Tag: Rio de Janeiro

  • Isolamento na pandemia reduziu roubos no Rio de Janeiro


    Os roubos de rua no Rio de Janeiro diminuíram 42% nos primeiros nove meses deste ano em relação ao mesmo período de 2019. A redução também foi observada nos roubos de veículos, que registraram uma queda de 33%.

    Ouça na W:

    [arm_restrict_content plan=”unregistered” type=”show”]
    [/arm_restrict_content] [arm_restrict_content plan=”1,2″ type=”show”]
    [/arm_restrict_content] [arm_restrict_content plan=”2″ type=”show”]

    O conteúdo produzido pela W Rádio Brasil é protegido pela Lei nº 9.610 (Lei de Direitos Autorais). Você é assinante do Plano Essencial e pode utilizar, reproduzir ou modificar o nosso conteúdo.

    [/arm_restrict_content] [arm_restrict_content plan=”1″ type=”show”]

    O conteúdo produzido pela W Rádio Brasil é protegido pela Lei nº 9.610 (Lei de Direitos Autorais). Você é assinante do Plano Básico e pode utilizar o nosso conteúdo desde que cite a fonte.

    [/arm_restrict_content] [arm_restrict_content plan=”unregistered” type=”show”]

    Este conteúdo está disponível apenas para assinantes. Você pode ter acesso e publicar em sua rádio. Saiba mais aqui.

    [/arm_restrict_content]

    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Erro de RSS: A feed could not be found at `https://news.google.com/topstories?hl=pt-BR&gl=BR&ceid=BR:pt-419`; the status code is `200` and content-type is `text/html; charset=utf-8`

    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Nível de letalidade da Covid-19 na capital carioca está acima da média mundial


    Em média, a cada nove pacientes infectados na cidade, um vai morrer. No Brasil, a taxa de letalidade é de 3,7%. Já a mundial é de 3,3%.

    Ouça na W:

    Se não conseguir visualizar o artigo tente aqui.

    Fonte: Brasil 61


    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
    Erro de RSS: Retrieved unsupported status code "403"

    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
    Erro de RSS: A feed could not be found at `https://www.otempo.com.br/cmlink/brasil-1.650232`; the status code is `200` and content-type is `text/html;charset=utf-8`

    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Ventos de até 90 km/h podem atingir o litoral de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro

    Na terça-feira (30), quatro pessoas morreram, três em Santa Catarina e uma no Rio Grande do Sul.

    Ouça os destaques do dia no Conexão W:

    Se não conseguir visualizar o artigo tente aqui.


    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
    Erro de RSS: Retrieved unsupported status code "403"

    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
    Erro de RSS: A feed could not be found at `https://www.otempo.com.br/cmlink/brasil-1.650232`; the status code is `200` and content-type is `text/html;charset=utf-8`

    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Flexibilização no Rio, cervejaria Backer, impeachment de Wilson Witzel e mais

    Confira na edição de hoje do Boletim W com apresentação de João Marcos Lins.


    Veja os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
    Erro de RSS: Retrieved unsupported status code "403"

    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
    Erro de RSS: A feed could not be found at `https://www.otempo.com.br/cmlink/brasil-1.650232`; the status code is `200` and content-type is `text/html;charset=utf-8`

  • Câncer deve atingir 12,5 mil crianças brasileiras em 2019

    O câncer é a segunda causa de morte entre crianças e adolescentes de um a 19 anos no país, atrás apenas das mortes por acidente. Entre as doenças, é a que mais mata nesta faixa etária.

    Para 2019 são esperados mais 12 mil e 500 novos casos. Entretanto, em crianças o potencial de cura é ainda mais alto do que nos adultos, devido ao tipo de células que o câncer atinge. As chances de cura são de 80%.

    No Dia Nacional de Combate ao Câncer Infanto Juvenil , criado exatamente para conscientizar sobre a doença há 10 anos, a chefe da pediatria do Instituto Nacional do Câncer, Dra Sima Ferman, destaca a importância do diagnóstico precoce.

