novo estudo revela os mecanismos genéticos que moldaram o desenvolvimento dos ancestrais de humanos, anêmonas e corais há mais de 600 milhões de anos.

    O que é o estudo?

    O estudo, publicado na revista Current Biology em 13 de junho de 2023, é fruto do trabalho do pesquisador Matt Gibson, Ph.D., do Instituto Stowers de Pesquisa Médica, nos Estados Unidos. Ele e sua equipe investigaram como o plano corporal da anêmona-do-mar-estrela (Nematostella vectensis) se forma durante o desenvolvimento embrionário e como ele se relaciona com o de outros animais.

    Por que é importante?

    A anêmona-do-mar-estrela é um animal simples, sem ossos, cérebro ou intestino completo, mas que compartilha um ancestral comum com os humanos e seus parentes vertebrados. Esse ancestral viveu nos antigos oceanos da Terra há mais de 600 milhões de anos e deu origem a uma grande diversidade de formas de vida.

    Ao estudar a genética do desenvolvimento da anêmona-do-mar-estrela, os cientistas podem entender melhor como os primeiros animais da Terra evoluíram de um ovo para um embrião e depois para um adulto. Eles também podem comparar os genes e as vias moleculares envolvidos nesse processo com os de outros animais e ver quais são conservados e quais são modificados ao longo da evolução.

    Como foi feito?

    Os pesquisadores usaram técnicas de sequenciamento de RNA de célula única para analisar a expressão gênica de mais de 20 mil células da anêmona-do-mar-estrela em diferentes estágios do desenvolvimento. Eles também usaram ferramentas de edição genética para desativar alguns genes-chave e observar seus efeitos na formação do plano corporal.

    O que foi descoberto?

    Os pesquisadores descobriram que a anêmona-do-mar-estrela desenvolve seu plano corporal por meio da formação de segmentos ao longo do seu eixo oral-aboral (da boca ao ânus). Esses segmentos assumem identidades distintas dependendo da sua posição e contêm células musculares especializadas que permitem ao animal se contrair e se mover.

    Os pesquisadores também identificaram os genes responsáveis pela polaridade dos segmentos, ou seja, pela definição das partes anterior e posterior de cada segmento. Eles mostraram que esses genes são os mesmos que regulam a polaridade dos segmentos em insetos e vertebrados, mas que são usados de maneiras diferentes na anêmona-do-mar-estrela.

    O que isso significa?

    Isso significa que os mecanismos genéticos que orientam o desenvolvimento do plano corporal são muito antigos e foram herdados do ancestral comum entre a anêmona-do-mar-estrela e os humanos. No entanto, esses mecanismos foram adaptados ao longo da evolução para produzir planos corporais muito diferentes entre os animais.

    O estudo também mostra que a anêmona-do-mar-estrela é um modelo valioso para estudar a origem e a diversificação dos animais multicelulares na Terra. Além disso, ele abre novas possibilidades para explorar as funções dos genes envolvidos no desenvolvimento do plano corporal em outros animais simples, como corais e águas-vivas.

    Fonte: Link.

    O que é o estudo?

    O estudo, publicado na revista Current Biology em 13 de junho de 2023, é fruto do trabalho do pesquisador Matt Gibson, Ph.D., do Instituto Stowers de Pesquisa Médica, nos Estados Unidos. Ele e sua equipe investigaram como o plano corporal da anêmona-do-mar-estrela (Nematostella vectensis) se forma durante o desenvolvimento embrionário e como ele se relaciona com o de outros animais.

    Por que é importante?

    A anêmona-do-mar-estrela é um animal simples, sem ossos, cérebro ou intestino completo, mas que compartilha um ancestral comum com os humanos e seus parentes vertebrados. Esse ancestral viveu nos antigos oceanos da Terra há mais de 600 milhões de anos e deu origem a uma grande diversidade de formas de vida.

    Ao estudar a genética do desenvolvimento da anêmona-do-mar-estrela, os cientistas podem entender melhor como os primeiros animais da Terra evoluíram de um ovo para um embrião e depois para um adulto. Eles também podem comparar os genes e as vias moleculares envolvidos nesse processo com os de outros animais e ver quais são conservados e quais são modificados ao longo da evolução.

    Como foi feito?

    Os pesquisadores usaram técnicas de sequenciamento de RNA de célula única para analisar a expressão gênica de mais de 20 mil células da anêmona-do-mar-estrela em diferentes estágios do desenvolvimento. Eles também usaram ferramentas de edição genética para desativar alguns genes-chave e observar seus efeitos na formação do plano corporal.

    O que foi descoberto?

    Os pesquisadores descobriram que a anêmona-do-mar-estrela desenvolve seu plano corporal por meio da formação de segmentos ao longo do seu eixo oral-aboral (da boca ao ânus). Esses segmentos assumem identidades distintas dependendo da sua posição e contêm células musculares especializadas que permitem ao animal se contrair e se mover.

    Os pesquisadores também identificaram os genes responsáveis pela polaridade dos segmentos, ou seja, pela definição das partes anterior e posterior de cada segmento. Eles mostraram que esses genes são os mesmos que regulam a polaridade dos segmentos em insetos e vertebrados, mas que são usados de maneiras diferentes na anêmona-do-mar-estrela.

    O que isso significa?

    Isso significa que os mecanismos genéticos que orientam o desenvolvimento do plano corporal são muito antigos e foram herdados do ancestral comum entre a anêmona-do-mar-estrela e os humanos. No entanto, esses mecanismos foram adaptados ao longo da evolução para produzir planos corporais muito diferentes entre os animais.

