Categoria: Saúde

  • Mingau passa por cirurgia para auxiliar no controle da pressão intracraniana

    Mingau passa por cirurgia para auxiliar no controle da pressão intracraniana

    O baixista do Ultraje a Rigor, Rinaldo Amaral, mais conhecido como Mingau, foi baleado na cabeça em Paraty, no Rio de Janeiro, no último domingo (3).

    Segundo a polícia, o caso foi registrado como tentativa de homicídio por traficantes do Comando Vermelho, que teriam confundido Mingau com um policial.

    Mingau estava hospedado em uma pousada na região de Trindade, onde participaria de um festival de música. Ele saiu para comprar cigarros e foi abordado por dois homens armados em uma moto, que dispararam contra ele. Um dos tiros atingiu a cabeça de Mingau, que foi socorrido por moradores e levado para o Hospital Municipal Hugo Miranda.

    Na quarta-feira (6), Mingau passou por uma cirurgia para auxiliar no controle da pressão intracraniana, que estava elevada devido ao trauma. O procedimento foi indicado pelo neurocirurgião Manoel Jacobsen Teixeira e durou cerca de 2h30. Mingau segue na UTI em estado grave, mas estável.

    Mingau é baixista e produtor musical desde os anos 1980. Sua primeira banda foi a Ratos de Porão, onde tocou como guitarrista. Em 1999, entrou para o Ultraje a Rigor e participou de vários álbuns e shows. Desde 2011, faz parte da banda fixa do talk show The Noite, no SBT, apresentado por Danilo Gentili.

    O líder do Ultraje a Rigor, Roger Moreira, usou as redes sociais para pedir orações pelo amigo e criticar a violência no país. “O Brasil está uma merda. Não temos segurança nem para ir comprar cigarros”, escreveu. Outros artistas e fãs também manifestaram apoio e solidariedade a Mingau.

    Segundo a polícia, o caso foi registrado como tentativa de homicídio por traficantes do Comando Vermelho, que teriam confundido Mingau com um policial.

    Mingau estava hospedado em uma pousada na região de Trindade, onde participaria de um festival de música. Ele saiu para comprar cigarros e foi abordado por dois homens armados em uma moto, que dispararam contra ele. Um dos tiros atingiu a cabeça de Mingau, que foi socorrido por moradores e levado para o Hospital Municipal Hugo Miranda.

    Na quarta-feira (6), Mingau passou por uma cirurgia para auxiliar no controle da pressão intracraniana, que estava elevada devido ao trauma. O procedimento foi indicado pelo neurocirurgião Manoel Jacobsen Teixeira e durou cerca de 2h30. Mingau segue na UTI em estado grave, mas estável.

    Mingau é baixista e produtor musical desde os anos 1980. Sua primeira banda foi a Ratos de Porão, onde tocou como guitarrista. Em 1999, entrou para o Ultraje a Rigor e participou de vários álbuns e shows. Desde 2011, faz parte da banda fixa do talk show The Noite, no SBT, apresentado por Danilo Gentili.

    O líder do Ultraje a Rigor, Roger Moreira, usou as redes sociais para pedir orações pelo amigo e criticar a violência no país. “O Brasil está uma merda. Não temos segurança nem para ir comprar cigarros”, escreveu. Outros artistas e fãs também manifestaram apoio e solidariedade a Mingau.

  • Nova versão da vacina da Moderna aumenta proteção contra variante do coronavírus

    Nova versão da vacina da Moderna aumenta proteção contra variante do coronavírus

    Uma nova versão da vacina da Moderna contra a Covid-19, que visa proteger as pessoas de uma variante do vírus que surgiu na África do Sul, mostrou resultados promissores em um estudo clínico com humanos.

    A vacina atualizada, chamada de mRNA-1273.351, aumentou os níveis de anticorpos, uma parte importante do sistema imunológico, para a variante BA.2.86 em quase nove vezes, segundo a empresa.

    A variante BA.2.86 tem muitas mutações que podem torná-la mais contagiosa e resistente às vacinas existentes. Ela já foi detectada em mais de 20 países, incluindo o Brasil.

    A Moderna disse que sua vacina original, que já está sendo usada em vários países, também é eficaz contra a variante BA.2.86, mas em um grau menor.

    Por isso, a empresa desenvolveu uma nova versão da vacina, que pode ser usada como um reforço para aumentar a proteção contra as novas cepas do vírus.

    O estudo clínico envolveu 40 pessoas que já tinham recebido duas doses da vacina original da Moderna. Elas receberam uma terceira dose da vacina atualizada ou de uma combinação das duas versões.

    Os resultados mostraram que a vacina atualizada provocou uma resposta imune mais forte contra a variante BA.2.86 do que a vacina original.

    A Moderna disse que os efeitos colaterais da vacina atualizada foram semelhantes aos da vacina original, como dor no braço, fadiga e dor de cabeça.

    A empresa disse que vai enviar os dados para a Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, para obter autorização para usar a vacina atualizada.

    Outra empresa que produz vacinas contra a Covid-19, a Pfizer, também disse que sua vacina atualizada, feita em parceria com a BioNTech, provocou uma “forte resposta de anticorpos neutralizantes” contra a variante BA.2.86, em um estudo pré-clínico não publicado.

    As vacinas da Moderna e da Pfizer usam uma tecnologia chamada de RNA mensageiro (mRNA), que ensina as células do corpo a produzir proteínas que imitam o vírus e estimulam o sistema imunológico.

    Os especialistas dizem que as vacinas de mRNA são mais fáceis de adaptar às novas variantes do vírus do que as vacinas tradicionais, que usam vírus inativados ou enfraquecidos.

    A Covid-19 é uma doença respiratória causada pelo novo coronavírus, que surgiu na China no final de 2019 e se espalhou pelo mundo.

    Até agora, mais de 220 milhões de pessoas foram infectadas pelo vírus e mais de 4,5 milhões morreram, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.

    As vacinas são consideradas uma das principais formas de prevenir e controlar a pandemia, mas ainda há desafios para produzi-las e distribuí-las para todos os países e populações.

    A vacina atualizada, chamada de mRNA-1273.351, aumentou os níveis de anticorpos, uma parte importante do sistema imunológico, para a variante BA.2.86 em quase nove vezes, segundo a empresa.

