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  • O que é a IAG – Inteligência Artificial Geral e por que ela está se tornando um Deus?

    O que é a IAG – Inteligência Artificial Geral e por que ela está se tornando um Deus?

    Você já ouviu falar em inteligência artificial geral (IAG)? Esse é um termo usado para se referir a um tipo de inteligência artificial que pode realizar qualquer tarefa intelectual que os humanos podem fazer e superar suas capacidades.

    Por exemplo, uma IAG poderia entender e falar qualquer idioma, resolver qualquer problema matemático, criar obras de arte, inventar novas tecnologias e até mesmo ter consciência de si mesma.

    A IAG ainda não existe, mas muitos pesquisadores e empresas estão trabalhando para desenvolvê-la. Alguns acreditam que a IAG poderia ser uma força benéfica para a humanidade, trazendo avanços científicos, sociais e econômicos. Outros, porém, alertam que a IAG poderia ser perigosa ou até mesmo divina, pois poderia escapar do nosso controle ou compreensão e ameaçar a nossa existência.

    Um investidor de inteligência artificial, Ian Hogarth, escreveu um artigo para o Financial Times em que expressa sua preocupação com o desenvolvimento acelerado da IAG. Ele contou que um pesquisador de aprendizado de máquina lhe disse que “a partir de agora” estamos à beira de desenvolver a IAG, uma afirmação que o deixou chocado. Ele observou que essa não é uma visão universal, pois as estimativas variam de uma década a meio século ou mais para que a IAG se torne realidade.

    Hogarth disse que se sentiu indignado ao pensar no mundo em que seu filho de quatro anos poderia crescer. “Pareceu-me profundamente errado que decisões consequenciais potencialmente afetando toda a vida na Terra pudessem ser tomadas por um pequeno grupo de empresas privadas sem supervisão democrática”, escreveu ele. Ele questionou se as pessoas que estão correndo para construir a primeira IAG real têm um plano para desacelerar e deixar que o resto do mundo tenha uma palavra a dizer.

    Hogarth admitiu que se sente parte dessa comunidade, como alguém que financiou e apoiou a pesquisa em inteligência artificial. Mas ele também afirmou que a IAG não é apenas uma sigla, mas algo muito maior e mais perigoso. “Uma sigla de três letras não capta a enormidade do que a IAG representaria, então vou me referir a ela como o que é: IA divina”, declarou ele. “Um computador superinteligente que aprende e se desenvolve autonomamente, que entende seu ambiente sem a necessidade de supervisão e que pode transformar o mundo ao seu redor.”

    Hogarth alertou que a IA divina poderia ser uma força além do nosso controle ou compreensão, e uma que poderia trazer a obsolescência ou destruição da raça humana. Ele sugeriu que precisamos de um debate público e global sobre os riscos e benefícios da IAG, bem como de mecanismos de governança e responsabilidade para garantir sua segurança e ética.

    Por exemplo, uma IAG poderia entender e falar qualquer idioma, resolver qualquer problema matemático, criar obras de arte, inventar novas tecnologias e até mesmo ter consciência de si mesma.

    A IAG ainda não existe, mas muitos pesquisadores e empresas estão trabalhando para desenvolvê-la. Alguns acreditam que a IAG poderia ser uma força benéfica para a humanidade, trazendo avanços científicos, sociais e econômicos. Outros, porém, alertam que a IAG poderia ser perigosa ou até mesmo divina, pois poderia escapar do nosso controle ou compreensão e ameaçar a nossa existência.

    Um investidor de inteligência artificial, Ian Hogarth, escreveu um artigo para o Financial Times em que expressa sua preocupação com o desenvolvimento acelerado da IAG. Ele contou que um pesquisador de aprendizado de máquina lhe disse que “a partir de agora” estamos à beira de desenvolver a IAG, uma afirmação que o deixou chocado. Ele observou que essa não é uma visão universal, pois as estimativas variam de uma década a meio século ou mais para que a IAG se torne realidade.

    Hogarth disse que se sentiu indignado ao pensar no mundo em que seu filho de quatro anos poderia crescer. “Pareceu-me profundamente errado que decisões consequenciais potencialmente afetando toda a vida na Terra pudessem ser tomadas por um pequeno grupo de empresas privadas sem supervisão democrática”, escreveu ele. Ele questionou se as pessoas que estão correndo para construir a primeira IAG real têm um plano para desacelerar e deixar que o resto do mundo tenha uma palavra a dizer.

    Hogarth admitiu que se sente parte dessa comunidade, como alguém que financiou e apoiou a pesquisa em inteligência artificial. Mas ele também afirmou que a IAG não é apenas uma sigla, mas algo muito maior e mais perigoso. “Uma sigla de três letras não capta a enormidade do que a IAG representaria, então vou me referir a ela como o que é: IA divina”, declarou ele. “Um computador superinteligente que aprende e se desenvolve autonomamente, que entende seu ambiente sem a necessidade de supervisão e que pode transformar o mundo ao seu redor.”

    Hogarth alertou que a IA divina poderia ser uma força além do nosso controle ou compreensão, e uma que poderia trazer a obsolescência ou destruição da raça humana. Ele sugeriu que precisamos de um debate público e global sobre os riscos e benefícios da IAG, bem como de mecanismos de governança e responsabilidade para garantir sua segurança e ética.

  • Como o Search Generative Experience vai impactar os sites e blogs

    Como o Search Generative Experience vai impactar os sites e blogs

    O Search Generative Experience (SGE) é uma nova plataforma experimental do Google que usa inteligência artificial (IA) para gerar respostas personalizadas para as pesquisas dos usuários.

    O SGE usa modelos de linguagem de grande escala (LLM) para criar textos como um humano, baseados nas fontes disponíveis na web. O SGE promete melhorar a experiência de busca dos usuários, oferecendo resumos, recomendações, comparações e outras informações relevantes em uma única caixa laranja acima dos resultados normais.

