Autor: Renato Guedes

  • Greve metrô SP: Metroviários decidem hoje sobre greve contra privatização

    Greve metrô SP: Metroviários decidem hoje sobre greve contra privatização

    Os trabalhadores do metrô de São Paulo podem entrar em greve a partir de amanhã (15) em protesto contra a privatização das linhas de metrô e trem e a favor da melhoria do serviço para a população.

    A decisão será tomada em assembleia hoje (14) à noite, após uma série de manifestações e paralisações parciais nos últimos dias.

    A categoria é contra a publicação de um edital que prevê a terceirização dos serviços de manutenção dos trens da Linha 15 – Prata (monotrilho) e a notícia de que o grupo CCR entrará na Justiça para pedir a anulação da decisão que cancelou o leilão de entrega da linha. Os metroviários também são contra a demissão de três funcionários que atuavam no momento em que duas composições de trens da Linha 15 – Prata colidiram, deixando toda a operação paralisada.

    Além da greve, os metroviários também vão realizar um plebiscito no mês de setembro para saber a opinião da população sobre a privatização do metrô, da CPTM e da Sabesp, que também estão no projeto de privatização do governo estadual. A presidente do Sindicato dos Metroviários, Camila Lisboa, afirmou que a população é contrária ao projeto de privatização, pois teme o aumento das tarifas e a piora da qualidade do serviço.

    A greve dos metroviários pode afetar milhões de usuários que dependem do transporte público na maior cidade do país. Segundo dados do Metrô, cerca de 4 milhões de pessoas utilizam o sistema diariamente. A greve também pode impactar outros setores da economia, como o comércio, a indústria e os serviços.

    O governo estadual, por sua vez, defende a privatização como uma forma de reduzir os custos e aumentar a eficiência do transporte público. O governador João Doria disse que o modelo de concessão é uma tendência mundial e que o estado não tem condições de investir na expansão e na modernização do metrô e da CPTM.

    A greve dos metroviários é mais um capítulo da disputa entre o governo estadual e os trabalhadores do transporte público, que se arrasta há anos. Em 2014, uma greve geral dos metroviários provocou caos na cidade e resultou na demissão de mais de 40 funcionários. Em 2017, outra greve parcial afetou as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata. Em 2018, uma greve surpresa atingiu as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás.

    A expectativa é que a assembleia dos metroviários defina os rumos da mobilização e as possíveis alternativas para evitar a greve ou minimizar os transtornos para a população. Caso a greve seja confirmada, os usuários devem buscar outras formas de transporte, como ônibus, bicicleta ou aplicativos de carona. O Metrô informou que vai acionar o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese), que prevê o reforço na frota de ônibus para atender as áreas afetadas pela paralisação.

    A decisão será tomada em assembleia hoje (14) à noite, após uma série de manifestações e paralisações parciais nos últimos dias.

    A categoria é contra a publicação de um edital que prevê a terceirização dos serviços de manutenção dos trens da Linha 15 – Prata (monotrilho) e a notícia de que o grupo CCR entrará na Justiça para pedir a anulação da decisão que cancelou o leilão de entrega da linha. Os metroviários também são contra a demissão de três funcionários que atuavam no momento em que duas composições de trens da Linha 15 – Prata colidiram, deixando toda a operação paralisada.

    Além da greve, os metroviários também vão realizar um plebiscito no mês de setembro para saber a opinião da população sobre a privatização do metrô, da CPTM e da Sabesp, que também estão no projeto de privatização do governo estadual. A presidente do Sindicato dos Metroviários, Camila Lisboa, afirmou que a população é contrária ao projeto de privatização, pois teme o aumento das tarifas e a piora da qualidade do serviço.

    A greve dos metroviários pode afetar milhões de usuários que dependem do transporte público na maior cidade do país. Segundo dados do Metrô, cerca de 4 milhões de pessoas utilizam o sistema diariamente. A greve também pode impactar outros setores da economia, como o comércio, a indústria e os serviços.

    O governo estadual, por sua vez, defende a privatização como uma forma de reduzir os custos e aumentar a eficiência do transporte público. O governador João Doria disse que o modelo de concessão é uma tendência mundial e que o estado não tem condições de investir na expansão e na modernização do metrô e da CPTM.

    A greve dos metroviários é mais um capítulo da disputa entre o governo estadual e os trabalhadores do transporte público, que se arrasta há anos. Em 2014, uma greve geral dos metroviários provocou caos na cidade e resultou na demissão de mais de 40 funcionários. Em 2017, outra greve parcial afetou as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata. Em 2018, uma greve surpresa atingiu as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás.

    A expectativa é que a assembleia dos metroviários defina os rumos da mobilização e as possíveis alternativas para evitar a greve ou minimizar os transtornos para a população. Caso a greve seja confirmada, os usuários devem buscar outras formas de transporte, como ônibus, bicicleta ou aplicativos de carona. O Metrô informou que vai acionar o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese), que prevê o reforço na frota de ônibus para atender as áreas afetadas pela paralisação.

  • Melanoma nasal: o que é, como diagnosticar e tratar esse câncer raro

    Melanoma nasal: o que é, como diagnosticar e tratar esse câncer raro

    O melanoma nasal é um tipo de câncer que se origina nas células que produzem melanina, o pigmento que dá cor à pele, aos cabelos e aos olhos.

    Essas células, chamadas de melanócitos, também estão presentes na mucosa que reveste o nariz e os seios paranasais, que são cavidades ósseas ao redor do nariz. Quando os melanócitos dessa região sofrem alterações genéticas e começam a se multiplicar de forma descontrolada, eles formam um tumor maligno chamado de melanoma nasal.

    O melanoma nasal é um tumor muito raro e agressivo, que representa menos de 2% de todos os melanomas malignos e cerca de 4% dos tumores da região nasossinusal. Ele afeta principalmente pessoas acima dos 60 anos e não tem relação com o sexo. A causa do melanoma nasal ainda é desconhecida, mas alguns fatores de risco podem estar envolvidos, como exposição à radiação, infecção por vírus do papiloma humano (HPV), tabagismo e história familiar de câncer.

    Quais são os sintomas do melanoma nasal?

    Os sintomas do melanoma nasal podem variar de acordo com o tamanho e a localização do tumor. Os mais comuns são:

    • Congestão nasal

    • Sangramento nasal

    • Dor no rosto

    • Perda do olfato

    • Alterações na visão

    • Inchaço ou deformidade no nariz ou na face

    • Úlceras ou feridas no nariz ou na boca

    • Dificuldade para respirar ou engolir

    Como é feito o diagnóstico do melanoma nasal?

