Tag: vacina

  • Vacinação contra raiva gratuita em São Paulo: saiba onde e quando levar seu pet

    Vacinação contra raiva gratuita em São Paulo: saiba onde e quando levar seu pet

    A raiva é uma doença grave que pode matar tanto animais quanto humanos.

    Ela é causada por um vírus que se espalha pela saliva de animais infectados. A única forma de prevenir a raiva é vacinando os animais domésticos, como cães e gatos.

    A Prefeitura de São Paulo oferece vacinação gratuita contra raiva para cães e gatos durante todo o ano. Há 18 postos fixos espalhados pela cidade, onde os donos podem levar seus pets para receber a dose da vacina.

    Além dos postos fixos, há também postos volantes que funcionam em locais e datas específicas. Esses postos são montados em praças, escolas, igrejas e outros espaços públicos, para facilitar o acesso dos moradores.

    Os cães e gatos devem ter mais de três meses de idade e estar saudáveis para receber a vacina. Cães bravos ou mordedores devem usar focinheira apropriada. Os gatos devem ser transportados em caixas adequadas.

    A vacinação contra raiva é importante para proteger os animais e as pessoas de uma doença que não tem cura. Em 2023, o Instituto Pasteur registrou o primeiro caso de raiva canina em São Paulo desde 1983. O caso foi confirmado em um cachorro que morreu no bairro do Ipiranga, na zona sul da cidade.

    Ela é causada por um vírus que se espalha pela saliva de animais infectados. A única forma de prevenir a raiva é vacinando os animais domésticos, como cães e gatos.

    A Prefeitura de São Paulo oferece vacinação gratuita contra raiva para cães e gatos durante todo o ano. Há 18 postos fixos espalhados pela cidade, onde os donos podem levar seus pets para receber a dose da vacina.

    Além dos postos fixos, há também postos volantes que funcionam em locais e datas específicas. Esses postos são montados em praças, escolas, igrejas e outros espaços públicos, para facilitar o acesso dos moradores.

    Os cães e gatos devem ter mais de três meses de idade e estar saudáveis para receber a vacina. Cães bravos ou mordedores devem usar focinheira apropriada. Os gatos devem ser transportados em caixas adequadas.

    A vacinação contra raiva é importante para proteger os animais e as pessoas de uma doença que não tem cura. Em 2023, o Instituto Pasteur registrou o primeiro caso de raiva canina em São Paulo desde 1983. O caso foi confirmado em um cachorro que morreu no bairro do Ipiranga, na zona sul da cidade.

  • ChatGPT responde às dúvidas sobre vacinas Covid-19

    ChatGPT responde às dúvidas sobre vacinas Covid-19

    O ChatGPT pode ser uma ferramenta útil para esclarecer as dúvidas do público sobre as vacinas Covid-19, de acordo com um estudo publicado na revista Human Vaccines and Immunotherapeutics.

    Os pesquisadores testaram a capacidade do chatbot de responder às 50 perguntas mais frequentes sobre as vacinas Covid-19, baseadas em mitos e falsas histórias que circulam nas redes sociais. Eles compararam as respostas do chatbot com as informações fornecidas por fontes confiáveis, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

    Eles encontraram que ChatGPT obteve uma média de nove em dez em precisão, fornecendo respostas corretas e em linha com a evidência científica disponível. O chatbot usou uma linguagem não técnica e facilmente compreensível para o público.

    Por exemplo, quando perguntado se as vacinas Covid-19 podem alterar o DNA humano, o chatbot respondeu: “Não, as vacinas Covid-19 não podem alterar o DNA humano. As vacinas Covid-19 usam material genético chamado RNA mensageiro (mRNA) para ensinar o sistema imunológico a reconhecer e combater o vírus que causa a Covid-19. O mRNA nunca entra no núcleo das células, onde o DNA é armazenado, e é rapidamente degradado após cumprir sua função.”

    Os autores do estudo sugerem que ChatGPT poderia ser uma fonte confiável de informação não técnica para o público, especialmente para pessoas sem conhecimento científico especializado, e que poderia facilitar um aumento na aceitação das vacinas. Eles afirmam que o chatbot poderia ser integrado a plataformas de mídia social, aplicativos de mensagens ou sites oficiais de saúde.

