Tag: rádio

  • Por que os cérebros dos cães estão ficando cada vez maiores? Estudo surpreendente revela uma reviravolta na evolução

    Por que os cérebros dos cães estão ficando cada vez maiores? Estudo surpreendente revela uma reviravolta na evolução

    Segundo um estudo publicado na revista Science Advances, os cérebros dos cães estão ficando cada vez maiores ao longo do tempo, em comparação com os de seus ancestrais lobos.

    Mas qual é a razão por trás desse fenômeno?

    Os pesquisadores analisaram mais de 200 crânios de cães e lobos de diferentes épocas e regiões, e descobriram que os cães modernos têm um volume cerebral cerca de 30% maior do que os lobos antigos. Eles também observaram que essa diferença não se deve apenas ao tamanho corporal, mas sim a uma expansão específica das regiões cerebrais relacionadas à cognição social.

    A hipótese dos cientistas é que os cães se adaptaram ao convívio com os humanos, desenvolvendo habilidades como reconhecer emoções, seguir comandos e cooperar. Essas capacidades exigem mais processamento cerebral, o que pode ter levado ao aumento do órgão. Além disso, os cães podem ter se beneficiado da seleção artificial feita pelos humanos, que favoreceu os animais mais inteligentes e dóceis.

    O estudo é um exemplo de como a domesticação pode afetar a evolução dos animais, e também de como os cães são seres incríveis e complexos. Se você tem um amigo de quatro patas, saiba que ele tem um cérebro muito especial!

    Fonte: Link.

    Mas qual é a razão por trás desse fenômeno?

    Os pesquisadores analisaram mais de 200 crânios de cães e lobos de diferentes épocas e regiões, e descobriram que os cães modernos têm um volume cerebral cerca de 30% maior do que os lobos antigos. Eles também observaram que essa diferença não se deve apenas ao tamanho corporal, mas sim a uma expansão específica das regiões cerebrais relacionadas à cognição social.

    A hipótese dos cientistas é que os cães se adaptaram ao convívio com os humanos, desenvolvendo habilidades como reconhecer emoções, seguir comandos e cooperar. Essas capacidades exigem mais processamento cerebral, o que pode ter levado ao aumento do órgão. Além disso, os cães podem ter se beneficiado da seleção artificial feita pelos humanos, que favoreceu os animais mais inteligentes e dóceis.

    O estudo é um exemplo de como a domesticação pode afetar a evolução dos animais, e também de como os cães são seres incríveis e complexos. Se você tem um amigo de quatro patas, saiba que ele tem um cérebro muito especial!

    Fonte: Link.

  • Eutanásia: o que é, como é praticada e quais são os argumentos a favor e contra

    Eutanásia: o que é, como é praticada e quais são os argumentos a favor e contra

    A eutanásia é o ato de provocar a morte de uma pessoa que sofre de uma doença incurável ou terminal, com o objetivo de aliviar o seu sofrimento.

    A palavra vem do grego eu (boa) e thanatos (morte), significando “boa morte” ou “morte sem dor”. A eutanásia pode ser classificada em voluntária, quando há o consentimento do paciente, ou involuntária, quando há a decisão de outra pessoa. Também pode ser dividida em ativa, quando se usa um meio para causar a morte, ou passiva, quando se retira ou se omite um tratamento necessário à sobrevivência.

    A eutanásia é um tema polêmico que envolve questões religiosas, éticas, jurídicas e sociais. Alguns países permitem a prática da eutanásia sob certas condições, como a Bélgica, a Holanda e a Suíça. Outros proíbem ou não têm uma legislação específica sobre o assunto, como o Brasil. Os argumentos a favor da eutanásia defendem o direito de escolha do indivíduo sobre a sua vida e morte, o respeito à sua autonomia e dignidade, e a compaixão diante do seu sofrimento.

    Os argumentos contra a eutanásia afirmam que a vida é sagrada e inviolável, que a eutanásia pode ser abusada ou mal aplicada, que há alternativas como os cuidados paliativos e que a eutanásia pode desvalorizar a vida humana.

    A palavra vem do grego eu (boa) e thanatos (morte), significando “boa morte” ou “morte sem dor”. A eutanásia pode ser classificada em voluntária, quando há o consentimento do paciente, ou involuntária, quando há a decisão de outra pessoa. Também pode ser dividida em ativa, quando se usa um meio para causar a morte, ou passiva, quando se retira ou se omite um tratamento necessário à sobrevivência.