    O estudo também mostra que a anêmona-do-mar-estrela é um modelo valioso para estudar a origem e a diversificação dos animais multicelulares na Terra. Além disso, ele abre novas possibilidades para explorar as funções dos genes envolvidos no desenvolvimento do plano corporal em outros animais simples, como corais e águas-vivas.

    Fonte: Link.

  • A verdade sobre os antioxidantes: eles são mesmo tão bons assim?

    A verdade sobre os antioxidantes: eles são mesmo tão bons assim?

    Os antioxidantes são substâncias que protegem as células saudáveis contra os danos causados pelos radicais livres, prevenindo o estresse oxidativo e o surgimento de situações como envelhecimento precoce, câncer e derrame.

    Eles estão presentes em muitos alimentos, especialmente frutas, verduras, leguminosas e grãos. Mas será que consumir mais antioxidantes é sempre melhor? E os suplementos de antioxidantes, eles funcionam? 

    Neste post, vamos esclarecer alguns mitos e verdades sobre os antioxidantes e mostrar como você pode aproveitar seus benefícios sem exageros. 

    Mito: quanto mais antioxidante, melhor 

    A virtude está no equilíbrio. Os radicais livres, os alvos dos antioxidantes, também têm papéis importantes no organismo, como na sinalização celular e na imunidade. Em excesso, eles podem causar problemas, mas em pequenas quantidades eles são úteis para a saúde. 

    Além disso, consumir antioxidantes demais pode ter efeitos adversos. Há indícios de que o excesso de vitaminas e de betacaroteno, por exemplo, eleva o risco de certos tumores. Portanto, não vale a pena engolir um monte de cápsulas por conta própria. 

    Verdade: uma dieta rica em antioxidantes protege contra doenças 

    Pesquisas realizadas nos últimos dez anos mostraram que consumir alimentos ricos em antioxidantes como frutas, verduras, leguminosas e grãos tem um efeito benéfico à saúde. Esses alimentos fornecem uma grande variedade de antioxidantes, como o selênio, a vitamina C e os compostos fenólicos, que atuam em diferentes frentes para proteger as células. 

    Entre as doenças que podem ser prevenidas por uma dieta rica em antioxidantes estão as doenças cardíacas, os derrames, alguns tipos de câncer e as doenças relacionadas ao envelhecimento. 

    Mito: os suplementos de antioxidantes são eficazes 

    Apesar da evidência favorável aos alimentos ricos em antioxidantes, não há comprovação de que os suplementos de antioxidantes sejam eficazes para prevenir ou tratar doenças. Na verdade, alguns estudos sugerem que eles podem até ser prejudiciais em certas situações. 

    Isso pode acontecer porque os suplementos fornecem apenas um ou alguns tipos de antioxidantes, em doses isoladas e concentradas, que podem interferir com outros processos do organismo ou com a ação de outros antioxidantes naturais. 

    Além disso, os alimentos ricos em antioxidantes também contêm outros nutrientes e fibras que contribuem para a saúde. Portanto, não há substituto para uma alimentação equilibrada e variada. 

    Verdade: a quantidade de antioxidantes nos alimentos varia muito 

    Não basta comer frutas e verduras para garantir uma boa ingestão de antioxidantes. A quantidade dessas substâncias nos alimentos depende de vários fatores, como o tipo de planta, o solo, o clima, o armazenamento e o preparo. 

    Por isso, é importante consumir uma grande variedade de alimentos ricos em antioxidantes, preferindo aqueles que são produzidos localmente e da estação. Além disso, é bom evitar cozinhar demais os alimentos ou expô-los ao ar e à luz por muito tempo, pois isso pode reduzir seu conteúdo de antioxidantes. 

    Os antioxidantes são importantes para a saúde, mas não devem ser vistos como uma panaceia. O ideal é consumi-los através dos alimentos, evitando os suplementos sem orientação médica. Além disso, é preciso variar as fontes de antioxidantes e cuidar do armazenamento e do preparo dos alimentos para preservar seus benefícios. 

    Eles estão presentes em muitos alimentos, especialmente frutas, verduras, leguminosas e grãos. Mas será que consumir mais antioxidantes é sempre melhor? E os suplementos de antioxidantes, eles funcionam? 

    Neste post, vamos esclarecer alguns mitos e verdades sobre os antioxidantes e mostrar como você pode aproveitar seus benefícios sem exageros. 

    Mito: quanto mais antioxidante, melhor 

    A virtude está no equilíbrio. Os radicais livres, os alvos dos antioxidantes, também têm papéis importantes no organismo, como na sinalização celular e na imunidade. Em excesso, eles podem causar problemas, mas em pequenas quantidades eles são úteis para a saúde. 

    Além disso, consumir antioxidantes demais pode ter efeitos adversos. Há indícios de que o excesso de vitaminas e de betacaroteno, por exemplo, eleva o risco de certos tumores. Portanto, não vale a pena engolir um monte de cápsulas por conta própria. 

    Verdade: uma dieta rica em antioxidantes protege contra doenças 

    Pesquisas realizadas nos últimos dez anos mostraram que consumir alimentos ricos em antioxidantes como frutas, verduras, leguminosas e grãos tem um efeito benéfico à saúde. Esses alimentos fornecem uma grande variedade de antioxidantes, como o selênio, a vitamina C e os compostos fenólicos, que atuam em diferentes frentes para proteger as células. 

