Tag: rádio

  • Quais empresas brasileiras a Nestlé comprou e qual foi o destino delas?

    Quais empresas brasileiras a Nestlé comprou e qual foi o destino delas?

    A Nestlé, uma das maiores empresas de alimentos e bebidas do mundo, anunciou recentemente a compra de duas marcas brasileiras de chocolate: Kopenhagen e Brasil Cacau.

    A operação, que ainda precisa ser aprovada pelo órgão regulador, foi avaliada em cerca de R$ 4,5 bilhões e inclui o controle acionário das empresas e toda a rede de lojas de chocolates e café.

    A aquisição faz parte da estratégia da Nestlé de fortalecer a sua posição no segmento de chocolates premium no Brasil, onde já possui marcas como Alpino, Galak e KitKat. Segundo a empresa, a Kopenhagen e a Brasil Cacau têm um portfólio complementar ao seu e são reconhecidas pela qualidade e tradição no mercado nacional.

    A Nestlé também tem investido em outras categorias de produtos no Brasil, como alimentos e suplementos naturais e biscoitos. Em maio de 2022, a empresa comprou a Puravida, uma empresa que produz alimentos orgânicos, naturais e à base de plantas, bem como suplementos nutricionais “clean label”. A compra foi feita pela Nestlé Health Science (NHSc), unidade de negócios nutrição e suplementos da companhia.

    Em julho de 2019, a Nestlé relançou a marca de biscoitos São Luiz, que estava fora do mercado desde 2002. A marca foi comprada pela Nestlé em 1967 e foi responsável pelo lançamento de produtos que se tornaram famosos, como Bono, Maizena, Negresco e Passatempo. Os biscoitos São Luiz voltaram a ser comercializados em dois formatos (recheado e wafer), nos sabores morango e chocolate.

    A Nestlé é líder no mercado brasileiro de chocolates, com uma participação de cerca de 40%, segundo dados da Euromonitor. A empresa também é dona da marca Garoto, que comprou em 2004 por R$ 1 bilhão. No entanto, a operação foi vetada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que alegou que a fusão prejudicaria a concorrência no setor. Somente em 2022, o Cade aprovou a compra da Garoto pela Nestlé, após a empresa se comprometer a não adquirir ativos que representassem pelo menos 5% do mercado de chocolates no Brasil pelos próximos cinco anos.

    Com essas movimentações, a Nestlé mostra que está atenta às tendências e às oportunidades do mercado brasileiro de alimentos e bebidas, que é um dos maiores do mundo. A empresa tem buscado diversificar o seu portfólio com produtos que atendam às diferentes necessidades e preferências dos consumidores, desde os mais tradicionais até os mais exigentes e saudáveis.

    A operação, que ainda precisa ser aprovada pelo órgão regulador, foi avaliada em cerca de R$ 4,5 bilhões e inclui o controle acionário das empresas e toda a rede de lojas de chocolates e café.

    A aquisição faz parte da estratégia da Nestlé de fortalecer a sua posição no segmento de chocolates premium no Brasil, onde já possui marcas como Alpino, Galak e KitKat. Segundo a empresa, a Kopenhagen e a Brasil Cacau têm um portfólio complementar ao seu e são reconhecidas pela qualidade e tradição no mercado nacional.

    A Nestlé também tem investido em outras categorias de produtos no Brasil, como alimentos e suplementos naturais e biscoitos. Em maio de 2022, a empresa comprou a Puravida, uma empresa que produz alimentos orgânicos, naturais e à base de plantas, bem como suplementos nutricionais “clean label”. A compra foi feita pela Nestlé Health Science (NHSc), unidade de negócios nutrição e suplementos da companhia.

    Em julho de 2019, a Nestlé relançou a marca de biscoitos São Luiz, que estava fora do mercado desde 2002. A marca foi comprada pela Nestlé em 1967 e foi responsável pelo lançamento de produtos que se tornaram famosos, como Bono, Maizena, Negresco e Passatempo. Os biscoitos São Luiz voltaram a ser comercializados em dois formatos (recheado e wafer), nos sabores morango e chocolate.

    A Nestlé é líder no mercado brasileiro de chocolates, com uma participação de cerca de 40%, segundo dados da Euromonitor. A empresa também é dona da marca Garoto, que comprou em 2004 por R$ 1 bilhão. No entanto, a operação foi vetada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que alegou que a fusão prejudicaria a concorrência no setor. Somente em 2022, o Cade aprovou a compra da Garoto pela Nestlé, após a empresa se comprometer a não adquirir ativos que representassem pelo menos 5% do mercado de chocolates no Brasil pelos próximos cinco anos.

