Autor: Rafaela Maia

  • Microsoft lança novo modelo de IA que melhora as buscas no Bing

    Microsoft lança novo modelo de IA que melhora as buscas no Bing

    A Microsoft anunciou nesta quinta-feira (31) o lançamento do Turing Bletchley v3, um novo modelo de inteligência artificial (IA) que promete melhorar as buscas no Bing e em outros produtos da empresa.

    O modelo é fruto de anos de pesquisa e desenvolvimento da Microsoft Research, o braço de inovação da companhia. Ele é capaz de compreender diferentes línguas e processar imagens e texto ao mesmo tempo, oferecendo resultados mais relevantes e abrangentes para as consultas dos usuários.

    Por exemplo, se um usuário pesquisar por “receita de bolo de cenoura”, o modelo poderá mostrar não apenas receitas escritas, mas também vídeos, fotos e avaliações de outros usuários, tudo em uma única página. Além disso, o modelo poderá adaptar os resultados de acordo com a localização, o histórico e as preferências do usuário.

    O modelo também é usado na moderação de conteúdo do Xbox, a plataforma de jogos online da Microsoft. Ele verifica as imagens publicadas pelos usuários e garante que elas não violem as diretrizes da plataforma, como por exemplo, conter cenas de violência, nudez ou discriminação.

    O CEO da Microsoft, Satya Nadella, considera a IA uma mudança fundamental para a busca e a web. Em um comunicado à imprensa, ele disse: “Com o Turing Bletchley v3, estamos levando a busca a um novo patamar de inteligência e personalização. Queremos que os nossos usuários tenham a melhor experiência possível ao usar os nossos produtos e serviços”.

    O Turing Bletchley v3 já está disponível para os usuários do Bing em todo o mundo. A Microsoft planeja integrar o modelo em outros produtos da empresa, como o Office, o Teams e o Cortana, nos próximos meses.

    O modelo é fruto de anos de pesquisa e desenvolvimento da Microsoft Research, o braço de inovação da companhia. Ele é capaz de compreender diferentes línguas e processar imagens e texto ao mesmo tempo, oferecendo resultados mais relevantes e abrangentes para as consultas dos usuários.

    Por exemplo, se um usuário pesquisar por “receita de bolo de cenoura”, o modelo poderá mostrar não apenas receitas escritas, mas também vídeos, fotos e avaliações de outros usuários, tudo em uma única página. Além disso, o modelo poderá adaptar os resultados de acordo com a localização, o histórico e as preferências do usuário.

    O modelo também é usado na moderação de conteúdo do Xbox, a plataforma de jogos online da Microsoft. Ele verifica as imagens publicadas pelos usuários e garante que elas não violem as diretrizes da plataforma, como por exemplo, conter cenas de violência, nudez ou discriminação.

    O CEO da Microsoft, Satya Nadella, considera a IA uma mudança fundamental para a busca e a web. Em um comunicado à imprensa, ele disse: “Com o Turing Bletchley v3, estamos levando a busca a um novo patamar de inteligência e personalização. Queremos que os nossos usuários tenham a melhor experiência possível ao usar os nossos produtos e serviços”.

    O Turing Bletchley v3 já está disponível para os usuários do Bing em todo o mundo. A Microsoft planeja integrar o modelo em outros produtos da empresa, como o Office, o Teams e o Cortana, nos próximos meses.

  • A crise da 123milhas e o impacto no mercado de viagens

    A crise da 123milhas e o impacto no mercado de viagens

    A 123milhas é uma empresa que vende passagens aéreas promocionais, usando milhas compradas de terceiros.

    A empresa prometia economia de até 50% na compra de bilhetes, mas enfrenta uma grave crise desde o início do ano. A 123milhas suspendeu a emissão de bilhetes e entrou com pedido de recuperação judicial, alegando dificuldades financeiras causadas pela pandemia e pela alta do dólar.

    A situação da empresa deixou milhares de clientes sem voos e sem reembolso. Muitos passageiros descobriram que suas reservas foram canceladas apenas quando chegaram aos aeroportos. Outros tiveram que pagar taxas extras ou comprar novas passagens para embarcar. Alguns clientes relataram que foram vítimas de golpes, recebendo ligações falsas que pediam dados bancários ou cartões de crédito para resolver o problema.

    A 123milhas é alvo de investigação de órgãos de defesa do consumidor, do Ministério Público e de uma possível CPI na Câmara dos Deputados. A empresa é acusada de violar os direitos dos consumidores, praticar concorrência desleal e evasão fiscal. Segundo o Procon-SP, a 123milhas recebeu mais de 18 mil reclamações desde janeiro, sendo a campeã de queixas no setor aéreo. Os clientes lesados pela empresa têm pouca chance de receber o dinheiro de volta ou serem realocados em outros voos.

    A crise da 123milhas provocou uma corrida de passageiros a agências tradicionais e lojas físicas, que oferecem mais segurança e garantia na compra de pacotes de viagem. Empresas como CVC e Decolar relataram aumento nas vendas e na procura por destinos nacionais e internacionais. Segundo especialistas, a pandemia mudou o comportamento dos consumidores, que buscam mais confiança e flexibilidade nas viagens.

    O caso da 123milhas serve como um alerta para os viajantes, que devem pesquisar bem antes de comprar passagens aéreas pela internet. É importante verificar a reputação da empresa, as condições do contrato, as políticas de cancelamento e reembolso, e os canais de atendimento ao cliente. Além disso, é recomendável usar cartão de crédito ou plataformas seguras de pagamento, que podem facilitar o estorno em caso de problemas.

    A empresa prometia economia de até 50% na compra de bilhetes, mas enfrenta uma grave crise desde o início do ano. A 123milhas suspendeu a emissão de bilhetes e entrou com pedido de recuperação judicial, alegando dificuldades financeiras causadas pela pandemia e pela alta do dólar.

    A situação da empresa deixou milhares de clientes sem voos e sem reembolso. Muitos passageiros descobriram que suas reservas foram canceladas apenas quando chegaram aos aeroportos. Outros tiveram que pagar taxas extras ou comprar novas passagens para embarcar. Alguns clientes relataram que foram vítimas de golpes, recebendo ligações falsas que pediam dados bancários ou cartões de crédito para resolver o problema.

    A 123milhas é alvo de investigação de órgãos de defesa do consumidor, do Ministério Público e de uma possível CPI na Câmara dos Deputados. A empresa é acusada de violar os direitos dos consumidores, praticar concorrência desleal e evasão fiscal. Segundo o Procon-SP, a 123milhas recebeu mais de 18 mil reclamações desde janeiro, sendo a campeã de queixas no setor aéreo. Os clientes lesados pela empresa têm pouca chance de receber o dinheiro de volta ou serem realocados em outros voos.

    A crise da 123milhas provocou uma corrida de passageiros a agências tradicionais e lojas físicas, que oferecem mais segurança e garantia na compra de pacotes de viagem. Empresas como CVC e Decolar relataram aumento nas vendas e na procura por destinos nacionais e internacionais. Segundo especialistas, a pandemia mudou o comportamento dos consumidores, que buscam mais confiança e flexibilidade nas viagens.

