Categoria: Saúde

  • Superbactérias: entenda o problema que mata milhares de pessoas no Brasil e no mundo

    Superbactérias: entenda o problema que mata milhares de pessoas no Brasil e no mundo

    As superbactérias são microorganismos que desenvolveram resistência a vários tipos de antibióticos, os medicamentos usados para combater infecções bacterianas.

    Isso significa que eles podem causar doenças graves e até fatais, sem que haja um tratamento eficaz disponível.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as superbactérias são uma das maiores ameaças à saúde pública no mundo, pois podem comprometer a capacidade de tratar doenças comuns, como pneumonia, tuberculose, gonorreia e infecções urinárias. Além disso, elas podem aumentar o risco de complicações em cirurgias, transplantes, quimioterapia e outras intervenções médicas.

    No Brasil, as superbactérias são responsáveis por cerca de 33 mil mortes por ano, de acordo com um estudo publicado em 2019 pela revista científica Lancet Infectious Diseases. O país é o segundo mais afetado pela resistência bacteriana na América Latina, atrás apenas do México.

    O que são antibióticos e como surgem as superbactérias?

    Os antibióticos são substâncias capazes de matar ou impedir o crescimento de bactérias. Eles foram descobertos na primeira metade do século XX e revolucionaram a medicina, salvando milhões de vidas de doenças que antes eram incuráveis.

    No entanto, o uso indiscriminado e inadequado dos antibióticos ao longo dos anos favoreceu o surgimento das superbactérias. Isso acontece porque as bactérias são capazes de se adaptar e desenvolver mecanismos de defesa contra os medicamentos, transmitindo essas características para as gerações seguintes.

    Alguns fatores que contribuem para a resistência bacteriana são:

    • O consumo excessivo de antibióticos, sem prescrição médica ou por tempo maior do que o indicado;

    • A falta de adesão ao tratamento, interrompendo-o antes do fim ou não seguindo as orientações do médico;

    • A automedicação, usando antibióticos para tratar doenças que não são causadas por bactérias, como gripes e resfriados;

    • A falta de higiene, que facilita a transmissão de bactérias entre as pessoas e o ambiente;

    • A contaminação ambiental, por meio do descarte inadequado de antibióticos e de resíduos de animais tratados com esses medicamentos;

    • A falta de controle e fiscalização do uso de antibióticos na agropecuária, que pode levar à ingestão de resíduos dessas substâncias nos alimentos de origem animal.

    Como prevenir e combater as superbactérias?

    A prevenção e o combate às superbactérias dependem de uma ação conjunta de governos, profissionais de saúde, indústria farmacêutica, produtores rurais e população em geral. Algumas medidas que podem ser tomadas são:

    • Usar antibióticos somente quando prescritos por um médico, seguindo rigorosamente as doses, os horários e a duração do tratamento;

    • Não interromper o tratamento antes do fim, mesmo que os sintomas melhorem, pois isso pode favorecer a sobrevivência das bactérias mais resistentes;

    • Não usar antibióticos para tratar doenças que não são causadas por bactérias, como gripes e resfriados, pois eles não têm efeito sobre vírus ou fungos;

    • Não compartilhar antibióticos com outras pessoas, pois cada caso requer uma avaliação médica e uma prescrição específica;

    • Manter hábitos de higiene, como lavar as mãos com frequência, cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar, evitar contato com pessoas doentes e limpar superfícies e objetos que possam estar contaminados;

    • Evitar o uso de produtos de limpeza e cosméticos que contenham antibióticos, pois eles podem contribuir para a resistência bacteriana;

    • Exigir que os alimentos de origem animal sejam produzidos de forma sustentável, sem o uso abusivo de antibióticos, e que sejam fiscalizados pelos órgãos competentes;

    • Apoiar a pesquisa e o desenvolvimento de novos antibióticos, que possam combater as superbactérias mais resistentes.

    As superbactérias são um problema grave e urgente, que requer a conscientização e a colaboração de todos. Somente assim, poderemos preservar a eficácia dos antibióticos e garantir a saúde das gerações futuras.

    Isso significa que eles podem causar doenças graves e até fatais, sem que haja um tratamento eficaz disponível.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as superbactérias são uma das maiores ameaças à saúde pública no mundo, pois podem comprometer a capacidade de tratar doenças comuns, como pneumonia, tuberculose, gonorreia e infecções urinárias. Além disso, elas podem aumentar o risco de complicações em cirurgias, transplantes, quimioterapia e outras intervenções médicas.

    No Brasil, as superbactérias são responsáveis por cerca de 33 mil mortes por ano, de acordo com um estudo publicado em 2019 pela revista científica Lancet Infectious Diseases. O país é o segundo mais afetado pela resistência bacteriana na América Latina, atrás apenas do México.

    O que são antibióticos e como surgem as superbactérias?

    Os antibióticos são substâncias capazes de matar ou impedir o crescimento de bactérias. Eles foram descobertos na primeira metade do século XX e revolucionaram a medicina, salvando milhões de vidas de doenças que antes eram incuráveis.

    No entanto, o uso indiscriminado e inadequado dos antibióticos ao longo dos anos favoreceu o surgimento das superbactérias. Isso acontece porque as bactérias são capazes de se adaptar e desenvolver mecanismos de defesa contra os medicamentos, transmitindo essas características para as gerações seguintes.

    Alguns fatores que contribuem para a resistência bacteriana são:

    • O consumo excessivo de antibióticos, sem prescrição médica ou por tempo maior do que o indicado;

    • A falta de adesão ao tratamento, interrompendo-o antes do fim ou não seguindo as orientações do médico;

    • A automedicação, usando antibióticos para tratar doenças que não são causadas por bactérias, como gripes e resfriados;

    • A falta de higiene, que facilita a transmissão de bactérias entre as pessoas e o ambiente;

    • A contaminação ambiental, por meio do descarte inadequado de antibióticos e de resíduos de animais tratados com esses medicamentos;

    • A falta de controle e fiscalização do uso de antibióticos na agropecuária, que pode levar à ingestão de resíduos dessas substâncias nos alimentos de origem animal.

    Como prevenir e combater as superbactérias?

    A prevenção e o combate às superbactérias dependem de uma ação conjunta de governos, profissionais de saúde, indústria farmacêutica, produtores rurais e população em geral. Algumas medidas que podem ser tomadas são:

    • Usar antibióticos somente quando prescritos por um médico, seguindo rigorosamente as doses, os horários e a duração do tratamento;

    • Não interromper o tratamento antes do fim, mesmo que os sintomas melhorem, pois isso pode favorecer a sobrevivência das bactérias mais resistentes;

    • Não usar antibióticos para tratar doenças que não são causadas por bactérias, como gripes e resfriados, pois eles não têm efeito sobre vírus ou fungos;

    • Não compartilhar antibióticos com outras pessoas, pois cada caso requer uma avaliação médica e uma prescrição específica;

    • Manter hábitos de higiene, como lavar as mãos com frequência, cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar, evitar contato com pessoas doentes e limpar superfícies e objetos que possam estar contaminados;

    • Evitar o uso de produtos de limpeza e cosméticos que contenham antibióticos, pois eles podem contribuir para a resistência bacteriana;

    • Exigir que os alimentos de origem animal sejam produzidos de forma sustentável, sem o uso abusivo de antibióticos, e que sejam fiscalizados pelos órgãos competentes;

    • Apoiar a pesquisa e o desenvolvimento de novos antibióticos, que possam combater as superbactérias mais resistentes.

    As superbactérias são um problema grave e urgente, que requer a conscientização e a colaboração de todos. Somente assim, poderemos preservar a eficácia dos antibióticos e garantir a saúde das gerações futuras.

