Categoria: Saúde

  • Como aliviar a dor de dente com analgésicos e outras dicas

    Como aliviar a dor de dente com analgésicos e outras dicas

    A dor de dente é um problema que afeta muitas pessoas e pode ter diversas causas, como cárie, infecção, inflamação, trauma ou nascimento dos dentes do siso.

    A dor pode ser leve, moderada ou intensa, e pode interferir na qualidade de vida e no bem-estar.

    A melhor forma de tratar a dor de dente é procurar um dentista, que poderá avaliar o caso e indicar o tratamento adequado. Porém, nem sempre é possível ir ao dentista imediatamente, e a dor pode persistir por horas ou dias.

    Nesses casos, existem alguns remédios que podem ajudar a aliviar a dor de dente temporariamente, até que se possa ir ao dentista. Esses remédios são chamados de analgésicos, pois atuam no sistema nervoso e bloqueiam os sinais de dor.

    Os analgésicos mais comuns para dor de dente são o paracetamol, a dipirona e o ibuprofeno. Eles podem ser comprados sem receita nas farmácias, mas devem ser usados com cautela e orientação do dentista, pois podem ter efeitos colaterais ou interações com outros medicamentos.

    O paracetamol é um analgésico que pode ser usado para dor de dente leve a moderada. Ele pode ser encontrado na forma de comprimidos ou de solução em gotas. A dose recomendada para adultos e crianças com mais de 12 anos é de 1 a 2 comprimidos de 500 mg ou 35 a 55 gotas, de 3 a 5 vezes por dia.

    A dipirona é outro analgésico indicado para dor de dente leve a moderada. Ela pode ser encontrada na forma de comprimido ou de solução em gotas. A dose recomendada para adultos ou crianças com mais de 15 anos é de 1 a 2 comprimidos de 500 mg ou 20 a 40 gotas por dia, no máximo 4 vezes ao dia.

    O ibuprofeno é um anti-inflamatório que pode reduzir a inflamação e a dor no dente. Ele pode ser encontrado na forma de comprimido ou de solução em gotas. A dose recomendada para adultos é de 200 a 400 mg, de 6 em 6 horas ou de 8 em 8 horas.

    Esses remédios não devem ser usados por quem tem alergia, doença no fígado ou rins, úlcera, asma ou problemas de coagulação. Além disso, não devem ser usados por mulheres grávidas ou que estejam amamentando, sem orientação médica.

    Outras formas de aliviar a dor de dente são:

    • Bochechar água morna com sal: isso ajuda a limpar a boca e reduzir as bactérias que podem causar infecção.

    • Usar cravo-da-índia na região afetada: o cravo-da-índia tem propriedades anestésicas e anti-inflamatórias que podem diminuir a dor e o inchaço.

    • Colocar gelo na bochecha: o gelo ajuda a contrair os vasos sanguíneos e diminuir o fluxo de sangue na área dolorida, aliviando a dor.

    • Fazer uma boa higiene bucal: escovar os dentes após as refeições e usar fio dental diariamente ajuda a prevenir o acúmulo de placa bacteriana e o surgimento de cáries.

    É importante lembrar que essas dicas são apenas paliativas e não tratam a causa da dor de dente. Por isso, não deixe de ir ao dentista assim que possível para cuidar da sua saúde bucal.

    A dor pode ser leve, moderada ou intensa, e pode interferir na qualidade de vida e no bem-estar.

    A melhor forma de tratar a dor de dente é procurar um dentista, que poderá avaliar o caso e indicar o tratamento adequado. Porém, nem sempre é possível ir ao dentista imediatamente, e a dor pode persistir por horas ou dias.

    Nesses casos, existem alguns remédios que podem ajudar a aliviar a dor de dente temporariamente, até que se possa ir ao dentista. Esses remédios são chamados de analgésicos, pois atuam no sistema nervoso e bloqueiam os sinais de dor.

    Os analgésicos mais comuns para dor de dente são o paracetamol, a dipirona e o ibuprofeno. Eles podem ser comprados sem receita nas farmácias, mas devem ser usados com cautela e orientação do dentista, pois podem ter efeitos colaterais ou interações com outros medicamentos.

    O paracetamol é um analgésico que pode ser usado para dor de dente leve a moderada. Ele pode ser encontrado na forma de comprimidos ou de solução em gotas. A dose recomendada para adultos e crianças com mais de 12 anos é de 1 a 2 comprimidos de 500 mg ou 35 a 55 gotas, de 3 a 5 vezes por dia.

    A dipirona é outro analgésico indicado para dor de dente leve a moderada. Ela pode ser encontrada na forma de comprimido ou de solução em gotas. A dose recomendada para adultos ou crianças com mais de 15 anos é de 1 a 2 comprimidos de 500 mg ou 20 a 40 gotas por dia, no máximo 4 vezes ao dia.

    O ibuprofeno é um anti-inflamatório que pode reduzir a inflamação e a dor no dente. Ele pode ser encontrado na forma de comprimido ou de solução em gotas. A dose recomendada para adultos é de 200 a 400 mg, de 6 em 6 horas ou de 8 em 8 horas.

    Esses remédios não devem ser usados por quem tem alergia, doença no fígado ou rins, úlcera, asma ou problemas de coagulação. Além disso, não devem ser usados por mulheres grávidas ou que estejam amamentando, sem orientação médica.

    Outras formas de aliviar a dor de dente são:

    • Bochechar água morna com sal: isso ajuda a limpar a boca e reduzir as bactérias que podem causar infecção.

    • Usar cravo-da-índia na região afetada: o cravo-da-índia tem propriedades anestésicas e anti-inflamatórias que podem diminuir a dor e o inchaço.

    • Colocar gelo na bochecha: o gelo ajuda a contrair os vasos sanguíneos e diminuir o fluxo de sangue na área dolorida, aliviando a dor.

    • Fazer uma boa higiene bucal: escovar os dentes após as refeições e usar fio dental diariamente ajuda a prevenir o acúmulo de placa bacteriana e o surgimento de cáries.

    É importante lembrar que essas dicas são apenas paliativas e não tratam a causa da dor de dente. Por isso, não deixe de ir ao dentista assim que possível para cuidar da sua saúde bucal.

