Autor: Rafaela Maia

  • Queijos artesanais de Minas Gerais são premiados em concurso estadual

    Queijos artesanais de Minas Gerais são premiados em concurso estadual

    Os queijos artesanais de Minas Gerais são reconhecidos pela sua qualidade e diversidade.

    Para valorizar essa tradição, foi realizado o Concurso Estadual dos Queijos Artesanais de Minas Gerais, que premiou os melhores produtos das regiões de Minas Artesanal, Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    O concurso contou com a participação de 36 produtores, que inscreveram seus queijos em quatro categorias: fresco, meia cura, curado e extra curado. Os queijos foram avaliados por uma comissão de jurados técnicos, que consideraram aspectos como apresentação, cor, textura, consistência, paladar e olfato.

    Os vencedores do concurso foram anunciados em uma cerimônia realizada no dia 5 de setembro, na cidade de Belo Horizonte. Os produtores premiados foram:

    • José Orlando Ferreira Júnior, da região de Minas Artesanal, que conquistou o primeiro lugar na categoria fresco com o seu queijo QMA.

    • Júlio Silvestre de Lima, das regiões de Alagoa e Mantiqueira de Minas, que venceu nas categorias meia cura e curado com os seus queijos Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    • Guilherme Arantes Rosa Maciel, também das regiões de Alagoa e Mantiqueira de Minas, que levou o prêmio na categoria extra curado com o seu queijo Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    Os queijos vencedores tiveram uma boa projeção no mercado e uma maior remuneração dos produtores. A Emater-MG, empresa vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), apoia a legalização das queijarias e a inserção do produto no mercado.

    O concurso foi uma iniciativa da Seapa, em parceria com a Emater-MG, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

    O objetivo do concurso foi promover a qualidade dos queijos artesanais de Minas Gerais, incentivar a produção sustentável e valorizar a cultura e a identidade mineiras.

    Com informações da Agência Minas Gerais.

    Para valorizar essa tradição, foi realizado o Concurso Estadual dos Queijos Artesanais de Minas Gerais, que premiou os melhores produtos das regiões de Minas Artesanal, Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    O concurso contou com a participação de 36 produtores, que inscreveram seus queijos em quatro categorias: fresco, meia cura, curado e extra curado. Os queijos foram avaliados por uma comissão de jurados técnicos, que consideraram aspectos como apresentação, cor, textura, consistência, paladar e olfato.

    Os vencedores do concurso foram anunciados em uma cerimônia realizada no dia 5 de setembro, na cidade de Belo Horizonte. Os produtores premiados foram:

    • José Orlando Ferreira Júnior, da região de Minas Artesanal, que conquistou o primeiro lugar na categoria fresco com o seu queijo QMA.

    • Júlio Silvestre de Lima, das regiões de Alagoa e Mantiqueira de Minas, que venceu nas categorias meia cura e curado com os seus queijos Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    • Guilherme Arantes Rosa Maciel, também das regiões de Alagoa e Mantiqueira de Minas, que levou o prêmio na categoria extra curado com o seu queijo Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    Os queijos vencedores tiveram uma boa projeção no mercado e uma maior remuneração dos produtores. A Emater-MG, empresa vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), apoia a legalização das queijarias e a inserção do produto no mercado.

    O concurso foi uma iniciativa da Seapa, em parceria com a Emater-MG, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

    O objetivo do concurso foi promover a qualidade dos queijos artesanais de Minas Gerais, incentivar a produção sustentável e valorizar a cultura e a identidade mineiras.

    Com informações da Agência Minas Gerais.

  • Concussão na juventude pode afetar a cognição na velhice, diz estudo

    Concussão na juventude pode afetar a cognição na velhice, diz estudo

    Um estudo de gêmeos mostrou que ter uma concussão na juventude pode afetar as habilidades de pensamento e memória na velhice, bem como acelerar o declínio cognitivo.

    Os pesquisadores compararam gêmeos que tiveram uma concussão com seus irmãos que não tiveram, e encontraram diferenças significativas em seus resultados de testes cognitivos.

    O estudo envolveu 8.662 homens que foram veteranos da Segunda Guerra Mundial. Eles fizeram um teste de habilidades de pensamento no início do estudo, quando tinham uma idade média de 67 anos, e depois até mais três vezes ao longo de 12 anos. Os pesquisadores perguntaram aos participantes se eles já haviam sofrido uma concussão em sua vida, e se eles perderam a consciência ou não.

    Os resultados mostraram que 25% dos participantes haviam experimentado uma concussão em sua vida. Aqueles que tiveram uma concussão tinham mais probabilidade de ter pontuações mais baixas no teste aos 70 anos, especialmente se eles perderam a consciência ou se eles tinham mais de 24 anos quando tiveram sua concussão. Além disso, aqueles que tiveram uma concussão tinham um declínio mais rápido em suas pontuações do que aqueles que não tiveram.

    Os pesquisadores disseram que esses achados indicam que mesmo as pessoas com lesões cerebrais traumáticas na vida anterior que parecem ter se recuperado totalmente delas ainda podem estar em maior risco de problemas cognitivos e demência mais tarde na vida. Eles sugeriram que essas pessoas podem se beneficiar de intervenções precoces que podem retardar o declínio cognitivo ou potencialmente adiar ou prevenir a demência.

    O estudo foi publicado na revista Neurology, e foi financiado pelo National Institute on Aging e pelo Department of Veterans Affairs.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores compararam gêmeos que tiveram uma concussão com seus irmãos que não tiveram, e encontraram diferenças significativas em seus resultados de testes cognitivos.

