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  • O que é o sangue alcalino e quais são os seus riscos?

    O que é o sangue alcalino e quais são os seus riscos?

    Sangue alcalino é um termo que se refere ao pH do sangue, ou seja, a medida da acidez ou alcalinidade dessa substância vital para o nosso organismo.

    O pH normal do sangue é entre 7,35 e 7,45, o que significa que ele é levemente alcalino. Mas quando o pH sobe acima desse valor, o sangue fica mais alcalino do que deveria, e isso pode trazer sérios problemas de saúde.

    O sangue alcalino pode ser causado por dois fatores principais: um excesso de bicarbonato ou uma perda de ácido no sangue (alcalose metabólica) ou uma respiração rápida ou profunda que reduz o nível de dióxido de carbono no sangue (alcalose respiratória). O bicarbonato e o dióxido de carbono são substâncias que ajudam a regular o equilíbrio ácido-base do nosso corpo, mantendo o pH do sangue estável.

    Quando o sangue fica alcalino demais, ele afeta o funcionamento das células e dos órgãos, podendo provocar sintomas como espasmos musculares, fraqueza, dor de cabeça, confusão mental, tontura e convulsões. Esses sintomas são causados por alterações nos níveis de eletrólitos como potássio, cálcio e sódio, que são minerais essenciais para a transmissão de impulsos nervosos e a contração muscular. Valores de pH acima de 7,95 podem levar à morte.

    Para saber se o seu sangue está alcalino ou não, é preciso fazer um exame chamado gasometria arterial, que mede o valor de pH, de bicarbonato e de PCO2 no sangue. Esse exame só é feito em pessoas que estão internadas na UTI ou no CTI, pois requer a coleta de uma amostra de sangue da artéria. O resultado do exame pode indicar se há algum distúrbio no equilíbrio ácido-base do corpo e qual é a sua causa.

    O tratamento do sangue alcalino depende da sua origem e da sua gravidade. Em alguns casos, pode ser necessário administrar soluções intravenosas com ácido ou bicarbonato para corrigir o pH do sangue. Em outros casos, pode ser necessário ajustar a ventilação mecânica ou a oxigenoterapia para normalizar o nível de dióxido de carbono no sangue. O objetivo é restaurar o equilíbrio ácido-base do organismo e evitar complicações.

    O sangue alcalino é uma condição rara, mas potencialmente grave. Por isso, é importante estar atento aos sinais e sintomas que podem indicar um desequilíbrio no pH do sangue e procurar ajuda médica imediatamente se eles ocorrerem.

    O pH normal do sangue é entre 7,35 e 7,45, o que significa que ele é levemente alcalino. Mas quando o pH sobe acima desse valor, o sangue fica mais alcalino do que deveria, e isso pode trazer sérios problemas de saúde.

    O sangue alcalino pode ser causado por dois fatores principais: um excesso de bicarbonato ou uma perda de ácido no sangue (alcalose metabólica) ou uma respiração rápida ou profunda que reduz o nível de dióxido de carbono no sangue (alcalose respiratória). O bicarbonato e o dióxido de carbono são substâncias que ajudam a regular o equilíbrio ácido-base do nosso corpo, mantendo o pH do sangue estável.

    Quando o sangue fica alcalino demais, ele afeta o funcionamento das células e dos órgãos, podendo provocar sintomas como espasmos musculares, fraqueza, dor de cabeça, confusão mental, tontura e convulsões. Esses sintomas são causados por alterações nos níveis de eletrólitos como potássio, cálcio e sódio, que são minerais essenciais para a transmissão de impulsos nervosos e a contração muscular. Valores de pH acima de 7,95 podem levar à morte.

    Para saber se o seu sangue está alcalino ou não, é preciso fazer um exame chamado gasometria arterial, que mede o valor de pH, de bicarbonato e de PCO2 no sangue. Esse exame só é feito em pessoas que estão internadas na UTI ou no CTI, pois requer a coleta de uma amostra de sangue da artéria. O resultado do exame pode indicar se há algum distúrbio no equilíbrio ácido-base do corpo e qual é a sua causa.

    O tratamento do sangue alcalino depende da sua origem e da sua gravidade. Em alguns casos, pode ser necessário administrar soluções intravenosas com ácido ou bicarbonato para corrigir o pH do sangue. Em outros casos, pode ser necessário ajustar a ventilação mecânica ou a oxigenoterapia para normalizar o nível de dióxido de carbono no sangue. O objetivo é restaurar o equilíbrio ácido-base do organismo e evitar complicações.

    O sangue alcalino é uma condição rara, mas potencialmente grave. Por isso, é importante estar atento aos sinais e sintomas que podem indicar um desequilíbrio no pH do sangue e procurar ajuda médica imediatamente se eles ocorrerem.

  • O que são os ciclones extratropicais e por que eles ocorrem no Brasil?

    O que são os ciclones extratropicais e por que eles ocorrem no Brasil?

    O ciclone extratropical é um fenômeno meteorológico que se forma nas regiões de média e alta latitude, fora da zona dos trópicos, e que pode causar ventos fortes, chuvas intensas e queda de temperatura.

    Um ciclone extratropical é resultado do choque entre uma massa de ar frio e uma massa de ar quente, que se encontram em uma região chamada de frente fria. Esse encontro gera uma área de baixa pressão atmosférica, onde o ar tende a subir e formar nuvens carregadas.

    Os ciclones extratropicais podem se formar tanto sobre os oceanos quanto sobre o continente, dependendo da distribuição das massas de ar. Eles são comuns no Brasil, principalmente no litoral sul do país, onde há maior influência da massa de ar polar, que vem do Polo Sul.

    O último ciclone extratropical que atingiu o território brasileiro aconteceu em junho de 2023 e provocou estragos em vários estados do sul e sudeste. O fenômeno causou chuvas muito volumosas, rajadas de ventos de até 120 km/h e grandes enchentes no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Além disso, o ciclone extratropical fez a temperatura cair bruscamente em várias cidades, chegando a ficar abaixo de zero em algumas delas.

    Os ciclones extratropicais são diferentes dos ciclones tropicais, que são aqueles que se formam nas regiões próximas à linha do Equador e que podem dar origem a furacões, tufões e tempestades tropicais. Os ciclones tropicais são alimentados pela evaporação da água do mar, que é mais quente nessas áreas, e têm um formato circular, com um olho no centro.

    Os ciclones extratropicais, por sua vez, têm um formato irregular e não possuem um olho definido. Eles são movidos pelo contraste de temperatura entre as massas de ar e podem se deslocar por longas distâncias, afetando várias regiões.

