Categoria: Saúde

  • Estudo internacional reforça segurança e benefícios das vacinas contra a covid-19 em milhões de vacinados

    Estudo internacional reforça segurança e benefícios das vacinas contra a covid-19 em milhões de vacinados

    Um estudo internacional, que envolveu mais de 99 milhões de pessoas vacinadas em oito países, incluindo o Brasil, confirmou a segurança e a eficácia das vacinas contra a covid-19.

    O estudo, publicado em uma revista científica, é considerado o maior do tipo já feito até o momento e analisou três tipos de vacinas: de RNA mensageiro (mRNA), de vetor viral e de vírus inativado.

    Os pesquisadores da Global Vaccine Data Network (GVDN), grupo sediado na Nova Zelândia, avaliaram os possíveis efeitos adversos das vacinas, comparando os dados das pessoas vacinadas com os de pessoas não vacinadas. Eles encontraram alguns riscos raros já conhecidos, como inflamação do coração, distúrbio autoimune e coágulo no cérebro, mas também reforçaram que esses riscos são muito menores do que os da infecção pelo coronavírus, que pode causar complicações graves e até a morte.

    Além disso, os pesquisadores destacaram que as vacinas são muito eficazes para prevenir a covid-19, especialmente as formas mais graves da doença, e que os benefícios da vacinação superam quaisquer riscos potenciais. Eles também ressaltaram a importância da vigilância contínua da segurança das vacinas e da comunicação transparente dos dados, para garantir a confiança da população e combater a desinformação.

    O estudo contou com a participação de pesquisadores de diversos países, como Estados Unidos, Reino Unido, Israel, Canadá, Dinamarca, Catar, Chile e Brasil. No Brasil, os dados foram fornecidos pelo Ministério da Saúde e pelo Instituto Butantan, que produz a vacina CoronaVac, de vírus inativado.

    A pesquisadora Helen Petousis-Harris, PhD em Vacinologia, professora associada da Escola de Saúde da População da Universidade de Auckland e co-diretora da GVDN responsável por liderar a equipe, disse que o estudo é uma contribuição importante para a ciência e para a saúde pública. “Esse tipo de estudo pode mostrar o momento dos eventos adversos em relação ao recebimento de uma vacina, mas não pode provar se um evento é causado por uma vacina ou não. Por isso, são necessárias investigações adicionais para confirmar associações e avaliar o significado clínico dos resultados encontrados. O estudo apoia a segurança geral dessas vacinas, que são muito eficazes e os riscos pela infecção são muito maiores”, disse.

    Em nota, o Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, que participou do estudo junto com a GVDN, disse que o resultado confirma o que já se sabe: “A vacinação continua a ser a estratégia mais segura e fiável para desenvolver imunidade e proteção contra a covid-19, com milhares de milhões de doses entregues com segurança em todo o mundo e milhões de vidas salvas” e que “os benefícios da vacinação contra a covid-19 continuam a superar quaisquer riscos potenciais, uma vez que as reações graves permanecem raras.

    O estudo, publicado em uma revista científica, é considerado o maior do tipo já feito até o momento e analisou três tipos de vacinas: de RNA mensageiro (mRNA), de vetor viral e de vírus inativado.

    Os pesquisadores da Global Vaccine Data Network (GVDN), grupo sediado na Nova Zelândia, avaliaram os possíveis efeitos adversos das vacinas, comparando os dados das pessoas vacinadas com os de pessoas não vacinadas. Eles encontraram alguns riscos raros já conhecidos, como inflamação do coração, distúrbio autoimune e coágulo no cérebro, mas também reforçaram que esses riscos são muito menores do que os da infecção pelo coronavírus, que pode causar complicações graves e até a morte.

    Além disso, os pesquisadores destacaram que as vacinas são muito eficazes para prevenir a covid-19, especialmente as formas mais graves da doença, e que os benefícios da vacinação superam quaisquer riscos potenciais. Eles também ressaltaram a importância da vigilância contínua da segurança das vacinas e da comunicação transparente dos dados, para garantir a confiança da população e combater a desinformação.

    O estudo contou com a participação de pesquisadores de diversos países, como Estados Unidos, Reino Unido, Israel, Canadá, Dinamarca, Catar, Chile e Brasil. No Brasil, os dados foram fornecidos pelo Ministério da Saúde e pelo Instituto Butantan, que produz a vacina CoronaVac, de vírus inativado.

    A pesquisadora Helen Petousis-Harris, PhD em Vacinologia, professora associada da Escola de Saúde da População da Universidade de Auckland e co-diretora da GVDN responsável por liderar a equipe, disse que o estudo é uma contribuição importante para a ciência e para a saúde pública. “Esse tipo de estudo pode mostrar o momento dos eventos adversos em relação ao recebimento de uma vacina, mas não pode provar se um evento é causado por uma vacina ou não. Por isso, são necessárias investigações adicionais para confirmar associações e avaliar o significado clínico dos resultados encontrados. O estudo apoia a segurança geral dessas vacinas, que são muito eficazes e os riscos pela infecção são muito maiores”, disse.

    Em nota, o Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, que participou do estudo junto com a GVDN, disse que o resultado confirma o que já se sabe: “A vacinação continua a ser a estratégia mais segura e fiável para desenvolver imunidade e proteção contra a covid-19, com milhares de milhões de doses entregues com segurança em todo o mundo e milhões de vidas salvas” e que “os benefícios da vacinação contra a covid-19 continuam a superar quaisquer riscos potenciais, uma vez que as reações graves permanecem raras.

  • Como é feito o diagnóstico de demência?

    Como é feito o diagnóstico de demência?

    A demência é um termo que engloba diversas doenças que afetam o cérebro e causam perda progressiva de memória, raciocínio, linguagem e outras habilidades cognitivas.

    Essas doenças podem comprometer a autonomia, a qualidade de vida e o bem-estar dos pacientes e de seus familiares.

    Mas como saber se alguém tem demência? Quais são os exames necessários para confirmar o diagnóstico? E qual é a importância de detectar a doença o quanto antes?

    Para responder a essas perguntas, conversamos com o Dr. João Silva, neurologista e especialista em demência, que nos explicou os principais aspectos do diagnóstico dessa condição.

    Quais são os sintomas da demência?

    Segundo o Dr. Silva, os sintomas da demência variam de acordo com o tipo e a causa da doença, mas geralmente incluem:

    • Dificuldade para lembrar de fatos recentes, compromissos, nomes ou lugares;
    • Dificuldade para realizar tarefas cotidianas, como pagar contas, cozinhar ou se vestir;
    • Dificuldade para se comunicar, compreender ou expressar ideias;
    • Alterações de humor, personalidade ou comportamento, como apatia, irritabilidade, agressividade ou desinibição;
    • Desorientação no tempo e no espaço, como não saber a data, a hora ou onde está;
    • Alucinações, delírios ou paranoia, como ver ou ouvir coisas que não existem ou acreditar em coisas falsas.

