Autor: Hermano Oliveira

  • Ostarina: o que é, para que serve e por que é proibida no esporte

    Ostarina: o que é, para que serve e por que é proibida no esporte

    Ostarina é uma substância que vem sendo usada por algumas pessoas que buscam aumentar o desempenho físico e a massa muscular.

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    Mas você sabe o que é ostarina, para que serve e por que é proibida no esporte? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre essa substância polêmica.

    O que é ostarina?

    Ostarina é uma substância química que pertence à classe dos moduladores seletivos de receptor de andrógeno (SARMs, sigla em inglês). Isso significa que ela é capaz de se ligar às proteínas receptoras de andrógeno, um hormônio masculino, e estimular o crescimento muscular e a força. Ela foi desenvolvida para tratar doenças que causam perda de massa muscular e osteoporose, mas ainda é considerada experimental e não tem uso autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Portanto, o uso de ostarina é ilegal no Brasil e pode trazer riscos à saúde.

    Para que serve ostarina?

    Ostarina foi criada com o objetivo de tratar pacientes com doenças que afetam os músculos e os ossos, como câncer, AIDS, distrofia muscular e osteoporose. Ela atua como um anabolizante, ou seja, aumenta a síntese de proteínas nos músculos e nos ossos, melhorando a força e a resistência. Ela também tem um efeito anti-catabólico, ou seja, evita a perda de massa muscular e óssea. Além disso, ela tem uma vantagem sobre os esteroides anabolizantes tradicionais, pois é mais seletiva e não causa tantos efeitos colaterais indesejados, como acne, ginecomastia, queda de cabelo, alterações no colesterol e na pressão arterial.

    Por que ostarina é proibida no esporte?

    O uso de ostarina é proibido em competições esportivas, pois pode gerar uma vantagem artificial sobre os outros atletas. A substância está na lista de substâncias proibidas pela Agência Mundial Antidoping (WADA, sigla em inglês) desde 2008. Ela pode ser detectada em exames antidoping por até um mês após o uso. Vários atletas já foram flagrados com ostarina no organismo e suspensos por doping, como a jogadora de vôlei Tandara Caixeta, que foi afastada das Olimpíadas de Tóquio após testar positivo para a substância. Ela terá direito a defesa para tentar provar sua inocência.

    Ostarina é uma substância que pode aumentar o crescimento muscular e ósseo, mas que ainda não tem uso autorizado pela Anvisa e é proibida no esporte. Ela pode trazer benefícios para pacientes com doenças que causam perda de massa muscular e óssea, mas também pode trazer riscos à saúde e à carreira dos atletas. Por isso, é importante estar informado sobre essa substância e evitar seu uso sem orientação médica.

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    Mas você sabe o que é ostarina, para que serve e por que é proibida no esporte? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre essa substância polêmica.

    O que é ostarina?

    Ostarina é uma substância química que pertence à classe dos moduladores seletivos de receptor de andrógeno (SARMs, sigla em inglês). Isso significa que ela é capaz de se ligar às proteínas receptoras de andrógeno, um hormônio masculino, e estimular o crescimento muscular e a força. Ela foi desenvolvida para tratar doenças que causam perda de massa muscular e osteoporose, mas ainda é considerada experimental e não tem uso autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Portanto, o uso de ostarina é ilegal no Brasil e pode trazer riscos à saúde.

    Para que serve ostarina?

    Ostarina foi criada com o objetivo de tratar pacientes com doenças que afetam os músculos e os ossos, como câncer, AIDS, distrofia muscular e osteoporose. Ela atua como um anabolizante, ou seja, aumenta a síntese de proteínas nos músculos e nos ossos, melhorando a força e a resistência. Ela também tem um efeito anti-catabólico, ou seja, evita a perda de massa muscular e óssea. Além disso, ela tem uma vantagem sobre os esteroides anabolizantes tradicionais, pois é mais seletiva e não causa tantos efeitos colaterais indesejados, como acne, ginecomastia, queda de cabelo, alterações no colesterol e na pressão arterial.

    Por que ostarina é proibida no esporte?

    O uso de ostarina é proibido em competições esportivas, pois pode gerar uma vantagem artificial sobre os outros atletas. A substância está na lista de substâncias proibidas pela Agência Mundial Antidoping (WADA, sigla em inglês) desde 2008. Ela pode ser detectada em exames antidoping por até um mês após o uso. Vários atletas já foram flagrados com ostarina no organismo e suspensos por doping, como a jogadora de vôlei Tandara Caixeta, que foi afastada das Olimpíadas de Tóquio após testar positivo para a substância. Ela terá direito a defesa para tentar provar sua inocência.

    Ostarina é uma substância que pode aumentar o crescimento muscular e ósseo, mas que ainda não tem uso autorizado pela Anvisa e é proibida no esporte. Ela pode trazer benefícios para pacientes com doenças que causam perda de massa muscular e óssea, mas também pode trazer riscos à saúde e à carreira dos atletas. Por isso, é importante estar informado sobre essa substância e evitar seu uso sem orientação médica.

  • Congresso E-Vigilância 2023: saiba tudo sobre o evento que discute inovações na saúde e controle de doenças transmissíveis

    Congresso E-Vigilância 2023: saiba tudo sobre o evento que discute inovações na saúde e controle de doenças transmissíveis

    O Congresso E-Vigilância 2023 é um evento que visa promover o debate e a troca de experiências sobre as inovações na saúde e controle de doenças transmissíveis.

    O que é o Congresso E-Vigilância 2023?

    O Congresso E-Vigilância 2023 é uma iniciativa da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Ministério da Saúde. O evento será realizado nos dias 7 e 8 de dezembro, no Rio de Janeiro, no campus Maracanã do Cefet/RJ.

    O congresso tem como tema Inovações para uma saúde integral e única, e busca explorar os desafios impostos pelas mudanças climáticas, ambientais e sociais no risco de doenças e na capacidade de resposta. O evento também pretende discutir as oportunidades e limites das novas tecnologias, como inteligência artificial, big data, internet das coisas, blockchain, entre outras, para a vigilância em saúde.

    Como participar do Congresso E-Vigilância 2023?

    As inscrições para o Congresso E-Vigilância 2023 estão abertas até o dia 30 de novembro, pelo site oficial do evento . O valor da inscrição é de apenas R$ 30 para estudantes e R$ 60 para profissionais. Os participantes terão direito a certificado digital e acesso às gravações das palestras.