    O caso da 123milhas serve como um alerta para os viajantes, que devem pesquisar bem antes de comprar passagens aéreas pela internet. É importante verificar a reputação da empresa, as condições do contrato, as políticas de cancelamento e reembolso, e os canais de atendimento ao cliente. Além disso, é recomendável usar cartão de crédito ou plataformas seguras de pagamento, que podem facilitar o estorno em caso de problemas.

  • Fiocruz identifica nova linhagem do coronavírus no Rio de Janeiro

    Fiocruz identifica nova linhagem do coronavírus no Rio de Janeiro

    Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) identificaram pela primeira vez no Rio de Janeiro a linhagem EG.5 do coronavírus, uma variante de interesse da Ômicron, que tem uma mutação na proteína Spike e se espalhou rapidamente em alguns países.

    A linhagem foi detectada em uma amostra de um paciente que viajou para a África do Sul, onde a Ômicron foi descoberta.

    A Fiocruz informou o resultado do sequenciamento genético à Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro e reforçou a importância da vacinação contra a Covid-19, bem como das medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento social e higiene das mãos.

    Segundo o pesquisador Thiago Moreno, coordenador do Laboratório de Genômica Viral da Fiocruz, a linhagem EG.5 é uma das 32 variantes de interesse da Ômicron, que têm pelo menos uma das 32 mutações na proteína Spike, responsável pela entrada do vírus nas células humanas. A EG.5 tem a mutação N501Y, que também está presente nas variantes Alfa, Beta e Gama.

    “A EG.5 é uma variante de interesse porque tem uma mutação que pode aumentar a transmissibilidade do vírus, mas ainda não sabemos se ela tem outras características que possam afetar a gravidade da doença ou a eficácia das vacinas”, explicou Moreno.

    O pesquisador disse que a linhagem EG.5 já foi encontrada em outros países, como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e França, mas ainda não há evidências de que ela seja mais prevalente ou mais perigosa do que as outras variantes. Ele destacou que a vigilância genômica é fundamental para monitorar a circulação do vírus e detectar novas variantes.

    “A Fiocruz está atenta à evolução do coronavírus e fazendo o sequenciamento genético de amostras de todo o país, em parceria com as secretarias de saúde e outros laboratórios. É importante rastrear os casos suspeitos e fazer o isolamento dos pacientes e dos contatos para evitar a disseminação das variantes”, afirmou Moreno.

    O pesquisador lembrou que a vacinação é a principal forma de proteção contra a Covid-19 e que as pessoas devem completar o esquema vacinal com as duas doses ou a dose única, conforme o imunizante utilizado. Ele também recomendou que as pessoas façam o reforço da vacina quando estiverem no grupo prioritário definido pelo Ministério da Saúde.

    “Não podemos baixar a guarda diante do coronavírus. A vacinação é essencial para reduzir os casos graves e as mortes pela Covid-19, mas também precisamos manter os cuidados básicos para evitar a transmissão do vírus. Só assim vamos conseguir controlar a pandemia”, concluiu Moreno.

    Fonte: Agência Fiocruz de Notícias

    A linhagem foi detectada em uma amostra de um paciente que viajou para a África do Sul, onde a Ômicron foi descoberta.

    A Fiocruz informou o resultado do sequenciamento genético à Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro e reforçou a importância da vacinação contra a Covid-19, bem como das medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento social e higiene das mãos.

    Segundo o pesquisador Thiago Moreno, coordenador do Laboratório de Genômica Viral da Fiocruz, a linhagem EG.5 é uma das 32 variantes de interesse da Ômicron, que têm pelo menos uma das 32 mutações na proteína Spike, responsável pela entrada do vírus nas células humanas. A EG.5 tem a mutação N501Y, que também está presente nas variantes Alfa, Beta e Gama.

    “A EG.5 é uma variante de interesse porque tem uma mutação que pode aumentar a transmissibilidade do vírus, mas ainda não sabemos se ela tem outras características que possam afetar a gravidade da doença ou a eficácia das vacinas”, explicou Moreno.

    O pesquisador disse que a linhagem EG.5 já foi encontrada em outros países, como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e França, mas ainda não há evidências de que ela seja mais prevalente ou mais perigosa do que as outras variantes. Ele destacou que a vigilância genômica é fundamental para monitorar a circulação do vírus e detectar novas variantes.

    “A Fiocruz está atenta à evolução do coronavírus e fazendo o sequenciamento genético de amostras de todo o país, em parceria com as secretarias de saúde e outros laboratórios. É importante rastrear os casos suspeitos e fazer o isolamento dos pacientes e dos contatos para evitar a disseminação das variantes”, afirmou Moreno.

    O pesquisador lembrou que a vacinação é a principal forma de proteção contra a Covid-19 e que as pessoas devem completar o esquema vacinal com as duas doses ou a dose única, conforme o imunizante utilizado. Ele também recomendou que as pessoas façam o reforço da vacina quando estiverem no grupo prioritário definido pelo Ministério da Saúde.

    “Não podemos baixar a guarda diante do coronavírus. A vacinação é essencial para reduzir os casos graves e as mortes pela Covid-19, mas também precisamos manter os cuidados básicos para evitar a transmissão do vírus. Só assim vamos conseguir controlar a pandemia”, concluiu Moreno.

    Fonte: Agência Fiocruz de Notícias

  • 5 motivos para você doar sangue hoje mesmo

    5 motivos para você doar sangue hoje mesmo

    Você sabia que uma única doação de sangue pode salvar até quatro vidas?

    Essa é uma das razões pelas quais doar sangue é um ato de amor ao próximo que pode dar esperança de vida e de saúde para quem mais precisa. Neste artigo, vamos apresentar cinco motivos para você se tornar um doador de sangue hoje mesmo.

    1. Não existe substituto para o sangue

    O sangue humano é essencial para o funcionamento do organismo e não pode ser fabricado artificialmente. Sendo assim, a única forma de salvar a vida de pacientes que precisam de transfusão sanguínea é através da doação voluntária e altruísta de pessoas saudáveis. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil precisa coletar cerca de 5,7 milhões de bolsas de sangue por ano para atender à demanda nacional, mas apenas 1,8% da população brasileira doa sangue regularmente.

    2. Não há risco de contrair doenças durante a doação

    Muitas pessoas têm medo ou receio de doar sangue por acreditarem que podem contrair alguma doença durante o processo. No entanto, isso não é verdade. A doação de sangue é um procedimento seguro, rápido e indolor, que segue rigorosos padrões de qualidade e higiene. O material utilizado na coleta é descartável e esterilizado, e o doador passa por uma triagem clínica antes da doação para verificar se está apto a doar. Além disso, o doador recebe um lanche após a doação e pode acompanhar os resultados dos exames realizados no seu sangue.

    3. Seu organismo repõe rapidamente o sangue doado

    Outra preocupação comum entre os potenciais doadores é a de que a doação possa prejudicar a sua saúde ou causar anemia. No entanto, isso também não é verdade. O volume de sangue doado é de aproximadamente 450 ml, o que corresponde a menos de 10% do total de sangue do corpo humano. Esse volume é rapidamente reposto pelo organismo, que produz novas células sanguíneas em poucos dias. A doação não afeta a sua imunidade nem interfere no seu desempenho físico ou mental.

