Autor: Clara Bittencourt

  • A importância da Lei de Acesso à Informação para fiscalizar os gastos políticos

    A importância da Lei de Acesso à Informação para fiscalizar os gastos políticos

    A LAI – Lei de Acesso à Informação é um instrumento que garante o direito de qualquer pessoa solicitar e receber informações públicas dos órgãos e entidades do Estado.

    A Lei de Acesso à Informação (LAI), Lei nº 12.527/2011, regulamenta o direito constitucional de acesso às informações públicas produzidas ou custodiadas pelos órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluindo os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o Ministério Público e os Tribunais de Conta. A LAI também se aplica às entidades privadas sem fins lucrativos que recebam recursos públicos.

    A LAI é um instrumento que permite ao cidadão exercer o controle social sobre a gestão pública, fiscalizando o uso dos recursos públicos e a atuação dos agentes políticos. Por meio da LAI, é possível solicitar informações sobre os gastos públicos com obras, serviços, salários, diárias, viagens, licitações, contratos, convênios, entre outros. Essas informações devem ser fornecidas de forma clara, objetiva e transparente, respeitando-se o prazo legal de 20 dias, prorrogável por mais 10 dias.

    A LAI também estabelece que as informações públicas devem ser divulgadas proativamente pelos órgãos e entidades públicos, por meio de portais na internet ou outros meios de comunicação. Essa divulgação deve abranger, no mínimo, as informações exigidas pelo art. 8º da LAI, que incluem as competências, estrutura organizacional, endereços e telefones das unidades e horários de atendimento ao público; os registros de quaisquer repasses ou transferências de recursos financeiros; os registros das despesas; as informações sobre licitações, contratos, convênios e parcerias; entre outras.

    A importância da LAI para fiscalizar os gastos políticos é evidente em um cenário de crise econômica e social, agravada pela pandemia da Covid-19. A transparência e o acesso à informação são fundamentais para garantir a eficiência, a eficácia e a efetividade das políticas públicas, bem como para prevenir e combater a corrupção e o desperdício de recursos públicos. A LAI é um direito de todos e um dever do Estado.

    A Lei de Acesso à Informação (LAI), Lei nº 12.527/2011, regulamenta o direito constitucional de acesso às informações públicas produzidas ou custodiadas pelos órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluindo os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o Ministério Público e os Tribunais de Conta. A LAI também se aplica às entidades privadas sem fins lucrativos que recebam recursos públicos.

    A LAI é um instrumento que permite ao cidadão exercer o controle social sobre a gestão pública, fiscalizando o uso dos recursos públicos e a atuação dos agentes políticos. Por meio da LAI, é possível solicitar informações sobre os gastos públicos com obras, serviços, salários, diárias, viagens, licitações, contratos, convênios, entre outros. Essas informações devem ser fornecidas de forma clara, objetiva e transparente, respeitando-se o prazo legal de 20 dias, prorrogável por mais 10 dias.

    A LAI também estabelece que as informações públicas devem ser divulgadas proativamente pelos órgãos e entidades públicos, por meio de portais na internet ou outros meios de comunicação. Essa divulgação deve abranger, no mínimo, as informações exigidas pelo art. 8º da LAI, que incluem as competências, estrutura organizacional, endereços e telefones das unidades e horários de atendimento ao público; os registros de quaisquer repasses ou transferências de recursos financeiros; os registros das despesas; as informações sobre licitações, contratos, convênios e parcerias; entre outras.

    A importância da LAI para fiscalizar os gastos políticos é evidente em um cenário de crise econômica e social, agravada pela pandemia da Covid-19. A transparência e o acesso à informação são fundamentais para garantir a eficiência, a eficácia e a efetividade das políticas públicas, bem como para prevenir e combater a corrupção e o desperdício de recursos públicos. A LAI é um direito de todos e um dever do Estado.