    A variante BA.2.86 tem muitas mutações que podem torná-la mais contagiosa e resistente às vacinas existentes. Ela já foi detectada em mais de 20 países, incluindo o Brasil.

    A Moderna disse que sua vacina original, que já está sendo usada em vários países, também é eficaz contra a variante BA.2.86, mas em um grau menor.

    Por isso, a empresa desenvolveu uma nova versão da vacina, que pode ser usada como um reforço para aumentar a proteção contra as novas cepas do vírus.

    O estudo clínico envolveu 40 pessoas que já tinham recebido duas doses da vacina original da Moderna. Elas receberam uma terceira dose da vacina atualizada ou de uma combinação das duas versões.

    Os resultados mostraram que a vacina atualizada provocou uma resposta imune mais forte contra a variante BA.2.86 do que a vacina original.

    A Moderna disse que os efeitos colaterais da vacina atualizada foram semelhantes aos da vacina original, como dor no braço, fadiga e dor de cabeça.

    A empresa disse que vai enviar os dados para a Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, para obter autorização para usar a vacina atualizada.

    Outra empresa que produz vacinas contra a Covid-19, a Pfizer, também disse que sua vacina atualizada, feita em parceria com a BioNTech, provocou uma “forte resposta de anticorpos neutralizantes” contra a variante BA.2.86, em um estudo pré-clínico não publicado.

    As vacinas da Moderna e da Pfizer usam uma tecnologia chamada de RNA mensageiro (mRNA), que ensina as células do corpo a produzir proteínas que imitam o vírus e estimulam o sistema imunológico.

    Os especialistas dizem que as vacinas de mRNA são mais fáceis de adaptar às novas variantes do vírus do que as vacinas tradicionais, que usam vírus inativados ou enfraquecidos.

    A Covid-19 é uma doença respiratória causada pelo novo coronavírus, que surgiu na China no final de 2019 e se espalhou pelo mundo.

    Até agora, mais de 220 milhões de pessoas foram infectadas pelo vírus e mais de 4,5 milhões morreram, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.

    As vacinas são consideradas uma das principais formas de prevenir e controlar a pandemia, mas ainda há desafios para produzi-las e distribuí-las para todos os países e populações.

  • Concussão na juventude pode afetar a cognição na velhice, diz estudo

    Concussão na juventude pode afetar a cognição na velhice, diz estudo

    Um estudo de gêmeos mostrou que ter uma concussão na juventude pode afetar as habilidades de pensamento e memória na velhice, bem como acelerar o declínio cognitivo.

    Os pesquisadores compararam gêmeos que tiveram uma concussão com seus irmãos que não tiveram, e encontraram diferenças significativas em seus resultados de testes cognitivos.

    O estudo envolveu 8.662 homens que foram veteranos da Segunda Guerra Mundial. Eles fizeram um teste de habilidades de pensamento no início do estudo, quando tinham uma idade média de 67 anos, e depois até mais três vezes ao longo de 12 anos. Os pesquisadores perguntaram aos participantes se eles já haviam sofrido uma concussão em sua vida, e se eles perderam a consciência ou não.

    Os resultados mostraram que 25% dos participantes haviam experimentado uma concussão em sua vida. Aqueles que tiveram uma concussão tinham mais probabilidade de ter pontuações mais baixas no teste aos 70 anos, especialmente se eles perderam a consciência ou se eles tinham mais de 24 anos quando tiveram sua concussão. Além disso, aqueles que tiveram uma concussão tinham um declínio mais rápido em suas pontuações do que aqueles que não tiveram.

    Os pesquisadores disseram que esses achados indicam que mesmo as pessoas com lesões cerebrais traumáticas na vida anterior que parecem ter se recuperado totalmente delas ainda podem estar em maior risco de problemas cognitivos e demência mais tarde na vida. Eles sugeriram que essas pessoas podem se beneficiar de intervenções precoces que podem retardar o declínio cognitivo ou potencialmente adiar ou prevenir a demência.

    O estudo foi publicado na revista Neurology, e foi financiado pelo National Institute on Aging e pelo Department of Veterans Affairs.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores compararam gêmeos que tiveram uma concussão com seus irmãos que não tiveram, e encontraram diferenças significativas em seus resultados de testes cognitivos.

    O estudo envolveu 8.662 homens que foram veteranos da Segunda Guerra Mundial. Eles fizeram um teste de habilidades de pensamento no início do estudo, quando tinham uma idade média de 67 anos, e depois até mais três vezes ao longo de 12 anos. Os pesquisadores perguntaram aos participantes se eles já haviam sofrido uma concussão em sua vida, e se eles perderam a consciência ou não.

    Os resultados mostraram que 25% dos participantes haviam experimentado uma concussão em sua vida. Aqueles que tiveram uma concussão tinham mais probabilidade de ter pontuações mais baixas no teste aos 70 anos, especialmente se eles perderam a consciência ou se eles tinham mais de 24 anos quando tiveram sua concussão. Além disso, aqueles que tiveram uma concussão tinham um declínio mais rápido em suas pontuações do que aqueles que não tiveram.

    Os pesquisadores disseram que esses achados indicam que mesmo as pessoas com lesões cerebrais traumáticas na vida anterior que parecem ter se recuperado totalmente delas ainda podem estar em maior risco de problemas cognitivos e demência mais tarde na vida. Eles sugeriram que essas pessoas podem se beneficiar de intervenções precoces que podem retardar o declínio cognitivo ou potencialmente adiar ou prevenir a demência.

    O estudo foi publicado na revista Neurology, e foi financiado pelo National Institute on Aging e pelo Department of Veterans Affairs.

    Fonte: Link.

  • Vacinação contra raiva gratuita em São Paulo: saiba onde e quando levar seu pet

    Vacinação contra raiva gratuita em São Paulo: saiba onde e quando levar seu pet

    A raiva é uma doença grave que pode matar tanto animais quanto humanos.

    Ela é causada por um vírus que se espalha pela saliva de animais infectados. A única forma de prevenir a raiva é vacinando os animais domésticos, como cães e gatos.

    A Prefeitura de São Paulo oferece vacinação gratuita contra raiva para cães e gatos durante todo o ano. Há 18 postos fixos espalhados pela cidade, onde os donos podem levar seus pets para receber a dose da vacina.

    Além dos postos fixos, há também postos volantes que funcionam em locais e datas específicas. Esses postos são montados em praças, escolas, igrejas e outros espaços públicos, para facilitar o acesso dos moradores.