    Com essas movimentações, a Nestlé mostra que está atenta às tendências e às oportunidades do mercado brasileiro de alimentos e bebidas, que é um dos maiores do mundo. A empresa tem buscado diversificar o seu portfólio com produtos que atendam às diferentes necessidades e preferências dos consumidores, desde os mais tradicionais até os mais exigentes e saudáveis.

  • Por que os EUA estão investigando a Huawei e seu novo modelo, o Mate 60 Pro?

    Por que os EUA estão investigando a Huawei e seu novo modelo, o Mate 60 Pro?

    A Huawei, uma gigante chinesa de tecnologia, lançou seu mais recente smartphone, o Mate 60 Pro, que possui um chip avançado que suporta a tecnologia 5G e inteligência artificial.

    O chip, chamado Kirin 9000s, foi projetado pela própria Huawei e é considerado um grande avanço para a indústria de semicondutores da China.

    O lançamento do Mate 60 Pro ocorre em meio a uma intensa disputa entre a Huawei e os Estados Unidos, que acusam a empresa de violar as sanções americanas que restringem o acesso da China à tecnologia estrangeira de chips. Os EUA também temem que os dispositivos da Huawei possam representar um risco de segurança nacional, pois poderiam ser usados para espionagem ou ciberataques pelo governo chinês.

    A Huawei nega as acusações e afirma que seu chip é fruto de sua própria pesquisa e desenvolvimento. A empresa não revelou muitos detalhes sobre o chip ou o smartphone, o que gerou curiosidade e especulação entre os analistas e consumidores.

    Alguns especialistas dizem que o lançamento do Mate 60 Pro é uma prova de que as sanções dos EUA falharam em impedir o avanço tecnológico da China. Eles argumentam que a Huawei conseguiu superar os obstáculos impostos pelos EUA e se tornar mais independente e inovadora.

    Outros dizem que ainda há muitas incertezas sobre como a Huawei conseguiu produzir o chip e se ele realmente funciona bem. Eles apontam que a Huawei pode enfrentar dificuldades para garantir o fornecimento de componentes essenciais para seus dispositivos, como as telas e as câmeras, que dependem de fornecedores estrangeiros.

    O Mate 60 Pro é o primeiro smartphone da Huawei a usar o sistema operacional HarmonyOS, que foi desenvolvido pela empresa como uma alternativa ao Android, do Google, que foi banido dos dispositivos da Huawei pelos EUA. O HarmonyOS promete ser mais compatível com diferentes tipos de dispositivos e plataformas.

    O Mate 60 Pro está disponível na China por cerca de R$ 6.000. Ainda não há previsão de quando ele será lançado em outros mercados, como o Brasil. A Huawei enfrenta restrições em vários países, como o Reino Unido, a França e a Índia, que limitaram ou proibiram o uso de sua tecnologia 5G em suas redes.

    O chip, chamado Kirin 9000s, foi projetado pela própria Huawei e é considerado um grande avanço para a indústria de semicondutores da China.

    O lançamento do Mate 60 Pro ocorre em meio a uma intensa disputa entre a Huawei e os Estados Unidos, que acusam a empresa de violar as sanções americanas que restringem o acesso da China à tecnologia estrangeira de chips. Os EUA também temem que os dispositivos da Huawei possam representar um risco de segurança nacional, pois poderiam ser usados para espionagem ou ciberataques pelo governo chinês.

    A Huawei nega as acusações e afirma que seu chip é fruto de sua própria pesquisa e desenvolvimento. A empresa não revelou muitos detalhes sobre o chip ou o smartphone, o que gerou curiosidade e especulação entre os analistas e consumidores.

    Alguns especialistas dizem que o lançamento do Mate 60 Pro é uma prova de que as sanções dos EUA falharam em impedir o avanço tecnológico da China. Eles argumentam que a Huawei conseguiu superar os obstáculos impostos pelos EUA e se tornar mais independente e inovadora.

    Outros dizem que ainda há muitas incertezas sobre como a Huawei conseguiu produzir o chip e se ele realmente funciona bem. Eles apontam que a Huawei pode enfrentar dificuldades para garantir o fornecimento de componentes essenciais para seus dispositivos, como as telas e as câmeras, que dependem de fornecedores estrangeiros.

    O Mate 60 Pro é o primeiro smartphone da Huawei a usar o sistema operacional HarmonyOS, que foi desenvolvido pela empresa como uma alternativa ao Android, do Google, que foi banido dos dispositivos da Huawei pelos EUA. O HarmonyOS promete ser mais compatível com diferentes tipos de dispositivos e plataformas.

