Tag: Saúde

  • Doença da urina preta: o que é, como se prevenir e o que fazer em caso de suspeita

    Doença da urina preta: o que é, como se prevenir e o que fazer em caso de suspeita

    A doença da urina preta, também conhecida como Síndrome de Haff, é uma condição rara que pode ser causada pela ingestão de peixes ou crustáceos contaminados por uma toxina que afeta os músculos e pode levar a complicações graves, como insuficiência renal.

    A doença foi descoberta no início do século passado, na Europa, e desde então tem sido registrada em vários países, inclusive no Brasil.

    Os principais sintomas da doença da urina preta são dor muscular intensa, rigidez nas articulações e urina escura, que pode variar de marrom a preto. Esses sinais costumam aparecer entre 2 a 24 horas após o consumo do alimento contaminado. A urina preta é resultado da liberação de uma substância chamada mioglobina na corrente sanguínea, que é eliminada pelos rins. A mioglobina é uma proteína que transporta oxigênio para os músculos e que se desprende quando há necrose muscular.

    Ainda não se sabe ao certo como os peixes e crustáceos se contaminam pela toxina que provoca a doença. Uma hipótese é que eles se alimentam de algas marinhas que carregam a toxina. Outra possibilidade é que a toxina seja produzida pelos próprios animais quando eles são mal conservados ou transportados. Os tipos de peixes mais associados à doença são os de água salgada, como arabaiana, badejo e olho de boi.

    O diagnóstico da doença da urina preta é feito com base nos sintomas e na história clínica do paciente, principalmente se houve ingestão de peixes ou crustáceos nas últimas horas. Exames de sangue e urina podem confirmar a presença de mioglobina e outras alterações nos rins e nos músculos.

    O tratamento da doença da urina preta consiste em hidratação intensa, com soro fisiológico na veia, para evitar a sobrecarga renal e facilitar a eliminação da mioglobina. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de medicamentos para aliviar a dor e a inflamação muscular. A recuperação costuma ser rápida, mas depende da gravidade dos sintomas e da rapidez do atendimento médico.

    A melhor forma de prevenir a doença da urina preta é evitar o consumo de peixes ou crustáceos de origem duvidosa ou mal conservados. Também é importante observar a aparência, o odor e o sabor dos alimentos antes de consumi-los. Caso haja suspeita de contaminação, é recomendado procurar um serviço de saúde imediatamente e informar o que foi ingerido.

    A doença foi descoberta no início do século passado, na Europa, e desde então tem sido registrada em vários países, inclusive no Brasil.

    Os principais sintomas da doença da urina preta são dor muscular intensa, rigidez nas articulações e urina escura, que pode variar de marrom a preto. Esses sinais costumam aparecer entre 2 a 24 horas após o consumo do alimento contaminado. A urina preta é resultado da liberação de uma substância chamada mioglobina na corrente sanguínea, que é eliminada pelos rins. A mioglobina é uma proteína que transporta oxigênio para os músculos e que se desprende quando há necrose muscular.

    Ainda não se sabe ao certo como os peixes e crustáceos se contaminam pela toxina que provoca a doença. Uma hipótese é que eles se alimentam de algas marinhas que carregam a toxina. Outra possibilidade é que a toxina seja produzida pelos próprios animais quando eles são mal conservados ou transportados. Os tipos de peixes mais associados à doença são os de água salgada, como arabaiana, badejo e olho de boi.

    O diagnóstico da doença da urina preta é feito com base nos sintomas e na história clínica do paciente, principalmente se houve ingestão de peixes ou crustáceos nas últimas horas. Exames de sangue e urina podem confirmar a presença de mioglobina e outras alterações nos rins e nos músculos.

    O tratamento da doença da urina preta consiste em hidratação intensa, com soro fisiológico na veia, para evitar a sobrecarga renal e facilitar a eliminação da mioglobina. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de medicamentos para aliviar a dor e a inflamação muscular. A recuperação costuma ser rápida, mas depende da gravidade dos sintomas e da rapidez do atendimento médico.

    A melhor forma de prevenir a doença da urina preta é evitar o consumo de peixes ou crustáceos de origem duvidosa ou mal conservados. Também é importante observar a aparência, o odor e o sabor dos alimentos antes de consumi-los. Caso haja suspeita de contaminação, é recomendado procurar um serviço de saúde imediatamente e informar o que foi ingerido.

  • Cigarro e câncer: uma relação perigosa

    Cigarro e câncer: uma relação perigosa

    O cigarro é um dos principais fatores de risco para o câncer e outras doenças graves. Neste post, você vai saber como o tabagismo pode causar a doença e quais são os benefícios de parar de fumar.

    O tabagismo é uma das principais causas de morte evitáveis no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 8 milhões de pessoas morrem por ano em decorrência do uso do tabaco, sendo que 1,2 milhão são vítimas do fumo passivo. O cigarro está relacionado a mais de 50 doenças, sendo o câncer uma das mais graves.

    O cigarro contém mais de 7 mil substâncias químicas, das quais pelo menos 69 são cancerígenas. Essas substâncias atingem a corrente sanguínea e podem danificar o DNA das células, favorecendo o surgimento de tumores. O cigarro pode causar câncer em vários órgãos do corpo, como pulmão, boca, laringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo do útero e leucemia.

    O câncer de pulmão é o mais comum entre os fumantes e o que mais mata no Brasil e no mundo. Estima-se que 90% dos casos de câncer de pulmão estejam associados ao tabagismo. Além disso, o cigarro aumenta o risco de recorrência do tumor e de surgimento de novos tumores em pacientes que já tiveram câncer.