  • Ultrassom de baixa frequência pode melhorar a oxigenação do sangue, aponta pesquisa

    Ultrassom de baixa frequência pode melhorar a oxigenação do sangue, aponta pesquisa

    O ultrassom de baixa frequência é uma forma de onda sonora que pode penetrar profundamente nos tecidos e órgãos, tem um efeito positivo nos parâmetros sanguíneos.

    A pesquisa foi realizada em 300 amostras de sangue coletadas de 42 pacientes pulmonares, que foram expostas a seis modos diferentes de ultrassom de baixa frequência no Instituto de Mecatrônica da Universidade de Tecnologia de Kaunas (KTU). As mudanças em 20 parâmetros sanguíneos foram registradas usando o equipamento de análise de sangue nos laboratórios da Universidade de Ciências da Saúde da Lituânia (LSMU). Para a previsão da exposição ao ultrassom, foram aplicados inteligência artificial, ou seja, análise de variância (ANOVA), método não paramétrico de Kruskal-Wallis e algoritmos de aprendizado de máquina. Os cálculos foram feitos no Centro de Inteligência Artificial da KTU.

    Os resultados mostraram que o ultrassom de baixa frequência desagrega os glóbulos vermelhos (RBC) que estão agrupados e aumenta a interação da hemoglobina com o oxigênio. Isso melhora a saturação de oxigênio no sangue, ou seja, a quantidade de oxigênio que o sangue pode transportar. Além disso, o ultrassom de baixa frequência reduz a viscosidade do sangue e a pressão arterial, o que pode melhorar a circulação sanguínea e a saúde cardiovascular.

    Os pesquisadores sugerem que o ultrassom de baixa frequência pode ser usado como um tratamento não farmacológico para melhorar a oxigenação do sangue e prevenir ou tratar doenças relacionadas à hipóxia, como a COVID-19, que afeta o sistema respiratório. Eles também afirmam que o ultrassom de baixa frequência pode ser aplicado de forma segura e não invasiva, sem causar danos aos tecidos ou aos componentes sanguíneos.

    O ultrassom de baixa frequência é uma forma de onda sonora com frequência inferior a 20 kHz, que pode penetrar profundamente nos tecidos e órgãos. Ele é usado para diversos fins médicos, como diagnóstico por imagem, terapia física, cirurgia e estimulação nervosa. O ultrassom de baixa frequência também pode ter efeitos biológicos, como alterar a permeabilidade das membranas celulares, induzir a produção de óxido nítrico e estimular a angiogênese, que é a formação de novos vasos sanguíneos.

    Fonte: Link.

    A pesquisa foi realizada em 300 amostras de sangue coletadas de 42 pacientes pulmonares, que foram expostas a seis modos diferentes de ultrassom de baixa frequência no Instituto de Mecatrônica da Universidade de Tecnologia de Kaunas (KTU). As mudanças em 20 parâmetros sanguíneos foram registradas usando o equipamento de análise de sangue nos laboratórios da Universidade de Ciências da Saúde da Lituânia (LSMU). Para a previsão da exposição ao ultrassom, foram aplicados inteligência artificial, ou seja, análise de variância (ANOVA), método não paramétrico de Kruskal-Wallis e algoritmos de aprendizado de máquina. Os cálculos foram feitos no Centro de Inteligência Artificial da KTU.

    Os resultados mostraram que o ultrassom de baixa frequência desagrega os glóbulos vermelhos (RBC) que estão agrupados e aumenta a interação da hemoglobina com o oxigênio. Isso melhora a saturação de oxigênio no sangue, ou seja, a quantidade de oxigênio que o sangue pode transportar. Além disso, o ultrassom de baixa frequência reduz a viscosidade do sangue e a pressão arterial, o que pode melhorar a circulação sanguínea e a saúde cardiovascular.

    Os pesquisadores sugerem que o ultrassom de baixa frequência pode ser usado como um tratamento não farmacológico para melhorar a oxigenação do sangue e prevenir ou tratar doenças relacionadas à hipóxia, como a COVID-19, que afeta o sistema respiratório. Eles também afirmam que o ultrassom de baixa frequência pode ser aplicado de forma segura e não invasiva, sem causar danos aos tecidos ou aos componentes sanguíneos.

    O ultrassom de baixa frequência é uma forma de onda sonora com frequência inferior a 20 kHz, que pode penetrar profundamente nos tecidos e órgãos. Ele é usado para diversos fins médicos, como diagnóstico por imagem, terapia física, cirurgia e estimulação nervosa. O ultrassom de baixa frequência também pode ter efeitos biológicos, como alterar a permeabilidade das membranas celulares, induzir a produção de óxido nítrico e estimular a angiogênese, que é a formação de novos vasos sanguíneos.

    Fonte: Link.

  • Brasil é o primeiro país a oferecer vacina da dengue pelo SUS

    Brasil é o primeiro país a oferecer vacina da dengue pelo SUS

    O Brasil começou a vacinar contra a dengue neste ano, sendo o primeiro país do mundo a disponibilizar a vacina pelo sistema público de saúde.

    A vacina, chamada Qdenga, foi desenvolvida pelo laboratório japonês Takeda Pharma e pode prevenir a doença em pessoas de 4 a 60 anos de idade.

    A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir a zika, a chikungunya e a febre amarela. A dengue pode causar sintomas como febre, dor de cabeça, dor no corpo, manchas na pele e, em alguns casos, sangramento e choque, podendo levar à morte.

    Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registrou mais de 1,5 milhão de casos de dengue e 1.641 mortes em 2023, sendo o segundo ano com mais casos da doença na história do país. A vacinação é uma das principais estratégias para reduzir o impacto da dengue na saúde pública e na economia.

    A vacina Qdenga contém quatro tipos diferentes do vírus da dengue, que foram modificados para não causar a doença, mas estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos. A vacinação é feita em duas doses, com um intervalo mínimo de 90 dias entre elas. A vacina tem uma eficácia de 80,2% contra a dengue e protege por 12 meses após a segunda dose.

    No entanto, a vacinação será focada em público e regiões prioritárias, devido à limitação de doses disponíveis pelo fabricante. A previsão é que sejam entregues 5,2 milhões de doses em 2024, entre fevereiro e novembro. A vacinação será priorizada para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, que apresentam o maior número de internações por dengue, depois dos idosos. A vacina ainda não foi aprovada para uso em idosos, por causa da menor imunidade dessa faixa etária.

    A vacina Qdenga foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março de 2023, após passar por testes clínicos em mais de 20 mil pessoas em dez países, incluindo o Brasil. O Ministério da Saúde incorporou a vacina em dezembro de 2023, após uma análise de custo-efetividade e de impacto epidemiológico.

    A vacina da dengue é uma conquista para o Brasil e para o mundo, que esperam há décadas por uma solução para essa doença. A vacinação é segura e eficaz, mas não dispensa os cuidados para evitar a proliferação do mosquito, como eliminar os criadouros, usar repelente e telas nas janelas. A vacina da dengue é mais uma ferramenta para proteger a saúde da população e garantir uma vida melhor para todos.

    A vacina, chamada Qdenga, foi desenvolvida pelo laboratório japonês Takeda Pharma e pode prevenir a doença em pessoas de 4 a 60 anos de idade.

    A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir a zika, a chikungunya e a febre amarela. A dengue pode causar sintomas como febre, dor de cabeça, dor no corpo, manchas na pele e, em alguns casos, sangramento e choque, podendo levar à morte.

    Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registrou mais de 1,5 milhão de casos de dengue e 1.641 mortes em 2023, sendo o segundo ano com mais casos da doença na história do país. A vacinação é uma das principais estratégias para reduzir o impacto da dengue na saúde pública e na economia.

    A vacina Qdenga contém quatro tipos diferentes do vírus da dengue, que foram modificados para não causar a doença, mas estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos. A vacinação é feita em duas doses, com um intervalo mínimo de 90 dias entre elas. A vacina tem uma eficácia de 80,2% contra a dengue e protege por 12 meses após a segunda dose.