    O diagnóstico do melanoma nasal é feito por meio de exames clínicos e complementares. O médico pode realizar uma rinoscopia, que é a visualização do interior do nariz com um instrumento iluminado chamado de endoscópio. Ele também pode solicitar uma biópsia, que é a retirada de uma amostra do tecido suspeito para análise microscópica. Além disso, o médico pode pedir exames de imagem, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, para avaliar a extensão e a localização do tumor.

    Como é feito o tratamento do melanoma nasal?

    O tratamento do melanoma nasal depende do estágio e da localização do tumor. O objetivo é remover o tumor completamente e preservar as funções respiratórias e estéticas do nariz. As principais modalidades de tratamento são:

    • Cirurgia: É a remoção do tumor por meio de técnicas cirúrgicas, que podem ser abertas ou endoscópicas. A cirurgia pode ser combinada com a reconstrução nasal, que visa restaurar a forma e a função do nariz após a retirada do tumor.

    • Radioterapia: É o uso de radiação ionizante para destruir as células cancerosas. A radioterapia pode ser usada como tratamento principal ou complementar à cirurgia, dependendo do caso.

    • Quimioterapia: É o uso de medicamentos que atuam no ciclo celular das células cancerosas, impedindo seu crescimento e divisão. A quimioterapia pode ser usada como tratamento adjuvante à cirurgia ou à radioterapia, ou como tratamento paliativo em casos avançados.

    • Imunoterapia: É o uso de medicamentos que estimulam o sistema imunológico a reconhecer e combater as células cancerosas. A imunoterapia pode ser usada como tratamento alternativo ou complementar em casos selecionados.

    Qual é o prognóstico do melanoma nasal?

    O prognóstico do melanoma nasal é geralmente ruim, pois se trata de um tumor muito agressivo e com alto potencial de disseminação para outros órgãos. A taxa de sobrevida em cinco anos varia entre 10% e 40%, dependendo do estágio e da localização do tumor. Os fatores que influenciam o prognóstico são:

    • O tamanho e a profundidade do tumor

    • A presença ou não de metástases (células cancerosas que se espalham pelo corpo)

    • O tipo histológico (características microscópicas) do tumor

    • A resposta ao tratamento

    Como prevenir o melanoma nasal?

    Não há uma forma específica de prevenir o melanoma nasal, mas algumas medidas podem reduzir o risco de desenvolver esse tipo de câncer, como:

    • Evitar a exposição à radiação, especialmente na região da cabeça e do pescoço

    • Evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool

    • Usar preservativo nas relações sexuais para prevenir a infecção por HPV

    • Fazer exames periódicos com um otorrinolaringologista, especialmente se tiver sintomas persistentes ou recorrentes no nariz ou nos seios paranasais

    Essas células, chamadas de melanócitos, também estão presentes na mucosa que reveste o nariz e os seios paranasais, que são cavidades ósseas ao redor do nariz. Quando os melanócitos dessa região sofrem alterações genéticas e começam a se multiplicar de forma descontrolada, eles formam um tumor maligno chamado de melanoma nasal.

    O melanoma nasal é um tumor muito raro e agressivo, que representa menos de 2% de todos os melanomas malignos e cerca de 4% dos tumores da região nasossinusal. Ele afeta principalmente pessoas acima dos 60 anos e não tem relação com o sexo. A causa do melanoma nasal ainda é desconhecida, mas alguns fatores de risco podem estar envolvidos, como exposição à radiação, infecção por vírus do papiloma humano (HPV), tabagismo e história familiar de câncer.

    Quais são os sintomas do melanoma nasal?

    Os sintomas do melanoma nasal podem variar de acordo com o tamanho e a localização do tumor. Os mais comuns são:

    • Congestão nasal

    • Sangramento nasal

    • Dor no rosto

    • Perda do olfato

    • Alterações na visão

    • Inchaço ou deformidade no nariz ou na face

    • Úlceras ou feridas no nariz ou na boca

    • Dificuldade para respirar ou engolir

    Como é feito o diagnóstico do melanoma nasal?

    O diagnóstico do melanoma nasal é feito por meio de exames clínicos e complementares. O médico pode realizar uma rinoscopia, que é a visualização do interior do nariz com um instrumento iluminado chamado de endoscópio. Ele também pode solicitar uma biópsia, que é a retirada de uma amostra do tecido suspeito para análise microscópica. Além disso, o médico pode pedir exames de imagem, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, para avaliar a extensão e a localização do tumor.

    Como é feito o tratamento do melanoma nasal?

    O tratamento do melanoma nasal depende do estágio e da localização do tumor. O objetivo é remover o tumor completamente e preservar as funções respiratórias e estéticas do nariz. As principais modalidades de tratamento são:

    • Cirurgia: É a remoção do tumor por meio de técnicas cirúrgicas, que podem ser abertas ou endoscópicas. A cirurgia pode ser combinada com a reconstrução nasal, que visa restaurar a forma e a função do nariz após a retirada do tumor.

    • Radioterapia: É o uso de radiação ionizante para destruir as células cancerosas. A radioterapia pode ser usada como tratamento principal ou complementar à cirurgia, dependendo do caso.

    • Quimioterapia: É o uso de medicamentos que atuam no ciclo celular das células cancerosas, impedindo seu crescimento e divisão. A quimioterapia pode ser usada como tratamento adjuvante à cirurgia ou à radioterapia, ou como tratamento paliativo em casos avançados.

    • Imunoterapia: É o uso de medicamentos que estimulam o sistema imunológico a reconhecer e combater as células cancerosas. A imunoterapia pode ser usada como tratamento alternativo ou complementar em casos selecionados.

    Qual é o prognóstico do melanoma nasal?

    O prognóstico do melanoma nasal é geralmente ruim, pois se trata de um tumor muito agressivo e com alto potencial de disseminação para outros órgãos. A taxa de sobrevida em cinco anos varia entre 10% e 40%, dependendo do estágio e da localização do tumor. Os fatores que influenciam o prognóstico são:

    • O tamanho e a profundidade do tumor

    • A presença ou não de metástases (células cancerosas que se espalham pelo corpo)

    • O tipo histológico (características microscópicas) do tumor

    • A resposta ao tratamento

    Como prevenir o melanoma nasal?