    Um ciclone extratropical é resultado do choque entre uma massa de ar frio e uma massa de ar quente, que se encontram em uma região chamada de frente fria. Esse encontro gera uma área de baixa pressão atmosférica, onde o ar tende a subir e formar nuvens carregadas.

    Os ciclones extratropicais podem se formar tanto sobre os oceanos quanto sobre o continente, dependendo da distribuição das massas de ar. Eles são comuns no Brasil, principalmente no litoral sul do país, onde há maior influência da massa de ar polar, que vem do Polo Sul.

    O último ciclone extratropical que atingiu o território brasileiro aconteceu em junho de 2023 e provocou estragos em vários estados do sul e sudeste. O fenômeno causou chuvas muito volumosas, rajadas de ventos de até 120 km/h e grandes enchentes no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Além disso, o ciclone extratropical fez a temperatura cair bruscamente em várias cidades, chegando a ficar abaixo de zero em algumas delas.

    Os ciclones extratropicais são diferentes dos ciclones tropicais, que são aqueles que se formam nas regiões próximas à linha do Equador e que podem dar origem a furacões, tufões e tempestades tropicais. Os ciclones tropicais são alimentados pela evaporação da água do mar, que é mais quente nessas áreas, e têm um formato circular, com um olho no centro.

    Os ciclones extratropicais, por sua vez, têm um formato irregular e não possuem um olho definido. Eles são movidos pelo contraste de temperatura entre as massas de ar e podem se deslocar por longas distâncias, afetando várias regiões.

  • Cachorro com raiva é diagnosticado em São Paulo após 40 anos sem casos

    Cachorro com raiva é diagnosticado em São Paulo após 40 anos sem casos

    Um cão foi diagnosticado com raiva em São Paulo, após ser resgatado na região do Butantã e submetido a eutanásia.

    O caso foi confirmado pelo Laboratório de Zoonoses Virais da USP, que analisou uma amostra do cérebro do animal por meio de um exame chamado PCR, que detecta a presença do vírus no organismo.

    A raiva é uma doença infecciosa viral grave e letal que afeta mamíferos, como cães, gatos, morcegos e humanos. A transmissão acontece pelo contato com a saliva do animal infectado, geralmente por mordida ou arranhão. Os sintomas incluem agressividade, salivação excessiva, paralisia e convulsões.

    A vacinação dos animais é a principal forma de prevenção da raiva, pois impede que eles se contaminem e transmitam a doença para outros animais ou pessoas. A vacina é gratuita e deve ser aplicada anualmente nos cães e gatos.

    O cão diagnosticado com raiva em São Paulo foi resgatado no dia 31 de agosto, após apresentar sinais de agressividade e atacar outros animais. Ele foi levado para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade, onde recebeu os cuidados necessários e foi submetido a eutanásia, conforme prevê o protocolo sanitário.

    O exame de PCR confirmou a doença viral no dia 4 de setembro, mas não identificou se o vírus era da variante canina ou transmitida por morcegos. Novos testes serão feitos para esclarecer essa questão, pois isso pode indicar a origem da infecção e o risco de novos casos.

    A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo informou que intensificou a vacinação dos animais na região do Butantã e está investigando o caso. A cidade não registrava casos de raiva em cães desde 2083, quando um cão vindo do interior do estado foi diagnosticado com a doença.

    A secretaria também orienta os moradores a levarem seus animais para vacinar contra a raiva, caso ainda não tenham feito isso, e a evitarem o contato com animais desconhecidos ou silvestres. Em caso de mordida ou arranhão por algum animal, a pessoa deve lavar o ferimento com água e sabão e procurar imediatamente uma unidade de saúde.

    O caso foi confirmado pelo Laboratório de Zoonoses Virais da USP, que analisou uma amostra do cérebro do animal por meio de um exame chamado PCR, que detecta a presença do vírus no organismo.

    A raiva é uma doença infecciosa viral grave e letal que afeta mamíferos, como cães, gatos, morcegos e humanos. A transmissão acontece pelo contato com a saliva do animal infectado, geralmente por mordida ou arranhão. Os sintomas incluem agressividade, salivação excessiva, paralisia e convulsões.

    A vacinação dos animais é a principal forma de prevenção da raiva, pois impede que eles se contaminem e transmitam a doença para outros animais ou pessoas. A vacina é gratuita e deve ser aplicada anualmente nos cães e gatos.

    O cão diagnosticado com raiva em São Paulo foi resgatado no dia 31 de agosto, após apresentar sinais de agressividade e atacar outros animais. Ele foi levado para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade, onde recebeu os cuidados necessários e foi submetido a eutanásia, conforme prevê o protocolo sanitário.

    O exame de PCR confirmou a doença viral no dia 4 de setembro, mas não identificou se o vírus era da variante canina ou transmitida por morcegos. Novos testes serão feitos para esclarecer essa questão, pois isso pode indicar a origem da infecção e o risco de novos casos.

    A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo informou que intensificou a vacinação dos animais na região do Butantã e está investigando o caso. A cidade não registrava casos de raiva em cães desde 2083, quando um cão vindo do interior do estado foi diagnosticado com a doença.

    A secretaria também orienta os moradores a levarem seus animais para vacinar contra a raiva, caso ainda não tenham feito isso, e a evitarem o contato com animais desconhecidos ou silvestres. Em caso de mordida ou arranhão por algum animal, a pessoa deve lavar o ferimento com água e sabão e procurar imediatamente uma unidade de saúde.

  • Como prevenir os acidentes domésticos mais comuns

    Como prevenir os acidentes domésticos mais comuns

    Os acidentes domésticos são situações que podem causar ferimentos ou até mesmo a morte de pessoas que vivem em uma casa.

    Eles podem acontecer por descuido, imprudência ou falta de informação. Por isso, é importante saber quais são os tipos mais frequentes de acidentes domésticos e como evitá-los.

    Queimaduras

    As queimaduras são lesões na pele causadas por exposição prolongada ao sol ou a fontes de calor, como fogo ou água fervente. Elas podem ser leves, moderadas ou graves, dependendo da profundidade e da extensão da área afetada.

    Para prevenir as queimaduras, deve-se evitar a exposição solar entre as 11 e as 16 horas e utilizar protetor solar, assim como afastar objetos que possam provocar queimaduras das crianças. Em caso de queimadura, deve-se lavar a área com água fria e cobrir com um pano limpo. Não se deve aplicar pomadas, óleos ou manteiga sem orientação médica.

    Sangramentos do nariz

    Os sangramentos do nariz são perdas de sangue pelas narinas, que podem ser provocados por assoar o nariz com muita força, cutucar o nariz ou sofrer uma pancada. Eles costumam ser leves e parar em poucos minutos.

