Tag: Saúde

  • Como prevenir as doenças respiratórias comuns no outono

    Como prevenir as doenças respiratórias comuns no outono

    O outono é uma estação marcada por mudanças bruscas de temperatura e baixa umidade do ar, o que favorece a proliferação de vírus e a ocorrência de doenças respiratórias.

    Além da covid-19, que ainda é uma ameaça à saúde pública, outras infecções virais como gripe, resfriado, bronquiolite e pneumonia podem afetar as crianças e os adultos nessa época do ano. Por isso, é importante adotar alguns cuidados para prevenir as crises e evitar complicações.

    Algumas medidas simples que podem ajudar a proteger as vias respiratórias são:

    • Manter a hidratação adequada, bebendo bastante água e evitando bebidas alcoólicas e cafeinadas;
    • Lavar as mãos com frequência e usar álcool gel para eliminar os vírus;
    • Evitar ambientes fechados e pouco arejados, que facilitam a transmissão de doenças;
    • Usar umidificador de ar ou toalhas molhadas para aumentar a umidade do ambiente;
    • Evitar o contato com pessoas doentes ou com sintomas respiratórios;
    • Manter a vacinação em dia, especialmente contra a gripe e a covid-19;
    • Usar máscara ao sair de casa e respeitar o distanciamento social;
    • Procurar ajuda médica em caso de febre, falta de ar, dor no peito ou outros sinais de gravidade.

    Seguindo essas recomendações, é possível reduzir os riscos de contrair doenças respiratórias no outono e preservar a saúde e o bem-estar.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Além da covid-19, que ainda é uma ameaça à saúde pública, outras infecções virais como gripe, resfriado, bronquiolite e pneumonia podem afetar as crianças e os adultos nessa época do ano. Por isso, é importante adotar alguns cuidados para prevenir as crises e evitar complicações.

    Algumas medidas simples que podem ajudar a proteger as vias respiratórias são:

    • Manter a hidratação adequada, bebendo bastante água e evitando bebidas alcoólicas e cafeinadas;
    • Lavar as mãos com frequência e usar álcool gel para eliminar os vírus;
    • Evitar ambientes fechados e pouco arejados, que facilitam a transmissão de doenças;
    • Usar umidificador de ar ou toalhas molhadas para aumentar a umidade do ambiente;
    • Evitar o contato com pessoas doentes ou com sintomas respiratórios;
    • Manter a vacinação em dia, especialmente contra a gripe e a covid-19;
    • Usar máscara ao sair de casa e respeitar o distanciamento social;
    • Procurar ajuda médica em caso de febre, falta de ar, dor no peito ou outros sinais de gravidade.

    Seguindo essas recomendações, é possível reduzir os riscos de contrair doenças respiratórias no outono e preservar a saúde e o bem-estar.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Como cuidar dos seus pés para ter uma melhor saúde

    Como cuidar dos seus pés para ter uma melhor saúde

    Os pés são estruturas complexas que sustentam o nosso corpo e nos permitem a locomoção. Eles são formados por ossos, músculos, tendões, vasos e nervos, e precisam de cuidados especiais para evitar problemas que podem afetar a nossa saúde como um todo.

    Você sabia que existem diferentes tipos de pisada e que elas podem influenciar na sua postura, no seu equilíbrio e na sua dor? A pisada é a forma como o pé entra em contato com o solo, e pode ser neutra, pronada ou supinada. A pisada neutra é a mais equilibrada e distribui melhor o peso do corpo. A pisada pronada é quando o pé gira para dentro, causando desalinhamento das articulações e sobrecarga nos joelhos. A pisada supinada é quando o pé gira para fora, reduzindo a absorção do impacto e aumentando o risco de lesões.

    Para saber qual é o seu tipo de pisada, você pode observar o desgaste do seu calçado ou fazer um teste em uma loja especializada. O uso de um tênis adequado para o seu tipo de pisada pode prevenir problemas como fascite plantar, tendinite, joanete e até mesmo dores na coluna.

