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  • As 5 hamburguerias mais antigas da cidade de São Paulo

    As 5 hamburguerias mais antigas da cidade de São Paulo

    São Paulo é uma cidade que respira gastronomia, com uma enorme variedade de restaurantes, bares e lanchonetes para todos os gostos e bolsos.

    Entre as opções mais populares, os hambúrgueres se destacam pela sua praticidade, sabor e versatilidade. Mas você sabe quais são as hamburgerias mais antigas da cidade? Aquelas que resistiram ao tempo e às novas tendências, mantendo a tradição e a qualidade dos seus lanches?

    Neste artigo, vamos apresentar as 5 hamburguerias mais antigas da cidade de São Paulo, segundo os resultados da minha busca na web.

    1. Chico Hamburger

    Fundada em 1963, a Chico Hambúrguer é provavelmente a hamburgueria mais antiga de São Paulo. Localizada na Avenida Ibirapuera, em Moema, a casa tem um ambiente retrô e um cardápio variado, que inclui desde os clássicos cheese salada e cheese bacon até opções vegetarianas e veganas. O destaque fica por conta do hambúrguer de picanha, que leva 200 gramas de carne grelhada no ponto desejado pelo cliente.

    2. Joakin’s

    Inaugurada em 1965, no Itaim Bibi, a Joakin’s é outra hamburgueria tradicional da cidade. Com um ambiente simples e familiar, a casa serve hambúrgueres bem servidos e saborosos, feitos com carne fresca e moída diariamente. O cheese salada e o milk-shake são considerados por muitos os melhores da cidade. A casa também é famosa pelo seu beirute, que leva rosbife, queijo prato, tomate e orégano no pão sírio.

    3. Hambúrguer do Seu Oswaldo

    O Hambúrguer do Seu Oswaldo é uma lanchonete histórica no bairro do Ipiranga, que funciona desde 1966. O local é pequeno e simples, mas atrai uma legião de fãs que apreciam os hambúrgueres fininhos e crocantes, feitos na chapa com patinho fresco. O X-salada é o carro-chefe da casa, que leva o incrível molho de tomate caseiro. O atendimento é rápido e eficiente, mas é bom chegar cedo para garantir um lugar no balcão.

    4. New Dog

    O New Dog é outra hamburgueria que nasceu em 1967, no Itaim Bibi. A casa tem um ambiente moderno e sofisticado, com um cardápio extenso que vai além dos hambúrgueres. Mas são eles que fazem o sucesso do lugar, com destaque para o New Dog Especial, que leva dois hambúrgueres finos de 120 gramas cada, queijo prato derretido, alface americana, tomate e maionese no pão de hambúrguer . A casa também oferece opções de hambúrgueres vegetarianos e veganos.

    5. Osnir Hambúrguer

    A Osnir Hambúrguer é uma hamburgueria tradicional na Avenida Jabaquara, que funciona desde 1969. A casa tem um ambiente aconchegante e familiar, com um cardápio variado que inclui desde hambúrgueres de carne bovina até filé mignon, frango e calabresa. O cliente pode escolher o tamanho do seu hambúrguer, que varia de 100 a 200 gramas . A casa também é conhecida pelo seu milk-shake de pistache, servido com uma dose de calda de chocolate.

    Entre as opções mais populares, os hambúrgueres se destacam pela sua praticidade, sabor e versatilidade. Mas você sabe quais são as hamburgerias mais antigas da cidade? Aquelas que resistiram ao tempo e às novas tendências, mantendo a tradição e a qualidade dos seus lanches?

    Neste artigo, vamos apresentar as 5 hamburguerias mais antigas da cidade de São Paulo, segundo os resultados da minha busca na web.

    1. Chico Hamburger

    Fundada em 1963, a Chico Hambúrguer é provavelmente a hamburgueria mais antiga de São Paulo. Localizada na Avenida Ibirapuera, em Moema, a casa tem um ambiente retrô e um cardápio variado, que inclui desde os clássicos cheese salada e cheese bacon até opções vegetarianas e veganas. O destaque fica por conta do hambúrguer de picanha, que leva 200 gramas de carne grelhada no ponto desejado pelo cliente.

    2. Joakin’s

    Inaugurada em 1965, no Itaim Bibi, a Joakin’s é outra hamburgueria tradicional da cidade. Com um ambiente simples e familiar, a casa serve hambúrgueres bem servidos e saborosos, feitos com carne fresca e moída diariamente. O cheese salada e o milk-shake são considerados por muitos os melhores da cidade. A casa também é famosa pelo seu beirute, que leva rosbife, queijo prato, tomate e orégano no pão sírio.

    3. Hambúrguer do Seu Oswaldo

    O Hambúrguer do Seu Oswaldo é uma lanchonete histórica no bairro do Ipiranga, que funciona desde 1966. O local é pequeno e simples, mas atrai uma legião de fãs que apreciam os hambúrgueres fininhos e crocantes, feitos na chapa com patinho fresco. O X-salada é o carro-chefe da casa, que leva o incrível molho de tomate caseiro. O atendimento é rápido e eficiente, mas é bom chegar cedo para garantir um lugar no balcão.

    4. New Dog

    O New Dog é outra hamburgueria que nasceu em 1967, no Itaim Bibi. A casa tem um ambiente moderno e sofisticado, com um cardápio extenso que vai além dos hambúrgueres. Mas são eles que fazem o sucesso do lugar, com destaque para o New Dog Especial, que leva dois hambúrgueres finos de 120 gramas cada, queijo prato derretido, alface americana, tomate e maionese no pão de hambúrguer . A casa também oferece opções de hambúrgueres vegetarianos e veganos.

    5. Osnir Hambúrguer

    A Osnir Hambúrguer é uma hamburgueria tradicional na Avenida Jabaquara, que funciona desde 1969. A casa tem um ambiente aconchegante e familiar, com um cardápio variado que inclui desde hambúrgueres de carne bovina até filé mignon, frango e calabresa. O cliente pode escolher o tamanho do seu hambúrguer, que varia de 100 a 200 gramas . A casa também é conhecida pelo seu milk-shake de pistache, servido com uma dose de calda de chocolate.

  • Pesquisadores criam atlas celular do olho humano que pode ajudar a curar doenças da visão

    Pesquisadores criam atlas celular do olho humano que pode ajudar a curar doenças da visão

    Uma equipe de cientistas da Universidade de Harvard desenvolveu um atlas celular do olho humano, que revela a diversidade e a complexidade das células que compõem as diferentes partes do órgão da visão.

    O estudo, publicado na revista Nature, pode ter implicações para o diagnóstico e o tratamento de doenças oculares como glaucoma e degeneração macular.

