Tag: Reforma tributária

  • Reforma tributária pode ser aprovada em junho na Câmara dos Deputados

    Reforma tributária pode ser aprovada em junho na Câmara dos Deputados

    A reforma tributária, que visa simplificar e modernizar o sistema tributário brasileiro, pode ser votada ainda neste mês na Câmara dos Deputados. A proposta, que tramita há mais de três anos no Congresso Nacional, avançou nesta semana com a aprovação do relatório do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) na comissão mista que analisa o tema.

    O texto do relator prevê a extinção de nove tributos federais, estaduais e municipais e a criação de dois novos impostos: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência estadual, e o Imposto Seletivo (IS), de competência federal. O IBS seria um imposto sobre valor agregado (IVA), que incidiria sobre todas as etapas de produção e consumo de bens e serviços. O IS seria um imposto seletivo, que incidiria sobre produtos específicos, como combustíveis, cigarros e bebidas alcoólicas.

    O objetivo da reforma é simplificar o sistema tributário, reduzir a carga tributária sobre o consumo e aumentar a progressividade dos impostos, ou seja, fazer com que quem ganha mais pague mais e quem ganha menos pague menos. Além disso, a reforma busca eliminar distorções que prejudicam a competitividade das empresas brasileiras, como a cumulatividade dos impostos e a guerra fiscal entre os estados.

    A proposta do relator tem o apoio do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que afirmou que pretende colocar o texto em votação no plenário ainda em junho. No entanto, a reforma ainda enfrenta resistências de setores econômicos e políticos, que temem perder receitas ou benefícios fiscais com as mudanças propostas.

    Entre os pontos polêmicos da reforma estão a inclusão dos estados e municípios na unificação dos impostos sobre consumo; a alíquota única do IBS para todos os bens e serviços; a transição de dez anos para o novo sistema tributário; e a desoneração da folha de pagamentos das empresas.

    Para avançar na tramitação da reforma tributária, será preciso construir um consenso entre os diferentes interesses envolvidos, além de garantir o equilíbrio fiscal e a distribuição de recursos entre os entes federativos. A reforma tributária é considerada uma das prioridades da agenda econômica do governo federal e do Congresso Nacional para retomar o crescimento do país após a crise provocada pela pandemia da covid-19.

    O texto do relator prevê a extinção de nove tributos federais, estaduais e municipais e a criação de dois novos impostos: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência estadual, e o Imposto Seletivo (IS), de competência federal. O IBS seria um imposto sobre valor agregado (IVA), que incidiria sobre todas as etapas de produção e consumo de bens e serviços. O IS seria um imposto seletivo, que incidiria sobre produtos específicos, como combustíveis, cigarros e bebidas alcoólicas.

    O objetivo da reforma é simplificar o sistema tributário, reduzir a carga tributária sobre o consumo e aumentar a progressividade dos impostos, ou seja, fazer com que quem ganha mais pague mais e quem ganha menos pague menos. Além disso, a reforma busca eliminar distorções que prejudicam a competitividade das empresas brasileiras, como a cumulatividade dos impostos e a guerra fiscal entre os estados.

    A proposta do relator tem o apoio do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que afirmou que pretende colocar o texto em votação no plenário ainda em junho. No entanto, a reforma ainda enfrenta resistências de setores econômicos e políticos, que temem perder receitas ou benefícios fiscais com as mudanças propostas.

    Entre os pontos polêmicos da reforma estão a inclusão dos estados e municípios na unificação dos impostos sobre consumo; a alíquota única do IBS para todos os bens e serviços; a transição de dez anos para o novo sistema tributário; e a desoneração da folha de pagamentos das empresas.

    Para avançar na tramitação da reforma tributária, será preciso construir um consenso entre os diferentes interesses envolvidos, além de garantir o equilíbrio fiscal e a distribuição de recursos entre os entes federativos. A reforma tributária é considerada uma das prioridades da agenda econômica do governo federal e do Congresso Nacional para retomar o crescimento do país após a crise provocada pela pandemia da covid-19.

