Tag: vacina

  • Vacina do HPV: Quem teve contato com o vírus pode tomar a vacina?

    Vacina do HPV: Quem teve contato com o vírus pode tomar a vacina?

    Existem diferentes tipos de vacina do HPV, que protegem contra diferentes tipos de vírus.

    Quem teve contato com o vírus pode tomar a vacina do HPV. A vacina protege contra quatro tipos do vírus: 6, 11, 16 e 18.

    Quem já foi infectado por um desses tipos não estará protegido contra ele, mas poderá se beneficiar da proteção contra os outros tipos.

    A vacina também pode prevenir o aparecimento de novas verrugas genitais e o risco de câncer causado pelo HPV. A vacina é gratuita pelo SUS para meninas e meninos de 9 a 14 anos, mas também pode ser tomada por adultos que se enquadrem nos critérios de indicação.

    Quem teve contato com o vírus pode tomar a vacina do HPV. A vacina protege contra quatro tipos do vírus: 6, 11, 16 e 18.

    Quem já foi infectado por um desses tipos não estará protegido contra ele, mas poderá se beneficiar da proteção contra os outros tipos.

    A vacina também pode prevenir o aparecimento de novas verrugas genitais e o risco de câncer causado pelo HPV. A vacina é gratuita pelo SUS para meninas e meninos de 9 a 14 anos, mas também pode ser tomada por adultos que se enquadrem nos critérios de indicação.

  • Vacina do HPV: o que é, para quem é indicada e como funciona

    Vacina do HPV: o que é, para quem é indicada e como funciona

    A vacina é aplicada em forma de injeção e é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

    A vacina do HPV é uma vacina que visa prevenir doenças causadas pelo papilomavírus humano (HPV), um vírus que pode infectar a pele e as mucosas e causar verrugas genitais, lesões pré-cancerosas e câncer do colo do útero, vulva, vagina, ânus ou orofaringe.

    Existem diferentes tipos de vacina do HPV, que protegem contra diferentes tipos de vírus.

    A vacina quadrivalente é a mais usada no Brasil e protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV.

    A vacina é aplicada em forma de injeção e é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas e meninos de 9 a 14 anos. A vacina não previne infecções por todos os tipos de HPV, por isso é importante fazer exames preventivos regularmente.

    Quem teve contato com o vírus pode tomar a vacina do HPV. A vacina protege contra quatro tipos do vírus: 6, 11, 16 e 18.

    Quem já foi infectado por um desses tipos não estará protegido contra ele, mas poderá se beneficiar da proteção contra os outros tipos.

    A vacina também pode prevenir o aparecimento de novas verrugas genitais e o risco de câncer causado pelo HPV. A vacina é gratuita pelo SUS para meninas e meninos de 9 a 14 anos, mas também pode ser tomada por adultos que se enquadrem nos critérios de indicação.

    A vacina do HPV é uma vacina que visa prevenir doenças causadas pelo papilomavírus humano (HPV), um vírus que pode infectar a pele e as mucosas e causar verrugas genitais, lesões pré-cancerosas e câncer do colo do útero, vulva, vagina, ânus ou orofaringe.

    Existem diferentes tipos de vacina do HPV, que protegem contra diferentes tipos de vírus.

    A vacina quadrivalente é a mais usada no Brasil e protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV.

    A vacina é aplicada em forma de injeção e é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas e meninos de 9 a 14 anos. A vacina não previne infecções por todos os tipos de HPV, por isso é importante fazer exames preventivos regularmente.

    Quem teve contato com o vírus pode tomar a vacina do HPV. A vacina protege contra quatro tipos do vírus: 6, 11, 16 e 18.

    Quem já foi infectado por um desses tipos não estará protegido contra ele, mas poderá se beneficiar da proteção contra os outros tipos.

    A vacina também pode prevenir o aparecimento de novas verrugas genitais e o risco de câncer causado pelo HPV. A vacina é gratuita pelo SUS para meninas e meninos de 9 a 14 anos, mas também pode ser tomada por adultos que se enquadrem nos critérios de indicação.

  • Ainda faz sentido continuar o uso da máscara contra a COVID-19?

    Ainda faz sentido continuar o uso da máscara contra a COVID-19?

    A COVID-19 é uma doença causada pelo novo coronavírus, que pode provocar sintomas respiratórios graves e até levar à morte. Por isso, é importante se proteger e evitar a transmissão do vírus para outras pessoas.

    Uma das formas de prevenção é o uso de máscara, que cobre o nariz e a boca e impede que gotículas contaminadas se espalhem pelo ar. A máscara também evita que você toque o rosto com as mãos sujas e entre em contato com o vírus.

