Autor: Renato Guedes

  • Brics quer criar moeda comum para substituir o dólar

    Brics quer criar moeda comum para substituir o dólar

    A ideia é que a moeda seja baseada em uma cesta de moedas nacionais e tenha um valor fixo em relação ao dólar.

    O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou nesta sexta-feira (25) que o Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, iniciará estudos para criar uma moeda de referência para substituir o dólar nas trocas comerciais entre os países-membros e outros seis que se integrarão em 2024.

    Segundo ele, a moeda comum facilitaria a vida das pessoas e reduziria os custos de transação. 

    Ele afirmou que ninguém quer mudar a unidade monetária do país, mas sim ter uma alternativa ao dólar, que não foi escolhido por nenhum fórum mundial, mas se impôs após o fim do padrão ouro.

    A moeda ainda não tem um nome oficial, mas é chamada informalmente de R5, uma referência às iniciais dos países do Brics. 

    A área econômica dos países do bloco irá apresentar uma solução na próxima reunião da Cúpula, em 2024, na Rússia.

    A iniciativa do Brics foi criticada pelo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman. Em entrevista à imprensa, ele disse que a moeda americana é global pelo poder da economia dos EUA e que qualquer tentativa de descartá-la seria um erro. Ele questionou qual moeda seria usada pelo Brics e desejou boa sorte.

    O Brics é um grupo de países emergentes que representa cerca de 40% da população mundial e 25% do Produto Interno Bruto (PIB) global. O bloco busca aumentar a cooperação econômica, política e social entre seus membros e fortalecer sua voz no cenário internacional. Em 2024, o Brics irá incorporar mais seis países: Argentina, Indonésia, México, Nigéria, Turquia e Vietnã.

    O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou nesta sexta-feira (25) que o Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, iniciará estudos para criar uma moeda de referência para substituir o dólar nas trocas comerciais entre os países-membros e outros seis que se integrarão em 2024.

    Segundo ele, a moeda comum facilitaria a vida das pessoas e reduziria os custos de transação. 

    Ele afirmou que ninguém quer mudar a unidade monetária do país, mas sim ter uma alternativa ao dólar, que não foi escolhido por nenhum fórum mundial, mas se impôs após o fim do padrão ouro.

    A moeda ainda não tem um nome oficial, mas é chamada informalmente de R5, uma referência às iniciais dos países do Brics. 

    A área econômica dos países do bloco irá apresentar uma solução na próxima reunião da Cúpula, em 2024, na Rússia.

    A iniciativa do Brics foi criticada pelo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman. Em entrevista à imprensa, ele disse que a moeda americana é global pelo poder da economia dos EUA e que qualquer tentativa de descartá-la seria um erro. Ele questionou qual moeda seria usada pelo Brics e desejou boa sorte.

    O Brics é um grupo de países emergentes que representa cerca de 40% da população mundial e 25% do Produto Interno Bruto (PIB) global. O bloco busca aumentar a cooperação econômica, política e social entre seus membros e fortalecer sua voz no cenário internacional. Em 2024, o Brics irá incorporar mais seis países: Argentina, Indonésia, México, Nigéria, Turquia e Vietnã.

  • Pesquisadores descobrem como a forma do DNA influencia as mutações no câncer

    Pesquisadores descobrem como a forma do DNA influencia as mutações no câncer

    Você sabia que o DNA dentro das células não é uma linha reta, mas tem diferentes formas e estruturas?

    E que essas formas podem afetar a probabilidade de ocorrerem mutações no DNA, que podem levar ao câncer? É isso que um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego descobriu em um estudo publicado recentemente.

    O DNA é o material genético que contém as instruções para o funcionamento das células. Ele é formado por quatro letras químicas: A, T, C e G. Essas letras se combinam em pares e formam uma dupla hélice, que se enrola e se dobra de várias maneiras dentro do núcleo da célula. Essa forma tridimensional do DNA é chamada de topografia genômica.

    Os pesquisadores analisaram a topografia genômica de todo o genoma humano, que tem cerca de 3 bilhões de pares de letras. Eles identificaram várias características topográficas, como o grau de enrolamento do DNA, a forma como ele se dobra, e o momento em que ele é copiado durante a divisão celular. Eles também compararam essas características com os padrões de mutações encontrados em mais de 30 tipos de câncer.

    Eles descobriram que algumas características topográficas do genoma estão associadas a certas assinaturas mutacionais, que são padrões específicos de alterações nas letras do DNA. Por exemplo, eles observaram que algumas assinaturas mutacionais ligadas ao consumo de álcool se acumulam em regiões do genoma que são copiadas no início da divisão celular. Essa conexão foi vista especialmente em cânceres do esôfago, da cabeça e pescoço e do fígado.

    Outra descoberta interessante foi que as assinaturas mutacionais ligadas à atividade antiviral de um conjunto de enzimas chamadas desaminases APOBEC3 se acumulam tanto em regiões replicadas no início quanto no final da divisão celular. Essas enzimas podem causar mutações no DNA quando tentam combater vírus ou outros agentes infecciosos.

    Os pesquisadores criaram um recurso online onde é possível consultar quais características topográficas estão ligadas a quais assinaturas mutacionais, e vice-versa. Eles também mostram quais tipos de câncer apresentam essas conexões. Esse recurso pode ser útil para outros cientistas que estudam as causas e as consequências das mutações no câncer.