    Parar de fumar é a melhor decisão que um fumante pode tomar para preservar a sua saúde e prevenir o câncer. Os benefícios são imediatos e aumentam com o tempo. Após 20 minutos sem fumar, a pressão arterial e os batimentos cardíacos se normalizam. Após 12 horas, o nível de monóxido de carbono no sangue diminui. Após um ano, o risco de infarto cai pela metade. Após dez anos, o risco de câncer de pulmão cai pela metade.

    Parar de fumar não é fácil, mas é possível com ajuda profissional e apoio da família e dos amigos. Existem tratamentos que podem auxiliar o fumante a superar a dependência física e psicológica da nicotina, como medicamentos, adesivos, gomas e terapias comportamentais. O importante é não desistir e buscar ajuda sempre que necessário.

    O cigarro e o câncer são uma combinação perigosa para a saúde. Por isso, se você fuma ou conhece alguém que fuma, incentive a cessação do tabagismo e procure orientação médica. Lembre-se: parar de fumar é um ato de amor à vida.

    O tabagismo é uma das principais causas de morte evitáveis no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 8 milhões de pessoas morrem por ano em decorrência do uso do tabaco, sendo que 1,2 milhão são vítimas do fumo passivo. O cigarro está relacionado a mais de 50 doenças, sendo o câncer uma das mais graves.

    O cigarro contém mais de 7 mil substâncias químicas, das quais pelo menos 69 são cancerígenas. Essas substâncias atingem a corrente sanguínea e podem danificar o DNA das células, favorecendo o surgimento de tumores. O cigarro pode causar câncer em vários órgãos do corpo, como pulmão, boca, laringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo do útero e leucemia.

    O câncer de pulmão é o mais comum entre os fumantes e o que mais mata no Brasil e no mundo. Estima-se que 90% dos casos de câncer de pulmão estejam associados ao tabagismo. Além disso, o cigarro aumenta o risco de recorrência do tumor e de surgimento de novos tumores em pacientes que já tiveram câncer.

    Parar de fumar é a melhor decisão que um fumante pode tomar para preservar a sua saúde e prevenir o câncer. Os benefícios são imediatos e aumentam com o tempo. Após 20 minutos sem fumar, a pressão arterial e os batimentos cardíacos se normalizam. Após 12 horas, o nível de monóxido de carbono no sangue diminui. Após um ano, o risco de infarto cai pela metade. Após dez anos, o risco de câncer de pulmão cai pela metade.

    Parar de fumar não é fácil, mas é possível com ajuda profissional e apoio da família e dos amigos. Existem tratamentos que podem auxiliar o fumante a superar a dependência física e psicológica da nicotina, como medicamentos, adesivos, gomas e terapias comportamentais. O importante é não desistir e buscar ajuda sempre que necessário.

    O cigarro e o câncer são uma combinação perigosa para a saúde. Por isso, se você fuma ou conhece alguém que fuma, incentive a cessação do tabagismo e procure orientação médica. Lembre-se: parar de fumar é um ato de amor à vida.

  • WaterTok: a nova moda de água saborizada que conquistou o TikTok

    WaterTok: a nova moda de água saborizada que conquistou o TikTok

    Você já ouviu falar em WaterTok? Esse é o nome de uma nova tendência que surgiu no TikTok, a rede social de vídeos curtos que faz sucesso entre os jovens.

    A ideia é incrementar a água com xaropes, pós, corantes e intensificadores de sabor, criando bebidas coloridas e variadas. A hashtag #WaterTok já tem mais de 231 milhões de visualizações na plataforma e mostra usuários compartilhando suas receitas de água do dia.

    A WaterTok parece ter começado com a criadora Tonya, também conhecida como @takingmylifebackat42, que cria as mais variadas e criativas águas saborizadas, como maçã com caramelo salgado e até água de melancia com algodão doce. Ela diz que a bebida é uma forma de se manter hidratada e saudável, já que os xaropes e pós que usa são de baixa caloria e sem açúcar.

    Mas nem todos os ingredientes usados na WaterTok são tão inocentes assim. Alguns aditivos são ricos em açúcar e podem causar picos de insulina, fome e até problemas mais graves a longo prazo, como diabetes e danos hepáticos. Além disso, o consumo excessivo de corantes e aromatizantes pode provocar alergias e acnes.

    Por isso, os especialistas não recomendam que as receitas de água sejam amplamente usadas. Eles sugerem que a água seja preparada com elementos naturais, como frutas, ervas e especiarias. Assim, é possível ter uma hidratação adequada sem comprometer a saúde.

    A WaterTok é mais um exemplo de como o TikTok influencia o comportamento das pessoas, especialmente nos Estados Unidos. Mas é preciso ter cuidado com as modas que surgem na internet e sempre consultar fontes confiáveis antes de aderir a elas.

    A ideia é incrementar a água com xaropes, pós, corantes e intensificadores de sabor, criando bebidas coloridas e variadas. A hashtag #WaterTok já tem mais de 231 milhões de visualizações na plataforma e mostra usuários compartilhando suas receitas de água do dia.

    A WaterTok parece ter começado com a criadora Tonya, também conhecida como @takingmylifebackat42, que cria as mais variadas e criativas águas saborizadas, como maçã com caramelo salgado e até água de melancia com algodão doce. Ela diz que a bebida é uma forma de se manter hidratada e saudável, já que os xaropes e pós que usa são de baixa caloria e sem açúcar.

    Mas nem todos os ingredientes usados na WaterTok são tão inocentes assim. Alguns aditivos são ricos em açúcar e podem causar picos de insulina, fome e até problemas mais graves a longo prazo, como diabetes e danos hepáticos. Além disso, o consumo excessivo de corantes e aromatizantes pode provocar alergias e acnes.

