Categoria: Saúde

  • Virose da mosca: conheça as causas, os sintomas e as formas de prevenção e tratamento

    Virose da mosca: conheça as causas, os sintomas e as formas de prevenção e tratamento

    Virose da mosca é o nome popular dado a um conjunto de doenças que afetam o estômago e o intestino, causando diarreia, febre, dor abdominal e vômitos.

    Essas doenças são provocadas por vírus, bactérias ou protozoários, que podem ser transmitidos pela ingestão de água ou alimentos contaminados por esses microorganismos.

    As moscas são os principais vetores dessas doenças, pois elas se alimentam de lixo, fezes e outros materiais orgânicos em decomposição, e depois pousam sobre os alimentos que consumimos, levando os germes para a nossa boca. As moscas se multiplicam mais em épocas de chuva e calor, aumentando o risco de contágio.

    A virose da mosca pode afetar pessoas de todas as idades, mas é mais comum em crianças, idosos e pessoas com baixa imunidade. Os sintomas podem variar de acordo com o tipo e a quantidade de microorganismos ingeridos, mas geralmente começam entre 12 e 48 horas após a exposição. A duração da doença também depende da causa, mas costuma ser de alguns dias.

    A virose da mosca pode ser grave se não for tratada adequadamente, pois pode levar à desidratação, perda de peso e desnutrição. Por isso, é importante procurar um médico se os sintomas forem intensos ou persistentes, ou se houver sinais de sangue ou muco nas fezes. O médico poderá indicar o melhor tratamento, que pode incluir medicamentos específicos, como antibióticos ou antiparasitários, dependendo do caso.

    A melhor forma de prevenir a virose da mosca é manter a higiene das mãos, dos alimentos e do ambiente. Lave bem as mãos antes de comer e depois de usar o banheiro, e evite levar as mãos à boca. Lave bem os alimentos crus, como frutas e verduras, e cozinhe bem os alimentos de origem animal, como carnes e ovos. Evite consumir alimentos de procedência duvidosa ou que estejam fora do prazo de validade. Consuma apenas água tratada ou fervida, e evite bebidas ou gelo de fontes desconhecidas.

    Além disso, é importante manter o ambiente limpo e livre de moscas. Descarte o lixo em sacos fechados e em locais adequados, e não deixe restos de comida expostos. Use telas nas janelas e portas, e evite deixar água parada em vasos, pneus ou garrafas, pois elas podem servir de criadouros para as moscas.

    A virose da mosca é uma doença comum, mas que pode ser evitada com medidas simples de higiene e cuidado. Fique atento aos sintomas e procure ajuda médica se necessário. Lembre-se: prevenir é melhor do que remediar.

    Essas doenças são provocadas por vírus, bactérias ou protozoários, que podem ser transmitidos pela ingestão de água ou alimentos contaminados por esses microorganismos.

    As moscas são os principais vetores dessas doenças, pois elas se alimentam de lixo, fezes e outros materiais orgânicos em decomposição, e depois pousam sobre os alimentos que consumimos, levando os germes para a nossa boca. As moscas se multiplicam mais em épocas de chuva e calor, aumentando o risco de contágio.

    A virose da mosca pode afetar pessoas de todas as idades, mas é mais comum em crianças, idosos e pessoas com baixa imunidade. Os sintomas podem variar de acordo com o tipo e a quantidade de microorganismos ingeridos, mas geralmente começam entre 12 e 48 horas após a exposição. A duração da doença também depende da causa, mas costuma ser de alguns dias.

    A virose da mosca pode ser grave se não for tratada adequadamente, pois pode levar à desidratação, perda de peso e desnutrição. Por isso, é importante procurar um médico se os sintomas forem intensos ou persistentes, ou se houver sinais de sangue ou muco nas fezes. O médico poderá indicar o melhor tratamento, que pode incluir medicamentos específicos, como antibióticos ou antiparasitários, dependendo do caso.

    A melhor forma de prevenir a virose da mosca é manter a higiene das mãos, dos alimentos e do ambiente. Lave bem as mãos antes de comer e depois de usar o banheiro, e evite levar as mãos à boca. Lave bem os alimentos crus, como frutas e verduras, e cozinhe bem os alimentos de origem animal, como carnes e ovos. Evite consumir alimentos de procedência duvidosa ou que estejam fora do prazo de validade. Consuma apenas água tratada ou fervida, e evite bebidas ou gelo de fontes desconhecidas.

    Além disso, é importante manter o ambiente limpo e livre de moscas. Descarte o lixo em sacos fechados e em locais adequados, e não deixe restos de comida expostos. Use telas nas janelas e portas, e evite deixar água parada em vasos, pneus ou garrafas, pois elas podem servir de criadouros para as moscas.

    A virose da mosca é uma doença comum, mas que pode ser evitada com medidas simples de higiene e cuidado. Fique atento aos sintomas e procure ajuda médica se necessário. Lembre-se: prevenir é melhor do que remediar.

  • Nova pesquisa pode ajudar a aliviar os sintomas da febre do feno

    Nova pesquisa pode ajudar a aliviar os sintomas da febre do feno

    Você sofre de febre do feno? Se sim, você sabe como é ruim ter espirros, nariz entupido, coceira nos olhos e até asma quando o pólen de grama está no ar.

    Mas você sabia que não é o pólen em si que causa esses sintomas, mas sim uma proteína alergênica que ele libera?

    Uma nova pesquisa, realizada por cientistas do King’s College London e do Imperial College London, mostrou que medir os níveis dessa proteína alergênica no ar pode ser mais útil para as pessoas com febre do feno do que contar os grãos de pólen. Isso porque a quantidade de alérgeno que cada grão de pólen libera pode variar de acordo com o clima, a umidade e a hora do dia. Assim, a contagem de pólen nem sempre reflete o risco real de reação alérgica.

    Os pesquisadores coletaram dados de pessoas que participaram de um estudo clínico de alergia, que relataram seus sintomas e uso de medicamentos diariamente, bem como dados de admissões hospitalares por asma em Londres. Eles também mediram a contagem de pólen de grama e os níveis de alérgeno de grama (chamado Phl p 5) no mesmo local em Londres, durante a temporada de pólen de grama. Eles descobriram que os níveis de alérgeno de grama estavam mais consistentemente relacionados aos sintomas de febre do feno do que as contagens de pólen de grama.

