O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou em pronunciamento na noite desta quarta-feira (06) que o Brasil está preparado e estruturado para fazer a imunização contra a Covid-19.
Segundo o ministro, o país já conta com 354 milhões de doses de imunizantes, sendo 254 milhões da vacina de Oxford e 100 milhões de doses da Coronavac.
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Escolher o nome de um filho é, antes de tudo, um exercício exaustivo de eliminação de ranços. A gente senta no sofá, começa… Leia mais: Vicente, o vencedor do avesso
A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Você pode acessar a ferramenta aqui
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Governadores de 5 estados se reuniram nesta terça-feira (5) com o secretário de vigilância do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, para cobrar um plano de vacinação contra a Covid-19 para todo o país.
“Nossa expectativa era de que houvesse alguma definição. A reunião foi até estressante. Cobramos uma data e não nos foi fornecida”, disse o governador do Piauí, Wellington Dias.
Desde o início da pandemia, o Brasil contabilizou 196.591 óbitos e 7.754.560 casos confirmados de Covid-19.
Nesta terça-feira (5), o prefeito de Manaus decretou estado de emergência por 180 dias. A capital voltou a ter hospitais lotados e aumento de casos e mortes pela doença.
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As três maiores empresas de produção de insumos no Brasil acertaram com o Ministério da Saúde a produção de 30 milhões de seringas até o fim de janeiro.
Com isso, o governo federal estuda a possibilidade de fazer um “dia D” de vacinação 19 em todo o país.
Desde o início da pandemia, o Brasil contabilizou 196.591 óbitos e 7.754.560 casos confirmados de Covid-19.
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A Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas informou que negocia a aquisição de 5 milhões de doses da Covaxin.
Caso as negociações avancem, o imunizante deverá estar disponível no Brasil até março.
A Covaxin foi aprovada no domingo (3) pela Índia, antes da conclusão dos testes da terceira fase, o que gerou críticas de especialistas de todo o mundo.
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A Anvisa disse que foi informada por representantes da AstraZeneca que o pedido para uso emergencial da vacina contra Covid-19 será feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Em comunicado oficial, a agência informou que o prazo para análise de uso emergencial da vacina é de até 10 dias a partir da entrada do pedido formal.
A Fiocruz não se manifestou até o momento a respeito do comunicado da Anvisa.
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O presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite desta segunda-feira (14) que deverá apresentar uma medida provisória que exige a assinatura de um termo de responsabilidade de quem for vacinado contra a Covid-19.
“Quando a vacina passou pelo estudo de fase 3, já se tem um resultado da qualidade e da segurança e da eficácia [da vacina]. Não justifica no programa de vacinação pedir um termo de consentimento”, disse a epidemiologista Carla Domingues ao G1.
“Parece que presidente não quer que a vacina aconteça. Ele está jogando contra a população que quer buscar a vacinação”, completou.
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É enganoso um artigo publicado pelo site Jornal da Cidade Online sobre a suspensão dos testes de uma vacina chinesa no Peru. O texto, publicado no sábado, 12, não mencionava em nenhum momento qual a empresa responsável pelo imunizante. Apenas nesta segunda-feira, 14, o link foi atualizado para incluir a informação de que a vacina suspensa é da Sinopharm, que não realiza ensaios clínicos no Brasil. É outra farmacêutica chinesa, a Sinovac, que produz uma pesquisa em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo.
A Sinopharm tem duas candidatas a vacina contra covid-19 na fase três de testes — uma em parceria com o Instituto Biológico de Wuhan e outra com o Instituto Biológico de Pequim. O imunizante que teve o estudo suspenso no Peru é testado nos seguintes países: Emirados Árabes Unidos, Barein, Egito, Jordânia e Argentina. O governo do Paraná chegou a firmar um acordo com a farmacêutica chinesa para testagem no estado, mas a parceria não vingou.
Os testes da Sinopharm foram suspensos no Peru após um voluntário ter sentido fraqueza nas pernas. O Ministério da Saúde do país informou que ainda investiga se esse sintoma foi causado pela vacinação. No sábado, 12, o responsável pela pesquisa no Peru, Germán Málaga, da Universidad Peruana Cayetano Heredia (UPCH), disse à imprensa local que “há muito pouca probabilidade” de relação com o imunizante. Segundo o médico, o resultado da investigação sobre o evento adverso ficaria pronto em três dias.
Os comentários da postagem do Jornal da Cidade Online no Facebook evidenciam que muitas pessoas entenderam que a vacina suspensa no Peru é a mesma produzida em São Paulo em parceria com o Butantan. “O (governador do Estado, João) Doria calça justa tem que tomar primeiro com a família dele e esquecer a população porque ninguém quer tomar essa droga de vacina da China”, escreveu um usuário.
Como verificamos?
Pesquisamos sobre a suspensão de testes da vacina chinesa na imprensa brasileira e peruana. Também procuramos posicionamentos oficiais do Ministério da Saúde do Peru e da Sinopharm, mas não conseguimos contato com a farmacêutica chinesa. O Comprova procurou o Jornal da Cidade Online por e-mail na tarde desta segunda-feira (14), mas até a publicação desta verificação não obteve retorno. A alteração no texto original, que incluiu o nome da farmacêutica responsável pela vacina suspensa no Peru, ocorreu após o envio do e-mail do Comprova.
O Comprova fez esta verificação baseado em informações científicas e dados oficiais sobre o novo coronavírus e a covid-19 disponíveis no dia 14 de dezembro de 2020.
