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  • Medicamento inovador pode prolongar vida de cães de porte grande

    Medicamento inovador pode prolongar vida de cães de porte grande

    É uma triste realidade que nossos amigos caninos não vivem tanto quanto gostaríamos.

    A expectativa de vida média de um cão varia de 8 a 15 anos, sendo que as raças maiores tendem a ter uma vida mais curta do que as menores. No entanto, uma nova esperança surge no horizonte para prolongar a vida e a saúde de nossos companheiros de quatro patas.

    No final do ano passado, a Loyal, uma empresa de biotecnologia de São Francisco, anunciou que a Food and Drug Administration (FDA) concedeu uma “expectativa razoável de eficácia” para um medicamento que a empresa está desenvolvendo. Se eficaz, o medicamento poderia estender a vida de cães de raças grandes.

    A CEO da Loyal, Celine Halioua, explicou em um post de blog que a variação na expectativa de vida observada nos cães é incomum. É raro ter tanta disparidade de expectativa de vida dentro de uma espécie. A razão se deve, pelo menos em parte, ao “processo de criação seletiva que ‘criou’ essas raças de cães”.

    Os cães criados para serem grandes desenvolveram níveis especialmente altos de IGF-1 (fator de crescimento semelhante à insulina um), um hormônio que impulsiona o crescimento celular. O novo medicamento da Loyal reduz a sinalização do IGF-1, com a esperança de que isso retarde o envelhecimento.

    Matt Kaeberlein, biogerontologista e fundador e co-diretor do Projeto de Envelhecimento de Cães, afirma que o mecanismo faz sentido. Ele acrescenta que existem alguns dados em animais de laboratório – principalmente ratos – para apoiar isso.

    Mas e os possíveis efeitos colaterais? Kaeberlein vê um par de possíveis problemas. O IGF-1 está envolvido no crescimento muscular e na densidade óssea, então a supressão do hormônio poderia possivelmente levar a uma redução na massa muscular ou na densidade óssea. No entanto, ele acrescenta que isso é apenas especulação neste ponto. A Loyal terá que conduzir estudos de segurança como parte do processo de aprovação.

    Enquanto isso, o Projeto de Envelhecimento de Cães está acompanhando cerca de 50.000 cães em um estudo longitudinal de envelhecimento. O objetivo é identificar os fatores genéticos e ambientais mais importantes que influenciam o envelhecimento e a saúde à medida que os animais envelhecem.

    Um subconjunto dos cães no Projeto de Envelhecimento de Cães está participando de um ensaio clínico controlado randomizado de Rapamicina, um medicamento usado para tratar alguns cânceres e prevenir a rejeição de órgãos em pacientes transplantados. Pesquisas mostraram que o medicamento pode retardar o envelhecimento em algumas espécies, e o estudo foi projetado para ver se tem esse efeito nos cães.

    Não importa a raça, perdemos nossos cães cedo demais. Se esses estudos derem certo, podemos mantê-los um pouco mais.

    Fonte: Link 1, Link 2.


    A expectativa de vida média de um cão varia de 8 a 15 anos, sendo que as raças maiores tendem a ter uma vida mais curta do que as menores. No entanto, uma nova esperança surge no horizonte para prolongar a vida e a saúde de nossos companheiros de quatro patas.

    No final do ano passado, a Loyal, uma empresa de biotecnologia de São Francisco, anunciou que a Food and Drug Administration (FDA) concedeu uma “expectativa razoável de eficácia” para um medicamento que a empresa está desenvolvendo. Se eficaz, o medicamento poderia estender a vida de cães de raças grandes.

    A CEO da Loyal, Celine Halioua, explicou em um post de blog que a variação na expectativa de vida observada nos cães é incomum. É raro ter tanta disparidade de expectativa de vida dentro de uma espécie. A razão se deve, pelo menos em parte, ao “processo de criação seletiva que ‘criou’ essas raças de cães”.

    Os cães criados para serem grandes desenvolveram níveis especialmente altos de IGF-1 (fator de crescimento semelhante à insulina um), um hormônio que impulsiona o crescimento celular. O novo medicamento da Loyal reduz a sinalização do IGF-1, com a esperança de que isso retarde o envelhecimento.

    Matt Kaeberlein, biogerontologista e fundador e co-diretor do Projeto de Envelhecimento de Cães, afirma que o mecanismo faz sentido. Ele acrescenta que existem alguns dados em animais de laboratório – principalmente ratos – para apoiar isso.

