Categoria: Saúde

  • Farmácia Popular do Brasil: como funciona o programa que oferece medicamentos gratuitos ou com desconto

    Farmácia Popular do Brasil: como funciona o programa que oferece medicamentos gratuitos ou com desconto

    Você sabia que pode obter medicamentos gratuitos ou com desconto para tratar diversas doenças, como diabetes, asma, hipertensão, osteoporose, rinite, glaucoma, entre outras?

    Isso é possível graças ao programa Farmácia Popular do Brasil, uma iniciativa do Governo Federal que visa complementar a disponibilização de medicamentos utilizados na Atenção Primária à Saúde – APS.

    O programa foi criado em 2004 e conta com mais de 34 mil farmácias e drogarias credenciadas em todo o país, identificadas pela logomarca do Programa Farmácia Popular do Brasil (PFPB). O objetivo é ampliar o acesso da população aos medicamentos essenciais, reduzindo os gastos com saúde e melhorando a qualidade de vida dos brasileiros.

    Para obter os medicamentos pelo programa, o paciente deve comparecer a um estabelecimento credenciado, apresentando os seguintes documentos:

    • documento oficial com foto e número do CPF ou documento de identidade em que conste o número do CPF;

    • receita médica dentro do prazo de validade, tanto do SUS quanto de serviços particulares.

    O programa também disponibiliza fraldas geriátricas para pessoas com idade igual ou superior a 60 anos ou com deficiência, mediante apresentação de prescrição, laudo ou atestado médico que indique a necessidade do uso de fralda geriátrica.

    A lista completa de medicamentos e preços pode ser consultada no site do Ministério da Saúde.

    O programa Farmácia Popular do Brasil é uma oportunidade para quem precisa de medicamentos e não tem condições de pagar o preço integral. Aproveite esse benefício e cuide da sua saúde!

    Isso é possível graças ao programa Farmácia Popular do Brasil, uma iniciativa do Governo Federal que visa complementar a disponibilização de medicamentos utilizados na Atenção Primária à Saúde – APS.

    O programa foi criado em 2004 e conta com mais de 34 mil farmácias e drogarias credenciadas em todo o país, identificadas pela logomarca do Programa Farmácia Popular do Brasil (PFPB). O objetivo é ampliar o acesso da população aos medicamentos essenciais, reduzindo os gastos com saúde e melhorando a qualidade de vida dos brasileiros.

    Para obter os medicamentos pelo programa, o paciente deve comparecer a um estabelecimento credenciado, apresentando os seguintes documentos:

    • documento oficial com foto e número do CPF ou documento de identidade em que conste o número do CPF;

    • receita médica dentro do prazo de validade, tanto do SUS quanto de serviços particulares.

    O programa também disponibiliza fraldas geriátricas para pessoas com idade igual ou superior a 60 anos ou com deficiência, mediante apresentação de prescrição, laudo ou atestado médico que indique a necessidade do uso de fralda geriátrica.

    A lista completa de medicamentos e preços pode ser consultada no site do Ministério da Saúde.

    O programa Farmácia Popular do Brasil é uma oportunidade para quem precisa de medicamentos e não tem condições de pagar o preço integral. Aproveite esse benefício e cuide da sua saúde!

  • Vape faz mal: conheça as doenças que ele pode causar e como parar de usá-lo

    Vape faz mal: conheça as doenças que ele pode causar e como parar de usá-lo

    O vape, ou cigarro eletrônico, é um dispositivo que promete ser uma alternativa ao cigarro convencional.

    Mas será que ele é realmente seguro? Neste artigo, vamos explicar o que é o vape, como ele funciona e quais são os seus riscos para a saúde.

    O que é o vape?

    O vape é um aparelho que contém uma bateria e um depósito onde é colocado um líquido concentrado de nicotina, que é a substância viciante do cigarro. Esse líquido também possui outras substâncias, como propilenoglicol, glicerina e aromatizantes, que dão sabor e cor ao vapor.

    Quando o usuário aciona o vape, a bateria aquece o líquido e o transforma em vapor, que é inalado pelo usuário. Por isso, o ato de usar o vape é chamado de vaping.

    O vape faz mal?

    Muitas pessoas acreditam que o vape é menos prejudicial do que o cigarro comum, pois não produz fumaça nem alcatrão. No entanto, isso não significa que ele seja seguro. O vape pode fazer mal à saúde por vários motivos. Alguns deles são:

    • A nicotina é uma substância que causa dependência e pode afetar o sistema nervoso central, o sistema cardiovascular e o desenvolvimento fetal. A nicotina pode aumentar a pressão arterial, a frequência cardíaca e o risco de infarto e derrame. Além disso, ela pode prejudicar o desenvolvimento do cérebro dos adolescentes e dos bebês de gestantes que usam o vape.

    • O aquecimento do líquido pode liberar substâncias tóxicas e cancerígenas, como formaldeído, acetaldeído e metais pesados. Essas substâncias podem irritar as vias respiratórias, causar inflamação, alergia e danos ao DNA das células. Alguns estudos mostraram que o vapor do vape pode conter até 15 vezes mais formaldeído do que a fumaça do cigarro.

    • O vape pode causar doenças pulmonares agudas, como a EVALI (doença pulmonar associada ao uso de produtos de cigarro eletrônico ou vaping), que se manifesta com tosse, falta de ar, dor no peito, febre, calafrios e perda de peso. Essa doença pode levar à insuficiência respiratória e à morte. Nos Estados Unidos, mais de 2 mil casos e 60 mortes foram relacionados à EVALI em 2019.

    • O vape pode piorar ou desencadear asma brônquica, dermatite e enfisema pulmonar. A asma brônquica é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas, que causa dificuldade para respirar, chiado no peito e tosse. A dermatite é uma inflamação da pele, que causa coceira, vermelhidão e descamação. O enfisema pulmonar é uma doença degenerativa dos pulmões, que causa falta de ar e cansaço.