    Por isso, os especialistas não recomendam que as receitas de água sejam amplamente usadas. Eles sugerem que a água seja preparada com elementos naturais, como frutas, ervas e especiarias. Assim, é possível ter uma hidratação adequada sem comprometer a saúde.

    A WaterTok é mais um exemplo de como o TikTok influencia o comportamento das pessoas, especialmente nos Estados Unidos. Mas é preciso ter cuidado com as modas que surgem na internet e sempre consultar fontes confiáveis antes de aderir a elas.

  • OMS declara fim da emergência global da Covid-19: o que isso significa?

    OMS declara fim da emergência global da Covid-19: o que isso significa?

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta sexta-feira (5) que a Covid-19 não configura mais emergência em saúde pública de importância internacional.

    De acordo com a entidade, o vírus se classifica agora como “problema de saúde estabelecido e contínuo”.

    A decisão foi baseada nas recomendações do Comitê de Emergência da OMS, que observou a tendência decrescente nas mortes por Covid-19, o avanço da vacinação em diversos países e a melhora da capacidade de resposta dos sistemas de saúde.

    No entanto, isso não significa que a pandemia acabou ou que os cuidados podem ser relaxados. A OMS alertou que o vírus continua circulando pelo mundo e que há risco de surgimento de novas variantes. Além disso, muitas regiões ainda enfrentam desafios para conter a transmissão e garantir o acesso às vacinas.

    A OMS declarou a Covid-19 como emergência global em 30 de janeiro de 2020, quando o vírus já havia se espalhado por mais de 19 países. Desde então, foram registrados mais de 765 milhões de casos e 6,9 milhões de mortes pela doença.

    A mudança de status da Covid-19 implica que a OMS não precisa mais convocar reuniões periódicas do Comitê de Emergência para avaliar a situação e emitir recomendações. No entanto, a organização continuará monitorando e apoiando os países no enfrentamento da pandemia.

    De acordo com a entidade, o vírus se classifica agora como “problema de saúde estabelecido e contínuo”.

    A decisão foi baseada nas recomendações do Comitê de Emergência da OMS, que observou a tendência decrescente nas mortes por Covid-19, o avanço da vacinação em diversos países e a melhora da capacidade de resposta dos sistemas de saúde.

    No entanto, isso não significa que a pandemia acabou ou que os cuidados podem ser relaxados. A OMS alertou que o vírus continua circulando pelo mundo e que há risco de surgimento de novas variantes. Além disso, muitas regiões ainda enfrentam desafios para conter a transmissão e garantir o acesso às vacinas.

    A OMS declarou a Covid-19 como emergência global em 30 de janeiro de 2020, quando o vírus já havia se espalhado por mais de 19 países. Desde então, foram registrados mais de 765 milhões de casos e 6,9 milhões de mortes pela doença.

    A mudança de status da Covid-19 implica que a OMS não precisa mais convocar reuniões periódicas do Comitê de Emergência para avaliar a situação e emitir recomendações. No entanto, a organização continuará monitorando e apoiando os países no enfrentamento da pandemia.

  • Castanhas: conheça os benefícios desse fruto para a sua saúde

    Castanhas: conheça os benefícios desse fruto para a sua saúde

    As castanhas são frutos típicos do outono, que podem ser consumidos assados, cozidos ou crus.

    Além de saborosas, as castanhas também oferecem diversos benefícios para a nossa saúde, pois são ricas em nutrientes como carboidratos, fibras, minerais, vitaminas e antioxidantes.

    Neste post, vamos mostrar alguns dos benefícios das castanhas e como incluí-las na sua alimentação de forma equilibrada.

    • As castanhas são uma boa fonte de energia, pois contêm hidratos de carbono complexos, que são digeridos lentamente e evitam picos de glicose no sangue. Uma pequena porção de castanhas pode saciar a fome e fornecer combustível para o organismo.

    • As castanhas são ricas em fibras alimentares, que ajudam a regular o trânsito intestinal, prevenir a prisão de ventre, reduzir o colesterol e controlar o apetite. As fibras também favorecem a saúde da microbiota intestinal, que está relacionada com a imunidade e o humor.

    • As castanhas contêm minerais importantes para a saúde dos ossos, dos dentes, dos músculos, dos nervos e do sangue. Entre eles, destacam-se o potássio, que regula a pressão arterial e previne cãibras; o ferro, que previne a anemia e transporta oxigênio; o selênio, que protege as células dos radicais livres e fortalece o sistema imunológico; o zinco, que participa da cicatrização e da produção de hormônios; e o magnésio, que relaxa os vasos sanguíneos e melhora o sono.

    • As castanhas possuem vitaminas do complexo B, que atuam no metabolismo energético, na síntese de neurotransmissores e na manutenção do sistema nervoso. Além disso, as castanhas também têm vitamina C, que é um poderoso antioxidante, que combate o envelhecimento precoce, aumenta a resistência às infecções e facilita a absorção de ferro.

    • As castanhas têm um baixo teor de gordura em comparação com outros frutos oleaginosos, como nozes, amêndoas e avelãs. A maior parte da gordura das castanhas é monoinsaturada, que é benéfica para a saúde cardiovascular, pois reduz o colesterol ruim (LDL) e aumenta o bom (HDL).

    • As castanhas contêm aminoácido triptofano, que é precursor da serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar, prazer e relaxamento. O triptofano também ajuda a regular o sono e o apetite, sendo recomendado para pessoas que sofrem de estresse, ansiedade ou depressão.

    Como consumir as castanhas?

    As castanhas podem ser consumidas de diversas formas: assadas no forno ou na brasa, cozidas em água ou leite, cruas depois de descascadas ou trituradas em farinha. Elas podem ser usadas como acompanhamento de pratos salgados ou doces, como sopas, purês, saladas, bolos, tortas e pudins.