  • Reforma tributária: por que o Brasil precisa simplificar e reduzir os impostos

    Reforma tributária: por que o Brasil precisa simplificar e reduzir os impostos

    A reforma tributária é um dos temas mais importantes e urgentes para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

    O atual sistema tributário é complexo, injusto, burocrático e ineficiente, gerando custos elevados para as empresas e os cidadãos, além de distorções na alocação de recursos e na competitividade do país.

    Segundo o Banco Mundial, as empresas brasileiras gastam cerca de 1.500 horas por ano para pagar tributos, o que representa um dos maiores ônus administrativos do mundo. Além disso, a carga tributária brasileira é uma das mais altas entre os países emergentes, chegando a 33% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019.

    A maior parte dessa carga recai sobre o consumo, por meio de impostos como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. Esses impostos são cobrados de forma cumulativa e não transparente, encarecendo os produtos e serviços e prejudicando o poder de compra da população, especialmente dos mais pobres.

    A reforma tributária tem como objetivo simplificar e reduzir os impostos sobre o consumo, substituindo-os por um único imposto sobre valor agregado (IVA), seguindo o modelo adotado por mais de 170 países. O IVA seria cobrado de forma não cumulativa e com alíquota uniforme em todo o território nacional, eliminando a guerra fiscal entre os estados e municípios.

    A reforma tributária também visa tornar o sistema tributário mais justo, transparente e moderno, estimulando o crescimento econômico, a geração de emprego e renda, a redução das desigualdades sociais e regionais e a melhoria da qualidade dos serviços públicos.

    Atualmente, existem três propostas de reforma tributária em discussão no Congresso Nacional: a PEC 45/2019, apresentada pela Câmara dos Deputados; a PEC 110/2019, de autoria do Senado; e o PL 3.887/2020, enviado pelo governo federal. As três propostas convergem na criação de um IVA nacional, mas divergem em aspectos como a abrangência dos tributos substituídos, a transição para o novo regime e a distribuição da arrecadação entre os entes federativos.

    Além dessas propostas, há ainda um projeto do governo que reformula o Imposto de Renda das pessoas físicas e jurídicas, incluindo a taxação dos dividendos distribuídos aos acionistas das empresas. Essa medida visa aumentar a progressividade do sistema tributário e incentivar o reinvestimento dos lucros.

    O atual sistema tributário é complexo, injusto, burocrático e ineficiente, gerando custos elevados para as empresas e os cidadãos, além de distorções na alocação de recursos e na competitividade do país.

    Segundo o Banco Mundial, as empresas brasileiras gastam cerca de 1.500 horas por ano para pagar tributos, o que representa um dos maiores ônus administrativos do mundo. Além disso, a carga tributária brasileira é uma das mais altas entre os países emergentes, chegando a 33% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019.

    A maior parte dessa carga recai sobre o consumo, por meio de impostos como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. Esses impostos são cobrados de forma cumulativa e não transparente, encarecendo os produtos e serviços e prejudicando o poder de compra da população, especialmente dos mais pobres.

    A reforma tributária tem como objetivo simplificar e reduzir os impostos sobre o consumo, substituindo-os por um único imposto sobre valor agregado (IVA), seguindo o modelo adotado por mais de 170 países. O IVA seria cobrado de forma não cumulativa e com alíquota uniforme em todo o território nacional, eliminando a guerra fiscal entre os estados e municípios.

    A reforma tributária também visa tornar o sistema tributário mais justo, transparente e moderno, estimulando o crescimento econômico, a geração de emprego e renda, a redução das desigualdades sociais e regionais e a melhoria da qualidade dos serviços públicos.

    Atualmente, existem três propostas de reforma tributária em discussão no Congresso Nacional: a PEC 45/2019, apresentada pela Câmara dos Deputados; a PEC 110/2019, de autoria do Senado; e o PL 3.887/2020, enviado pelo governo federal. As três propostas convergem na criação de um IVA nacional, mas divergem em aspectos como a abrangência dos tributos substituídos, a transição para o novo regime e a distribuição da arrecadação entre os entes federativos.

    Além dessas propostas, há ainda um projeto do governo que reformula o Imposto de Renda das pessoas físicas e jurídicas, incluindo a taxação dos dividendos distribuídos aos acionistas das empresas. Essa medida visa aumentar a progressividade do sistema tributário e incentivar o reinvestimento dos lucros.