    No entanto, a vacinação será focada em público e regiões prioritárias, devido à limitação de doses disponíveis pelo fabricante. A previsão é que sejam entregues 5,2 milhões de doses em 2024, entre fevereiro e novembro. A vacinação será priorizada para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, que apresentam o maior número de internações por dengue, depois dos idosos. A vacina ainda não foi aprovada para uso em idosos, por causa da menor imunidade dessa faixa etária.

    A vacina Qdenga foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março de 2023, após passar por testes clínicos em mais de 20 mil pessoas em dez países, incluindo o Brasil. O Ministério da Saúde incorporou a vacina em dezembro de 2023, após uma análise de custo-efetividade e de impacto epidemiológico.

    A vacina da dengue é uma conquista para o Brasil e para o mundo, que esperam há décadas por uma solução para essa doença. A vacinação é segura e eficaz, mas não dispensa os cuidados para evitar a proliferação do mosquito, como eliminar os criadouros, usar repelente e telas nas janelas. A vacina da dengue é mais uma ferramenta para proteger a saúde da população e garantir uma vida melhor para todos.

  • Terapia ou remédio? Estudo compara tratamentos para a depressão em pacientes com insuficiência cardíaca

    Terapia ou remédio? Estudo compara tratamentos para a depressão em pacientes com insuficiência cardíaca

    Novo estudo mostrou que a terapia de ativação comportamental é tão eficaz quanto os medicamentos antidepressivos no tratamento dos sintomas de depressão em pacientes com insuficiência cardíaca.

    A insuficiência cardíaca é uma condição em que o coração não consegue bombear sangue suficiente para o corpo, causando fadiga, falta de ar, inchaço nas pernas e outros problemas. A depressão é um transtorno mental que afeta o humor, os pensamentos e o comportamento de uma pessoa, causando tristeza, desesperança, perda de interesse, culpa e outros sintomas.

    Ambas as condições podem afetar negativamente a qualidade de vida e a saúde dos pacientes. Estima-se que cerca de 20% dos pacientes com insuficiência cardíaca tenham depressão maior, e até 50% tenham sintomas depressivos. Além disso, a depressão é um fator de risco para o desenvolvimento e a piora da insuficiência cardíaca, e vice-versa.

    O estudo, publicado na revista científica JAMA Network Open em 2022, acompanhou mais de 400 pacientes com insuficiência cardíaca e depressão por um ano, dividindo-os aleatoriamente em dois grupos: um que recebeu gerenciamento de medicação antidepressiva e outro que participou de terapia de ativação comportamental.

    A terapia de ativação comportamental é uma forma de psicoterapia baseada em evidências que visa aumentar o envolvimento dos pacientes em atividades prazerosas e significativas, reduzindo assim os sintomas depressivos. A terapia de ativação comportamental é baseada na ideia de que a depressão é causada por um ciclo de inatividade, isolamento e pensamentos negativos.

    Os medicamentos antidepressivos são medicamentos que atuam no cérebro para alterar o equilíbrio de substâncias químicas chamadas neurotransmissores, que estão envolvidas no humor e nas emoções. Os medicamentos antidepressivos mais comuns são os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), como a fluoxetina e a sertralina, que aumentam a disponibilidade de serotonina no cérebro.

    Os pesquisadores descobriram que não houve diferença estatisticamente significativa entre a eficácia dos dois métodos, com cada grupo de pacientes experimentando uma redução de mais de 50% na gravidade dos sintomas depressivos.

    “O achado mais importante aqui é que os pacientes que sofrem de depressão têm uma escolha em termos de seu tratamento entre terapia ou medicamentos,” disse Waguih W. IsHak, MD, vice-presidente de Educação e Pesquisa do Departamento de Psiquiatria e Neurociências Comportamentais do Cedars-Sinai e primeiro autor do estudo.

    “Os pacientes que preferem não tomar medicamentos podem fazer terapia de ativação comportamental com resultados semelhantes.”

    Os pesquisadores ressaltam que tanto a terapia de ativação comportamental quanto os medicamentos antidepressivos têm vantagens e desvantagens, e que a escolha do tratamento deve ser feita em conjunto com o médico, levando em conta as preferências, as necessidades e as condições de cada paciente.

    Eles também destacam que o estudo tem algumas limitações, como o fato de que os pacientes foram recrutados de um único centro médico, o que pode limitar a generalização dos resultados para outras populações. Além disso, o estudo não avaliou os efeitos dos tratamentos sobre a função cardíaca, os eventos cardiovasculares, a mortalidade ou os custos de saúde.

    Os pesquisadores esperam que o estudo contribua para o avanço do conhecimento e da prática clínica no tratamento da depressão em pacientes com insuficiência cardíaca, uma população que muitas vezes não recebe a atenção adequada para sua saúde mental.

    Fonte: Link.

    A insuficiência cardíaca é uma condição em que o coração não consegue bombear sangue suficiente para o corpo, causando fadiga, falta de ar, inchaço nas pernas e outros problemas. A depressão é um transtorno mental que afeta o humor, os pensamentos e o comportamento de uma pessoa, causando tristeza, desesperança, perda de interesse, culpa e outros sintomas.

    Ambas as condições podem afetar negativamente a qualidade de vida e a saúde dos pacientes. Estima-se que cerca de 20% dos pacientes com insuficiência cardíaca tenham depressão maior, e até 50% tenham sintomas depressivos. Além disso, a depressão é um fator de risco para o desenvolvimento e a piora da insuficiência cardíaca, e vice-versa.

    O estudo, publicado na revista científica JAMA Network Open em 2022, acompanhou mais de 400 pacientes com insuficiência cardíaca e depressão por um ano, dividindo-os aleatoriamente em dois grupos: um que recebeu gerenciamento de medicação antidepressiva e outro que participou de terapia de ativação comportamental.

    A terapia de ativação comportamental é uma forma de psicoterapia baseada em evidências que visa aumentar o envolvimento dos pacientes em atividades prazerosas e significativas, reduzindo assim os sintomas depressivos. A terapia de ativação comportamental é baseada na ideia de que a depressão é causada por um ciclo de inatividade, isolamento e pensamentos negativos.

    Os medicamentos antidepressivos são medicamentos que atuam no cérebro para alterar o equilíbrio de substâncias químicas chamadas neurotransmissores, que estão envolvidas no humor e nas emoções. Os medicamentos antidepressivos mais comuns são os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), como a fluoxetina e a sertralina, que aumentam a disponibilidade de serotonina no cérebro.

    Os pesquisadores descobriram que não houve diferença estatisticamente significativa entre a eficácia dos dois métodos, com cada grupo de pacientes experimentando uma redução de mais de 50% na gravidade dos sintomas depressivos.

    “O achado mais importante aqui é que os pacientes que sofrem de depressão têm uma escolha em termos de seu tratamento entre terapia ou medicamentos,” disse Waguih W. IsHak, MD, vice-presidente de Educação e Pesquisa do Departamento de Psiquiatria e Neurociências Comportamentais do Cedars-Sinai e primeiro autor do estudo.

    “Os pacientes que preferem não tomar medicamentos podem fazer terapia de ativação comportamental com resultados semelhantes.”

    Os pesquisadores ressaltam que tanto a terapia de ativação comportamental quanto os medicamentos antidepressivos têm vantagens e desvantagens, e que a escolha do tratamento deve ser feita em conjunto com o médico, levando em conta as preferências, as necessidades e as condições de cada paciente.

    Eles também destacam que o estudo tem algumas limitações, como o fato de que os pacientes foram recrutados de um único centro médico, o que pode limitar a generalização dos resultados para outras populações. Além disso, o estudo não avaliou os efeitos dos tratamentos sobre a função cardíaca, os eventos cardiovasculares, a mortalidade ou os custos de saúde.