    O estudo revela como a forma do DNA pode influenciar as mutações no câncer, e abre novas possibilidades para entender melhor os mecanismos moleculares envolvidos nesse processo. Os pesquisadores esperam que seus achados possam contribuir para o desenvolvimento de novas estratégias de prevenção e tratamento do câncer.

    Fonte: Link.

    E que essas formas podem afetar a probabilidade de ocorrerem mutações no DNA, que podem levar ao câncer? É isso que um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego descobriu em um estudo publicado recentemente.

    O DNA é o material genético que contém as instruções para o funcionamento das células. Ele é formado por quatro letras químicas: A, T, C e G. Essas letras se combinam em pares e formam uma dupla hélice, que se enrola e se dobra de várias maneiras dentro do núcleo da célula. Essa forma tridimensional do DNA é chamada de topografia genômica.

    Os pesquisadores analisaram a topografia genômica de todo o genoma humano, que tem cerca de 3 bilhões de pares de letras. Eles identificaram várias características topográficas, como o grau de enrolamento do DNA, a forma como ele se dobra, e o momento em que ele é copiado durante a divisão celular. Eles também compararam essas características com os padrões de mutações encontrados em mais de 30 tipos de câncer.

    Eles descobriram que algumas características topográficas do genoma estão associadas a certas assinaturas mutacionais, que são padrões específicos de alterações nas letras do DNA. Por exemplo, eles observaram que algumas assinaturas mutacionais ligadas ao consumo de álcool se acumulam em regiões do genoma que são copiadas no início da divisão celular. Essa conexão foi vista especialmente em cânceres do esôfago, da cabeça e pescoço e do fígado.

    Outra descoberta interessante foi que as assinaturas mutacionais ligadas à atividade antiviral de um conjunto de enzimas chamadas desaminases APOBEC3 se acumulam tanto em regiões replicadas no início quanto no final da divisão celular. Essas enzimas podem causar mutações no DNA quando tentam combater vírus ou outros agentes infecciosos.

    Os pesquisadores criaram um recurso online onde é possível consultar quais características topográficas estão ligadas a quais assinaturas mutacionais, e vice-versa. Eles também mostram quais tipos de câncer apresentam essas conexões. Esse recurso pode ser útil para outros cientistas que estudam as causas e as consequências das mutações no câncer.

    O estudo revela como a forma do DNA pode influenciar as mutações no câncer, e abre novas possibilidades para entender melhor os mecanismos moleculares envolvidos nesse processo. Os pesquisadores esperam que seus achados possam contribuir para o desenvolvimento de novas estratégias de prevenção e tratamento do câncer.

    Fonte: Link.

  • Câncer de bexiga: o que você precisa saber sobre essa doença silenciosa

    Câncer de bexiga: o que você precisa saber sobre essa doença silenciosa

    O câncer de bexiga é um tipo de tumor que se origina nas células que revestem o interior da bexiga, um órgão que armazena a urina.

    Esse tipo de câncer também pode afetar outras partes do sistema urinário, como os rins, os ureteres e a uretra.

    Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de bexiga é o nono tipo de tumor mais comum no homem e o 19º na mulher no Brasil. A estimativa é que ocorram 11.370 novos casos da doença a cada ano do triênio 2023-2025.

    O principal fator de risco para o câncer de bexiga é o tabagismo, que é responsável por cerca de 80% dos casos. Os fumantes têm até quatro vezes mais chances de desenvolver a doença do que os não fumantes.

    Outros fatores que podem aumentar o risco de câncer de bexiga são:

    • Obesidade

    • Exposição a alguns agentes químicos, como corantes, solventes e pesticidas

    • Pouca ingestão de água

    • Histórico de radioterapia na região pélvica

    • Uso prolongado de alguns medicamentos, como a ciclofosfamida

    O principal sintoma do câncer de bexiga é a presença de sangue na urina, que pode ser visível ou detectada por exames. Outros sintomas que podem surgir são:

    • Dor ou ardor ao urinar

    • Necessidade frequente ou urgente de urinar

    • Dificuldade ou incapacidade de urinar

    • Dor na região lombar ou pélvica

    É importante ressaltar que esses sintomas não são exclusivos do câncer de bexiga e podem estar relacionados a outras condições, como infecções urinárias, cálculos renais ou hiperplasia prostática benigna. Por isso, é fundamental procurar um médico urologista para fazer uma avaliação adequada e um diagnóstico preciso.

    O diagnóstico do câncer de bexiga é feito por meio de exames como a citologia urinária, a ultrassonografia, a tomografia computadorizada e a cistoscopia, que consiste na introdução de um tubo com uma câmera na bexiga para visualizar o seu interior.

    O tratamento do câncer de bexiga depende do estágio da doença, do tipo e da localização do tumor, da idade e das condições gerais do paciente. As principais modalidades de tratamento são:

    • Cirurgia: remoção total ou parcial da bexiga e dos linfonodos próximos

    • Quimioterapia: uso de medicamentos para matar as células cancerígenas

    • Imunoterapia: uso de medicamentos para estimular o sistema imunológico a combater o câncer

    • Radioterapia: uso de radiação para destruir as células cancerígenas

    O prognóstico do câncer de bexiga varia conforme o estágio da doença. Quanto mais cedo for detectado, maiores são as chances de cura. Por isso, é importante conhecer os fatores de risco e os sinais da doença e fazer exames preventivos regularmente.

