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  • Enel Rio lança campanha de renegociação de dívidas para clientes com contas atrasadas

    Enel Rio lança campanha de renegociação de dívidas para clientes com contas atrasadas

    Os clientes da Enel Rio, empresa de distribuição de energia elétrica no estado do Rio de Janeiro, que estão com dificuldades para pagar as contas de luz, têm uma oportunidade de regularizar sua situação.

    A empresa lançou uma campanha de renegociação de dívidas, que oferece condições especiais de pagamento para os consumidores que estão com contas vencidas há mais de 30 dias.

    A campanha, que vai até o dia 31 de outubro, permite que os clientes possam parcelar suas dívidas em até 12 vezes sem juros, com entrada mínima de 10% do valor total. Além disso, os clientes que optarem por quitar suas dívidas à vista terão descontos de até 40% sobre o valor principal e isenção de multa e juros por atraso.

    Segundo a Enel Rio, a campanha tem como objetivo facilitar a vida dos clientes que foram impactados pela crise econômica causada pela pandemia de Covid-19 e que precisam de uma alternativa para regularizar seus débitos. A empresa ressalta que a negociação é importante para evitar a suspensão do fornecimento de energia e a negativação do nome do cliente nos órgãos de proteção ao crédito.

    Para aderir à campanha, os clientes podem acessar o site da empresa, o aplicativo Enel Brasil, o WhatsApp (21) 99601-9608 ou o telefone 0800 28 00 120. É necessário informar o número do CPF ou do CNPJ do titular da conta e o código do cliente, que pode ser encontrado na fatura de energia.

    A Enel Rio atende cerca de 3 milhões de clientes em 66 municípios do estado do Rio de Janeiro, incluindo a capital e a região metropolitana. A empresa faz parte do grupo Enel, líder mundial em energia renovável e um dos maiores operadores de distribuição de energia elétrica do Brasil.

    A empresa lançou uma campanha de renegociação de dívidas, que oferece condições especiais de pagamento para os consumidores que estão com contas vencidas há mais de 30 dias.

    A campanha, que vai até o dia 31 de outubro, permite que os clientes possam parcelar suas dívidas em até 12 vezes sem juros, com entrada mínima de 10% do valor total. Além disso, os clientes que optarem por quitar suas dívidas à vista terão descontos de até 40% sobre o valor principal e isenção de multa e juros por atraso.

    Segundo a Enel Rio, a campanha tem como objetivo facilitar a vida dos clientes que foram impactados pela crise econômica causada pela pandemia de Covid-19 e que precisam de uma alternativa para regularizar seus débitos. A empresa ressalta que a negociação é importante para evitar a suspensão do fornecimento de energia e a negativação do nome do cliente nos órgãos de proteção ao crédito.

    Para aderir à campanha, os clientes podem acessar o site da empresa, o aplicativo Enel Brasil, o WhatsApp (21) 99601-9608 ou o telefone 0800 28 00 120. É necessário informar o número do CPF ou do CNPJ do titular da conta e o código do cliente, que pode ser encontrado na fatura de energia.

    A Enel Rio atende cerca de 3 milhões de clientes em 66 municípios do estado do Rio de Janeiro, incluindo a capital e a região metropolitana. A empresa faz parte do grupo Enel, líder mundial em energia renovável e um dos maiores operadores de distribuição de energia elétrica do Brasil.

  • Fiocruz identifica nova linhagem do coronavírus no Rio de Janeiro

    Fiocruz identifica nova linhagem do coronavírus no Rio de Janeiro

    Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) identificaram pela primeira vez no Rio de Janeiro a linhagem EG.5 do coronavírus, uma variante de interesse da Ômicron, que tem uma mutação na proteína Spike e se espalhou rapidamente em alguns países.

    A linhagem foi detectada em uma amostra de um paciente que viajou para a África do Sul, onde a Ômicron foi descoberta.

    A Fiocruz informou o resultado do sequenciamento genético à Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro e reforçou a importância da vacinação contra a Covid-19, bem como das medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento social e higiene das mãos.

    Segundo o pesquisador Thiago Moreno, coordenador do Laboratório de Genômica Viral da Fiocruz, a linhagem EG.5 é uma das 32 variantes de interesse da Ômicron, que têm pelo menos uma das 32 mutações na proteína Spike, responsável pela entrada do vírus nas células humanas. A EG.5 tem a mutação N501Y, que também está presente nas variantes Alfa, Beta e Gama.

    “A EG.5 é uma variante de interesse porque tem uma mutação que pode aumentar a transmissibilidade do vírus, mas ainda não sabemos se ela tem outras características que possam afetar a gravidade da doença ou a eficácia das vacinas”, explicou Moreno.

    O pesquisador disse que a linhagem EG.5 já foi encontrada em outros países, como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e França, mas ainda não há evidências de que ela seja mais prevalente ou mais perigosa do que as outras variantes. Ele destacou que a vigilância genômica é fundamental para monitorar a circulação do vírus e detectar novas variantes.

    “A Fiocruz está atenta à evolução do coronavírus e fazendo o sequenciamento genético de amostras de todo o país, em parceria com as secretarias de saúde e outros laboratórios. É importante rastrear os casos suspeitos e fazer o isolamento dos pacientes e dos contatos para evitar a disseminação das variantes”, afirmou Moreno.