    • O vape pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, como síndrome coronariana aguda, acidente vascular cerebral e trombose. A síndrome coronariana aguda é um conjunto de problemas que afetam o coração, como angina e infarto. O acidente vascular cerebral é uma interrupção do fluxo sanguíneo para o cérebro, que pode causar paralisia, dificuldade para falar e perda de memória. A trombose é a formação de coágulos dentro dos vasos sanguíneos, que podem obstruir a circulação e causar complicações graves.

    Como parar de usar o vape?

    O vape não é uma alternativa segura ao cigarro convencional e pode trazer sérios danos à saúde. A melhor forma de prevenir esses problemas é parar de fumar ou evitar começar. Se você precisa de ajuda para largar o vício, procure um médico ou um serviço especializado.

    Existem tratamentos eficazes para ajudar os fumantes a se livrarem da dependência da nicotina, como adesivos, gomas, pastilhas, sprays, inaladores e medicamentos. Esses produtos devem ser usados sob orientação médica e acompanhamento psicológico.

    Além disso, é importante ter apoio da família e dos amigos, evitar situações que estimulem o desejo de fumar, praticar atividades físicas, beber bastante água e ter uma alimentação saudável.

    Parar de fumar ou de usar o vape é um desafio, mas também é uma oportunidade de melhorar a sua qualidade de vida e a sua saúde. Lembre-se: você não está sozinho nessa jornada. Conte com o Bing para te ajudar a encontrar mais informações e recursos sobre esse assunto.

    Mas será que ele é realmente seguro? Neste artigo, vamos explicar o que é o vape, como ele funciona e quais são os seus riscos para a saúde.

    O que é o vape?

    O vape é um aparelho que contém uma bateria e um depósito onde é colocado um líquido concentrado de nicotina, que é a substância viciante do cigarro. Esse líquido também possui outras substâncias, como propilenoglicol, glicerina e aromatizantes, que dão sabor e cor ao vapor.

    Quando o usuário aciona o vape, a bateria aquece o líquido e o transforma em vapor, que é inalado pelo usuário. Por isso, o ato de usar o vape é chamado de vaping.

    O vape faz mal?

    Muitas pessoas acreditam que o vape é menos prejudicial do que o cigarro comum, pois não produz fumaça nem alcatrão. No entanto, isso não significa que ele seja seguro. O vape pode fazer mal à saúde por vários motivos. Alguns deles são:

    • A nicotina é uma substância que causa dependência e pode afetar o sistema nervoso central, o sistema cardiovascular e o desenvolvimento fetal. A nicotina pode aumentar a pressão arterial, a frequência cardíaca e o risco de infarto e derrame. Além disso, ela pode prejudicar o desenvolvimento do cérebro dos adolescentes e dos bebês de gestantes que usam o vape.

    • O aquecimento do líquido pode liberar substâncias tóxicas e cancerígenas, como formaldeído, acetaldeído e metais pesados. Essas substâncias podem irritar as vias respiratórias, causar inflamação, alergia e danos ao DNA das células. Alguns estudos mostraram que o vapor do vape pode conter até 15 vezes mais formaldeído do que a fumaça do cigarro.

    • O vape pode causar doenças pulmonares agudas, como a EVALI (doença pulmonar associada ao uso de produtos de cigarro eletrônico ou vaping), que se manifesta com tosse, falta de ar, dor no peito, febre, calafrios e perda de peso. Essa doença pode levar à insuficiência respiratória e à morte. Nos Estados Unidos, mais de 2 mil casos e 60 mortes foram relacionados à EVALI em 2019.

    • O vape pode piorar ou desencadear asma brônquica, dermatite e enfisema pulmonar. A asma brônquica é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas, que causa dificuldade para respirar, chiado no peito e tosse. A dermatite é uma inflamação da pele, que causa coceira, vermelhidão e descamação. O enfisema pulmonar é uma doença degenerativa dos pulmões, que causa falta de ar e cansaço.

    • O vape pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, como síndrome coronariana aguda, acidente vascular cerebral e trombose. A síndrome coronariana aguda é um conjunto de problemas que afetam o coração, como angina e infarto. O acidente vascular cerebral é uma interrupção do fluxo sanguíneo para o cérebro, que pode causar paralisia, dificuldade para falar e perda de memória. A trombose é a formação de coágulos dentro dos vasos sanguíneos, que podem obstruir a circulação e causar complicações graves.

    Como parar de usar o vape?

    O vape não é uma alternativa segura ao cigarro convencional e pode trazer sérios danos à saúde. A melhor forma de prevenir esses problemas é parar de fumar ou evitar começar. Se você precisa de ajuda para largar o vício, procure um médico ou um serviço especializado.

    Existem tratamentos eficazes para ajudar os fumantes a se livrarem da dependência da nicotina, como adesivos, gomas, pastilhas, sprays, inaladores e medicamentos. Esses produtos devem ser usados sob orientação médica e acompanhamento psicológico.

    Além disso, é importante ter apoio da família e dos amigos, evitar situações que estimulem o desejo de fumar, praticar atividades físicas, beber bastante água e ter uma alimentação saudável.

    Parar de fumar ou de usar o vape é um desafio, mas também é uma oportunidade de melhorar a sua qualidade de vida e a sua saúde. Lembre-se: você não está sozinho nessa jornada. Conte com o Bing para te ajudar a encontrar mais informações e recursos sobre esse assunto.

  • Diabetes mellitus: o que é, quais são os tipos e como prevenir

    Diabetes mellitus: o que é, quais são os tipos e como prevenir

    Você sabia que cerca de 16 milhões de brasileiros têm diabetes mellitus, uma doença que afeta o metabolismo da glicose no organismo? 