    O congresso também está recebendo trabalhos científicos até o dia 15 de outubro, nas modalidades pôster ou comunicação oral. Os trabalhos devem estar relacionados aos seguintes eixos temáticos:

    • Vigilância em saúde: conceitos, métodos e práticas

    • Vigilância em saúde: desafios frente às mudanças climáticas, ambientais e sociais

    • Vigilância em saúde: inovações tecnológicas e seus impactos

    • Vigilância em saúde: políticas públicas, participação social e cooperação internacional

    Os trabalhos selecionados serão publicados nos anais do congresso e concorrerão a prêmios. Mais informações sobre as normas para submissão podem ser encontradas no site oficial do evento .

    O Congresso E-Vigilância 2023 é uma oportunidade única para conhecer as últimas novidades na área de saúde e controle de doenças transmissíveis, bem como interagir com profissionais e pesquisadores de renome. Não perca essa chance de se atualizar e contribuir para uma saúde integral e única! Inscreva-se já!

    O que é o Congresso E-Vigilância 2023?

    O Congresso E-Vigilância 2023 é uma iniciativa da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Ministério da Saúde. O evento será realizado nos dias 7 e 8 de dezembro, no Rio de Janeiro, no campus Maracanã do Cefet/RJ.

    O congresso tem como tema Inovações para uma saúde integral e única, e busca explorar os desafios impostos pelas mudanças climáticas, ambientais e sociais no risco de doenças e na capacidade de resposta. O evento também pretende discutir as oportunidades e limites das novas tecnologias, como inteligência artificial, big data, internet das coisas, blockchain, entre outras, para a vigilância em saúde.

    Como participar do Congresso E-Vigilância 2023?

    As inscrições para o Congresso E-Vigilância 2023 estão abertas até o dia 30 de novembro, pelo site oficial do evento . O valor da inscrição é de apenas R$ 30 para estudantes e R$ 60 para profissionais. Os participantes terão direito a certificado digital e acesso às gravações das palestras.

    O congresso também está recebendo trabalhos científicos até o dia 15 de outubro, nas modalidades pôster ou comunicação oral. Os trabalhos devem estar relacionados aos seguintes eixos temáticos:

    • Vigilância em saúde: conceitos, métodos e práticas

    • Vigilância em saúde: desafios frente às mudanças climáticas, ambientais e sociais

    • Vigilância em saúde: inovações tecnológicas e seus impactos

    • Vigilância em saúde: políticas públicas, participação social e cooperação internacional

    Os trabalhos selecionados serão publicados nos anais do congresso e concorrerão a prêmios. Mais informações sobre as normas para submissão podem ser encontradas no site oficial do evento .

    O Congresso E-Vigilância 2023 é uma oportunidade única para conhecer as últimas novidades na área de saúde e controle de doenças transmissíveis, bem como interagir com profissionais e pesquisadores de renome. Não perca essa chance de se atualizar e contribuir para uma saúde integral e única! Inscreva-se já!

  • Síndrome de Patau: causas, características, diagnóstico e tratamento da doença genética rara

    Síndrome de Patau: causas, características, diagnóstico e tratamento da doença genética rara

    A síndrome de Patau é uma doença genética que afeta o desenvolvimento do feto e causa diversas malformações, principalmente no sistema nervoso, no coração e na face.

    Ela é causada pela presença de um cromossomo 13 extra nas células, o que é chamado de trissomia do cromossomo 13.

    A síndrome de Patau é uma condição muito rara, que ocorre em cerca de 1 em cada 10 mil nascimentos. Ela é mais comum em bebês de mães com mais de 35 anos, mas pode ocorrer em qualquer idade gestacional. A síndrome de Patau não tem cura e tem uma baixa expectativa de vida, sendo que a maioria dos bebês morre nos primeiros dias ou meses de vida.

    Quais são as características da síndrome de Patau?

    As características da síndrome de Patau variam de acordo com o grau de trissomia do cromossomo 13 e a presença de outras alterações genéticas. No entanto, algumas das características mais comuns são:

    • Fenda labial e palatina (abertura no lábio e no céu da boca);

    • Punhos cerrados e dedos sobrepostos nas mãos;

    • Plantas dos pés arqueadas;

    • Problemas nos olhos, como microftalmia (olhos pequenos), anoftalmia (ausência de olhos) ou coloboma (fenda na íris);

    • Orelhas malformadas e mal posicionadas;

    • Polidactilia (presença de um sexto dedo nas mãos ou nos pés);

    • Defeitos cardíacos congênitos;

    • Problemas renais, como rins policísticos;

    • Retardo mental grave.

    Essas malformações podem causar diversos problemas de saúde, como dificuldade para respirar, se alimentar, enxergar, ouvir e se desenvolver. Além disso, os bebês com síndrome de Patau podem ter infecções frequentes, convulsões, apneia do sono e hipotonia (fraqueza muscular).

    Como é feito o diagnóstico da síndrome de Patau?

    O diagnóstico da síndrome de Patau pode ser feito durante a gravidez, por meio de exames que avaliam o desenvolvimento do feto e a presença de malformações. Alguns desses exames são:

    • Ultrassonografia: é um exame que usa ondas sonoras para gerar imagens do feto. Ele pode detectar alterações no tamanho e na forma do feto, assim como defeitos cardíacos, renais e cerebrais.

    • Amniocentese: é um exame que consiste na retirada de uma amostra do líquido amniótico que envolve o feto. Esse líquido contém células fetais que podem ser analisadas para identificar alterações cromossômicas.

    • Pesquisa de DNA fetal no sangue materno: é um exame que usa uma amostra de sangue da mãe para detectar fragmentos de DNA fetal. Esse DNA pode ser examinado para identificar alterações cromossômicas.

    Após o nascimento, o diagnóstico da síndrome de Patau pode ser confirmado por meio da avaliação clínica do bebê e de exames genéticos que detectam a trissomia do cromossomo 13. Um desses exames é a citogenética, que consiste na observação dos cromossomos ao microscópio.

    Como é feito o tratamento da síndrome de Patau?

    Não há um tratamento específico para a síndrome de Patau, mas sim um acompanhamento médico e multidisciplinar que visa aliviar os sintomas, facilitar a alimentação e melhorar a qualidade de vida do bebê. Em alguns casos, podem ser necessárias cirurgias para corrigir defeitos cardíacos ou fendas labiais e palatinas.

    A fisioterapia, a terapia ocupacional e a fonoaudiologia também podem ajudar no desenvolvimento das crianças com síndrome de Patau, estimulando suas habilidades motoras, sensoriais e de comunicação. Além disso, é importante o apoio psicológico e emocional para os pais e familiares, que podem enfrentar dificuldades e angústias diante do diagnóstico e do prognóstico da síndrome.

    Qual é o prognóstico da síndrome de Patau?

