Autor: Clara Bittencourt

  • Sífilis no Brasil: uma epidemia silenciosa que precisa de atenção

    Sífilis no Brasil: uma epidemia silenciosa que precisa de atenção

    A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST) causada pela bactéria Treponema pallidum, que pode trazer complicações graves se não for tratada adequadamente.

    A doença se manifesta em diferentes estágios e pode ser transmitida de uma pessoa infectada para outra por meio de relações sexuais desprotegidas ou da mãe para o bebê durante a gestação ou o parto.

    No Brasil, os casos de sífilis vêm aumentando de forma preocupante nos últimos anos, revelando uma epidemia silenciosa que precisa de atenção. De acordo com o Boletim Epidemiológico de Sífilis 2021, do Ministério da Saúde, foram registrados mais de 167 mil novos casos de sífilis adquirida, 74 mil casos em gestantes e 27 mil casos de sífilis congênita em 2021. Além disso, foram notificados 192 óbitos por sífilis congênita no mesmo ano.

    Os dados mostram que a sífilis é um problema de saúde pública que afeta todas as regiões do país e todos os grupos populacionais, independentemente de idade, sexo ou classe social. A doença pode causar lesões na pele, nos ossos, no sistema cardiovascular e no sistema nervoso central, podendo levar à morte. No caso das gestantes, a sífilis pode provocar aborto, parto prematuro, malformações fetais e morte neonatal.

    A boa notícia é que a sífilis tem cura e o tratamento é simples e gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O diagnóstico é feito por meio de testes rápidos que estão disponíveis nos serviços de saúde e que fornecem o resultado em até 30 minutos. O tratamento é feito com a penicilina benzatina (benzetacil), que é aplicada em doses adequadas de acordo com o estágio da doença.

    Para prevenir a sífilis, é fundamental o uso da camisinha masculina ou feminina em todas as relações sexuais. Essa é a única forma de evitar a infecção pela bactéria. Além disso, as gestantes devem fazer o pré-natal adequado e realizar os testes para sífilis no início da gravidez e em outros momentos indicados pelo profissional de saúde.

    A sífilis é uma doença grave que pode ser evitada com medidas simples e eficazes. Por isso, é importante se informar sobre os sintomas, as formas de transmissão e o tratamento da doença. Também é essencial buscar os serviços de saúde sempre que houver alguma dúvida ou suspeita de infecção. Assim, é possível proteger a sua saúde e a de quem você ama.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    A doença se manifesta em diferentes estágios e pode ser transmitida de uma pessoa infectada para outra por meio de relações sexuais desprotegidas ou da mãe para o bebê durante a gestação ou o parto.

    No Brasil, os casos de sífilis vêm aumentando de forma preocupante nos últimos anos, revelando uma epidemia silenciosa que precisa de atenção. De acordo com o Boletim Epidemiológico de Sífilis 2021, do Ministério da Saúde, foram registrados mais de 167 mil novos casos de sífilis adquirida, 74 mil casos em gestantes e 27 mil casos de sífilis congênita em 2021. Além disso, foram notificados 192 óbitos por sífilis congênita no mesmo ano.

    Os dados mostram que a sífilis é um problema de saúde pública que afeta todas as regiões do país e todos os grupos populacionais, independentemente de idade, sexo ou classe social. A doença pode causar lesões na pele, nos ossos, no sistema cardiovascular e no sistema nervoso central, podendo levar à morte. No caso das gestantes, a sífilis pode provocar aborto, parto prematuro, malformações fetais e morte neonatal.

    A boa notícia é que a sífilis tem cura e o tratamento é simples e gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O diagnóstico é feito por meio de testes rápidos que estão disponíveis nos serviços de saúde e que fornecem o resultado em até 30 minutos. O tratamento é feito com a penicilina benzatina (benzetacil), que é aplicada em doses adequadas de acordo com o estágio da doença.

    Para prevenir a sífilis, é fundamental o uso da camisinha masculina ou feminina em todas as relações sexuais. Essa é a única forma de evitar a infecção pela bactéria. Além disso, as gestantes devem fazer o pré-natal adequado e realizar os testes para sífilis no início da gravidez e em outros momentos indicados pelo profissional de saúde.

    A sífilis é uma doença grave que pode ser evitada com medidas simples e eficazes. Por isso, é importante se informar sobre os sintomas, as formas de transmissão e o tratamento da doença. Também é essencial buscar os serviços de saúde sempre que houver alguma dúvida ou suspeita de infecção. Assim, é possível proteger a sua saúde e a de quem você ama.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Inflação afeta mais os ricos, mas pobres sofrem com alta de alimentos e remédios, aponta Ipea

    Inflação afeta mais os ricos, mas pobres sofrem com alta de alimentos e remédios, aponta Ipea

    A inflação brasileira tem sido mais sentida pelas famílias de maior renda, mas os mais pobres também enfrentam dificuldades com o aumento dos preços de alimentos e medicamentos, segundo um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

    De acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, a variação acumulada em 12 meses até setembro foi de 10,25%, a maior desde fevereiro de 2016. No entanto, esse índice não reflete a realidade de todos os grupos sociais.

    O Ipea calcula mensalmente o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, que mostra como a variação de preços afeta as diferentes camadas da população. O indicador considera seis faixas de renda familiar, desde aquelas com rendimento domiciliar menor que R$ 1.650,50 (renda muito baixa) até aquelas com rendimento domiciliar acima de R$ 16.509,66 (renda alta).

    Segundo o estudo divulgado nesta terça-feira (19), a inflação das famílias de renda alta foi de 11,3% nos 12 meses encerrados em setembro, enquanto a das famílias de renda muito baixa foi de 9%. A principal diferença entre os grupos está na composição da cesta de consumo.