    Não há uma forma específica de prevenir o melanoma nasal, mas algumas medidas podem reduzir o risco de desenvolver esse tipo de câncer, como:

    • Evitar a exposição à radiação, especialmente na região da cabeça e do pescoço

    • Evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool

    • Usar preservativo nas relações sexuais para prevenir a infecção por HPV

    • Fazer exames periódicos com um otorrinolaringologista, especialmente se tiver sintomas persistentes ou recorrentes no nariz ou nos seios paranasais
  • Poluição do ar em São Paulo: um inimigo invisível que ameaça a saúde respiratória

    Poluição do ar em São Paulo: um inimigo invisível que ameaça a saúde respiratória

    A poluição atmosférica é um grave problema de saúde pública que afeta milhões de pessoas no mundo todo.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 7 milhões de pessoas morrem por ano em decorrência da exposição aos poluentes do ar. Além disso, um estudo recente realizado por pesquisadores brasileiros e norte-americanos mostrou que a poluição aumenta em até 65% o risco de pneumonias, uma das principais causas de morte no país.

    A poluição do ar pode causar ou agravar diversos problemas respiratórios, como asma, bronquite, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), acidente vascular cerebral (AVC), arritmia cardíaca e infecções respiratórias. Esses problemas podem comprometer a qualidade de vida e a capacidade de trabalho das pessoas, além de sobrecarregar o sistema de saúde.

    Algumas condições podem aumentar a vulnerabilidade aos efeitos nocivos da poluição atmosférica. Uma delas é o inverno, que costuma ter variações de temperatura e baixa umidade do ar. Esses fatores favorecem o aumento da concentração dos poluentes e a irritação das vias respiratórias. Outra condição é o tabagismo, que é um fator de risco para várias doenças respiratórias. Quem fuma tem um risco maior de adquirir pneumonia se estiver exposto à poluição do ar.

    Para prevenir e tratar os problemas respiratórios causados pela poluição atmosférica, algumas medidas são recomendadas. A primeira é evitar ou tratar o tabagismo, que é um hábito prejudicial à saúde em todos os aspectos. A segunda é buscar se vacinar contra as infecções respiratórias, como gripe, Covid-19 e bactérias pneumocócicas. As vacinas podem reduzir as chances de complicações e óbitos por essas doenças. A terceira é cobrar das autoridades mais medidas para reduzir a emissão dos poluentes do ar, como o controle da queima de combustíveis fósseis, o incentivo ao transporte público e à mobilidade ativa, e o monitoramento da qualidade do ar.

    A poluição atmosférica é um desafio que exige a conscientização e a participação de todos. Cuidar da saúde respiratória é uma forma de proteger a si mesmo e ao meio ambiente.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 7 milhões de pessoas morrem por ano em decorrência da exposição aos poluentes do ar. Além disso, um estudo recente realizado por pesquisadores brasileiros e norte-americanos mostrou que a poluição aumenta em até 65% o risco de pneumonias, uma das principais causas de morte no país.

    A poluição do ar pode causar ou agravar diversos problemas respiratórios, como asma, bronquite, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), acidente vascular cerebral (AVC), arritmia cardíaca e infecções respiratórias. Esses problemas podem comprometer a qualidade de vida e a capacidade de trabalho das pessoas, além de sobrecarregar o sistema de saúde.

    Algumas condições podem aumentar a vulnerabilidade aos efeitos nocivos da poluição atmosférica. Uma delas é o inverno, que costuma ter variações de temperatura e baixa umidade do ar. Esses fatores favorecem o aumento da concentração dos poluentes e a irritação das vias respiratórias. Outra condição é o tabagismo, que é um fator de risco para várias doenças respiratórias. Quem fuma tem um risco maior de adquirir pneumonia se estiver exposto à poluição do ar.

    Para prevenir e tratar os problemas respiratórios causados pela poluição atmosférica, algumas medidas são recomendadas. A primeira é evitar ou tratar o tabagismo, que é um hábito prejudicial à saúde em todos os aspectos. A segunda é buscar se vacinar contra as infecções respiratórias, como gripe, Covid-19 e bactérias pneumocócicas. As vacinas podem reduzir as chances de complicações e óbitos por essas doenças. A terceira é cobrar das autoridades mais medidas para reduzir a emissão dos poluentes do ar, como o controle da queima de combustíveis fósseis, o incentivo ao transporte público e à mobilidade ativa, e o monitoramento da qualidade do ar.

    A poluição atmosférica é um desafio que exige a conscientização e a participação de todos. Cuidar da saúde respiratória é uma forma de proteger a si mesmo e ao meio ambiente.

  • Governo pode voltar a cobrar imposto sobre compras online de até US$ 50

    Governo pode voltar a cobrar imposto sobre compras online de até US$ 50

    O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode acabar com a isenção de imposto de importação sobre as compras de até US$ 50 feitas em sites do exterior, que entrou em vigor no último dia 1º de agosto.

    A medida visa aumentar a arrecadação federal e reduzir o déficit das contas públicas, que deve chegar a R$ 100 bilhões neste ano.

    A isenção do imposto de importação foi concedida por uma portaria do ministério da Fazenda, publicada no Diário Oficial da União no dia 31 de julho. A portaria também alterou a forma de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que passou a incidir já no ato da compra, e não mais apenas quando a mercadoria chegava no Brasil. A alíquota do ICMS é de 17% para todos os estados.

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse a parlamentares nesta quarta-feira (9) que há negociações em andamento para “futuros ajustes da alíquota federal” em paralelo à cobrança do ICMS. Segundo ele, o objetivo é evitar a concorrência desleal dos produtos importados com os nacionais, que pagam mais impostos.

    A cobrança do imposto de importação e a futura taxação de grandes fortunas fazem parte de um esforço do governo para levantar R$ 100 bilhões para zerar o déficit das contas públicas no ano que vem. Para isso, é preciso aprovar mudanças na legislação ainda neste ano. A taxação de grandes fortunas, no entanto, pode demorar um pouco mais a sair do papel, pois depende de uma proposta de emenda constitucional (PEC) que tramita no Congresso Nacional desde 2008.

    As compras online de até US$ 50 feitas em sites do exterior são muito populares entre os brasileiros, que buscam produtos mais baratos e variados do que os encontrados no mercado interno. Segundo dados da Receita Federal, em 2022 foram registradas cerca de 35 milhões de encomendas internacionais, sendo que 90% delas estavam abaixo desse valor.