    O olho humano é formado por várias estruturas, como a córnea, a íris, a retina e o nervo óptico, que trabalham em conjunto para captar e processar a luz e enviar sinais visuais ao cérebro. Cada uma dessas estruturas é composta por diferentes tipos de células, que desempenham funções específicas e expressam genes distintos.

    Para mapear os tipos de células presentes em cada parte do olho humano, os pesquisadores usaram uma técnica chamada sequenciamento de RNA de célula única, que permite analisar o perfil genético de cada célula individualmente. Eles coletaram amostras de tecido ocular de 22 doadores humanos e isolaram cerca de 120 mil células, que foram submetidas ao sequenciamento.

    Os resultados mostraram que o olho humano contém quase 160 tipos de células, sendo que 133 são encontrados na retina, o tecido sensível à luz que reveste a parte posterior do olho. A retina é responsável por converter a luz em sinais elétricos que são enviados ao cérebro pelo nervo óptico. Os outros 27 tipos de células são distribuídos pelas demais estruturas do olho.

    O atlas celular do olho humano é o mais completo já criado até o momento, e revela detalhes sobre a identidade, a localização e a função de cada tipo de célula. Além disso, o atlas também mostra quais genes são expressos por cada tipo de célula, o que pode ajudar a entender como elas se desenvolvem e se comunicam.

    Um dos possíveis usos do atlas é para avaliar quais tipos de células são afetados por doenças oculares genéticas, como glaucoma e degeneração macular. Essas doenças causam a perda progressiva da visão por danificar certas células da retina ou do nervo óptico. Ao saber quais genes estão associados a essas doenças, os pesquisadores podem identificar quais tipos de células expressam esses genes e como eles afetam sua função.

    Isso pode abrir caminho para o desenvolvimento de terapias genéticas mais eficazes, que visam corrigir ou substituir os genes defeituosos nas células-alvo. Por exemplo, uma terapia genética poderia introduzir um gene saudável em um tipo específico de célula da retina que está comprometido por uma mutação genética.

    Outra aplicação do atlas é para comparar os tipos de células do olho humano com os de outras espécies animais. O laboratório do professor Joshua Sanes, um dos autores do estudo, já criou atlas celulares neurais de primatas, roedores, peixes, aves e outros animais, usando a mesma técnica de sequenciamento de RNA de célula única. Esses atlas permitem inferir como a evolução moldou diferentes desenhos retinianos para se adaptar a diferentes ambientes e necessidades visuais.

    O atlas celular do olho humano é um recurso valioso para a comunidade científica, que pode acessá-lo gratuitamente através de um portal online. Os pesquisadores esperam que o atlas possa contribuir para o avanço do conhecimento sobre a biologia ocular e para o desenvolvimento de novas estratégias para prevenir e tratar as doenças que afetam a visão.

    O estudo, publicado na revista Nature, pode ter implicações para o diagnóstico e o tratamento de doenças oculares como glaucoma e degeneração macular.

    O olho humano é formado por várias estruturas, como a córnea, a íris, a retina e o nervo óptico, que trabalham em conjunto para captar e processar a luz e enviar sinais visuais ao cérebro. Cada uma dessas estruturas é composta por diferentes tipos de células, que desempenham funções específicas e expressam genes distintos.

    Para mapear os tipos de células presentes em cada parte do olho humano, os pesquisadores usaram uma técnica chamada sequenciamento de RNA de célula única, que permite analisar o perfil genético de cada célula individualmente. Eles coletaram amostras de tecido ocular de 22 doadores humanos e isolaram cerca de 120 mil células, que foram submetidas ao sequenciamento.

    Os resultados mostraram que o olho humano contém quase 160 tipos de células, sendo que 133 são encontrados na retina, o tecido sensível à luz que reveste a parte posterior do olho. A retina é responsável por converter a luz em sinais elétricos que são enviados ao cérebro pelo nervo óptico. Os outros 27 tipos de células são distribuídos pelas demais estruturas do olho.

    O atlas celular do olho humano é o mais completo já criado até o momento, e revela detalhes sobre a identidade, a localização e a função de cada tipo de célula. Além disso, o atlas também mostra quais genes são expressos por cada tipo de célula, o que pode ajudar a entender como elas se desenvolvem e se comunicam.

    Um dos possíveis usos do atlas é para avaliar quais tipos de células são afetados por doenças oculares genéticas, como glaucoma e degeneração macular. Essas doenças causam a perda progressiva da visão por danificar certas células da retina ou do nervo óptico. Ao saber quais genes estão associados a essas doenças, os pesquisadores podem identificar quais tipos de células expressam esses genes e como eles afetam sua função.

    Isso pode abrir caminho para o desenvolvimento de terapias genéticas mais eficazes, que visam corrigir ou substituir os genes defeituosos nas células-alvo. Por exemplo, uma terapia genética poderia introduzir um gene saudável em um tipo específico de célula da retina que está comprometido por uma mutação genética.

    Outra aplicação do atlas é para comparar os tipos de células do olho humano com os de outras espécies animais. O laboratório do professor Joshua Sanes, um dos autores do estudo, já criou atlas celulares neurais de primatas, roedores, peixes, aves e outros animais, usando a mesma técnica de sequenciamento de RNA de célula única. Esses atlas permitem inferir como a evolução moldou diferentes desenhos retinianos para se adaptar a diferentes ambientes e necessidades visuais.

    O atlas celular do olho humano é um recurso valioso para a comunidade científica, que pode acessá-lo gratuitamente através de um portal online. Os pesquisadores esperam que o atlas possa contribuir para o avanço do conhecimento sobre a biologia ocular e para o desenvolvimento de novas estratégias para prevenir e tratar as doenças que afetam a visão.

  • Araxá sedia a maior feira de queijos artesanais do Brasil e premia os melhores produtores

    Araxá sedia a maior feira de queijos artesanais do Brasil e premia os melhores produtores

    A cidade de Araxá, no Alto Paranaíba, recebeu entre os dias 23 e 26 de agosto a ExpoQueijo Brasil 2023, a maior feira de queijos artesanais do país.

    O evento contou com a participação de 410 produtores de diversas regiões do Brasil, que apresentaram 1,3 mil tipos de queijos para o público e para os jurados do concurso internacional que premiou as melhores variedades.

    O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, esteve presente na abertura da feira e elogiou a qualidade dos produtos mineiros. Ele destacou as políticas de valorização dos queijos artesanais promovidas pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e seus parceiros, como o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-MG) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).

    “Minas Gerais é o maior produtor de queijos artesanais do Brasil, com mais de 9 mil toneladas por ano. Temos uma diversidade incrível de sabores, aromas e texturas, que são reconhecidos nacional e internacionalmente. O Governo de Minas tem apoiado os produtores com ações para simplificar a vida de quem produz, garantir a qualidade e a segurança dos produtos, capacitar os profissionais e agregar valor à cadeia produtiva. A ExpoQueijo Brasil é uma oportunidade para mostrar ao mundo o potencial dos nossos queijos”, afirmou Zema.