    Para evitar o sangramento do nariz, não se deve ficar exposto muito tempo ao sol ou a temperaturas muito altas. Em caso de sangramento do nariz, deve-se inclinar a cabeça para frente e apertar as narinas com os dedos por cerca de 10 minutos. Não se deve colocar nada dentro do nariz sem orientação médica.

    Intoxicações

    As intoxicações são reações adversas do organismo causadas pela ingestão acidental de medicamentos ou produtos de limpeza. Elas podem provocar náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, sonolência, convulsões ou coma.

    Para evitar as intoxicações, os produtos que podem provocar envenenamento devem ser mantidos trancados e afastados do alcance das crianças. Em caso de intoxicação, deve-se ligar para o Centro de Informação Toxicológica (0800-722-6001) ou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU – 192) e seguir as orientações. Não se deve provocar vômito ou dar leite sem orientação médica.

    Cortes

    Os cortes são ferimentos na pele causados por manuseio inadequado de objetos cortantes, como facas, tesouras ou vidros. Eles podem ser superficiais ou profundos, dependendo da intensidade e da direção do corte.

    Para prevenir os cortes, deve-se guardar esses objetos em locais seguros e fora do alcance das crianças. Em caso de corte, deve-se lavar a área com água corrente e sabão e pressionar com um pano limpo. Não se deve usar álcool ou iodo sem orientação médica.

    Choques elétricos

    Os choques elétricos são descargas elétricas que atravessam o corpo humano, podendo causar queimaduras, parada cardíaca ou respiratória. Eles podem ser causados por contato com fios desencapados, tomadas ou aparelhos elétricos.

    Para evitar os choques elétricos, deve-se utilizar protetores nas tomadas e não mexer em aparelhos elétricos sem desligar os disjuntores. Em caso de choque elétrico, deve-se desligar a fonte de energia e afastar a vítima com um objeto isolante. Não se deve tocar na vítima sem proteção.

    Quedas

    As quedas são o tipo mais comum de acidentes domésticos e podem afetar tanto crianças quanto adultos. Elas podem ocorrer por escorregões, tropeços ou desequilíbrios em superfícies irregulares ou altas. Elas podem causar fraturas, contusões, hematomas ou traumatismos cranianos.

    Para prevenir as quedas, deve-se manter o chão limpo e livre de objetos que possam causar tropeços, instalar grades nas janelas e portas de contenção nas escadas, evitar tapetes e objetos de decoração pelo caminho e não se arriscar em lajes ou sacadas sem proteção. Em caso de queda, deve-se avaliar a gravidade do ferimento e procurar ajuda médica se necessário.

    Asfixia

    A asfixia é a falta de oxigênio no organismo, que pode levar à perda de consciência ou à morte. Ela pode ser provocada por objetos pequenos que sejam engolidos ou aspirados pelas vias respiratórias, especialmente por crianças menores de 9 anos de idade.

    Para evitar a asfixia, deve-se não deixar pequenos objetos no chão, organizar o quarto de brinquedos, tomar cuidado com fios e cordas e eliminar acessórios como cachecóis ou roupas largas. Em caso de asfixia, deve-se tentar retirar o objeto com os dedos ou realizar a manobra de Heimlich, que consiste em pressionar o abdômen da vítima com as mãos.

    Mordidas

    As mordidas são ferimentos na pele causados por animais domésticos ou insetos. Elas podem provocar dor, inchaço, vermelhidão ou infecção. Em alguns casos, elas podem transmitir doenças, como raiva ou dengue.

    Para evitar as mordidas, deve-se vacinar os animais de estimação, manter a higiene do ambiente e utilizar repelentes contra insetos. Em caso de mordida, deve-se lavar a área com água corrente e sabão e aplicar um antisséptico. Não se deve espremer ou furar o local da mordida sem orientação médica.

    Eles podem acontecer por descuido, imprudência ou falta de informação. Por isso, é importante saber quais são os tipos mais frequentes de acidentes domésticos e como evitá-los.

    Queimaduras

    As queimaduras são lesões na pele causadas por exposição prolongada ao sol ou a fontes de calor, como fogo ou água fervente. Elas podem ser leves, moderadas ou graves, dependendo da profundidade e da extensão da área afetada.

    Para prevenir as queimaduras, deve-se evitar a exposição solar entre as 11 e as 16 horas e utilizar protetor solar, assim como afastar objetos que possam provocar queimaduras das crianças. Em caso de queimadura, deve-se lavar a área com água fria e cobrir com um pano limpo. Não se deve aplicar pomadas, óleos ou manteiga sem orientação médica.

    Sangramentos do nariz

    Os sangramentos do nariz são perdas de sangue pelas narinas, que podem ser provocados por assoar o nariz com muita força, cutucar o nariz ou sofrer uma pancada. Eles costumam ser leves e parar em poucos minutos.

    Para evitar o sangramento do nariz, não se deve ficar exposto muito tempo ao sol ou a temperaturas muito altas. Em caso de sangramento do nariz, deve-se inclinar a cabeça para frente e apertar as narinas com os dedos por cerca de 10 minutos. Não se deve colocar nada dentro do nariz sem orientação médica.

    Intoxicações

    As intoxicações são reações adversas do organismo causadas pela ingestão acidental de medicamentos ou produtos de limpeza. Elas podem provocar náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, sonolência, convulsões ou coma.

    Para evitar as intoxicações, os produtos que podem provocar envenenamento devem ser mantidos trancados e afastados do alcance das crianças. Em caso de intoxicação, deve-se ligar para o Centro de Informação Toxicológica (0800-722-6001) ou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU – 192) e seguir as orientações. Não se deve provocar vômito ou dar leite sem orientação médica.

    Cortes

    Os cortes são ferimentos na pele causados por manuseio inadequado de objetos cortantes, como facas, tesouras ou vidros. Eles podem ser superficiais ou profundos, dependendo da intensidade e da direção do corte.

    Para prevenir os cortes, deve-se guardar esses objetos em locais seguros e fora do alcance das crianças. Em caso de corte, deve-se lavar a área com água corrente e sabão e pressionar com um pano limpo. Não se deve usar álcool ou iodo sem orientação médica.

    Choques elétricos

    Os choques elétricos são descargas elétricas que atravessam o corpo humano, podendo causar queimaduras, parada cardíaca ou respiratória. Eles podem ser causados por contato com fios desencapados, tomadas ou aparelhos elétricos.

    Para evitar os choques elétricos, deve-se utilizar protetores nas tomadas e não mexer em aparelhos elétricos sem desligar os disjuntores. Em caso de choque elétrico, deve-se desligar a fonte de energia e afastar a vítima com um objeto isolante. Não se deve tocar na vítima sem proteção.