    Os consumidores que fazem essas compras devem ficar atentos às possíveis mudanças nas regras tributárias e aos riscos de atrasos na entrega ou extravios dos produtos. Além disso, devem verificar a confiabilidade dos sites e a qualidade dos produtos antes de efetuar a compra, pois nem sempre há garantia ou assistência técnica no Brasil.

    A medida visa aumentar a arrecadação federal e reduzir o déficit das contas públicas, que deve chegar a R$ 100 bilhões neste ano.

    A isenção do imposto de importação foi concedida por uma portaria do ministério da Fazenda, publicada no Diário Oficial da União no dia 31 de julho. A portaria também alterou a forma de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que passou a incidir já no ato da compra, e não mais apenas quando a mercadoria chegava no Brasil. A alíquota do ICMS é de 17% para todos os estados.

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse a parlamentares nesta quarta-feira (9) que há negociações em andamento para “futuros ajustes da alíquota federal” em paralelo à cobrança do ICMS. Segundo ele, o objetivo é evitar a concorrência desleal dos produtos importados com os nacionais, que pagam mais impostos.

    A cobrança do imposto de importação e a futura taxação de grandes fortunas fazem parte de um esforço do governo para levantar R$ 100 bilhões para zerar o déficit das contas públicas no ano que vem. Para isso, é preciso aprovar mudanças na legislação ainda neste ano. A taxação de grandes fortunas, no entanto, pode demorar um pouco mais a sair do papel, pois depende de uma proposta de emenda constitucional (PEC) que tramita no Congresso Nacional desde 2008.

    As compras online de até US$ 50 feitas em sites do exterior são muito populares entre os brasileiros, que buscam produtos mais baratos e variados do que os encontrados no mercado interno. Segundo dados da Receita Federal, em 2022 foram registradas cerca de 35 milhões de encomendas internacionais, sendo que 90% delas estavam abaixo desse valor.

    Os consumidores que fazem essas compras devem ficar atentos às possíveis mudanças nas regras tributárias e aos riscos de atrasos na entrega ou extravios dos produtos. Além disso, devem verificar a confiabilidade dos sites e a qualidade dos produtos antes de efetuar a compra, pois nem sempre há garantia ou assistência técnica no Brasil.

  • Como uma nova técnica de estimulação cerebral pode ajudar os pacientes com Parkinson a caminhar melhor

    Como uma nova técnica de estimulação cerebral pode ajudar os pacientes com Parkinson a caminhar melhor

    A doença de Parkinson (PD) é um distúrbio neurodegenerativo que afeta cerca de 10 milhões de pessoas em todo o mundo.

    Um dos sintomas mais comuns e debilitantes da PD é a dificuldade para caminhar, que pode levar a quedas, fraturas e perda de qualidade de vida. Embora existam medicamentos e cirurgias que podem aliviar alguns dos sintomas motores da PD, eles nem sempre são eficazes ou livres de efeitos colaterais. Por isso, há uma necessidade de desenvolver novas terapias que possam melhorar a função da marcha na PD de forma segura e não invasiva.

    Uma equipe de pesquisadores do Japão, liderada pelo Dr. Masahito Kobayashi, da Universidade de Tóquio, encontrou uma possível solução: a estimulação elétrica transcraniana (tES) em circuito fechado. A tES é uma técnica que consiste em aplicar uma corrente elétrica de baixa intensidade no couro cabeludo, visando estimular ou inibir certas regiões do cérebro. A tES em circuito fechado é uma abordagem que adapta a estimulação ao estado fisiológico do indivíduo, usando sensores ou feedbacks para ajustar os parâmetros da estimulação.

    No caso do estudo do Dr. Kobayashi, a tES em circuito fechado foi usada para estimular o cerebelo, uma estrutura cerebral que desempenha um papel-chave no controle da marcha. O cerebelo recebe informações sensoriais e motoras do corpo e do ambiente e as integra para gerar movimentos coordenados e precisos. Na PD, o cerebelo pode ser afetado pela degeneração dos neurônios dopaminérgicos, que são responsáveis pela transmissão de um neurotransmissor chamado dopamina. A dopamina é essencial para regular a atividade cerebral e o movimento voluntário.

    O objetivo do estudo foi testar se a estimulação do cerebelo poderia melhorar a marcha em pacientes com PD ou síndrome de Parkinson (PS), que é um conjunto de distúrbios que apresentam sintomas semelhantes aos da PD, mas com causas diferentes. O estudo recrutou 23 pacientes que foram randomizados para receber o tratamento ativo ou um tratamento simulado sem benefício terapêutico. O tratamento consistiu em aplicar uma corrente elétrica na região occipital da cabeça, usando dois eletrodos conectados a um dispositivo portátil. A corrente elétrica foi ajustada de acordo com o ritmo da marcha dos pacientes, medido por um sensor acoplado ao tornozelo. Os pacientes receberam dez sessões de tratamento, cada uma com duração de 20 minutos, ao longo de duas semanas.

    Os resultados do estudo foram publicados na revista científica Brain Stimulation e mostraram que o tratamento foi seguro e bem tolerado pelos pacientes. Além disso, o tratamento mostrou resultados encorajadores após apenas dez repetições. O grupo de tratamento apresentou uma melhora significativa nos parâmetros da marcha, incluindo velocidade, simetria e comprimento da passada. Essas melhorias foram mantidas por pelo menos duas semanas após o término do tratamento. Em contraste, o grupo simulado não apresentou nenhuma mudança significativa na marcha.

    O estudo sugere que a estimulação cerebral personalizada, sincronizada com o ritmo da marcha individual, pode melhorar efetivamente a função da marcha na PD e na PS e tem potencial para ser usada como uma terapia complementar para a reabilitação da marcha. No entanto, o estudo tem algumas limitações, como o tamanho pequeno da amostra, a duração curta do tratamento e a falta de acompanhamento a longo prazo. Os pesquisadores planejam realizar estudos maiores e mais longos para confirmar os benefícios da tES em circuito fechado na marcha e avaliar seus efeitos em outros aspectos cognitivos e emocionais dos pacientes com PD e PS.

    Fonte: Link.

    Um dos sintomas mais comuns e debilitantes da PD é a dificuldade para caminhar, que pode levar a quedas, fraturas e perda de qualidade de vida. Embora existam medicamentos e cirurgias que podem aliviar alguns dos sintomas motores da PD, eles nem sempre são eficazes ou livres de efeitos colaterais. Por isso, há uma necessidade de desenvolver novas terapias que possam melhorar a função da marcha na PD de forma segura e não invasiva.