    Isso significa que, se as pessoas com febre do feno pudessem saber os níveis de alérgeno de grama no ar, elas poderiam evitar a exposição a altos níveis de alérgeno e gerenciar melhor seus sintomas com medicamentos adequados. Isso também poderia reduzir o risco de complicações como asma e hospitalização.

    No entanto, atualmente não há monitoramento regular dos níveis de alérgeno no Reino Unido ou em outros lugares. Os pesquisadores esperam que seu estudo incentive o desenvolvimento de métodos de monitoramento de alérgenos e a disponibilização de informações sobre alérgenos para o público.

    Fonte: Link.

    Mas você sabia que não é o pólen em si que causa esses sintomas, mas sim uma proteína alergênica que ele libera?

    Uma nova pesquisa, realizada por cientistas do King’s College London e do Imperial College London, mostrou que medir os níveis dessa proteína alergênica no ar pode ser mais útil para as pessoas com febre do feno do que contar os grãos de pólen. Isso porque a quantidade de alérgeno que cada grão de pólen libera pode variar de acordo com o clima, a umidade e a hora do dia. Assim, a contagem de pólen nem sempre reflete o risco real de reação alérgica.

    Os pesquisadores coletaram dados de pessoas que participaram de um estudo clínico de alergia, que relataram seus sintomas e uso de medicamentos diariamente, bem como dados de admissões hospitalares por asma em Londres. Eles também mediram a contagem de pólen de grama e os níveis de alérgeno de grama (chamado Phl p 5) no mesmo local em Londres, durante a temporada de pólen de grama. Eles descobriram que os níveis de alérgeno de grama estavam mais consistentemente relacionados aos sintomas de febre do feno do que as contagens de pólen de grama.

    Isso significa que, se as pessoas com febre do feno pudessem saber os níveis de alérgeno de grama no ar, elas poderiam evitar a exposição a altos níveis de alérgeno e gerenciar melhor seus sintomas com medicamentos adequados. Isso também poderia reduzir o risco de complicações como asma e hospitalização.

    No entanto, atualmente não há monitoramento regular dos níveis de alérgeno no Reino Unido ou em outros lugares. Os pesquisadores esperam que seu estudo incentive o desenvolvimento de métodos de monitoramento de alérgenos e a disponibilização de informações sobre alérgenos para o público.

    Fonte: Link.

  • Medicamentos para diabetes e obesidade podem ajudar a reduzir o consumo de álcool, diz estudo

    Medicamentos para diabetes e obesidade podem ajudar a reduzir o consumo de álcool, diz estudo

    Um estudo realizado por pesquisadores da Virginia Tech revelou que medicamentos usados para tratar o diabetes tipo 2 e a obesidade podem ter um efeito surpreendente na redução dos desejos e do consumo de álcool.

    O estudo foi publicado na revista Scientific Reports no dia 28 de novembro.

    Os medicamentos em questão são chamados de agonistas do GLP-1, que são drogas que imitam os hormônios liberados após a alimentação e que ajudam a controlar o açúcar no sangue e a ingestão de energia. Esses medicamentos incluem a semaglutida e a tirzepatida, que são usados para tratar pacientes com diabetes tipo 2 e obesidade.

    Os pesquisadores descobriram que muitas pessoas que usam esses medicamentos relataram uma mudança na relação com o álcool, como uma diminuição dos desejos e do consumo, em posts no Reddit, uma rede social online. Eles analisaram mais de 68 mil posts de 2009 a 2023 que mencionavam os nomes comerciais dos medicamentos, como Mounjaro, Wegovy, Ozempic e Trulicity.

    Os pesquisadores também realizaram um estudo remoto com 36 indivíduos com obesidade que usavam semaglutida ou tirzepatida. Eles mediram o consumo de álcool dos participantes antes e depois do início do tratamento com os medicamentos. Eles descobriram que os medicamentos diminuíram os desejos e reduziram o consumo de álcool em cerca de 50%.

    Os resultados do estudo sugerem que os medicamentos GLP-1 podem ter um efeito benéfico na redução dos hábitos de bebida perigosos, o que pode melhorar a saúde e a qualidade de vida dos indivíduos com diabetes tipo 2 e obesidade. Os pesquisadores destacam que esses medicamentos podem ser uma alternativa promissora aos tratamentos existentes para o alcoolismo, que muitas vezes têm efeitos colaterais indesejáveis ou baixa adesão.

    O estudo foi liderado pelo professor Warren Bickel, do Centro de Pesquisa em Recuperação do Vício do Instituto de Pesquisa Biomédica Fralin da VTC. Ele afirmou que os achados “acrescentam a uma crescente literatura que esses medicamentos podem conter hábitos de bebida perigosos”. Ele também disse que mais pesquisas são necessárias para entender os mecanismos pelos quais os medicamentos GLP-1 afetam o consumo de álcool e para testar a sua eficácia em ensaios clínicos controlados.

    Fonte: Link.

    O estudo foi publicado na revista Scientific Reports no dia 28 de novembro.

    Os medicamentos em questão são chamados de agonistas do GLP-1, que são drogas que imitam os hormônios liberados após a alimentação e que ajudam a controlar o açúcar no sangue e a ingestão de energia. Esses medicamentos incluem a semaglutida e a tirzepatida, que são usados para tratar pacientes com diabetes tipo 2 e obesidade.

    Os pesquisadores descobriram que muitas pessoas que usam esses medicamentos relataram uma mudança na relação com o álcool, como uma diminuição dos desejos e do consumo, em posts no Reddit, uma rede social online. Eles analisaram mais de 68 mil posts de 2009 a 2023 que mencionavam os nomes comerciais dos medicamentos, como Mounjaro, Wegovy, Ozempic e Trulicity.

    Os pesquisadores também realizaram um estudo remoto com 36 indivíduos com obesidade que usavam semaglutida ou tirzepatida. Eles mediram o consumo de álcool dos participantes antes e depois do início do tratamento com os medicamentos. Eles descobriram que os medicamentos diminuíram os desejos e reduziram o consumo de álcool em cerca de 50%.

    Os resultados do estudo sugerem que os medicamentos GLP-1 podem ter um efeito benéfico na redução dos hábitos de bebida perigosos, o que pode melhorar a saúde e a qualidade de vida dos indivíduos com diabetes tipo 2 e obesidade. Os pesquisadores destacam que esses medicamentos podem ser uma alternativa promissora aos tratamentos existentes para o alcoolismo, que muitas vezes têm efeitos colaterais indesejáveis ou baixa adesão.