    O Mate 60 Pro está disponível na China por cerca de R$ 6.000. Ainda não há previsão de quando ele será lançado em outros mercados, como o Brasil. A Huawei enfrenta restrições em vários países, como o Reino Unido, a França e a Índia, que limitaram ou proibiram o uso de sua tecnologia 5G em suas redes.

  • Huawei lança novo smartphone com chip 5G próprio

    Huawei lança novo smartphone com chip 5G próprio

    A Huawei, uma das maiores fabricantes de smartphones do mundo, lançou o seu novo modelo, o Mate 60 Pro, que possui um chip 5G desenvolvido pela própria empresa.

    O chip, chamado de Kirin 9000s, é um dos mais avançados do mercado e permite uma conexão rápida e estável com a internet móvel de quinta geração.

    O lançamento do Mate 60 Pro surpreendeu o governo dos Estados Unidos, que impôs restrições à exportação de tecnologia de semicondutores para a China. Os EUA acusam a Huawei de espionagem e violação de sanções contra o Irã, e tentam impedir que a empresa tenha acesso aos componentes necessários para fabricar os seus dispositivos.

    A Huawei nega as acusações e afirma que o chip Kirin 9000s foi produzido com tecnologia própria e sem violar nenhuma lei. A empresa diz que o chip é vital para o seu negócio de dispositivos, que enfrenta dificuldades por causa das sanções dos EUA. A Huawei perdeu participação no mercado global de smartphones e teve que vender a sua subsidiária Honor, que produzia aparelhos mais baratos.

    O Mate 60 Pro é um smartphone de alto padrão, com tela OLED de 6,76 polegadas, câmera traseira de 50 megapixels e bateria de 4.400 mAh. O aparelho roda o sistema operacional HarmonyOS, também desenvolvido pela Huawei, que substitui o Android, do Google. O preço do Mate 60 Pro ainda não foi divulgado, mas espera-se que seja superior a R$ 5 mil. O smartphone deve chegar ao Brasil no final do ano.

    O chip, chamado de Kirin 9000s, é um dos mais avançados do mercado e permite uma conexão rápida e estável com a internet móvel de quinta geração.

    O lançamento do Mate 60 Pro surpreendeu o governo dos Estados Unidos, que impôs restrições à exportação de tecnologia de semicondutores para a China. Os EUA acusam a Huawei de espionagem e violação de sanções contra o Irã, e tentam impedir que a empresa tenha acesso aos componentes necessários para fabricar os seus dispositivos.

    A Huawei nega as acusações e afirma que o chip Kirin 9000s foi produzido com tecnologia própria e sem violar nenhuma lei. A empresa diz que o chip é vital para o seu negócio de dispositivos, que enfrenta dificuldades por causa das sanções dos EUA. A Huawei perdeu participação no mercado global de smartphones e teve que vender a sua subsidiária Honor, que produzia aparelhos mais baratos.

    O Mate 60 Pro é um smartphone de alto padrão, com tela OLED de 6,76 polegadas, câmera traseira de 50 megapixels e bateria de 4.400 mAh. O aparelho roda o sistema operacional HarmonyOS, também desenvolvido pela Huawei, que substitui o Android, do Google. O preço do Mate 60 Pro ainda não foi divulgado, mas espera-se que seja superior a R$ 5 mil. O smartphone deve chegar ao Brasil no final do ano.

  • Mingau passa por cirurgia para auxiliar no controle da pressão intracraniana

    Mingau passa por cirurgia para auxiliar no controle da pressão intracraniana

    O baixista do Ultraje a Rigor, Rinaldo Amaral, mais conhecido como Mingau, foi baleado na cabeça em Paraty, no Rio de Janeiro, no último domingo (3).

    Segundo a polícia, o caso foi registrado como tentativa de homicídio por traficantes do Comando Vermelho, que teriam confundido Mingau com um policial.

    Mingau estava hospedado em uma pousada na região de Trindade, onde participaria de um festival de música. Ele saiu para comprar cigarros e foi abordado por dois homens armados em uma moto, que dispararam contra ele. Um dos tiros atingiu a cabeça de Mingau, que foi socorrido por moradores e levado para o Hospital Municipal Hugo Miranda.

    Na quarta-feira (6), Mingau passou por uma cirurgia para auxiliar no controle da pressão intracraniana, que estava elevada devido ao trauma. O procedimento foi indicado pelo neurocirurgião Manoel Jacobsen Teixeira e durou cerca de 2h30. Mingau segue na UTI em estado grave, mas estável.

    Mingau é baixista e produtor musical desde os anos 1980. Sua primeira banda foi a Ratos de Porão, onde tocou como guitarrista. Em 1999, entrou para o Ultraje a Rigor e participou de vários álbuns e shows. Desde 2011, faz parte da banda fixa do talk show The Noite, no SBT, apresentado por Danilo Gentili.