    Uma equipe de pesquisadores do Japão, liderada pelo Dr. Masahito Kobayashi, da Universidade de Tóquio, encontrou uma possível solução: a estimulação elétrica transcraniana (tES) em circuito fechado. A tES é uma técnica que consiste em aplicar uma corrente elétrica de baixa intensidade no couro cabeludo, visando estimular ou inibir certas regiões do cérebro. A tES em circuito fechado é uma abordagem que adapta a estimulação ao estado fisiológico do indivíduo, usando sensores ou feedbacks para ajustar os parâmetros da estimulação.

    No caso do estudo do Dr. Kobayashi, a tES em circuito fechado foi usada para estimular o cerebelo, uma estrutura cerebral que desempenha um papel-chave no controle da marcha. O cerebelo recebe informações sensoriais e motoras do corpo e do ambiente e as integra para gerar movimentos coordenados e precisos. Na PD, o cerebelo pode ser afetado pela degeneração dos neurônios dopaminérgicos, que são responsáveis pela transmissão de um neurotransmissor chamado dopamina. A dopamina é essencial para regular a atividade cerebral e o movimento voluntário.

    O objetivo do estudo foi testar se a estimulação do cerebelo poderia melhorar a marcha em pacientes com PD ou síndrome de Parkinson (PS), que é um conjunto de distúrbios que apresentam sintomas semelhantes aos da PD, mas com causas diferentes. O estudo recrutou 23 pacientes que foram randomizados para receber o tratamento ativo ou um tratamento simulado sem benefício terapêutico. O tratamento consistiu em aplicar uma corrente elétrica na região occipital da cabeça, usando dois eletrodos conectados a um dispositivo portátil. A corrente elétrica foi ajustada de acordo com o ritmo da marcha dos pacientes, medido por um sensor acoplado ao tornozelo. Os pacientes receberam dez sessões de tratamento, cada uma com duração de 20 minutos, ao longo de duas semanas.

    Os resultados do estudo foram publicados na revista científica Brain Stimulation e mostraram que o tratamento foi seguro e bem tolerado pelos pacientes. Além disso, o tratamento mostrou resultados encorajadores após apenas dez repetições. O grupo de tratamento apresentou uma melhora significativa nos parâmetros da marcha, incluindo velocidade, simetria e comprimento da passada. Essas melhorias foram mantidas por pelo menos duas semanas após o término do tratamento. Em contraste, o grupo simulado não apresentou nenhuma mudança significativa na marcha.

    O estudo sugere que a estimulação cerebral personalizada, sincronizada com o ritmo da marcha individual, pode melhorar efetivamente a função da marcha na PD e na PS e tem potencial para ser usada como uma terapia complementar para a reabilitação da marcha. No entanto, o estudo tem algumas limitações, como o tamanho pequeno da amostra, a duração curta do tratamento e a falta de acompanhamento a longo prazo. Os pesquisadores planejam realizar estudos maiores e mais longos para confirmar os benefícios da tES em circuito fechado na marcha e avaliar seus efeitos em outros aspectos cognitivos e emocionais dos pacientes com PD e PS.

    Fonte: Link.

  • 5 melhores programas para monitorar funcionário em home office

    5 melhores programas para monitorar funcionário em home office

    O home office é uma modalidade de trabalho que vem ganhando cada vez mais espaço nas empresas.

    Porém, muitos gestores ainda têm dúvidas sobre como acompanhar o desempenho e a produtividade dos seus colaboradores à distância.

    Para isso, existem programas que permitem monitorar as atividades, o tempo e a qualidade do trabalho dos funcionários em home office.

    Neste post, vamos apresentar 5 melhores programas para monitorar funcionário em home office. Confira!

    1. Time Doctor

      Time Doctor é um software que permite rastrear o tempo gasto em cada tarefa, bem como as pausas, os sites visitados e os aplicativos usados pelos funcionários. Além disso, o programa envia lembretes para que os colaboradores mantenham o foco e evitem distrações. O Time Doctor também gera relatórios detalhados sobre a produtividade, a eficiência e o desempenho de cada funcionário, facilitando o feedback e a avaliação.

    2. Hubstaff

      Hubstaff é outro programa que monitora o tempo e as atividades dos funcionários em home office. O software captura screenshots da tela dos colaboradores em intervalos definidos pelo gestor, permitindo verificar se eles estão trabalhando nas tarefas certas. O Hubstaff também rastreia a localização dos funcionários por meio do GPS, o que pode ser útil para equipes que realizam serviços externos.

    3. Trello

      Trello é uma ferramenta de gestão de projetos que ajuda a organizar as tarefas, os prazos e as responsabilidades dos funcionários em home office. O programa permite criar quadros com listas e cartões que representam as atividades a serem realizadas, bem como atribuir membros, anexar arquivos e adicionar comentários. O Trello facilita a comunicação e a colaboração entre os funcionários, além de oferecer uma visão geral do andamento dos projetos.

    4. Slack

      Slack é uma plataforma de comunicação que permite trocar mensagens, arquivos e chamadas de voz e vídeo com os funcionários em home office. O programa permite criar canais temáticos para discutir assuntos específicos, bem como integrar outras ferramentas como Google Drive, Dropbox e Zoom. O Slack ajuda a manter os funcionários conectados e alinhados com os objetivos da empresa.

    5. Asana

      Asana é mais uma ferramenta de gestão de projetos que permite monitorar as tarefas, os prazos e os resultados dos funcionários em home office. O programa permite criar projetos com listas, quadros ou cronogramas que mostram as atividades a serem feitas, bem como atribuir responsáveis, definir prioridades e acompanhar o progresso. A Asana também permite visualizar o desempenho dos funcionários por meio de gráficos e relatórios.

    Esses são alguns dos melhores programas para monitorar funcionário em home office. Com eles, você pode garantir que os seus colaboradores estejam trabalhando de forma eficiente e produtiva, mesmo à distância.

    Porém, muitos gestores ainda têm dúvidas sobre como acompanhar o desempenho e a produtividade dos seus colaboradores à distância.

    Para isso, existem programas que permitem monitorar as atividades, o tempo e a qualidade do trabalho dos funcionários em home office.

    Neste post, vamos apresentar 5 melhores programas para monitorar funcionário em home office. Confira!

    1. Time Doctor

      Time Doctor é um software que permite rastrear o tempo gasto em cada tarefa, bem como as pausas, os sites visitados e os aplicativos usados pelos funcionários. Além disso, o programa envia lembretes para que os colaboradores mantenham o foco e evitem distrações. O Time Doctor também gera relatórios detalhados sobre a produtividade, a eficiência e o desempenho de cada funcionário, facilitando o feedback e a avaliação.

