Categoria: Meio Ambiente

  • Aquecimento e perda de oxigênio ameaçam a vida nos rios

    Aquecimento e perda de oxigênio ameaçam a vida nos rios

    Os rios são fontes de água doce, biodiversidade e serviços ecossistêmicos para bilhões de pessoas no mundo.

    No entanto, esses recursos hídricos estão sob risco devido às mudanças climáticas, que afetam a temperatura e o oxigênio dos rios.

    Um estudo publicado na revista Nature Geoscience analisou dados de mais de 40 mil rios em todo o mundo e descobriu que a temperatura média dos rios aumentou 0,24°C por década desde 1971. Esse aumento pode ter consequências negativas para a vida aquática, pois muitas espécies de peixes e outros organismos dependem de uma faixa estreita de temperatura para sobreviver e se reproduzir.

    Além disso, o aquecimento dos rios reduz a capacidade da água de reter oxigênio, um elemento essencial para a respiração dos seres vivos. A perda de oxigênio nos rios pode causar a morte de peixes e outros organismos, além de aumentar a emissão de gases de efeito estufa, como o metano, que contribuem para o aquecimento global.

    Os pesquisadores alertam que é preciso tomar medidas urgentes para proteger os rios e seus ecossistemas. Algumas das ações sugeridas são: restaurar a vegetação ribeirinha, que fornece sombra e resfria a água; reduzir a poluição e o desmatamento, que afetam a qualidade da água e a biodiversidade; e usar fontes de energia renováveis, que emitem menos gases de efeito estufa.

    Os rios são vitais para o bem-estar humano e a conservação da natureza. Por isso, é importante conscientizar a sociedade sobre os desafios que eles enfrentam e buscar soluções sustentáveis para o seu manejo.

    Fonte: Link.

    No entanto, esses recursos hídricos estão sob risco devido às mudanças climáticas, que afetam a temperatura e o oxigênio dos rios.

    Um estudo publicado na revista Nature Geoscience analisou dados de mais de 40 mil rios em todo o mundo e descobriu que a temperatura média dos rios aumentou 0,24°C por década desde 1971. Esse aumento pode ter consequências negativas para a vida aquática, pois muitas espécies de peixes e outros organismos dependem de uma faixa estreita de temperatura para sobreviver e se reproduzir.

    Além disso, o aquecimento dos rios reduz a capacidade da água de reter oxigênio, um elemento essencial para a respiração dos seres vivos. A perda de oxigênio nos rios pode causar a morte de peixes e outros organismos, além de aumentar a emissão de gases de efeito estufa, como o metano, que contribuem para o aquecimento global.

    Os pesquisadores alertam que é preciso tomar medidas urgentes para proteger os rios e seus ecossistemas. Algumas das ações sugeridas são: restaurar a vegetação ribeirinha, que fornece sombra e resfria a água; reduzir a poluição e o desmatamento, que afetam a qualidade da água e a biodiversidade; e usar fontes de energia renováveis, que emitem menos gases de efeito estufa.

    Os rios são vitais para o bem-estar humano e a conservação da natureza. Por isso, é importante conscientizar a sociedade sobre os desafios que eles enfrentam e buscar soluções sustentáveis para o seu manejo.

    Fonte: Link.

  • O que é o El Niño e como ele afeta o clima no Brasil?

    O que é o El Niño e como ele afeta o clima no Brasil?

    O Brasil está passando por uma onda de calor incomum para o mês de setembro, com temperaturas acima de 40°C em algumas cidades.

    Essa situação está relacionada a um fenômeno climático chamado El Niño, que ocorre quando as águas do Oceano Pacífico ficam mais quentes do que o normal. Mas o que é o El Niño e como ele afeta o clima no Brasil?

    O que é o El Niño?

    O El Niño é um fenômeno climático que acontece a cada dois a sete anos, quando as águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial ficam mais quentes do que o normal. Isso altera os padrões de vento e de chuva em várias regiões do mundo, afetando o clima e o tempo.

    O nome El Niño significa “o menino” em espanhol e foi dado pelos pescadores do Peru, que observaram que as águas do mar ficavam mais quentes perto do Natal, prejudicando a pesca. O El Niño faz parte de um ciclo natural chamado Oscilação Sul (ENSO), que envolve também a fase oposta, chamada La Niña, quando as águas do Pacífico ficam mais frias do que o normal.

    Como o El Niño afeta o clima no Brasil?

    No Brasil, o El Niño costuma causar secas nas regiões Norte e Nordeste, reduzindo a umidade do ar e aumentando o risco de incêndios florestais. Já nas regiões Sul e Sudeste, o fenômeno provoca chuvas intensas e acima da média, podendo causar inundações, enchentes e deslizamentos de terra. Além disso, o El Niño dificulta a entrada de frentes frias no país, fazendo com que as temperaturas fiquem mais altas do que o normal, especialmente no final do inverno e no início da primavera.

    Por que o El Niño de 2023 é tão forte?

    Segundo os meteorologistas, o El Niño de 2023 é um dos mais fortes dos últimos anos e está associado às mudanças climáticas globais, que também contribuem para o aumento da temperatura média da Terra. Por isso, o Brasil está enfrentando uma onda de calor rara para o mês de agosto e setembro, com temperaturas acima de 40°C em algumas cidades. Essa situação deve se prolongar até a segunda quinzena de setembro, quando começa a primavera.

    Os especialistas alertam que os efeitos do El Niño podem trazer consequências negativas para a saúde, a agricultura, a energia e o meio ambiente. Por isso, é importante tomar medidas de prevenção e adaptação, como se hidratar bem, evitar exposição ao sol nos horários mais quentes, economizar água e energia elétrica, preservar as florestas e os recursos hídricos e acompanhar as previsões meteorológicas.