    No entanto, eles também destacam algumas preocupações sobre a tecnologia, como ChatGPT mudar suas respostas em certas situações ou ser treinado para fornecer respostas não alinhadas com a evidência científica. Eles recomendam que o chatbot seja monitorado e atualizado regularmente por especialistas em saúde e comunicação.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores testaram a capacidade do chatbot de responder às 50 perguntas mais frequentes sobre as vacinas Covid-19, baseadas em mitos e falsas histórias que circulam nas redes sociais. Eles compararam as respostas do chatbot com as informações fornecidas por fontes confiáveis, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

    Eles encontraram que ChatGPT obteve uma média de nove em dez em precisão, fornecendo respostas corretas e em linha com a evidência científica disponível. O chatbot usou uma linguagem não técnica e facilmente compreensível para o público.

    Por exemplo, quando perguntado se as vacinas Covid-19 podem alterar o DNA humano, o chatbot respondeu: “Não, as vacinas Covid-19 não podem alterar o DNA humano. As vacinas Covid-19 usam material genético chamado RNA mensageiro (mRNA) para ensinar o sistema imunológico a reconhecer e combater o vírus que causa a Covid-19. O mRNA nunca entra no núcleo das células, onde o DNA é armazenado, e é rapidamente degradado após cumprir sua função.”

    Os autores do estudo sugerem que ChatGPT poderia ser uma fonte confiável de informação não técnica para o público, especialmente para pessoas sem conhecimento científico especializado, e que poderia facilitar um aumento na aceitação das vacinas. Eles afirmam que o chatbot poderia ser integrado a plataformas de mídia social, aplicativos de mensagens ou sites oficiais de saúde.

    No entanto, eles também destacam algumas preocupações sobre a tecnologia, como ChatGPT mudar suas respostas em certas situações ou ser treinado para fornecer respostas não alinhadas com a evidência científica. Eles recomendam que o chatbot seja monitorado e atualizado regularmente por especialistas em saúde e comunicação.

    Fonte: Link.

  • Vacinação contra a gripe é prorrogada até 15 de setembro em São Paulo

    Vacinação contra a gripe é prorrogada até 15 de setembro em São Paulo

    A Secretaria da Saúde do estado de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (31) que a campanha de vacinação contra a gripe foi prorrogada até o dia 15 de setembro.

    A medida visa ampliar a cobertura vacinal, que está em 49,5%, abaixo da meta de 90%. A vacina está disponível para toda a população acima de seis meses de idade em mais de 5 mil postos de saúde espalhados pelo estado.

    A vacina contra a gripe é fornecida pelo Instituto Butantan e protege contra os tipos mais comuns e graves de influenza, que podem causar complicações respiratórias, internações e mortes. Em 2023, foram registradas 241 mortes e 2.543 casos de influenza no estado de São Paulo. A vacina é atualizada anualmente, de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que monitora a circulação dos vírus no mundo.

    A vacina é segura e eficaz, e as reações adversas são leves e passageiras, como dor e vermelhidão no local da aplicação, febre baixa e mal-estar. A vacina não causa gripe, pois é composta por fragmentos inativados dos vírus. A vacinação é especialmente importante para as pessoas que fazem parte dos grupos de risco, como idosos, gestantes, crianças, profissionais da saúde e pessoas com doenças crônicas.

    A Secretaria da Saúde recomenda que as pessoas procurem os postos de saúde o quanto antes para se vacinar contra a gripe, respeitando os protocolos sanitários de prevenção à Covid-19, como uso de máscara, distanciamento social e higienização das mãos. A vacinação contra a gripe pode ser feita simultaneamente com a vacinação contra a Covid-19, desde que haja um intervalo mínimo de 14 dias entre as doses.

    A gripe é uma doença respiratória causada por vírus que se transmite facilmente pelo ar, por meio de gotículas expelidas ao tossir ou espirrar. Os sintomas mais comuns são febre, tosse, dor de garganta, coriza, dor de cabeça e muscular. A gripe pode ser prevenida com a vacinação anual, além de medidas como lavar as mãos com frequência, evitar aglomerações e ambientes fechados e cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar.

    A medida visa ampliar a cobertura vacinal, que está em 49,5%, abaixo da meta de 90%. A vacina está disponível para toda a população acima de seis meses de idade em mais de 5 mil postos de saúde espalhados pelo estado.

