Categoria: Meio Ambiente

  • Neve cai em São Joaquim, no Planalto Sul Catarinense

    Neve cai em São Joaquim, no Planalto Sul Catarinense

    A MetSul Meteorologia divulgou um vídeo no Twitter que mostra a queda de neve em São Joaquim, no Planalto Sul Catarinense, na madrugada desta sexta-feira.

    O fenômeno raro e atrativo ocorreu no distrito do Cruzeiro, a 1.500 metros de altitude.

    O vídeo foi feito por Caio Souza, que registrou vários momentos da neve caindo sobre a paisagem. Segundo a MetSul, a neve foi provocada por uma massa de ar frio e úmido que atingiu a região.

    São Joaquim é uma das cidades mais frias do Brasil e costuma registrar temperaturas baixas no inverno. A última vez que nevou na cidade foi em agosto de 2020.

    O fenômeno raro e atrativo ocorreu no distrito do Cruzeiro, a 1.500 metros de altitude.

    O vídeo foi feito por Caio Souza, que registrou vários momentos da neve caindo sobre a paisagem. Segundo a MetSul, a neve foi provocada por uma massa de ar frio e úmido que atingiu a região.

    São Joaquim é uma das cidades mais frias do Brasil e costuma registrar temperaturas baixas no inverno. A última vez que nevou na cidade foi em agosto de 2020.

  • Mordidas de cães: o que o clima tem a ver com isso e como se proteger

    Mordidas de cães: o que o clima tem a ver com isso e como se proteger

    Você sabia que o clima pode influenciar o risco de ser mordido por um cachorro? Um estudo recente descobriu que a incidência de mordidas de cães aumenta com a temperatura, a poluição por ozônio e a radiação ultravioleta.

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    Esses fatores podem afetar o eixo HPA, o sistema de resposta ao estresse do cérebro, e a dopamina, um hormônio envolvido no comportamento impulsivo e recompensador. Isso pode tornar os cães mais irritados, ansiosos e agressivos.

    Mas o clima não é o único culpado. O comportamento humano também pode influenciar a agressividade dos cães, por isso é importante aprender a ler os sinais de alerta dos cães e evitar provocações. Alguns exemplos são: não se aproximar de um cão desconhecido, não olhar nos olhos de um cão, não tocar na cabeça ou na cauda de um cão, não incomodar um cão que está comendo ou dormindo, e não correr ou gritar perto de um cão.

    O estudo analisou 69.525 casos de mordidas de cães em oito cidades dos EUA e foi conduzido por pesquisadores da Harvard Medical School e do Spaulding Rehabilitation Hospital. Os resultados foram publicados na revista Scientific Reports e podem ajudar a prevenir acidentes e melhorar a saúde pública e animal.

    Se você quiser saber mais sobre o assunto, você pode ler o artigo completo aqui.

    Espero que você tenha gostado deste post e que tenha aprendido algo novo. Se você tem alguma dúvida ou comentário, deixe abaixo. E se você gosta de conteúdo sobre animais, saúde e meio ambiente, siga o nosso blog para receber mais novidades. Até a próxima! ????

    via GIPHY

    Esses fatores podem afetar o eixo HPA, o sistema de resposta ao estresse do cérebro, e a dopamina, um hormônio envolvido no comportamento impulsivo e recompensador. Isso pode tornar os cães mais irritados, ansiosos e agressivos.

    Mas o clima não é o único culpado. O comportamento humano também pode influenciar a agressividade dos cães, por isso é importante aprender a ler os sinais de alerta dos cães e evitar provocações. Alguns exemplos são: não se aproximar de um cão desconhecido, não olhar nos olhos de um cão, não tocar na cabeça ou na cauda de um cão, não incomodar um cão que está comendo ou dormindo, e não correr ou gritar perto de um cão.

    O estudo analisou 69.525 casos de mordidas de cães em oito cidades dos EUA e foi conduzido por pesquisadores da Harvard Medical School e do Spaulding Rehabilitation Hospital. Os resultados foram publicados na revista Scientific Reports e podem ajudar a prevenir acidentes e melhorar a saúde pública e animal.

    Se você quiser saber mais sobre o assunto, você pode ler o artigo completo aqui.

    Espero que você tenha gostado deste post e que tenha aprendido algo novo. Se você tem alguma dúvida ou comentário, deixe abaixo. E se você gosta de conteúdo sobre animais, saúde e meio ambiente, siga o nosso blog para receber mais novidades. Até a próxima! ????

  • Novo ciclone extratropical atinge o Sul do Brasil e causa estragos

    Novo ciclone extratropical atinge o Sul do Brasil e causa estragos

    Na última terça-feira, 11 de julho, um ciclone extratropical se formou na região Sul do Brasil e trouxe ventos fortes, chuvas intensas e queda de temperatura para os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná.

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    O fenômeno meteorológico causou uma morte em Santa Catarina, onde um homem foi atingido por uma árvore, e deixou mais de 250 mil pessoas sem energia elétrica nos três estados.

    Os ventos chegaram a ultrapassar 120 km/h em algumas cidades, como Florianópolis, Porto Alegre e Curitiba, e provocaram danos em casas, prédios, postes, árvores e veículos. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta vermelho para vendavais e risco de enxurradas, alagamentos e deslizamentos de terra nas áreas mais afetadas.