    As famílias mais ricas gastam proporcionalmente mais com itens que tiveram forte alta nos últimos meses, como energia elétrica (21%), gasolina (31%), passagens aéreas (35%) e planos de saúde (8%). Já as famílias mais pobres destinam uma parcela maior da renda para alimentos (19%) e medicamentos (4%), que também subiram acima da média do IPCA.

    O Ipea destaca que os alimentos têm um peso maior na inflação dos mais pobres porque eles consomem mais produtos in natura e semielaborados, como arroz, feijão, carnes, leite e ovos, que sofreram pressão de custos e demanda. Já os mais ricos consomem mais alimentos fora do domicílio e produtos industrializados, que tiveram reajustes menores.

    Além disso, os medicamentos também pesaram mais no bolso dos mais pobres, principalmente por causa do aumento dos preços dos remédios para doenças respiratórias e cardiovasculares. O Ipea ressalta que esses grupos são mais vulneráveis à pandemia de Covid-19 e dependem mais do Sistema Único de Saúde (SUS).

    Para os próximos meses, o Ipea prevê que a inflação continue sendo maior para as famílias de maior renda, em função do cenário de escassez hídrica, que encarece a energia elétrica, e da valorização do dólar, que afeta os preços dos combustíveis e dos bens industriais.

    De acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, a variação acumulada em 12 meses até setembro foi de 10,25%, a maior desde fevereiro de 2016. No entanto, esse índice não reflete a realidade de todos os grupos sociais.

    O Ipea calcula mensalmente o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, que mostra como a variação de preços afeta as diferentes camadas da população. O indicador considera seis faixas de renda familiar, desde aquelas com rendimento domiciliar menor que R$ 1.650,50 (renda muito baixa) até aquelas com rendimento domiciliar acima de R$ 16.509,66 (renda alta).

    Segundo o estudo divulgado nesta terça-feira (19), a inflação das famílias de renda alta foi de 11,3% nos 12 meses encerrados em setembro, enquanto a das famílias de renda muito baixa foi de 9%. A principal diferença entre os grupos está na composição da cesta de consumo.

    As famílias mais ricas gastam proporcionalmente mais com itens que tiveram forte alta nos últimos meses, como energia elétrica (21%), gasolina (31%), passagens aéreas (35%) e planos de saúde (8%). Já as famílias mais pobres destinam uma parcela maior da renda para alimentos (19%) e medicamentos (4%), que também subiram acima da média do IPCA.

    O Ipea destaca que os alimentos têm um peso maior na inflação dos mais pobres porque eles consomem mais produtos in natura e semielaborados, como arroz, feijão, carnes, leite e ovos, que sofreram pressão de custos e demanda. Já os mais ricos consomem mais alimentos fora do domicílio e produtos industrializados, que tiveram reajustes menores.

    Além disso, os medicamentos também pesaram mais no bolso dos mais pobres, principalmente por causa do aumento dos preços dos remédios para doenças respiratórias e cardiovasculares. O Ipea ressalta que esses grupos são mais vulneráveis à pandemia de Covid-19 e dependem mais do Sistema Único de Saúde (SUS).

    Para os próximos meses, o Ipea prevê que a inflação continue sendo maior para as famílias de maior renda, em função do cenário de escassez hídrica, que encarece a energia elétrica, e da valorização do dólar, que afeta os preços dos combustíveis e dos bens industriais.

  • Variante genética protege contra Alzheimer, aponta estudo

    Variante genética protege contra Alzheimer, aponta estudo

    Um estudo internacional liderado por pesquisadores da Harvard Medical School identificou uma nova variante genética que protege contra a doença de Alzheimer.

    O estudo, publicado na revista Nature Medicine, detalha o caso de um paciente com predisposição genética para desenvolver Alzheimer precoce. Apesar do alto risco, o paciente permaneceu cognitivamente intacto até os 60 anos.

    A nova variante ocorre em um gene diferente da variante genética de outro indivíduo da mesma família, cujo caso foi relatado em 2019. Mas a nova variante aponta para uma via comum da doença. As descobertas da equipe também indicam uma região do cérebro que pode ser um alvo ótimo para tratamentos futuros.

    A variante genética encontrada se chama Reelin-COLBOS e aumenta a função da proteína Reelin, que regula o desenvolvimento e a função das células cerebrais. A Reelin compete com a proteína APOE, que está fortemente implicada no Alzheimer, para se ligar aos mesmos receptores celulares. Quando a Reelin se liga ao receptor, diminui a ativação da tau, uma proteína que forma emaranhados patológicos nos cérebros com Alzheimer. Quando a APOE se liga ao receptor, tem o efeito oposto.

    Os pesquisadores observaram que o paciente tinha uma alta carga de placas de beta-amiloide no cérebro, mas tinha muito pouca patologia de tau em uma região chamada córtex entorrinal, que desempenha um papel crítico na memória e na aprendizagem. Estudos em camundongos também mostraram que a variante Reelin-COLBOS protegia contra a patologia de tau.

    “O caso indica que a região entorrinal pode representar um alvo minúsculo que é crítico para a proteção contra a demência”, disse Yakeel Quiroz, co-autor sênior do estudo.

    Os pesquisadores esperam que o estudo abra novas possibilidades de tratamento para o Alzheimer, já que os casos protegidos mostraram ter níveis extremamente altos de amiloide em seus cérebros, mas foram protegidos.

    “Esses casos extraordinários nos ensinam o que é importante quando se trata de proteção e desafiam muitas das suposições do campo sobre o Alzheimer e sua progressão”, disse Joseph Arboleda-Velasquez, co-autor sênior do estudo.