    A eutanásia é um tema polêmico que envolve questões religiosas, éticas, jurídicas e sociais. Alguns países permitem a prática da eutanásia sob certas condições, como a Bélgica, a Holanda e a Suíça. Outros proíbem ou não têm uma legislação específica sobre o assunto, como o Brasil. Os argumentos a favor da eutanásia defendem o direito de escolha do indivíduo sobre a sua vida e morte, o respeito à sua autonomia e dignidade, e a compaixão diante do seu sofrimento.

    Os argumentos contra a eutanásia afirmam que a vida é sagrada e inviolável, que a eutanásia pode ser abusada ou mal aplicada, que há alternativas como os cuidados paliativos e que a eutanásia pode desvalorizar a vida humana.

  • Inflação afeta mais os ricos, mas pobres sofrem com alta de alimentos e remédios, aponta Ipea

    Inflação afeta mais os ricos, mas pobres sofrem com alta de alimentos e remédios, aponta Ipea

    A inflação brasileira tem sido mais sentida pelas famílias de maior renda, mas os mais pobres também enfrentam dificuldades com o aumento dos preços de alimentos e medicamentos, segundo um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

    De acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, a variação acumulada em 12 meses até setembro foi de 10,25%, a maior desde fevereiro de 2016. No entanto, esse índice não reflete a realidade de todos os grupos sociais.

    O Ipea calcula mensalmente o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, que mostra como a variação de preços afeta as diferentes camadas da população. O indicador considera seis faixas de renda familiar, desde aquelas com rendimento domiciliar menor que R$ 1.650,50 (renda muito baixa) até aquelas com rendimento domiciliar acima de R$ 16.509,66 (renda alta).

    Segundo o estudo divulgado nesta terça-feira (19), a inflação das famílias de renda alta foi de 11,3% nos 12 meses encerrados em setembro, enquanto a das famílias de renda muito baixa foi de 9%. A principal diferença entre os grupos está na composição da cesta de consumo.

    As famílias mais ricas gastam proporcionalmente mais com itens que tiveram forte alta nos últimos meses, como energia elétrica (21%), gasolina (31%), passagens aéreas (35%) e planos de saúde (8%). Já as famílias mais pobres destinam uma parcela maior da renda para alimentos (19%) e medicamentos (4%), que também subiram acima da média do IPCA.

    O Ipea destaca que os alimentos têm um peso maior na inflação dos mais pobres porque eles consomem mais produtos in natura e semielaborados, como arroz, feijão, carnes, leite e ovos, que sofreram pressão de custos e demanda. Já os mais ricos consomem mais alimentos fora do domicílio e produtos industrializados, que tiveram reajustes menores.

    Além disso, os medicamentos também pesaram mais no bolso dos mais pobres, principalmente por causa do aumento dos preços dos remédios para doenças respiratórias e cardiovasculares. O Ipea ressalta que esses grupos são mais vulneráveis à pandemia de Covid-19 e dependem mais do Sistema Único de Saúde (SUS).

    Para os próximos meses, o Ipea prevê que a inflação continue sendo maior para as famílias de maior renda, em função do cenário de escassez hídrica, que encarece a energia elétrica, e da valorização do dólar, que afeta os preços dos combustíveis e dos bens industriais.

    De acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, a variação acumulada em 12 meses até setembro foi de 10,25%, a maior desde fevereiro de 2016. No entanto, esse índice não reflete a realidade de todos os grupos sociais.

    O Ipea calcula mensalmente o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, que mostra como a variação de preços afeta as diferentes camadas da população. O indicador considera seis faixas de renda familiar, desde aquelas com rendimento domiciliar menor que R$ 1.650,50 (renda muito baixa) até aquelas com rendimento domiciliar acima de R$ 16.509,66 (renda alta).

    Segundo o estudo divulgado nesta terça-feira (19), a inflação das famílias de renda alta foi de 11,3% nos 12 meses encerrados em setembro, enquanto a das famílias de renda muito baixa foi de 9%. A principal diferença entre os grupos está na composição da cesta de consumo.

    As famílias mais ricas gastam proporcionalmente mais com itens que tiveram forte alta nos últimos meses, como energia elétrica (21%), gasolina (31%), passagens aéreas (35%) e planos de saúde (8%). Já as famílias mais pobres destinam uma parcela maior da renda para alimentos (19%) e medicamentos (4%), que também subiram acima da média do IPCA.

    O Ipea destaca que os alimentos têm um peso maior na inflação dos mais pobres porque eles consomem mais produtos in natura e semielaborados, como arroz, feijão, carnes, leite e ovos, que sofreram pressão de custos e demanda. Já os mais ricos consomem mais alimentos fora do domicílio e produtos industrializados, que tiveram reajustes menores.