    Os cães e gatos devem ter mais de três meses de idade e estar saudáveis para receber a vacina. Cães bravos ou mordedores devem usar focinheira apropriada. Os gatos devem ser transportados em caixas adequadas.

    A vacinação contra raiva é importante para proteger os animais e as pessoas de uma doença que não tem cura. Em 2023, o Instituto Pasteur registrou o primeiro caso de raiva canina em São Paulo desde 1983. O caso foi confirmado em um cachorro que morreu no bairro do Ipiranga, na zona sul da cidade.

    Ela é causada por um vírus que se espalha pela saliva de animais infectados. A única forma de prevenir a raiva é vacinando os animais domésticos, como cães e gatos.

    A Prefeitura de São Paulo oferece vacinação gratuita contra raiva para cães e gatos durante todo o ano. Há 18 postos fixos espalhados pela cidade, onde os donos podem levar seus pets para receber a dose da vacina.

    Além dos postos fixos, há também postos volantes que funcionam em locais e datas específicas. Esses postos são montados em praças, escolas, igrejas e outros espaços públicos, para facilitar o acesso dos moradores.

    Os cães e gatos devem ter mais de três meses de idade e estar saudáveis para receber a vacina. Cães bravos ou mordedores devem usar focinheira apropriada. Os gatos devem ser transportados em caixas adequadas.

    A vacinação contra raiva é importante para proteger os animais e as pessoas de uma doença que não tem cura. Em 2023, o Instituto Pasteur registrou o primeiro caso de raiva canina em São Paulo desde 1983. O caso foi confirmado em um cachorro que morreu no bairro do Ipiranga, na zona sul da cidade.

  • Mito ou verdade: a depilação a laser pode causar câncer? Especialistas respondem

    Mito ou verdade: a depilação a laser pode causar câncer? Especialistas respondem

    Você já pensou em fazer depilação a laser para se livrar dos pelos indesejados?

    Se sim, você pode ter se perguntado se esse procedimento pode trazer algum risco para a sua saúde, como causar câncer. Mas fique tranquilo(a), pois a depilação a laser não causa câncer, segundo especialistas.

    A depilação a laser é um método que usa um feixe de luz para destruir os pelos do corpo. O laser atinge apenas a melanina do pelo, que é o pigmento que dá cor aos fios. O tipo de radiação usada pelo laser não é capaz de alterar o DNA das células ou provocar danos à pele.

    Essa informação é confirmada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e pelo FDA (órgão de saúde dos Estados Unidos), que afirmam que a depilação a laser é um procedimento seguro e que não aumenta o risco de câncer. Além disso, existem vários estudos científicos que comprovam a eficácia e a segurança da depilação a laser.

    A depilação a laser oferece vários benefícios, como uma pele mais lisa, sem pelos e sem irritações. O procedimento também pode ajudar a tratar problemas como foliculite, pelos encravados e hipertricose. A depilação a laser pode ser feita em várias partes do corpo, como rosto, axilas, virilha, pernas e braços.

    Mas para garantir a qualidade e a segurança do tratamento, é importante procurar uma clínica especializada e um profissional qualificado para realizar o procedimento. A depilação a laser deve ser feita com cuidado e seguindo as orientações do dermatologista. Alguns cuidados são evitar exposição solar antes e depois da sessão, usar protetor solar e hidratante na área tratada e evitar usar produtos irritantes na pele.

    A depilação a laser é uma opção para quem quer se livrar dos pelos de forma duradoura e sem dor. Mas lembre-se de que esse procedimento não causa câncer, pois o tipo de radiação usada pelo laser não é nocivo à saúde.

    Se sim, você pode ter se perguntado se esse procedimento pode trazer algum risco para a sua saúde, como causar câncer. Mas fique tranquilo(a), pois a depilação a laser não causa câncer, segundo especialistas.

    A depilação a laser é um método que usa um feixe de luz para destruir os pelos do corpo. O laser atinge apenas a melanina do pelo, que é o pigmento que dá cor aos fios. O tipo de radiação usada pelo laser não é capaz de alterar o DNA das células ou provocar danos à pele.

    Essa informação é confirmada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e pelo FDA (órgão de saúde dos Estados Unidos), que afirmam que a depilação a laser é um procedimento seguro e que não aumenta o risco de câncer. Além disso, existem vários estudos científicos que comprovam a eficácia e a segurança da depilação a laser.

    A depilação a laser oferece vários benefícios, como uma pele mais lisa, sem pelos e sem irritações. O procedimento também pode ajudar a tratar problemas como foliculite, pelos encravados e hipertricose. A depilação a laser pode ser feita em várias partes do corpo, como rosto, axilas, virilha, pernas e braços.

    Mas para garantir a qualidade e a segurança do tratamento, é importante procurar uma clínica especializada e um profissional qualificado para realizar o procedimento. A depilação a laser deve ser feita com cuidado e seguindo as orientações do dermatologista. Alguns cuidados são evitar exposição solar antes e depois da sessão, usar protetor solar e hidratante na área tratada e evitar usar produtos irritantes na pele.

    A depilação a laser é uma opção para quem quer se livrar dos pelos de forma duradoura e sem dor. Mas lembre-se de que esse procedimento não causa câncer, pois o tipo de radiação usada pelo laser não é nocivo à saúde.

  • O que pode causar diarreia sem controle?

    O que pode causar diarreia sem controle?

    A diarreia é um problema de saúde que afeta muitas pessoas em algum momento da vida.

    Ela se caracteriza por fezes líquidas ou aquosas, que podem ocorrer várias vezes ao dia. A diarreia pode ter diversas causas, desde infecções até intolerâncias alimentares, e pode ser acompanhada de outros sintomas, como dor abdominal, náuseas, vômitos ou perda de peso.

    A diarreia pode ser classificada em aguda ou crônica, dependendo da sua duração. A diarreia aguda dura menos de três dias e geralmente é causada por vírus, bactérias ou parasitas que contaminam os alimentos ou a água. A diarreia crônica dura mais de três semanas e pode estar relacionada a doenças intestinais, como a síndrome do intestino irritável ou a doença inflamatória intestinal.