    Segundo a Defesa Civil Nacional, os ventos desse novo ciclone devem ser iguais ou até superiores aos que atingiram o Rio Grande do Sul em junho deste ano, quando diversas cidades registraram estragos e nove pessoas morreram. O órgão orientou a população a evitar sair de casa durante o temporal e a procurar abrigo em locais seguros.

    O ciclone extratropical é um sistema de baixa pressão atmosférica que se forma no oceano e se desloca para o continente, trazendo ar frio e úmido. Ele se diferencia do ciclone tropical, que ocorre em regiões de clima quente e úmido, como o Nordeste do Brasil. O ciclone extratropical costuma ocorrer no inverno e pode provocar neve nas áreas mais elevadas do Sul do país.

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    O fenômeno meteorológico causou uma morte em Santa Catarina, onde um homem foi atingido por uma árvore, e deixou mais de 250 mil pessoas sem energia elétrica nos três estados.

    Os ventos chegaram a ultrapassar 120 km/h em algumas cidades, como Florianópolis, Porto Alegre e Curitiba, e provocaram danos em casas, prédios, postes, árvores e veículos. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta vermelho para vendavais e risco de enxurradas, alagamentos e deslizamentos de terra nas áreas mais afetadas.

    Segundo a Defesa Civil Nacional, os ventos desse novo ciclone devem ser iguais ou até superiores aos que atingiram o Rio Grande do Sul em junho deste ano, quando diversas cidades registraram estragos e nove pessoas morreram. O órgão orientou a população a evitar sair de casa durante o temporal e a procurar abrigo em locais seguros.

    O ciclone extratropical é um sistema de baixa pressão atmosférica que se forma no oceano e se desloca para o continente, trazendo ar frio e úmido. Ele se diferencia do ciclone tropical, que ocorre em regiões de clima quente e úmido, como o Nordeste do Brasil. O ciclone extratropical costuma ocorrer no inverno e pode provocar neve nas áreas mais elevadas do Sul do país.

  • Ciclone extratropical: o que é, como se forma e quais são os seus efeitos no Brasil

    Ciclone extratropical: o que é, como se forma e quais são os seus efeitos no Brasil

    Um ciclone extratropical é o nome de um fenômeno meteorológico que está causando fortes chuvas e ventos em parte do Brasil nesta semana.

    Um ciclone extratropical é um tipo de ciclone, ou seja, um sistema de baixa pressão atmosférica que gira em torno de um centro. Ele se forma fora das regiões tropicais, geralmente entre o Rio Grande do Sul e Argentina e Uruguai, e obtém sua energia das diferenças de temperatura e de ponto de orvalho entre as massas de ar. Ele gira em sentido horário no Hemisfério Sul e pode causar chuvas, ventania, granizo, geada e maré de tempestade.

    O ciclone extratropical que está atuando no Brasil se formou entre os estados de Santa Catarina e São Paulo, próximo à costa atlântica. Ele está afetando principalmente os estados de Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, com os efeitos mais fortes entre 12 e 13 de julho. A previsão é de que o vento alcance 100 km/h no sul do país e as ondas cheguem a quatro metros de altura no litoral. Há risco de alagamentos, deslizamentos, enxurradas e danos na rede elétrica.

    Por isso, é importante seguir as recomendações da Defesa Civil e evitar atividades marítimas. Se você mora em uma das regiões afetadas pelo ciclone extratropical, fique atento aos alertas meteorológicos e procure um abrigo seguro em caso de emergência.

    Um ciclone extratropical é um tipo de ciclone, ou seja, um sistema de baixa pressão atmosférica que gira em torno de um centro. Ele se forma fora das regiões tropicais, geralmente entre o Rio Grande do Sul e Argentina e Uruguai, e obtém sua energia das diferenças de temperatura e de ponto de orvalho entre as massas de ar. Ele gira em sentido horário no Hemisfério Sul e pode causar chuvas, ventania, granizo, geada e maré de tempestade.

    O ciclone extratropical que está atuando no Brasil se formou entre os estados de Santa Catarina e São Paulo, próximo à costa atlântica. Ele está afetando principalmente os estados de Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, com os efeitos mais fortes entre 12 e 13 de julho. A previsão é de que o vento alcance 100 km/h no sul do país e as ondas cheguem a quatro metros de altura no litoral. Há risco de alagamentos, deslizamentos, enxurradas e danos na rede elétrica.

    Por isso, é importante seguir as recomendações da Defesa Civil e evitar atividades marítimas. Se você mora em uma das regiões afetadas pelo ciclone extratropical, fique atento aos alertas meteorológicos e procure um abrigo seguro em caso de emergência.

  • Estudo revela que avanço da agricultura elevou o lençol freático e ampliou as áreas alagadas na América do Sul

    Estudo revela que avanço da agricultura elevou o lençol freático e ampliou as áreas alagadas na América do Sul

    Um novo estudo publicado na revista Science mostra como a expansão da agricultura de sequeiro nas planícies da América do Sul nos últimos 40 anos provocou mudanças hidrológicas que dobraram a área inundada e aumentaram a sensibilidade às chuvas nessa região.