    A vacina contra a gripe é fornecida pelo Instituto Butantan e protege contra os tipos mais comuns e graves de influenza, que podem causar complicações respiratórias, internações e mortes. Em 2023, foram registradas 241 mortes e 2.543 casos de influenza no estado de São Paulo. A vacina é atualizada anualmente, de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que monitora a circulação dos vírus no mundo.

    A vacina é segura e eficaz, e as reações adversas são leves e passageiras, como dor e vermelhidão no local da aplicação, febre baixa e mal-estar. A vacina não causa gripe, pois é composta por fragmentos inativados dos vírus. A vacinação é especialmente importante para as pessoas que fazem parte dos grupos de risco, como idosos, gestantes, crianças, profissionais da saúde e pessoas com doenças crônicas.

    A Secretaria da Saúde recomenda que as pessoas procurem os postos de saúde o quanto antes para se vacinar contra a gripe, respeitando os protocolos sanitários de prevenção à Covid-19, como uso de máscara, distanciamento social e higienização das mãos. A vacinação contra a gripe pode ser feita simultaneamente com a vacinação contra a Covid-19, desde que haja um intervalo mínimo de 14 dias entre as doses.

    A gripe é uma doença respiratória causada por vírus que se transmite facilmente pelo ar, por meio de gotículas expelidas ao tossir ou espirrar. Os sintomas mais comuns são febre, tosse, dor de garganta, coriza, dor de cabeça e muscular. A gripe pode ser prevenida com a vacinação anual, além de medidas como lavar as mãos com frequência, evitar aglomerações e ambientes fechados e cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar.

  • Vacina continua sendo a melhor forma de proteção contra a Covid-19

    Vacina continua sendo a melhor forma de proteção contra a Covid-19

    A pandemia de Covid-19 ainda não acabou, mas há sinais de melhora em alguns estados do Brasil.

    Segundo um boletim da Fiocruz, a maioria dos estados tem queda ou estabilização dos casos positivos para o novo coronavírus. No Rio de Janeiro, onde fica a sede da Fiocruz, não há aumento, apenas pequenas oscilações.

    A Fiocruz é uma instituição de pesquisa e saúde pública que tem trabalhado no combate à Covid-19. Ela também tem cuidado da saúde dos seus trabalhadores, que são testados e vacinados regularmente. Em agosto, não houve nenhum caso positivo entre os trabalhadores da Fiocruz, segundo o Núcleo de Saúde do Trabalhador. O FioSaúde, que é o plano de saúde dos trabalhadores, registrou 13 casos positivos, todos afastados do trabalho.

    Apesar da melhora do cenário, ainda é preciso manter as medidas de proteção contra a Covid-19. 

    A vacinação, o diagnóstico precoce e o isolamento dos casos positivos são as principais formas de prevenir as formas graves da doença.

    O uso de máscaras é recomendado apenas em serviços de saúde, para pessoas com sintomas ou com maior risco de complicações.

    Se você ainda não tomou todas as doses da vacina recomendadas para a sua faixa etária, procure um posto de vacinação o mais rápido possível. A vacina é a melhor maneira de se proteger e proteger os outros.

    Segundo um boletim da Fiocruz, a maioria dos estados tem queda ou estabilização dos casos positivos para o novo coronavírus. No Rio de Janeiro, onde fica a sede da Fiocruz, não há aumento, apenas pequenas oscilações.

    A Fiocruz é uma instituição de pesquisa e saúde pública que tem trabalhado no combate à Covid-19. Ela também tem cuidado da saúde dos seus trabalhadores, que são testados e vacinados regularmente. Em agosto, não houve nenhum caso positivo entre os trabalhadores da Fiocruz, segundo o Núcleo de Saúde do Trabalhador. O FioSaúde, que é o plano de saúde dos trabalhadores, registrou 13 casos positivos, todos afastados do trabalho.

    Apesar da melhora do cenário, ainda é preciso manter as medidas de proteção contra a Covid-19. 

    A vacinação, o diagnóstico precoce e o isolamento dos casos positivos são as principais formas de prevenir as formas graves da doença.

    O uso de máscaras é recomendado apenas em serviços de saúde, para pessoas com sintomas ou com maior risco de complicações.

