Tag: rádio

  • 4 Fatos Surpreendentes Sobre o Titanic

    4 Fatos Surpreendentes Sobre o Titanic

    O Titanic foi um dos navios mais famosos da história, mas também um dos mais trágicos. O naufrágio do transatlântico em 1912 causou a morte de mais de 1.500 pessoas e marcou para sempre a memória coletiva.

    No entanto, além da tragédia, há alguns fatos curiosos e até mesmo misteriosos relacionados ao Titanic que vale a pena conhecer. Veja alguns deles:

    • O Titanic não foi o primeiro navio a afundar no local onde ele naufragou. Em 1898, um escritor chamado Morgan Robertson publicou um livro chamado “Futilidade”, que contava a história de um navio chamado Titan que colidia com um iceberg no Atlântico Norte e afundava, levando consigo a maioria dos passageiros. O livro foi escrito 14 anos antes do Titanic e tinha muitas semelhanças com o que aconteceu de verdade.

    • Um dos sobreviventes do Titanic foi um cachorro chamado Frou-Frou, que pertencia a uma passageira da primeira classe chamada Ann Elizabeth Isham. Ela se recusou a deixar o navio sem o seu animal de estimação e conseguiu colocá-lo em um bote salva-vidas. No entanto, os tripulantes tentaram tirar o cachorro do bote, alegando que ele ocupava o lugar de uma pessoa. Isham então pulou de volta para o navio com o seu cão e morreu abraçada a ele.

    • Um dos passageiros do Titanic era um homem chamado Charles Joughin, que era o chefe dos padeiros do navio. Ele sobreviveu ao naufrágio de uma forma incrível: ele bebeu uma grande quantidade de álcool antes de entrar na água gelada e conseguiu nadar por horas até ser resgatado. Ele afirmou que não sentiu frio e que o álcool o ajudou a se manter vivo.

    • Um dos tripulantes do Titanic era um homem chamado Violet Jessop, que era uma camareira da primeira classe. Ela sobreviveu ao naufrágio e continuou trabalhando em navios. Em 1916, ela estava a bordo do Britannic, um navio irmão do Titanic, quando ele também afundou após colidir com uma mina. Ela sobreviveu novamente e ainda trabalhou em outro navio irmão do Titanic, o Olympic, que também sofreu um acidente em 1911. Ela ficou conhecida como a mulher que sobreviveu aos três navios irmãos do Titanic.

    Esses são apenas alguns dos eventos curiosos relacionados ao Titanic que mostram que a história desse navio vai muito além da tragédia. Se você gostou desse post, compartilhe com os seus amigos e deixe o seu comentário.

    No entanto, além da tragédia, há alguns fatos curiosos e até mesmo misteriosos relacionados ao Titanic que vale a pena conhecer. Veja alguns deles:

    • O Titanic não foi o primeiro navio a afundar no local onde ele naufragou. Em 1898, um escritor chamado Morgan Robertson publicou um livro chamado “Futilidade”, que contava a história de um navio chamado Titan que colidia com um iceberg no Atlântico Norte e afundava, levando consigo a maioria dos passageiros. O livro foi escrito 14 anos antes do Titanic e tinha muitas semelhanças com o que aconteceu de verdade.

    • Um dos sobreviventes do Titanic foi um cachorro chamado Frou-Frou, que pertencia a uma passageira da primeira classe chamada Ann Elizabeth Isham. Ela se recusou a deixar o navio sem o seu animal de estimação e conseguiu colocá-lo em um bote salva-vidas. No entanto, os tripulantes tentaram tirar o cachorro do bote, alegando que ele ocupava o lugar de uma pessoa. Isham então pulou de volta para o navio com o seu cão e morreu abraçada a ele.

    • Um dos passageiros do Titanic era um homem chamado Charles Joughin, que era o chefe dos padeiros do navio. Ele sobreviveu ao naufrágio de uma forma incrível: ele bebeu uma grande quantidade de álcool antes de entrar na água gelada e conseguiu nadar por horas até ser resgatado. Ele afirmou que não sentiu frio e que o álcool o ajudou a se manter vivo.

    • Um dos tripulantes do Titanic era um homem chamado Violet Jessop, que era uma camareira da primeira classe. Ela sobreviveu ao naufrágio e continuou trabalhando em navios. Em 1916, ela estava a bordo do Britannic, um navio irmão do Titanic, quando ele também afundou após colidir com uma mina. Ela sobreviveu novamente e ainda trabalhou em outro navio irmão do Titanic, o Olympic, que também sofreu um acidente em 1911. Ela ficou conhecida como a mulher que sobreviveu aos três navios irmãos do Titanic.

    Esses são apenas alguns dos eventos curiosos relacionados ao Titanic que mostram que a história desse navio vai muito além da tragédia. Se você gostou desse post, compartilhe com os seus amigos e deixe o seu comentário.

  • Estudo sugere que remédio para alergia pode reverter a esclerose múltipla

    Estudo sugere que remédio para alergia pode reverter a esclerose múltipla

    Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia em São Francisco (UCSF) mostrou que um remédio para alergia chamado clemastina pode ajudar a reparar a mielina, a camada protetora que envolve as fibras nervosas e que é danificada na esclerose múltipla (EM).

    A pesquisa, publicada na revista PNAS, usou uma técnica de ressonância magnética para medir o efeito do medicamento no cérebro de 50 participantes de um ensaio clínico.

    A EM é uma doença autoimune que afeta o sistema nervoso central e causa sintomas como fraqueza, espasticidade, perda de visão, lentidão cognitiva e outros. Na EM, os pacientes perdem mielina, o que provoca atrasos na transmissão dos sinais nervosos. A mielina é formada por finas camadas de água que ficam presas entre as fibras nervosas. Essa propriedade única da mielina permitiu que os especialistas em imagem desenvolvessem uma técnica para comparar a diferença nos níveis de mielina antes e depois da administração do medicamento, medindo a chamada fração de água da mielina, ou a razão entre a água da mielina e o conteúdo total de água no tecido cerebral.

    No estudo, os pesquisadores descobriram que os pacientes com EM que foram tratados com clemastina tiveram aumentos modestos na água da mielina, indicando reparo da mielina. Eles também provaram que a técnica da fração de água da mielina, quando focada nas partes certas do cérebro, poderia ser usada para acompanhar a recuperação da mielina. “Este é o primeiro exemplo de reparo cerebral sendo documentado na ressonância magnética para uma condição neurológica crônica”, disse Ari Green, médico e diretor do Centro de Esclerose Múltipla e Neuroinflamação da UCSF e membro do Instituto Weill de Neurociências. “O estudo fornece a primeira evidência direta, biologicamente validada, baseada em imagem, de reparo da mielina induzido pela clemastina. Isso definirá o padrão para futuras pesquisas sobre terapias remielinizantes.”