  • Qualidade do ar insalubre: um problema de saúde pública

    Qualidade do ar insalubre: um problema de saúde pública

    Como a poluição atmosférica afeta a saúde das pessoas e o que pode ser feito para reduzi-la

    A qualidade do ar é um indicador da presença de poluentes na atmosfera que podem causar danos à saúde humana e ao meio ambiente. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), quase toda a população do mundo (99%) respira ar que excede os limites de qualidade recomendados pela agência, o que ameaça a sua saúde.

    A má qualidade do ar pode prejudicar a saúde por toda a vida, destacando-se: as doenças pulmonares, cardiovasculares e acidentes vasculares cerebrais, a disposição ao câncer e ao diabetes; o desenvolvimento dos bebês ainda antes de nascerem; a demência em adultos e o desenvolvimento cognitivo em crianças.

    Os principais poluentes do ar são o material particulado (MP), especialmente o MP2,5, que tem diâmetro menor ou igual a 2,5 micrômetros e pode penetrar profundamente nos pulmões e na corrente sanguínea, e o dióxido de nitrogênio (NO2), um gás que contribui para a formação de ozônio e MP. Ambos se originam principalmente de atividades humanas relacionadas à queima de combustíveis fósseis, como o tráfego de veículos, as indústrias e as termelétricas.

    Para reduzir os níveis de poluição do ar, é preciso adotar medidas tangíveis, como diminuir o uso de combustíveis fósseis e aumentar o uso de fontes renováveis de energia, melhorar o transporte público e incentivar modos alternativos de mobilidade, como a bicicleta e a caminhada, implantar padrões mais rigorosos de emissões veiculares e industriais, monitorar e divulgar os dados de qualidade do ar para a população e implementar políticas integradas que considerem os benefícios mútuos para a saúde e o clima.

    A qualidade do ar insalubre é um problema de saúde pública que requer ação urgente e conjunta de governos, empresas e sociedade civil. Respirar ar limpo é um direito humano fundamental e uma condição essencial para uma vida saudável e sustentável.

    A qualidade do ar é um indicador da presença de poluentes na atmosfera que podem causar danos à saúde humana e ao meio ambiente. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), quase toda a população do mundo (99%) respira ar que excede os limites de qualidade recomendados pela agência, o que ameaça a sua saúde.

    A má qualidade do ar pode prejudicar a saúde por toda a vida, destacando-se: as doenças pulmonares, cardiovasculares e acidentes vasculares cerebrais, a disposição ao câncer e ao diabetes; o desenvolvimento dos bebês ainda antes de nascerem; a demência em adultos e o desenvolvimento cognitivo em crianças.

    Os principais poluentes do ar são o material particulado (MP), especialmente o MP2,5, que tem diâmetro menor ou igual a 2,5 micrômetros e pode penetrar profundamente nos pulmões e na corrente sanguínea, e o dióxido de nitrogênio (NO2), um gás que contribui para a formação de ozônio e MP. Ambos se originam principalmente de atividades humanas relacionadas à queima de combustíveis fósseis, como o tráfego de veículos, as indústrias e as termelétricas.

    Para reduzir os níveis de poluição do ar, é preciso adotar medidas tangíveis, como diminuir o uso de combustíveis fósseis e aumentar o uso de fontes renováveis de energia, melhorar o transporte público e incentivar modos alternativos de mobilidade, como a bicicleta e a caminhada, implantar padrões mais rigorosos de emissões veiculares e industriais, monitorar e divulgar os dados de qualidade do ar para a população e implementar políticas integradas que considerem os benefícios mútuos para a saúde e o clima.

    A qualidade do ar insalubre é um problema de saúde pública que requer ação urgente e conjunta de governos, empresas e sociedade civil. Respirar ar limpo é um direito humano fundamental e uma condição essencial para uma vida saudável e sustentável.

  • Câncer de pulmão: o que você precisa saber sobre a doença que vitimou Rita Lee

    Câncer de pulmão: o que você precisa saber sobre a doença que vitimou Rita Lee

    A cantora Rita Lee, que anunciou em maio de 2021 que foi diagnosticada com câncer de pulmão, morreu nesta segunda-feira (8).