    Além disso, os medicamentos também pesaram mais no bolso dos mais pobres, principalmente por causa do aumento dos preços dos remédios para doenças respiratórias e cardiovasculares. O Ipea ressalta que esses grupos são mais vulneráveis à pandemia de Covid-19 e dependem mais do Sistema Único de Saúde (SUS).

    Para os próximos meses, o Ipea prevê que a inflação continue sendo maior para as famílias de maior renda, em função do cenário de escassez hídrica, que encarece a energia elétrica, e da valorização do dólar, que afeta os preços dos combustíveis e dos bens industriais.

  • FMI elogia planos fiscais do Brasil, mas pede mais ações para reduzir dívida pública

    FMI elogia planos fiscais do Brasil, mas pede mais ações para reduzir dívida pública

    O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou nesta terça-feira (16) um relatório sobre a economia brasileira, no qual afirmou que apoia “fortemente” os planos do governo na área fiscal, mas recomendou esforços “mais ambiciosos” com efeitos além de 2026 para endereçar a queda da dívida pública.

    Segundo o FMI, o novo marco fiscal apresentado pelo governo ao Congresso é um passo importante para reforçar o arcabouço fiscal e ampliar a base tributária. No entanto, o órgão alertou que é preciso enfrentar a rigidez dos gastos e proporcionar flexibilidade para atender novos gastos prioritários.

    O FMI também destacou as previsões para o crescimento da economia brasileira nos próximos anos. Após alta de 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2022, o órgão estima avanço de 1,3% neste ano, e 1,4% em 2024. O crescimento deve ganhar força a partir do próximo ano e chegar a 2% no médio prazo.

    Em relação à inflação, o FMI reconheceu que a variação de preços diminuiu rapidamente em relação ao pico atingido no ano passado, mas destacou que o núcleo da inflação continua alto, e que as expectativas passaram a subir de forma gradual. Para o FMI, a inflação brasileira deve convergir para a meta apenas em meados de 2025.

    O relatório ainda apontou os riscos de deterioração da conjuntura econômica brasileira, mas ressaltou os fortes amortecedores que ajudam a resiliência da economia, como a solidez do sistema financeiro, elevadas disponibilidades de caixa e um nível adequado de reservas internacionais.

    Segundo o FMI, o novo marco fiscal apresentado pelo governo ao Congresso é um passo importante para reforçar o arcabouço fiscal e ampliar a base tributária. No entanto, o órgão alertou que é preciso enfrentar a rigidez dos gastos e proporcionar flexibilidade para atender novos gastos prioritários.

    O FMI também destacou as previsões para o crescimento da economia brasileira nos próximos anos. Após alta de 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2022, o órgão estima avanço de 1,3% neste ano, e 1,4% em 2024. O crescimento deve ganhar força a partir do próximo ano e chegar a 2% no médio prazo.

    Em relação à inflação, o FMI reconheceu que a variação de preços diminuiu rapidamente em relação ao pico atingido no ano passado, mas destacou que o núcleo da inflação continua alto, e que as expectativas passaram a subir de forma gradual. Para o FMI, a inflação brasileira deve convergir para a meta apenas em meados de 2025.

    O relatório ainda apontou os riscos de deterioração da conjuntura econômica brasileira, mas ressaltou os fortes amortecedores que ajudam a resiliência da economia, como a solidez do sistema financeiro, elevadas disponibilidades de caixa e um nível adequado de reservas internacionais.

  • Variante genética protege contra Alzheimer, aponta estudo

    Variante genética protege contra Alzheimer, aponta estudo

    Um estudo internacional liderado por pesquisadores da Harvard Medical School identificou uma nova variante genética que protege contra a doença de Alzheimer.

    O estudo, publicado na revista Nature Medicine, detalha o caso de um paciente com predisposição genética para desenvolver Alzheimer precoce. Apesar do alto risco, o paciente permaneceu cognitivamente intacto até os 60 anos.

    A nova variante ocorre em um gene diferente da variante genética de outro indivíduo da mesma família, cujo caso foi relatado em 2019. Mas a nova variante aponta para uma via comum da doença. As descobertas da equipe também indicam uma região do cérebro que pode ser um alvo ótimo para tratamentos futuros.

    A variante genética encontrada se chama Reelin-COLBOS e aumenta a função da proteína Reelin, que regula o desenvolvimento e a função das células cerebrais. A Reelin compete com a proteína APOE, que está fortemente implicada no Alzheimer, para se ligar aos mesmos receptores celulares. Quando a Reelin se liga ao receptor, diminui a ativação da tau, uma proteína que forma emaranhados patológicos nos cérebros com Alzheimer. Quando a APOE se liga ao receptor, tem o efeito oposto.