    Fonte: Link.

    O estudo, publicado na revista Nature Medicine, detalha o caso de um paciente com predisposição genética para desenvolver Alzheimer precoce. Apesar do alto risco, o paciente permaneceu cognitivamente intacto até os 60 anos.

    A nova variante ocorre em um gene diferente da variante genética de outro indivíduo da mesma família, cujo caso foi relatado em 2019. Mas a nova variante aponta para uma via comum da doença. As descobertas da equipe também indicam uma região do cérebro que pode ser um alvo ótimo para tratamentos futuros.

    A variante genética encontrada se chama Reelin-COLBOS e aumenta a função da proteína Reelin, que regula o desenvolvimento e a função das células cerebrais. A Reelin compete com a proteína APOE, que está fortemente implicada no Alzheimer, para se ligar aos mesmos receptores celulares. Quando a Reelin se liga ao receptor, diminui a ativação da tau, uma proteína que forma emaranhados patológicos nos cérebros com Alzheimer. Quando a APOE se liga ao receptor, tem o efeito oposto.

    Os pesquisadores observaram que o paciente tinha uma alta carga de placas de beta-amiloide no cérebro, mas tinha muito pouca patologia de tau em uma região chamada córtex entorrinal, que desempenha um papel crítico na memória e na aprendizagem. Estudos em camundongos também mostraram que a variante Reelin-COLBOS protegia contra a patologia de tau.

    “O caso indica que a região entorrinal pode representar um alvo minúsculo que é crítico para a proteção contra a demência”, disse Yakeel Quiroz, co-autor sênior do estudo.

    Os pesquisadores esperam que o estudo abra novas possibilidades de tratamento para o Alzheimer, já que os casos protegidos mostraram ter níveis extremamente altos de amiloide em seus cérebros, mas foram protegidos.

    “Esses casos extraordinários nos ensinam o que é importante quando se trata de proteção e desafiam muitas das suposições do campo sobre o Alzheimer e sua progressão”, disse Joseph Arboleda-Velasquez, co-autor sênior do estudo.

    Fonte: Link.

  • Como o imposto sobre operações interestaduais afeta o ecommerce no Brasil

    Como o imposto sobre operações interestaduais afeta o ecommerce no Brasil

    O ecommerce no Brasil enfrenta um novo desafio em 2023: o retorno do Difal ICMS, um imposto que incide sobre as vendas online entre estados diferentes.

    Esse imposto foi criado em 2015 para equilibrar a arrecadação entre os estados de origem e destino das mercadorias, mas foi suspenso em 2021 por falta de uma lei complementar que o regulamentasse. Em janeiro de 2022, essa lei foi publicada e passou a valer no início de 2023.

    O Difal ICMS tem um impacto direto nos preços dos produtos vendidos pela internet, pois aumenta o custo das operações interestaduais. Isso significa que os consumidores podem pagar mais caro pelos mesmos produtos que comprariam nas lojas físicas, dependendo do estado onde moram.

    Um exemplo de empresa que está sendo afetada pelo Difal ICMS é o Magazine Luiza, uma das maiores varejistas do país. Em uma teleconferência de resultados, o diretor-presidente da companhia, Frederico Trajano, disse que os preços das lojas físicas devem se tornar mais atrativos se comparados aos do ecommerce. Ele afirmou que isso acontecerá porque o retorno do imposto força o repasse de preços ao consumidor para as compras online.

    Trajano disse que esse repasse está abaixo dos concorrentes, mas que ainda assim pode prejudicar as vendas online da empresa, que superaram as das lojas físicas pela primeira vez no primeiro trimestre de 2023. Ele também disse que a reintrodução do imposto contribuiu para o aumento do prejuízo da companhia no período, que foi de R$ 391,2 milhões.

    O Difal ICMS ainda é alvo de disputa judicial entre os estados e as empresas, que divergem sobre quando a cobrança deve começar. Os estados defendem que seja em 2022, enquanto as empresas querem que seja em 2023. Enquanto isso, os consumidores e os varejistas online precisam se adaptar à nova realidade tributária do país.

    Esse imposto foi criado em 2015 para equilibrar a arrecadação entre os estados de origem e destino das mercadorias, mas foi suspenso em 2021 por falta de uma lei complementar que o regulamentasse. Em janeiro de 2022, essa lei foi publicada e passou a valer no início de 2023.

    O Difal ICMS tem um impacto direto nos preços dos produtos vendidos pela internet, pois aumenta o custo das operações interestaduais. Isso significa que os consumidores podem pagar mais caro pelos mesmos produtos que comprariam nas lojas físicas, dependendo do estado onde moram.

    Um exemplo de empresa que está sendo afetada pelo Difal ICMS é o Magazine Luiza, uma das maiores varejistas do país. Em uma teleconferência de resultados, o diretor-presidente da companhia, Frederico Trajano, disse que os preços das lojas físicas devem se tornar mais atrativos se comparados aos do ecommerce. Ele afirmou que isso acontecerá porque o retorno do imposto força o repasse de preços ao consumidor para as compras online.

    Trajano disse que esse repasse está abaixo dos concorrentes, mas que ainda assim pode prejudicar as vendas online da empresa, que superaram as das lojas físicas pela primeira vez no primeiro trimestre de 2023. Ele também disse que a reintrodução do imposto contribuiu para o aumento do prejuízo da companhia no período, que foi de R$ 391,2 milhões.

    O Difal ICMS ainda é alvo de disputa judicial entre os estados e as empresas, que divergem sobre quando a cobrança deve começar. Os estados defendem que seja em 2022, enquanto as empresas querem que seja em 2023. Enquanto isso, os consumidores e os varejistas online precisam se adaptar à nova realidade tributária do país.