    O líder do Ultraje a Rigor, Roger Moreira, usou as redes sociais para pedir orações pelo amigo e criticar a violência no país. “O Brasil está uma merda. Não temos segurança nem para ir comprar cigarros”, escreveu. Outros artistas e fãs também manifestaram apoio e solidariedade a Mingau.

    Segundo a polícia, o caso foi registrado como tentativa de homicídio por traficantes do Comando Vermelho, que teriam confundido Mingau com um policial.

    Mingau estava hospedado em uma pousada na região de Trindade, onde participaria de um festival de música. Ele saiu para comprar cigarros e foi abordado por dois homens armados em uma moto, que dispararam contra ele. Um dos tiros atingiu a cabeça de Mingau, que foi socorrido por moradores e levado para o Hospital Municipal Hugo Miranda.

    Na quarta-feira (6), Mingau passou por uma cirurgia para auxiliar no controle da pressão intracraniana, que estava elevada devido ao trauma. O procedimento foi indicado pelo neurocirurgião Manoel Jacobsen Teixeira e durou cerca de 2h30. Mingau segue na UTI em estado grave, mas estável.

    Mingau é baixista e produtor musical desde os anos 1980. Sua primeira banda foi a Ratos de Porão, onde tocou como guitarrista. Em 1999, entrou para o Ultraje a Rigor e participou de vários álbuns e shows. Desde 2011, faz parte da banda fixa do talk show The Noite, no SBT, apresentado por Danilo Gentili.

    O líder do Ultraje a Rigor, Roger Moreira, usou as redes sociais para pedir orações pelo amigo e criticar a violência no país. “O Brasil está uma merda. Não temos segurança nem para ir comprar cigarros”, escreveu. Outros artistas e fãs também manifestaram apoio e solidariedade a Mingau.

  • Nova versão da vacina da Moderna aumenta proteção contra variante do coronavírus

    Nova versão da vacina da Moderna aumenta proteção contra variante do coronavírus

    Uma nova versão da vacina da Moderna contra a Covid-19, que visa proteger as pessoas de uma variante do vírus que surgiu na África do Sul, mostrou resultados promissores em um estudo clínico com humanos.

    A vacina atualizada, chamada de mRNA-1273.351, aumentou os níveis de anticorpos, uma parte importante do sistema imunológico, para a variante BA.2.86 em quase nove vezes, segundo a empresa.

    A variante BA.2.86 tem muitas mutações que podem torná-la mais contagiosa e resistente às vacinas existentes. Ela já foi detectada em mais de 20 países, incluindo o Brasil.

    A Moderna disse que sua vacina original, que já está sendo usada em vários países, também é eficaz contra a variante BA.2.86, mas em um grau menor.

    Por isso, a empresa desenvolveu uma nova versão da vacina, que pode ser usada como um reforço para aumentar a proteção contra as novas cepas do vírus.

    O estudo clínico envolveu 40 pessoas que já tinham recebido duas doses da vacina original da Moderna. Elas receberam uma terceira dose da vacina atualizada ou de uma combinação das duas versões.

    Os resultados mostraram que a vacina atualizada provocou uma resposta imune mais forte contra a variante BA.2.86 do que a vacina original.

    A Moderna disse que os efeitos colaterais da vacina atualizada foram semelhantes aos da vacina original, como dor no braço, fadiga e dor de cabeça.

    A empresa disse que vai enviar os dados para a Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, para obter autorização para usar a vacina atualizada.

    Outra empresa que produz vacinas contra a Covid-19, a Pfizer, também disse que sua vacina atualizada, feita em parceria com a BioNTech, provocou uma “forte resposta de anticorpos neutralizantes” contra a variante BA.2.86, em um estudo pré-clínico não publicado.

    As vacinas da Moderna e da Pfizer usam uma tecnologia chamada de RNA mensageiro (mRNA), que ensina as células do corpo a produzir proteínas que imitam o vírus e estimulam o sistema imunológico.

    Os especialistas dizem que as vacinas de mRNA são mais fáceis de adaptar às novas variantes do vírus do que as vacinas tradicionais, que usam vírus inativados ou enfraquecidos.

    A Covid-19 é uma doença respiratória causada pelo novo coronavírus, que surgiu na China no final de 2019 e se espalhou pelo mundo.

    Até agora, mais de 220 milhões de pessoas foram infectadas pelo vírus e mais de 4,5 milhões morreram, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.

    As vacinas são consideradas uma das principais formas de prevenir e controlar a pandemia, mas ainda há desafios para produzi-las e distribuí-las para todos os países e populações.