    A glicose é um tipo de açúcar que serve como fonte de energia para as células, mas precisa da ação de um hormônio chamado insulina para entrar nas células. A insulina é produzida pelo pâncreas, um órgão que fica atrás do estômago.

    Quando o pâncreas não produz insulina suficiente ou quando o corpo não usa a insulina adequadamente, a glicose se acumula no sangue, causando hiperglicemia. A hiperglicemia pode trazer vários problemas de saúde, como danos aos rins, aos olhos, aos nervos e aos vasos sanguíneos. Em casos graves, o diabetes pode levar à morte.

    Quais são os tipos de diabetes mellitus?

    Existem vários tipos de diabetes mellitus, mas os mais comuns são:

    • Diabetes tipo 1: ocorre quando o sistema imunológico ataca as células do pâncreas que produzem insulina, destruindo-as. As pessoas com diabetes tipo 1 precisam tomar injeções diárias de insulina para controlar a glicose no sangue. Esse tipo de diabetes costuma se manifestar na infância ou na adolescência, mas também pode ocorrer em adultos. A causa do diabetes tipo 1 ainda é desconhecida.

    • Diabetes tipo 2: ocorre quando o corpo produz insulina, mas não a usa de forma eficiente, causando resistência à insulina. As pessoas com diabetes tipo 2 podem tomar medicamentos orais ou injetáveis para aumentar a produção ou a ação da insulina. Esse tipo de diabetes está relacionado ao sobrepeso, ao sedentarismo, à alimentação inadequada e à história familiar. Ele costuma se manifestar em adultos, mas também pode ocorrer em crianças e adolescentes.

    • Diabetes gestacional: ocorre quando a mulher grávida desenvolve níveis elevados de glicose no sangue durante a gestação. Isso pode trazer riscos para a mãe e para o bebê, como pré-eclâmpsia, parto prematuro, macrossomia fetal e hipoglicemia neonatal. O diabetes gestacional geralmente desaparece após o parto, mas aumenta o risco de desenvolver diabetes tipo 2 no futuro.

    Como diagnosticar o diabetes mellitus?

    Para diagnosticar o diabetes mellitus, é preciso fazer exames de sangue que medem a glicose em jejum, a hemoglobina glicada ou a glicose após um teste de tolerância oral à glicose. Os valores normais e alterados desses exames podem variar de acordo com os critérios adotados pelas diferentes organizações de saúde.

    De acordo com o Ministério da Saúde, os valores de referência são:

    • Glicose em jejum: normal até 99 mg/dL, pré-diabetes entre 100 e 125 mg/dL, diabetes acima de 126 mg/dL.

    • Hemoglobina glicada: normal até 5,6%, pré-diabetes entre 5,7 e 6,4%, diabetes acima de 6,5%.

    • Glicose após teste de tolerância oral à glicose: normal até 139 mg/dL, pré-diabetes entre 140 e 199 mg/dL, diabetes acima de 200 mg/dL.

    Como prevenir ou controlar o diabetes mellitus?

    Para prevenir ou controlar o diabetes mellitus, é importante adotar hábitos saudáveis, como:

    • Manter uma alimentação equilibrada, rica em fibras, frutas, verduras e legumes, e pobre em açúcares, gorduras e sal.

    • Praticar atividades físicas regularmente, pelo menos 150 minutos por semana.

    • Evitar o consumo de álcool, tabaco e outras drogas.

    • Monitorar os níveis de glicose no sangue conforme orientação médica.

    • Seguir o tratamento prescrito pelo médico, tomando os medicamentos corretamente e fazendo as consultas periódicas.

    A glicose é um tipo de açúcar que serve como fonte de energia para as células, mas precisa da ação de um hormônio chamado insulina para entrar nas células. A insulina é produzida pelo pâncreas, um órgão que fica atrás do estômago.

    Quando o pâncreas não produz insulina suficiente ou quando o corpo não usa a insulina adequadamente, a glicose se acumula no sangue, causando hiperglicemia. A hiperglicemia pode trazer vários problemas de saúde, como danos aos rins, aos olhos, aos nervos e aos vasos sanguíneos. Em casos graves, o diabetes pode levar à morte.

    Quais são os tipos de diabetes mellitus?

    Existem vários tipos de diabetes mellitus, mas os mais comuns são:

    • Diabetes tipo 1: ocorre quando o sistema imunológico ataca as células do pâncreas que produzem insulina, destruindo-as. As pessoas com diabetes tipo 1 precisam tomar injeções diárias de insulina para controlar a glicose no sangue. Esse tipo de diabetes costuma se manifestar na infância ou na adolescência, mas também pode ocorrer em adultos. A causa do diabetes tipo 1 ainda é desconhecida.

    • Diabetes tipo 2: ocorre quando o corpo produz insulina, mas não a usa de forma eficiente, causando resistência à insulina. As pessoas com diabetes tipo 2 podem tomar medicamentos orais ou injetáveis para aumentar a produção ou a ação da insulina. Esse tipo de diabetes está relacionado ao sobrepeso, ao sedentarismo, à alimentação inadequada e à história familiar. Ele costuma se manifestar em adultos, mas também pode ocorrer em crianças e adolescentes.

    • Diabetes gestacional: ocorre quando a mulher grávida desenvolve níveis elevados de glicose no sangue durante a gestação. Isso pode trazer riscos para a mãe e para o bebê, como pré-eclâmpsia, parto prematuro, macrossomia fetal e hipoglicemia neonatal. O diabetes gestacional geralmente desaparece após o parto, mas aumenta o risco de desenvolver diabetes tipo 2 no futuro.

    Como diagnosticar o diabetes mellitus?

    Para diagnosticar o diabetes mellitus, é preciso fazer exames de sangue que medem a glicose em jejum, a hemoglobina glicada ou a glicose após um teste de tolerância oral à glicose. Os valores normais e alterados desses exames podem variar de acordo com os critérios adotados pelas diferentes organizações de saúde.