    Outro fator que pode prejudicar a saúde dos seus pés é o uso de sapatos inadequados, como os de salto alto, os apertados ou os de bico fino. Esses sapatos podem causar deformidades nos dedos, calosidades, unhas encravadas, inflamações e até mesmo alterações na circulação sanguínea. O ideal é usar sapatos confortáveis, macios, folgados e com um salto baixo ou médio.

    Além disso, é importante manter uma boa higiene dos pés, lavando-os diariamente com água e sabão e secando-os bem entre os dedos. Isso evita o aparecimento de infecções por fungos ou bactérias, que podem causar coceira, descamação, mau cheiro e até mesmo feridas. Também é recomendado usar meias de algodão, que absorvem melhor o suor e evitam o atrito com o calçado.

    Outras medidas que podem ajudar a cuidar dos seus pés são: fazer exercícios regulares para fortalecer os músculos e melhorar a circulação; evitar ficar muito tempo na mesma posição ou em pé; elevar os pés quando estiver sentado ou deitado; fazer massagens e alongamentos nos pés; aplicar gelo ou água fria em caso de dor ou inchaço; cortar as unhas retas e sem tirar as cutículas; hidratar os pés com um creme específico; e consultar um podólogo ou um ortopedista em caso de qualquer alteração ou desconforto.

    A Usaflex é a marca líder em calçados femininos confortáveis e estilosos e oferece uma variedade de modelos para todos os gostos e ocasiões, desde sapatilhas e sandálias até botas e tênis. E o melhor de tudo: a Usaflex tem uma tecnologia exclusiva que garante o máximo de bem-estar para os seus pés, com palmilhas anatômicas, solados flexíveis e materiais macios.

    Quer conhecer mais sobre a Usaflex e aproveitar as melhores ofertas?

    Então clique neste link descubra o universo de possibilidades que a Usaflex tem para você.

    Você sabia que existem diferentes tipos de pisada e que elas podem influenciar na sua postura, no seu equilíbrio e na sua dor? A pisada é a forma como o pé entra em contato com o solo, e pode ser neutra, pronada ou supinada. A pisada neutra é a mais equilibrada e distribui melhor o peso do corpo. A pisada pronada é quando o pé gira para dentro, causando desalinhamento das articulações e sobrecarga nos joelhos. A pisada supinada é quando o pé gira para fora, reduzindo a absorção do impacto e aumentando o risco de lesões.

    Para saber qual é o seu tipo de pisada, você pode observar o desgaste do seu calçado ou fazer um teste em uma loja especializada. O uso de um tênis adequado para o seu tipo de pisada pode prevenir problemas como fascite plantar, tendinite, joanete e até mesmo dores na coluna.

    Outro fator que pode prejudicar a saúde dos seus pés é o uso de sapatos inadequados, como os de salto alto, os apertados ou os de bico fino. Esses sapatos podem causar deformidades nos dedos, calosidades, unhas encravadas, inflamações e até mesmo alterações na circulação sanguínea. O ideal é usar sapatos confortáveis, macios, folgados e com um salto baixo ou médio.

    Além disso, é importante manter uma boa higiene dos pés, lavando-os diariamente com água e sabão e secando-os bem entre os dedos. Isso evita o aparecimento de infecções por fungos ou bactérias, que podem causar coceira, descamação, mau cheiro e até mesmo feridas. Também é recomendado usar meias de algodão, que absorvem melhor o suor e evitam o atrito com o calçado.

    Outras medidas que podem ajudar a cuidar dos seus pés são: fazer exercícios regulares para fortalecer os músculos e melhorar a circulação; evitar ficar muito tempo na mesma posição ou em pé; elevar os pés quando estiver sentado ou deitado; fazer massagens e alongamentos nos pés; aplicar gelo ou água fria em caso de dor ou inchaço; cortar as unhas retas e sem tirar as cutículas; hidratar os pés com um creme específico; e consultar um podólogo ou um ortopedista em caso de qualquer alteração ou desconforto.

    A Usaflex é a marca líder em calçados femininos confortáveis e estilosos e oferece uma variedade de modelos para todos os gostos e ocasiões, desde sapatilhas e sandálias até botas e tênis. E o melhor de tudo: a Usaflex tem uma tecnologia exclusiva que garante o máximo de bem-estar para os seus pés, com palmilhas anatômicas, solados flexíveis e materiais macios.