  • HOPO 14-1: um novo medicamento oral para remover a contaminação radioativa do corpo

    HOPO 14-1: um novo medicamento oral para remover a contaminação radioativa do corpo

    A contaminação radioativa interna ocorre quando elementos radioativos são absorvidos pela pele ferida, inalados ou ingeridos. Isso pode acontecer como resultado de um acidente em uma usina nuclear ou da detonação de uma “bomba suja” ou arma nuclear.

    Como os átomos dos elementos radioativos decaem, eles emitem radiação ionizante, que pode danificar o DNA, os tecidos e os órgãos. Um método para reduzir o risco desse dano é remover os elementos radioativos do corpo o mais rápido possível após a contaminação ocorrer.

    Atualmente, existem dois produtos aprovados pela Food and Drug Administration (FDA) para remover a contaminação radioativa interna. Esses medicamentos, ambos baseados em dietilenotriamina pentaacetato (DTPA), são administrados por via intravenosa por um profissional de saúde e podem remover três elementos radioativos: plutônio, amerício e cúrio. No entanto, esses medicamentos têm limitações, como a necessidade de uma via de administração invasiva e demorada e a baixa eficácia contra outros elementos radioativos.

    HOPO 14-1 é um novo medicamento experimental que foi formulado como uma cápsula oral, que seria mais fácil do que um medicamento intravenoso de estocar e implantar e administrar durante uma emergência. Além disso, HOPO 14-1 pode remover efetivamente muitos contaminantes radioativos, incluindo urânio e neptúnio, além de plutônio, amerício e cúrio. Estudos pré-clínicos mostraram que HOPO 14-1 é até 100 vezes mais eficaz do que DTPA na ligação e remoção desses elementos radioativos.

    O National Institute of Allergy and Infectious Diseases (NIAID), parte do National Institutes of Health (NIH), está financiando o ensaio clínico de fase 1 de HOPO 14-1, que é patrocinado e conduzido pela SRI International de Menlo Park, Califórnia. O ensaio clínico está ocorrendo em um local em Plymouth, Michigan, sob a liderança de Sascha N. Goonewardena, MD, um médico-investigador na Unidade de Ensaios Clínicos da SRI e professor assistente de medicina na Universidade de Michigan Medical School em Ann Arbor. O ensaio começou em abril de 2023 e busca definir o perfil de segurança e tolerabilidade de HOPO 14-1 em participantes saudáveis.

    O desenvolvimento deste medicamento foi especialmente inovador, pois o medicamento anteriormente aprovado para descontaminação de radionuclídeos transurânicos, DTPA, só pode ser administrado por via intravenosa ou por nebulizador – ambos os quais são opções menos viáveis ​​para tratar rapidamente grandes populações do que a via oral de HOPO 14-1. Uma rota de administração mais fácil é fundamental para tratar rapidamente as pessoas em situações de emergência de contaminação radioativa.

    O NIAID financiou a descoberta e o desenvolvimento de HOPO 14-1 desde 2006. O ingrediente farmacêutico ativo no medicamento é chamado de 3,4,3-LI (1,2-HOPO). Mais informações sobre este ensaio clínico estão disponíveis em clinicaltrials.gov sob o estudo NCT05628961.

    Fonte: Link.

    Como os átomos dos elementos radioativos decaem, eles emitem radiação ionizante, que pode danificar o DNA, os tecidos e os órgãos. Um método para reduzir o risco desse dano é remover os elementos radioativos do corpo o mais rápido possível após a contaminação ocorrer.

    Atualmente, existem dois produtos aprovados pela Food and Drug Administration (FDA) para remover a contaminação radioativa interna. Esses medicamentos, ambos baseados em dietilenotriamina pentaacetato (DTPA), são administrados por via intravenosa por um profissional de saúde e podem remover três elementos radioativos: plutônio, amerício e cúrio. No entanto, esses medicamentos têm limitações, como a necessidade de uma via de administração invasiva e demorada e a baixa eficácia contra outros elementos radioativos.

    HOPO 14-1 é um novo medicamento experimental que foi formulado como uma cápsula oral, que seria mais fácil do que um medicamento intravenoso de estocar e implantar e administrar durante uma emergência. Além disso, HOPO 14-1 pode remover efetivamente muitos contaminantes radioativos, incluindo urânio e neptúnio, além de plutônio, amerício e cúrio. Estudos pré-clínicos mostraram que HOPO 14-1 é até 100 vezes mais eficaz do que DTPA na ligação e remoção desses elementos radioativos.

    O National Institute of Allergy and Infectious Diseases (NIAID), parte do National Institutes of Health (NIH), está financiando o ensaio clínico de fase 1 de HOPO 14-1, que é patrocinado e conduzido pela SRI International de Menlo Park, Califórnia. O ensaio clínico está ocorrendo em um local em Plymouth, Michigan, sob a liderança de Sascha N. Goonewardena, MD, um médico-investigador na Unidade de Ensaios Clínicos da SRI e professor assistente de medicina na Universidade de Michigan Medical School em Ann Arbor. O ensaio começou em abril de 2023 e busca definir o perfil de segurança e tolerabilidade de HOPO 14-1 em participantes saudáveis.

    O desenvolvimento deste medicamento foi especialmente inovador, pois o medicamento anteriormente aprovado para descontaminação de radionuclídeos transurânicos, DTPA, só pode ser administrado por via intravenosa ou por nebulizador – ambos os quais são opções menos viáveis ​​para tratar rapidamente grandes populações do que a via oral de HOPO 14-1. Uma rota de administração mais fácil é fundamental para tratar rapidamente as pessoas em situações de emergência de contaminação radioativa.

