Tag: Rio de Janeiro

  • Polícia prende suspeita de ser mandante de crime contra PM em Araruama

    Policiais de Araruama, na região dos Lagos fluminense, prenderam nesta manhã (30), Paula de Azevedo Esteves Souza, apontada como mandante do assassinato do policial militar Antônio Carlos Oliveira de Moura, de 33 anos, morto no último sábado (28), na mesma região.

    Na noite de domingo (29), o Plantão Judiciário do município de São Pedro da Aldeia, também na região dos Lagos, já havia decretado a prisão de dois suspeitos, além de Paula, Luis Fernando Souza da Silva, que está foragido.

    De acordo com a Polícia Civil, a vítima foi executada por criminosos da comunidade conhecida como Condomínio II, em Araruama, pelo simples fato de ser policial.

    A polícia informou que testemunhas contaram que Antônio Carlos estava ajudando alguns amigos com uma mudança, na comunidade, quando foi reconhecido como policial militar, rendido por três criminosos que o sequestraram e depois o executaram.

    O corpo do PM foi encontrado em uma fazenda de Iguaba Grande.

    Nesse domingo, também foi preso outro acusado de assassinato de policial. Policiais da Delegacia de Homicídios da capital prenderam, em flagrante, um suspeito de matar o sargento da Polícia Militar Carlos Eduardo Gomes Cardoso.

    O policial morreu no sábado, durante uma operação na comunidade Bateau Mouche, em Jacarepaguá, na zona oeste da cidade.

    O suspeito de matar o sargento tinha sido baleado e estava internado no Hospital Federal Cardoso Fontes, também em Jacarepaguá.

    Segundo a Polícia Civil, as investigações continuam para tentar identificar e prender outros envolvidos no assassinato do sargento.

    Com os dois casos registrados no último final de semana chega a 40 o número de policiais mortos, apenas neste ano, no Rio. Com informações da Radioagência Nacional.

  • MP aponta que estado do Rio não cumpre repasse para saúde

    O Ministério Público do Rio de Janeiro divulgou relatório que mostra que o estado não cumpre repasse mínimo para a área da saúde pelo menos desde 2014.

    Segundo o estudo, a cada ano, o percentual investido no setor reduz. Em 2014, a aplicação foi de 10,82%, depois caiu para 8,81% em 2015, em seguida baixou para 5,76% em 2016, e ficou em apenas 5,10% em 2017.

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    Ainda de acordo com o MP, a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) tem contribuído para essa violação ao permitir que entes da federação computem como receita aplicada em Saúde despesas fora das hipóteses legais.

    Desde 2003, nove ações judiciais questionam o cumprimento das regras do financiamento da Saúde pelo estado do Rio. No momento, o MP aguarda o resultado de uma das principais ações, que quer a garantir depósitos mensais pela Secretaria de Estado de Fazenda no Fundo Estadual de Saúde. Até o fechamento dessa matéria, o governo do estado não se posicionou sobre a questão. Por Radioagência Nacional

  • Rio de Janeiro regulamenta serviços de transporte por aplicativo

    A prefeitura do Rio de Janeiro publicou hoje (12) no Diário Oficial decreto que regulamenta o serviço de transporte individual da passageiros por aplicativos, feito por empresas como a Uber, 99Pop e Cabify, entre outros. De acordo com o decreto, as empresas que operam esses serviços terão que repassar à prefeitura um percentual do valor total das viagens cobradas pelos motoristas.

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    Com a medida, a prefeitura espera arrecadar cerca de R$ 20 milhões por ano. Parte do dinheiro arrecadado pelo município será utilizado na melhoria do aplicativo Taxi.Rio. Uma das justificativas do prefeito para regulamentar o serviço é a geração de empregos, já que estima-se que haja 100 mil motoristas trabalhando com esses aplicativos no estado do Rio.

    De acordo com a prefeitura, o decreto segue o que foi determinado pela Lei Federal 13.640, de 2018, sancionada pelo presidente Michel Temer no dia 26 de março passado.

    Além de repassar parte das receitas, as empresas terão de apresentar ao município um cadastro dos veículos e motoristas que fazem o serviço. Os condutores também precisarão comprovar que possuem bons antecedentes criminais e vão passar por um curso específico, ministrado por instituição credenciada pela Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), entre outras obrigações. Eles terão 180 dias para se adaptarem às novas exigências.