  • Síndrome do intestino irritável: o que é, como diagnosticar e tratar

    Síndrome do intestino irritável: o que é, como diagnosticar e tratar

    Você já sentiu dor na barriga, excesso de gases, prisão de ventre ou diarreia sem uma causa aparente?

    Esses podem ser sintomas de uma condição chamada síndrome do intestino irritável, que afeta cerca de 10% a 15% da população mundial.

    A síndrome do intestino irritável é um distúrbio gastrointestinal que altera o funcionamento normal do intestino, causando desconforto e interferindo na qualidade de vida das pessoas. Apesar de não ser uma doença grave, a síndrome do intestino irritável pode afetar a saúde física e mental dos pacientes, aumentando o risco de depressão, ansiedade e outras doenças crônicas.

    O que causa a síndrome do intestino irritável?

    A causa exata da síndrome do intestino irritável ainda não é conhecida, mas alguns fatores podem estar envolvidos na origem e na piora dos sintomas, como:

    • Estresse: O estresse pode alterar o equilíbrio entre o cérebro e o intestino, aumentando a sensibilidade e a motilidade intestinal. Além disso, o estresse pode afetar o sistema imunológico e a microbiota intestinal, favorecendo a inflamação do intestino.

    • Infecção intestinal: Algumas pessoas podem desenvolver a síndrome do intestino irritável após uma infecção intestinal causada por vírus, bactérias ou parasitas. Essa infecção pode danificar as células do intestino e alterar a microbiota intestinal, provocando os sintomas da síndrome.

    • Alergia alimentar: Algumas pessoas podem ter uma reação alérgica a certos alimentos, como leite, trigo, ovos ou frutos do mar. Essa reação pode causar inflamação e irritação no intestino, além de outros sintomas como coceira, inchaço e vermelhidão na pele.

    Como diagnosticar a síndrome do intestino irritável?

    O diagnóstico da síndrome do intestino irritável deve ser feito pelo gastroenterologista, que avalia principalmente o histórico de saúde e os sinais e sintomas apresentados pela pessoa. Não há um exame específico para confirmar o diagnóstico, mas o médico pode solicitar alguns exames para excluir outras doenças gastrointestinais, como colite ou doença inflamatória intestinal, por exemplo.

    Os critérios mais usados para diagnosticar a síndrome do intestino irritável são os critérios de Roma IV, que consideram os seguintes aspectos:

    • A pessoa deve ter dor ou desconforto abdominal recorrente por pelo menos um dia por semana nos últimos três meses;

    • A dor ou desconforto abdominal deve estar associado a pelo menos dois dos seguintes fatores:
      • Melhora após evacuar;
      • Alteração na frequência das evacuações;
      • Alteração na forma ou consistência das fezes.

    Como tratar a síndrome do intestino irritável?

    O tratamento da síndrome do intestino irritável pode variar de acordo com os sintomas e as características de cada pessoa. Em geral, o tratamento envolve mudanças na alimentação e na redução do estresse, por exemplo. Além disso, o médico também pode indicar o uso de remédios para aliviar os sintomas dessa síndrome.

    Algumas dicas para tratar a síndrome do intestino irritável são:

    • Evitar alimentos que possam piorar os sintomas, como alimentos gordurosos, frituras, cafeína, álcool, refrigerantes e alimentos ricos em fibras insolúveis (como cascas de frutas e cereais integrais);

    • Consumir alimentos que possam melhorar os sintomas, como alimentos ricos em fibras solúveis (como aveia, banana e cenoura), probióticos (como iogurte e kefir) e água;

    • Praticar atividades físicas regularmente para melhorar o trânsito intestinal e reduzir o estresse;

    • Buscar técnicas de relaxamento, como meditação, respiração profunda e terapia cognitivo-comportamental, para diminuir o estresse e a ansiedade;

    • Usar remédios prescritos pelo médico, como laxantes, antidiarreicos, antiespasmódicos, antidepressivos e analgésicos, para controlar os sintomas da síndrome.

    A síndrome do intestino irritável é uma condição que afeta o funcionamento do intestino e causa dor na barriga, excesso de gases, prisão de ventre e diarreia. A causa exata da síndrome ainda não é conhecida, mas pode estar relacionada a fatores como estresse, infecção intestinal e alergia alimentar.

    O diagnóstico deve ser feito pelo gastroenterologista, que avalia os sintomas e exclui outras doenças. O tratamento pode ser feito com mudanças na alimentação e na redução do estresse, além do uso de remédios para aliviar os sintomas.

    Esses podem ser sintomas de uma condição chamada síndrome do intestino irritável, que afeta cerca de 10% a 15% da população mundial.

    A síndrome do intestino irritável é um distúrbio gastrointestinal que altera o funcionamento normal do intestino, causando desconforto e interferindo na qualidade de vida das pessoas. Apesar de não ser uma doença grave, a síndrome do intestino irritável pode afetar a saúde física e mental dos pacientes, aumentando o risco de depressão, ansiedade e outras doenças crônicas.

    O que causa a síndrome do intestino irritável?

    A causa exata da síndrome do intestino irritável ainda não é conhecida, mas alguns fatores podem estar envolvidos na origem e na piora dos sintomas, como:

    • Estresse: O estresse pode alterar o equilíbrio entre o cérebro e o intestino, aumentando a sensibilidade e a motilidade intestinal. Além disso, o estresse pode afetar o sistema imunológico e a microbiota intestinal, favorecendo a inflamação do intestino.

    • Infecção intestinal: Algumas pessoas podem desenvolver a síndrome do intestino irritável após uma infecção intestinal causada por vírus, bactérias ou parasitas. Essa infecção pode danificar as células do intestino e alterar a microbiota intestinal, provocando os sintomas da síndrome.

    • Alergia alimentar: Algumas pessoas podem ter uma reação alérgica a certos alimentos, como leite, trigo, ovos ou frutos do mar. Essa reação pode causar inflamação e irritação no intestino, além de outros sintomas como coceira, inchaço e vermelhidão na pele.

    Como diagnosticar a síndrome do intestino irritável?

    O diagnóstico da síndrome do intestino irritável deve ser feito pelo gastroenterologista, que avalia principalmente o histórico de saúde e os sinais e sintomas apresentados pela pessoa. Não há um exame específico para confirmar o diagnóstico, mas o médico pode solicitar alguns exames para excluir outras doenças gastrointestinais, como colite ou doença inflamatória intestinal, por exemplo.