    O estudo foi liderado pelo professor Warren Bickel, do Centro de Pesquisa em Recuperação do Vício do Instituto de Pesquisa Biomédica Fralin da VTC. Ele afirmou que os achados “acrescentam a uma crescente literatura que esses medicamentos podem conter hábitos de bebida perigosos”. Ele também disse que mais pesquisas são necessárias para entender os mecanismos pelos quais os medicamentos GLP-1 afetam o consumo de álcool e para testar a sua eficácia em ensaios clínicos controlados.

    Fonte: Link.

  • O que você precisa saber sobre as cápsulas de Ora-pro-nóbis para emagrecer

    O que você precisa saber sobre as cápsulas de Ora-pro-nóbis para emagrecer

    Neste post, vamos tirar as principais dúvidas sobre esse suplemento alimentar e explicar por que ele não é um milagre para o emagrecimento.

    As cápsulas de Ora-pro-nóbis são produtos que afirmam oferecer os mesmos nutrientes e propriedades da planta in natura, como proteínas, fibras, vitaminas e minerais. Porém, não há provas científicas que confirmem sua eficácia e segurança para a saúde. Além disso, as cápsulas de Ora-pro-nóbis podem provocar efeitos colaterais indesejados, como alergias, interações medicamentosas e sobrecarga renal.

    Um dos principais argumentos usados para comercializar as cápsulas de Ora-pro-nóbis é que elas auxiliam no emagrecimento. Isso seria possível porque a planta é rica em fibras, que formam um tipo de gel no estômago e aumentam a saciedade, diminuindo o consumo de alimentos. No entanto, isso não garante que as cápsulas de Ora-pro-nóbis tenham o mesmo efeito, pois elas podem ter uma concentração diferente de fibras ou outros ingredientes que mudem sua absorção e digestão.

    Além disso, não há estudos científicos que analisem os efeitos das cápsulas de Ora-pro-nóbis sobre o peso corporal, o metabolismo ou a composição corporal. Portanto, não há como assegurar que elas sejam eficientes ou seguras para esse fim. O emagrecimento é um processo complexo que depende de vários fatores, como alimentação equilibrada, atividade física regular, hidratação adequada, sono de qualidade e saúde mental. Não existe um produto milagroso que possa substituir esses hábitos saudáveis ou assegurar resultados rápidos e duradouros.

    As cápsulas de Ora-pro-nóbis também podem ter contraindicações e efeitos adversos para algumas pessoas, como gestantes, lactantes, crianças, idosos e pessoas com doenças renais ou hepáticas. Por isso, é importante consultar um médico ou nutricionista antes de usar qualquer suplemento alimentar.

    As cápsulas de Ora-pro-nóbis não são uma alternativa confiável para quem busca saúde e emagrecimento. Elas não têm respaldo científico e podem causar efeitos indesejados. A melhor forma de aproveitar os benefícios da Ora-pro-nóbis é consumir a planta fresca ou desidratada, sempre integrada a uma alimentação balanceada e saudável.

    As cápsulas de Ora-pro-nóbis são produtos que afirmam oferecer os mesmos nutrientes e propriedades da planta in natura, como proteínas, fibras, vitaminas e minerais. Porém, não há provas científicas que confirmem sua eficácia e segurança para a saúde. Além disso, as cápsulas de Ora-pro-nóbis podem provocar efeitos colaterais indesejados, como alergias, interações medicamentosas e sobrecarga renal.

    Um dos principais argumentos usados para comercializar as cápsulas de Ora-pro-nóbis é que elas auxiliam no emagrecimento. Isso seria possível porque a planta é rica em fibras, que formam um tipo de gel no estômago e aumentam a saciedade, diminuindo o consumo de alimentos. No entanto, isso não garante que as cápsulas de Ora-pro-nóbis tenham o mesmo efeito, pois elas podem ter uma concentração diferente de fibras ou outros ingredientes que mudem sua absorção e digestão.

    Além disso, não há estudos científicos que analisem os efeitos das cápsulas de Ora-pro-nóbis sobre o peso corporal, o metabolismo ou a composição corporal. Portanto, não há como assegurar que elas sejam eficientes ou seguras para esse fim. O emagrecimento é um processo complexo que depende de vários fatores, como alimentação equilibrada, atividade física regular, hidratação adequada, sono de qualidade e saúde mental. Não existe um produto milagroso que possa substituir esses hábitos saudáveis ou assegurar resultados rápidos e duradouros.

    As cápsulas de Ora-pro-nóbis também podem ter contraindicações e efeitos adversos para algumas pessoas, como gestantes, lactantes, crianças, idosos e pessoas com doenças renais ou hepáticas. Por isso, é importante consultar um médico ou nutricionista antes de usar qualquer suplemento alimentar.

    As cápsulas de Ora-pro-nóbis não são uma alternativa confiável para quem busca saúde e emagrecimento. Elas não têm respaldo científico e podem causar efeitos indesejados. A melhor forma de aproveitar os benefícios da Ora-pro-nóbis é consumir a planta fresca ou desidratada, sempre integrada a uma alimentação balanceada e saudável.

  • Dengue: como a doença chegou ao Brasil e se tornou um problema de saúde pública

    Dengue: como a doença chegou ao Brasil e se tornou um problema de saúde pública

    A Dengue é uma doença viral transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir outras doenças como Zika, Chikungunya e Febre Amarela.

    A Dengue é uma das principais causas de febre e mal-estar no Brasil, especialmente no verão, quando o mosquito se reproduz mais.

    Os primeiros casos de Dengue no Brasil foram registrados em 1986, no estado do Rio de Janeiro. Desde então, a doença se espalhou por todo o país, causando surtos e epidemias em diferentes regiões. Segundo o Ministério da Saúde, em 2023, foram notificados mais de 1,5 milhão de casos de Dengue no Brasil, sendo que 971 pessoas morreram em decorrência da doença.

    Os sintomas da Dengue são:

    • Febre alta (acima de 38°C)
    • Dor de cabeça
    • Dor no corpo e nas articulações
    • Dor atrás dos olhos
    • Náusea e vômito
    • Manchas vermelhas na pele
    • Sangramento pelo nariz, boca ou gengiva (em casos mais graves)

    O diagnóstico da Dengue é feito por meio de exames de sangue, que detectam a presença do vírus ou dos anticorpos produzidos pelo organismo. O tratamento da Dengue é sintomático, ou seja, visa aliviar os sintomas e evitar complicações. Não há vacina nem medicamento específico para a Dengue.