    A mielina aumentou mesmo depois que o medicamento foi interrompido

    No estudo, os pacientes com EM que se inscreveram no ensaio ReBUILD foram divididos em dois grupos: o primeiro grupo recebeu clemastina nos primeiros três meses do estudo e o segundo grupo recebeu clemastina apenas nos meses três a cinco. Usando a fração de água da mielina como biomarcador, os pesquisadores descobriram que a água da mielina aumentou no primeiro grupo depois que os participantes receberam o medicamento e continuou a aumentar depois que a clemastina foi interrompida. No segundo grupo, a fração de água da mielina mostrou diminuições na água da mielina na primeira parte do estudo, sob o placebo, e um rebote depois que os participantes receberam clemastina.

    Os resultados corroboram os de um estudo anterior com os mesmos 50 pacientes que havia encontrado o medicamento para alergia reduziu o atraso na sinalização nervosa, potencialmente aliviando os sintomas.

    A clemastina é um anti-histamínico vendido sem receita médica para tratar sintomas como espirros, coriza e coceira nos olhos. O medicamento foi identificado pela primeira vez como uma potencial terapia para EM por Green e Chan em 2013, quando eles usaram uma técnica inovadora para rastrear milhares de compostos em busca de substâncias capazes de promover a remielinização. Eles descobriram que a clemastina era capaz de estimular as células precursoras de oligodendrócitos, que são as responsáveis pela produção de mielina no cérebro.

    Apesar dos resultados promissores, os pesquisadores alertam que a clemastina não é uma cura para a EM e que seu uso deve ser feito com cautela e sob supervisão médica, pois o medicamento pode causar sonolência e outros efeitos colaterais. Eles também ressaltam que a clemastina é apenas um dos vários candidatos a terapias remielinizantes que estão sendo investigados e que o objetivo é desenvolver tratamentos mais eficazes e seguros para os pacientes com EM.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    A pesquisa, publicada na revista PNAS, usou uma técnica de ressonância magnética para medir o efeito do medicamento no cérebro de 50 participantes de um ensaio clínico.

    A EM é uma doença autoimune que afeta o sistema nervoso central e causa sintomas como fraqueza, espasticidade, perda de visão, lentidão cognitiva e outros. Na EM, os pacientes perdem mielina, o que provoca atrasos na transmissão dos sinais nervosos. A mielina é formada por finas camadas de água que ficam presas entre as fibras nervosas. Essa propriedade única da mielina permitiu que os especialistas em imagem desenvolvessem uma técnica para comparar a diferença nos níveis de mielina antes e depois da administração do medicamento, medindo a chamada fração de água da mielina, ou a razão entre a água da mielina e o conteúdo total de água no tecido cerebral.

    No estudo, os pesquisadores descobriram que os pacientes com EM que foram tratados com clemastina tiveram aumentos modestos na água da mielina, indicando reparo da mielina. Eles também provaram que a técnica da fração de água da mielina, quando focada nas partes certas do cérebro, poderia ser usada para acompanhar a recuperação da mielina. “Este é o primeiro exemplo de reparo cerebral sendo documentado na ressonância magnética para uma condição neurológica crônica”, disse Ari Green, médico e diretor do Centro de Esclerose Múltipla e Neuroinflamação da UCSF e membro do Instituto Weill de Neurociências. “O estudo fornece a primeira evidência direta, biologicamente validada, baseada em imagem, de reparo da mielina induzido pela clemastina. Isso definirá o padrão para futuras pesquisas sobre terapias remielinizantes.”

    A mielina aumentou mesmo depois que o medicamento foi interrompido

    No estudo, os pacientes com EM que se inscreveram no ensaio ReBUILD foram divididos em dois grupos: o primeiro grupo recebeu clemastina nos primeiros três meses do estudo e o segundo grupo recebeu clemastina apenas nos meses três a cinco. Usando a fração de água da mielina como biomarcador, os pesquisadores descobriram que a água da mielina aumentou no primeiro grupo depois que os participantes receberam o medicamento e continuou a aumentar depois que a clemastina foi interrompida. No segundo grupo, a fração de água da mielina mostrou diminuições na água da mielina na primeira parte do estudo, sob o placebo, e um rebote depois que os participantes receberam clemastina.

    Os resultados corroboram os de um estudo anterior com os mesmos 50 pacientes que havia encontrado o medicamento para alergia reduziu o atraso na sinalização nervosa, potencialmente aliviando os sintomas.

    A clemastina é um anti-histamínico vendido sem receita médica para tratar sintomas como espirros, coriza e coceira nos olhos. O medicamento foi identificado pela primeira vez como uma potencial terapia para EM por Green e Chan em 2013, quando eles usaram uma técnica inovadora para rastrear milhares de compostos em busca de substâncias capazes de promover a remielinização. Eles descobriram que a clemastina era capaz de estimular as células precursoras de oligodendrócitos, que são as responsáveis pela produção de mielina no cérebro.

    Apesar dos resultados promissores, os pesquisadores alertam que a clemastina não é uma cura para a EM e que seu uso deve ser feito com cautela e sob supervisão médica, pois o medicamento pode causar sonolência e outros efeitos colaterais. Eles também ressaltam que a clemastina é apenas um dos vários candidatos a terapias remielinizantes que estão sendo investigados e que o objetivo é desenvolver tratamentos mais eficazes e seguros para os pacientes com EM.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • 4 modelos de celulares baratos com câmera boa para comprar em 2023

    4 modelos de celulares baratos com câmera boa para comprar em 2023

    Se você está procurando um celular com câmera boa e barato, saiba que existem várias opções no mercado que podem atender às suas necessidades.

    Neste post, vamos apresentar 4 modelos de smartphones que se destacam pela qualidade das fotos e pelo custo-benefício. Confira!

    Moto G60

    O Moto G60 é um dos melhores celulares baratos com câmera boa. Além disso, ele tem uma excelente ficha técnica para quem busca, além de tirar fotos com qualidade, ter bastante espaço de armazenamento, bom desempenho para atividades mais robustas e uma bateria com boa duração.

    O Moto G60 conta com uma câmera traseira principal de 108 MP, que permite capturar imagens com muitos detalhes e nitidez. Ele também tem uma câmera ultrawide de 8 MP, que amplia o campo de visão, e uma câmera macro de 2 MP, que permite fazer closes bem próximos dos objetos. A câmera frontal tem 32 MP e garante selfies incríveis.