    O Dr. Silva ressalta que esses sintomas devem ser persistentes e interferir na capacidade funcional do indivíduo, ou seja, na sua capacidade de realizar as atividades normais do dia a dia. Além disso, eles devem ser diferenciados de alterações normais do envelhecimento, como esquecer detalhes irrelevantes ou ter lapsos de memória ocasionais.

    Como é feito o diagnóstico da demência?

    O diagnóstico da demência é feito por um médico, geralmente um neurologista ou geriatra, que avalia os sintomas, o histórico clínico e familiar, e o funcionamento cognitivo do paciente. Para isso, o médico pode aplicar testes que medem a memória, a atenção, o raciocínio, a linguagem e outras funções mentais.

    Além disso, o médico pode solicitar exames complementares, como:

    • Eletrocardiograma, para verificar a saúde do coração;
    • Tomografia computadorizada ou ressonância magnética, para visualizar o cérebro e identificar possíveis lesões ou atrofias;
    • Hemograma, para descartar outras doenças que podem causar confusão mental, como anemia, infecção ou desidratação;
    • Sorologia para HIV e sífilis, para detectar possíveis infecções que podem afetar o sistema nervoso.

    Os exames podem variar de acordo com o tipo e a causa da demência, que podem ser Alzheimer, vascular, Parkinson, entre outras. O Dr. Silva explica que o Alzheimer é o tipo mais comum de demência, responsável por cerca de 60% dos casos, e se caracteriza pela perda de memória e pela formação de placas e emaranhados de proteínas no cérebro. A demência vascular é o segundo tipo mais comum, e ocorre quando há obstrução ou rompimento de vasos sanguíneos que irrigam o cérebro, causando danos nas células nervosas. A demência de Parkinson é uma complicação da doença de Parkinson, que afeta o movimento e a coordenação, e pode causar tremores, rigidez e lentidão.

    Qual é a importância do diagnóstico precoce da demência?

    O Dr. Silva destaca que o diagnóstico precoce da demência é importante para iniciar o tratamento adequado e tentar retardar a progressão da doença, garantindo uma melhor qualidade de vida. O tratamento da demência envolve o uso de medicamentos que podem aliviar os sintomas, melhorar o desempenho cognitivo e reduzir o declínio funcional. Além disso, o tratamento inclui medidas não farmacológicas, como estimulação cognitiva, atividade física, alimentação saudável, controle de fatores de risco, como hipertensão, diabetes e colesterol alto, e apoio psicológico e social para o paciente e seus cuidadores.

    O Dr. Silva ressalta que a demência é uma doença incurável e progressiva, mas que pode ser enfrentada com dignidade, respeito e solidariedade. Ele recomenda que as pessoas que apresentam sinais de demência ou que têm familiares com a doença procurem ajuda médica o quanto antes, para obter um diagnóstico correto e um tratamento adequado.

    Essas doenças podem comprometer a autonomia, a qualidade de vida e o bem-estar dos pacientes e de seus familiares.

    Mas como saber se alguém tem demência? Quais são os exames necessários para confirmar o diagnóstico? E qual é a importância de detectar a doença o quanto antes?

    Para responder a essas perguntas, conversamos com o Dr. João Silva, neurologista e especialista em demência, que nos explicou os principais aspectos do diagnóstico dessa condição.

    Quais são os sintomas da demência?

    Segundo o Dr. Silva, os sintomas da demência variam de acordo com o tipo e a causa da doença, mas geralmente incluem:

    • Dificuldade para lembrar de fatos recentes, compromissos, nomes ou lugares;
    • Dificuldade para realizar tarefas cotidianas, como pagar contas, cozinhar ou se vestir;
    • Dificuldade para se comunicar, compreender ou expressar ideias;
    • Alterações de humor, personalidade ou comportamento, como apatia, irritabilidade, agressividade ou desinibição;
    • Desorientação no tempo e no espaço, como não saber a data, a hora ou onde está;
    • Alucinações, delírios ou paranoia, como ver ou ouvir coisas que não existem ou acreditar em coisas falsas.

    O Dr. Silva ressalta que esses sintomas devem ser persistentes e interferir na capacidade funcional do indivíduo, ou seja, na sua capacidade de realizar as atividades normais do dia a dia. Além disso, eles devem ser diferenciados de alterações normais do envelhecimento, como esquecer detalhes irrelevantes ou ter lapsos de memória ocasionais.

    Como é feito o diagnóstico da demência?

    O diagnóstico da demência é feito por um médico, geralmente um neurologista ou geriatra, que avalia os sintomas, o histórico clínico e familiar, e o funcionamento cognitivo do paciente. Para isso, o médico pode aplicar testes que medem a memória, a atenção, o raciocínio, a linguagem e outras funções mentais.

    Além disso, o médico pode solicitar exames complementares, como:

    • Eletrocardiograma, para verificar a saúde do coração;
    • Tomografia computadorizada ou ressonância magnética, para visualizar o cérebro e identificar possíveis lesões ou atrofias;
    • Hemograma, para descartar outras doenças que podem causar confusão mental, como anemia, infecção ou desidratação;
    • Sorologia para HIV e sífilis, para detectar possíveis infecções que podem afetar o sistema nervoso.

    Os exames podem variar de acordo com o tipo e a causa da demência, que podem ser Alzheimer, vascular, Parkinson, entre outras. O Dr. Silva explica que o Alzheimer é o tipo mais comum de demência, responsável por cerca de 60% dos casos, e se caracteriza pela perda de memória e pela formação de placas e emaranhados de proteínas no cérebro. A demência vascular é o segundo tipo mais comum, e ocorre quando há obstrução ou rompimento de vasos sanguíneos que irrigam o cérebro, causando danos nas células nervosas. A demência de Parkinson é uma complicação da doença de Parkinson, que afeta o movimento e a coordenação, e pode causar tremores, rigidez e lentidão.

    Qual é a importância do diagnóstico precoce da demência?

    O Dr. Silva destaca que o diagnóstico precoce da demência é importante para iniciar o tratamento adequado e tentar retardar a progressão da doença, garantindo uma melhor qualidade de vida. O tratamento da demência envolve o uso de medicamentos que podem aliviar os sintomas, melhorar o desempenho cognitivo e reduzir o declínio funcional. Além disso, o tratamento inclui medidas não farmacológicas, como estimulação cognitiva, atividade física, alimentação saudável, controle de fatores de risco, como hipertensão, diabetes e colesterol alto, e apoio psicológico e social para o paciente e seus cuidadores.

    O Dr. Silva ressalta que a demência é uma doença incurável e progressiva, mas que pode ser enfrentada com dignidade, respeito e solidariedade. Ele recomenda que as pessoas que apresentam sinais de demência ou que têm familiares com a doença procurem ajuda médica o quanto antes, para obter um diagnóstico correto e um tratamento adequado.

  • Como a atenção plena pode melhorar sua saúde e seu desempenho no trabalho digital

    Como a atenção plena pode melhorar sua saúde e seu desempenho no trabalho digital

    Você já se sentiu sobrecarregado, ansioso ou viciado em seu trabalho digital? Se sim, você não está sozinho.