    Os pesquisadores usaram dados de sensoriamento remoto, monitoramento de águas subterrâneas e estudos de campo para analisar as tendências e os mecanismos das alterações hidrológicas associadas à substituição de vegetação nativa e pastagens por culturas anuais, principalmente soja.

    Eles descobriram que a agricultura de sequeiro reduziu a profundidade das raízes das plantas e a evapotranspiração, causando elevação do nível do lençol freático e redução da drenagem profunda, especialmente em regiões planas e estagnadas hidrologicamente. Esses fatores tornaram o solo mais saturado e propenso a alagamentos durante períodos úmidos, mesmo sem aumento significativo das precipitações.

    O estudo também mostrou que as áreas recém-inundadas se expandiram progressivamente para regiões mais secas e quentes, afetando tanto os ecossistemas naturais quanto os sistemas agrícolas. Os autores alertam para os possíveis impactos negativos das mudanças hidrológicas para a infraestrutura rural, o clima e o meio ambiente, além dos desafios e oportunidades para a gestão da terra e da água.

    Os autores sugerem que soluções baseadas na vegetação e no uso racional dos recursos hídricos podem ajudar a mitigar os riscos de inundações e a promover uma agricultura mais sustentável nas planícies da América do Sul. Eles também destacam que os resultados do estudo podem contribuir para o entendimento das mudanças hidrológicas em outras regiões do mundo com características similares, como as planícies da Ucrânia ou do Canadá.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores usaram dados de sensoriamento remoto, monitoramento de águas subterrâneas e estudos de campo para analisar as tendências e os mecanismos das alterações hidrológicas associadas à substituição de vegetação nativa e pastagens por culturas anuais, principalmente soja.

    Eles descobriram que a agricultura de sequeiro reduziu a profundidade das raízes das plantas e a evapotranspiração, causando elevação do nível do lençol freático e redução da drenagem profunda, especialmente em regiões planas e estagnadas hidrologicamente. Esses fatores tornaram o solo mais saturado e propenso a alagamentos durante períodos úmidos, mesmo sem aumento significativo das precipitações.

    O estudo também mostrou que as áreas recém-inundadas se expandiram progressivamente para regiões mais secas e quentes, afetando tanto os ecossistemas naturais quanto os sistemas agrícolas. Os autores alertam para os possíveis impactos negativos das mudanças hidrológicas para a infraestrutura rural, o clima e o meio ambiente, além dos desafios e oportunidades para a gestão da terra e da água.

    Os autores sugerem que soluções baseadas na vegetação e no uso racional dos recursos hídricos podem ajudar a mitigar os riscos de inundações e a promover uma agricultura mais sustentável nas planícies da América do Sul. Eles também destacam que os resultados do estudo podem contribuir para o entendimento das mudanças hidrológicas em outras regiões do mundo com características similares, como as planícies da Ucrânia ou do Canadá.

    Fonte: Link.

  • ESG: o que é e por que é importante para as empresas e os investidores

    ESG: o que é e por que é importante para as empresas e os investidores

    ESG é uma sigla em inglês que significa Environmental, Social and Governance, ou seja, Ambiental, Social e Governança.

    Ela se refere a um conjunto de critérios que avaliam as práticas sustentáveis de uma empresa em relação ao meio ambiente, à sociedade e à sua própria gestão.

    O conceito de ESG surgiu em 2004, em uma publicação do Pacto Global em parceria com o Banco Mundial, chamada Who Cares Wins. A ideia era mostrar como a integração de fatores ambientais, sociais e de governança no mercado de capitais poderia gerar benefícios tanto para as empresas quanto para os investidores e a sociedade.

    Desde então, o ESG vem ganhando cada vez mais relevância no mundo dos negócios, especialmente com a crescente preocupação com as mudanças climáticas, os direitos humanos, a diversidade, a ética e a transparência. Segundo um relatório da PwC, até 2025, 57% dos ativos de fundos mútuos na Europa estarão em fundos que consideram os critérios ESG. No Brasil, fundos ESG captaram R$ 2,5 bilhões em 2020.

    Mas o que significa, na prática, adotar o ESG? Quais são os benefícios e os desafios dessa abordagem? E como os investidores podem identificar e apoiar as empresas que seguem esses princípios?

    O que significa cada letra do ESG

    O ESG é composto por três pilares: ambiental, social e governança. Cada um deles engloba uma série de aspectos que podem ser medidos e comparados entre as empresas. Veja alguns exemplos:

    • Ambiental: diz respeito ao impacto da empresa sobre o meio ambiente e os recursos naturais. Inclui questões como emissão de gases de efeito estufa, uso de energia renovável, gestão de resíduos, preservação da biodiversidade, entre outras.

    • Social: diz respeito ao relacionamento da empresa com seus funcionários, clientes, fornecedores, comunidades e sociedade em geral. Inclui questões como saúde e segurança no trabalho, diversidade e inclusão, direitos humanos, satisfação do consumidor, responsabilidade social corporativa, entre outras.

    • Governança: diz respeito à forma como a empresa é administrada e aos mecanismos de controle e transparência que ela possui. Inclui questões como estrutura acionária, composição do conselho de administração, remuneração dos executivos, combate à corrupção e lavagem de dinheiro, proteção de dados e privacidade, entre outras.

