Categoria: Saúde

  • Dengue em São Paulo: o que você precisa saber sobre teste, vacina e prevenção

    Dengue em São Paulo: o que você precisa saber sobre teste, vacina e prevenção

    A dengue é uma doença transmitida pela picada do mosquito Aedes Aegypti, que também pode transmitir a zika e a chikungunya.

    A dengue pode causar febre, dor de cabeça, dor no corpo, manchas na pele e, em alguns casos, sangramento e choque, podendo levar à morte.

    A cidade de São Paulo registrou mais de 14 mil casos de dengue em 2024, um aumento de 219% em relação a 2020, quando houve 2.009 casos, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. A cidade também teve uma morte e cinco óbitos em investigação pela doença.

    Para evitar a dengue, é preciso eliminar os possíveis criadouros do mosquito, que se reproduz em locais com água parada, como vasos, pneus, garrafas, caixas d’água, calhas, etc. É importante verificar e limpar esses locais pelo menos uma vez por semana, ou tampá-los, se não puderem ser eliminados. Se houver algum foco do mosquito em locais públicos, é possível denunciar pelo telefone 156 ou pelo Portal 156.

    Quem apresentar sintomas de dengue deve procurar uma unidade de saúde mais próxima para fazer o teste e receber o tratamento adequado. A Med São Paulo Consultas e Exames é uma das opções que oferece consultas e exames sem plano de saúde. O teste é feito por meio de uma amostra de sangue e o resultado sai em até 24 horas. O tratamento consiste em hidratação, repouso e uso de medicamentos para aliviar a dor e a febre, sempre com orientação médica.

    Além de se prevenir e se tratar, é possível se vacinar contra a dengue, se você tiver entre 10 e 14 anos e morar em uma das 11 cidades de São Paulo que receberam doses da vacina do Ministério da Saúde. A vacina é aplicada em duas doses, com intervalo de três meses, e protege contra os quatro tipos de vírus da dengue. As cidades que fazem parte da campanha de vacinação são: Guarulhos, Suzano, Guararema, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Mogi das Cruzes, Poá, Arujá, Santa Isabel, Biritiba-Mirim e Salesópolis.

    A vacinação começou em fevereiro de 2024 e vai até junho de 2024. Para se vacinar, é preciso levar um documento de identidade com foto e o cartão do SUS ou da vacinação. A vacina é gratuita e segura, mas não é recomendada para gestantes, mulheres que amamentam, pessoas com alergia grave a ovo, pessoas com doenças que afetam o sistema imunológico e pessoas que usam medicamentos imunossupressores.

    A dengue é uma doença grave, mas que pode ser evitada com medidas simples de prevenção, teste e vacinação. Fique atento aos sintomas, elimine os criadouros do mosquito e procure uma unidade de saúde se precisar. A sua saúde e a de todos dependem disso.

    A dengue pode causar febre, dor de cabeça, dor no corpo, manchas na pele e, em alguns casos, sangramento e choque, podendo levar à morte.

    A cidade de São Paulo registrou mais de 14 mil casos de dengue em 2024, um aumento de 219% em relação a 2020, quando houve 2.009 casos, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. A cidade também teve uma morte e cinco óbitos em investigação pela doença.

    Para evitar a dengue, é preciso eliminar os possíveis criadouros do mosquito, que se reproduz em locais com água parada, como vasos, pneus, garrafas, caixas d’água, calhas, etc. É importante verificar e limpar esses locais pelo menos uma vez por semana, ou tampá-los, se não puderem ser eliminados. Se houver algum foco do mosquito em locais públicos, é possível denunciar pelo telefone 156 ou pelo Portal 156.

    Quem apresentar sintomas de dengue deve procurar uma unidade de saúde mais próxima para fazer o teste e receber o tratamento adequado. A Med São Paulo Consultas e Exames é uma das opções que oferece consultas e exames sem plano de saúde. O teste é feito por meio de uma amostra de sangue e o resultado sai em até 24 horas. O tratamento consiste em hidratação, repouso e uso de medicamentos para aliviar a dor e a febre, sempre com orientação médica.

    Além de se prevenir e se tratar, é possível se vacinar contra a dengue, se você tiver entre 10 e 14 anos e morar em uma das 11 cidades de São Paulo que receberam doses da vacina do Ministério da Saúde. A vacina é aplicada em duas doses, com intervalo de três meses, e protege contra os quatro tipos de vírus da dengue. As cidades que fazem parte da campanha de vacinação são: Guarulhos, Suzano, Guararema, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Mogi das Cruzes, Poá, Arujá, Santa Isabel, Biritiba-Mirim e Salesópolis.

    A vacinação começou em fevereiro de 2024 e vai até junho de 2024. Para se vacinar, é preciso levar um documento de identidade com foto e o cartão do SUS ou da vacinação. A vacina é gratuita e segura, mas não é recomendada para gestantes, mulheres que amamentam, pessoas com alergia grave a ovo, pessoas com doenças que afetam o sistema imunológico e pessoas que usam medicamentos imunossupressores.

    A dengue é uma doença grave, mas que pode ser evitada com medidas simples de prevenção, teste e vacinação. Fique atento aos sintomas, elimine os criadouros do mosquito e procure uma unidade de saúde se precisar. A sua saúde e a de todos dependem disso.

  • Caldo de cana não cura dengue, alertam especialistas

    Caldo de cana não cura dengue, alertam especialistas

    Uma mensagem que circula nas redes sociais afirma que o caldo de cana é capaz de curar a dengue, uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

    Porém, essa informação é falsa e pode colocar em risco a saúde de quem acredita nela.

    Segundo os especialistas, não há nenhuma evidência científica ou médica que comprove que o caldo de cana tenha propriedades antivirais ou imunológicas. A dengue é uma doença grave, que pode levar à morte se não for tratada adequadamente. O tratamento da dengue depende da gravidade dos sintomas, e deve ser orientado por um profissional de saúde. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de medicamentos antivirais, hidratação, repouso e acompanhamento médico.

    O caldo de cana é uma bebida popular no Brasil, mas não tem nenhum efeito benéfico contra a dengue. Além disso, o consumo excessivo de caldo de cana pode ser prejudicial para pessoas com diabetes, obesidade, hipertensão ou problemas renais, pois contém muito açúcar e sódio.

    A melhor forma de prevenir a dengue é combater o mosquito transmissor, eliminando os possíveis criadouros de água parada, como vasos de plantas, pneus, garrafas, caixas d’água, entre outros. Também é importante usar repelentes, telas nas janelas e roupas que cubram a pele. Outra medida de prevenção é a vacinação contra a dengue, que está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças de 10 a 11 anos, e que deve ser ampliada para outras faixas etárias conforme a disponibilidade de doses.

    Não se deixe enganar por fake news que prometem curas milagrosas para a dengue. Procure sempre fontes confiáveis de informação, como sites oficiais de saúde, jornais sérios ou profissionais qualificados. E se tiver dúvidas, pergunte ao Copilot, o seu assistente virtual que pode te ajudar com informações, perguntas e conversas.

    Porém, essa informação é falsa e pode colocar em risco a saúde de quem acredita nela.

    Segundo os especialistas, não há nenhuma evidência científica ou médica que comprove que o caldo de cana tenha propriedades antivirais ou imunológicas. A dengue é uma doença grave, que pode levar à morte se não for tratada adequadamente. O tratamento da dengue depende da gravidade dos sintomas, e deve ser orientado por um profissional de saúde. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de medicamentos antivirais, hidratação, repouso e acompanhamento médico.