    Essa situação está relacionada a um fenômeno climático chamado El Niño, que ocorre quando as águas do Oceano Pacífico ficam mais quentes do que o normal. Mas o que é o El Niño e como ele afeta o clima no Brasil?

    O que é o El Niño?

    O El Niño é um fenômeno climático que acontece a cada dois a sete anos, quando as águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial ficam mais quentes do que o normal. Isso altera os padrões de vento e de chuva em várias regiões do mundo, afetando o clima e o tempo.

    O nome El Niño significa “o menino” em espanhol e foi dado pelos pescadores do Peru, que observaram que as águas do mar ficavam mais quentes perto do Natal, prejudicando a pesca. O El Niño faz parte de um ciclo natural chamado Oscilação Sul (ENSO), que envolve também a fase oposta, chamada La Niña, quando as águas do Pacífico ficam mais frias do que o normal.

    Como o El Niño afeta o clima no Brasil?

    No Brasil, o El Niño costuma causar secas nas regiões Norte e Nordeste, reduzindo a umidade do ar e aumentando o risco de incêndios florestais. Já nas regiões Sul e Sudeste, o fenômeno provoca chuvas intensas e acima da média, podendo causar inundações, enchentes e deslizamentos de terra. Além disso, o El Niño dificulta a entrada de frentes frias no país, fazendo com que as temperaturas fiquem mais altas do que o normal, especialmente no final do inverno e no início da primavera.

    Por que o El Niño de 2023 é tão forte?

    Segundo os meteorologistas, o El Niño de 2023 é um dos mais fortes dos últimos anos e está associado às mudanças climáticas globais, que também contribuem para o aumento da temperatura média da Terra. Por isso, o Brasil está enfrentando uma onda de calor rara para o mês de agosto e setembro, com temperaturas acima de 40°C em algumas cidades. Essa situação deve se prolongar até a segunda quinzena de setembro, quando começa a primavera.

    Os especialistas alertam que os efeitos do El Niño podem trazer consequências negativas para a saúde, a agricultura, a energia e o meio ambiente. Por isso, é importante tomar medidas de prevenção e adaptação, como se hidratar bem, evitar exposição ao sol nos horários mais quentes, economizar água e energia elétrica, preservar as florestas e os recursos hídricos e acompanhar as previsões meteorológicas.

  • Onda de calor: Brasil enfrenta calor extremo nos próximos dias

    Onda de calor: Brasil enfrenta calor extremo nos próximos dias

    O Brasil vai viver um episódio de calor excepcional nos próximos dias, com temperaturas que podem bater recordes históricos em todas as cinco regiões do país.

    O alerta é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que prevê uma massa de ar extremamente quente cobrindo o território nacional, especialmente o Centro-Oeste, onde as marcas podem superar os 40°C na maioria das cidades e atingir até 45°C no Pantanal.

    Segundo o Inmet, o calor extremo pode trazer riscos à saúde e à vida das pessoas, como insolação, desidratação, queimaduras solares e mortes. Por isso, o órgão recomenda algumas medidas de prevenção e cuidado, como beber bastante líquidos, usar roupas leves e protetor solar, evitar esforço físico nas horas mais quentes do dia e procurar locais com sombra e ventilação.

    O fenômeno do calor excessivo está relacionado às mudanças climáticas causadas pelo homem, que aumentam a frequência e a intensidade das cúpulas de calor. As cúpulas de calor são sistemas de alta pressão atmosférica que bloqueiam a entrada de ar frio e úmido, criando uma espécie de redoma sobre uma região. Dentro dessa redoma, o ar fica parado e se aquece cada vez mais, gerando temperaturas extremas.

    Um exemplo recente de cúpula de calor foi a onda de calor que atingiu o Oeste da América do Norte em junho de 2021, que foi considerada sem precedentes e mortal. Na ocasião, cidades como Portland, nos Estados Unidos, e Vancouver, no Canadá, registraram temperaturas acima de 45°C, provocando centenas de mortes e incêndios florestais devastadores.

    O Inmet alerta que o Brasil pode enfrentar situações semelhantes no futuro, caso não haja uma redução das emissões de gases de efeito estufa. Por isso, o órgão defende a adoção de medidas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas, como o uso de energias renováveis, a preservação das florestas e a conscientização da população.

    O alerta é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que prevê uma massa de ar extremamente quente cobrindo o território nacional, especialmente o Centro-Oeste, onde as marcas podem superar os 40°C na maioria das cidades e atingir até 45°C no Pantanal.

    Segundo o Inmet, o calor extremo pode trazer riscos à saúde e à vida das pessoas, como insolação, desidratação, queimaduras solares e mortes. Por isso, o órgão recomenda algumas medidas de prevenção e cuidado, como beber bastante líquidos, usar roupas leves e protetor solar, evitar esforço físico nas horas mais quentes do dia e procurar locais com sombra e ventilação.

    O fenômeno do calor excessivo está relacionado às mudanças climáticas causadas pelo homem, que aumentam a frequência e a intensidade das cúpulas de calor. As cúpulas de calor são sistemas de alta pressão atmosférica que bloqueiam a entrada de ar frio e úmido, criando uma espécie de redoma sobre uma região. Dentro dessa redoma, o ar fica parado e se aquece cada vez mais, gerando temperaturas extremas.

    Um exemplo recente de cúpula de calor foi a onda de calor que atingiu o Oeste da América do Norte em junho de 2021, que foi considerada sem precedentes e mortal. Na ocasião, cidades como Portland, nos Estados Unidos, e Vancouver, no Canadá, registraram temperaturas acima de 45°C, provocando centenas de mortes e incêndios florestais devastadores.