    De acordo com o Ministério da Saúde, os valores de referência são:

    • Glicose em jejum: normal até 99 mg/dL, pré-diabetes entre 100 e 125 mg/dL, diabetes acima de 126 mg/dL.

    • Hemoglobina glicada: normal até 5,6%, pré-diabetes entre 5,7 e 6,4%, diabetes acima de 6,5%.

    • Glicose após teste de tolerância oral à glicose: normal até 139 mg/dL, pré-diabetes entre 140 e 199 mg/dL, diabetes acima de 200 mg/dL.

    Como prevenir ou controlar o diabetes mellitus?

    Para prevenir ou controlar o diabetes mellitus, é importante adotar hábitos saudáveis, como:

    • Manter uma alimentação equilibrada, rica em fibras, frutas, verduras e legumes, e pobre em açúcares, gorduras e sal.

    • Praticar atividades físicas regularmente, pelo menos 150 minutos por semana.

    • Evitar o consumo de álcool, tabaco e outras drogas.

    • Monitorar os níveis de glicose no sangue conforme orientação médica.

    • Seguir o tratamento prescrito pelo médico, tomando os medicamentos corretamente e fazendo as consultas periódicas.
  • Como o coronavírus afeta o cérebro e o coração

    Como o coronavírus afeta o cérebro e o coração

    O coronavírus é um vírus que causa principalmente uma doença respiratória, mas que também pode afetar outros órgãos e sistemas do corpo humano, incluindo o cérebro e o coração.

    Neste artigo, vamos explicar como o coronavírus age no sistema nervoso e qual a sua ligação com o aumento no número de casos de AVCs e infartos.

    O coronavírus e o sistema nervoso

    O sistema nervoso é formado pelo cérebro, pela medula espinhal e pelos nervos, que são responsáveis por controlar todas as funções do nosso organismo, como os movimentos, os sentidos, as emoções, a memória, a fala, o raciocínio e muito mais.

    O coronavírus pode afetar o sistema nervoso de diferentes maneiras, causando sintomas neurológicos em alguns pacientes com covid-19. Esses sintomas podem ser:

    • Dor de cabeça

    • Perda de olfato (anosmia)

    • Sensações de formigamento

    • Confusão mental

    • Delírio

    • Afasia (incapacidade de falar)

    • Derrames

    • Convulsões

    Esses sintomas podem ser causados por diferentes mecanismos, como:

    • A invasão direta do vírus nas células cerebrais, que pode danificar ou matar essas células.

    • A inflamação do cérebro (encefalite), que pode causar inchaço e pressão no crânio.

    • A formação de coágulos sanguíneos (trombose) nas artérias que irrigam o cérebro, que podem obstruir o fluxo sanguíneo e causar danos irreversíveis aos tecidos cerebrais.

    • A falta de oxigênio no cérebro (hipóxia), que pode ocorrer por causa de problemas respiratórios ou cardíacos.

    Um estudo realizado na França mostrou que muitos pacientes com covid-19 na UTI apresentavam problemas neurológicos, principalmente confusão e delírio. Outro estudo feito no Brasil revelou que o coronavírus infecta e se replica em astrócitos, que são as células mais abundantes do cérebro e que desempenham funções importantes, como sustentação e nutrição dos neurônios. Além disso, a infecção pelo coronavírus induz mudanças no metabolismo de carbono e glicose nas células cerebrais, que podem estar relacionadas com patologias neurológicas, como a doença de Huntington, a esclerose lateral amiotrófica (ELA) e a depressão.

    O coronavírus e o coração

    O coração é um órgão muscular que bombeia o sangue para todo o corpo, levando oxigênio e nutrientes para as células e removendo os resíduos. O coração também pode ser afetado pelo coronavírus, causando complicações cardiovasculares em alguns pacientes com covid-19. Essas complicações podem ser:

    • Infartos

    • Arritmias cardíacas

    • Miocardite

    • Hipertensão ou hipotensão

    Essas complicações podem ser causadas por diferentes mecanismos, como:

    • A invasão direta do vírus no músculo cardíaco (miocárdio), que pode causar inflamação (miocardite) e lesões nas células cardíacas.

    • A resposta inflamatória sistêmica do organismo ao vírus, que pode aumentar o risco de formação de coágulos sanguíneos nas artérias que irrigam o coração (coronárias), podendo levar a infartos.

    • As alterações na pressão arterial, que podem ocorrer por causa da desidratação, da febre ou da perda de líquidos pelos pulmões. Essas alterações podem sobrecarregar o coração ou diminuir o fluxo sanguíneo para ele.

    • As arritmias cardíacas, que são alterações no ritmo ou na frequência dos batimentos cardíacos. Essas arritmias podem ser provocadas pelo estresse, pela falta de oxigênio, pela inflamação ou pela lesão do coração.

    A ligação entre o coronavírus e o aumento no número de casos de AVCs e infartos pode ser explicada pelo fato de que o vírus provoca uma resposta inflamatória sistêmica no organismo, que aumenta o risco de formação de coágulos sanguíneos nas artérias que irrigam o cérebro e o coração. Esses coágulos podem obstruir o fluxo sanguíneo e causar danos irreversíveis aos tecidos desses órgãos.

    Como se prevenir e se tratar

    A melhor forma de se prevenir contra o coronavírus é seguir as recomendações das autoridades de saúde, como:

    • Usar máscara

    • Lavar as mãos com frequência

    • Evitar aglomerações

    • Manter o distanciamento social

    • Se vacinar quando possível

    Se você apresentar sintomas de covid-19, como febre, tosse, falta de ar, dor de cabeça, perda de olfato ou paladar, procure atendimento médico imediatamente. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem evitar complicações graves e salvar vidas.

    Neste artigo, vamos explicar como o coronavírus age no sistema nervoso e qual a sua ligação com o aumento no número de casos de AVCs e infartos.