    O Moto G60 tem uma tela de 6,8 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, que oferece uma ótima experiência visual. Ele vem equipado com o processador Snapdragon 732G, 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno, que pode ser expandido com cartão microSD. A bateria tem capacidade de 6.000 mAh e suporta carregamento rápido de 20 W.

    O Moto G60 pode ser encontrado por cerca de R$ 1.600 nas lojas online.

    Xiaomi Mi 11

    O Xiaomi Mi 11 é outro celular com câmera boa e barato que vale a pena conhecer. Ele é um dos modelos mais recentes da marca chinesa e traz um conjunto de câmeras traseiras muito competente e capaz de registrar fotos ótimas em qualquer ambiente.

    A câmera principal do Xiaomi Mi 11 tem 108 MP e um sensor grande que capta mais luz e cores. Ela também conta com estabilização óptica de imagem, que evita tremores e borrões. A câmera secundária tem 13 MP e é do tipo ultrawide, que permite fazer fotos com um ângulo mais amplo. A câmera terciária tem 5 MP e é do tipo macro, que possibilita fazer fotos bem próximas dos objetos. A câmera frontal tem 20 MP e faz selfies de alta qualidade.

    O Xiaomi Mi 11 tem uma tela de 6,81 polegadas com resolução Quad HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, que entrega uma excelente qualidade de imagem. Ele vem equipado com o processador Snapdragon 888, um dos mais potentes da atualidade, 8 GB ou 12 GB de RAM e 128 GB ou 256 GB de armazenamento interno. A bateria tem capacidade de 4.600 mAh e suporta carregamento rápido de 55 W, sem fio de 50 W e reverso de 10 W.

    O Xiaomi Mi 11 pode ser encontrado por cerca de R$ 3.000 nas lojas online.

    Samsung Galaxy A32

    O Samsung Galaxy A32 é mais um celular com câmera boa e barato que merece destaque. Ele é um dos modelos intermediários da marca sul-coreana e traz um conjunto de quatro câmeras traseiras que oferecem versatilidade e qualidade para as fotos.

    A câmera principal do Samsung Galaxy A32 tem 64 MP e permite fazer fotos com muitos detalhes e cores vibrantes. Ela também conta com estabilização eletrônica de imagem, que reduz as tremidas nas fotos e vídeos. A câmera secundária tem 8 MP e é do tipo ultrawide, que amplia o campo de visão das fotos. A câmera terciária tem 5 MP e é do tipo macro, que possibilita fazer fotos bem próximas dos objetos. A câmera quaternária tem 5 MP e é do tipo profundidade, que ajuda a criar o efeito bokeh nas fotos. A câmera frontal tem 20 MP e faz selfies de boa qualidade.

    O Samsung Galaxy A32 tem uma tela de 6,4 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 90 Hz, que proporciona uma boa fluidez de imagem. Ele vem equipado com o processador MediaTek Helio G80, 4 GB ou 6 GB de RAM e 64 GB ou 128 GB de armazenamento interno, que pode ser expandido com cartão microSD. A bateria tem capacidade de 5.000 mAh e suporta carregamento rápido de 15 W.

    O Samsung Galaxy A32 pode ser encontrado por cerca de R$ 1.300 nas lojas online.

    Redmi Note 9

    O Redmi Note 9 é outro celular com câmera boa e barato que você pode considerar na hora da compra. Ele é um dos modelos mais populares da Xiaomi e traz um conjunto de quatro câmeras traseiras que garantem boas fotos em diferentes situações.

    A câmera principal do Redmi Note 9 tem 48 MP e permite fazer fotos com muitos detalhes e cores fiéis. Ela também conta com inteligência artificial, que reconhece as cenas e ajusta as configurações automaticamente. A câmera secundária tem 8 MP e é do tipo ultrawide, que permite fazer fotos com um ângulo mais amplo. A câmera terciária tem 2 MP e é do tipo macro, que possibilita fazer fotos bem próximas dos objetos. A câmera quaternária tem 2 MP e é do tipo profundidade, que ajuda a criar o efeito bokeh nas fotos. A câmera frontal tem 13 MP e faz selfies satisfatórias.

    O Redmi Note 9 tem uma tela de 6,53 polegadas com resolução Full HD+ e proteção Gorilla Glass 5, que evita riscos e arranhões. Ele vem equipado com o processador MediaTek Helio G85, 3 GB ou 4 GB de RAM e 64 GB ou 128 GB de armazenamento interno, que pode ser expandido com cartão microSD. A bateria tem capacidade de 5.020 mAh e suporta carregamento rápido de 18 W.

    O Redmi Note 9 pode ser encontrado por cerca de R$ 1.000 nas lojas online.

    Neste post, você viu 4 modelos de celulares baratos com câmera boa para comprar em 2023. Esses smartphones oferecem ótimas opções para quem quer tirar fotos com qualidade sem gastar muito. Agora, é só escolher o que mais se encaixa no seu perfil e no seu bolso e aproveitar!

    Neste post, vamos apresentar 4 modelos de smartphones que se destacam pela qualidade das fotos e pelo custo-benefício. Confira!

    Moto G60

    O Moto G60 é um dos melhores celulares baratos com câmera boa. Além disso, ele tem uma excelente ficha técnica para quem busca, além de tirar fotos com qualidade, ter bastante espaço de armazenamento, bom desempenho para atividades mais robustas e uma bateria com boa duração.

    O Moto G60 conta com uma câmera traseira principal de 108 MP, que permite capturar imagens com muitos detalhes e nitidez. Ele também tem uma câmera ultrawide de 8 MP, que amplia o campo de visão, e uma câmera macro de 2 MP, que permite fazer closes bem próximos dos objetos. A câmera frontal tem 32 MP e garante selfies incríveis.

    O Moto G60 tem uma tela de 6,8 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, que oferece uma ótima experiência visual. Ele vem equipado com o processador Snapdragon 732G, 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno, que pode ser expandido com cartão microSD. A bateria tem capacidade de 6.000 mAh e suporta carregamento rápido de 20 W.

    O Moto G60 pode ser encontrado por cerca de R$ 1.600 nas lojas online.

    Xiaomi Mi 11

    O Xiaomi Mi 11 é outro celular com câmera boa e barato que vale a pena conhecer. Ele é um dos modelos mais recentes da marca chinesa e traz um conjunto de câmeras traseiras muito competente e capaz de registrar fotos ótimas em qualquer ambiente.