    Algumas das causas mais comuns de diarreia sem controle em uma pessoa são:

    • Intolerância à lactose. A lactose é um açúcar encontrado no leite e em outros produtos lácteos. Algumas pessoas não conseguem digerir a lactose e podem ter diarreia explosiva se consumirem esses alimentos. A diarreia por intolerância à lactose costuma ocorrer logo após a ingestão dos alimentos e pode ser evitada ao se evitar os produtos lácteos ou ao se tomar comprimidos de lactase, uma enzima que ajuda na digestão da lactose.

    • Sensibilidade ao glúten. O glúten é uma proteína encontrada em alguns cereais, como trigo, cevada e centeio. Algumas pessoas têm dificuldade para digerir o glúten e podem ter diarreia grave se ingerirem esses alimentos. A diarreia por sensibilidade ao glúten pode ser confundida com a doença celíaca, uma condição autoimune que danifica o intestino delgado quando se consome glúten. A diarreia por sensibilidade ao glúten pode ser aliviada ao se seguir uma dieta sem glúten.

    • Síndrome do intestino irritável (SII). A SII é uma condição que afeta o funcionamento do intestino grosso. As pessoas com SII podem ter episódios de diarreia alternados com constipação, além de dor abdominal, inchaço e gases. A causa da SII é desconhecida, mas pode estar ligada a fatores genéticos, ambientais, psicológicos ou alimentares. A SII não tem cura, mas pode ser controlada com medicamentos, mudanças na dieta e técnicas de relaxamento.

    • Doença inflamatória intestinal (DII). A DII é um grupo de doenças que causam inflamação crônica do intestino, como a doença de Crohn e a colite ulcerativa. As pessoas com DII podem ter diarreia persistente, sangue ou muco nas fezes, febre e perda de peso. A causa da DII é desconhecida, mas pode envolver fatores imunológicos, genéticos ou ambientais. A DII não tem cura, mas pode ser tratada com medicamentos anti-inflamatórios, imunossupressores ou biológicos, além de cirurgias em casos graves.

    • Infecção por bactérias ou parasitas. Algumas bactérias ou parasitas podem contaminar os alimentos ou a água e causar diarreia infecciosa. Alguns exemplos são E. coli, Salmonella, Shigella, Campylobacter, Giardia e Cryptosporidium. A diarreia infecciosa pode ser prevenida ao se lavar bem as mãos, os alimentos e a água antes do consumo, além de evitar comer em locais duvidosos ou viajar para países em desenvolvimento sem tomar as vacinas adequadas. A diarreia infecciosa pode ser tratada com antibióticos ou antiparasitários, dependendo do agente causador.

    • Estresse, ansiedade ou nervosismo. O estresse pode afetar o sistema nervoso e alterar o movimento do intestino, levando à diarreia. Algumas pessoas podem ter diarreia quando estão ansiosas ou nervosas por alguma situação específica, como uma prova, uma entrevista ou um encontro. A diarreia por estresse pode ser evitada ao se controlar as emoções, respirar fundo, meditar ou buscar ajuda profissional.

    O tratamento da diarreia depende da causa e da gravidade dos sintomas. Em geral, recomenda-se beber bastante líquido para evitar a desidratação, comer alimentos leves e evitar os que pioram a diarreia, como cafeína, álcool, gordura e fibra. Em alguns casos, pode-se usar medicamentos para aliviar a dor, reduzir a inflamação ou combater a infecção. Se a diarreia for muito frequente ou severa, é importante consultar um médico para fazer um diagnóstico adequado e receber o tratamento mais adequado.

    Ela se caracteriza por fezes líquidas ou aquosas, que podem ocorrer várias vezes ao dia. A diarreia pode ter diversas causas, desde infecções até intolerâncias alimentares, e pode ser acompanhada de outros sintomas, como dor abdominal, náuseas, vômitos ou perda de peso.

    A diarreia pode ser classificada em aguda ou crônica, dependendo da sua duração. A diarreia aguda dura menos de três dias e geralmente é causada por vírus, bactérias ou parasitas que contaminam os alimentos ou a água. A diarreia crônica dura mais de três semanas e pode estar relacionada a doenças intestinais, como a síndrome do intestino irritável ou a doença inflamatória intestinal.

    Algumas das causas mais comuns de diarreia sem controle em uma pessoa são:

    • Intolerância à lactose. A lactose é um açúcar encontrado no leite e em outros produtos lácteos. Algumas pessoas não conseguem digerir a lactose e podem ter diarreia explosiva se consumirem esses alimentos. A diarreia por intolerância à lactose costuma ocorrer logo após a ingestão dos alimentos e pode ser evitada ao se evitar os produtos lácteos ou ao se tomar comprimidos de lactase, uma enzima que ajuda na digestão da lactose.

    • Sensibilidade ao glúten. O glúten é uma proteína encontrada em alguns cereais, como trigo, cevada e centeio. Algumas pessoas têm dificuldade para digerir o glúten e podem ter diarreia grave se ingerirem esses alimentos. A diarreia por sensibilidade ao glúten pode ser confundida com a doença celíaca, uma condição autoimune que danifica o intestino delgado quando se consome glúten. A diarreia por sensibilidade ao glúten pode ser aliviada ao se seguir uma dieta sem glúten.

    • Síndrome do intestino irritável (SII). A SII é uma condição que afeta o funcionamento do intestino grosso. As pessoas com SII podem ter episódios de diarreia alternados com constipação, além de dor abdominal, inchaço e gases. A causa da SII é desconhecida, mas pode estar ligada a fatores genéticos, ambientais, psicológicos ou alimentares. A SII não tem cura, mas pode ser controlada com medicamentos, mudanças na dieta e técnicas de relaxamento.

    • Doença inflamatória intestinal (DII). A DII é um grupo de doenças que causam inflamação crônica do intestino, como a doença de Crohn e a colite ulcerativa. As pessoas com DII podem ter diarreia persistente, sangue ou muco nas fezes, febre e perda de peso. A causa da DII é desconhecida, mas pode envolver fatores imunológicos, genéticos ou ambientais. A DII não tem cura, mas pode ser tratada com medicamentos anti-inflamatórios, imunossupressores ou biológicos, além de cirurgias em casos graves.