    Se você ainda não tomou todas as doses da vacina recomendadas para a sua faixa etária, procure um posto de vacinação o mais rápido possível. A vacina é a melhor maneira de se proteger e proteger os outros.

  • Herpes zoster: saiba mais sobre a doença e as vacinas disponíveis no Brasil

    Herpes zoster: saiba mais sobre a doença e as vacinas disponíveis no Brasil

    O herpes zoster é uma doença causada pela reativação do vírus varicela-zóster, o mesmo que causa a catapora.

    Ele provoca bolhas dolorosas na pele, que podem deixar cicatrizes ou causar complicações como a neuropatia pós-herpética. A doença afeta principalmente pessoas com mais de 50 anos ou com baixa imunidade.

    Para prevenir o herpes zoster, existem duas vacinas disponíveis no Brasil: a Zostavax e a Shingrix. Ambas são indicadas para pessoas com mais de 50 anos, mas têm diferenças na composição, na eficácia e no preço. A Zostavax é feita com o vírus vivo atenuado e é aplicada em dose única. A Shingrix é feita com o vírus inativado e é aplicada em duas doses.

    As vacinas contra o herpes zoster não estão incluídas no SUS, mas podem ser encontradas em clínicas particulares de vacinação. O preço varia de acordo com o tipo de vacina e o local de aplicação. A Zostavax custa entre R$ 560 e R$ 680 por dose, enquanto a Shingrix custa cerca de R$ 1000 por dose.

    As vacinas podem causar reações adversas, como dor, vermelhidão e inchaço no local da injeção, febre, dor de cabeça, náusea, vômito, diarreia e erupção cutânea. Essas reações geralmente são leves e desaparecem em poucos dias. Algumas pessoas podem ter contraindicações ou precauções para tomar as vacinas, por isso é importante consultar um médico antes de se vacinar.

    O herpes zoster é uma doença que pode ser prevenida com vacinas seguras e eficazes. Se você tem interesse em se proteger contra essa doença, procure um médico e informe-se sobre as opções disponíveis para você. Lembre-se de que a vacinação é uma forma de cuidar da sua saúde e da saúde dos outros.

    Ele provoca bolhas dolorosas na pele, que podem deixar cicatrizes ou causar complicações como a neuropatia pós-herpética. A doença afeta principalmente pessoas com mais de 50 anos ou com baixa imunidade.

    Para prevenir o herpes zoster, existem duas vacinas disponíveis no Brasil: a Zostavax e a Shingrix. Ambas são indicadas para pessoas com mais de 50 anos, mas têm diferenças na composição, na eficácia e no preço. A Zostavax é feita com o vírus vivo atenuado e é aplicada em dose única. A Shingrix é feita com o vírus inativado e é aplicada em duas doses.

    As vacinas contra o herpes zoster não estão incluídas no SUS, mas podem ser encontradas em clínicas particulares de vacinação. O preço varia de acordo com o tipo de vacina e o local de aplicação. A Zostavax custa entre R$ 560 e R$ 680 por dose, enquanto a Shingrix custa cerca de R$ 1000 por dose.

    As vacinas podem causar reações adversas, como dor, vermelhidão e inchaço no local da injeção, febre, dor de cabeça, náusea, vômito, diarreia e erupção cutânea. Essas reações geralmente são leves e desaparecem em poucos dias. Algumas pessoas podem ter contraindicações ou precauções para tomar as vacinas, por isso é importante consultar um médico antes de se vacinar.

    O herpes zoster é uma doença que pode ser prevenida com vacinas seguras e eficazes. Se você tem interesse em se proteger contra essa doença, procure um médico e informe-se sobre as opções disponíveis para você. Lembre-se de que a vacinação é uma forma de cuidar da sua saúde e da saúde dos outros.

  • Vacina da gripe para cachorro: o que você precisa saber

    Vacina da gripe para cachorro: o que você precisa saber

    A gripe canina é uma doença que afeta o sistema respiratório dos cães e pode causar tosse, febre, falta de apetite e apatia.

    Ela é causada por vírus e bactérias que se transmitem pelo contato direto ou indireto entre os animais. A gripe canina pode ser prevenida com a vacinação, que é a forma mais eficaz de proteger o seu pet contra essa doença.