  • Reforma tributária pode elevar isenção do IR para R$ 4 mil em 2025, diz Haddad

    Reforma tributária pode elevar isenção do IR para R$ 4 mil em 2025, diz Haddad

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (5) que a reforma tributária em discussão no Congresso pode permitir um aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda para R$ 4 mil em 2025.

    Em entrevista à rádio CBN, ele disse que a proposta do governo prevê uma simplificação e uma redistribuição da carga tributária, sem aumentar a arrecadação.

    Segundo Haddad, a reforma tributária vai reduzir os impostos sobre o consumo e aumentar os impostos sobre a renda e o patrimônio, especialmente dos mais ricos. Ele defendeu que essa mudança vai tornar o sistema tributário mais justo e eficiente, estimulando o crescimento econômico e a geração de empregos.

    O ministro explicou que o aumento da faixa de isenção do IR depende de outras medidas que vão compensar a perda de receita, como a revisão das deduções e das alíquotas. Ele disse que o governo está aberto ao diálogo com os parlamentares e com a sociedade para construir um consenso em torno da reforma.

    Haddad também comentou sobre outros temas relacionados à economia, como a inflação, o câmbio, o endividamento público e a retomada da atividade após a pandemia. Ele reafirmou o compromisso do governo com o teto de gastos e com a agenda de reformas estruturais.

    Em entrevista à rádio CBN, ele disse que a proposta do governo prevê uma simplificação e uma redistribuição da carga tributária, sem aumentar a arrecadação.

    Segundo Haddad, a reforma tributária vai reduzir os impostos sobre o consumo e aumentar os impostos sobre a renda e o patrimônio, especialmente dos mais ricos. Ele defendeu que essa mudança vai tornar o sistema tributário mais justo e eficiente, estimulando o crescimento econômico e a geração de empregos.

    O ministro explicou que o aumento da faixa de isenção do IR depende de outras medidas que vão compensar a perda de receita, como a revisão das deduções e das alíquotas. Ele disse que o governo está aberto ao diálogo com os parlamentares e com a sociedade para construir um consenso em torno da reforma.

    Haddad também comentou sobre outros temas relacionados à economia, como a inflação, o câmbio, o endividamento público e a retomada da atividade após a pandemia. Ele reafirmou o compromisso do governo com o teto de gastos e com a agenda de reformas estruturais.

  • Renúncias fiscais: quem são as empresas que mais se beneficiam e quanto o governo deixa de arrecadar

    Renúncias fiscais: quem são as empresas que mais se beneficiam e quanto o governo deixa de arrecadar

    As renúncias fiscais são benefícios concedidos pelo governo a empresas por meio de subsídios e isenções de impostos.

    Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o valor estimado que o governo deixa de arrecadar com essas medidas é de R$ 600 bilhões por ano. O ministro afirmou que quer cortar cerca de um quarto desses privilégios, gerando arrecadação de R$ 150 bilhões, e que vai divulgar uma lista das empresas beneficiadas, em conjunto com a Advocacia-Geral da União (AGU).

    Esses benefícios são criticados por economistas que defendem uma reforma tributária mais justa e eficiente.

    As renúncias fiscais têm impacto negativo nas contas públicas e na distribuição de renda. Elas reduzem a capacidade do governo de investir em áreas sociais como saúde, educação e infraestrutura, e favorecem os segmentos mais ricos da sociedade, que pagam menos impostos do que deveriam. Por isso, é importante que o governo reveja esses benefícios e aumente a transparência sobre quem são os beneficiários e quais são os critérios para concedê-los.

    Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o valor estimado que o governo deixa de arrecadar com essas medidas é de R$ 600 bilhões por ano. O ministro afirmou que quer cortar cerca de um quarto desses privilégios, gerando arrecadação de R$ 150 bilhões, e que vai divulgar uma lista das empresas beneficiadas, em conjunto com a Advocacia-Geral da União (AGU).

    Esses benefícios são criticados por economistas que defendem uma reforma tributária mais justa e eficiente.