    Esse tipo de câncer também pode afetar outras partes do sistema urinário, como os rins, os ureteres e a uretra.

    Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de bexiga é o nono tipo de tumor mais comum no homem e o 19º na mulher no Brasil. A estimativa é que ocorram 11.370 novos casos da doença a cada ano do triênio 2023-2025.

    O principal fator de risco para o câncer de bexiga é o tabagismo, que é responsável por cerca de 80% dos casos. Os fumantes têm até quatro vezes mais chances de desenvolver a doença do que os não fumantes.

    Outros fatores que podem aumentar o risco de câncer de bexiga são:

    • Obesidade

    • Exposição a alguns agentes químicos, como corantes, solventes e pesticidas

    • Pouca ingestão de água

    • Histórico de radioterapia na região pélvica

    • Uso prolongado de alguns medicamentos, como a ciclofosfamida

    O principal sintoma do câncer de bexiga é a presença de sangue na urina, que pode ser visível ou detectada por exames. Outros sintomas que podem surgir são:

    • Dor ou ardor ao urinar

    • Necessidade frequente ou urgente de urinar

    • Dificuldade ou incapacidade de urinar

    • Dor na região lombar ou pélvica

    É importante ressaltar que esses sintomas não são exclusivos do câncer de bexiga e podem estar relacionados a outras condições, como infecções urinárias, cálculos renais ou hiperplasia prostática benigna. Por isso, é fundamental procurar um médico urologista para fazer uma avaliação adequada e um diagnóstico preciso.

    O diagnóstico do câncer de bexiga é feito por meio de exames como a citologia urinária, a ultrassonografia, a tomografia computadorizada e a cistoscopia, que consiste na introdução de um tubo com uma câmera na bexiga para visualizar o seu interior.

    O tratamento do câncer de bexiga depende do estágio da doença, do tipo e da localização do tumor, da idade e das condições gerais do paciente. As principais modalidades de tratamento são:

    • Cirurgia: remoção total ou parcial da bexiga e dos linfonodos próximos

    • Quimioterapia: uso de medicamentos para matar as células cancerígenas

    • Imunoterapia: uso de medicamentos para estimular o sistema imunológico a combater o câncer

    • Radioterapia: uso de radiação para destruir as células cancerígenas

    O prognóstico do câncer de bexiga varia conforme o estágio da doença. Quanto mais cedo for detectado, maiores são as chances de cura. Por isso, é importante conhecer os fatores de risco e os sinais da doença e fazer exames preventivos regularmente.

  • Brics anuncia a expansão do bloco e defende a reforma da ONU

    Brics anuncia a expansão do bloco e defende a reforma da ONU

    Os líderes dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) anunciaram nesta quinta-feira (24) a expansão do bloco, convidando oficialmente seis países para se tornarem membros plenos: Arábia Saudita, Argentina, Egito, Emirados Árabes, Etiópia e Irã.

    A decisão foi tomada durante a 15ª cúpula do grupo, realizada de forma virtual sob a presidência rotativa da Índia.

    Em uma declaração conjunta divulgada após a reunião, os Brics afirmaram que a ampliação do bloco visa fortalecer a cooperação entre os países em desenvolvimento e aumentar a representatividade do grupo nas questões globais. Os novos membros serão integrados gradualmente ao mecanismo de consulta e coordenação dos Brics, que inclui reuniões regulares de ministros, altos funcionários e grupos de trabalho.

    Os Brics também defenderam uma reforma abrangente da Organização das Nações Unidas (ONU), incluindo o seu Conselho de Segurança, para torná-lo mais democrático e representativo dos países em desenvolvimento. Eles reiteraram o apoio às aspirações do Brasil, da Índia e da África do Sul de se tornarem membros permanentes do órgão, que atualmente é composto por cinco países: Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido.

    Outro tema abordado pelos líderes dos Brics foi o uso de moedas locais no comércio exterior entre os países do grupo. Eles decidiram ampliar o uso dessas moedas, encarregando os seus ministros das finanças e presidentes dos Bancos Centrais de considerarem a questão dos instrumentos de pagamento em moedas locais e de estudarem formas de facilitar as transações comerciais e financeiras entre os membros.

    Os Brics também criticaram a utilização de medidas coercitivas unilaterais contra alguns países do grupo, como as sanções impostas pelos Estados Unidos ao Irã e à China. Eles afirmaram que essas medidas são incompatíveis com os princípios da Carta da ONU e produzem efeitos negativos no mundo em desenvolvimento. Eles pediram o respeito à soberania nacional e ao direito internacional.

    A cúpula dos Brics foi encerrada com a adoção da Declaração de Nova Delhi, que resume os principais pontos discutidos pelos líderes e as áreas prioritárias de cooperação para o próximo ano. A presidência rotativa dos Brics passará da Índia para a China em 2024.

    A decisão foi tomada durante a 15ª cúpula do grupo, realizada de forma virtual sob a presidência rotativa da Índia.

    Em uma declaração conjunta divulgada após a reunião, os Brics afirmaram que a ampliação do bloco visa fortalecer a cooperação entre os países em desenvolvimento e aumentar a representatividade do grupo nas questões globais. Os novos membros serão integrados gradualmente ao mecanismo de consulta e coordenação dos Brics, que inclui reuniões regulares de ministros, altos funcionários e grupos de trabalho.

