Segundo dados divulgados pela Public Health England (PHE), agência do Departamento de Saúde do Reino Unido, a proteção foi observada de três a quatro semanas após a aplicação da primeira dose dos imunizantes da Oxford-AstraZeneca e Pfizer-BioNTech.
Apesar do bom resultado, cientistas defendem a aplicação da segunda dose para garantir proteção próxima de 100%.
No Brasil, o governo federal ainda não tem contrato de compra da vacina Pfizer-BioNTech. Já o imunizante da Oxford-AstraZeneca teve lotes adquiridos e está sendo produzida em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz.
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