    4. Você pode salvar vidas

    O motivo mais nobre e gratificante para doar sangue é saber que você pode salvar vidas. O sangue doado é utilizado em diversas situações, como cirurgias, transplantes, tratamentos de câncer, hemofilia, anemia falciforme, entre outras doenças que afetam milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Muitas vezes, o sangue é o único recurso capaz de garantir a sobrevivência e a recuperação desses pacientes. Ao doar sangue, você está contribuindo para a saúde pública e para o bem-estar social.

    5. O doador tem direito a um dia de folga no trabalho

    Além dos benefícios para a saúde e para a sociedade, o doador de sangue também tem direitos garantidos por lei. Um deles é o direito a um dia de folga no trabalho a cada 12 meses trabalhados, sem prejuízo do salário, mediante comprovação da doação. Esse direito visa incentivar os trabalhadores a se tornarem doadores regulares e a manterem os estoques dos bancos de sangue sempre abastecidos.

    Essa é uma das razões pelas quais doar sangue é um ato de amor ao próximo que pode dar esperança de vida e de saúde para quem mais precisa. Neste artigo, vamos apresentar cinco motivos para você se tornar um doador de sangue hoje mesmo.

    1. Não existe substituto para o sangue

    O sangue humano é essencial para o funcionamento do organismo e não pode ser fabricado artificialmente. Sendo assim, a única forma de salvar a vida de pacientes que precisam de transfusão sanguínea é através da doação voluntária e altruísta de pessoas saudáveis. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil precisa coletar cerca de 5,7 milhões de bolsas de sangue por ano para atender à demanda nacional, mas apenas 1,8% da população brasileira doa sangue regularmente.

    2. Não há risco de contrair doenças durante a doação

    Muitas pessoas têm medo ou receio de doar sangue por acreditarem que podem contrair alguma doença durante o processo. No entanto, isso não é verdade. A doação de sangue é um procedimento seguro, rápido e indolor, que segue rigorosos padrões de qualidade e higiene. O material utilizado na coleta é descartável e esterilizado, e o doador passa por uma triagem clínica antes da doação para verificar se está apto a doar. Além disso, o doador recebe um lanche após a doação e pode acompanhar os resultados dos exames realizados no seu sangue.

    3. Seu organismo repõe rapidamente o sangue doado

    Outra preocupação comum entre os potenciais doadores é a de que a doação possa prejudicar a sua saúde ou causar anemia. No entanto, isso também não é verdade. O volume de sangue doado é de aproximadamente 450 ml, o que corresponde a menos de 10% do total de sangue do corpo humano. Esse volume é rapidamente reposto pelo organismo, que produz novas células sanguíneas em poucos dias. A doação não afeta a sua imunidade nem interfere no seu desempenho físico ou mental.

    4. Você pode salvar vidas

    O motivo mais nobre e gratificante para doar sangue é saber que você pode salvar vidas. O sangue doado é utilizado em diversas situações, como cirurgias, transplantes, tratamentos de câncer, hemofilia, anemia falciforme, entre outras doenças que afetam milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Muitas vezes, o sangue é o único recurso capaz de garantir a sobrevivência e a recuperação desses pacientes. Ao doar sangue, você está contribuindo para a saúde pública e para o bem-estar social.

    5. O doador tem direito a um dia de folga no trabalho

    Além dos benefícios para a saúde e para a sociedade, o doador de sangue também tem direitos garantidos por lei. Um deles é o direito a um dia de folga no trabalho a cada 12 meses trabalhados, sem prejuízo do salário, mediante comprovação da doação. Esse direito visa incentivar os trabalhadores a se tornarem doadores regulares e a manterem os estoques dos bancos de sangue sempre abastecidos.

  • Como os alimentos ultraprocessados podem afetar a sua saúde e o meio ambiente

    Como os alimentos ultraprocessados podem afetar a sua saúde e o meio ambiente

    Você já parou para pensar no que está comendo? Muitas vezes, consumimos produtos que parecem alimentos, mas na verdade são apenas misturas de substâncias artificiais ou extraídas de alimentos.

    via GIPHY

    Esses produtos são chamados de alimentos ultraprocessados e podem fazer muito mal para a nossa saúde.

    Os alimentos ultraprocessados são produtos industriais feitos com ingredientes como emulsificantes, corantes, aromatizantes, açúcar e gordura hidrogenada. Eles são saborosos, práticos e baratos, mas têm poucos nutrientes e muitas calorias. Além disso, eles contêm altas quantidades de gorduras saturadas e trans, açúcares e sódio, que podem causar diversos problemas de saúde.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo excessivo desses alimentos pode aumentar o risco de doenças como obesidade, diabetes tipo 2, infarto, aterosclerose, câncer e osteoporose. Essas doenças são responsáveis por milhões de mortes no mundo todo a cada ano.

    Alguns exemplos de alimentos ultraprocessados são: macarrão instantâneo, cereais matinais, sorvetes, temperos prontos, molhos prontos, misturas para bolo, tortas e pudins, iogurtes e bebidas lácteas adoçadas e/ou com aromatizantes, bebidas energéticas, barras de cereais, refrigerantes, salsicha, refeições prontas para consumo, como pizza, lasanha e nuggets, biscoitos e salgadinhos de pacote.

    Mas como saber se um alimento é ultraprocessado ou não? Uma dica é olhar o rótulo. Quanto mais ingredientes tiver o produto, maior a chance de ele ser ultraprocessado. Outra dica é evitar os produtos que têm nomes que você não reconhece ou não consegue pronunciar.

    A recomendação é substituir os alimentos ultraprocessados por opções in natura ou minimamente processadas. Esses alimentos são obtidos de plantas ou animais e não são modificados ou sofrem pequenas alterações antes de serem consumidos. Eles são ricos em vitaminas e nutrientes e contribuem para o equilíbrio do organismo.

    Alguns exemplos de alimentos in natura ou minimamente processadas são: frutas, legumes, tubérculos, ovos, leite, cereais inteiros ou na forma de farinhas, cortes de carne refrigerados ou congelados e leite pasteurizado.

    Uma alimentação saudável é baseada no consumo de alimentos in natura ou minimamente processados, combinados com temperos naturais e preparações caseiras. Essa alimentação pode trazer benefícios para a saúde física e mental, além de prevenir doenças crônicas.

    Portanto, fique atento ao que você come e escolha alimentos que façam bem para você e para o planeta.

    via GIPHY

    Esses produtos são chamados de alimentos ultraprocessados e podem fazer muito mal para a nossa saúde.

    Os alimentos ultraprocessados são produtos industriais feitos com ingredientes como emulsificantes, corantes, aromatizantes, açúcar e gordura hidrogenada. Eles são saborosos, práticos e baratos, mas têm poucos nutrientes e muitas calorias. Além disso, eles contêm altas quantidades de gorduras saturadas e trans, açúcares e sódio, que podem causar diversos problemas de saúde.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo excessivo desses alimentos pode aumentar o risco de doenças como obesidade, diabetes tipo 2, infarto, aterosclerose, câncer e osteoporose. Essas doenças são responsáveis por milhões de mortes no mundo todo a cada ano.