    Os Brics também defenderam uma reforma abrangente da Organização das Nações Unidas (ONU), incluindo o seu Conselho de Segurança, para torná-lo mais democrático e representativo dos países em desenvolvimento. Eles reiteraram o apoio às aspirações do Brasil, da Índia e da África do Sul de se tornarem membros permanentes do órgão, que atualmente é composto por cinco países: Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido.

    Outro tema abordado pelos líderes dos Brics foi o uso de moedas locais no comércio exterior entre os países do grupo. Eles decidiram ampliar o uso dessas moedas, encarregando os seus ministros das finanças e presidentes dos Bancos Centrais de considerarem a questão dos instrumentos de pagamento em moedas locais e de estudarem formas de facilitar as transações comerciais e financeiras entre os membros.

    Os Brics também criticaram a utilização de medidas coercitivas unilaterais contra alguns países do grupo, como as sanções impostas pelos Estados Unidos ao Irã e à China. Eles afirmaram que essas medidas são incompatíveis com os princípios da Carta da ONU e produzem efeitos negativos no mundo em desenvolvimento. Eles pediram o respeito à soberania nacional e ao direito internacional.

    A cúpula dos Brics foi encerrada com a adoção da Declaração de Nova Delhi, que resume os principais pontos discutidos pelos líderes e as áreas prioritárias de cooperação para o próximo ano. A presidência rotativa dos Brics passará da Índia para a China em 2024.

  • 5 restaurantes de comida mineira em São Paulo, que vão te fazer sentir em Minas

    5 restaurantes de comida mineira em São Paulo, que vão te fazer sentir em Minas

    Você é apaixonado pela culinária mineira e quer saborear os pratos típicos dessa região sem sair de São Paulo?

    Então, confira esta lista com 5 restaurantes que oferecem o melhor da gastronomia de Minas Gerais na capital paulista. São opções para todos os gostos e bolsos, que vão desde o tradicional tutu à mineira até o sofisticado leitão à pururuca. Prepare o seu apetite e venha conhecer essas delícias!

    1. Tempero das Gerais: Localizado na região do Brooklin, em São Paulo, o Tempero das Gerais oferece o que há de mais tradicional na culinária mineira. No cardápio, destacam-se o Leitão à Pururuca (leitão, acompanham tutu, couve, arroz, farofa e banana) e o Barão de Cocais (picanha ao alho, acompanham brócolis, arroz, feijão e fritas). O restaurante também conta com uma seleção de cervejas, drinks e cachaças para harmonizar com os pratos. O endereço é Rua Princesa Isabel 386 – São Paulo – SP e o telefone é (11) 5093-9950. Você pode fazer o seu pedido pelo site.

    2. Restaurante Graça Mineira: O Restaurante Graça Mineira existe desde 1993 no bairro Vila Mariana e é uma referência em comida caseira mineira. A casa oferece serviço à la carte e os pedidos servem muito bem duas pessoas. Entre as opções, estão o Feijão Tropeiro, a Costelinha, o Leitão à Pururuca e a Feijoada. O endereço é Rua Machado Bittencourt 75 – São Paulo – SP, 04044-000 e o telefone é (11) 5579-9686. Você pode fazer o seu pedido pelo site.

    3. Consulado Mineiro: O restaurante Consulado Mineiro serve a típica culinária de fazenda, com pratos como Tutu à Mineira, Vaca Atolada e Galinhada. Para adoçar, há sobremesas como Ambrosia, Doce de Leite e Pudim de Leite. O restaurante tem três unidades em São Paulo: nos bairros Pinheiros, Cidade Jardim e Praça Benedito Calixto. Você pode consultar os endereços, telefones e cardápios no site.

    4. Gamela Mineira: O Gamela Mineira é um restaurante mineiro localizado na Vila Mariana que tem 18 anos de tradição. O cardápio conta com comidas típicas como Frango com Quiabo, Pernil à Mineira e Torresmo. O cardápio de bebida conta com 21 tipos de cervejas, drinks e 28 marcas de cachaças. O endereço é Rua Joaquim Távora, 1.115 – Vila Mariana e o telefone é (11) 5083-4040. Você pode fazer o seu pedido pelo site.

    5. Segredos de Minas: O restaurante Segredos de Minas oferece o melhor da comida clássica mineira, com pratos como Feijoada, Galinha Mineira, Picanha Caipira e Leitão à Pururuca. O ambiente é ideal para passar bons momentos com a família, pois os pratos são bem servidos. Quem gosta de doce vai adorar as opções como Arroz-Doce, Goiabada com Queijo, Doce de Abóbora e Pudim de Leite. O endereço é Rua Haddock Lobo, 187 – Cerqueira César e o telefone é (11) 3062-0572. Você pode fazer o seu pedido pelo site.

    Então, confira esta lista com 5 restaurantes que oferecem o melhor da gastronomia de Minas Gerais na capital paulista. São opções para todos os gostos e bolsos, que vão desde o tradicional tutu à mineira até o sofisticado leitão à pururuca. Prepare o seu apetite e venha conhecer essas delícias!