    Um novo estudo revelou que os funcionários que são mais atentos no ambiente de trabalho digital estão melhor protegidos contra esses efeitos negativos.

    O estudo foi conduzido por pesquisadores das Escolas de Psicologia e Medicina da Universidade de Nottingham, e foi publicado na revista PLOS ONE. Eles analisaram os dados de uma pesquisa com 142 funcionários sobre suas experiências do lado sombrio do ambiente de trabalho digital, que foram identificados como: estresse, sobrecarga, ansiedade, medo de perder algo e vício, e como isso afetava sua saúde.

    Os resultados mostraram que os funcionários que eram mais confiantes digitalmente eram menos propensos a experimentar ansiedade no ambiente de trabalho digital, enquanto aqueles com maior atenção plena estavam melhor protegidos contra todos os efeitos do lado sombrio.

    A atenção plena é definida como um estado de consciência que envolve prestar atenção no momento presente de forma intencional e não julgadora. Os dados de 14 entrevistas também indicaram formas de como a atenção plena digital pode ajudar a proteger o bem-estar, como reduzir as emoções negativas, aumentar as emoções positivas, melhorar a auto-regulação e aprimorar o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

    Os pesquisadores afirmam que as organizações precisam considerar como gerenciar os riscos do ambiente de trabalho digital, juntamente com outros riscos psicossociais e físicos no local de trabalho. Eles sugerem que ajudar os funcionários a desenvolver a consciência atenta ao trabalhar digitalmente pode realmente ajudar o bem-estar geral.

    O estudo foi financiado pelo ESRC-MGS (Conselho de Pesquisa Econômica e Social – Escola de Pós-Graduação de Midlands).

    O ambiente de trabalho digital se refere ao uso de tecnologias digitais, como e-mail, mensagens instantâneas e dispositivos móveis, para realizar tarefas de trabalho. Essas tecnologias podem contribuir para as percepções de estresse pelos funcionários e podem exigir que eles se adaptem a um ambiente de trabalho digital em constante evolução, o que pode levar à exaustão e à saúde precária.

    Fonte: Link.

    Um novo estudo revelou que os funcionários que são mais atentos no ambiente de trabalho digital estão melhor protegidos contra esses efeitos negativos.

    O estudo foi conduzido por pesquisadores das Escolas de Psicologia e Medicina da Universidade de Nottingham, e foi publicado na revista PLOS ONE. Eles analisaram os dados de uma pesquisa com 142 funcionários sobre suas experiências do lado sombrio do ambiente de trabalho digital, que foram identificados como: estresse, sobrecarga, ansiedade, medo de perder algo e vício, e como isso afetava sua saúde.

    Os resultados mostraram que os funcionários que eram mais confiantes digitalmente eram menos propensos a experimentar ansiedade no ambiente de trabalho digital, enquanto aqueles com maior atenção plena estavam melhor protegidos contra todos os efeitos do lado sombrio.

    A atenção plena é definida como um estado de consciência que envolve prestar atenção no momento presente de forma intencional e não julgadora. Os dados de 14 entrevistas também indicaram formas de como a atenção plena digital pode ajudar a proteger o bem-estar, como reduzir as emoções negativas, aumentar as emoções positivas, melhorar a auto-regulação e aprimorar o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

    Os pesquisadores afirmam que as organizações precisam considerar como gerenciar os riscos do ambiente de trabalho digital, juntamente com outros riscos psicossociais e físicos no local de trabalho. Eles sugerem que ajudar os funcionários a desenvolver a consciência atenta ao trabalhar digitalmente pode realmente ajudar o bem-estar geral.

    O estudo foi financiado pelo ESRC-MGS (Conselho de Pesquisa Econômica e Social – Escola de Pós-Graduação de Midlands).

    O ambiente de trabalho digital se refere ao uso de tecnologias digitais, como e-mail, mensagens instantâneas e dispositivos móveis, para realizar tarefas de trabalho. Essas tecnologias podem contribuir para as percepções de estresse pelos funcionários e podem exigir que eles se adaptem a um ambiente de trabalho digital em constante evolução, o que pode levar à exaustão e à saúde precária.

    Fonte: Link.

  • Suicídio entre criança e jovem cresce no Brasil e preocupa especialistas

    Suicídio entre criança e jovem cresce no Brasil e preocupa especialistas

    O suicídio é um problema de saúde pública que afeta milhões de pessoas no mundo todo.

    No Brasil, o número de suicídios aumentou 43% entre 2000 e 2019, segundo dados do Ministério da Saúde. Mas o que mais chama a atenção é o crescimento das taxas entre crianças e jovens de 10 a 24 anos, que subiram 6% por ano entre 2011 e 2022. Além disso, as notificações por autolesões, que são ferimentos provocados intencionalmente pela própria pessoa, evoluíram 29% ao ano na mesma faixa etária.

    Esses são os resultados de uma pesquisa realizada pelo Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz Bahia), em colaboração com pesquisadores de Harvard, e publicada na revista The Lancet Regional Health – Americas. A pesquisa analisou quase 1 milhão de dados de três diferentes bases do Ministério da Saúde: o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), o Sistema de Informações Hospitalares (SIH) e o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).

    A líder da investigação, Flávia Jôse Alves, explicou que as taxas de notificação por autolesões aumentaram de forma consistente em todas as regiões do Brasil no período citado. “Isso também aconteceu com o registro geral de suicídios, que teve um crescimento médio de 3,7% ao ano”, disse. Ela destacou que o Brasil vai na contramão da tendência global, que registrou uma redução de 36% no número de suicídios entre 2000 e 2019. Já nas Américas, houve um aumento de 17% nos casos.

    A pesquisa também avaliou os números de suicídios e autolesões em relação à raça e etnia no país de 2000 a 2019. Enquanto há um aumento anual das taxas de notificação por essas lesões autoprovocadas em todas as categorias analisadas, incluindo indígenas, pardos, descendentes de asiáticos, negros e brancos, o número de notificações é maior entre a população indígena, com mais de 100 casos a cada 100 mil pessoas. Por outro lado, a população indígena mostrou menores taxas de hospitalização, o que pode indicar barreiras no acesso aos serviços de saúde.

    O estudo confirmou que durante a pandemia da covid-19, aumentaram as discussões sobre transtornos mentais como ansiedade e depressão, decorrentes da mudança da dinâmica nas relações sociais. Porém, de acordo com Flávia Jôse, o registro de suicídios permaneceu com tendência crescente ao longo do tempo, sem alteração no período da pandemia. “O principal aqui é que, independentemente da pandemia, o aumento das taxas foi persistente ao longo do tempo”, afirmou.

    Os pesquisadores do Cidacs/Fiocruz Bahia ressaltaram a importância de ter dados de qualidade disponíveis para prevenção e monitoramento do suicídio, e elogiaram o Brasil por ter três diferentes bases de dados com essas informações. “O Brasil sai na frente nesse sentido, porque tem três diferentes bases de dados com essas informações e elas podem ser usadas para revelar evidências que a gente pode não ver ao analisar um banco único”, disse Flávia.