    • Infecção por bactérias ou parasitas. Algumas bactérias ou parasitas podem contaminar os alimentos ou a água e causar diarreia infecciosa. Alguns exemplos são E. coli, Salmonella, Shigella, Campylobacter, Giardia e Cryptosporidium. A diarreia infecciosa pode ser prevenida ao se lavar bem as mãos, os alimentos e a água antes do consumo, além de evitar comer em locais duvidosos ou viajar para países em desenvolvimento sem tomar as vacinas adequadas. A diarreia infecciosa pode ser tratada com antibióticos ou antiparasitários, dependendo do agente causador.

    • Estresse, ansiedade ou nervosismo. O estresse pode afetar o sistema nervoso e alterar o movimento do intestino, levando à diarreia. Algumas pessoas podem ter diarreia quando estão ansiosas ou nervosas por alguma situação específica, como uma prova, uma entrevista ou um encontro. A diarreia por estresse pode ser evitada ao se controlar as emoções, respirar fundo, meditar ou buscar ajuda profissional.

    O tratamento da diarreia depende da causa e da gravidade dos sintomas. Em geral, recomenda-se beber bastante líquido para evitar a desidratação, comer alimentos leves e evitar os que pioram a diarreia, como cafeína, álcool, gordura e fibra. Em alguns casos, pode-se usar medicamentos para aliviar a dor, reduzir a inflamação ou combater a infecção. Se a diarreia for muito frequente ou severa, é importante consultar um médico para fazer um diagnóstico adequado e receber o tratamento mais adequado.

  • O que é o sangue alcalino e quais são os seus riscos?

    O que é o sangue alcalino e quais são os seus riscos?

    Sangue alcalino é um termo que se refere ao pH do sangue, ou seja, a medida da acidez ou alcalinidade dessa substância vital para o nosso organismo.

    O pH normal do sangue é entre 7,35 e 7,45, o que significa que ele é levemente alcalino. Mas quando o pH sobe acima desse valor, o sangue fica mais alcalino do que deveria, e isso pode trazer sérios problemas de saúde.

    O sangue alcalino pode ser causado por dois fatores principais: um excesso de bicarbonato ou uma perda de ácido no sangue (alcalose metabólica) ou uma respiração rápida ou profunda que reduz o nível de dióxido de carbono no sangue (alcalose respiratória). O bicarbonato e o dióxido de carbono são substâncias que ajudam a regular o equilíbrio ácido-base do nosso corpo, mantendo o pH do sangue estável.

    Quando o sangue fica alcalino demais, ele afeta o funcionamento das células e dos órgãos, podendo provocar sintomas como espasmos musculares, fraqueza, dor de cabeça, confusão mental, tontura e convulsões. Esses sintomas são causados por alterações nos níveis de eletrólitos como potássio, cálcio e sódio, que são minerais essenciais para a transmissão de impulsos nervosos e a contração muscular. Valores de pH acima de 7,95 podem levar à morte.

    Para saber se o seu sangue está alcalino ou não, é preciso fazer um exame chamado gasometria arterial, que mede o valor de pH, de bicarbonato e de PCO2 no sangue. Esse exame só é feito em pessoas que estão internadas na UTI ou no CTI, pois requer a coleta de uma amostra de sangue da artéria. O resultado do exame pode indicar se há algum distúrbio no equilíbrio ácido-base do corpo e qual é a sua causa.

    O tratamento do sangue alcalino depende da sua origem e da sua gravidade. Em alguns casos, pode ser necessário administrar soluções intravenosas com ácido ou bicarbonato para corrigir o pH do sangue. Em outros casos, pode ser necessário ajustar a ventilação mecânica ou a oxigenoterapia para normalizar o nível de dióxido de carbono no sangue. O objetivo é restaurar o equilíbrio ácido-base do organismo e evitar complicações.

    O sangue alcalino é uma condição rara, mas potencialmente grave. Por isso, é importante estar atento aos sinais e sintomas que podem indicar um desequilíbrio no pH do sangue e procurar ajuda médica imediatamente se eles ocorrerem.

    O pH normal do sangue é entre 7,35 e 7,45, o que significa que ele é levemente alcalino. Mas quando o pH sobe acima desse valor, o sangue fica mais alcalino do que deveria, e isso pode trazer sérios problemas de saúde.

    O sangue alcalino pode ser causado por dois fatores principais: um excesso de bicarbonato ou uma perda de ácido no sangue (alcalose metabólica) ou uma respiração rápida ou profunda que reduz o nível de dióxido de carbono no sangue (alcalose respiratória). O bicarbonato e o dióxido de carbono são substâncias que ajudam a regular o equilíbrio ácido-base do nosso corpo, mantendo o pH do sangue estável.

    Quando o sangue fica alcalino demais, ele afeta o funcionamento das células e dos órgãos, podendo provocar sintomas como espasmos musculares, fraqueza, dor de cabeça, confusão mental, tontura e convulsões. Esses sintomas são causados por alterações nos níveis de eletrólitos como potássio, cálcio e sódio, que são minerais essenciais para a transmissão de impulsos nervosos e a contração muscular. Valores de pH acima de 7,95 podem levar à morte.

    Para saber se o seu sangue está alcalino ou não, é preciso fazer um exame chamado gasometria arterial, que mede o valor de pH, de bicarbonato e de PCO2 no sangue. Esse exame só é feito em pessoas que estão internadas na UTI ou no CTI, pois requer a coleta de uma amostra de sangue da artéria. O resultado do exame pode indicar se há algum distúrbio no equilíbrio ácido-base do corpo e qual é a sua causa.

    O tratamento do sangue alcalino depende da sua origem e da sua gravidade. Em alguns casos, pode ser necessário administrar soluções intravenosas com ácido ou bicarbonato para corrigir o pH do sangue. Em outros casos, pode ser necessário ajustar a ventilação mecânica ou a oxigenoterapia para normalizar o nível de dióxido de carbono no sangue. O objetivo é restaurar o equilíbrio ácido-base do organismo e evitar complicações.

    O sangue alcalino é uma condição rara, mas potencialmente grave. Por isso, é importante estar atento aos sinais e sintomas que podem indicar um desequilíbrio no pH do sangue e procurar ajuda médica imediatamente se eles ocorrerem.

  • Cachorro com raiva é diagnosticado em São Paulo após 40 anos sem casos

    Cachorro com raiva é diagnosticado em São Paulo após 40 anos sem casos

    Um cão foi diagnosticado com raiva em São Paulo, após ser resgatado na região do Butantã e submetido a eutanásia.