    O NIAID financiou a descoberta e o desenvolvimento de HOPO 14-1 desde 2006. O ingrediente farmacêutico ativo no medicamento é chamado de 3,4,3-LI (1,2-HOPO). Mais informações sobre este ensaio clínico estão disponíveis em clinicaltrials.gov sob o estudo NCT05628961.

    Fonte: Link.

  • O Brasil e a América do Sul lideram o uso excessivo de agrotóxicos, alerta jornal francês

    O Brasil e a América do Sul lideram o uso excessivo de agrotóxicos, alerta jornal francês

    O jornal francês Le Monde publicou uma matéria sobre o “Atlas dos Agrotóxicos 2022”, um relatório que mostra a pegada mundial de um negócio tóxico que afeta a saúde humana e o meio ambiente.

    O Atlas, elaborado por organizações não governamentais da Europa e da América Latina, revela que o uso de agrotóxicos aumentou 80% desde 1990 em todo o mundo, sendo que o Brasil e a América do Sul são os maiores consumidores dessas substâncias.

    Segundo o Atlas, o Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos, com uma média de 7,3 litros por habitante por ano. Em seguida, vem a Argentina, com 6,9 litros, e o Paraguai, com 5,9 litros. Esses países são os principais produtores de soja, milho e algodão transgênicos, que dependem de grandes quantidades de herbicidas para combater as ervas daninhas. O Atlas também destaca que muitos dos agrotóxicos usados na América do Sul são proibidos ou restritos na União Europeia (UE), por representarem riscos à saúde e ao ambiente.

    Os agrotóxicos são responsáveis por causar diversos problemas, como intoxicações agudas e crônicas, câncer, malformações congênitas, distúrbios hormonais, neurológicos e reprodutivos, além de contaminar os solos, as águas, os alimentos e a biodiversidade. De acordo com um estudo citado pelo Atlas, 385 milhões de pessoas na agricultura adoecem a cada ano por intoxicação aguda por agrotóxicos, sendo que 11 mil morrem. As mulheres e os trabalhadores rurais do Sul global são os mais afetados.

    O Atlas também denuncia o poder das corporações que dominam o mercado global de agrotóxicos, como Bayer-Monsanto, Syngenta-ChemChina e Corteva Agriscience. Essas empresas faturam bilhões de dólares com a venda de seus produtos químicos e influenciam as políticas públicas e as normas regulatórias dos países onde atuam. O Atlas aponta que essas empresas usam estratégias como lobby, propaganda enganosa, ocultação de dados científicos e pressão sobre os agricultores para manter e expandir seus negócios.

    Diante desse cenário alarmante, o Atlas propõe uma mudança urgente no modelo agrícola vigente, baseado na monocultura intensiva e no uso de agrotóxicos. O Atlas defende a transição para uma agricultura agroecológica, que respeita os ciclos da natureza, a diversidade dos ecossistemas e a soberania alimentar dos povos. O Atlas também recomenda medidas como a redução progressiva do uso de agrotóxicos, o fortalecimento dos órgãos de fiscalização e controle, a proteção dos direitos humanos e ambientais dos trabalhadores rurais e dos consumidores e a responsabilização das empresas poluidoras.

    O “Atlas dos Agrotóxicos 2022” é uma ferramenta importante para conscientizar a sociedade sobre os impactos negativos dos agrotóxicos e para mobilizar ações em defesa de uma agricultura mais sustentável e saudável para todos.

    Fonte: Link.

    O Atlas, elaborado por organizações não governamentais da Europa e da América Latina, revela que o uso de agrotóxicos aumentou 80% desde 1990 em todo o mundo, sendo que o Brasil e a América do Sul são os maiores consumidores dessas substâncias.

    Segundo o Atlas, o Brasil é o campeão mundial no uso de agrotóxicos, com uma média de 7,3 litros por habitante por ano. Em seguida, vem a Argentina, com 6,9 litros, e o Paraguai, com 5,9 litros. Esses países são os principais produtores de soja, milho e algodão transgênicos, que dependem de grandes quantidades de herbicidas para combater as ervas daninhas. O Atlas também destaca que muitos dos agrotóxicos usados na América do Sul são proibidos ou restritos na União Europeia (UE), por representarem riscos à saúde e ao ambiente.

    Os agrotóxicos são responsáveis por causar diversos problemas, como intoxicações agudas e crônicas, câncer, malformações congênitas, distúrbios hormonais, neurológicos e reprodutivos, além de contaminar os solos, as águas, os alimentos e a biodiversidade. De acordo com um estudo citado pelo Atlas, 385 milhões de pessoas na agricultura adoecem a cada ano por intoxicação aguda por agrotóxicos, sendo que 11 mil morrem. As mulheres e os trabalhadores rurais do Sul global são os mais afetados.

    O Atlas também denuncia o poder das corporações que dominam o mercado global de agrotóxicos, como Bayer-Monsanto, Syngenta-ChemChina e Corteva Agriscience. Essas empresas faturam bilhões de dólares com a venda de seus produtos químicos e influenciam as políticas públicas e as normas regulatórias dos países onde atuam. O Atlas aponta que essas empresas usam estratégias como lobby, propaganda enganosa, ocultação de dados científicos e pressão sobre os agricultores para manter e expandir seus negócios.

    Diante desse cenário alarmante, o Atlas propõe uma mudança urgente no modelo agrícola vigente, baseado na monocultura intensiva e no uso de agrotóxicos. O Atlas defende a transição para uma agricultura agroecológica, que respeita os ciclos da natureza, a diversidade dos ecossistemas e a soberania alimentar dos povos. O Atlas também recomenda medidas como a redução progressiva do uso de agrotóxicos, o fortalecimento dos órgãos de fiscalização e controle, a proteção dos direitos humanos e ambientais dos trabalhadores rurais e dos consumidores e a responsabilização das empresas poluidoras.