    O coronavírus e o sistema nervoso

    O sistema nervoso é formado pelo cérebro, pela medula espinhal e pelos nervos, que são responsáveis por controlar todas as funções do nosso organismo, como os movimentos, os sentidos, as emoções, a memória, a fala, o raciocínio e muito mais.

    O coronavírus pode afetar o sistema nervoso de diferentes maneiras, causando sintomas neurológicos em alguns pacientes com covid-19. Esses sintomas podem ser:

    • Dor de cabeça

    • Perda de olfato (anosmia)

    • Sensações de formigamento

    • Confusão mental

    • Delírio

    • Afasia (incapacidade de falar)

    • Derrames

    • Convulsões

    Esses sintomas podem ser causados por diferentes mecanismos, como:

    • A invasão direta do vírus nas células cerebrais, que pode danificar ou matar essas células.

    • A inflamação do cérebro (encefalite), que pode causar inchaço e pressão no crânio.

    • A formação de coágulos sanguíneos (trombose) nas artérias que irrigam o cérebro, que podem obstruir o fluxo sanguíneo e causar danos irreversíveis aos tecidos cerebrais.

    • A falta de oxigênio no cérebro (hipóxia), que pode ocorrer por causa de problemas respiratórios ou cardíacos.

    Um estudo realizado na França mostrou que muitos pacientes com covid-19 na UTI apresentavam problemas neurológicos, principalmente confusão e delírio. Outro estudo feito no Brasil revelou que o coronavírus infecta e se replica em astrócitos, que são as células mais abundantes do cérebro e que desempenham funções importantes, como sustentação e nutrição dos neurônios. Além disso, a infecção pelo coronavírus induz mudanças no metabolismo de carbono e glicose nas células cerebrais, que podem estar relacionadas com patologias neurológicas, como a doença de Huntington, a esclerose lateral amiotrófica (ELA) e a depressão.

    O coronavírus e o coração

    O coração é um órgão muscular que bombeia o sangue para todo o corpo, levando oxigênio e nutrientes para as células e removendo os resíduos. O coração também pode ser afetado pelo coronavírus, causando complicações cardiovasculares em alguns pacientes com covid-19. Essas complicações podem ser:

    • Infartos

    • Arritmias cardíacas

    • Miocardite

    • Hipertensão ou hipotensão

    Essas complicações podem ser causadas por diferentes mecanismos, como:

    • A invasão direta do vírus no músculo cardíaco (miocárdio), que pode causar inflamação (miocardite) e lesões nas células cardíacas.

    • A resposta inflamatória sistêmica do organismo ao vírus, que pode aumentar o risco de formação de coágulos sanguíneos nas artérias que irrigam o coração (coronárias), podendo levar a infartos.

    • As alterações na pressão arterial, que podem ocorrer por causa da desidratação, da febre ou da perda de líquidos pelos pulmões. Essas alterações podem sobrecarregar o coração ou diminuir o fluxo sanguíneo para ele.

    • As arritmias cardíacas, que são alterações no ritmo ou na frequência dos batimentos cardíacos. Essas arritmias podem ser provocadas pelo estresse, pela falta de oxigênio, pela inflamação ou pela lesão do coração.

    A ligação entre o coronavírus e o aumento no número de casos de AVCs e infartos pode ser explicada pelo fato de que o vírus provoca uma resposta inflamatória sistêmica no organismo, que aumenta o risco de formação de coágulos sanguíneos nas artérias que irrigam o cérebro e o coração. Esses coágulos podem obstruir o fluxo sanguíneo e causar danos irreversíveis aos tecidos desses órgãos.

    Como se prevenir e se tratar

    A melhor forma de se prevenir contra o coronavírus é seguir as recomendações das autoridades de saúde, como:

    • Usar máscara

    • Lavar as mãos com frequência

    • Evitar aglomerações

    • Manter o distanciamento social

    • Se vacinar quando possível

    Se você apresentar sintomas de covid-19, como febre, tosse, falta de ar, dor de cabeça, perda de olfato ou paladar, procure atendimento médico imediatamente. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem evitar complicações graves e salvar vidas.

  • Como cozinhar e acender velas podem afetar a saúde dos jovens asmáticos

    Como cozinhar e acender velas podem afetar a saúde dos jovens asmáticos

    Um novo estudo revelou que a poluição do ar causada por fumaça de cozinha e velas pode ter efeitos nocivos na saúde de jovens com asma leve.

    Os pesquisadores descobriram que a exposição a essas fontes de poluição aumenta os níveis de inflamação nas vias aéreas e no sangue, bem como os sintomas de irritação nos olhos, nariz e garganta.

    O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, e envolveu 36 jovens asmáticos com idades entre 18 e 25 anos. Os participantes foram expostos a três diferentes condições em câmaras climáticas: emissões de cozinha, emissões de velas e ar limpo. Cada exposição durou quatro horas e foi realizada em dias diferentes.

    Os pesquisadores mediram a concentração de partículas e gases no ar, como monóxido de carbono, dióxido de nitrogênio e compostos orgânicos voláteis. Eles também avaliaram os sintomas relacionados à irritação e ao bem-estar geral dos participantes, usando questionários e escalas visuais. Além disso, eles coletaram amostras de sangue, urina e escarro dos participantes, para analisar os biomarcadores de inflamação e dano ao DNA.

    Os resultados mostraram que as emissões de cozinha e velas continham níveis mais altos de partículas e gases do que o ar limpo. Essas emissões também causaram um aumento significativo nos sintomas de irritação nos olhos, nariz e garganta dos participantes, em comparação com o ar limpo. Além disso, as emissões de cozinha e velas elevaram os níveis de alguns biomarcadores de inflamação nas vias aéreas e no sangue, indicando uma resposta inflamatória sistêmica. Os pesquisadores também observaram um aumento nos biomarcadores de dano ao DNA nas células sanguíneas dos participantes, sugerindo um potencial risco de mutações genéticas.