    As principais recomendações para o tratamento da Dengue são:

    • Beber bastante líquido para evitar a desidratação
    • Tomar paracetamol para baixar a febre e aliviar a dor (não usar aspirina nem anti-inflamatórios, pois podem aumentar o risco de sangramento)
    • Repousar e evitar esforços físicos
    • Procurar um serviço de saúde se os sintomas persistirem ou piorarem, ou se surgirem sinais de alerta, como dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramento, dificuldade para respirar ou alteração da consciência

    A prevenção da Dengue depende principalmente do controle do mosquito Aedes aegypti, que se reproduz em locais com água parada. Algumas medidas para evitar a proliferação do mosquito são:

    • Eliminar ou tampar recipientes que possam acumular água, como pneus, garrafas, latas, vasos, caixas d’água, calhas, etc.
    • Trocar a água dos bebedouros de animais e das plantas aquáticas pelo menos uma vez por semana
    • Limpar e escovar as bordas dos recipientes que armazenam água
    • Usar telas, mosquiteiros ou repelentes para proteger as janelas, portas e camas
    • Usar roupas claras, compridas e que cubram a maior parte do corpo
    • Aplicar repelente na pele exposta, seguindo as orientações do fabricante
    • Evitar o contato com pessoas doentes ou com suspeita de Dengue, pois o mosquito pode se infectar ao picá-las e transmitir o vírus para outras pessoas

    A Dengue é uma doença séria, que pode levar à morte se não for tratada adequadamente. Por isso, é importante estar atento aos sintomas, procurar ajuda médica e seguir as orientações de prevenção. Juntos, podemos combater o mosquito e evitar a Dengue.

    A Dengue é uma das principais causas de febre e mal-estar no Brasil, especialmente no verão, quando o mosquito se reproduz mais.

    Os primeiros casos de Dengue no Brasil foram registrados em 1986, no estado do Rio de Janeiro. Desde então, a doença se espalhou por todo o país, causando surtos e epidemias em diferentes regiões. Segundo o Ministério da Saúde, em 2023, foram notificados mais de 1,5 milhão de casos de Dengue no Brasil, sendo que 971 pessoas morreram em decorrência da doença.

    Os sintomas da Dengue são:

    • Febre alta (acima de 38°C)
    • Dor de cabeça
    • Dor no corpo e nas articulações
    • Dor atrás dos olhos
    • Náusea e vômito
    • Manchas vermelhas na pele
    • Sangramento pelo nariz, boca ou gengiva (em casos mais graves)

    O diagnóstico da Dengue é feito por meio de exames de sangue, que detectam a presença do vírus ou dos anticorpos produzidos pelo organismo. O tratamento da Dengue é sintomático, ou seja, visa aliviar os sintomas e evitar complicações. Não há vacina nem medicamento específico para a Dengue.

    As principais recomendações para o tratamento da Dengue são:

    • Beber bastante líquido para evitar a desidratação
    • Tomar paracetamol para baixar a febre e aliviar a dor (não usar aspirina nem anti-inflamatórios, pois podem aumentar o risco de sangramento)
    • Repousar e evitar esforços físicos
    • Procurar um serviço de saúde se os sintomas persistirem ou piorarem, ou se surgirem sinais de alerta, como dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramento, dificuldade para respirar ou alteração da consciência

    A prevenção da Dengue depende principalmente do controle do mosquito Aedes aegypti, que se reproduz em locais com água parada. Algumas medidas para evitar a proliferação do mosquito são:

    • Eliminar ou tampar recipientes que possam acumular água, como pneus, garrafas, latas, vasos, caixas d’água, calhas, etc.
    • Trocar a água dos bebedouros de animais e das plantas aquáticas pelo menos uma vez por semana
    • Limpar e escovar as bordas dos recipientes que armazenam água
    • Usar telas, mosquiteiros ou repelentes para proteger as janelas, portas e camas
    • Usar roupas claras, compridas e que cubram a maior parte do corpo
    • Aplicar repelente na pele exposta, seguindo as orientações do fabricante
    • Evitar o contato com pessoas doentes ou com suspeita de Dengue, pois o mosquito pode se infectar ao picá-las e transmitir o vírus para outras pessoas

    A Dengue é uma doença séria, que pode levar à morte se não for tratada adequadamente. Por isso, é importante estar atento aos sintomas, procurar ajuda médica e seguir as orientações de prevenção. Juntos, podemos combater o mosquito e evitar a Dengue.

  • Falência múltipla de órgãos: o que é e como acontece?

    Falência múltipla de órgãos: o que é e como acontece?

    Falência múltipla de órgãos é uma condição grave que pode afetar pessoas que sofrem de infecções severas, traumas, queimaduras, entre outras situações.

    Neste artigo, vamos explicar o que é, como acontece e quais são os sintomas e tratamentos dessa síndrome que pode levar à morte.

    O que é a falência múltipla de órgãos?

    A falência múltipla de órgãos é uma situação em que dois ou mais órgãos vitais do corpo param de funcionar adequadamente. Isso pode comprometer o equilíbrio do organismo e causar sérias complicações. Os órgãos mais afetados costumam ser os pulmões, os rins, o fígado, o coração e o cérebro.

    Como acontece a falência múltipla de órgãos?

    Uma das principais causas da falência múltipla de órgãos é a sepse, também chamada de infecção generalizada. A sepse ocorre quando uma infecção, causada por bactérias, vírus, fungos ou outros micro-organismos, se espalha pelo sangue e atinge todo o corpo. Isso provoca uma reação inflamatória exagerada do sistema imunológico, que tenta combater os invasores.

    No entanto, essa inflamação pode danificar os tecidos e os órgãos, reduzindo o fluxo de sangue e de oxigênio para eles. Assim, os órgãos entram em falência progressivamente, podendo levar à morte se não forem tratados a tempo.

    Outras situações que podem causar a falência múltipla de órgãos são:

    • Traumas graves, como acidentes de carro, quedas, ferimentos por arma de fogo ou branca, etc.
    • Queimaduras extensas, que podem provocar infecções, desidratação e perda de proteínas.
    • Pancreatite, que é a inflamação do pâncreas, um órgão que produz enzimas digestivas e hormônios. A pancreatite pode liberar essas substâncias na corrente sanguínea, causando danos aos outros órgãos.
    • Síndromes de aspiração, que ocorrem quando o conteúdo do estômago ou da boca entra nos pulmões, causando pneumonia e dificuldade respiratória.
    • Doenças autoimunes, que são aquelas em que o sistema imunológico ataca as próprias células do corpo, como lúpus, artrite reumatoide, esclerose múltipla, etc.
    • Eclâmpsia, que é uma complicação grave da gravidez, caracterizada por convulsões, pressão alta e alterações neurológicas.
    • Envenenamento, que pode ser causado por substâncias tóxicas, como venenos, drogas, álcool, medicamentos, etc.