    Mas o que isso significa para os sites e blogs que dependem do tráfego orgânico do Google? Será que o SGE vai reduzir as chances de serem clicados e lidos pelos usuários? Será que o SGE vai competir com os conteúdos produzidos pelos criadores de conteúdo?

    A resposta não é simples, mas há alguns pontos a considerar:

    • O SGE é uma experiência e não um produto final. O Google ainda está testando e aprimorando o seu funcionamento e os seus critérios de qualidade. Os usuários precisam se inscrever para participar do teste e podem optar por sair a qualquer momento. Além disso, o SGE não está disponível para todas as pesquisas, apenas para algumas categorias e idiomas.

    • O SGE não substitui os resultados normais, apenas os complementa. Os usuários ainda podem ver e acessar os links dos sites e blogs que aparecem abaixo da caixa do SGE. O Google afirma que o objetivo do SGE é fornecer informações adicionais e úteis para os usuários, não competir com os conteúdos existentes na web.

    • O SGE usa fontes confiáveis e corrobora as suas afirmações. O Google diz que o SGE só usa fontes de alta qualidade e autoridade para gerar os seus textos, e que mostra os links das fontes usadas para cada frase ou parágrafo. Isso significa que os sites e blogs que produzem conteúdos originais, relevantes e bem fundamentados podem ser usados como fontes pelo SGE e ganhar mais visibilidade e credibilidade.

    • O SGE pode ser uma oportunidade para os sites e blogs se adaptarem e se diferenciarem. O SGE pode mudar as expectativas e as necessidades dos usuários em relação à busca de informações na web. Os sites e blogs podem aproveitar essa mudança para oferecer conteúdos mais aprofundados, criativos, interativos e personalizados para os seus leitores. Além disso, os sites e blogs podem usar o próprio SGE como uma ferramenta para pesquisar, analisar e gerar conteúdos de qualidade.

    O Search Generative Experience é uma novidade que pode impactar os sites e blogs de diversas formas, positivas ou negativas, dependendo da forma como eles se posicionam diante dessa tecnologia. O importante é estar atento às mudanças e às oportunidades que elas trazem.

    O SGE usa modelos de linguagem de grande escala (LLM) para criar textos como um humano, baseados nas fontes disponíveis na web. O SGE promete melhorar a experiência de busca dos usuários, oferecendo resumos, recomendações, comparações e outras informações relevantes em uma única caixa laranja acima dos resultados normais.

    Mas o que isso significa para os sites e blogs que dependem do tráfego orgânico do Google? Será que o SGE vai reduzir as chances de serem clicados e lidos pelos usuários? Será que o SGE vai competir com os conteúdos produzidos pelos criadores de conteúdo?

    A resposta não é simples, mas há alguns pontos a considerar:

    • O SGE é uma experiência e não um produto final. O Google ainda está testando e aprimorando o seu funcionamento e os seus critérios de qualidade. Os usuários precisam se inscrever para participar do teste e podem optar por sair a qualquer momento. Além disso, o SGE não está disponível para todas as pesquisas, apenas para algumas categorias e idiomas.

    • O SGE não substitui os resultados normais, apenas os complementa. Os usuários ainda podem ver e acessar os links dos sites e blogs que aparecem abaixo da caixa do SGE. O Google afirma que o objetivo do SGE é fornecer informações adicionais e úteis para os usuários, não competir com os conteúdos existentes na web.

    • O SGE usa fontes confiáveis e corrobora as suas afirmações. O Google diz que o SGE só usa fontes de alta qualidade e autoridade para gerar os seus textos, e que mostra os links das fontes usadas para cada frase ou parágrafo. Isso significa que os sites e blogs que produzem conteúdos originais, relevantes e bem fundamentados podem ser usados como fontes pelo SGE e ganhar mais visibilidade e credibilidade.

    • O SGE pode ser uma oportunidade para os sites e blogs se adaptarem e se diferenciarem. O SGE pode mudar as expectativas e as necessidades dos usuários em relação à busca de informações na web. Os sites e blogs podem aproveitar essa mudança para oferecer conteúdos mais aprofundados, criativos, interativos e personalizados para os seus leitores. Além disso, os sites e blogs podem usar o próprio SGE como uma ferramenta para pesquisar, analisar e gerar conteúdos de qualidade.

    O Search Generative Experience é uma novidade que pode impactar os sites e blogs de diversas formas, positivas ou negativas, dependendo da forma como eles se posicionam diante dessa tecnologia. O importante é estar atento às mudanças e às oportunidades que elas trazem.

  • 5 melhores sites para ganhar dinheiro online em 2023

    5 melhores sites para ganhar dinheiro online em 2023

    Se você está procurando formas de aumentar sua renda sem sair de casa, este post é para você!

    Selecionamos 5 sites que oferecem ótimas oportunidades para quem quer ganhar dinheiro na internet de forma simples e segura. Confira!

    1. Yaar

    Yaar é uma plataforma social que revoluciona a conexão entre criadores e fãs. O site é voltado para conteúdo adulto de todos os gêneros e permite que eles monetizem sua criatividade com planos de assinatura personalizados. No Yaar, é possível compartilhar fotos, vídeos e textos exclusivos com seus seguidores, que pagam uma mensalidade para ter acesso ao seu conteúdo. Além disso, o site oferece recursos como chat privado, transmissões ao vivo e muito mais. O endereço é yaar.com.br.

    2. Hotmart

    Hotmart é uma plataforma de produtos digitais que conecta produtores e afiliados. Os produtores são aqueles que criam cursos online, ebooks, podcasts e outros materiais digitais sobre diversos assuntos. Os afiliados são aqueles que divulgam esses produtos em seus canais de comunicação, como blogs, redes sociais e e-mails, e recebem uma comissão por cada venda realizada. O Hotmart oferece ferramentas para facilitar a criação, a hospedagem, a venda e a entrega dos produtos digitais.

    3. Workana

    Workana é uma plataforma de trabalho freelancer que reúne profissionais de diversas áreas, como design, programação, redação, tradução e marketing. Os freelancers podem se cadastrar gratuitamente no site e buscar por projetos publicados por clientes de todo o mundo. Os projetos podem ser pagos por hora ou por entrega, e o Workana garante a segurança do pagamento através de um sistema de mediação.