    Entre as doenças que podem ser prevenidas por uma dieta rica em antioxidantes estão as doenças cardíacas, os derrames, alguns tipos de câncer e as doenças relacionadas ao envelhecimento. 

    Mito: os suplementos de antioxidantes são eficazes 

    Apesar da evidência favorável aos alimentos ricos em antioxidantes, não há comprovação de que os suplementos de antioxidantes sejam eficazes para prevenir ou tratar doenças. Na verdade, alguns estudos sugerem que eles podem até ser prejudiciais em certas situações. 

    Isso pode acontecer porque os suplementos fornecem apenas um ou alguns tipos de antioxidantes, em doses isoladas e concentradas, que podem interferir com outros processos do organismo ou com a ação de outros antioxidantes naturais. 

    Além disso, os alimentos ricos em antioxidantes também contêm outros nutrientes e fibras que contribuem para a saúde. Portanto, não há substituto para uma alimentação equilibrada e variada. 

    Verdade: a quantidade de antioxidantes nos alimentos varia muito 

    Não basta comer frutas e verduras para garantir uma boa ingestão de antioxidantes. A quantidade dessas substâncias nos alimentos depende de vários fatores, como o tipo de planta, o solo, o clima, o armazenamento e o preparo. 

    Por isso, é importante consumir uma grande variedade de alimentos ricos em antioxidantes, preferindo aqueles que são produzidos localmente e da estação. Além disso, é bom evitar cozinhar demais os alimentos ou expô-los ao ar e à luz por muito tempo, pois isso pode reduzir seu conteúdo de antioxidantes. 

    Os antioxidantes são importantes para a saúde, mas não devem ser vistos como uma panaceia. O ideal é consumi-los através dos alimentos, evitando os suplementos sem orientação médica. Além disso, é preciso variar as fontes de antioxidantes e cuidar do armazenamento e do preparo dos alimentos para preservar seus benefícios. 

  • O que é economia circular e por que ela é importante para o futuro?

    O que é economia circular e por que ela é importante para o futuro?

    A economia circular é um modelo de produção e consumo que busca reduzir o desperdício de recursos naturais e minimizar os impactos ambientais.

    Nesse modelo, os produtos são projetados para serem reutilizados, reciclados ou regenerados, evitando que se tornem lixo. Assim, os materiais e a energia são aproveitados ao máximo, criando um ciclo fechado de valor.

    A economia circular é importante para o futuro porque contribui para a preservação do meio ambiente, a geração de empregos e renda, a inovação e a competitividade. Além disso, ela está alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que visam garantir o bem-estar das pessoas e do planeta até 2030.

    Como adotar a economia circular na sua empresa?

    Existem diversas formas de implementar a economia circular na sua empresa, dependendo do seu setor de atuação, do seu porte e do seu público-alvo. Algumas dicas são:

    • Repense o design dos seus produtos, buscando usar materiais reciclados, biodegradáveis ou renováveis, e facilitar a desmontagem e a recuperação dos componentes.

    • Ofereça serviços de manutenção, reparo ou atualização dos seus produtos, prolongando a sua vida útil e fidelizando os seus clientes.

    • Estabeleça parcerias com outras empresas ou organizações para compartilhar recursos, infraestrutura ou conhecimento, otimizando o uso dos ativos disponíveis.

    • Invista em educação ambiental e engaje os seus colaboradores, fornecedores e consumidores na cultura da economia circular, estimulando boas práticas de consumo consciente e descarte correto.

    A economia circular é uma tendência que veio para ficar e que pode trazer muitos benefícios para a sua empresa e para a sociedade. Que tal começar hoje mesmo a fazer parte dessa mudança?

    Nesse modelo, os produtos são projetados para serem reutilizados, reciclados ou regenerados, evitando que se tornem lixo. Assim, os materiais e a energia são aproveitados ao máximo, criando um ciclo fechado de valor.

    A economia circular é importante para o futuro porque contribui para a preservação do meio ambiente, a geração de empregos e renda, a inovação e a competitividade. Além disso, ela está alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que visam garantir o bem-estar das pessoas e do planeta até 2030.

    Como adotar a economia circular na sua empresa?

    Existem diversas formas de implementar a economia circular na sua empresa, dependendo do seu setor de atuação, do seu porte e do seu público-alvo. Algumas dicas são:

    • Repense o design dos seus produtos, buscando usar materiais reciclados, biodegradáveis ou renováveis, e facilitar a desmontagem e a recuperação dos componentes.

    • Ofereça serviços de manutenção, reparo ou atualização dos seus produtos, prolongando a sua vida útil e fidelizando os seus clientes.

    • Estabeleça parcerias com outras empresas ou organizações para compartilhar recursos, infraestrutura ou conhecimento, otimizando o uso dos ativos disponíveis.

    • Invista em educação ambiental e engaje os seus colaboradores, fornecedores e consumidores na cultura da economia circular, estimulando boas práticas de consumo consciente e descarte correto.

    A economia circular é uma tendência que veio para ficar e que pode trazer muitos benefícios para a sua empresa e para a sociedade. Que tal começar hoje mesmo a fazer parte dessa mudança?