    Os pesquisadores alertam que a exposição crônica à poluição do ar por cozinha e velas pode levar a doenças graves nos pulmões, no sistema cardiovascular e no câncer. Eles recomendam que as pessoas tenham cuidado ao inalar muito da atmosfera aconchegante, especialmente no inverno, quando as janelas estão fechadas. Eles sugerem que se priorize uma ventilação adequada durante o cozimento ou ao acender velas, usando exaustores ou abrindo as janelas.

    O estudo é um ensaio clínico randomizado controlado duplo-cego, o que significa que nem os participantes nem os pesquisadores sabiam qual condição estava sendo testada em cada dia. O estudo foi financiado pela Realdania Research, uma fundação dinamarquesa que apoia projetos relacionados à qualidade de vida. O estudo foi publicado na revista Particle and Fibre Toxicology, uma publicação científica especializada em toxicologia ambiental.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores descobriram que a exposição a essas fontes de poluição aumenta os níveis de inflamação nas vias aéreas e no sangue, bem como os sintomas de irritação nos olhos, nariz e garganta.

    O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, e envolveu 36 jovens asmáticos com idades entre 18 e 25 anos. Os participantes foram expostos a três diferentes condições em câmaras climáticas: emissões de cozinha, emissões de velas e ar limpo. Cada exposição durou quatro horas e foi realizada em dias diferentes.

    Os pesquisadores mediram a concentração de partículas e gases no ar, como monóxido de carbono, dióxido de nitrogênio e compostos orgânicos voláteis. Eles também avaliaram os sintomas relacionados à irritação e ao bem-estar geral dos participantes, usando questionários e escalas visuais. Além disso, eles coletaram amostras de sangue, urina e escarro dos participantes, para analisar os biomarcadores de inflamação e dano ao DNA.

    Os resultados mostraram que as emissões de cozinha e velas continham níveis mais altos de partículas e gases do que o ar limpo. Essas emissões também causaram um aumento significativo nos sintomas de irritação nos olhos, nariz e garganta dos participantes, em comparação com o ar limpo. Além disso, as emissões de cozinha e velas elevaram os níveis de alguns biomarcadores de inflamação nas vias aéreas e no sangue, indicando uma resposta inflamatória sistêmica. Os pesquisadores também observaram um aumento nos biomarcadores de dano ao DNA nas células sanguíneas dos participantes, sugerindo um potencial risco de mutações genéticas.

    Os pesquisadores alertam que a exposição crônica à poluição do ar por cozinha e velas pode levar a doenças graves nos pulmões, no sistema cardiovascular e no câncer. Eles recomendam que as pessoas tenham cuidado ao inalar muito da atmosfera aconchegante, especialmente no inverno, quando as janelas estão fechadas. Eles sugerem que se priorize uma ventilação adequada durante o cozimento ou ao acender velas, usando exaustores ou abrindo as janelas.

    O estudo é um ensaio clínico randomizado controlado duplo-cego, o que significa que nem os participantes nem os pesquisadores sabiam qual condição estava sendo testada em cada dia. O estudo foi financiado pela Realdania Research, uma fundação dinamarquesa que apoia projetos relacionados à qualidade de vida. O estudo foi publicado na revista Particle and Fibre Toxicology, uma publicação científica especializada em toxicologia ambiental.

    Fonte: Link.

  • Ômega 3: Por que você não deve consumir cápsulas sem antes consultar um médico

    Ômega 3: Por que você não deve consumir cápsulas sem antes consultar um médico

    O ômega 3 é um tipo de gordura boa que tem muitos benefícios para a saúde.

    Ele pode ajudar a prevenir e tratar doenças como depressão, asma, doenças cardiovasculares, inflamações e câncer. O ômega 3 também é importante para o desenvolvimento do cérebro e dos olhos, especialmente durante a gravidez e a infância.

    O corpo humano não pode produzir ômega 3, por isso é necessário obtê-lo através da alimentação ou de suplementos. As principais fontes de ômega 3 são os peixes de água fria, como salmão, atum e sardinha, e as sementes, como chia e linhaça.

    A quantidade recomendada de ômega 3 varia de acordo com a idade, o estado de saúde e as necessidades individuais. Em geral, recomenda-se consumir entre 250 e 500 mg de EPA e DHA por dia, que são os tipos mais benéficos de ômega 3. No entanto, algumas pessoas podem precisar de doses maiores, como gestantes, lactantes, pessoas com doenças cardíacas ou inflamatórias, ou pessoas com deficiência de ômega 3.

    Para saber se você precisa de suplemento de ômega 3, é importante consultar um médico ou um nutricionista, que poderão avaliar os seus níveis de ômega 3 no sangue, as suas condições de saúde e as suas necessidades nutricionais. Eles também poderão indicar a melhor forma, a dose e a duração do uso do suplemento.

    No entanto, não é recomendado comprar cápsulas de ômega 3 sem recomendação médica. Isso porque o consumo excessivo ou inadequado de ômega 3 pode causar efeitos colaterais, como sangramento, alteração da pressão arterial, náuseas, diarreia e alergias. Além disso, algumas cápsulas podem ter baixa qualidade ou estar contaminadas com metais pesados ou toxinas.

    Portanto, antes de tomar qualquer suplemento de ômega 3, consulte um profissional de saúde qualificado e informe-se sobre os benefícios e os riscos para a sua saúde.

    Ele pode ajudar a prevenir e tratar doenças como depressão, asma, doenças cardiovasculares, inflamações e câncer. O ômega 3 também é importante para o desenvolvimento do cérebro e dos olhos, especialmente durante a gravidez e a infância.

    O corpo humano não pode produzir ômega 3, por isso é necessário obtê-lo através da alimentação ou de suplementos. As principais fontes de ômega 3 são os peixes de água fria, como salmão, atum e sardinha, e as sementes, como chia e linhaça.