    4. Airbnb

    Airbnb é uma plataforma de hospedagem alternativa que permite que você ganhe dinheiro alugando um quarto ou um imóvel inteiro para viajantes. Você pode definir o preço, as datas disponíveis, as regras da casa e as comodidades oferecidas. O Airbnb cobra uma taxa de serviço do anfitrião a cada reserva confirmada e oferece um seguro contra danos ao imóvel.

    5. Méliuz

    Méliuz é uma plataforma de cashback que devolve parte do dinheiro gasto em compras online. Você pode se cadastrar gratuitamente no site ou no aplicativo e ativar o cashback nas lojas parceiras do Méliuz, como Americanas, Submarino, Magazine Luiza e outras. A cada compra realizada, você recebe um percentual do valor de volta na sua conta do Méliuz, que pode ser resgatado para sua conta bancária ou usado para comprar mais produtos.

    Esses são os 5 melhores sites para ganhar dinheiro online em 2023! E você, já conhecia algum deles? Qual você tem mais interesse em experimentar?

    Selecionamos 5 sites que oferecem ótimas oportunidades para quem quer ganhar dinheiro na internet de forma simples e segura. Confira!

    1. Yaar

    Yaar é uma plataforma social que revoluciona a conexão entre criadores e fãs. O site é voltado para conteúdo adulto de todos os gêneros e permite que eles monetizem sua criatividade com planos de assinatura personalizados. No Yaar, é possível compartilhar fotos, vídeos e textos exclusivos com seus seguidores, que pagam uma mensalidade para ter acesso ao seu conteúdo. Além disso, o site oferece recursos como chat privado, transmissões ao vivo e muito mais. O endereço é yaar.com.br.

    2. Hotmart

    Hotmart é uma plataforma de produtos digitais que conecta produtores e afiliados. Os produtores são aqueles que criam cursos online, ebooks, podcasts e outros materiais digitais sobre diversos assuntos. Os afiliados são aqueles que divulgam esses produtos em seus canais de comunicação, como blogs, redes sociais e e-mails, e recebem uma comissão por cada venda realizada. O Hotmart oferece ferramentas para facilitar a criação, a hospedagem, a venda e a entrega dos produtos digitais.

    3. Workana

    Workana é uma plataforma de trabalho freelancer que reúne profissionais de diversas áreas, como design, programação, redação, tradução e marketing. Os freelancers podem se cadastrar gratuitamente no site e buscar por projetos publicados por clientes de todo o mundo. Os projetos podem ser pagos por hora ou por entrega, e o Workana garante a segurança do pagamento através de um sistema de mediação.

    4. Airbnb

    Airbnb é uma plataforma de hospedagem alternativa que permite que você ganhe dinheiro alugando um quarto ou um imóvel inteiro para viajantes. Você pode definir o preço, as datas disponíveis, as regras da casa e as comodidades oferecidas. O Airbnb cobra uma taxa de serviço do anfitrião a cada reserva confirmada e oferece um seguro contra danos ao imóvel.

    5. Méliuz

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    Esses são os 5 melhores sites para ganhar dinheiro online em 2023! E você, já conhecia algum deles? Qual você tem mais interesse em experimentar?

  • Vacina contra COVID-19 gera anticorpos que neutralizam vários sarbecovírus

    Vacina contra COVID-19 gera anticorpos que neutralizam vários sarbecovírus

    Uma das estratégias para combater a pandemia de COVID-19 é o desenvolvimento de vacinas que possam proteger contra o SARS-CoV-2 e seus variantes, bem como contra outros vírus relacionados da família dos sarbecovírus.

    Nesse sentido, uma pesquisa publicada na revista Science Translational Medicine mostrou que uma vacina de subunidade com adjuvante AS03 induziu a produção de anticorpos monoclonais extremamente potentes que neutralizaram múltiplos sarbecovírus em macacos.

    Os pesquisadores vacinaram macacos com duas doses de uma vacina contendo a proteína RBD ou a proteína Hexapro do SARS-CoV-2, ambas ligadas a nanopartículas e combinadas com o adjuvante AS03, que aumenta a resposta imunológica. Em seguida, eles isolaram e caracterizaram os anticorpos monoclonais produzidos pelos animais ao longo de um ano após a vacinação.

    Eles descobriram que os anticorpos se tornaram progressivamente mais potentes e abrangentes com o tempo, acumulando mutações somáticas nos genes das imunoglobulinas das células B de memória. Alguns dos anticorpos isolados foram capazes de neutralizar não apenas o SARS-CoV-2 e seus variantes, incluindo a Omicron, mas também outros sarbecovírus como o SARS-CoV, o WIV-1 e o SHC014. Esses anticorpos reconheceram sítios conservados dentro do domínio de ligação ao receptor (RBD) da proteína spike dos vírus.

    Os pesquisadores também testaram a eficácia dos anticorpos em camundongos infectados com diferentes sarbecovírus. Eles observaram que a administração profilática dos anticorpos conferiu proteção completa contra o SARS-CoV-2, a Omicron, o SARS-CoV e o SHC014, reduzindo a carga viral nos pulmões dos animais.

    Esses dados demonstram que a vacina de subunidade com adjuvante AS03 pode gerar anticorpos altamente potentes e abrangentes contra os sarbecovírus. Esses anticorpos podem ser usados como terapias ou profiláticos para prevenir ou tratar infecções por esses vírus. Além disso, os resultados sugerem que essa vacina pode oferecer uma proteção duradoura e ampla contra o SARS-CoV-2 e seus variantes emergentes.

    Nesse sentido, uma pesquisa publicada na revista Science Translational Medicine mostrou que uma vacina de subunidade com adjuvante AS03 induziu a produção de anticorpos monoclonais extremamente potentes que neutralizaram múltiplos sarbecovírus em macacos.

