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  • SpiN-Tec: a vacina 100% nacional que pode reforçar a imunidade contra novas variantes da Covid-19

    SpiN-Tec: a vacina 100% nacional que pode reforçar a imunidade contra novas variantes da Covid-19

    A pandemia da Covid-19 ainda não acabou e a busca por vacinas eficazes e seguras continua. Uma das apostas é a SpiN-Tec, uma vacina desenvolvida por pesquisadores da UFMG e da Fiocruz, que é a primeira 100% nacional, pois não depende de tecnologias ou insumos de outros países.

    A SpiN-Tec já concluiu a primeira fase de testes clínicos em humanos, com resultados positivos de segurança e potencial imunogênico. A vacina usa um sistema de nanopartículas que carregam fragmentos do vírus Sars-CoV-2 e estimulam a resposta imune celular, que é capaz de combater as variantes do vírus.

    A segunda fase dos testes deve começar em junho e terá como foco verificar o nível de anticorpos e linfócitos produzidos pela vacina. Os voluntários serão pessoas que já receberam as duas doses iniciais de outras vacinas, como CoronaVac ou AstraZeneca, e receberão uma dose de reforço da SpiN-Tec ou de Pfizer ou AstraZeneca.

    A ideia é que a SpiN-Tec possa ser usada como uma terceira dose para aumentar a proteção contra a Covid-19, especialmente contra as novas variantes que podem escapar dos anticorpos neutralizantes. Segundo o coordenador dos testes clínicos da vacina, Helton Santiago, a SpiN-Tec tem o diferencial de focar na imunidade celular, que é a que segura a infecção e a deixa leve.

    A expectativa é que a vacina possa ser aprovada pela Anvisa até o final do ano e entrar em produção em 2024. A SpiN-Tec é uma das quatro candidatas brasileiras à vacina contra a Covid-19 que estão em fase clínica, junto com a ButanVac, a Versamune e a Zydus Cadila.

    A SpiN-Tec já concluiu a primeira fase de testes clínicos em humanos, com resultados positivos de segurança e potencial imunogênico. A vacina usa um sistema de nanopartículas que carregam fragmentos do vírus Sars-CoV-2 e estimulam a resposta imune celular, que é capaz de combater as variantes do vírus.

    A segunda fase dos testes deve começar em junho e terá como foco verificar o nível de anticorpos e linfócitos produzidos pela vacina. Os voluntários serão pessoas que já receberam as duas doses iniciais de outras vacinas, como CoronaVac ou AstraZeneca, e receberão uma dose de reforço da SpiN-Tec ou de Pfizer ou AstraZeneca.

    A ideia é que a SpiN-Tec possa ser usada como uma terceira dose para aumentar a proteção contra a Covid-19, especialmente contra as novas variantes que podem escapar dos anticorpos neutralizantes. Segundo o coordenador dos testes clínicos da vacina, Helton Santiago, a SpiN-Tec tem o diferencial de focar na imunidade celular, que é a que segura a infecção e a deixa leve.

    A expectativa é que a vacina possa ser aprovada pela Anvisa até o final do ano e entrar em produção em 2024. A SpiN-Tec é uma das quatro candidatas brasileiras à vacina contra a Covid-19 que estão em fase clínica, junto com a ButanVac, a Versamune e a Zydus Cadila.

  • Governo sanciona fonte de recursos para piso salarial da enfermagem: o que isso significa?

    Governo sanciona fonte de recursos para piso salarial da enfermagem: o que isso significa?

    No Dia Internacional da Enfermagem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a Lei 14.581/23 que garante o pagamento do piso nacional da enfermagem em todo o país.

    A medida atende a uma exigência do Supremo Tribunal Federal (STF), que havia suspendido o pagamento do piso em setembro de 2022.

    O piso salarial da enfermagem foi aprovado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em agosto de 2022, após uma longa mobilização da categoria, que reivindicava melhores condições de trabalho e remuneração. A lei estabelece que os enfermeiros devem receber pelo menos R$ 4.750 por mês; os técnicos de enfermagem, R$ 3.325; e os auxiliares de enfermagem e parteiras, R$ 2.375.

    Para garantir o cumprimento da lei, o governo federal abriu um crédito especial de R$ 7,3 bilhões no orçamento do Fundo Nacional de Saúde e regulamentou os repasses para estados e municípios. Segundo o Conselho Federal de Enfermagem, existem atualmente 2,8 milhões de profissionais do setor no Brasil, entre enfermeiros, auxiliares de enfermagem e técnicos de enfermagem. Além de 60 mil parteiras, que ajudam em 450 mil partos por ano, sendo 20% na área rural.

    A sanção da lei é uma vitória para a enfermagem brasileira, que desempenha um papel fundamental na saúde pública e no enfrentamento da pandemia de Covid-19. O piso salarial reconhece a importância e a qualificação desses profissionais, que merecem respeito e valorização.

    A medida atende a uma exigência do Supremo Tribunal Federal (STF), que havia suspendido o pagamento do piso em setembro de 2022.