    A síndrome de Patau é uma condição muito grave e com baixa expectativa de vida. A maioria dos bebês com essa síndrome morre nos primeiros dias ou meses de vida, devido às complicações das malformações. Há casos raros de sobrevivência até os 10 anos de idade, mas com um alto grau de dependência e limitações.

    A síndrome de Patau não é uma doença hereditária, ou seja, não é transmitida dos pais para os filhos. Ela ocorre por um erro na divisão celular durante a formação do óvulo ou do espermatozoide, que resulta em um cromossomo 13 extra. Esse erro é aleatório e não tem uma causa específica, mas pode estar relacionado à idade avançada da mãe.

    A síndrome de Patau é uma doença que traz muitos desafios e sofrimentos para os bebês e suas famílias. Por isso, é fundamental que haja um acompanhamento médico adequado, assim como um suporte emocional e social para os envolvidos. A informação e a conscientização também são importantes para que se possa entender melhor a síndrome e seus impactos na vida das pessoas.

    Ela é causada pela presença de um cromossomo 13 extra nas células, o que é chamado de trissomia do cromossomo 13.

    A síndrome de Patau é uma condição muito rara, que ocorre em cerca de 1 em cada 10 mil nascimentos. Ela é mais comum em bebês de mães com mais de 35 anos, mas pode ocorrer em qualquer idade gestacional. A síndrome de Patau não tem cura e tem uma baixa expectativa de vida, sendo que a maioria dos bebês morre nos primeiros dias ou meses de vida.

    Quais são as características da síndrome de Patau?

    As características da síndrome de Patau variam de acordo com o grau de trissomia do cromossomo 13 e a presença de outras alterações genéticas. No entanto, algumas das características mais comuns são:

    • Fenda labial e palatina (abertura no lábio e no céu da boca);

    • Punhos cerrados e dedos sobrepostos nas mãos;

    • Plantas dos pés arqueadas;

    • Problemas nos olhos, como microftalmia (olhos pequenos), anoftalmia (ausência de olhos) ou coloboma (fenda na íris);

    • Orelhas malformadas e mal posicionadas;

    • Polidactilia (presença de um sexto dedo nas mãos ou nos pés);

    • Defeitos cardíacos congênitos;

    • Problemas renais, como rins policísticos;

    • Retardo mental grave.

    Essas malformações podem causar diversos problemas de saúde, como dificuldade para respirar, se alimentar, enxergar, ouvir e se desenvolver. Além disso, os bebês com síndrome de Patau podem ter infecções frequentes, convulsões, apneia do sono e hipotonia (fraqueza muscular).

    Como é feito o diagnóstico da síndrome de Patau?

    O diagnóstico da síndrome de Patau pode ser feito durante a gravidez, por meio de exames que avaliam o desenvolvimento do feto e a presença de malformações. Alguns desses exames são:

    • Ultrassonografia: é um exame que usa ondas sonoras para gerar imagens do feto. Ele pode detectar alterações no tamanho e na forma do feto, assim como defeitos cardíacos, renais e cerebrais.

    • Amniocentese: é um exame que consiste na retirada de uma amostra do líquido amniótico que envolve o feto. Esse líquido contém células fetais que podem ser analisadas para identificar alterações cromossômicas.

    • Pesquisa de DNA fetal no sangue materno: é um exame que usa uma amostra de sangue da mãe para detectar fragmentos de DNA fetal. Esse DNA pode ser examinado para identificar alterações cromossômicas.

    Após o nascimento, o diagnóstico da síndrome de Patau pode ser confirmado por meio da avaliação clínica do bebê e de exames genéticos que detectam a trissomia do cromossomo 13. Um desses exames é a citogenética, que consiste na observação dos cromossomos ao microscópio.

    Como é feito o tratamento da síndrome de Patau?

    Não há um tratamento específico para a síndrome de Patau, mas sim um acompanhamento médico e multidisciplinar que visa aliviar os sintomas, facilitar a alimentação e melhorar a qualidade de vida do bebê. Em alguns casos, podem ser necessárias cirurgias para corrigir defeitos cardíacos ou fendas labiais e palatinas.

    A fisioterapia, a terapia ocupacional e a fonoaudiologia também podem ajudar no desenvolvimento das crianças com síndrome de Patau, estimulando suas habilidades motoras, sensoriais e de comunicação. Além disso, é importante o apoio psicológico e emocional para os pais e familiares, que podem enfrentar dificuldades e angústias diante do diagnóstico e do prognóstico da síndrome.

    Qual é o prognóstico da síndrome de Patau?

    A síndrome de Patau é uma condição muito grave e com baixa expectativa de vida. A maioria dos bebês com essa síndrome morre nos primeiros dias ou meses de vida, devido às complicações das malformações. Há casos raros de sobrevivência até os 10 anos de idade, mas com um alto grau de dependência e limitações.

    A síndrome de Patau não é uma doença hereditária, ou seja, não é transmitida dos pais para os filhos. Ela ocorre por um erro na divisão celular durante a formação do óvulo ou do espermatozoide, que resulta em um cromossomo 13 extra. Esse erro é aleatório e não tem uma causa específica, mas pode estar relacionado à idade avançada da mãe.

    A síndrome de Patau é uma doença que traz muitos desafios e sofrimentos para os bebês e suas famílias. Por isso, é fundamental que haja um acompanhamento médico adequado, assim como um suporte emocional e social para os envolvidos. A informação e a conscientização também são importantes para que se possa entender melhor a síndrome e seus impactos na vida das pessoas.

  • Brasil avança na regulamentação dos sites de apostas esportivas

    Brasil avança na regulamentação dos sites de apostas esportivas

    O Brasil está a um passo de regulamentar os sites de apostas esportivas, uma atividade que movimenta bilhões de reais por ano no país.

    Em agosto de 2021, o governo federal enviou ao Congresso Nacional uma Medida Provisória (MP) que estabelece as regras para o funcionamento desse tipo de jogo online, que opera desde 2018 com base em uma lei sancionada pelo então presidente Michel Temer.

    A MP tem como objetivo criar um ambiente legal e seguro para os apostadores e as empresas que atuam no setor, além de permitir a arrecadação de impostos sobre as receitas geradas pelas apostas. Segundo o governo, a estimativa é que o Brasil possa arrecadar até R$ 4 bilhões por ano com a tributação dos sites de apostas esportivas.

    A regulamentação também visa combater os sites ilegais que operam no país sem autorização e fiscalização, e que podem oferecer riscos aos consumidores, como fraudes, lavagem de dinheiro e vício em jogo. Para isso, a MP prevê a criação de um sistema de monitoramento e bloqueio desses sites, que poderão ser multados e ter seus bens apreendidos.