    O caldo de cana é uma bebida popular no Brasil, mas não tem nenhum efeito benéfico contra a dengue. Além disso, o consumo excessivo de caldo de cana pode ser prejudicial para pessoas com diabetes, obesidade, hipertensão ou problemas renais, pois contém muito açúcar e sódio.

    A melhor forma de prevenir a dengue é combater o mosquito transmissor, eliminando os possíveis criadouros de água parada, como vasos de plantas, pneus, garrafas, caixas d’água, entre outros. Também é importante usar repelentes, telas nas janelas e roupas que cubram a pele. Outra medida de prevenção é a vacinação contra a dengue, que está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças de 10 a 11 anos, e que deve ser ampliada para outras faixas etárias conforme a disponibilidade de doses.

    Não se deixe enganar por fake news que prometem curas milagrosas para a dengue. Procure sempre fontes confiáveis de informação, como sites oficiais de saúde, jornais sérios ou profissionais qualificados. E se tiver dúvidas, pergunte ao Copilot, o seu assistente virtual que pode te ajudar com informações, perguntas e conversas.

  • Infarto e AVC lideram as mortes por doenças do coração no Brasil

    Infarto e AVC lideram as mortes por doenças do coração no Brasil

    Em 2022, cerca de 400 mil brasileiros morreram por problemas no coração e no sistema circulatório, segundo um relatório internacional publicado em 2023.

    O número é quase igual ao total de mortos pela pandemia do novo coronavírus no pior ano da crise sanitária, em 2021.

    As doenças cardiovasculares são aquelas que afetam o coração e os vasos sanguíneos, como o infarto do miocárdio e o acidente vascular cerebral (AVC). O infarto acontece quando uma parte do músculo cardíaco morre por falta de sangue, devido ao entupimento de uma artéria. O AVC ocorre quando um vaso sanguíneo do cérebro se rompe ou se obstrui, causando danos às células nervosas.

    Esses dois problemas foram responsáveis por 76% das mortes por doenças cardiovasculares no Brasil em 2022, sendo o infarto a principal causa de óbito em todos os estados brasileiros. As outras doenças cardiovasculares incluem a insuficiência cardíaca, a arritmia, a angina, a cardiopatia congênita, a endocardite, a pericardite, a miocardite, a arteriosclerose, a aneurisma, a trombose, a embolia, a hipertensão pulmonar, a doença reumática do coração, a cardiomiopatia, a doença cardíaca valvular e a doença cardíaca isquêmica.

    As doenças cardiovasculares são consideradas doenças crônicas não transmissíveis, ou seja, que não são causadas por vírus ou bactérias, mas por fatores de risco que podem ser modificados, como a hipertensão, o diabetes, o colesterol alto, o tabagismo, o sedentarismo, o estresse e a obesidade. Esses fatores podem levar ao acúmulo de gordura nas paredes das artérias, dificultando a passagem do sangue e aumentando o risco de infarto e AVC.

    A boa notícia é que as doenças cardiovasculares podem ser prevenidas e tratadas com hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada, a prática regular de exercícios físicos, o controle do peso, a redução do consumo de álcool e o abandono do cigarro. Além disso, é importante fazer exames periódicos para medir a pressão arterial, o nível de glicose e o colesterol no sangue, e seguir as orientações médicas para o uso de medicamentos, se necessário.

    Segundo os especialistas, a prevenção das doenças cardiovasculares é fundamental para reduzir a mortalidade e melhorar a qualidade de vida da população, especialmente em um cenário de envelhecimento e de aumento das doenças crônicas. Por isso, é preciso conscientizar as pessoas sobre os riscos e os benefícios de cuidar do coração, que é o órgão mais vital do corpo humano.

    Fonte: Link.

    O número é quase igual ao total de mortos pela pandemia do novo coronavírus no pior ano da crise sanitária, em 2021.

    As doenças cardiovasculares são aquelas que afetam o coração e os vasos sanguíneos, como o infarto do miocárdio e o acidente vascular cerebral (AVC). O infarto acontece quando uma parte do músculo cardíaco morre por falta de sangue, devido ao entupimento de uma artéria. O AVC ocorre quando um vaso sanguíneo do cérebro se rompe ou se obstrui, causando danos às células nervosas.

    Esses dois problemas foram responsáveis por 76% das mortes por doenças cardiovasculares no Brasil em 2022, sendo o infarto a principal causa de óbito em todos os estados brasileiros. As outras doenças cardiovasculares incluem a insuficiência cardíaca, a arritmia, a angina, a cardiopatia congênita, a endocardite, a pericardite, a miocardite, a arteriosclerose, a aneurisma, a trombose, a embolia, a hipertensão pulmonar, a doença reumática do coração, a cardiomiopatia, a doença cardíaca valvular e a doença cardíaca isquêmica.

    As doenças cardiovasculares são consideradas doenças crônicas não transmissíveis, ou seja, que não são causadas por vírus ou bactérias, mas por fatores de risco que podem ser modificados, como a hipertensão, o diabetes, o colesterol alto, o tabagismo, o sedentarismo, o estresse e a obesidade. Esses fatores podem levar ao acúmulo de gordura nas paredes das artérias, dificultando a passagem do sangue e aumentando o risco de infarto e AVC.

    A boa notícia é que as doenças cardiovasculares podem ser prevenidas e tratadas com hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada, a prática regular de exercícios físicos, o controle do peso, a redução do consumo de álcool e o abandono do cigarro. Além disso, é importante fazer exames periódicos para medir a pressão arterial, o nível de glicose e o colesterol no sangue, e seguir as orientações médicas para o uso de medicamentos, se necessário.

    Segundo os especialistas, a prevenção das doenças cardiovasculares é fundamental para reduzir a mortalidade e melhorar a qualidade de vida da população, especialmente em um cenário de envelhecimento e de aumento das doenças crônicas. Por isso, é preciso conscientizar as pessoas sobre os riscos e os benefícios de cuidar do coração, que é o órgão mais vital do corpo humano.

    Fonte: Link.

  • Psoríase: uma doença da pele que afeta milhões de pessoas

    Psoríase: uma doença da pele que afeta milhões de pessoas

    A psoríase é uma doença crônica da pele que afeta cerca de 3% da população mundial, segundo a OMS.

    No Brasil, estima-se que mais de 5 milhões de pessoas tenham psoríase, de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

    A psoríase se manifesta pelo aparecimento de manchas vermelhas e ressecadas na pele, que podem descamar e coçar. Essas manchas podem surgir em qualquer parte do corpo, mas são mais frequentes nos braços, pernas, couro cabeludo e unhas. Em alguns casos, a psoríase também pode afetar as articulações, causando dor e inflamação.

    A psoríase não é uma doença contagiosa, ou seja, não passa de uma pessoa para outra. Ela é causada por uma alteração no sistema imunológico, que faz com que as células da pele se multipliquem mais rápido do que o normal, formando as lesões. Ainda não se sabe exatamente o que provoca essa alteração, mas existem alguns fatores que podem desencadear ou piorar a psoríase, como:

    • Fatores genéticos: a psoríase pode ser herdada dos pais ou dos avós, mas isso não significa que todos os familiares vão desenvolver a doença.
    • Fatores ambientais: o estresse, as infecções, os medicamentos, o clima seco ou frio, o consumo de álcool e o tabagismo podem influenciar no surgimento ou na gravidade da psoríase.
    • Fatores hormonais: as mudanças hormonais, como as que ocorrem na puberdade, na gravidez ou na menopausa, podem afetar a psoríase.