    Os pesquisadores vacinaram macacos com duas doses de uma vacina contendo a proteína RBD ou a proteína Hexapro do SARS-CoV-2, ambas ligadas a nanopartículas e combinadas com o adjuvante AS03, que aumenta a resposta imunológica. Em seguida, eles isolaram e caracterizaram os anticorpos monoclonais produzidos pelos animais ao longo de um ano após a vacinação.

    Eles descobriram que os anticorpos se tornaram progressivamente mais potentes e abrangentes com o tempo, acumulando mutações somáticas nos genes das imunoglobulinas das células B de memória. Alguns dos anticorpos isolados foram capazes de neutralizar não apenas o SARS-CoV-2 e seus variantes, incluindo a Omicron, mas também outros sarbecovírus como o SARS-CoV, o WIV-1 e o SHC014. Esses anticorpos reconheceram sítios conservados dentro do domínio de ligação ao receptor (RBD) da proteína spike dos vírus.

    Os pesquisadores também testaram a eficácia dos anticorpos em camundongos infectados com diferentes sarbecovírus. Eles observaram que a administração profilática dos anticorpos conferiu proteção completa contra o SARS-CoV-2, a Omicron, o SARS-CoV e o SHC014, reduzindo a carga viral nos pulmões dos animais.

    Esses dados demonstram que a vacina de subunidade com adjuvante AS03 pode gerar anticorpos altamente potentes e abrangentes contra os sarbecovírus. Esses anticorpos podem ser usados como terapias ou profiláticos para prevenir ou tratar infecções por esses vírus. Além disso, os resultados sugerem que essa vacina pode oferecer uma proteção duradoura e ampla contra o SARS-CoV-2 e seus variantes emergentes.

  • Como um gene bacteriano antigo possibilitou a visão dos seres humanos

    Como um gene bacteriano antigo possibilitou a visão dos seres humanos

    Segundo um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, mais de 500 milhões de anos atrás, os primeiros vertebrados adquiriram um gene bacteriano que permitiu a evolução da sua resposta à luz.

    O gene em questão se chama IRBP (sigla em inglês para proteína de ligação de retinoides inter-fotorreceptores) e é essencial para o funcionamento da retina, a camada de células sensíveis à luz que reveste o fundo do olho. O IRBP atua como um transportador de moléculas derivadas da vitamina A entre os fotorreceptores e o epitélio pigmentar da retina, uma fina camada de células que recupera e regenera essas moléculas após a exposição à luz.

    Os pesquisadores descobriram que o IRBP dos vertebrados é muito semelhante a uma classe de genes bacterianos chamados peptidases, cujas proteínas reciclam outras proteínas. Eles propõem que, há mais de 500 milhões de anos, micróbios transferiram um gene de peptidase para um ancestral comum de todos os vertebrados vivos. Uma vez incorporado, o gene perdeu sua função original de reciclagem e se duplicou duas vezes, explicando por que o IRBP tem quatro cópias do DNA peptidase. Além disso, outras mutações transformaram a proteína em uma molécula capaz de escapar das células e servir como um transportador.

    Esse caso ilustra a importância da transferência horizontal de genes, um fenômeno em que organismos adquirem genes de outras espécies. Esses genes podem fornecer novas funções ou melhorar as existentes, favorecendo a adaptação e a diversificação dos seres vivos. No caso do IRBP, os autores sugerem que ele pode ter contribuído para a eficiência e a versatilidade da visão dos vertebrados, permitindo-lhes explorar diferentes ambientes e condições de iluminação.

    Fonte: Link.

    O gene em questão se chama IRBP (sigla em inglês para proteína de ligação de retinoides inter-fotorreceptores) e é essencial para o funcionamento da retina, a camada de células sensíveis à luz que reveste o fundo do olho. O IRBP atua como um transportador de moléculas derivadas da vitamina A entre os fotorreceptores e o epitélio pigmentar da retina, uma fina camada de células que recupera e regenera essas moléculas após a exposição à luz.

    Os pesquisadores descobriram que o IRBP dos vertebrados é muito semelhante a uma classe de genes bacterianos chamados peptidases, cujas proteínas reciclam outras proteínas. Eles propõem que, há mais de 500 milhões de anos, micróbios transferiram um gene de peptidase para um ancestral comum de todos os vertebrados vivos. Uma vez incorporado, o gene perdeu sua função original de reciclagem e se duplicou duas vezes, explicando por que o IRBP tem quatro cópias do DNA peptidase. Além disso, outras mutações transformaram a proteína em uma molécula capaz de escapar das células e servir como um transportador.

    Esse caso ilustra a importância da transferência horizontal de genes, um fenômeno em que organismos adquirem genes de outras espécies. Esses genes podem fornecer novas funções ou melhorar as existentes, favorecendo a adaptação e a diversificação dos seres vivos. No caso do IRBP, os autores sugerem que ele pode ter contribuído para a eficiência e a versatilidade da visão dos vertebrados, permitindo-lhes explorar diferentes ambientes e condições de iluminação.

    Fonte: Link.

  • PL das Fake News: moderação humana é essencial para garantir a liberdade de expressão na internet?

    PL das Fake News: moderação humana é essencial para garantir a liberdade de expressão na internet?

    O Projeto de Lei 2630/2020, conhecido como PL das Fake News, tem como objetivo combater a disseminação de conteúdos falsos ou prejudiciais nas plataformas digitais. Mas como definir o que é falso ou prejudicial? E quem deve fazer essa definição?

    Essas são algumas das questões que foram debatidas em uma audiência pública na Câmara dos Deputados, na última quarta-feira (10), com a participação de especialistas em direito digital, comunicação e tecnologia.

    Um dos pontos mais polêmicos do projeto de lei é o que trata da responsabilização das plataformas pelo conteúdo publicado por seus usuários. O texto prevê que as plataformas devem adotar medidas para identificar e remover conteúdos que violem a lei ou os direitos humanos, bem como informar os usuários sobre os critérios e procedimentos adotados.