    O câncer de pulmão é o segundo tipo mais frequente tanto em homens quanto em mulheres no Brasil, ficando atrás apenas dos tumores de próstata e de mama, respectivamente. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), são cerca de 30 mil novos casos e 29 mil mortes por ano no país.

    O principal fator de risco para o câncer de pulmão é o tabagismo, que está relacionado a 90% dos casos. Rita Lee já declarou ser fumante em várias ocasiões. Outros fatores que podem aumentar o risco são a exposição à poluição do ar, à radiação e a substâncias químicas como amianto e arsênio.

    Os sintomas mais comuns do câncer de pulmão são tosse persistente, falta de ar, dor no peito, rouquidão, perda de peso e apetite, escarro com sangue e infecções respiratórias frequentes. O diagnóstico é feito por meio de exames como radiografia, tomografia e biópsia.

    O tratamento do câncer de pulmão depende do tipo, do tamanho e da localização do tumor, além do estado geral de saúde do paciente. As opções incluem cirurgia, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia. Esta última é uma modalidade que estimula o sistema imunológico a combater as células cancerígenas. Graças aos avanços nessa área, a sobrevida dos pacientes com câncer de pulmão aumentou nos últimos anos.

    A escolha do melhor tratamento deve ser feita pelo médico oncologista, em conjunto com o paciente, levando em conta os benefícios e os riscos de cada opção. O objetivo é oferecer a melhor chance de cura ou controle da doença, com a menor toxicidade possível.

    O câncer de pulmão é o segundo tipo mais frequente tanto em homens quanto em mulheres no Brasil, ficando atrás apenas dos tumores de próstata e de mama, respectivamente. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), são cerca de 30 mil novos casos e 29 mil mortes por ano no país.

    O principal fator de risco para o câncer de pulmão é o tabagismo, que está relacionado a 90% dos casos. Rita Lee já declarou ser fumante em várias ocasiões. Outros fatores que podem aumentar o risco são a exposição à poluição do ar, à radiação e a substâncias químicas como amianto e arsênio.

    Os sintomas mais comuns do câncer de pulmão são tosse persistente, falta de ar, dor no peito, rouquidão, perda de peso e apetite, escarro com sangue e infecções respiratórias frequentes. O diagnóstico é feito por meio de exames como radiografia, tomografia e biópsia.

    O tratamento do câncer de pulmão depende do tipo, do tamanho e da localização do tumor, além do estado geral de saúde do paciente. As opções incluem cirurgia, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia. Esta última é uma modalidade que estimula o sistema imunológico a combater as células cancerígenas. Graças aos avanços nessa área, a sobrevida dos pacientes com câncer de pulmão aumentou nos últimos anos.

    A escolha do melhor tratamento deve ser feita pelo médico oncologista, em conjunto com o paciente, levando em conta os benefícios e os riscos de cada opção. O objetivo é oferecer a melhor chance de cura ou controle da doença, com a menor toxicidade possível.

  • WaterTok: a nova moda de água saborizada que conquistou o TikTok

    WaterTok: a nova moda de água saborizada que conquistou o TikTok

    Você já ouviu falar em WaterTok? Esse é o nome de uma nova tendência que surgiu no TikTok, a rede social de vídeos curtos que faz sucesso entre os jovens.

    A ideia é incrementar a água com xaropes, pós, corantes e intensificadores de sabor, criando bebidas coloridas e variadas. A hashtag #WaterTok já tem mais de 231 milhões de visualizações na plataforma e mostra usuários compartilhando suas receitas de água do dia.

    A WaterTok parece ter começado com a criadora Tonya, também conhecida como @takingmylifebackat42, que cria as mais variadas e criativas águas saborizadas, como maçã com caramelo salgado e até água de melancia com algodão doce. Ela diz que a bebida é uma forma de se manter hidratada e saudável, já que os xaropes e pós que usa são de baixa caloria e sem açúcar.

    Mas nem todos os ingredientes usados na WaterTok são tão inocentes assim. Alguns aditivos são ricos em açúcar e podem causar picos de insulina, fome e até problemas mais graves a longo prazo, como diabetes e danos hepáticos. Além disso, o consumo excessivo de corantes e aromatizantes pode provocar alergias e acnes.