    A psoríase não tem cura, mas tem tratamento. O tratamento varia de acordo com o tipo, a extensão e a localização das lesões, e pode incluir:

    • Cremes, pomadas e loções: são aplicados diretamente na pele, para hidratar, reduzir a inflamação e a descamação, e aliviar a coceira.
    • Medicamentos orais: são comprimidos ou cápsulas que atuam no sistema imunológico, para controlar a produção excessiva de células da pele.
    • Injeções: são medicamentos injetáveis que também agem no sistema imunológico, para casos mais graves ou resistentes aos outros tratamentos.
    • Fototerapia: é a exposição controlada à luz ultravioleta, que ajuda a diminuir a atividade das células da pele.

    O objetivo do tratamento é controlar os sintomas, melhorar a aparência da pele e prevenir complicações, como infecções, sangramentos, depressão e doenças cardiovasculares. O tratamento deve ser feito sob orientação médica, preferencialmente de um dermatologista, que é o especialista em doenças da pele.

    A psoríase pode afetar a qualidade de vida das pessoas que sofrem com a doença, causando desconforto físico, emocional e social. Muitas vezes, as pessoas com psoríase enfrentam preconceito, discriminação e isolamento, por falta de informação e de compreensão da sociedade. Por isso, é importante que as pessoas com psoríase recebam apoio, respeito e solidariedade, e que busquem ajuda profissional, se necessário.

    A psoríase é uma doença que não escolhe idade, sexo, cor ou classe social. Ela pode afetar qualquer pessoa, em qualquer momento da vida. Mas ela não é uma sentença, nem um obstáculo para a felicidade. Com o tratamento adequado, é possível conviver bem com a psoríase, e ter uma vida normal e saudável.

    No Brasil, estima-se que mais de 5 milhões de pessoas tenham psoríase, de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

    A psoríase se manifesta pelo aparecimento de manchas vermelhas e ressecadas na pele, que podem descamar e coçar. Essas manchas podem surgir em qualquer parte do corpo, mas são mais frequentes nos braços, pernas, couro cabeludo e unhas. Em alguns casos, a psoríase também pode afetar as articulações, causando dor e inflamação.

    A psoríase não é uma doença contagiosa, ou seja, não passa de uma pessoa para outra. Ela é causada por uma alteração no sistema imunológico, que faz com que as células da pele se multipliquem mais rápido do que o normal, formando as lesões. Ainda não se sabe exatamente o que provoca essa alteração, mas existem alguns fatores que podem desencadear ou piorar a psoríase, como:

    • Fatores genéticos: a psoríase pode ser herdada dos pais ou dos avós, mas isso não significa que todos os familiares vão desenvolver a doença.
    • Fatores ambientais: o estresse, as infecções, os medicamentos, o clima seco ou frio, o consumo de álcool e o tabagismo podem influenciar no surgimento ou na gravidade da psoríase.
    • Fatores hormonais: as mudanças hormonais, como as que ocorrem na puberdade, na gravidez ou na menopausa, podem afetar a psoríase.

    A psoríase não tem cura, mas tem tratamento. O tratamento varia de acordo com o tipo, a extensão e a localização das lesões, e pode incluir:

    • Cremes, pomadas e loções: são aplicados diretamente na pele, para hidratar, reduzir a inflamação e a descamação, e aliviar a coceira.
    • Medicamentos orais: são comprimidos ou cápsulas que atuam no sistema imunológico, para controlar a produção excessiva de células da pele.
    • Injeções: são medicamentos injetáveis que também agem no sistema imunológico, para casos mais graves ou resistentes aos outros tratamentos.
    • Fototerapia: é a exposição controlada à luz ultravioleta, que ajuda a diminuir a atividade das células da pele.

    O objetivo do tratamento é controlar os sintomas, melhorar a aparência da pele e prevenir complicações, como infecções, sangramentos, depressão e doenças cardiovasculares. O tratamento deve ser feito sob orientação médica, preferencialmente de um dermatologista, que é o especialista em doenças da pele.

    A psoríase pode afetar a qualidade de vida das pessoas que sofrem com a doença, causando desconforto físico, emocional e social. Muitas vezes, as pessoas com psoríase enfrentam preconceito, discriminação e isolamento, por falta de informação e de compreensão da sociedade. Por isso, é importante que as pessoas com psoríase recebam apoio, respeito e solidariedade, e que busquem ajuda profissional, se necessário.

    A psoríase é uma doença que não escolhe idade, sexo, cor ou classe social. Ela pode afetar qualquer pessoa, em qualquer momento da vida. Mas ela não é uma sentença, nem um obstáculo para a felicidade. Com o tratamento adequado, é possível conviver bem com a psoríase, e ter uma vida normal e saudável.

  • Vacina contra a dengue chega a 11 cidades da Grande São Paulo, mas capital fica de fora

    Vacina contra a dengue chega a 11 cidades da Grande São Paulo, mas capital fica de fora

    A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir outras doenças como zika, chikungunya e febre amarela.

    A dengue pode causar febre, dor de cabeça, dor no corpo, manchas na pele e, em casos mais graves, sangramento e choque. A doença não tem tratamento específico, apenas sintomático, e pode levar à morte.

    Para prevenir a dengue, é importante eliminar os possíveis criadouros do mosquito, como água parada em vasos, pneus, garrafas e outros recipientes. Também é recomendado usar repelente, roupas claras e cobrir as janelas com telas.

    Mas agora, há uma nova forma de prevenção: a vacina contra a dengue. Essa vacina é capaz de proteger contra os quatro tipos de vírus da dengue, com uma eficácia de cerca de 60%. A vacina é aplicada em duas doses, com um intervalo de três meses entre elas, e é indicada para pessoas entre 4 e 60 anos de idade.

    A vacina contra a dengue foi desenvolvida pelo laboratório japonês Takeda Pharma, e recebeu o nome de Qdenga. Ela foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em dezembro de 2022, e pelo Ministério da Saúde em janeiro de 2023.

    O Ministério da Saúde decidiu distribuir a vacina para 500 municípios do país, que foram selecionados de acordo com critérios como o número de casos de dengue, a população e a capacidade de armazenamento e aplicação da vacina. A distribuição da vacina é limitada pela capacidade de produção do laboratório, que é de cerca de 20 milhões de doses por ano.

    Entre os municípios escolhidos pelo Ministério da Saúde, estão 11 da Grande São Paulo: Guarulhos, Mogi das Cruzes, Suzano, Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Guararema. Essas cidades começaram a vacinar as crianças entre 10 e 14 anos nesta terça-feira (20), em escolas e unidades de saúde. A meta é vacinar cerca de 1,2 milhão de crianças nessa faixa etária até o final de abril.

    A capital paulista, porém, ficou de fora da lista das cidades que estão recebendo a vacina contra a dengue. A Secretaria da Saúde de São Paulo enviou um ofício à ministra da Saúde, Nísia Trindade, solicitando doses do imunizante para a cidade, que tem cerca de 12 milhões de habitantes e registrou mais de 5 mil casos de dengue neste ano. A Secretaria da Saúde de São Paulo espera receber uma resposta do Ministério da Saúde até o final desta semana.