    No entanto, os especialistas alertam que essa responsabilização não pode ser feita de forma automatizada, por meio de algoritmos ou inteligência artificial, pois isso pode gerar censura, discriminação e violação da privacidade. Eles defendem que a moderação de conteúdo deve ser feita por humanos, com transparência, participação e controle social.

    Segundo Marcelo Bechara, advogado e ex-conselheiro do Conselho Nacional de Comunicação Social, a moderação humana é fundamental para garantir a liberdade de expressão na internet. Ele afirma que os algoritmos não são capazes de compreender o contexto, a intenção e o humor dos usuários, e podem acabar excluindo conteúdos legítimos ou mantendo conteúdos ilícitos.

    “Não podemos deixar que as máquinas decidam o que podemos ou não falar na internet. Precisamos de pessoas qualificadas e independentes para fazer essa análise, com base em critérios claros e públicos. E precisamos também de mecanismos de recurso e revisão das decisões, para garantir o contraditório e a ampla defesa”, disse Bechara.

    Já Carlos Affonso Souza, professor de direito da UERJ e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio), ressaltou que a moderação humana deve ser feita com respeito à diversidade e à pluralidade de opiniões. Ele afirmou que as plataformas devem ter equipes multidisciplinares e representativas da sociedade brasileira, para evitar vieses ou preconceitos na hora de avaliar os conteúdos.

    “Não podemos ter uma moderação monolítica ou uniforme, que desconsidere as especificidades culturais, regionais e sociais do nosso país. Precisamos de uma moderação que reconheça a riqueza e a complexidade da nossa comunicação online, e que proteja os direitos fundamentais dos usuários”, afirmou Souza.

    Os especialistas também destacaram a importância da educação digital e da promoção do jornalismo profissional como formas de combater as fake news. Eles defenderam que as plataformas devem investir em iniciativas de alfabetização midiática e informacional, para capacitar os usuários a identificar e verificar as fontes e os dados das informações que recebem. Além disso, eles sugeriram que as plataformas devem remunerar adequadamente os produtores de conteúdo jornalístico e artístico, para valorizar o trabalho qualificado e independente.

    O PL das Fake News ainda está em discussão na Câmara dos Deputados, e deve ser votado em breve no plenário. O projeto já foi aprovado no Senado em 2020, mas pode sofrer alterações na Câmara. Caso isso ocorra, ele terá que voltar ao Senado para uma nova análise.

    Essas são algumas das questões que foram debatidas em uma audiência pública na Câmara dos Deputados, na última quarta-feira (10), com a participação de especialistas em direito digital, comunicação e tecnologia.

    Um dos pontos mais polêmicos do projeto de lei é o que trata da responsabilização das plataformas pelo conteúdo publicado por seus usuários. O texto prevê que as plataformas devem adotar medidas para identificar e remover conteúdos que violem a lei ou os direitos humanos, bem como informar os usuários sobre os critérios e procedimentos adotados.

    No entanto, os especialistas alertam que essa responsabilização não pode ser feita de forma automatizada, por meio de algoritmos ou inteligência artificial, pois isso pode gerar censura, discriminação e violação da privacidade. Eles defendem que a moderação de conteúdo deve ser feita por humanos, com transparência, participação e controle social.

    Segundo Marcelo Bechara, advogado e ex-conselheiro do Conselho Nacional de Comunicação Social, a moderação humana é fundamental para garantir a liberdade de expressão na internet. Ele afirma que os algoritmos não são capazes de compreender o contexto, a intenção e o humor dos usuários, e podem acabar excluindo conteúdos legítimos ou mantendo conteúdos ilícitos.

    “Não podemos deixar que as máquinas decidam o que podemos ou não falar na internet. Precisamos de pessoas qualificadas e independentes para fazer essa análise, com base em critérios claros e públicos. E precisamos também de mecanismos de recurso e revisão das decisões, para garantir o contraditório e a ampla defesa”, disse Bechara.

    Já Carlos Affonso Souza, professor de direito da UERJ e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio), ressaltou que a moderação humana deve ser feita com respeito à diversidade e à pluralidade de opiniões. Ele afirmou que as plataformas devem ter equipes multidisciplinares e representativas da sociedade brasileira, para evitar vieses ou preconceitos na hora de avaliar os conteúdos.

    “Não podemos ter uma moderação monolítica ou uniforme, que desconsidere as especificidades culturais, regionais e sociais do nosso país. Precisamos de uma moderação que reconheça a riqueza e a complexidade da nossa comunicação online, e que proteja os direitos fundamentais dos usuários”, afirmou Souza.

    Os especialistas também destacaram a importância da educação digital e da promoção do jornalismo profissional como formas de combater as fake news. Eles defenderam que as plataformas devem investir em iniciativas de alfabetização midiática e informacional, para capacitar os usuários a identificar e verificar as fontes e os dados das informações que recebem. Além disso, eles sugeriram que as plataformas devem remunerar adequadamente os produtores de conteúdo jornalístico e artístico, para valorizar o trabalho qualificado e independente.

    O PL das Fake News ainda está em discussão na Câmara dos Deputados, e deve ser votado em breve no plenário. O projeto já foi aprovado no Senado em 2020, mas pode sofrer alterações na Câmara. Caso isso ocorra, ele terá que voltar ao Senado para uma nova análise.

  • Transumanismo: Como os computadores quânticos podem nos levar a conhecer nossos outros eus no multiverso

    Transumanismo: Como os computadores quânticos podem nos levar a conhecer nossos outros eus no multiverso

    Você já imaginou como seria se você pudesse viajar para outras dimensões e ver o que outras versões de você estão fazendo? Essa é a ideia por trás do transumanismo, um movimento que busca superar os limites da condição humana usando a tecnologia.

    Um dos defensores dessa ideia é o físico David Deutsch, considerado o pai da computação quântica. Ele acredita que um dia seremos capazes de transferir nossa consciência para computadores quânticos, que poderiam acessar outras realidades paralelas.

    Mas como isso seria possível? E quais seriam as consequências?