    A câmera principal do Xiaomi Mi 11 tem 108 MP e um sensor grande que capta mais luz e cores. Ela também conta com estabilização óptica de imagem, que evita tremores e borrões. A câmera secundária tem 13 MP e é do tipo ultrawide, que permite fazer fotos com um ângulo mais amplo. A câmera terciária tem 5 MP e é do tipo macro, que possibilita fazer fotos bem próximas dos objetos. A câmera frontal tem 20 MP e faz selfies de alta qualidade.

    O Xiaomi Mi 11 tem uma tela de 6,81 polegadas com resolução Quad HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, que entrega uma excelente qualidade de imagem. Ele vem equipado com o processador Snapdragon 888, um dos mais potentes da atualidade, 8 GB ou 12 GB de RAM e 128 GB ou 256 GB de armazenamento interno. A bateria tem capacidade de 4.600 mAh e suporta carregamento rápido de 55 W, sem fio de 50 W e reverso de 10 W.

    O Xiaomi Mi 11 pode ser encontrado por cerca de R$ 3.000 nas lojas online.

    Samsung Galaxy A32

    O Samsung Galaxy A32 é mais um celular com câmera boa e barato que merece destaque. Ele é um dos modelos intermediários da marca sul-coreana e traz um conjunto de quatro câmeras traseiras que oferecem versatilidade e qualidade para as fotos.

    A câmera principal do Samsung Galaxy A32 tem 64 MP e permite fazer fotos com muitos detalhes e cores vibrantes. Ela também conta com estabilização eletrônica de imagem, que reduz as tremidas nas fotos e vídeos. A câmera secundária tem 8 MP e é do tipo ultrawide, que amplia o campo de visão das fotos. A câmera terciária tem 5 MP e é do tipo macro, que possibilita fazer fotos bem próximas dos objetos. A câmera quaternária tem 5 MP e é do tipo profundidade, que ajuda a criar o efeito bokeh nas fotos. A câmera frontal tem 20 MP e faz selfies de boa qualidade.

    O Samsung Galaxy A32 tem uma tela de 6,4 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 90 Hz, que proporciona uma boa fluidez de imagem. Ele vem equipado com o processador MediaTek Helio G80, 4 GB ou 6 GB de RAM e 64 GB ou 128 GB de armazenamento interno, que pode ser expandido com cartão microSD. A bateria tem capacidade de 5.000 mAh e suporta carregamento rápido de 15 W.

    O Samsung Galaxy A32 pode ser encontrado por cerca de R$ 1.300 nas lojas online.

    Redmi Note 9

    O Redmi Note 9 é outro celular com câmera boa e barato que você pode considerar na hora da compra. Ele é um dos modelos mais populares da Xiaomi e traz um conjunto de quatro câmeras traseiras que garantem boas fotos em diferentes situações.

    A câmera principal do Redmi Note 9 tem 48 MP e permite fazer fotos com muitos detalhes e cores fiéis. Ela também conta com inteligência artificial, que reconhece as cenas e ajusta as configurações automaticamente. A câmera secundária tem 8 MP e é do tipo ultrawide, que permite fazer fotos com um ângulo mais amplo. A câmera terciária tem 2 MP e é do tipo macro, que possibilita fazer fotos bem próximas dos objetos. A câmera quaternária tem 2 MP e é do tipo profundidade, que ajuda a criar o efeito bokeh nas fotos. A câmera frontal tem 13 MP e faz selfies satisfatórias.

    O Redmi Note 9 tem uma tela de 6,53 polegadas com resolução Full HD+ e proteção Gorilla Glass 5, que evita riscos e arranhões. Ele vem equipado com o processador MediaTek Helio G85, 3 GB ou 4 GB de RAM e 64 GB ou 128 GB de armazenamento interno, que pode ser expandido com cartão microSD. A bateria tem capacidade de 5.020 mAh e suporta carregamento rápido de 18 W.

    O Redmi Note 9 pode ser encontrado por cerca de R$ 1.000 nas lojas online.

    Neste post, você viu 4 modelos de celulares baratos com câmera boa para comprar em 2023. Esses smartphones oferecem ótimas opções para quem quer tirar fotos com qualidade sem gastar muito. Agora, é só escolher o que mais se encaixa no seu perfil e no seu bolso e aproveitar!

  • Células T editadas geneticamente eliminam leucemia em pacientes jovens

    Células T editadas geneticamente eliminam leucemia em pacientes jovens

    Uma nova terapia genética que usa células T modificadas para combater a leucemia resistente foi testada com sucesso em três pacientes jovens, segundo um estudo publicado na revista The New England Journal of Medicine.

    A terapia, desenvolvida por pesquisadores da University College London (UCL) e do Great Ormond Street Hospital for Children (GOSH), é a primeira aplicação humana da tecnologia de edição de base, que permite alterar uma única letra do código genético das células.

    A leucemia linfoblástica aguda de células T (T-ALL) é um tipo de câncer que afeta os glóbulos brancos e é normalmente tratado com quimioterapia. No entanto, se a doença volta, pode ser difícil de eliminar. Uma opção é usar células T doadoras que são modificadas para reconhecer e atacar as células cancerosas, chamadas de células CAR T. Mas essas células também podem se reconhecer e se matar, reduzindo sua eficácia.

    Para evitar esse problema, os pesquisadores usaram uma técnica chamada edição de base, que consiste em usar uma enzima que funciona como uma tesoura molecular para cortar e substituir uma letra específica do DNA das células T. Dessa forma, eles conseguiram remover dois elementos das células T doadoras: os receptores existentes, que poderiam causar rejeição imunológica, e uma proteína chamada CD7, que poderia fazer com que as células se auto-destruíssem.

    As células T editadas foram então inseridas nos pacientes, que tinham entre 13 e 16 anos e sofriam de T-ALL recidivante. Os resultados mostraram que as células foram capazes de eliminar a leucemia em todos os casos, tornando-os elegíveis para um transplante de medula óssea. Dois dos pacientes tiveram um transplante bem-sucedido e estão se recuperando em casa. O terceiro paciente teve complicações por infecções graves e foi encaminhado para cuidados paliativos.

    Os pesquisadores afirmam que a terapia é promissora e pode oferecer uma nova esperança para pacientes com leucemia resistente. Eles também destacam que a edição de base é uma ferramenta poderosa para modificar o genoma das células de forma precisa e segura.

    Fonte: Link.

    A terapia, desenvolvida por pesquisadores da University College London (UCL) e do Great Ormond Street Hospital for Children (GOSH), é a primeira aplicação humana da tecnologia de edição de base, que permite alterar uma única letra do código genético das células.