    Por isso, os especialistas não recomendam que as receitas de água sejam amplamente usadas. Eles sugerem que a água seja preparada com elementos naturais, como frutas, ervas e especiarias. Assim, é possível ter uma hidratação adequada sem comprometer a saúde.

    A WaterTok é mais um exemplo de como o TikTok influencia o comportamento das pessoas, especialmente nos Estados Unidos. Mas é preciso ter cuidado com as modas que surgem na internet e sempre consultar fontes confiáveis antes de aderir a elas.

    A ideia é incrementar a água com xaropes, pós, corantes e intensificadores de sabor, criando bebidas coloridas e variadas. A hashtag #WaterTok já tem mais de 231 milhões de visualizações na plataforma e mostra usuários compartilhando suas receitas de água do dia.

    A WaterTok parece ter começado com a criadora Tonya, também conhecida como @takingmylifebackat42, que cria as mais variadas e criativas águas saborizadas, como maçã com caramelo salgado e até água de melancia com algodão doce. Ela diz que a bebida é uma forma de se manter hidratada e saudável, já que os xaropes e pós que usa são de baixa caloria e sem açúcar.

    Mas nem todos os ingredientes usados na WaterTok são tão inocentes assim. Alguns aditivos são ricos em açúcar e podem causar picos de insulina, fome e até problemas mais graves a longo prazo, como diabetes e danos hepáticos. Além disso, o consumo excessivo de corantes e aromatizantes pode provocar alergias e acnes.

    Por isso, os especialistas não recomendam que as receitas de água sejam amplamente usadas. Eles sugerem que a água seja preparada com elementos naturais, como frutas, ervas e especiarias. Assim, é possível ter uma hidratação adequada sem comprometer a saúde.

    A WaterTok é mais um exemplo de como o TikTok influencia o comportamento das pessoas, especialmente nos Estados Unidos. Mas é preciso ter cuidado com as modas que surgem na internet e sempre consultar fontes confiáveis antes de aderir a elas.

  • Preço da cesta básica sobe em 14 capitais brasileiras em abril

    Preço da cesta básica sobe em 14 capitais brasileiras em abril

    O custo da cesta básica aumentou em 14 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) no mês de abril.

    Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira (5), a cesta mais cara do país continua sendo a de São Paulo, que custou R$ 639,47 em abril, um aumento de 1,68% em relação a março.

    As outras capitais que registraram alta nos preços foram: Belém (3,28%), Fortaleza (2,75%), Salvador (2,72%), Brasília (2,58%), Rio de Janeiro (2,46%), Curitiba (1,86%), Aracaju (1,63%), Florianópolis (1,62%), Recife (1,61%), Porto Alegre (1,04%), Vitória (0,99%) e Natal (0,48%).

    As únicas capitais que tiveram queda nos preços foram Campo Grande (-1,92%), Goiânia (-0,99%) e Belo Horizonte (-0,45%).

    O Dieese calcula o valor da cesta básica com base na quantidade de alimentos essenciais que uma pessoa adulta precisa para se alimentar durante um mês. Esses alimentos são: arroz, feijão, carne bovina, leite integral, farinha de trigo, pão francês, banana-prata, tomate, óleo de soja, açúcar e café em pó.

    Entre os produtos que mais influenciaram a alta da cesta básica em abril estão o óleo de soja, o tomate e a carne bovina. Por outro lado, o arroz e o feijão tiveram redução de preço na maioria das capitais.

    O Dieese também calcula o salário mínimo necessário para uma família de quatro pessoas se manter. Em abril, esse valor foi estimado em R$ 5.330,69, o que corresponde a 4,85 vezes o salário mínimo vigente de R$ 1.100.

    Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira (5), a cesta mais cara do país continua sendo a de São Paulo, que custou R$ 639,47 em abril, um aumento de 1,68% em relação a março.