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  • Chikungunya: como se prevenir da doença que cresceu 50% no Brasil em 2023

    Chikungunya: como se prevenir da doença que cresceu 50% no Brasil em 2023

    A chikungunya é uma doença viral transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e a zika. Os sintomas mais comuns são febre alta, dor e inchaço nas articulações, manchas vermelhas na pele e cansaço excessivo.

    Em alguns casos, a doença pode evoluir para uma forma crônica, com dor persistente nas articulações e outras complicações.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, até o dia 20 de abril de 2023 foram registrados 80.823 casos prováveis de chikungunya no país, em quase 2 mil municípios, com 17 óbitos confirmados e 31 em investigação. Isso representa um aumento de 50% em relação ao mesmo período do ano passado.

    A região Sudeste apresenta o maior coeficiente de incidência da doença, sendo os estados mais afetados Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo. Em Minas Gerais, foram confirmados 11 óbitos pela doença e outros 13 estão em investigação.

    Como não existe vacina nem tratamento específico para a chikungunya, a melhor forma de prevenção é evitar a picada do mosquito. Para isso, é importante eliminar os possíveis criadouros do Aedes aegypti nas casas e na vizinhança, como locais com água parada (vasos de plantas, pneus, garrafas etc.), usar repelentes e roupas que cubram a pele e instalar telas nas janelas.

    Se você apresentar sintomas de chikungunya, procure um médico para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado. O tratamento consiste em aliviar os sintomas com medicamentos antitérmicos e analgésicos, além de repouso e hidratação. Evite usar medicamentos anti-inflamatórios sem orientação médica, pois eles podem aumentar o risco de sangramentos.

    A chikungunya é uma doença séria que pode trazer consequências para a saúde e a qualidade de vida das pessoas. Por isso, é fundamental se prevenir e combater o mosquito transmissor.

    Em alguns casos, a doença pode evoluir para uma forma crônica, com dor persistente nas articulações e outras complicações.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, até o dia 20 de abril de 2023 foram registrados 80.823 casos prováveis de chikungunya no país, em quase 2 mil municípios, com 17 óbitos confirmados e 31 em investigação. Isso representa um aumento de 50% em relação ao mesmo período do ano passado.

    A região Sudeste apresenta o maior coeficiente de incidência da doença, sendo os estados mais afetados Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo. Em Minas Gerais, foram confirmados 11 óbitos pela doença e outros 13 estão em investigação.

    Como não existe vacina nem tratamento específico para a chikungunya, a melhor forma de prevenção é evitar a picada do mosquito. Para isso, é importante eliminar os possíveis criadouros do Aedes aegypti nas casas e na vizinhança, como locais com água parada (vasos de plantas, pneus, garrafas etc.), usar repelentes e roupas que cubram a pele e instalar telas nas janelas.

    Se você apresentar sintomas de chikungunya, procure um médico para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado. O tratamento consiste em aliviar os sintomas com medicamentos antitérmicos e analgésicos, além de repouso e hidratação. Evite usar medicamentos anti-inflamatórios sem orientação médica, pois eles podem aumentar o risco de sangramentos.

    A chikungunya é uma doença séria que pode trazer consequências para a saúde e a qualidade de vida das pessoas. Por isso, é fundamental se prevenir e combater o mosquito transmissor.

  • BH confirma terceira morte por dengue em 2023

    BH confirma terceira morte por dengue em 2023

    A Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte confirmou nesta quarta-feira (19) a terceira morte por dengue na capital mineira em 2023.

    Segundo o último boletim epidemiológico divulgado pela secretaria, BH registrou 8.764 casos prováveis de dengue neste ano, sendo 2.282 confirmados e 6.482 em investigação. A incidência da doença é considerada alta, com 329 casos por 100 mil habitantes.

    A dengue é uma doença transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir outras doenças como zika, chikungunya e febre amarela. Os principais sintomas da dengue são febre alta, dor de cabeça, dor no corpo, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele e sangramentos.