    Enquanto isso, outra vacina contra a dengue está sendo desenvolvida pelo Instituto Butantan, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Essa vacina está em fase de testes clínicos, e deve ficar pronta em 2025. A expectativa é que essa vacina tenha uma eficácia maior que a Qdenga, e possa ser produzida em larga escala no Brasil.

    A vacinação contra a dengue é uma medida importante para reduzir os casos e as mortes pela doença, que é um grave problema de saúde pública no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil teve mais de 1,5 milhão de casos de dengue e mais de 800 mortes pela doença em 2022. No estado de São Paulo, foram 15 mortes por dengue entre o dia primeiro de janeiro e 16 de fevereiro de 2024.

    A dengue pode causar febre, dor de cabeça, dor no corpo, manchas na pele e, em casos mais graves, sangramento e choque. A doença não tem tratamento específico, apenas sintomático, e pode levar à morte.

    Para prevenir a dengue, é importante eliminar os possíveis criadouros do mosquito, como água parada em vasos, pneus, garrafas e outros recipientes. Também é recomendado usar repelente, roupas claras e cobrir as janelas com telas.

    Mas agora, há uma nova forma de prevenção: a vacina contra a dengue. Essa vacina é capaz de proteger contra os quatro tipos de vírus da dengue, com uma eficácia de cerca de 60%. A vacina é aplicada em duas doses, com um intervalo de três meses entre elas, e é indicada para pessoas entre 4 e 60 anos de idade.

    A vacina contra a dengue foi desenvolvida pelo laboratório japonês Takeda Pharma, e recebeu o nome de Qdenga. Ela foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em dezembro de 2022, e pelo Ministério da Saúde em janeiro de 2023.

    O Ministério da Saúde decidiu distribuir a vacina para 500 municípios do país, que foram selecionados de acordo com critérios como o número de casos de dengue, a população e a capacidade de armazenamento e aplicação da vacina. A distribuição da vacina é limitada pela capacidade de produção do laboratório, que é de cerca de 20 milhões de doses por ano.

    Entre os municípios escolhidos pelo Ministério da Saúde, estão 11 da Grande São Paulo: Guarulhos, Mogi das Cruzes, Suzano, Arujá, Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Poá, Salesópolis, Santa Isabel e Guararema. Essas cidades começaram a vacinar as crianças entre 10 e 14 anos nesta terça-feira (20), em escolas e unidades de saúde. A meta é vacinar cerca de 1,2 milhão de crianças nessa faixa etária até o final de abril.

    A capital paulista, porém, ficou de fora da lista das cidades que estão recebendo a vacina contra a dengue. A Secretaria da Saúde de São Paulo enviou um ofício à ministra da Saúde, Nísia Trindade, solicitando doses do imunizante para a cidade, que tem cerca de 12 milhões de habitantes e registrou mais de 5 mil casos de dengue neste ano. A Secretaria da Saúde de São Paulo espera receber uma resposta do Ministério da Saúde até o final desta semana.

    Enquanto isso, outra vacina contra a dengue está sendo desenvolvida pelo Instituto Butantan, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Essa vacina está em fase de testes clínicos, e deve ficar pronta em 2025. A expectativa é que essa vacina tenha uma eficácia maior que a Qdenga, e possa ser produzida em larga escala no Brasil.

    A vacinação contra a dengue é uma medida importante para reduzir os casos e as mortes pela doença, que é um grave problema de saúde pública no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil teve mais de 1,5 milhão de casos de dengue e mais de 800 mortes pela doença em 2022. No estado de São Paulo, foram 15 mortes por dengue entre o dia primeiro de janeiro e 16 de fevereiro de 2024.

  • Substitutos do sal podem reduzir o risco de hipertensão em idosos, diz estudo

    Substitutos do sal podem reduzir o risco de hipertensão em idosos, diz estudo

    Um novo estudo revelou que o uso de um substituto do sal, que tem menos sódio e mais potássio, pode diminuir a incidência e a probabilidade de hipertensão, ou pressão alta, em adultos mais velhos que não usam medicamentos anti-hipertensivos.

    A hipertensão é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares e mortalidade, afetando mais de 1,4 bilhão de adultos e causando 10,8 milhões de mortes por ano em todo o mundo. Uma das formas mais eficazes de prevenir ou tratar a hipertensão é reduzir a ingestão de sódio, mas isso pode ser difícil de alcançar na prática.

    O estudo DECIDE-Salt envolveu 611 participantes com 55 anos ou mais de 48 instituições de cuidados na China, que foram divididos em dois grupos: 24 instituições (313 participantes) substituindo o sal comum pelo substituto do sal e 24 instituições (298 participantes) continuando o uso do sal comum. Todos os participantes tinham pressão arterial <140/90mmHg e não estavam usando medicamentos anti-hipertensão no início do estudo. O desfecho primário foi os participantes que tiveram hipertensão, iniciaram medicamentos anti-hipertensão ou desenvolveram eventos adversos cardiovasculares importantes durante o acompanhamento.

    Após dois anos, a incidência de hipertensão foi de 11,7 por 100 pessoas-anos nos participantes com substituto do sal e de 24,3 por 100 pessoas-anos nos participantes com sal comum. As pessoas que usaram o substituto do sal tiveram 40% menos chances de desenvolver hipertensão em comparação com as que usaram o sal comum. Além disso, os substitutos do sal não causaram hipotensão, que pode ser um problema comum em idosos.

    “Os nossos resultados mostram uma descoberta empolgante para manter a pressão arterial, que oferece uma forma de as pessoas protegerem a sua saúde e minimizar o potencial de riscos cardiovasculares, tudo isso podendo desfrutar dos benefícios de adicionar sabor delicioso às suas refeições favoritas”, disse Yangfeng Wu, MD, PhD, autor principal do estudo e Diretor Executivo do Instituto de Pesquisa Clínica da Universidade de Pequim, na China.

    “Considerando o seu efeito redutor da pressão arterial, comprovado em estudos anteriores, o substituto do sal mostra-se benéfico para todas as pessoas, seja hipertensas ou normotensas, sendo assim uma estratégia populacional desejável para a prevenção e controle da hipertensão e da doença cardiovascular.”

    O estudo teve algumas limitações, como ser uma análise pós-hoc, ter dados faltantes e não medir diretamente a ingestão de sódio na dieta. No entanto, os resultados foram robustos e consistentes com estudos anteriores. O estudo sugere que os substitutos do sal são uma estratégia viável e eficaz para baixar a pressão arterial e reduzir o risco cardiovascular em adultos mais velhos, e potencialmente na população em geral.

    Fonte: Link.

    A hipertensão é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares e mortalidade, afetando mais de 1,4 bilhão de adultos e causando 10,8 milhões de mortes por ano em todo o mundo. Uma das formas mais eficazes de prevenir ou tratar a hipertensão é reduzir a ingestão de sódio, mas isso pode ser difícil de alcançar na prática.

    O estudo DECIDE-Salt envolveu 611 participantes com 55 anos ou mais de 48 instituições de cuidados na China, que foram divididos em dois grupos: 24 instituições (313 participantes) substituindo o sal comum pelo substituto do sal e 24 instituições (298 participantes) continuando o uso do sal comum. Todos os participantes tinham pressão arterial <140/90mmHg e não estavam usando medicamentos anti-hipertensão no início do estudo. O desfecho primário foi os participantes que tiveram hipertensão, iniciaram medicamentos anti-hipertensão ou desenvolveram eventos adversos cardiovasculares importantes durante o acompanhamento.