    O piso salarial da enfermagem foi aprovado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em agosto de 2022, após uma longa mobilização da categoria, que reivindicava melhores condições de trabalho e remuneração. A lei estabelece que os enfermeiros devem receber pelo menos R$ 4.750 por mês; os técnicos de enfermagem, R$ 3.325; e os auxiliares de enfermagem e parteiras, R$ 2.375.

    Para garantir o cumprimento da lei, o governo federal abriu um crédito especial de R$ 7,3 bilhões no orçamento do Fundo Nacional de Saúde e regulamentou os repasses para estados e municípios. Segundo o Conselho Federal de Enfermagem, existem atualmente 2,8 milhões de profissionais do setor no Brasil, entre enfermeiros, auxiliares de enfermagem e técnicos de enfermagem. Além de 60 mil parteiras, que ajudam em 450 mil partos por ano, sendo 20% na área rural.

    A sanção da lei é uma vitória para a enfermagem brasileira, que desempenha um papel fundamental na saúde pública e no enfrentamento da pandemia de Covid-19. O piso salarial reconhece a importância e a qualificação desses profissionais, que merecem respeito e valorização.

  • Deficiência de vitamina D no Brasil já pode ser considerada um problema de saúde pública

    Deficiência de vitamina D no Brasil já pode ser considerada um problema de saúde pública

    A maioria dos brasileiros tem deficiência ou insuficiência de vitamina D. Essa é a conclusão de um estudo realizado por pesquisadores da Fiocruz Bahia, que analisou os níveis dessa vitamina em moradores de Salvador, São Paulo e Curitiba durante o verão.

    Os resultados mostraram que a deficiência de vitamina D é um problema de saúde pública no Brasil, com prevalência próxima a países europeus.

    A vitamina D é essencial para a saúde óssea, muscular e imunológica, pois ajuda na absorção do cálcio e na regulação de vários processos celulares. Sua principal fonte é a exposição solar, mas também pode ser obtida por meio de alimentos ou suplementos. A deficiência dessa vitamina pode causar doenças como osteoporose, raquitismo, fraqueza muscular e infecções.

    O estudo da Fiocruz Bahia avaliou 1.004 doadores de sangue de ambos os sexos em três cidades brasileiras com diferentes latitudes e climas. Os pesquisadores consideraram como deficiência níveis abaixo de 20 ng/mL e como insuficiência níveis abaixo de 30 ng/mL de vitamina D no sangue. Eles também coletaram dados sobre estilo de vida, fatores sociodemográficos e medidas corporais dos participantes.

    Os resultados revelaram que 15,3% dos indivíduos tinham deficiência e 50,9% tinham insuficiência de vitamina D no geral. A prevalência foi maior em São Paulo (20,5% de deficiência e 52,4% de insuficiência) do que em Salvador (12,1% e 47,6%) e Curitiba (12,7% e 52,1%). Além disso, os fatores que se associaram à deficiência de vitamina D foram maior índice de massa corporal (IMC) e maior latitude do local onde o indivíduo vive. Por outro lado, os fatores que se mostraram protetores foram cor da pele branca, maior tempo de exposição solar e uso atual de suplemento dietético.

    Os autores do estudo alertam que a deficiência de vitamina D pode ser pior nas cidades como São Paulo e Curitiba durante o inverno, pois o nível dessa vitamina tende a cair 30% nessa época do ano. Eles também sugerem que os gestores públicos promovam ações para incentivar a população a aumentar a atividade física ao ar livre, principalmente em regiões com alta disponibilidade de sol. Além disso, eles defendem que o Brasil adote uma política de fortificação de alimentos com vitamina D, como ocorre em outros países, para evitar a deficiência dessa vitamina em pessoas saudáveis que vivem nos trópicos.

    Esse foi o primeiro estudo representativo que investigou os níveis de vitamina D em uma população saudável no Brasil. O trabalho foi publicado no Journal of the Endocrine Society e pode contribuir para o conhecimento sobre a epidemiologia da deficiência dessa vitamina no país e suas implicações para a saúde pública.

    Os resultados mostraram que a deficiência de vitamina D é um problema de saúde pública no Brasil, com prevalência próxima a países europeus.

    A vitamina D é essencial para a saúde óssea, muscular e imunológica, pois ajuda na absorção do cálcio e na regulação de vários processos celulares. Sua principal fonte é a exposição solar, mas também pode ser obtida por meio de alimentos ou suplementos. A deficiência dessa vitamina pode causar doenças como osteoporose, raquitismo, fraqueza muscular e infecções.

    O estudo da Fiocruz Bahia avaliou 1.004 doadores de sangue de ambos os sexos em três cidades brasileiras com diferentes latitudes e climas. Os pesquisadores consideraram como deficiência níveis abaixo de 20 ng/mL e como insuficiência níveis abaixo de 30 ng/mL de vitamina D no sangue. Eles também coletaram dados sobre estilo de vida, fatores sociodemográficos e medidas corporais dos participantes.