    Para evitar a proliferação do mosquito e a transmissão da doença, é importante adotar medidas simples como:

    • Eliminar água parada em recipientes como vasos, pneus, garrafas e calhas;
    • Manter caixas d’água e cisternas bem tampadas;
    • Usar telas nas janelas e portas para impedir a entrada do mosquito;
    • Usar repelente e roupas que cubram a pele;
    • Procurar atendimento médico em caso de suspeita de dengue.

    A prevenção é a melhor forma de combater a dengue e proteger a saúde da população.

    Segundo o último boletim epidemiológico divulgado pela secretaria, BH registrou 8.764 casos prováveis de dengue neste ano, sendo 2.282 confirmados e 6.482 em investigação. A incidência da doença é considerada alta, com 329 casos por 100 mil habitantes.

    A dengue é uma doença transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir outras doenças como zika, chikungunya e febre amarela. Os principais sintomas da dengue são febre alta, dor de cabeça, dor no corpo, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele e sangramentos.

    Para evitar a proliferação do mosquito e a transmissão da doença, é importante adotar medidas simples como:

    • Eliminar água parada em recipientes como vasos, pneus, garrafas e calhas;
    • Manter caixas d’água e cisternas bem tampadas;
    • Usar telas nas janelas e portas para impedir a entrada do mosquito;
    • Usar repelente e roupas que cubram a pele;
    • Procurar atendimento médico em caso de suspeita de dengue.

    A prevenção é a melhor forma de combater a dengue e proteger a saúde da população.

  • COVID-19 pode desestabilizar a pressão arterial em pacientes com hipertensão

    COVID-19 pode desestabilizar a pressão arterial em pacientes com hipertensão

    A hipertensão é uma condição que afeta milhões de pessoas no mundo todo e está associada a um maior risco de complicações cardiovasculares.

    Um novo estudo publicado no Journal of Hypertension examinou os efeitos da infecção por coronavírus em pacientes com hipertensão arterial. Os resultados mostraram que pacientes hipertensos que contraíram o vírus tinham maior probabilidade de serem hospitalizados e apresentavam maior risco de complicações graves, como insuficiência respiratória e renal.

    Os pesquisadores também descobriram que os pacientes hipertensos que tomavam medicamentos para controlar a pressão arterial tinham menos probabilidade de desenvolver complicações graves após a infecção pelo coronavírus. Os autores do estudo sugerem que é importante que pacientes hipertensos mantenham o tratamento prescrito e sigam as precauções recomendadas para evitar a infecção pelo coronavírus.

    A hipertensão arterial é uma condição comum e uma das principais causas de doenças cardiovasculares, que são responsáveis ​​por uma parcela significativa das mortes em todo o mundo. A pandemia de COVID-19 aumentou a preocupação com o risco de complicações graves em pacientes hipertensos, tornando este estudo ainda mais relevante.

    Este estudo destaca a importância da prevenção e tratamento da hipertensão arterial, especialmente durante a pandemia de COVID-19. Pacientes hipertensos devem continuar a tomar seus medicamentos prescritos e seguir as orientações de prevenção para reduzir o risco de infecção pelo coronavírus e complicações graves.

    Fonte: Link.

    Um novo estudo publicado no Journal of Hypertension examinou os efeitos da infecção por coronavírus em pacientes com hipertensão arterial. Os resultados mostraram que pacientes hipertensos que contraíram o vírus tinham maior probabilidade de serem hospitalizados e apresentavam maior risco de complicações graves, como insuficiência respiratória e renal.

    Os pesquisadores também descobriram que os pacientes hipertensos que tomavam medicamentos para controlar a pressão arterial tinham menos probabilidade de desenvolver complicações graves após a infecção pelo coronavírus. Os autores do estudo sugerem que é importante que pacientes hipertensos mantenham o tratamento prescrito e sigam as precauções recomendadas para evitar a infecção pelo coronavírus.