    Existem três tipos de vacinas contra a gripe canina disponíveis no Brasil: oral, intranasal e injetável. Todas elas contêm partes inativadas da bactéria Bordetella bronchiseptica, que é o principal agente causador da gripe canina. A vacina oral é aplicada em dose única na boca do animal, a vacina intranasal é aplicada em dose única no nariz do animal e a vacina injetável é aplicada em duas doses no músculo do animal. A escolha do tipo de vacina depende da avaliação do veterinário e do tutor, levando em conta as características do animal, o histórico vacinal, o risco de exposição e as preferências pessoais.

    A primeira dose da vacina contra a gripe canina pode ser aplicada a partir de oito semanas de idade. O reforço da vacina deve ser feito anualmente, independentemente do tipo de vacina. A vacinação é importante para evitar que o seu pet desenvolva complicações graves da gripe canina, como pneumonia, bronquite ou traqueíte. Além disso, a vacinação ajuda a reduzir a circulação dos agentes infecciosos entre os cães e a proteger os animais que não podem ser vacinados, como os filhotes, os idosos ou os imunodeprimidos.

    Se você tem um amigo peludo, não deixe de levá-lo ao veterinário regularmente e mantenha sua carteira de vacinação em dia.

    Ela é causada por vírus e bactérias que se transmitem pelo contato direto ou indireto entre os animais. A gripe canina pode ser prevenida com a vacinação, que é a forma mais eficaz de proteger o seu pet contra essa doença.

    Existem três tipos de vacinas contra a gripe canina disponíveis no Brasil: oral, intranasal e injetável. Todas elas contêm partes inativadas da bactéria Bordetella bronchiseptica, que é o principal agente causador da gripe canina. A vacina oral é aplicada em dose única na boca do animal, a vacina intranasal é aplicada em dose única no nariz do animal e a vacina injetável é aplicada em duas doses no músculo do animal. A escolha do tipo de vacina depende da avaliação do veterinário e do tutor, levando em conta as características do animal, o histórico vacinal, o risco de exposição e as preferências pessoais.

    A primeira dose da vacina contra a gripe canina pode ser aplicada a partir de oito semanas de idade. O reforço da vacina deve ser feito anualmente, independentemente do tipo de vacina. A vacinação é importante para evitar que o seu pet desenvolva complicações graves da gripe canina, como pneumonia, bronquite ou traqueíte. Além disso, a vacinação ajuda a reduzir a circulação dos agentes infecciosos entre os cães e a proteger os animais que não podem ser vacinados, como os filhotes, os idosos ou os imunodeprimidos.

    Se você tem um amigo peludo, não deixe de levá-lo ao veterinário regularmente e mantenha sua carteira de vacinação em dia.

  • Vacina contra cocaína: uma esperança para o tratamento da dependência

    Vacina contra cocaína: uma esperança para o tratamento da dependência

    A cocaína é uma das drogas ilícitas mais consumidas no mundo, com graves consequências para a saúde física e mental dos usuários.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 18 milhões de pessoas usaram cocaína em 2018, sendo o Brasil o segundo maior mercado da droga na América do Sul.

    Diante desse cenário, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estão desenvolvendo uma vacina que visa reduzir a dependência da cocaína, estimulando o sistema imunológico a produzir anticorpos contra a molécula da droga.

    A vacina, chamada Calixcoca, é baseada em uma estrutura sintética chamada calixareno, que se assemelha à forma da cocaína e se liga a ela. Ao ser injetada no organismo, a vacina induz a produção de anticorpos que reconhecem e se ligam à cocaína, impedindo que ela alcance o cérebro e cause os efeitos psicoativos.

    Os resultados obtidos até agora em animais são promissores. Em roedores, a vacina mostrou-se segura e capaz de diminuir a passagem da droga pela barreira hematoencefálica, que protege o sistema nervoso central. Em primatas não humanos, a vacina também reduziu o consumo voluntário de cocaína, sugerindo uma diminuição da recompensa associada à droga.

    No entanto, ainda há muitos desafios para que a vacina possa ser testada em humanos. Um deles é o financiamento, já que os ensaios clínicos são caros e demandam tempo e infraestrutura adequados. Outro é a eficácia clínica, já que nem todos os indivíduos respondem da mesma maneira ao imunizante, podendo variar na quantidade e na qualidade dos anticorpos produzidos.