    2. Hubstaff

      Hubstaff é outro programa que monitora o tempo e as atividades dos funcionários em home office. O software captura screenshots da tela dos colaboradores em intervalos definidos pelo gestor, permitindo verificar se eles estão trabalhando nas tarefas certas. O Hubstaff também rastreia a localização dos funcionários por meio do GPS, o que pode ser útil para equipes que realizam serviços externos.

    3. Trello

      Trello é uma ferramenta de gestão de projetos que ajuda a organizar as tarefas, os prazos e as responsabilidades dos funcionários em home office. O programa permite criar quadros com listas e cartões que representam as atividades a serem realizadas, bem como atribuir membros, anexar arquivos e adicionar comentários. O Trello facilita a comunicação e a colaboração entre os funcionários, além de oferecer uma visão geral do andamento dos projetos.

    4. Slack

      Slack é uma plataforma de comunicação que permite trocar mensagens, arquivos e chamadas de voz e vídeo com os funcionários em home office. O programa permite criar canais temáticos para discutir assuntos específicos, bem como integrar outras ferramentas como Google Drive, Dropbox e Zoom. O Slack ajuda a manter os funcionários conectados e alinhados com os objetivos da empresa.

    5. Asana

      Asana é mais uma ferramenta de gestão de projetos que permite monitorar as tarefas, os prazos e os resultados dos funcionários em home office. O programa permite criar projetos com listas, quadros ou cronogramas que mostram as atividades a serem feitas, bem como atribuir responsáveis, definir prioridades e acompanhar o progresso. A Asana também permite visualizar o desempenho dos funcionários por meio de gráficos e relatórios.

    Esses são alguns dos melhores programas para monitorar funcionário em home office. Com eles, você pode garantir que os seus colaboradores estejam trabalhando de forma eficiente e produtiva, mesmo à distância.

  • Spotify lança recurso de DJ com IA para animar suas playlists

    Spotify lança recurso de DJ com IA para animar suas playlists

    Você já imaginou ter um DJ particular que toca as músicas que você gosta e ainda faz comentários sobre elas?

    Essa é a proposta do novo recurso do Spotify, a plataforma de streaming de áudio mais popular do mundo. O recurso, chamado de DJ com IA, utiliza inteligência artificial para criar playlists personalizadas com base nas preferências dos usuários e acrescenta comentários de um locutor gerado artificialmente, que fala sobre as músicas, os artistas e as curiosidades do mundo da música.

    O recurso começou a ser liberado em fevereiro de 2023 nos Estados Unidos e Canadá, e agora está disponível para assinantes Premium de dezenas de países da Europa, Ásia, África e Caribe. Para usar o recurso, basta abrir o aplicativo do Spotify para Android ou iOS, selecionar a opção DJ com IA e escolher um gênero musical ou um tema. Em seguida, o Spotify irá gerar uma playlist com as músicas que combinam com o seu gosto e o seu humor, e o DJ irá interagir com você entre as faixas, como se fosse um programa de rádio.

    Por enquanto, o recurso só funciona no aplicativo do Spotify para dispositivos móveis e só tem o inglês como idioma. No entanto, o Spotify planeja adicionar novas línguas no futuro, bem como expandir o serviço para outras plataformas. Além disso, o Spotify também anunciou que irá lançar uma modalidade de áudio de alta fidelidade, que oferece uma qualidade sonora superior aos usuários que buscam uma experiência mais imersiva.

    O recurso de DJ com IA é mais uma inovação do Spotify, que já utiliza inteligência artificial para recomendar músicas, podcasts e playlists aos seus mais de 300 milhões de usuários. Com essa novidade, o Spotify espera aumentar a sua vantagem sobre os seus concorrentes, como Apple Music, Amazon Music e YouTube Music.

    Essa é a proposta do novo recurso do Spotify, a plataforma de streaming de áudio mais popular do mundo. O recurso, chamado de DJ com IA, utiliza inteligência artificial para criar playlists personalizadas com base nas preferências dos usuários e acrescenta comentários de um locutor gerado artificialmente, que fala sobre as músicas, os artistas e as curiosidades do mundo da música.

    O recurso começou a ser liberado em fevereiro de 2023 nos Estados Unidos e Canadá, e agora está disponível para assinantes Premium de dezenas de países da Europa, Ásia, África e Caribe. Para usar o recurso, basta abrir o aplicativo do Spotify para Android ou iOS, selecionar a opção DJ com IA e escolher um gênero musical ou um tema. Em seguida, o Spotify irá gerar uma playlist com as músicas que combinam com o seu gosto e o seu humor, e o DJ irá interagir com você entre as faixas, como se fosse um programa de rádio.

    Por enquanto, o recurso só funciona no aplicativo do Spotify para dispositivos móveis e só tem o inglês como idioma. No entanto, o Spotify planeja adicionar novas línguas no futuro, bem como expandir o serviço para outras plataformas. Além disso, o Spotify também anunciou que irá lançar uma modalidade de áudio de alta fidelidade, que oferece uma qualidade sonora superior aos usuários que buscam uma experiência mais imersiva.

    O recurso de DJ com IA é mais uma inovação do Spotify, que já utiliza inteligência artificial para recomendar músicas, podcasts e playlists aos seus mais de 300 milhões de usuários. Com essa novidade, o Spotify espera aumentar a sua vantagem sobre os seus concorrentes, como Apple Music, Amazon Music e YouTube Music.

  • O que é a esclerose lateral amiotrófica e como ela afeta o corpo humano?

    O que é a esclerose lateral amiotrófica e como ela afeta o corpo humano?

    A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença neurológica degenerativa que afeta os neurônios motores, que são as células nervosas responsáveis pelo controle dos movimentos voluntários dos músculos.

    A ELA causa a perda progressiva e irreversível da força e da coordenação muscular, levando à paralisia e à dificuldade para falar, engolir e respirar. A ELA não tem cura e a sua causa é desconhecida na maioria dos casos.

    A ELA é uma doença rara, que afeta cerca de cinco em cada 100 mil pessoas no mundo. Ela é mais comum em homens entre 40 e 50 anos, mas pode ocorrer em qualquer idade e sexo. A ELA pode ser classificada em dois tipos: esporádica e familiar. A forma esporádica é a mais frequente, representando cerca de 90% dos casos, e não tem uma causa definida. A forma familiar é hereditária, representando cerca de 10% dos casos, e está relacionada a mutações genéticas em alguns genes.