    Sima explica que as dificuldades para o diagnóstico são maiores em crianças do que em adultos pelos sintomas muito parecidos com doenças comuns. No entanto, a garantia de mais recursos, e estruturação do Sistema Único de Saúde, onde a maior parte das crianças é tratada, poderia garantir mais sucesso.

    Sandra Nóbrega conhece bem de perto o drama das famílias que precisam se deslocar vários quilômetros para se tratar na capital. Fundadora e diretora da Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa, que acolhe pacientes e seus familiares no Rio, ela reforça que o grande desafio é de fato mais estrutura.

    O direito à cultura para as crianças e adolescentes com câncer associado ao direito universal à saúde pública de qualidade estão também no topo da preocupação de uma organização que conhece de perto as dores e sorrisos das crianças com câncer. Ronaldo Aguiar, diretor artístico da Organização Doutores da Alegria, conta o relato de uma mãe e se associa à defesa de que é preciso mais saúde pública.

    Diferente dos adultos nos quais muitas vezes o câncer está associado também a hábitos de vida, nas crianças é mais difícil falar em prevenção, pois não há uma relação estabelecida entre causa e efeito.

    O Instituto Nacional do Câncer reforça que a melhor forma de controle é o diagnóstico precoce a partir do acompanhamento médico regular.

  • Sérgio Cabral vira réu pela 26ª vez; ex-governador é acusado de lavagem de dinheiro

    O Juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, aceitou mais uma denúncia contra o ex-governador do estado Sérgio Cabral, que virou réu pela 26ª vez no âmbito da Operação Lava Jato.

    Desta vez, ele é acusado de lavagem de dinheiro, em ação que é um desdobramento das operações Calicute e Eficiência, que apuram um esquema de corrupção no âmbito do governo do estado do Rio, que seria liderado por Cabral.

    Além do ex-governador, também são réus no processo a ex-primeira dama, Adriana Ancelmo; o ex-sócio dela em um escritório de advocacia, Thiago de Aragão Gonçalves Pereira e Silva; e o empresário Ítalo Garritano Barros.

    De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal, Cabral usou a rede de restaurantes Japoneses Manekineko para fazer a lavagem de parte do dinheiro desviado por sua quadrilha. Para isso, a rede Manekineko emitia notas fiscais falsas, relativas à prestação de serviços advocatícios inexistentes, pelo escritório de Adriana Ancelmo.

    Ainda segundo a denúncia, o esquema foi utilizado em pelo menos 16 oportunidades distintas, em um período de dois anos, para lavar R$ 3,1 milhões de origem ilícita.

    A reportagem procurou a defesa dos envolvidos e a rede de restaurantes Manekineko para se manifestarem sobre o caso, mas não obteve contato com nenhum deles até o fechamento da matéria.

  • Bombeiros tentam resgatar fragmentos com valor histórico no Museu Nacional do Rio

    Um incêndio de grandes proporções destruiu o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, na zona norte do Rio de Janeiro. O fogo começou por volta das 19h30 desse domingo (2) e o Corpo de Bombeiros chegou a pedir apoio a homens e viaturas de 21 quarteis para controlar as chamas.

    Neste início de manhã (3), os bombeiros continuam no local para evitar novos focos de incêndio. Ainda não se sabe o que causou o incêndio. Quatro equipes de bombeiros tentam resgatar fragmentos com valor histórico em rescaldo. Saiba mais com Raquel Júnia.

  • Trabalho informal cresce 7,7% no Rio no segundo trimestre de 2018

    O trabalho informou cresceu 7,7% no segundo trimestre deste ano, no Rio de Janeiro, na comparação com o mesmo período do ano passado alcançando 8,2% da massa de trabalhadores do estado.

    Confira os detalhes com Tâmara Freire.

  • Paciente com câncer pode esperar até nove meses para atendimento no Rio de Janeiro

    Um paciente com diagnóstico de câncer no Rio de Janeiro pode esperar até 9 meses para iniciar o tratamento.

