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  • Grupos de família no WhatsApp são os que mais disseminam fake news

    Dois dias depois da morte da vereadora Marielle Franco, no Rio de Janeiro, a estudante de artes plásticas em São Paulo, Michele Karniol, de 20 anos, começou a ser bombardeada com fake news envolvendo a vereadora. Ela se lembra de, pelo menos, três boatos sobre o caso. Todos chegaram pelos grupos da família no WhatsApp.

    Sonora: “Dos parentes mais velhos: tio, sabe? irmão da minha avó, irmã da minha vó, sabe?”

    Assim como Michele, mais da metade das pessoas que receberam mensagens WhatsApp com fake news sobre a vereadora estavam em grupos de família. A constatação está no estudo feito pelo Monitor do Debate Político no Meio Digital, da Universidade de São Paulo (USP).

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    Segundo o estudo, o boato mais compartilhado foi um texto ligando Marielle ao traficante Marcinho VP; 916 entrevistados receberam a mensagem; 51% deles responderam que ela veio por grupos da família; 32% receberam em grupos de amigos e 9% de colegas de trabalho.

    O professor Pablo Ortelado, um dos responsáveis pela pesquisa, diz que uma das hipóteses é a de que, em grupos mais íntimos, as pessoas ficam mais à vontade para divulgar informações sem checar.

    Sonora: “O ônus é menor porque se você se expõe em família com um conteúdo assim especulativo, você provavelmente vai ser menos julgado do que se você estiver num ambiente mais impessoal, por exemplo, um grupo de trabalho, onde as pessoas vão te julgar, ou num grupo de amigos onde as pessoas podem ter opiniões mais dissidentes, contrárias.

    Outra avaliação do pesquisador é a de que, como os grupos de WhatsApp são de difícil monitoramento, eles acabam se transformando em um instrumento propício à divulgação de fake news.

    Sonora: “A gente acredita que os grupos políticos, quando eles têm estratégias mais sujas de difamação eles utilizam mais esse instrumento porque é muito difícil de ser monitorado.”

    No caso de Marielle, o primeiro boato circulou apenas duas horas e meia depois do assassinato. Um vídeo de uma rua escura acompanhado de um texto que dizia se tratar de um crime comum. O estudou não buscou de onde saiu o boato.

    Sonora: “A gente não sabe se é um autor político malicioso, se é uma coisa mais espontânea, a gente não sabe, inclusive, se isso não está ligado aos próprios executantes do crime participaram da divulgação desses boatos.”

    Segundo o estudo, só depois as fake news chegaram a outras redes sociais como o Twitter e o Facebook. O ápice se deu quando o deputado Alberto Fraga, do DEM, e a desembargadora Marília Castro Neves compartilharam as mensagens em suas próprias redes e os boatos foram parar nos grandes veículos de comunicação.

    A pesquisa avaliou as respostas de 2.520 que responderam o questionário, que ficou disponível nas páginas Quebrando o Tabu e da vereadora Marielle, entre os dias 26 de março e 3 abril. A estimativa é que seis a cada 10 brasileiros usem o WhatsApp como forma de comunicação. Com informações da Radioagência Nacional.

  • Golpe da recarga grátis fez 20 mil vítimas em menos de 24 horas

    Um novo golpe praticado através do WhatsApp está fazendo um estrago gigantesco e pegou até famosos e influenciadores digitais. Prometendo dar R$ 70 em crédito de recargas para celular, o golpe já fez mais de 20 mil vítimas em menos de 24 horas.

    Segundo informa a empresa de cibersegurança PSafe, ele funciona assim:

    A vítima recebe uma mensagem em seu WhatsApp vinda de um de seus contatos. Na mensagem há um link malicioso que, ao clicar nele, a vítima é levada a um site cheio de depoimentos falsos. Entre os depoimentos vemos algo como “Consegui de primeira e já fiz várias vezes” e “Nunca mais compro crédito, agora só convidando amigos”.

    Ao clicarem no link, as vítimas são incentivadas a compartilharem a mensagem com um determinado número de amigos. Durante o processo uma barra de progresso vai enchendo mostrando quanto falta para receber os créditos grátis.

    Depois de completar o golpe, a vítima recebe uma mensagem de que o recebeu os R$70, mas na realidade é tudo mentira. Além de perder tempo, correr riscos quanto a segurança do aparelho e de ter seus dados roubados, quem cai nesse golpe acaba contribuindo para dissemina-lo ainda mais.

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    Antes de clicar em qualquer link que chega por e-mail, WhatsApp ou Facebook, é altamente recomendado que você verifique se é seguro ou algum tipo de golpe. Existe uma ferramenta capaz de PSafe que te informa se o linke é seguro ou não. Para acessar, basta clicar aqui.

  • WhatsApp cria recurso para informar mudança de número de telefone

    Toda vez que mudamos de número de telefone é a maior dor de cabeça para informar a todos o novo contato. As redes sociais acabam sendo uma alternativa mais prática, mas ainda assim ter que avisar pessoa por pessoa requer um pouco de tempo.

    Pensando nisso, uma nova versão do WhatsApp irá possibilitar o envio de notificação em caso de alteração. Foi criada uma opção chamada “Alterar/Mudar número”, onde você poderá escolher se quer notificar os contatos sobre o novo número.

    A novidade já está disponível na versão beta do aplicativo para Android (2.18.97) e, em breve, também estará para iPhones.