    Além disso, a vacina não é uma solução mágica para o problema da dependência. Ela poderia auxiliar no tratamento, junto com outras abordagens psicossociais, mas não eliminaria a vontade de usar a droga ou os sintomas de abstinência. A vacina também teria um potencial preventivo, protegendo mães e fetos expostos à cocaína durante a gestação, mas não impediria o uso de outras substâncias.

    Portanto, a vacina contra cocaína é uma esperança para o tratamento da dependência, mas ainda precisa ser avaliada com rigor científico e ético antes de chegar ao mercado. Enquanto isso, é preciso investir em políticas públicas de prevenção, educação e redução de danos relacionados ao uso de drogas.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 18 milhões de pessoas usaram cocaína em 2018, sendo o Brasil o segundo maior mercado da droga na América do Sul.

    Diante desse cenário, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estão desenvolvendo uma vacina que visa reduzir a dependência da cocaína, estimulando o sistema imunológico a produzir anticorpos contra a molécula da droga.

    A vacina, chamada Calixcoca, é baseada em uma estrutura sintética chamada calixareno, que se assemelha à forma da cocaína e se liga a ela. Ao ser injetada no organismo, a vacina induz a produção de anticorpos que reconhecem e se ligam à cocaína, impedindo que ela alcance o cérebro e cause os efeitos psicoativos.

    Os resultados obtidos até agora em animais são promissores. Em roedores, a vacina mostrou-se segura e capaz de diminuir a passagem da droga pela barreira hematoencefálica, que protege o sistema nervoso central. Em primatas não humanos, a vacina também reduziu o consumo voluntário de cocaína, sugerindo uma diminuição da recompensa associada à droga.

    No entanto, ainda há muitos desafios para que a vacina possa ser testada em humanos. Um deles é o financiamento, já que os ensaios clínicos são caros e demandam tempo e infraestrutura adequados. Outro é a eficácia clínica, já que nem todos os indivíduos respondem da mesma maneira ao imunizante, podendo variar na quantidade e na qualidade dos anticorpos produzidos.

    Além disso, a vacina não é uma solução mágica para o problema da dependência. Ela poderia auxiliar no tratamento, junto com outras abordagens psicossociais, mas não eliminaria a vontade de usar a droga ou os sintomas de abstinência. A vacina também teria um potencial preventivo, protegendo mães e fetos expostos à cocaína durante a gestação, mas não impediria o uso de outras substâncias.

    Portanto, a vacina contra cocaína é uma esperança para o tratamento da dependência, mas ainda precisa ser avaliada com rigor científico e ético antes de chegar ao mercado. Enquanto isso, é preciso investir em políticas públicas de prevenção, educação e redução de danos relacionados ao uso de drogas.

  • Fiocruz amplia parceria com AstraZeneca para outras áreas de saúde

    Fiocruz amplia parceria com AstraZeneca para outras áreas de saúde

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a empresa farmacêutica AstraZeneca assinaram um Memorando de Entendimento (MdE) para discutir a formação de colaborações em outras áreas de inovação em saúde, além da vacina contra a Covid-19.

    O documento foi assinado no dia 5 de julho de 2023, na sede da Fiocruz, no Rio de Janeiro, com a presença de representantes das duas instituições e da Embaixada do Reino Unido.

    O objetivo é explorar possibilidades de cooperação em oncologia e doenças raras, entre outras.

    A Fiocruz também recebeu a visita de empresários chineses do setor de biotecnologia, vacinas e diagnósticos, e assinou outro MdE com a Ceibs Association of Healthcare Alumni (CAHA), uma entidade que visa promover o desenvolvimento sustentável em saúde.

    Fonte: Link.

    O documento foi assinado no dia 5 de julho de 2023, na sede da Fiocruz, no Rio de Janeiro, com a presença de representantes das duas instituições e da Embaixada do Reino Unido.

    O objetivo é explorar possibilidades de cooperação em oncologia e doenças raras, entre outras.

    A Fiocruz também recebeu a visita de empresários chineses do setor de biotecnologia, vacinas e diagnósticos, e assinou outro MdE com a Ceibs Association of Healthcare Alumni (CAHA), uma entidade que visa promover o desenvolvimento sustentável em saúde.

    Fonte: Link.

  • Vacina BCG: o que é, por que é importante e onde encontrar

    Vacina BCG: o que é, por que é importante e onde encontrar

    A vacina BCG é uma das primeiras vacinas que os bebês recebem logo após o nascimento. Ela protege contra a tuberculose, uma doença grave que pode afetar os pulmões e outros órgãos.