    Ela também enfatizou a necessidade de mais atenção e informação sobre o suicídio, especialmente entre crianças e jovens, que são grupos vulneráveis. “É preciso quebrar o tabu em torno do assunto, falar sobre ele de forma responsável e buscar ajuda profissional quando necessário. O suicídio é um fenômeno complexo, que envolve fatores biológicos, psicológicos, sociais e ambientais, e que pode ser prevenido em muitos casos”, concluiu.

    Fonte: Link.

    No Brasil, o número de suicídios aumentou 43% entre 2000 e 2019, segundo dados do Ministério da Saúde. Mas o que mais chama a atenção é o crescimento das taxas entre crianças e jovens de 10 a 24 anos, que subiram 6% por ano entre 2011 e 2022. Além disso, as notificações por autolesões, que são ferimentos provocados intencionalmente pela própria pessoa, evoluíram 29% ao ano na mesma faixa etária.

    Esses são os resultados de uma pesquisa realizada pelo Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz Bahia), em colaboração com pesquisadores de Harvard, e publicada na revista The Lancet Regional Health – Americas. A pesquisa analisou quase 1 milhão de dados de três diferentes bases do Ministério da Saúde: o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), o Sistema de Informações Hospitalares (SIH) e o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).

    A líder da investigação, Flávia Jôse Alves, explicou que as taxas de notificação por autolesões aumentaram de forma consistente em todas as regiões do Brasil no período citado. “Isso também aconteceu com o registro geral de suicídios, que teve um crescimento médio de 3,7% ao ano”, disse. Ela destacou que o Brasil vai na contramão da tendência global, que registrou uma redução de 36% no número de suicídios entre 2000 e 2019. Já nas Américas, houve um aumento de 17% nos casos.

    A pesquisa também avaliou os números de suicídios e autolesões em relação à raça e etnia no país de 2000 a 2019. Enquanto há um aumento anual das taxas de notificação por essas lesões autoprovocadas em todas as categorias analisadas, incluindo indígenas, pardos, descendentes de asiáticos, negros e brancos, o número de notificações é maior entre a população indígena, com mais de 100 casos a cada 100 mil pessoas. Por outro lado, a população indígena mostrou menores taxas de hospitalização, o que pode indicar barreiras no acesso aos serviços de saúde.

    O estudo confirmou que durante a pandemia da covid-19, aumentaram as discussões sobre transtornos mentais como ansiedade e depressão, decorrentes da mudança da dinâmica nas relações sociais. Porém, de acordo com Flávia Jôse, o registro de suicídios permaneceu com tendência crescente ao longo do tempo, sem alteração no período da pandemia. “O principal aqui é que, independentemente da pandemia, o aumento das taxas foi persistente ao longo do tempo”, afirmou.

    Os pesquisadores do Cidacs/Fiocruz Bahia ressaltaram a importância de ter dados de qualidade disponíveis para prevenção e monitoramento do suicídio, e elogiaram o Brasil por ter três diferentes bases de dados com essas informações. “O Brasil sai na frente nesse sentido, porque tem três diferentes bases de dados com essas informações e elas podem ser usadas para revelar evidências que a gente pode não ver ao analisar um banco único”, disse Flávia.

    Ela também enfatizou a necessidade de mais atenção e informação sobre o suicídio, especialmente entre crianças e jovens, que são grupos vulneráveis. “É preciso quebrar o tabu em torno do assunto, falar sobre ele de forma responsável e buscar ajuda profissional quando necessário. O suicídio é um fenômeno complexo, que envolve fatores biológicos, psicológicos, sociais e ambientais, e que pode ser prevenido em muitos casos”, concluiu.

    Fonte: Link.

  • Vacina contra dengue chega a mais 29 cidades brasileiras

    Vacina contra dengue chega a mais 29 cidades brasileiras

    O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (26) que vai enviar doses da vacina contra a dengue para mais 29 cidades, completando a lista de 521 municípios selecionados para receber a imunização.

    A vacinação é destinada a crianças entre 10 e 14 anos, que apresentam o maior número de hospitalizações pela doença.

    A vacina contra a dengue é produzida pelo laboratório francês Sanofi Pasteur e foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2015. Ela protege contra os quatro tipos de vírus da dengue e deve ser aplicada em três doses, com intervalos de seis meses entre elas.

    Segundo o Ministério da Saúde, a vacina reduz em 80% os casos graves de dengue e em 93% as mortes causadas pela doença. No entanto, a vacina não é recomendada para pessoas que nunca tiveram dengue, pois pode aumentar o risco de formas mais severas da infecção.

    Casos e mortes por dengue aumentam no Brasil

    O Brasil já registrou, neste ano, 762 mil casos prováveis de dengue, um aumento de 71% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram notificados 445 mil casos. Os dados são do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado na semana passada.

    Minas Gerais é o estado com maior número de casos, com 221 mil, seguido por São Paulo, com 149 mil, Distrito Federal, com 58 mil, e Paraná, com 55 mil. Até o momento, 150 mortes foram confirmadas por dengue no país, sendo 77 em Minas Gerais, 23 em São Paulo, 14 no Paraná e 10 no Distrito Federal.

    A dengue é uma doença transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir outras doenças, como zika, chikungunya e febre amarela. Os sintomas da dengue incluem febre, dor de cabeça, dor no corpo, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele e sangramentos. Em casos graves, pode haver choque, hemorragia e falência de órgãos.

    A prevenção da dengue depende da eliminação dos criadouros do mosquito, que se reproduz em locais com água parada, como pneus, garrafas, vasos de plantas e caixas d’água. Além disso, é importante usar repelente, roupas que cubram a pele e telas nas janelas e portas.

    A vacinação é destinada a crianças entre 10 e 14 anos, que apresentam o maior número de hospitalizações pela doença.

    A vacina contra a dengue é produzida pelo laboratório francês Sanofi Pasteur e foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2015. Ela protege contra os quatro tipos de vírus da dengue e deve ser aplicada em três doses, com intervalos de seis meses entre elas.

    Segundo o Ministério da Saúde, a vacina reduz em 80% os casos graves de dengue e em 93% as mortes causadas pela doença. No entanto, a vacina não é recomendada para pessoas que nunca tiveram dengue, pois pode aumentar o risco de formas mais severas da infecção.

    Casos e mortes por dengue aumentam no Brasil

    O Brasil já registrou, neste ano, 762 mil casos prováveis de dengue, um aumento de 71% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram notificados 445 mil casos. Os dados são do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado na semana passada.

    Minas Gerais é o estado com maior número de casos, com 221 mil, seguido por São Paulo, com 149 mil, Distrito Federal, com 58 mil, e Paraná, com 55 mil. Até o momento, 150 mortes foram confirmadas por dengue no país, sendo 77 em Minas Gerais, 23 em São Paulo, 14 no Paraná e 10 no Distrito Federal.