    O estudo envolveu 8.662 homens que foram veteranos da Segunda Guerra Mundial. Eles fizeram um teste de habilidades de pensamento no início do estudo, quando tinham uma idade média de 67 anos, e depois até mais três vezes ao longo de 12 anos. Os pesquisadores perguntaram aos participantes se eles já haviam sofrido uma concussão em sua vida, e se eles perderam a consciência ou não.

    Os resultados mostraram que 25% dos participantes haviam experimentado uma concussão em sua vida. Aqueles que tiveram uma concussão tinham mais probabilidade de ter pontuações mais baixas no teste aos 70 anos, especialmente se eles perderam a consciência ou se eles tinham mais de 24 anos quando tiveram sua concussão. Além disso, aqueles que tiveram uma concussão tinham um declínio mais rápido em suas pontuações do que aqueles que não tiveram.

    Os pesquisadores disseram que esses achados indicam que mesmo as pessoas com lesões cerebrais traumáticas na vida anterior que parecem ter se recuperado totalmente delas ainda podem estar em maior risco de problemas cognitivos e demência mais tarde na vida. Eles sugeriram que essas pessoas podem se beneficiar de intervenções precoces que podem retardar o declínio cognitivo ou potencialmente adiar ou prevenir a demência.

    O estudo foi publicado na revista Neurology, e foi financiado pelo National Institute on Aging e pelo Department of Veterans Affairs.

    Fonte: Link.

  • Chocolate em risco: como a crise do cacau pode afetar o seu bolso e o seu paladar

    Chocolate em risco: como a crise do cacau pode afetar o seu bolso e o seu paladar

    A crise do cacau é um problema que afeta a produção e o consumo de chocolate no mundo.

    Ela é causada por vários fatores, como conflitos políticos, dependência de poucos países produtores, aumento da demanda e mudanças climáticas.

    Um dos fatores que contribuiu para a crise foi a invasão da Rússia à Ucrânia em 2022, que provocou uma alta nos preços do petróleo, do carvão e do gás. Isso fez com que os fabricantes de chocolate europeus reduzissem seus pedidos de cacau, temendo não poderem operar suas fábricas.

    Outro fator é a dependência de quatro países da África Ocidental (Costa do Marfim, Gana, Camarões e Nigéria) que produzem cerca de 75% de todo o cacau do mundo. Esses países enfrentam problemas como doenças, chuvas irregulares, árvores envelhecidas, baixos preços e falta de incentivos para os agricultores. Muitos deles abandonam o cultivo do cacau e migram para as cidades ou outros países em busca de melhores oportunidades.

    Além disso, há um aumento da demanda por chocolate em países como a China, onde as vendas dobraram na última década. Os chineses consomem mais cacau do que produzem, o que aumenta a pressão sobre o mercado internacional.

    Por fim, as mudanças climáticas podem afetar as condições de cultivo do cacau e reduzir a área adequada para o plantio. O cacau precisa de um clima quente e úmido para crescer, mas o aquecimento global pode alterar os padrões de temperatura e precipitação.

    Todos esses fatores levaram a uma escassez de cacau no mercado internacional e a um aumento do seu preço, que atingiu um pico de 46 anos em junho de 2023. Isso pode ter impactos negativos para os consumidores, que podem ter que pagar mais caro pelo chocolate, e para os produtores, que podem não ter renda suficiente para sustentar suas famílias.

    Para evitar que a crise se agrave, é preciso tomar medidas urgentes para garantir a sustentabilidade da produção e do consumo de chocolate. Algumas dessas medidas são:

    • Apoiar os agricultores com assistência técnica, financeira e social para melhorar a qualidade e a produtividade do cacau.

    • Diversificar as fontes de fornecimento de cacau e incentivar o cultivo em outros países com potencial agrícola.

    • Promover o consumo responsável de chocolate e reduzir o desperdício.

    • Investir em pesquisa e desenvolvimento para encontrar novas variedades de cacau mais resistentes e adaptadas às mudanças climáticas.

    O chocolate é um alimento delicioso e nutritivo que faz parte da cultura e da história de muitos povos. Não podemos deixar que ele se torne um produto raro e inacessível. Por isso, devemos nos informar sobre a crise do cacau e fazer a nossa parte para preservar esse patrimônio da humanidade.

    Ela é causada por vários fatores, como conflitos políticos, dependência de poucos países produtores, aumento da demanda e mudanças climáticas.

    Um dos fatores que contribuiu para a crise foi a invasão da Rússia à Ucrânia em 2022, que provocou uma alta nos preços do petróleo, do carvão e do gás. Isso fez com que os fabricantes de chocolate europeus reduzissem seus pedidos de cacau, temendo não poderem operar suas fábricas.

    Outro fator é a dependência de quatro países da África Ocidental (Costa do Marfim, Gana, Camarões e Nigéria) que produzem cerca de 75% de todo o cacau do mundo. Esses países enfrentam problemas como doenças, chuvas irregulares, árvores envelhecidas, baixos preços e falta de incentivos para os agricultores. Muitos deles abandonam o cultivo do cacau e migram para as cidades ou outros países em busca de melhores oportunidades.

    Além disso, há um aumento da demanda por chocolate em países como a China, onde as vendas dobraram na última década. Os chineses consomem mais cacau do que produzem, o que aumenta a pressão sobre o mercado internacional.

    Por fim, as mudanças climáticas podem afetar as condições de cultivo do cacau e reduzir a área adequada para o plantio. O cacau precisa de um clima quente e úmido para crescer, mas o aquecimento global pode alterar os padrões de temperatura e precipitação.

    Todos esses fatores levaram a uma escassez de cacau no mercado internacional e a um aumento do seu preço, que atingiu um pico de 46 anos em junho de 2023. Isso pode ter impactos negativos para os consumidores, que podem ter que pagar mais caro pelo chocolate, e para os produtores, que podem não ter renda suficiente para sustentar suas famílias.