    Quais são os sintomas e tratamentos da falência múltipla de órgãos?

    Os sintomas da falência múltipla de órgãos podem variar de acordo com os órgãos afetados, mas alguns dos mais comuns são:

    • Febre alta ou baixa
    • Confusão mental ou coma
    • Dificuldade para respirar ou falta de ar
    • Diminuição da produção de urina ou insuficiência renal
    • Icterícia ou amarelamento da pele e dos olhos
    • Sangramentos ou hemorragias
    • Alterações na pressão arterial, na frequência cardíaca e na temperatura corporal
    • Alterações nos exames de sangue, como aumento dos leucócitos (glóbulos brancos) e diminuição das plaquetas (células responsáveis pela coagulação)

    O diagnóstico da falência múltipla de órgãos é feito por meio da avaliação clínica, do histórico do paciente e de exames complementares, como radiografia, tomografia, ultrassom, ecocardiograma, eletroencefalograma, entre outros.

    O tratamento da falência múltipla de órgãos depende da causa, da gravidade e do número de órgãos comprometidos. Em geral, o paciente precisa ser internado em uma unidade de terapia intensiva (UTI), onde recebe suporte ventilatório, hemodinâmico, nutricional e medicamentoso. O objetivo é manter as funções vitais, controlar a infecção, reduzir a inflamação e recuperar os órgãos afetados.

    O prognóstico da falência múltipla de órgãos é reservado, pois há um alto risco de mortalidade. Segundo o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), cerca de 25% dos pacientes internados em UTIs apresentam essa condição, e a taxa de mortalidade pode chegar a 80%, dependendo do número de órgãos envolvidos.

    Um exemplo de falência múltipla de órgãos: o caso Zagallo

    Um exemplo recente de falência múltipla de órgãos foi o do ex-jogador e ex-técnico de futebol Mário Jorge Lobo Zagallo, que morreu no dia 5 de janeiro de 2024, aos 92 anos, no Hospital Barra D’Or, no Rio de Janeiro.

    Zagallo, que foi o único tetracampeão mundial de futebol, sofria de uma infecção urinária, que se agravou e evoluiu para uma sepse. Com isso, ele teve o comprometimento de vários órgãos, como os rins, o fígado e o coração, e não resistiu.

    Zagallo deixou um legado de vitórias e conquistas no esporte, tendo participado de sete Copas do Mundo, sendo duas como jogador, em 1958 e 1962; uma como técnico, em 1970; uma como coordenador técnico, em 1994; e três como assistente técnico, em 1974, 1998 e 2006. Ele também foi treinador de vários clubes, como Botafogo, Flamengo, Vasco, Fluminense e Bangu.

    Zagallo era casado com Alcina de Castro, que morreu em 2012, e tinha quatro filhos, dez netos e quatro bisnetos. Ele recebeu diversas homenagens de personalidades do futebol, da política, da cultura e da imprensa, que reconheceram sua importância e sua trajetória.

    A falência múltipla de órgãos é uma síndrome grave e potencialmente fatal, que pode ser causada por diversas situações, sendo a mais comum a sepse. Os sintomas dependem dos órgãos afetados, e o tratamento requer internação em UTI e suporte especializado. A prevenção consiste em evitar infecções graves, manter uma vida saudável e procurar ajuda médica diante de qualquer sinal de alerta.

    Neste artigo, vamos explicar o que é, como acontece e quais são os sintomas e tratamentos dessa síndrome que pode levar à morte.

    O que é a falência múltipla de órgãos?

    A falência múltipla de órgãos é uma situação em que dois ou mais órgãos vitais do corpo param de funcionar adequadamente. Isso pode comprometer o equilíbrio do organismo e causar sérias complicações. Os órgãos mais afetados costumam ser os pulmões, os rins, o fígado, o coração e o cérebro.

    Como acontece a falência múltipla de órgãos?

    Uma das principais causas da falência múltipla de órgãos é a sepse, também chamada de infecção generalizada. A sepse ocorre quando uma infecção, causada por bactérias, vírus, fungos ou outros micro-organismos, se espalha pelo sangue e atinge todo o corpo. Isso provoca uma reação inflamatória exagerada do sistema imunológico, que tenta combater os invasores.

    No entanto, essa inflamação pode danificar os tecidos e os órgãos, reduzindo o fluxo de sangue e de oxigênio para eles. Assim, os órgãos entram em falência progressivamente, podendo levar à morte se não forem tratados a tempo.

    Outras situações que podem causar a falência múltipla de órgãos são:

    • Traumas graves, como acidentes de carro, quedas, ferimentos por arma de fogo ou branca, etc.
    • Queimaduras extensas, que podem provocar infecções, desidratação e perda de proteínas.
    • Pancreatite, que é a inflamação do pâncreas, um órgão que produz enzimas digestivas e hormônios. A pancreatite pode liberar essas substâncias na corrente sanguínea, causando danos aos outros órgãos.
    • Síndromes de aspiração, que ocorrem quando o conteúdo do estômago ou da boca entra nos pulmões, causando pneumonia e dificuldade respiratória.
    • Doenças autoimunes, que são aquelas em que o sistema imunológico ataca as próprias células do corpo, como lúpus, artrite reumatoide, esclerose múltipla, etc.
    • Eclâmpsia, que é uma complicação grave da gravidez, caracterizada por convulsões, pressão alta e alterações neurológicas.
    • Envenenamento, que pode ser causado por substâncias tóxicas, como venenos, drogas, álcool, medicamentos, etc.

    Quais são os sintomas e tratamentos da falência múltipla de órgãos?