    Alguns exemplos de alimentos ultraprocessados são: macarrão instantâneo, cereais matinais, sorvetes, temperos prontos, molhos prontos, misturas para bolo, tortas e pudins, iogurtes e bebidas lácteas adoçadas e/ou com aromatizantes, bebidas energéticas, barras de cereais, refrigerantes, salsicha, refeições prontas para consumo, como pizza, lasanha e nuggets, biscoitos e salgadinhos de pacote.

    Mas como saber se um alimento é ultraprocessado ou não? Uma dica é olhar o rótulo. Quanto mais ingredientes tiver o produto, maior a chance de ele ser ultraprocessado. Outra dica é evitar os produtos que têm nomes que você não reconhece ou não consegue pronunciar.

    A recomendação é substituir os alimentos ultraprocessados por opções in natura ou minimamente processadas. Esses alimentos são obtidos de plantas ou animais e não são modificados ou sofrem pequenas alterações antes de serem consumidos. Eles são ricos em vitaminas e nutrientes e contribuem para o equilíbrio do organismo.

    Alguns exemplos de alimentos in natura ou minimamente processadas são: frutas, legumes, tubérculos, ovos, leite, cereais inteiros ou na forma de farinhas, cortes de carne refrigerados ou congelados e leite pasteurizado.

    Uma alimentação saudável é baseada no consumo de alimentos in natura ou minimamente processados, combinados com temperos naturais e preparações caseiras. Essa alimentação pode trazer benefícios para a saúde física e mental, além de prevenir doenças crônicas.

    Portanto, fique atento ao que você come e escolha alimentos que façam bem para você e para o planeta.

  • Paralisação das Prefeituras: tudo o que você precisa saber sobre o movimento

    Paralisação das Prefeituras: tudo o que você precisa saber sobre o movimento

    Nesta quarta-feira, 30 de agosto, milhares de prefeituras de todo o Brasil paralisaram suas atividades em protesto por mais recursos da União e do Congresso.

    O movimento nacional, organizado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), busca chamar a atenção para a situação crítica enfrentada por muitos municípios, que sofrem com a queda dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e de outros recursos.

    Segundo a CNM, 51% das cidades enfrentam dificuldades financeiras, principalmente devido à redução de 23,54% no FPM em agosto, além de atrasos em outros repasses, como royalties da mineração e do petróleo. O FPM é uma das principais fontes de receita dos municípios e é composto por uma parcela da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

    A paralisação tem como foco a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 25/2022, que estabelece o adicional de 1,5% ao FPM. A medida representaria um acréscimo de R$ 5,6 bilhões aos cofres municipais em 2023. A PEC já foi aprovada pelo Senado e aguarda votação na Câmara dos Deputados.

    No entanto, os municípios devem manter o funcionamento dos serviços essenciais para a população, como saúde, educação, coleta de lixo, segurança pública, entre outros. A paralisação não afeta o atendimento à população, mas sim as atividades administrativas das prefeituras.

    Em Minas Gerais, 524 prefeituras vão aderir à paralisação. No Ceará, 172 prefeitos confirmaram a participação no movimento. O presidente da Associação Mineira dos Municípios (AMM) e prefeito de Coronel Fabriciano, Marcos Vinicius da Silva Bizarro, explica que é imprescindível para o funcionamento das prefeituras que o governo federal entenda as demandas que vêm sendo apresentadas pelo movimento municipalista. “A paralisação serve para alertar nossos legisladores que os nossos municípios estão prejudicados”, afirma.

    O movimento nacional, organizado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), busca chamar a atenção para a situação crítica enfrentada por muitos municípios, que sofrem com a queda dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e de outros recursos.

    Segundo a CNM, 51% das cidades enfrentam dificuldades financeiras, principalmente devido à redução de 23,54% no FPM em agosto, além de atrasos em outros repasses, como royalties da mineração e do petróleo. O FPM é uma das principais fontes de receita dos municípios e é composto por uma parcela da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

    A paralisação tem como foco a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 25/2022, que estabelece o adicional de 1,5% ao FPM. A medida representaria um acréscimo de R$ 5,6 bilhões aos cofres municipais em 2023. A PEC já foi aprovada pelo Senado e aguarda votação na Câmara dos Deputados.

    No entanto, os municípios devem manter o funcionamento dos serviços essenciais para a população, como saúde, educação, coleta de lixo, segurança pública, entre outros. A paralisação não afeta o atendimento à população, mas sim as atividades administrativas das prefeituras.

    Em Minas Gerais, 524 prefeituras vão aderir à paralisação. No Ceará, 172 prefeitos confirmaram a participação no movimento. O presidente da Associação Mineira dos Municípios (AMM) e prefeito de Coronel Fabriciano, Marcos Vinicius da Silva Bizarro, explica que é imprescindível para o funcionamento das prefeituras que o governo federal entenda as demandas que vêm sendo apresentadas pelo movimento municipalista. “A paralisação serve para alertar nossos legisladores que os nossos municípios estão prejudicados”, afirma.

  • Como as vacinas mudaram a história da humanidade

    Como as vacinas mudaram a história da humanidade

    As vacinas são substâncias que estimulam o sistema imunológico a produzir anticorpos contra agentes infecciosos, como vírus e bactérias.

    Ao receber uma vacina, o organismo fica protegido contra uma determinada doença, sem precisar passar por ela. As vacinas são consideradas uma das maiores invenções da medicina e um dos principais fatores que contribuíram para o aumento da expectativa de vida da população mundial.

    A primeira vacina da história foi criada pelo médico inglês Edward Jenner, em 1796. Ele observou que as pessoas que trabalhavam com vacas não pegavam varíola, uma doença grave que causava febre, erupções na pele e podia levar à morte ou deixar cicatrizes permanentes. Jenner descobriu que essas pessoas tinham sido infectadas pelo vírus da varíola bovina, uma forma mais branda da doença, e que isso lhes conferia imunidade contra a varíola humana. Ele então inoculou o líquido extraído de uma pústula de uma vaca em um menino de oito anos, chamado James Phipps, e depois o expôs ao vírus da varíola humana. O menino não desenvolveu a doença, provando que a vacina funcionava. Jenner chamou sua descoberta de “vacinação”, do latim “vacca”, que significa vaca.

    A vacina de Jenner foi um marco na história da humanidade, pois abriu caminho para o desenvolvimento de outras vacinas contra doenças que assolavam a humanidade há séculos, como cólera, raiva, poliomielite, sarampo, gripe e covid-19 . Graças à vacinação em massa, algumas dessas doenças foram erradicadas ou controladas, evitando milhões de mortes e sofrimento. Por exemplo, a varíola foi declarada oficialmente eliminada em 1980 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), após uma campanha global de vacinação. A poliomielite, que causava paralisia e deformidades em crianças, está quase extinta, restando apenas alguns casos em países como Afeganistão e Paquistão. O sarampo, que pode causar complicações graves como pneumonia e encefalite, teve uma redução de 79% na mortalidade entre 2000 e 2018, graças à vacinação. A gripe, que provocou a pandemia de 1918 que matou cerca de 50 milhões de pessoas no mundo, hoje pode ser prevenida com vacinas anuais que se adaptam às novas cepas do vírus. A covid-19, que causou a pandemia de 2020-2021 que infectou mais de 200 milhões de pessoas e matou mais de 4 milhões, teve sua propagação reduzida com o desenvolvimento de várias vacinas em tempo recorde.