    Além disso, a MP busca proteger os jogadores de eventuais problemas decorrentes das apostas, como o endividamento e a dependência. Para isso, estabelece medidas como o limite de valor das apostas, o cadastro obrigatório dos apostadores, a proibição de menores de 18 anos e a oferta de programas de prevenção e tratamento do vício em jogo.

    O que diz o setor

    A regulamentação dos sites de apostas esportivas é vista com bons olhos pelo setor, que espera um aumento da confiança e da demanda dos consumidores brasileiros. Segundo dados da Associação Brasileira de Apostas Esportivas (ABRASE), o Brasil tem cerca de 10 milhões de apostadores online, que movimentam cerca de R$ 10 bilhões por ano.

    No entanto, o setor também reclama que a carga tributária proposta pelo governo é muito alta e pode inviabilizar a entrada das empresas no mercado legal. A MP prevê uma alíquota de 5% sobre o faturamento bruto das empresas, além dos impostos federais, estaduais e municipais. Segundo a ABRASE, essa carga pode chegar a 40% do faturamento das empresas, o que seria insustentável para o negócio.

    A ABRASE defende uma alíquota menor, entre 1% e 2%, que seria mais compatível com a realidade do mercado internacional. A associação argumenta que uma tributação mais baixa atrairia mais empresas para o mercado legal, aumentando a concorrência, a qualidade dos serviços e a arrecadação do governo.

    Os próximos passos

    A MP enviada pelo governo tem validade de 120 dias e precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional para se tornar lei definitiva. Caso contrário, perderá sua eficácia e os sites de apostas esportivas voltarão à situação anterior, sem regulamentação.

    Além da aprovação da MP, a regulamentação depende também da edição de portarias e decretos complementares pelo Ministério da Economia, que ficará responsável pela gestão do setor. Esses atos normativos devem definir questões como os critérios para a concessão das licenças para as empresas, os valores das taxas e das multas, os mecanismos de fiscalização e controle e as regras para as modalidades de apostas permitidas.

    A expectativa é que todo esse processo seja concluído até 2024, quando os sites de apostas esportivas poderão operar legalmente no Brasil. Até lá, os apostadores devem ficar atentos aos sites que utilizam e verificar se eles possuem autorização para funcionar no país.

    Em agosto de 2021, o governo federal enviou ao Congresso Nacional uma Medida Provisória (MP) que estabelece as regras para o funcionamento desse tipo de jogo online, que opera desde 2018 com base em uma lei sancionada pelo então presidente Michel Temer.

    A MP tem como objetivo criar um ambiente legal e seguro para os apostadores e as empresas que atuam no setor, além de permitir a arrecadação de impostos sobre as receitas geradas pelas apostas. Segundo o governo, a estimativa é que o Brasil possa arrecadar até R$ 4 bilhões por ano com a tributação dos sites de apostas esportivas.

    A regulamentação também visa combater os sites ilegais que operam no país sem autorização e fiscalização, e que podem oferecer riscos aos consumidores, como fraudes, lavagem de dinheiro e vício em jogo. Para isso, a MP prevê a criação de um sistema de monitoramento e bloqueio desses sites, que poderão ser multados e ter seus bens apreendidos.

    Além disso, a MP busca proteger os jogadores de eventuais problemas decorrentes das apostas, como o endividamento e a dependência. Para isso, estabelece medidas como o limite de valor das apostas, o cadastro obrigatório dos apostadores, a proibição de menores de 18 anos e a oferta de programas de prevenção e tratamento do vício em jogo.

    O que diz o setor

    A regulamentação dos sites de apostas esportivas é vista com bons olhos pelo setor, que espera um aumento da confiança e da demanda dos consumidores brasileiros. Segundo dados da Associação Brasileira de Apostas Esportivas (ABRASE), o Brasil tem cerca de 10 milhões de apostadores online, que movimentam cerca de R$ 10 bilhões por ano.

    No entanto, o setor também reclama que a carga tributária proposta pelo governo é muito alta e pode inviabilizar a entrada das empresas no mercado legal. A MP prevê uma alíquota de 5% sobre o faturamento bruto das empresas, além dos impostos federais, estaduais e municipais. Segundo a ABRASE, essa carga pode chegar a 40% do faturamento das empresas, o que seria insustentável para o negócio.

    A ABRASE defende uma alíquota menor, entre 1% e 2%, que seria mais compatível com a realidade do mercado internacional. A associação argumenta que uma tributação mais baixa atrairia mais empresas para o mercado legal, aumentando a concorrência, a qualidade dos serviços e a arrecadação do governo.

    Os próximos passos

    A MP enviada pelo governo tem validade de 120 dias e precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional para se tornar lei definitiva. Caso contrário, perderá sua eficácia e os sites de apostas esportivas voltarão à situação anterior, sem regulamentação.

    Além da aprovação da MP, a regulamentação depende também da edição de portarias e decretos complementares pelo Ministério da Economia, que ficará responsável pela gestão do setor. Esses atos normativos devem definir questões como os critérios para a concessão das licenças para as empresas, os valores das taxas e das multas, os mecanismos de fiscalização e controle e as regras para as modalidades de apostas permitidas.

    A expectativa é que todo esse processo seja concluído até 2024, quando os sites de apostas esportivas poderão operar legalmente no Brasil. Até lá, os apostadores devem ficar atentos aos sites que utilizam e verificar se eles possuem autorização para funcionar no país.

  • Descoberta de inflamação pode retardar o envelhecimento e prevenir doenças relacionadas à idade

    Descoberta de inflamação pode retardar o envelhecimento e prevenir doenças relacionadas à idade

    A inflamação crônica é um dos principais fatores que contribuem para o envelhecimento e as doenças relacionadas à idade, como doenças cardíacas, diabetes, câncer e distúrbios cerebrais.

    Mas o que causa a inflamação crônica e como podemos preveni-la ou revertê-la?

    Uma nova pesquisa da Universidade da Virgínia revelou um mecanismo molecular que liga a inflamação crônica ao envelhecimento celular. Os pesquisadores descobriram que certas células imunes chamadas macrófagos, que são responsáveis por eliminar patógenos e detritos celulares, perdem sua capacidade de regular o cálcio dentro de suas mitocôndrias à medida que envelhecem. As mitocôndrias são as usinas de energia das células, que produzem ATP, a molécula de energia universal.