    Por que o ESG é importante para as empresas

    As empresas que adotam o ESG podem obter uma série de vantagens competitivas no mercado. Algumas delas são:

    • Redução de custos: ao implementar medidas de eficiência energética, reciclagem, reaproveitamento de materiais e redução de desperdícios, as empresas podem economizar recursos financeiros e naturais.

    • Aumento de receitas: ao oferecer produtos e serviços que atendem às demandas dos consumidores por sustentabilidade, qualidade e responsabilidade social, as empresas podem ampliar seu mercado e fidelizar seus clientes.

    • Melhoria da reputação: ao demonstrar compromisso com o meio ambiente, a sociedade e a ética, as empresas podem melhorar sua imagem perante os stakeholders (partes interessadas) e se diferenciar da concorrência.

    • Atração e retenção de talentos: ao promover um ambiente de trabalho saudável, diverso e inclusivo, as empresas podem atrair e reter profissionais qualificados e engajados com sua missão e valores.

    • Acesso a capital: ao seguir os critérios ESG, as empresas podem atrair investidores que buscam rentabilidade aliada à sustentabilidade. Além disso, elas podem ter acesso a linhas de crédito e financiamento mais vantajosas, como os chamados green bonds (títulos verdes) e social bonds (títulos sociais).

    • Mitigação de riscos: ao adotar boas práticas de governança, compliance e gestão de riscos, as empresas podem evitar multas, sanções, processos judiciais e crises reputacionais que podem afetar seu desempenho e sua continuidade.

    Por que o ESG é importante para os investidores

    Os investidores que consideram o ESG em suas decisões podem obter uma série de benefícios. Alguns deles são:

    • Melhor avaliação das empresas: ao analisar os aspectos ambientais, sociais e de governança das empresas, além dos aspectos financeiros, os investidores podem ter uma visão mais ampla e profunda sobre o potencial e os riscos de cada negócio.

    • Maior alinhamento com os valores pessoais: ao escolher empresas que seguem os princípios ESG, os investidores podem investir de acordo com seus valores pessoais e contribuir para um mundo mais sustentável e justo.

    • Maior diversificação da carteira: ao incluir empresas de diferentes setores e regiões que adotam o ESG, os investidores podem reduzir a exposição a riscos específicos e aumentar as chances de obter retornos consistentes no longo prazo.

    Como investir em ESG

    Existem diferentes formas de investir em ESG. Algumas delas são:

    • Investir diretamente em ações de empresas que seguem os critérios ESG. Para isso, é preciso fazer uma pesquisa sobre as práticas e os resultados dessas empresas, bem como sobre o seu desempenho financeiro e sua perspectiva de crescimento. Existem diversas fontes de informação disponíveis, como relatórios anuais, balanços, demonstrações financeiras, relatórios de sustentabilidade, entre outras.

    • Investir indiretamente em fundos de investimento que seguem os critérios ESG. Para isso, é preciso verificar a política de investimento do fundo, a composição da carteira, o histórico de rentabilidade e risco, as taxas cobradas, entre outras informações. Existem diversos tipos de fundos ESG, como fundos de ações, fundos multimercado, fundos imobiliários, entre outros.

    • Investir em índices ESG. Para isso, é preciso comprar cotas de fundos de índice (ETFs) que replicam o desempenho de índices compostos por empresas que seguem os critérios ESG. Existem diversos índices ESG no mundo, como o Dow Jones Sustainability Index (DJSI), o FTSE4Good Index Series, o MSCI ESG Indexes, entre outros. No Brasil, existem índices como o ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial), o ICO2 (Índice Carbono Eficiente) e o S&P/B3 Brasil ESG.

    O ESG é um conceito que veio para ficar no mercado financeiro e no mundo corporativo. As empresas que adotam as práticas ambientais, sociais e de governança podem se tornar mais competitivas, rentáveis e resilientes. Os investidores que consideram esses critérios podem ter mais segurança, rentabilidade e satisfação em seus investimentos.

    Ela se refere a um conjunto de critérios que avaliam as práticas sustentáveis de uma empresa em relação ao meio ambiente, à sociedade e à sua própria gestão.

    O conceito de ESG surgiu em 2004, em uma publicação do Pacto Global em parceria com o Banco Mundial, chamada Who Cares Wins. A ideia era mostrar como a integração de fatores ambientais, sociais e de governança no mercado de capitais poderia gerar benefícios tanto para as empresas quanto para os investidores e a sociedade.

    Desde então, o ESG vem ganhando cada vez mais relevância no mundo dos negócios, especialmente com a crescente preocupação com as mudanças climáticas, os direitos humanos, a diversidade, a ética e a transparência. Segundo um relatório da PwC, até 2025, 57% dos ativos de fundos mútuos na Europa estarão em fundos que consideram os critérios ESG. No Brasil, fundos ESG captaram R$ 2,5 bilhões em 2020.

    Mas o que significa, na prática, adotar o ESG? Quais são os benefícios e os desafios dessa abordagem? E como os investidores podem identificar e apoiar as empresas que seguem esses princípios?