    Neste post, você vai saber mais sobre a vacina BCG, por que ela é importante e onde encontrar.

    O que é a vacina BCG?

    A vacina BCG é feita com uma bactéria atenuada, ou seja, enfraquecida, que é semelhante à que causa a tuberculose em humanos. A vacina estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos contra a doença, prevenindo principalmente as formas mais graves, como a meningite tuberculosa e a tuberculose miliar, que se espalha pelo corpo.

    A vacina BCG deve ser aplicada em dose única, preferencialmente no braço, logo após o nascimento. A vacina pode deixar uma cicatriz no local da aplicação, mas isso não é um problema de saúde. A falta de cicatriz também não indica necessidade de revacinação.

    Por que a vacina BCG é importante?

    A vacina BCG é importante para prevenir complicações e mortes causadas pela tuberculose, especialmente em crianças. A tuberculose é uma doença contagiosa que se transmite pelo ar, quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala. Os sintomas mais comuns são tosse persistente, febre, suor noturno, perda de peso e falta de ar.

    A tuberculose tem tratamento, mas requer o uso de vários medicamentos por um longo período. Se não for tratada adequadamente, a doença pode se tornar resistente aos remédios e se agravar. Além disso, a tuberculose pode facilitar a infecção pelo vírus HIV e outras doenças oportunistas.

    A vacinação é uma das principais formas de prevenir a tuberculose e reduzir sua transmissão. Ao se proteger contra a doença, você também protege sua família e sua comunidade.

    Onde encontrar a vacina BCG?

    A vacina BCG é oferecida gratuitamente nas unidades básicas de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). Ela faz parte do calendário nacional de vacinação e está disponível para todas as crianças menores de cinco anos. Se você tem um filho nessa faixa etária, leve-o para se vacinar o quanto antes.

    A vacinação é um direito de todos e um dever dos pais ou responsáveis. Ao vacinar seu filho, você está cuidando da saúde dele e contribuindo para a eliminação da tuberculose no Brasil.

    Neste post, você vai saber mais sobre a vacina BCG, por que ela é importante e onde encontrar.

    O que é a vacina BCG?

    A vacina BCG é feita com uma bactéria atenuada, ou seja, enfraquecida, que é semelhante à que causa a tuberculose em humanos. A vacina estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos contra a doença, prevenindo principalmente as formas mais graves, como a meningite tuberculosa e a tuberculose miliar, que se espalha pelo corpo.

    A vacina BCG deve ser aplicada em dose única, preferencialmente no braço, logo após o nascimento. A vacina pode deixar uma cicatriz no local da aplicação, mas isso não é um problema de saúde. A falta de cicatriz também não indica necessidade de revacinação.

    Por que a vacina BCG é importante?

    A vacina BCG é importante para prevenir complicações e mortes causadas pela tuberculose, especialmente em crianças. A tuberculose é uma doença contagiosa que se transmite pelo ar, quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala. Os sintomas mais comuns são tosse persistente, febre, suor noturno, perda de peso e falta de ar.

    A tuberculose tem tratamento, mas requer o uso de vários medicamentos por um longo período. Se não for tratada adequadamente, a doença pode se tornar resistente aos remédios e se agravar. Além disso, a tuberculose pode facilitar a infecção pelo vírus HIV e outras doenças oportunistas.

    A vacinação é uma das principais formas de prevenir a tuberculose e reduzir sua transmissão. Ao se proteger contra a doença, você também protege sua família e sua comunidade.

    Onde encontrar a vacina BCG?

    A vacina BCG é oferecida gratuitamente nas unidades básicas de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). Ela faz parte do calendário nacional de vacinação e está disponível para todas as crianças menores de cinco anos. Se você tem um filho nessa faixa etária, leve-o para se vacinar o quanto antes.

    A vacinação é um direito de todos e um dever dos pais ou responsáveis. Ao vacinar seu filho, você está cuidando da saúde dele e contribuindo para a eliminação da tuberculose no Brasil.

  • Dieta rica em ferro pode prevenir diarreia causada por bactérias, diz estudo

    Dieta rica em ferro pode prevenir diarreia causada por bactérias, diz estudo

    Um novo estudo do Instituto Salk, nos EUA, sugere que uma dieta rica em ferro pode ajudar a evitar a diarreia causada por bactérias como a E. coli.