    A dengue é uma doença transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir outras doenças, como zika, chikungunya e febre amarela. Os sintomas da dengue incluem febre, dor de cabeça, dor no corpo, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele e sangramentos. Em casos graves, pode haver choque, hemorragia e falência de órgãos.

    A prevenção da dengue depende da eliminação dos criadouros do mosquito, que se reproduz em locais com água parada, como pneus, garrafas, vasos de plantas e caixas d’água. Além disso, é importante usar repelente, roupas que cubram a pele e telas nas janelas e portas.

  • Novo Medicamento Oferece Esperança para Crianças com Alergias Alimentares

    Novo Medicamento Oferece Esperança para Crianças com Alergias Alimentares

    Um novo medicamento chamado Omalizumab está trazendo esperança para crianças que sofrem de alergias alimentares.

    Pesquisadores da Escola de Medicina de Stanford lideraram um estudo que revelou resultados promissores. Vamos entender o que é esse medicamento e como ele pode beneficiar aqueles que vivem com alergias alimentares.

    Omalizumab: O Que É?

    O Omalizumab é um medicamento injetável aprovado recentemente pela Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos. Inicialmente, ele foi desenvolvido para tratar doenças como asma alérgica e urticária crônica. No entanto, os cientistas descobriram que ele também pode ser eficaz na prevenção de reações alérgicas graves a pequenas quantidades de alimentos que desencadeiam alergias.

    Como Funciona?

    O Omalizumab atua ligando-se e desativando os anticorpos responsáveis por causar várias doenças alérgicas. Ele é capaz de proteger contra alergias a alimentos, como amendoim, leite, ovos e trigo. A boa notícia é que ele parece funcionar para múltiplos alérgenos alimentares ao mesmo tempo.

    Resultados do Estudo

    Os pesquisadores recrutaram 177 crianças que eram severamente alérgicas a amendoim e pelo menos outros dois alimentos. Essas crianças receberam injeções de Omalizumab mensalmente ou a cada dois meses durante quatro meses. Os resultados foram impressionantes:

    • Dois terços dos participantes que receberam o medicamento conseguiram comer pequenas quantidades dos alimentos que normalmente desencadeavam suas alergias.
    • É importante destacar que 38,4% das crianças tinham menos de 6 anos, um grupo de alto risco para ingestões acidentais de alimentos alergênicos.

    Benefícios e Considerações

    • O Omalizumab pode ser uma camada adicional de proteção contra exposições acidentais a alimentos alergênicos.
    • Para muitas famílias, as alergias alimentares têm impactos sociais e psicológicos significativos. O medo de reações alérgicas graves é constante.
    • O tratamento atual mais comum para alergias alimentares é a imunoterapia oral, que envolve ingerir gradualmente doses crescentes de alimentos alergênicos sob supervisão médica. No entanto, esse processo pode ser demorado e arriscado.
    • O Omalizumab oferece uma alternativa promissora para pacientes alérgicos a alimentos, ampliando suas opções e melhorando sua qualidade de vida.

    Embora ainda haja perguntas a serem respondidas sobre a duração dos efeitos do medicamento e sua eficácia para diferentes tipos de alergias alimentares, o Omalizumab representa um avanço importante no tratamento das alergias alimentares. Ele oferece esperança para crianças e suas famílias, tornando o mundo um pouco mais seguro para aqueles que vivem com essas condições desafiadoras.

    Fonte: Link.

    Pesquisadores da Escola de Medicina de Stanford lideraram um estudo que revelou resultados promissores. Vamos entender o que é esse medicamento e como ele pode beneficiar aqueles que vivem com alergias alimentares.

    Omalizumab: O Que É?

    O Omalizumab é um medicamento injetável aprovado recentemente pela Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos. Inicialmente, ele foi desenvolvido para tratar doenças como asma alérgica e urticária crônica. No entanto, os cientistas descobriram que ele também pode ser eficaz na prevenção de reações alérgicas graves a pequenas quantidades de alimentos que desencadeiam alergias.

    Como Funciona?

    O Omalizumab atua ligando-se e desativando os anticorpos responsáveis por causar várias doenças alérgicas. Ele é capaz de proteger contra alergias a alimentos, como amendoim, leite, ovos e trigo. A boa notícia é que ele parece funcionar para múltiplos alérgenos alimentares ao mesmo tempo.

    Resultados do Estudo

    Os pesquisadores recrutaram 177 crianças que eram severamente alérgicas a amendoim e pelo menos outros dois alimentos. Essas crianças receberam injeções de Omalizumab mensalmente ou a cada dois meses durante quatro meses. Os resultados foram impressionantes:

    • Dois terços dos participantes que receberam o medicamento conseguiram comer pequenas quantidades dos alimentos que normalmente desencadeavam suas alergias.
    • É importante destacar que 38,4% das crianças tinham menos de 6 anos, um grupo de alto risco para ingestões acidentais de alimentos alergênicos.

    Benefícios e Considerações

    • O Omalizumab pode ser uma camada adicional de proteção contra exposições acidentais a alimentos alergênicos.
    • Para muitas famílias, as alergias alimentares têm impactos sociais e psicológicos significativos. O medo de reações alérgicas graves é constante.
    • O tratamento atual mais comum para alergias alimentares é a imunoterapia oral, que envolve ingerir gradualmente doses crescentes de alimentos alergênicos sob supervisão médica. No entanto, esse processo pode ser demorado e arriscado.
    • O Omalizumab oferece uma alternativa promissora para pacientes alérgicos a alimentos, ampliando suas opções e melhorando sua qualidade de vida.

    Embora ainda haja perguntas a serem respondidas sobre a duração dos efeitos do medicamento e sua eficácia para diferentes tipos de alergias alimentares, o Omalizumab representa um avanço importante no tratamento das alergias alimentares. Ele oferece esperança para crianças e suas famílias, tornando o mundo um pouco mais seguro para aqueles que vivem com essas condições desafiadoras.

    Fonte: Link.

  • Gordura no fígado grau 1: um problema silencioso que pode se agravar se não for cuidado

    Gordura no fígado grau 1: um problema silencioso que pode se agravar se não for cuidado

    A gordura no fígado, também chamada de esteatose hepática, é uma condição que afeta cerca de 30% da população brasileira, segundo estimativas médicas.

    Ela ocorre quando há um excesso de gordura nas células do fígado, o órgão responsável por filtrar o sangue e metabolizar os nutrientes.

    A gordura no fígado pode ser classificada em diferentes graus, de acordo com a quantidade e a distribuição da gordura no órgão. O grau 1 é o mais leve e o menos perigoso, pois corresponde a um acúmulo de até 30% de gordura nas células do fígado. Nesse estágio, geralmente não há sintomas nem comprometimento das funções do fígado.