    As vacinas não só salvaram vidas, mas também melhoraram a qualidade de vida das pessoas, ao prevenir doenças que podiam deixar sequelas físicas e mentais. Além disso, as vacinas reduziram os custos com saúde pública e privada, ao evitar gastos com tratamentos e internações. As vacinas também contribuíram para o progresso social e econômico da humanidade, ao permitir que as pessoas pudessem trabalhar, estudar e se desenvolver sem o medo de contrair doenças graves. As vacinas são um dos maiores feitos da ciência e um exemplo de solidariedade e cooperação entre os povos.

    Ao receber uma vacina, o organismo fica protegido contra uma determinada doença, sem precisar passar por ela. As vacinas são consideradas uma das maiores invenções da medicina e um dos principais fatores que contribuíram para o aumento da expectativa de vida da população mundial.

    A primeira vacina da história foi criada pelo médico inglês Edward Jenner, em 1796. Ele observou que as pessoas que trabalhavam com vacas não pegavam varíola, uma doença grave que causava febre, erupções na pele e podia levar à morte ou deixar cicatrizes permanentes. Jenner descobriu que essas pessoas tinham sido infectadas pelo vírus da varíola bovina, uma forma mais branda da doença, e que isso lhes conferia imunidade contra a varíola humana. Ele então inoculou o líquido extraído de uma pústula de uma vaca em um menino de oito anos, chamado James Phipps, e depois o expôs ao vírus da varíola humana. O menino não desenvolveu a doença, provando que a vacina funcionava. Jenner chamou sua descoberta de “vacinação”, do latim “vacca”, que significa vaca.

    A vacina de Jenner foi um marco na história da humanidade, pois abriu caminho para o desenvolvimento de outras vacinas contra doenças que assolavam a humanidade há séculos, como cólera, raiva, poliomielite, sarampo, gripe e covid-19 . Graças à vacinação em massa, algumas dessas doenças foram erradicadas ou controladas, evitando milhões de mortes e sofrimento. Por exemplo, a varíola foi declarada oficialmente eliminada em 1980 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), após uma campanha global de vacinação. A poliomielite, que causava paralisia e deformidades em crianças, está quase extinta, restando apenas alguns casos em países como Afeganistão e Paquistão. O sarampo, que pode causar complicações graves como pneumonia e encefalite, teve uma redução de 79% na mortalidade entre 2000 e 2018, graças à vacinação. A gripe, que provocou a pandemia de 1918 que matou cerca de 50 milhões de pessoas no mundo, hoje pode ser prevenida com vacinas anuais que se adaptam às novas cepas do vírus. A covid-19, que causou a pandemia de 2020-2021 que infectou mais de 200 milhões de pessoas e matou mais de 4 milhões, teve sua propagação reduzida com o desenvolvimento de várias vacinas em tempo recorde.

    As vacinas não só salvaram vidas, mas também melhoraram a qualidade de vida das pessoas, ao prevenir doenças que podiam deixar sequelas físicas e mentais. Além disso, as vacinas reduziram os custos com saúde pública e privada, ao evitar gastos com tratamentos e internações. As vacinas também contribuíram para o progresso social e econômico da humanidade, ao permitir que as pessoas pudessem trabalhar, estudar e se desenvolver sem o medo de contrair doenças graves. As vacinas são um dos maiores feitos da ciência e um exemplo de solidariedade e cooperação entre os povos.

  • Quem são os super-ricos do Brasil?

    Quem são os super-ricos do Brasil?

    Você já se perguntou quem são as pessoas mais ricas do Brasil? Quanto elas possuem de fortuna e como elas a construíram?

    A revista Forbes, especializada em negócios e economia, publica anualmente uma lista dos bilionários do mundo, ou seja, das pessoas que possuem mais de US$ 1 bilhão em patrimônio. Neste artigo, vamos conhecer os dez brasileiros que aparecem nessa lista em 2022 e descobrir um pouco mais sobre suas trajetórias e seus negócios.

    Jorge Paulo Lemann

    O primeiro lugar entre os super-ricos do Brasil é ocupado por Jorge Paulo Lemann, com uma fortuna estimada em US$ 15,4 bilhões. Lemann é empresário e investidor, sendo o principal acionista da AB InBev, a maior empresa cervejeira do mundo, que produz marcas como Budweiser, Stella Artois e Corona. Lemann também é sócio-fundador da 3G Capital, uma empresa de investimentos que controla empresas como Burger King, Kraft Heinz e Lojas Americanas. Além disso, Lemann é um dos fundadores da Fundação Estudar, uma organização sem fins lucrativos que oferece bolsas de estudo para jovens talentos brasileiros.

    Eduardo Saverin

    O segundo lugar na lista é de Eduardo Saverin, com um patrimônio de US$ 10,6 bilhões. Saverin é cofundador do Facebook, a maior rede social do mundo, que conta com mais de 2 bilhões de usuários. Saverin foi um dos responsáveis pela criação e pelo financiamento inicial da plataforma, junto com Mark Zuckerberg e outros colegas da Universidade Harvard. Em 2012, Saverin renunciou à sua cidadania americana e se mudou para Singapura, onde vive atualmente. Saverin também é um investidor anjo, que apoia startups de tecnologia na Ásia e no Brasil.

    Marcel Hermann Telles

    O terceiro lugar pertence a Marcel Hermann Telles, com uma fortuna de US$ 10,3 bilhões. Telles é investidor e acionista da AB InBev, assim como Lemann. Telles começou sua carreira no Banco Garantia, fundado por Lemann, onde se destacou pela sua habilidade em gerir empresas. Em 1989, Telles participou da compra da Brahma, uma das maiores cervejarias do Brasil na época. Em 1999, a Brahma se fundiu com a Antarctica, formando a AmBev. Em 2004, a AmBev se uniu com a belga Interbrew, criando a InBev. Em 2008, a InBev adquiriu a americana Anheuser-Busch, dando origem à AB InBev.

    Jorge Neval Moll Filho

    O quarto lugar na lista é de Jorge Neval Moll Filho, com um patrimônio de US$ 9,8 bilhões. Moll é cardiologista e empresário, fundador da Rede D’Or, a maior rede de hospitais privados do Brasil. Moll abriu seu primeiro hospital em 1977, no Rio de Janeiro. Hoje, a Rede D’Or conta com mais de 50 hospitais em sete estados brasileiros. Em 2010, Moll vendeu parte de sua participação na Rede D’Or para o fundo soberano de Cingapura (GIC) e para o fundo americano Carlyle. Em 2015, Moll criou o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), uma instituição dedicada à pesquisa científica e à formação de profissionais da saúde.

    Carlos Alberto Sicupira

    O quinto lugar é ocupado por Carlos Alberto Sicupira, com uma fortuna de US$ 8,5 bilhões. Sicupira é investidor e acionista da AB InBev, assim como Lemann e Telles. Sicupira também começou sua carreira no Banco Garantia e foi um dos responsáveis pela expansão da Brahma no mercado brasileiro. Sicupira também é sócio-fundador da 3G Capital e acionista de empresas como Lojas Americanas e B2W Digital. Além disso, Sicupira é um dos fundadores da Fundação Brava, uma organização sem fins lucrativos que apoia projetos de melhoria da gestão pública no Brasil.