    As renúncias fiscais têm impacto negativo nas contas públicas e na distribuição de renda. Elas reduzem a capacidade do governo de investir em áreas sociais como saúde, educação e infraestrutura, e favorecem os segmentos mais ricos da sociedade, que pagam menos impostos do que deveriam. Por isso, é importante que o governo reveja esses benefícios e aumente a transparência sobre quem são os beneficiários e quais são os critérios para concedê-los.

  • Por que as igrejas deveriam pagar impostos no Brasil?

    Por que as igrejas deveriam pagar impostos no Brasil?

    A carga tributária no Brasil é um tema que gera muita polêmica e debate. Muitos contribuintes reclamam do alto valor dos impostos e da baixa qualidade dos serviços públicos.

    Por outro lado, o governo enfrenta dificuldades para equilibrar as contas públicas e financiar as políticas sociais.

    Nesse contexto, surge uma questão controversa: por que as igrejas não pagam impostos no Brasil? E por que elas deveriam pagar?

    As igrejas são consideradas entidades sem fins lucrativos e, por isso, gozam de imunidade tributária prevista na Constituição Federal. Isso significa que elas não precisam pagar impostos sobre o patrimônio, a renda ou os serviços relacionados à sua finalidade essencial.

    No entanto, essa imunidade tem sido questionada por diversos setores da sociedade, que apontam alguns problemas decorrentes dessa isenção fiscal. Vejamos alguns deles:

    • Perda de arrecadação: estima-se que o governo deixe de arrecadar cerca de R$ 20 bilhões por ano com a imunidade das igrejas. Esse valor poderia ser usado para melhorar a saúde, a educação, a segurança e outras áreas prioritárias para a população.
    • Concorrência desleal: as igrejas podem oferecer serviços que concorrem com os de empresas privadas, como educação, comunicação, entretenimento e até mesmo produtos financeiros. No entanto, elas não pagam impostos sobre essas atividades, o que gera uma vantagem indevida e prejudica o mercado.
    • Abuso e desvio de finalidade: algumas igrejas podem se aproveitar da imunidade tributária para obter lucros ilícitos ou para financiar atividades políticas. Há casos de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, enriquecimento ilícito de líderes religiosos e uso indevido de recursos públicos por parte de algumas instituições religiosas.

    Diante desses problemas, alguns defendem que as igrejas deveriam pagar impostos no Brasil, ou pelo menos sobre as atividades que não se relacionam com a sua finalidade essencial. Essa medida poderia aumentar a arrecadação do governo, promover a justiça fiscal, combater a corrupção e garantir o princípio da laicidade do Estado.

    No entanto, essa proposta também enfrenta resistências, principalmente por parte das próprias igrejas e dos seus fiéis. Eles argumentam que a imunidade tributária é um direito constitucional que visa proteger a liberdade religiosa e a diversidade cultural do país. Além disso, eles afirmam que as igrejas prestam um serviço social relevante para a população, especialmente para os mais pobres e vulneráveis.

    Portanto, a questão da tributação das igrejas no Brasil é complexa e envolve aspectos jurídicos, econômicos, sociais e políticos. É preciso debater o tema com seriedade e respeito, buscando uma solução equilibrada e democrática.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Por outro lado, o governo enfrenta dificuldades para equilibrar as contas públicas e financiar as políticas sociais.

    Nesse contexto, surge uma questão controversa: por que as igrejas não pagam impostos no Brasil? E por que elas deveriam pagar?

    As igrejas são consideradas entidades sem fins lucrativos e, por isso, gozam de imunidade tributária prevista na Constituição Federal. Isso significa que elas não precisam pagar impostos sobre o patrimônio, a renda ou os serviços relacionados à sua finalidade essencial.

    No entanto, essa imunidade tem sido questionada por diversos setores da sociedade, que apontam alguns problemas decorrentes dessa isenção fiscal. Vejamos alguns deles:

    • Perda de arrecadação: estima-se que o governo deixe de arrecadar cerca de R$ 20 bilhões por ano com a imunidade das igrejas. Esse valor poderia ser usado para melhorar a saúde, a educação, a segurança e outras áreas prioritárias para a população.
    • Concorrência desleal: as igrejas podem oferecer serviços que concorrem com os de empresas privadas, como educação, comunicação, entretenimento e até mesmo produtos financeiros. No entanto, elas não pagam impostos sobre essas atividades, o que gera uma vantagem indevida e prejudica o mercado.
    • Abuso e desvio de finalidade: algumas igrejas podem se aproveitar da imunidade tributária para obter lucros ilícitos ou para financiar atividades políticas. Há casos de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, enriquecimento ilícito de líderes religiosos e uso indevido de recursos públicos por parte de algumas instituições religiosas.