    O caso foi confirmado pelo Laboratório de Zoonoses Virais da USP, que analisou uma amostra do cérebro do animal por meio de um exame chamado PCR, que detecta a presença do vírus no organismo.

    A raiva é uma doença infecciosa viral grave e letal que afeta mamíferos, como cães, gatos, morcegos e humanos. A transmissão acontece pelo contato com a saliva do animal infectado, geralmente por mordida ou arranhão. Os sintomas incluem agressividade, salivação excessiva, paralisia e convulsões.

    A vacinação dos animais é a principal forma de prevenção da raiva, pois impede que eles se contaminem e transmitam a doença para outros animais ou pessoas. A vacina é gratuita e deve ser aplicada anualmente nos cães e gatos.

    O cão diagnosticado com raiva em São Paulo foi resgatado no dia 31 de agosto, após apresentar sinais de agressividade e atacar outros animais. Ele foi levado para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade, onde recebeu os cuidados necessários e foi submetido a eutanásia, conforme prevê o protocolo sanitário.

    O exame de PCR confirmou a doença viral no dia 4 de setembro, mas não identificou se o vírus era da variante canina ou transmitida por morcegos. Novos testes serão feitos para esclarecer essa questão, pois isso pode indicar a origem da infecção e o risco de novos casos.

    A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo informou que intensificou a vacinação dos animais na região do Butantã e está investigando o caso. A cidade não registrava casos de raiva em cães desde 2083, quando um cão vindo do interior do estado foi diagnosticado com a doença.

    A secretaria também orienta os moradores a levarem seus animais para vacinar contra a raiva, caso ainda não tenham feito isso, e a evitarem o contato com animais desconhecidos ou silvestres. Em caso de mordida ou arranhão por algum animal, a pessoa deve lavar o ferimento com água e sabão e procurar imediatamente uma unidade de saúde.

    O caso foi confirmado pelo Laboratório de Zoonoses Virais da USP, que analisou uma amostra do cérebro do animal por meio de um exame chamado PCR, que detecta a presença do vírus no organismo.

    A raiva é uma doença infecciosa viral grave e letal que afeta mamíferos, como cães, gatos, morcegos e humanos. A transmissão acontece pelo contato com a saliva do animal infectado, geralmente por mordida ou arranhão. Os sintomas incluem agressividade, salivação excessiva, paralisia e convulsões.

    A vacinação dos animais é a principal forma de prevenção da raiva, pois impede que eles se contaminem e transmitam a doença para outros animais ou pessoas. A vacina é gratuita e deve ser aplicada anualmente nos cães e gatos.

    O cão diagnosticado com raiva em São Paulo foi resgatado no dia 31 de agosto, após apresentar sinais de agressividade e atacar outros animais. Ele foi levado para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade, onde recebeu os cuidados necessários e foi submetido a eutanásia, conforme prevê o protocolo sanitário.

    O exame de PCR confirmou a doença viral no dia 4 de setembro, mas não identificou se o vírus era da variante canina ou transmitida por morcegos. Novos testes serão feitos para esclarecer essa questão, pois isso pode indicar a origem da infecção e o risco de novos casos.

    A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo informou que intensificou a vacinação dos animais na região do Butantã e está investigando o caso. A cidade não registrava casos de raiva em cães desde 2083, quando um cão vindo do interior do estado foi diagnosticado com a doença.

    A secretaria também orienta os moradores a levarem seus animais para vacinar contra a raiva, caso ainda não tenham feito isso, e a evitarem o contato com animais desconhecidos ou silvestres. Em caso de mordida ou arranhão por algum animal, a pessoa deve lavar o ferimento com água e sabão e procurar imediatamente uma unidade de saúde.

  • Como prevenir os acidentes domésticos mais comuns

    Como prevenir os acidentes domésticos mais comuns

    Os acidentes domésticos são situações que podem causar ferimentos ou até mesmo a morte de pessoas que vivem em uma casa.

    Eles podem acontecer por descuido, imprudência ou falta de informação. Por isso, é importante saber quais são os tipos mais frequentes de acidentes domésticos e como evitá-los.

    Queimaduras

    As queimaduras são lesões na pele causadas por exposição prolongada ao sol ou a fontes de calor, como fogo ou água fervente. Elas podem ser leves, moderadas ou graves, dependendo da profundidade e da extensão da área afetada.

    Para prevenir as queimaduras, deve-se evitar a exposição solar entre as 11 e as 16 horas e utilizar protetor solar, assim como afastar objetos que possam provocar queimaduras das crianças. Em caso de queimadura, deve-se lavar a área com água fria e cobrir com um pano limpo. Não se deve aplicar pomadas, óleos ou manteiga sem orientação médica.

    Sangramentos do nariz

    Os sangramentos do nariz são perdas de sangue pelas narinas, que podem ser provocados por assoar o nariz com muita força, cutucar o nariz ou sofrer uma pancada. Eles costumam ser leves e parar em poucos minutos.

    Para evitar o sangramento do nariz, não se deve ficar exposto muito tempo ao sol ou a temperaturas muito altas. Em caso de sangramento do nariz, deve-se inclinar a cabeça para frente e apertar as narinas com os dedos por cerca de 10 minutos. Não se deve colocar nada dentro do nariz sem orientação médica.

    Intoxicações

    As intoxicações são reações adversas do organismo causadas pela ingestão acidental de medicamentos ou produtos de limpeza. Elas podem provocar náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, sonolência, convulsões ou coma.

    Para evitar as intoxicações, os produtos que podem provocar envenenamento devem ser mantidos trancados e afastados do alcance das crianças. Em caso de intoxicação, deve-se ligar para o Centro de Informação Toxicológica (0800-722-6001) ou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU – 192) e seguir as orientações. Não se deve provocar vômito ou dar leite sem orientação médica.

    Cortes

    Os cortes são ferimentos na pele causados por manuseio inadequado de objetos cortantes, como facas, tesouras ou vidros. Eles podem ser superficiais ou profundos, dependendo da intensidade e da direção do corte.

    Para prevenir os cortes, deve-se guardar esses objetos em locais seguros e fora do alcance das crianças. Em caso de corte, deve-se lavar a área com água corrente e sabão e pressionar com um pano limpo. Não se deve usar álcool ou iodo sem orientação médica.