    No entanto, se não for tratada, a gordura no fígado grau 1 pode evoluir para graus mais graves, que podem causar inflamação, fibrose, cirrose e até câncer no fígado. Por isso, é importante fazer exames periódicos para detectar a presença de gordura no fígado e seguir as orientações médicas para eliminá-la.

    As principais causas da gordura no fígado grau 1 são:

    • Dieta rica em gordura, açúcar e calorias;
    • Obesidade ou sobrepeso;
    • Resistência à insulina ou diabetes;
    • Consumo excessivo de álcool;
    • Uso de certos medicamentos que podem afetar o fígado;
    • Predisposição genética.

    Para tratar a gordura no fígado grau 1, é fundamental adotar hábitos de vida saudáveis, como:

    • Reduzir o consumo de alimentos gordurosos, frituras, doces, refrigerantes e bebidas alcoólicas;
    • Aumentar o consumo de frutas, verduras, legumes, cereais integrais e proteínas magras;
    • Praticar atividade física regularmente, pelo menos 150 minutos por semana;
    • Controlar o peso, o açúcar e o colesterol no sangue;
    • Evitar o uso de medicamentos que possam afetar o fígado, a menos que sejam prescritos pelo médico.

    Com essas medidas, é possível reverter a gordura no fígado grau 1 e prevenir complicações mais sérias. Além disso, é recomendável consultar um hepatologista, que é o especialista em doenças do fígado, para fazer um acompanhamento adequado e receber orientações personalizadas.

    Ela ocorre quando há um excesso de gordura nas células do fígado, o órgão responsável por filtrar o sangue e metabolizar os nutrientes.

    A gordura no fígado pode ser classificada em diferentes graus, de acordo com a quantidade e a distribuição da gordura no órgão. O grau 1 é o mais leve e o menos perigoso, pois corresponde a um acúmulo de até 30% de gordura nas células do fígado. Nesse estágio, geralmente não há sintomas nem comprometimento das funções do fígado.

    No entanto, se não for tratada, a gordura no fígado grau 1 pode evoluir para graus mais graves, que podem causar inflamação, fibrose, cirrose e até câncer no fígado. Por isso, é importante fazer exames periódicos para detectar a presença de gordura no fígado e seguir as orientações médicas para eliminá-la.

    As principais causas da gordura no fígado grau 1 são:

    • Dieta rica em gordura, açúcar e calorias;
    • Obesidade ou sobrepeso;
    • Resistência à insulina ou diabetes;
    • Consumo excessivo de álcool;
    • Uso de certos medicamentos que podem afetar o fígado;
    • Predisposição genética.

    Para tratar a gordura no fígado grau 1, é fundamental adotar hábitos de vida saudáveis, como:

    • Reduzir o consumo de alimentos gordurosos, frituras, doces, refrigerantes e bebidas alcoólicas;
    • Aumentar o consumo de frutas, verduras, legumes, cereais integrais e proteínas magras;
    • Praticar atividade física regularmente, pelo menos 150 minutos por semana;
    • Controlar o peso, o açúcar e o colesterol no sangue;
    • Evitar o uso de medicamentos que possam afetar o fígado, a menos que sejam prescritos pelo médico.

    Com essas medidas, é possível reverter a gordura no fígado grau 1 e prevenir complicações mais sérias. Além disso, é recomendável consultar um hepatologista, que é o especialista em doenças do fígado, para fazer um acompanhamento adequado e receber orientações personalizadas.

  • Borra de café é eficaz contra a dengue? Veja o que dizem os especialistas

    Borra de café é eficaz contra a dengue? Veja o que dizem os especialistas

    A dengue é uma doença transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir outras doenças como chikungunya e zika.

    A dengue pode causar febre, dor de cabeça, dor no corpo, manchas na pele e, em alguns casos, sangramento e choque. A dengue é uma das principais causas de morte por doenças infecciosas no Brasil e no mundo.

    Para prevenir a dengue, é preciso eliminar os locais onde o mosquito se reproduz, que são aqueles que acumulam água parada, como pneus, garrafas, caixas d’água, vasos de plantas, entre outros. Mas será que existe alguma forma de matar as larvas do mosquito usando algum produto caseiro, como a borra de café?

    Essa é uma informação que circula há anos na internet e nas redes sociais, mas que não tem comprovação científica nem recomendação das autoridades de saúde. A ideia é que a cafeína da borra de café seria tóxica para as larvas do mosquito, impedindo que elas se desenvolvam e se tornem adultas.

    A informação se baseia em um estudo realizado na Universidade Estadual Paulista (Unesp) em 2003, que analisou o efeito da cafeína sobre as larvas do Aedes aegypti em laboratório. O estudo mostrou que a cafeína reduziu a sobrevivência e o crescimento das larvas, mas não as matou completamente. Além disso, o estudo não teve continuidade nem atualização nos últimos dez anos.

    Outros estudos mais recentes, realizados nas universidades federais de Viçosa e de Lavras, em Minas Gerais, também testaram a cafeína contra as larvas do mosquito, mas chegaram à mesma conclusão: a cafeína afeta as larvas, mas não as elimina totalmente. Os pesquisadores afirmaram que mais estudos são necessários para entender a eficácia da cafeína e a dosagem adequada para combater as larvas.

    Portanto, não há evidências sólidas que comprovem que a borra de café é eficaz para combater a dengue. Pelo contrário, o uso da borra de café pode dar uma falsa sensação de segurança e fazer com que as pessoas relaxem nos demais cuidados que são essenciais para evitar a proliferação do mosquito.

    O uso da borra de café também não é recomendado pelo Ministério da Saúde, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina. Essas entidades alertam que a borra de café pode até favorecer o desenvolvimento do mosquito, pois cria um ambiente propício para a sua alimentação e reprodução.

    A melhor forma de prevenir a dengue é seguir as orientações das autoridades de saúde, que são:

    • Eliminar os recipientes que possam acumular água parada, como pneus, garrafas, latas, caixas d’água, vasos de plantas, entre outros.
    • Manter as caixas d’água, cisternas e poços bem tampados e vedados.
    • Colocar areia nos pratos dos vasos de plantas ou eliminar os pratos.
    • Limpar semanalmente as calhas, ralos e piscinas.
    • Usar repelente, roupas compridas e claras, e mosquiteiros para se proteger das picadas do mosquito.
    • Procurar um serviço de saúde se apresentar sintomas de dengue, como febre, dor de cabeça, dor no corpo, manchas na pele, sangramento ou choque.

    A dengue é uma doença grave e que pode matar. Não caia em falsas informações e faça a sua parte para combater o mosquito. A prevenção é a melhor arma contra a dengue.

    A dengue pode causar febre, dor de cabeça, dor no corpo, manchas na pele e, em alguns casos, sangramento e choque. A dengue é uma das principais causas de morte por doenças infecciosas no Brasil e no mundo.

    Para prevenir a dengue, é preciso eliminar os locais onde o mosquito se reproduz, que são aqueles que acumulam água parada, como pneus, garrafas, caixas d’água, vasos de plantas, entre outros. Mas será que existe alguma forma de matar as larvas do mosquito usando algum produto caseiro, como a borra de café?