    O secretário de Agricultura, Antônio Carlos Souza Lima Neto, ressaltou a importância da feira para o desenvolvimento do setor. “A ExpoQueijo Brasil é o principal evento do segmento no país e reúne os principais atores da cadeia produtiva do queijo artesanal. É uma vitrine para os produtores exporem seus produtos, trocarem experiências, ampliarem seus mercados e se atualizarem sobre as novidades e tendências do setor. A Seapa e seus parceiros estão presentes na feira com diversas ações para fortalecer o segmento e fomentar a inovação”, disse.

    O concurso internacional da ExpoQueijo Brasil 2023 contou com a participação de 800 queijos inscritos nas categorias vaca, cabra, ovelha e misto. Os queijos foram avaliados por um júri composto por especialistas nacionais e internacionais, que levaram em conta critérios como aparência, textura, aroma e sabor. Os vencedores receberam troféus, medalhas e certificados, além da oportunidade de terem seus queijos reconhecidos, qualificados e expostos para todo o mundo.

    A ExpoQueijo Brasil 2023 foi realizada no Tauá Grande Hotel Termas de Araxá, com o apoio da Prefeitura Municipal de Araxá, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e da Associação Brasileira dos Produtores de Queijo Artesanal (ABPQA).

    O evento contou com a participação de 410 produtores de diversas regiões do Brasil, que apresentaram 1,3 mil tipos de queijos para o público e para os jurados do concurso internacional que premiou as melhores variedades.

    O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, esteve presente na abertura da feira e elogiou a qualidade dos produtos mineiros. Ele destacou as políticas de valorização dos queijos artesanais promovidas pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e seus parceiros, como o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-MG) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).

    “Minas Gerais é o maior produtor de queijos artesanais do Brasil, com mais de 9 mil toneladas por ano. Temos uma diversidade incrível de sabores, aromas e texturas, que são reconhecidos nacional e internacionalmente. O Governo de Minas tem apoiado os produtores com ações para simplificar a vida de quem produz, garantir a qualidade e a segurança dos produtos, capacitar os profissionais e agregar valor à cadeia produtiva. A ExpoQueijo Brasil é uma oportunidade para mostrar ao mundo o potencial dos nossos queijos”, afirmou Zema.

    O secretário de Agricultura, Antônio Carlos Souza Lima Neto, ressaltou a importância da feira para o desenvolvimento do setor. “A ExpoQueijo Brasil é o principal evento do segmento no país e reúne os principais atores da cadeia produtiva do queijo artesanal. É uma vitrine para os produtores exporem seus produtos, trocarem experiências, ampliarem seus mercados e se atualizarem sobre as novidades e tendências do setor. A Seapa e seus parceiros estão presentes na feira com diversas ações para fortalecer o segmento e fomentar a inovação”, disse.

    O concurso internacional da ExpoQueijo Brasil 2023 contou com a participação de 800 queijos inscritos nas categorias vaca, cabra, ovelha e misto. Os queijos foram avaliados por um júri composto por especialistas nacionais e internacionais, que levaram em conta critérios como aparência, textura, aroma e sabor. Os vencedores receberam troféus, medalhas e certificados, além da oportunidade de terem seus queijos reconhecidos, qualificados e expostos para todo o mundo.

    A ExpoQueijo Brasil 2023 foi realizada no Tauá Grande Hotel Termas de Araxá, com o apoio da Prefeitura Municipal de Araxá, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e da Associação Brasileira dos Produtores de Queijo Artesanal (ABPQA).

  • Como o Apple Watch pode salvar vidas

    Como o Apple Watch pode salvar vidas

    O Apple Watch é um relógio inteligente que oferece diversos recursos para monitorar a saúde e o bem-estar dos seus usuários.

    Além de mostrar as horas, o clima, as notificações e os aplicativos, o Apple Watch também pode detectar e alertar sobre possíveis problemas cardíacos, quedas, falta de oxigênio e outras emergências médicas. Esses recursos podem fazer a diferença entre a vida e a morte em situações críticas.

    Eletrocardiograma (ECG)

    Um dos recursos mais impressionantes do Apple Watch é o eletrocardiograma (ECG), que está disponível nos modelos 4, 5, 6 e 7. O ECG mede a atividade elétrica do coração e pode identificar ritmos irregulares, como a fibrilação atrial, que aumenta o risco de derrame e infarto. Para realizar um ECG, basta abrir o aplicativo no relógio e tocar na coroa digital por 30 segundos. O resultado é exibido na tela e pode ser compartilhado com o médico.

    Um estudo publicado pelo Texas Heart Institute Journal no início deste mês mostrou que o Apple Watch pode ajudar a diagnosticar um infarto usando o ECG. Os pesquisadores testaram o relógio em 40 pacientes que estavam sofrendo um ataque cardíaco e compararam os resultados com os de um eletrocardiograma tradicional. Eles descobriram que o Apple Watch foi capaz de detectar alterações significativas na atividade elétrica do coração em 90% dos casos, indicando a presença de um infarto.

    Detecção de queda

    Outro recurso que pode salvar vidas é a detecção de queda, que está disponível nos modelos 4, 5, 6 e 7. Esse recurso usa os sensores de movimento do relógio para reconhecer quando o usuário sofre uma queda e fica imóvel por mais de um minuto. Nesse caso, o relógio emite um som, vibra e mostra uma mensagem na tela perguntando se está tudo bem. Se o usuário não responder em 15 segundos, o relógio liga automaticamente para os serviços de emergência e envia a localização do usuário para os contatos de emergência cadastrados.

    Há vários relatos de pessoas que foram salvas graças à detecção de queda do Apple Watch. Um deles é o de Jason S., que estava praticando paddle boarding em um lago quando caiu na água e ficou inconsciente. Seu relógio detectou a queda e chamou o resgate, que chegou a tempo de reanimá-lo. Outro caso é o de Jim S., que estava cortando lenha em sua fazenda quando caiu de uma escada e fraturou três costelas. Seu relógio também acionou os serviços de emergência e ele foi levado para o hospital.

    Sensor de oxigênio no sangue

    O sensor de oxigênio no sangue é um recurso que está disponível nos modelos 6 e 7 do Apple Watch. Ele usa luzes vermelhas e infravermelhas para medir a quantidade de oxigênio que está sendo transportada pelo sangue. Esse dado é importante para avaliar a saúde respiratória e cardiovascular do usuário, especialmente em situações de altitude elevada ou exposição a vírus como a COVID-19. Para usar o sensor, basta abrir o aplicativo no relógio e esperar 15 segundos. O resultado é mostrado na tela e pode ser acompanhado pelo aplicativo Saúde no iPhone.

