Tag: Venezuela

  • Caminhões com oxigênio da Venezuela chegam a Manaus

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  • Governo da Venezuela anuncia remédio que ‘inibe 100%’ o novo coronavírus


    Em nota, o Ministério do Poder Popular para a Ciência e Tecnologia, afirmou que se trata da molécula DR-10, pertencente a uma planta medicinal e que é um componente antiviral altamente eficaz contra o novo coronavírus. A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou que deu início aos procedimentos de certificação e registro do medicamento na Organização Mundial da Saúde (OMS).

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  • Entrada de venezuelanos no Brasil volta a crescer após conflitos

    De acordo com dados da Polícia Federal, o número de venezuelanos que entraram no território brasileiro praticamente triplicou na terça-feira (30).

    Conflitos

    Na manhã de terça, o líder da oposição venezuelana Juan Guaidó divulgou um vídeo nas redes sociais ao lado do também líder da oposição Leopoldo López, libertado da prisão domiciliar, no qual afirma que obteve o apoio de militares para derrubar o governo de Maduro.

    Autoridades do governo negaram o apoio militar a Guaidó e Maduro garantiu manter a lealdade das Forças Armadas.

    A situação levou a vários conflitos, principalmente na capital Caracas. Nesta quarta Guaidó convocou a população para realizar “a maior marcha da história” do país para derrubar o ditador Maduro.

  • Caos aumenta na Venezuela e senadores de Roraima pedem ação diplomática do Brasil

    Muitos brasileiros e especialmente os cidadãos de Roraima assistiram com apreensão ao quadro de violência e confronto que aumentou o caos na Venezuela.

    O senador Mecias de Jesus (PRB–RR) defende que o governo brasileiro não interfira nos assuntos internos da Venezuela e apenas tente ajudar por meio da diplomacia.

    Também titular da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado (CRE), o senador Chico Rodrigues (DEM–RR) classifica a situação como gravíssima.

    A reportagem é de Floriano Filho, da Rádio Senado. Ouça o áudio com mais informações.

  • Clima tenso na Venezuela: Há confrontos violentos entre militares do ditador Maduro e manifestantes

    O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, negou hoje (30) que tenha perdido o apoio das Forças Armadas do país. Mais cedo, Juan Guaidó, autodeclarado presidente, divulgou um vídeo nas redes sociais anunciando que as Forças Armadas tinham se aliado à oposição, abandonando o regime.

    Guaidó convocou um levante militar para depor o ditador Maduro e grupos militares contrários se enfrentavam em uma manifestação em uma base aérea de Caracas, no momento em que o país alcança um novo patamar em sua crise.

    Segundo a agência de notícias Reuters, dezenas de homens armados e fardados, que acompanhavam Guaidó, trocaram tiros com soldados que agiam apoiando Maduro fora da base aérea de “La Carlota”.

    Mais cedo, veículos militares avançaram contra a multidão em Caracas, atropelando os manifestantes que não recuou. Bombas incendiárias foram lançadas e um carro blindado pegou fogo.

  • Investimentos do Brasil na Venezuela serão examinados pela CRE

    A Comissão de Relações Exteriores (CRE) deve participar de audiência pública em que dirigentes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) serão chamados a detalhar os empréstimos feitos pelo Brasil à Venezuela durante os governos do PT (de 2003 a 2016).

    Em uma reunião da CRE nesta quarta-feira (27) para discutir a situação venezuelana, o senador Eduardo Girão (Pode-CE) disse que os financiamentos podem ter fortalecido os governos de Hugo Chávez e de Nicolás Maduro, relegando ao Brasil parte da responsabilidade pela atual crise política e humanitária no país vizinho. De acordo com o senador, dinheiro brasileiro financiou metrôs, usina, ponte e saneamento básico.

    — Queremos verificar se há responsabilidade do Brasil nessa crise. O Brasil investiu bilhões de reais que podem ter financiado a atual ditadura — destacou Girão.

    A audiência vai acontecer na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e defesa do Consumidor (CTFC), ainda sem data marcada.

    Soraya Thronicke (PSL-MS) reforçou a importância de debater a questão, dizendo que bilhões de dólares foram emprestados a juros baixos “de forma estranha”:

    — É grave. Foi muito dinheiro financiando ditadura. Fora que o Brasil tem sua dívida, paga juros, precisa investir aqui e ainda empresta para quem não paga — reclamou.