    Quedas

    As quedas são o tipo mais comum de acidentes domésticos e podem afetar tanto crianças quanto adultos. Elas podem ocorrer por escorregões, tropeços ou desequilíbrios em superfícies irregulares ou altas. Elas podem causar fraturas, contusões, hematomas ou traumatismos cranianos.

    Para prevenir as quedas, deve-se manter o chão limpo e livre de objetos que possam causar tropeços, instalar grades nas janelas e portas de contenção nas escadas, evitar tapetes e objetos de decoração pelo caminho e não se arriscar em lajes ou sacadas sem proteção. Em caso de queda, deve-se avaliar a gravidade do ferimento e procurar ajuda médica se necessário.

    Asfixia

    A asfixia é a falta de oxigênio no organismo, que pode levar à perda de consciência ou à morte. Ela pode ser provocada por objetos pequenos que sejam engolidos ou aspirados pelas vias respiratórias, especialmente por crianças menores de 9 anos de idade.

    Para evitar a asfixia, deve-se não deixar pequenos objetos no chão, organizar o quarto de brinquedos, tomar cuidado com fios e cordas e eliminar acessórios como cachecóis ou roupas largas. Em caso de asfixia, deve-se tentar retirar o objeto com os dedos ou realizar a manobra de Heimlich, que consiste em pressionar o abdômen da vítima com as mãos.

    Mordidas

    As mordidas são ferimentos na pele causados por animais domésticos ou insetos. Elas podem provocar dor, inchaço, vermelhidão ou infecção. Em alguns casos, elas podem transmitir doenças, como raiva ou dengue.

    Para evitar as mordidas, deve-se vacinar os animais de estimação, manter a higiene do ambiente e utilizar repelentes contra insetos. Em caso de mordida, deve-se lavar a área com água corrente e sabão e aplicar um antisséptico. Não se deve espremer ou furar o local da mordida sem orientação médica.

  • Telescópio Espacial James Webb explora supernova famosa

    Telescópio Espacial James Webb explora supernova famosa

    O Telescópio Espacial James Webb da NASA, o observatório mais poderoso já lançado ao espaço, está estudando uma das supernovas mais renomadas do universo, chamada SN 1987A.

    Uma supernova é uma explosão gigantesca de uma estrela que morre, liberando enormes quantidades de energia e matéria.

    SN 1987A foi descoberta em 1987, quando astrônomos observaram uma nova estrela brilhante na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia vizinha à nossa Via Láctea. A supernova foi a primeira a ser vista a olho nu desde 1604 e a mais próxima da Terra desde a invenção do telescópio.

    Desde então, SN 1987A tem sido um laboratório cósmico para os cientistas aprenderem sobre as origens e os destinos das estrelas, bem como sobre os elementos químicos que formam tudo o que conhecemos.

    O Webb, que foi lançado em dezembro de 2022 e começou suas operações científicas em junho de 2023, está usando sua câmera infravermelha de alta resolução, chamada NIRCam, para capturar novas imagens da supernova e de seus arredores.

    As imagens revelam uma estrutura complexa e em evolução, composta por um núcleo central em forma de chave, um anel equatorial brilhante e dois anéis externos em forma de ampulheta. As imagens também mostram novas estruturas em forma de crescente que podem ser causadas por choques entre o material ejetado pela supernova e o gás interestelar.

    Apesar das décadas de estudo, ainda há vários mistérios que cercam SN 1987A, especialmente sobre a estrela de nêutrons que deveria ter sido formada após a explosão. Uma estrela de nêutrons é um objeto extremamente denso e compacto que resulta do colapso do núcleo de uma estrela massiva.

    Os cientistas esperam que o Webb possa detectar a estrela de nêutrons escondida atrás de uma nuvem de poeira, usando seus outros instrumentos sensíveis ao infravermelho, como o MIRI e o NIRSpec. O Webb também colaborará com outros observatórios espaciais e terrestres para obter uma visão completa da supernova ao longo do tempo.

    SN 1987A é um fenômeno raro e fascinante que continua a surpreender e encantar os astrônomos. Com o Webb, eles esperam desvendar mais segredos sobre essa explosão estelar e sua influência no meio interestelar.

    Uma supernova é uma explosão gigantesca de uma estrela que morre, liberando enormes quantidades de energia e matéria.

    SN 1987A foi descoberta em 1987, quando astrônomos observaram uma nova estrela brilhante na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia vizinha à nossa Via Láctea. A supernova foi a primeira a ser vista a olho nu desde 1604 e a mais próxima da Terra desde a invenção do telescópio.

    Desde então, SN 1987A tem sido um laboratório cósmico para os cientistas aprenderem sobre as origens e os destinos das estrelas, bem como sobre os elementos químicos que formam tudo o que conhecemos.

    O Webb, que foi lançado em dezembro de 2022 e começou suas operações científicas em junho de 2023, está usando sua câmera infravermelha de alta resolução, chamada NIRCam, para capturar novas imagens da supernova e de seus arredores.

    As imagens revelam uma estrutura complexa e em evolução, composta por um núcleo central em forma de chave, um anel equatorial brilhante e dois anéis externos em forma de ampulheta. As imagens também mostram novas estruturas em forma de crescente que podem ser causadas por choques entre o material ejetado pela supernova e o gás interestelar.

    Apesar das décadas de estudo, ainda há vários mistérios que cercam SN 1987A, especialmente sobre a estrela de nêutrons que deveria ter sido formada após a explosão. Uma estrela de nêutrons é um objeto extremamente denso e compacto que resulta do colapso do núcleo de uma estrela massiva.

    Os cientistas esperam que o Webb possa detectar a estrela de nêutrons escondida atrás de uma nuvem de poeira, usando seus outros instrumentos sensíveis ao infravermelho, como o MIRI e o NIRSpec. O Webb também colaborará com outros observatórios espaciais e terrestres para obter uma visão completa da supernova ao longo do tempo.

    SN 1987A é um fenômeno raro e fascinante que continua a surpreender e encantar os astrônomos. Com o Webb, eles esperam desvendar mais segredos sobre essa explosão estelar e sua influência no meio interestelar.

  • Nova terapia contra o câncer usa RNA para frear a divisão celular

    Nova terapia contra o câncer usa RNA para frear a divisão celular

    Uma nova terapia contra o câncer, desenvolvida por pesquisadores da Purdue University, nos Estados Unidos, promete atacar tumores de forma seletiva e eficaz, usando uma molécula de RNA que bloqueia naturalmente a divisão celular.

    A terapia se baseia no microRNA-34a, uma molécula que age “como os freios de um carro”, diminuindo ou parando a divisão celular, segundo o professor de engenharia química Ravi F. Saraf, um dos autores do estudo publicado na revista Nature Communications.