    O cálcio é um importante sinalizador celular que controla muitas funções celulares, incluindo a produção de energia, a morte celular programada e a resposta inflamatória. Quando as mitocôndrias dos macrófagos não conseguem absorver e usar o cálcio adequadamente, elas se tornam disfuncionais e liberam moléculas pró-inflamatórias chamadas citocinas, que causam inflamação crônica em todo o corpo.

    Os pesquisadores demonstraram que aumentar a captação de cálcio pelas mitocôndrias dos macrófagos pode restaurar sua função normal e reduzir a inflamação. Eles usaram um composto chamado RU360, que se liga especificamente ao canal de cálcio mitocondrial, para aumentar o fluxo de cálcio para as mitocôndrias. Eles observaram que o tratamento com RU360 melhorou a função mitocondrial e reduziu a produção de citocinas nos macrófagos envelhecidos.

    Esse achado sugere que a sinalização de cálcio nas mitocôndrias é um alvo terapêutico potencial para prevenir ou tratar a inflamação crônica e suas consequências negativas. Ao melhorar a saúde das mitocôndrias dos macrófagos, podemos viver mais e com mais saúde, e prevenir doenças relacionadas à idade que afetam nosso coração, cérebro e outros órgãos.

    Fonte: Link.

    Mas o que causa a inflamação crônica e como podemos preveni-la ou revertê-la?

    Uma nova pesquisa da Universidade da Virgínia revelou um mecanismo molecular que liga a inflamação crônica ao envelhecimento celular. Os pesquisadores descobriram que certas células imunes chamadas macrófagos, que são responsáveis por eliminar patógenos e detritos celulares, perdem sua capacidade de regular o cálcio dentro de suas mitocôndrias à medida que envelhecem. As mitocôndrias são as usinas de energia das células, que produzem ATP, a molécula de energia universal.

    O cálcio é um importante sinalizador celular que controla muitas funções celulares, incluindo a produção de energia, a morte celular programada e a resposta inflamatória. Quando as mitocôndrias dos macrófagos não conseguem absorver e usar o cálcio adequadamente, elas se tornam disfuncionais e liberam moléculas pró-inflamatórias chamadas citocinas, que causam inflamação crônica em todo o corpo.

    Os pesquisadores demonstraram que aumentar a captação de cálcio pelas mitocôndrias dos macrófagos pode restaurar sua função normal e reduzir a inflamação. Eles usaram um composto chamado RU360, que se liga especificamente ao canal de cálcio mitocondrial, para aumentar o fluxo de cálcio para as mitocôndrias. Eles observaram que o tratamento com RU360 melhorou a função mitocondrial e reduziu a produção de citocinas nos macrófagos envelhecidos.

    Esse achado sugere que a sinalização de cálcio nas mitocôndrias é um alvo terapêutico potencial para prevenir ou tratar a inflamação crônica e suas consequências negativas. Ao melhorar a saúde das mitocôndrias dos macrófagos, podemos viver mais e com mais saúde, e prevenir doenças relacionadas à idade que afetam nosso coração, cérebro e outros órgãos.

    Fonte: Link.

  • Restituição do IRPF 2023: consulta ao terceiro lote já está disponível

    Restituição do IRPF 2023: consulta ao terceiro lote já está disponível

    A Receita Federal liberou nesta terça-feira (25) a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2023. O lote contempla também restituições residuais de exercícios anteriores, desde 2008.

    O crédito bancário para 5.632.036 contribuintes será realizado no dia 31 de julho, no valor total de RS 7,5 bilhões.

    Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita Federal na internet ou o aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones. Na consulta, é possível verificar o status da declaração e a data prevista para o depósito da restituição.

    A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Caso o contribuinte não faça o resgate nesse prazo, deverá requerer o valor no Portal e-CAC, disponível no site da Receita Federal. Caso a restituição não seja depositada na conta informada na declaração, o contribuinte poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco.

    A Receita Federal lembra que não envia e-mails, SMS ou telefonemas solicitando dados pessoais ou bancários dos contribuintes. Qualquer comunicação dessa natureza deve ser ignorada, pois pode se tratar de uma tentativa de fraude.

    O próximo lote de restituição do IRPF 2023 está previsto para ser liberado em 31 de agosto. A Receita Federal irá pagar cinco lotes neste ano, sendo o último em 30 de setembro. O cronograma foi reduzido em relação aos anos anteriores, quando eram pagos sete lotes.

    O crédito bancário para 5.632.036 contribuintes será realizado no dia 31 de julho, no valor total de RS 7,5 bilhões.

    Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita Federal na internet ou o aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones. Na consulta, é possível verificar o status da declaração e a data prevista para o depósito da restituição.

    A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Caso o contribuinte não faça o resgate nesse prazo, deverá requerer o valor no Portal e-CAC, disponível no site da Receita Federal. Caso a restituição não seja depositada na conta informada na declaração, o contribuinte poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco.

    A Receita Federal lembra que não envia e-mails, SMS ou telefonemas solicitando dados pessoais ou bancários dos contribuintes. Qualquer comunicação dessa natureza deve ser ignorada, pois pode se tratar de uma tentativa de fraude.

    O próximo lote de restituição do IRPF 2023 está previsto para ser liberado em 31 de agosto. A Receita Federal irá pagar cinco lotes neste ano, sendo o último em 30 de setembro. O cronograma foi reduzido em relação aos anos anteriores, quando eram pagos sete lotes.

  • Cookies de Terceiros: O que são e como afetam a sua privacidade online

    Cookies de Terceiros: O que são e como afetam a sua privacidade online

    Você já se perguntou como alguns sites sabem o que você gosta, o que você procura ou onde você está? A resposta pode estar nos cookies de terceiros, pequenos arquivos de texto que são armazenados no seu navegador quando você visita certos sites.

    Esses cookies podem coletar e transmitir informações sobre o seu comportamento online para outras empresas, que podem usá-las para fins de marketing, análise ou personalização. Mas o que são exatamente os cookies de terceiros, como eles funcionam e quais são os seus riscos e benefícios? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre esse assunto.

    O que são cookies de terceiros?

    Cookies são pequenos arquivos de texto que são criados e armazenados no seu navegador quando você visita um site. Eles servem para vários propósitos, como lembrar as suas preferências, facilitar o seu login, otimizar o desempenho do site ou mostrar anúncios relevantes. Os cookies podem ser classificados em dois tipos: cookies de primeira parte e cookies de terceiros.

    Os cookies de primeira parte são aqueles que são definidos pelo próprio site que você está visitando. Eles geralmente são necessários para o funcionamento do site ou para oferecer uma melhor experiência ao usuário. Por exemplo, um cookie de primeira parte pode lembrar o seu carrinho de compras, o seu idioma ou a sua localização.

