Tag: Rio de Janeiro

  • Governo do RJ proíbe cobrança extra por ar-condicionado em carros de aplicativo

    Governo do RJ proíbe cobrança extra por ar-condicionado em carros de aplicativo

    Você já se deparou com a situação de entrar em um carro de aplicativo e o motorista te cobrar um valor adicional para ligar o ar-condicionado?

    Essa prática, que era comum no Rio de Janeiro, foi proibida pela Secretaria de Defesa do Consumidor, que publicou uma resolução no Diário Oficial na segunda-feira (8).

    Segundo a norma, os motoristas de aplicativo não podem cobrar qualquer valor extra pelo uso do ar-condicionado, pois isso viola os direitos dos consumidores. Além disso, as plataformas de aplicativo devem informar claramente se o ar-condicionado está ou não disponível em cada categoria de serviço. Os carros que estiverem com o ar-condicionado quebrado devem sair da plataforma temporariamente.

    A resolução também determina que, até que as plataformas se adequem à norma, todos os veículos devem circular com ar-condicionado ligado, sem cobrar valores extras, independentemente da categoria do serviço contratado. A cobrança extra, que variava de R$ 1 a R$ 5, era feita por meio de pix ou caixinha.

    A medida foi tomada após diversas denúncias e reclamações de passageiros, que se sentiam lesados e constrangidos com a cobrança. Muitos relataram que os motoristas se recusavam a ligar o ar-condicionado ou exigiam que os passageiros pagassem pela categoria mais elevada do serviço.

    Os motoristas, por sua vez, alegaram que o uso do ar-condicionado aumentava o gasto com combustível e reduzia o lucro. Eles também reclamaram que as empresas de aplicativo não reajustavam as tarifas para compensar esse custo.

    A cobrança extra pelo uso do ar-condicionado em carros de aplicativo também foi alvo de denúncias e notificações em outros estados, como Pernambuco1 e São Paulo. A Uber e a 99, as principais empresas de aplicativo no Brasil, deram respostas opostas sobre a questão. A Uber disse que o uso do ar-condicionado deve ser combinado entre motorista e passageiro, mas que cobranças fora da plataforma são proibidas. A 99 disse que o ar-condicionado é um direito do passageiro e que não tolera a cobrança extra.

    A proibição da cobrança extra pelo ar-condicionado é uma vitória dos consumidores, que têm o direito de viajar com conforto e segurança, sem pagar a mais por isso. É também uma forma de coibir abusos e irregularidades no serviço de transporte por aplicativo, que precisa ser fiscalizado e regulamentado. Espera-se que as empresas de aplicativo respeitem a norma e ofereçam um serviço de qualidade e transparência aos seus usuários.

    Essa prática, que era comum no Rio de Janeiro, foi proibida pela Secretaria de Defesa do Consumidor, que publicou uma resolução no Diário Oficial na segunda-feira (8).

    Segundo a norma, os motoristas de aplicativo não podem cobrar qualquer valor extra pelo uso do ar-condicionado, pois isso viola os direitos dos consumidores. Além disso, as plataformas de aplicativo devem informar claramente se o ar-condicionado está ou não disponível em cada categoria de serviço. Os carros que estiverem com o ar-condicionado quebrado devem sair da plataforma temporariamente.

    A resolução também determina que, até que as plataformas se adequem à norma, todos os veículos devem circular com ar-condicionado ligado, sem cobrar valores extras, independentemente da categoria do serviço contratado. A cobrança extra, que variava de R$ 1 a R$ 5, era feita por meio de pix ou caixinha.

    A medida foi tomada após diversas denúncias e reclamações de passageiros, que se sentiam lesados e constrangidos com a cobrança. Muitos relataram que os motoristas se recusavam a ligar o ar-condicionado ou exigiam que os passageiros pagassem pela categoria mais elevada do serviço.

    Os motoristas, por sua vez, alegaram que o uso do ar-condicionado aumentava o gasto com combustível e reduzia o lucro. Eles também reclamaram que as empresas de aplicativo não reajustavam as tarifas para compensar esse custo.

    A cobrança extra pelo uso do ar-condicionado em carros de aplicativo também foi alvo de denúncias e notificações em outros estados, como Pernambuco1 e São Paulo. A Uber e a 99, as principais empresas de aplicativo no Brasil, deram respostas opostas sobre a questão. A Uber disse que o uso do ar-condicionado deve ser combinado entre motorista e passageiro, mas que cobranças fora da plataforma são proibidas. A 99 disse que o ar-condicionado é um direito do passageiro e que não tolera a cobrança extra.