    O que significa cada letra do ESG

    O ESG é composto por três pilares: ambiental, social e governança. Cada um deles engloba uma série de aspectos que podem ser medidos e comparados entre as empresas. Veja alguns exemplos:

    • Ambiental: diz respeito ao impacto da empresa sobre o meio ambiente e os recursos naturais. Inclui questões como emissão de gases de efeito estufa, uso de energia renovável, gestão de resíduos, preservação da biodiversidade, entre outras.

    • Social: diz respeito ao relacionamento da empresa com seus funcionários, clientes, fornecedores, comunidades e sociedade em geral. Inclui questões como saúde e segurança no trabalho, diversidade e inclusão, direitos humanos, satisfação do consumidor, responsabilidade social corporativa, entre outras.

    • Governança: diz respeito à forma como a empresa é administrada e aos mecanismos de controle e transparência que ela possui. Inclui questões como estrutura acionária, composição do conselho de administração, remuneração dos executivos, combate à corrupção e lavagem de dinheiro, proteção de dados e privacidade, entre outras.

    Por que o ESG é importante para as empresas

    As empresas que adotam o ESG podem obter uma série de vantagens competitivas no mercado. Algumas delas são:

    • Redução de custos: ao implementar medidas de eficiência energética, reciclagem, reaproveitamento de materiais e redução de desperdícios, as empresas podem economizar recursos financeiros e naturais.

    • Aumento de receitas: ao oferecer produtos e serviços que atendem às demandas dos consumidores por sustentabilidade, qualidade e responsabilidade social, as empresas podem ampliar seu mercado e fidelizar seus clientes.

    • Melhoria da reputação: ao demonstrar compromisso com o meio ambiente, a sociedade e a ética, as empresas podem melhorar sua imagem perante os stakeholders (partes interessadas) e se diferenciar da concorrência.

    • Atração e retenção de talentos: ao promover um ambiente de trabalho saudável, diverso e inclusivo, as empresas podem atrair e reter profissionais qualificados e engajados com sua missão e valores.

    • Acesso a capital: ao seguir os critérios ESG, as empresas podem atrair investidores que buscam rentabilidade aliada à sustentabilidade. Além disso, elas podem ter acesso a linhas de crédito e financiamento mais vantajosas, como os chamados green bonds (títulos verdes) e social bonds (títulos sociais).

    • Mitigação de riscos: ao adotar boas práticas de governança, compliance e gestão de riscos, as empresas podem evitar multas, sanções, processos judiciais e crises reputacionais que podem afetar seu desempenho e sua continuidade.

    Por que o ESG é importante para os investidores

    Os investidores que consideram o ESG em suas decisões podem obter uma série de benefícios. Alguns deles são:

    • Melhor avaliação das empresas: ao analisar os aspectos ambientais, sociais e de governança das empresas, além dos aspectos financeiros, os investidores podem ter uma visão mais ampla e profunda sobre o potencial e os riscos de cada negócio.

    • Maior alinhamento com os valores pessoais: ao escolher empresas que seguem os princípios ESG, os investidores podem investir de acordo com seus valores pessoais e contribuir para um mundo mais sustentável e justo.

    • Maior diversificação da carteira: ao incluir empresas de diferentes setores e regiões que adotam o ESG, os investidores podem reduzir a exposição a riscos específicos e aumentar as chances de obter retornos consistentes no longo prazo.

    Como investir em ESG

    Existem diferentes formas de investir em ESG. Algumas delas são:

    • Investir diretamente em ações de empresas que seguem os critérios ESG. Para isso, é preciso fazer uma pesquisa sobre as práticas e os resultados dessas empresas, bem como sobre o seu desempenho financeiro e sua perspectiva de crescimento. Existem diversas fontes de informação disponíveis, como relatórios anuais, balanços, demonstrações financeiras, relatórios de sustentabilidade, entre outras.

    • Investir indiretamente em fundos de investimento que seguem os critérios ESG. Para isso, é preciso verificar a política de investimento do fundo, a composição da carteira, o histórico de rentabilidade e risco, as taxas cobradas, entre outras informações. Existem diversos tipos de fundos ESG, como fundos de ações, fundos multimercado, fundos imobiliários, entre outros.

    • Investir em índices ESG. Para isso, é preciso comprar cotas de fundos de índice (ETFs) que replicam o desempenho de índices compostos por empresas que seguem os critérios ESG. Existem diversos índices ESG no mundo, como o Dow Jones Sustainability Index (DJSI), o FTSE4Good Index Series, o MSCI ESG Indexes, entre outros. No Brasil, existem índices como o ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial), o ICO2 (Índice Carbono Eficiente) e o S&P/B3 Brasil ESG.

    O ESG é um conceito que veio para ficar no mercado financeiro e no mundo corporativo. As empresas que adotam as práticas ambientais, sociais e de governança podem se tornar mais competitivas, rentáveis e resilientes. Os investidores que consideram esses critérios podem ter mais segurança, rentabilidade e satisfação em seus investimentos.

  • Ciclones tropicais: como se formam as tempestades mais poderosas da natureza

    Ciclones tropicais: como se formam as tempestades mais poderosas da natureza

    Ciclones tropicais são sistemas de tempestades que se originam em zonas de baixa pressão atmosférica sobre os oceanos tropicais ou subtropicais.

    Eles são caracterizados por um centro de baixa pressão cercado por nuvens e trovoadas que produzem ventos fortes e chuvas intensas. Os ciclones tropicais se alimentam do calor liberado quando o ar úmido sobe e se condensa, formando nuvens.