    Os cookies de terceiros são aqueles que são definidos por um outro site que você está no momento. Eles permitem que os anunciantes ou as empresas de análise acompanhem o histórico de navegação de um indivíduo em toda a Web, nos sites que contêm seus anúncios. Um exemplo é o botão “Like” do Facebook. Você pode adicionar um botão “Curtir” no seu site, e esse botão armazena um cookie no computador do visitante, que envia informações de volta para o Facebook.

    Como os cookies de terceiros funcionam?

    Os cookies de terceiros funcionam da seguinte forma: quando você visita um site que contém um elemento de outro site, como um banner publicitário, um pixel de rastreamento ou um botão de rede social, esse elemento solicita ao seu navegador que armazene um cookie de terceiros no seu dispositivo. Esse cookie contém um identificador único que permite ao site de origem reconhecer o seu navegador em outras páginas da Web. Dessa forma, o site de origem pode coletar informações sobre os sites que você visita, as páginas que você visualiza, os produtos que você pesquisa ou compra, os formulários que você preenche ou as suas interações com os anúncios.

    Essas informações podem ser usadas para vários fins, como:

    • Personalizar a publicidade: os cookies de terceiros permitem aos anunciantes mostrar anúncios mais relevantes e direcionados aos seus interesses, com base no seu perfil e no seu comportamento online. Por exemplo, se você pesquisar por um produto em um site, é possível que você veja anúncios desse produto em outros sites que você visitar.

    • Medir a eficácia da publicidade: os cookies de terceiros permitem aos anunciantes medir quantas pessoas viram, clicaram ou compraram a partir dos seus anúncios, e quais foram os resultados dessas ações. Por exemplo, se você clicar em um anúncio e comprar um produto em outro site, o cookie de terceiros pode informar ao anunciante que a sua compra foi influenciada pelo anúncio.

    • Analisar o tráfego e o comportamento dos usuários: os cookies de terceiros permitem às empresas de análise coletar dados estatísticos sobre o número e o tipo de visitantes dos sites, as páginas mais visitadas, o tempo médio gasto em cada página, as fontes de tráfego, as taxas de conversão, as taxas de rejeição ou as preferências dos usuários. Esses dados podem ajudar os donos dos sites a melhorar o conteúdo, o design e a usabilidade dos seus sites.

    Esses cookies podem coletar e transmitir informações sobre o seu comportamento online para outras empresas, que podem usá-las para fins de marketing, análise ou personalização. Mas o que são exatamente os cookies de terceiros, como eles funcionam e quais são os seus riscos e benefícios? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre esse assunto.

    O que são cookies de terceiros?

    Cookies são pequenos arquivos de texto que são criados e armazenados no seu navegador quando você visita um site. Eles servem para vários propósitos, como lembrar as suas preferências, facilitar o seu login, otimizar o desempenho do site ou mostrar anúncios relevantes. Os cookies podem ser classificados em dois tipos: cookies de primeira parte e cookies de terceiros.

    Os cookies de primeira parte são aqueles que são definidos pelo próprio site que você está visitando. Eles geralmente são necessários para o funcionamento do site ou para oferecer uma melhor experiência ao usuário. Por exemplo, um cookie de primeira parte pode lembrar o seu carrinho de compras, o seu idioma ou a sua localização.

    Os cookies de terceiros são aqueles que são definidos por um outro site que você está no momento. Eles permitem que os anunciantes ou as empresas de análise acompanhem o histórico de navegação de um indivíduo em toda a Web, nos sites que contêm seus anúncios. Um exemplo é o botão “Like” do Facebook. Você pode adicionar um botão “Curtir” no seu site, e esse botão armazena um cookie no computador do visitante, que envia informações de volta para o Facebook.

    Como os cookies de terceiros funcionam?

    Os cookies de terceiros funcionam da seguinte forma: quando você visita um site que contém um elemento de outro site, como um banner publicitário, um pixel de rastreamento ou um botão de rede social, esse elemento solicita ao seu navegador que armazene um cookie de terceiros no seu dispositivo. Esse cookie contém um identificador único que permite ao site de origem reconhecer o seu navegador em outras páginas da Web. Dessa forma, o site de origem pode coletar informações sobre os sites que você visita, as páginas que você visualiza, os produtos que você pesquisa ou compra, os formulários que você preenche ou as suas interações com os anúncios.

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  • COVID-19 de longa duração pode afetar a função cerebral por até dois anos, diz estudo

    COVID-19 de longa duração pode afetar a função cerebral por até dois anos, diz estudo

    Um estudo realizado por pesquisadores do King’s College London revelou que pessoas que sofrem de COVID-19 de longa duração, ou seja, que apresentam sintomas persistentes da doença por mais de 12 semanas, podem ter sua função cerebral prejudicada por até dois anos após a infecção pelo vírus.

    O estudo foi publicado na revista The Lancet e envolveu mais de 80 mil pessoas que participaram do aplicativo COVID Symptom Study.

    Os pesquisadores aplicaram testes cognitivos online que avaliavam diferentes aspectos da função mental, como memória, atenção, raciocínio e velocidade de processamento. Os testes foram realizados duas vezes, com nove meses de intervalo, entre maio de 2020 e fevereiro de 2021. Os participantes foram divididos em quatro grupos: aqueles que não tiveram COVID-19, aqueles que tiveram COVID-19 e se sentiram totalmente recuperados, aqueles que tiveram COVID-19 e apresentaram sintomas leves ou moderados por até 12 semanas e aqueles que tiveram COVID-19 e apresentaram sintomas graves ou prolongados por mais de 12 semanas.

    Os resultados mostraram que os participantes que tiveram COVID-19 de longa duração apresentaram desempenho reduzido em todos os testes cognitivos em comparação com os demais grupos. Essas pessoas também não apresentaram melhora significativa nos testes entre as duas rodadas de avaliação, indicando uma persistência dos problemas cognitivos. Além disso, os pesquisadores observaram que os participantes que tiveram COVID-19 de longa duração relataram mais sintomas neurológicos e psiquiátricos, como confusão mental, ansiedade e depressão.

    Os pesquisadores ressaltam que o estudo tem limitações, como o fato de não terem acesso aos dados clínicos dos participantes, o que poderia influenciar nos resultados. Eles também destacam que os testes cognitivos online não substituem as avaliações neuropsicológicas presenciais, que são mais precisas e abrangentes. No entanto, eles afirmam que o estudo é o maior e mais longo do tipo já realizado e que fornece evidências de que a COVID-19 pode ter um impacto duradouro na função cerebral de algumas pessoas.