    Os resultados revelaram que 15,3% dos indivíduos tinham deficiência e 50,9% tinham insuficiência de vitamina D no geral. A prevalência foi maior em São Paulo (20,5% de deficiência e 52,4% de insuficiência) do que em Salvador (12,1% e 47,6%) e Curitiba (12,7% e 52,1%). Além disso, os fatores que se associaram à deficiência de vitamina D foram maior índice de massa corporal (IMC) e maior latitude do local onde o indivíduo vive. Por outro lado, os fatores que se mostraram protetores foram cor da pele branca, maior tempo de exposição solar e uso atual de suplemento dietético.

    Os autores do estudo alertam que a deficiência de vitamina D pode ser pior nas cidades como São Paulo e Curitiba durante o inverno, pois o nível dessa vitamina tende a cair 30% nessa época do ano. Eles também sugerem que os gestores públicos promovam ações para incentivar a população a aumentar a atividade física ao ar livre, principalmente em regiões com alta disponibilidade de sol. Além disso, eles defendem que o Brasil adote uma política de fortificação de alimentos com vitamina D, como ocorre em outros países, para evitar a deficiência dessa vitamina em pessoas saudáveis que vivem nos trópicos.

    Esse foi o primeiro estudo representativo que investigou os níveis de vitamina D em uma população saudável no Brasil. O trabalho foi publicado no Journal of the Endocrine Society e pode contribuir para o conhecimento sobre a epidemiologia da deficiência dessa vitamina no país e suas implicações para a saúde pública.

  • IBGE: Inflação em abril é de 0,61%, influenciada pela alta de remédios

    IBGE: Inflação em abril é de 0,61%, influenciada pela alta de remédios

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 0,61% em abril, 0,10 ponto percentual (p.p.) abaixo do registrado em março (0,71%).

    A alta acumulada da inflação no ano é de 2,72% enquanto nos últimos 12 meses é de 4,18%. Em abril do ano passado, a variação havia sido de 1,06%.

    O resultado foi divulgado nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Segundo o levantamento, todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados apresentaram alta, com destaque para Saúde e cuidados pessoais, que teve o maior impacto (0,19 p.p.) e a maior variação (1,49%).

    “O resultado nesse grupo foi influenciado pela alta nos produtos farmacêuticos, justificada pela autorização do reajuste de até 5,60% nos preços dos medicamentos, a partir de 31 de março”, disse, em nota, o analista da pesquisa, André Almeida.

    Já os preços nos planos de saúde tiveram alta de 1,20%. “Houve incorporação das frações mensais dos reajustes dos planos novos e antigos para o ciclo de 2022 a 2023”, acrescentou o pesquisador.

    Os itens de higiene pessoal apresentaram desaceleração de 0,76% em março para 0,56% em abril, influenciados, principalmente, pelos perfumes (-1,09%).

    Outro grupo que contribuiu para o resultado de abril (com 0,15 p.p.) foi o de alimentação e bebidas, com aceleração de 0,05% em março para 0,71%. A principal colaboração foi da alimentação no domicílio, que havia apresentado deflação no mês anterior (-0,14%) e teve alta de 0,73% em abril. Impactaram os preços do tomate (10,64%), do leite longa vida (4,96%) e do queijo (1,97%).

    Entre os alimentos com preços em queda, destaque para a cebola (-7,01%) e o óleo de soja (-4,44%). Já a alimentação fora do domicílio variou 0,66%, acima da variação de março (0,60%). O lanche desacelerou de 1,09% para 0,93%, enquanto a refeição saiu de 0,41% para 0,51%.

    A inflação no grupo de transportes desacelerou e teve alta de 0,56%, contribuindo com 0,12 p.p. para o IPCA de abril. Em março, a variação havia sido de 2,11%. “Contribuíram para esse resultado a queda de 0,44% dos combustíveis, que haviam registrado alta de 7,01% em março”, afirmou Almeida.

    Apenas o etanol (0,92%) subiu no mês enquanto óleo diesel (-2,25%), gás veicular (-0,83%) e gasolina (-0,52%) tiveram queda nos preços.

    Ainda em Transportes, as passagens aéreas subiram 11,97% em abril, após queda de 5,32% em março, e foram o subitem com maior impacto na inflação geral (0,07 p.p.). Já as tarifas de metrô subiram 1,24%, pressionadas pelo reajuste de 6,15% no Rio de Janeiro a partir do dia 12 de abril. O ônibus urbano teve alta de 1,11%. Os preços dos ônibus intermunicipais caíram 0,25%.

    Em relação aos índices regionais, todas as áreas tiveram alta em abril, com destaque para Campo Grande (0.89%), cujos preços foram pressionados pela energia elétrica residencial (6.11%).

    A alta acumulada da inflação no ano é de 2,72% enquanto nos últimos 12 meses é de 4,18%. Em abril do ano passado, a variação havia sido de 1,06%.

    O resultado foi divulgado nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Segundo o levantamento, todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados apresentaram alta, com destaque para Saúde e cuidados pessoais, que teve o maior impacto (0,19 p.p.) e a maior variação (1,49%).

    “O resultado nesse grupo foi influenciado pela alta nos produtos farmacêuticos, justificada pela autorização do reajuste de até 5,60% nos preços dos medicamentos, a partir de 31 de março”, disse, em nota, o analista da pesquisa, André Almeida.