    Os sintomas da ELA variam de acordo com a área do cérebro afetada, mas podem incluir:

    • Fraqueza muscular, que pode começar em um braço ou uma perna e se espalhar para outras partes do corpo.

    • Cãibras, fasciculações (contrações involuntárias dos músculos) e atrofia muscular.

    • Alterações na voz, na fala e na articulação das palavras.

    • Dificuldade para engolir, mastigar e salivar.

    • Dificuldade para respirar, que pode exigir o uso de ventilação mecânica.

    • Alterações no humor, na personalidade e na cognição.

    O diagnóstico da ELA é feito por meio de exames clínicos, de imagem, de sangue e de punção lombar. Não há um exame específico para confirmar a doença, mas sim para descartar outras condições que possam causar sintomas semelhantes. O tratamento da ELA visa atrasar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida do paciente, com o uso de medicamentos, fisioterapia, fonoaudiologia e suporte respiratório. A expectativa de vida média após o diagnóstico é de três a cinco anos, mas alguns casos podem ter maior longevidade.

    A ELA é uma doença grave e incurável, que afeta profundamente a vida do paciente e de seus familiares. Por isso, é importante buscar apoio médico, psicológico e social para enfrentar os desafios impostos pela doença. Além disso, é fundamental apoiar as pesquisas científicas que buscam compreender melhor as causas, os mecanismos e os possíveis tratamentos para a ELA.

    A ELA causa a perda progressiva e irreversível da força e da coordenação muscular, levando à paralisia e à dificuldade para falar, engolir e respirar. A ELA não tem cura e a sua causa é desconhecida na maioria dos casos.

    A ELA é uma doença rara, que afeta cerca de cinco em cada 100 mil pessoas no mundo. Ela é mais comum em homens entre 40 e 50 anos, mas pode ocorrer em qualquer idade e sexo. A ELA pode ser classificada em dois tipos: esporádica e familiar. A forma esporádica é a mais frequente, representando cerca de 90% dos casos, e não tem uma causa definida. A forma familiar é hereditária, representando cerca de 10% dos casos, e está relacionada a mutações genéticas em alguns genes.

    Os sintomas da ELA variam de acordo com a área do cérebro afetada, mas podem incluir:

    • Fraqueza muscular, que pode começar em um braço ou uma perna e se espalhar para outras partes do corpo.

    • Cãibras, fasciculações (contrações involuntárias dos músculos) e atrofia muscular.

    • Alterações na voz, na fala e na articulação das palavras.

    • Dificuldade para engolir, mastigar e salivar.

    • Dificuldade para respirar, que pode exigir o uso de ventilação mecânica.

    • Alterações no humor, na personalidade e na cognição.

    O diagnóstico da ELA é feito por meio de exames clínicos, de imagem, de sangue e de punção lombar. Não há um exame específico para confirmar a doença, mas sim para descartar outras condições que possam causar sintomas semelhantes. O tratamento da ELA visa atrasar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida do paciente, com o uso de medicamentos, fisioterapia, fonoaudiologia e suporte respiratório. A expectativa de vida média após o diagnóstico é de três a cinco anos, mas alguns casos podem ter maior longevidade.

    A ELA é uma doença grave e incurável, que afeta profundamente a vida do paciente e de seus familiares. Por isso, é importante buscar apoio médico, psicológico e social para enfrentar os desafios impostos pela doença. Além disso, é fundamental apoiar as pesquisas científicas que buscam compreender melhor as causas, os mecanismos e os possíveis tratamentos para a ELA.

  • Diagnóstico pré-natal de problemas cardíacos pode salvar vidas de bebês, diz estudo

    Diagnóstico pré-natal de problemas cardíacos pode salvar vidas de bebês, diz estudo

    Um novo estudo revelou que o diagnóstico pré-natal de problemas cardíacos congênitos, os problemas de nascimento mais comuns que afetam quase 1% de todos os nascidos vivos, está associado a uma cirurgia mais precoce para os bebês com essas condições.

    A cirurgia precoce pode melhorar o desenvolvimento do cérebro e de outros órgãos, bem como prevenir complicações como insuficiência cardíaca.

    O estudo, publicado na revista Circulation: Cardiovascular Quality and Outcomes, analisou uma coorte de 1.131 pacientes com defeitos cardíacos congênitos, com idades entre 0 e 9 anos, que receberam sua primeira cirurgia cardíaca no Lurie Children’s entre 2015 e 2021. Quase metade desses pacientes teve diagnóstico pré-natal. Após ajustar para fatores como demografia, comorbidades e complexidade cirúrgica, a idade média na cirurgia foi significativamente menor em bebês com diagnóstico pré-natal versus pós-natal de doença cardíaca congênita crítica e não crítica. Bebês com um dos tipos mais comuns de doença não crítica, chamada de defeitos do septo atrial, tiveram cirurgia cerca de um ano mais cedo.

    “Nosso estudo quantifica a tremenda importância do diagnóstico pré-natal para os bebês com doença cardíaca congênita”, disse a autora principal Joyce Woo, MD, MS, cardiologista no Lurie Children’s e Professora Assistente de Pediatria e Ciências Sociais Médicas na Northwestern University Feinberg School of Medicine. “Para os bebês com doença crítica especialmente, fazer a cirurgia uma semana mais cedo pode fazer uma grande diferença no desenvolvimento do cérebro e de outros órgãos. A cirurgia precoce para certos tipos de doença cardíaca congênita não crítica também pode prevenir resultados ruins, como insuficiência cardíaca. Nossas descobertas enfatizam que o diagnóstico pré-natal é crucial para otimizar o momento da cirurgia e a saúde a longo prazo do bebê. O diagnóstico pré-natal precisa ser equitativamente acessível a todas as pessoas grávidas.”

    Os pesquisadores destacaram que existem barreiras sociais que podem impedir o acesso ao diagnóstico pré-natal, como distância ao atendimento, falta de cuidados infantis ou incapacidade de tirar folga do trabalho. Eles defenderam mais pesquisas para identificar e superar esses obstáculos, a fim de proporcionar o melhor cuidado possível aos bebês nascidos com defeitos cardíacos e suas famílias.

    Fonte: Link.

    A cirurgia precoce pode melhorar o desenvolvimento do cérebro e de outros órgãos, bem como prevenir complicações como insuficiência cardíaca.