    Os critérios mais usados para diagnosticar a síndrome do intestino irritável são os critérios de Roma IV, que consideram os seguintes aspectos:

    • A pessoa deve ter dor ou desconforto abdominal recorrente por pelo menos um dia por semana nos últimos três meses;

    • A dor ou desconforto abdominal deve estar associado a pelo menos dois dos seguintes fatores:
      • Melhora após evacuar;
      • Alteração na frequência das evacuações;
      • Alteração na forma ou consistência das fezes.

    Como tratar a síndrome do intestino irritável?

    O tratamento da síndrome do intestino irritável pode variar de acordo com os sintomas e as características de cada pessoa. Em geral, o tratamento envolve mudanças na alimentação e na redução do estresse, por exemplo. Além disso, o médico também pode indicar o uso de remédios para aliviar os sintomas dessa síndrome.

    Algumas dicas para tratar a síndrome do intestino irritável são:

    • Evitar alimentos que possam piorar os sintomas, como alimentos gordurosos, frituras, cafeína, álcool, refrigerantes e alimentos ricos em fibras insolúveis (como cascas de frutas e cereais integrais);

    • Consumir alimentos que possam melhorar os sintomas, como alimentos ricos em fibras solúveis (como aveia, banana e cenoura), probióticos (como iogurte e kefir) e água;

    • Praticar atividades físicas regularmente para melhorar o trânsito intestinal e reduzir o estresse;

    • Buscar técnicas de relaxamento, como meditação, respiração profunda e terapia cognitivo-comportamental, para diminuir o estresse e a ansiedade;

    • Usar remédios prescritos pelo médico, como laxantes, antidiarreicos, antiespasmódicos, antidepressivos e analgésicos, para controlar os sintomas da síndrome.

    A síndrome do intestino irritável é uma condição que afeta o funcionamento do intestino e causa dor na barriga, excesso de gases, prisão de ventre e diarreia. A causa exata da síndrome ainda não é conhecida, mas pode estar relacionada a fatores como estresse, infecção intestinal e alergia alimentar.

    O diagnóstico deve ser feito pelo gastroenterologista, que avalia os sintomas e exclui outras doenças. O tratamento pode ser feito com mudanças na alimentação e na redução do estresse, além do uso de remédios para aliviar os sintomas.

  • Quem amamenta pode beber cerveja?

    Quem amamenta pode beber cerveja?

    Muitas mães que amamentam têm dúvidas sobre se podem ou não beber cerveja, e quais são os possíveis efeitos no bebê e na produção de leite.

    O álcool passa para o leite materno?

    Sim, o álcool passa para o leite materno e pode afetar a fome e o sono do bebê, além de interferir na produção e na descida do leite. O fígado do bebê ainda é imaturo e não consegue metabolizar o álcool tão bem quanto um adulto. Por isso, é recomendável evitar o álcool nos primeiros meses de vida do bebê.

    Quem amamenta pode beber cerveja?

    Segundo alguns especialistas, quem amamenta pode beber cerveja, mas com moderação e cautela. Isso significa que você pode ocasionalmente beber um copo de vinho ou uma cerveja pequena, mas deve esperar pelo menos duas horas por drinque consumido antes de amamentar, para dar uma chance de o álcool se diluir .

    A cerveja sem álcool é uma opção?

    A cerveja sem álcool 0,0% pode ser benéfica durante a amamentação devido ao seu efeito antioxidante. No entanto, a cerveja que contém álcool não deve ser consumida durante a amamentação, mesmo que possa aumentar a produção de leite.

    Como saber se o leite está livre de álcool?

    Não há um teste caseiro confiável para saber se o leite está livre de álcool. O melhor é seguir a regra das duas horas por drinque, ou seja, esperar duas horas após ingerir uma dose de álcool para amamentar. Se você beber mais do que isso, terá que esperar mais tempo. Por exemplo, se você beber duas cervejas, terá que esperar quatro horas antes de amamentar.

    O que fazer se você bebeu demais?

    Se você bebeu demais e precisa amamentar, o ideal é ordenhar o leite e descartá-lo até que o álcool saia do seu organismo. Você pode oferecer ao bebê leite materno previamente armazenado ou uma fórmula infantil adequada. Não se esqueça de se hidratar bem e evitar a desidratação.

    A cerveja e a amamentação não são incompatíveis, mas exigem cuidado e responsabilidade. O álcool pode prejudicar o bebê e a lactação, por isso é melhor evitar ou limitar o seu consumo. Se você decidir beber cerveja, faça-o com moderação e siga as orientações dos especialistas para garantir a saúde e o bem-estar do seu filho.

    O álcool passa para o leite materno?

    Sim, o álcool passa para o leite materno e pode afetar a fome e o sono do bebê, além de interferir na produção e na descida do leite. O fígado do bebê ainda é imaturo e não consegue metabolizar o álcool tão bem quanto um adulto. Por isso, é recomendável evitar o álcool nos primeiros meses de vida do bebê.

    Quem amamenta pode beber cerveja?

    Segundo alguns especialistas, quem amamenta pode beber cerveja, mas com moderação e cautela. Isso significa que você pode ocasionalmente beber um copo de vinho ou uma cerveja pequena, mas deve esperar pelo menos duas horas por drinque consumido antes de amamentar, para dar uma chance de o álcool se diluir .

    A cerveja sem álcool é uma opção?

    A cerveja sem álcool 0,0% pode ser benéfica durante a amamentação devido ao seu efeito antioxidante. No entanto, a cerveja que contém álcool não deve ser consumida durante a amamentação, mesmo que possa aumentar a produção de leite.

    Como saber se o leite está livre de álcool?

    Não há um teste caseiro confiável para saber se o leite está livre de álcool. O melhor é seguir a regra das duas horas por drinque, ou seja, esperar duas horas após ingerir uma dose de álcool para amamentar. Se você beber mais do que isso, terá que esperar mais tempo. Por exemplo, se você beber duas cervejas, terá que esperar quatro horas antes de amamentar.

    O que fazer se você bebeu demais?

    Se você bebeu demais e precisa amamentar, o ideal é ordenhar o leite e descartá-lo até que o álcool saia do seu organismo. Você pode oferecer ao bebê leite materno previamente armazenado ou uma fórmula infantil adequada. Não se esqueça de se hidratar bem e evitar a desidratação.