    O Inmet alerta que o Brasil pode enfrentar situações semelhantes no futuro, caso não haja uma redução das emissões de gases de efeito estufa. Por isso, o órgão defende a adoção de medidas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas, como o uso de energias renováveis, a preservação das florestas e a conscientização da população.

  • Bactéria marinha modificada geneticamente pode ajudar a limpar os oceanos dos microplásticos

    Bactéria marinha modificada geneticamente pode ajudar a limpar os oceanos dos microplásticos

    Uma equipe de pesquisadores desenvolveu uma bactéria capaz de degradar o plástico que polui os oceanos.

    A bactéria, chamada Vibrio natriegens, é uma espécie marinha que se reproduz muito rápido e pode quebrar o polietileno tereftalato (PET), um tipo de plástico usado em garrafas, roupas e outros produtos.

    O PET é um material resistente e durável, mas também é um grande problema ambiental. Estima-se que cerca de 8 milhões de toneladas de plástico entram nos oceanos a cada ano, e o PET é um dos mais comuns. O plástico se fragmenta em pedaços menores, chamados microplásticos, que podem ser ingeridos por animais marinhos e afetar a cadeia alimentar.

    Para criar a bactéria que degrada o PET, os pesquisadores usaram uma técnica de engenharia genética. Eles inseriram um plasmídeo, uma molécula circular de DNA, com genes de outra bactéria que produz enzimas para digerir o PET. As enzimas são proteínas que aceleram reações químicas. Assim, a bactéria modificada ganhou a capacidade de quebrar as ligações químicas do PET e transformá-lo em outras substâncias.

    Os pesquisadores testaram a bactéria em água salgada à temperatura ambiente e observaram que ela conseguiu degradar o PET em poucas horas. Eles também notaram que a bactéria mostrou uma característica de supercondutividade, ou seja, ela foi capaz de conduzir eletricidade sem resistência. Isso pode ter aplicações na indústria eletrônica.

    No entanto, ainda há alguns desafios para tornar a bactéria mais eficiente e útil. Primeiro, os pesquisadores precisam integrar os genes do plasmídeo no genoma da bactéria, para evitar que eles se percam durante a reprodução. Segundo, eles precisam fazer a bactéria se alimentar dos subprodutos da degradação do PET, para evitar a acumulação de resíduos tóxicos. Terceiro, eles precisam fazer a bactéria produzir um produto final desejável para a indústria química, como etileno glicol ou tereftalato de dimetila, que podem ser usados para fazer novos plásticos.

    Os pesquisadores esperam que a bactéria possa ser usada para limpar os oceanos dos microplásticos e reduzir o impacto ambiental do PET. Eles também acreditam que a bactéria pode ser modificada para degradar outros tipos de plástico, como polipropileno e poliestireno. O estudo foi publicado na revista Nature Biotechnology.

    A bactéria, chamada Vibrio natriegens, é uma espécie marinha que se reproduz muito rápido e pode quebrar o polietileno tereftalato (PET), um tipo de plástico usado em garrafas, roupas e outros produtos.

    O PET é um material resistente e durável, mas também é um grande problema ambiental. Estima-se que cerca de 8 milhões de toneladas de plástico entram nos oceanos a cada ano, e o PET é um dos mais comuns. O plástico se fragmenta em pedaços menores, chamados microplásticos, que podem ser ingeridos por animais marinhos e afetar a cadeia alimentar.

    Para criar a bactéria que degrada o PET, os pesquisadores usaram uma técnica de engenharia genética. Eles inseriram um plasmídeo, uma molécula circular de DNA, com genes de outra bactéria que produz enzimas para digerir o PET. As enzimas são proteínas que aceleram reações químicas. Assim, a bactéria modificada ganhou a capacidade de quebrar as ligações químicas do PET e transformá-lo em outras substâncias.

    Os pesquisadores testaram a bactéria em água salgada à temperatura ambiente e observaram que ela conseguiu degradar o PET em poucas horas. Eles também notaram que a bactéria mostrou uma característica de supercondutividade, ou seja, ela foi capaz de conduzir eletricidade sem resistência. Isso pode ter aplicações na indústria eletrônica.

    No entanto, ainda há alguns desafios para tornar a bactéria mais eficiente e útil. Primeiro, os pesquisadores precisam integrar os genes do plasmídeo no genoma da bactéria, para evitar que eles se percam durante a reprodução. Segundo, eles precisam fazer a bactéria se alimentar dos subprodutos da degradação do PET, para evitar a acumulação de resíduos tóxicos. Terceiro, eles precisam fazer a bactéria produzir um produto final desejável para a indústria química, como etileno glicol ou tereftalato de dimetila, que podem ser usados para fazer novos plásticos.

    Os pesquisadores esperam que a bactéria possa ser usada para limpar os oceanos dos microplásticos e reduzir o impacto ambiental do PET. Eles também acreditam que a bactéria pode ser modificada para degradar outros tipos de plástico, como polipropileno e poliestireno. O estudo foi publicado na revista Nature Biotechnology.

  • Por que as cidades precisam se preparar para o clima cada vez mais quente?

    Por que as cidades precisam se preparar para o clima cada vez mais quente?

    O aquecimento global é uma realidade que afeta todo o planeta, mas especialmente as cidades, que concentram mais de metade da população mundial.

    As cidades sofrem com o aumento da temperatura, o maior risco de enchentes, a redução da qualidade do ar e os impactos na produção de energia e alimentos. Para enfrentar esses desafios, as cidades precisam adotar medidas de adaptação e mitigação das mudanças climáticas, como promover o uso de energias renováveis, incentivar o transporte público e não motorizado e implantar soluções baseadas na natureza.