    O sensor de oxigênio no sangue pode alertar sobre possíveis complicações respiratórias que podem colocar a vida em risco. Um exemplo é o de Amanda J., que estava grávida de sete meses quando contraiu COVID-19. Ela usou seu Apple Watch para monitorar seus níveis de oxigênio no sangue e percebeu que eles estavam baixando rapidamente. Ela foi ao hospital e descobriu que tinha uma pneumonia grave e precisava de oxigênio suplementar. Graças ao seu relógio, ela conseguiu receber o tratamento adequado e deu à luz a um bebê saudável.

    O Apple Watch é mais do que um simples relógio inteligente. Ele é um aliado para a saúde e a segurança dos seus usuários, que podem contar com recursos que podem salvar vidas em situações de emergência. O ECG, a detecção de queda e o sensor de oxigênio no sangue são alguns exemplos de como o relógio pode ajudar a prevenir, detectar e alertar sobre problemas cardíacos, quedas, falta de oxigênio e outras complicações médicas. O futuro da saúde está no seu pulso.

    Além de mostrar as horas, o clima, as notificações e os aplicativos, o Apple Watch também pode detectar e alertar sobre possíveis problemas cardíacos, quedas, falta de oxigênio e outras emergências médicas. Esses recursos podem fazer a diferença entre a vida e a morte em situações críticas.

    Eletrocardiograma (ECG)

    Um dos recursos mais impressionantes do Apple Watch é o eletrocardiograma (ECG), que está disponível nos modelos 4, 5, 6 e 7. O ECG mede a atividade elétrica do coração e pode identificar ritmos irregulares, como a fibrilação atrial, que aumenta o risco de derrame e infarto. Para realizar um ECG, basta abrir o aplicativo no relógio e tocar na coroa digital por 30 segundos. O resultado é exibido na tela e pode ser compartilhado com o médico.

    Um estudo publicado pelo Texas Heart Institute Journal no início deste mês mostrou que o Apple Watch pode ajudar a diagnosticar um infarto usando o ECG. Os pesquisadores testaram o relógio em 40 pacientes que estavam sofrendo um ataque cardíaco e compararam os resultados com os de um eletrocardiograma tradicional. Eles descobriram que o Apple Watch foi capaz de detectar alterações significativas na atividade elétrica do coração em 90% dos casos, indicando a presença de um infarto.

    Detecção de queda

    Outro recurso que pode salvar vidas é a detecção de queda, que está disponível nos modelos 4, 5, 6 e 7. Esse recurso usa os sensores de movimento do relógio para reconhecer quando o usuário sofre uma queda e fica imóvel por mais de um minuto. Nesse caso, o relógio emite um som, vibra e mostra uma mensagem na tela perguntando se está tudo bem. Se o usuário não responder em 15 segundos, o relógio liga automaticamente para os serviços de emergência e envia a localização do usuário para os contatos de emergência cadastrados.

    Há vários relatos de pessoas que foram salvas graças à detecção de queda do Apple Watch. Um deles é o de Jason S., que estava praticando paddle boarding em um lago quando caiu na água e ficou inconsciente. Seu relógio detectou a queda e chamou o resgate, que chegou a tempo de reanimá-lo. Outro caso é o de Jim S., que estava cortando lenha em sua fazenda quando caiu de uma escada e fraturou três costelas. Seu relógio também acionou os serviços de emergência e ele foi levado para o hospital.

    Sensor de oxigênio no sangue

    O sensor de oxigênio no sangue é um recurso que está disponível nos modelos 6 e 7 do Apple Watch. Ele usa luzes vermelhas e infravermelhas para medir a quantidade de oxigênio que está sendo transportada pelo sangue. Esse dado é importante para avaliar a saúde respiratória e cardiovascular do usuário, especialmente em situações de altitude elevada ou exposição a vírus como a COVID-19. Para usar o sensor, basta abrir o aplicativo no relógio e esperar 15 segundos. O resultado é mostrado na tela e pode ser acompanhado pelo aplicativo Saúde no iPhone.

    O sensor de oxigênio no sangue pode alertar sobre possíveis complicações respiratórias que podem colocar a vida em risco. Um exemplo é o de Amanda J., que estava grávida de sete meses quando contraiu COVID-19. Ela usou seu Apple Watch para monitorar seus níveis de oxigênio no sangue e percebeu que eles estavam baixando rapidamente. Ela foi ao hospital e descobriu que tinha uma pneumonia grave e precisava de oxigênio suplementar. Graças ao seu relógio, ela conseguiu receber o tratamento adequado e deu à luz a um bebê saudável.

    O Apple Watch é mais do que um simples relógio inteligente. Ele é um aliado para a saúde e a segurança dos seus usuários, que podem contar com recursos que podem salvar vidas em situações de emergência. O ECG, a detecção de queda e o sensor de oxigênio no sangue são alguns exemplos de como o relógio pode ajudar a prevenir, detectar e alertar sobre problemas cardíacos, quedas, falta de oxigênio e outras complicações médicas. O futuro da saúde está no seu pulso.

  • Descoberta de nova baleia extinta no Egito revela a origem das baleias modernas

    Descoberta de nova baleia extinta no Egito revela a origem das baleias modernas

    Uma nova espécie de baleia extinta foi descoberta por uma equipe de cientistas egípcios no deserto do Egito.

    A baleia, chamada Tutcetus rayanensis, viveu há 41 milhões de anos no antigo mar que cobria a região. É a menor e uma das mais antigas espécies de baleias conhecidas na África.

    A baleia pertence ao grupo dos basilossauros, que descendem de animais terrestres que se adaptaram à vida no mar. T. rayanensis é um exemplo da primeira fase dessa transição, com uma cauda forte, nadadeiras e pequenos membros posteriores, que podem ter sido usados para acasalamento.

    O nome da nova espécie vem de Tutankhamun (Rei Tut), o famoso faraó do Egito Antigo, e Cetus, a palavra grega para baleia. Rayanensis se refere à área protegida de Wadi El-Rayan, onde o fóssil foi encontrado.

    O fóssil foi descoberto em 2016 por uma equipe liderada pelo Dr. Hesham Sallam, do Centro de Pesquisa em Paleontologia e Paleoecologia da Universidade de Mansoura. A equipe publicou sua descoberta na revista científica PLOS ONE.

    O Dr. Sallam disse que a nova espécie é importante para entender a evolução das baleias e sua adaptação ao ambiente marinho. Ele também disse que o Egito é um tesouro de fósseis de baleias, que revelam a história da vida no antigo mar.

    A baleia, chamada Tutcetus rayanensis, viveu há 41 milhões de anos no antigo mar que cobria a região. É a menor e uma das mais antigas espécies de baleias conhecidas na África.