    Irmãos Safra

    O sexto lugar na lista é dividido entre os irmãos Safra, com uma fortuna de US$ 7,7 bilhões cada um. Eles são herdeiros do banqueiro Joseph Safra, que faleceu em 2020. Joseph Safra foi o fundador do Banco Safra, um dos maiores bancos privados do Brasil, especializado em serviços financeiros para clientes de alta renda. Joseph Safra também era dono do J. Safra Sarasin, um banco suíço, e do Safra National Bank of New York, um banco americano. Os irmãos Safra são Alberto, David, Esther e Jacob. Eles administram o império financeiro da família, que tem origem na Síria e no Líbano.

    Lucia Maggi

    O sétimo lugar na lista é de Lucia Maggi, com uma fortuna de US$ 6,9 bilhões. Lucia é cofundadora do grupo Amaggi, o maior produtor de soja do Brasil. Lucia é viúva de André Maggi, que começou a plantar soja em Mato Grosso na década de 1970. Hoje, o grupo Amaggi possui mais de 250 mil hectares de terras cultivadas e exporta para mais de 20 países. O grupo Amaggi também atua nos setores de energia, logística e navegação. Lucia é mãe de Blairo Maggi, que foi governador de Mato Grosso e ministro da Agricultura.

    André Esteves

    O oitavo lugar pertence a André Esteves, com uma fortuna de US$ 5,8 bilhões. Esteves é presidente do conselho do BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina. Esteves começou sua carreira no Banco Pactual, onde se tornou sócio aos 24 anos e presidente aos 36 anos. Em 2006, o Banco Pactual foi vendido para o banco suíço UBS. Em 2009, Esteves liderou a compra de volta do banco, que passou a se chamar BTG Pactual. Em 2015, Esteves foi preso acusado de envolvimento na Operação Lava Jato, mas foi solto em 2016 após ser inocentado das acusações.

    Luiza Trajano

    O nono lugar na lista é ocupado por Luiza Trajano, com uma fortuna de US$ 5,6 bilhões. Trajano é empresária e presidente do conselho de administração do Magazine Luiza, uma das maiores redes varejistas do Brasil. Trajano assumiu o comando da empresa em 1991, quando tinha apenas 29 anos. Desde então, ela transformou o Magazine Luiza em uma potência do comércio eletrônico e da inovação digital. Trajano também é fundadora do Grupo Mulheres do Brasil, um movimento social que reúne mais de 40 mil mulheres que atuam em diversas áreas para promover a igualdade de gênero e a cidadania.

    Alexandre Behring

    O décimo lugar na lista é de Alexandre Behring, com uma fortuna de US$ 5,4 bilhões. Behring é empresário e sócio-fundador da 3G Capital, junto com Lemann, Telles e Sicupira. Behring é o presidente do conselho da Kraft Heinz, uma das maiores empresas de alimentos do mundo. Behring também é presidente do conselho da Restaurant Brands International (RBI), a empresa que controla as redes de fast-food Burger King, Tim Hortons e Popeyes. Além disso, Behring é acionista e diretor da AB InBev e da Lojas Americanas.

    Esses são os dez super-ricos do Brasil em 2022, segundo a Forbes. Eles são donos ou sócios de empresas que atuam em diversos setores da economia e que têm impacto na vida de milhões de pessoas. Eles também são filantropos ou ativistas sociais que apoiam causas importantes para o desenvolvimento do país.

    A revista Forbes, especializada em negócios e economia, publica anualmente uma lista dos bilionários do mundo, ou seja, das pessoas que possuem mais de US$ 1 bilhão em patrimônio. Neste artigo, vamos conhecer os dez brasileiros que aparecem nessa lista em 2022 e descobrir um pouco mais sobre suas trajetórias e seus negócios.

    Jorge Paulo Lemann

    O primeiro lugar entre os super-ricos do Brasil é ocupado por Jorge Paulo Lemann, com uma fortuna estimada em US$ 15,4 bilhões. Lemann é empresário e investidor, sendo o principal acionista da AB InBev, a maior empresa cervejeira do mundo, que produz marcas como Budweiser, Stella Artois e Corona. Lemann também é sócio-fundador da 3G Capital, uma empresa de investimentos que controla empresas como Burger King, Kraft Heinz e Lojas Americanas. Além disso, Lemann é um dos fundadores da Fundação Estudar, uma organização sem fins lucrativos que oferece bolsas de estudo para jovens talentos brasileiros.

    Eduardo Saverin

    O segundo lugar na lista é de Eduardo Saverin, com um patrimônio de US$ 10,6 bilhões. Saverin é cofundador do Facebook, a maior rede social do mundo, que conta com mais de 2 bilhões de usuários. Saverin foi um dos responsáveis pela criação e pelo financiamento inicial da plataforma, junto com Mark Zuckerberg e outros colegas da Universidade Harvard. Em 2012, Saverin renunciou à sua cidadania americana e se mudou para Singapura, onde vive atualmente. Saverin também é um investidor anjo, que apoia startups de tecnologia na Ásia e no Brasil.

    Marcel Hermann Telles

    O terceiro lugar pertence a Marcel Hermann Telles, com uma fortuna de US$ 10,3 bilhões. Telles é investidor e acionista da AB InBev, assim como Lemann. Telles começou sua carreira no Banco Garantia, fundado por Lemann, onde se destacou pela sua habilidade em gerir empresas. Em 1989, Telles participou da compra da Brahma, uma das maiores cervejarias do Brasil na época. Em 1999, a Brahma se fundiu com a Antarctica, formando a AmBev. Em 2004, a AmBev se uniu com a belga Interbrew, criando a InBev. Em 2008, a InBev adquiriu a americana Anheuser-Busch, dando origem à AB InBev.

    Jorge Neval Moll Filho

    O quarto lugar na lista é de Jorge Neval Moll Filho, com um patrimônio de US$ 9,8 bilhões. Moll é cardiologista e empresário, fundador da Rede D’Or, a maior rede de hospitais privados do Brasil. Moll abriu seu primeiro hospital em 1977, no Rio de Janeiro. Hoje, a Rede D’Or conta com mais de 50 hospitais em sete estados brasileiros. Em 2010, Moll vendeu parte de sua participação na Rede D’Or para o fundo soberano de Cingapura (GIC) e para o fundo americano Carlyle. Em 2015, Moll criou o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), uma instituição dedicada à pesquisa científica e à formação de profissionais da saúde.

    Carlos Alberto Sicupira

    O quinto lugar é ocupado por Carlos Alberto Sicupira, com uma fortuna de US$ 8,5 bilhões. Sicupira é investidor e acionista da AB InBev, assim como Lemann e Telles. Sicupira também começou sua carreira no Banco Garantia e foi um dos responsáveis pela expansão da Brahma no mercado brasileiro. Sicupira também é sócio-fundador da 3G Capital e acionista de empresas como Lojas Americanas e B2W Digital. Além disso, Sicupira é um dos fundadores da Fundação Brava, uma organização sem fins lucrativos que apoia projetos de melhoria da gestão pública no Brasil.