    Já os preços nos planos de saúde tiveram alta de 1,20%. “Houve incorporação das frações mensais dos reajustes dos planos novos e antigos para o ciclo de 2022 a 2023”, acrescentou o pesquisador.

    Os itens de higiene pessoal apresentaram desaceleração de 0,76% em março para 0,56% em abril, influenciados, principalmente, pelos perfumes (-1,09%).

    Outro grupo que contribuiu para o resultado de abril (com 0,15 p.p.) foi o de alimentação e bebidas, com aceleração de 0,05% em março para 0,71%. A principal colaboração foi da alimentação no domicílio, que havia apresentado deflação no mês anterior (-0,14%) e teve alta de 0,73% em abril. Impactaram os preços do tomate (10,64%), do leite longa vida (4,96%) e do queijo (1,97%).

    Entre os alimentos com preços em queda, destaque para a cebola (-7,01%) e o óleo de soja (-4,44%). Já a alimentação fora do domicílio variou 0,66%, acima da variação de março (0,60%). O lanche desacelerou de 1,09% para 0,93%, enquanto a refeição saiu de 0,41% para 0,51%.

    A inflação no grupo de transportes desacelerou e teve alta de 0,56%, contribuindo com 0,12 p.p. para o IPCA de abril. Em março, a variação havia sido de 2,11%. “Contribuíram para esse resultado a queda de 0,44% dos combustíveis, que haviam registrado alta de 7,01% em março”, afirmou Almeida.

    Apenas o etanol (0,92%) subiu no mês enquanto óleo diesel (-2,25%), gás veicular (-0,83%) e gasolina (-0,52%) tiveram queda nos preços.

    Ainda em Transportes, as passagens aéreas subiram 11,97% em abril, após queda de 5,32% em março, e foram o subitem com maior impacto na inflação geral (0,07 p.p.). Já as tarifas de metrô subiram 1,24%, pressionadas pelo reajuste de 6,15% no Rio de Janeiro a partir do dia 12 de abril. O ônibus urbano teve alta de 1,11%. Os preços dos ônibus intermunicipais caíram 0,25%.

    Em relação aos índices regionais, todas as áreas tiveram alta em abril, com destaque para Campo Grande (0.89%), cujos preços foram pressionados pela energia elétrica residencial (6.11%).

  • Mortalidade por doença hepática relacionada ao álcool aumentou durante a pandemia de COVID-19

    Mortalidade por doença hepática relacionada ao álcool aumentou durante a pandemia de COVID-19

    Um estudo realizado por pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts (MGH) e publicado na revista JAMA Health Forum revelou que as mortes por doença hepática relacionada ao álcool (ALD) aumentaram 23% nos Estados Unidos de 2019 a 2020, em meio à pandemia de COVID-19.

    O estudo também mostrou que as populações indígenas americanas e nativas do Alasca (AIAN) foram as mais afetadas, com uma taxa de mortalidade seis vezes maior do que a dos brancos.

    Os autores do estudo atribuem esse aumento ao consumo excessivo de álcool durante a pandemia, que foi agravado por fatores como estresse, isolamento social, desemprego e falta de acesso a serviços de saúde. Eles alertam que o consumo de álcool não mostrou sinais de diminuição mesmo com o recuo da pandemia e que isso pode ter consequências graves para a saúde pública a longo prazo.

    A doença hepática relacionada ao álcool é caracterizada pelo deterioração progressiva do fígado e perda de função e é agora a principal indicação para transplante de fígado nos Estados Unidos. O fígado é responsável por metabolizar o álcool e eliminar toxinas do organismo, mas quando há um consumo excessivo e prolongado de álcool, o órgão pode sofrer inflamação, fibrose, cirrose e câncer.

    Os pesquisadores usaram dados do banco de dados WONDER Multiple Cause of Death do CDC para analisar as tendências de mortalidade por ALD em todos os estados e grupos raciais ou étnicos. Eles descobriram que as maiores taxas de mortalidade ocorreram em Wyoming, Dakota do Sul e Novo México – estados com algumas das maiores concentrações de populações AIAN. Eles também observaram que essas populações sofrem com uma falha sistêmica de assistência médica e falta de recursos críticos, que exigem uma ação urgente dos líderes políticos.

    Os autores do estudo recomendam que sejam tomadas medidas para aumentar a conscientização sobre os riscos do consumo de álcool, implementar programas de prevenção e rastreamento universal e alocar recursos para agências como o Indian Health Service, que fornece serviços de saúde abrangentes para cerca de 2,6 milhões de índios americanos e nativos do Alasca em 574 tribos reconhecidas federalmente em 37 estados.

    Fonte: Link1, Link 2, Link 3.

    O estudo também mostrou que as populações indígenas americanas e nativas do Alasca (AIAN) foram as mais afetadas, com uma taxa de mortalidade seis vezes maior do que a dos brancos.

    Os autores do estudo atribuem esse aumento ao consumo excessivo de álcool durante a pandemia, que foi agravado por fatores como estresse, isolamento social, desemprego e falta de acesso a serviços de saúde. Eles alertam que o consumo de álcool não mostrou sinais de diminuição mesmo com o recuo da pandemia e que isso pode ter consequências graves para a saúde pública a longo prazo.