    Para evitar que a crise se agrave, é preciso tomar medidas urgentes para garantir a sustentabilidade da produção e do consumo de chocolate. Algumas dessas medidas são:

    • Apoiar os agricultores com assistência técnica, financeira e social para melhorar a qualidade e a produtividade do cacau.

    • Diversificar as fontes de fornecimento de cacau e incentivar o cultivo em outros países com potencial agrícola.

    • Promover o consumo responsável de chocolate e reduzir o desperdício.

    • Investir em pesquisa e desenvolvimento para encontrar novas variedades de cacau mais resistentes e adaptadas às mudanças climáticas.

    O chocolate é um alimento delicioso e nutritivo que faz parte da cultura e da história de muitos povos. Não podemos deixar que ele se torne um produto raro e inacessível. Por isso, devemos nos informar sobre a crise do cacau e fazer a nossa parte para preservar esse patrimônio da humanidade.

  • O que é e como funciona o código de uso único no seu iPhone

    O que é e como funciona o código de uso único no seu iPhone

    Você já precisou acessar algum site ou aplicativo que pede um código de segurança para confirmar a sua identidade?

    Esse código é chamado de código de uso único e é enviado para o seu celular via SMS. Ele serve para proteger a sua conta de possíveis invasores que tentem usar o seu nome de usuário e senha.

    Mas como usar esse código no seu iPhone? É muito simples. O seu iPhone pode reconhecer o código automaticamente no aplicativo Mensagens e mostrá-lo acima do teclado. Você só precisa tocar nele para inseri-lo no site ou aplicativo que solicita o seu ID Apple.

    O ID Apple é a sua conta pessoal que você usa para acessar os serviços da Apple, como iCloud, App Store, iTunes Store, entre outros. Para aumentar a segurança do seu ID Apple, você pode ativar a verificação em duas etapas, que é um recurso que exige que você digite um código de uso único sempre que fizer login em um novo dispositivo ou navegador.

    Para ativar a verificação em duas etapas, siga estes passos:

    • Acesse Ajustes > [seu nome].
    • Toque em Senha e Segurança > “Obter Código de Verificação”.
    • Digite o código de seis dígitos no site ou aplicativo que solicita o seu ID Apple.

    Pronto! Agora você pode usar o seu iPhone com mais segurança e tranquilidade. Lembre-se de nunca compartilhar o seu código de uso único com ninguém e de apagar as mensagens que contêm o código depois de usá-lo.

    Esse código é chamado de código de uso único e é enviado para o seu celular via SMS. Ele serve para proteger a sua conta de possíveis invasores que tentem usar o seu nome de usuário e senha.

    Mas como usar esse código no seu iPhone? É muito simples. O seu iPhone pode reconhecer o código automaticamente no aplicativo Mensagens e mostrá-lo acima do teclado. Você só precisa tocar nele para inseri-lo no site ou aplicativo que solicita o seu ID Apple.

    O ID Apple é a sua conta pessoal que você usa para acessar os serviços da Apple, como iCloud, App Store, iTunes Store, entre outros. Para aumentar a segurança do seu ID Apple, você pode ativar a verificação em duas etapas, que é um recurso que exige que você digite um código de uso único sempre que fizer login em um novo dispositivo ou navegador.

    Para ativar a verificação em duas etapas, siga estes passos:

    • Acesse Ajustes > [seu nome].
    • Toque em Senha e Segurança > “Obter Código de Verificação”.
    • Digite o código de seis dígitos no site ou aplicativo que solicita o seu ID Apple.

    Pronto! Agora você pode usar o seu iPhone com mais segurança e tranquilidade. Lembre-se de nunca compartilhar o seu código de uso único com ninguém e de apagar as mensagens que contêm o código depois de usá-lo.

  • O que é o sangue alcalino e quais são os seus riscos?

    O que é o sangue alcalino e quais são os seus riscos?

    Sangue alcalino é um termo que se refere ao pH do sangue, ou seja, a medida da acidez ou alcalinidade dessa substância vital para o nosso organismo.

    O pH normal do sangue é entre 7,35 e 7,45, o que significa que ele é levemente alcalino. Mas quando o pH sobe acima desse valor, o sangue fica mais alcalino do que deveria, e isso pode trazer sérios problemas de saúde.

    O sangue alcalino pode ser causado por dois fatores principais: um excesso de bicarbonato ou uma perda de ácido no sangue (alcalose metabólica) ou uma respiração rápida ou profunda que reduz o nível de dióxido de carbono no sangue (alcalose respiratória). O bicarbonato e o dióxido de carbono são substâncias que ajudam a regular o equilíbrio ácido-base do nosso corpo, mantendo o pH do sangue estável.

    Quando o sangue fica alcalino demais, ele afeta o funcionamento das células e dos órgãos, podendo provocar sintomas como espasmos musculares, fraqueza, dor de cabeça, confusão mental, tontura e convulsões. Esses sintomas são causados por alterações nos níveis de eletrólitos como potássio, cálcio e sódio, que são minerais essenciais para a transmissão de impulsos nervosos e a contração muscular. Valores de pH acima de 7,95 podem levar à morte.

    Para saber se o seu sangue está alcalino ou não, é preciso fazer um exame chamado gasometria arterial, que mede o valor de pH, de bicarbonato e de PCO2 no sangue. Esse exame só é feito em pessoas que estão internadas na UTI ou no CTI, pois requer a coleta de uma amostra de sangue da artéria. O resultado do exame pode indicar se há algum distúrbio no equilíbrio ácido-base do corpo e qual é a sua causa.