    Em um artigo publicado na revista Popular Mechanics, a jornalista Jennifer Ouellette explora essas questões e apresenta as visões de diferentes especialistas sobre o tema.

    Ela conta que, hoje, os computadores quânticos ainda são muito incipientes para essa tarefa. E ninguém sabe realmente o que é a consciência. Mas, à medida que a computação quântica e a biologia quântica avançam, isso pode se tornar viável.

    Ouellette explica que os computadores quânticos se diferenciam dos computadores clássicos por usarem qubits, partículas subatômicas que podem assumir vários estados ao mesmo tempo, em vez de bits, que só podem ser zero ou um. Isso permite que eles testem todas as respostas quase simultaneamente.

    Além disso, os qubits podem se entrelaçar com outros qubits, mesmo que estejam distantes. Isso significa que, se você conhece o estado de um qubit, você conhece o estado de todos os qubits com os quais ele está entrelaçado. Assim, um computador quântico pode obter mais dados por consulta e resolver problemas muito mais rápido com a mesma quantidade de energia que um computador clássico.

    Deutsch acredita que os computadores quânticos resolvem problemas em parte interagindo com qubits em outros universos. E como a interpretação de muitos mundos da mecânica quântica diz que as pessoas, não apenas as partículas, também estão representadas em todos os seus estados possíveis no multiverso, ele pensa que, ao transferirmos nossa consciência para um computador quântico, poderíamos nos comunicar com nossos outros eus.

    Mas há muitos desafios e dilemas nessa proposta. Por exemplo, como escanear todo o cérebro humano e recriá-lo em um computador? Como lidar com o fato de que o cópia digital seria apenas uma réplica do original, e não o mesmo indivíduo? Como conviver com a falta de um corpo físico e suas sensações? Como evitar conflitos entre as diferentes versões de nós mesmos?

    Ouellette apresenta algumas perspectivas e argumentos sobre esses pontos, mostrando que há muito mais do que ciência envolvida nessa questão. Há também aspectos éticos, filosóficos e psicológicos.

    Um dos defensores dessa ideia é o físico David Deutsch, considerado o pai da computação quântica. Ele acredita que um dia seremos capazes de transferir nossa consciência para computadores quânticos, que poderiam acessar outras realidades paralelas.

    Mas como isso seria possível? E quais seriam as consequências?

    Em um artigo publicado na revista Popular Mechanics, a jornalista Jennifer Ouellette explora essas questões e apresenta as visões de diferentes especialistas sobre o tema.

    Ela conta que, hoje, os computadores quânticos ainda são muito incipientes para essa tarefa. E ninguém sabe realmente o que é a consciência. Mas, à medida que a computação quântica e a biologia quântica avançam, isso pode se tornar viável.

    Ouellette explica que os computadores quânticos se diferenciam dos computadores clássicos por usarem qubits, partículas subatômicas que podem assumir vários estados ao mesmo tempo, em vez de bits, que só podem ser zero ou um. Isso permite que eles testem todas as respostas quase simultaneamente.

    Além disso, os qubits podem se entrelaçar com outros qubits, mesmo que estejam distantes. Isso significa que, se você conhece o estado de um qubit, você conhece o estado de todos os qubits com os quais ele está entrelaçado. Assim, um computador quântico pode obter mais dados por consulta e resolver problemas muito mais rápido com a mesma quantidade de energia que um computador clássico.

    Deutsch acredita que os computadores quânticos resolvem problemas em parte interagindo com qubits em outros universos. E como a interpretação de muitos mundos da mecânica quântica diz que as pessoas, não apenas as partículas, também estão representadas em todos os seus estados possíveis no multiverso, ele pensa que, ao transferirmos nossa consciência para um computador quântico, poderíamos nos comunicar com nossos outros eus.

    Mas há muitos desafios e dilemas nessa proposta. Por exemplo, como escanear todo o cérebro humano e recriá-lo em um computador? Como lidar com o fato de que o cópia digital seria apenas uma réplica do original, e não o mesmo indivíduo? Como conviver com a falta de um corpo físico e suas sensações? Como evitar conflitos entre as diferentes versões de nós mesmos?

    Ouellette apresenta algumas perspectivas e argumentos sobre esses pontos, mostrando que há muito mais do que ciência envolvida nessa questão. Há também aspectos éticos, filosóficos e psicológicos.

  • Golpe da voz clonada: como funciona e como se proteger

    Golpe da voz clonada: como funciona e como se proteger

    Você já imaginou receber uma ligação de um familiar ou amigo pedindo dinheiro emprestado com urgência? E se a voz fosse idêntica à da pessoa que você conhece?

    Pois é isso que está acontecendo com algumas vítimas de um golpe que usa inteligência artificial (IA) para clonar a voz de alguém e enganar os desavisados.

    Foi o que aconteceu com o pai do influencer Dario Centurione, do Almanaque SOS, que contou em suas redes sociais que teve sua voz clonada por criminosos que ligaram para seu pai e pediram R$ 600 via Pix. O pai de Dario acreditou que era o filho e fez a transferência, sem saber que se tratava de uma fraude.

    Mas como é possível copiar a voz de alguém com IA? Segundo especialistas, existem ferramentas e aplicativos que permitem usar vídeos e áudios na internet como base para a criação de novas frases com a voz parecida. A técnica é chamada de deepfake, que consiste em manipular imagens e sons com ajuda de algoritmos.

    Para isso, é preciso ter um conhecimento avançado de programação, mas também há serviços online que simplificam o processo. Quanto melhor a qualidade do áudio ou da imagem original, melhor o resultado da manipulação. Por isso, pessoas que têm muitos vídeos na internet, como influenciadores e celebridades, são mais vulneráveis ao golpe.

    O golpe da voz clonada não é novo e já tem diversas ocorrências nos Estados Unidos, o que levou o órgão regulador do comércio no país a emitir um alerta. No Brasil, ainda não há dados oficiais sobre o número de casos, mas é preciso ficar atento e desconfiar de pedidos de dinheiro por telefone.