    Uma das iniciativas que vem ganhando destaque no cenário internacional é o movimento Depave, que visa remover o asfalto e substituí-lo por vegetação em áreas urbanas, especialmente em comunidades carentes que sofrem com o calor extremo e as inundações. O movimento surgiu em Portland, nos Estados Unidos, em 2007, e desde então se espalhou por outras cidades do país, como Chicago, Phoenix, Nashville e Pilsen. O objetivo é criar espaços verdes que possam trazer benefícios ambientais, sociais e econômicos para os moradores.

    Alguns dos benefícios da desasfaltagem são:

    • Redução da temperatura: A vegetação pode diminuir a temperatura do ar e do solo em até 10°C, criando um microclima mais agradável e reduzindo o consumo de energia com ar condicionado.

    • Diminuição do risco de enchentes: A vegetação aumenta a capacidade de infiltração da água no solo, evitando que ela escoe rapidamente para as redes de drenagem e cause alagamentos. Além disso, a vegetação pode reter parte da água da chuva e devolvê-la para a atmosfera por meio da evapotranspiração.

    • Melhoria da qualidade do ar: A vegetação pode filtrar poluentes atmosféricos, como partículas finas, óxidos de nitrogênio e ozônio troposférico, que prejudicam a saúde respiratória. Além disso, a vegetação pode produzir oxigênio e absorver dióxido de carbono, contribuindo para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

    • Diminuição do estresse: A vegetação pode proporcionar um ambiente mais bonito, tranquilo e acolhedor para os moradores, melhorando o bem-estar psicológico e emocional. A vegetação também pode estimular a interação social e a participação comunitária, fortalecendo os laços entre as pessoas.

    • Prevenção de acidentes de trânsito: A remoção do asfalto pode diminuir a velocidade dos veículos e aumentar a segurança dos pedestres e ciclistas. A vegetação também pode servir como uma barreira física e visual entre as vias e as calçadas, reduzindo o ruído e a poluição sonora.

    • Restauração da biodiversidade local: A vegetação pode atrair e abrigar diversas espécies de animais e plantas nativas ou adaptadas ao ambiente urbano, aumentando a diversidade biológica e os serviços ecossistêmicos.

    Alguns exemplos de projetos de desasfaltagem realizados em diferentes cidades são:

    • Em Portland, uma escola primária removeu 1.300 m² de asfalto do seu pátio e criou uma área verde com jardins, hortas, árvores frutíferas e um playground natural. O projeto envolveu alunos, professores, pais e voluntários da comunidade.

    • Em Chicago, uma igreja católica removeu 930 m² de asfalto do seu estacionamento e criou um espaço verde com gramado, flores silvestres, arbustos e árvores. O projeto contou com o apoio financeiro de uma fundação ambiental.

    • Em Phoenix, um café removeu 280 m² de asfalto do seu terreno e criou um jardim comestível com verduras, ervas, frutas e flores. O projeto teve a parceria de uma organização sem fins lucrativos que promove a agricultura urbana.

    • Em Nashville, uma escola secundária removeu 370 m² de asfalto do seu pátio e criou uma área verde com gramado, árvores, bancos e mesas. O projeto teve a colaboração de uma empresa de paisagismo e de uma universidade local.

    • Em Pilsen, um bairro latino de Chicago, uma escola primária removeu 2.800 m² de asfalto do seu pátio e criou um espaço verde com gramado, árvores, arbustos, flores e um campo de futebol. O projeto teve a participação de estudantes, professores, pais e líderes comunitários.

    Apesar dos benefícios e dos exemplos de sucesso, a implementação de soluções baseadas na natureza enfrenta obstáculos como falta de financiamento, políticas desatualizadas e pouca colaboração entre setores. No entanto, essas soluções também podem representar uma oportunidade de educar os estudantes sobre a resiliência climática e de sonhar com um futuro diferente para as cidades.

    As cidades sofrem com o aumento da temperatura, o maior risco de enchentes, a redução da qualidade do ar e os impactos na produção de energia e alimentos. Para enfrentar esses desafios, as cidades precisam adotar medidas de adaptação e mitigação das mudanças climáticas, como promover o uso de energias renováveis, incentivar o transporte público e não motorizado e implantar soluções baseadas na natureza.

    Uma das iniciativas que vem ganhando destaque no cenário internacional é o movimento Depave, que visa remover o asfalto e substituí-lo por vegetação em áreas urbanas, especialmente em comunidades carentes que sofrem com o calor extremo e as inundações. O movimento surgiu em Portland, nos Estados Unidos, em 2007, e desde então se espalhou por outras cidades do país, como Chicago, Phoenix, Nashville e Pilsen. O objetivo é criar espaços verdes que possam trazer benefícios ambientais, sociais e econômicos para os moradores.

    Alguns dos benefícios da desasfaltagem são:

    • Redução da temperatura: A vegetação pode diminuir a temperatura do ar e do solo em até 10°C, criando um microclima mais agradável e reduzindo o consumo de energia com ar condicionado.

    • Diminuição do risco de enchentes: A vegetação aumenta a capacidade de infiltração da água no solo, evitando que ela escoe rapidamente para as redes de drenagem e cause alagamentos. Além disso, a vegetação pode reter parte da água da chuva e devolvê-la para a atmosfera por meio da evapotranspiração.

    • Melhoria da qualidade do ar: A vegetação pode filtrar poluentes atmosféricos, como partículas finas, óxidos de nitrogênio e ozônio troposférico, que prejudicam a saúde respiratória. Além disso, a vegetação pode produzir oxigênio e absorver dióxido de carbono, contribuindo para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

    • Diminuição do estresse: A vegetação pode proporcionar um ambiente mais bonito, tranquilo e acolhedor para os moradores, melhorando o bem-estar psicológico e emocional. A vegetação também pode estimular a interação social e a participação comunitária, fortalecendo os laços entre as pessoas.