    A vacina atualizada, chamada de mRNA-1273.351, aumentou os níveis de anticorpos, uma parte importante do sistema imunológico, para a variante BA.2.86 em quase nove vezes, segundo a empresa.

    A variante BA.2.86 tem muitas mutações que podem torná-la mais contagiosa e resistente às vacinas existentes. Ela já foi detectada em mais de 20 países, incluindo o Brasil.

    A Moderna disse que sua vacina original, que já está sendo usada em vários países, também é eficaz contra a variante BA.2.86, mas em um grau menor.

    Por isso, a empresa desenvolveu uma nova versão da vacina, que pode ser usada como um reforço para aumentar a proteção contra as novas cepas do vírus.

    O estudo clínico envolveu 40 pessoas que já tinham recebido duas doses da vacina original da Moderna. Elas receberam uma terceira dose da vacina atualizada ou de uma combinação das duas versões.

    Os resultados mostraram que a vacina atualizada provocou uma resposta imune mais forte contra a variante BA.2.86 do que a vacina original.

    A Moderna disse que os efeitos colaterais da vacina atualizada foram semelhantes aos da vacina original, como dor no braço, fadiga e dor de cabeça.

    A empresa disse que vai enviar os dados para a Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, para obter autorização para usar a vacina atualizada.

    Outra empresa que produz vacinas contra a Covid-19, a Pfizer, também disse que sua vacina atualizada, feita em parceria com a BioNTech, provocou uma “forte resposta de anticorpos neutralizantes” contra a variante BA.2.86, em um estudo pré-clínico não publicado.

    As vacinas da Moderna e da Pfizer usam uma tecnologia chamada de RNA mensageiro (mRNA), que ensina as células do corpo a produzir proteínas que imitam o vírus e estimulam o sistema imunológico.

    Os especialistas dizem que as vacinas de mRNA são mais fáceis de adaptar às novas variantes do vírus do que as vacinas tradicionais, que usam vírus inativados ou enfraquecidos.

    A Covid-19 é uma doença respiratória causada pelo novo coronavírus, que surgiu na China no final de 2019 e se espalhou pelo mundo.

    Até agora, mais de 220 milhões de pessoas foram infectadas pelo vírus e mais de 4,5 milhões morreram, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.

    As vacinas são consideradas uma das principais formas de prevenir e controlar a pandemia, mas ainda há desafios para produzi-las e distribuí-las para todos os países e populações.

  • Queijos artesanais de Minas Gerais são premiados em concurso estadual

    Queijos artesanais de Minas Gerais são premiados em concurso estadual

    Os queijos artesanais de Minas Gerais são reconhecidos pela sua qualidade e diversidade.

    Para valorizar essa tradição, foi realizado o Concurso Estadual dos Queijos Artesanais de Minas Gerais, que premiou os melhores produtos das regiões de Minas Artesanal, Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    O concurso contou com a participação de 36 produtores, que inscreveram seus queijos em quatro categorias: fresco, meia cura, curado e extra curado. Os queijos foram avaliados por uma comissão de jurados técnicos, que consideraram aspectos como apresentação, cor, textura, consistência, paladar e olfato.

    Os vencedores do concurso foram anunciados em uma cerimônia realizada no dia 5 de setembro, na cidade de Belo Horizonte. Os produtores premiados foram:

    • José Orlando Ferreira Júnior, da região de Minas Artesanal, que conquistou o primeiro lugar na categoria fresco com o seu queijo QMA.

    • Júlio Silvestre de Lima, das regiões de Alagoa e Mantiqueira de Minas, que venceu nas categorias meia cura e curado com os seus queijos Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    • Guilherme Arantes Rosa Maciel, também das regiões de Alagoa e Mantiqueira de Minas, que levou o prêmio na categoria extra curado com o seu queijo Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    Os queijos vencedores tiveram uma boa projeção no mercado e uma maior remuneração dos produtores. A Emater-MG, empresa vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), apoia a legalização das queijarias e a inserção do produto no mercado.

    O concurso foi uma iniciativa da Seapa, em parceria com a Emater-MG, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

    O objetivo do concurso foi promover a qualidade dos queijos artesanais de Minas Gerais, incentivar a produção sustentável e valorizar a cultura e a identidade mineiras.

    Com informações da Agência Minas Gerais.

    Para valorizar essa tradição, foi realizado o Concurso Estadual dos Queijos Artesanais de Minas Gerais, que premiou os melhores produtos das regiões de Minas Artesanal, Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    O concurso contou com a participação de 36 produtores, que inscreveram seus queijos em quatro categorias: fresco, meia cura, curado e extra curado. Os queijos foram avaliados por uma comissão de jurados técnicos, que consideraram aspectos como apresentação, cor, textura, consistência, paladar e olfato.