    O “Atlas dos Agrotóxicos 2022” é uma ferramenta importante para conscientizar a sociedade sobre os impactos negativos dos agrotóxicos e para mobilizar ações em defesa de uma agricultura mais sustentável e saudável para todos.

    Fonte: Link.

  • Lula gastou R$ 12,1 milhões no cartão corporativo em apenas quatro meses de governo

    Lula gastou R$ 12,1 milhões no cartão corporativo em apenas quatro meses de governo

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumiu o seu terceiro mandato em janeiro de 2023 com a promessa de retomar o crescimento econômico e social do país.

    No entanto, nos primeiros quatro meses de governo, ele também se destacou por outro motivo: os altos gastos com o cartão corporativo da Presidência da República.

    Segundo um levantamento da revista Crusoé, com base em dados do Portal da Transparência, Lula gastou R$ 12,1 milhões com o cartão corporativo entre janeiro e abril de 2023. Esse valor é quase metade do que o seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL), gastou em todo o ano de 2022 (R$ 24 milhões).

    Os gastos de Lula com o cartão corporativo incluem despesas com transporte, alimentação, hospedagem, eventos e serviços diversos. A maior parte dos gastos foi com a categoria “transporte terrestre, aquaviário e aéreo”, que somou R$ 6,8 milhões. Em seguida, vem a categoria “serviços de apoio”, que engloba serviços de limpeza, segurança, manutenção e outros, com R$ 2,5 milhões.

    Os gastos de Lula com o cartão corporativo são os maiores desde que esse instrumento foi criado, em 2001. O cartão corporativo serve para pagar despesas emergenciais ou de pequeno valor de servidores e autoridades em viagens ou no exercício de suas funções. No entanto, parte desses gastos é mantida sob sigilo por questões de segurança.

    A divulgação dos gastos de Lula com o cartão corporativo gerou críticas nas redes sociais e na imprensa. Alguns internautas compararam os gastos do petista com os de outros presidentes, como Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB). Segundo dados da Controladoria Geral da União (CGU), Lula gastou mais em quatro meses do que Dilma em cinco anos (R$ 1,2 milhão) e Temer em quatro anos (R$ 2 milhões).

    O governo Lula não se pronunciou sobre os gastos com o cartão corporativo. A Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) informou que as despesas estão dentro da legalidade e que seguem os mesmos critérios dos governos anteriores.

    No entanto, nos primeiros quatro meses de governo, ele também se destacou por outro motivo: os altos gastos com o cartão corporativo da Presidência da República.

    Segundo um levantamento da revista Crusoé, com base em dados do Portal da Transparência, Lula gastou R$ 12,1 milhões com o cartão corporativo entre janeiro e abril de 2023. Esse valor é quase metade do que o seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL), gastou em todo o ano de 2022 (R$ 24 milhões).

    Os gastos de Lula com o cartão corporativo incluem despesas com transporte, alimentação, hospedagem, eventos e serviços diversos. A maior parte dos gastos foi com a categoria “transporte terrestre, aquaviário e aéreo”, que somou R$ 6,8 milhões. Em seguida, vem a categoria “serviços de apoio”, que engloba serviços de limpeza, segurança, manutenção e outros, com R$ 2,5 milhões.

    Os gastos de Lula com o cartão corporativo são os maiores desde que esse instrumento foi criado, em 2001. O cartão corporativo serve para pagar despesas emergenciais ou de pequeno valor de servidores e autoridades em viagens ou no exercício de suas funções. No entanto, parte desses gastos é mantida sob sigilo por questões de segurança.

    A divulgação dos gastos de Lula com o cartão corporativo gerou críticas nas redes sociais e na imprensa. Alguns internautas compararam os gastos do petista com os de outros presidentes, como Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB). Segundo dados da Controladoria Geral da União (CGU), Lula gastou mais em quatro meses do que Dilma em cinco anos (R$ 1,2 milhão) e Temer em quatro anos (R$ 2 milhões).

    O governo Lula não se pronunciou sobre os gastos com o cartão corporativo. A Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) informou que as despesas estão dentro da legalidade e que seguem os mesmos critérios dos governos anteriores.

  • Por que os testes de QI são controversos e tendenciosos

    Por que os testes de QI são controversos e tendenciosos

    Os testes de QI são usados para medir a inteligência das pessoas, mas eles não são tão confiáveis quanto parecem. Segundo alguns cientistas, esses testes têm vários problemas e podem levar à discriminação de raça e classe.

    Um dos problemas é que os testes de QI não medem todas as habilidades e talentos das pessoas, como a criatividade, a inteligência emocional, a música ou o senso prático. Eles se baseiam em perguntas padronizadas que nem sempre refletem a realidade e a diversidade cultural.

    Outro problema é que os testes de QI estão relacionados ao status socioeconômico das pessoas. Quem tem mais recursos e oportunidades de aprendizagem tende a ter melhores resultados nos testes do que quem tem menos. Isso cria uma desigualdade de acesso à educação e à saúde.

    Além disso, os testes de QI já foram usados para justificar práticas eugênicas, como a esterilização de pessoas consideradas inferiores. Isso é uma violação dos direitos humanos e da dignidade das pessoas.

    Por isso, alguns cientistas defendem que os testes de QI deveriam ser substituídos por medidas mais sociais e responsáveis, que valorizem as pessoas que tomam decisões sábias e que beneficiam suas comunidades.