    Essa é uma informação que circula há anos na internet e nas redes sociais, mas que não tem comprovação científica nem recomendação das autoridades de saúde. A ideia é que a cafeína da borra de café seria tóxica para as larvas do mosquito, impedindo que elas se desenvolvam e se tornem adultas.

    A informação se baseia em um estudo realizado na Universidade Estadual Paulista (Unesp) em 2003, que analisou o efeito da cafeína sobre as larvas do Aedes aegypti em laboratório. O estudo mostrou que a cafeína reduziu a sobrevivência e o crescimento das larvas, mas não as matou completamente. Além disso, o estudo não teve continuidade nem atualização nos últimos dez anos.

    Outros estudos mais recentes, realizados nas universidades federais de Viçosa e de Lavras, em Minas Gerais, também testaram a cafeína contra as larvas do mosquito, mas chegaram à mesma conclusão: a cafeína afeta as larvas, mas não as elimina totalmente. Os pesquisadores afirmaram que mais estudos são necessários para entender a eficácia da cafeína e a dosagem adequada para combater as larvas.

    Portanto, não há evidências sólidas que comprovem que a borra de café é eficaz para combater a dengue. Pelo contrário, o uso da borra de café pode dar uma falsa sensação de segurança e fazer com que as pessoas relaxem nos demais cuidados que são essenciais para evitar a proliferação do mosquito.

    O uso da borra de café também não é recomendado pelo Ministério da Saúde, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina. Essas entidades alertam que a borra de café pode até favorecer o desenvolvimento do mosquito, pois cria um ambiente propício para a sua alimentação e reprodução.

    A melhor forma de prevenir a dengue é seguir as orientações das autoridades de saúde, que são:

    • Eliminar os recipientes que possam acumular água parada, como pneus, garrafas, latas, caixas d’água, vasos de plantas, entre outros.
    • Manter as caixas d’água, cisternas e poços bem tampados e vedados.
    • Colocar areia nos pratos dos vasos de plantas ou eliminar os pratos.
    • Limpar semanalmente as calhas, ralos e piscinas.
    • Usar repelente, roupas compridas e claras, e mosquiteiros para se proteger das picadas do mosquito.
    • Procurar um serviço de saúde se apresentar sintomas de dengue, como febre, dor de cabeça, dor no corpo, manchas na pele, sangramento ou choque.

    A dengue é uma doença grave e que pode matar. Não caia em falsas informações e faça a sua parte para combater o mosquito. A prevenção é a melhor arma contra a dengue.

  • Poluição do ar pode aumentar o risco de Alzheimer, sugere estudo

    Poluição do ar pode aumentar o risco de Alzheimer, sugere estudo

    Um novo estudo publicado na revista Neurology® encontrou uma associação entre a exposição à poluição do ar relacionada ao tráfego e os sinais da doença de Alzheimer no cérebro após a morte.

    A doença de Alzheimer é uma forma de demência que afeta a memória, o pensamento e o comportamento de milhões de pessoas no mundo.

    Os pesquisadores examinaram o tecido cerebral de 224 pessoas que doaram seus cérebros para a pesquisa sobre demência. Eles mediram a exposição à poluição do ar com base no endereço residencial das pessoas na área de Atlanta, nos Estados Unidos, no momento da morte. Eles também analisaram os níveis de placas amiloides e emaranhados de tau no cérebro, que são marcas da doença de Alzheimer.

    As placas amiloides são aglomerados de proteínas que se formam entre as células nervosas do cérebro e podem interferir na comunicação entre elas. Os emaranhados de tau são fibras anormais que se acumulam dentro das células nervosas e podem causar sua morte.

    O estudo encontrou que as pessoas que foram expostas a níveis mais altos de material particulado fino (PM2.5), que consiste em partículas poluentes de menos de 2,5 micrômetros de diâmetro suspensas no ar, tinham mais placas amiloides em seus cérebros. As pessoas com 1 micrograma por metro cúbico (µg/m3) a mais de exposição ao PM2.5 no ano anterior à morte tinham quase o dobro de chances de ter níveis mais altos de placas, enquanto aquelas com maior exposição nos três anos anteriores à morte tinham 87% mais chances de ter níveis mais altos de placas.

    Os pesquisadores também observaram se ter a principal variante genética associada à doença de Alzheimer, APOE e4, tinha algum efeito sobre a relação entre a poluição do ar e os sinais da doença no cérebro. Eles descobriram que a relação mais forte entre a poluição do ar e os sinais da doença era entre aqueles que não tinham a variante genética. Isso sugere que fatores ambientais, como a poluição do ar, poderiam ser um fator contribuinte para a doença de Alzheimer em pacientes em que a doença não pode ser explicada pela genética.

    O estudo não prova que a poluição do ar causa a doença de Alzheimer, mas apenas mostra uma associação. Mais pesquisas são necessárias para investigar os mecanismos por trás dessa ligação e para encontrar formas de prevenir ou tratar a doença.

    A poluição do ar é um problema de saúde pública que afeta milhões de pessoas no mundo, especialmente nas áreas urbanas. Além de estar associada à doença de Alzheimer, a poluição do ar também pode aumentar o risco de outras doenças, como asma, doenças cardíacas e câncer. Portanto, é importante tomar medidas para reduzir a emissão de poluentes e proteger a qualidade do ar que respiramos.

    A doença de Alzheimer é uma forma de demência que afeta a memória, o pensamento e o comportamento de milhões de pessoas no mundo.

    Os pesquisadores examinaram o tecido cerebral de 224 pessoas que doaram seus cérebros para a pesquisa sobre demência. Eles mediram a exposição à poluição do ar com base no endereço residencial das pessoas na área de Atlanta, nos Estados Unidos, no momento da morte. Eles também analisaram os níveis de placas amiloides e emaranhados de tau no cérebro, que são marcas da doença de Alzheimer.

    As placas amiloides são aglomerados de proteínas que se formam entre as células nervosas do cérebro e podem interferir na comunicação entre elas. Os emaranhados de tau são fibras anormais que se acumulam dentro das células nervosas e podem causar sua morte.

    O estudo encontrou que as pessoas que foram expostas a níveis mais altos de material particulado fino (PM2.5), que consiste em partículas poluentes de menos de 2,5 micrômetros de diâmetro suspensas no ar, tinham mais placas amiloides em seus cérebros. As pessoas com 1 micrograma por metro cúbico (µg/m3) a mais de exposição ao PM2.5 no ano anterior à morte tinham quase o dobro de chances de ter níveis mais altos de placas, enquanto aquelas com maior exposição nos três anos anteriores à morte tinham 87% mais chances de ter níveis mais altos de placas.