    Os ciclones tropicais podem causar diversos impactos nas áreas costeiras e no interior, como danos materiais, inundações, deslizamentos de terra, ondas altas e erosão. Eles também podem aliviar a seca e transportar calor e energia para fora dos trópicos, contribuindo para a circulação atmosférica global.

    Para se formar um ciclone tropical, são necessárias algumas condições favoráveis, como:

    • Água do mar com temperatura superior a 26°C até uma profundidade de pelo menos 50 metros;

    • Umidade relativa do ar elevada nas camadas baixas e médias da atmosfera;

    • Distúrbios de baixa pressão pré-existentes, como ondas tropicais ou depressões;

    • Força de Coriolis suficiente para induzir a rotação do sistema;

    • Ausência de ventos fortes em altitudes diferentes, que podem dispersar o sistema.

    Os ciclones tropicais podem se intensificar e atingir diferentes categorias, de acordo com a velocidade dos ventos. No Brasil, eles recebem nomes diferentes conforme o tipo e a intensidade:

    • Depressão tropical: ventos entre 63 e 118 km/h;

    • Tempestade tropical: ventos entre 119 e 153 km/h;

    • Furacão: ventos acima de 154 km/h;

    • Ciclone subtropical: sistema híbrido entre ciclone tropical e extratropical, com ventos entre 63 e 118 km/h;

    • Ciclone extratropical: sistema de baixa pressão que se forma em latitudes médias ou altas, com ventos entre 63 e 118 km/h.

    Os ciclones tropicais são monitorados por centros meteorológicos especializados, que emitem alertas e previsões sobre sua trajetória e intensidade. Algumas medidas de prevenção e proteção podem ser adotadas pelas autoridades e pela população para reduzir os riscos e os danos causados por esses fenômenos.

    Eles são caracterizados por um centro de baixa pressão cercado por nuvens e trovoadas que produzem ventos fortes e chuvas intensas. Os ciclones tropicais se alimentam do calor liberado quando o ar úmido sobe e se condensa, formando nuvens.

    Os ciclones tropicais podem causar diversos impactos nas áreas costeiras e no interior, como danos materiais, inundações, deslizamentos de terra, ondas altas e erosão. Eles também podem aliviar a seca e transportar calor e energia para fora dos trópicos, contribuindo para a circulação atmosférica global.

    Para se formar um ciclone tropical, são necessárias algumas condições favoráveis, como:

    • Água do mar com temperatura superior a 26°C até uma profundidade de pelo menos 50 metros;

    • Umidade relativa do ar elevada nas camadas baixas e médias da atmosfera;

    • Distúrbios de baixa pressão pré-existentes, como ondas tropicais ou depressões;

    • Força de Coriolis suficiente para induzir a rotação do sistema;

    • Ausência de ventos fortes em altitudes diferentes, que podem dispersar o sistema.

    Os ciclones tropicais podem se intensificar e atingir diferentes categorias, de acordo com a velocidade dos ventos. No Brasil, eles recebem nomes diferentes conforme o tipo e a intensidade:

    • Depressão tropical: ventos entre 63 e 118 km/h;

    • Tempestade tropical: ventos entre 119 e 153 km/h;

    • Furacão: ventos acima de 154 km/h;

    • Ciclone subtropical: sistema híbrido entre ciclone tropical e extratropical, com ventos entre 63 e 118 km/h;

    • Ciclone extratropical: sistema de baixa pressão que se forma em latitudes médias ou altas, com ventos entre 63 e 118 km/h.

    Os ciclones tropicais são monitorados por centros meteorológicos especializados, que emitem alertas e previsões sobre sua trajetória e intensidade. Algumas medidas de prevenção e proteção podem ser adotadas pelas autoridades e pela população para reduzir os riscos e os danos causados por esses fenômenos.

  • Como uma árvore da Amazônia pode substituir o mercúrio na mineração do ouro

    Como uma árvore da Amazônia pode substituir o mercúrio na mineração do ouro

    Você sabia que uma árvore da Amazônia pode ajudar a extrair ouro de forma mais sustentável? É o que está sendo testado pela Embrapa Florestas, em parceria com outras instituições de pesquisa e ensino.

    Eles estão avaliando a eficiência de quatro compostos extraídos de folhas do pau-de-balsa (Ochroma pyramidale) em substituição ao uso de mercúrio na mineração do ouro.

    O mercúrio é um metal altamente tóxico que é usado para separar o ouro de outros minerais presentes nos resíduos de mineração. Porém, esse processo gera graves impactos ambientais e à saúde humana, pois o mercúrio se acumula na cadeia alimentar e pode causar danos ao sistema nervoso, renal e reprodutivo.

    O pau-de-balsa é uma espécie nativa da Amazônia, cuja seiva é usada por mineradores artesanais na Colômbia para separar ouro de forma artesanal. A Embrapa Florestas identificou quatro compostos presentes nas folhas da árvore que têm potencial para fazer o mesmo trabalho que o mercúrio, mas de forma mais ecológica.