    O pesquisador lembrou que a vacinação é a principal forma de proteção contra a Covid-19 e que as pessoas devem completar o esquema vacinal com as duas doses ou a dose única, conforme o imunizante utilizado. Ele também recomendou que as pessoas façam o reforço da vacina quando estiverem no grupo prioritário definido pelo Ministério da Saúde.

    “Não podemos baixar a guarda diante do coronavírus. A vacinação é essencial para reduzir os casos graves e as mortes pela Covid-19, mas também precisamos manter os cuidados básicos para evitar a transmissão do vírus. Só assim vamos conseguir controlar a pandemia”, concluiu Moreno.

    Fonte: Agência Fiocruz de Notícias

    A linhagem foi detectada em uma amostra de um paciente que viajou para a África do Sul, onde a Ômicron foi descoberta.

    A Fiocruz informou o resultado do sequenciamento genético à Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro e reforçou a importância da vacinação contra a Covid-19, bem como das medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento social e higiene das mãos.

    Segundo o pesquisador Thiago Moreno, coordenador do Laboratório de Genômica Viral da Fiocruz, a linhagem EG.5 é uma das 32 variantes de interesse da Ômicron, que têm pelo menos uma das 32 mutações na proteína Spike, responsável pela entrada do vírus nas células humanas. A EG.5 tem a mutação N501Y, que também está presente nas variantes Alfa, Beta e Gama.

    “A EG.5 é uma variante de interesse porque tem uma mutação que pode aumentar a transmissibilidade do vírus, mas ainda não sabemos se ela tem outras características que possam afetar a gravidade da doença ou a eficácia das vacinas”, explicou Moreno.

    O pesquisador disse que a linhagem EG.5 já foi encontrada em outros países, como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e França, mas ainda não há evidências de que ela seja mais prevalente ou mais perigosa do que as outras variantes. Ele destacou que a vigilância genômica é fundamental para monitorar a circulação do vírus e detectar novas variantes.

    “A Fiocruz está atenta à evolução do coronavírus e fazendo o sequenciamento genético de amostras de todo o país, em parceria com as secretarias de saúde e outros laboratórios. É importante rastrear os casos suspeitos e fazer o isolamento dos pacientes e dos contatos para evitar a disseminação das variantes”, afirmou Moreno.

    O pesquisador lembrou que a vacinação é a principal forma de proteção contra a Covid-19 e que as pessoas devem completar o esquema vacinal com as duas doses ou a dose única, conforme o imunizante utilizado. Ele também recomendou que as pessoas façam o reforço da vacina quando estiverem no grupo prioritário definido pelo Ministério da Saúde.

    “Não podemos baixar a guarda diante do coronavírus. A vacinação é essencial para reduzir os casos graves e as mortes pela Covid-19, mas também precisamos manter os cuidados básicos para evitar a transmissão do vírus. Só assim vamos conseguir controlar a pandemia”, concluiu Moreno.

    Fonte: Agência Fiocruz de Notícias

  • RJ lidera ranking com a maior taxa de mortalidade infantil por sífilis no Brasil

    RJ lidera ranking com a maior taxa de mortalidade infantil por sífilis no Brasil

    A sífilis pode ser transmitida da mãe para o feto, o que pode resultar em complicações graves no bebê, incluindo má formação fetal e risco de morte.

    O Rio de Janeiro tem a maior taxa de mortalidade infantil por sífilis no país, com uma média de 5,5 mortes por cada mil nascidos vivos em 2022.

    A sífilis é uma doença sexualmente transmissível que pode ser transmitida da mãe para o feto durante a gravidez e pode levar a complicações graves no bebê, como má formação fetal e até mesmo morte.

    Os especialistas apontam que o diagnóstico tardio e a falta de tratamento adequado estão entre os principais fatores que contribuem para essa alta taxa de mortalidade infantil por sífilis no estado.

    Além disso, a pandemia de Covid-19 também pode estar afetando a detecção e o tratamento da doença, pois as pessoas estão evitando ir aos hospitais por medo de contaminação.

    As autoridades de saúde estão trabalhando para conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado da sífilis para evitar a mortalidade infantil.

    Com informações do Jornal O Globo.

    O Rio de Janeiro tem a maior taxa de mortalidade infantil por sífilis no país, com uma média de 5,5 mortes por cada mil nascidos vivos em 2022.

    A sífilis é uma doença sexualmente transmissível que pode ser transmitida da mãe para o feto durante a gravidez e pode levar a complicações graves no bebê, como má formação fetal e até mesmo morte.

    Os especialistas apontam que o diagnóstico tardio e a falta de tratamento adequado estão entre os principais fatores que contribuem para essa alta taxa de mortalidade infantil por sífilis no estado.

    Além disso, a pandemia de Covid-19 também pode estar afetando a detecção e o tratamento da doença, pois as pessoas estão evitando ir aos hospitais por medo de contaminação.

    As autoridades de saúde estão trabalhando para conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado da sífilis para evitar a mortalidade infantil.

    Com informações do Jornal O Globo.

  • Associação de bares e restaurantes querem volta do horário de verão


    Entidades empresariais têm pressionado o governo federal pela volta do horário de verão como uma forma de enfrentar a atual crise hídrica.


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  • ONS nega que crise hídrica tenha causado apagão em MG e RJ


    Moradores de 60 cidades ficaram sem energia elétrica por 1h. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que “houve um desligamento total da Subestação de Rocha Leão”.

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