    Os pesquisadores esperam que o estudo contribua para o avanço do conhecimento e da prática clínica no tratamento da depressão em pacientes com insuficiência cardíaca, uma população que muitas vezes não recebe a atenção adequada para sua saúde mental.

    Fonte: Link.

  • Alimentos que não engordam: conheça as opções que saciam a fome e fazem bem à saúde

    Alimentos que não engordam: conheça as opções que saciam a fome e fazem bem à saúde

    Você já se sentiu frustrado por fazer uma dieta e continuar com fome?

    Você sabia que existem alimentos que podem ajudá-lo a se sentir satisfeito sem prejudicar a sua balança? Neste artigo, vamos apresentar alguns alimentos que não engordam, mas que têm muitos benefícios para o seu organismo. Confira!

    O que são alimentos que não engordam?

    Alimentos que não engordam são aqueles que têm poucas calorias, mas que são ricos em fibras, água, proteínas ou outros nutrientes que aumentam a sensação de saciedade. Eles também são chamados de alimentos de baixa densidade energética, pois ocupam mais espaço no estômago e demoram mais para serem digeridos.

    Esses alimentos podem ajudar você a controlar o seu apetite, evitando que você coma em excesso ou que recorra a alimentos calóricos e pouco nutritivos. Além disso, eles podem contribuir para a sua saúde, pois fornecem vitaminas, minerais, antioxidantes e outros compostos benéficos.

    Quais são os alimentos que não engordam?

    Existem muitas opções de alimentos que não engordam, mas que podem deixar as suas refeições mais saborosas e saudáveis. Veja alguns exemplos:

    • Frutas: as frutas são fontes de água, fibras, vitaminas e antioxidantes. Elas podem ser consumidas in natura, em saladas, sucos ou sobremesas. Algumas frutas que se destacam por terem poucas calorias e muita água são: melancia, melão, morango, abacaxi, maçã, pera, laranja e kiwi.

    • Verduras e legumes: as verduras e legumes são alimentos que não podem faltar na sua dieta, pois são ricos em fibras, água, vitaminas, minerais e fitoquímicos. Eles podem ser consumidos crus, cozidos, refogados, assados ou em sopas. Algumas opções que têm baixas calorias e alto poder sacietógeno são: alface, rúcula, espinafre, couve, brócolis, couve-flor, cenoura, beterraba, abobrinha, berinjela e tomate.

    • Cereais integrais: os cereais integrais são grãos que não passaram por processos de refinamento, mantendo a sua casca e o seu germe. Eles são fontes de fibras, proteínas, carboidratos complexos, vitaminas do complexo B e minerais. Eles podem ser consumidos em forma de pães, bolos, biscoitos, granolas, mingaus ou acompanhando pratos principais. Alguns exemplos de cereais integrais são: arroz integral, aveia, quinoa, trigo, centeio e cevada.

    • Leguminosas: as leguminosas são sementes que crescem dentro de vagens, como feijão, lentilha, ervilha, grão de bico e soja. Elas são fontes de proteínas, fibras, carboidratos complexos, ferro, cálcio e ácido fólico. Elas podem ser consumidas em forma de caldos, saladas, patês ou como substitutos da carne. As leguminosas também têm um efeito prebiótico, ou seja, estimulam o crescimento de bactérias benéficas no intestino, melhorando a digestão e a imunidade.

    • Proteínas magras: as proteínas magras são aquelas que têm pouca gordura, mas que são essenciais para a formação e manutenção dos músculos, órgãos, pele, cabelos e unhas. Elas também aumentam a saciedade, pois exigem mais energia para serem metabolizadas. As melhores fontes de proteínas magras são: peixes, frango, peru, ovos, queijo branco, iogurte desnatado e tofu.

    Como incluir os alimentos que não engordam na sua rotina?

    Para aproveitar os benefícios dos alimentos que não engordam, você deve incluí-los nas suas refeições diárias, de forma equilibrada e variada. Veja algumas dicas:

    • Comece o seu dia com um café da manhã reforçado, que inclua frutas, cereais integrais e proteínas magras. Isso vai te dar energia e evitar que você sinta fome antes do almoço.

    • Faça pequenos lanches entre as refeições principais, que contenham alimentos que não engordam, como frutas, iogurte, queijo branco, oleaginosas ou barras de cereais. Isso vai te ajudar a controlar o seu apetite e a não exagerar nas porções.

    • No almoço e no jantar, monte o seu prato com metade de verduras e legumes, um quarto de cereais integrais e um quarto de proteínas magras. Tempere com azeite, limão, ervas e especiarias, e evite molhos gordurosos, sal e açúcar em excesso.

    • Beba bastante água ao longo do dia, pois ela ajuda a hidratar o corpo, a eliminar toxinas e a aumentar a saciedade. Você também pode beber chás, sucos naturais ou água aromatizada com frutas e ervas.

    • Não se prive de comer algo que você gosta, mas faça isso com moderação e consciência. Escolha um dia da semana para comer uma sobremesa, um salgado ou uma pizza, mas sem exagerar na quantidade e na frequência.

    Os alimentos que não engordam são ótimos aliados para quem quer perder peso sem passar fome e sem prejudicar a saúde. Eles são ricos em nutrientes que aumentam a saciedade, melhoram o funcionamento do organismo e previnem doenças. Por isso, inclua-os na sua alimentação diária e desfrute dos seus benefícios. E lembre-se: para emagrecer de forma saudável, é importante também praticar atividades físicas regulares e ter hábitos de vida saudáveis. Consulte um nutricionista para orientá-lo nesse processo.

    Você sabia que existem alimentos que podem ajudá-lo a se sentir satisfeito sem prejudicar a sua balança? Neste artigo, vamos apresentar alguns alimentos que não engordam, mas que têm muitos benefícios para o seu organismo. Confira!

    O que são alimentos que não engordam?

    Alimentos que não engordam são aqueles que têm poucas calorias, mas que são ricos em fibras, água, proteínas ou outros nutrientes que aumentam a sensação de saciedade. Eles também são chamados de alimentos de baixa densidade energética, pois ocupam mais espaço no estômago e demoram mais para serem digeridos.

    Esses alimentos podem ajudar você a controlar o seu apetite, evitando que você coma em excesso ou que recorra a alimentos calóricos e pouco nutritivos. Além disso, eles podem contribuir para a sua saúde, pois fornecem vitaminas, minerais, antioxidantes e outros compostos benéficos.

    Quais são os alimentos que não engordam?

    Existem muitas opções de alimentos que não engordam, mas que podem deixar as suas refeições mais saborosas e saudáveis. Veja alguns exemplos:

    • Frutas: as frutas são fontes de água, fibras, vitaminas e antioxidantes. Elas podem ser consumidas in natura, em saladas, sucos ou sobremesas. Algumas frutas que se destacam por terem poucas calorias e muita água são: melancia, melão, morango, abacaxi, maçã, pera, laranja e kiwi.

    • Verduras e legumes: as verduras e legumes são alimentos que não podem faltar na sua dieta, pois são ricos em fibras, água, vitaminas, minerais e fitoquímicos. Eles podem ser consumidos crus, cozidos, refogados, assados ou em sopas. Algumas opções que têm baixas calorias e alto poder sacietógeno são: alface, rúcula, espinafre, couve, brócolis, couve-flor, cenoura, beterraba, abobrinha, berinjela e tomate.

    • Cereais integrais: os cereais integrais são grãos que não passaram por processos de refinamento, mantendo a sua casca e o seu germe. Eles são fontes de fibras, proteínas, carboidratos complexos, vitaminas do complexo B e minerais. Eles podem ser consumidos em forma de pães, bolos, biscoitos, granolas, mingaus ou acompanhando pratos principais. Alguns exemplos de cereais integrais são: arroz integral, aveia, quinoa, trigo, centeio e cevada.