Verificação
Qual é a vacina chinesa testada no Peru?
A vacina da Sinopharm testada no Peru usa a tecnologia de vírus inativado e é produzida em parceria com o Instituto Biológico de Wuhan. Os estudos tiveram início em julho de 2020. Segundo divulgação do Ministério da Saúde do Peru, a Sinopharm iniciou os testes no país em setembro, com 6 mil voluntários e, em outubro, pôde duplicar a quantidade de pessoas submetidas ao teste.
O mesmo texto afirma que, além da Sinopharm, a Johnson e Johnson também iniciou testes da fase 3 no país em novembro, com 3,5 mil voluntários. O governo do Peru até o momento informa ter acordo para aquisição de 9,9 milhões de doses da vacina da Pfizer, com uso já autorizado nos Estados Unidos, e mais 13,2 milhões de doses por meio da iniciativa de colaboração Covax Facility.
A mesma vacina já foi aprovada pelo Ministério da Saúde dos Emirados Árabes Unidos. Lá, os estudos de fase três atestaram 86% de eficácia, de acordo com o órgão de saúde. A fabricante chinesa não divulgou dados sobre os testes.
De acordo o plano de imunização do governo brasileiro, que lista todas as vacinas em fase três de testes no mundo, o imunizante da Sinopharm teve eventos adversos “leves e de curta duração, caracterizados principalmente por dor no local da aplicação e febre, sem registro de eventos adversos sérios”.
Quais foram os sintomas do voluntário peruano?
O pesquisador Germán Málaga, da UPCH, explicou ao jornal El Comercio, do Peru, que um voluntário de 64 anos teve fraqueza nas pernas depois de receber a vacina produzida pela Sinopharm. “Parece mais uma neuropatia diabética; no entanto, há uma possibilidade mínima de que tenha sido Guillain-Barré e por motivos de segurança o estudo foi suspenso”, esclareceu.
A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune rara, que acomete de 1 a 4 pessoas a cada 100 mil habitantes. Um dos sintomas é justamente a fraqueza nos membros inferiores.
Málaga acrescentou que a probabilidade de que haja relação com a vacina é “muito pequena”, porque o paciente tem diabetes mal-controlada há muitas décadas. “O paciente está bem, felizmente é um evento leve, o paciente está se recuperando, ele está em bom estado e todo o apoio está sendo dado a ele para recuperar sua saúde”, disse o médico.
Segundo Málaga, as investigações sobre uma possível relação com o imunizante levariam 72 horas. Depois disso, os testes poderiam ser retomados. No Peru, 11,7 mil voluntários receberam doses da vacina chinesa.
A decisão de suspender os estudos foi divulgada pelo Instituto Nacional de Saúde do Peru no dia 11 de dezembro. O Ministério da Saúde peruano apoiou a decisão em um comunicado no dia seguinte, em que informou que o evento adverso estava sob investigação. Segundo o órgão de saúde, a suspensão temporária é uma medida de segurança prevista pelo Regimento de Ensaios Clínicos.
Qual a vacina chinesa testada no Brasil?
No Brasil, a vacina é produzida por outra fabricante chinesa, a Sinovac Biotech, e é testada em parceria com o Instituto Butantan em 17 centros de pesquisa (página 65). Esse imunizante também usa a tecnologia de vírus inativado. Os testes chegaram a ser suspensos em novembro após a morte de um voluntário, mas foram retomados depois que a causa do óbito foi apontada como suicídio.
A suspensão de estudos já ocorreu inclusive em testes de outros imunizantes, como a vacina da Universidade de Oxford com a farmacêutica AstraZeneca, que teve estudos interrompidos após uma reação adversa relatada por um voluntário no Reino Unido, em setembro. Quatro dias depois, com a análise do caso, os desenvolvedores anunciaram a retomada dos testes.
Os resultados de eficácia da fase três seriam divulgados até esta terça-feira, 15. No entanto, a divulgação foi adiada para incluir novos dados de voluntários infectados pelo novo coronavírus. É a terceira vez que o governo de São Paulo adia o anúncio desses dados.
Em sua terceira fase, o Projeto Comprova verifica conteúdos duvidosos relacionados às políticas públicas do governo federal e à pandemia do novo coronavírus.
Os conteúdos enganosos relacionados às vacinas em desenvolvimento contra a covid-19 podem interferir na confiança da população em relação aos imunizantes e reduzir a adesão à vacinação quando o país tiver um plano de proteção implantado. A imunização das pessoas por meio de vacina é vista como a principal estratégia capaz de promover uma ampla proteção e encerrar a pandemia.
Até a tarde desta segunda-feira (14), a publicação do Jornal da Cidade Online que não indicava qual vacina chinesa fora alvo de suspensão dos testes no Peru já havia sido postada mais de 500 vezes no Facebook, com mais de 88 mil reações, 53 mil compartilhamentos e 23 mil comentários, segundo dados da ferramenta CrowdTangle. A desinformação associando a CoronaVac à vacina que teve os testes suspensos no Peru também vem circulando em montagens de páginas no Facebook. Na tarde desta segunda (14), a plataforma já sinalizou o conteúdo como falso.
A publicação sobre a suspensão dos testes da vacina da Sinopharm no Peru também já foi alvo de verificações de outras agências de checagem, como a Aos Fatos e a Boatos.org.
Enganoso, para o Comprova, é o conteúdo retirado do contexto original e usado em outro de modo que seu significado sofra alterações.
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