  • Cochilar durante o dia pode preservar a saúde do cérebro, diz estudo

    Cochilar durante o dia pode preservar a saúde do cérebro, diz estudo

    Você costuma tirar uma soneca durante o dia? Se sim, você pode estar fazendo um bem para o seu cérebro. Um novo estudo publicado na revista Sleep revelou que pessoas que dormem regularmente à tarde têm um maior volume cerebral do que aquelas que não dormem.

    O volume cerebral é uma medida da saúde e do envelhecimento cerebral. Quanto maior o volume, melhor o desempenho cognitivo e a memória. O estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade de Oxford e da Universidade de Pequim, analisou os hábitos de sono e as imagens cerebrais de mais de 2 mil adultos chineses com idade média de 60 anos.

    Os resultados mostraram que os participantes que relataram dormir regularmente à tarde (pelo menos três vezes por semana) tinham um volume cerebral médio de 1.233 cm³, enquanto os que não dormiam tinham um volume de 1.222 cm³. Essa diferença equivale a cerca de um ano a menos de envelhecimento cerebral.

    Os pesquisadores também observaram que os benefícios das sonecas eram mais evidentes nas mulheres e nas pessoas com maior escolaridade. Eles sugerem que as sonecas podem ajudar a compensar os efeitos negativos do estresse e da privação de sono na noite anterior.

    No entanto, os autores alertam que o estudo não prova uma relação causal entre as sonecas e o volume cerebral. Ou seja, não se sabe se as sonecas causam um aumento do volume cerebral ou se as pessoas com maior volume cerebral tendem a dormir mais à tarde. Além disso, eles ressaltam que a duração e a qualidade das sonecas também podem influenciar nos resultados.

    O estudo é o primeiro a investigar a associação entre as sonecas regulares e o volume cerebral em uma grande amostra populacional. Os pesquisadores esperam que os achados possam contribuir para a compreensão dos mecanismos envolvidos no sono e no envelhecimento cerebral.

    Fonte: Link.

    O volume cerebral é uma medida da saúde e do envelhecimento cerebral. Quanto maior o volume, melhor o desempenho cognitivo e a memória. O estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade de Oxford e da Universidade de Pequim, analisou os hábitos de sono e as imagens cerebrais de mais de 2 mil adultos chineses com idade média de 60 anos.

    Os resultados mostraram que os participantes que relataram dormir regularmente à tarde (pelo menos três vezes por semana) tinham um volume cerebral médio de 1.233 cm³, enquanto os que não dormiam tinham um volume de 1.222 cm³. Essa diferença equivale a cerca de um ano a menos de envelhecimento cerebral.

    Os pesquisadores também observaram que os benefícios das sonecas eram mais evidentes nas mulheres e nas pessoas com maior escolaridade. Eles sugerem que as sonecas podem ajudar a compensar os efeitos negativos do estresse e da privação de sono na noite anterior.

    No entanto, os autores alertam que o estudo não prova uma relação causal entre as sonecas e o volume cerebral. Ou seja, não se sabe se as sonecas causam um aumento do volume cerebral ou se as pessoas com maior volume cerebral tendem a dormir mais à tarde. Além disso, eles ressaltam que a duração e a qualidade das sonecas também podem influenciar nos resultados.

    O estudo é o primeiro a investigar a associação entre as sonecas regulares e o volume cerebral em uma grande amostra populacional. Os pesquisadores esperam que os achados possam contribuir para a compreensão dos mecanismos envolvidos no sono e no envelhecimento cerebral.

    Fonte: Link.

  • Como a inteligência artificial pode revelar os segredos das plantas e evitar a extinção de espécies

    Como a inteligência artificial pode revelar os segredos das plantas e evitar a extinção de espécies

    Um novo estudo publicado na revista Nature Ecology and Evolution mostra como a inteligência artificial (IA) pode ser usada para revelar características ocultas sobre as plantas do nosso planeta e ajudar a proteger as espécies em risco de extinção.

    Os pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e do Jardim Botânico Real de Kew, na Inglaterra, desenvolveram um algoritmo de aprendizado de máquina que analisou mais de 150 mil imagens de plantas de diferentes regiões do mundo. O algoritmo foi capaz de identificar padrões e correlações entre as formas, cores, texturas e habitats das plantas, que muitas vezes escapam ao olho humano.

    Com esses dados, os cientistas criaram um mapa global da diversidade funcional das plantas, ou seja, da variedade de funções ecológicas que elas desempenham no ambiente. Por exemplo, algumas plantas são mais adaptadas à seca, outras à polinização por insetos, outras à dispersão por animais.

    O mapa revelou que as regiões mais ricas em diversidade funcional das plantas são as florestas tropicais da América do Sul, da África e da Ásia, que abrigam espécies com formas e funções muito variadas. Por outro lado, as regiões mais pobres em diversidade funcional são as zonas áridas e frias, como os desertos e as tundras, que possuem espécies com formas e funções mais semelhantes.

    Os autores do estudo afirmam que o mapa pode ser uma ferramenta útil para orientar a conservação das plantas, pois indica quais regiões são mais vulneráveis à perda de biodiversidade e quais espécies são mais importantes para manter o equilíbrio dos ecossistemas. Além disso, o algoritmo pode ser usado para prever como as plantas podem se adaptar às mudanças climáticas e ambientais no futuro.