    O microRNA-34a é ligado à vitamina folato, que é captada pelas células cancerígenas com mais receptores de folato do que as células saudáveis. Assim, a terapia consegue induzir as células cancerígenas a absorverem o fragmento de RNA que impede a sua proliferação.

    Os resultados experimentais mostraram que tumores tratados com a terapia não aumentaram de tamanho ao longo de 21 dias, enquanto tumores não tratados triplicaram de tamanho no mesmo período. A terapia também suprimiu fortemente a atividade de pelo menos três genes que impulsionam o câncer e a resistência a outras terapias.

    A terapia, que é patenteada, pode ser eficaz por si só e em combinação com outros medicamentos contra cânceres que desenvolveram resistência a drogas. Os pesquisadores estão confiantes no valor da nova abordagem e se preparam para ensaios clínicos.

    “Esta é uma nova forma de tratar o câncer que não tem efeitos colaterais significativos e pode ser usada para vários tipos de tumores”, disse Saraf. “Nós esperamos que esta terapia possa ser usada em humanos em um futuro próximo e trazer benefícios para muitos pacientes”, completou.

    Fonte: Link.

    A terapia se baseia no microRNA-34a, uma molécula que age “como os freios de um carro”, diminuindo ou parando a divisão celular, segundo o professor de engenharia química Ravi F. Saraf, um dos autores do estudo publicado na revista Nature Communications.

    O microRNA-34a é ligado à vitamina folato, que é captada pelas células cancerígenas com mais receptores de folato do que as células saudáveis. Assim, a terapia consegue induzir as células cancerígenas a absorverem o fragmento de RNA que impede a sua proliferação.

    Os resultados experimentais mostraram que tumores tratados com a terapia não aumentaram de tamanho ao longo de 21 dias, enquanto tumores não tratados triplicaram de tamanho no mesmo período. A terapia também suprimiu fortemente a atividade de pelo menos três genes que impulsionam o câncer e a resistência a outras terapias.

    A terapia, que é patenteada, pode ser eficaz por si só e em combinação com outros medicamentos contra cânceres que desenvolveram resistência a drogas. Os pesquisadores estão confiantes no valor da nova abordagem e se preparam para ensaios clínicos.

    “Esta é uma nova forma de tratar o câncer que não tem efeitos colaterais significativos e pode ser usada para vários tipos de tumores”, disse Saraf. “Nós esperamos que esta terapia possa ser usada em humanos em um futuro próximo e trazer benefícios para muitos pacientes”, completou.

    Fonte: Link.

  • Covid-19 pode causar ou agravar a hipertensão arterial, alertam especialistas

    Covid-19 pode causar ou agravar a hipertensão arterial, alertam especialistas

    A covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, pode trazer sérias consequências para a saúde do coração e dos vasos sanguíneos.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a covid-19 pode aumentar o risco de complicações para pessoas que já sofrem de hipertensão arterial (pressão alta) ou causar hipertensão em pessoas que não tinham antes.

    A hipertensão é uma condição em que a pressão do sangue nas artérias é maior do que o normal, o que pode sobrecarregar o coração e aumentar o risco de infarto, derrame, insuficiência cardíaca e renal. A hipertensão é considerada uma doença silenciosa, pois muitas vezes não apresenta sintomas e só é descoberta em exames de rotina.

    De acordo com os especialistas, existem algumas possíveis relações entre a covid-19 e a hipertensão, tais como:

    • A covid-19 pode causar uma resposta inflamatória no organismo que pode danificar os vasos sanguíneos e aumentar a pressão arterial. A inflamação também pode prejudicar o funcionamento do endotélio, uma camada de células que reveste as artérias e regula a dilatação e a contração dos vasos.

    • A covid-19 pode afetar os rins, que são responsáveis por regular a pressão arterial, e causar insuficiência renal ou piorar a função renal de pessoas que já têm doença renal crônica. Os rins filtram o sangue e eliminam o excesso de líquidos e sais do corpo. Quando os rins não funcionam bem, o volume de líquido e sal no corpo aumenta, elevando a pressão arterial.

    • A covid-19 pode provocar estresse, ansiedade, medo e isolamento social, que são fatores que podem elevar a pressão arterial ou dificultar o controle da hipertensão. O estresse libera hormônios como adrenalina e cortisol, que fazem o coração bater mais rápido e os vasos se contraírem. A ansiedade também pode levar a hábitos prejudiciais à saúde, como comer demais, fumar ou beber álcool.

    • A covid-19 pode interferir no uso de medicamentos para hipertensão, seja por falta de acesso, por efeitos colaterais ou por interações medicamentosas. Alguns medicamentos para hipertensão também podem afetar a resposta imunológica ou a gravidade da covid-19. Por isso, é importante consultar o médico antes de iniciar, suspender ou alterar qualquer medicação.

    Portanto, é importante que as pessoas com hipertensão ou com risco de desenvolver hipertensão se protejam da covid-19 seguindo as medidas de prevenção recomendadas pelas autoridades de saúde, como usar máscara, higienizar as mãos, evitar aglomerações e manter o distanciamento físico. Além disso, é essencial que as pessoas com hipertensão mantenham o acompanhamento médico regular, façam o uso adequado dos medicamentos prescritos e adotem hábitos de vida saudáveis, como alimentação balanceada, atividade física moderada, controle do peso, redução do consumo de sal, álcool e tabaco e manejo do estresse.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a covid-19 pode aumentar o risco de complicações para pessoas que já sofrem de hipertensão arterial (pressão alta) ou causar hipertensão em pessoas que não tinham antes.

    A hipertensão é uma condição em que a pressão do sangue nas artérias é maior do que o normal, o que pode sobrecarregar o coração e aumentar o risco de infarto, derrame, insuficiência cardíaca e renal. A hipertensão é considerada uma doença silenciosa, pois muitas vezes não apresenta sintomas e só é descoberta em exames de rotina.

    De acordo com os especialistas, existem algumas possíveis relações entre a covid-19 e a hipertensão, tais como:

    • A covid-19 pode causar uma resposta inflamatória no organismo que pode danificar os vasos sanguíneos e aumentar a pressão arterial. A inflamação também pode prejudicar o funcionamento do endotélio, uma camada de células que reveste as artérias e regula a dilatação e a contração dos vasos.

    • A covid-19 pode afetar os rins, que são responsáveis por regular a pressão arterial, e causar insuficiência renal ou piorar a função renal de pessoas que já têm doença renal crônica. Os rins filtram o sangue e eliminam o excesso de líquidos e sais do corpo. Quando os rins não funcionam bem, o volume de líquido e sal no corpo aumenta, elevando a pressão arterial.