    A cerveja e a amamentação não são incompatíveis, mas exigem cuidado e responsabilidade. O álcool pode prejudicar o bebê e a lactação, por isso é melhor evitar ou limitar o seu consumo. Se você decidir beber cerveja, faça-o com moderação e siga as orientações dos especialistas para garantir a saúde e o bem-estar do seu filho.

  • Mingau passa por cirurgia para auxiliar no controle da pressão intracraniana

    Mingau passa por cirurgia para auxiliar no controle da pressão intracraniana

    O baixista do Ultraje a Rigor, Rinaldo Amaral, mais conhecido como Mingau, foi baleado na cabeça em Paraty, no Rio de Janeiro, no último domingo (3).

    Segundo a polícia, o caso foi registrado como tentativa de homicídio por traficantes do Comando Vermelho, que teriam confundido Mingau com um policial.

    Mingau estava hospedado em uma pousada na região de Trindade, onde participaria de um festival de música. Ele saiu para comprar cigarros e foi abordado por dois homens armados em uma moto, que dispararam contra ele. Um dos tiros atingiu a cabeça de Mingau, que foi socorrido por moradores e levado para o Hospital Municipal Hugo Miranda.

    Na quarta-feira (6), Mingau passou por uma cirurgia para auxiliar no controle da pressão intracraniana, que estava elevada devido ao trauma. O procedimento foi indicado pelo neurocirurgião Manoel Jacobsen Teixeira e durou cerca de 2h30. Mingau segue na UTI em estado grave, mas estável.

    Mingau é baixista e produtor musical desde os anos 1980. Sua primeira banda foi a Ratos de Porão, onde tocou como guitarrista. Em 1999, entrou para o Ultraje a Rigor e participou de vários álbuns e shows. Desde 2011, faz parte da banda fixa do talk show The Noite, no SBT, apresentado por Danilo Gentili.

    O líder do Ultraje a Rigor, Roger Moreira, usou as redes sociais para pedir orações pelo amigo e criticar a violência no país. “O Brasil está uma merda. Não temos segurança nem para ir comprar cigarros”, escreveu. Outros artistas e fãs também manifestaram apoio e solidariedade a Mingau.

    Segundo a polícia, o caso foi registrado como tentativa de homicídio por traficantes do Comando Vermelho, que teriam confundido Mingau com um policial.

    Mingau estava hospedado em uma pousada na região de Trindade, onde participaria de um festival de música. Ele saiu para comprar cigarros e foi abordado por dois homens armados em uma moto, que dispararam contra ele. Um dos tiros atingiu a cabeça de Mingau, que foi socorrido por moradores e levado para o Hospital Municipal Hugo Miranda.

    Na quarta-feira (6), Mingau passou por uma cirurgia para auxiliar no controle da pressão intracraniana, que estava elevada devido ao trauma. O procedimento foi indicado pelo neurocirurgião Manoel Jacobsen Teixeira e durou cerca de 2h30. Mingau segue na UTI em estado grave, mas estável.

    Mingau é baixista e produtor musical desde os anos 1980. Sua primeira banda foi a Ratos de Porão, onde tocou como guitarrista. Em 1999, entrou para o Ultraje a Rigor e participou de vários álbuns e shows. Desde 2011, faz parte da banda fixa do talk show The Noite, no SBT, apresentado por Danilo Gentili.

    O líder do Ultraje a Rigor, Roger Moreira, usou as redes sociais para pedir orações pelo amigo e criticar a violência no país. “O Brasil está uma merda. Não temos segurança nem para ir comprar cigarros”, escreveu. Outros artistas e fãs também manifestaram apoio e solidariedade a Mingau.

  • Nova versão da vacina da Moderna aumenta proteção contra variante do coronavírus

    Nova versão da vacina da Moderna aumenta proteção contra variante do coronavírus

    Uma nova versão da vacina da Moderna contra a Covid-19, que visa proteger as pessoas de uma variante do vírus que surgiu na África do Sul, mostrou resultados promissores em um estudo clínico com humanos.

    A vacina atualizada, chamada de mRNA-1273.351, aumentou os níveis de anticorpos, uma parte importante do sistema imunológico, para a variante BA.2.86 em quase nove vezes, segundo a empresa.

    A variante BA.2.86 tem muitas mutações que podem torná-la mais contagiosa e resistente às vacinas existentes. Ela já foi detectada em mais de 20 países, incluindo o Brasil.

    A Moderna disse que sua vacina original, que já está sendo usada em vários países, também é eficaz contra a variante BA.2.86, mas em um grau menor.

    Por isso, a empresa desenvolveu uma nova versão da vacina, que pode ser usada como um reforço para aumentar a proteção contra as novas cepas do vírus.

    O estudo clínico envolveu 40 pessoas que já tinham recebido duas doses da vacina original da Moderna. Elas receberam uma terceira dose da vacina atualizada ou de uma combinação das duas versões.

    Os resultados mostraram que a vacina atualizada provocou uma resposta imune mais forte contra a variante BA.2.86 do que a vacina original.

    A Moderna disse que os efeitos colaterais da vacina atualizada foram semelhantes aos da vacina original, como dor no braço, fadiga e dor de cabeça.

    A empresa disse que vai enviar os dados para a Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, para obter autorização para usar a vacina atualizada.

    Outra empresa que produz vacinas contra a Covid-19, a Pfizer, também disse que sua vacina atualizada, feita em parceria com a BioNTech, provocou uma “forte resposta de anticorpos neutralizantes” contra a variante BA.2.86, em um estudo pré-clínico não publicado.

    As vacinas da Moderna e da Pfizer usam uma tecnologia chamada de RNA mensageiro (mRNA), que ensina as células do corpo a produzir proteínas que imitam o vírus e estimulam o sistema imunológico.

    Os especialistas dizem que as vacinas de mRNA são mais fáceis de adaptar às novas variantes do vírus do que as vacinas tradicionais, que usam vírus inativados ou enfraquecidos.

    A Covid-19 é uma doença respiratória causada pelo novo coronavírus, que surgiu na China no final de 2019 e se espalhou pelo mundo.

    Até agora, mais de 220 milhões de pessoas foram infectadas pelo vírus e mais de 4,5 milhões morreram, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.

    As vacinas são consideradas uma das principais formas de prevenir e controlar a pandemia, mas ainda há desafios para produzi-las e distribuí-las para todos os países e populações.