    A leucemia linfoblástica aguda de células T (T-ALL) é um tipo de câncer que afeta os glóbulos brancos e é normalmente tratado com quimioterapia. No entanto, se a doença volta, pode ser difícil de eliminar. Uma opção é usar células T doadoras que são modificadas para reconhecer e atacar as células cancerosas, chamadas de células CAR T. Mas essas células também podem se reconhecer e se matar, reduzindo sua eficácia.

    Para evitar esse problema, os pesquisadores usaram uma técnica chamada edição de base, que consiste em usar uma enzima que funciona como uma tesoura molecular para cortar e substituir uma letra específica do DNA das células T. Dessa forma, eles conseguiram remover dois elementos das células T doadoras: os receptores existentes, que poderiam causar rejeição imunológica, e uma proteína chamada CD7, que poderia fazer com que as células se auto-destruíssem.

    As células T editadas foram então inseridas nos pacientes, que tinham entre 13 e 16 anos e sofriam de T-ALL recidivante. Os resultados mostraram que as células foram capazes de eliminar a leucemia em todos os casos, tornando-os elegíveis para um transplante de medula óssea. Dois dos pacientes tiveram um transplante bem-sucedido e estão se recuperando em casa. O terceiro paciente teve complicações por infecções graves e foi encaminhado para cuidados paliativos.

    Os pesquisadores afirmam que a terapia é promissora e pode oferecer uma nova esperança para pacientes com leucemia resistente. Eles também destacam que a edição de base é uma ferramenta poderosa para modificar o genoma das células de forma precisa e segura.

    Fonte: Link.

  • Brasil pode participar de missão lunar internacional com a China

    Brasil pode participar de missão lunar internacional com a China

    O Brasil pode se tornar um dos países a enviar uma sonda para a Lua em uma missão liderada pela China. O projeto, chamado de International Lunar Research Station (ILRS), pretende construir uma base científica na superfície lunar até 2035.

    A ILRS é uma iniciativa da China em parceria com a Rússia, que visa explorar a região do polo sul da Lua, onde há potencial para encontrar água e outros recursos. Além dos dois países, outras 13 nações já manifestaram interesse em participar do projeto, incluindo o Brasil.

    Segundo o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Clezio de Nardin, o Brasil está em negociação com a China para definir qual será o papel do país na missão. Uma das possibilidades é enviar um pequeno satélite, chamado de CubeSat, que poderia orbitar a Lua ou pousar em sua superfície.

    O CubeSat seria desenvolvido pelo INPE em conjunto com universidades e empresas brasileiras. O custo estimado do projeto é de cerca de R$ 30 milhões, que poderiam ser financiados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

    De acordo com Nardin, a participação do Brasil na ILRS seria uma oportunidade para o país desenvolver sua capacidade tecnológica e científica na área espacial. Além disso, o projeto poderia trazer benefícios para a sociedade, como o estudo da origem da Lua e do sistema solar, a busca por novas fontes de energia e a aplicação de conhecimentos lunares na Terra.

    O diretor do INPE afirma que o Brasil tem experiência e competência para contribuir com a missão lunar internacional. Ele cita como exemplos o satélite CBERS, fruto da cooperação entre Brasil e China, que monitora o meio ambiente e o uso da terra; e o satélite Amazonia-1, lançado em fevereiro deste ano, que é o primeiro totalmente projetado, integrado e operado pelo Brasil.

    A expectativa é que o Brasil assine um acordo formal com a China até o final deste ano, para definir os detalhes da participação na ILRS. A primeira fase da missão está prevista para começar em 2024, com o envio de sondas robóticas para a Lua. A segunda fase, entre 2026 e 2030, incluirá missões tripuladas e a construção de módulos habitáveis. A terceira fase, entre 2031 e 2035, consolidará a base lunar como uma plataforma de pesquisa científica.

    Fonte: Link.

    A ILRS é uma iniciativa da China em parceria com a Rússia, que visa explorar a região do polo sul da Lua, onde há potencial para encontrar água e outros recursos. Além dos dois países, outras 13 nações já manifestaram interesse em participar do projeto, incluindo o Brasil.

    Segundo o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Clezio de Nardin, o Brasil está em negociação com a China para definir qual será o papel do país na missão. Uma das possibilidades é enviar um pequeno satélite, chamado de CubeSat, que poderia orbitar a Lua ou pousar em sua superfície.

    O CubeSat seria desenvolvido pelo INPE em conjunto com universidades e empresas brasileiras. O custo estimado do projeto é de cerca de R$ 30 milhões, que poderiam ser financiados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

    De acordo com Nardin, a participação do Brasil na ILRS seria uma oportunidade para o país desenvolver sua capacidade tecnológica e científica na área espacial. Além disso, o projeto poderia trazer benefícios para a sociedade, como o estudo da origem da Lua e do sistema solar, a busca por novas fontes de energia e a aplicação de conhecimentos lunares na Terra.

    O diretor do INPE afirma que o Brasil tem experiência e competência para contribuir com a missão lunar internacional. Ele cita como exemplos o satélite CBERS, fruto da cooperação entre Brasil e China, que monitora o meio ambiente e o uso da terra; e o satélite Amazonia-1, lançado em fevereiro deste ano, que é o primeiro totalmente projetado, integrado e operado pelo Brasil.

    A expectativa é que o Brasil assine um acordo formal com a China até o final deste ano, para definir os detalhes da participação na ILRS. A primeira fase da missão está prevista para começar em 2024, com o envio de sondas robóticas para a Lua. A segunda fase, entre 2026 e 2030, incluirá missões tripuladas e a construção de módulos habitáveis. A terceira fase, entre 2031 e 2035, consolidará a base lunar como uma plataforma de pesquisa científica.

    Fonte: Link.

  • O fim do petróleo está próximo? Conheça as alternativas de energia renovável

    O fim do petróleo está próximo? Conheça as alternativas de energia renovável

    O petróleo é a principal fonte de energia do mundo atual. Segundo dados da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), em 2018 foram consumidos 98,82 milhões de barris por dia, e a tendência é que esse número aumente nos próximos anos.

    Mas será que o petróleo é uma fonte de energia sustentável e segura para o planeta?

    O petróleo é um recurso natural não renovável, ou seja, que existe em quantidade limitada na natureza e que leva milhões de anos para se formar. Estima-se que as reservas mundiais de petróleo sejam de cerca de 1.696,6 bilhões de barris, sendo que a Venezuela, a Arábia Saudita e o Canadá são os países com as maiores reservas.

    No entanto, ter petróleo nem sempre é sinônimo de riqueza. A extração e o transporte do petróleo são atividades caras, complexas e arriscadas, que dependem de fatores geológicos, políticos e econômicos. Além disso, o petróleo é um combustível fóssil que contribui para o aumento das emissões de gases de efeito estufa e para o aquecimento global.