    • Prevenção de acidentes de trânsito: A remoção do asfalto pode diminuir a velocidade dos veículos e aumentar a segurança dos pedestres e ciclistas. A vegetação também pode servir como uma barreira física e visual entre as vias e as calçadas, reduzindo o ruído e a poluição sonora.

    • Restauração da biodiversidade local: A vegetação pode atrair e abrigar diversas espécies de animais e plantas nativas ou adaptadas ao ambiente urbano, aumentando a diversidade biológica e os serviços ecossistêmicos.

    Alguns exemplos de projetos de desasfaltagem realizados em diferentes cidades são:

    • Em Portland, uma escola primária removeu 1.300 m² de asfalto do seu pátio e criou uma área verde com jardins, hortas, árvores frutíferas e um playground natural. O projeto envolveu alunos, professores, pais e voluntários da comunidade.

    • Em Chicago, uma igreja católica removeu 930 m² de asfalto do seu estacionamento e criou um espaço verde com gramado, flores silvestres, arbustos e árvores. O projeto contou com o apoio financeiro de uma fundação ambiental.

    • Em Phoenix, um café removeu 280 m² de asfalto do seu terreno e criou um jardim comestível com verduras, ervas, frutas e flores. O projeto teve a parceria de uma organização sem fins lucrativos que promove a agricultura urbana.

    • Em Nashville, uma escola secundária removeu 370 m² de asfalto do seu pátio e criou uma área verde com gramado, árvores, bancos e mesas. O projeto teve a colaboração de uma empresa de paisagismo e de uma universidade local.

    • Em Pilsen, um bairro latino de Chicago, uma escola primária removeu 2.800 m² de asfalto do seu pátio e criou um espaço verde com gramado, árvores, arbustos, flores e um campo de futebol. O projeto teve a participação de estudantes, professores, pais e líderes comunitários.

    Apesar dos benefícios e dos exemplos de sucesso, a implementação de soluções baseadas na natureza enfrenta obstáculos como falta de financiamento, políticas desatualizadas e pouca colaboração entre setores. No entanto, essas soluções também podem representar uma oportunidade de educar os estudantes sobre a resiliência climática e de sonhar com um futuro diferente para as cidades.

  • Neymar na mira da Justiça: jogador é multado e pode ser preso por obra ilegal em sua mansão

    Neymar na mira da Justiça: jogador é multado e pode ser preso por obra ilegal em sua mansão

    O jogador brasileiro Neymar foi multado em R$ 16 milhões pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Mangaratiba, no Rio de Janeiro, por realizar obras irregulares em sua mansão na Costa Verde.

    A fiscalização constatou que Neymar construiu um lago artificial sem licença ambiental, desmatou vegetação nativa, movimentou terra sem autorização e descumpriu um embargo anterior.

    A multa foi aplicada em julho de 2023, mas só foi divulgada recentemente pela imprensa. Neymar é considerado um dos melhores jogadores do mundo e tem uma fortuna estimada em mais de R$ 1 bilhão. Ele comprou a propriedade em 2016 por R$ 28 milhões e já havia sido multado em 2018 por outra obra irregular.

    Segundo a lei, Neymar pode responder por crime ambiental previsto no artigo 60 da Lei 9.605/98, que prevê pena de detenção de seis meses a um ano e multa para quem construir em área de preservação permanente sem autorização dos órgãos competentes. Além disso, ele pode ser obrigado a reparar os danos causados ao meio ambiente.

    O caso de Neymar gerou polêmica no meio esportivo. O comentarista Walter Casagrande criticou a atitude do jogador e disse que ele deveria ser cortado da Seleção Brasileira por ter cometido um crime ambiental. Casagrande comparou o caso de Neymar com o de Antony, que foi desconvocado da Seleção após ser acusado de agredir a ex-namorada. Casagrande disse que a CBF fez vista grossa para Neymar e que isso era uma contradição.

    Neymar não se pronunciou oficialmente sobre as acusações de crime ambiental. Ele segue treinando com a Seleção Brasileira para os jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.

    A fiscalização constatou que Neymar construiu um lago artificial sem licença ambiental, desmatou vegetação nativa, movimentou terra sem autorização e descumpriu um embargo anterior.

    A multa foi aplicada em julho de 2023, mas só foi divulgada recentemente pela imprensa. Neymar é considerado um dos melhores jogadores do mundo e tem uma fortuna estimada em mais de R$ 1 bilhão. Ele comprou a propriedade em 2016 por R$ 28 milhões e já havia sido multado em 2018 por outra obra irregular.

    Segundo a lei, Neymar pode responder por crime ambiental previsto no artigo 60 da Lei 9.605/98, que prevê pena de detenção de seis meses a um ano e multa para quem construir em área de preservação permanente sem autorização dos órgãos competentes. Além disso, ele pode ser obrigado a reparar os danos causados ao meio ambiente.

    O caso de Neymar gerou polêmica no meio esportivo. O comentarista Walter Casagrande criticou a atitude do jogador e disse que ele deveria ser cortado da Seleção Brasileira por ter cometido um crime ambiental. Casagrande comparou o caso de Neymar com o de Antony, que foi desconvocado da Seleção após ser acusado de agredir a ex-namorada. Casagrande disse que a CBF fez vista grossa para Neymar e que isso era uma contradição.

    Neymar não se pronunciou oficialmente sobre as acusações de crime ambiental. Ele segue treinando com a Seleção Brasileira para os jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.