    A quantidade recomendada de ômega 3 varia de acordo com a idade, o estado de saúde e as necessidades individuais. Em geral, recomenda-se consumir entre 250 e 500 mg de EPA e DHA por dia, que são os tipos mais benéficos de ômega 3. No entanto, algumas pessoas podem precisar de doses maiores, como gestantes, lactantes, pessoas com doenças cardíacas ou inflamatórias, ou pessoas com deficiência de ômega 3.

    Para saber se você precisa de suplemento de ômega 3, é importante consultar um médico ou um nutricionista, que poderão avaliar os seus níveis de ômega 3 no sangue, as suas condições de saúde e as suas necessidades nutricionais. Eles também poderão indicar a melhor forma, a dose e a duração do uso do suplemento.

    No entanto, não é recomendado comprar cápsulas de ômega 3 sem recomendação médica. Isso porque o consumo excessivo ou inadequado de ômega 3 pode causar efeitos colaterais, como sangramento, alteração da pressão arterial, náuseas, diarreia e alergias. Além disso, algumas cápsulas podem ter baixa qualidade ou estar contaminadas com metais pesados ou toxinas.

    Portanto, antes de tomar qualquer suplemento de ômega 3, consulte um profissional de saúde qualificado e informe-se sobre os benefícios e os riscos para a sua saúde.

  • Ensp/Fiocruz abre inscrições para cursos de pós-graduação em saúde pública

    Ensp/Fiocruz abre inscrições para cursos de pós-graduação em saúde pública

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) está com inscrições abertas para as turmas de 2024 dos cursos de mestrado e doutorado acadêmicos.

    Os seus três programas Stricto Sensu em saúde pública: Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública, Programa de Epidemiologia em Saúde Pública e Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente.

    Os cursos são destinados a profissionais graduados em diversas áreas do conhecimento que tenham interesse em desenvolver pesquisa, docência e atuação em serviços de saúde, além da colaboração com estruturas governamentais e organizações da sociedade civil.

    Os programas combinam tradição com atualização e visam formar profissionais críticos, capazes de analisar e propor soluções para os problemas de saúde da população brasileira, numa perspectiva interdisciplinar e multiprofissional.

    O Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública aborda temas como políticas, planejamento, gestão, avaliação, educação, comunicação, trabalho, inovação e tecnologia em saúde.

    O Programa de Epidemiologia em Saúde Pública oferece formação em epidemiologia aplicada à saúde pública, com ênfase nas doenças transmissíveis, não transmissíveis, ambientais e ocupacionais.

    O Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente possui importância na capacitação de profissionais em saúde e ambiente, com foco nos efeitos decorrentes das exposições ambientais na saúde humana.

    As inscrições podem ser feitas pelo site da Ensp/Fiocruz até o dia 30 de setembro de 2023. Os candidatos devem preencher o formulário online, anexar os documentos solicitados e pagar a taxa de inscrição. O processo seletivo inclui prova escrita, análise do projeto de pesquisa, entrevista e análise curricular.

    Os cursos têm duração de dois anos para o mestrado e quatro anos para o doutorado. As aulas são presenciais e ocorrem na sede da Ensp/Fiocruz, no Rio de Janeiro. Os alunos recebem bolsas de estudo da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) ou do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), conforme disponibilidade.

    Para mais informações sobre os cursos, os editais e as inscrições, acesse o site da Ensp/Fiocruz ou entre em contato pelo telefone (21) 2598-2525 ou pelo e-mail posgraduacao@ensp.fiocruz.br.

    Os seus três programas Stricto Sensu em saúde pública: Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública, Programa de Epidemiologia em Saúde Pública e Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente.

    Os cursos são destinados a profissionais graduados em diversas áreas do conhecimento que tenham interesse em desenvolver pesquisa, docência e atuação em serviços de saúde, além da colaboração com estruturas governamentais e organizações da sociedade civil.

    Os programas combinam tradição com atualização e visam formar profissionais críticos, capazes de analisar e propor soluções para os problemas de saúde da população brasileira, numa perspectiva interdisciplinar e multiprofissional.

    O Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública aborda temas como políticas, planejamento, gestão, avaliação, educação, comunicação, trabalho, inovação e tecnologia em saúde.

    O Programa de Epidemiologia em Saúde Pública oferece formação em epidemiologia aplicada à saúde pública, com ênfase nas doenças transmissíveis, não transmissíveis, ambientais e ocupacionais.

    O Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente possui importância na capacitação de profissionais em saúde e ambiente, com foco nos efeitos decorrentes das exposições ambientais na saúde humana.

    As inscrições podem ser feitas pelo site da Ensp/Fiocruz até o dia 30 de setembro de 2023. Os candidatos devem preencher o formulário online, anexar os documentos solicitados e pagar a taxa de inscrição. O processo seletivo inclui prova escrita, análise do projeto de pesquisa, entrevista e análise curricular.

    Os cursos têm duração de dois anos para o mestrado e quatro anos para o doutorado. As aulas são presenciais e ocorrem na sede da Ensp/Fiocruz, no Rio de Janeiro. Os alunos recebem bolsas de estudo da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) ou do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), conforme disponibilidade.

    Para mais informações sobre os cursos, os editais e as inscrições, acesse o site da Ensp/Fiocruz ou entre em contato pelo telefone (21) 2598-2525 ou pelo e-mail posgraduacao@ensp.fiocruz.br.

  • Jejum intermitente: uma moda perigosa?

    Jejum intermitente: uma moda perigosa?

    O jejum intermitente é uma prática que consiste em alternar períodos de alimentação e de abstinência de comida, com o objetivo de perder peso, melhorar a saúde ou seguir uma crença religiosa.