    Diante desse cenário, muitos países têm buscado alternativas mais limpas e renováveis para suprir suas demandas energéticas. Os combustíveis renováveis são aqueles que se originam de fontes inesgotáveis na natureza, como o sol, o vento, a água, a biomassa e o hidrogênio. Esses combustíveis têm a vantagem de reduzir a dependência do petróleo e de minimizar os impactos ambientais.

    No entanto, os combustíveis renováveis também enfrentam desafios para se consolidarem como uma opção viável e competitiva no mercado energético. Alguns desses desafios são: o alto custo de produção e de infraestrutura, a baixa eficiência e a irregularidade da oferta, a resistência dos setores ligados ao petróleo e a falta de incentivos governamentais.

    Portanto, é necessário que haja um equilíbrio entre as diferentes fontes de energia, levando em conta as vantagens e desvantagens de cada uma delas. O ideal é que se promova uma transição gradual e sustentável para uma matriz energética mais diversificada e menos poluente, que garanta o desenvolvimento econômico e social sem comprometer os recursos naturais e o bem-estar das futuras gerações.

    Mas será que o petróleo é uma fonte de energia sustentável e segura para o planeta?

    O petróleo é um recurso natural não renovável, ou seja, que existe em quantidade limitada na natureza e que leva milhões de anos para se formar. Estima-se que as reservas mundiais de petróleo sejam de cerca de 1.696,6 bilhões de barris, sendo que a Venezuela, a Arábia Saudita e o Canadá são os países com as maiores reservas.

    No entanto, ter petróleo nem sempre é sinônimo de riqueza. A extração e o transporte do petróleo são atividades caras, complexas e arriscadas, que dependem de fatores geológicos, políticos e econômicos. Além disso, o petróleo é um combustível fóssil que contribui para o aumento das emissões de gases de efeito estufa e para o aquecimento global.

    Diante desse cenário, muitos países têm buscado alternativas mais limpas e renováveis para suprir suas demandas energéticas. Os combustíveis renováveis são aqueles que se originam de fontes inesgotáveis na natureza, como o sol, o vento, a água, a biomassa e o hidrogênio. Esses combustíveis têm a vantagem de reduzir a dependência do petróleo e de minimizar os impactos ambientais.

    No entanto, os combustíveis renováveis também enfrentam desafios para se consolidarem como uma opção viável e competitiva no mercado energético. Alguns desses desafios são: o alto custo de produção e de infraestrutura, a baixa eficiência e a irregularidade da oferta, a resistência dos setores ligados ao petróleo e a falta de incentivos governamentais.

    Portanto, é necessário que haja um equilíbrio entre as diferentes fontes de energia, levando em conta as vantagens e desvantagens de cada uma delas. O ideal é que se promova uma transição gradual e sustentável para uma matriz energética mais diversificada e menos poluente, que garanta o desenvolvimento econômico e social sem comprometer os recursos naturais e o bem-estar das futuras gerações.

  • Etanol tem queda de preço em 14 estados e no DF, mas ainda não compensa frente à gasolina

    Etanol tem queda de preço em 14 estados e no DF, mas ainda não compensa frente à gasolina

    O preço médio do etanol hidratado, que é usado diretamente nos veículos flex, caiu em 14 estados e no Distrito Federal na semana passada, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A maior queda foi registrada em Goiás, onde o litro do combustível ficou 3,5% mais barato, passando de R$…

    No entanto, apesar da redução, o etanol ainda é mais caro que a gasolina em todo o país. De acordo com a ANP, o preço médio nacional do etanol caiu 0,25% na semana anterior, ficando em R$ 3,85 o litro. Já o preço médio da gasolina subiu 0,18%, para R$ 5,52 o litro.

    A diferença entre os preços dos dois combustíveis é influenciada por diversos fatores, como a carga tributária, os custos de produção e distribuição e a sazonalidade da oferta de cana-de-açúcar, que é a matéria-prima do etanol.

    Segundo especialistas, o etanol só é vantajoso para o consumidor quando custa até 70% do valor da gasolina. Isso porque o poder calorífico do etanol é menor que o da gasolina, ou seja, ele rende menos quilômetros por litro.

    Para fazer o cálculo da vantagem entre os combustíveis, basta dividir o preço do etanol pelo da gasolina. Se o resultado for menor ou igual a 0,7, o etanol é mais econômico. Se for maior que 0,7, a gasolina é mais vantajosa.

    Por exemplo: se o etanol custa R$ 3,85 e a gasolina custa R$ 5,52, a divisão será de 0,69. Portanto, o etanol é mais vantajoso nesse caso. Mas se o etanol custa R$ 4,14 e a gasolina custa R$ 5,52, a divisão será de 0,75. Nesse caso, a gasolina é mais vantajosa.

    De acordo com a ANP, na semana passada nenhum estado apresentou uma relação favorável ao etanol. O estado mais próximo da paridade foi São Paulo, onde o etanol custava em média 71% do valor da gasolina.

    O estado com a maior diferença entre os preços dos combustíveis foi o Rio Grande do Sul, onde o etanol custava em média 94% do valor da gasolina.

    No entanto, apesar da redução, o etanol ainda é mais caro que a gasolina em todo o país. De acordo com a ANP, o preço médio nacional do etanol caiu 0,25% na semana anterior, ficando em R$ 3,85 o litro. Já o preço médio da gasolina subiu 0,18%, para R$ 5,52 o litro.

    A diferença entre os preços dos dois combustíveis é influenciada por diversos fatores, como a carga tributária, os custos de produção e distribuição e a sazonalidade da oferta de cana-de-açúcar, que é a matéria-prima do etanol.

    Segundo especialistas, o etanol só é vantajoso para o consumidor quando custa até 70% do valor da gasolina. Isso porque o poder calorífico do etanol é menor que o da gasolina, ou seja, ele rende menos quilômetros por litro.

    Para fazer o cálculo da vantagem entre os combustíveis, basta dividir o preço do etanol pelo da gasolina. Se o resultado for menor ou igual a 0,7, o etanol é mais econômico. Se for maior que 0,7, a gasolina é mais vantajosa.

    Por exemplo: se o etanol custa R$ 3,85 e a gasolina custa R$ 5,52, a divisão será de 0,69. Portanto, o etanol é mais vantajoso nesse caso. Mas se o etanol custa R$ 4,14 e a gasolina custa R$ 5,52, a divisão será de 0,75. Nesse caso, a gasolina é mais vantajosa.

    De acordo com a ANP, na semana passada nenhum estado apresentou uma relação favorável ao etanol. O estado mais próximo da paridade foi São Paulo, onde o etanol custava em média 71% do valor da gasolina.