  • Ciclone extratropical causa mortes, chuvas e queda de temperatura no Brasil

    Ciclone extratropical causa mortes, chuvas e queda de temperatura no Brasil

    Um ciclone extratropical, um fenômeno meteorológico que ocorre quando uma massa de ar frio se encontra com uma massa de ar quente, deixou pelo menos quatro mortos no Rio Grande do Sul e provocou chuvas, ventos fortes, trovoadas e queda de temperatura em várias regiões do Brasil.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que o ciclone se afastou do país e abriu espaço para o avanço de uma frente fria em direção ao sudeste. A cidade de São Paulo registrou uma forte queda na temperatura e teve previsão de chuva de moderada intensidade na terça-feira (5). No Rio de Janeiro, os termômetros não despencaram, mas houve risco de fortes rajadas de vento e chuva.

    O Inmet também emitiu alertas laranjas para seis estados do país, representando perigo, tanto para tempestades quanto para ventos costeiros. Entre os estados sinalizados estão: Paraná, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina; com alerta para tempestade. Rio Grande do Sul e Santa Catarina; com alerta para ventos costeiros, que vão movimentar dunas de areia sobre construções na orla.

    A partir de quinta-feira (7), uma nova frente fria intensificou a chuva novamente e os três estados da região Sul voltaram a ficar em evidência para a ocorrência de tempestades. Os acumulados de chuva podem ultrapassar 80 milímetros (mm) em áreas do sul do Paraná e de Santa Catarina e 150 mm em grande parte do Rio Grande do Sul.

    O ciclone extratropical é um fenômeno comum no inverno no hemisfério sul, mas pode ocorrer em qualquer época do ano. Ele se forma quando uma massa de ar frio se desloca sobre o oceano e encontra uma massa de ar quente, gerando uma área de baixa pressão atmosférica. Esse sistema pode causar mudanças bruscas no tempo, como chuvas intensas, ventanias, granizo e neve.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que o ciclone se afastou do país e abriu espaço para o avanço de uma frente fria em direção ao sudeste. A cidade de São Paulo registrou uma forte queda na temperatura e teve previsão de chuva de moderada intensidade na terça-feira (5). No Rio de Janeiro, os termômetros não despencaram, mas houve risco de fortes rajadas de vento e chuva.

    O Inmet também emitiu alertas laranjas para seis estados do país, representando perigo, tanto para tempestades quanto para ventos costeiros. Entre os estados sinalizados estão: Paraná, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina; com alerta para tempestade. Rio Grande do Sul e Santa Catarina; com alerta para ventos costeiros, que vão movimentar dunas de areia sobre construções na orla.

    A partir de quinta-feira (7), uma nova frente fria intensificou a chuva novamente e os três estados da região Sul voltaram a ficar em evidência para a ocorrência de tempestades. Os acumulados de chuva podem ultrapassar 80 milímetros (mm) em áreas do sul do Paraná e de Santa Catarina e 150 mm em grande parte do Rio Grande do Sul.

    O ciclone extratropical é um fenômeno comum no inverno no hemisfério sul, mas pode ocorrer em qualquer época do ano. Ele se forma quando uma massa de ar frio se desloca sobre o oceano e encontra uma massa de ar quente, gerando uma área de baixa pressão atmosférica. Esse sistema pode causar mudanças bruscas no tempo, como chuvas intensas, ventanias, granizo e neve.

  • A taiga: um bioma de extremos

    A taiga: um bioma de extremos

    Você já ouviu falar da taiga? Talvez você conheça esse bioma por outro nome, como floresta boreal ou floresta de coníferas.

    A taiga é um dos maiores e mais frios biomas do mundo, ocupando cerca de 17% da superfície terrestre no hemisfério norte. A taiga está localizada entre a tundra ao norte e as florestas temperadas ao sul, abrangendo partes da América do Norte, Europa e Ásia.

    A taiga é composta principalmente por árvores coníferas, como pinheiros, abetos e lariços, que têm folhas em forma de agulha e sementes em cones. Essas árvores são adaptadas ao clima subártico da taiga, que tem invernos longos e muito frios, verões curtos e moderados, e precipitação moderada a alta. O solo da taiga é pobre em nutrientes e muitas vezes congelado ou rochoso, o que dificulta o crescimento de muitas plantas. Por isso, a diversidade vegetal da taiga é baixa, comparada a outros biomas.

    A taiga abriga muitos tipos de animais, como ursos, lobos, alces, renas, raposas e lebres, que se adaptaram ao frio e à neve. Muitas aves migram para a taiga no verão para se alimentar de insetos e sementes. A taiga também é o lar de muitos povos indígenas, que vivem da caça, da pesca e da coleta de recursos naturais.

    A taiga é um bioma fascinante que enfrenta muitos desafios ambientais, como as mudanças climáticas, os incêndios florestais, o desmatamento e a poluição. As mudanças climáticas podem alterar o regime térmico e hidrológico da taiga, afetando a distribuição e a saúde das árvores e dos animais. Os incêndios florestais podem destruir grandes áreas de vegetação e liberar gases de efeito estufa na atmosfera. O desmatamento pode reduzir a cobertura florestal e fragmentar os habitats dos animais. A poluição pode contaminar o solo, a água e o ar da taiga, prejudicando a qualidade de vida dos seres vivos.

    A taiga é importante para a regulação do clima global, a conservação da biodiversidade e o fornecimento de recursos naturais para as pessoas. A taiga armazena grandes quantidades de carbono em suas árvores e no solo, ajudando a mitigar o aquecimento global. A taiga abriga cerca de um terço das espécies de aves do mundo e muitas espécies endêmicas e ameaçadas de extinção. A taiga fornece madeira, papel, celulose, resina, óleos essenciais, frutas silvestres, cogumelos e medicamentos para as indústrias e as populações humanas.