    Mas e os possíveis efeitos colaterais? Kaeberlein vê um par de possíveis problemas. O IGF-1 está envolvido no crescimento muscular e na densidade óssea, então a supressão do hormônio poderia possivelmente levar a uma redução na massa muscular ou na densidade óssea. No entanto, ele acrescenta que isso é apenas especulação neste ponto. A Loyal terá que conduzir estudos de segurança como parte do processo de aprovação.

    Enquanto isso, o Projeto de Envelhecimento de Cães está acompanhando cerca de 50.000 cães em um estudo longitudinal de envelhecimento. O objetivo é identificar os fatores genéticos e ambientais mais importantes que influenciam o envelhecimento e a saúde à medida que os animais envelhecem.

    Um subconjunto dos cães no Projeto de Envelhecimento de Cães está participando de um ensaio clínico controlado randomizado de Rapamicina, um medicamento usado para tratar alguns cânceres e prevenir a rejeição de órgãos em pacientes transplantados. Pesquisas mostraram que o medicamento pode retardar o envelhecimento em algumas espécies, e o estudo foi projetado para ver se tem esse efeito nos cães.

    Não importa a raça, perdemos nossos cães cedo demais. Se esses estudos derem certo, podemos mantê-los um pouco mais.

    Fonte: Link 1, Link 2.


  • 7 medicamentos que são usados tanto em humanos quanto em animais

    7 medicamentos que são usados tanto em humanos quanto em animais

    Você sabia que alguns medicamentos humanos podem ser usados em animais de estimação?

    Embora nem todos sejam seguros ou adequados para os nossos amigos peludos, existem alguns que podem ajudar em casos de emergência ou de necessidade.

    Mas atenção: antes de medicar o seu pet com qualquer produto, consulte sempre um veterinário para saber a dose correta e os possíveis efeitos colaterais.

    Neste post, vamos listar 7 medicamentos que são usados tanto em humanos quanto em animais e explicar para que servem e como usá-los.

    1. Paracetamol
      O paracetamol é um analgésico e antipirético, ou seja, alivia a dor e a febre. Ele pode ser usado em cães, mas nunca em gatos, pois pode causar intoxicação grave. A dose recomendada para cães é de 10 a 15 mg por kg de peso, a cada 8 horas. O paracetamol deve ser evitado em casos de doenças hepáticas ou renais.
    2. Dimenidrinato
      O dimenidrinato é um antiemético, ou seja, previne e trata o enjoo e o vômito. Ele pode ser usado em cães e gatos que sofrem com o enjoo em carros ou náuseas por outras causas. A dose recomendada para cães é de 4 a 8 mg por kg de peso, a cada 8 horas. A dose recomendada para gatos é de 12,5 mg por animal, uma vez ao dia.
    3. Bisacodil
      O bisacodil é um laxante, ou seja, estimula o funcionamento do intestino. Ele pode ser usado em cães e gatos que sofrem com prisão de ventre. A dose recomendada para cães é de 1 comprimido de 5 a 20 mg, uma vez ao dia, ou meio a dois supositórios pediátricos (10 mg), uma vez ao dia. A dose recomendada para gatos é de 1 comprimido de 5 mg, uma vez ao dia, ou meio supositório pediátrico, uma vez ao dia.
    4. Plantago ovata
      O plantago ovata é uma fibra natural que ajuda a regular o trânsito intestinal. Ele pode ser usado em cães e gatos que sofrem com prisão de ventre ou diarreia. A dose recomendada para cães é de 1 colher de sopa para cada 5 a 12 kg de peso, misturada na comida. A dose recomendada para gatos é de meia a uma colher de sopa, misturada na comida.
    5. Povidine
      O povidine é um antisséptico tópico, ou seja, previne e trata infecções na pele. Ele pode ser usado em cães e gatos que apresentam feridas ou cortes na pele. A forma de uso é aplicar o produto na área afetada, após limpar bem com água e sabão neutro.
    6. Mentol, cânfora e óleo de eucalipto
      O mentol, a cânfora e o óleo de eucalipto são substâncias que aliviam a congestão nasal e facilitam a respiração. Eles podem ser usados em cães e gatos que apresentam sintomas de resfriado ou gripe. A forma de uso é aplicar uma pequena quantidade no queixo do animal, para que ele possa inalar os vapores.
    7. Pedialyte ou Gatorade
      O Pedialyte ou o Gatorade são soluções hidroeletrolíticas, ou seja, repõem os líquidos e os sais minerais perdidos pelo organismo. Eles podem ser usados em cães e gatos que apresentam desidratação por diarreia, vômito ou outras causas. A forma de uso é misturar meio a meio com a água e oferecer ao animal.