    A doença hepática relacionada ao álcool é caracterizada pelo deterioração progressiva do fígado e perda de função e é agora a principal indicação para transplante de fígado nos Estados Unidos. O fígado é responsável por metabolizar o álcool e eliminar toxinas do organismo, mas quando há um consumo excessivo e prolongado de álcool, o órgão pode sofrer inflamação, fibrose, cirrose e câncer.

    Os pesquisadores usaram dados do banco de dados WONDER Multiple Cause of Death do CDC para analisar as tendências de mortalidade por ALD em todos os estados e grupos raciais ou étnicos. Eles descobriram que as maiores taxas de mortalidade ocorreram em Wyoming, Dakota do Sul e Novo México – estados com algumas das maiores concentrações de populações AIAN. Eles também observaram que essas populações sofrem com uma falha sistêmica de assistência médica e falta de recursos críticos, que exigem uma ação urgente dos líderes políticos.

    Os autores do estudo recomendam que sejam tomadas medidas para aumentar a conscientização sobre os riscos do consumo de álcool, implementar programas de prevenção e rastreamento universal e alocar recursos para agências como o Indian Health Service, que fornece serviços de saúde abrangentes para cerca de 2,6 milhões de índios americanos e nativos do Alasca em 574 tribos reconhecidas federalmente em 37 estados.

    Fonte: Link1, Link 2, Link 3.

  • Trabalho remoto: uma solução para cidades com problemas de mobilidade urbana

    Trabalho remoto: uma solução para cidades com problemas de mobilidade urbana

    O trabalho remoto, ou teletrabalho, é toda atividade profissional realizada a distância, com auxílio das tecnologias de informação e comunicação.

    Essa modalidade de trabalho vem ganhando cada vez mais espaço no mercado, especialmente após a pandemia de Covid-19, que impôs restrições de circulação e contato social.

    Uma das vantagens do trabalho remoto é que ele pode contribuir para melhorar a mobilidade urbana nas cidades, reduzindo o trânsito, a poluição e os acidentes. Além disso, o trabalho remoto pode trazer benefícios para os trabalhadores, como economia de tempo e dinheiro, maior flexibilidade e autonomia, melhor qualidade de vida e bem-estar.

    Segundo uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o trabalho remoto pode retirar até 22 milhões de pessoas das ruas diariamente no Brasil. Isso significa uma redução de cerca de 15% no fluxo de veículos nas cidades. A pesquisa também aponta que o trabalho remoto pode gerar uma economia anual de R$ 52 bilhões para os trabalhadores e de R$ 40 bilhões para as empresas.

    No entanto, para que o trabalho remoto seja efetivo e sustentável, é preciso que haja uma infraestrutura adequada de internet, equipamentos e ferramentas digitais, além de uma legislação clara e uma cultura organizacional favorável. Também é importante que os trabalhadores remotos tenham disciplina, organização e cuidado com a saúde física e mental.

    O trabalho remoto é uma tendência irreversível e uma oportunidade para transformar a realidade das cidades com baixa mobilidade urbana. Por isso, é fundamental que os profissionais se preparem para esse novo cenário e que as empresas invistam em políticas e práticas que estimulem e apoiem essa modalidade de trabalho.

    Essa modalidade de trabalho vem ganhando cada vez mais espaço no mercado, especialmente após a pandemia de Covid-19, que impôs restrições de circulação e contato social.

    Uma das vantagens do trabalho remoto é que ele pode contribuir para melhorar a mobilidade urbana nas cidades, reduzindo o trânsito, a poluição e os acidentes. Além disso, o trabalho remoto pode trazer benefícios para os trabalhadores, como economia de tempo e dinheiro, maior flexibilidade e autonomia, melhor qualidade de vida e bem-estar.

    Segundo uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o trabalho remoto pode retirar até 22 milhões de pessoas das ruas diariamente no Brasil. Isso significa uma redução de cerca de 15% no fluxo de veículos nas cidades. A pesquisa também aponta que o trabalho remoto pode gerar uma economia anual de R$ 52 bilhões para os trabalhadores e de R$ 40 bilhões para as empresas.

    No entanto, para que o trabalho remoto seja efetivo e sustentável, é preciso que haja uma infraestrutura adequada de internet, equipamentos e ferramentas digitais, além de uma legislação clara e uma cultura organizacional favorável. Também é importante que os trabalhadores remotos tenham disciplina, organização e cuidado com a saúde física e mental.

    O trabalho remoto é uma tendência irreversível e uma oportunidade para transformar a realidade das cidades com baixa mobilidade urbana. Por isso, é fundamental que os profissionais se preparem para esse novo cenário e que as empresas invistam em políticas e práticas que estimulem e apoiem essa modalidade de trabalho.

  • Fim da emergência da COVID-19 gera debate entre especialistas: “o vírus ainda mata”

    Fim da emergência da COVID-19 gera debate entre especialistas: “o vírus ainda mata”

    A pandemia de COVID-19 está chegando ao fim? Essa é a pergunta que muitos se fazem após a Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Estados Unidos anunciarem o fim das suas respectivas emergências de saúde pública relacionadas à doença.