    • A covid-19 pode provocar estresse, ansiedade, medo e isolamento social, que são fatores que podem elevar a pressão arterial ou dificultar o controle da hipertensão. O estresse libera hormônios como adrenalina e cortisol, que fazem o coração bater mais rápido e os vasos se contraírem. A ansiedade também pode levar a hábitos prejudiciais à saúde, como comer demais, fumar ou beber álcool.

    • A covid-19 pode interferir no uso de medicamentos para hipertensão, seja por falta de acesso, por efeitos colaterais ou por interações medicamentosas. Alguns medicamentos para hipertensão também podem afetar a resposta imunológica ou a gravidade da covid-19. Por isso, é importante consultar o médico antes de iniciar, suspender ou alterar qualquer medicação.

    Portanto, é importante que as pessoas com hipertensão ou com risco de desenvolver hipertensão se protejam da covid-19 seguindo as medidas de prevenção recomendadas pelas autoridades de saúde, como usar máscara, higienizar as mãos, evitar aglomerações e manter o distanciamento físico. Além disso, é essencial que as pessoas com hipertensão mantenham o acompanhamento médico regular, façam o uso adequado dos medicamentos prescritos e adotem hábitos de vida saudáveis, como alimentação balanceada, atividade física moderada, controle do peso, redução do consumo de sal, álcool e tabaco e manejo do estresse.

  • Farmácia Popular do Brasil: como funciona o programa que oferece medicamentos gratuitos ou com desconto

    Farmácia Popular do Brasil: como funciona o programa que oferece medicamentos gratuitos ou com desconto

    Você sabia que pode obter medicamentos gratuitos ou com desconto para tratar diversas doenças, como diabetes, asma, hipertensão, osteoporose, rinite, glaucoma, entre outras?

    Isso é possível graças ao programa Farmácia Popular do Brasil, uma iniciativa do Governo Federal que visa complementar a disponibilização de medicamentos utilizados na Atenção Primária à Saúde – APS.

    O programa foi criado em 2004 e conta com mais de 34 mil farmácias e drogarias credenciadas em todo o país, identificadas pela logomarca do Programa Farmácia Popular do Brasil (PFPB). O objetivo é ampliar o acesso da população aos medicamentos essenciais, reduzindo os gastos com saúde e melhorando a qualidade de vida dos brasileiros.

    Para obter os medicamentos pelo programa, o paciente deve comparecer a um estabelecimento credenciado, apresentando os seguintes documentos:

    • documento oficial com foto e número do CPF ou documento de identidade em que conste o número do CPF;

    • receita médica dentro do prazo de validade, tanto do SUS quanto de serviços particulares.

    O programa também disponibiliza fraldas geriátricas para pessoas com idade igual ou superior a 60 anos ou com deficiência, mediante apresentação de prescrição, laudo ou atestado médico que indique a necessidade do uso de fralda geriátrica.

    A lista completa de medicamentos e preços pode ser consultada no site do Ministério da Saúde.

    O programa Farmácia Popular do Brasil é uma oportunidade para quem precisa de medicamentos e não tem condições de pagar o preço integral. Aproveite esse benefício e cuide da sua saúde!

    Isso é possível graças ao programa Farmácia Popular do Brasil, uma iniciativa do Governo Federal que visa complementar a disponibilização de medicamentos utilizados na Atenção Primária à Saúde – APS.

    O programa foi criado em 2004 e conta com mais de 34 mil farmácias e drogarias credenciadas em todo o país, identificadas pela logomarca do Programa Farmácia Popular do Brasil (PFPB). O objetivo é ampliar o acesso da população aos medicamentos essenciais, reduzindo os gastos com saúde e melhorando a qualidade de vida dos brasileiros.

    Para obter os medicamentos pelo programa, o paciente deve comparecer a um estabelecimento credenciado, apresentando os seguintes documentos:

    • documento oficial com foto e número do CPF ou documento de identidade em que conste o número do CPF;

    • receita médica dentro do prazo de validade, tanto do SUS quanto de serviços particulares.

    O programa também disponibiliza fraldas geriátricas para pessoas com idade igual ou superior a 60 anos ou com deficiência, mediante apresentação de prescrição, laudo ou atestado médico que indique a necessidade do uso de fralda geriátrica.

    A lista completa de medicamentos e preços pode ser consultada no site do Ministério da Saúde.

    O programa Farmácia Popular do Brasil é uma oportunidade para quem precisa de medicamentos e não tem condições de pagar o preço integral. Aproveite esse benefício e cuide da sua saúde!

  • Vape faz mal: conheça as doenças que ele pode causar e como parar de usá-lo

    Vape faz mal: conheça as doenças que ele pode causar e como parar de usá-lo

    O vape, ou cigarro eletrônico, é um dispositivo que promete ser uma alternativa ao cigarro convencional.

    Mas será que ele é realmente seguro? Neste artigo, vamos explicar o que é o vape, como ele funciona e quais são os seus riscos para a saúde.

    O que é o vape?

    O vape é um aparelho que contém uma bateria e um depósito onde é colocado um líquido concentrado de nicotina, que é a substância viciante do cigarro. Esse líquido também possui outras substâncias, como propilenoglicol, glicerina e aromatizantes, que dão sabor e cor ao vapor.

    Quando o usuário aciona o vape, a bateria aquece o líquido e o transforma em vapor, que é inalado pelo usuário. Por isso, o ato de usar o vape é chamado de vaping.

    O vape faz mal?

    Muitas pessoas acreditam que o vape é menos prejudicial do que o cigarro comum, pois não produz fumaça nem alcatrão. No entanto, isso não significa que ele seja seguro. O vape pode fazer mal à saúde por vários motivos. Alguns deles são:

    • A nicotina é uma substância que causa dependência e pode afetar o sistema nervoso central, o sistema cardiovascular e o desenvolvimento fetal. A nicotina pode aumentar a pressão arterial, a frequência cardíaca e o risco de infarto e derrame. Além disso, ela pode prejudicar o desenvolvimento do cérebro dos adolescentes e dos bebês de gestantes que usam o vape.

    • O aquecimento do líquido pode liberar substâncias tóxicas e cancerígenas, como formaldeído, acetaldeído e metais pesados. Essas substâncias podem irritar as vias respiratórias, causar inflamação, alergia e danos ao DNA das células. Alguns estudos mostraram que o vapor do vape pode conter até 15 vezes mais formaldeído do que a fumaça do cigarro.

    • O vape pode causar doenças pulmonares agudas, como a EVALI (doença pulmonar associada ao uso de produtos de cigarro eletrônico ou vaping), que se manifesta com tosse, falta de ar, dor no peito, febre, calafrios e perda de peso. Essa doença pode levar à insuficiência respiratória e à morte. Nos Estados Unidos, mais de 2 mil casos e 60 mortes foram relacionados à EVALI em 2019.