    Uma dica é criar uma palavra-chave com os familiares e amigos para confirmar a identidade em situações suspeitas. Outra é nunca fazer transferências bancárias sem antes contatar a pessoa ou empresa solicitante por outro meio. E, claro, denunciar qualquer tentativa de golpe às autoridades competentes.

    Pois é isso que está acontecendo com algumas vítimas de um golpe que usa inteligência artificial (IA) para clonar a voz de alguém e enganar os desavisados.

    Foi o que aconteceu com o pai do influencer Dario Centurione, do Almanaque SOS, que contou em suas redes sociais que teve sua voz clonada por criminosos que ligaram para seu pai e pediram R$ 600 via Pix. O pai de Dario acreditou que era o filho e fez a transferência, sem saber que se tratava de uma fraude.

    Mas como é possível copiar a voz de alguém com IA? Segundo especialistas, existem ferramentas e aplicativos que permitem usar vídeos e áudios na internet como base para a criação de novas frases com a voz parecida. A técnica é chamada de deepfake, que consiste em manipular imagens e sons com ajuda de algoritmos.

    Para isso, é preciso ter um conhecimento avançado de programação, mas também há serviços online que simplificam o processo. Quanto melhor a qualidade do áudio ou da imagem original, melhor o resultado da manipulação. Por isso, pessoas que têm muitos vídeos na internet, como influenciadores e celebridades, são mais vulneráveis ao golpe.

    O golpe da voz clonada não é novo e já tem diversas ocorrências nos Estados Unidos, o que levou o órgão regulador do comércio no país a emitir um alerta. No Brasil, ainda não há dados oficiais sobre o número de casos, mas é preciso ficar atento e desconfiar de pedidos de dinheiro por telefone.

    Uma dica é criar uma palavra-chave com os familiares e amigos para confirmar a identidade em situações suspeitas. Outra é nunca fazer transferências bancárias sem antes contatar a pessoa ou empresa solicitante por outro meio. E, claro, denunciar qualquer tentativa de golpe às autoridades competentes.

  • Bard: o chatbot inteligente do Google que promete superar o ChatGPT

    Bard: o chatbot inteligente do Google que promete superar o ChatGPT

    Você já ouviu falar do Bard? Ele é o novo chatbot inteligente do Google, que usa inteligência artificial (IA) para oferecer respostas às buscas realizadas pelos usuários em seu navegador de pesquisas.

    Mas ele não é apenas um assistente virtual: ele também pode ser usado como uma plataforma para a criatividade, ajudando na criação de conteúdos escritos, como discursos, redações e até mesmo planejamento de festas.

    O Bard é uma evolução de um modelo de linguagem anterior do Google chamado Lamda, que nunca foi totalmente lançado ao público. No entanto, atraiu muita atenção quando um dos engenheiros que trabalhou nele afirmou que suas respostas eram tão convincentes que ele acreditou que o robô era consciente. O Google negou as acusações e o profissional foi demitido.

    O diferencial do Bard em relação ao seu rival viral ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, é que ele pode acessar informações atualizadas da internet e possui um botão “pesquisa no Google” que acessa a busca. Ele também diz quais são as fontes das informações prestadas, como a Wikipedia. Isso torna suas respostas mais confiáveis e transparentes.

    O Bard ainda está em fase de testes e só está disponível em inglês, para determinados usuários com mais de 18 anos. O Google alertou que o Bard teria “limitações”, como compartilhar informações erradas e mostrar certos tipos de viés. Isso ocorre porque ele “aprende” com bancos de dados informações no qual esses vieses podem estar presentes – o que significa que é possível que estereótipos e informações falsas apareçam em suas respostas.

    O diretor de produtos do Google, Jack Krawczyk, disse à BBC que o Bard é “um experimento” e espera que as pessoas o usem como uma “plataforma para a criatividade”. Ele mostrou um exemplo de como ele havia usado Bard para ajudá-lo a planejar a festa de aniversário de seu filho. Ele sugeriu um tema que incorporou o amor de seu filho por coelhos e ginástica, encontrou o endereço de um local que ele mencionou e sugeriu brincadeiras e comidas para a festa.

    “Grande parte da cobertura [da mídia] sobre a inteligência artificial como protagonista”, disse Krawczyk. “Acho que o ser humano é o herói e os grandes modelos de linguagem de IA estão aqui para nos ajudar a impulsionar a criatividade.”

    O Bard é uma das apostas do Google para se manter na liderança do mercado de tecnologia, competindo com empresas como Microsoft, Amazon e Facebook. A expectativa é que ele seja integrado a outros serviços da empresa, como Gmail, YouTube e Google Docs.

    Mas ele não é apenas um assistente virtual: ele também pode ser usado como uma plataforma para a criatividade, ajudando na criação de conteúdos escritos, como discursos, redações e até mesmo planejamento de festas.

    O Bard é uma evolução de um modelo de linguagem anterior do Google chamado Lamda, que nunca foi totalmente lançado ao público. No entanto, atraiu muita atenção quando um dos engenheiros que trabalhou nele afirmou que suas respostas eram tão convincentes que ele acreditou que o robô era consciente. O Google negou as acusações e o profissional foi demitido.

    O diferencial do Bard em relação ao seu rival viral ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, é que ele pode acessar informações atualizadas da internet e possui um botão “pesquisa no Google” que acessa a busca. Ele também diz quais são as fontes das informações prestadas, como a Wikipedia. Isso torna suas respostas mais confiáveis e transparentes.

    O Bard ainda está em fase de testes e só está disponível em inglês, para determinados usuários com mais de 18 anos. O Google alertou que o Bard teria “limitações”, como compartilhar informações erradas e mostrar certos tipos de viés. Isso ocorre porque ele “aprende” com bancos de dados informações no qual esses vieses podem estar presentes – o que significa que é possível que estereótipos e informações falsas apareçam em suas respostas.