    As outras capitais que registraram alta nos preços foram: Belém (3,28%), Fortaleza (2,75%), Salvador (2,72%), Brasília (2,58%), Rio de Janeiro (2,46%), Curitiba (1,86%), Aracaju (1,63%), Florianópolis (1,62%), Recife (1,61%), Porto Alegre (1,04%), Vitória (0,99%) e Natal (0,48%).

    As únicas capitais que tiveram queda nos preços foram Campo Grande (-1,92%), Goiânia (-0,99%) e Belo Horizonte (-0,45%).

    O Dieese calcula o valor da cesta básica com base na quantidade de alimentos essenciais que uma pessoa adulta precisa para se alimentar durante um mês. Esses alimentos são: arroz, feijão, carne bovina, leite integral, farinha de trigo, pão francês, banana-prata, tomate, óleo de soja, açúcar e café em pó.

    Entre os produtos que mais influenciaram a alta da cesta básica em abril estão o óleo de soja, o tomate e a carne bovina. Por outro lado, o arroz e o feijão tiveram redução de preço na maioria das capitais.

    O Dieese também calcula o salário mínimo necessário para uma família de quatro pessoas se manter. Em abril, esse valor foi estimado em R$ 5.330,69, o que corresponde a 4,85 vezes o salário mínimo vigente de R$ 1.100.

  • Zune: o que foi, como usar e onde encontrar o player da Microsoft

    Zune: o que foi, como usar e onde encontrar o player da Microsoft

    O Zune foi um player de mídia digital lançado pela Microsoft em 2006, com o objetivo de concorrer com o iPod da Apple.

    O aparelho tinha capacidade de armazenar músicas, vídeos, podcasts e imagens, além de se conectar à internet via Wi-Fi e sincronizar com o serviço online Zune Marketplace.

    Para usar o Zune, era necessário instalar o software Zune em um computador com Windows, que permitia gerenciar a biblioteca de mídia, criar listas de reprodução, gravar CDs, se inscrever em podcasts e acessar a loja online. O software também reconhecia automaticamente as músicas que estavam no computador e as adicionava à coleção.

    O Zune teve quatro gerações de modelos, sendo o último lançado em 2009. Em 2011, a Microsoft anunciou o fim da produção do aparelho e o encerramento do serviço online em 2015. No entanto, ainda é possível encontrar alguns modelos à venda em sites como Amazon e eBay, além de comunidades de fãs que mantêm o software funcionando.

    Se você tem um Zune ou quer saber mais sobre esse player histórico, confira alguns artigos que selecionamos sobre o assunto:

    • HOME | ZUNE DENIM: https://www.zune.com.br/

    • Microsoft Zune: como usar – TecMundo: https://www.tecmundo.com.br/tutorial/24563-microsoft-zune-como-usar.htm

    • Microsoft Zune in 2022 – Can You Still Use It? – YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=uvCQ-stETiI

    O aparelho tinha capacidade de armazenar músicas, vídeos, podcasts e imagens, além de se conectar à internet via Wi-Fi e sincronizar com o serviço online Zune Marketplace.

    Para usar o Zune, era necessário instalar o software Zune em um computador com Windows, que permitia gerenciar a biblioteca de mídia, criar listas de reprodução, gravar CDs, se inscrever em podcasts e acessar a loja online. O software também reconhecia automaticamente as músicas que estavam no computador e as adicionava à coleção.

    O Zune teve quatro gerações de modelos, sendo o último lançado em 2009. Em 2011, a Microsoft anunciou o fim da produção do aparelho e o encerramento do serviço online em 2015. No entanto, ainda é possível encontrar alguns modelos à venda em sites como Amazon e eBay, além de comunidades de fãs que mantêm o software funcionando.

    Se você tem um Zune ou quer saber mais sobre esse player histórico, confira alguns artigos que selecionamos sobre o assunto:

    • HOME | ZUNE DENIM: https://www.zune.com.br/

    • Microsoft Zune: como usar – TecMundo: https://www.tecmundo.com.br/tutorial/24563-microsoft-zune-como-usar.htm

    • Microsoft Zune in 2022 – Can You Still Use It? – YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=uvCQ-stETiI
  • OMS declara fim da emergência global da Covid-19: o que isso significa?