    Mas será que mesmo depois de vacinado contra a COVID-19 é preciso continuar usando máscara? A resposta é sim. Veja por quê:

    • As vacinas contra a COVID-19 são eficazes para reduzir o risco de hospitalização e morte pela doença, mas não impedem totalmente a infecção pelo vírus . Isso significa que você pode se contaminar e transmitir o vírus para outras pessoas, mesmo estando vacinado.
    • Ainda há muitas pessoas que não estão vacinadas ou que receberam apenas uma dose da vacina. Essas pessoas estão mais vulneráveis à COVID-19 e podem desenvolver formas graves da doença. Por isso, é preciso respeitar a proteção coletiva e usar máscara para evitar novos surtos da pandemia.
    • O vírus da COVID-19 pode sofrer mutações e gerar novas variantes, como a delta, que são mais contagiosas e podem escapar da imunidade conferida pelas vacinas. Por isso, é importante manter as medidas de prevenção até que haja um controle efetivo da circulação do vírus.
    • O uso de máscara também pode trazer benefícios para a sua saúde em geral, pois ajuda a prevenir outras doenças respiratórias, como gripe e resfriado. Além disso, estudos sugerem que quem usa máscara e se infecta com a COVID-19 pode ter uma forma mais leve da doença.

    Portanto, ainda faz sentido continuar o uso da máscara contra a COVID-19, mesmo depois de vacinado. Essa é uma atitude simples, mas que pode salvar vidas. Lembre-se também de lavar as mãos com frequência, manter o distanciamento físico e evitar aglomerações. Juntos podemos vencer essa pandemia!

    Uma das formas de prevenção é o uso de máscara, que cobre o nariz e a boca e impede que gotículas contaminadas se espalhem pelo ar. A máscara também evita que você toque o rosto com as mãos sujas e entre em contato com o vírus.

    Mas será que mesmo depois de vacinado contra a COVID-19 é preciso continuar usando máscara? A resposta é sim. Veja por quê:

    • As vacinas contra a COVID-19 são eficazes para reduzir o risco de hospitalização e morte pela doença, mas não impedem totalmente a infecção pelo vírus . Isso significa que você pode se contaminar e transmitir o vírus para outras pessoas, mesmo estando vacinado.
    • Ainda há muitas pessoas que não estão vacinadas ou que receberam apenas uma dose da vacina. Essas pessoas estão mais vulneráveis à COVID-19 e podem desenvolver formas graves da doença. Por isso, é preciso respeitar a proteção coletiva e usar máscara para evitar novos surtos da pandemia.
    • O vírus da COVID-19 pode sofrer mutações e gerar novas variantes, como a delta, que são mais contagiosas e podem escapar da imunidade conferida pelas vacinas. Por isso, é importante manter as medidas de prevenção até que haja um controle efetivo da circulação do vírus.
    • O uso de máscara também pode trazer benefícios para a sua saúde em geral, pois ajuda a prevenir outras doenças respiratórias, como gripe e resfriado. Além disso, estudos sugerem que quem usa máscara e se infecta com a COVID-19 pode ter uma forma mais leve da doença.

    Portanto, ainda faz sentido continuar o uso da máscara contra a COVID-19, mesmo depois de vacinado. Essa é uma atitude simples, mas que pode salvar vidas. Lembre-se também de lavar as mãos com frequência, manter o distanciamento físico e evitar aglomerações. Juntos podemos vencer essa pandemia!

  • Como os processos livres de células podem acelerar o desenvolvimento de vacinas

    Como os processos livres de células podem acelerar o desenvolvimento de vacinas

    Pesquisadores descobriram que enriquecer extratos sem células com membranas celulares pode aumentar o rendimento da produção de vacinas baseadas em proteínas em cinco vezes.

    Processos sem células são sistemas que podem ser divididos em duas classificações principais: baseados em extratos celulares, que removem componentes de dentro de uma célula inteira para uso externo, e baseados em enzimas purificadas, que usam componentes purificados das moléculas conhecidas por estarem envolvidas em um determinado processo.

    Os processos sem células podem acelerar o desenvolvimento de vacinas porque os bioengenheiros estão procurando maneiras mais baratas e fáceis de produzir proteínas e outras biomoléculas em vez de depender de leveduras e bactérias.

    Uma nova plataforma de fabricação chamada iVAX é possível graças à biologia sintética sem células, um processo em que os pesquisadores removem a parede externa (ou membrana) da célula e reutilizam sua maquinaria interna.

    Os pesquisadores então colocam essa maquinaria reutilizada em um tubo de ensaio e a liofilizam.