    A quantidade recomendada de castanhas varia de acordo com as necessidades individuais de cada pessoa, mas em geral não deve ultrapassar 30 gramas por dia (cerca de 6 unidades). É importante lembrar que as castanhas são calóricas (cerca de 200 kcal por 30 gramas) e devem ser consumidas com moderação e dentro de uma alimentação equilibrada.

    Além de saborosas, as castanhas também oferecem diversos benefícios para a nossa saúde, pois são ricas em nutrientes como carboidratos, fibras, minerais, vitaminas e antioxidantes.

    Neste post, vamos mostrar alguns dos benefícios das castanhas e como incluí-las na sua alimentação de forma equilibrada.

    • As castanhas são uma boa fonte de energia, pois contêm hidratos de carbono complexos, que são digeridos lentamente e evitam picos de glicose no sangue. Uma pequena porção de castanhas pode saciar a fome e fornecer combustível para o organismo.

    • As castanhas são ricas em fibras alimentares, que ajudam a regular o trânsito intestinal, prevenir a prisão de ventre, reduzir o colesterol e controlar o apetite. As fibras também favorecem a saúde da microbiota intestinal, que está relacionada com a imunidade e o humor.

    • As castanhas contêm minerais importantes para a saúde dos ossos, dos dentes, dos músculos, dos nervos e do sangue. Entre eles, destacam-se o potássio, que regula a pressão arterial e previne cãibras; o ferro, que previne a anemia e transporta oxigênio; o selênio, que protege as células dos radicais livres e fortalece o sistema imunológico; o zinco, que participa da cicatrização e da produção de hormônios; e o magnésio, que relaxa os vasos sanguíneos e melhora o sono.

    • As castanhas possuem vitaminas do complexo B, que atuam no metabolismo energético, na síntese de neurotransmissores e na manutenção do sistema nervoso. Além disso, as castanhas também têm vitamina C, que é um poderoso antioxidante, que combate o envelhecimento precoce, aumenta a resistência às infecções e facilita a absorção de ferro.

    • As castanhas têm um baixo teor de gordura em comparação com outros frutos oleaginosos, como nozes, amêndoas e avelãs. A maior parte da gordura das castanhas é monoinsaturada, que é benéfica para a saúde cardiovascular, pois reduz o colesterol ruim (LDL) e aumenta o bom (HDL).

    • As castanhas contêm aminoácido triptofano, que é precursor da serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar, prazer e relaxamento. O triptofano também ajuda a regular o sono e o apetite, sendo recomendado para pessoas que sofrem de estresse, ansiedade ou depressão.

    Como consumir as castanhas?

    As castanhas podem ser consumidas de diversas formas: assadas no forno ou na brasa, cozidas em água ou leite, cruas depois de descascadas ou trituradas em farinha. Elas podem ser usadas como acompanhamento de pratos salgados ou doces, como sopas, purês, saladas, bolos, tortas e pudins.

    A quantidade recomendada de castanhas varia de acordo com as necessidades individuais de cada pessoa, mas em geral não deve ultrapassar 30 gramas por dia (cerca de 6 unidades). É importante lembrar que as castanhas são calóricas (cerca de 200 kcal por 30 gramas) e devem ser consumidas com moderação e dentro de uma alimentação equilibrada.

  • Como a poluição pode afetar a sua saúde e causar cansaço

    Como a poluição pode afetar a sua saúde e causar cansaço

    A poluição do ar é o quarto principal fator de risco para doenças, atrás somente de pressão alta, má alimentação e tabagismo.

    A má qualidade do ar pode causar diversos problemas de saúde, como irritação nas mucosas, problemas respiratórios, doenças cardiovasculares, câncer e até mesmo alterações no desenvolvimento dos bebês.

    A poluição do ar é causada principalmente pela emissão de gases e partículas provenientes da queima de combustíveis fósseis pelos veículos e pelas indústrias. Esses poluentes podem penetrar nas vias aéreas e nos pulmões, causando inflamação, estresse oxidativo e danos aos tecidos. Além disso, alguns poluentes podem entrar na corrente sanguínea e afetar outros órgãos e sistemas do corpo.

    Um dos sintomas que a poluição pode causar é o cansaço. Isso acontece porque a poluição reduz a capacidade de transporte de oxigênio pelo sangue, o que leva à diminuição da oxigenação dos tecidos e à fadiga muscular. A poluição também pode interferir no sono, na concentração e no humor, prejudicando a qualidade de vida das pessoas.

    Para evitar os efeitos nocivos da poluição, é importante adotar algumas medidas de proteção, como:

    • Evitar atividades físicas ao ar livre nos horários e locais de maior concentração de poluentes;
    • Usar máscaras ou lenços para cobrir o nariz e a boca quando exposto à poluição;
    • Manter as janelas fechadas nos ambientes internos, principalmente nos dias mais secos e poluídos;
    • Beber bastante água para hidratar as mucosas e facilitar a eliminação de toxinas;
    • Consumir alimentos ricos em antioxidantes, como frutas, verduras e legumes, para combater os radicais livres gerados pela poluição;
    • Procurar um médico se apresentar sintomas como cansaço, fraqueza, dor no peito ou problemas respiratórios.

    Lembre-se: a poluição é um problema de saúde pública que afeta a todos. Por isso, é importante também contribuir para a redução das emissões de poluentes, optando por meios de transporte alternativos ou coletivos, economizando energia elétrica e reciclando o lixo.

    A má qualidade do ar pode causar diversos problemas de saúde, como irritação nas mucosas, problemas respiratórios, doenças cardiovasculares, câncer e até mesmo alterações no desenvolvimento dos bebês.