    O estado com a maior diferença entre os preços dos combustíveis foi o Rio Grande do Sul, onde o etanol custava em média 94% do valor da gasolina.

  • Ministério da Saúde libera mais de R$ 2,4 bilhões em emendas parlamentares em junho

    Ministério da Saúde libera mais de R$ 2,4 bilhões em emendas parlamentares em junho

    O Ministério da Saúde pagou mais de R$ 2,4 bilhões em emendas parlamentares nas primeiras duas semanas de junho, a maioria em emendas individuais dos deputados e senadores.

    Através das emendas parlamentares, os deputados e senadores podem direcionar verbas para suas bases eleitorais, beneficiando projetos e iniciativas locais.

    No contexto da saúde, essa verba pode ser direcionada para diversas áreas, como a construção de hospitais, aquisição de equipamentos médicos, investimento em programas de prevenção e tratamento de doenças, entre outras iniciativas que visam a melhoria do sistema de saúde como um todo.

    No entanto, é importante ressaltar que a destinação desses recursos deve ser fiscalizada de forma rigorosa, garantindo que sejam utilizados de maneira eficiente e transparente.

    A transparência no uso desses recursos é essencial para evitar desvios e garantir que eles sejam aplicados de acordo com as necessidades da população.

    Através das emendas parlamentares, os deputados e senadores podem direcionar verbas para suas bases eleitorais, beneficiando projetos e iniciativas locais.

    No contexto da saúde, essa verba pode ser direcionada para diversas áreas, como a construção de hospitais, aquisição de equipamentos médicos, investimento em programas de prevenção e tratamento de doenças, entre outras iniciativas que visam a melhoria do sistema de saúde como um todo.

    No entanto, é importante ressaltar que a destinação desses recursos deve ser fiscalizada de forma rigorosa, garantindo que sejam utilizados de maneira eficiente e transparente.

    A transparência no uso desses recursos é essencial para evitar desvios e garantir que eles sejam aplicados de acordo com as necessidades da população.

  • ANS proíbe venda de 31 planos de saúde por reclamações de clientes

    ANS proíbe venda de 31 planos de saúde por reclamações de clientes

    A partir da próxima sexta-feira (23), 31 planos de saúde de nove operadoras estarão impedidos de comercializar novos contratos. A medida foi tomada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que fiscaliza o setor e protege os consumidores.

    A suspensão temporária foi motivada por reclamações relacionadas à cobertura assistencial, como negativas de atendimento e demora na liberação de procedimentos. As queixas foram registradas no primeiro trimestre de 2023, totalizando 43.660 casos.

    Os planos suspensos atendem atualmente a 407.637 beneficiários, que não serão afetados pela medida e continuarão a receber assistência normalmente. No entanto, as operadoras terão que resolver os problemas assistenciais para que possam receber novos clientes.

    Segundo o diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Alexandre Fioranelli, a suspensão é uma forma de induzir a melhoria do serviço. “Esses planos só poderão voltar a ser comercializados para novos clientes se as operadoras apresentarem melhora no resultado no monitoramento”, afirmou.

    A lista completa dos planos suspensos pode ser consultada no site da ANS. Nela, constam os nomes das operadoras, os números dos planos, os tipos de contratação e a abrangência geográfica.

    Por outro lado, a ANS também liberou a venda de 15 planos de sete operadoras que estavam suspensos anteriormente e melhoraram seus indicadores de qualidade. Esses planos poderão voltar a ser ofertados a partir de sexta-feira (23).

    A ANS orienta os consumidores que tenham dúvidas ou problemas com seus planos de saúde a entrar em contato com a agência pelos canais de atendimento: Disque ANS (0800 701 9656), Central de Atendimento ao Consumidor ou Fale Conosco.

    A suspensão temporária foi motivada por reclamações relacionadas à cobertura assistencial, como negativas de atendimento e demora na liberação de procedimentos. As queixas foram registradas no primeiro trimestre de 2023, totalizando 43.660 casos.

    Os planos suspensos atendem atualmente a 407.637 beneficiários, que não serão afetados pela medida e continuarão a receber assistência normalmente. No entanto, as operadoras terão que resolver os problemas assistenciais para que possam receber novos clientes.

    Segundo o diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Alexandre Fioranelli, a suspensão é uma forma de induzir a melhoria do serviço. “Esses planos só poderão voltar a ser comercializados para novos clientes se as operadoras apresentarem melhora no resultado no monitoramento”, afirmou.

    A lista completa dos planos suspensos pode ser consultada no site da ANS. Nela, constam os nomes das operadoras, os números dos planos, os tipos de contratação e a abrangência geográfica.

    Por outro lado, a ANS também liberou a venda de 15 planos de sete operadoras que estavam suspensos anteriormente e melhoraram seus indicadores de qualidade. Esses planos poderão voltar a ser ofertados a partir de sexta-feira (23).

    A ANS orienta os consumidores que tenham dúvidas ou problemas com seus planos de saúde a entrar em contato com a agência pelos canais de atendimento: Disque ANS (0800 701 9656), Central de Atendimento ao Consumidor ou Fale Conosco.

  • As 5 melhores Smart TVs 4K para comprar no Brasil em 2023

    As 5 melhores Smart TVs 4K para comprar no Brasil em 2023

    Se você está procurando uma nova Smart TV para assistir aos seus filmes e séries favoritos com qualidade de imagem e som, confira esta lista que eu preparei com as 5 melhores opções de Smart TVs 4K disponíveis no mercado brasileiro em 2023.

    Todas elas têm telas de pelo menos 50 polegadas, resolução 4K, acesso à internet e aos principais serviços de streaming, além de outras funcionalidades que podem fazer a diferença na hora de escolher a sua.

    1. Samsung 50BU8000

    A Samsung 50BU8000 é uma Smart TV da linha Crystal UHD da marca, que se destaca pelo painel Dynamic Crystal Color, que promete cores mais vivas e realistas. Além disso, ela tem design slim e tela sem bordas, que aumentam o aproveitamento do espaço e dão um toque moderno ao ambiente. A Smart TV também conta com Alexa integrada, controle remoto único que reconhece outros dispositivos conectados à TV, e modo ambiente, que permite personalizar a tela quando a TV não está em uso. A Samsung 50BU8000 está à venda por a partir de R$ 2.499.