    Os pesquisadores observaram que o paciente tinha uma alta carga de placas de beta-amiloide no cérebro, mas tinha muito pouca patologia de tau em uma região chamada córtex entorrinal, que desempenha um papel crítico na memória e na aprendizagem. Estudos em camundongos também mostraram que a variante Reelin-COLBOS protegia contra a patologia de tau.

    “O caso indica que a região entorrinal pode representar um alvo minúsculo que é crítico para a proteção contra a demência”, disse Yakeel Quiroz, co-autor sênior do estudo.

    Os pesquisadores esperam que o estudo abra novas possibilidades de tratamento para o Alzheimer, já que os casos protegidos mostraram ter níveis extremamente altos de amiloide em seus cérebros, mas foram protegidos.

    “Esses casos extraordinários nos ensinam o que é importante quando se trata de proteção e desafiam muitas das suposições do campo sobre o Alzheimer e sua progressão”, disse Joseph Arboleda-Velasquez, co-autor sênior do estudo.

    Fonte: Link.

    O estudo, publicado na revista Nature Medicine, detalha o caso de um paciente com predisposição genética para desenvolver Alzheimer precoce. Apesar do alto risco, o paciente permaneceu cognitivamente intacto até os 60 anos.

    A nova variante ocorre em um gene diferente da variante genética de outro indivíduo da mesma família, cujo caso foi relatado em 2019. Mas a nova variante aponta para uma via comum da doença. As descobertas da equipe também indicam uma região do cérebro que pode ser um alvo ótimo para tratamentos futuros.

    A variante genética encontrada se chama Reelin-COLBOS e aumenta a função da proteína Reelin, que regula o desenvolvimento e a função das células cerebrais. A Reelin compete com a proteína APOE, que está fortemente implicada no Alzheimer, para se ligar aos mesmos receptores celulares. Quando a Reelin se liga ao receptor, diminui a ativação da tau, uma proteína que forma emaranhados patológicos nos cérebros com Alzheimer. Quando a APOE se liga ao receptor, tem o efeito oposto.

    Os pesquisadores observaram que o paciente tinha uma alta carga de placas de beta-amiloide no cérebro, mas tinha muito pouca patologia de tau em uma região chamada córtex entorrinal, que desempenha um papel crítico na memória e na aprendizagem. Estudos em camundongos também mostraram que a variante Reelin-COLBOS protegia contra a patologia de tau.

    “O caso indica que a região entorrinal pode representar um alvo minúsculo que é crítico para a proteção contra a demência”, disse Yakeel Quiroz, co-autor sênior do estudo.

    Os pesquisadores esperam que o estudo abra novas possibilidades de tratamento para o Alzheimer, já que os casos protegidos mostraram ter níveis extremamente altos de amiloide em seus cérebros, mas foram protegidos.

    “Esses casos extraordinários nos ensinam o que é importante quando se trata de proteção e desafiam muitas das suposições do campo sobre o Alzheimer e sua progressão”, disse Joseph Arboleda-Velasquez, co-autor sênior do estudo.

    Fonte: Link.

  • Fiocruz e Funed obtêm registro da Anvisa para produzir vacina contra meningite

    Fiocruz e Funed obtêm registro da Anvisa para produzir vacina contra meningite

    A meningite é uma doença grave que pode causar sequelas e até a morte. Para prevenir essa infecção, o Brasil conta com o Programa Nacional de Imunizações (PNI), que oferece vacinas gratuitas para a população.

    Uma delas é a vacina meningocócica ACWY conjugada, que protege contra os quatro principais tipos de meningite bacteriana.

    Essa vacina é recomendada para adolescentes de 11 a 14 anos de idade, que são os mais propensos a transmitir a bactéria causadora da doença. Até então, o Brasil dependia da importação dessa vacina de uma farmacêutica estrangeira. Mas isso está prestes a mudar.

    Duas instituições públicas brasileiras, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) e a Fundação Ezequiel Dias (Funed), acabam de receber o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a produção nacional da vacina meningocócica ACWY conjugada. O registro é fruto de uma parceria entre as duas instituições e a farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK), que detém a tecnologia do imunizante.

    Essa parceria visa garantir o abastecimento do PNI com a vacina e reduzir a dependência de insumos internacionais. Além disso, fortalece o Complexo Econômico Industrial da Saúde (Ceis) e o Sistema Único de Saúde (SUS) do país. A transferência de tecnologia será feita em quatro etapas, até que as instituições nacionais possam produzir o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) da vacina.

    Esse é mais um passo na estratégia da Fiocruz de atualizar e ampliar seu portfólio de vacinas, em consonância com as prioridades do Ministério da Saúde. A Funed também se beneficia com o acordo, pois aumenta sua capacidade de produção de produtos biológicos, especialmente no campo das meningites. A GSK, por sua vez, reforça seu compromisso com a saúde pública brasileira, fornecendo imunizantes para o PNI há mais de 30 anos.