    Na reunião da CRE, os senadores avaliaram a postura da diplomacia e do Exército e a recusa do governo de Maduro à ajuda humanitária enviada pelo Brasil e pela Colômbia, o que acirrou os ânimos nas fronteiras durante o fim de semana e resultou em morte de civis venezuelanos.

    Diplomacia

    Para Jaques Wagner (PT-BA), a postura do Brasil sobre socorro e ajuda humanitária deve seguir fielmente a das Nações Unidas.

    — A Venezuela já fez a demanda de ajuda humanitária à ONU. Se houver uma missão da ONU de levar ajuda humanitária, o Brasil deve participar, mas o país não deve tomar parte em articulação que não esteja sob o guarda-chuvas da ONU.

    Wagner acredita não ser hora de o Brasil se dedicar a problemas que estão além da fronteira e disse que a diplomacia brasileira precisa ser “menos de punho de renda e mais como a americana, que é pragmática e comercial”.

    A posição dos Estados Unidos na crise foi comentada por vários senadores. Para Telmário Mota (Pros-RR), o Brasil deve manter sua tradição na mediação, paz e boa vizinhança, mas está sendo usado pelo governo de Donald Trump, que teria mais interesse no petróleo do que na crise humanitária.

    — Se estivessem preocupados com o povo, deveriam suspender as sanções, chamar a ONU e a Cruz Vermelha. Mas na verdade essa carnificina que está acontecendo na Venezuela não tem as impressões digitais dos Estados Unidos porque eles usaram a Colômbia e o Brasil para fazer esse papel.

    Humberto Costa (PT-PE) reforçou o discurso de Telmário, dizendo que o Brasil não deve entrar numa guerra que não é sua. Até pelo histórico e reconhecimento internacional por sua posição equilibrada nos conflitos, buscando a construção da paz e a mediação, avaliou:

    — Mas atualmente o Ministério das Relações Exteriores joga gasolina na crise. Ainda bem que os militares em Roraima, de maneira muito sábia, adotam a posição de moderação.

    O senador Alessandro Vieira (PPS-SE) também comentou a relevância econômica e estratégica da Venezuela para todo o mundo, por causa do petróleo.

    — Não devemos endossar o discurso tolo sobre a defesa de democracia, a partir de países que toleram ditaduras no mundo inteiro, dependendo da conveniência econômica. O interesse essencial do nosso grande parceiro econômico, que é os EUA, é o controle de uma importante rota de produção de petróleo e gás.

    Mediação

    Líder do partido de Bolsonaro no Senado, o senador Major Olimpio (PSL-SP) disse que “corpos no chão é tudo o que o Brasil não quer neste momento”. E que o país tem grande chance de se colocar de forma altiva nesse processo como mediador.

    Para Márcio Bittar (MDB-AC), o Brasil precisa se envolver na questão da Venezuela e se posicionar porque o regime do país vizinho é ilegítimo e há uma questão humanitária.

    — O país em que as pessoas reviram lixo para ver se tem resto de comida é uma questão humanitária. O regime de Maduro foi surreal ao rejeitar ajuda humanitária e atacar seu próprio povo.

    Bittar afirmou que, nos últimos anos, a Venezuela deixou de ser um dos mais ricos do continente para estar entre os mais pobres.

    — O PIB caiu 40% e a inflação atingiu 1.000% ao ano, 61% da população vive na extrema pobreza e 64% das pessoas perderam em média 11 quilos. Negar ajuda humanitária é surreal.

    Roraima

    Mecias de Jesus (PRB-RR) relatou o que a crise tem gerado em seu estado: problemas agrários e fundiários e colapso da saúde, da segurança pública e da educação.

    — Não só os venezuelanos sofrem com a falta de assistência. Ela não chega aos roraimenses também. Queremos paz, porque somos o primeiro alvo. Mas paz com diálogo.

    Telmário disse aos senadores que Roraima depende do calcário da Venezuela, do ferro e da gasolina, e mais de 60% do consumo de energia no estado é gerado no país vizinho. O comércio também sofre com o fechamento da fronteira, o que afastou os compradores venezuelanos.

    — O estado está numa crise socioeconômica gravíssima. Proporcionalmente, somos o estado com maior população abaixo do nível de pobreza. A violência contra jovens e mulheres estourou, assim como o desemprego. A migração desordenada deixou todas as cirurgias eletivas suspensas; não tem antibiótico, não tem leito.