    • O vape pode piorar ou desencadear asma brônquica, dermatite e enfisema pulmonar. A asma brônquica é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas, que causa dificuldade para respirar, chiado no peito e tosse. A dermatite é uma inflamação da pele, que causa coceira, vermelhidão e descamação. O enfisema pulmonar é uma doença degenerativa dos pulmões, que causa falta de ar e cansaço.

    • O vape pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, como síndrome coronariana aguda, acidente vascular cerebral e trombose. A síndrome coronariana aguda é um conjunto de problemas que afetam o coração, como angina e infarto. O acidente vascular cerebral é uma interrupção do fluxo sanguíneo para o cérebro, que pode causar paralisia, dificuldade para falar e perda de memória. A trombose é a formação de coágulos dentro dos vasos sanguíneos, que podem obstruir a circulação e causar complicações graves.

    Como parar de usar o vape?

    O vape não é uma alternativa segura ao cigarro convencional e pode trazer sérios danos à saúde. A melhor forma de prevenir esses problemas é parar de fumar ou evitar começar. Se você precisa de ajuda para largar o vício, procure um médico ou um serviço especializado.

    Existem tratamentos eficazes para ajudar os fumantes a se livrarem da dependência da nicotina, como adesivos, gomas, pastilhas, sprays, inaladores e medicamentos. Esses produtos devem ser usados sob orientação médica e acompanhamento psicológico.

    Além disso, é importante ter apoio da família e dos amigos, evitar situações que estimulem o desejo de fumar, praticar atividades físicas, beber bastante água e ter uma alimentação saudável.

    Parar de fumar ou de usar o vape é um desafio, mas também é uma oportunidade de melhorar a sua qualidade de vida e a sua saúde. Lembre-se: você não está sozinho nessa jornada. Conte com o Bing para te ajudar a encontrar mais informações e recursos sobre esse assunto.

    Mas será que ele é realmente seguro? Neste artigo, vamos explicar o que é o vape, como ele funciona e quais são os seus riscos para a saúde.

    O que é o vape?

    O vape é um aparelho que contém uma bateria e um depósito onde é colocado um líquido concentrado de nicotina, que é a substância viciante do cigarro. Esse líquido também possui outras substâncias, como propilenoglicol, glicerina e aromatizantes, que dão sabor e cor ao vapor.

    Quando o usuário aciona o vape, a bateria aquece o líquido e o transforma em vapor, que é inalado pelo usuário. Por isso, o ato de usar o vape é chamado de vaping.

    O vape faz mal?

    Muitas pessoas acreditam que o vape é menos prejudicial do que o cigarro comum, pois não produz fumaça nem alcatrão. No entanto, isso não significa que ele seja seguro. O vape pode fazer mal à saúde por vários motivos. Alguns deles são:

    • A nicotina é uma substância que causa dependência e pode afetar o sistema nervoso central, o sistema cardiovascular e o desenvolvimento fetal. A nicotina pode aumentar a pressão arterial, a frequência cardíaca e o risco de infarto e derrame. Além disso, ela pode prejudicar o desenvolvimento do cérebro dos adolescentes e dos bebês de gestantes que usam o vape.

    • O aquecimento do líquido pode liberar substâncias tóxicas e cancerígenas, como formaldeído, acetaldeído e metais pesados. Essas substâncias podem irritar as vias respiratórias, causar inflamação, alergia e danos ao DNA das células. Alguns estudos mostraram que o vapor do vape pode conter até 15 vezes mais formaldeído do que a fumaça do cigarro.

    • O vape pode causar doenças pulmonares agudas, como a EVALI (doença pulmonar associada ao uso de produtos de cigarro eletrônico ou vaping), que se manifesta com tosse, falta de ar, dor no peito, febre, calafrios e perda de peso. Essa doença pode levar à insuficiência respiratória e à morte. Nos Estados Unidos, mais de 2 mil casos e 60 mortes foram relacionados à EVALI em 2019.

    • O vape pode piorar ou desencadear asma brônquica, dermatite e enfisema pulmonar. A asma brônquica é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas, que causa dificuldade para respirar, chiado no peito e tosse. A dermatite é uma inflamação da pele, que causa coceira, vermelhidão e descamação. O enfisema pulmonar é uma doença degenerativa dos pulmões, que causa falta de ar e cansaço.

    • O vape pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, como síndrome coronariana aguda, acidente vascular cerebral e trombose. A síndrome coronariana aguda é um conjunto de problemas que afetam o coração, como angina e infarto. O acidente vascular cerebral é uma interrupção do fluxo sanguíneo para o cérebro, que pode causar paralisia, dificuldade para falar e perda de memória. A trombose é a formação de coágulos dentro dos vasos sanguíneos, que podem obstruir a circulação e causar complicações graves.

    Como parar de usar o vape?

    O vape não é uma alternativa segura ao cigarro convencional e pode trazer sérios danos à saúde. A melhor forma de prevenir esses problemas é parar de fumar ou evitar começar. Se você precisa de ajuda para largar o vício, procure um médico ou um serviço especializado.

    Existem tratamentos eficazes para ajudar os fumantes a se livrarem da dependência da nicotina, como adesivos, gomas, pastilhas, sprays, inaladores e medicamentos. Esses produtos devem ser usados sob orientação médica e acompanhamento psicológico.

    Além disso, é importante ter apoio da família e dos amigos, evitar situações que estimulem o desejo de fumar, praticar atividades físicas, beber bastante água e ter uma alimentação saudável.

    Parar de fumar ou de usar o vape é um desafio, mas também é uma oportunidade de melhorar a sua qualidade de vida e a sua saúde. Lembre-se: você não está sozinho nessa jornada. Conte com o Bing para te ajudar a encontrar mais informações e recursos sobre esse assunto.

  • Diabetes mellitus: o que é, quais são os tipos e como prevenir

    Diabetes mellitus: o que é, quais são os tipos e como prevenir

    Você sabia que cerca de 16 milhões de brasileiros têm diabetes mellitus, uma doença que afeta o metabolismo da glicose no organismo? 

    A glicose é um tipo de açúcar que serve como fonte de energia para as células, mas precisa da ação de um hormônio chamado insulina para entrar nas células. A insulina é produzida pelo pâncreas, um órgão que fica atrás do estômago.

    Quando o pâncreas não produz insulina suficiente ou quando o corpo não usa a insulina adequadamente, a glicose se acumula no sangue, causando hiperglicemia. A hiperglicemia pode trazer vários problemas de saúde, como danos aos rins, aos olhos, aos nervos e aos vasos sanguíneos. Em casos graves, o diabetes pode levar à morte.