    Os sintomas da falência múltipla de órgãos podem variar de acordo com os órgãos afetados, mas alguns dos mais comuns são:

    • Febre alta ou baixa
    • Confusão mental ou coma
    • Dificuldade para respirar ou falta de ar
    • Diminuição da produção de urina ou insuficiência renal
    • Icterícia ou amarelamento da pele e dos olhos
    • Sangramentos ou hemorragias
    • Alterações na pressão arterial, na frequência cardíaca e na temperatura corporal
    • Alterações nos exames de sangue, como aumento dos leucócitos (glóbulos brancos) e diminuição das plaquetas (células responsáveis pela coagulação)

    O diagnóstico da falência múltipla de órgãos é feito por meio da avaliação clínica, do histórico do paciente e de exames complementares, como radiografia, tomografia, ultrassom, ecocardiograma, eletroencefalograma, entre outros.

    O tratamento da falência múltipla de órgãos depende da causa, da gravidade e do número de órgãos comprometidos. Em geral, o paciente precisa ser internado em uma unidade de terapia intensiva (UTI), onde recebe suporte ventilatório, hemodinâmico, nutricional e medicamentoso. O objetivo é manter as funções vitais, controlar a infecção, reduzir a inflamação e recuperar os órgãos afetados.

    O prognóstico da falência múltipla de órgãos é reservado, pois há um alto risco de mortalidade. Segundo o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), cerca de 25% dos pacientes internados em UTIs apresentam essa condição, e a taxa de mortalidade pode chegar a 80%, dependendo do número de órgãos envolvidos.

    Um exemplo de falência múltipla de órgãos: o caso Zagallo

    Um exemplo recente de falência múltipla de órgãos foi o do ex-jogador e ex-técnico de futebol Mário Jorge Lobo Zagallo, que morreu no dia 5 de janeiro de 2024, aos 92 anos, no Hospital Barra D’Or, no Rio de Janeiro.

    Zagallo, que foi o único tetracampeão mundial de futebol, sofria de uma infecção urinária, que se agravou e evoluiu para uma sepse. Com isso, ele teve o comprometimento de vários órgãos, como os rins, o fígado e o coração, e não resistiu.

    Zagallo deixou um legado de vitórias e conquistas no esporte, tendo participado de sete Copas do Mundo, sendo duas como jogador, em 1958 e 1962; uma como técnico, em 1970; uma como coordenador técnico, em 1994; e três como assistente técnico, em 1974, 1998 e 2006. Ele também foi treinador de vários clubes, como Botafogo, Flamengo, Vasco, Fluminense e Bangu.

    Zagallo era casado com Alcina de Castro, que morreu em 2012, e tinha quatro filhos, dez netos e quatro bisnetos. Ele recebeu diversas homenagens de personalidades do futebol, da política, da cultura e da imprensa, que reconheceram sua importância e sua trajetória.

    A falência múltipla de órgãos é uma síndrome grave e potencialmente fatal, que pode ser causada por diversas situações, sendo a mais comum a sepse. Os sintomas dependem dos órgãos afetados, e o tratamento requer internação em UTI e suporte especializado. A prevenção consiste em evitar infecções graves, manter uma vida saudável e procurar ajuda médica diante de qualquer sinal de alerta.

  • Romã: a fruta que faz bem para o corpo e a mente

    Romã: a fruta que faz bem para o corpo e a mente

    Você sabia que a romã é uma das frutas mais saudáveis que existem?

    Essa fruta de origem asiática, que tem uma casca grossa e vermelha e sementes suculentas, é rica em antioxidantes, vitaminas e minerais que trazem diversos benefícios para a saúde.

    Segundo estudos científicos, a romã pode ajudar a prevenir e tratar algumas doenças, como câncer, Alzheimer, artrite e infecções na garganta. Isso porque ela contém substâncias que combatem os radicais livres, que são moléculas que causam danos às células e ao DNA.

    A romã também melhora a circulação sanguínea, reduz a pressão arterial e combate doenças cardíacas. Ela tem efeito anti-inflamatório, anti-coagulante e vasodilatador, que protegem as artérias e o coração. Além disso, ela melhora a saúde óssea, a memória e o sistema imunológico, pois tem cálcio, ferro, potássio, fósforo e vitaminas A, C e E.

    Outro benefício da romã é que ela auxilia no emagrecimento, pois tem baixa caloria e alta fibra. Ela ajuda a controlar o apetite, a regular o intestino e a eliminar toxinas do organismo. Ela também combate o acne, o envelhecimento da pele e melhora a vitalidade do cabelo, pois tem ácido elágico, que estimula a produção de colágeno e elastina.

    Você pode consumir a romã in natura, em suco ou em chá. A casca da fruta também pode ser usada para fazer infusões, que têm propriedades antibacterianas e antifúngicas. A romã é uma fruta deliciosa e saudável, que pode trazer muitos benefícios para o seu bem-estar. Experimente incluí-la na sua dieta e aproveite as suas maravilhas.

    Essa fruta de origem asiática, que tem uma casca grossa e vermelha e sementes suculentas, é rica em antioxidantes, vitaminas e minerais que trazem diversos benefícios para a saúde.

    Segundo estudos científicos, a romã pode ajudar a prevenir e tratar algumas doenças, como câncer, Alzheimer, artrite e infecções na garganta. Isso porque ela contém substâncias que combatem os radicais livres, que são moléculas que causam danos às células e ao DNA.

    A romã também melhora a circulação sanguínea, reduz a pressão arterial e combate doenças cardíacas. Ela tem efeito anti-inflamatório, anti-coagulante e vasodilatador, que protegem as artérias e o coração. Além disso, ela melhora a saúde óssea, a memória e o sistema imunológico, pois tem cálcio, ferro, potássio, fósforo e vitaminas A, C e E.

    Outro benefício da romã é que ela auxilia no emagrecimento, pois tem baixa caloria e alta fibra. Ela ajuda a controlar o apetite, a regular o intestino e a eliminar toxinas do organismo. Ela também combate o acne, o envelhecimento da pele e melhora a vitalidade do cabelo, pois tem ácido elágico, que estimula a produção de colágeno e elastina.

    Você pode consumir a romã in natura, em suco ou em chá. A casca da fruta também pode ser usada para fazer infusões, que têm propriedades antibacterianas e antifúngicas. A romã é uma fruta deliciosa e saudável, que pode trazer muitos benefícios para o seu bem-estar. Experimente incluí-la na sua dieta e aproveite as suas maravilhas.

  • Regina Duarte espalha fake news sobre vacina da Pfizer para crianças e é desmentida por autoridades

    Regina Duarte espalha fake news sobre vacina da Pfizer para crianças e é desmentida por autoridades

    A atriz Regina Duarte, ex-secretária especial da Cultura do governo Bolsonaro, usou seu perfil no Instagram nesta quinta-feira (4) para publicar uma fake news sobre a vacina da Pfizer/BioNTech contra a Covid-19 para crianças.