    Os vencedores do concurso foram anunciados em uma cerimônia realizada no dia 5 de setembro, na cidade de Belo Horizonte. Os produtores premiados foram:

    • José Orlando Ferreira Júnior, da região de Minas Artesanal, que conquistou o primeiro lugar na categoria fresco com o seu queijo QMA.

    • Júlio Silvestre de Lima, das regiões de Alagoa e Mantiqueira de Minas, que venceu nas categorias meia cura e curado com os seus queijos Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    • Guilherme Arantes Rosa Maciel, também das regiões de Alagoa e Mantiqueira de Minas, que levou o prêmio na categoria extra curado com o seu queijo Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    Os queijos vencedores tiveram uma boa projeção no mercado e uma maior remuneração dos produtores. A Emater-MG, empresa vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), apoia a legalização das queijarias e a inserção do produto no mercado.

    O concurso foi uma iniciativa da Seapa, em parceria com a Emater-MG, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

    O objetivo do concurso foi promover a qualidade dos queijos artesanais de Minas Gerais, incentivar a produção sustentável e valorizar a cultura e a identidade mineiras.

    Com informações da Agência Minas Gerais.

  • O que é o acordo de leniência e como ele funciona?

    O que é o acordo de leniência e como ele funciona?

    O acordo de leniência tem aparecido com frequência nas notícias sobre casos de corrupção envolvendo empresas e políticos.

    Mas o que significa e como ele funciona?

    O acordo de leniência é uma espécie de delação premiada para pessoas jurídicas, ou seja, para empresas que praticaram atos ilícitos contra a Administração Pública, como fraudes em licitações, desvios de dinheiro, pagamento de propinas, etc.

    O acordo de leniência permite que essas empresas confessem seus crimes, entreguem provas e documentos, identifiquem outros envolvidos e cooperem com as investigações em troca de benefícios, como a redução de multas e a suspensão da proibição de contratar com o poder público.

    O objetivo do acordo de leniência é incentivar as empresas a colaborarem com a Justiça, facilitando o esclarecimento dos fatos, a recuperação dos recursos desviados e a punição dos responsáveis. Além disso, o acordo de leniência busca preservar a atividade econômica das empresas e evitar a perda de empregos e a falência.

    O acordo de leniência está previsto na Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013, conhecida como Lei Anticorrupção. Essa lei estabelece as regras e as condições para a realização do acordo, que deve ser feito entre a empresa e os órgãos competentes, como o Ministério Público, a Controladoria-Geral da União, o Tribunal de Contas da União, entre outros.

    O acordo de leniência é uma ferramenta importante no combate à corrupção e à impunidade no Brasil. Por meio dele, muitos casos de desvio de dinheiro público foram descobertos e muitos recursos foram recuperados. Alguns exemplos famosos de acordos de leniência são os da Odebrecht, da JBS, da Camargo Corrêa e da Andrade Gutierrez.

    Mas o que significa e como ele funciona?

    O acordo de leniência é uma espécie de delação premiada para pessoas jurídicas, ou seja, para empresas que praticaram atos ilícitos contra a Administração Pública, como fraudes em licitações, desvios de dinheiro, pagamento de propinas, etc.

    O acordo de leniência permite que essas empresas confessem seus crimes, entreguem provas e documentos, identifiquem outros envolvidos e cooperem com as investigações em troca de benefícios, como a redução de multas e a suspensão da proibição de contratar com o poder público.

    O objetivo do acordo de leniência é incentivar as empresas a colaborarem com a Justiça, facilitando o esclarecimento dos fatos, a recuperação dos recursos desviados e a punição dos responsáveis. Além disso, o acordo de leniência busca preservar a atividade econômica das empresas e evitar a perda de empregos e a falência.

    O acordo de leniência está previsto na Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013, conhecida como Lei Anticorrupção. Essa lei estabelece as regras e as condições para a realização do acordo, que deve ser feito entre a empresa e os órgãos competentes, como o Ministério Público, a Controladoria-Geral da União, o Tribunal de Contas da União, entre outros.

    O acordo de leniência é uma ferramenta importante no combate à corrupção e à impunidade no Brasil. Por meio dele, muitos casos de desvio de dinheiro público foram descobertos e muitos recursos foram recuperados. Alguns exemplos famosos de acordos de leniência são os da Odebrecht, da JBS, da Camargo Corrêa e da Andrade Gutierrez.

  • A origem da Kopenhagen, a marca que transformou o chocolate em arte no Brasil

    A origem da Kopenhagen, a marca que transformou o chocolate em arte no Brasil

    A Kopenhagen foi fundada em 1928 por um casal de imigrantes dinamarqueses, Anna e David Kopenhagen.