    Diante desses problemas, alguns defendem que as igrejas deveriam pagar impostos no Brasil, ou pelo menos sobre as atividades que não se relacionam com a sua finalidade essencial. Essa medida poderia aumentar a arrecadação do governo, promover a justiça fiscal, combater a corrupção e garantir o princípio da laicidade do Estado.

    No entanto, essa proposta também enfrenta resistências, principalmente por parte das próprias igrejas e dos seus fiéis. Eles argumentam que a imunidade tributária é um direito constitucional que visa proteger a liberdade religiosa e a diversidade cultural do país. Além disso, eles afirmam que as igrejas prestam um serviço social relevante para a população, especialmente para os mais pobres e vulneráveis.

    Portanto, a questão da tributação das igrejas no Brasil é complexa e envolve aspectos jurídicos, econômicos, sociais e políticos. É preciso debater o tema com seriedade e respeito, buscando uma solução equilibrada e democrática.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Reforma tributária: o que é, quais os problemas e por que é necessária

    Reforma tributária: o que é, quais os problemas e por que é necessária

    A reforma tributária é uma das principais agendas do governo federal e do Congresso Nacional para 2023.

    O objetivo é simplificar e modernizar o sistema tributário brasileiro, que hoje é considerado complexo, burocrático e oneroso para as empresas e os contribuintes.

    Quais os principais problemas do atual modelo?

    O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo, equivalente a 33% do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, o sistema é composto por dezenas de tributos federais, estaduais e municipais, que geram custos administrativos e jurídicos para as empresas e os cidadãos.

    Segundo um estudo do Movimento Brasil Competitivo (MBC), o Custo Brasil consome cerca de R$ 1,5 trilhão por ano das empresas, sendo que 43% desse valor se refere ao custo tributário. O levantamento mostra que as empresas brasileiras gastam 38% mais dos seus lucros para pagar impostos do que as da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

    Outro problema é a regressividade do sistema tributário, que onera mais os mais pobres do que os mais ricos. Isso ocorre porque a maior parte da arrecadação vem dos impostos sobre o consumo, que incidem sobre todos os cidadãos independentemente da renda. Já os impostos sobre a renda e o patrimônio têm uma participação menor na arrecadação e são menos progressivos do que em outros países.

    Por que o Brasil precisa de uma reforma tributária?

    A reforma tributária é necessária para tornar o sistema tributário mais simples, transparente, justo e eficiente. Com isso, espera-se aumentar a competitividade das empresas brasileiras, estimular o crescimento econômico, gerar emprego e renda para a população e reduzir as desigualdades sociais.

    Quais são as propostas em discussão?

    Atualmente, existem duas propostas de reforma tributária em tramitação no Congresso: a PEC 45/2019, na Câmara dos Deputados, e a PEC 110/2019, no Senado Federal. Ambas propõem a extinção de vários tributos sobre o consumo (como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) e a criação de um único imposto sobre bens e serviços (IBS), nos moldes de um imposto sobre valor agregado (IVA).

    Além disso, o governo federal apresentou duas fases da sua proposta de reforma tributária: a primeira trata da unificação do PIS e da Cofins em uma Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com alíquota única de 12%; a segunda trata da reforma do Imposto de Renda para pessoas físicas e jurídicas, com atualização da tabela progressiva, redução da alíquota geral das empresas de 15% para 10%, criação de um imposto sobre dividendos de 20% e permissão para atualização dos valores dos imóveis com incidência de 5% de imposto sobre a diferença.

    As propostas ainda estão em debate nas comissões especiais do Congresso e devem passar por votações nas duas casas legislativas antes de serem sancionadas pelo presidente da República.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    O objetivo é simplificar e modernizar o sistema tributário brasileiro, que hoje é considerado complexo, burocrático e oneroso para as empresas e os contribuintes.