    Choques elétricos

    Os choques elétricos são descargas elétricas que atravessam o corpo humano, podendo causar queimaduras, parada cardíaca ou respiratória. Eles podem ser causados por contato com fios desencapados, tomadas ou aparelhos elétricos.

    Para evitar os choques elétricos, deve-se utilizar protetores nas tomadas e não mexer em aparelhos elétricos sem desligar os disjuntores. Em caso de choque elétrico, deve-se desligar a fonte de energia e afastar a vítima com um objeto isolante. Não se deve tocar na vítima sem proteção.

    Quedas

    As quedas são o tipo mais comum de acidentes domésticos e podem afetar tanto crianças quanto adultos. Elas podem ocorrer por escorregões, tropeços ou desequilíbrios em superfícies irregulares ou altas. Elas podem causar fraturas, contusões, hematomas ou traumatismos cranianos.

    Para prevenir as quedas, deve-se manter o chão limpo e livre de objetos que possam causar tropeços, instalar grades nas janelas e portas de contenção nas escadas, evitar tapetes e objetos de decoração pelo caminho e não se arriscar em lajes ou sacadas sem proteção. Em caso de queda, deve-se avaliar a gravidade do ferimento e procurar ajuda médica se necessário.

    Asfixia

    A asfixia é a falta de oxigênio no organismo, que pode levar à perda de consciência ou à morte. Ela pode ser provocada por objetos pequenos que sejam engolidos ou aspirados pelas vias respiratórias, especialmente por crianças menores de 9 anos de idade.

    Para evitar a asfixia, deve-se não deixar pequenos objetos no chão, organizar o quarto de brinquedos, tomar cuidado com fios e cordas e eliminar acessórios como cachecóis ou roupas largas. Em caso de asfixia, deve-se tentar retirar o objeto com os dedos ou realizar a manobra de Heimlich, que consiste em pressionar o abdômen da vítima com as mãos.

    Mordidas

    As mordidas são ferimentos na pele causados por animais domésticos ou insetos. Elas podem provocar dor, inchaço, vermelhidão ou infecção. Em alguns casos, elas podem transmitir doenças, como raiva ou dengue.

    Para evitar as mordidas, deve-se vacinar os animais de estimação, manter a higiene do ambiente e utilizar repelentes contra insetos. Em caso de mordida, deve-se lavar a área com água corrente e sabão e aplicar um antisséptico. Não se deve espremer ou furar o local da mordida sem orientação médica.

    Eles podem acontecer por descuido, imprudência ou falta de informação. Por isso, é importante saber quais são os tipos mais frequentes de acidentes domésticos e como evitá-los.

    Queimaduras

    As queimaduras são lesões na pele causadas por exposição prolongada ao sol ou a fontes de calor, como fogo ou água fervente. Elas podem ser leves, moderadas ou graves, dependendo da profundidade e da extensão da área afetada.

    Para prevenir as queimaduras, deve-se evitar a exposição solar entre as 11 e as 16 horas e utilizar protetor solar, assim como afastar objetos que possam provocar queimaduras das crianças. Em caso de queimadura, deve-se lavar a área com água fria e cobrir com um pano limpo. Não se deve aplicar pomadas, óleos ou manteiga sem orientação médica.

    Sangramentos do nariz

    Os sangramentos do nariz são perdas de sangue pelas narinas, que podem ser provocados por assoar o nariz com muita força, cutucar o nariz ou sofrer uma pancada. Eles costumam ser leves e parar em poucos minutos.

    Para evitar o sangramento do nariz, não se deve ficar exposto muito tempo ao sol ou a temperaturas muito altas. Em caso de sangramento do nariz, deve-se inclinar a cabeça para frente e apertar as narinas com os dedos por cerca de 10 minutos. Não se deve colocar nada dentro do nariz sem orientação médica.

    Intoxicações

    As intoxicações são reações adversas do organismo causadas pela ingestão acidental de medicamentos ou produtos de limpeza. Elas podem provocar náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, sonolência, convulsões ou coma.

    Para evitar as intoxicações, os produtos que podem provocar envenenamento devem ser mantidos trancados e afastados do alcance das crianças. Em caso de intoxicação, deve-se ligar para o Centro de Informação Toxicológica (0800-722-6001) ou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU – 192) e seguir as orientações. Não se deve provocar vômito ou dar leite sem orientação médica.

    Cortes

    Os cortes são ferimentos na pele causados por manuseio inadequado de objetos cortantes, como facas, tesouras ou vidros. Eles podem ser superficiais ou profundos, dependendo da intensidade e da direção do corte.

    Para prevenir os cortes, deve-se guardar esses objetos em locais seguros e fora do alcance das crianças. Em caso de corte, deve-se lavar a área com água corrente e sabão e pressionar com um pano limpo. Não se deve usar álcool ou iodo sem orientação médica.

    Choques elétricos

    Os choques elétricos são descargas elétricas que atravessam o corpo humano, podendo causar queimaduras, parada cardíaca ou respiratória. Eles podem ser causados por contato com fios desencapados, tomadas ou aparelhos elétricos.

    Para evitar os choques elétricos, deve-se utilizar protetores nas tomadas e não mexer em aparelhos elétricos sem desligar os disjuntores. Em caso de choque elétrico, deve-se desligar a fonte de energia e afastar a vítima com um objeto isolante. Não se deve tocar na vítima sem proteção.

    Quedas

    As quedas são o tipo mais comum de acidentes domésticos e podem afetar tanto crianças quanto adultos. Elas podem ocorrer por escorregões, tropeços ou desequilíbrios em superfícies irregulares ou altas. Elas podem causar fraturas, contusões, hematomas ou traumatismos cranianos.

    Para prevenir as quedas, deve-se manter o chão limpo e livre de objetos que possam causar tropeços, instalar grades nas janelas e portas de contenção nas escadas, evitar tapetes e objetos de decoração pelo caminho e não se arriscar em lajes ou sacadas sem proteção. Em caso de queda, deve-se avaliar a gravidade do ferimento e procurar ajuda médica se necessário.

    Asfixia

    A asfixia é a falta de oxigênio no organismo, que pode levar à perda de consciência ou à morte. Ela pode ser provocada por objetos pequenos que sejam engolidos ou aspirados pelas vias respiratórias, especialmente por crianças menores de 9 anos de idade.