    Mas o que isso significa na prática e quais são as implicações para o Brasil e o mundo?

    Segundo a OMS, o fim da Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional (ESPII), que estava em vigor desde janeiro de 2020, não significa que a COVID-19 deixou de ser uma ameaça. Pelo contrário, a agência alerta que o vírus ainda está matando e mudando, e que o risco de novas variantes surgirem é real. O que muda é que os países devem fazer a transição do modo de emergência para gerenciar a COVID-19 junto com outras doenças infecciosas, com uma redução da vigilância e dos recursos disponíveis para combater a pandemia.

    Já nos Estados Unidos, o fim da emergência de saúde pública (ESP), previsto para 11 de maio, terá impacto em diversas políticas, como o fluxo de migrantes na fronteira sul, que poderá ser liberado por motivos humanitários, e a provisão pelo governo federal de testes rápidos gratuitos de antígeno, que terminará. Além disso, a diretora dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, Rochelle Walensky, anunciou sua renúncia e intenção de deixar a agência no final de junho, após enfrentar duras críticas por seu manejo da pandemia.

    Mas como fica o Brasil nesse cenário? O país ainda enfrenta uma situação grave, com mais de 400 mil mortes por COVID-19 e uma média diária de cerca de 2 mil óbitos. A vacinação avança lentamente, com apenas 15% da população tendo recebido ao menos uma dose. As medidas de distanciamento social e uso de máscaras seguem sendo desrespeitadas por parte da população e do governo federal, que minimiza a gravidade da crise sanitária. Além disso, o país corre o risco de ser isolado internacionalmente por sua má gestão da pandemia e pela falta de cooperação com outros países.

    Diante disso, especialistas alertam que o Brasil não pode se iludir com o fim das emergências da COVID-19 em outros lugares e deve manter os esforços para conter a disseminação do vírus e acelerar a imunização. Caso contrário, o país poderá enfrentar novas ondas de infecção e morte, além de comprometer sua recuperação econômica e social.

    Fonte: Link.

    Mas o que isso significa na prática e quais são as implicações para o Brasil e o mundo?

    Segundo a OMS, o fim da Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional (ESPII), que estava em vigor desde janeiro de 2020, não significa que a COVID-19 deixou de ser uma ameaça. Pelo contrário, a agência alerta que o vírus ainda está matando e mudando, e que o risco de novas variantes surgirem é real. O que muda é que os países devem fazer a transição do modo de emergência para gerenciar a COVID-19 junto com outras doenças infecciosas, com uma redução da vigilância e dos recursos disponíveis para combater a pandemia.

    Já nos Estados Unidos, o fim da emergência de saúde pública (ESP), previsto para 11 de maio, terá impacto em diversas políticas, como o fluxo de migrantes na fronteira sul, que poderá ser liberado por motivos humanitários, e a provisão pelo governo federal de testes rápidos gratuitos de antígeno, que terminará. Além disso, a diretora dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, Rochelle Walensky, anunciou sua renúncia e intenção de deixar a agência no final de junho, após enfrentar duras críticas por seu manejo da pandemia.

    Mas como fica o Brasil nesse cenário? O país ainda enfrenta uma situação grave, com mais de 400 mil mortes por COVID-19 e uma média diária de cerca de 2 mil óbitos. A vacinação avança lentamente, com apenas 15% da população tendo recebido ao menos uma dose. As medidas de distanciamento social e uso de máscaras seguem sendo desrespeitadas por parte da população e do governo federal, que minimiza a gravidade da crise sanitária. Além disso, o país corre o risco de ser isolado internacionalmente por sua má gestão da pandemia e pela falta de cooperação com outros países.

    Diante disso, especialistas alertam que o Brasil não pode se iludir com o fim das emergências da COVID-19 em outros lugares e deve manter os esforços para conter a disseminação do vírus e acelerar a imunização. Caso contrário, o país poderá enfrentar novas ondas de infecção e morte, além de comprometer sua recuperação econômica e social.

    Fonte: Link.

  • Como detectar artigos científicos falsos e evitar prejuízos para a ciência

    Como detectar artigos científicos falsos e evitar prejuízos para a ciência

    A ciência é um dos pilares da sociedade moderna, mas também está sujeita a fraudes e falsificações. Um problema crescente é o dos artigos científicos falsos, produzidos por empresas que vendem publicações ou autorias para pesquisadores que querem inflar seus currículos.

    Esses artigos podem conter textos, dados e imagens plagiados ou fabricados, e enganar leitores e revisores.

    Um artigo publicado na revista Science revela que os artigos científicos falsos são alarmantemente comuns em algumas áreas do conhecimento, como neurociência e medicina. Segundo o estudo, até 34% dos artigos de neurociência publicados em 2020 eram provavelmente falsos ou plagiados; em medicina, o número era de 24%. Esses índices são muito superiores aos estimados em 2010 e ao nível de 2% considerado como base em um relatório de 2022 de um grupo de editores.