    A hipertensão arterial é uma condição comum e uma das principais causas de doenças cardiovasculares, que são responsáveis ​​por uma parcela significativa das mortes em todo o mundo. A pandemia de COVID-19 aumentou a preocupação com o risco de complicações graves em pacientes hipertensos, tornando este estudo ainda mais relevante.

    Este estudo destaca a importância da prevenção e tratamento da hipertensão arterial, especialmente durante a pandemia de COVID-19. Pacientes hipertensos devem continuar a tomar seus medicamentos prescritos e seguir as orientações de prevenção para reduzir o risco de infecção pelo coronavírus e complicações graves.

    Fonte: Link.

  • Como a caminhada diária pode melhorar a sua saúde

    Como a caminhada diária pode melhorar a sua saúde

    Caminhar é uma das atividades mais simples e acessíveis que existem, mas você sabia que essa prática pode trazer inúmeros benefícios para a sua saúde?

    Pesquisas mostram que a caminhada diária pode ajudar na prevenção de doenças, além de melhorar o bem-estar e a qualidade de vida.

    Dentre os principais benefícios da caminhada estão a redução da pressão arterial, o fortalecimento dos ossos e músculos, a melhoria da circulação sanguínea e a diminuição do risco de doenças cardiovasculares. Além disso, caminhar também pode ajudar no controle do peso e na prevenção da diabetes.

    Outro ponto positivo da caminhada é que ela não exige equipamentos específicos ou habilidades especiais. Basta calçar um tênis confortável e escolher um lugar seguro para caminhar. A recomendação é caminhar pelo menos 30 minutos por dia, cinco vezes por semana.

    Portanto, se você está procurando uma forma simples e eficaz de melhorar a sua saúde, experimente incluir a caminhada na sua rotina diária. Os resultados serão surpreendentes!

    Lembre-se sempre de consultar um médico antes de iniciar qualquer atividade física.

    Não deixe de compartilhar essas informações com amigos e familiares que possam se beneficiar dessa prática tão simples e eficiente!

    Fontes: Link 1, Link 2.

    Pesquisas mostram que a caminhada diária pode ajudar na prevenção de doenças, além de melhorar o bem-estar e a qualidade de vida.

    Dentre os principais benefícios da caminhada estão a redução da pressão arterial, o fortalecimento dos ossos e músculos, a melhoria da circulação sanguínea e a diminuição do risco de doenças cardiovasculares. Além disso, caminhar também pode ajudar no controle do peso e na prevenção da diabetes.

    Outro ponto positivo da caminhada é que ela não exige equipamentos específicos ou habilidades especiais. Basta calçar um tênis confortável e escolher um lugar seguro para caminhar. A recomendação é caminhar pelo menos 30 minutos por dia, cinco vezes por semana.

    Portanto, se você está procurando uma forma simples e eficaz de melhorar a sua saúde, experimente incluir a caminhada na sua rotina diária. Os resultados serão surpreendentes!

    Lembre-se sempre de consultar um médico antes de iniciar qualquer atividade física.

    Não deixe de compartilhar essas informações com amigos e familiares que possam se beneficiar dessa prática tão simples e eficiente!

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Por que a salsicha é considerada um dos piores alimentos para se consumir?

    Por que a salsicha é considerada um dos piores alimentos para se consumir?

    A salsicha é um embutido que possui má fama devido à presença de aditivos artificiais, gorduras ruins, sódio em excesso e corantes em sua composição.

    A salsicha é um embutido que possui má fama devido à presença de aditivos artificiais, gorduras ruins, sódio em excesso e corantes em sua composição. Por isso, muita gente afirma que salsicha faz mal, mas não sabe como ela é feita.

    No Brasil, em sua fabricação, são utilizados três tipos de carne: a bovina, a suína e de frango. Essas carnes são moídas e misturadas com amido, sal, açúcar, especiarias e nitrito de sódio – substância cancerígena que pode aumentar o risco de câncer do pâncreas e do intestino, além de causar hipertensão.

    A mistura é então embalada em uma tripa sintética e cozida. O resultado é um alimento rico em gorduras saturadas, que elevam o colesterol ruim e prejudicam o coração, e em sódio, que favorece a retenção de líquidos e a pressão alta.