    Lembrando: antes de medicar o seu pet com qualquer produto, consulte sempre um veterinário para saber a dose correta e os possíveis efeitos colaterais.

    Embora nem todos sejam seguros ou adequados para os nossos amigos peludos, existem alguns que podem ajudar em casos de emergência ou de necessidade.

    Mas atenção: antes de medicar o seu pet com qualquer produto, consulte sempre um veterinário para saber a dose correta e os possíveis efeitos colaterais.

    Neste post, vamos listar 7 medicamentos que são usados tanto em humanos quanto em animais e explicar para que servem e como usá-los.

    1. Paracetamol
      O paracetamol é um analgésico e antipirético, ou seja, alivia a dor e a febre. Ele pode ser usado em cães, mas nunca em gatos, pois pode causar intoxicação grave. A dose recomendada para cães é de 10 a 15 mg por kg de peso, a cada 8 horas. O paracetamol deve ser evitado em casos de doenças hepáticas ou renais.
    2. Dimenidrinato
      O dimenidrinato é um antiemético, ou seja, previne e trata o enjoo e o vômito. Ele pode ser usado em cães e gatos que sofrem com o enjoo em carros ou náuseas por outras causas. A dose recomendada para cães é de 4 a 8 mg por kg de peso, a cada 8 horas. A dose recomendada para gatos é de 12,5 mg por animal, uma vez ao dia.
    3. Bisacodil
      O bisacodil é um laxante, ou seja, estimula o funcionamento do intestino. Ele pode ser usado em cães e gatos que sofrem com prisão de ventre. A dose recomendada para cães é de 1 comprimido de 5 a 20 mg, uma vez ao dia, ou meio a dois supositórios pediátricos (10 mg), uma vez ao dia. A dose recomendada para gatos é de 1 comprimido de 5 mg, uma vez ao dia, ou meio supositório pediátrico, uma vez ao dia.
    4. Plantago ovata
      O plantago ovata é uma fibra natural que ajuda a regular o trânsito intestinal. Ele pode ser usado em cães e gatos que sofrem com prisão de ventre ou diarreia. A dose recomendada para cães é de 1 colher de sopa para cada 5 a 12 kg de peso, misturada na comida. A dose recomendada para gatos é de meia a uma colher de sopa, misturada na comida.
    5. Povidine
      O povidine é um antisséptico tópico, ou seja, previne e trata infecções na pele. Ele pode ser usado em cães e gatos que apresentam feridas ou cortes na pele. A forma de uso é aplicar o produto na área afetada, após limpar bem com água e sabão neutro.
    6. Mentol, cânfora e óleo de eucalipto
      O mentol, a cânfora e o óleo de eucalipto são substâncias que aliviam a congestão nasal e facilitam a respiração. Eles podem ser usados em cães e gatos que apresentam sintomas de resfriado ou gripe. A forma de uso é aplicar uma pequena quantidade no queixo do animal, para que ele possa inalar os vapores.
    7. Pedialyte ou Gatorade
      O Pedialyte ou o Gatorade são soluções hidroeletrolíticas, ou seja, repõem os líquidos e os sais minerais perdidos pelo organismo. Eles podem ser usados em cães e gatos que apresentam desidratação por diarreia, vômito ou outras causas. A forma de uso é misturar meio a meio com a água e oferecer ao animal.

    Lembrando: antes de medicar o seu pet com qualquer produto, consulte sempre um veterinário para saber a dose correta e os possíveis efeitos colaterais.

  • Venda de medicamentos veterinários fracionados pode reduzir preços

    Criadores e donos de animais poderão comprar medicamentos veterinários fracionados. A proposta (PLC 59/2017), aprovada pelo Plenário do Senado, pretende reduzir o preço desses remédios, além de evitar desperdícios e a automedicação.

    O relatório da senadora Lídice da Mata (PSB-BA) prevê que as embalagens fracionadas precisam ter todas as informações sobre o medicamento, como dosagem, indicação e efeitos colaterais. Quem dá mais informações é o repórter Floriano Filho, da Rádio Senado.