    OMS declara fim da emergência global da Covid-19: o que isso significa?

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta sexta-feira (5) que a Covid-19 não configura mais emergência em saúde pública de importância internacional.

    De acordo com a entidade, o vírus se classifica agora como “problema de saúde estabelecido e contínuo”.

    A decisão foi baseada nas recomendações do Comitê de Emergência da OMS, que observou a tendência decrescente nas mortes por Covid-19, o avanço da vacinação em diversos países e a melhora da capacidade de resposta dos sistemas de saúde.

    No entanto, isso não significa que a pandemia acabou ou que os cuidados podem ser relaxados. A OMS alertou que o vírus continua circulando pelo mundo e que há risco de surgimento de novas variantes. Além disso, muitas regiões ainda enfrentam desafios para conter a transmissão e garantir o acesso às vacinas.

    A OMS declarou a Covid-19 como emergência global em 30 de janeiro de 2020, quando o vírus já havia se espalhado por mais de 19 países. Desde então, foram registrados mais de 765 milhões de casos e 6,9 milhões de mortes pela doença.

    A mudança de status da Covid-19 implica que a OMS não precisa mais convocar reuniões periódicas do Comitê de Emergência para avaliar a situação e emitir recomendações. No entanto, a organização continuará monitorando e apoiando os países no enfrentamento da pandemia.

    De acordo com a entidade, o vírus se classifica agora como “problema de saúde estabelecido e contínuo”.

    A decisão foi baseada nas recomendações do Comitê de Emergência da OMS, que observou a tendência decrescente nas mortes por Covid-19, o avanço da vacinação em diversos países e a melhora da capacidade de resposta dos sistemas de saúde.

    No entanto, isso não significa que a pandemia acabou ou que os cuidados podem ser relaxados. A OMS alertou que o vírus continua circulando pelo mundo e que há risco de surgimento de novas variantes. Além disso, muitas regiões ainda enfrentam desafios para conter a transmissão e garantir o acesso às vacinas.

    A OMS declarou a Covid-19 como emergência global em 30 de janeiro de 2020, quando o vírus já havia se espalhado por mais de 19 países. Desde então, foram registrados mais de 765 milhões de casos e 6,9 milhões de mortes pela doença.

    A mudança de status da Covid-19 implica que a OMS não precisa mais convocar reuniões periódicas do Comitê de Emergência para avaliar a situação e emitir recomendações. No entanto, a organização continuará monitorando e apoiando os países no enfrentamento da pandemia.

  • Reforma tributária pode elevar isenção do IR para R$ 4 mil em 2025, diz Haddad

    Reforma tributária pode elevar isenção do IR para R$ 4 mil em 2025, diz Haddad

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (5) que a reforma tributária em discussão no Congresso pode permitir um aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda para R$ 4 mil em 2025.

    Em entrevista à rádio CBN, ele disse que a proposta do governo prevê uma simplificação e uma redistribuição da carga tributária, sem aumentar a arrecadação.

    Segundo Haddad, a reforma tributária vai reduzir os impostos sobre o consumo e aumentar os impostos sobre a renda e o patrimônio, especialmente dos mais ricos. Ele defendeu que essa mudança vai tornar o sistema tributário mais justo e eficiente, estimulando o crescimento econômico e a geração de empregos.

    O ministro explicou que o aumento da faixa de isenção do IR depende de outras medidas que vão compensar a perda de receita, como a revisão das deduções e das alíquotas. Ele disse que o governo está aberto ao diálogo com os parlamentares e com a sociedade para construir um consenso em torno da reforma.

    Haddad também comentou sobre outros temas relacionados à economia, como a inflação, o câmbio, o endividamento público e a retomada da atividade após a pandemia. Ele reafirmou o compromisso do governo com o teto de gastos e com a agenda de reformas estruturais.