    Os testes de QI são usados para medir a inteligência das pessoas, mas eles não são tão confiáveis quanto parecem. Segundo alguns cientistas, esses testes têm vários problemas e podem levar à discriminação de raça e classe.

    Um dos problemas é que os testes de QI não medem todas as habilidades e talentos das pessoas, como a criatividade, a inteligência emocional, a música ou o senso prático. Eles se baseiam em perguntas padronizadas que nem sempre refletem a realidade e a diversidade cultural.

    Outro problema é que os testes de QI estão relacionados ao status socioeconômico das pessoas. Quem tem mais recursos e oportunidades de aprendizagem tende a ter melhores resultados nos testes do que quem tem menos. Isso cria uma desigualdade de acesso à educação e à saúde.

    Além disso, os testes de QI já foram usados para justificar práticas eugênicas, como a esterilização de pessoas consideradas inferiores. Isso é uma violação dos direitos humanos e da dignidade das pessoas.

    Por isso, alguns cientistas defendem que os testes de QI deveriam ser substituídos por medidas mais sociais e responsáveis, que valorizem as pessoas que tomam decisões sábias e que beneficiam suas comunidades.

    Um dos problemas é que os testes de QI não medem todas as habilidades e talentos das pessoas, como a criatividade, a inteligência emocional, a música ou o senso prático. Eles se baseiam em perguntas padronizadas que nem sempre refletem a realidade e a diversidade cultural.

    Outro problema é que os testes de QI estão relacionados ao status socioeconômico das pessoas. Quem tem mais recursos e oportunidades de aprendizagem tende a ter melhores resultados nos testes do que quem tem menos. Isso cria uma desigualdade de acesso à educação e à saúde.

    Além disso, os testes de QI já foram usados para justificar práticas eugênicas, como a esterilização de pessoas consideradas inferiores. Isso é uma violação dos direitos humanos e da dignidade das pessoas.

    Por isso, alguns cientistas defendem que os testes de QI deveriam ser substituídos por medidas mais sociais e responsáveis, que valorizem as pessoas que tomam decisões sábias e que beneficiam suas comunidades.

    Os testes de QI são usados para medir a inteligência das pessoas, mas eles não são tão confiáveis quanto parecem. Segundo alguns cientistas, esses testes têm vários problemas e podem levar à discriminação de raça e classe.

    Um dos problemas é que os testes de QI não medem todas as habilidades e talentos das pessoas, como a criatividade, a inteligência emocional, a música ou o senso prático. Eles se baseiam em perguntas padronizadas que nem sempre refletem a realidade e a diversidade cultural.

    Outro problema é que os testes de QI estão relacionados ao status socioeconômico das pessoas. Quem tem mais recursos e oportunidades de aprendizagem tende a ter melhores resultados nos testes do que quem tem menos. Isso cria uma desigualdade de acesso à educação e à saúde.

    Além disso, os testes de QI já foram usados para justificar práticas eugênicas, como a esterilização de pessoas consideradas inferiores. Isso é uma violação dos direitos humanos e da dignidade das pessoas.

    Por isso, alguns cientistas defendem que os testes de QI deveriam ser substituídos por medidas mais sociais e responsáveis, que valorizem as pessoas que tomam decisões sábias e que beneficiam suas comunidades.

  • Vacina contra COVID-19 gera anticorpos que neutralizam vários sarbecovírus

    Vacina contra COVID-19 gera anticorpos que neutralizam vários sarbecovírus

    Uma das estratégias para combater a pandemia de COVID-19 é o desenvolvimento de vacinas que possam proteger contra o SARS-CoV-2 e seus variantes, bem como contra outros vírus relacionados da família dos sarbecovírus.

    Nesse sentido, uma pesquisa publicada na revista Science Translational Medicine mostrou que uma vacina de subunidade com adjuvante AS03 induziu a produção de anticorpos monoclonais extremamente potentes que neutralizaram múltiplos sarbecovírus em macacos.

    Os pesquisadores vacinaram macacos com duas doses de uma vacina contendo a proteína RBD ou a proteína Hexapro do SARS-CoV-2, ambas ligadas a nanopartículas e combinadas com o adjuvante AS03, que aumenta a resposta imunológica. Em seguida, eles isolaram e caracterizaram os anticorpos monoclonais produzidos pelos animais ao longo de um ano após a vacinação.

    Eles descobriram que os anticorpos se tornaram progressivamente mais potentes e abrangentes com o tempo, acumulando mutações somáticas nos genes das imunoglobulinas das células B de memória. Alguns dos anticorpos isolados foram capazes de neutralizar não apenas o SARS-CoV-2 e seus variantes, incluindo a Omicron, mas também outros sarbecovírus como o SARS-CoV, o WIV-1 e o SHC014. Esses anticorpos reconheceram sítios conservados dentro do domínio de ligação ao receptor (RBD) da proteína spike dos vírus.

    Os pesquisadores também testaram a eficácia dos anticorpos em camundongos infectados com diferentes sarbecovírus. Eles observaram que a administração profilática dos anticorpos conferiu proteção completa contra o SARS-CoV-2, a Omicron, o SARS-CoV e o SHC014, reduzindo a carga viral nos pulmões dos animais.

    Esses dados demonstram que a vacina de subunidade com adjuvante AS03 pode gerar anticorpos altamente potentes e abrangentes contra os sarbecovírus. Esses anticorpos podem ser usados como terapias ou profiláticos para prevenir ou tratar infecções por esses vírus. Além disso, os resultados sugerem que essa vacina pode oferecer uma proteção duradoura e ampla contra o SARS-CoV-2 e seus variantes emergentes.