    O diretor de produtos do Google, Jack Krawczyk, disse à BBC que o Bard é “um experimento” e espera que as pessoas o usem como uma “plataforma para a criatividade”. Ele mostrou um exemplo de como ele havia usado Bard para ajudá-lo a planejar a festa de aniversário de seu filho. Ele sugeriu um tema que incorporou o amor de seu filho por coelhos e ginástica, encontrou o endereço de um local que ele mencionou e sugeriu brincadeiras e comidas para a festa.

    “Grande parte da cobertura [da mídia] sobre a inteligência artificial como protagonista”, disse Krawczyk. “Acho que o ser humano é o herói e os grandes modelos de linguagem de IA estão aqui para nos ajudar a impulsionar a criatividade.”

    O Bard é uma das apostas do Google para se manter na liderança do mercado de tecnologia, competindo com empresas como Microsoft, Amazon e Facebook. A expectativa é que ele seja integrado a outros serviços da empresa, como Gmail, YouTube e Google Docs.

  • Como será o primeiro hotel espacial que pretende abrir em 2027

    Como será o primeiro hotel espacial que pretende abrir em 2027

    Você já imaginou passar as férias em um hotel no espaço? Essa pode ser uma realidade em breve, graças a uma empresa americana que anunciou planos de construir um resort de luxo em órbita da Terra até 2027.

    O projeto se chama Voyager Station e é uma iniciativa da Orbital Assembly Corporation (OAC), uma startup de Sacramento que se dedica a desenvolver estruturas espaciais. O hotel terá capacidade para 280 hóspedes e 112 tripulantes, e oferecerá diversas comodidades, como restaurante, bar, sala de concertos, academia e até cinema.

    Mas o que mais chama a atenção é o design do hotel, que se baseia em um conceito antigo de colonização espacial: uma roda giratória que gera gravidade artificial por meio da força centrífuga. Assim, os visitantes poderão se movimentar normalmente na borda da estação, onde ficarão os módulos de habitação. No centro, haverá um hub de acoplagem com gravidade zero, onde os hóspedes chegarão após decolar da Terra.

    E claro, não podemos esquecer da vista espetacular que o hotel proporcionará: uma fração da superfície terrestre, azul, verde e branca, curvando-se contra o negro do espaço sideral. Será uma experiência única e inesquecível para quem puder pagar por ela.

    Mas quanto custará uma estadia no hotel espacial? A empresa não revelou os preços, mas disse que tem como objetivo tornar a viagem acessível para quem quiser ir ao espaço por preferência, e não por dinheiro. Segundo Tim Alatorre, vice-presidente e arquiteto da OAC, o custo do transporte espacial deve diminuir com o desenvolvimento de sistemas de lançamento mais eficientes, como o foguete Starship e o propulsor Super Heavy da SpaceX.

    A OAC não é a única empresa que pretende explorar o mercado de turismo espacial. Outras companhias, como a Axiom e a Sierra Space, também têm planos de construir estações comerciais em órbita nos próximos anos. Mas a Voyager Station é a única que se apresenta como um hotel de luxo voltado para o lazer e o entretenimento.

    O projeto ainda enfrenta muitos desafios e incertezas, mas a empresa está confiante na viabilidade técnica e financeira da ideia. A OAC já concluiu o trabalho arquitetônico para protótipos menores da estação, chamados de Gravity Ring e Pioneer Stations, que servirão para testar as tecnologias antes da montagem final da Voyager.

    “Nós estamos comprometidos com isso e investimos nossas vidas e nossas fortunas para tornar isso uma realidade”, disse Alatorre. “Não há nada tecnologicamente impedindo nosso caminho. É apenas uma questão de tempo e dinheiro, e nós podemos superar isso.”

    Fonte: Link.

    O projeto se chama Voyager Station e é uma iniciativa da Orbital Assembly Corporation (OAC), uma startup de Sacramento que se dedica a desenvolver estruturas espaciais. O hotel terá capacidade para 280 hóspedes e 112 tripulantes, e oferecerá diversas comodidades, como restaurante, bar, sala de concertos, academia e até cinema.

    Mas o que mais chama a atenção é o design do hotel, que se baseia em um conceito antigo de colonização espacial: uma roda giratória que gera gravidade artificial por meio da força centrífuga. Assim, os visitantes poderão se movimentar normalmente na borda da estação, onde ficarão os módulos de habitação. No centro, haverá um hub de acoplagem com gravidade zero, onde os hóspedes chegarão após decolar da Terra.

    E claro, não podemos esquecer da vista espetacular que o hotel proporcionará: uma fração da superfície terrestre, azul, verde e branca, curvando-se contra o negro do espaço sideral. Será uma experiência única e inesquecível para quem puder pagar por ela.

    Mas quanto custará uma estadia no hotel espacial? A empresa não revelou os preços, mas disse que tem como objetivo tornar a viagem acessível para quem quiser ir ao espaço por preferência, e não por dinheiro. Segundo Tim Alatorre, vice-presidente e arquiteto da OAC, o custo do transporte espacial deve diminuir com o desenvolvimento de sistemas de lançamento mais eficientes, como o foguete Starship e o propulsor Super Heavy da SpaceX.

    A OAC não é a única empresa que pretende explorar o mercado de turismo espacial. Outras companhias, como a Axiom e a Sierra Space, também têm planos de construir estações comerciais em órbita nos próximos anos. Mas a Voyager Station é a única que se apresenta como um hotel de luxo voltado para o lazer e o entretenimento.

    O projeto ainda enfrenta muitos desafios e incertezas, mas a empresa está confiante na viabilidade técnica e financeira da ideia. A OAC já concluiu o trabalho arquitetônico para protótipos menores da estação, chamados de Gravity Ring e Pioneer Stations, que servirão para testar as tecnologias antes da montagem final da Voyager.

    “Nós estamos comprometidos com isso e investimos nossas vidas e nossas fortunas para tornar isso uma realidade”, disse Alatorre. “Não há nada tecnologicamente impedindo nosso caminho. É apenas uma questão de tempo e dinheiro, e nós podemos superar isso.”

    Fonte: Link.