  • WhatsApp aumenta tempo para excluir mensagens enviadas

    Se arrependeu de ter enviado uma mensagem se declarando para o crush? Agora você terá tempo de sobra para apagar. O WhatsApp aumentou o tempo que antes era de 7 minutos para uma hora, oito minutos e 16 segundos.

    A atualização do iOS 2.18.31 já está disponível na App Store.

    Mas vale lembrar, que ainda assim, é bom não demorar muito para apagar uma mensagem “errada”. Afinal, depois pode ser tarde demais.

  • WhatsApp irá informar quando uma mensagem for encaminhada

    Nada de segredos e mais segurança é o que as mudanças feitas no WhatsApp têm prometido. A novidade da vez é sobre o encaminhamento de mensagens. O aplicativo passará a informar quando isso ocorrer.

    A medida também é uma forma de combater a disseminação de spam.

    A novidade foi encontrada na versão beta mais recente para Android. Agora, quando uma mensagem for encaminhada, um aviso será mostrado na bolha de conversa, como pode ser visto na imagem abaixo:

  • Novo golpe do WhatsApp espalha promoção da marca ‘O Boticário’

    Mais um golpe anda rondando o WhatsApp. Só que dessa vez utiliza a marca ‘O Boticário’. A empresa está divulgando uma linha nova de produtos e os cibercriminosos estão usando a novidade para roubar dados e informações das vítimas.

    Está funcionando assim:

    Ao clicar no link enviado por mensagem, o usuário é redirecionado para uma página que questiona se ele gostaria de receber a amostra grátis. Quando clica na resposta “Sim, claro”, a pessoa, na verdade, está concedendo a permissão de receber notificações futuras do hacker, que podem ser utilizadas posteriormente para realizar outros golpes.

    Depois disso, a vítima é levada a responder três perguntas e compartilhar a falsa promoção com os contatos do WhatsApp.

    Para evitar cair neste tipo de golpe, é importante que a pessoa verifique a veracidade da promoção. O link divulgado pelos cibercriminosos, por exemplo, é diferente do link da campanha original. Além disso, a mensagem enviada por WhatsApp possui erros gramaticais e no nome da empresa citada.

  • Lei pode impedir inclusão em grupos do WhatsApp sem a pessoa ser avisada

    Sabe isso de as pessoas te adicionarem em um grupo do WhatsApp sem te informar ou incluir em fóruns do Facebook? Deve acabar.

    O Projeto de Lei 347/2016, de autoria da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), visa alterar o Marco Civil da Internet para “exigir o prévio consentimento do usuário nos processos de cadastramento e envio de convites para participação em redes e mídias sociais.

    Além disso, o projeto quer exigir consentimento prévio do usuário antes do seu cadastramento nos “grupos, páginas, comunidades e similares” dessas mesmas redes e mídias sociais.

    A pena para o descumprimento seria cobrada da empresa de tecnologia em questão, como o WhatsApp ou o Facebook.

    A rede social ou app de mensagem é quem deve registrar em seu banco de dados a prova de que o usuário deu consentimento à sua inclusão em um grupo ou comunidade. As possíveis sanções vão desde uma simples advertência até multa ou suspensão da atividade da empresa no Brasil.

  • WhatsApp deve ganhar chamada de voz e vídeo em grupo

    Os grupos de WhatsApp contarão agora com um novo recurso. Já está disponível na versão beta 2.17.443 do aplicativo a possibilidade de iniciar um conversa em áudio e vídeo dentro de um grupo.

    A princípio, as chamadas em grupo suportam apenas três pessoas, mas a plataforma deve liberar um número maior de usuários com o passar do tempo.

    Ainda não se sabe quando esta função será liberada oficialmente para a base de usuários.

    Além disso, a versão de testes removeu a opção “Mostrar todos os contatos”, que é exibido para o sistema operacional Android e permite ver também os contatos ocultos.

  • WhatsApp deve lançar novas figurinhas para conversa

    Os maiores mensageiros da atualidade vivem em constante batalha para adotarem novas funcionalidades. Atualmente, o Whats tem realizado testes para adotar as famosas figurinhas do Telegram.

    Elas são conhecidas como “stickers” e foram lançadas na versão beta 2.18.19 e a 2.18.21, para sistema Android.

    A empresa ainda não se pronunciou sobre liberar a novidade aos usuários do iOS.

  • Novo golpe do WhatsApp oferece um ano de plano de saúde gratuito

    Mais uma fraude anda rolando no WhatsApp. Dessa vez a falsa promoção oferece um ano de plano de saúde gratuito, em nome da empresa Unimed.

    Junto a oferta, a mensagem traz também um link que direciona para um questionário disfarçado de pesquisa, seguindo da opção de compartilhamento para chamar ainda mais amigos.

    O objetivo dos criminosos seria ganhar dinheiro com tráfego e instalações de apps ilegítimos.

    A mensagem foi denunciada pelo pesquisador de segurança sênior da Kaspersky Fabio Assolini. Segundo ele, o golpe tem origem em três sites enganosos, que solicitam o envio de notificações via navegador.Em seguida, é emitido um alerta de que o usuário seria o ganhador de um ano de plano de saúde gratuito.

    Se você receber alguma mensagem suspeita de algum contato ou grupo do WhatsApp, a recomendação é jamais clicar em qualquer link anexado e tampouco fornecer dados pessoais. Na dúvida, acesse o site oficial da empresa em questão e veja se há alguma referência à suposta promoção.

    A campanha maliciosa foi retirada do ar após a denúncia de Fabio Assolini no Twitter. Procurada pelo Olhar Digital, a Unimed não respondeu até o fechamento desta reportagem.