    Para evitar a asfixia, deve-se não deixar pequenos objetos no chão, organizar o quarto de brinquedos, tomar cuidado com fios e cordas e eliminar acessórios como cachecóis ou roupas largas. Em caso de asfixia, deve-se tentar retirar o objeto com os dedos ou realizar a manobra de Heimlich, que consiste em pressionar o abdômen da vítima com as mãos.

    Mordidas

    As mordidas são ferimentos na pele causados por animais domésticos ou insetos. Elas podem provocar dor, inchaço, vermelhidão ou infecção. Em alguns casos, elas podem transmitir doenças, como raiva ou dengue.

    Para evitar as mordidas, deve-se vacinar os animais de estimação, manter a higiene do ambiente e utilizar repelentes contra insetos. Em caso de mordida, deve-se lavar a área com água corrente e sabão e aplicar um antisséptico. Não se deve espremer ou furar o local da mordida sem orientação médica.

  • Covid-19 pode causar ou agravar a hipertensão arterial, alertam especialistas

    Covid-19 pode causar ou agravar a hipertensão arterial, alertam especialistas

    A covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, pode trazer sérias consequências para a saúde do coração e dos vasos sanguíneos.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a covid-19 pode aumentar o risco de complicações para pessoas que já sofrem de hipertensão arterial (pressão alta) ou causar hipertensão em pessoas que não tinham antes.

    A hipertensão é uma condição em que a pressão do sangue nas artérias é maior do que o normal, o que pode sobrecarregar o coração e aumentar o risco de infarto, derrame, insuficiência cardíaca e renal. A hipertensão é considerada uma doença silenciosa, pois muitas vezes não apresenta sintomas e só é descoberta em exames de rotina.

    De acordo com os especialistas, existem algumas possíveis relações entre a covid-19 e a hipertensão, tais como:

    • A covid-19 pode causar uma resposta inflamatória no organismo que pode danificar os vasos sanguíneos e aumentar a pressão arterial. A inflamação também pode prejudicar o funcionamento do endotélio, uma camada de células que reveste as artérias e regula a dilatação e a contração dos vasos.

    • A covid-19 pode afetar os rins, que são responsáveis por regular a pressão arterial, e causar insuficiência renal ou piorar a função renal de pessoas que já têm doença renal crônica. Os rins filtram o sangue e eliminam o excesso de líquidos e sais do corpo. Quando os rins não funcionam bem, o volume de líquido e sal no corpo aumenta, elevando a pressão arterial.

    • A covid-19 pode provocar estresse, ansiedade, medo e isolamento social, que são fatores que podem elevar a pressão arterial ou dificultar o controle da hipertensão. O estresse libera hormônios como adrenalina e cortisol, que fazem o coração bater mais rápido e os vasos se contraírem. A ansiedade também pode levar a hábitos prejudiciais à saúde, como comer demais, fumar ou beber álcool.

    • A covid-19 pode interferir no uso de medicamentos para hipertensão, seja por falta de acesso, por efeitos colaterais ou por interações medicamentosas. Alguns medicamentos para hipertensão também podem afetar a resposta imunológica ou a gravidade da covid-19. Por isso, é importante consultar o médico antes de iniciar, suspender ou alterar qualquer medicação.

    Portanto, é importante que as pessoas com hipertensão ou com risco de desenvolver hipertensão se protejam da covid-19 seguindo as medidas de prevenção recomendadas pelas autoridades de saúde, como usar máscara, higienizar as mãos, evitar aglomerações e manter o distanciamento físico. Além disso, é essencial que as pessoas com hipertensão mantenham o acompanhamento médico regular, façam o uso adequado dos medicamentos prescritos e adotem hábitos de vida saudáveis, como alimentação balanceada, atividade física moderada, controle do peso, redução do consumo de sal, álcool e tabaco e manejo do estresse.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a covid-19 pode aumentar o risco de complicações para pessoas que já sofrem de hipertensão arterial (pressão alta) ou causar hipertensão em pessoas que não tinham antes.

    A hipertensão é uma condição em que a pressão do sangue nas artérias é maior do que o normal, o que pode sobrecarregar o coração e aumentar o risco de infarto, derrame, insuficiência cardíaca e renal. A hipertensão é considerada uma doença silenciosa, pois muitas vezes não apresenta sintomas e só é descoberta em exames de rotina.

    De acordo com os especialistas, existem algumas possíveis relações entre a covid-19 e a hipertensão, tais como:

    • A covid-19 pode causar uma resposta inflamatória no organismo que pode danificar os vasos sanguíneos e aumentar a pressão arterial. A inflamação também pode prejudicar o funcionamento do endotélio, uma camada de células que reveste as artérias e regula a dilatação e a contração dos vasos.

    • A covid-19 pode afetar os rins, que são responsáveis por regular a pressão arterial, e causar insuficiência renal ou piorar a função renal de pessoas que já têm doença renal crônica. Os rins filtram o sangue e eliminam o excesso de líquidos e sais do corpo. Quando os rins não funcionam bem, o volume de líquido e sal no corpo aumenta, elevando a pressão arterial.

    • A covid-19 pode provocar estresse, ansiedade, medo e isolamento social, que são fatores que podem elevar a pressão arterial ou dificultar o controle da hipertensão. O estresse libera hormônios como adrenalina e cortisol, que fazem o coração bater mais rápido e os vasos se contraírem. A ansiedade também pode levar a hábitos prejudiciais à saúde, como comer demais, fumar ou beber álcool.

    • A covid-19 pode interferir no uso de medicamentos para hipertensão, seja por falta de acesso, por efeitos colaterais ou por interações medicamentosas. Alguns medicamentos para hipertensão também podem afetar a resposta imunológica ou a gravidade da covid-19. Por isso, é importante consultar o médico antes de iniciar, suspender ou alterar qualquer medicação.

    Portanto, é importante que as pessoas com hipertensão ou com risco de desenvolver hipertensão se protejam da covid-19 seguindo as medidas de prevenção recomendadas pelas autoridades de saúde, como usar máscara, higienizar as mãos, evitar aglomerações e manter o distanciamento físico. Além disso, é essencial que as pessoas com hipertensão mantenham o acompanhamento médico regular, façam o uso adequado dos medicamentos prescritos e adotem hábitos de vida saudáveis, como alimentação balanceada, atividade física moderada, controle do peso, redução do consumo de sal, álcool e tabaco e manejo do estresse.