    Eles vieram para o Brasil em busca de oportunidades e trouxeram na bagagem o conhecimento e o talento para fazer chocolates artesanais. Eles abriram sua primeira loja em São Paulo, na Rua Oscar Freire, e começaram a produzir chocolates com ingredientes de alta qualidade, seguindo as receitas originais da Dinamarca.

    A marca se tornou famosa por seus produtos icônicos, como o Nhá Benta, um marshmallow coberto de chocolate; o Cherry Brandy, uma cereja ao licor envolta em chocolate amargo; e a Língua de Gato, uma fina camada de chocolate ao leite em formato de língua de gato. Esses e outros produtos conquistaram o paladar dos brasileiros e fizeram da Kopenhagen uma referência em chocolates finos.

    Hoje, a Kopenhagen possui mais de 380 lojas pelo Brasil e também exporta seus chocolates para outros países. A marca também se preocupa com a sustentabilidade e apoia projetos sociais e ambientais, como o Instituto Criar, que capacita jovens para o mercado audiovisual; e o Instituto Chocolovers, que promove a educação e a cidadania de crianças e adolescentes.

    A Kopenhagen é uma marca que se orgulha de sua história e de sua qualidade. Ela é uma prova de que o chocolate pode ser mais do que um doce: pode ser uma arte, uma paixão e uma forma de expressão.

    Eles vieram para o Brasil em busca de oportunidades e trouxeram na bagagem o conhecimento e o talento para fazer chocolates artesanais. Eles abriram sua primeira loja em São Paulo, na Rua Oscar Freire, e começaram a produzir chocolates com ingredientes de alta qualidade, seguindo as receitas originais da Dinamarca.

    A marca se tornou famosa por seus produtos icônicos, como o Nhá Benta, um marshmallow coberto de chocolate; o Cherry Brandy, uma cereja ao licor envolta em chocolate amargo; e a Língua de Gato, uma fina camada de chocolate ao leite em formato de língua de gato. Esses e outros produtos conquistaram o paladar dos brasileiros e fizeram da Kopenhagen uma referência em chocolates finos.

    Hoje, a Kopenhagen possui mais de 380 lojas pelo Brasil e também exporta seus chocolates para outros países. A marca também se preocupa com a sustentabilidade e apoia projetos sociais e ambientais, como o Instituto Criar, que capacita jovens para o mercado audiovisual; e o Instituto Chocolovers, que promove a educação e a cidadania de crianças e adolescentes.

    A Kopenhagen é uma marca que se orgulha de sua história e de sua qualidade. Ela é uma prova de que o chocolate pode ser mais do que um doce: pode ser uma arte, uma paixão e uma forma de expressão.

  • Neymar na mira da Justiça: jogador é multado e pode ser preso por obra ilegal em sua mansão

    Neymar na mira da Justiça: jogador é multado e pode ser preso por obra ilegal em sua mansão

    O jogador brasileiro Neymar foi multado em R$ 16 milhões pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Mangaratiba, no Rio de Janeiro, por realizar obras irregulares em sua mansão na Costa Verde.

    A fiscalização constatou que Neymar construiu um lago artificial sem licença ambiental, desmatou vegetação nativa, movimentou terra sem autorização e descumpriu um embargo anterior.

    A multa foi aplicada em julho de 2023, mas só foi divulgada recentemente pela imprensa. Neymar é considerado um dos melhores jogadores do mundo e tem uma fortuna estimada em mais de R$ 1 bilhão. Ele comprou a propriedade em 2016 por R$ 28 milhões e já havia sido multado em 2018 por outra obra irregular.

    Segundo a lei, Neymar pode responder por crime ambiental previsto no artigo 60 da Lei 9.605/98, que prevê pena de detenção de seis meses a um ano e multa para quem construir em área de preservação permanente sem autorização dos órgãos competentes. Além disso, ele pode ser obrigado a reparar os danos causados ao meio ambiente.

    O caso de Neymar gerou polêmica no meio esportivo. O comentarista Walter Casagrande criticou a atitude do jogador e disse que ele deveria ser cortado da Seleção Brasileira por ter cometido um crime ambiental. Casagrande comparou o caso de Neymar com o de Antony, que foi desconvocado da Seleção após ser acusado de agredir a ex-namorada. Casagrande disse que a CBF fez vista grossa para Neymar e que isso era uma contradição.

    Neymar não se pronunciou oficialmente sobre as acusações de crime ambiental. Ele segue treinando com a Seleção Brasileira para os jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.

    A fiscalização constatou que Neymar construiu um lago artificial sem licença ambiental, desmatou vegetação nativa, movimentou terra sem autorização e descumpriu um embargo anterior.