    • Leguminosas: as leguminosas são sementes que crescem dentro de vagens, como feijão, lentilha, ervilha, grão de bico e soja. Elas são fontes de proteínas, fibras, carboidratos complexos, ferro, cálcio e ácido fólico. Elas podem ser consumidas em forma de caldos, saladas, patês ou como substitutos da carne. As leguminosas também têm um efeito prebiótico, ou seja, estimulam o crescimento de bactérias benéficas no intestino, melhorando a digestão e a imunidade.

    • Proteínas magras: as proteínas magras são aquelas que têm pouca gordura, mas que são essenciais para a formação e manutenção dos músculos, órgãos, pele, cabelos e unhas. Elas também aumentam a saciedade, pois exigem mais energia para serem metabolizadas. As melhores fontes de proteínas magras são: peixes, frango, peru, ovos, queijo branco, iogurte desnatado e tofu.

    Como incluir os alimentos que não engordam na sua rotina?

    Para aproveitar os benefícios dos alimentos que não engordam, você deve incluí-los nas suas refeições diárias, de forma equilibrada e variada. Veja algumas dicas:

    • Comece o seu dia com um café da manhã reforçado, que inclua frutas, cereais integrais e proteínas magras. Isso vai te dar energia e evitar que você sinta fome antes do almoço.

    • Faça pequenos lanches entre as refeições principais, que contenham alimentos que não engordam, como frutas, iogurte, queijo branco, oleaginosas ou barras de cereais. Isso vai te ajudar a controlar o seu apetite e a não exagerar nas porções.

    • No almoço e no jantar, monte o seu prato com metade de verduras e legumes, um quarto de cereais integrais e um quarto de proteínas magras. Tempere com azeite, limão, ervas e especiarias, e evite molhos gordurosos, sal e açúcar em excesso.

    • Beba bastante água ao longo do dia, pois ela ajuda a hidratar o corpo, a eliminar toxinas e a aumentar a saciedade. Você também pode beber chás, sucos naturais ou água aromatizada com frutas e ervas.

    • Não se prive de comer algo que você gosta, mas faça isso com moderação e consciência. Escolha um dia da semana para comer uma sobremesa, um salgado ou uma pizza, mas sem exagerar na quantidade e na frequência.

    Os alimentos que não engordam são ótimos aliados para quem quer perder peso sem passar fome e sem prejudicar a saúde. Eles são ricos em nutrientes que aumentam a saciedade, melhoram o funcionamento do organismo e previnem doenças. Por isso, inclua-os na sua alimentação diária e desfrute dos seus benefícios. E lembre-se: para emagrecer de forma saudável, é importante também praticar atividades físicas regulares e ter hábitos de vida saudáveis. Consulte um nutricionista para orientá-lo nesse processo.

  • Como perder barriga com a caminhada

    Como perder barriga com a caminhada

    A caminhada é um exercício simples, barato e eficaz para quem quer perder barriga.

    Segundo alguns especialistas, caminhar rápido pode queimar até 400 calorias em uma hora, o que significa que a pessoa pode perder até meio quilo por semana somente com este exercício. Além disso, a caminhada traz outros benefícios para a saúde, como melhorar a circulação, a postura, o estresse e o colesterol.

    Mas para que a caminhada seja realmente eficiente, é preciso seguir algumas dicas, como:

    • Começar com uma meta pequena de 15 a 20 minutos por dia e ir aumentando aos poucos;

    • Caminhar durante uma hora após o jantar, pois ajuda a queimar mais gordura;

    • Fazer o exercício ao ar livre, pois aumenta os níveis de energia e evita a monotonia;

    • Controlar a respiração, inspirando pelo nariz e expirando pela boca a um ritmo natural;

    • Aumentar a intensidade e a velocidade da caminhada, alternando períodos de maior e menor esforço;

    • Usar roupas e calçados confortáveis e adequados para a atividade;

    • Associar o prazer à caminhada, ouvindo música, por exemplo;

    • Exercitar o corpo inteiro durante a caminhada, mexendo os braços, contraindo o abdômen e mantendo a postura correta.

    Antes de iniciar a caminhada ou qualquer outro exercício, é importante consultar o médico para avaliar o seu estado de saúde e o seu condicionamento físico. Assim, você poderá fazer a caminhada com segurança e eficiência.

    Segundo alguns especialistas, caminhar rápido pode queimar até 400 calorias em uma hora, o que significa que a pessoa pode perder até meio quilo por semana somente com este exercício. Além disso, a caminhada traz outros benefícios para a saúde, como melhorar a circulação, a postura, o estresse e o colesterol.

    Mas para que a caminhada seja realmente eficiente, é preciso seguir algumas dicas, como:

    • Começar com uma meta pequena de 15 a 20 minutos por dia e ir aumentando aos poucos;

    • Caminhar durante uma hora após o jantar, pois ajuda a queimar mais gordura;

    • Fazer o exercício ao ar livre, pois aumenta os níveis de energia e evita a monotonia;

    • Controlar a respiração, inspirando pelo nariz e expirando pela boca a um ritmo natural;

    • Aumentar a intensidade e a velocidade da caminhada, alternando períodos de maior e menor esforço;

    • Usar roupas e calçados confortáveis e adequados para a atividade;

    • Associar o prazer à caminhada, ouvindo música, por exemplo;

    • Exercitar o corpo inteiro durante a caminhada, mexendo os braços, contraindo o abdômen e mantendo a postura correta.

    Antes de iniciar a caminhada ou qualquer outro exercício, é importante consultar o médico para avaliar o seu estado de saúde e o seu condicionamento físico. Assim, você poderá fazer a caminhada com segurança e eficiência.

  • Medicina baseada em evidências: o que é e por que é importante para a formação médica no Brasil

    Medicina baseada em evidências: o que é e por que é importante para a formação médica no Brasil

    A medicina baseada em evidências (MBE) é uma abordagem que busca utilizar as melhores evidências científicas disponíveis para orientar as decisões clínicas sobre o cuidado dos pacientes.

    Em outras palavras, é uma forma de aplicar o conhecimento produzido pela pesquisa científica na prática médica, de forma consciente, explícita e criteriosa.

    A MBE surgiu como uma reação à medicina baseada em opiniões, tradições ou experiências pessoais, que nem sempre são confiáveis ou atualizadas. A MBE visa garantir que os médicos ofereçam aos pacientes os tratamentos mais eficazes, seguros e adequados, baseados em evidências de alta qualidade e não em achismos ou modismos.

    Para praticar a MBE, os médicos precisam saber formular perguntas clínicas relevantes, buscar as evidências científicas mais pertinentes, avaliar a qualidade e a validade das evidências, integrar as evidências com as preferências e valores dos pacientes e avaliar os resultados e a efetividade das intervenções.

    No entanto, para que os médicos possam fazer isso, eles precisam ter uma boa formação em MBE durante a graduação e a pós-graduação. E é aí que surge um problema no Brasil: a qualidade da formação médica no país é questionável e insuficiente para preparar os médicos para a MBE.

    Um dos indicadores da baixa qualidade da formação médica no Brasil é o alto índice de reprovação nos exames de avaliação de competências médicas, como o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), o Exame do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras (Revalida).

    Esses exames medem o conhecimento, as habilidades e as atitudes dos estudantes e dos egressos dos cursos de medicina, e revelam que muitos deles não estão aptos para exercer a profissão com qualidade e segurança. Por exemplo, no Enade de 2019, a média geral dos estudantes de medicina foi de 59,50, em uma escala de 0 a 100. No Cremesp de 2019, 48,1% dos participantes foram reprovados. No Revalida de 2017, apenas 3,9% dos candidatos foram aprovados.