    A baleia pertence ao grupo dos basilossauros, que descendem de animais terrestres que se adaptaram à vida no mar. T. rayanensis é um exemplo da primeira fase dessa transição, com uma cauda forte, nadadeiras e pequenos membros posteriores, que podem ter sido usados para acasalamento.

    O nome da nova espécie vem de Tutankhamun (Rei Tut), o famoso faraó do Egito Antigo, e Cetus, a palavra grega para baleia. Rayanensis se refere à área protegida de Wadi El-Rayan, onde o fóssil foi encontrado.

    O fóssil foi descoberto em 2016 por uma equipe liderada pelo Dr. Hesham Sallam, do Centro de Pesquisa em Paleontologia e Paleoecologia da Universidade de Mansoura. A equipe publicou sua descoberta na revista científica PLOS ONE.

    O Dr. Sallam disse que a nova espécie é importante para entender a evolução das baleias e sua adaptação ao ambiente marinho. Ele também disse que o Egito é um tesouro de fósseis de baleias, que revelam a história da vida no antigo mar.

  • Quais são os principais sintomas do HPV?

    Quais são os principais sintomas do HPV?

    O HPV é um vírus que pode infectar a pele e as mucosas, causando verrugas ou lesões que podem evoluir para câncer.

    O nome é uma sigla em inglês para Papiloma vírus humano, e existem mais de 200 tipos diferentes de HPV, sendo que alguns têm maior risco de provocar câncer do que outros.

    A forma mais comum de transmissão do HPV é pelo contato sexual, mesmo sem troca de fluidos. Basta o contato entre as partes íntimas para que o vírus possa passar de uma pessoa para outra. Por isso, o HPV é considerado uma infecção sexualmente transmissível (IST).

    Outras formas de transmissão, menos frequentes, são pelo contato com verrugas na pele, pelo compartilhamento de roupas íntimas ou toalhas e pela transmissão da mãe para o bebê durante o parto.

    Muitas vezes, a infecção pelo HPV não causa nenhum sintoma e a pessoa nem sabe que tem o vírus. Porém, quando os sintomas aparecem, o principal sinal é o surgimento de verrugas ou lesões na pele ou nas mucosas, que podem ser visíveis ou não a olho nu.

    As verrugas ou lesões podem surgir em diferentes partes do corpo, como boca, garganta, ânus, pênis, vagina e colo do útero. Dependendo do tipo de HPV e da localização da lesão, pode haver coceira, desconforto ou dor no local.

    O diagnóstico do HPV é feito por meio de exames clínicos e laboratoriais, que podem identificar o vírus e o seu tipo. O tratamento depende do tipo de lesão e da sua localização, podendo incluir medicamentos ou procedimentos cirúrgicos.

    A prevenção do HPV é feita principalmente pelo uso de preservativos nas relações sexuais e pela vacinação contra o vírus. A vacina está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Além disso, é importante fazer consultas regulares com um médico ginecologista ou urologista para verificar a saúde das partes íntimas.

    O HPV é uma infecção muito comum e que pode ser tratada. Porém, se não for diagnosticada e tratada adequadamente, pode trazer complicações graves, como câncer de colo do útero, garganta e ânus. Por isso, é fundamental se prevenir e se cuidar.

    O nome é uma sigla em inglês para Papiloma vírus humano, e existem mais de 200 tipos diferentes de HPV, sendo que alguns têm maior risco de provocar câncer do que outros.

    A forma mais comum de transmissão do HPV é pelo contato sexual, mesmo sem troca de fluidos. Basta o contato entre as partes íntimas para que o vírus possa passar de uma pessoa para outra. Por isso, o HPV é considerado uma infecção sexualmente transmissível (IST).

    Outras formas de transmissão, menos frequentes, são pelo contato com verrugas na pele, pelo compartilhamento de roupas íntimas ou toalhas e pela transmissão da mãe para o bebê durante o parto.

    Muitas vezes, a infecção pelo HPV não causa nenhum sintoma e a pessoa nem sabe que tem o vírus. Porém, quando os sintomas aparecem, o principal sinal é o surgimento de verrugas ou lesões na pele ou nas mucosas, que podem ser visíveis ou não a olho nu.

    As verrugas ou lesões podem surgir em diferentes partes do corpo, como boca, garganta, ânus, pênis, vagina e colo do útero. Dependendo do tipo de HPV e da localização da lesão, pode haver coceira, desconforto ou dor no local.

    O diagnóstico do HPV é feito por meio de exames clínicos e laboratoriais, que podem identificar o vírus e o seu tipo. O tratamento depende do tipo de lesão e da sua localização, podendo incluir medicamentos ou procedimentos cirúrgicos.

    A prevenção do HPV é feita principalmente pelo uso de preservativos nas relações sexuais e pela vacinação contra o vírus. A vacina está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Além disso, é importante fazer consultas regulares com um médico ginecologista ou urologista para verificar a saúde das partes íntimas.

    O HPV é uma infecção muito comum e que pode ser tratada. Porém, se não for diagnosticada e tratada adequadamente, pode trazer complicações graves, como câncer de colo do útero, garganta e ânus. Por isso, é fundamental se prevenir e se cuidar.

  • Arrotar muito pode ser sinal de câncer de cólon

    Arrotar muito pode ser sinal de câncer de cólon

    Você sabia que arrotar muito pode ser um sintoma de uma doença grave?

    É o que aconteceu com Bailey McBreen, uma enfermeira americana de 25 anos que descobriu ter câncer de cólon em estágio avançado após começar a arrotar de 5 a 10 vezes por dia.

    Bailey contou que nunca arrotava antes e que achou estranho quando os arrotos começaram em 2021, durante uma viagem com o namorado. Ela não deu muita atenção ao problema e nem os médicos suspeitaram de algo sério. Eles atribuíram os arrotos à ansiedade e ao refluxo ácido.

    No entanto, em janeiro de 2023, Bailey começou a sentir dores fortes no estômago, náuseas, vômitos e dificuldade para ir ao banheiro. Ela foi ao hospital e recebeu a notícia de que tinha um tumor no cólon, que é a parte final do intestino grosso.

    O câncer de cólon é um dos tipos mais comuns de câncer no mundo e pode afetar pessoas de qualquer idade. Os principais fatores de risco são o histórico familiar, a obesidade, o tabagismo, o consumo excessivo de álcool e carne vermelha, e a falta de atividade física.

    Os sintomas mais comuns são sangue nas fezes, alteração do hábito intestinal, dor abdominal, perda de peso e anemia. Mas, em alguns casos, os arrotos podem ser um sinal de alerta, especialmente se forem frequentes e acompanhados de outros desconfortos.