    Uma das vantagens dos processos sem células é a rapidez na fabricação. Graças aos avanços na confiabilidade e escala, a síntese sem células está emergindo como uma ferramenta importante para tudo, desde o desenvolvimento de sensores de diagnóstico até a biomanufatura de vacinas.

    Supondo que as vacinas de mRNA sejam clinicamente eficazes e seguras, uma das principais vantagens é a rapidez na fabricação. Em questão de semanas, lotes clínicos podem ser gerados.

    Fonte: Nature

    Processos sem células são sistemas que podem ser divididos em duas classificações principais: baseados em extratos celulares, que removem componentes de dentro de uma célula inteira para uso externo, e baseados em enzimas purificadas, que usam componentes purificados das moléculas conhecidas por estarem envolvidas em um determinado processo.

    Os processos sem células podem acelerar o desenvolvimento de vacinas porque os bioengenheiros estão procurando maneiras mais baratas e fáceis de produzir proteínas e outras biomoléculas em vez de depender de leveduras e bactérias.

    Uma nova plataforma de fabricação chamada iVAX é possível graças à biologia sintética sem células, um processo em que os pesquisadores removem a parede externa (ou membrana) da célula e reutilizam sua maquinaria interna.

    Os pesquisadores então colocam essa maquinaria reutilizada em um tubo de ensaio e a liofilizam.

    Uma das vantagens dos processos sem células é a rapidez na fabricação. Graças aos avanços na confiabilidade e escala, a síntese sem células está emergindo como uma ferramenta importante para tudo, desde o desenvolvimento de sensores de diagnóstico até a biomanufatura de vacinas.

    Supondo que as vacinas de mRNA sejam clinicamente eficazes e seguras, uma das principais vantagens é a rapidez na fabricação. Em questão de semanas, lotes clínicos podem ser gerados.

    Fonte: Nature

  • Estudo examina inflamação cardíaca após vacina contra COVID

    Estudo examina inflamação cardíaca após vacina contra COVID

    A inflamação cardíaca foi relatada principalmente em adolescentes e adultos jovens do sexo masculino dentro de alguns dias após a vacinação.

    Pesquisadores encontraram evidências de inflamação do músculo cardíaco em um pequeno número de pacientes com miocardite aguda após a vacinação contra COVID-19, mas não em pacientes sem miocardite aguda, de acordo com um novo estudo Radiology: Cardiothoracic Imaging, a journal of the Radiological Society of North America (RSNA).

    A inflamação cardíaca após a vacina contra COVID é um evento raro e geralmente leve. Há dois tipos de inflamação relatados: miocardite, que se refere a uma inflamação do músculo cardíaco, e pericardite, que envolve uma inflamação da membrana externa do coração. Os sintomas podem incluir dor no peito, falta de ar e palpitações. A maioria dos casos se resolve com tratamento médico simples.

    A inflamação cardíaca foi relatada principalmente em adolescentes e adultos jovens do sexo masculino dentro de alguns dias após a vacinação com mRNA (Pfizer-BioNTech ou Moderna), mais frequentemente após a segunda dose. Um estudo também descobriu que o risco foi menor após uma dose de reforço.

    No entanto, o risco de desenvolver miocardite é sete vezes maior com uma infecção por COVID-19 do que com a vacina contra COVID-19. Portanto, os benefícios da vacinação superam os riscos potenciais da inflamação cardíaca.

    Pesquisadores encontraram evidências de inflamação do músculo cardíaco em um pequeno número de pacientes com miocardite aguda após a vacinação contra COVID-19, mas não em pacientes sem miocardite aguda, de acordo com um novo estudo Radiology: Cardiothoracic Imaging, a journal of the Radiological Society of North America (RSNA).

    A inflamação cardíaca após a vacina contra COVID é um evento raro e geralmente leve. Há dois tipos de inflamação relatados: miocardite, que se refere a uma inflamação do músculo cardíaco, e pericardite, que envolve uma inflamação da membrana externa do coração. Os sintomas podem incluir dor no peito, falta de ar e palpitações. A maioria dos casos se resolve com tratamento médico simples.

    A inflamação cardíaca foi relatada principalmente em adolescentes e adultos jovens do sexo masculino dentro de alguns dias após a vacinação com mRNA (Pfizer-BioNTech ou Moderna), mais frequentemente após a segunda dose. Um estudo também descobriu que o risco foi menor após uma dose de reforço.

    No entanto, o risco de desenvolver miocardite é sete vezes maior com uma infecção por COVID-19 do que com a vacina contra COVID-19. Portanto, os benefícios da vacinação superam os riscos potenciais da inflamação cardíaca.