    Por meio de nota, a Uber ressaltou o fato de o Rio ser a primeira cidade a regulamentar esse tipo de serviço depois da lei federal. “Ao mesmo tempo em que estipula regras claras para o transporte individual privado na cidade do Rio de Janeiro, o decreto repudia limitações artificiais, como uso de placas restritas para este tipo de serviço – liderando o debate sobre como a tecnologia pode servir melhor as cidades.” Apesar disso, a empresa se disse preocupada com o fato de que ainda há pontos pendentes de definição no decreto carioca. “É fundamental que o detalhamento futuro não abra espaço para a inclusão de burocracias que prejudiquem a atividade dos motoristas parceiros”, diz a nota. Por Agência Brasil

  • Australiano vítima do atropelamento em Copacabana é pedófilo e estava foragido há 22 anos

    Entre as 17 pessoas atropeladas na praia de Copacabana, em 18 de janeiro deste ano, estava o australiano Christopher John Gott, condenado a seis anos de prisão por conta de 17 acusações de agressão sexual, entre elas o estupro de dois adolescentes de 14 e 16 anos.

    Na época ele tinha sido identificado como Daniel Marcos Philips, de 68 anos, um turista australiano. Porém, conforme divulgou o jornal ‘The Australian’, depois foi informado pelo consulado de que ele morava no Brasil há aproximadamente 20 anos e ele deu entrada no hospital usando uma xerox do seu passaporte australiano, emitido no dia 31 de maio de 2010.

    Christopher permanece internado no Hospital Miguel Couto, na Gávea, em coma após sofrer traumatismo craniano após ter sido atropelado por Antônio Almeida Anaquim, de 41 anos.
    Christopher John Gott era professor de Ensino médio na cidade de Darwin. Ele foi preso após 17 denúncias diferentes de abuso sexual de crianças.

    Ele foi condenado a seis anos de cadeia, mas fugiu dois anos depois. Ele também teria cometido um crime de abuso sexual em uma escola primária de Melbourne. Com informações da Sputnik Brasil

  • MP denuncia suspeitos por explosão em bueiro no Rio

    Após dois anos de investigação, o Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou três funcionários da Light pela explosão de um bueiro que matou uma pessoa na Lapa, região central do Rio, em setembro de 2016.

    Os funcionários indiciados são Cleison da Silva Mendonça, Antônio de Araújo Santos e Rafael Esteves de Andrade. Na noite da explosão, uma equipe formada por Cleison e Antônio, supervisionada por Rafael, foi acionada por causa da falta de luz na região.

    No laudo, os peritos apontam como causa do acidente a energização de uma linha paralela a outra, que já estava “ligada”. Dizem ainda que os funcionários deveriam ter percebido o problema e questionam o motivo desse tipo de situação ocorrer diante de tanta tecnologia.

    Os três funcionários vão responder na Justiça por crimes previstos no Código Penal, cuja pena pode ultrapassar mais de 10 anos de prisão para cada um. O acidente foi na esquina da Rua do Senado com a Avenida Gomes Freire.

    Segundo a polícia, 11 pessoas ficaram feridas na explosão. Entre elas a socióloga Aline Barreto Paes, que estava sentada em um bar, do outro lado da rua. Aline teve queimaduras em 75% do corpo e morreu depois de ficar mais de um mês internada. Por: Radioagencia Nacional

  • Militares das Forças Armadas reforçam patrulhamento nas ruas e vias expressas do Rio

    O comando conjunto da intervenção federal reforçou o efetivo de militares das Forças Armadas nas ruas expandido a atuação também para as vias expressas.

    De acordo com o porta-voz, Coronel Carlos Cinelli, a presença dos militares nas ruas já trouxe resultado durante a semana santa com a redução de 55% no número de roubos a transeuntes , 75% de roubos de carga e 50% de homicídios na comparação com o mesmo periodo do ano passado.

    Segundo Cinelli, o objetivo é permitir que policiais de diversos batalhões passem por uma reciclagem.

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    O primeiro a passar pelo treinamento é o 14º Batalhão de Bangu responsável pela Vila Kennedy comunidade que está servindo de modelo para a atuação das forças de intervenção.