    Os pesquisadores também observaram se ter a principal variante genética associada à doença de Alzheimer, APOE e4, tinha algum efeito sobre a relação entre a poluição do ar e os sinais da doença no cérebro. Eles descobriram que a relação mais forte entre a poluição do ar e os sinais da doença era entre aqueles que não tinham a variante genética. Isso sugere que fatores ambientais, como a poluição do ar, poderiam ser um fator contribuinte para a doença de Alzheimer em pacientes em que a doença não pode ser explicada pela genética.

    O estudo não prova que a poluição do ar causa a doença de Alzheimer, mas apenas mostra uma associação. Mais pesquisas são necessárias para investigar os mecanismos por trás dessa ligação e para encontrar formas de prevenir ou tratar a doença.

    A poluição do ar é um problema de saúde pública que afeta milhões de pessoas no mundo, especialmente nas áreas urbanas. Além de estar associada à doença de Alzheimer, a poluição do ar também pode aumentar o risco de outras doenças, como asma, doenças cardíacas e câncer. Portanto, é importante tomar medidas para reduzir a emissão de poluentes e proteger a qualidade do ar que respiramos.

  • 5 remédios caseiros para tratar dengue que você não deve usar

    5 remédios caseiros para tratar dengue que você não deve usar

    A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que provoca febre, dor de cabeça, dor no corpo, manchas vermelhas na pele e, em alguns casos, sangramento e choque.

    A dengue não tem um tratamento específico, apenas medidas de suporte, como hidratação, repouso e uso de analgésicos e antitérmicos.

    No entanto, muitas pessoas recorrem a remédios caseiros para tentar aliviar os sintomas ou curar a dengue, sem saber que esses métodos podem ser ineficazes ou até prejudiciais à saúde. Neste artigo, vamos listar 5 remédios caseiros para tratar dengue que você não deve usar, de acordo com a ciência e as autoridades de saúde.

    1. Chá de folha de mamão

    O chá de folha de mamão é um dos remédios caseiros mais populares para tratar dengue, pois acredita-se que ele aumente as plaquetas, que são células do sangue responsáveis pela coagulação. No entanto, não há evidências científicas que comprovem essa ação, e o uso indiscriminado do chá pode causar efeitos colaterais, como alergia, náusea, vômito e diarreia .

    2. Suco de laranja

    O suco de laranja é rico em vitamina C, que é um antioxidante que ajuda a fortalecer o sistema imunológico. Por isso, muitas pessoas acreditam que ele possa ajudar a combater a dengue, mas isso não é verdade. O suco de laranja não tem nenhum efeito específico sobre o vírus da dengue, e o excesso de vitamina C pode causar problemas gastrointestinais, como azia, gastrite e diarreia .

    3. Água de coco

    A água de coco é uma bebida natural e hidratante, que contém sais minerais, como potássio, sódio e magnésio. Ela pode ser consumida como parte de uma dieta equilibrada, mas não tem nenhum poder de curar a dengue. A água de coco não substitui o soro fisiológico, que é a solução indicada para a hidratação dos pacientes com dengue, pois contém a concentração adequada de eletrólitos para o organismo .

    4. Alho

    O alho é um alimento que tem propriedades antibacterianas, antifúngicas e anti-inflamatórias, mas isso não significa que ele possa tratar a dengue, que é uma doença causada por um vírus. O alho não tem nenhum efeito antiviral comprovado, e o seu consumo excessivo pode irritar o estômago, causar mau hálito e interagir com alguns medicamentos, como anticoagulantes e anti-hipertensivos .

    5. Mel

    O mel é um produto natural que tem ação cicatrizante, antioxidante e antimicrobiana, mas isso não quer dizer que ele possa curar a dengue. O mel não tem nenhuma ação específica sobre o vírus da dengue, e o seu uso excessivo pode aumentar o risco de cárie, diabetes e obesidade. Além disso, o mel não deve ser dado a crianças menores de 1 ano, pois pode conter esporos de uma bactéria que causa botulismo infantil .

    Os remédios caseiros para tratar dengue que listamos neste artigo não têm comprovação científica e podem ser perigosos para a saúde. Por isso, o melhor a fazer é seguir as orientações médicas e evitar a automedicação. Lembre-se também de prevenir a dengue, eliminando os possíveis criadouros do mosquito, usando repelente e telas nas janelas e portas.

    A dengue não tem um tratamento específico, apenas medidas de suporte, como hidratação, repouso e uso de analgésicos e antitérmicos.

    No entanto, muitas pessoas recorrem a remédios caseiros para tentar aliviar os sintomas ou curar a dengue, sem saber que esses métodos podem ser ineficazes ou até prejudiciais à saúde. Neste artigo, vamos listar 5 remédios caseiros para tratar dengue que você não deve usar, de acordo com a ciência e as autoridades de saúde.

    1. Chá de folha de mamão

    O chá de folha de mamão é um dos remédios caseiros mais populares para tratar dengue, pois acredita-se que ele aumente as plaquetas, que são células do sangue responsáveis pela coagulação. No entanto, não há evidências científicas que comprovem essa ação, e o uso indiscriminado do chá pode causar efeitos colaterais, como alergia, náusea, vômito e diarreia .

    2. Suco de laranja

    O suco de laranja é rico em vitamina C, que é um antioxidante que ajuda a fortalecer o sistema imunológico. Por isso, muitas pessoas acreditam que ele possa ajudar a combater a dengue, mas isso não é verdade. O suco de laranja não tem nenhum efeito específico sobre o vírus da dengue, e o excesso de vitamina C pode causar problemas gastrointestinais, como azia, gastrite e diarreia .

    3. Água de coco

    A água de coco é uma bebida natural e hidratante, que contém sais minerais, como potássio, sódio e magnésio. Ela pode ser consumida como parte de uma dieta equilibrada, mas não tem nenhum poder de curar a dengue. A água de coco não substitui o soro fisiológico, que é a solução indicada para a hidratação dos pacientes com dengue, pois contém a concentração adequada de eletrólitos para o organismo .

    4. Alho

    O alho é um alimento que tem propriedades antibacterianas, antifúngicas e anti-inflamatórias, mas isso não significa que ele possa tratar a dengue, que é uma doença causada por um vírus. O alho não tem nenhum efeito antiviral comprovado, e o seu consumo excessivo pode irritar o estômago, causar mau hálito e interagir com alguns medicamentos, como anticoagulantes e anti-hipertensivos .

    5. Mel

    O mel é um produto natural que tem ação cicatrizante, antioxidante e antimicrobiana, mas isso não quer dizer que ele possa curar a dengue. O mel não tem nenhuma ação específica sobre o vírus da dengue, e o seu uso excessivo pode aumentar o risco de cárie, diabetes e obesidade. Além disso, o mel não deve ser dado a crianças menores de 1 ano, pois pode conter esporos de uma bactéria que causa botulismo infantil .

    Os remédios caseiros para tratar dengue que listamos neste artigo não têm comprovação científica e podem ser perigosos para a saúde. Por isso, o melhor a fazer é seguir as orientações médicas e evitar a automedicação. Lembre-se também de prevenir a dengue, eliminando os possíveis criadouros do mosquito, usando repelente e telas nas janelas e portas.