    Irmãos Safra

    O sexto lugar na lista é dividido entre os irmãos Safra, com uma fortuna de US$ 7,7 bilhões cada um. Eles são herdeiros do banqueiro Joseph Safra, que faleceu em 2020. Joseph Safra foi o fundador do Banco Safra, um dos maiores bancos privados do Brasil, especializado em serviços financeiros para clientes de alta renda. Joseph Safra também era dono do J. Safra Sarasin, um banco suíço, e do Safra National Bank of New York, um banco americano. Os irmãos Safra são Alberto, David, Esther e Jacob. Eles administram o império financeiro da família, que tem origem na Síria e no Líbano.

    Lucia Maggi

    O sétimo lugar na lista é de Lucia Maggi, com uma fortuna de US$ 6,9 bilhões. Lucia é cofundadora do grupo Amaggi, o maior produtor de soja do Brasil. Lucia é viúva de André Maggi, que começou a plantar soja em Mato Grosso na década de 1970. Hoje, o grupo Amaggi possui mais de 250 mil hectares de terras cultivadas e exporta para mais de 20 países. O grupo Amaggi também atua nos setores de energia, logística e navegação. Lucia é mãe de Blairo Maggi, que foi governador de Mato Grosso e ministro da Agricultura.

    André Esteves

    O oitavo lugar pertence a André Esteves, com uma fortuna de US$ 5,8 bilhões. Esteves é presidente do conselho do BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina. Esteves começou sua carreira no Banco Pactual, onde se tornou sócio aos 24 anos e presidente aos 36 anos. Em 2006, o Banco Pactual foi vendido para o banco suíço UBS. Em 2009, Esteves liderou a compra de volta do banco, que passou a se chamar BTG Pactual. Em 2015, Esteves foi preso acusado de envolvimento na Operação Lava Jato, mas foi solto em 2016 após ser inocentado das acusações.

    Luiza Trajano

    O nono lugar na lista é ocupado por Luiza Trajano, com uma fortuna de US$ 5,6 bilhões. Trajano é empresária e presidente do conselho de administração do Magazine Luiza, uma das maiores redes varejistas do Brasil. Trajano assumiu o comando da empresa em 1991, quando tinha apenas 29 anos. Desde então, ela transformou o Magazine Luiza em uma potência do comércio eletrônico e da inovação digital. Trajano também é fundadora do Grupo Mulheres do Brasil, um movimento social que reúne mais de 40 mil mulheres que atuam em diversas áreas para promover a igualdade de gênero e a cidadania.

    Alexandre Behring

    O décimo lugar na lista é de Alexandre Behring, com uma fortuna de US$ 5,4 bilhões. Behring é empresário e sócio-fundador da 3G Capital, junto com Lemann, Telles e Sicupira. Behring é o presidente do conselho da Kraft Heinz, uma das maiores empresas de alimentos do mundo. Behring também é presidente do conselho da Restaurant Brands International (RBI), a empresa que controla as redes de fast-food Burger King, Tim Hortons e Popeyes. Além disso, Behring é acionista e diretor da AB InBev e da Lojas Americanas.

    Esses são os dez super-ricos do Brasil em 2022, segundo a Forbes. Eles são donos ou sócios de empresas que atuam em diversos setores da economia e que têm impacto na vida de milhões de pessoas. Eles também são filantropos ou ativistas sociais que apoiam causas importantes para o desenvolvimento do país.

  • O que é o FPM dos municípios e como ele funciona?

    O que é o FPM dos municípios e como ele funciona?

    Você já ouviu falar do FPM dos municípios? Essa é a sigla para Fundo de Participação dos Municípios, que é uma forma de distribuir parte da arrecadação de impostos federais entre as cidades brasileiras.

    Mas como esse fundo é calculado e repartido? E quais são as regras e os critérios para os municípios receberem esse dinheiro? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o FPM dos municípios.

    O FPM dos municípios é uma transferência constitucional da União para os estados e o Distrito Federal, composta de 22,5% da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) . Esses são dois dos principais impostos federais, que incidem sobre a renda das pessoas físicas e jurídicas e sobre a produção e o comércio de produtos industrializados, respectivamente.

    O objetivo do FPM dos municípios é amenizar as desigualdades regionais e promover o equilíbrio socioeconômico entre as cidades brasileiras. Isso porque muitos municípios têm uma arrecadação própria baixa ou dependem de atividades econômicas sazonais ou instáveis. Assim, o FPM dos municípios garante uma fonte de receita regular e permanente para essas cidades, que podem investir em áreas como saúde, educação, infraestrutura e assistência social.

    Mas como é feito o cálculo dos valores que cada município recebe do FPM? Esse cálculo é baseado em dois fatores: a população e a renda per capita de cada cidade. A população é o número de habitantes de cada município, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) . A renda per capita é a divisão da renda total de cada município pelo número de habitantes.

    Esses dois fatores são usados para definir os coeficientes individuais dos municípios, que são números que variam de 0,6 a 4,0. Quanto maior o coeficiente, maior é a parcela do FPM que o município recebe. Os coeficientes são calculados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) , que é um órgão responsável por fiscalizar as contas públicas federais.

    Os coeficientes são atualizados anualmente, com base nos dados do IBGE e da Secretaria da Receita Federal . Além disso, os coeficientes seguem algumas faixas pré-estabelecidas pela Constituição Federal , que levam em conta o tamanho e a região dos municípios. Por exemplo, os municípios com até 10 mil habitantes têm coeficiente 0,6; os municípios com mais de 156 mil habitantes têm coeficiente 4,0; e os municípios das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste têm coeficientes maiores do que os das regiões Sul e Sudeste.

    O repasse do FPM dos municípios é feito pelo Tesouro Nacional , que é o órgão responsável por administrar as finanças públicas federais. O repasse é feito em três parcelas mensais: nos dias 10, 20 e 30 de cada mês. O valor de cada parcela depende da arrecadação do IR e do IPI no período anterior. Assim, se a arrecadação desses impostos aumenta ou diminui, o valor do FPM também varia.

    Os municípios podem usar livremente os recursos do FPM para custear suas despesas e investimentos. No entanto, eles devem respeitar algumas normas legais e constitucionais. Por exemplo, eles devem aplicar pelo menos 15% do FPM na saúde e 25% na educação . Eles também devem prestar contas da utilização dos recursos aos órgãos de controle interno e externo, como as câmaras municipais, os tribunais de contas e a sociedade civil.

    Os municípios podem ter seus repasses do FPM bloqueados por motivos fiscais ou administrativos . Isso pode acontecer se eles deixarem de pagar suas dívidas com a União, com a Previdência Social ou com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Também pode acontecer se eles não entregarem as prestações de contas exigidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) ou pela Lei da Transparência . Nesses casos, os municípios devem regularizar sua situação para voltar a receber o FPM.

    O FPM dos municípios é, portanto, um importante mecanismo de redistribuição de recursos e de fortalecimento da autonomia financeira das cidades brasileiras. Ele representa uma parcela significativa da receita dos municípios, especialmente dos menores e mais pobres. Por isso, é fundamental que os gestores públicos e os cidadãos acompanhem e fiscalizem a arrecadação e a aplicação do FPM, para garantir que ele seja usado de forma eficiente e transparente em benefício da população.