    A vacina atualizada, chamada de mRNA-1273.351, aumentou os níveis de anticorpos, uma parte importante do sistema imunológico, para a variante BA.2.86 em quase nove vezes, segundo a empresa.

    A variante BA.2.86 tem muitas mutações que podem torná-la mais contagiosa e resistente às vacinas existentes. Ela já foi detectada em mais de 20 países, incluindo o Brasil.

    A Moderna disse que sua vacina original, que já está sendo usada em vários países, também é eficaz contra a variante BA.2.86, mas em um grau menor.

    Por isso, a empresa desenvolveu uma nova versão da vacina, que pode ser usada como um reforço para aumentar a proteção contra as novas cepas do vírus.

    O estudo clínico envolveu 40 pessoas que já tinham recebido duas doses da vacina original da Moderna. Elas receberam uma terceira dose da vacina atualizada ou de uma combinação das duas versões.

    Os resultados mostraram que a vacina atualizada provocou uma resposta imune mais forte contra a variante BA.2.86 do que a vacina original.

    A Moderna disse que os efeitos colaterais da vacina atualizada foram semelhantes aos da vacina original, como dor no braço, fadiga e dor de cabeça.

    A empresa disse que vai enviar os dados para a Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, para obter autorização para usar a vacina atualizada.

    Outra empresa que produz vacinas contra a Covid-19, a Pfizer, também disse que sua vacina atualizada, feita em parceria com a BioNTech, provocou uma “forte resposta de anticorpos neutralizantes” contra a variante BA.2.86, em um estudo pré-clínico não publicado.

    As vacinas da Moderna e da Pfizer usam uma tecnologia chamada de RNA mensageiro (mRNA), que ensina as células do corpo a produzir proteínas que imitam o vírus e estimulam o sistema imunológico.

    Os especialistas dizem que as vacinas de mRNA são mais fáceis de adaptar às novas variantes do vírus do que as vacinas tradicionais, que usam vírus inativados ou enfraquecidos.

    A Covid-19 é uma doença respiratória causada pelo novo coronavírus, que surgiu na China no final de 2019 e se espalhou pelo mundo.

    Até agora, mais de 220 milhões de pessoas foram infectadas pelo vírus e mais de 4,5 milhões morreram, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.

    As vacinas são consideradas uma das principais formas de prevenir e controlar a pandemia, mas ainda há desafios para produzi-las e distribuí-las para todos os países e populações.

  • Concussão na juventude pode afetar a cognição na velhice, diz estudo

    Concussão na juventude pode afetar a cognição na velhice, diz estudo

    Um estudo de gêmeos mostrou que ter uma concussão na juventude pode afetar as habilidades de pensamento e memória na velhice, bem como acelerar o declínio cognitivo.

    Os pesquisadores compararam gêmeos que tiveram uma concussão com seus irmãos que não tiveram, e encontraram diferenças significativas em seus resultados de testes cognitivos.

    O estudo envolveu 8.662 homens que foram veteranos da Segunda Guerra Mundial. Eles fizeram um teste de habilidades de pensamento no início do estudo, quando tinham uma idade média de 67 anos, e depois até mais três vezes ao longo de 12 anos. Os pesquisadores perguntaram aos participantes se eles já haviam sofrido uma concussão em sua vida, e se eles perderam a consciência ou não.

    Os resultados mostraram que 25% dos participantes haviam experimentado uma concussão em sua vida. Aqueles que tiveram uma concussão tinham mais probabilidade de ter pontuações mais baixas no teste aos 70 anos, especialmente se eles perderam a consciência ou se eles tinham mais de 24 anos quando tiveram sua concussão. Além disso, aqueles que tiveram uma concussão tinham um declínio mais rápido em suas pontuações do que aqueles que não tiveram.

    Os pesquisadores disseram que esses achados indicam que mesmo as pessoas com lesões cerebrais traumáticas na vida anterior que parecem ter se recuperado totalmente delas ainda podem estar em maior risco de problemas cognitivos e demência mais tarde na vida. Eles sugeriram que essas pessoas podem se beneficiar de intervenções precoces que podem retardar o declínio cognitivo ou potencialmente adiar ou prevenir a demência.

    O estudo foi publicado na revista Neurology, e foi financiado pelo National Institute on Aging e pelo Department of Veterans Affairs.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores compararam gêmeos que tiveram uma concussão com seus irmãos que não tiveram, e encontraram diferenças significativas em seus resultados de testes cognitivos.

    O estudo envolveu 8.662 homens que foram veteranos da Segunda Guerra Mundial. Eles fizeram um teste de habilidades de pensamento no início do estudo, quando tinham uma idade média de 67 anos, e depois até mais três vezes ao longo de 12 anos. Os pesquisadores perguntaram aos participantes se eles já haviam sofrido uma concussão em sua vida, e se eles perderam a consciência ou não.

    Os resultados mostraram que 25% dos participantes haviam experimentado uma concussão em sua vida. Aqueles que tiveram uma concussão tinham mais probabilidade de ter pontuações mais baixas no teste aos 70 anos, especialmente se eles perderam a consciência ou se eles tinham mais de 24 anos quando tiveram sua concussão. Além disso, aqueles que tiveram uma concussão tinham um declínio mais rápido em suas pontuações do que aqueles que não tiveram.

    Os pesquisadores disseram que esses achados indicam que mesmo as pessoas com lesões cerebrais traumáticas na vida anterior que parecem ter se recuperado totalmente delas ainda podem estar em maior risco de problemas cognitivos e demência mais tarde na vida. Eles sugeriram que essas pessoas podem se beneficiar de intervenções precoces que podem retardar o declínio cognitivo ou potencialmente adiar ou prevenir a demência.

    O estudo foi publicado na revista Neurology, e foi financiado pelo National Institute on Aging e pelo Department of Veterans Affairs.

    Fonte: Link.

  • Vacinação contra raiva gratuita em São Paulo: saiba onde e quando levar seu pet

    Vacinação contra raiva gratuita em São Paulo: saiba onde e quando levar seu pet

    A raiva é uma doença grave que pode matar tanto animais quanto humanos.

    Ela é causada por um vírus que se espalha pela saliva de animais infectados. A única forma de prevenir a raiva é vacinando os animais domésticos, como cães e gatos.