    Após dois anos, a incidência de hipertensão foi de 11,7 por 100 pessoas-anos nos participantes com substituto do sal e de 24,3 por 100 pessoas-anos nos participantes com sal comum. As pessoas que usaram o substituto do sal tiveram 40% menos chances de desenvolver hipertensão em comparação com as que usaram o sal comum. Além disso, os substitutos do sal não causaram hipotensão, que pode ser um problema comum em idosos.

    “Os nossos resultados mostram uma descoberta empolgante para manter a pressão arterial, que oferece uma forma de as pessoas protegerem a sua saúde e minimizar o potencial de riscos cardiovasculares, tudo isso podendo desfrutar dos benefícios de adicionar sabor delicioso às suas refeições favoritas”, disse Yangfeng Wu, MD, PhD, autor principal do estudo e Diretor Executivo do Instituto de Pesquisa Clínica da Universidade de Pequim, na China.

    “Considerando o seu efeito redutor da pressão arterial, comprovado em estudos anteriores, o substituto do sal mostra-se benéfico para todas as pessoas, seja hipertensas ou normotensas, sendo assim uma estratégia populacional desejável para a prevenção e controle da hipertensão e da doença cardiovascular.”

    O estudo teve algumas limitações, como ser uma análise pós-hoc, ter dados faltantes e não medir diretamente a ingestão de sódio na dieta. No entanto, os resultados foram robustos e consistentes com estudos anteriores. O estudo sugere que os substitutos do sal são uma estratégia viável e eficaz para baixar a pressão arterial e reduzir o risco cardiovascular em adultos mais velhos, e potencialmente na população em geral.

    Fonte: Link.

  • Burnout: como identificar e prevenir o esgotamento no trabalho

    Burnout: como identificar e prevenir o esgotamento no trabalho

    Você já se sentiu tão cansado, desanimado e sobrecarregado no trabalho que não conseguia mais dar conta das suas tarefas?

    Se a resposta for sim, você pode estar sofrendo de burnout, uma síndrome que afeta cerca de 13% dos trabalhadores noruegueses, segundo um estudo da Universidade de Ciência e Tecnologia da Noruega (NTNU).

    Burnout é uma resposta do corpo a situações prolongadas e exigentes, geralmente relacionadas ao trabalho, mas também influenciadas pelo equilíbrio entre a vida profissional e pessoal. Os sintomas mais comuns são a exaustão mental e física, a perda de interesse e de entusiasmo pelo trabalho, a dificuldade de concentração e de controle emocional, além de problemas de saúde, como doenças cardiovasculares, dores musculares, insônia e depressão.

    Para evitar que o burnout se agrave e cause danos irreversíveis, é importante identificar os sinais precoces e intervir o quanto antes. Mas como fazer isso? É aí que entra uma nova ferramenta chamada Burnout Assessment Tool (BAT), ou Ferramenta de Avaliação de Burnout, em português.

    O BAT é um instrumento que mede quatro fatores de risco de burnout: exaustão, distanciamento mental, comprometimento cognitivo e comprometimento emocional. A partir de um questionário com 23 ou 12 itens, o BAT pode indicar o nível de burnout de um trabalhador e orientar a busca por soluções.

    O BAT foi desenvolvido por um consórcio internacional de pesquisadores, que inclui especialistas do Brasil e de Portugal. O instrumento já foi adaptado e testado em mais de 30 países, revelando evidências de validade e confiabilidade. O objetivo é que o BAT se torne um padrão internacional para avaliar e comparar o burnout de trabalhadores de diferentes culturas e contextos.

    Segundo os pesquisadores, o BAT é uma ferramenta gratuita e inovadora na sua conceituação de burnout, que pode contribuir para a prevenção e o tratamento da síndrome. No entanto, eles alertam que o BAT não é suficiente por si só, e que é preciso criar condições e estruturas de trabalho que protejam e promovam o bem-estar dos trabalhadores.

    “Podemos lidar com o burnout por meio de tratamento individual, mas isso é de pouca utilidade se as pessoas retornarem a um local de trabalho onde as demandas são muito altas e há poucos recursos. É então muito provável que o funcionário adoeça novamente. Portanto, é importante criar boas condições de trabalho e estruturas que salvaguardem a saúde dos funcionários”, diz a professora Marit Christensen, do Departamento de Psicologia da NTNU.

    Fonte: Link.

    Se a resposta for sim, você pode estar sofrendo de burnout, uma síndrome que afeta cerca de 13% dos trabalhadores noruegueses, segundo um estudo da Universidade de Ciência e Tecnologia da Noruega (NTNU).

    Burnout é uma resposta do corpo a situações prolongadas e exigentes, geralmente relacionadas ao trabalho, mas também influenciadas pelo equilíbrio entre a vida profissional e pessoal. Os sintomas mais comuns são a exaustão mental e física, a perda de interesse e de entusiasmo pelo trabalho, a dificuldade de concentração e de controle emocional, além de problemas de saúde, como doenças cardiovasculares, dores musculares, insônia e depressão.

    Para evitar que o burnout se agrave e cause danos irreversíveis, é importante identificar os sinais precoces e intervir o quanto antes. Mas como fazer isso? É aí que entra uma nova ferramenta chamada Burnout Assessment Tool (BAT), ou Ferramenta de Avaliação de Burnout, em português.

    O BAT é um instrumento que mede quatro fatores de risco de burnout: exaustão, distanciamento mental, comprometimento cognitivo e comprometimento emocional. A partir de um questionário com 23 ou 12 itens, o BAT pode indicar o nível de burnout de um trabalhador e orientar a busca por soluções.

    O BAT foi desenvolvido por um consórcio internacional de pesquisadores, que inclui especialistas do Brasil e de Portugal. O instrumento já foi adaptado e testado em mais de 30 países, revelando evidências de validade e confiabilidade. O objetivo é que o BAT se torne um padrão internacional para avaliar e comparar o burnout de trabalhadores de diferentes culturas e contextos.

    Segundo os pesquisadores, o BAT é uma ferramenta gratuita e inovadora na sua conceituação de burnout, que pode contribuir para a prevenção e o tratamento da síndrome. No entanto, eles alertam que o BAT não é suficiente por si só, e que é preciso criar condições e estruturas de trabalho que protejam e promovam o bem-estar dos trabalhadores.

    “Podemos lidar com o burnout por meio de tratamento individual, mas isso é de pouca utilidade se as pessoas retornarem a um local de trabalho onde as demandas são muito altas e há poucos recursos. É então muito provável que o funcionário adoeça novamente. Portanto, é importante criar boas condições de trabalho e estruturas que salvaguardem a saúde dos funcionários”, diz a professora Marit Christensen, do Departamento de Psicologia da NTNU.

    Fonte: Link.

  • Nova pesquisa oferece esperança para milhares de pessoas afetadas por câncer cerebral agressivo

    Nova pesquisa oferece esperança para milhares de pessoas afetadas por câncer cerebral agressivo

    Pesquisadores da Universidade de Sussex identificam proteína (PANK4) como um obstáculo que impede as células cancerígenas de responderem ao tratamento quimioterápico para glioblastoma

    Uma nova pesquisa da Universidade de Sussex pode ajudar a aumentar a expectativa de vida e melhorar o tratamento para um câncer cerebral agressivo, que afeta milhares de pessoas por ano no Reino Unido e centenas de milhares em todo o mundo.