    O tratamento do sangue alcalino depende da sua origem e da sua gravidade. Em alguns casos, pode ser necessário administrar soluções intravenosas com ácido ou bicarbonato para corrigir o pH do sangue. Em outros casos, pode ser necessário ajustar a ventilação mecânica ou a oxigenoterapia para normalizar o nível de dióxido de carbono no sangue. O objetivo é restaurar o equilíbrio ácido-base do organismo e evitar complicações.

    O sangue alcalino é uma condição rara, mas potencialmente grave. Por isso, é importante estar atento aos sinais e sintomas que podem indicar um desequilíbrio no pH do sangue e procurar ajuda médica imediatamente se eles ocorrerem.

    O pH normal do sangue é entre 7,35 e 7,45, o que significa que ele é levemente alcalino. Mas quando o pH sobe acima desse valor, o sangue fica mais alcalino do que deveria, e isso pode trazer sérios problemas de saúde.

    O sangue alcalino pode ser causado por dois fatores principais: um excesso de bicarbonato ou uma perda de ácido no sangue (alcalose metabólica) ou uma respiração rápida ou profunda que reduz o nível de dióxido de carbono no sangue (alcalose respiratória). O bicarbonato e o dióxido de carbono são substâncias que ajudam a regular o equilíbrio ácido-base do nosso corpo, mantendo o pH do sangue estável.

    Quando o sangue fica alcalino demais, ele afeta o funcionamento das células e dos órgãos, podendo provocar sintomas como espasmos musculares, fraqueza, dor de cabeça, confusão mental, tontura e convulsões. Esses sintomas são causados por alterações nos níveis de eletrólitos como potássio, cálcio e sódio, que são minerais essenciais para a transmissão de impulsos nervosos e a contração muscular. Valores de pH acima de 7,95 podem levar à morte.

    Para saber se o seu sangue está alcalino ou não, é preciso fazer um exame chamado gasometria arterial, que mede o valor de pH, de bicarbonato e de PCO2 no sangue. Esse exame só é feito em pessoas que estão internadas na UTI ou no CTI, pois requer a coleta de uma amostra de sangue da artéria. O resultado do exame pode indicar se há algum distúrbio no equilíbrio ácido-base do corpo e qual é a sua causa.

    O tratamento do sangue alcalino depende da sua origem e da sua gravidade. Em alguns casos, pode ser necessário administrar soluções intravenosas com ácido ou bicarbonato para corrigir o pH do sangue. Em outros casos, pode ser necessário ajustar a ventilação mecânica ou a oxigenoterapia para normalizar o nível de dióxido de carbono no sangue. O objetivo é restaurar o equilíbrio ácido-base do organismo e evitar complicações.

    O sangue alcalino é uma condição rara, mas potencialmente grave. Por isso, é importante estar atento aos sinais e sintomas que podem indicar um desequilíbrio no pH do sangue e procurar ajuda médica imediatamente se eles ocorrerem.

  • Nova terapia contra o câncer usa RNA para frear a divisão celular

    Nova terapia contra o câncer usa RNA para frear a divisão celular

    Uma nova terapia contra o câncer, desenvolvida por pesquisadores da Purdue University, nos Estados Unidos, promete atacar tumores de forma seletiva e eficaz, usando uma molécula de RNA que bloqueia naturalmente a divisão celular.

    A terapia se baseia no microRNA-34a, uma molécula que age “como os freios de um carro”, diminuindo ou parando a divisão celular, segundo o professor de engenharia química Ravi F. Saraf, um dos autores do estudo publicado na revista Nature Communications.

    O microRNA-34a é ligado à vitamina folato, que é captada pelas células cancerígenas com mais receptores de folato do que as células saudáveis. Assim, a terapia consegue induzir as células cancerígenas a absorverem o fragmento de RNA que impede a sua proliferação.

    Os resultados experimentais mostraram que tumores tratados com a terapia não aumentaram de tamanho ao longo de 21 dias, enquanto tumores não tratados triplicaram de tamanho no mesmo período. A terapia também suprimiu fortemente a atividade de pelo menos três genes que impulsionam o câncer e a resistência a outras terapias.

    A terapia, que é patenteada, pode ser eficaz por si só e em combinação com outros medicamentos contra cânceres que desenvolveram resistência a drogas. Os pesquisadores estão confiantes no valor da nova abordagem e se preparam para ensaios clínicos.

    “Esta é uma nova forma de tratar o câncer que não tem efeitos colaterais significativos e pode ser usada para vários tipos de tumores”, disse Saraf. “Nós esperamos que esta terapia possa ser usada em humanos em um futuro próximo e trazer benefícios para muitos pacientes”, completou.

    Fonte: Link.

    A terapia se baseia no microRNA-34a, uma molécula que age “como os freios de um carro”, diminuindo ou parando a divisão celular, segundo o professor de engenharia química Ravi F. Saraf, um dos autores do estudo publicado na revista Nature Communications.

    O microRNA-34a é ligado à vitamina folato, que é captada pelas células cancerígenas com mais receptores de folato do que as células saudáveis. Assim, a terapia consegue induzir as células cancerígenas a absorverem o fragmento de RNA que impede a sua proliferação.

    Os resultados experimentais mostraram que tumores tratados com a terapia não aumentaram de tamanho ao longo de 21 dias, enquanto tumores não tratados triplicaram de tamanho no mesmo período. A terapia também suprimiu fortemente a atividade de pelo menos três genes que impulsionam o câncer e a resistência a outras terapias.

    A terapia, que é patenteada, pode ser eficaz por si só e em combinação com outros medicamentos contra cânceres que desenvolveram resistência a drogas. Os pesquisadores estão confiantes no valor da nova abordagem e se preparam para ensaios clínicos.