    Além disso, a salsicha tem pouco valor nutricional, pois é pobre em proteínas, vitaminas e minerais. Portanto, o consumo de salsicha deve ser evitado ou reduzido ao mínimo, pois ela pode comprometer a saúde a longo prazo.

    Uma alternativa mais saudável é optar por carnes magras e frescas, como peito de frango ou filé mignon suíno, que são fontes de proteínas de qualidade e têm menos gordura e sódio.

    A salsicha é um embutido que possui má fama devido à presença de aditivos artificiais, gorduras ruins, sódio em excesso e corantes em sua composição. Por isso, muita gente afirma que salsicha faz mal, mas não sabe como ela é feita.

    No Brasil, em sua fabricação, são utilizados três tipos de carne: a bovina, a suína e de frango. Essas carnes são moídas e misturadas com amido, sal, açúcar, especiarias e nitrito de sódio – substância cancerígena que pode aumentar o risco de câncer do pâncreas e do intestino, além de causar hipertensão.

    A mistura é então embalada em uma tripa sintética e cozida. O resultado é um alimento rico em gorduras saturadas, que elevam o colesterol ruim e prejudicam o coração, e em sódio, que favorece a retenção de líquidos e a pressão alta.

    Além disso, a salsicha tem pouco valor nutricional, pois é pobre em proteínas, vitaminas e minerais. Portanto, o consumo de salsicha deve ser evitado ou reduzido ao mínimo, pois ela pode comprometer a saúde a longo prazo.

    Uma alternativa mais saudável é optar por carnes magras e frescas, como peito de frango ou filé mignon suíno, que são fontes de proteínas de qualidade e têm menos gordura e sódio.

  • O que é o G20 e por que ele é importante para o Brasil?

    O que é o G20 e por que ele é importante para o Brasil?

    O G20 é um grupo formado pelos ministros da Economia e presidentes dos Bancos Centrais de 19 países e da União Europeia. Juntos, esses países representam cerca de 80% da economia global e discutem os principais desafios econômicos, políticos e de saúde do mundo.

    O Brasil é um dos membros fundadores do G20 e tem participado ativamente das reuniões desde a sua criação em 1999. O país tem contribuído para a solução de crises globais, como a crise financeira de 2008 e a pandemia de Covid-19, defendendo os interesses dos países emergentes e em desenvolvimento.

    O Brasil também tem se beneficiado da cooperação e do diálogo com os demais membros do G20, que representam cerca de 80% do PIB mundial, 75% do comércio internacional e 65% da população global. O G20 é um espaço privilegiado para o Brasil ampliar suas relações econômicas e comerciais com os principais parceiros globais, além de fortalecer sua voz e sua influência na governança global.

    Em dezembro deste ano, o Brasil assumirá a presidência do G20 pela primeira vez na história. O país terá a oportunidade de definir as prioridades e a agenda do grupo para o ano de 2024, além de sediar a cúpula de líderes em Brasília. Entre os temas que devem ganhar destaque estão a mobilização de recursos para o desenvolvimento sustentável e o combate às mudanças climáticas, o alívio da dívida dos países pobres e a recuperação econômica pós-pandemia.

    A presidência do G20 será uma chance para o Brasil mostrar ao mundo sua capacidade de liderança e de construção de consensos em temas complexos e relevantes para o futuro da humanidade. Será também uma oportunidade para o Brasil reafirmar seu compromisso com o multilateralismo, a cooperação internacional e a paz entre as nações.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    O Brasil é um dos membros fundadores do G20 e tem participado ativamente das reuniões desde a sua criação em 1999. O país tem contribuído para a solução de crises globais, como a crise financeira de 2008 e a pandemia de Covid-19, defendendo os interesses dos países emergentes e em desenvolvimento.

    O Brasil também tem se beneficiado da cooperação e do diálogo com os demais membros do G20, que representam cerca de 80% do PIB mundial, 75% do comércio internacional e 65% da população global. O G20 é um espaço privilegiado para o Brasil ampliar suas relações econômicas e comerciais com os principais parceiros globais, além de fortalecer sua voz e sua influência na governança global.