    A Prefeitura de São Paulo oferece vacinação gratuita contra raiva para cães e gatos durante todo o ano. Há 18 postos fixos espalhados pela cidade, onde os donos podem levar seus pets para receber a dose da vacina.

    Além dos postos fixos, há também postos volantes que funcionam em locais e datas específicas. Esses postos são montados em praças, escolas, igrejas e outros espaços públicos, para facilitar o acesso dos moradores.

    Os cães e gatos devem ter mais de três meses de idade e estar saudáveis para receber a vacina. Cães bravos ou mordedores devem usar focinheira apropriada. Os gatos devem ser transportados em caixas adequadas.

    A vacinação contra raiva é importante para proteger os animais e as pessoas de uma doença que não tem cura. Em 2023, o Instituto Pasteur registrou o primeiro caso de raiva canina em São Paulo desde 1983. O caso foi confirmado em um cachorro que morreu no bairro do Ipiranga, na zona sul da cidade.

    Ela é causada por um vírus que se espalha pela saliva de animais infectados. A única forma de prevenir a raiva é vacinando os animais domésticos, como cães e gatos.

    A Prefeitura de São Paulo oferece vacinação gratuita contra raiva para cães e gatos durante todo o ano. Há 18 postos fixos espalhados pela cidade, onde os donos podem levar seus pets para receber a dose da vacina.

    Além dos postos fixos, há também postos volantes que funcionam em locais e datas específicas. Esses postos são montados em praças, escolas, igrejas e outros espaços públicos, para facilitar o acesso dos moradores.

    Os cães e gatos devem ter mais de três meses de idade e estar saudáveis para receber a vacina. Cães bravos ou mordedores devem usar focinheira apropriada. Os gatos devem ser transportados em caixas adequadas.

    A vacinação contra raiva é importante para proteger os animais e as pessoas de uma doença que não tem cura. Em 2023, o Instituto Pasteur registrou o primeiro caso de raiva canina em São Paulo desde 1983. O caso foi confirmado em um cachorro que morreu no bairro do Ipiranga, na zona sul da cidade.

  • Mito ou verdade: a depilação a laser pode causar câncer? Especialistas respondem

    Mito ou verdade: a depilação a laser pode causar câncer? Especialistas respondem

    Você já pensou em fazer depilação a laser para se livrar dos pelos indesejados?

    Se sim, você pode ter se perguntado se esse procedimento pode trazer algum risco para a sua saúde, como causar câncer. Mas fique tranquilo(a), pois a depilação a laser não causa câncer, segundo especialistas.

    A depilação a laser é um método que usa um feixe de luz para destruir os pelos do corpo. O laser atinge apenas a melanina do pelo, que é o pigmento que dá cor aos fios. O tipo de radiação usada pelo laser não é capaz de alterar o DNA das células ou provocar danos à pele.

    Essa informação é confirmada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e pelo FDA (órgão de saúde dos Estados Unidos), que afirmam que a depilação a laser é um procedimento seguro e que não aumenta o risco de câncer. Além disso, existem vários estudos científicos que comprovam a eficácia e a segurança da depilação a laser.

    A depilação a laser oferece vários benefícios, como uma pele mais lisa, sem pelos e sem irritações. O procedimento também pode ajudar a tratar problemas como foliculite, pelos encravados e hipertricose. A depilação a laser pode ser feita em várias partes do corpo, como rosto, axilas, virilha, pernas e braços.

    Mas para garantir a qualidade e a segurança do tratamento, é importante procurar uma clínica especializada e um profissional qualificado para realizar o procedimento. A depilação a laser deve ser feita com cuidado e seguindo as orientações do dermatologista. Alguns cuidados são evitar exposição solar antes e depois da sessão, usar protetor solar e hidratante na área tratada e evitar usar produtos irritantes na pele.

    A depilação a laser é uma opção para quem quer se livrar dos pelos de forma duradoura e sem dor. Mas lembre-se de que esse procedimento não causa câncer, pois o tipo de radiação usada pelo laser não é nocivo à saúde.

    Se sim, você pode ter se perguntado se esse procedimento pode trazer algum risco para a sua saúde, como causar câncer. Mas fique tranquilo(a), pois a depilação a laser não causa câncer, segundo especialistas.

    A depilação a laser é um método que usa um feixe de luz para destruir os pelos do corpo. O laser atinge apenas a melanina do pelo, que é o pigmento que dá cor aos fios. O tipo de radiação usada pelo laser não é capaz de alterar o DNA das células ou provocar danos à pele.

    Essa informação é confirmada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e pelo FDA (órgão de saúde dos Estados Unidos), que afirmam que a depilação a laser é um procedimento seguro e que não aumenta o risco de câncer. Além disso, existem vários estudos científicos que comprovam a eficácia e a segurança da depilação a laser.

    A depilação a laser oferece vários benefícios, como uma pele mais lisa, sem pelos e sem irritações. O procedimento também pode ajudar a tratar problemas como foliculite, pelos encravados e hipertricose. A depilação a laser pode ser feita em várias partes do corpo, como rosto, axilas, virilha, pernas e braços.

    Mas para garantir a qualidade e a segurança do tratamento, é importante procurar uma clínica especializada e um profissional qualificado para realizar o procedimento. A depilação a laser deve ser feita com cuidado e seguindo as orientações do dermatologista. Alguns cuidados são evitar exposição solar antes e depois da sessão, usar protetor solar e hidratante na área tratada e evitar usar produtos irritantes na pele.

    A depilação a laser é uma opção para quem quer se livrar dos pelos de forma duradoura e sem dor. Mas lembre-se de que esse procedimento não causa câncer, pois o tipo de radiação usada pelo laser não é nocivo à saúde.

  • O que pode causar diarreia sem controle?

    O que pode causar diarreia sem controle?

    A diarreia é um problema de saúde que afeta muitas pessoas em algum momento da vida.

    Ela se caracteriza por fezes líquidas ou aquosas, que podem ocorrer várias vezes ao dia. A diarreia pode ter diversas causas, desde infecções até intolerâncias alimentares, e pode ser acompanhada de outros sintomas, como dor abdominal, náuseas, vômitos ou perda de peso.

    A diarreia pode ser classificada em aguda ou crônica, dependendo da sua duração. A diarreia aguda dura menos de três dias e geralmente é causada por vírus, bactérias ou parasitas que contaminam os alimentos ou a água. A diarreia crônica dura mais de três semanas e pode estar relacionada a doenças intestinais, como a síndrome do intestino irritável ou a doença inflamatória intestinal.