    Ela afirmou que as crianças não têm segurança para receber o imunizante, que foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para a faixa etária de seis meses a menores de cinco anos. Ela também questionou a obrigatoriedade da vacinação e disse que era uma advertência aos pais e familiares.

    A informação é falsa, e a vacina da Pfizer que será aplicada nesta faixa etária foi desenvolvida especificamente para a área pediátrica. Todas as vacinas contra a Covid-19 aplicadas no Brasil têm autorização de uso pela Anvisa, após terem demonstrado eficácia e segurança favoráveis em estudos clínicos de fase 3 amplos.

    Os imunizantes passam por um rígido processo de avaliação de qualidade antes de serem distribuídos. A avaliação é realizada pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz, instituição responsável pela análise dos imunobiológicos adquiridos pelo SUS.

    A vacina da Pfizer foi a primeira a receber autorização de uso pela Anvisa para crianças a partir de seis meses de idade, em 30 de dezembro de 2023. A decisão foi baseada em estudos clínicos que comprovaram a eficácia e a segurança do imunizante nessa faixa etária. A vacina já era aplicada em adolescentes de 12 a 17 anos no Brasil desde agosto de 2023.

    O Ministério da Saúde anunciou em 3 de janeiro de 2024 que a vacina da Pfizer contra a Covid-19 seria incluída no Calendário Nacional de Vacinação, que é o conjunto de vacinas ofertadas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) à população. A vacinação das crianças entre seis meses e cinco anos começaria em 10 de janeiro, seguindo critérios de prioridade definidos pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

    A publicação de Regina Duarte gerou críticas e repúdio nas redes sociais, de internautas, artistas, médicos e autoridades. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) também se manifestou em defesa da vacinação infantil e alertou para os riscos da desinformação.

    A atriz, que já teve publicações suas acompanhadas de alertas informando que poderiam se tratar de informações falsas, não se retratou até o momento. Ela também não respondeu aos pedidos de entrevista da nossa reportagem.

    Ela afirmou que as crianças não têm segurança para receber o imunizante, que foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para a faixa etária de seis meses a menores de cinco anos. Ela também questionou a obrigatoriedade da vacinação e disse que era uma advertência aos pais e familiares.

    A informação é falsa, e a vacina da Pfizer que será aplicada nesta faixa etária foi desenvolvida especificamente para a área pediátrica. Todas as vacinas contra a Covid-19 aplicadas no Brasil têm autorização de uso pela Anvisa, após terem demonstrado eficácia e segurança favoráveis em estudos clínicos de fase 3 amplos.

    Os imunizantes passam por um rígido processo de avaliação de qualidade antes de serem distribuídos. A avaliação é realizada pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz, instituição responsável pela análise dos imunobiológicos adquiridos pelo SUS.

    A vacina da Pfizer foi a primeira a receber autorização de uso pela Anvisa para crianças a partir de seis meses de idade, em 30 de dezembro de 2023. A decisão foi baseada em estudos clínicos que comprovaram a eficácia e a segurança do imunizante nessa faixa etária. A vacina já era aplicada em adolescentes de 12 a 17 anos no Brasil desde agosto de 2023.

    O Ministério da Saúde anunciou em 3 de janeiro de 2024 que a vacina da Pfizer contra a Covid-19 seria incluída no Calendário Nacional de Vacinação, que é o conjunto de vacinas ofertadas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) à população. A vacinação das crianças entre seis meses e cinco anos começaria em 10 de janeiro, seguindo critérios de prioridade definidos pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

    A publicação de Regina Duarte gerou críticas e repúdio nas redes sociais, de internautas, artistas, médicos e autoridades. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) também se manifestou em defesa da vacinação infantil e alertou para os riscos da desinformação.

    A atriz, que já teve publicações suas acompanhadas de alertas informando que poderiam se tratar de informações falsas, não se retratou até o momento. Ela também não respondeu aos pedidos de entrevista da nossa reportagem.

  • Transtorno bipolar aumenta em até seis vezes o risco de morte precoce, revela estudo

    Transtorno bipolar aumenta em até seis vezes o risco de morte precoce, revela estudo

    Um estudo realizado por pesquisadores nos EUA, mostrou que as pessoas que sofrem de transtorno bipolar, uma doença mental que provoca mudanças extremas de humor, têm um risco muito maior de morrer cedo do que as pessoas que não têm a condição.

    Os resultados, publicados na revista Psychiatry Research, indicam que as pessoas com transtorno bipolar têm quatro a seis vezes mais chances de morrer prematuramente do que as pessoas sem a doença. Em comparação, as pessoas que já fumaram têm cerca de duas vezes mais chances de morrer cedo do que as que nunca fumaram, independentemente de terem ou não transtorno bipolar.

    O estudo analisou dados de mais de mil pessoas que participaram de um estudo de longo prazo sobre o transtorno bipolar, iniciado em 2006. Entre elas, 847 tinham a doença e 281 não tinham. Os pesquisadores acompanharam as mortes ocorridas entre os participantes até 2020 e encontraram 56 óbitos, sendo 54 entre as pessoas com transtorno bipolar e apenas 2 entre as pessoas sem a doença.

    Os autores do estudo afirmam que o transtorno bipolar é um fator de risco para a mortalidade, mas que muitas vezes é ignorado ou subestimado em relação a outras causas comuns de morte, como doenças cardíacas, câncer ou acidentes. Eles defendem que sejam feitos mais esforços para prevenir as mortes precoces entre as pessoas com transtorno bipolar, como melhorar o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento desses pacientes.

    O transtorno bipolar é uma doença que afeta cerca de 60 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). É uma das principais causas de incapacidade e pode prejudicar a qualidade de vida das pessoas que sofrem com ele. Além dos sintomas psicológicos, como mania, depressão, ansiedade e irritabilidade, o transtorno bipolar também pode estar associado a problemas físicos, como doenças cardiovasculares, diabetes e obesidade.

    O tratamento do transtorno bipolar geralmente envolve uma combinação de medicamentos e psicoterapia, mas muitas pessoas não recebem o cuidado adequado devido ao estigma, à falta de recursos ou ao diagnóstico incorreto. Os pesquisadores esperam que o estudo ajude a conscientizar sobre a gravidade do transtorno bipolar e a necessidade de oferecer um suporte integral e efetivo às pessoas que vivem com ele.