    A taiga merece ser protegida e respeitada por todos nós. Podemos contribuir para a conservação da taiga ao reduzir o consumo de produtos derivados da madeira, ao apoiar as iniciativas de manejo sustentável das florestas, ao combater as mudanças climáticas e ao educar-nos sobre a importância desse bioma. A taiga é um patrimônio natural que devemos preservar para as gerações futuras.

    A taiga é um dos maiores e mais frios biomas do mundo, ocupando cerca de 17% da superfície terrestre no hemisfério norte. A taiga está localizada entre a tundra ao norte e as florestas temperadas ao sul, abrangendo partes da América do Norte, Europa e Ásia.

    A taiga é composta principalmente por árvores coníferas, como pinheiros, abetos e lariços, que têm folhas em forma de agulha e sementes em cones. Essas árvores são adaptadas ao clima subártico da taiga, que tem invernos longos e muito frios, verões curtos e moderados, e precipitação moderada a alta. O solo da taiga é pobre em nutrientes e muitas vezes congelado ou rochoso, o que dificulta o crescimento de muitas plantas. Por isso, a diversidade vegetal da taiga é baixa, comparada a outros biomas.

    A taiga abriga muitos tipos de animais, como ursos, lobos, alces, renas, raposas e lebres, que se adaptaram ao frio e à neve. Muitas aves migram para a taiga no verão para se alimentar de insetos e sementes. A taiga também é o lar de muitos povos indígenas, que vivem da caça, da pesca e da coleta de recursos naturais.

    A taiga é um bioma fascinante que enfrenta muitos desafios ambientais, como as mudanças climáticas, os incêndios florestais, o desmatamento e a poluição. As mudanças climáticas podem alterar o regime térmico e hidrológico da taiga, afetando a distribuição e a saúde das árvores e dos animais. Os incêndios florestais podem destruir grandes áreas de vegetação e liberar gases de efeito estufa na atmosfera. O desmatamento pode reduzir a cobertura florestal e fragmentar os habitats dos animais. A poluição pode contaminar o solo, a água e o ar da taiga, prejudicando a qualidade de vida dos seres vivos.

    A taiga é importante para a regulação do clima global, a conservação da biodiversidade e o fornecimento de recursos naturais para as pessoas. A taiga armazena grandes quantidades de carbono em suas árvores e no solo, ajudando a mitigar o aquecimento global. A taiga abriga cerca de um terço das espécies de aves do mundo e muitas espécies endêmicas e ameaçadas de extinção. A taiga fornece madeira, papel, celulose, resina, óleos essenciais, frutas silvestres, cogumelos e medicamentos para as indústrias e as populações humanas.

    A taiga merece ser protegida e respeitada por todos nós. Podemos contribuir para a conservação da taiga ao reduzir o consumo de produtos derivados da madeira, ao apoiar as iniciativas de manejo sustentável das florestas, ao combater as mudanças climáticas e ao educar-nos sobre a importância desse bioma. A taiga é um patrimônio natural que devemos preservar para as gerações futuras.

  • Fim de semana gelado no Sul do Brasil; temporal destelha shopping em SP

    Fim de semana gelado no Sul do Brasil; temporal destelha shopping em SP

    O Sul do Brasil vai enfrentar um fim de semana de frio intenso, com temperaturas abaixo de zero em algumas áreas.

    Uma massa de ar polar vai provocar queda acentuada nas temperaturas na região, com possibilidade de geada e neve nas áreas mais altas dos três estados. O Paraná ainda sofre os efeitos da frente fria que trouxe chuva e vento forte para o estado.

    Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), quase toda a região Sul está sob alerta de perigo potencial para declínio de temperatura, com leve risco à saúde e possibilidade de queda entre 3 °C e 5 °C. O aviso se estende até as 10h do sábado (26).

    As temperaturas mais baixas devem ser registradas nas serras gaúcha e catarinense, onde há chance de neve entre a noite de sexta-feira (25) e a madrugada de sábado (26). A mínima prevista para São Joaquim (SC) é de -2 °C no sábado e -1 °C no domingo.

    Em Curitiba, a capital mais fria do país, a mínima deve ficar em torno de 4 °C no sábado e 5 °C no domingo, com sensação térmica inferior. A cidade ainda se recupera dos estragos causados pela frente fria que atingiu o estado na quarta-feira (23), deixando mais de 600 mil pessoas sem energia elétrica.

    Enquanto o Sul se prepara para o frio, o litoral norte de São Paulo viveu momentos de pânico na quinta-feira (24), quando um temporal destelhou parte do Serramar Shopping, em Caraguatatuba. A tempestade provocou rajadas de vento que chegaram a 50 km/h na região, arrancando parte da estrutura metálica do edifício e assustando os clientes e funcionários que estavam no local.

    Ninguém ficou ferido, mas houve danos materiais em algumas lojas e veículos que estavam no estacionamento. O shopping foi evacuado e fechado para avaliação técnica. A Defesa Civil informou que não houve outros registros de ocorrências graves na cidade por causa do temporal.

    Uma massa de ar polar vai provocar queda acentuada nas temperaturas na região, com possibilidade de geada e neve nas áreas mais altas dos três estados. O Paraná ainda sofre os efeitos da frente fria que trouxe chuva e vento forte para o estado.

    Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), quase toda a região Sul está sob alerta de perigo potencial para declínio de temperatura, com leve risco à saúde e possibilidade de queda entre 3 °C e 5 °C. O aviso se estende até as 10h do sábado (26).

    As temperaturas mais baixas devem ser registradas nas serras gaúcha e catarinense, onde há chance de neve entre a noite de sexta-feira (25) e a madrugada de sábado (26). A mínima prevista para São Joaquim (SC) é de -2 °C no sábado e -1 °C no domingo.