    “Esta é uma nova forma de tratar o câncer que não tem efeitos colaterais significativos e pode ser usada para vários tipos de tumores”, disse Saraf. “Nós esperamos que esta terapia possa ser usada em humanos em um futuro próximo e trazer benefícios para muitos pacientes”, completou.

    Fonte: Link.

  • Diabetes mellitus: o que é, quais são os tipos e como prevenir

    Diabetes mellitus: o que é, quais são os tipos e como prevenir

    Você sabia que cerca de 16 milhões de brasileiros têm diabetes mellitus, uma doença que afeta o metabolismo da glicose no organismo? 

    A glicose é um tipo de açúcar que serve como fonte de energia para as células, mas precisa da ação de um hormônio chamado insulina para entrar nas células. A insulina é produzida pelo pâncreas, um órgão que fica atrás do estômago.

    Quando o pâncreas não produz insulina suficiente ou quando o corpo não usa a insulina adequadamente, a glicose se acumula no sangue, causando hiperglicemia. A hiperglicemia pode trazer vários problemas de saúde, como danos aos rins, aos olhos, aos nervos e aos vasos sanguíneos. Em casos graves, o diabetes pode levar à morte.

    Quais são os tipos de diabetes mellitus?

    Existem vários tipos de diabetes mellitus, mas os mais comuns são:

    • Diabetes tipo 1: ocorre quando o sistema imunológico ataca as células do pâncreas que produzem insulina, destruindo-as. As pessoas com diabetes tipo 1 precisam tomar injeções diárias de insulina para controlar a glicose no sangue. Esse tipo de diabetes costuma se manifestar na infância ou na adolescência, mas também pode ocorrer em adultos. A causa do diabetes tipo 1 ainda é desconhecida.

    • Diabetes tipo 2: ocorre quando o corpo produz insulina, mas não a usa de forma eficiente, causando resistência à insulina. As pessoas com diabetes tipo 2 podem tomar medicamentos orais ou injetáveis para aumentar a produção ou a ação da insulina. Esse tipo de diabetes está relacionado ao sobrepeso, ao sedentarismo, à alimentação inadequada e à história familiar. Ele costuma se manifestar em adultos, mas também pode ocorrer em crianças e adolescentes.

    • Diabetes gestacional: ocorre quando a mulher grávida desenvolve níveis elevados de glicose no sangue durante a gestação. Isso pode trazer riscos para a mãe e para o bebê, como pré-eclâmpsia, parto prematuro, macrossomia fetal e hipoglicemia neonatal. O diabetes gestacional geralmente desaparece após o parto, mas aumenta o risco de desenvolver diabetes tipo 2 no futuro.

    Como diagnosticar o diabetes mellitus?

    Para diagnosticar o diabetes mellitus, é preciso fazer exames de sangue que medem a glicose em jejum, a hemoglobina glicada ou a glicose após um teste de tolerância oral à glicose. Os valores normais e alterados desses exames podem variar de acordo com os critérios adotados pelas diferentes organizações de saúde.

    De acordo com o Ministério da Saúde, os valores de referência são:

    • Glicose em jejum: normal até 99 mg/dL, pré-diabetes entre 100 e 125 mg/dL, diabetes acima de 126 mg/dL.

    • Hemoglobina glicada: normal até 5,6%, pré-diabetes entre 5,7 e 6,4%, diabetes acima de 6,5%.

    • Glicose após teste de tolerância oral à glicose: normal até 139 mg/dL, pré-diabetes entre 140 e 199 mg/dL, diabetes acima de 200 mg/dL.

    Como prevenir ou controlar o diabetes mellitus?

    Para prevenir ou controlar o diabetes mellitus, é importante adotar hábitos saudáveis, como:

    • Manter uma alimentação equilibrada, rica em fibras, frutas, verduras e legumes, e pobre em açúcares, gorduras e sal.

    • Praticar atividades físicas regularmente, pelo menos 150 minutos por semana.

    • Evitar o consumo de álcool, tabaco e outras drogas.

    • Monitorar os níveis de glicose no sangue conforme orientação médica.

    • Seguir o tratamento prescrito pelo médico, tomando os medicamentos corretamente e fazendo as consultas periódicas.

    A glicose é um tipo de açúcar que serve como fonte de energia para as células, mas precisa da ação de um hormônio chamado insulina para entrar nas células. A insulina é produzida pelo pâncreas, um órgão que fica atrás do estômago.

    Quando o pâncreas não produz insulina suficiente ou quando o corpo não usa a insulina adequadamente, a glicose se acumula no sangue, causando hiperglicemia. A hiperglicemia pode trazer vários problemas de saúde, como danos aos rins, aos olhos, aos nervos e aos vasos sanguíneos. Em casos graves, o diabetes pode levar à morte.

    Quais são os tipos de diabetes mellitus?

    Existem vários tipos de diabetes mellitus, mas os mais comuns são:

    • Diabetes tipo 1: ocorre quando o sistema imunológico ataca as células do pâncreas que produzem insulina, destruindo-as. As pessoas com diabetes tipo 1 precisam tomar injeções diárias de insulina para controlar a glicose no sangue. Esse tipo de diabetes costuma se manifestar na infância ou na adolescência, mas também pode ocorrer em adultos. A causa do diabetes tipo 1 ainda é desconhecida.

    • Diabetes tipo 2: ocorre quando o corpo produz insulina, mas não a usa de forma eficiente, causando resistência à insulina. As pessoas com diabetes tipo 2 podem tomar medicamentos orais ou injetáveis para aumentar a produção ou a ação da insulina. Esse tipo de diabetes está relacionado ao sobrepeso, ao sedentarismo, à alimentação inadequada e à história familiar. Ele costuma se manifestar em adultos, mas também pode ocorrer em crianças e adolescentes.