    Segundo o oncologista de Bailey, os arrotos excessivos podem ser causados pelo tumor que bloqueia a passagem da comida pelo intestino, fazendo com que ela fique retida e produza gases. Esses gases podem voltar pelo esôfago e sair pela boca em forma de arroto.

    Bailey passou por uma cirurgia para remover parte do cólon e dos gânglios linfáticos afetados pelo câncer. Ela também fez quimioterapia e está aguardando os resultados para saber se precisará de mais tratamento.

    Ela disse que ficou em choque quando soube do diagnóstico e que as primeiras palavras que disse foram: “Não estou pronta para morrer”. Ela também afirmou que quer compartilhar sua história para alertar outras pessoas sobre a importância de prestar atenção aos sinais do corpo e procurar ajuda médica.

    Se você também arrota muito ou tem algum dos outros sintomas mencionados neste artigo, não hesite em buscar orientação profissional. O câncer de cólon tem mais chances de cura quando é detectado precocemente. Cuide da sua saúde e da sua qualidade de vida.

    É o que aconteceu com Bailey McBreen, uma enfermeira americana de 25 anos que descobriu ter câncer de cólon em estágio avançado após começar a arrotar de 5 a 10 vezes por dia.

    Bailey contou que nunca arrotava antes e que achou estranho quando os arrotos começaram em 2021, durante uma viagem com o namorado. Ela não deu muita atenção ao problema e nem os médicos suspeitaram de algo sério. Eles atribuíram os arrotos à ansiedade e ao refluxo ácido.

    No entanto, em janeiro de 2023, Bailey começou a sentir dores fortes no estômago, náuseas, vômitos e dificuldade para ir ao banheiro. Ela foi ao hospital e recebeu a notícia de que tinha um tumor no cólon, que é a parte final do intestino grosso.

    O câncer de cólon é um dos tipos mais comuns de câncer no mundo e pode afetar pessoas de qualquer idade. Os principais fatores de risco são o histórico familiar, a obesidade, o tabagismo, o consumo excessivo de álcool e carne vermelha, e a falta de atividade física.

    Os sintomas mais comuns são sangue nas fezes, alteração do hábito intestinal, dor abdominal, perda de peso e anemia. Mas, em alguns casos, os arrotos podem ser um sinal de alerta, especialmente se forem frequentes e acompanhados de outros desconfortos.

    Segundo o oncologista de Bailey, os arrotos excessivos podem ser causados pelo tumor que bloqueia a passagem da comida pelo intestino, fazendo com que ela fique retida e produza gases. Esses gases podem voltar pelo esôfago e sair pela boca em forma de arroto.

    Bailey passou por uma cirurgia para remover parte do cólon e dos gânglios linfáticos afetados pelo câncer. Ela também fez quimioterapia e está aguardando os resultados para saber se precisará de mais tratamento.

    Ela disse que ficou em choque quando soube do diagnóstico e que as primeiras palavras que disse foram: “Não estou pronta para morrer”. Ela também afirmou que quer compartilhar sua história para alertar outras pessoas sobre a importância de prestar atenção aos sinais do corpo e procurar ajuda médica.

    Se você também arrota muito ou tem algum dos outros sintomas mencionados neste artigo, não hesite em buscar orientação profissional. O câncer de cólon tem mais chances de cura quando é detectado precocemente. Cuide da sua saúde e da sua qualidade de vida.

  • Explosão de celular: 5 atitudes que podem aumentar o risco de um celular explodir

    Explosão de celular: 5 atitudes que podem aumentar o risco de um celular explodir

    O celular é um aparelho indispensável para muitas pessoas, mas você sabia que ele pode explodir em algumas situações?

    Embora seja um fenômeno raro, há casos registrados de celulares que pegaram fogo ou causaram queimaduras nos usuários. Mas o que faz um celular explodir e como evitar esse perigo?

    A culpa é da bateria

    Segundo especialistas, a principal causa das explosões de celulares é o superaquecimento das baterias de íons-lítio, que são as mais usadas nos aparelhos modernos. Essas baterias contêm dois metais que produzem energia ao entrarem em contato com um líquido chamado eletrólito. Se houver algum defeito na bateria, como uma rachadura ou um curto-circuito, os metais podem se tocar e gerar uma reação química que libera calor e gás. Esse processo pode fazer a bateria inchar, vazar ou até explodir.

    Fatores de risco

    Além dessas falhas internas, existem alguns fatores externos que podem aumentar o risco de explosão da bateria, como:

    • Usar acessórios não originais: carregadores, cabos e baterias piratas podem não ter os dispositivos de segurança adequados para controlar a tensão e a corrente elétrica que chegam ao celular. Isso pode fazer com que a bateria receba mais energia do que suporta e se aqueça excessivamente. Por isso, é recomendável usar sempre os acessórios originais do fabricante ou certificados pela Anatel.

    • Expor o celular ao calor ou à umidade: temperaturas elevadas ou ambientes úmidos podem danificar os componentes internos do celular e da bateria, favorecendo o surgimento de curtos-circuitos ou corrosões. Por isso, é aconselhável evitar deixar o celular no sol, dentro do carro, perto de fontes de calor ou em locais molhados, como banheiro e cozinha.

    • Deixar o celular na tomada por muito tempo: embora os celulares e os carregadores tenham sistemas que interrompem a carga quando a bateria está cheia, há casos em que esse mecanismo pode falhar e causar um superaquecimento da bateria. Por isso, é prudente não deixar o celular na tomada durante a noite ou por períodos prolongados.

    • Utilizar aplicativos com elevada performance gráfica: jogos, vídeos e outros aplicativos que exigem muito do processador e da memória do celular podem consumir mais energia e gerar mais calor. Isso pode sobrecarregar a bateria e fazer com que ela se desgaste mais rápido. Por isso, é recomendável fechar os aplicativos em segundo plano e evitar usar o celular enquanto ele está carregando.

    • Danificar o celular por impacto ou perfuração: quedas, batidas ou objetos pontiagudos podem causar danos físicos ao celular e à bateria, comprometendo a sua integridade e funcionamento. Por isso, é importante proteger o aparelho com capinhas e películas e evitar colocá-lo em bolsos apertados ou junto com chaves e moedas.

    Como prevenir e agir em caso de emergência

    Para prevenir as explosões de celulares, além de evitar as atitudes citadas acima, é importante ficar atento aos sinais de que a bateria está com problemas, como:

    • Aquecimento excessivo do aparelho

    • Descarga rápida da bateria

    • Desligamento repentino do celular

    • Estufamento ou deformação da bateria

    Se você notar algum desses sintomas, é recomendável desligar o celular imediatamente, retirá-lo da capinha de proteção e deixá-lo em um local fresco e ventilado até que ele esfrie. Em seguida, leve-o a uma assistência técnica autorizada para trocar a bateria ou verificar se há outros danos.