    Segundo ele, aulas foram adiadas, não há transporte escolar, os terceirizados estão há sete meses sem receber e os médicos estão há dois meses sem salário também.

    — O governo federal está de costas pro estado de Roraima — desabafou. Por Agência Senado.

  • Jorge Viana defende que Brasil seja mediador para a crise na Venezuela

    O vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado (CRE), Jorge Viana (PT-AC), discordou da posição do governo brasileiro de reconhecer como legítimo o governo interino de Juan Guaidó, na Venezuela. Para o senador, o Brasil deveria assumir um papel de mediador na crise do país vizinho em vez de tomar partido de um dos lados da disputa política. Ouça mais detalhes no áudio do repórter da Rádio Senado, Jefferson Dalmoro.

  • Número de mortos na Venezuela sobe para 27

    Segundo dados divulgados por organizações não-governamentais e autoridades locais, o número de mortos na Venezuela subiu para 27. O Observatório Venezuelano de Conflituosidade Social (OVCS), informa que desde o dia 22 até às 14h locais de hoje (16h de Brasília) morreram 26 pessoas, com a respectiva “identidade confirmada”.

    Agora a pouco, autoridades do Estado de Barinas anunciaram mais um morto. Segundo informações divulgadas, as mortes ocorreram nos Estados de Amazonas, Barinas, Bolívar, Portuguesa, Táchira, Monágas e Yaracuy.

  • Maduro é flagrado em luxuoso restaurante e causa indignação na Venezuela

    O ditador Nicolás Maduro visitou o restaurante do famoso chef turco Nusret Gökçe, conhecido como Salt Bae, que ficou famoso nas redes sociais por sua maneira de cortar e salgar as carnes.

    Os vídeos publicados pelo chef em suas contas nas redes sociais ganharam o mundo o transformando em uma celebridade internacional. Uma refeição em um de seus restaurantes pode custar até 1000 dólares.

    A presença do ditador na unidade de Istambul, circulou mundo a fora e causou revolta não só na Venezuela, mas também em todo o mundo.

    No vídeo, o mandatário e sua esposa, Cilia Flores, aparecem desfrutando de um corte de carne servido pelo próprio cozinheiro e, logo depois, de charutos levados num umidificador personalizado com seu nome.

    O vídeo se tornou trending topic mundial e gerou grande indignação nas redes sociais, sendo apagado logo depois.

    A Venezuela está atolada em uma complexa crise econômica agravada por uma severa recessão, uma grave escassez de produtos básicos e hiperinflação.

    Os indicadores da fome se multiplicam a cada dia. Segundo o último relatório da FAO (agência da ONU para a alimentação), entre 2015 e 2017, 3,7 milhões de venezuelanos sofreram de subnutrição, quatro vezes mais que no triênio de 2010-2012.

    O país sofre uma grave escassez de alimentos, especialmente de carne, que desapareceu dos estabelecimentos depois de uma tentativa do governo de impor controles aos preços como parte do pacote de medidas econômicas.

    Confira o vídeo abaixo:

    https://www.youtube.com/watch?v=UOuxegHu8_k

  • Venezuela estaria dificultando saída de cidadãos insatisfeitos com o governo

    A Venezuela vive hoje a pior crise de sua história resultando em uma fuga em massa do país. Pessoas de todas as classes, que estão insatisfeitas com a política do ditador Nicolás Maduro, migram para várias partes do mundo, em especial para a América Latina.

    Mas segundo o Comitê de Autoridades de Migração (CAAM), composto por Bolívia, Equador, Colômbia e Peru, o governo venezuelano está dificultando a emissão de documentos para que os cidadãos possam deixar o país.

    Depois de uma longa reunião nesta quinta-feira em Lima, representantes do CAAM apelaram ao ditador para que facilite a emissão de documentos.

    Além disso, uma série de prioridades para o tratamento dos imigrantes foi aprovada.

    Inicialmente, os países que estiveram presentes na reunião, se dispuseram a trocar informações sobre o fluxo migratório. O objetivo é buscar “mecanismos de controle migratório”.

    Eles também definiram que haverá uma cooperação regional para colaborar com o financiamento de traslados e a fixação dos venezuelanos em áreas específicas em cada país.

    O comitê pediu que Nicolás Maduro facilite a entrega dos documentos como identidade, certidões de nascimento e passaportes aos venezuelanos que queiramm deixar o país.