    Esses resultados alarmantes podem ser explicados por vários fatores, entre eles a expansão desordenada e desregulada dos cursos de medicina no Brasil, que aumentou a oferta de vagas sem garantir a qualidade do ensino. Segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), o Brasil tem 196 escolas médicas, sendo a segunda maior quantidade do mundo, atrás apenas da Índia. No entanto, muitas dessas escolas não têm infraestrutura adequada, corpo docente qualificado, currículo atualizado, metodologias ativas de ensino, hospital-escola, rede básica de saúde, avaliação contínua e feedback aos alunos.

    Outro fator que compromete a qualidade da formação médica no Brasil é a falta de ensino e de incentivo à MBE nas escolas médicas. Segundo um estudo de 2018, publicado na Revista Brasileira de Educação Médica, apenas 28,6% das escolas médicas brasileiras declararam ter disciplinas específicas de MBE em seus currículos. Além disso, muitas escolas não ensinam os estudantes a estruturarem, lerem e interpretarem artigos científicos, que são a principal fonte de evidências para a MBE.

    A falta de domínio da MBE pelos médicos pode ter consequências graves para a saúde dos pacientes e para o sistema de saúde. Por exemplo, pode levar a erros médicos, desperdício de recursos, uso inadequado de medicamentos, exposição a riscos desnecessários, desatualização profissional, baixa adesão aos protocolos clínicos, resistência às inovações e perda de credibilidade.

    Portanto, é urgente e necessário que as escolas médicas no Brasil invistam na melhoria da qualidade do ensino e na incorporação da MBE em seus currículos. Além disso, é preciso que os médicos em exercício busquem se atualizar constantemente e se capacitar em MBE, por meio de cursos, livros, revistas, sites e aplicativos especializados. A MBE é uma ferramenta essencial para a prática médica de excelência, que beneficia os pacientes, os profissionais e a sociedade.

    Em outras palavras, é uma forma de aplicar o conhecimento produzido pela pesquisa científica na prática médica, de forma consciente, explícita e criteriosa.

    A MBE surgiu como uma reação à medicina baseada em opiniões, tradições ou experiências pessoais, que nem sempre são confiáveis ou atualizadas. A MBE visa garantir que os médicos ofereçam aos pacientes os tratamentos mais eficazes, seguros e adequados, baseados em evidências de alta qualidade e não em achismos ou modismos.

    Para praticar a MBE, os médicos precisam saber formular perguntas clínicas relevantes, buscar as evidências científicas mais pertinentes, avaliar a qualidade e a validade das evidências, integrar as evidências com as preferências e valores dos pacientes e avaliar os resultados e a efetividade das intervenções.

    No entanto, para que os médicos possam fazer isso, eles precisam ter uma boa formação em MBE durante a graduação e a pós-graduação. E é aí que surge um problema no Brasil: a qualidade da formação médica no país é questionável e insuficiente para preparar os médicos para a MBE.

    Um dos indicadores da baixa qualidade da formação médica no Brasil é o alto índice de reprovação nos exames de avaliação de competências médicas, como o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), o Exame do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras (Revalida).

    Esses exames medem o conhecimento, as habilidades e as atitudes dos estudantes e dos egressos dos cursos de medicina, e revelam que muitos deles não estão aptos para exercer a profissão com qualidade e segurança. Por exemplo, no Enade de 2019, a média geral dos estudantes de medicina foi de 59,50, em uma escala de 0 a 100. No Cremesp de 2019, 48,1% dos participantes foram reprovados. No Revalida de 2017, apenas 3,9% dos candidatos foram aprovados.

    Esses resultados alarmantes podem ser explicados por vários fatores, entre eles a expansão desordenada e desregulada dos cursos de medicina no Brasil, que aumentou a oferta de vagas sem garantir a qualidade do ensino. Segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), o Brasil tem 196 escolas médicas, sendo a segunda maior quantidade do mundo, atrás apenas da Índia. No entanto, muitas dessas escolas não têm infraestrutura adequada, corpo docente qualificado, currículo atualizado, metodologias ativas de ensino, hospital-escola, rede básica de saúde, avaliação contínua e feedback aos alunos.

    Outro fator que compromete a qualidade da formação médica no Brasil é a falta de ensino e de incentivo à MBE nas escolas médicas. Segundo um estudo de 2018, publicado na Revista Brasileira de Educação Médica, apenas 28,6% das escolas médicas brasileiras declararam ter disciplinas específicas de MBE em seus currículos. Além disso, muitas escolas não ensinam os estudantes a estruturarem, lerem e interpretarem artigos científicos, que são a principal fonte de evidências para a MBE.

    A falta de domínio da MBE pelos médicos pode ter consequências graves para a saúde dos pacientes e para o sistema de saúde. Por exemplo, pode levar a erros médicos, desperdício de recursos, uso inadequado de medicamentos, exposição a riscos desnecessários, desatualização profissional, baixa adesão aos protocolos clínicos, resistência às inovações e perda de credibilidade.

    Portanto, é urgente e necessário que as escolas médicas no Brasil invistam na melhoria da qualidade do ensino e na incorporação da MBE em seus currículos. Além disso, é preciso que os médicos em exercício busquem se atualizar constantemente e se capacitar em MBE, por meio de cursos, livros, revistas, sites e aplicativos especializados. A MBE é uma ferramenta essencial para a prática médica de excelência, que beneficia os pacientes, os profissionais e a sociedade.

  • Dopamina: como o exercício físico deixa seu cérebro mais rápido

    Dopamina: como o exercício físico deixa seu cérebro mais rápido

    Você sabia que se exercitar pode deixar seu cérebro mais rápido e eficiente?

    Um novo estudo revelou que o hormônio da dopamina, que está relacionado ao prazer e à motivação, tem um papel importante nesse processo.

    Os pesquisadores da Universidade de Portsmouth, no Reino Unido, examinaram como o exercício físico de intensidade moderada afeta o desempenho cognitivo, ou seja, a capacidade do cérebro de processar informações, resolver problemas e tomar decisões.

    Eles usaram uma técnica avançada de imagem cerebral, chamada tomografia por emissão de pósitrons (PET), que permite medir a atividade das células do corpo. Eles recrutaram 52 homens saudáveis, que pedalaram deitados em uma bicicleta dentro da máquina de PET.

    Os resultados mostraram que, quando os participantes se exercitavam, o cérebro deles liberava mais dopamina, um neurotransmissor que atua na comunicação entre os neurônios. Além disso, eles descobriram que a quantidade de dopamina estava associada a um tempo de reação mais rápido, ou seja, a velocidade com que eles respondiam a um estímulo visual.

    O Dr. Joe Costello, um dos autores do estudo, explicou que isso sugere que a dopamina é um importante neuromodulador para a melhora do tempo de reação. Ele também disse que essas descobertas apoiam a evidência crescente de que a prescrição de exercícios é uma terapia viável para uma série de condições de saúde ao longo da vida.

    A dopamina tem um papel significativo em várias condições, incluindo doença de Parkinson, esquizofrenia, TDAH, dependência e depressão. Estudos anteriores mostraram que a dopamina pode melhorar a memória, a aprendizagem, a atenção e a tomada de decisões. O exercício físico é uma das formas naturais de aumentar a dopamina no cérebro, além de outras como alimentação saudável, meditação, música e sono.

    Portanto, se você quer manter seu cérebro saudável e ágil, não deixe de se exercitar regularmente. Seu corpo e sua mente agradecem!

    Fonte: Link.

    Um novo estudo revelou que o hormônio da dopamina, que está relacionado ao prazer e à motivação, tem um papel importante nesse processo.

    Os pesquisadores da Universidade de Portsmouth, no Reino Unido, examinaram como o exercício físico de intensidade moderada afeta o desempenho cognitivo, ou seja, a capacidade do cérebro de processar informações, resolver problemas e tomar decisões.