    Algumas das causas mais comuns de diarreia sem controle em uma pessoa são:

    • Intolerância à lactose. A lactose é um açúcar encontrado no leite e em outros produtos lácteos. Algumas pessoas não conseguem digerir a lactose e podem ter diarreia explosiva se consumirem esses alimentos. A diarreia por intolerância à lactose costuma ocorrer logo após a ingestão dos alimentos e pode ser evitada ao se evitar os produtos lácteos ou ao se tomar comprimidos de lactase, uma enzima que ajuda na digestão da lactose.

    • Sensibilidade ao glúten. O glúten é uma proteína encontrada em alguns cereais, como trigo, cevada e centeio. Algumas pessoas têm dificuldade para digerir o glúten e podem ter diarreia grave se ingerirem esses alimentos. A diarreia por sensibilidade ao glúten pode ser confundida com a doença celíaca, uma condição autoimune que danifica o intestino delgado quando se consome glúten. A diarreia por sensibilidade ao glúten pode ser aliviada ao se seguir uma dieta sem glúten.

    • Síndrome do intestino irritável (SII). A SII é uma condição que afeta o funcionamento do intestino grosso. As pessoas com SII podem ter episódios de diarreia alternados com constipação, além de dor abdominal, inchaço e gases. A causa da SII é desconhecida, mas pode estar ligada a fatores genéticos, ambientais, psicológicos ou alimentares. A SII não tem cura, mas pode ser controlada com medicamentos, mudanças na dieta e técnicas de relaxamento.

    • Doença inflamatória intestinal (DII). A DII é um grupo de doenças que causam inflamação crônica do intestino, como a doença de Crohn e a colite ulcerativa. As pessoas com DII podem ter diarreia persistente, sangue ou muco nas fezes, febre e perda de peso. A causa da DII é desconhecida, mas pode envolver fatores imunológicos, genéticos ou ambientais. A DII não tem cura, mas pode ser tratada com medicamentos anti-inflamatórios, imunossupressores ou biológicos, além de cirurgias em casos graves.

    • Infecção por bactérias ou parasitas. Algumas bactérias ou parasitas podem contaminar os alimentos ou a água e causar diarreia infecciosa. Alguns exemplos são E. coli, Salmonella, Shigella, Campylobacter, Giardia e Cryptosporidium. A diarreia infecciosa pode ser prevenida ao se lavar bem as mãos, os alimentos e a água antes do consumo, além de evitar comer em locais duvidosos ou viajar para países em desenvolvimento sem tomar as vacinas adequadas. A diarreia infecciosa pode ser tratada com antibióticos ou antiparasitários, dependendo do agente causador.

    • Estresse, ansiedade ou nervosismo. O estresse pode afetar o sistema nervoso e alterar o movimento do intestino, levando à diarreia. Algumas pessoas podem ter diarreia quando estão ansiosas ou nervosas por alguma situação específica, como uma prova, uma entrevista ou um encontro. A diarreia por estresse pode ser evitada ao se controlar as emoções, respirar fundo, meditar ou buscar ajuda profissional.

    O tratamento da diarreia depende da causa e da gravidade dos sintomas. Em geral, recomenda-se beber bastante líquido para evitar a desidratação, comer alimentos leves e evitar os que pioram a diarreia, como cafeína, álcool, gordura e fibra. Em alguns casos, pode-se usar medicamentos para aliviar a dor, reduzir a inflamação ou combater a infecção. Se a diarreia for muito frequente ou severa, é importante consultar um médico para fazer um diagnóstico adequado e receber o tratamento mais adequado.

    Ela se caracteriza por fezes líquidas ou aquosas, que podem ocorrer várias vezes ao dia. A diarreia pode ter diversas causas, desde infecções até intolerâncias alimentares, e pode ser acompanhada de outros sintomas, como dor abdominal, náuseas, vômitos ou perda de peso.

    A diarreia pode ser classificada em aguda ou crônica, dependendo da sua duração. A diarreia aguda dura menos de três dias e geralmente é causada por vírus, bactérias ou parasitas que contaminam os alimentos ou a água. A diarreia crônica dura mais de três semanas e pode estar relacionada a doenças intestinais, como a síndrome do intestino irritável ou a doença inflamatória intestinal.

    Algumas das causas mais comuns de diarreia sem controle em uma pessoa são:

    • Intolerância à lactose. A lactose é um açúcar encontrado no leite e em outros produtos lácteos. Algumas pessoas não conseguem digerir a lactose e podem ter diarreia explosiva se consumirem esses alimentos. A diarreia por intolerância à lactose costuma ocorrer logo após a ingestão dos alimentos e pode ser evitada ao se evitar os produtos lácteos ou ao se tomar comprimidos de lactase, uma enzima que ajuda na digestão da lactose.

    • Sensibilidade ao glúten. O glúten é uma proteína encontrada em alguns cereais, como trigo, cevada e centeio. Algumas pessoas têm dificuldade para digerir o glúten e podem ter diarreia grave se ingerirem esses alimentos. A diarreia por sensibilidade ao glúten pode ser confundida com a doença celíaca, uma condição autoimune que danifica o intestino delgado quando se consome glúten. A diarreia por sensibilidade ao glúten pode ser aliviada ao se seguir uma dieta sem glúten.

    • Síndrome do intestino irritável (SII). A SII é uma condição que afeta o funcionamento do intestino grosso. As pessoas com SII podem ter episódios de diarreia alternados com constipação, além de dor abdominal, inchaço e gases. A causa da SII é desconhecida, mas pode estar ligada a fatores genéticos, ambientais, psicológicos ou alimentares. A SII não tem cura, mas pode ser controlada com medicamentos, mudanças na dieta e técnicas de relaxamento.

    • Doença inflamatória intestinal (DII). A DII é um grupo de doenças que causam inflamação crônica do intestino, como a doença de Crohn e a colite ulcerativa. As pessoas com DII podem ter diarreia persistente, sangue ou muco nas fezes, febre e perda de peso. A causa da DII é desconhecida, mas pode envolver fatores imunológicos, genéticos ou ambientais. A DII não tem cura, mas pode ser tratada com medicamentos anti-inflamatórios, imunossupressores ou biológicos, além de cirurgias em casos graves.