    Quais são os tipos de diabetes mellitus?

    Existem vários tipos de diabetes mellitus, mas os mais comuns são:

    • Diabetes tipo 1: ocorre quando o sistema imunológico ataca as células do pâncreas que produzem insulina, destruindo-as. As pessoas com diabetes tipo 1 precisam tomar injeções diárias de insulina para controlar a glicose no sangue. Esse tipo de diabetes costuma se manifestar na infância ou na adolescência, mas também pode ocorrer em adultos. A causa do diabetes tipo 1 ainda é desconhecida.

    • Diabetes tipo 2: ocorre quando o corpo produz insulina, mas não a usa de forma eficiente, causando resistência à insulina. As pessoas com diabetes tipo 2 podem tomar medicamentos orais ou injetáveis para aumentar a produção ou a ação da insulina. Esse tipo de diabetes está relacionado ao sobrepeso, ao sedentarismo, à alimentação inadequada e à história familiar. Ele costuma se manifestar em adultos, mas também pode ocorrer em crianças e adolescentes.

    • Diabetes gestacional: ocorre quando a mulher grávida desenvolve níveis elevados de glicose no sangue durante a gestação. Isso pode trazer riscos para a mãe e para o bebê, como pré-eclâmpsia, parto prematuro, macrossomia fetal e hipoglicemia neonatal. O diabetes gestacional geralmente desaparece após o parto, mas aumenta o risco de desenvolver diabetes tipo 2 no futuro.

    Como diagnosticar o diabetes mellitus?

    Para diagnosticar o diabetes mellitus, é preciso fazer exames de sangue que medem a glicose em jejum, a hemoglobina glicada ou a glicose após um teste de tolerância oral à glicose. Os valores normais e alterados desses exames podem variar de acordo com os critérios adotados pelas diferentes organizações de saúde.

    De acordo com o Ministério da Saúde, os valores de referência são:

    • Glicose em jejum: normal até 99 mg/dL, pré-diabetes entre 100 e 125 mg/dL, diabetes acima de 126 mg/dL.

    • Hemoglobina glicada: normal até 5,6%, pré-diabetes entre 5,7 e 6,4%, diabetes acima de 6,5%.

    • Glicose após teste de tolerância oral à glicose: normal até 139 mg/dL, pré-diabetes entre 140 e 199 mg/dL, diabetes acima de 200 mg/dL.

    Como prevenir ou controlar o diabetes mellitus?

    Para prevenir ou controlar o diabetes mellitus, é importante adotar hábitos saudáveis, como:

    • Manter uma alimentação equilibrada, rica em fibras, frutas, verduras e legumes, e pobre em açúcares, gorduras e sal.

    • Praticar atividades físicas regularmente, pelo menos 150 minutos por semana.

    • Evitar o consumo de álcool, tabaco e outras drogas.

    • Monitorar os níveis de glicose no sangue conforme orientação médica.

    • Seguir o tratamento prescrito pelo médico, tomando os medicamentos corretamente e fazendo as consultas periódicas.

    A glicose é um tipo de açúcar que serve como fonte de energia para as células, mas precisa da ação de um hormônio chamado insulina para entrar nas células. A insulina é produzida pelo pâncreas, um órgão que fica atrás do estômago.

    Quando o pâncreas não produz insulina suficiente ou quando o corpo não usa a insulina adequadamente, a glicose se acumula no sangue, causando hiperglicemia. A hiperglicemia pode trazer vários problemas de saúde, como danos aos rins, aos olhos, aos nervos e aos vasos sanguíneos. Em casos graves, o diabetes pode levar à morte.

    Quais são os tipos de diabetes mellitus?

    Existem vários tipos de diabetes mellitus, mas os mais comuns são:

    • Diabetes tipo 1: ocorre quando o sistema imunológico ataca as células do pâncreas que produzem insulina, destruindo-as. As pessoas com diabetes tipo 1 precisam tomar injeções diárias de insulina para controlar a glicose no sangue. Esse tipo de diabetes costuma se manifestar na infância ou na adolescência, mas também pode ocorrer em adultos. A causa do diabetes tipo 1 ainda é desconhecida.

    • Diabetes tipo 2: ocorre quando o corpo produz insulina, mas não a usa de forma eficiente, causando resistência à insulina. As pessoas com diabetes tipo 2 podem tomar medicamentos orais ou injetáveis para aumentar a produção ou a ação da insulina. Esse tipo de diabetes está relacionado ao sobrepeso, ao sedentarismo, à alimentação inadequada e à história familiar. Ele costuma se manifestar em adultos, mas também pode ocorrer em crianças e adolescentes.

    • Diabetes gestacional: ocorre quando a mulher grávida desenvolve níveis elevados de glicose no sangue durante a gestação. Isso pode trazer riscos para a mãe e para o bebê, como pré-eclâmpsia, parto prematuro, macrossomia fetal e hipoglicemia neonatal. O diabetes gestacional geralmente desaparece após o parto, mas aumenta o risco de desenvolver diabetes tipo 2 no futuro.

    Como diagnosticar o diabetes mellitus?

    Para diagnosticar o diabetes mellitus, é preciso fazer exames de sangue que medem a glicose em jejum, a hemoglobina glicada ou a glicose após um teste de tolerância oral à glicose. Os valores normais e alterados desses exames podem variar de acordo com os critérios adotados pelas diferentes organizações de saúde.

    De acordo com o Ministério da Saúde, os valores de referência são:

    • Glicose em jejum: normal até 99 mg/dL, pré-diabetes entre 100 e 125 mg/dL, diabetes acima de 126 mg/dL.

    • Hemoglobina glicada: normal até 5,6%, pré-diabetes entre 5,7 e 6,4%, diabetes acima de 6,5%.

    • Glicose após teste de tolerância oral à glicose: normal até 139 mg/dL, pré-diabetes entre 140 e 199 mg/dL, diabetes acima de 200 mg/dL.

    Como prevenir ou controlar o diabetes mellitus?

    Para prevenir ou controlar o diabetes mellitus, é importante adotar hábitos saudáveis, como:

    • Manter uma alimentação equilibrada, rica em fibras, frutas, verduras e legumes, e pobre em açúcares, gorduras e sal.

    • Praticar atividades físicas regularmente, pelo menos 150 minutos por semana.

    • Evitar o consumo de álcool, tabaco e outras drogas.

    • Monitorar os níveis de glicose no sangue conforme orientação médica.

    • Seguir o tratamento prescrito pelo médico, tomando os medicamentos corretamente e fazendo as consultas periódicas.