    Em entrevista à rádio CBN, ele disse que a proposta do governo prevê uma simplificação e uma redistribuição da carga tributária, sem aumentar a arrecadação.

    Segundo Haddad, a reforma tributária vai reduzir os impostos sobre o consumo e aumentar os impostos sobre a renda e o patrimônio, especialmente dos mais ricos. Ele defendeu que essa mudança vai tornar o sistema tributário mais justo e eficiente, estimulando o crescimento econômico e a geração de empregos.

    O ministro explicou que o aumento da faixa de isenção do IR depende de outras medidas que vão compensar a perda de receita, como a revisão das deduções e das alíquotas. Ele disse que o governo está aberto ao diálogo com os parlamentares e com a sociedade para construir um consenso em torno da reforma.

    Haddad também comentou sobre outros temas relacionados à economia, como a inflação, o câmbio, o endividamento público e a retomada da atividade após a pandemia. Ele reafirmou o compromisso do governo com o teto de gastos e com a agenda de reformas estruturais.

  • Como evitar o golpe do falso ‘Feirão Serasa Limpa Nome’ na internet

    Como evitar o golpe do falso ‘Feirão Serasa Limpa Nome’ na internet

    Você já recebeu algum e-mail ou mensagem oferecendo um desconto incrível para limpar seu nome no Serasa?

    Cuidado, pode ser um golpe. Segundo uma reportagem da Agência Lupa, sites falsos estão usando o nome da empresa de proteção ao crédito para aplicar fraudes e roubar dados pessoais dos consumidores.

    O golpe funciona assim: os criminosos enviam um link para um site que imita o layout do Serasa, mas com um domínio diferente. Lá, eles pedem que o usuário faça um cadastro com seus dados pessoais e bancários, e depois escolha uma das supostas dívidas que estão sendo negociadas com descontos de até 90%. Porém, ao clicar em uma das opções, o usuário é redirecionado para uma página de erro ou para o site oficial do Serasa.

    A reportagem da Lupa consultou o Serasa e confirmou que se trata de uma fraude. A empresa informou que não envia e-mails ou mensagens com links para o Feirão Limpa Nome, e que o único site oficial para consultar e negociar dívidas é o www.serasa.com.br. Além disso, a empresa alertou que nunca solicita dados bancários ou senhas dos consumidores.

    Para evitar cair nesse tipo de golpe, é importante seguir algumas dicas de segurança:

    • Desconfie de ofertas muito vantajosas ou urgentes que chegam por e-mail ou mensagem;

    • Não clique em links suspeitos ou desconhecidos;

    • Verifique se o site tem um cadeado verde na barra de endereço, indicando que é seguro;

    • Digite o endereço do site oficial do Serasa diretamente no navegador;

    • Não forneça seus dados pessoais ou bancários em sites não confiáveis;

    • Monitore seu CPF regularmente e denuncie qualquer movimentação suspeita.

    Cuidado, pode ser um golpe. Segundo uma reportagem da Agência Lupa, sites falsos estão usando o nome da empresa de proteção ao crédito para aplicar fraudes e roubar dados pessoais dos consumidores.

    O golpe funciona assim: os criminosos enviam um link para um site que imita o layout do Serasa, mas com um domínio diferente. Lá, eles pedem que o usuário faça um cadastro com seus dados pessoais e bancários, e depois escolha uma das supostas dívidas que estão sendo negociadas com descontos de até 90%. Porém, ao clicar em uma das opções, o usuário é redirecionado para uma página de erro ou para o site oficial do Serasa.

    A reportagem da Lupa consultou o Serasa e confirmou que se trata de uma fraude. A empresa informou que não envia e-mails ou mensagens com links para o Feirão Limpa Nome, e que o único site oficial para consultar e negociar dívidas é o www.serasa.com.br. Além disso, a empresa alertou que nunca solicita dados bancários ou senhas dos consumidores.