    De acordo com o porta-voz do comando, os militares estão patrulhando a orla da zona sul do primeiro primeiro Distrito Naval até o Leblon e em alguns horários também a orla da Barra da Tijuca e do Recreio dos Bandeirantes.

    Além disso eles também estão transitando por vias expressas como a Avenida Brasil e a Linha Vermelha e pelas rodovias de acesso ao Rio como a BR101 e a RJ 124. Por: Radioagencia Nacional

  • Operação em favelas do Rio recupera 35 veículos roubados e prende 3 pessoas

    A Polícia Civil divulgou o balanço da Operação Colina, em curso desde a manhã de hoje (6) nas favelas Falett, Fogueteiro e Prazeres, localizadas no bairro de Santa Teresa, na região central do Rio de Janeiro. Três pessoas foram presas e 35 veículos roubados foram recuperados. Além disso, foram apreendidas cinco pistolas, drogas sintéticas, material para acondicionar entorpecentes, 55 pinos de cocaína e grande quantidade de maconha, distribuída em 82 tabletes, 2.010 trouxinhas e 183 saquinhos de sacolés.

    A Operação Colina visava a cumprir 50 mandados de prisão referentes a inquéritos que envolvem os crimes de tráfico, associação para o tráfico e roubo. Foram mobilizados 300 agentes da Polícia Civil, que contaram com o apoio Batalhão de Ações com Cães (BAC) da Polícia Militar.

    Dos 50 mandados, apenas um foi cumprido, contra Alessandro da Cunha dos Reis da Silva, de 23 anos. Outros dois homens, um de 22 anos e outro de 35, foram presos em flagrante durante a operação. Também foi apreendido um adolescente de 17 anos.

    Na comunidade do Escondidinho, vizinha ao Morro dos Prazeres, houve troca de tiros. Segundo a Polícia Civil, um homem envolvido no confronto, ainda não identificado, foi baleado. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

    As investigações utilizaram vídeos gravados em bocas de fumo e fotos publicadas em redes sociais. Nas imagens, os suspeitos ostentam armas. De acordo com a Polícia Civil, o tráfico que ocorre nos três morros é controlado por dois grupos de uma mesma facção. No Fallet e no Fogueteiro, as ações dos criminosos são chefiadas por Paulo Cesar Baptista de Castro, conhecido por Paulinhozinho. Já no Morro dos Prazeres, o líder seria Cláudio Augusto dos Santos, o Jiló. Há mandados de prisão contra ambos. Por: Agência Brasil

  • No Rio, policial é ferido durante patrulhamento no Morro da Providência

    Um policial militar (PM) foi baleado na perna durante patrulhamento hoje (6) no Morro da Providência, na região central do Rio.

    De acordo com o comando da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Providência, uma equipe fazia patrulhamento de rotina na região, quando um disparo atingiu a perna de um dos agentes no momento em que passavam pela Rua Major Saião, por volta das 6h30.

    O PM foi socorrido e levado às pressas para o Hospital Central da Polícia Militar, no bairro do Estácio.

    O militar, cujo nome não foi revelado, é lotado na UPP Batan, na zona oeste, e estava deslocado para dar apoio ao patrulhamento repressivo no morro da Providência. O autor do tiro conseguiu fugir entre as vielas, sem ser localizado.

    Segundo a UPP, o disparo foi isolado e os agentes não conseguiram identificar o autor da ação. A situação é normal na manhã de hoje na comunidade. Por: Agência Brasil

  • Instabilidade em radar afeta aeroportos no Rio e São Paulo

    Um problema de instabilidade no sistema de visualização radar no Rio de Janeiro afeta na manhã de hoje (5) o Aeroporto Internacional Tom Jobim e o Aeroporto Santos Dumont, com reflexos no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. No momento, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) trabalha para a normalização das operações.

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    No Galeão, dos 44 voos programados para até as 10h52, houve atraso em 20 (45,45%) deles e não houve cancelamentos até esse horário. Já no Santos Dumont, três voos decolaram com atraso inferior a 30 minutos na manhã de hoje e também não houve cancelamentos.

    Segundo a Infraero, o problema causa reflexos no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, onde nove voos aguardam autorização para decolar para o Santos Dumont.