    Segundo o professor Alexandre Antonelli, diretor de ciência do Jardim Botânico Real de Kew e coautor do estudo, a inteligência artificial é uma aliada poderosa para entender e proteger a natureza. “Estamos vivendo uma crise sem precedentes na história da humanidade, com a extinção de milhares de espécies vegetais que sustentam a vida no planeta. A inteligência artificial nos permite ver o mundo com novos olhos e descobrir aspectos incríveis da diversidade das plantas que podem nos ajudar a salvar o nosso patrimônio natural”, disse ele em um comunicado à imprensa.

    O estudo é parte de um projeto maior chamado Plants Under Pressure (Plantas Sob Pressão), que visa usar a tecnologia para mapear a distribuição e o estado de conservação das plantas em todo o mundo. O projeto é financiado pela Fundação Garfield Weston e pela Fundação Sackler.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e do Jardim Botânico Real de Kew, na Inglaterra, desenvolveram um algoritmo de aprendizado de máquina que analisou mais de 150 mil imagens de plantas de diferentes regiões do mundo. O algoritmo foi capaz de identificar padrões e correlações entre as formas, cores, texturas e habitats das plantas, que muitas vezes escapam ao olho humano.

    Com esses dados, os cientistas criaram um mapa global da diversidade funcional das plantas, ou seja, da variedade de funções ecológicas que elas desempenham no ambiente. Por exemplo, algumas plantas são mais adaptadas à seca, outras à polinização por insetos, outras à dispersão por animais.

    O mapa revelou que as regiões mais ricas em diversidade funcional das plantas são as florestas tropicais da América do Sul, da África e da Ásia, que abrigam espécies com formas e funções muito variadas. Por outro lado, as regiões mais pobres em diversidade funcional são as zonas áridas e frias, como os desertos e as tundras, que possuem espécies com formas e funções mais semelhantes.

    Os autores do estudo afirmam que o mapa pode ser uma ferramenta útil para orientar a conservação das plantas, pois indica quais regiões são mais vulneráveis à perda de biodiversidade e quais espécies são mais importantes para manter o equilíbrio dos ecossistemas. Além disso, o algoritmo pode ser usado para prever como as plantas podem se adaptar às mudanças climáticas e ambientais no futuro.

    Segundo o professor Alexandre Antonelli, diretor de ciência do Jardim Botânico Real de Kew e coautor do estudo, a inteligência artificial é uma aliada poderosa para entender e proteger a natureza. “Estamos vivendo uma crise sem precedentes na história da humanidade, com a extinção de milhares de espécies vegetais que sustentam a vida no planeta. A inteligência artificial nos permite ver o mundo com novos olhos e descobrir aspectos incríveis da diversidade das plantas que podem nos ajudar a salvar o nosso patrimônio natural”, disse ele em um comunicado à imprensa.

    O estudo é parte de um projeto maior chamado Plants Under Pressure (Plantas Sob Pressão), que visa usar a tecnologia para mapear a distribuição e o estado de conservação das plantas em todo o mundo. O projeto é financiado pela Fundação Garfield Weston e pela Fundação Sackler.

    Fonte: Link.

  • Aspirina pode aumentar o risco de anemia em idosos saudáveis, diz estudo

    Aspirina pode aumentar o risco de anemia em idosos saudáveis, diz estudo

    Um novo estudo analisou os dados do ASPREE, um ensaio clínico internacional que investigou os efeitos da aspirina em baixa dose na prevenção de doenças em pessoas com 70 anos ou mais.

    Os resultados mostraram que o uso prolongado de aspirina aumenta o risco de anemia em 20% nesse grupo etário.

    A anemia é uma condição comum entre os idosos, que pode afetar o funcionamento geral e aumentar a fadiga, as deficiências, os sintomas depressivos e os problemas cognitivos. A anemia ocorre quando há uma redução dos glóbulos vermelhos ou da hemoglobina, a proteína que transporta o oxigênio no sangue.

    O estudo, publicado na revista Annals of Internal Medicine, acompanhou 18.153 participantes inicialmente saudáveis na Austrália e nos Estados Unidos e registrou os casos de anemia ao longo de uma média de 4,7 anos. O risco de desenvolver anemia foi 20% maior no grupo que tomou aspirina em comparação com o grupo que tomou placebo.

    Foi o maior estudo a investigar a anemia em idosos como parte de um ensaio clínico randomizado e controlado. Metade dos participantes tomou um placebo e a outra metade uma dose diária baixa (100 mg) de aspirina.

    Além de um maior risco de anemia, os exames de sangue revelaram uma queda mais rápida da hemoglobina e uma redução dos níveis de ferritina (uma proteína que carrega ferro) no grupo da aspirina em comparação com o grupo do placebo.

    A autora principal, a professora associada Zoe McQuilten, da Escola de Saúde Pública e Medicina Preventiva da Universidade Monash, disse que, embora o sangramento fosse um efeito colateral conhecido da aspirina, poucos estudos anteriores haviam examinado o efeito do uso prolongado de aspirina no desenvolvimento progressivo de anemia em idosos.

    “Este estudo dá uma imagem mais clara do risco adicional de se tornar anêmico com o uso de aspirina e o impacto é provavelmente maior em idosos com doenças subjacentes, como doença renal”, disse a professora McQuilten.

    Ela disse que os novos dados davam aos médicos uma visão do risco de anemia pelo uso prolongado de aspirina por seus pacientes idosos.

    Os pesquisadores sugeriram que o monitoramento regular da anemia seja considerado para os idosos que tomam aspirina em baixa dose e que discutam qualquer preocupação sobre sua saúde ou medicamentos com seu médico.

    Fonte: Link.