    Em Curitiba, a capital mais fria do país, a mínima deve ficar em torno de 4 °C no sábado e 5 °C no domingo, com sensação térmica inferior. A cidade ainda se recupera dos estragos causados pela frente fria que atingiu o estado na quarta-feira (23), deixando mais de 600 mil pessoas sem energia elétrica.

    Enquanto o Sul se prepara para o frio, o litoral norte de São Paulo viveu momentos de pânico na quinta-feira (24), quando um temporal destelhou parte do Serramar Shopping, em Caraguatatuba. A tempestade provocou rajadas de vento que chegaram a 50 km/h na região, arrancando parte da estrutura metálica do edifício e assustando os clientes e funcionários que estavam no local.

    Ninguém ficou ferido, mas houve danos materiais em algumas lojas e veículos que estavam no estacionamento. O shopping foi evacuado e fechado para avaliação técnica. A Defesa Civil informou que não houve outros registros de ocorrências graves na cidade por causa do temporal.

  • Como a mudança climática pode desencadear epidemias de doenças infecciosas

    Como a mudança climática pode desencadear epidemias de doenças infecciosas

    A mudança climática é um dos maiores desafios da humanidade, mas também pode ter um impacto negativo na saúde das pessoas.

    Um novo estudo mostrou que a mudança climática pode aumentar o risco de epidemias de doenças infecciosas, afetando milhões de vidas em todo o mundo.

    O estudo, publicado na revista Nature Climate Change, é uma meta-análise de mais de 100 artigos científicos sobre a relação entre a mudança climática e os patógenos humanos. Os pesquisadores descobriram que a mudança climática pode agravar mais de 50% dos patógenos humanos conhecidos, incluindo vírus, bactérias, fungos e parasitas.

    Um dos mecanismos pelos quais a mudança climática pode favorecer as doenças infecciosas é alterando a distribuição e a atividade dos vetores, como os mosquitos. Por exemplo, o aumento da temperatura pode expandir o alcance geográfico dos mosquitos que transmitem doenças como dengue, chikungunya e malária. Segundo a Organização Mundial da Saúde, essas doenças são responsáveis por mais de um milhão de mortes por ano.

    Outro mecanismo é o aumento da frequência e da intensidade dos eventos climáticos extremos, como secas, inundações e tempestades. Esses eventos podem causar deslocamento de populações, escassez de água potável e saneamento inadequado, criando condições propícias para a propagação de doenças. Por exemplo, o risco de cólera, uma doença diarreica causada por uma bactéria, aumenta após as inundações, pois a água contaminada pode entrar em contato com fontes de água potável.

    Um terceiro mecanismo é a alteração das condições ambientais, como a umidade, a precipitação e a vegetação. Essas condições podem influenciar o ciclo de vida e a transmissão dos patógenos. Por exemplo, o derretimento do permafrost, uma camada de solo permanentemente congelada nas regiões polares, pode liberar patógenos antigos que estavam adormecidos no gelo. Em 2016, um surto de antraz na Sibéria foi atribuído à liberação de esporos da bactéria que causa a doença a partir do permafrost derretido.

    Os pesquisadores alertam que é urgente tomar medidas para mitigar os efeitos da mudança climática na saúde humana. Eles sugerem que é preciso fortalecer os sistemas de vigilância e resposta às doenças infecciosas, bem como promover a adaptação e a resiliência das comunidades vulneráveis. Além disso, eles defendem que é necessário reduzir as emissões de gases de efeito estufa e buscar soluções sustentáveis para o desenvolvimento econômico e social.

    Fonte: Link.

    Um novo estudo mostrou que a mudança climática pode aumentar o risco de epidemias de doenças infecciosas, afetando milhões de vidas em todo o mundo.

    O estudo, publicado na revista Nature Climate Change, é uma meta-análise de mais de 100 artigos científicos sobre a relação entre a mudança climática e os patógenos humanos. Os pesquisadores descobriram que a mudança climática pode agravar mais de 50% dos patógenos humanos conhecidos, incluindo vírus, bactérias, fungos e parasitas.

    Um dos mecanismos pelos quais a mudança climática pode favorecer as doenças infecciosas é alterando a distribuição e a atividade dos vetores, como os mosquitos. Por exemplo, o aumento da temperatura pode expandir o alcance geográfico dos mosquitos que transmitem doenças como dengue, chikungunya e malária. Segundo a Organização Mundial da Saúde, essas doenças são responsáveis por mais de um milhão de mortes por ano.

    Outro mecanismo é o aumento da frequência e da intensidade dos eventos climáticos extremos, como secas, inundações e tempestades. Esses eventos podem causar deslocamento de populações, escassez de água potável e saneamento inadequado, criando condições propícias para a propagação de doenças. Por exemplo, o risco de cólera, uma doença diarreica causada por uma bactéria, aumenta após as inundações, pois a água contaminada pode entrar em contato com fontes de água potável.

    Um terceiro mecanismo é a alteração das condições ambientais, como a umidade, a precipitação e a vegetação. Essas condições podem influenciar o ciclo de vida e a transmissão dos patógenos. Por exemplo, o derretimento do permafrost, uma camada de solo permanentemente congelada nas regiões polares, pode liberar patógenos antigos que estavam adormecidos no gelo. Em 2016, um surto de antraz na Sibéria foi atribuído à liberação de esporos da bactéria que causa a doença a partir do permafrost derretido.

    Os pesquisadores alertam que é urgente tomar medidas para mitigar os efeitos da mudança climática na saúde humana. Eles sugerem que é preciso fortalecer os sistemas de vigilância e resposta às doenças infecciosas, bem como promover a adaptação e a resiliência das comunidades vulneráveis. Além disso, eles defendem que é necessário reduzir as emissões de gases de efeito estufa e buscar soluções sustentáveis para o desenvolvimento econômico e social.

    Fonte: Link.