    Para evitar cair nesse tipo de golpe, é importante seguir algumas dicas de segurança:

    • Desconfie de ofertas muito vantajosas ou urgentes que chegam por e-mail ou mensagem;

    • Não clique em links suspeitos ou desconhecidos;

    • Verifique se o site tem um cadeado verde na barra de endereço, indicando que é seguro;

    • Digite o endereço do site oficial do Serasa diretamente no navegador;

    • Não forneça seus dados pessoais ou bancários em sites não confiáveis;

    • Monitore seu CPF regularmente e denuncie qualquer movimentação suspeita.
  • Eclipse lunar penumbral: o que é e como ver esse fenômeno astronômico

    Eclipse lunar penumbral: o que é e como ver esse fenômeno astronômico

    Você já ouviu falar em eclipse lunar penumbral? Esse é um tipo de eclipse que acontece quando a Lua passa pela parte mais clara da sombra da Terra, chamada de penumbra.

    Nesse caso, a Lua não fica totalmente escura, mas apenas um pouco menos brilhante, como se tivesse um véu na frente dela.

    Esse fenômeno pode ser difícil de perceber sem um equipamento adequado, e nem sempre é visível em todas as partes do mundo. Nesta sexta-feira (5), por exemplo, o eclipse lunar penumbral só poderá ser observado em países da África, Ásia e Oceania. No Brasil, infelizmente, não será possível ver o evento.

    Mas como funciona esse tipo de eclipse? Segundo a Nasa, ele ocorre quando o Sol, a Terra e a Lua estão quase alinhados na mesma ordem, mas não totalmente. Isso faz com que a Lua fique sob a penumbra da Terra, que ainda recebe luminosidade do Sol. Por isso, a Lua escurece bem levemente.

    O eclipse lunar penumbral desta sexta durará aproximadamente 4 horas, e terá seu pico às 17h no horário de Brasília. Mas se você não puder ver esse fenômeno, não se preocupe: há outros tipos de eclipses lunares que são mais evidentes e impressionantes, como o eclipse total ou parcial.

    No eclipse total, a Lua entra na parte mais escura da sombra da Terra, chamada de umbra, e fica totalmente coberta por ela. Nesse momento, parte da luz solar que passa pela atmosfera da Terra atinge a superfície da Lua, deixando-a com uma coloração vermelho-alaranjada. Por isso, esse fenômeno também é conhecido como Lua de Sangue.

    No eclipse parcial, a Lua entra parcialmente na umbra da Terra, ficando com uma parte escura e outra clara. Esse fenômeno também é mais fácil de ser observado do que o penumbral.

    Nesse caso, a Lua não fica totalmente escura, mas apenas um pouco menos brilhante, como se tivesse um véu na frente dela.

    Esse fenômeno pode ser difícil de perceber sem um equipamento adequado, e nem sempre é visível em todas as partes do mundo. Nesta sexta-feira (5), por exemplo, o eclipse lunar penumbral só poderá ser observado em países da África, Ásia e Oceania. No Brasil, infelizmente, não será possível ver o evento.

    Mas como funciona esse tipo de eclipse? Segundo a Nasa, ele ocorre quando o Sol, a Terra e a Lua estão quase alinhados na mesma ordem, mas não totalmente. Isso faz com que a Lua fique sob a penumbra da Terra, que ainda recebe luminosidade do Sol. Por isso, a Lua escurece bem levemente.

    O eclipse lunar penumbral desta sexta durará aproximadamente 4 horas, e terá seu pico às 17h no horário de Brasília. Mas se você não puder ver esse fenômeno, não se preocupe: há outros tipos de eclipses lunares que são mais evidentes e impressionantes, como o eclipse total ou parcial.

    No eclipse total, a Lua entra na parte mais escura da sombra da Terra, chamada de umbra, e fica totalmente coberta por ela. Nesse momento, parte da luz solar que passa pela atmosfera da Terra atinge a superfície da Lua, deixando-a com uma coloração vermelho-alaranjada. Por isso, esse fenômeno também é conhecido como Lua de Sangue.

    No eclipse parcial, a Lua entra parcialmente na umbra da Terra, ficando com uma parte escura e outra clara. Esse fenômeno também é mais fácil de ser observado do que o penumbral.