    Os resultados mostraram que o uso prolongado de aspirina aumenta o risco de anemia em 20% nesse grupo etário.

    A anemia é uma condição comum entre os idosos, que pode afetar o funcionamento geral e aumentar a fadiga, as deficiências, os sintomas depressivos e os problemas cognitivos. A anemia ocorre quando há uma redução dos glóbulos vermelhos ou da hemoglobina, a proteína que transporta o oxigênio no sangue.

    O estudo, publicado na revista Annals of Internal Medicine, acompanhou 18.153 participantes inicialmente saudáveis na Austrália e nos Estados Unidos e registrou os casos de anemia ao longo de uma média de 4,7 anos. O risco de desenvolver anemia foi 20% maior no grupo que tomou aspirina em comparação com o grupo que tomou placebo.

    Foi o maior estudo a investigar a anemia em idosos como parte de um ensaio clínico randomizado e controlado. Metade dos participantes tomou um placebo e a outra metade uma dose diária baixa (100 mg) de aspirina.

    Além de um maior risco de anemia, os exames de sangue revelaram uma queda mais rápida da hemoglobina e uma redução dos níveis de ferritina (uma proteína que carrega ferro) no grupo da aspirina em comparação com o grupo do placebo.

    A autora principal, a professora associada Zoe McQuilten, da Escola de Saúde Pública e Medicina Preventiva da Universidade Monash, disse que, embora o sangramento fosse um efeito colateral conhecido da aspirina, poucos estudos anteriores haviam examinado o efeito do uso prolongado de aspirina no desenvolvimento progressivo de anemia em idosos.

    “Este estudo dá uma imagem mais clara do risco adicional de se tornar anêmico com o uso de aspirina e o impacto é provavelmente maior em idosos com doenças subjacentes, como doença renal”, disse a professora McQuilten.

    Ela disse que os novos dados davam aos médicos uma visão do risco de anemia pelo uso prolongado de aspirina por seus pacientes idosos.

    Os pesquisadores sugeriram que o monitoramento regular da anemia seja considerado para os idosos que tomam aspirina em baixa dose e que discutam qualquer preocupação sobre sua saúde ou medicamentos com seu médico.

    Fonte: Link.

  • Nova ferramenta ajuda a entender como os humanos evoluíram a partir dos chimpanzés

    Nova ferramenta ajuda a entender como os humanos evoluíram a partir dos chimpanzés

    Uma nova pesquisa publicada na revista Cell no dia 20 de junho de 2023 mostra como os humanos e os chimpanzés se diferenciam em termos de uso de certos genes.

    Os pesquisadores usaram uma ferramenta chamada CRISPRi para desligar cada gene individualmente em células-tronco derivadas de amostras de pele humana e de chimpanzé. Eles descobriram que alguns genes são essenciais para uma espécie, mas não para a outra, o que pode indicar mudanças evolutivas importantes.

    Os humanos se separaram dos nossos parentes animais mais próximos, os chimpanzés, e formaram nosso próprio ramo na árvore evolutiva há cerca de sete milhões de anos. Desde então, nossos ancestrais evoluíram as características que nos tornam humanos, incluindo um cérebro muito maior do que o dos chimpanzés e corpos que são mais adequados para andar sobre duas pernas. Essas diferenças físicas são sustentadas por mudanças sutis no nível do nosso DNA.

    No entanto, pode ser difícil dizer quais das muitas pequenas diferenças genéticas entre nós e os chimpanzés foram significativas para a nossa evolução. A nova pesquisa, realizada por Jonathan Weissman, membro do Instituto Whitehead para Pesquisa Biomédica; Alex Pollen, professor assistente da Universidade da Califórnia em São Francisco; Richard She, pós-doutorando do laboratório de Weissman; Tyler Fair, estudante de pós-graduação do laboratório de Pollen; e colegas, usa ferramentas de ponta desenvolvidas no laboratório de Weissman para se concentrar nas principais diferenças em como os humanos e os chimpanzés dependem de certos genes. Os resultados podem fornecer pistas únicas sobre como os humanos e os chimpanzés evoluíram, incluindo como os humanos se tornaram capazes de crescer cérebros comparativamente grandes.

    Estudando a função em vez do código genético

    Apenas um punhado de genes é fundamentalmente diferente entre humanos e chimpanzés; o resto dos genes das duas espécies é tipicamente quase idêntico. As diferenças entre as espécies muitas vezes se resumem a quando e como as células usam esses genes quase idênticos. No entanto, apenas algumas das muitas diferenças no uso dos genes entre as duas espécies estão relacionadas a grandes mudanças nos traços físicos.

    Os pesquisadores desenvolveram uma abordagem para se concentrar nessas diferenças impactantes. Sua abordagem, usando células-tronco derivadas de amostras de pele humana e de chimpanzé, depende de uma ferramenta chamada CRISPRi que o laboratório de Weissman desenvolveu. O CRISPRi usa uma versão modificada do sistema de edição genética CRISPR/Cas9 para desligar efetivamente genes individuais.

    Os pesquisadores usaram o CRISPRi para desligar cada gene um por um em um grupo de células-tronco humanas e um grupo de células-tronco de chimpanzé. Em seguida, eles observaram se as células se multiplicavam em sua taxa normal ou não. Se as células parassem de se multiplicar tão rapidamente ou parassem completamente, então o gene que havia sido desligado era considerado essencial: um gene que as células precisam estar ativas – produzindo um produto proteico – para prosperar.