    Se você presenciar uma explosão de celular, seja sua ou de outra pessoa, siga estas orientações:

    • Afaste-se do aparelho e das chamas

    • Não tente apagar o fogo com água ou outros líquidos, pois isso pode piorar a situação

    • Use um extintor de incêndio adequado para equipamentos elétricos, como o de classe C

    • Se houver vítimas com queimaduras, ligue para o serviço de emergência e preste os primeiros socorros

    As explosões de celulares são eventos raros, mas que podem causar graves consequências para os usuários e para o meio ambiente. Por isso, é fundamental tomar cuidado com o uso e a manutenção dos aparelhos e dos acessórios, seguindo as recomendações dos fabricantes e das autoridades. Assim, você pode aproveitar as vantagens do seu celular com mais segurança e tranquilidade.

    Embora seja um fenômeno raro, há casos registrados de celulares que pegaram fogo ou causaram queimaduras nos usuários. Mas o que faz um celular explodir e como evitar esse perigo?

    A culpa é da bateria

    Segundo especialistas, a principal causa das explosões de celulares é o superaquecimento das baterias de íons-lítio, que são as mais usadas nos aparelhos modernos. Essas baterias contêm dois metais que produzem energia ao entrarem em contato com um líquido chamado eletrólito. Se houver algum defeito na bateria, como uma rachadura ou um curto-circuito, os metais podem se tocar e gerar uma reação química que libera calor e gás. Esse processo pode fazer a bateria inchar, vazar ou até explodir.

    Fatores de risco

    Além dessas falhas internas, existem alguns fatores externos que podem aumentar o risco de explosão da bateria, como:

    • Usar acessórios não originais: carregadores, cabos e baterias piratas podem não ter os dispositivos de segurança adequados para controlar a tensão e a corrente elétrica que chegam ao celular. Isso pode fazer com que a bateria receba mais energia do que suporta e se aqueça excessivamente. Por isso, é recomendável usar sempre os acessórios originais do fabricante ou certificados pela Anatel.

    • Expor o celular ao calor ou à umidade: temperaturas elevadas ou ambientes úmidos podem danificar os componentes internos do celular e da bateria, favorecendo o surgimento de curtos-circuitos ou corrosões. Por isso, é aconselhável evitar deixar o celular no sol, dentro do carro, perto de fontes de calor ou em locais molhados, como banheiro e cozinha.

    • Deixar o celular na tomada por muito tempo: embora os celulares e os carregadores tenham sistemas que interrompem a carga quando a bateria está cheia, há casos em que esse mecanismo pode falhar e causar um superaquecimento da bateria. Por isso, é prudente não deixar o celular na tomada durante a noite ou por períodos prolongados.

    • Utilizar aplicativos com elevada performance gráfica: jogos, vídeos e outros aplicativos que exigem muito do processador e da memória do celular podem consumir mais energia e gerar mais calor. Isso pode sobrecarregar a bateria e fazer com que ela se desgaste mais rápido. Por isso, é recomendável fechar os aplicativos em segundo plano e evitar usar o celular enquanto ele está carregando.

    • Danificar o celular por impacto ou perfuração: quedas, batidas ou objetos pontiagudos podem causar danos físicos ao celular e à bateria, comprometendo a sua integridade e funcionamento. Por isso, é importante proteger o aparelho com capinhas e películas e evitar colocá-lo em bolsos apertados ou junto com chaves e moedas.

    Como prevenir e agir em caso de emergência

    Para prevenir as explosões de celulares, além de evitar as atitudes citadas acima, é importante ficar atento aos sinais de que a bateria está com problemas, como:

    • Aquecimento excessivo do aparelho

    • Descarga rápida da bateria

    • Desligamento repentino do celular

    • Estufamento ou deformação da bateria

    Se você notar algum desses sintomas, é recomendável desligar o celular imediatamente, retirá-lo da capinha de proteção e deixá-lo em um local fresco e ventilado até que ele esfrie. Em seguida, leve-o a uma assistência técnica autorizada para trocar a bateria ou verificar se há outros danos.

    Se você presenciar uma explosão de celular, seja sua ou de outra pessoa, siga estas orientações:

    • Afaste-se do aparelho e das chamas

    • Não tente apagar o fogo com água ou outros líquidos, pois isso pode piorar a situação

    • Use um extintor de incêndio adequado para equipamentos elétricos, como o de classe C

    • Se houver vítimas com queimaduras, ligue para o serviço de emergência e preste os primeiros socorros

    As explosões de celulares são eventos raros, mas que podem causar graves consequências para os usuários e para o meio ambiente. Por isso, é fundamental tomar cuidado com o uso e a manutenção dos aparelhos e dos acessórios, seguindo as recomendações dos fabricantes e das autoridades. Assim, você pode aproveitar as vantagens do seu celular com mais segurança e tranquilidade.

  • Como a falta da gravidade afeta o sistema imunológico dos astronautas?

    Como a falta da gravidade afeta o sistema imunológico dos astronautas?

    Um novo estudo revelou que a ausência de peso no espaço pode alterar a função das células T, que são responsáveis por combater infecções e doenças.

    Os pesquisadores do Instituto Karolinska na Suécia usaram um método inovador para simular as condições espaciais e analisar as mudanças na expressão gênica das células T.

    As células T são um tipo de glóbulo branco que reconhece e elimina os invasores estranhos, como vírus e bactérias, do corpo. Elas também ajudam a regular a resposta imunológica e a memória imunológica. No entanto, estudos anteriores mostraram que as células T dos astronautas se tornam menos ativas e menos eficazes no espaço, aumentando o risco de infecções e doenças.

    Para entender melhor como a ausência de peso afeta as células T, os pesquisadores usaram um método chamado de imersão a seco. Esse método consiste em uma cama d’água personalizada que engana o corpo a pensar que está em um estado de ausência de peso. Os pesquisadores coletaram amostras de sangue de oito indivíduos saudáveis antes, durante e depois de três semanas de exposição à imersão a seco.

    Eles descobriram que as células T mudaram significativamente sua expressão gênica após 7 e 14 dias de ausência de peso. A expressão gênica é o processo pelo qual os genes são ativados ou desativados para produzir proteínas. As células T se tornaram mais imaturas em seu programa genético, ou seja, elas começaram a se assemelhar mais às chamadas células T naïve, que ainda não encontraram nenhum invasor.

    O maior efeito foi observado após 14 dias, quando as células T apresentaram uma redução na expressão de genes relacionados à ativação, proliferação, diferenciação e memória. Esses genes são importantes para a função das células T e sua capacidade de responder rapidamente a novas ameaças.