    Quais os principais problemas do atual modelo?

    O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo, equivalente a 33% do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, o sistema é composto por dezenas de tributos federais, estaduais e municipais, que geram custos administrativos e jurídicos para as empresas e os cidadãos.

    Segundo um estudo do Movimento Brasil Competitivo (MBC), o Custo Brasil consome cerca de R$ 1,5 trilhão por ano das empresas, sendo que 43% desse valor se refere ao custo tributário. O levantamento mostra que as empresas brasileiras gastam 38% mais dos seus lucros para pagar impostos do que as da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

    Outro problema é a regressividade do sistema tributário, que onera mais os mais pobres do que os mais ricos. Isso ocorre porque a maior parte da arrecadação vem dos impostos sobre o consumo, que incidem sobre todos os cidadãos independentemente da renda. Já os impostos sobre a renda e o patrimônio têm uma participação menor na arrecadação e são menos progressivos do que em outros países.

    Por que o Brasil precisa de uma reforma tributária?

    A reforma tributária é necessária para tornar o sistema tributário mais simples, transparente, justo e eficiente. Com isso, espera-se aumentar a competitividade das empresas brasileiras, estimular o crescimento econômico, gerar emprego e renda para a população e reduzir as desigualdades sociais.

    Quais são as propostas em discussão?

    Atualmente, existem duas propostas de reforma tributária em tramitação no Congresso: a PEC 45/2019, na Câmara dos Deputados, e a PEC 110/2019, no Senado Federal. Ambas propõem a extinção de vários tributos sobre o consumo (como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) e a criação de um único imposto sobre bens e serviços (IBS), nos moldes de um imposto sobre valor agregado (IVA).

    Além disso, o governo federal apresentou duas fases da sua proposta de reforma tributária: a primeira trata da unificação do PIS e da Cofins em uma Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com alíquota única de 12%; a segunda trata da reforma do Imposto de Renda para pessoas físicas e jurídicas, com atualização da tabela progressiva, redução da alíquota geral das empresas de 15% para 10%, criação de um imposto sobre dividendos de 20% e permissão para atualização dos valores dos imóveis com incidência de 5% de imposto sobre a diferença.

    As propostas ainda estão em debate nas comissões especiais do Congresso e devem passar por votações nas duas casas legislativas antes de serem sancionadas pelo presidente da República.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

  • Relator da Reforma Tributária diz que haverá redução de R$ 30 bilhões na carga dos impostos


    O deputado Celso Sabino (PSD) não explicou o que vai permitir essa redução, mas a ideia é cobrar menos dos trabalhadores de baixa renda e compensar com aumento de impostos sobre ganhos de capital, os chamados dividendos, ou aqueles com maiores salários.

    (mais…)
  • Reforma tributária avança no Congresso com apresentação do relatório nesta terça-feira (4)

    A discussão sobre a simplificação do sistema de impostos brasileiro, um dos mais complexos do mundo, está na pauta do Congresso.

    Juntos, Câmara dos Deputados e Senado vão discutir a simplificação dos impostos federais, municiais e estaduais por meio da criação de um único imposto, que é chamado por economistas de Imposto sobre Valor Agregado (IVA).  

    Os impostos que podem ser unificados são o ICMS, que é estadual, o ISS, dos municípios, o IPI, que incide sobre a produção de nível federal, o PIS e a Cofins.


    Ouça a W:

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  • Congresso deve votar reformas tributária e administrativa em 2021, diz Arthur Lira

    Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, as duas reformas devem ser votadas ainda neste ano.

    “Vou coordenar pessoalmente e com os líderes da Casa os encaminhamentos para as tratativas da reforma tributária. Tivemos um atraso com o recrudescimento da pandemia mas a reforma administrativa, por exemplo, já começa a ser discutida com algumas audiências públicas”, afirmou em sua conta no Twitter.

    “Eu acredito que possamos votar as duas reformas este ano. Temos o compromisso das duas Casas de votar este ano as duas reformas. Procurarei o ministro Paulo Guedes para falar sobre a reforma tributária”, completou.


    Ouça a W:

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    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.