    1. Tempero das Gerais: Localizado na região do Brooklin, em São Paulo, o Tempero das Gerais oferece o que há de mais tradicional na culinária mineira. No cardápio, destacam-se o Leitão à Pururuca (leitão, acompanham tutu, couve, arroz, farofa e banana) e o Barão de Cocais (picanha ao alho, acompanham brócolis, arroz, feijão e fritas). O restaurante também conta com uma seleção de cervejas, drinks e cachaças para harmonizar com os pratos. O endereço é Rua Princesa Isabel 386 – São Paulo – SP e o telefone é (11) 5093-9950. Você pode fazer o seu pedido pelo site.

    2. Restaurante Graça Mineira: O Restaurante Graça Mineira existe desde 1993 no bairro Vila Mariana e é uma referência em comida caseira mineira. A casa oferece serviço à la carte e os pedidos servem muito bem duas pessoas. Entre as opções, estão o Feijão Tropeiro, a Costelinha, o Leitão à Pururuca e a Feijoada. O endereço é Rua Machado Bittencourt 75 – São Paulo – SP, 04044-000 e o telefone é (11) 5579-9686. Você pode fazer o seu pedido pelo site.

    3. Consulado Mineiro: O restaurante Consulado Mineiro serve a típica culinária de fazenda, com pratos como Tutu à Mineira, Vaca Atolada e Galinhada. Para adoçar, há sobremesas como Ambrosia, Doce de Leite e Pudim de Leite. O restaurante tem três unidades em São Paulo: nos bairros Pinheiros, Cidade Jardim e Praça Benedito Calixto. Você pode consultar os endereços, telefones e cardápios no site.

    4. Gamela Mineira: O Gamela Mineira é um restaurante mineiro localizado na Vila Mariana que tem 18 anos de tradição. O cardápio conta com comidas típicas como Frango com Quiabo, Pernil à Mineira e Torresmo. O cardápio de bebida conta com 21 tipos de cervejas, drinks e 28 marcas de cachaças. O endereço é Rua Joaquim Távora, 1.115 – Vila Mariana e o telefone é (11) 5083-4040. Você pode fazer o seu pedido pelo site.

    5. Segredos de Minas: O restaurante Segredos de Minas oferece o melhor da comida clássica mineira, com pratos como Feijoada, Galinha Mineira, Picanha Caipira e Leitão à Pururuca. O ambiente é ideal para passar bons momentos com a família, pois os pratos são bem servidos. Quem gosta de doce vai adorar as opções como Arroz-Doce, Goiabada com Queijo, Doce de Abóbora e Pudim de Leite. O endereço é Rua Haddock Lobo, 187 – Cerqueira César e o telefone é (11) 3062-0572. Você pode fazer o seu pedido pelo site.
  • Fim do parcelamento sem juros no cartão prejudica consumidor e economia, diz pesquisador

    Fim do parcelamento sem juros no cartão prejudica consumidor e economia, diz pesquisador

    O parcelamento sem juros no cartão de crédito é um tipo de crédito que beneficia principalmente as classes C, D e E, que representam 76% da população brasileira.

    Essas pessoas usam o cartão para comprar bens e serviços que não poderiam pagar à vista, ou para financiar seus pequenos negócios e atividades profissionais.

    No entanto, os bancos querem limitar ou acabar com essa modalidade de crédito, alegando que ela alimenta a inadimplência e os juros altos do rotativo do cartão. O rotativo é a taxa abusiva que é cobrada de quem atrasa o pagamento da fatura do cartão, que chega a 430% ao ano.

    Essa proposta dos bancos é criticada pelo pesquisador Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva e especialista em relações de consumo das classes populares. Em entrevista ao UOL, ele diz que os bancos estão culpando o consumidor pelos juros altos, quando na verdade ele é a vítima.

    Meirelles defende que o problema dos juros altos é causado pela falta de concorrência entre os bancos e que a solução seria permitir a portabilidade da dívida do cartão, ou seja, que o consumidor pudesse negociar sua dívida com vários players de mercado, buscando as melhores condições.

    Ele também alerta para os impactos negativos que o fim do parcelamento sem juros pode ter na economia real. Segundo ele, restringir o parcelamento sem juros pode diminuir o consumo das classes C e D, retardar o crescimento econômico do país e criar dificuldades para empreendedores e profissionais liberais, que dependem do cartão para oferecer seus serviços.

    Essas pessoas usam o cartão para comprar bens e serviços que não poderiam pagar à vista, ou para financiar seus pequenos negócios e atividades profissionais.

    No entanto, os bancos querem limitar ou acabar com essa modalidade de crédito, alegando que ela alimenta a inadimplência e os juros altos do rotativo do cartão. O rotativo é a taxa abusiva que é cobrada de quem atrasa o pagamento da fatura do cartão, que chega a 430% ao ano.

    Essa proposta dos bancos é criticada pelo pesquisador Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva e especialista em relações de consumo das classes populares. Em entrevista ao UOL, ele diz que os bancos estão culpando o consumidor pelos juros altos, quando na verdade ele é a vítima.

    Meirelles defende que o problema dos juros altos é causado pela falta de concorrência entre os bancos e que a solução seria permitir a portabilidade da dívida do cartão, ou seja, que o consumidor pudesse negociar sua dívida com vários players de mercado, buscando as melhores condições.

    Ele também alerta para os impactos negativos que o fim do parcelamento sem juros pode ter na economia real. Segundo ele, restringir o parcelamento sem juros pode diminuir o consumo das classes C e D, retardar o crescimento econômico do país e criar dificuldades para empreendedores e profissionais liberais, que dependem do cartão para oferecer seus serviços.