    A poluição do ar é causada principalmente pela emissão de gases e partículas provenientes da queima de combustíveis fósseis pelos veículos e pelas indústrias. Esses poluentes podem penetrar nas vias aéreas e nos pulmões, causando inflamação, estresse oxidativo e danos aos tecidos. Além disso, alguns poluentes podem entrar na corrente sanguínea e afetar outros órgãos e sistemas do corpo.

    Um dos sintomas que a poluição pode causar é o cansaço. Isso acontece porque a poluição reduz a capacidade de transporte de oxigênio pelo sangue, o que leva à diminuição da oxigenação dos tecidos e à fadiga muscular. A poluição também pode interferir no sono, na concentração e no humor, prejudicando a qualidade de vida das pessoas.

    Para evitar os efeitos nocivos da poluição, é importante adotar algumas medidas de proteção, como:

    • Evitar atividades físicas ao ar livre nos horários e locais de maior concentração de poluentes;
    • Usar máscaras ou lenços para cobrir o nariz e a boca quando exposto à poluição;
    • Manter as janelas fechadas nos ambientes internos, principalmente nos dias mais secos e poluídos;
    • Beber bastante água para hidratar as mucosas e facilitar a eliminação de toxinas;
    • Consumir alimentos ricos em antioxidantes, como frutas, verduras e legumes, para combater os radicais livres gerados pela poluição;
    • Procurar um médico se apresentar sintomas como cansaço, fraqueza, dor no peito ou problemas respiratórios.

    Lembre-se: a poluição é um problema de saúde pública que afeta a todos. Por isso, é importante também contribuir para a redução das emissões de poluentes, optando por meios de transporte alternativos ou coletivos, economizando energia elétrica e reciclando o lixo.

  • Novo medicamento promete retardar Alzheimer em 35%, diz estudo

    Novo medicamento promete retardar Alzheimer em 35%, diz estudo

    A doença de Alzheimer é uma das formas mais comuns de demência, que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.

    Ela causa perda progressiva de memória, raciocínio e outras funções cognitivas, comprometendo a qualidade de vida dos pacientes e seus familiares.

    Até agora, não há cura para o Alzheimer, mas uma nova esperança surge com um medicamento experimental desenvolvido pela farmacêutica Eli Lilly and Co. Segundo um estudo em estágio final, publicado nesta quarta-feira (3), o medicamento chamado donanemab conseguiu retardar o declínio cognitivo em 35% em pacientes com Alzheimer inicial.

    O donanemab é um anticorpo monoclonal que se liga à proteína beta-amilóide, que se acumula no cérebro dos pacientes com Alzheimer, formando placas que prejudicam as células nervosas. Ao se ligar à beta-amilóide, o donanemab ajuda a remover essas placas do cérebro, reduzindo os danos causados pela doença.

    O estudo envolveu 1.182 pessoas com Alzheimer em estágio inicial, que tinham depósitos de beta-amilóide e níveis intermediários de outra proteína ligada à doença, chamada tau. Os participantes foram divididos em dois grupos: um recebeu o donanemab por via intravenosa a cada quatro semanas e outro recebeu um placebo.

    Os resultados mostraram que o grupo que recebeu o donanemab teve uma melhora significativa em uma escala que mede a progressão da demência, chamada Escala de Avaliação Clínica de Demência (CDR-SB). O benefício foi de 35% em comparação com o grupo placebo.

    Os pesquisadores também avaliaram o efeito do donanemab em 552 pacientes com altos níveis de tau e descobriram que, quando ambos os grupos foram combinados, o donanemab retardou a progressão em 29%.

    O donanemab é o terceiro medicamento a mostrar que a remoção de amilóides do cérebro beneficia os pacientes com Alzheimer. Os outros dois são o lecanemab, da Eisai Co Ltd e da Biogen Inc, e o aducanumab, da Biogen Inc. Ambos estão sendo revisados pela agência regulatória dos Estados Unidos (FDA) para possível aprovação.

    O estudo da Lilly é considerado o mais forte até agora a apoiar a teoria de que reduzir os níveis de amilóides no cérebro pode ser uma chave para vencer o Alzheimer. No entanto, ainda há muitas questões a serem respondidas sobre a segurança e a eficácia desses medicamentos a longo prazo.

    O donanemab causou alguns efeitos colaterais nos pacientes, como inchaço cerebral e dores de cabeça. Além disso, o estudo foi interrompido precocemente após atingir seu objetivo principal, o que pode limitar a confiabilidade dos dados.

    Os especialistas afirmam que são necessários mais estudos para confirmar os benefícios do donanemab e compará-lo com outros medicamentos da mesma classe. Eles também alertam que os medicamentos não são uma cura para o Alzheimer, mas apenas uma forma de retardar seu avanço.

    Enquanto isso, os pacientes e seus familiares devem manter as medidas preventivas e terapêuticas recomendadas pelos médicos, como exercícios físicos e mentais, alimentação saudável e controle de fatores de risco como hipertensão e diabetes.

    Fonte: Link.

    Ela causa perda progressiva de memória, raciocínio e outras funções cognitivas, comprometendo a qualidade de vida dos pacientes e seus familiares.

    Até agora, não há cura para o Alzheimer, mas uma nova esperança surge com um medicamento experimental desenvolvido pela farmacêutica Eli Lilly and Co. Segundo um estudo em estágio final, publicado nesta quarta-feira (3), o medicamento chamado donanemab conseguiu retardar o declínio cognitivo em 35% em pacientes com Alzheimer inicial.

    O donanemab é um anticorpo monoclonal que se liga à proteína beta-amilóide, que se acumula no cérebro dos pacientes com Alzheimer, formando placas que prejudicam as células nervosas. Ao se ligar à beta-amilóide, o donanemab ajuda a remover essas placas do cérebro, reduzindo os danos causados pela doença.