    A vacinação é uma das principais estratégias de prevenção de doenças e promoção da saúde. Com essa iniciativa, o Brasil avança na busca pela autossuficiência nacional na área da saúde e pelo acesso à imunização para todos.

    Fonte: Link.

    Uma delas é a vacina meningocócica ACWY conjugada, que protege contra os quatro principais tipos de meningite bacteriana.

    Essa vacina é recomendada para adolescentes de 11 a 14 anos de idade, que são os mais propensos a transmitir a bactéria causadora da doença. Até então, o Brasil dependia da importação dessa vacina de uma farmacêutica estrangeira. Mas isso está prestes a mudar.

    Duas instituições públicas brasileiras, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) e a Fundação Ezequiel Dias (Funed), acabam de receber o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a produção nacional da vacina meningocócica ACWY conjugada. O registro é fruto de uma parceria entre as duas instituições e a farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK), que detém a tecnologia do imunizante.

    Essa parceria visa garantir o abastecimento do PNI com a vacina e reduzir a dependência de insumos internacionais. Além disso, fortalece o Complexo Econômico Industrial da Saúde (Ceis) e o Sistema Único de Saúde (SUS) do país. A transferência de tecnologia será feita em quatro etapas, até que as instituições nacionais possam produzir o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) da vacina.

    Esse é mais um passo na estratégia da Fiocruz de atualizar e ampliar seu portfólio de vacinas, em consonância com as prioridades do Ministério da Saúde. A Funed também se beneficia com o acordo, pois aumenta sua capacidade de produção de produtos biológicos, especialmente no campo das meningites. A GSK, por sua vez, reforça seu compromisso com a saúde pública brasileira, fornecendo imunizantes para o PNI há mais de 30 anos.

    A vacinação é uma das principais estratégias de prevenção de doenças e promoção da saúde. Com essa iniciativa, o Brasil avança na busca pela autossuficiência nacional na área da saúde e pelo acesso à imunização para todos.

    Fonte: Link.

  • Como o Brasil pode se destacar na indústria espacial

    Como o Brasil pode se destacar na indústria espacial

    A indústria espacial é um dos setores que mais cresce no mundo, movimentando bilhões de dólares e gerando novas oportunidades de negócios.

    Mas qual é o papel do Brasil nesse cenário? Como o país pode aproveitar seu potencial e se tornar um líder na América Latina e no mundo?

    Segundo uma matéria da Forbes, o Brasil tem destaque em um segmento específico da indústria espacial: o de satélites. O país já enviou ao espaço o satélite Amazonia-1, o primeiro de observação da Terra projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil. Além disso, o país possui uma localização privilegiada e condições atmosféricas favoráveis para lançamentos espaciais.

    No entanto, o Brasil ainda enfrenta desafios como infraestrutura, manutenção de equipamentos e legislação. Para superá-los, é preciso investir em educação, pesquisa, inovação e parcerias entre instituições, governos e empresas. Também é necessário ampliar as discussões e a presença brasileira no setor espacial, abrangendo não apenas as comunicações, localização e monitoramento do meio ambiente, mas também segmentos como mineração, nutrição, medicina, turismo, logística, direito, seguros, entre outros.

    O SpaceShowBR 2023 foi um evento que reuniu diversos atores do setor espacial brasileiro para debater sobre os desafios e as oportunidades da exploração espacial e dos novos negócios. O evento contou com o apoio institucional da Agência Espacial Brasileira (AEB) e da Associação Espacial e Cibernética da América Latina.

    O Brasil tem muito a contribuir e a ganhar com a indústria espacial. Com planejamento, cooperação e visão de futuro, o país pode se posicionar como um dos grandes expoentes do setor e gerar benefícios para a sociedade e para a economia.

    Mas qual é o papel do Brasil nesse cenário? Como o país pode aproveitar seu potencial e se tornar um líder na América Latina e no mundo?

    Segundo uma matéria da Forbes, o Brasil tem destaque em um segmento específico da indústria espacial: o de satélites. O país já enviou ao espaço o satélite Amazonia-1, o primeiro de observação da Terra projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil. Além disso, o país possui uma localização privilegiada e condições atmosféricas favoráveis para lançamentos espaciais.

    No entanto, o Brasil ainda enfrenta desafios como infraestrutura, manutenção de equipamentos e legislação. Para superá-los, é preciso investir em educação, pesquisa, inovação e parcerias entre instituições, governos e empresas. Também é necessário ampliar as discussões e a presença brasileira no setor espacial, abrangendo não apenas as comunicações, localização e monitoramento do meio ambiente, mas também segmentos como mineração, nutrição, medicina, turismo, logística, direito, seguros, entre outros.