    • Diabetes gestacional: ocorre quando a mulher grávida desenvolve níveis elevados de glicose no sangue durante a gestação. Isso pode trazer riscos para a mãe e para o bebê, como pré-eclâmpsia, parto prematuro, macrossomia fetal e hipoglicemia neonatal. O diabetes gestacional geralmente desaparece após o parto, mas aumenta o risco de desenvolver diabetes tipo 2 no futuro.

    Como diagnosticar o diabetes mellitus?

    Para diagnosticar o diabetes mellitus, é preciso fazer exames de sangue que medem a glicose em jejum, a hemoglobina glicada ou a glicose após um teste de tolerância oral à glicose. Os valores normais e alterados desses exames podem variar de acordo com os critérios adotados pelas diferentes organizações de saúde.

    De acordo com o Ministério da Saúde, os valores de referência são:

    • Glicose em jejum: normal até 99 mg/dL, pré-diabetes entre 100 e 125 mg/dL, diabetes acima de 126 mg/dL.

    • Hemoglobina glicada: normal até 5,6%, pré-diabetes entre 5,7 e 6,4%, diabetes acima de 6,5%.

    • Glicose após teste de tolerância oral à glicose: normal até 139 mg/dL, pré-diabetes entre 140 e 199 mg/dL, diabetes acima de 200 mg/dL.

    Como prevenir ou controlar o diabetes mellitus?

    Para prevenir ou controlar o diabetes mellitus, é importante adotar hábitos saudáveis, como:

    • Manter uma alimentação equilibrada, rica em fibras, frutas, verduras e legumes, e pobre em açúcares, gorduras e sal.

    • Praticar atividades físicas regularmente, pelo menos 150 minutos por semana.

    • Evitar o consumo de álcool, tabaco e outras drogas.

    • Monitorar os níveis de glicose no sangue conforme orientação médica.

    • Seguir o tratamento prescrito pelo médico, tomando os medicamentos corretamente e fazendo as consultas periódicas.
  • Como o Brasil se tornou um dos principais destinos dos imigrantes africanos

    Como o Brasil se tornou um dos principais destinos dos imigrantes africanos

    O Brasil é um dos países que mais recebe imigrantes africanos no mundo.

    Segundo dados da Organização Internacional para as Migrações (OIM), o Brasil acolheu mais de 200 mil africanos entre 2000 e 2015, sendo o quarto país com maior número de imigrantes do continente africano, atrás apenas dos Estados Unidos, da França e do Reino Unido.

    Mas o que faz do Brasil um destino tão atraente para os africanos? Quais são os benefícios e os desafios de viver no país?

    Economia e emprego

    Uma das principais motivações dos imigrantes africanos é a busca por oportunidades de trabalho e renda. O Brasil tem uma economia crescente e um alto nível de emprego, especialmente nos setores de serviços, indústria e agricultura. O país também tem uma demanda por mão de obra qualificada em áreas como saúde, educação e tecnologia.

    O Brasil tem uma legislação migratória flexível, que facilita a entrada e a regularização de estrangeiros no país. O Brasil também oferece asilo para pessoas que fogem de conflitos e perseguições em seus países de origem. Além disso, o Brasil tem acordos de cooperação com vários países africanos, que permitem a concessão de vistos especiais para estudantes, professores, pesquisadores, artistas e profissionais.

    História e cultura

    O Brasil tem uma história de laços culturais e afetivos com a África, pois foi o maior destino do tráfico negreiro durante a época colonial. Hoje, o Brasil tem a maior população de origem africana fora da África, cerca de 56% dos brasileiros se identificam como negros. A presença africana é marcante na cultura, na música, na dança, na culinária, no carnaval, entre outras manifestações artísticas.

    Os imigrantes africanos encontram no Brasil uma sociedade diversa e multicultural, que acolhe e respeita as diferenças étnicas, religiosas e culturais. Os africanos também contribuem para a riqueza cultural do país, trazendo suas tradições, seus idiomas, seus saberes e suas expressões.

    Desafios e perspectivas

    Apesar das vantagens de viver no Brasil, os imigrantes africanos também enfrentam desafios e dificuldades. Um deles é a barreira linguística, pois muitos africanos não falam português ou têm dificuldade em se comunicar. Outro é a questão da documentação, pois muitos chegam ao país sem documentos ou com documentos irregulares, o que dificulta o acesso a serviços públicos e privados.

    Além disso, os imigrantes africanos sofrem com o preconceito, a discriminação e a violência por parte de alguns setores da sociedade brasileira. Muitos são vítimas de racismo, xenofobia e intolerância religiosa. Muitos também são explorados no mercado de trabalho, recebendo salários baixos e condições precárias.

    Apesar desses obstáculos, os imigrantes africanos têm esperança e otimismo em relação ao seu futuro no Brasil. Eles buscam integrar-se à sociedade brasileira, participando de atividades sociais, culturais e políticas. Eles também buscam manter sua identidade africana, valorizando sua origem e sua cultura.

    O Brasil é um país acolhedor para os africanos, que encontram aqui oportunidades de crescimento pessoal e profissional. O Brasil também é um país beneficiado pela presença dos africanos, que enriquecem sua cultura e sua economia. O Brasil e a África têm muito em comum e muito a aprender um com o outro.

    Segundo dados da Organização Internacional para as Migrações (OIM), o Brasil acolheu mais de 200 mil africanos entre 2000 e 2015, sendo o quarto país com maior número de imigrantes do continente africano, atrás apenas dos Estados Unidos, da França e do Reino Unido.

    Mas o que faz do Brasil um destino tão atraente para os africanos? Quais são os benefícios e os desafios de viver no país?