    Segundo o Centro de Gerenciamento da Navegação Áerea (CGNA), a instabilidade exigiu a adoção de um procedimento de segurança no gerenciamento de fluxo do tráfego aéreo. Foi ampliada a separação entre as aeronaves em voo, o que impacta o horário de pousos e decolagens nos dois aeroportos.

    A medida “busca manter o elevado nível de segurança das operações, com o menor impacto possível para os passageiros”, segundo a Aeronáutica.

    A concessionária que opera o Aeroporto Internacional Tom Jobim, a RioGaleão, informou que reforçou as equipes de atendimento e segurança nos terminais para orientar passageiros e acompanhantes. Com o problema, o intervalo entre pousos e decolagens aumentos desde as 8h17. O balanço completo sobre os atrasos deve ser divulgado quando a situação estiver normalizada.

  • Cabral fez 2281 viagens privadas em helicópteros do Estado diz MP

    O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPE-RJ) denunciou o ex-governador Sérgio Cabral e a ex-primeira dama Adriana Ancelmo pela prática de diversos crimes, entre eles peculato, que é o desvio de dinheiro ou bem público para proveito próprio ou de terceiros.

    Isso porque, segundo o órgão, o casal fez 2.281 viagens com helicópteros do Estado, para fins particulares.

    O prejuízo para os cofres públicos, com o custeio de combustível e manutenção das aeronaves em função dessas viagens, foi de quase R$ 20 milhões.

    De acordo com a denúncia, Cabral usava o helicóptero, quase que diariamente, para dar expediente no Palácio Guanabara. Para isso ele percorria pouco mais de 3 quilômetros de carro, de sua casa no Leblon até o heliponto na Lagoa Rodrigo de Freitas, onde pegava a aeronave para voar por cerca de sete quilômetros, até a sede do Governo, em Laranjeiras.

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    Nos fins de semana, as viagens tinham como destino a casa de veraneio do ex-governador, em um condomínio de luxo em Mangaratiba, no litoral sul do Rio. Já nas épocas de férias escolares, Cabral passava a fazer a rota Rio-Mangaratiba, praticamente todos os dias.

    Segundo depoimentos de testemunhas, em diversas ocasiões os helicópteros do governo foram usados para transportar parentes, amigos e empregados de Cabral, além de amigos e namoradas dos filhos do ex-governador.

    A investigação também mostrou que a ex-primeira dama tinha autonomia para solicitar viagens nas aeronaves do Estado e voar, mesmo sem a presença do ex-governador.

    Às sextas-feiras, era comum que Adriana Ancelmo fosse levada para Mangaratiba, sozinha, num horário. Mais tarde, a aeronave fazia o mesmo percurso com Cabral, também sozinho.

    O Ministério Público informou que foram feitas pelo menos 109 “revoadas”, termo irônico usado pelos pilotos para denominar o deslocamento simultâneo de três helicópteros do Estado até a casa de veraneio de Cabral.

    Essas “revoadas” eram feitas para buscar o ex-governador e sua família, além de empregados domésticos e convidados que estavam hospedados no local.

    Na denúncia também consta que Cabral solicitava aeronaves para o transporte de prestadores de serviços privados. Numa ocasião, uma “corretora de imóveis” foi levada do Rio até Mangaratiba para tratar de assuntos particulares do ex-governador.

    Em outra situação, durante o carnaval, o ex-governador determinou que após o término do desfile das escolas de samba seus convidados fossem levados de helicóptero diretamente do sambódromo para a casa de veraneio.

    O Ministério Público investiga também a compra de dois helicópteros de luxo para o Estado, no início do segundo mandato de Cabral, em 2011. Há suspeita de irregularidades nas licitações dessas duas compras, que custaram R$ 32 milhões.

    Procurada, a defesa do ex-governador afirmou, em nota, que a denúncia é infundada e foi formulada fora do contexto da época.

    O texto diz, ainda, que o Gabinete Militar da Casa Civil do Governo do Estado orientava ao então governador e seus familiares a não se deslocarem por terra, por questões de segurança, devido ao intenso combate a milicianos e traficantes feito por Cabral, em sua gestão.

    A reportagem também procurou a defesa de Adriana Ancelmo, mas não obteve retorno.

    Se condenados, Cabral e Adriana podem pegar até 12 anos de prisão, além de pagamento de multa e ressarcimento do prejuízo causado aos cofres públicos. Por: Radioagência Nacional