    Eles usaram uma técnica avançada de imagem cerebral, chamada tomografia por emissão de pósitrons (PET), que permite medir a atividade das células do corpo. Eles recrutaram 52 homens saudáveis, que pedalaram deitados em uma bicicleta dentro da máquina de PET.

    Os resultados mostraram que, quando os participantes se exercitavam, o cérebro deles liberava mais dopamina, um neurotransmissor que atua na comunicação entre os neurônios. Além disso, eles descobriram que a quantidade de dopamina estava associada a um tempo de reação mais rápido, ou seja, a velocidade com que eles respondiam a um estímulo visual.

    O Dr. Joe Costello, um dos autores do estudo, explicou que isso sugere que a dopamina é um importante neuromodulador para a melhora do tempo de reação. Ele também disse que essas descobertas apoiam a evidência crescente de que a prescrição de exercícios é uma terapia viável para uma série de condições de saúde ao longo da vida.

    A dopamina tem um papel significativo em várias condições, incluindo doença de Parkinson, esquizofrenia, TDAH, dependência e depressão. Estudos anteriores mostraram que a dopamina pode melhorar a memória, a aprendizagem, a atenção e a tomada de decisões. O exercício físico é uma das formas naturais de aumentar a dopamina no cérebro, além de outras como alimentação saudável, meditação, música e sono.

    Portanto, se você quer manter seu cérebro saudável e ágil, não deixe de se exercitar regularmente. Seu corpo e sua mente agradecem!

    Fonte: Link.

  • Saiba mais sobre a compulsão alimentar, seus sintomas e tratamentos disponíveis

    Saiba mais sobre a compulsão alimentar, seus sintomas e tratamentos disponíveis

    A compulsão alimentar é um transtorno alimentar caracterizado por episódios recorrentes de ingestão excessiva de alimentos, mesmo sem fome ou necessidade.

    As pessoas que sofrem de compulsão alimentar sentem uma perda de controle sobre o que comem e experimentam sentimentos de culpa, vergonha e angústia após os episódios. A compulsão alimentar pode afetar a saúde física e mental, aumentando o risco de obesidade, diabetes, hipertensão, depressão e ansiedade.

    A compulsão alimentar não é o mesmo que comer demais ocasionalmente, como em festas ou feriados. A diferença é que a compulsão alimentar ocorre com frequência (pelo menos uma vez por semana durante três meses) e interfere na vida cotidiana da pessoa. Além disso, a compulsão alimentar não é acompanhada de comportamentos compensatórios, como vomitar, usar laxantes ou fazer exercícios excessivos, como na bulimia nervosa.

    Como identificar a compulsão alimentar?

    Alguns sinais e sintomas que podem indicar a presença de compulsão alimentar são:

    • Comer muito mais rápido do que o normal
    • Comer até se sentir desconfortavelmente cheio
    • Comer grandes quantidades de comida sem estar com fome
    • Comer sozinho por vergonha da quantidade de comida
    • Sentir-se triste, culpado ou deprimido após comer
    • Ter uma preocupação excessiva com o peso e a forma corporal
    • Ter dificuldade para controlar os impulsos alimentares
    • Ter baixa autoestima e insatisfação com a aparência

    Se você se identifica com esses sinais e sintomas, procure ajuda profissional. A compulsão alimentar é um problema sério que pode prejudicar sua saúde e bem-estar.

    Como tratar a compulsão alimentar?

    O tratamento da compulsão alimentar envolve uma abordagem multidisciplinar, que inclui psicoterapia, nutrição e medicamentos, quando necessário. O objetivo é ajudar a pessoa a entender as causas e consequências da compulsão alimentar, a desenvolver hábitos alimentares saudáveis e equilibrados, a melhorar a autoimagem e a autoestima, a lidar com as emoções negativas e a prevenir as recaídas.

    A psicoterapia pode ser individual ou em grupo, e pode utilizar diferentes técnicas, como a terapia cognitivo-comportamental, a terapia interpessoal ou a terapia dialética comportamental. A psicoterapia ajuda a pessoa a reconhecer e modificar os pensamentos e comportamentos disfuncionais relacionados à comida, ao peso e à forma corporal, a aumentar a autoconfiança e a autoaceitação, a expressar e regular as emoções de forma adequada, a resolver conflitos interpessoais e a enfrentar situações de risco.

    A nutrição é fundamental para orientar a pessoa sobre os princípios de uma alimentação balanceada e variada, que atenda às suas necessidades nutricionais e energéticas, sem restrições ou proibições. A nutrição também ajuda a pessoa a estabelecer uma rotina alimentar regular, a diferenciar a fome da vontade de comer, a respeitar os sinais de saciedade e a evitar os gatilhos que desencadeiam a compulsão alimentar.

    Os medicamentos podem ser usados em alguns casos, sob prescrição e acompanhamento médico, para auxiliar no controle dos sintomas da compulsão alimentar, como a ansiedade, a depressão, o apetite e o humor. Os medicamentos mais usados são os antidepressivos, os estabilizadores de humor e os supressores de apetite. No entanto, os medicamentos não são suficientes por si só, e devem ser combinados com a psicoterapia e a nutrição.

    A compulsão alimentar é um transtorno alimentar que pode ser tratado com sucesso, desde que a pessoa busque ajuda especializada e se comprometa com o processo terapêutico. O tratamento da compulsão alimentar pode melhorar a qualidade de vida da pessoa, tanto física quanto emocionalmente, e restaurar sua relação saudável com a comida e com o próprio corpo.

    As pessoas que sofrem de compulsão alimentar sentem uma perda de controle sobre o que comem e experimentam sentimentos de culpa, vergonha e angústia após os episódios. A compulsão alimentar pode afetar a saúde física e mental, aumentando o risco de obesidade, diabetes, hipertensão, depressão e ansiedade.

    A compulsão alimentar não é o mesmo que comer demais ocasionalmente, como em festas ou feriados. A diferença é que a compulsão alimentar ocorre com frequência (pelo menos uma vez por semana durante três meses) e interfere na vida cotidiana da pessoa. Além disso, a compulsão alimentar não é acompanhada de comportamentos compensatórios, como vomitar, usar laxantes ou fazer exercícios excessivos, como na bulimia nervosa.

    Como identificar a compulsão alimentar?

    Alguns sinais e sintomas que podem indicar a presença de compulsão alimentar são:

    • Comer muito mais rápido do que o normal
    • Comer até se sentir desconfortavelmente cheio
    • Comer grandes quantidades de comida sem estar com fome
    • Comer sozinho por vergonha da quantidade de comida
    • Sentir-se triste, culpado ou deprimido após comer
    • Ter uma preocupação excessiva com o peso e a forma corporal
    • Ter dificuldade para controlar os impulsos alimentares
    • Ter baixa autoestima e insatisfação com a aparência

    Se você se identifica com esses sinais e sintomas, procure ajuda profissional. A compulsão alimentar é um problema sério que pode prejudicar sua saúde e bem-estar.

    Como tratar a compulsão alimentar?

    O tratamento da compulsão alimentar envolve uma abordagem multidisciplinar, que inclui psicoterapia, nutrição e medicamentos, quando necessário. O objetivo é ajudar a pessoa a entender as causas e consequências da compulsão alimentar, a desenvolver hábitos alimentares saudáveis e equilibrados, a melhorar a autoimagem e a autoestima, a lidar com as emoções negativas e a prevenir as recaídas.

    A psicoterapia pode ser individual ou em grupo, e pode utilizar diferentes técnicas, como a terapia cognitivo-comportamental, a terapia interpessoal ou a terapia dialética comportamental. A psicoterapia ajuda a pessoa a reconhecer e modificar os pensamentos e comportamentos disfuncionais relacionados à comida, ao peso e à forma corporal, a aumentar a autoconfiança e a autoaceitação, a expressar e regular as emoções de forma adequada, a resolver conflitos interpessoais e a enfrentar situações de risco.