  • Chá de coentro: um perigo para a saúde?

    Chá de coentro: um perigo para a saúde?

    Você já ouviu falar do chá de coentro? Essa bebida é uma das últimas tendências entre os adeptos de uma alimentação natural e saudável.

    Mas será que ela é realmente benéfica para o organismo?

    O coentro é uma erva aromática muito usada na culinária, especialmente na cozinha árabe e asiática. Ele tem um sabor forte e característico, que pode agradar ou desagradar o paladar. Além de temperar os pratos, o coentro também é usado como remédio caseiro para tratar problemas digestivos, gases, cólicas, inflamações e infecções.

    Mas será que o coentro tem mesmo essas propriedades medicinais? E mais: será que ele pode ser consumido em forma de chá? A resposta é não. Segundo a nutricionista Fernanda Silva, o chá de coentro pode ser perigoso para a saúde, pois contém substâncias tóxicas que podem causar reações alérgicas, intoxicações e até mesmo abortos.

    “O coentro tem uma substância chamada linalol, que é um óleo essencial com ação anti-inflamatória e antibacteriana. Porém, em doses elevadas, ele pode provocar irritação na pele, nos olhos e nas mucosas, além de náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal. Em casos mais graves, ele pode afetar o sistema nervoso central, causando convulsões, alucinações e coma”, explica a nutricionista.

    Além disso, o coentro também tem um composto chamado apiol, que é um estimulante uterino. Isso significa que ele pode provocar contrações no útero e aumentar o risco de aborto espontâneo em mulheres grávidas. “O apiol também pode interferir na coagulação sanguínea e causar hemorragias. Por isso, o chá de coentro é contraindicado para gestantes, lactantes, pessoas com problemas de coagulação ou que usam anticoagulantes”, alerta Fernanda.

    O chá de coentro não é o único que pode trazer riscos à saúde. Outros chás da moda, como o de hibisco, o de cavalinha e o de canela, também devem ser consumidos com cautela e orientação profissional. Essas bebidas podem ter efeitos colaterais indesejados, como alterações na pressão arterial, na glicemia, na tireoide e nos hormônios.

    “Os chás são bebidas naturais, mas isso não significa que sejam inofensivos. Eles podem ter interações com medicamentos, suplementos e outros alimentos, além de causar reações alérgicas em pessoas sensíveis. Por isso, antes de tomar qualquer chá, é importante consultar um médico ou um nutricionista para saber se ele é adequado para o seu caso”, recomenda Fernanda.

    Portanto, cuidado com os chás da moda. Eles podem até parecer saudáveis e saborosos, mas podem esconder perigos para a sua saúde. Prefira sempre os chás tradicionais, como o verde, o preto e o branco, que têm comprovação científica dos seus benefícios e são seguros para a maioria das pessoas. E lembre-se: nada substitui uma alimentação equilibrada e variada para garantir o seu bem-estar.

    Mas será que ela é realmente benéfica para o organismo?

    O coentro é uma erva aromática muito usada na culinária, especialmente na cozinha árabe e asiática. Ele tem um sabor forte e característico, que pode agradar ou desagradar o paladar. Além de temperar os pratos, o coentro também é usado como remédio caseiro para tratar problemas digestivos, gases, cólicas, inflamações e infecções.

    Mas será que o coentro tem mesmo essas propriedades medicinais? E mais: será que ele pode ser consumido em forma de chá? A resposta é não. Segundo a nutricionista Fernanda Silva, o chá de coentro pode ser perigoso para a saúde, pois contém substâncias tóxicas que podem causar reações alérgicas, intoxicações e até mesmo abortos.

    “O coentro tem uma substância chamada linalol, que é um óleo essencial com ação anti-inflamatória e antibacteriana. Porém, em doses elevadas, ele pode provocar irritação na pele, nos olhos e nas mucosas, além de náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal. Em casos mais graves, ele pode afetar o sistema nervoso central, causando convulsões, alucinações e coma”, explica a nutricionista.

    Além disso, o coentro também tem um composto chamado apiol, que é um estimulante uterino. Isso significa que ele pode provocar contrações no útero e aumentar o risco de aborto espontâneo em mulheres grávidas. “O apiol também pode interferir na coagulação sanguínea e causar hemorragias. Por isso, o chá de coentro é contraindicado para gestantes, lactantes, pessoas com problemas de coagulação ou que usam anticoagulantes”, alerta Fernanda.

    O chá de coentro não é o único que pode trazer riscos à saúde. Outros chás da moda, como o de hibisco, o de cavalinha e o de canela, também devem ser consumidos com cautela e orientação profissional. Essas bebidas podem ter efeitos colaterais indesejados, como alterações na pressão arterial, na glicemia, na tireoide e nos hormônios.

    “Os chás são bebidas naturais, mas isso não significa que sejam inofensivos. Eles podem ter interações com medicamentos, suplementos e outros alimentos, além de causar reações alérgicas em pessoas sensíveis. Por isso, antes de tomar qualquer chá, é importante consultar um médico ou um nutricionista para saber se ele é adequado para o seu caso”, recomenda Fernanda.