    O estudo envolveu 1.182 pessoas com Alzheimer em estágio inicial, que tinham depósitos de beta-amilóide e níveis intermediários de outra proteína ligada à doença, chamada tau. Os participantes foram divididos em dois grupos: um recebeu o donanemab por via intravenosa a cada quatro semanas e outro recebeu um placebo.

    Os resultados mostraram que o grupo que recebeu o donanemab teve uma melhora significativa em uma escala que mede a progressão da demência, chamada Escala de Avaliação Clínica de Demência (CDR-SB). O benefício foi de 35% em comparação com o grupo placebo.

    Os pesquisadores também avaliaram o efeito do donanemab em 552 pacientes com altos níveis de tau e descobriram que, quando ambos os grupos foram combinados, o donanemab retardou a progressão em 29%.

    O donanemab é o terceiro medicamento a mostrar que a remoção de amilóides do cérebro beneficia os pacientes com Alzheimer. Os outros dois são o lecanemab, da Eisai Co Ltd e da Biogen Inc, e o aducanumab, da Biogen Inc. Ambos estão sendo revisados pela agência regulatória dos Estados Unidos (FDA) para possível aprovação.

    O estudo da Lilly é considerado o mais forte até agora a apoiar a teoria de que reduzir os níveis de amilóides no cérebro pode ser uma chave para vencer o Alzheimer. No entanto, ainda há muitas questões a serem respondidas sobre a segurança e a eficácia desses medicamentos a longo prazo.

    O donanemab causou alguns efeitos colaterais nos pacientes, como inchaço cerebral e dores de cabeça. Além disso, o estudo foi interrompido precocemente após atingir seu objetivo principal, o que pode limitar a confiabilidade dos dados.

    Os especialistas afirmam que são necessários mais estudos para confirmar os benefícios do donanemab e compará-lo com outros medicamentos da mesma classe. Eles também alertam que os medicamentos não são uma cura para o Alzheimer, mas apenas uma forma de retardar seu avanço.

    Enquanto isso, os pacientes e seus familiares devem manter as medidas preventivas e terapêuticas recomendadas pelos médicos, como exercícios físicos e mentais, alimentação saudável e controle de fatores de risco como hipertensão e diabetes.

    Fonte: Link.

  • Alimentos que podem causar câncer: saiba quais evitar

    Alimentos que podem causar câncer: saiba quais evitar

    O câncer é uma das doenças mais temidas e que atinge milhões de pessoas no mundo todo.

    Muitos fatores podem contribuir para o seu desenvolvimento, incluindo a alimentação. Alguns alimentos podem conter substâncias cancerígenas, que são capazes de alterar o DNA das células e provocar a sua multiplicação descontrolada. Neste post, vamos listar alguns alimentos que podem causar câncer e que devem ser evitados ou consumidos com moderação.

    • Farinha branca: quando os grãos de trigo são refinados, eles perdem os seus nutrientes naturais e recebem um gás de cloro para ficarem mais brancos. Esse produto químico é tóxico e pode causar danos ao organismo. Além disso, a farinha branca aumenta os níveis de açúcar e insulina no sangue, favorecendo o crescimento das células cancerígenas.
    • Carnes processadas: são aquelas que passam por processos de conservação, como salga, cura, defumação ou adição de conservantes químicos, como o nitrato de sódio. Essas carnes contêm alcatrão, a mesma substância presente na fumaça do cigarro, que é comprovadamente cancerígena. As carnes processadas estão associadas ao câncer de boca, esôfago, estômago, cólon e reto.
    • Álcool: o consumo excessivo de bebidas alcoólicas aumenta o risco de vários tipos de câncer, como o de boca, faringe, laringe, esôfago, fígado, mama e cólon. O álcool pode danificar o DNA das células e interferir no metabolismo de outras substâncias nocivas.
    • Refrigerante: além de conter muito açúcar e corantes artificiais, os refrigerantes também possuem ácido fosfórico, que pode alterar o pH do sangue e facilitar a proliferação das células cancerígenas. Alguns refrigerantes também contêm 4-metilimidazol (4-MEI), um composto químico que pode causar câncer em animais.
    • Café: apesar de ter alguns benefícios para a saúde, o café também pode ter efeitos negativos se consumido em excesso. O café contém acrilamida, uma substância que se forma quando os grãos são torrados em altas temperaturas. A acrilamida é considerada potencialmente cancerígena pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
    • Carne vermelha: o consumo elevado de carne vermelha pode aumentar o risco de câncer de cólon e reto. Isso pode ocorrer por causa da presença de ferro heme, que pode gerar radicais livres e danificar o DNA das células. Além disso, as carnes grelhadas ou fritas podem formar compostos chamados aminas heterocíclicas (AHCs) e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs), que são carcinogênicos.
    • Frutas não orgânicas: as frutas cultivadas com agrotóxicos podem conter resíduos desses produtos químicos na sua casca ou na sua polpa. Os agrotóxicos podem causar diversos tipos de câncer, como o de mama, próstata, pulmão e linfoma. As frutas mais contaminadas são as maçãs, as uvas, os morangos e as batatas.
    • Alimentos diet: muitas pessoas pensam que os alimentos diet são mais saudáveis do que os normais, mas isso nem sempre é verdade. Os alimentos diet podem conter adoçantes artificiais, como o aspartame e a sacarina, que podem causar câncer em animais. Esses adoçantes também podem alterar a flora intestinal e favorecer o desenvolvimento de tumores. Além disso, os alimentos diet podem ter outros ingredientes prejudiciais à saúde, como gorduras trans, sódio e corantes.