    Em dezembro deste ano, o Brasil assumirá a presidência do G20 pela primeira vez na história. O país terá a oportunidade de definir as prioridades e a agenda do grupo para o ano de 2024, além de sediar a cúpula de líderes em Brasília. Entre os temas que devem ganhar destaque estão a mobilização de recursos para o desenvolvimento sustentável e o combate às mudanças climáticas, o alívio da dívida dos países pobres e a recuperação econômica pós-pandemia.

    A presidência do G20 será uma chance para o Brasil mostrar ao mundo sua capacidade de liderança e de construção de consensos em temas complexos e relevantes para o futuro da humanidade. Será também uma oportunidade para o Brasil reafirmar seu compromisso com o multilateralismo, a cooperação internacional e a paz entre as nações.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Gripe aviária H3N8: o que é, quais os riscos e como se prevenir

    Gripe aviária H3N8: o que é, quais os riscos e como se prevenir

    A gripe aviária é uma doença causada por vírus influenza que afetam principalmente as aves, mas que podem ocasionalmente infectar outros animais e humanos.

    Existem vários subtipos de vírus influenza, sendo o H3N8 um deles. Esse subtipo é comum em aves e pássaros selvagens, mas raramente causa doença em humanos.

    No entanto, recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou o primeiro caso fatal de infecção humana por H3N8 na China. A vítima foi uma mulher de 56 anos que morava na província de Guangdong e que teve contato com aves doentes. Ela apresentou sintomas como febre, tosse, dor de garganta e dificuldade respiratória, e morreu após desenvolver pneumonia e falência múltipla de órgãos.

    Esse foi o terceiro caso de infecção humana por H3N8 no mundo, sendo os outros dois também registrados na China, em 2022 e 2021, respectivamente. Ambos os pacientes se recuperaram da doença. Segundo a OMS, não há evidências de transmissão sustentada do vírus entre humanos, mas há um risco potencial de que ele possa se adaptar e se tornar mais contagioso.

    A gripe aviária pode causar graves consequências para a saúde pública e para a economia, especialmente para os países que dependem da produção avícola. No Brasil, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) informou que monitora constantemente a situação da gripe aviária no mundo e que adota medidas de prevenção e controle para evitar a entrada do vírus no país.

    Entre as medidas estão a proibição da importação de aves e produtos derivados de países com casos de gripe aviária, a fiscalização nas fronteiras e nos aeroportos, a vigilância sanitária nas granjas e nos criatórios domésticos, a vacinação dos animais suscetíveis ao vírus, a notificação obrigatória de qualquer suspeita da doença e a educação sanitária dos produtores e consumidores.

    Para se prevenir da gripe aviária, é importante evitar o contato direto ou indireto com aves doentes ou mortas, lavar bem as mãos com água e sabão após manipular aves ou ovos, cozinhar bem os alimentos de origem animal antes de consumir, usar máscara e luvas ao lidar com aves ou produtos derivados e procurar atendimento médico imediato em caso de sintomas respiratórios.

    A gripe aviária é uma doença grave que pode afetar tanto os animais quanto os humanos. Por isso, é fundamental estar atento às informações oficiais e seguir as recomendações das autoridades sanitárias para evitar a disseminação do vírus.

    Existem vários subtipos de vírus influenza, sendo o H3N8 um deles. Esse subtipo é comum em aves e pássaros selvagens, mas raramente causa doença em humanos.

    No entanto, recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou o primeiro caso fatal de infecção humana por H3N8 na China. A vítima foi uma mulher de 56 anos que morava na província de Guangdong e que teve contato com aves doentes. Ela apresentou sintomas como febre, tosse, dor de garganta e dificuldade respiratória, e morreu após desenvolver pneumonia e falência múltipla de órgãos.

    Esse foi o terceiro caso de infecção humana por H3N8 no mundo, sendo os outros dois também registrados na China, em 2022 e 2021, respectivamente. Ambos os pacientes se recuperaram da doença. Segundo a OMS, não há evidências de transmissão sustentada do vírus entre humanos, mas há um risco potencial de que ele possa se adaptar e se tornar mais contagioso.