    Portanto, cuidado com os chás da moda. Eles podem até parecer saudáveis e saborosos, mas podem esconder perigos para a sua saúde. Prefira sempre os chás tradicionais, como o verde, o preto e o branco, que têm comprovação científica dos seus benefícios e são seguros para a maioria das pessoas. E lembre-se: nada substitui uma alimentação equilibrada e variada para garantir o seu bem-estar.

  • Estilo de vida mediterrâneo pode diminuir o risco de morte, diz estudo

    Estilo de vida mediterrâneo pode diminuir o risco de morte, diz estudo

    Um novo estudo mostrou que seguir um estilo de vida mediterrâneo pode reduzir o risco de morte por todas as causas e por câncer.

    O estudo foi conduzido por pesquisadores da Espanha e dos EUA, que analisaram os dados de mais de 100 mil participantes do U.K. Biobank, um projeto que coleta informações sobre a saúde e o estilo de vida de pessoas na Inglaterra, País de Gales e Escócia.

    O estilo de vida mediterrâneo é baseado em uma dieta rica em frutas, vegetais e grãos integrais, além de hábitos alimentares saudáveis, como comer devagar e com moderação. O estilo de vida mediterrâneo também envolve hábitos que promovem o descanso, a atividade física e a socialização. Os pesquisadores usaram um índice chamado MEDLIFE para medir o grau de adesão ao estilo de vida mediterrâneo dos participantes.

    Os resultados mostraram que os participantes com pontuações mais altas no MEDLIFE tiveram um risco 29% menor de mortalidade por todas as causas e 28% menor de mortalidade por câncer do que os participantes com pontuações mais baixas. Esses achados sugerem que o estilo de vida mediterrâneo pode ter benefícios para a saúde mesmo em populações não-mediterrâneas, desde que elas usem produtos locais e adaptem a dieta e os hábitos aos seus contextos culturais.

    O estudo ainda não foi revisado por pares e pode ter limitações metodológicas. No entanto, ele destaca a importância de considerar não apenas a alimentação, mas também outros fatores relacionados ao bem-estar físico e mental para a saúde. Os pesquisadores esperam que o estudo incentive mais pessoas a adotar o estilo de vida mediterrâneo e a prevenir doenças crônicas.

    O estudo foi conduzido por pesquisadores da Espanha e dos EUA, que analisaram os dados de mais de 100 mil participantes do U.K. Biobank, um projeto que coleta informações sobre a saúde e o estilo de vida de pessoas na Inglaterra, País de Gales e Escócia.

    O estilo de vida mediterrâneo é baseado em uma dieta rica em frutas, vegetais e grãos integrais, além de hábitos alimentares saudáveis, como comer devagar e com moderação. O estilo de vida mediterrâneo também envolve hábitos que promovem o descanso, a atividade física e a socialização. Os pesquisadores usaram um índice chamado MEDLIFE para medir o grau de adesão ao estilo de vida mediterrâneo dos participantes.

    Os resultados mostraram que os participantes com pontuações mais altas no MEDLIFE tiveram um risco 29% menor de mortalidade por todas as causas e 28% menor de mortalidade por câncer do que os participantes com pontuações mais baixas. Esses achados sugerem que o estilo de vida mediterrâneo pode ter benefícios para a saúde mesmo em populações não-mediterrâneas, desde que elas usem produtos locais e adaptem a dieta e os hábitos aos seus contextos culturais.

    O estudo ainda não foi revisado por pares e pode ter limitações metodológicas. No entanto, ele destaca a importância de considerar não apenas a alimentação, mas também outros fatores relacionados ao bem-estar físico e mental para a saúde. Os pesquisadores esperam que o estudo incentive mais pessoas a adotar o estilo de vida mediterrâneo e a prevenir doenças crônicas.

  • BYD vai produzir carros elétricos e híbridos flex na Bahia

    BYD vai produzir carros elétricos e híbridos flex na Bahia

    A BYD, uma das maiores fabricantes de carros elétricos do mundo, anunciou que vai produzir dois modelos de veículos movidos a energia limpa na Bahia.

    A empresa chinesa vai ocupar a antiga fábrica da Ford em Camaçari, que foi fechada em janeiro de 2021, gerando uma crise econômica e social na região. O investimento previsto é de R$ 3 bilhões e a expectativa é de gerar 4 mil empregos diretos e indiretos.

    Além da produção de carros elétricos, a BYD também vai instalar um centro de pesquisa e desenvolvimento no estado, focado em motores híbridos flex, que podem funcionar com etanol. Essa tecnologia é uma demanda do mercado brasileiro, que tem uma forte produção de biocombustíveis. O presidente Lula foi um dos responsáveis por convencer os executivos da BYD a investir nesse segmento, durante uma visita à China em julho de 2023.

    O primeiro carro que vai utilizar o motor híbrido flex da BYD será o Song Plus DM-i, um SUV médio que foi o híbrido mais vendido pela empresa na China em julho de 2023. O modelo tem autonomia de até 1.000 km e pode ser recarregado em uma tomada comum, sem a necessidade de um carregador especial. O Song Plus DM-i deve chegar ao mercado brasileiro no segundo semestre de 2024, com um preço competitivo em relação aos concorrentes.