    O SpaceShowBR 2023 foi um evento que reuniu diversos atores do setor espacial brasileiro para debater sobre os desafios e as oportunidades da exploração espacial e dos novos negócios. O evento contou com o apoio institucional da Agência Espacial Brasileira (AEB) e da Associação Espacial e Cibernética da América Latina.

    O Brasil tem muito a contribuir e a ganhar com a indústria espacial. Com planejamento, cooperação e visão de futuro, o país pode se posicionar como um dos grandes expoentes do setor e gerar benefícios para a sociedade e para a economia.

  • Como o imposto sobre operações interestaduais afeta o ecommerce no Brasil

    Como o imposto sobre operações interestaduais afeta o ecommerce no Brasil

    O ecommerce no Brasil enfrenta um novo desafio em 2023: o retorno do Difal ICMS, um imposto que incide sobre as vendas online entre estados diferentes.

    Esse imposto foi criado em 2015 para equilibrar a arrecadação entre os estados de origem e destino das mercadorias, mas foi suspenso em 2021 por falta de uma lei complementar que o regulamentasse. Em janeiro de 2022, essa lei foi publicada e passou a valer no início de 2023.

    O Difal ICMS tem um impacto direto nos preços dos produtos vendidos pela internet, pois aumenta o custo das operações interestaduais. Isso significa que os consumidores podem pagar mais caro pelos mesmos produtos que comprariam nas lojas físicas, dependendo do estado onde moram.

    Um exemplo de empresa que está sendo afetada pelo Difal ICMS é o Magazine Luiza, uma das maiores varejistas do país. Em uma teleconferência de resultados, o diretor-presidente da companhia, Frederico Trajano, disse que os preços das lojas físicas devem se tornar mais atrativos se comparados aos do ecommerce. Ele afirmou que isso acontecerá porque o retorno do imposto força o repasse de preços ao consumidor para as compras online.

    Trajano disse que esse repasse está abaixo dos concorrentes, mas que ainda assim pode prejudicar as vendas online da empresa, que superaram as das lojas físicas pela primeira vez no primeiro trimestre de 2023. Ele também disse que a reintrodução do imposto contribuiu para o aumento do prejuízo da companhia no período, que foi de R$ 391,2 milhões.

    O Difal ICMS ainda é alvo de disputa judicial entre os estados e as empresas, que divergem sobre quando a cobrança deve começar. Os estados defendem que seja em 2022, enquanto as empresas querem que seja em 2023. Enquanto isso, os consumidores e os varejistas online precisam se adaptar à nova realidade tributária do país.

    Esse imposto foi criado em 2015 para equilibrar a arrecadação entre os estados de origem e destino das mercadorias, mas foi suspenso em 2021 por falta de uma lei complementar que o regulamentasse. Em janeiro de 2022, essa lei foi publicada e passou a valer no início de 2023.

    O Difal ICMS tem um impacto direto nos preços dos produtos vendidos pela internet, pois aumenta o custo das operações interestaduais. Isso significa que os consumidores podem pagar mais caro pelos mesmos produtos que comprariam nas lojas físicas, dependendo do estado onde moram.

    Um exemplo de empresa que está sendo afetada pelo Difal ICMS é o Magazine Luiza, uma das maiores varejistas do país. Em uma teleconferência de resultados, o diretor-presidente da companhia, Frederico Trajano, disse que os preços das lojas físicas devem se tornar mais atrativos se comparados aos do ecommerce. Ele afirmou que isso acontecerá porque o retorno do imposto força o repasse de preços ao consumidor para as compras online.

    Trajano disse que esse repasse está abaixo dos concorrentes, mas que ainda assim pode prejudicar as vendas online da empresa, que superaram as das lojas físicas pela primeira vez no primeiro trimestre de 2023. Ele também disse que a reintrodução do imposto contribuiu para o aumento do prejuízo da companhia no período, que foi de R$ 391,2 milhões.

    O Difal ICMS ainda é alvo de disputa judicial entre os estados e as empresas, que divergem sobre quando a cobrança deve começar. Os estados defendem que seja em 2022, enquanto as empresas querem que seja em 2023. Enquanto isso, os consumidores e os varejistas online precisam se adaptar à nova realidade tributária do país.

  • Adoçantes artificiais fazem mal à saúde? Veja o que diz a OMS

    Adoçantes artificiais fazem mal à saúde? Veja o que diz a OMS

    Você costuma usar adoçante no lugar do açúcar para tentar emagrecer ou evitar o diabetes? Se sim, você pode estar cometendo um engano. Segundo uma nova diretriz da Organização Mundial de Saúde (OMS), os adoçantes artificiais devem ser usados apenas por quem já tem diabetes e em quantidades mínimas.