    A nutrição é fundamental para orientar a pessoa sobre os princípios de uma alimentação balanceada e variada, que atenda às suas necessidades nutricionais e energéticas, sem restrições ou proibições. A nutrição também ajuda a pessoa a estabelecer uma rotina alimentar regular, a diferenciar a fome da vontade de comer, a respeitar os sinais de saciedade e a evitar os gatilhos que desencadeiam a compulsão alimentar.

    Os medicamentos podem ser usados em alguns casos, sob prescrição e acompanhamento médico, para auxiliar no controle dos sintomas da compulsão alimentar, como a ansiedade, a depressão, o apetite e o humor. Os medicamentos mais usados são os antidepressivos, os estabilizadores de humor e os supressores de apetite. No entanto, os medicamentos não são suficientes por si só, e devem ser combinados com a psicoterapia e a nutrição.

    A compulsão alimentar é um transtorno alimentar que pode ser tratado com sucesso, desde que a pessoa busque ajuda especializada e se comprometa com o processo terapêutico. O tratamento da compulsão alimentar pode melhorar a qualidade de vida da pessoa, tanto física quanto emocionalmente, e restaurar sua relação saudável com a comida e com o próprio corpo.

  • Novo método pode melhorar o diagnóstico e o tratamento de câncer de mama

    Novo método pode melhorar o diagnóstico e o tratamento de câncer de mama

    Novo método para detectar e quantificar as enzimas celulares chamadas quinases, que estão envolvidas no desenvolvimento de vários tipos de câncer, incluindo alguns tipos de câncer de mama.

    O método, chamado de ensaio de captura de inibidores de quinase (KiP), pode ajudar a identificar os alvos terapêuticos mais adequados para cada paciente, além de contribuir para a classificação dos tumores de acordo com seus perfis de quinase.

    As quinases são enzimas que transferem um grupo fosfato para outras proteínas, alterando a sua atividade e função. Muitos cânceres são causados por alterações na atividade das quinases, que levam a um crescimento e sobrevivência celular descontrolados. Existem terapias que inibem diretamente essas atividades promotoras de câncer, mas elas dependem do diagnóstico correto das quinases envolvidas em cada caso. Por isso, é importante quantificar com precisão as quinases presentes nas amostras de biópsia dos tumores.

    No entanto, essa quantificação não é uma tarefa fácil, pois muitas quinases não são abundantes e são mais difíceis de medir com precisão. Além disso, medir múltiplas quinases simultaneamente é trabalhoso e impraticável em um cenário clínico onde a rapidez na obtenção dos dados é crítica. Por isso, é crucial desenvolver metodologias que possam enriquecer as quinases presentes nas amostras clínicas, um passo importante para uma medicina personalizada e eficaz.

    O ensaio KiP utiliza vários inibidores de quinase como uma matriz de captura para enriquecer as quinases presentes nas amostras de biópsia. Os inibidores de quinase são compostos que se ligam às quinases e bloqueiam sua atividade. Alguns inibidores de quinase são usados como medicamentos para tratar certos tipos de câncer, como o trastuzumabe para o câncer de mama HER2-positivo. O ensaio KiP funciona em conjunto com técnicas de espectrometria de massa, que são métodos analíticos que permitem identificar e quantificar moléculas com base em sua massa e carga.

    Os pesquisadores testaram o ensaio KiP em modelos animais derivados de pacientes (PDX) com câncer de mama e em duas coortes de amostras de pacientes com câncer de mama. Eles mostraram que o ensaio KiP foi capaz de subtipar os tumores de acordo com seus perfis de quinase, que podem estar relacionados com a resposta ao tratamento e o prognóstico. Eles também destacaram que o ensaio KiP representa uma convergência de tecnologias avançadas que pode abrir caminho para futuras aplicações clínicas.

    “Nosso estudo redefine a pesquisa médica básica e prepara o terreno para futuras aplicações clínicas”, disse o primeiro autor do estudo, Dr. Alexander Saltzman, analista sênior de bioinformática no Núcleo de Proteômica de Espectrometria de Massa da Faculdade de Medicina Baylor.

    O câncer de mama é um dos tipos mais comuns de câncer entre as mulheres, afetando cerca de 2,3 milhões de pessoas em todo o mundo em 2020. O câncer de mama pode ser classificado em diferentes subtipos com base na expressão de certos receptores hormonais ou fatores de crescimento, como o receptor de estrogênio (ER), o receptor de progesterona (PR) e o receptor do fator de crescimento epidérmico humano 2 (HER2). Esses subtipos têm implicações no tratamento e no prognóstico dos pacientes.

    Fonte: Link.

    O método, chamado de ensaio de captura de inibidores de quinase (KiP), pode ajudar a identificar os alvos terapêuticos mais adequados para cada paciente, além de contribuir para a classificação dos tumores de acordo com seus perfis de quinase.

    As quinases são enzimas que transferem um grupo fosfato para outras proteínas, alterando a sua atividade e função. Muitos cânceres são causados por alterações na atividade das quinases, que levam a um crescimento e sobrevivência celular descontrolados. Existem terapias que inibem diretamente essas atividades promotoras de câncer, mas elas dependem do diagnóstico correto das quinases envolvidas em cada caso. Por isso, é importante quantificar com precisão as quinases presentes nas amostras de biópsia dos tumores.

    No entanto, essa quantificação não é uma tarefa fácil, pois muitas quinases não são abundantes e são mais difíceis de medir com precisão. Além disso, medir múltiplas quinases simultaneamente é trabalhoso e impraticável em um cenário clínico onde a rapidez na obtenção dos dados é crítica. Por isso, é crucial desenvolver metodologias que possam enriquecer as quinases presentes nas amostras clínicas, um passo importante para uma medicina personalizada e eficaz.

    O ensaio KiP utiliza vários inibidores de quinase como uma matriz de captura para enriquecer as quinases presentes nas amostras de biópsia. Os inibidores de quinase são compostos que se ligam às quinases e bloqueiam sua atividade. Alguns inibidores de quinase são usados como medicamentos para tratar certos tipos de câncer, como o trastuzumabe para o câncer de mama HER2-positivo. O ensaio KiP funciona em conjunto com técnicas de espectrometria de massa, que são métodos analíticos que permitem identificar e quantificar moléculas com base em sua massa e carga.

    Os pesquisadores testaram o ensaio KiP em modelos animais derivados de pacientes (PDX) com câncer de mama e em duas coortes de amostras de pacientes com câncer de mama. Eles mostraram que o ensaio KiP foi capaz de subtipar os tumores de acordo com seus perfis de quinase, que podem estar relacionados com a resposta ao tratamento e o prognóstico. Eles também destacaram que o ensaio KiP representa uma convergência de tecnologias avançadas que pode abrir caminho para futuras aplicações clínicas.

    “Nosso estudo redefine a pesquisa médica básica e prepara o terreno para futuras aplicações clínicas”, disse o primeiro autor do estudo, Dr. Alexander Saltzman, analista sênior de bioinformática no Núcleo de Proteômica de Espectrometria de Massa da Faculdade de Medicina Baylor.

    O câncer de mama é um dos tipos mais comuns de câncer entre as mulheres, afetando cerca de 2,3 milhões de pessoas em todo o mundo em 2020. O câncer de mama pode ser classificado em diferentes subtipos com base na expressão de certos receptores hormonais ou fatores de crescimento, como o receptor de estrogênio (ER), o receptor de progesterona (PR) e o receptor do fator de crescimento epidérmico humano 2 (HER2). Esses subtipos têm implicações no tratamento e no prognóstico dos pacientes.

    Fonte: Link.