    Os pesquisadores procuraram casos em que um gene era essencial em uma espécie, mas não na outra, como uma forma de explorar se e como havia diferenças fundamentais na forma básica como as células humanas e de chimpanzé funcionam.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores usaram uma ferramenta chamada CRISPRi para desligar cada gene individualmente em células-tronco derivadas de amostras de pele humana e de chimpanzé. Eles descobriram que alguns genes são essenciais para uma espécie, mas não para a outra, o que pode indicar mudanças evolutivas importantes.

    Os humanos se separaram dos nossos parentes animais mais próximos, os chimpanzés, e formaram nosso próprio ramo na árvore evolutiva há cerca de sete milhões de anos. Desde então, nossos ancestrais evoluíram as características que nos tornam humanos, incluindo um cérebro muito maior do que o dos chimpanzés e corpos que são mais adequados para andar sobre duas pernas. Essas diferenças físicas são sustentadas por mudanças sutis no nível do nosso DNA.

    No entanto, pode ser difícil dizer quais das muitas pequenas diferenças genéticas entre nós e os chimpanzés foram significativas para a nossa evolução. A nova pesquisa, realizada por Jonathan Weissman, membro do Instituto Whitehead para Pesquisa Biomédica; Alex Pollen, professor assistente da Universidade da Califórnia em São Francisco; Richard She, pós-doutorando do laboratório de Weissman; Tyler Fair, estudante de pós-graduação do laboratório de Pollen; e colegas, usa ferramentas de ponta desenvolvidas no laboratório de Weissman para se concentrar nas principais diferenças em como os humanos e os chimpanzés dependem de certos genes. Os resultados podem fornecer pistas únicas sobre como os humanos e os chimpanzés evoluíram, incluindo como os humanos se tornaram capazes de crescer cérebros comparativamente grandes.

    Estudando a função em vez do código genético

    Apenas um punhado de genes é fundamentalmente diferente entre humanos e chimpanzés; o resto dos genes das duas espécies é tipicamente quase idêntico. As diferenças entre as espécies muitas vezes se resumem a quando e como as células usam esses genes quase idênticos. No entanto, apenas algumas das muitas diferenças no uso dos genes entre as duas espécies estão relacionadas a grandes mudanças nos traços físicos.

    Os pesquisadores desenvolveram uma abordagem para se concentrar nessas diferenças impactantes. Sua abordagem, usando células-tronco derivadas de amostras de pele humana e de chimpanzé, depende de uma ferramenta chamada CRISPRi que o laboratório de Weissman desenvolveu. O CRISPRi usa uma versão modificada do sistema de edição genética CRISPR/Cas9 para desligar efetivamente genes individuais.

    Os pesquisadores usaram o CRISPRi para desligar cada gene um por um em um grupo de células-tronco humanas e um grupo de células-tronco de chimpanzé. Em seguida, eles observaram se as células se multiplicavam em sua taxa normal ou não. Se as células parassem de se multiplicar tão rapidamente ou parassem completamente, então o gene que havia sido desligado era considerado essencial: um gene que as células precisam estar ativas – produzindo um produto proteico – para prosperar.

    Os pesquisadores procuraram casos em que um gene era essencial em uma espécie, mas não na outra, como uma forma de explorar se e como havia diferenças fundamentais na forma básica como as células humanas e de chimpanzé funcionam.

    Fonte: Link.

  • 5 alimentos que podem ajudar a regular o ciclo menstrual

    5 alimentos que podem ajudar a regular o ciclo menstrual

    Você sabia que a alimentação pode influenciar na regularidade do seu ciclo menstrual? Alguns alimentos podem ajudar a equilibrar os hormônios e a reduzir os sintomas da TPM.

    Veja a seguir 5 alimentos que podem ajudar a regular o ciclo menstrual e inclua-os na sua dieta.

    1. Sementes de abóbora: ricas em zinco, magnésio e ômega-3, as sementes de abóbora podem ajudar a regular a ovulação e a produção de progesterona, um hormônio importante para o ciclo menstrual. Além disso, elas também podem aliviar as cólicas e a inflamação.

    2. Folhas verdes: couve, espinafre, rúcula e outras folhas verdes são fontes de vitaminas do complexo B, ferro e cálcio, que podem contribuir para a saúde do útero e dos ovários. Elas também podem ajudar a prevenir a anemia, que pode causar irregularidades menstruais.

    3. Iogurte natural: o iogurte natural contém probióticos, que são bactérias benéficas para o intestino e para o sistema imunológico. Os probióticos podem ajudar a equilibrar a flora vaginal e a prevenir infecções que podem afetar o ciclo menstrual.

    4. Frutas vermelhas: morango, framboesa, amora e outras frutas vermelhas são ricas em antioxidantes, que podem combater os radicais livres e o estresse oxidativo, que podem prejudicar a saúde dos órgãos reprodutivos. Elas também são fontes de vitamina C, que pode estimular a produção de colágeno e melhorar a elasticidade dos tecidos.

    5. Gengibre: o gengibre é um alimento termogênico, que pode acelerar o metabolismo e favorecer a queima de gordura. A gordura em excesso pode interferir na produção de hormônios e causar desequilíbrios no ciclo menstrual. O gengibre também tem propriedades anti-inflamatórias e analgésicas, que podem aliviar as dores menstruais.