    A BYD é uma empresa que atua em diversos setores relacionados à energia limpa, como baterias, painéis solares, ônibus elétricos e trens. No Brasil, a empresa já tem fábricas em Campinas (SP), onde produz ônibus elétricos e painéis solares, e em Manaus (AM), onde fabrica baterias. A chegada da BYD na Bahia representa um avanço para o desenvolvimento sustentável do país e uma oportunidade para os consumidores que buscam alternativas mais econômicas e ecológicas para a mobilidade urbana.

    A empresa chinesa vai ocupar a antiga fábrica da Ford em Camaçari, que foi fechada em janeiro de 2021, gerando uma crise econômica e social na região. O investimento previsto é de R$ 3 bilhões e a expectativa é de gerar 4 mil empregos diretos e indiretos.

    Além da produção de carros elétricos, a BYD também vai instalar um centro de pesquisa e desenvolvimento no estado, focado em motores híbridos flex, que podem funcionar com etanol. Essa tecnologia é uma demanda do mercado brasileiro, que tem uma forte produção de biocombustíveis. O presidente Lula foi um dos responsáveis por convencer os executivos da BYD a investir nesse segmento, durante uma visita à China em julho de 2023.

    O primeiro carro que vai utilizar o motor híbrido flex da BYD será o Song Plus DM-i, um SUV médio que foi o híbrido mais vendido pela empresa na China em julho de 2023. O modelo tem autonomia de até 1.000 km e pode ser recarregado em uma tomada comum, sem a necessidade de um carregador especial. O Song Plus DM-i deve chegar ao mercado brasileiro no segundo semestre de 2024, com um preço competitivo em relação aos concorrentes.

    A BYD é uma empresa que atua em diversos setores relacionados à energia limpa, como baterias, painéis solares, ônibus elétricos e trens. No Brasil, a empresa já tem fábricas em Campinas (SP), onde produz ônibus elétricos e painéis solares, e em Manaus (AM), onde fabrica baterias. A chegada da BYD na Bahia representa um avanço para o desenvolvimento sustentável do país e uma oportunidade para os consumidores que buscam alternativas mais econômicas e ecológicas para a mobilidade urbana.

  • Novo imposto sindical: o que é, como vai funcionar e por que é polêmico

    Novo imposto sindical: o que é, como vai funcionar e por que é polêmico

    Um novo imposto sindical está sendo planejado pelo governo federal, que pode afetar milhões de trabalhadores brasileiros.

    A proposta é que a contribuição seja obrigatória e vinculada a acordos salariais entre patrões e empregados, com intermediação dos sindicatos. O valor da taxa seria definido em assembleias e teria um limite de até 1% do rendimento anual do trabalhador. Isso significa que, dependendo do salário, o trabalhador poderia pagar até três dias e meio de trabalho por ano para o sindicato.

    O objetivo do governo é fortalecer os sindicatos, que perderam arrecadação com o fim do imposto sindical em 2017, na reforma trabalhista do governo Temer. O imposto sindical era uma taxa de um dia de trabalho por ano, descontada automaticamente da folha de pagamento de todos os trabalhadores. O presidente Lula já manifestou apoio à ideia de um novo modelo de contribuição sindical, que ele diz ser diferente do antigo.

    A proposta, no entanto, tem gerado muita polêmica e críticas de vários setores da sociedade. Alguns argumentam que a contribuição deveria ser voluntária e que os sindicatos deveriam prestar contas de seus gastos e resultados. Outros questionam a legitimidade das assembleias e a representatividade dos sindicatos. Há também quem veja na proposta uma tentativa de aumentar a carga tributária dos trabalhadores e de favorecer os interesses políticos do governo.

    O texto da proposta está em fase avançada de discussão no Ministério do Trabalho e pode ser enviado ao Congresso Nacional em setembro. Se aprovado, o novo imposto sindical entraria em vigor em 2024. Os trabalhadores devem ficar atentos aos seus direitos e aos possíveis impactos dessa medida em seus salários e em suas relações de trabalho.

    A proposta é que a contribuição seja obrigatória e vinculada a acordos salariais entre patrões e empregados, com intermediação dos sindicatos. O valor da taxa seria definido em assembleias e teria um limite de até 1% do rendimento anual do trabalhador. Isso significa que, dependendo do salário, o trabalhador poderia pagar até três dias e meio de trabalho por ano para o sindicato.

    O objetivo do governo é fortalecer os sindicatos, que perderam arrecadação com o fim do imposto sindical em 2017, na reforma trabalhista do governo Temer. O imposto sindical era uma taxa de um dia de trabalho por ano, descontada automaticamente da folha de pagamento de todos os trabalhadores. O presidente Lula já manifestou apoio à ideia de um novo modelo de contribuição sindical, que ele diz ser diferente do antigo.

    A proposta, no entanto, tem gerado muita polêmica e críticas de vários setores da sociedade. Alguns argumentam que a contribuição deveria ser voluntária e que os sindicatos deveriam prestar contas de seus gastos e resultados. Outros questionam a legitimidade das assembleias e a representatividade dos sindicatos. Há também quem veja na proposta uma tentativa de aumentar a carga tributária dos trabalhadores e de favorecer os interesses políticos do governo.

    O texto da proposta está em fase avançada de discussão no Ministério do Trabalho e pode ser enviado ao Congresso Nacional em setembro. Se aprovado, o novo imposto sindical entraria em vigor em 2024. Os trabalhadores devem ficar atentos aos seus direitos e aos possíveis impactos dessa medida em seus salários e em suas relações de trabalho.