    Os compostos serão testados em um garimpo em Peixoto de Azevedo, em Mato Grosso, para verificar sua eficácia e competitividade com o metal. Caso os resultados sejam promissores, a ideia é reflorestar áreas usadas por garimpo com o pau-de-balsa para estimular a exploração mais sustentável do ouro.

    Segundo a química Marina Morales, responsável pelo estudo, o objetivo do projeto é obter um composto que possa ser usado por pequenas empresas mineradoras – e não apenas em garimpos artesanais. Ela afirma que essa é uma forma de contribuir para a redução do uso de mercúrio na mineração do ouro e para a preservação da biodiversidade da Amazônia.

    Fonte: Link.

    Eles estão avaliando a eficiência de quatro compostos extraídos de folhas do pau-de-balsa (Ochroma pyramidale) em substituição ao uso de mercúrio na mineração do ouro.

    O mercúrio é um metal altamente tóxico que é usado para separar o ouro de outros minerais presentes nos resíduos de mineração. Porém, esse processo gera graves impactos ambientais e à saúde humana, pois o mercúrio se acumula na cadeia alimentar e pode causar danos ao sistema nervoso, renal e reprodutivo.

    O pau-de-balsa é uma espécie nativa da Amazônia, cuja seiva é usada por mineradores artesanais na Colômbia para separar ouro de forma artesanal. A Embrapa Florestas identificou quatro compostos presentes nas folhas da árvore que têm potencial para fazer o mesmo trabalho que o mercúrio, mas de forma mais ecológica.

    Os compostos serão testados em um garimpo em Peixoto de Azevedo, em Mato Grosso, para verificar sua eficácia e competitividade com o metal. Caso os resultados sejam promissores, a ideia é reflorestar áreas usadas por garimpo com o pau-de-balsa para estimular a exploração mais sustentável do ouro.

    Segundo a química Marina Morales, responsável pelo estudo, o objetivo do projeto é obter um composto que possa ser usado por pequenas empresas mineradoras – e não apenas em garimpos artesanais. Ela afirma que essa é uma forma de contribuir para a redução do uso de mercúrio na mineração do ouro e para a preservação da biodiversidade da Amazônia.

    Fonte: Link.

  • Como ocorrem os terremotos no Brasil e quais são as chances de um desastre natural

    Como ocorrem os terremotos no Brasil e quais são as chances de um desastre natural

    Terremotos são fenômenos naturais que ocorrem quando há movimentação das placas tectônicas que formam a crosta terrestre. Eles podem causar destruição, mortes e pânico, dependendo da intensidade e da localização do epicentro, que é o ponto onde o tremor é mais forte.

    O Brasil está localizado no centro da placa sul-americana, que se move lentamente sobre o manto terrestre. Por isso, o país não sofre com terremotos de grande magnitude, como os que ocorrem em países como Japão, Chile e México, que estão na borda de placas tectônicas.

    No entanto, isso não significa que o Brasil esteja livre de tremores de terra. Eles podem acontecer por causa de falhas geológicas, que são fraturas ou fissuras nas rochas que compõem a placa. Essas falhas podem se movimentar e liberar energia, gerando abalos sísmicos.

    Os terremotos no Brasil são mais frequentes e intensos na região Nordeste, especialmente nos estados do Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Isso se deve à geologia da região, que é formada por fragmentos de rochas antigas com várias falhas.

    O maior terremoto registrado no Brasil ocorreu em 1955, na cidade de João Câmara, no Rio Grande do Norte. Ele teve magnitude 6,3 na escala Richter e causou danos em edifícios e estradas. Outros terremotos significativos foram registrados em Sobral (CE), em 1980, com magnitude 5,2; em Montes Claros (MG), em 1955, com magnitude 5; e em Itacarambi (MG), em 2007, com magnitude 4,9.

    Nesta sexta-feira (16), um terremoto de magnitude 4 foi sentido por moradores do litoral de São Paulo e do Vale do Ribeira. O epicentro foi localizado nas cidades de Miracatu e Iguape, no interior do estado. Apesar do susto, não houve relatos de vítimas ou danos materiais.

    Mas afinal, quais as chances de um terremoto fatal atingir o Brasil? Segundo os especialistas, elas são muito baixas, mas não nulas. O Brasil não está imune a eventos sísmicos extremos, mas eles são muito raros e improváveis.

    Para se ter uma ideia, a probabilidade de um terremoto de magnitude 8 ou maior ocorrer no Brasil é de uma vez a cada 10 mil anos. Já a probabilidade de um terremoto de magnitude 6 ou maior ocorrer no Brasil é de uma vez a cada 100 anos.

    Portanto, não há motivo para pânico ou alarmismo. O Brasil é um país relativamente seguro em relação aos terremotos. No entanto, é importante estar atento aos sinais de alerta e às orientações das autoridades em caso de emergência.

    O Brasil está localizado no centro da placa sul-americana, que se move lentamente sobre o manto terrestre. Por isso, o país não sofre com terremotos de grande magnitude, como os que ocorrem em países como Japão, Chile e México, que estão na borda de placas tectônicas.

    No entanto, isso não significa que o Brasil esteja livre de tremores de terra. Eles podem acontecer por causa de falhas geológicas, que são fraturas ou fissuras nas rochas que compõem a placa. Essas falhas podem se movimentar e liberar energia, gerando abalos sísmicos.