    A OMS analisou uma série de estudos sobre os efeitos dos adoçantes artificiais na saúde e concluiu que eles não ajudam a emagrecer nem a prevenir o diabetes. Pelo contrário, eles podem aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, além de reduzir a expectativa de vida.

    Os adoçantes artificiais são substâncias químicas que imitam o sabor do açúcar, mas sem fornecer calorias ou nutrientes. Eles são encontrados em diversos produtos industrializados, como refrigerantes, sucos, balas, bolos e biscoitos. Entre os mais comuns estão o acesulfame K, aspartame, advantame, ciclamatos, neotame, sacarina, sucralose, estévia e seus derivados.

    Segundo Francesco Branca, diretor de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS, as pessoas deveriam reduzir o consumo de açúcares livres (aqueles que são adicionados aos alimentos ou bebidas) e optar por alimentos com açúcares naturais, como frutas, ou alimentos e bebidas sem açúcar.

    “Adoçantes artificiais não são fatores dietéticos essenciais e não têm valor nutricional. As pessoas devem reduzir completamente a doçura da dieta, começando cedo na vida, para melhorar sua saúde”, afirma o especialista.

    A recomendação da OMS é que os adultos consumam no máximo 25 gramas de açúcar por dia (o equivalente a seis colheres de chá). Já os adoçantes artificiais devem ser usados com moderação e apenas por quem tem diabetes diagnosticado.

    Para Levimar Araújo, presidente do departamento de Diabetes Mellitus da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a posição da OMS vai ao encontro do que os médicos já observam há algum tempo.

    “O estudo chama a atenção de que a gente deve reduzir ao máximo tanto a quantidade de açúcar quanto de alimentos artificiais no dia a dia, utilizando-os o mínimo possível”, diz o especialista. “O que a gente vê por aí são pessoas que substituem o açúcar pelo adoçante, mas continuam consumindo alimentos extremamente açucarados, com excesso de adoçante que, por ser um produto químico, também faz mal à saúde quando usado em excesso”, completa.

    Segundo o médico, as pessoas devem olhar para seus hábitos alimentares de maneira ampla, buscando comer mais alimentos naturais e em composições equilibradas. Ou seja, além de evitar adoçar o cafezinho com açúcar ou adoçante, deve-se prestar atenção aos rótulos de alimentos industrializados que são ricos em adoçantes químicos artificiais.

    Fonte: Link.

    A OMS analisou uma série de estudos sobre os efeitos dos adoçantes artificiais na saúde e concluiu que eles não ajudam a emagrecer nem a prevenir o diabetes. Pelo contrário, eles podem aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, além de reduzir a expectativa de vida.

    Os adoçantes artificiais são substâncias químicas que imitam o sabor do açúcar, mas sem fornecer calorias ou nutrientes. Eles são encontrados em diversos produtos industrializados, como refrigerantes, sucos, balas, bolos e biscoitos. Entre os mais comuns estão o acesulfame K, aspartame, advantame, ciclamatos, neotame, sacarina, sucralose, estévia e seus derivados.

    Segundo Francesco Branca, diretor de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS, as pessoas deveriam reduzir o consumo de açúcares livres (aqueles que são adicionados aos alimentos ou bebidas) e optar por alimentos com açúcares naturais, como frutas, ou alimentos e bebidas sem açúcar.

    “Adoçantes artificiais não são fatores dietéticos essenciais e não têm valor nutricional. As pessoas devem reduzir completamente a doçura da dieta, começando cedo na vida, para melhorar sua saúde”, afirma o especialista.

    A recomendação da OMS é que os adultos consumam no máximo 25 gramas de açúcar por dia (o equivalente a seis colheres de chá). Já os adoçantes artificiais devem ser usados com moderação e apenas por quem tem diabetes diagnosticado.

    Para Levimar Araújo, presidente do departamento de Diabetes Mellitus da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a posição da OMS vai ao encontro do que os médicos já observam há algum tempo.

    “O estudo chama a atenção de que a gente deve reduzir ao máximo tanto a quantidade de açúcar quanto de alimentos artificiais no dia a dia, utilizando-os o mínimo possível”, diz o especialista. “O que a gente vê por aí são pessoas que substituem o açúcar pelo adoçante, mas continuam consumindo alimentos extremamente açucarados, com excesso de adoçante que, por ser um produto químico, também faz mal à saúde quando usado em excesso”, completa.