    O estudo, publicado na revista Circulation: Cardiovascular Quality and Outcomes, analisou uma coorte de 1.131 pacientes com defeitos cardíacos congênitos, com idades entre 0 e 9 anos, que receberam sua primeira cirurgia cardíaca no Lurie Children’s entre 2015 e 2021. Quase metade desses pacientes teve diagnóstico pré-natal. Após ajustar para fatores como demografia, comorbidades e complexidade cirúrgica, a idade média na cirurgia foi significativamente menor em bebês com diagnóstico pré-natal versus pós-natal de doença cardíaca congênita crítica e não crítica. Bebês com um dos tipos mais comuns de doença não crítica, chamada de defeitos do septo atrial, tiveram cirurgia cerca de um ano mais cedo.

    “Nosso estudo quantifica a tremenda importância do diagnóstico pré-natal para os bebês com doença cardíaca congênita”, disse a autora principal Joyce Woo, MD, MS, cardiologista no Lurie Children’s e Professora Assistente de Pediatria e Ciências Sociais Médicas na Northwestern University Feinberg School of Medicine. “Para os bebês com doença crítica especialmente, fazer a cirurgia uma semana mais cedo pode fazer uma grande diferença no desenvolvimento do cérebro e de outros órgãos. A cirurgia precoce para certos tipos de doença cardíaca congênita não crítica também pode prevenir resultados ruins, como insuficiência cardíaca. Nossas descobertas enfatizam que o diagnóstico pré-natal é crucial para otimizar o momento da cirurgia e a saúde a longo prazo do bebê. O diagnóstico pré-natal precisa ser equitativamente acessível a todas as pessoas grávidas.”

    Os pesquisadores destacaram que existem barreiras sociais que podem impedir o acesso ao diagnóstico pré-natal, como distância ao atendimento, falta de cuidados infantis ou incapacidade de tirar folga do trabalho. Eles defenderam mais pesquisas para identificar e superar esses obstáculos, a fim de proporcionar o melhor cuidado possível aos bebês nascidos com defeitos cardíacos e suas famílias.

    Fonte: Link.

  • Como o aprendizado de máquina pode ajudar a prevenir a autoagressão entre as crianças

    Como o aprendizado de máquina pode ajudar a prevenir a autoagressão entre as crianças

    A saúde mental das crianças é uma questão urgente que requer mais atenção e intervenção.

    Um novo estudo realizado por pesquisadores da UCLA Health mostra que os modelos de aprendizado de máquina podem ajudar a identificar crianças que estão em risco de autoagressão, o que pode salvar vidas e prevenir danos.

    O estudo, publicado na revista JAMA Network Open, analisou os dados de mais de 500 mil crianças que visitaram o departamento de emergência de um grande sistema de saúde nos Estados Unidos entre 2009 e 2018. Os pesquisadores descobriram que cerca de 2% dessas crianças tinham pensamentos ou comportamentos autolesivos, mas apenas metade delas foram identificadas pelos sistemas de saúde existentes.

    Para melhorar a detecção dessas crianças, os pesquisadores desenvolveram vários modelos de aprendizado de máquina que usaram diferentes tipos de dados, como diagnósticos, medicamentos, procedimentos, sinais vitais e resultados laboratoriais. Eles compararam o desempenho desses modelos com o de um modelo de previsão de risco padrão baseado em fatores demográficos e clínicos.

    Os resultados mostraram que os modelos de aprendizado de máquina eram significativamente melhores em prever quais crianças tinham um risco futuro de autoagressão. O melhor modelo foi capaz de identificar 93% das crianças em risco, em comparação com apenas 73% do modelo padrão. Além disso, os modelos de aprendizado de máquina reduziram o número de falsos positivos, ou seja, crianças que foram classificadas como em risco, mas na verdade não estavam.

    Os pesquisadores esperam que seus modelos possam ser usados para alertar os profissionais de saúde sobre as crianças que precisam de mais apoio e acompanhamento. Eles também enfatizam a necessidade de coletar e integrar mais dados sobre a saúde mental das crianças nos sistemas de saúde, para melhorar a qualidade e a precisão das previsões.

    A crise da saúde mental juvenil é um problema sério que afeta milhões de crianças em todo o mundo. Os modelos de aprendizado de máquina podem ser uma ferramenta valiosa para ajudar a prevenir o suicídio e a autoagressão entre as crianças, mas também requerem uma abordagem ética e responsável para garantir o seu uso adequado e seguro.

    Fonte: Link.

    Um novo estudo realizado por pesquisadores da UCLA Health mostra que os modelos de aprendizado de máquina podem ajudar a identificar crianças que estão em risco de autoagressão, o que pode salvar vidas e prevenir danos.

    O estudo, publicado na revista JAMA Network Open, analisou os dados de mais de 500 mil crianças que visitaram o departamento de emergência de um grande sistema de saúde nos Estados Unidos entre 2009 e 2018. Os pesquisadores descobriram que cerca de 2% dessas crianças tinham pensamentos ou comportamentos autolesivos, mas apenas metade delas foram identificadas pelos sistemas de saúde existentes.

    Para melhorar a detecção dessas crianças, os pesquisadores desenvolveram vários modelos de aprendizado de máquina que usaram diferentes tipos de dados, como diagnósticos, medicamentos, procedimentos, sinais vitais e resultados laboratoriais. Eles compararam o desempenho desses modelos com o de um modelo de previsão de risco padrão baseado em fatores demográficos e clínicos.

    Os resultados mostraram que os modelos de aprendizado de máquina eram significativamente melhores em prever quais crianças tinham um risco futuro de autoagressão. O melhor modelo foi capaz de identificar 93% das crianças em risco, em comparação com apenas 73% do modelo padrão. Além disso, os modelos de aprendizado de máquina reduziram o número de falsos positivos, ou seja, crianças que foram classificadas como em risco, mas na verdade não estavam.

    Os pesquisadores esperam que seus modelos possam ser usados para alertar os profissionais de saúde sobre as crianças que precisam de mais apoio e acompanhamento. Eles também enfatizam a necessidade de coletar e integrar mais dados sobre a saúde mental das crianças nos sistemas de saúde, para melhorar a qualidade e a precisão das previsões.

    A crise da saúde mental juvenil é um problema sério que afeta milhões de crianças em todo o mundo. Os modelos de aprendizado de máquina podem ser uma ferramenta valiosa para ajudar a prevenir o suicídio e a autoagressão entre as crianças, mas também requerem uma abordagem ética e responsável para garantir o seu uso adequado e seguro.

    Fonte: Link.