    Fonte: Link.

    Os resultados, publicados na revista Psychiatry Research, indicam que as pessoas com transtorno bipolar têm quatro a seis vezes mais chances de morrer prematuramente do que as pessoas sem a doença. Em comparação, as pessoas que já fumaram têm cerca de duas vezes mais chances de morrer cedo do que as que nunca fumaram, independentemente de terem ou não transtorno bipolar.

    O estudo analisou dados de mais de mil pessoas que participaram de um estudo de longo prazo sobre o transtorno bipolar, iniciado em 2006. Entre elas, 847 tinham a doença e 281 não tinham. Os pesquisadores acompanharam as mortes ocorridas entre os participantes até 2020 e encontraram 56 óbitos, sendo 54 entre as pessoas com transtorno bipolar e apenas 2 entre as pessoas sem a doença.

    Os autores do estudo afirmam que o transtorno bipolar é um fator de risco para a mortalidade, mas que muitas vezes é ignorado ou subestimado em relação a outras causas comuns de morte, como doenças cardíacas, câncer ou acidentes. Eles defendem que sejam feitos mais esforços para prevenir as mortes precoces entre as pessoas com transtorno bipolar, como melhorar o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento desses pacientes.

    O transtorno bipolar é uma doença que afeta cerca de 60 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). É uma das principais causas de incapacidade e pode prejudicar a qualidade de vida das pessoas que sofrem com ele. Além dos sintomas psicológicos, como mania, depressão, ansiedade e irritabilidade, o transtorno bipolar também pode estar associado a problemas físicos, como doenças cardiovasculares, diabetes e obesidade.

    O tratamento do transtorno bipolar geralmente envolve uma combinação de medicamentos e psicoterapia, mas muitas pessoas não recebem o cuidado adequado devido ao estigma, à falta de recursos ou ao diagnóstico incorreto. Os pesquisadores esperam que o estudo ajude a conscientizar sobre a gravidade do transtorno bipolar e a necessidade de oferecer um suporte integral e efetivo às pessoas que vivem com ele.

    Fonte: Link.

  • Estresse antes da gravidez pode afetar a saúde da mãe e do bebê, diz estudo

    Estresse antes da gravidez pode afetar a saúde da mãe e do bebê, diz estudo

    Um novo estudo realizado por pesquisadores dos Estados Unidos sugere que o nível de estresse das mulheres antes de engravidar pode influenciar a saúde delas e de seus filhos.

    O estudo analisou a relação entre o estresse pré-concepção e os níveis de glicose no sangue, um indicador de saúde cardíaca, em mulheres que buscaram tratamento de fertilidade.

    Os resultados mostraram que as mulheres que relataram mais estresse antes da concepção tinham níveis mais altos de glicose no sangue, especialmente as que usaram inseminação intrauterina para conceber e as que tinham maior nível socioeconômico. Isso pode aumentar o risco de complicações na gravidez, como diabetes gestacional, pré-eclâmpsia e parto prematuro, além de afetar a saúde da criança a longo prazo.

    O estudo foi conduzido por pesquisadores do Massachusetts General Hospital e do Brigham and Women’s Hospital, como parte do estudo Environment and Reproductive Health (EARTH), que investiga os efeitos ambientais e de estilo de vida na saúde reprodutiva. O estudo envolveu 398 mulheres entre 18 e 45 anos de idade que buscaram tratamento de fertilidade entre 2004 e 2019.

    Os autores do estudo destacaram que o estresse pré-concepção é um fator importante a ser avaliado, pois pode afetar a saúde durante a gravidez, o que pode ter consequências de longo prazo para a mãe e a criança. Eles sugeriram que as mulheres que planejam engravidar devem ser orientadas sobre seu nível de estresse e possíveis estratégias de redução, como meditação, exercícios físicos e apoio psicológico.

    Eles também enfatizaram a necessidade de mais pesquisas sobre os mecanismos biológicos que ligam o estresse pré-concepção aos resultados de saúde, bem como os possíveis efeitos diferenciais dependendo do sexo do bebê e da origem étnica da mãe.

    O estudo não é o único a explorar a influência do estresse pré-concepção na saúde materna e infantil. Outras pesquisas mostraram que o estresse pré-concepção pode estar relacionado a baixo peso ao nascer, problemas de desenvolvimento e saúde mental na infância e na vida adulta, e até mesmo impactos transgeracionais, afetando a saúde dos netos.

    Fonte: Link.

    O estudo analisou a relação entre o estresse pré-concepção e os níveis de glicose no sangue, um indicador de saúde cardíaca, em mulheres que buscaram tratamento de fertilidade.

    Os resultados mostraram que as mulheres que relataram mais estresse antes da concepção tinham níveis mais altos de glicose no sangue, especialmente as que usaram inseminação intrauterina para conceber e as que tinham maior nível socioeconômico. Isso pode aumentar o risco de complicações na gravidez, como diabetes gestacional, pré-eclâmpsia e parto prematuro, além de afetar a saúde da criança a longo prazo.

    O estudo foi conduzido por pesquisadores do Massachusetts General Hospital e do Brigham and Women’s Hospital, como parte do estudo Environment and Reproductive Health (EARTH), que investiga os efeitos ambientais e de estilo de vida na saúde reprodutiva. O estudo envolveu 398 mulheres entre 18 e 45 anos de idade que buscaram tratamento de fertilidade entre 2004 e 2019.

    Os autores do estudo destacaram que o estresse pré-concepção é um fator importante a ser avaliado, pois pode afetar a saúde durante a gravidez, o que pode ter consequências de longo prazo para a mãe e a criança. Eles sugeriram que as mulheres que planejam engravidar devem ser orientadas sobre seu nível de estresse e possíveis estratégias de redução, como meditação, exercícios físicos e apoio psicológico.

    Eles também enfatizaram a necessidade de mais pesquisas sobre os mecanismos biológicos que ligam o estresse pré-concepção aos resultados de saúde, bem como os possíveis efeitos diferenciais dependendo do sexo do bebê e da origem étnica da mãe.

    O estudo não é o único a explorar a influência do estresse pré-concepção na saúde materna e infantil. Outras pesquisas mostraram que o estresse pré-concepção pode estar relacionado a baixo peso ao nascer, problemas de desenvolvimento e saúde mental na infância e na vida adulta, e até mesmo impactos transgeracionais, afetando a saúde dos netos.

    Fonte: Link.