    • Infecção por bactérias ou parasitas. Algumas bactérias ou parasitas podem contaminar os alimentos ou a água e causar diarreia infecciosa. Alguns exemplos são E. coli, Salmonella, Shigella, Campylobacter, Giardia e Cryptosporidium. A diarreia infecciosa pode ser prevenida ao se lavar bem as mãos, os alimentos e a água antes do consumo, além de evitar comer em locais duvidosos ou viajar para países em desenvolvimento sem tomar as vacinas adequadas. A diarreia infecciosa pode ser tratada com antibióticos ou antiparasitários, dependendo do agente causador.

    • Estresse, ansiedade ou nervosismo. O estresse pode afetar o sistema nervoso e alterar o movimento do intestino, levando à diarreia. Algumas pessoas podem ter diarreia quando estão ansiosas ou nervosas por alguma situação específica, como uma prova, uma entrevista ou um encontro. A diarreia por estresse pode ser evitada ao se controlar as emoções, respirar fundo, meditar ou buscar ajuda profissional.

    O tratamento da diarreia depende da causa e da gravidade dos sintomas. Em geral, recomenda-se beber bastante líquido para evitar a desidratação, comer alimentos leves e evitar os que pioram a diarreia, como cafeína, álcool, gordura e fibra. Em alguns casos, pode-se usar medicamentos para aliviar a dor, reduzir a inflamação ou combater a infecção. Se a diarreia for muito frequente ou severa, é importante consultar um médico para fazer um diagnóstico adequado e receber o tratamento mais adequado.

  • O que é o sangue alcalino e quais são os seus riscos?

    O que é o sangue alcalino e quais são os seus riscos?

    Sangue alcalino é um termo que se refere ao pH do sangue, ou seja, a medida da acidez ou alcalinidade dessa substância vital para o nosso organismo.

    O pH normal do sangue é entre 7,35 e 7,45, o que significa que ele é levemente alcalino. Mas quando o pH sobe acima desse valor, o sangue fica mais alcalino do que deveria, e isso pode trazer sérios problemas de saúde.

    O sangue alcalino pode ser causado por dois fatores principais: um excesso de bicarbonato ou uma perda de ácido no sangue (alcalose metabólica) ou uma respiração rápida ou profunda que reduz o nível de dióxido de carbono no sangue (alcalose respiratória). O bicarbonato e o dióxido de carbono são substâncias que ajudam a regular o equilíbrio ácido-base do nosso corpo, mantendo o pH do sangue estável.

    Quando o sangue fica alcalino demais, ele afeta o funcionamento das células e dos órgãos, podendo provocar sintomas como espasmos musculares, fraqueza, dor de cabeça, confusão mental, tontura e convulsões. Esses sintomas são causados por alterações nos níveis de eletrólitos como potássio, cálcio e sódio, que são minerais essenciais para a transmissão de impulsos nervosos e a contração muscular. Valores de pH acima de 7,95 podem levar à morte.

    Para saber se o seu sangue está alcalino ou não, é preciso fazer um exame chamado gasometria arterial, que mede o valor de pH, de bicarbonato e de PCO2 no sangue. Esse exame só é feito em pessoas que estão internadas na UTI ou no CTI, pois requer a coleta de uma amostra de sangue da artéria. O resultado do exame pode indicar se há algum distúrbio no equilíbrio ácido-base do corpo e qual é a sua causa.

    O tratamento do sangue alcalino depende da sua origem e da sua gravidade. Em alguns casos, pode ser necessário administrar soluções intravenosas com ácido ou bicarbonato para corrigir o pH do sangue. Em outros casos, pode ser necessário ajustar a ventilação mecânica ou a oxigenoterapia para normalizar o nível de dióxido de carbono no sangue. O objetivo é restaurar o equilíbrio ácido-base do organismo e evitar complicações.

    O sangue alcalino é uma condição rara, mas potencialmente grave. Por isso, é importante estar atento aos sinais e sintomas que podem indicar um desequilíbrio no pH do sangue e procurar ajuda médica imediatamente se eles ocorrerem.

    O pH normal do sangue é entre 7,35 e 7,45, o que significa que ele é levemente alcalino. Mas quando o pH sobe acima desse valor, o sangue fica mais alcalino do que deveria, e isso pode trazer sérios problemas de saúde.

    O sangue alcalino pode ser causado por dois fatores principais: um excesso de bicarbonato ou uma perda de ácido no sangue (alcalose metabólica) ou uma respiração rápida ou profunda que reduz o nível de dióxido de carbono no sangue (alcalose respiratória). O bicarbonato e o dióxido de carbono são substâncias que ajudam a regular o equilíbrio ácido-base do nosso corpo, mantendo o pH do sangue estável.

    Quando o sangue fica alcalino demais, ele afeta o funcionamento das células e dos órgãos, podendo provocar sintomas como espasmos musculares, fraqueza, dor de cabeça, confusão mental, tontura e convulsões. Esses sintomas são causados por alterações nos níveis de eletrólitos como potássio, cálcio e sódio, que são minerais essenciais para a transmissão de impulsos nervosos e a contração muscular. Valores de pH acima de 7,95 podem levar à morte.

    Para saber se o seu sangue está alcalino ou não, é preciso fazer um exame chamado gasometria arterial, que mede o valor de pH, de bicarbonato e de PCO2 no sangue. Esse exame só é feito em pessoas que estão internadas na UTI ou no CTI, pois requer a coleta de uma amostra de sangue da artéria. O resultado do exame pode indicar se há algum distúrbio no equilíbrio ácido-base do corpo e qual é a sua causa.

    O tratamento do sangue alcalino depende da sua origem e da sua gravidade. Em alguns casos, pode ser necessário administrar soluções intravenosas com ácido ou bicarbonato para corrigir o pH do sangue. Em outros casos, pode ser necessário ajustar a ventilação mecânica ou a oxigenoterapia para normalizar o nível de dióxido de carbono no sangue. O objetivo é restaurar o equilíbrio ácido-base do organismo e evitar complicações.

    O sangue alcalino é uma condição rara, mas potencialmente grave. Por isso, é importante estar atento aos sinais e sintomas que podem indicar um desequilíbrio no pH do sangue e procurar ajuda médica imediatamente se eles ocorrerem.