    Após 21 dias, as células T haviam “adaptado” sua expressão gênica à ausência de peso, de modo que ela quase voltou ao normal. No entanto, análises realizadas sete dias após o fim do experimento mostraram que as células haviam recuperado algumas das mudanças, sugerindo que elas mantiveram uma “memória” da ausência de peso.

    Os pesquisadores agora planejam usar a plataforma de foguete sonoro do Centro Espacial Esrange em Kiruna, Suécia, para estudar como as células T se comportam em condições reais de ausência de peso e como sua função é afetada. O estudo pode abrir caminho para novos tratamentos que revertam essas mudanças no programa genético das células imunológicas.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores do Instituto Karolinska na Suécia usaram um método inovador para simular as condições espaciais e analisar as mudanças na expressão gênica das células T.

    As células T são um tipo de glóbulo branco que reconhece e elimina os invasores estranhos, como vírus e bactérias, do corpo. Elas também ajudam a regular a resposta imunológica e a memória imunológica. No entanto, estudos anteriores mostraram que as células T dos astronautas se tornam menos ativas e menos eficazes no espaço, aumentando o risco de infecções e doenças.

    Para entender melhor como a ausência de peso afeta as células T, os pesquisadores usaram um método chamado de imersão a seco. Esse método consiste em uma cama d’água personalizada que engana o corpo a pensar que está em um estado de ausência de peso. Os pesquisadores coletaram amostras de sangue de oito indivíduos saudáveis antes, durante e depois de três semanas de exposição à imersão a seco.

    Eles descobriram que as células T mudaram significativamente sua expressão gênica após 7 e 14 dias de ausência de peso. A expressão gênica é o processo pelo qual os genes são ativados ou desativados para produzir proteínas. As células T se tornaram mais imaturas em seu programa genético, ou seja, elas começaram a se assemelhar mais às chamadas células T naïve, que ainda não encontraram nenhum invasor.

    O maior efeito foi observado após 14 dias, quando as células T apresentaram uma redução na expressão de genes relacionados à ativação, proliferação, diferenciação e memória. Esses genes são importantes para a função das células T e sua capacidade de responder rapidamente a novas ameaças.

    Após 21 dias, as células T haviam “adaptado” sua expressão gênica à ausência de peso, de modo que ela quase voltou ao normal. No entanto, análises realizadas sete dias após o fim do experimento mostraram que as células haviam recuperado algumas das mudanças, sugerindo que elas mantiveram uma “memória” da ausência de peso.

    Os pesquisadores agora planejam usar a plataforma de foguete sonoro do Centro Espacial Esrange em Kiruna, Suécia, para estudar como as células T se comportam em condições reais de ausência de peso e como sua função é afetada. O estudo pode abrir caminho para novos tratamentos que revertam essas mudanças no programa genético das células imunológicas.

    Fonte: Link.

  • C6 Bank oferece energia solar por assinatura em parceria com Nextron

    C6 Bank oferece energia solar por assinatura em parceria com Nextron

    O banco digital C6 Bank anunciou uma parceria com a startup Nextron, que oferece energia solar por assinatura para consumidores residenciais.

    A novidade permite que os clientes do banco tenham acesso a uma fonte de energia renovável, limpa e mais barata, sem a necessidade de instalar painéis fotovoltaicos em suas casas.

    A Nextron é uma empresa que conecta a oferta de energia solar de usinas remotas aos consumidores interessados em reduzir sua pegada de carbono e economizar na conta de luz. A startup atua como uma facilitadora de negócios no mercado de geração distribuída, que permite que os clientes comprem energia de fontes alternativas à rede elétrica convencional.

    Segundo a Nextron, o serviço de energia solar por assinatura pode gerar uma economia média de 15% na conta de luz dos clientes do C6 Bank. Além disso, os clientes também contribuem para a preservação do meio ambiente, evitando a emissão de gases poluentes e o consumo de recursos naturais.

    Para aderir ao serviço, os clientes do C6 Bank devem acessar o aplicativo do banco e escolher a opção “Energia Solar”. Em seguida, devem informar o seu endereço e o seu consumo médio de energia. A Nextron então calcula o valor da assinatura mensal e o desconto estimado na conta de luz. Após a confirmação do cadastro, o cliente passa a receber créditos na sua fatura referentes à energia solar gerada pelas usinas da Nextron.

    A parceria entre o C6 Bank e a Nextron está disponível inicialmente para os clientes dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Goiás. A expectativa é que até o final do ano, o serviço seja ampliado para 15 Estados brasileiros. A Nextron também busca novos geradores para aumentar a capacidade das suas usinas solares e atender à demanda crescente.

    O C6 Bank afirma que a oferta de energia solar por assinatura faz parte da sua linha de sustentabilidade, que tem como objetivo incentivar os clientes a adotarem hábitos mais conscientes e responsáveis. O banco digital também possui outros produtos com apelo ambiental, como o extrato de carbono, que permite ao cliente acompanhar e compensar sua pegada de carbono por meio de doações para projetos socioambientais.

    A novidade permite que os clientes do banco tenham acesso a uma fonte de energia renovável, limpa e mais barata, sem a necessidade de instalar painéis fotovoltaicos em suas casas.

    A Nextron é uma empresa que conecta a oferta de energia solar de usinas remotas aos consumidores interessados em reduzir sua pegada de carbono e economizar na conta de luz. A startup atua como uma facilitadora de negócios no mercado de geração distribuída, que permite que os clientes comprem energia de fontes alternativas à rede elétrica convencional.

    Segundo a Nextron, o serviço de energia solar por assinatura pode gerar uma economia média de 15% na conta de luz dos clientes do C6 Bank. Além disso, os clientes também contribuem para a preservação do meio ambiente, evitando a emissão de gases poluentes e o consumo de recursos naturais.

    Para aderir ao serviço, os clientes do C6 Bank devem acessar o aplicativo do banco e escolher a opção “Energia Solar”. Em seguida, devem informar o seu endereço e o seu consumo médio de energia. A Nextron então calcula o valor da assinatura mensal e o desconto estimado na conta de luz. Após a confirmação do cadastro, o cliente passa a receber créditos na sua fatura referentes à energia solar gerada pelas usinas da Nextron.

    A parceria entre o C6 Bank e a Nextron está disponível inicialmente para os clientes dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Goiás. A expectativa é que até o final do ano, o serviço seja ampliado para 15 Estados brasileiros. A Nextron também busca novos geradores para aumentar a capacidade das suas usinas solares e atender à demanda crescente.

    O C6 Bank afirma que a oferta de energia solar por assinatura faz parte da sua linha de sustentabilidade, que tem como objetivo incentivar os clientes a adotarem hábitos mais conscientes e responsáveis. O banco digital também possui outros produtos com apelo ambiental, como o extrato de carbono, que permite ao cliente acompanhar e compensar sua pegada de carbono por meio de doações para projetos socioambientais.