    Esses são alguns exemplos de alimentos que podem causar câncer e que devem ser evitados ou consumidos com moderação. A melhor forma de prevenir a doença é ter uma alimentação equilibrada, rica em alimentos de origem vegetal, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais e leguminosas. Esses alimentos contêm fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes, que protegem as células dos danos causados pelos radicais livres. Também é importante manter o peso adequado, praticar atividade física regularmente e não fumar.

    Muitos fatores podem contribuir para o seu desenvolvimento, incluindo a alimentação. Alguns alimentos podem conter substâncias cancerígenas, que são capazes de alterar o DNA das células e provocar a sua multiplicação descontrolada. Neste post, vamos listar alguns alimentos que podem causar câncer e que devem ser evitados ou consumidos com moderação.

    • Farinha branca: quando os grãos de trigo são refinados, eles perdem os seus nutrientes naturais e recebem um gás de cloro para ficarem mais brancos. Esse produto químico é tóxico e pode causar danos ao organismo. Além disso, a farinha branca aumenta os níveis de açúcar e insulina no sangue, favorecendo o crescimento das células cancerígenas.
    • Carnes processadas: são aquelas que passam por processos de conservação, como salga, cura, defumação ou adição de conservantes químicos, como o nitrato de sódio. Essas carnes contêm alcatrão, a mesma substância presente na fumaça do cigarro, que é comprovadamente cancerígena. As carnes processadas estão associadas ao câncer de boca, esôfago, estômago, cólon e reto.
    • Álcool: o consumo excessivo de bebidas alcoólicas aumenta o risco de vários tipos de câncer, como o de boca, faringe, laringe, esôfago, fígado, mama e cólon. O álcool pode danificar o DNA das células e interferir no metabolismo de outras substâncias nocivas.
    • Refrigerante: além de conter muito açúcar e corantes artificiais, os refrigerantes também possuem ácido fosfórico, que pode alterar o pH do sangue e facilitar a proliferação das células cancerígenas. Alguns refrigerantes também contêm 4-metilimidazol (4-MEI), um composto químico que pode causar câncer em animais.
    • Café: apesar de ter alguns benefícios para a saúde, o café também pode ter efeitos negativos se consumido em excesso. O café contém acrilamida, uma substância que se forma quando os grãos são torrados em altas temperaturas. A acrilamida é considerada potencialmente cancerígena pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
    • Carne vermelha: o consumo elevado de carne vermelha pode aumentar o risco de câncer de cólon e reto. Isso pode ocorrer por causa da presença de ferro heme, que pode gerar radicais livres e danificar o DNA das células. Além disso, as carnes grelhadas ou fritas podem formar compostos chamados aminas heterocíclicas (AHCs) e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs), que são carcinogênicos.
    • Frutas não orgânicas: as frutas cultivadas com agrotóxicos podem conter resíduos desses produtos químicos na sua casca ou na sua polpa. Os agrotóxicos podem causar diversos tipos de câncer, como o de mama, próstata, pulmão e linfoma. As frutas mais contaminadas são as maçãs, as uvas, os morangos e as batatas.
    • Alimentos diet: muitas pessoas pensam que os alimentos diet são mais saudáveis do que os normais, mas isso nem sempre é verdade. Os alimentos diet podem conter adoçantes artificiais, como o aspartame e a sacarina, que podem causar câncer em animais. Esses adoçantes também podem alterar a flora intestinal e favorecer o desenvolvimento de tumores. Além disso, os alimentos diet podem ter outros ingredientes prejudiciais à saúde, como gorduras trans, sódio e corantes.

    Esses são alguns exemplos de alimentos que podem causar câncer e que devem ser evitados ou consumidos com moderação. A melhor forma de prevenir a doença é ter uma alimentação equilibrada, rica em alimentos de origem vegetal, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais e leguminosas. Esses alimentos contêm fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes, que protegem as células dos danos causados pelos radicais livres. Também é importante manter o peso adequado, praticar atividade física regularmente e não fumar.

  • Celular pode reduzir risco de tumor cerebral, sugere estudo

    Celular pode reduzir risco de tumor cerebral, sugere estudo

    Você sabia que usar o celular pode ter um efeito protetor contra um tipo de tumor cerebral?

    É o que indica um estudo científico que analisou a relação entre o uso de celular e o risco de três tipos de tumores no cérebro: glioma, meningioma e neuroma acústico.

    O estudo usou dados de outros estudos que compararam pessoas que tinham esses tumores com pessoas que não tinham. O resultado foi que não houve uma associação significativa entre o uso de celular e o risco de glioma e neuroma acústico, mas houve uma associação inversa entre o uso de celular e o risco de meningioma, ou seja, as pessoas que usavam mais celular tinham menos chance de ter meningioma.

    No entanto, esse efeito protetor do celular desaparecia quando o tempo de uso era maior que 10 ou 11 anos.

    Os autores concluíram que o uso de celular pode diminuir o risco de meningioma, mas que são necessários mais estudos para entender melhor essa relação e o possível mecanismo envolvido.

    Fonte: Link.

    É o que indica um estudo científico que analisou a relação entre o uso de celular e o risco de três tipos de tumores no cérebro: glioma, meningioma e neuroma acústico.

    O estudo usou dados de outros estudos que compararam pessoas que tinham esses tumores com pessoas que não tinham. O resultado foi que não houve uma associação significativa entre o uso de celular e o risco de glioma e neuroma acústico, mas houve uma associação inversa entre o uso de celular e o risco de meningioma, ou seja, as pessoas que usavam mais celular tinham menos chance de ter meningioma.

    No entanto, esse efeito protetor do celular desaparecia quando o tempo de uso era maior que 10 ou 11 anos.