    Segundo o médico, as pessoas devem olhar para seus hábitos alimentares de maneira ampla, buscando comer mais alimentos naturais e em composições equilibradas. Ou seja, além de evitar adoçar o cafezinho com açúcar ou adoçante, deve-se prestar atenção aos rótulos de alimentos industrializados que são ricos em adoçantes químicos artificiais.

    Fonte: Link.

  • Petrobras reduz preço dos combustíveis após mudança na política de paridade internacional

    Petrobras reduz preço dos combustíveis após mudança na política de paridade internacional

    A política de paridade internacional de preços da Petrobras é uma forma de definir o valor dos combustíveis vendidos pela estatal com base nos preços praticados no mercado internacional, considerando também o câmbio e os custos de importação.

    Essa política foi adotada em 2016, com o objetivo de evitar prejuízos para a Petrobras e aumentar a competitividade do setor. Porém, ela também gerou críticas e insatisfação de consumidores, caminhoneiros e políticos, que reclamavam dos frequentes reajustes e da alta dos preços nas bombas.

    Por isso, a Petrobras anunciou o fim da política de paridade internacional e a adoção de uma nova diretriz para a formação de preços dos combustíveis, que busca equilibrar os interesses da empresa, dos acionistas e da sociedade.

    A Petrobras espera reduzir os preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha nas refinarias. A última redução foi anunciada nesta terça-feira (16), quando o presidente da estatal, Jean Paul Prates, informou que o preço do litro da gasolina ficará R$ 0,40 mais barato a partir de amanhã. O diesel e o gás também terão quedas de R$ 0,44 e R$ 8,97, respectivamente.

    Mas o que isso significa para você, consumidor? Bom, em primeiro lugar, é importante lembrar que o preço nas refinarias não é o mesmo que o preço nas bombas. O valor final dos combustíveis depende também de impostos e das margens de lucro de distribuidoras e revendedores. Além disso, há outros fatores que influenciam os preços, como a demanda, a oferta e a concorrência.

    Portanto, não é possível afirmar que a redução nas refinarias vai chegar integralmente ao bolso do consumidor. Mas é provável que haja algum impacto positivo, já que a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será menor. Segundo a estatal, considerando as misturas obrigatórias de etanol na gasolina e de biodiesel no diesel, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,96 para R$ 2,81 na gasolina e de R$ 4,40 para R$ 4,04 no diesel. Já no caso do gás de cozinha, a parcela da Petrobras passará de R$ 46 para R$ 37 por botijão.

    Em resumo, a redução dos preços dos combustíveis pela Petrobras é uma boa notícia para os consumidores, mas não garante uma queda imediata ou proporcional nas bombas. Por isso, é importante pesquisar os preços antes de abastecer ou comprar o gás e ficar atento às variações do mercado.

    Essa política foi adotada em 2016, com o objetivo de evitar prejuízos para a Petrobras e aumentar a competitividade do setor. Porém, ela também gerou críticas e insatisfação de consumidores, caminhoneiros e políticos, que reclamavam dos frequentes reajustes e da alta dos preços nas bombas.

    Por isso, a Petrobras anunciou o fim da política de paridade internacional e a adoção de uma nova diretriz para a formação de preços dos combustíveis, que busca equilibrar os interesses da empresa, dos acionistas e da sociedade.

    A Petrobras espera reduzir os preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha nas refinarias. A última redução foi anunciada nesta terça-feira (16), quando o presidente da estatal, Jean Paul Prates, informou que o preço do litro da gasolina ficará R$ 0,40 mais barato a partir de amanhã. O diesel e o gás também terão quedas de R$ 0,44 e R$ 8,97, respectivamente.

    Mas o que isso significa para você, consumidor? Bom, em primeiro lugar, é importante lembrar que o preço nas refinarias não é o mesmo que o preço nas bombas. O valor final dos combustíveis depende também de impostos e das margens de lucro de distribuidoras e revendedores. Além disso, há outros fatores que influenciam os preços, como a demanda, a oferta e a concorrência.

    Portanto, não é possível afirmar que a redução nas refinarias vai chegar integralmente ao bolso do consumidor. Mas é provável que haja algum impacto positivo, já que a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será menor. Segundo a estatal, considerando as misturas obrigatórias de etanol na gasolina e de biodiesel no diesel, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,96 para R$ 2,81 na gasolina e de R$ 4,40 para R$ 4,04 no diesel. Já no caso do gás de cozinha, a parcela da Petrobras passará de R$ 46 para R$ 37 por botijão.

    Em resumo, a redução dos preços dos combustíveis pela Petrobras é uma boa notícia para os consumidores, mas não garante uma queda imediata ou proporcional nas bombas. Por isso, é importante pesquisar os preços antes de abastecer ou comprar o gás e ficar atento às variações do mercado.