    Os terremotos no Brasil são mais frequentes e intensos na região Nordeste, especialmente nos estados do Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Isso se deve à geologia da região, que é formada por fragmentos de rochas antigas com várias falhas.

    O maior terremoto registrado no Brasil ocorreu em 1955, na cidade de João Câmara, no Rio Grande do Norte. Ele teve magnitude 6,3 na escala Richter e causou danos em edifícios e estradas. Outros terremotos significativos foram registrados em Sobral (CE), em 1980, com magnitude 5,2; em Montes Claros (MG), em 1955, com magnitude 5; e em Itacarambi (MG), em 2007, com magnitude 4,9.

    Nesta sexta-feira (16), um terremoto de magnitude 4 foi sentido por moradores do litoral de São Paulo e do Vale do Ribeira. O epicentro foi localizado nas cidades de Miracatu e Iguape, no interior do estado. Apesar do susto, não houve relatos de vítimas ou danos materiais.

    Mas afinal, quais as chances de um terremoto fatal atingir o Brasil? Segundo os especialistas, elas são muito baixas, mas não nulas. O Brasil não está imune a eventos sísmicos extremos, mas eles são muito raros e improváveis.

    Para se ter uma ideia, a probabilidade de um terremoto de magnitude 8 ou maior ocorrer no Brasil é de uma vez a cada 10 mil anos. Já a probabilidade de um terremoto de magnitude 6 ou maior ocorrer no Brasil é de uma vez a cada 100 anos.

    Portanto, não há motivo para pânico ou alarmismo. O Brasil é um país relativamente seguro em relação aos terremotos. No entanto, é importante estar atento aos sinais de alerta e às orientações das autoridades em caso de emergência.

  • Ciclone extratropical deixa rastro de destruição no RS com chuva e vento acima de 100 km/h

    Ciclone extratropical deixa rastro de destruição no RS com chuva e vento acima de 100 km/h

    Um ciclone extratropical que se formou no litoral norte de Santa Catarina na quinta-feira (15/6) avançou para o nordeste do Rio Grande do Sul na madrugada de sexta-feira (16/6), causando chuvas intensas e ventos fortes em várias cidades do estado.

    O fenômeno meteorológico aumentou o risco de alagamentos, deslizamentos, enxurradas, destelhamentos, danos nas redes elétricas e quedas de árvores e galhos.

    Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), as rajadas de vento chegaram a 110 km/h em algumas regiões, especialmente na faixa leste do estado. O mar também ficou agitado, com ondas de até 4 metros de altura. O ciclone extratropical é um sistema de baixa pressão atmosférica que se forma no extremo sul do país, entre o Rio Grande do Sul e Argentina e Uruguai, e se caracteriza por ventos mais fracos e duração menor em comparação aos ciclones tropicais.

    Entre os municípios mais afetados pelo ciclone extratropical estão Capão da Canoa, no Litoral Norte, onde o Hospital Santa Luzia ficou inundado pela água que invadiu a unidade até mesmo pelas janelas; Porto Alegre, onde houve alagamentos em diversas vias e bairros; e São Francisco de Paula, na Serra, onde uma ponte foi arrastada pela correnteza do rio.

    O ciclone extratropical também provocou estragos no campo, principalmente em áreas de pequenos e médios agricultores. Houve relatos de erosões, deslizamentos, perda de plantações e morte de animais. As culturas mais atingidas foram as hortaliças, as frutas e as pastagens.

    A Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou que está monitorando a situação e prestando auxílio às famílias afetadas pelo ciclone extratropical. O órgão também emitiu alertas para a população evitar áreas de risco e seguir as orientações das autoridades locais. A previsão é que o tempo melhore no fim de semana, com diminuição da chuva e do vento.

    O fenômeno meteorológico aumentou o risco de alagamentos, deslizamentos, enxurradas, destelhamentos, danos nas redes elétricas e quedas de árvores e galhos.

    Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), as rajadas de vento chegaram a 110 km/h em algumas regiões, especialmente na faixa leste do estado. O mar também ficou agitado, com ondas de até 4 metros de altura. O ciclone extratropical é um sistema de baixa pressão atmosférica que se forma no extremo sul do país, entre o Rio Grande do Sul e Argentina e Uruguai, e se caracteriza por ventos mais fracos e duração menor em comparação aos ciclones tropicais.

    Entre os municípios mais afetados pelo ciclone extratropical estão Capão da Canoa, no Litoral Norte, onde o Hospital Santa Luzia ficou inundado pela água que invadiu a unidade até mesmo pelas janelas; Porto Alegre, onde houve alagamentos em diversas vias e bairros; e São Francisco de Paula, na Serra, onde uma ponte foi arrastada pela correnteza do rio.

    O ciclone extratropical também provocou estragos no campo, principalmente em áreas de pequenos e médios agricultores. Houve relatos de erosões, deslizamentos, perda de plantações e morte de animais. As culturas mais atingidas foram as hortaliças, as frutas e as pastagens.

    A Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou que está monitorando a situação e prestando auxílio às famílias afetadas pelo ciclone extratropical. O órgão também emitiu alertas para a população evitar áreas de risco e seguir as orientações das autoridades locais. A previsão é que o tempo melhore no fim de semana, com diminuição da chuva e do vento.