    Para detectar os artigos falsos, os pesquisadores usaram uma ferramenta que se baseia em dois indicadores: os autores que usam endereços de e-mail privados, não institucionais, e os que listam uma afiliação com um hospital. Esses fatores podem indicar que os autores são clínicos sem experiência em pesquisa, que recorrem às empresas de falsificação para aumentar suas chances de promoção ou financiamento.

    No entanto, a ferramenta não é perfeita, pois tem uma alta taxa de falsos positivos. Outros desenvolvedores de ferramentas para detectar artigos falsos também enfrentam problemas semelhantes, e muitas vezes não revelam como seus métodos funcionam, para evitar que as empresas de falsificação se adaptem.

    Ainda assim, as ferramentas levantam esperanças de combater o problema, que ameaça corromper a literatura científica e distorcer revisões sistemáticas. Algumas iniciativas estão sendo lideradas por associações de editores, que buscam desenvolver novos recursos e compartilhá-los entre as revistas científicas. Além disso, novas diretrizes para as revistas sugerem que elas podem rejeitar ou retratar lotes de artigos suspeitos de terem sido produzidos por empresas de falsificação, mesmo que as evidências sejam circunstanciais.

    Os especialistas alertam que é preciso também reduzir a pressão da cultura do “publicar ou perecer”, que incentiva os pesquisadores a recorrer às empresas de falsificação. Além disso, é preciso contar com a ajuda de pessoas externas para melhorar a tecnologia que suporta as ferramentas de detecção, o que requer transparência sobre como elas funcionam.

    Esses artigos podem conter textos, dados e imagens plagiados ou fabricados, e enganar leitores e revisores.

    Um artigo publicado na revista Science revela que os artigos científicos falsos são alarmantemente comuns em algumas áreas do conhecimento, como neurociência e medicina. Segundo o estudo, até 34% dos artigos de neurociência publicados em 2020 eram provavelmente falsos ou plagiados; em medicina, o número era de 24%. Esses índices são muito superiores aos estimados em 2010 e ao nível de 2% considerado como base em um relatório de 2022 de um grupo de editores.

    Para detectar os artigos falsos, os pesquisadores usaram uma ferramenta que se baseia em dois indicadores: os autores que usam endereços de e-mail privados, não institucionais, e os que listam uma afiliação com um hospital. Esses fatores podem indicar que os autores são clínicos sem experiência em pesquisa, que recorrem às empresas de falsificação para aumentar suas chances de promoção ou financiamento.

    No entanto, a ferramenta não é perfeita, pois tem uma alta taxa de falsos positivos. Outros desenvolvedores de ferramentas para detectar artigos falsos também enfrentam problemas semelhantes, e muitas vezes não revelam como seus métodos funcionam, para evitar que as empresas de falsificação se adaptem.

    Ainda assim, as ferramentas levantam esperanças de combater o problema, que ameaça corromper a literatura científica e distorcer revisões sistemáticas. Algumas iniciativas estão sendo lideradas por associações de editores, que buscam desenvolver novos recursos e compartilhá-los entre as revistas científicas. Além disso, novas diretrizes para as revistas sugerem que elas podem rejeitar ou retratar lotes de artigos suspeitos de terem sido produzidos por empresas de falsificação, mesmo que as evidências sejam circunstanciais.

    Os especialistas alertam que é preciso também reduzir a pressão da cultura do “publicar ou perecer”, que incentiva os pesquisadores a recorrer às empresas de falsificação. Além disso, é preciso contar com a ajuda de pessoas externas para melhorar a tecnologia que suporta as ferramentas de detecção, o que requer transparência sobre como elas funcionam.

  • Governo Lula libera mais de R$ 1 bilhão em emendas parlamentares em dois dias

    Governo Lula libera mais de R$ 1 bilhão em emendas parlamentares em dois dias

    O governo do presidente Lula está abrindo a carteira para tentar acalmar sua base de apoio no Congresso, após sofrer importantes derrotas nas votações do marco do saneamento básico e do PL das Fake News.

    Segundo o site O Antagonista, o Palácio do Planalto repassou mais de R$ 1 bilhão em emendas parlamentares a deputados e senadores em apenas dois dias.

    Na terça-feira (9), foram liberados R$ 712 milhões em emendas, um valor recorde para um único dia. Na quarta-feira (10), foram mais R$ 434 milhões. Ao todo, o governo distribuiu R$ 1,146 bilhão, o equivalente a 70% do valor destinado a emendas em quatro meses.

    A maior parte dos recursos foi empenhada pelo Ministério da Saúde, que destinou R$ 1,1 bilhão para ações de combate à pandemia de Covid-19 nos estados e municípios. As emendas parlamentares são verbas que os congressistas podem indicar para obras e serviços em suas bases eleitorais.

    O governo Lula espera que a liberação das emendas ajude a garantir o apoio dos parlamentares para aprovar as reformas tributária e administrativa, que são consideradas prioritárias para a recuperação da economia brasileira.

    Segundo o site O Antagonista, o Palácio do Planalto repassou mais de R$ 1 bilhão em emendas parlamentares a deputados e senadores em apenas dois dias.