    A proibição da cobrança extra pelo ar-condicionado é uma vitória dos consumidores, que têm o direito de viajar com conforto e segurança, sem pagar a mais por isso. É também uma forma de coibir abusos e irregularidades no serviço de transporte por aplicativo, que precisa ser fiscalizado e regulamentado. Espera-se que as empresas de aplicativo respeitem a norma e ofereçam um serviço de qualidade e transparência aos seus usuários.

  • ISS Turismo no Rio cresce 15% em abril com feriados

    ISS Turismo no Rio cresce 15% em abril com feriados

    O Rio de Janeiro teve um aumento na arrecadação do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) de turismo em abril de 2023, graças ao número de feriados no mês. Segundo a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Simplificação e a Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (Riotur), o valor estimado…

    O ISS Turismo representa 8,9% de toda a arrecadação do imposto ao longo do ano na cidade, que tem forte vocação para o setor. Os feriados atraem milhares de turistas brasileiros e estrangeiros para o Rio, além de oferecerem aos cariocas a oportunidade de circular pela cidade e movimentar a economia local.

    O presidente da Riotur, Ronnie Costa, destacou que a cidade tem atrações e atividades no ano inteiro, não é só na época do carnaval e do réveillon. Ele afirmou que a empresa tem trabalhado ativamente na divulgação da cidade com foco nos períodos de feriados, apresentando a programação, as ofertas e buscando atrair os turistas que estão nas cidades e estados próximos.

    Fonte: Link.

    O ISS Turismo representa 8,9% de toda a arrecadação do imposto ao longo do ano na cidade, que tem forte vocação para o setor. Os feriados atraem milhares de turistas brasileiros e estrangeiros para o Rio, além de oferecerem aos cariocas a oportunidade de circular pela cidade e movimentar a economia local.

    O presidente da Riotur, Ronnie Costa, destacou que a cidade tem atrações e atividades no ano inteiro, não é só na época do carnaval e do réveillon. Ele afirmou que a empresa tem trabalhado ativamente na divulgação da cidade com foco nos períodos de feriados, apresentando a programação, as ofertas e buscando atrair os turistas que estão nas cidades e estados próximos.

    Fonte: Link.

  • RJ lidera ranking com a maior taxa de mortalidade infantil por sífilis no Brasil

    RJ lidera ranking com a maior taxa de mortalidade infantil por sífilis no Brasil

    A sífilis pode ser transmitida da mãe para o feto, o que pode resultar em complicações graves no bebê, incluindo má formação fetal e risco de morte.

    O Rio de Janeiro tem a maior taxa de mortalidade infantil por sífilis no país, com uma média de 5,5 mortes por cada mil nascidos vivos em 2022.

    A sífilis é uma doença sexualmente transmissível que pode ser transmitida da mãe para o feto durante a gravidez e pode levar a complicações graves no bebê, como má formação fetal e até mesmo morte.

    Os especialistas apontam que o diagnóstico tardio e a falta de tratamento adequado estão entre os principais fatores que contribuem para essa alta taxa de mortalidade infantil por sífilis no estado.

    Além disso, a pandemia de Covid-19 também pode estar afetando a detecção e o tratamento da doença, pois as pessoas estão evitando ir aos hospitais por medo de contaminação.

    As autoridades de saúde estão trabalhando para conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado da sífilis para evitar a mortalidade infantil.

    Com informações do Jornal O Globo.

    O Rio de Janeiro tem a maior taxa de mortalidade infantil por sífilis no país, com uma média de 5,5 mortes por cada mil nascidos vivos em 2022.

    A sífilis é uma doença sexualmente transmissível que pode ser transmitida da mãe para o feto durante a gravidez e pode levar a complicações graves no bebê, como má formação fetal e até mesmo morte.

    Os especialistas apontam que o diagnóstico tardio e a falta de tratamento adequado estão entre os principais fatores que contribuem para essa alta taxa de mortalidade infantil por sífilis no estado.

    Além disso, a pandemia de Covid-19 também pode estar afetando a detecção e o tratamento da doença, pois as pessoas estão evitando ir aos hospitais por medo de contaminação.

    As autoridades de saúde estão trabalhando para conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado da sífilis para evitar a mortalidade infantil.

    Com informações do Jornal O Globo.

  • Prefeito do Rio anuncia suspensão do passaporte de vacina

    Prefeito do Rio anuncia suspensão do passaporte de vacina

    Pelas redes sociais, Eduardo Paes anunciou que o passaporte da vacina contra covid-19 não será mais exigido na cidade.

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