    Os autores do estudo defendem a necessidade de acompanhar as pessoas que sofrem de COVID-19 de longa duração e oferecer apoio para a recuperação. Eles também sugerem que sejam realizadas mais pesquisas para entender os mecanismos pelos quais o vírus afeta o cérebro e quais são os fatores de risco para desenvolver problemas cognitivos após a infecção. Eles esperam que seus achados contribuam para aumentar a conscientização sobre as consequências da COVID-19 de longa duração e para melhorar o cuidado com as pessoas afetadas pela doença.

    Fonte: Link.

    O estudo foi publicado na revista The Lancet e envolveu mais de 80 mil pessoas que participaram do aplicativo COVID Symptom Study.

    Os pesquisadores aplicaram testes cognitivos online que avaliavam diferentes aspectos da função mental, como memória, atenção, raciocínio e velocidade de processamento. Os testes foram realizados duas vezes, com nove meses de intervalo, entre maio de 2020 e fevereiro de 2021. Os participantes foram divididos em quatro grupos: aqueles que não tiveram COVID-19, aqueles que tiveram COVID-19 e se sentiram totalmente recuperados, aqueles que tiveram COVID-19 e apresentaram sintomas leves ou moderados por até 12 semanas e aqueles que tiveram COVID-19 e apresentaram sintomas graves ou prolongados por mais de 12 semanas.

    Os resultados mostraram que os participantes que tiveram COVID-19 de longa duração apresentaram desempenho reduzido em todos os testes cognitivos em comparação com os demais grupos. Essas pessoas também não apresentaram melhora significativa nos testes entre as duas rodadas de avaliação, indicando uma persistência dos problemas cognitivos. Além disso, os pesquisadores observaram que os participantes que tiveram COVID-19 de longa duração relataram mais sintomas neurológicos e psiquiátricos, como confusão mental, ansiedade e depressão.

    Os pesquisadores ressaltam que o estudo tem limitações, como o fato de não terem acesso aos dados clínicos dos participantes, o que poderia influenciar nos resultados. Eles também destacam que os testes cognitivos online não substituem as avaliações neuropsicológicas presenciais, que são mais precisas e abrangentes. No entanto, eles afirmam que o estudo é o maior e mais longo do tipo já realizado e que fornece evidências de que a COVID-19 pode ter um impacto duradouro na função cerebral de algumas pessoas.

    Os autores do estudo defendem a necessidade de acompanhar as pessoas que sofrem de COVID-19 de longa duração e oferecer apoio para a recuperação. Eles também sugerem que sejam realizadas mais pesquisas para entender os mecanismos pelos quais o vírus afeta o cérebro e quais são os fatores de risco para desenvolver problemas cognitivos após a infecção. Eles esperam que seus achados contribuam para aumentar a conscientização sobre as consequências da COVID-19 de longa duração e para melhorar o cuidado com as pessoas afetadas pela doença.

    Fonte: Link.

  • Como o HIV se torna resistente a um dos melhores medicamentos antivirais?

    Como o HIV se torna resistente a um dos melhores medicamentos antivirais?

    O HIV é um vírus que infecta as células do sistema imunológico humano e causa a AIDS, uma síndrome que compromete a capacidade do corpo de combater infecções e doenças. 

    via GIPHY

    O tratamento para o HIV envolve o uso de medicamentos antivirais que impedem o vírus de se replicar e se espalhar pelo corpo. Um desses medicamentos é o Dolutegravir, que pertence à classe dos inibidores da integrase.

    A integrase é uma proteína do HIV que permite ao vírus inserir seu material genético no DNA das células humanas, um passo essencial para a replicação viral. O Dolutegravir se liga à integrase e bloqueia sua atividade, impedindo assim a integração do HIV. O Dolutegravir é considerado um dos medicamentos antivirais mais eficazes e usados clinicamente para tratar o HIV, pois tem uma alta potência, uma baixa toxicidade e uma alta barreira à resistência.

    No entanto, alguns pacientes que tomam Dolutegravir desenvolvem resistência ao medicamento, o que significa que o vírus consegue se replicar apesar da presença do inibidor. Isso pode comprometer a eficácia do tratamento e aumentar o risco de transmissão do HIV. Mas como o HIV se torna resistente ao Dolutegravir?

    Pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá, e da Universidade de Oxford, no Reino Unido, descobriram os mecanismos moleculares pelos quais o HIV se torna resistente ao Dolutegravir. Eles publicaram seus resultados na revista Nature Communications em julho de 2021.

    Os pesquisadores usaram técnicas de biologia estrutural, como cristalografia de raios X e ressonância magnética nuclear, para analisar as estruturas 3D da integrase do HIV com e sem o Dolutegravir. Eles compararam as estruturas das proteínas integrase selvagens (não resistentes) e das proteínas integrase mutantes (resistentes) que foram encontradas em pacientes que falharam no tratamento com Dolutegravir.

    Eles descobriram que as mutações na integrase causam mudanças nas suas estruturas 3D, alterando a forma como elas interagem com o Dolutegravir e reduzindo sua afinidade pelo inibidor. Essas mudanças também afetam a forma como as proteínas integrase interagem entre si e com o DNA viral, alterando sua atividade catalítica e sua estabilidade.

    Os pesquisadores também testaram outros compostos que podem inibir a integrase do HIV, incluindo outros inibidores da integrase clinicamente aprovados (Raltegravir e Elvitegravir) e um medicamento experimental para o HIV chamado 4d. Eles descobriram que os outros inibidores da integrase também eram menos eficazes contra as proteínas integrase resistentes ao Dolutegravir, mas que o 4d ainda era capaz de bloquear sua função.

    O 4d é um composto que se liga à integrase em um sítio diferente do Dolutegravir e dos outros inibidores da integrase. Ele interfere na formação do complexo entre a integrase e o DNA viral, impedindo assim a integração do HIV. Os pesquisadores mostraram que o 4d ainda bloqueava potencialmente a capacidade do HIV de integrar seus genes nas células humanas, mesmo na presença das mutações resistentes ao Dolutegravir.

    Os pesquisadores concluíram que seus achados revelam como as mudanças nas estruturas 3D da integrase podem levar à resistência ao Dolutegravir e como outros compostos podem ser capazes de superar essa resistência. Eles sugeriram que seus resultados podem ajudar no desenvolvimento de novos medicamentos antivirais para tratar o HIV e melhorar a saúde dos pacientes infectados pelo vírus.

    via GIPHY

    O tratamento para o HIV envolve o uso de medicamentos antivirais que impedem o vírus de se replicar e se espalhar pelo corpo. Um desses medicamentos é o Dolutegravir, que pertence à classe dos inibidores da integrase.