    No estudo, publicado na revista Advanced Science, os pesquisadores descobriram que uma proteína pouco estudada, chamada PANK4, é capaz de bloquear as células cancerígenas de responderem ao tratamento quimioterápico para o glioblastoma, um câncer cerebral altamente invasivo.

    Os cientistas de Sussex demonstraram que, se a proteína for removida, as células cancerígenas respondem melhor ao principal medicamento quimioterápico usado globalmente para o tratamento do glioblastoma.

    O professor Georgios Giamas, professor de sinalização celular do câncer na Universidade de Sussex, explica:

    “O glioblastoma é um câncer cerebral devastador, e os pesquisadores estão trabalhando duro para identificar formas de retardar a progressão da doença e combater a resistência das células ao tratamento. Como esta é a primeira vez que o PANK4 é relacionado ao glioblastoma, o próximo passo é desenvolver um medicamento que vise essa proteína para tentar reverter a quimiorresistência e restaurar a sensibilidade, garantindo que os pacientes recebam o melhor tratamento e tenham melhores resultados.”

    O glioblastoma é uma das formas mais agressivas de câncer cerebral.

    Aproximadamente 3.200 adultos são diagnosticados com a doença a cada ano no Reino Unido, e cerca de 250.000 a 300.000 em todo o mundo, com uma taxa de sobrevivência de apenas um a 18 meses após o diagnóstico.

    Após a cirurgia para remover o tumor, os pacientes com glioblastoma são normalmente tratados com radiação e o medicamento quimioterápico temozolomida.

    Embora os pacientes respondam inicialmente bem ao medicamento, as células cancerígenas rapidamente desenvolvem resistência a esse tratamento.

    A equipe da Universidade de Sussex liderou uma equipe de pesquisa internacional para entender as possíveis razões para essa resistência, ajudando a orientar futuras terapias para melhorar a qualidade de vida e aumentar a expectativa de vida daqueles com glioblastoma.

    A equipe identificou uma proteína chamada PANK4 que, quando removida das células cancerígenas, pode levar à morte das células e viu os pacientes responderem melhor à temozolomida.

    Relacionado a isso, os pesquisadores descobriram que os pacientes que expressam altos níveis da proteína PANK4 têm taxas de sobrevivência mais baixas.

    A Dra. Viviana Vella, pesquisadora da Universidade de Sussex, explica:

    “Existem inúmeras proteínas subinvestigadas que podem ter grande potencial para intervenção terapêutica. Nosso estudo lança luz sobre essa proteína pouco estudada, PANK4, revelando um papel protetor nas células cancerígenas resistentes à temozolomida. Em última análise, a depleção de PANK4 representa uma vulnerabilidade que agora pode ser explorada para restaurar a sensibilidade ao medicamento e melhorar o tratamento.”

    Este estudo contribui para um conjunto de pesquisas inovadoras dos pesquisadores de Sussex, que se concentra no diagnóstico precoce e tratamento do glioblastoma.

    O grupo de pesquisa agora espera desenvolver um medicamento que reverta a quimiorresistência e melhore a perspectiva para os pacientes.

    A Sra. Charley Cranmer, diretora de captação de recursos e comunicações da Action Against Cancer, que financiou a pesquisa, acrescenta:

    “A Action Against Cancer tem muito orgulho de ter financiado esta pesquisa inovadora que oferece tanta esperança para os pacientes com este tipo de câncer cerebral agressivo.”

    Fonte: Link.

    Uma nova pesquisa da Universidade de Sussex pode ajudar a aumentar a expectativa de vida e melhorar o tratamento para um câncer cerebral agressivo, que afeta milhares de pessoas por ano no Reino Unido e centenas de milhares em todo o mundo.

    No estudo, publicado na revista Advanced Science, os pesquisadores descobriram que uma proteína pouco estudada, chamada PANK4, é capaz de bloquear as células cancerígenas de responderem ao tratamento quimioterápico para o glioblastoma, um câncer cerebral altamente invasivo.

    Os cientistas de Sussex demonstraram que, se a proteína for removida, as células cancerígenas respondem melhor ao principal medicamento quimioterápico usado globalmente para o tratamento do glioblastoma.

    O professor Georgios Giamas, professor de sinalização celular do câncer na Universidade de Sussex, explica:

    “O glioblastoma é um câncer cerebral devastador, e os pesquisadores estão trabalhando duro para identificar formas de retardar a progressão da doença e combater a resistência das células ao tratamento. Como esta é a primeira vez que o PANK4 é relacionado ao glioblastoma, o próximo passo é desenvolver um medicamento que vise essa proteína para tentar reverter a quimiorresistência e restaurar a sensibilidade, garantindo que os pacientes recebam o melhor tratamento e tenham melhores resultados.”

    O glioblastoma é uma das formas mais agressivas de câncer cerebral.

    Aproximadamente 3.200 adultos são diagnosticados com a doença a cada ano no Reino Unido, e cerca de 250.000 a 300.000 em todo o mundo, com uma taxa de sobrevivência de apenas um a 18 meses após o diagnóstico.

    Após a cirurgia para remover o tumor, os pacientes com glioblastoma são normalmente tratados com radiação e o medicamento quimioterápico temozolomida.

    Embora os pacientes respondam inicialmente bem ao medicamento, as células cancerígenas rapidamente desenvolvem resistência a esse tratamento.

    A equipe da Universidade de Sussex liderou uma equipe de pesquisa internacional para entender as possíveis razões para essa resistência, ajudando a orientar futuras terapias para melhorar a qualidade de vida e aumentar a expectativa de vida daqueles com glioblastoma.

    A equipe identificou uma proteína chamada PANK4 que, quando removida das células cancerígenas, pode levar à morte das células e viu os pacientes responderem melhor à temozolomida.

    Relacionado a isso, os pesquisadores descobriram que os pacientes que expressam altos níveis da proteína PANK4 têm taxas de sobrevivência mais baixas.

    A Dra. Viviana Vella, pesquisadora da Universidade de Sussex, explica:

    “Existem inúmeras proteínas subinvestigadas que podem ter grande potencial para intervenção terapêutica. Nosso estudo lança luz sobre essa proteína pouco estudada, PANK4, revelando um papel protetor nas células cancerígenas resistentes à temozolomida. Em última análise, a depleção de PANK4 representa uma vulnerabilidade que agora pode ser explorada para restaurar a sensibilidade ao medicamento e melhorar o tratamento.”

    Este estudo contribui para um conjunto de pesquisas inovadoras dos pesquisadores de Sussex, que se concentra no diagnóstico precoce e tratamento do glioblastoma.

    O grupo de pesquisa agora espera desenvolver um medicamento que reverta a quimiorresistência e melhore a perspectiva para os pacientes.

    A Sra. Charley Cranmer, diretora de captação de recursos e comunicações da Action Against Cancer, que financiou a pesquisa, acrescenta:

    “A Action Against Cancer tem muito orgulho de ter financiado esta pesquisa inovadora que oferece tanta esperança para os pacientes com este tipo de câncer cerebral agressivo.”

    Fonte: Link.