    Economia e emprego

    Uma das principais motivações dos imigrantes africanos é a busca por oportunidades de trabalho e renda. O Brasil tem uma economia crescente e um alto nível de emprego, especialmente nos setores de serviços, indústria e agricultura. O país também tem uma demanda por mão de obra qualificada em áreas como saúde, educação e tecnologia.

    O Brasil tem uma legislação migratória flexível, que facilita a entrada e a regularização de estrangeiros no país. O Brasil também oferece asilo para pessoas que fogem de conflitos e perseguições em seus países de origem. Além disso, o Brasil tem acordos de cooperação com vários países africanos, que permitem a concessão de vistos especiais para estudantes, professores, pesquisadores, artistas e profissionais.

    História e cultura

    O Brasil tem uma história de laços culturais e afetivos com a África, pois foi o maior destino do tráfico negreiro durante a época colonial. Hoje, o Brasil tem a maior população de origem africana fora da África, cerca de 56% dos brasileiros se identificam como negros. A presença africana é marcante na cultura, na música, na dança, na culinária, no carnaval, entre outras manifestações artísticas.

    Os imigrantes africanos encontram no Brasil uma sociedade diversa e multicultural, que acolhe e respeita as diferenças étnicas, religiosas e culturais. Os africanos também contribuem para a riqueza cultural do país, trazendo suas tradições, seus idiomas, seus saberes e suas expressões.

    Desafios e perspectivas

    Apesar das vantagens de viver no Brasil, os imigrantes africanos também enfrentam desafios e dificuldades. Um deles é a barreira linguística, pois muitos africanos não falam português ou têm dificuldade em se comunicar. Outro é a questão da documentação, pois muitos chegam ao país sem documentos ou com documentos irregulares, o que dificulta o acesso a serviços públicos e privados.

    Além disso, os imigrantes africanos sofrem com o preconceito, a discriminação e a violência por parte de alguns setores da sociedade brasileira. Muitos são vítimas de racismo, xenofobia e intolerância religiosa. Muitos também são explorados no mercado de trabalho, recebendo salários baixos e condições precárias.

    Apesar desses obstáculos, os imigrantes africanos têm esperança e otimismo em relação ao seu futuro no Brasil. Eles buscam integrar-se à sociedade brasileira, participando de atividades sociais, culturais e políticas. Eles também buscam manter sua identidade africana, valorizando sua origem e sua cultura.

    O Brasil é um país acolhedor para os africanos, que encontram aqui oportunidades de crescimento pessoal e profissional. O Brasil também é um país beneficiado pela presença dos africanos, que enriquecem sua cultura e sua economia. O Brasil e a África têm muito em comum e muito a aprender um com o outro.

  • Diesel fica mais caro para financiar programa de renovação da frota

    Diesel fica mais caro para financiar programa de renovação da frota

    O governo do presidente Lula anunciou nesta segunda-feira (4) um aumento do imposto federal PIS/COFINS sobre o diesel, que estava zerado desde janeiro de 2023.

    O objetivo é compensar a perda de arrecadação com o programa de renovação da frota de veículos, que oferece descontos na compra de carros novos.

    O aumento do imposto será de 11 centavos por litro a partir desta terça-feira (5) e de mais 3 centavos em outubro, totalizando 14 centavos. Com isso, o preço médio do diesel nas bombas deve subir de R$ 4,50 para R$ 4,64 nesta terça-feira e para R$ 4,67 em outubro, segundo cálculos da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis).

    O diesel é o combustível mais consumido no Brasil, principalmente pelo setor de transporte rodoviário. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o consumo médio de diesel no país foi de 2,6 bilhões de litros por mês em 2023.

    O programa de renovação da frota foi lançado em janeiro de 2023 pelo governo Lula, com o objetivo de estimular a indústria automotiva e reduzir a poluição. O programa permite que os proprietários de veículos com mais de 15 anos de fabricação troquem seus carros por modelos novos com desconto de até R$ 10 mil. O governo subsidia parte do desconto e também isenta o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos carros novos.

    Segundo o Ministério da Economia, o programa já beneficiou mais de 1 milhão de consumidores e gerou uma arrecadação adicional de R$ 2 bilhões em impostos estaduais e municipais. No entanto, o programa também provocou uma queda na arrecadação federal do PIS/COFINS sobre os combustíveis, que é uma das principais fontes de receita da União.

    Para equilibrar as contas públicas, o governo decidiu reonerar o diesel, que representa cerca de 60% do consumo total de combustíveis no país. O aumento do imposto deve gerar uma receita extra de R$ 4 bilhões até o final do ano, segundo o Ministério da Economia.

    A medida foi criticada pelos representantes dos caminhoneiros, que ameaçaram fazer uma nova greve nacional contra o aumento do preço do diesel. Em maio de 2018, os caminhoneiros paralisaram o país por dez dias, causando desabastecimento e prejuízos à economia. Na época, o governo Temer atendeu às reivindicações da categoria.

    O governo Lula afirmou que está aberto ao diálogo com os caminhoneiros e que vai manter os demais benefícios concedidos à categoria, como a tabela mínima do frete e a redução do preço do óleo diesel nas refinarias da Petrobras. O governo também disse que vai monitorar o impacto do aumento do imposto sobre a inflação e o crescimento econômico.

    O objetivo é compensar a perda de arrecadação com o programa de renovação da frota de veículos, que oferece descontos na compra de carros novos.

    O aumento do imposto será de 11 centavos por litro a partir desta terça-feira (5) e de mais 3 centavos em outubro, totalizando 14 centavos. Com isso, o preço médio do diesel nas bombas deve subir de R$ 4,50 para R$ 4,64 nesta terça-feira e para R$ 4,67 em outubro, segundo cálculos da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis).