    Eles descobriram que combinar dietas específicas com bactérias causadoras de doenças diarreicas pode criar imunidade duradoura em camundongos sem a necessidade de experimentar sintomas. Os achados abrem caminho para o desenvolvimento de vacinas que poderiam reduzir os sintomas e a mortalidade de doenças diarreicas e outras doenças em humanos.

    Como funciona a dieta rica em ferro?

    Segundo os pesquisadores, uma dieta rica em ferro aumenta o açúcar não absorvido (glicose) nos intestinos dos camundongos, que a bactéria pode se alimentar. O excesso de açúcar serve como um “suborno” para as bactérias, mantendo-as cheias e incentivadas a não atacar o hospedeiro. Assim, os camundongos sobrevivem a uma infecção bacteriana normalmente letal sem nunca desenvolver sinais de doença ou doença.

    Por que isso é importante?

    Em todo o mundo, mais de um milhão de mortes ocorrem a cada ano devido a doenças diarreicas que levam à desidratação e à desnutrição. No entanto, não existe vacina para combater ou prevenir essas doenças, que são causadas por bactérias como certas cepas de E. coli. Em vez disso, as pessoas com infecções bacterianas devem confiar no corpo para adotar uma das duas estratégias de defesa: matar os invasores ou prejudicar os invasores, mas mantê-los por perto. Se o corpo optar por prejudicar as bactérias, então a doença pode ocorrer sem a diarreia, mas a infecção ainda pode ser transmitida – um processo chamado de portador assintomático.

    Os cientistas do Salk descobriram que permitir que as bactérias retenham parte de seu comportamento causador de doenças pode criar imunidade duradoura em camundongos sem os custos de desenvolver doenças, revelando uma nova potencial estratégia de vacinação.

    O que vem a seguir?

    Os pesquisadores pretendem testar se outras dietas podem ter efeitos semelhantes na modulação da resposta imunológica aos patógenos intestinais. Eles também querem investigar se essa abordagem pode ser aplicada a outras doenças além da diarreia, como infecções respiratórias ou urinárias.

    Fonte: Link.

    Eles descobriram que combinar dietas específicas com bactérias causadoras de doenças diarreicas pode criar imunidade duradoura em camundongos sem a necessidade de experimentar sintomas. Os achados abrem caminho para o desenvolvimento de vacinas que poderiam reduzir os sintomas e a mortalidade de doenças diarreicas e outras doenças em humanos.

    Como funciona a dieta rica em ferro?

    Segundo os pesquisadores, uma dieta rica em ferro aumenta o açúcar não absorvido (glicose) nos intestinos dos camundongos, que a bactéria pode se alimentar. O excesso de açúcar serve como um “suborno” para as bactérias, mantendo-as cheias e incentivadas a não atacar o hospedeiro. Assim, os camundongos sobrevivem a uma infecção bacteriana normalmente letal sem nunca desenvolver sinais de doença ou doença.

    Por que isso é importante?

    Em todo o mundo, mais de um milhão de mortes ocorrem a cada ano devido a doenças diarreicas que levam à desidratação e à desnutrição. No entanto, não existe vacina para combater ou prevenir essas doenças, que são causadas por bactérias como certas cepas de E. coli. Em vez disso, as pessoas com infecções bacterianas devem confiar no corpo para adotar uma das duas estratégias de defesa: matar os invasores ou prejudicar os invasores, mas mantê-los por perto. Se o corpo optar por prejudicar as bactérias, então a doença pode ocorrer sem a diarreia, mas a infecção ainda pode ser transmitida – um processo chamado de portador assintomático.

    Os cientistas do Salk descobriram que permitir que as bactérias retenham parte de seu comportamento causador de doenças pode criar imunidade duradoura em camundongos sem os custos de desenvolver doenças, revelando uma nova potencial estratégia de vacinação.

    O que vem a seguir?

    Os pesquisadores pretendem testar se outras dietas podem ter efeitos semelhantes na modulação da resposta imunológica aos patógenos intestinais. Eles também querem investigar se essa abordagem pode ser aplicada a outras doenças além da diarreia, como infecções respiratórias ou urinárias.

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