  • Leucemia mieloide aguda: o que é, como se manifesta e como se trata

    Leucemia mieloide aguda: o que é, como se manifesta e como se trata

    Leucemia mieloide aguda é uma doença que afeta as células do sangue e da medula óssea, que é o tecido que produz o sangue.

    A leucemia mieloide aguda é um tipo de câncer que pode causar sérios problemas de saúde e até mesmo a morte. Por isso, é importante conhecer os seus sintomas, causas, diagnóstico e tratamento.

    O que é leucemia mieloide aguda?

    A leucemia mieloide aguda é uma doença que ocorre quando há um dano no DNA das células na medula óssea, que leva ao seu desenvolvimento anormal em células malignas. Essas células se multiplicam rapidamente e ocupam o espaço das células normais, prejudicando a produção de sangue. A leucemia mieloide aguda pode afetar os glóbulos vermelhos, que transportam o oxigênio pelo corpo, os glóbulos brancos, que combatem as infecções, e as plaquetas, que ajudam na coagulação do sangue.

    Quais são os sintomas da leucemia mieloide aguda?

    A leucemia mieloide aguda pode causar sintomas como:

    • Fadiga e fraqueza

    • Palidez e falta de ar

    • Febre e calafrios

    • Infecções frequentes e difíceis de tratar

    • Hematomas e sangramentos sem motivo aparente

    • Dor nos ossos e nas articulações

    • Aumento do baço e dos gânglios linfáticos

    Esses sintomas podem ser confundidos com outras doenças, por isso é importante procurar um médico se você notar alguma alteração no seu estado de saúde.

    Quais são as causas da leucemia mieloide aguda?

    A leucemia mieloide aguda não tem uma causa única, mas existem alguns fatores que podem aumentar o risco de desenvolver a doença, como:

    • Idade avançada: a leucemia mieloide aguda é mais comum em adultos, com média de idade de início aos 68 anos.

    • Exposição a radiação e a substâncias químicas: pessoas que trabalham ou que já foram expostas a radiação, como a de bombas atômicas ou de tratamentos de câncer, ou a substâncias químicas, como o benzeno, têm maior chance de ter leucemia mieloide aguda.

    • Histórico familiar: pessoas que têm parentes com leucemia mieloide aguda ou com outras doenças do sangue podem ter uma predisposição genética para a doença.

    • Outras doenças do sangue: pessoas que têm ou que já tiveram outras doenças do sangue, como anemia aplástica, síndrome mielodisplásica ou leucemia mieloide crônica, podem evoluir para leucemia mieloide aguda.

    Como é feito o diagnóstico da leucemia mieloide aguda?

    O diagnóstico da leucemia mieloide aguda é feito por exames de sangue e biópsia da medula óssea. Os exames de sangue podem mostrar a quantidade e a forma das células do sangue, que podem estar alteradas na leucemia mieloide aguda. A biópsia da medula óssea consiste na retirada de uma amostra do tecido da medula óssea, geralmente do osso da bacia, para analisar as células sob o microscópio e identificar as células malignas.

    Como é feito o tratamento da leucemia mieloide aguda?

    O tratamento da leucemia mieloide aguda depende do subtipo, do prognóstico e da condição do paciente, mas geralmente envolve quimioterapia, radiação e transplante de células-tronco. A quimioterapia é o uso de medicamentos que matam as células malignas, mas que também podem afetar as células normais, causando efeitos colaterais como náusea, vômito, queda de cabelo e infecções. A radiação é o uso de raios de alta energia que destroem as células malignas, mas que também podem danificar os tecidos saudáveis, causando efeitos colaterais como queimaduras, vermelhidão e irritação na pele. O transplante de células-tronco é o procedimento que substitui as células da medula óssea do paciente por células de um doador compatível, que podem ser de um parente ou de um banco de doadores. O transplante de células-tronco pode curar a leucemia mieloide aguda em alguns casos, mas também pode causar complicações como rejeição e infecções.

    Qual é a expectativa de vida de quem tem leucemia mieloide aguda?

    A expectativa de vida de quem tem leucemia mieloide aguda varia de acordo com o subtipo, o prognóstico e a resposta ao tratamento. De modo geral, a leucemia mieloide aguda é uma doença grave, que pode recidivar ou evoluir para uma forma mais agressiva. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), a taxa de sobrevida em cinco anos para pessoas com leucemia mieloide aguda é de cerca de 28%. No entanto, há casos de cura e de remissão prolongada da doença, que dependem de vários fatores, como a idade, o estado geral de saúde e a disponibilidade de um doador compatível.

    Como prevenir a leucemia mieloide aguda?

    Não há uma forma específica de prevenir a leucemia mieloide aguda, mas algumas medidas podem reduzir o risco de desenvolver a doença, como:

    • Evitar a exposição a radiação e a substâncias químicas que podem causar danos ao DNA das células.

    • Manter uma alimentação saudável e equilibrada, rica em frutas, verduras e legumes, e pobre em gorduras, açúcares e sal.

    • Praticar atividades físicas regularmente, de acordo com a orientação médica.

    • Não fumar e evitar o consumo excessivo de álcool e de outras drogas.

    • Fazer exames de rotina e consultar o médico sempre que notar algum sintoma anormal.

    A leucemia mieloide aguda é uma doença que requer atenção e cuidado, mas que pode ser tratada e até mesmo curada em alguns casos. Por isso, é importante estar informado e consciente sobre a doença, e buscar ajuda médica sempre que necessário.

    A leucemia mieloide aguda é um tipo de câncer que pode causar sérios problemas de saúde e até mesmo a morte. Por isso, é importante conhecer os seus sintomas, causas, diagnóstico e tratamento.

    O que é leucemia mieloide aguda?

    A leucemia mieloide aguda é uma doença que ocorre quando há um dano no DNA das células na medula óssea, que leva ao seu desenvolvimento anormal em células malignas. Essas células se multiplicam rapidamente e ocupam o espaço das células normais, prejudicando a produção de sangue. A leucemia mieloide aguda pode afetar os glóbulos vermelhos, que transportam o oxigênio pelo corpo, os glóbulos brancos, que combatem as infecções, e as plaquetas, que ajudam na coagulação do sangue.

    Quais são os sintomas da leucemia mieloide aguda?

    A leucemia mieloide aguda pode causar sintomas como:

    • Fadiga e fraqueza

    • Palidez e falta de ar

    • Febre e calafrios

    • Infecções frequentes e difíceis de tratar

    • Hematomas e sangramentos sem motivo aparente

    • Dor nos ossos e nas articulações

    • Aumento do baço e dos gânglios linfáticos

    Esses sintomas podem ser confundidos com outras doenças, por isso é importante procurar um médico se você notar alguma alteração no seu estado de saúde.

    Quais são as causas da leucemia mieloide aguda?

    A leucemia mieloide aguda não tem uma causa única, mas existem alguns fatores que podem aumentar o risco de desenvolver a doença, como:

    • Idade avançada: a leucemia mieloide aguda é mais comum em adultos, com média de idade de início aos 68 anos.

    • Exposição a radiação e a substâncias químicas: pessoas que trabalham ou que já foram expostas a radiação, como a de bombas atômicas ou de tratamentos de câncer, ou a substâncias químicas, como o benzeno, têm maior chance de ter leucemia mieloide aguda.

    • Histórico familiar: pessoas que têm parentes com leucemia mieloide aguda ou com outras doenças do sangue podem ter uma predisposição genética para a doença.