  • Auditoria revela que 1,9 milhão de vacinas da Covid-19 foram perdidas pelo governo

    Auditoria revela que 1,9 milhão de vacinas da Covid-19 foram perdidas pelo governo

    O Ministério da Saúde desperdiçou 1,9 milhão de doses da vacina AstraZeneca contra a Covid-19 por não distribuí-las aos estados antes do vencimento.

    Agora o TCU quer que o Ministério pague 1 milhão de reais pelo prejuízo e explique a situação.

    A vacina AstraZeneca é uma vacina vetorial que usa um adenovírus de chimpanzés modificado para estimular a imunidade contra o coronavírus.

    Ela precisa de duas doses para completar a imunização e pode causar alguns efeitos colaterais como dor no local da aplicação, febre e dor de cabeça.

    Agora o TCU quer que o Ministério pague 1 milhão de reais pelo prejuízo e explique a situação.

    A vacina AstraZeneca é uma vacina vetorial que usa um adenovírus de chimpanzés modificado para estimular a imunidade contra o coronavírus.

    Ela precisa de duas doses para completar a imunização e pode causar alguns efeitos colaterais como dor no local da aplicação, febre e dor de cabeça.

  • Quem pode tomar a nova vacina contra a dengue?

    Quem pode tomar a nova vacina contra a dengue?

    A Anvisa aprovou recentemente o Qdenga, um imunizante que pode proteger pessoas de 4 a 60 anos contra os quatro tipos de dengue.

    Essa nova vacina contra a dengue é segura e eficaz mesmo para quem nunca teve a doença. Infelizmente, ela ainda não pode ser usada em idosos.

    Além do Qdenga, há outra opção de vacina contra a dengue no país: a Dengvaxia.

    Essa vacina é indicada apenas para quem já foi infectado pelo vírus da dengue anteriormente, com ou sem sintomas.

    Ela pode ser aplicada em crianças maiores de 9 anos e adultos até 45 anos.

    Essa nova vacina contra a dengue é segura e eficaz mesmo para quem nunca teve a doença. Infelizmente, ela ainda não pode ser usada em idosos.

    Além do Qdenga, há outra opção de vacina contra a dengue no país: a Dengvaxia.

    Essa vacina é indicada apenas para quem já foi infectado pelo vírus da dengue anteriormente, com ou sem sintomas.

    Ela pode ser aplicada em crianças maiores de 9 anos e adultos até 45 anos.

  • O que é uma vacina bivalente?

    O que é uma vacina bivalente?

    As vacinas bivalentes são uma ferramenta importante na prevenção de doenças infecciosas e são usadas em todo o mundo para proteger as pessoas de uma variedade de doenças.

    Uma vacina bivalente é uma vacina que protege contra dois tipos específicos de um patógeno. Por exemplo, uma vacina bivalente contra o vírus do papiloma humano (HPV) protege contra dois tipos diferentes de HPV que são responsáveis ​​por muitos casos de câncer cervical e outras doenças associadas ao HPV.

    As vacinas bivalentes são diferentes das vacinas multivalentes, que protegem contra três ou mais tipos diferentes de um patógeno. As vacinas bivalentes e multivalentes podem ser administradas como uma única injeção ou como parte de uma série de doses para fornecer proteção completa contra o patógeno.

    As vacinas bivalentes são uma ferramenta importante na prevenção de doenças infecciosas e são usadas em todo o mundo para proteger as pessoas de uma variedade de doenças, incluindo HPV, hepatite B e febre tifoide.

    Uma vacina bivalente é uma vacina que protege contra dois tipos específicos de um patógeno. Por exemplo, uma vacina bivalente contra o vírus do papiloma humano (HPV) protege contra dois tipos diferentes de HPV que são responsáveis ​​por muitos casos de câncer cervical e outras doenças associadas ao HPV.

    As vacinas bivalentes são diferentes das vacinas multivalentes, que protegem contra três ou mais tipos diferentes de um patógeno. As vacinas bivalentes e multivalentes podem ser administradas como uma única injeção ou como parte de uma série de doses para fornecer proteção completa contra o patógeno.

    As vacinas bivalentes são uma ferramenta importante na prevenção de doenças infecciosas e são usadas em todo o mundo para proteger as pessoas de uma variedade de doenças, incluindo HPV, hepatite B e febre tifoide.

  • Prefeito do Rio anuncia suspensão do passaporte de vacina

    Prefeito do Rio anuncia suspensão do passaporte de vacina

    Pelas redes sociais, Eduardo Paes anunciou que o passaporte da vacina contra covid-19 não será mais exigido na cidade.

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