    2. LG 65QNE7SSQA

    A LG 65QNE7SSQA é uma Smart TV da linha NanoCell da LG, que usa nanopartículas para filtrar as cores e melhorar a qualidade da imagem. Ela também tem tecnologia Quantum Dot, que aumenta o brilho e o contraste da tela. A Smart TV tem ainda processador Alpha 7 de quarta geração, que otimiza o desempenho e reduz o ruído da imagem, e sistema operacional webOS, que oferece uma interface intuitiva e acesso a diversos aplicativos. A Smart TV também é compatível com Google Assistente, Alexa e AirPlay 2, e tem suporte ao FreeSync, que sincroniza a taxa de quadros da TV com a do console ou PC, evitando travamentos e borrões nos jogos. A LG 65QNE7SSQA está à venda por a partir de R$ 6.361.

    3. TCL 50P635

    A TCL 50P635 é uma Smart TV da linha P6 da TCL, que tem como diferencial o sistema operacional Android TV, que permite baixar aplicativos da Google Play Store diretamente na TV. Ela também tem Google Assistente integrado, que permite controlar a TV por voz, e Chromecast embutido, que facilita o espelhamento de conteúdos do smartphone ou tablet na tela grande. A Smart TV também tem painel VA (Vertical Alignment), que oferece melhor contraste e ângulo de visão do que os painéis TN (Twisted Nematic), mas inferior aos painéis IPS (In-Plane Switching). A TCL 50P635 está à venda por a partir de R$ 1.999.

    4. Philips 43PFG6917/78

    A Philips 43PFG6917/78 é uma Smart TV da linha PFG6 da Philips, que roda o sistema operacional Android TV e tem comando de voz integrado. Ela também tem tecnologia HDR (High Dynamic Range), que melhora a reprodução de cores e contrastes da imagem, e som Dolby Atmos, que cria uma sensação de imersão sonora no ambiente. A Smart TV também tem Wi-Fi 5G integrado, que permite uma conexão mais rápida e estável com a internet sem fio, e Bluetooth, que possibilita conectar fones de ouvido ou caixas de som sem fio à TV. A Philips 43PFG6917/78 está à venda por a partir de R$ 1.649.

    5. SEMP SK8300

    A SEMP SK8300 é uma Smart TV da linha SK8 da SEMP (antiga Semp Toshiba), que também usa o sistema operacional Android TV e tem Google Assistente integrado. Ela também tem tecnologia HDR, que realça as cores e contrastes da imagem, e som Dolby Audio, que promete uma qualidade sonora superior. A Smart TV também tem design slim e bordas finas, que valorizam o tamanho da tela e o visual da TV. A SEMP SK8300 está à venda por a partir de R$ 1.699.

    Essas são as 5 melhores Smart TVs 4K para comprar no Brasil em 2023, segundo a minha pesquisa. Todas elas oferecem uma ótima experiência de imagem e som, além de recursos inteligentes que facilitam o acesso aos seus conteúdos preferidos. Agora é só escolher a que mais combina com o seu perfil e bolso, e aproveitar!

    Todas elas têm telas de pelo menos 50 polegadas, resolução 4K, acesso à internet e aos principais serviços de streaming, além de outras funcionalidades que podem fazer a diferença na hora de escolher a sua.

    1. Samsung 50BU8000

    A Samsung 50BU8000 é uma Smart TV da linha Crystal UHD da marca, que se destaca pelo painel Dynamic Crystal Color, que promete cores mais vivas e realistas. Além disso, ela tem design slim e tela sem bordas, que aumentam o aproveitamento do espaço e dão um toque moderno ao ambiente. A Smart TV também conta com Alexa integrada, controle remoto único que reconhece outros dispositivos conectados à TV, e modo ambiente, que permite personalizar a tela quando a TV não está em uso. A Samsung 50BU8000 está à venda por a partir de R$ 2.499.

    2. LG 65QNE7SSQA

    A LG 65QNE7SSQA é uma Smart TV da linha NanoCell da LG, que usa nanopartículas para filtrar as cores e melhorar a qualidade da imagem. Ela também tem tecnologia Quantum Dot, que aumenta o brilho e o contraste da tela. A Smart TV tem ainda processador Alpha 7 de quarta geração, que otimiza o desempenho e reduz o ruído da imagem, e sistema operacional webOS, que oferece uma interface intuitiva e acesso a diversos aplicativos. A Smart TV também é compatível com Google Assistente, Alexa e AirPlay 2, e tem suporte ao FreeSync, que sincroniza a taxa de quadros da TV com a do console ou PC, evitando travamentos e borrões nos jogos. A LG 65QNE7SSQA está à venda por a partir de R$ 6.361.

    3. TCL 50P635

    A TCL 50P635 é uma Smart TV da linha P6 da TCL, que tem como diferencial o sistema operacional Android TV, que permite baixar aplicativos da Google Play Store diretamente na TV. Ela também tem Google Assistente integrado, que permite controlar a TV por voz, e Chromecast embutido, que facilita o espelhamento de conteúdos do smartphone ou tablet na tela grande. A Smart TV também tem painel VA (Vertical Alignment), que oferece melhor contraste e ângulo de visão do que os painéis TN (Twisted Nematic), mas inferior aos painéis IPS (In-Plane Switching). A TCL 50P635 está à venda por a partir de R$ 1.999.

    4. Philips 43PFG6917/78

    A Philips 43PFG6917/78 é uma Smart TV da linha PFG6 da Philips, que roda o sistema operacional Android TV e tem comando de voz integrado. Ela também tem tecnologia HDR (High Dynamic Range), que melhora a reprodução de cores e contrastes da imagem, e som Dolby Atmos, que cria uma sensação de imersão sonora no ambiente. A Smart TV também tem Wi-Fi 5G integrado, que permite uma conexão mais rápida e estável com a internet sem fio, e Bluetooth, que possibilita conectar fones de ouvido ou caixas de som sem fio à TV. A Philips 43PFG6917/78 está à venda por a partir de R$ 1.649.

    5. SEMP SK8300

    A SEMP SK8300 é uma Smart TV da linha SK8 da SEMP (antiga Semp Toshiba), que também usa o sistema operacional Android TV e tem Google Assistente integrado. Ela também tem tecnologia HDR, que realça as cores e contrastes da imagem, e som Dolby Audio, que promete uma qualidade sonora superior. A Smart TV também tem design slim e bordas finas, que valorizam o tamanho da tela e o visual da TV. A SEMP SK8300 está à venda por a partir de R$ 1.699.

    Essas são as 5 melhores Smart TVs 4K para comprar no Brasil em 2023, segundo a minha pesquisa. Todas elas oferecem uma ótima experiência de imagem e som, além de recursos inteligentes que facilitam o acesso aos seus conteúdos preferidos. Agora é só escolher a que mais combina com o seu perfil e bolso, e aproveitar!