    Nesse sentido, uma pesquisa publicada na revista Science Translational Medicine mostrou que uma vacina de subunidade com adjuvante AS03 induziu a produção de anticorpos monoclonais extremamente potentes que neutralizaram múltiplos sarbecovírus em macacos.

    Os pesquisadores vacinaram macacos com duas doses de uma vacina contendo a proteína RBD ou a proteína Hexapro do SARS-CoV-2, ambas ligadas a nanopartículas e combinadas com o adjuvante AS03, que aumenta a resposta imunológica. Em seguida, eles isolaram e caracterizaram os anticorpos monoclonais produzidos pelos animais ao longo de um ano após a vacinação.

    Eles descobriram que os anticorpos se tornaram progressivamente mais potentes e abrangentes com o tempo, acumulando mutações somáticas nos genes das imunoglobulinas das células B de memória. Alguns dos anticorpos isolados foram capazes de neutralizar não apenas o SARS-CoV-2 e seus variantes, incluindo a Omicron, mas também outros sarbecovírus como o SARS-CoV, o WIV-1 e o SHC014. Esses anticorpos reconheceram sítios conservados dentro do domínio de ligação ao receptor (RBD) da proteína spike dos vírus.

    Os pesquisadores também testaram a eficácia dos anticorpos em camundongos infectados com diferentes sarbecovírus. Eles observaram que a administração profilática dos anticorpos conferiu proteção completa contra o SARS-CoV-2, a Omicron, o SARS-CoV e o SHC014, reduzindo a carga viral nos pulmões dos animais.

    Esses dados demonstram que a vacina de subunidade com adjuvante AS03 pode gerar anticorpos altamente potentes e abrangentes contra os sarbecovírus. Esses anticorpos podem ser usados como terapias ou profiláticos para prevenir ou tratar infecções por esses vírus. Além disso, os resultados sugerem que essa vacina pode oferecer uma proteção duradoura e ampla contra o SARS-CoV-2 e seus variantes emergentes.

  • Golpe da voz clonada: como funciona e como se proteger

    Golpe da voz clonada: como funciona e como se proteger

    Você já imaginou receber uma ligação de um familiar ou amigo pedindo dinheiro emprestado com urgência? E se a voz fosse idêntica à da pessoa que você conhece?

    Pois é isso que está acontecendo com algumas vítimas de um golpe que usa inteligência artificial (IA) para clonar a voz de alguém e enganar os desavisados.

    Foi o que aconteceu com o pai do influencer Dario Centurione, do Almanaque SOS, que contou em suas redes sociais que teve sua voz clonada por criminosos que ligaram para seu pai e pediram R$ 600 via Pix. O pai de Dario acreditou que era o filho e fez a transferência, sem saber que se tratava de uma fraude.

    Mas como é possível copiar a voz de alguém com IA? Segundo especialistas, existem ferramentas e aplicativos que permitem usar vídeos e áudios na internet como base para a criação de novas frases com a voz parecida. A técnica é chamada de deepfake, que consiste em manipular imagens e sons com ajuda de algoritmos.

    Para isso, é preciso ter um conhecimento avançado de programação, mas também há serviços online que simplificam o processo. Quanto melhor a qualidade do áudio ou da imagem original, melhor o resultado da manipulação. Por isso, pessoas que têm muitos vídeos na internet, como influenciadores e celebridades, são mais vulneráveis ao golpe.

    O golpe da voz clonada não é novo e já tem diversas ocorrências nos Estados Unidos, o que levou o órgão regulador do comércio no país a emitir um alerta. No Brasil, ainda não há dados oficiais sobre o número de casos, mas é preciso ficar atento e desconfiar de pedidos de dinheiro por telefone.

    Uma dica é criar uma palavra-chave com os familiares e amigos para confirmar a identidade em situações suspeitas. Outra é nunca fazer transferências bancárias sem antes contatar a pessoa ou empresa solicitante por outro meio. E, claro, denunciar qualquer tentativa de golpe às autoridades competentes.

    Pois é isso que está acontecendo com algumas vítimas de um golpe que usa inteligência artificial (IA) para clonar a voz de alguém e enganar os desavisados.

    Foi o que aconteceu com o pai do influencer Dario Centurione, do Almanaque SOS, que contou em suas redes sociais que teve sua voz clonada por criminosos que ligaram para seu pai e pediram R$ 600 via Pix. O pai de Dario acreditou que era o filho e fez a transferência, sem saber que se tratava de uma fraude.

    Mas como é possível copiar a voz de alguém com IA? Segundo especialistas, existem ferramentas e aplicativos que permitem usar vídeos e áudios na internet como base para a criação de novas frases com a voz parecida. A técnica é chamada de deepfake, que consiste em manipular imagens e sons com ajuda de algoritmos.

    Para isso, é preciso ter um conhecimento avançado de programação, mas também há serviços online que simplificam o processo. Quanto melhor a qualidade do áudio ou da imagem original, melhor o resultado da manipulação. Por isso, pessoas que têm muitos vídeos na internet, como influenciadores e celebridades, são mais vulneráveis ao golpe.

    O golpe da voz clonada não é novo e já tem diversas ocorrências nos Estados Unidos, o que levou o órgão regulador do comércio no país a emitir um alerta. No Brasil, ainda não há dados oficiais sobre o número de casos, mas é preciso ficar atento e desconfiar de pedidos de dinheiro por telefone.

    Uma dica é criar uma palavra-chave com os familiares e amigos para confirmar a identidade em situações suspeitas. Outra é nunca fazer transferências bancárias sem antes contatar a pessoa ou empresa solicitante por outro meio. E, claro, denunciar qualquer tentativa de golpe às autoridades competentes.