    Esses são alguns alimentos que podem ajudar a regular o ciclo menstrual, mas lembre-se que cada organismo é único e pode reagir de forma diferente. Por isso, consulte um médico ou nutricionista antes de fazer qualquer mudança na sua alimentação.

    Veja a seguir 5 alimentos que podem ajudar a regular o ciclo menstrual e inclua-os na sua dieta.

    1. Sementes de abóbora: ricas em zinco, magnésio e ômega-3, as sementes de abóbora podem ajudar a regular a ovulação e a produção de progesterona, um hormônio importante para o ciclo menstrual. Além disso, elas também podem aliviar as cólicas e a inflamação.

    2. Folhas verdes: couve, espinafre, rúcula e outras folhas verdes são fontes de vitaminas do complexo B, ferro e cálcio, que podem contribuir para a saúde do útero e dos ovários. Elas também podem ajudar a prevenir a anemia, que pode causar irregularidades menstruais.

    3. Iogurte natural: o iogurte natural contém probióticos, que são bactérias benéficas para o intestino e para o sistema imunológico. Os probióticos podem ajudar a equilibrar a flora vaginal e a prevenir infecções que podem afetar o ciclo menstrual.

    4. Frutas vermelhas: morango, framboesa, amora e outras frutas vermelhas são ricas em antioxidantes, que podem combater os radicais livres e o estresse oxidativo, que podem prejudicar a saúde dos órgãos reprodutivos. Elas também são fontes de vitamina C, que pode estimular a produção de colágeno e melhorar a elasticidade dos tecidos.

    5. Gengibre: o gengibre é um alimento termogênico, que pode acelerar o metabolismo e favorecer a queima de gordura. A gordura em excesso pode interferir na produção de hormônios e causar desequilíbrios no ciclo menstrual. O gengibre também tem propriedades anti-inflamatórias e analgésicas, que podem aliviar as dores menstruais.

    Esses são alguns alimentos que podem ajudar a regular o ciclo menstrual, mas lembre-se que cada organismo é único e pode reagir de forma diferente. Por isso, consulte um médico ou nutricionista antes de fazer qualquer mudança na sua alimentação.

  • Como uma árvore da Amazônia pode substituir o mercúrio na mineração do ouro

    Como uma árvore da Amazônia pode substituir o mercúrio na mineração do ouro

    Você sabia que uma árvore da Amazônia pode ajudar a extrair ouro de forma mais sustentável? É o que está sendo testado pela Embrapa Florestas, em parceria com outras instituições de pesquisa e ensino.

    Eles estão avaliando a eficiência de quatro compostos extraídos de folhas do pau-de-balsa (Ochroma pyramidale) em substituição ao uso de mercúrio na mineração do ouro.

    O mercúrio é um metal altamente tóxico que é usado para separar o ouro de outros minerais presentes nos resíduos de mineração. Porém, esse processo gera graves impactos ambientais e à saúde humana, pois o mercúrio se acumula na cadeia alimentar e pode causar danos ao sistema nervoso, renal e reprodutivo.

    O pau-de-balsa é uma espécie nativa da Amazônia, cuja seiva é usada por mineradores artesanais na Colômbia para separar ouro de forma artesanal. A Embrapa Florestas identificou quatro compostos presentes nas folhas da árvore que têm potencial para fazer o mesmo trabalho que o mercúrio, mas de forma mais ecológica.

    Os compostos serão testados em um garimpo em Peixoto de Azevedo, em Mato Grosso, para verificar sua eficácia e competitividade com o metal. Caso os resultados sejam promissores, a ideia é reflorestar áreas usadas por garimpo com o pau-de-balsa para estimular a exploração mais sustentável do ouro.

    Segundo a química Marina Morales, responsável pelo estudo, o objetivo do projeto é obter um composto que possa ser usado por pequenas empresas mineradoras – e não apenas em garimpos artesanais. Ela afirma que essa é uma forma de contribuir para a redução do uso de mercúrio na mineração do ouro e para a preservação da biodiversidade da Amazônia.

    Fonte: Link.

    Eles estão avaliando a eficiência de quatro compostos extraídos de folhas do pau-de-balsa (Ochroma pyramidale) em substituição ao uso de mercúrio na mineração do ouro.

    O mercúrio é um metal altamente tóxico que é usado para separar o ouro de outros minerais presentes nos resíduos de mineração. Porém, esse processo gera graves impactos ambientais e à saúde humana, pois o mercúrio se acumula na cadeia alimentar e pode causar danos ao sistema nervoso, renal e reprodutivo.

    O pau-de-balsa é uma espécie nativa da Amazônia, cuja seiva é usada por mineradores artesanais na Colômbia para separar ouro de forma artesanal. A Embrapa Florestas identificou quatro compostos presentes nas folhas da árvore que têm potencial para fazer o mesmo trabalho que o mercúrio, mas de forma mais ecológica.

    Os compostos serão testados em um garimpo em Peixoto de Azevedo, em Mato Grosso, para verificar sua eficácia e competitividade com o metal. Caso os resultados sejam promissores, a ideia é reflorestar áreas usadas por garimpo com o pau-de-balsa para estimular a exploração mais sustentável do ouro.

    Segundo a química Marina Morales, responsável pelo estudo, o objetivo do projeto é obter um composto que possa ser usado por pequenas empresas mineradoras – e não apenas em garimpos artesanais. Ela afirma que essa é uma forma de contribuir para a redução do uso de mercúrio na mineração do ouro e para a preservação da biodiversidade da Amazônia.

    Fonte: Link.