    As vagas para uma primeira consulta especializada reduziram quase a metade nos últimos dois anos.

    A situação foi denunciada pela Defensoria Pública da União, que move uma ação coletiva contra o governo federal e pede à Justiça que determine a realização de uma audiência especial com os gestores do Ministério da Saúde para que se apresentem as razões da redução do atendimento e soluções.

    De acordo com a Defensoria, os seis hospitais federais do Rio e os dois institutos que tratam pacientes com câncer não recebem aumento de investimentos desde 2014.

    O Defensor Regional de Direitos Humanos, Daniel Macedo, caracteriza a situação como a mais crítica desde a criação do SUS.

    Entre os dados que constam no relatório da Defensoria, estão os do Instituto Nacional do Câncer (INCA), que teve em 2014 um orçamento de cerca de R$ 481 milhões e no ano passado, esse montante caiu para R$ 416 milhões, embora os números do próprio INCA e da Central de Regulação do Estado indiquem crescimento da demanda por tratamento.

    Outras unidades, como o Hospital Federal dos Servidores reduziu em 18% as consultas de oncologia pediátrica, em 2017, e neste ano suspendeu totalmente o serviço.

    Neste momento, segundo a DPU, há 1012 pacientes de câncer aguardando a primeira consulta no estado do Rio. No caso de um deles, por exemplo, a vaga para a consulta especializada foi solicitada no dia 1º de junho e o paciente só teve o atendimento agendado para o dia 3 de outubro.

    A demora fere a lei 12.732, conhecida como ‘Lei dos 60 dias’, que estabelece que entre o diagnóstico de câncer e o início do tratamento no Sistema Único de Saúde, não pode haver um tempo de espera maior do que dois meses.

    As unidades federais que ampliaram a oferta foram o Hospital Federal de Ipanema, que no entanto deixou de oferecer cirurgia geral, e o Instituto de Traumatologia e Ortopedia, o INTO, que teve um aumento de 61% na oferta de vagas para tumores relacionados ao tecido ósseo em adultos, em comparação a 2016. Entretanto, reduziu em 9% a oferta do mesmo recurso na especialidade infantil.

    A Defensoria ingressou com a ação no último dia 10 de agosto na 4ª Vara Federal do Rio. A Justiça ainda não julgou o pedido.

    Procurado, o Ministério da Saúde informou por meio de nota que o Departamento de Gestão Hospitalar está chamando todos os oncologistas necessários para reforçar o atendimento nos seis hospitais federais do Rio. Segundo a nota, 1,2 mil profissionais de saúde e de apoio à assistência do processo seletivo deste ano já foram contratados e estão possibilitando o aumento da oferta de vagas à regulação. A previsão, segundo o ministério, é de que mais 2.760 profissionais ingressem nas unidades até o próximo mês.

    Ainda de acordo com a nota, o Ministério da Saúde repassa anualmente R$3,5 bilhões para o estado do Rio realizar atendimentos de média e alta complexidade que envolvem os tratamentos de câncer.

  • Feira no Rio celebra comida de rua; coxinha de um quilo foi um dos destaques do evento

    A comida de rua ou podrão, no “carioquês”, foi celebrada nesse fim de semana no Rio de Janeiro. A segunda edição da Feira Nacional do Podrão reuniu mais de 30 expositores de comida de rua no Terreirão do Samba, na região central da cidade.

    O evento privilegia lanches generosos com valores acessíveis, entre R$ 3 e R$ 40.

    Essa edição inovou ao premiar os três melhores podrões do Rio de Janeiro.

    Entre os destaques desta edição, estão, por exemplo, a coxinha de um quilo e a pizza de costela com agrião.

    Tradicionais pontos de comida de rua do Rio também marcam presença como a Batata de Marechal Hermes, na zona norte, e a viúva do Gaúcho, famoso cachorro-quente do Méier, na mesma região.

    A intenção das organizadoras é que a feira entre para o calendário de eventos do Rio.

    Acompanhe a reportagem e saiba mais. Por Radioagência Nacional.