    Mas como esse fundo é calculado e repartido? E quais são as regras e os critérios para os municípios receberem esse dinheiro? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o FPM dos municípios.

    O FPM dos municípios é uma transferência constitucional da União para os estados e o Distrito Federal, composta de 22,5% da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) . Esses são dois dos principais impostos federais, que incidem sobre a renda das pessoas físicas e jurídicas e sobre a produção e o comércio de produtos industrializados, respectivamente.

    O objetivo do FPM dos municípios é amenizar as desigualdades regionais e promover o equilíbrio socioeconômico entre as cidades brasileiras. Isso porque muitos municípios têm uma arrecadação própria baixa ou dependem de atividades econômicas sazonais ou instáveis. Assim, o FPM dos municípios garante uma fonte de receita regular e permanente para essas cidades, que podem investir em áreas como saúde, educação, infraestrutura e assistência social.

    Mas como é feito o cálculo dos valores que cada município recebe do FPM? Esse cálculo é baseado em dois fatores: a população e a renda per capita de cada cidade. A população é o número de habitantes de cada município, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) . A renda per capita é a divisão da renda total de cada município pelo número de habitantes.

    Esses dois fatores são usados para definir os coeficientes individuais dos municípios, que são números que variam de 0,6 a 4,0. Quanto maior o coeficiente, maior é a parcela do FPM que o município recebe. Os coeficientes são calculados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) , que é um órgão responsável por fiscalizar as contas públicas federais.

    Os coeficientes são atualizados anualmente, com base nos dados do IBGE e da Secretaria da Receita Federal . Além disso, os coeficientes seguem algumas faixas pré-estabelecidas pela Constituição Federal , que levam em conta o tamanho e a região dos municípios. Por exemplo, os municípios com até 10 mil habitantes têm coeficiente 0,6; os municípios com mais de 156 mil habitantes têm coeficiente 4,0; e os municípios das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste têm coeficientes maiores do que os das regiões Sul e Sudeste.

    O repasse do FPM dos municípios é feito pelo Tesouro Nacional , que é o órgão responsável por administrar as finanças públicas federais. O repasse é feito em três parcelas mensais: nos dias 10, 20 e 30 de cada mês. O valor de cada parcela depende da arrecadação do IR e do IPI no período anterior. Assim, se a arrecadação desses impostos aumenta ou diminui, o valor do FPM também varia.

    Os municípios podem usar livremente os recursos do FPM para custear suas despesas e investimentos. No entanto, eles devem respeitar algumas normas legais e constitucionais. Por exemplo, eles devem aplicar pelo menos 15% do FPM na saúde e 25% na educação . Eles também devem prestar contas da utilização dos recursos aos órgãos de controle interno e externo, como as câmaras municipais, os tribunais de contas e a sociedade civil.

    Os municípios podem ter seus repasses do FPM bloqueados por motivos fiscais ou administrativos . Isso pode acontecer se eles deixarem de pagar suas dívidas com a União, com a Previdência Social ou com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Também pode acontecer se eles não entregarem as prestações de contas exigidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) ou pela Lei da Transparência . Nesses casos, os municípios devem regularizar sua situação para voltar a receber o FPM.

    O FPM dos municípios é, portanto, um importante mecanismo de redistribuição de recursos e de fortalecimento da autonomia financeira das cidades brasileiras. Ele representa uma parcela significativa da receita dos municípios, especialmente dos menores e mais pobres. Por isso, é fundamental que os gestores públicos e os cidadãos acompanhem e fiscalizem a arrecadação e a aplicação do FPM, para garantir que ele seja usado de forma eficiente e transparente em benefício da população.

  • O perigo de comer ovo cru: saiba os riscos para a saúde

    O perigo de comer ovo cru: saiba os riscos para a saúde

    Muitas pessoas acreditam que comer ovo cru pode trazer benefícios para a saúde, como aumentar a massa muscular, fortalecer o sistema imunológico ou melhorar a memória.

    No entanto, essa prática pode ser muito arriscada, pois pode causar uma doença grave chamada salmonelose, além de prejudicar a absorção de uma vitamina essencial para o organismo.

    A salmonelose é uma infecção causada por bactérias do gênero Salmonella, que podem estar presentes em alguns ovos . Essas bactérias podem sobreviver no interior do ovo, mesmo que ele esteja limpo e sem rachaduras na casca. Quando ingeridas, elas podem provocar sintomas como febre, vômitos e diarreia, que podem durar de quatro a sete dias . Em casos mais graves, as bactérias podem se espalhar pelo sangue e afetar outros órgãos, podendo levar à morte, especialmente em pessoas com o sistema imunológico enfraquecido, como crianças, idosos e gestantes .

    Outro problema de comer ovo cru é que ele pode interferir na absorção de biotina, uma vitamina do complexo B que é importante para a saúde da pele, cabelos e unhas, entre outras funções. A biotina é encontrada na gema do ovo, mas a clara do ovo cru contém uma proteína chamada avidina, que se liga à biotina e impede que ela seja aproveitada pelo organismo. Isso pode causar deficiência de biotina, que pode levar a sintomas como queda de cabelo, dermatite e conjuntivite.

    Portanto, comer ovo cru não é recomendado, pois pode trazer mais riscos do que benefícios para a saúde. O ideal é cozinhar bem o ovo antes de consumi-lo, para eliminar as bactérias e facilitar a digestão e a absorção dos nutrientes. O ovo cozido, frito ou mexido pode ser uma fonte de proteínas, vitaminas e minerais para a alimentação saudável.

    No entanto, essa prática pode ser muito arriscada, pois pode causar uma doença grave chamada salmonelose, além de prejudicar a absorção de uma vitamina essencial para o organismo.

    A salmonelose é uma infecção causada por bactérias do gênero Salmonella, que podem estar presentes em alguns ovos . Essas bactérias podem sobreviver no interior do ovo, mesmo que ele esteja limpo e sem rachaduras na casca. Quando ingeridas, elas podem provocar sintomas como febre, vômitos e diarreia, que podem durar de quatro a sete dias . Em casos mais graves, as bactérias podem se espalhar pelo sangue e afetar outros órgãos, podendo levar à morte, especialmente em pessoas com o sistema imunológico enfraquecido, como crianças, idosos e gestantes .

    Outro problema de comer ovo cru é que ele pode interferir na absorção de biotina, uma vitamina do complexo B que é importante para a saúde da pele, cabelos e unhas, entre outras funções. A biotina é encontrada na gema do ovo, mas a clara do ovo cru contém uma proteína chamada avidina, que se liga à biotina e impede que ela seja aproveitada pelo organismo. Isso pode causar deficiência de biotina, que pode levar a sintomas como queda de cabelo, dermatite e conjuntivite.

    Portanto, comer ovo cru não é recomendado, pois pode trazer mais riscos do que benefícios para a saúde. O ideal é cozinhar bem o ovo antes de consumi-lo, para eliminar as bactérias e facilitar a digestão e a absorção dos nutrientes. O ovo cozido, frito ou mexido pode ser uma fonte de proteínas, vitaminas e minerais para a alimentação saudável.