    A gripe aviária pode causar graves consequências para a saúde pública e para a economia, especialmente para os países que dependem da produção avícola. No Brasil, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) informou que monitora constantemente a situação da gripe aviária no mundo e que adota medidas de prevenção e controle para evitar a entrada do vírus no país.

    Entre as medidas estão a proibição da importação de aves e produtos derivados de países com casos de gripe aviária, a fiscalização nas fronteiras e nos aeroportos, a vigilância sanitária nas granjas e nos criatórios domésticos, a vacinação dos animais suscetíveis ao vírus, a notificação obrigatória de qualquer suspeita da doença e a educação sanitária dos produtores e consumidores.

    Para se prevenir da gripe aviária, é importante evitar o contato direto ou indireto com aves doentes ou mortas, lavar bem as mãos com água e sabão após manipular aves ou ovos, cozinhar bem os alimentos de origem animal antes de consumir, usar máscara e luvas ao lidar com aves ou produtos derivados e procurar atendimento médico imediato em caso de sintomas respiratórios.

    A gripe aviária é uma doença grave que pode afetar tanto os animais quanto os humanos. Por isso, é fundamental estar atento às informações oficiais e seguir as recomendações das autoridades sanitárias para evitar a disseminação do vírus.

  • Uso das redes sociais antes de dormir afeta o sono, revela estudo

    Uso das redes sociais antes de dormir afeta o sono, revela estudo

    Um estudo publicado na revista Sleep em 2017 analisou os hábitos de uso das redes sociais e a frequência de distúrbios do sono em uma amostra de 1.788 jovens adultos nos Estados Unidos.

    Os resultados mostraram que aqueles que usavam as redes sociais por mais de 60 minutos por dia tinham três vezes mais chances de ter problemas para dormir do que aqueles que usavam por menos de 30 minutos. Além disso, aqueles que verificavam as redes sociais com mais frequência durante o dia tinham duas vezes mais chances de ter distúrbios do sono do que aqueles que verificavam menos.

    Os autores do estudo sugerem que o uso das redes sociais antes de dormir pode interferir no ritmo circadiano, que é o relógio biológico que regula os ciclos de sono e vigília. As redes sociais também podem estimular a mente e causar ansiedade, dificultando o relaxamento e o adormecimento. Além disso, a exposição à luz azul emitida pelos dispositivos eletrônicos pode suprimir a produção de melatonina, o hormônio que induz o sono.

    O estudo conclui que é importante limitar o uso das redes sociais antes de dormir e adotar hábitos saudáveis de higiene do sono, como manter um horário regular de dormir e acordar, evitar cafeína e álcool à noite, e criar um ambiente escuro, silencioso e confortável para dormir. Essas medidas podem ajudar a melhorar a qualidade do sono e a saúde geral dos jovens adultos.

    Fonte: Link.

    Os resultados mostraram que aqueles que usavam as redes sociais por mais de 60 minutos por dia tinham três vezes mais chances de ter problemas para dormir do que aqueles que usavam por menos de 30 minutos. Além disso, aqueles que verificavam as redes sociais com mais frequência durante o dia tinham duas vezes mais chances de ter distúrbios do sono do que aqueles que verificavam menos.

    Os autores do estudo sugerem que o uso das redes sociais antes de dormir pode interferir no ritmo circadiano, que é o relógio biológico que regula os ciclos de sono e vigília. As redes sociais também podem estimular a mente e causar ansiedade, dificultando o relaxamento e o adormecimento. Além disso, a exposição à luz azul emitida pelos dispositivos eletrônicos pode suprimir a produção de melatonina, o hormônio que induz o sono.

    O estudo conclui que é importante limitar o uso das redes sociais antes de dormir e adotar hábitos saudáveis de higiene do sono, como manter um horário regular de dormir e acordar, evitar cafeína e álcool à noite, e criar um ambiente escuro, silencioso e confortável para dormir. Essas medidas podem ajudar a melhorar a qualidade do sono e a saúde geral dos jovens adultos.

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