    Na terça-feira (9), foram liberados R$ 712 milhões em emendas, um valor recorde para um único dia. Na quarta-feira (10), foram mais R$ 434 milhões. Ao todo, o governo distribuiu R$ 1,146 bilhão, o equivalente a 70% do valor destinado a emendas em quatro meses.

    A maior parte dos recursos foi empenhada pelo Ministério da Saúde, que destinou R$ 1,1 bilhão para ações de combate à pandemia de Covid-19 nos estados e municípios. As emendas parlamentares são verbas que os congressistas podem indicar para obras e serviços em suas bases eleitorais.

    O governo Lula espera que a liberação das emendas ajude a garantir o apoio dos parlamentares para aprovar as reformas tributária e administrativa, que são consideradas prioritárias para a recuperação da economia brasileira.

  • Aposentadoria especial por periculosidade: o que muda com a nova regra aprovada pelo Senado

    Aposentadoria especial por periculosidade: o que muda com a nova regra aprovada pelo Senado

    O Senado aprovou no dia 10 de maio um projeto de lei complementar que regulamenta a aposentadoria especial por periculosidade, um benefício concedido aos trabalhadores que exercem atividades expostas a agentes nocivos à saúde ou a risco pelo perigo inerente à profissão.

    A proposta, de autoria do senador Eduardo Braga (MDB-AM), segue agora para a análise da Câmara dos Deputados.

    A aposentadoria especial por periculosidade estava pendente desde a reforma da Previdência de 2019, que extinguiu esse direito e deixou para uma lei complementar definir os critérios de acesso. O projeto aprovado pelo Senado estabelece uma lista de agentes químicos, físicos e biológicos prejudiciais à saúde, que será definida pelo Poder Executivo, e uma carência de 180 meses de contribuições para os segurados do Regime Geral da Previdência Social (RGPS).

    Além disso, o projeto diferencia os requisitos para os segurados que se filiaram ao RGPS antes e depois da reforma da Previdência. Para os filiados antes da reforma, há três possibilidades de aposentadoria especial, dentro da sistemática de pontos. A primeira é a soma de idade e tempo de contribuição de 66 pontos, com 15 anos de efetiva exposição aos agentes nocivos. A segunda é a soma de 76 pontos, com 20 anos de exposição. A terceira é a soma de 86 pontos, com 25 anos de exposição.

    Para os filiados depois da reforma, não há o sistema de pontos, mas regras de idade mínima. A primeira é de 55 anos de idade, com 15 anos de efetiva exposição aos agentes nocivos. A segunda é de 58 anos de idade, com 20 anos de exposição. A terceira é de 60 anos de idade, com 25 anos de exposição.

    O projeto também obriga as empresas a readaptarem os profissionais que atingirem o tempo máximo de exposição aos agentes nocivos, garantindo-lhes estabilidade no emprego. Além disso, prevê multa para as empresas que não mantiverem registros atualizados das atividades exercidas pelos trabalhadores.

    A proposta foi elogiada pelos senadores como uma forma de garantir segurança jurídica e justiça social aos trabalhadores que exercem atividades perigosas ou insalubres. O relator do projeto na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), senador Esperidião Amin (PP-SC), acatou parcialmente 17 das 47 emendas recebidas e apresentou um substitutivo ao texto original.

    A proposta, de autoria do senador Eduardo Braga (MDB-AM), segue agora para a análise da Câmara dos Deputados.

    A aposentadoria especial por periculosidade estava pendente desde a reforma da Previdência de 2019, que extinguiu esse direito e deixou para uma lei complementar definir os critérios de acesso. O projeto aprovado pelo Senado estabelece uma lista de agentes químicos, físicos e biológicos prejudiciais à saúde, que será definida pelo Poder Executivo, e uma carência de 180 meses de contribuições para os segurados do Regime Geral da Previdência Social (RGPS).

    Além disso, o projeto diferencia os requisitos para os segurados que se filiaram ao RGPS antes e depois da reforma da Previdência. Para os filiados antes da reforma, há três possibilidades de aposentadoria especial, dentro da sistemática de pontos. A primeira é a soma de idade e tempo de contribuição de 66 pontos, com 15 anos de efetiva exposição aos agentes nocivos. A segunda é a soma de 76 pontos, com 20 anos de exposição. A terceira é a soma de 86 pontos, com 25 anos de exposição.

    Para os filiados depois da reforma, não há o sistema de pontos, mas regras de idade mínima. A primeira é de 55 anos de idade, com 15 anos de efetiva exposição aos agentes nocivos. A segunda é de 58 anos de idade, com 20 anos de exposição. A terceira é de 60 anos de idade, com 25 anos de exposição.

    O projeto também obriga as empresas a readaptarem os profissionais que atingirem o tempo máximo de exposição aos agentes nocivos, garantindo-lhes estabilidade no emprego. Além disso, prevê multa para as empresas que não mantiverem registros atualizados das atividades exercidas pelos trabalhadores.

    A proposta foi elogiada pelos senadores como uma forma de garantir segurança jurídica e justiça social aos trabalhadores que exercem atividades perigosas ou insalubres. O relator do projeto na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), senador Esperidião Amin (PP-SC), acatou parcialmente 17 das 47 emendas recebidas e apresentou um substitutivo ao texto original.