    A integrase é uma proteína do HIV que permite ao vírus inserir seu material genético no DNA das células humanas, um passo essencial para a replicação viral. O Dolutegravir se liga à integrase e bloqueia sua atividade, impedindo assim a integração do HIV. O Dolutegravir é considerado um dos medicamentos antivirais mais eficazes e usados clinicamente para tratar o HIV, pois tem uma alta potência, uma baixa toxicidade e uma alta barreira à resistência.

    No entanto, alguns pacientes que tomam Dolutegravir desenvolvem resistência ao medicamento, o que significa que o vírus consegue se replicar apesar da presença do inibidor. Isso pode comprometer a eficácia do tratamento e aumentar o risco de transmissão do HIV. Mas como o HIV se torna resistente ao Dolutegravir?

    Pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá, e da Universidade de Oxford, no Reino Unido, descobriram os mecanismos moleculares pelos quais o HIV se torna resistente ao Dolutegravir. Eles publicaram seus resultados na revista Nature Communications em julho de 2021.

    Os pesquisadores usaram técnicas de biologia estrutural, como cristalografia de raios X e ressonância magnética nuclear, para analisar as estruturas 3D da integrase do HIV com e sem o Dolutegravir. Eles compararam as estruturas das proteínas integrase selvagens (não resistentes) e das proteínas integrase mutantes (resistentes) que foram encontradas em pacientes que falharam no tratamento com Dolutegravir.

    Eles descobriram que as mutações na integrase causam mudanças nas suas estruturas 3D, alterando a forma como elas interagem com o Dolutegravir e reduzindo sua afinidade pelo inibidor. Essas mudanças também afetam a forma como as proteínas integrase interagem entre si e com o DNA viral, alterando sua atividade catalítica e sua estabilidade.

    Os pesquisadores também testaram outros compostos que podem inibir a integrase do HIV, incluindo outros inibidores da integrase clinicamente aprovados (Raltegravir e Elvitegravir) e um medicamento experimental para o HIV chamado 4d. Eles descobriram que os outros inibidores da integrase também eram menos eficazes contra as proteínas integrase resistentes ao Dolutegravir, mas que o 4d ainda era capaz de bloquear sua função.

    O 4d é um composto que se liga à integrase em um sítio diferente do Dolutegravir e dos outros inibidores da integrase. Ele interfere na formação do complexo entre a integrase e o DNA viral, impedindo assim a integração do HIV. Os pesquisadores mostraram que o 4d ainda bloqueava potencialmente a capacidade do HIV de integrar seus genes nas células humanas, mesmo na presença das mutações resistentes ao Dolutegravir.

    Os pesquisadores concluíram que seus achados revelam como as mudanças nas estruturas 3D da integrase podem levar à resistência ao Dolutegravir e como outros compostos podem ser capazes de superar essa resistência. Eles sugeriram que seus resultados podem ajudar no desenvolvimento de novos medicamentos antivirais para tratar o HIV e melhorar a saúde dos pacientes infectados pelo vírus.

  • Volkswagen cancela layoff em Taubaté e concede férias coletivas

    Volkswagen cancela layoff em Taubaté e concede férias coletivas

    A Volkswagen do Brasil anunciou nesta segunda-feira (24) que cancelou o layoff na unidade de Taubaté (SP), que afetaria 800 funcionários a partir de agosto.

    A decisão foi tomada em razão do bom desempenho do mercado automotivo, que registrou um aumento nas vendas nos últimos meses.

    Segundo a montadora, a produção do modelo Polo, que é fabricado na planta de Taubaté, teve uma demanda acima do esperado, o que levou à revisão do plano de ajuste da capacidade produtiva. Além disso, a Volkswagen destacou que o governo federal anunciou um programa de incentivo ao setor, que reduziu o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos carros até o final do ano.

    Com o cancelamento do layoff, a Volkswagen vai conceder férias coletivas de 10 dias para os dois turnos da unidade de Taubaté a partir do dia 31 deste mês. A medida visa adequar o volume de produção à demanda do mercado e evitar estoques excessivos.

    O layoff na unidade de Taubaté foi anunciado pela Volkswagen no último dia 17 de maio, como parte de um pacote de medidas para enfrentar a crise provocada pela pandemia de covid-19. Na ocasião, a montadora informou que os funcionários afetados teriam seus contratos suspensos por até cinco meses, com parte dos salários pagos pelo governo e pela empresa.

    A decisão da Volkswagen foi comemorada pelos sindicatos dos metalúrgicos da região, que vinham negociando com a empresa para evitar demissões. Segundo eles, o cancelamento do layoff é uma vitória dos trabalhadores e uma demonstração da força do mercado interno.

    A unidade de Taubaté da Volkswagen emprega cerca de 3 mil funcionários e produz os modelos Polo e Gol. A fábrica é uma das mais antigas da montadora no país, tendo sido inaugurada em 1976. Em 2020, a unidade produziu 123 mil veículos, o que representa uma queda de 24% em relação a 2019.

    A decisão foi tomada em razão do bom desempenho do mercado automotivo, que registrou um aumento nas vendas nos últimos meses.

    Segundo a montadora, a produção do modelo Polo, que é fabricado na planta de Taubaté, teve uma demanda acima do esperado, o que levou à revisão do plano de ajuste da capacidade produtiva. Além disso, a Volkswagen destacou que o governo federal anunciou um programa de incentivo ao setor, que reduziu o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos carros até o final do ano.

    Com o cancelamento do layoff, a Volkswagen vai conceder férias coletivas de 10 dias para os dois turnos da unidade de Taubaté a partir do dia 31 deste mês. A medida visa adequar o volume de produção à demanda do mercado e evitar estoques excessivos.

    O layoff na unidade de Taubaté foi anunciado pela Volkswagen no último dia 17 de maio, como parte de um pacote de medidas para enfrentar a crise provocada pela pandemia de covid-19. Na ocasião, a montadora informou que os funcionários afetados teriam seus contratos suspensos por até cinco meses, com parte dos salários pagos pelo governo e pela empresa.

    A decisão da Volkswagen foi comemorada pelos sindicatos dos metalúrgicos da região, que vinham negociando com a empresa para evitar demissões. Segundo eles, o cancelamento do layoff é uma vitória dos trabalhadores e uma demonstração da força do mercado interno.

    A unidade de Taubaté da Volkswagen emprega cerca de 3 mil funcionários e produz os modelos Polo e Gol. A fábrica é uma das mais antigas da montadora no país, tendo sido inaugurada em 1976. Em 2020, a unidade produziu 123 mil veículos, o que representa uma queda de 24% em relação a 2019.