    A multa foi aplicada em julho de 2023, mas só foi divulgada recentemente pela imprensa. Neymar é considerado um dos melhores jogadores do mundo e tem uma fortuna estimada em mais de R$ 1 bilhão. Ele comprou a propriedade em 2016 por R$ 28 milhões e já havia sido multado em 2018 por outra obra irregular.

    Segundo a lei, Neymar pode responder por crime ambiental previsto no artigo 60 da Lei 9.605/98, que prevê pena de detenção de seis meses a um ano e multa para quem construir em área de preservação permanente sem autorização dos órgãos competentes. Além disso, ele pode ser obrigado a reparar os danos causados ao meio ambiente.

    O caso de Neymar gerou polêmica no meio esportivo. O comentarista Walter Casagrande criticou a atitude do jogador e disse que ele deveria ser cortado da Seleção Brasileira por ter cometido um crime ambiental. Casagrande comparou o caso de Neymar com o de Antony, que foi desconvocado da Seleção após ser acusado de agredir a ex-namorada. Casagrande disse que a CBF fez vista grossa para Neymar e que isso era uma contradição.

    Neymar não se pronunciou oficialmente sobre as acusações de crime ambiental. Ele segue treinando com a Seleção Brasileira para os jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.

  • Concussão na juventude pode afetar a cognição na velhice, diz estudo

    Concussão na juventude pode afetar a cognição na velhice, diz estudo

    Um estudo de gêmeos mostrou que ter uma concussão na juventude pode afetar as habilidades de pensamento e memória na velhice, bem como acelerar o declínio cognitivo.

    Os pesquisadores compararam gêmeos que tiveram uma concussão com seus irmãos que não tiveram, e encontraram diferenças significativas em seus resultados de testes cognitivos.

    O estudo envolveu 8.662 homens que foram veteranos da Segunda Guerra Mundial. Eles fizeram um teste de habilidades de pensamento no início do estudo, quando tinham uma idade média de 67 anos, e depois até mais três vezes ao longo de 12 anos. Os pesquisadores perguntaram aos participantes se eles já haviam sofrido uma concussão em sua vida, e se eles perderam a consciência ou não.

    Os resultados mostraram que 25% dos participantes haviam experimentado uma concussão em sua vida. Aqueles que tiveram uma concussão tinham mais probabilidade de ter pontuações mais baixas no teste aos 70 anos, especialmente se eles perderam a consciência ou se eles tinham mais de 24 anos quando tiveram sua concussão. Além disso, aqueles que tiveram uma concussão tinham um declínio mais rápido em suas pontuações do que aqueles que não tiveram.

    Os pesquisadores disseram que esses achados indicam que mesmo as pessoas com lesões cerebrais traumáticas na vida anterior que parecem ter se recuperado totalmente delas ainda podem estar em maior risco de problemas cognitivos e demência mais tarde na vida. Eles sugeriram que essas pessoas podem se beneficiar de intervenções precoces que podem retardar o declínio cognitivo ou potencialmente adiar ou prevenir a demência.

    O estudo foi publicado na revista Neurology, e foi financiado pelo National Institute on Aging e pelo Department of Veterans Affairs.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores compararam gêmeos que tiveram uma concussão com seus irmãos que não tiveram, e encontraram diferenças significativas em seus resultados de testes cognitivos.

    O estudo envolveu 8.662 homens que foram veteranos da Segunda Guerra Mundial. Eles fizeram um teste de habilidades de pensamento no início do estudo, quando tinham uma idade média de 67 anos, e depois até mais três vezes ao longo de 12 anos. Os pesquisadores perguntaram aos participantes se eles já haviam sofrido uma concussão em sua vida, e se eles perderam a consciência ou não.

    Os resultados mostraram que 25% dos participantes haviam experimentado uma concussão em sua vida. Aqueles que tiveram uma concussão tinham mais probabilidade de ter pontuações mais baixas no teste aos 70 anos, especialmente se eles perderam a consciência ou se eles tinham mais de 24 anos quando tiveram sua concussão. Além disso, aqueles que tiveram uma concussão tinham um declínio mais rápido em suas pontuações do que aqueles que não tiveram.

    Os pesquisadores disseram que esses achados indicam que mesmo as pessoas com lesões cerebrais traumáticas na vida anterior que parecem ter se recuperado totalmente delas ainda podem estar em maior risco de problemas cognitivos e demência mais tarde na vida. Eles sugeriram que essas pessoas podem se beneficiar de intervenções precoces que podem retardar o declínio cognitivo ou potencialmente adiar ou prevenir a demência.

    O estudo foi publicado na revista Neurology, e foi financiado pelo National Institute on Aging e pelo Department of Veterans Affairs.

    Fonte: Link.