    Os autores concluíram que o uso de celular pode diminuir o risco de meningioma, mas que são necessários mais estudos para entender melhor essa relação e o possível mecanismo envolvido.

    Fonte: Link.

  • Exoesqueleto: conheça os principais modelos disponíveis no mundo

    Exoesqueleto: conheça os principais modelos disponíveis no mundo

    O exoesqueleto é uma estrutura externa que cobre e sustenta o corpo de alguns animais, como insetos, crustáceos e corais.

    Ele é formado por substâncias orgânicas e minerais, como quitina, proteínas, carbonato de cálcio e aragonita. O exoesqueleto tem diversas funções, como proteção, suporte, movimento e impermeabilização.

    Além dos animais, o exoesqueleto também pode ser usado por seres humanos, graças à tecnologia. Existem diversos modelos de exoesqueletos artificiais que podem auxiliar pessoas com deficiência física, trabalhadores que realizam esforços repetitivos ou soldados que precisam carregar cargas pesadas. Esses equipamentos são feitos de materiais leves e resistentes, como alumínio, fibra de carbono e polímeros. Eles também possuem sensores, motores e baterias que permitem controlar os movimentos e a força aplicada.

    Alguns exemplos de exoesqueletos artificiais são:

    • HAL (Hybrid Assistive Limb): desenvolvido pela empresa japonesa Cyberdyne, é um dos exoesqueletos mais avançados do mundo. Ele é capaz de ler os sinais elétricos enviados pelo cérebro aos músculos e amplificar o movimento das pernas e dos braços. Ele pode ser usado para reabilitação de pacientes com lesões na medula espinhal ou doenças neuromusculares, ou para aumentar a força e a resistência de trabalhadores e idosos.

    • ReWalk: criado pela empresa israelense ReWalk Robotics, é um exoesqueleto que permite que pessoas com paraplegia possam ficar em pé e caminhar. Ele é composto por uma estrutura metálica que envolve as pernas e a cintura, um computador que controla os movimentos e uma bateria que dura até oito horas. O usuário pode acionar o exoesqueleto por meio de um controle remoto ou de um aplicativo no celular.

    • Ekso: fabricado pela empresa americana Ekso Bionics, é um exoesqueleto que ajuda pessoas com lesões neurológicas ou ortopédicas a recuperar a mobilidade. Ele é formado por uma estrutura de alumínio que se adapta ao corpo do usuário, um sistema de sensores que detecta o equilíbrio e a intenção de movimento e um software que ajusta a assistência necessária. Ele pode ser usado em clínicas ou hospitais para treinar os pacientes a andar novamente.

    • HULC (Human Universal Load Carrier): projetado pela empresa americana Lockheed Martin, é um exoesqueleto militar que visa aumentar a capacidade de carga e a resistência dos soldados. Ele é constituído por uma estrutura de titânio que se conecta aos pés e à parte inferior das costas do usuário, um sistema hidráulico que fornece potência aos membros inferiores e uma bateria que dura até quatro horas. Ele pode suportar até 90 kg de carga sem afetar a velocidade ou a agilidade do soldado.

    Ele é formado por substâncias orgânicas e minerais, como quitina, proteínas, carbonato de cálcio e aragonita. O exoesqueleto tem diversas funções, como proteção, suporte, movimento e impermeabilização.

    Além dos animais, o exoesqueleto também pode ser usado por seres humanos, graças à tecnologia. Existem diversos modelos de exoesqueletos artificiais que podem auxiliar pessoas com deficiência física, trabalhadores que realizam esforços repetitivos ou soldados que precisam carregar cargas pesadas. Esses equipamentos são feitos de materiais leves e resistentes, como alumínio, fibra de carbono e polímeros. Eles também possuem sensores, motores e baterias que permitem controlar os movimentos e a força aplicada.

    Alguns exemplos de exoesqueletos artificiais são:

    • HAL (Hybrid Assistive Limb): desenvolvido pela empresa japonesa Cyberdyne, é um dos exoesqueletos mais avançados do mundo. Ele é capaz de ler os sinais elétricos enviados pelo cérebro aos músculos e amplificar o movimento das pernas e dos braços. Ele pode ser usado para reabilitação de pacientes com lesões na medula espinhal ou doenças neuromusculares, ou para aumentar a força e a resistência de trabalhadores e idosos.

    • ReWalk: criado pela empresa israelense ReWalk Robotics, é um exoesqueleto que permite que pessoas com paraplegia possam ficar em pé e caminhar. Ele é composto por uma estrutura metálica que envolve as pernas e a cintura, um computador que controla os movimentos e uma bateria que dura até oito horas. O usuário pode acionar o exoesqueleto por meio de um controle remoto ou de um aplicativo no celular.

    • Ekso: fabricado pela empresa americana Ekso Bionics, é um exoesqueleto que ajuda pessoas com lesões neurológicas ou ortopédicas a recuperar a mobilidade. Ele é formado por uma estrutura de alumínio que se adapta ao corpo do usuário, um sistema de sensores que detecta o equilíbrio e a intenção de movimento e um software que ajusta a assistência necessária. Ele pode ser usado em clínicas ou hospitais para treinar os pacientes a andar novamente.

    • HULC (Human Universal Load Carrier): projetado pela empresa americana Lockheed Martin, é um exoesqueleto militar que visa aumentar a capacidade de carga e a resistência dos soldados. Ele é constituído por uma estrutura de titânio que se conecta aos pés e à parte inferior das costas do usuário, um sistema hidráulico que fornece potência aos membros inferiores e uma bateria que dura até quatro horas. Ele pode suportar até 90 kg de carga sem afetar a velocidade ou a agilidade do soldado.