    O diesel é o combustível mais consumido no Brasil, principalmente pelo setor de transporte rodoviário. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o consumo médio de diesel no país foi de 2,6 bilhões de litros por mês em 2023.

    O programa de renovação da frota foi lançado em janeiro de 2023 pelo governo Lula, com o objetivo de estimular a indústria automotiva e reduzir a poluição. O programa permite que os proprietários de veículos com mais de 15 anos de fabricação troquem seus carros por modelos novos com desconto de até R$ 10 mil. O governo subsidia parte do desconto e também isenta o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos carros novos.

    Segundo o Ministério da Economia, o programa já beneficiou mais de 1 milhão de consumidores e gerou uma arrecadação adicional de R$ 2 bilhões em impostos estaduais e municipais. No entanto, o programa também provocou uma queda na arrecadação federal do PIS/COFINS sobre os combustíveis, que é uma das principais fontes de receita da União.

    Para equilibrar as contas públicas, o governo decidiu reonerar o diesel, que representa cerca de 60% do consumo total de combustíveis no país. O aumento do imposto deve gerar uma receita extra de R$ 4 bilhões até o final do ano, segundo o Ministério da Economia.

    A medida foi criticada pelos representantes dos caminhoneiros, que ameaçaram fazer uma nova greve nacional contra o aumento do preço do diesel. Em maio de 2018, os caminhoneiros paralisaram o país por dez dias, causando desabastecimento e prejuízos à economia. Na época, o governo Temer atendeu às reivindicações da categoria.

    O governo Lula afirmou que está aberto ao diálogo com os caminhoneiros e que vai manter os demais benefícios concedidos à categoria, como a tabela mínima do frete e a redução do preço do óleo diesel nas refinarias da Petrobras. O governo também disse que vai monitorar o impacto do aumento do imposto sobre a inflação e o crescimento econômico.

  • Ômega 3: Por que você não deve consumir cápsulas sem antes consultar um médico

    Ômega 3: Por que você não deve consumir cápsulas sem antes consultar um médico

    O ômega 3 é um tipo de gordura boa que tem muitos benefícios para a saúde.

    Ele pode ajudar a prevenir e tratar doenças como depressão, asma, doenças cardiovasculares, inflamações e câncer. O ômega 3 também é importante para o desenvolvimento do cérebro e dos olhos, especialmente durante a gravidez e a infância.

    O corpo humano não pode produzir ômega 3, por isso é necessário obtê-lo através da alimentação ou de suplementos. As principais fontes de ômega 3 são os peixes de água fria, como salmão, atum e sardinha, e as sementes, como chia e linhaça.

    A quantidade recomendada de ômega 3 varia de acordo com a idade, o estado de saúde e as necessidades individuais. Em geral, recomenda-se consumir entre 250 e 500 mg de EPA e DHA por dia, que são os tipos mais benéficos de ômega 3. No entanto, algumas pessoas podem precisar de doses maiores, como gestantes, lactantes, pessoas com doenças cardíacas ou inflamatórias, ou pessoas com deficiência de ômega 3.

    Para saber se você precisa de suplemento de ômega 3, é importante consultar um médico ou um nutricionista, que poderão avaliar os seus níveis de ômega 3 no sangue, as suas condições de saúde e as suas necessidades nutricionais. Eles também poderão indicar a melhor forma, a dose e a duração do uso do suplemento.

    No entanto, não é recomendado comprar cápsulas de ômega 3 sem recomendação médica. Isso porque o consumo excessivo ou inadequado de ômega 3 pode causar efeitos colaterais, como sangramento, alteração da pressão arterial, náuseas, diarreia e alergias. Além disso, algumas cápsulas podem ter baixa qualidade ou estar contaminadas com metais pesados ou toxinas.

    Portanto, antes de tomar qualquer suplemento de ômega 3, consulte um profissional de saúde qualificado e informe-se sobre os benefícios e os riscos para a sua saúde.

    Ele pode ajudar a prevenir e tratar doenças como depressão, asma, doenças cardiovasculares, inflamações e câncer. O ômega 3 também é importante para o desenvolvimento do cérebro e dos olhos, especialmente durante a gravidez e a infância.

    O corpo humano não pode produzir ômega 3, por isso é necessário obtê-lo através da alimentação ou de suplementos. As principais fontes de ômega 3 são os peixes de água fria, como salmão, atum e sardinha, e as sementes, como chia e linhaça.

    A quantidade recomendada de ômega 3 varia de acordo com a idade, o estado de saúde e as necessidades individuais. Em geral, recomenda-se consumir entre 250 e 500 mg de EPA e DHA por dia, que são os tipos mais benéficos de ômega 3. No entanto, algumas pessoas podem precisar de doses maiores, como gestantes, lactantes, pessoas com doenças cardíacas ou inflamatórias, ou pessoas com deficiência de ômega 3.

    Para saber se você precisa de suplemento de ômega 3, é importante consultar um médico ou um nutricionista, que poderão avaliar os seus níveis de ômega 3 no sangue, as suas condições de saúde e as suas necessidades nutricionais. Eles também poderão indicar a melhor forma, a dose e a duração do uso do suplemento.

    No entanto, não é recomendado comprar cápsulas de ômega 3 sem recomendação médica. Isso porque o consumo excessivo ou inadequado de ômega 3 pode causar efeitos colaterais, como sangramento, alteração da pressão arterial, náuseas, diarreia e alergias. Além disso, algumas cápsulas podem ter baixa qualidade ou estar contaminadas com metais pesados ou toxinas.

    Portanto, antes de tomar qualquer suplemento de ômega 3, consulte um profissional de saúde qualificado e informe-se sobre os benefícios e os riscos para a sua saúde.