    • Outras doenças do sangue: pessoas que têm ou que já tiveram outras doenças do sangue, como anemia aplástica, síndrome mielodisplásica ou leucemia mieloide crônica, podem evoluir para leucemia mieloide aguda.

    Como é feito o diagnóstico da leucemia mieloide aguda?

    O diagnóstico da leucemia mieloide aguda é feito por exames de sangue e biópsia da medula óssea. Os exames de sangue podem mostrar a quantidade e a forma das células do sangue, que podem estar alteradas na leucemia mieloide aguda. A biópsia da medula óssea consiste na retirada de uma amostra do tecido da medula óssea, geralmente do osso da bacia, para analisar as células sob o microscópio e identificar as células malignas.

    Como é feito o tratamento da leucemia mieloide aguda?

    O tratamento da leucemia mieloide aguda depende do subtipo, do prognóstico e da condição do paciente, mas geralmente envolve quimioterapia, radiação e transplante de células-tronco. A quimioterapia é o uso de medicamentos que matam as células malignas, mas que também podem afetar as células normais, causando efeitos colaterais como náusea, vômito, queda de cabelo e infecções. A radiação é o uso de raios de alta energia que destroem as células malignas, mas que também podem danificar os tecidos saudáveis, causando efeitos colaterais como queimaduras, vermelhidão e irritação na pele. O transplante de células-tronco é o procedimento que substitui as células da medula óssea do paciente por células de um doador compatível, que podem ser de um parente ou de um banco de doadores. O transplante de células-tronco pode curar a leucemia mieloide aguda em alguns casos, mas também pode causar complicações como rejeição e infecções.

    Qual é a expectativa de vida de quem tem leucemia mieloide aguda?

    A expectativa de vida de quem tem leucemia mieloide aguda varia de acordo com o subtipo, o prognóstico e a resposta ao tratamento. De modo geral, a leucemia mieloide aguda é uma doença grave, que pode recidivar ou evoluir para uma forma mais agressiva. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), a taxa de sobrevida em cinco anos para pessoas com leucemia mieloide aguda é de cerca de 28%. No entanto, há casos de cura e de remissão prolongada da doença, que dependem de vários fatores, como a idade, o estado geral de saúde e a disponibilidade de um doador compatível.

    Como prevenir a leucemia mieloide aguda?

    Não há uma forma específica de prevenir a leucemia mieloide aguda, mas algumas medidas podem reduzir o risco de desenvolver a doença, como:

    • Evitar a exposição a radiação e a substâncias químicas que podem causar danos ao DNA das células.

    • Manter uma alimentação saudável e equilibrada, rica em frutas, verduras e legumes, e pobre em gorduras, açúcares e sal.

    • Praticar atividades físicas regularmente, de acordo com a orientação médica.

    • Não fumar e evitar o consumo excessivo de álcool e de outras drogas.

    • Fazer exames de rotina e consultar o médico sempre que notar algum sintoma anormal.

    A leucemia mieloide aguda é uma doença que requer atenção e cuidado, mas que pode ser tratada e até mesmo curada em alguns casos. Por isso, é importante estar informado e consciente sobre a doença, e buscar ajuda médica sempre que necessário.

  • Leite materno protege filhotes de camundongos de infecção bacteriana, diz estudo

    Leite materno protege filhotes de camundongos de infecção bacteriana, diz estudo

    Um estudo liderado por pesquisadores da Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg revelou um novo benefício do leite materno para a saúde dos filhotes de camundongos.

    Segundo o trabalho, publicado na revista Cell, o leite materno contém componentes imunológicos que moldam o ambiente do intestino dos filhotes, tornando-os menos suscetíveis a certas bactérias causadoras de doenças.

    Os pesquisadores descobriram que os filhotes que mamaram de mães cujo leite materno não tinha uma proteína complementar chave ficaram mais vulneráveis à infecção por Citrobacter rodentium, uma bactéria que infecta o intestino dos camundongos. Essa bactéria é semelhante a alguns tipos de E. coli que causam diarreia em humanos, mas não em camundongos.

    Os componentes complementares do leite materno são proteínas que podem atacar diretamente as células bacterianas e alterar a composição da microbiota intestinal, que é o conjunto de micro-organismos que vivem no trato digestivo e influenciam a saúde e a doença. Essa mudança na microbiota intestinal faz com que os filhotes de camundongos fiquem menos propensos a ter uma inflamação prejudicial na presença de Citrobacter rodentium, protegendo-os de uma possível colite, ou seja, uma inflamação do cólon.

    “Esses achados revelam um papel crítico das proteínas complementares do leite materno na modelagem da microbiota intestinal dos filhotes durante os estágios iniciais do desenvolvimento, promovendo a saúde infantil e defendendo contra patógenos”, diz o professor Fengyi Wan, PhD, autor sênior do estudo.

    Os pesquisadores também confirmaram, em análises separadas em laboratório, que o leite materno humano contém esses componentes complementares, que demonstraram uma atividade semelhante na eliminação de bactérias específicas.

    Esses resultados ampliam o nosso conhecimento sobre os mecanismos de proteção do leite materno, que já é conhecido por fornecer uma excelente nutrição aos bebês e por compartilhar anticorpos e células brancas do sangue da mãe.

    O estudo foi financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde, pelo Departamento de Defesa dos EUA, pela Associação Americana de Imunologistas e pela Associação Americana do Coração.

    Fonte: Link.

    Segundo o trabalho, publicado na revista Cell, o leite materno contém componentes imunológicos que moldam o ambiente do intestino dos filhotes, tornando-os menos suscetíveis a certas bactérias causadoras de doenças.

    Os pesquisadores descobriram que os filhotes que mamaram de mães cujo leite materno não tinha uma proteína complementar chave ficaram mais vulneráveis à infecção por Citrobacter rodentium, uma bactéria que infecta o intestino dos camundongos. Essa bactéria é semelhante a alguns tipos de E. coli que causam diarreia em humanos, mas não em camundongos.

    Os componentes complementares do leite materno são proteínas que podem atacar diretamente as células bacterianas e alterar a composição da microbiota intestinal, que é o conjunto de micro-organismos que vivem no trato digestivo e influenciam a saúde e a doença. Essa mudança na microbiota intestinal faz com que os filhotes de camundongos fiquem menos propensos a ter uma inflamação prejudicial na presença de Citrobacter rodentium, protegendo-os de uma possível colite, ou seja, uma inflamação do cólon.

    “Esses achados revelam um papel crítico das proteínas complementares do leite materno na modelagem da microbiota intestinal dos filhotes durante os estágios iniciais do desenvolvimento, promovendo a saúde infantil e defendendo contra patógenos”, diz o professor Fengyi Wan, PhD, autor sênior do estudo.

    Os pesquisadores também confirmaram, em análises separadas em laboratório, que o leite materno humano contém esses componentes complementares, que demonstraram uma atividade semelhante na eliminação de bactérias específicas.

    Esses resultados ampliam o nosso conhecimento sobre os mecanismos de proteção do leite materno, que já é conhecido por fornecer uma excelente nutrição aos bebês e por compartilhar anticorpos e células brancas do sangue da mãe.

    O estudo foi financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde, pelo Departamento de Defesa dos EUA, pela Associação Americana de Imunologistas e pela Associação Americana do Coração.

    Fonte: Link.