    Existem vários tipos de jejum intermitente, como o 16/8, em que se come durante 8 horas e se fica sem comer durante 16 horas, ou o 5:2, em que se come normalmente durante 5 dias e se restringe a ingestão de calorias para 500 ou 600 nos outros 2 dias.

    Essa prática tem ganhado popularidade nos últimos anos, com muitas celebridades e influenciadores digitais aderindo e divulgando seus supostos benefícios. No entanto, há poucas evidências científicas que comprovem a eficácia e a segurança do jejum intermitente, e muitos riscos potenciais para a saúde.

    Quais são os malefícios do jejum intermitente?

    De acordo com especialistas em nutrição e saúde, o jejum intermitente pode causar vários problemas, como:

    • Desnutrição: ao restringir a alimentação por longos períodos, pode-se deixar de consumir nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo, como vitaminas, minerais, proteínas e gorduras. Isso pode levar a deficiências nutricionais, anemia, fraqueza, queda de cabelo, unhas quebradiças, pele seca e outros sintomas.

    • Hipoglicemia: ao ficar sem comer por muitas horas, o nível de açúcar no sangue pode cair muito, causando hipoglicemia. Isso pode provocar tontura, tremores, suor frio, confusão mental, palpitações e até desmaios. A hipoglicemia é especialmente perigosa para pessoas com diabetes ou pré-diabetes, que precisam controlar a glicemia com medicamentos ou insulina.

    • Perda de massa muscular: ao jejuar, o corpo pode usar as reservas de gordura como fonte de energia, mas também pode recorrer aos músculos. Isso pode levar à perda de massa muscular, que é importante para a força, a postura e o metabolismo. Além disso, a perda de massa muscular pode reduzir a taxa metabólica basal, ou seja, a quantidade de calorias que o corpo gasta em repouso. Isso pode dificultar a perda de peso no longo prazo.

    • Transtornos alimentares: o jejum intermitente pode favorecer o desenvolvimento de transtornos alimentares, como a anorexia e a bulimia. Esses transtornos são caracterizados por uma relação distorcida com a comida e o corpo, que envolve restrição excessiva, compulsão alimentar, vômitos induzidos, uso de laxantes e outros comportamentos prejudiciais à saúde física e mental. O jejum intermitente pode estimular esses comportamentos ao criar um ciclo de privação e compulsão, além de gerar culpa, ansiedade e obsessão pela comida.

    • Efeitos colaterais: o jejum intermitente pode causar outros efeitos colaterais indesejados, como dor de cabeça, mau hálito, irritabilidade, insônia, constipação, desidratação e alterações hormonais. Esses efeitos podem afetar a qualidade de vida e o bem-estar das pessoas que praticam o jejum.

    Existe alguma vantagem em fazer jejum intermitente?

    Apesar dos malefícios citados acima, alguns estudos sugerem que o jejum intermitente pode ter alguns benefícios para a saúde. Por exemplo:

    • Perda de peso: alguns estudos mostram que o jejum intermitente pode ajudar na perda de peso ao reduzir a ingestão calórica e aumentar a queima de gordura. No entanto, esses estudos são limitados em número, duração e qualidade metodológica. Além disso, muitas pessoas recuperam o peso perdido ao interromper o jejum, ou até ganham mais peso do que antes.

    • Prevenção de doenças: alguns estudos indicam que o jejum intermitente pode prevenir ou melhorar algumas doenças, como diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e doenças neurodegenerativas. No entanto, esses estudos são baseados em modelos animais ou em humanos com condições específicas. Não há evidências suficientes de que o jejum intermitente seja benéfico para a população em geral, ou que seja superior a outras formas de alimentação saudável.

    Qual é a conclusão?

    O jejum intermitente é uma prática que envolve riscos e benefícios incertos. Não há uma recomendação universal para sua adoção, e cada pessoa deve avaliar sua situação individual com a ajuda de um profissional de saúde qualificado. O mais importante é seguir uma alimentação equilibrada, variada e adequada às necessidades e preferências de cada um, sem se deixar levar por modismos ou promessas milagrosas. A saúde é um bem precioso, e não vale a pena colocá-la em risco por uma questão estética ou ideológica.

    Existem vários tipos de jejum intermitente, como o 16/8, em que se come durante 8 horas e se fica sem comer durante 16 horas, ou o 5:2, em que se come normalmente durante 5 dias e se restringe a ingestão de calorias para 500 ou 600 nos outros 2 dias.

    Essa prática tem ganhado popularidade nos últimos anos, com muitas celebridades e influenciadores digitais aderindo e divulgando seus supostos benefícios. No entanto, há poucas evidências científicas que comprovem a eficácia e a segurança do jejum intermitente, e muitos riscos potenciais para a saúde.

    Quais são os malefícios do jejum intermitente?

    De acordo com especialistas em nutrição e saúde, o jejum intermitente pode causar vários problemas, como:

    • Desnutrição: ao restringir a alimentação por longos períodos, pode-se deixar de consumir nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo, como vitaminas, minerais, proteínas e gorduras. Isso pode levar a deficiências nutricionais, anemia, fraqueza, queda de cabelo, unhas quebradiças, pele seca e outros sintomas.

    • Hipoglicemia: ao ficar sem comer por muitas horas, o nível de açúcar no sangue pode cair muito, causando hipoglicemia. Isso pode provocar tontura, tremores, suor frio, confusão mental, palpitações e até desmaios. A hipoglicemia é especialmente perigosa para pessoas com diabetes ou pré-diabetes, que precisam controlar a glicemia com medicamentos ou insulina.

    • Perda de massa muscular: ao jejuar, o corpo pode usar as reservas de gordura como fonte de energia, mas também pode recorrer aos músculos. Isso pode levar à perda de massa muscular, que é importante para a força, a postura e o metabolismo. Além disso, a perda de massa muscular pode reduzir a taxa metabólica basal, ou seja, a quantidade de calorias que o corpo gasta em repouso. Isso pode dificultar a perda de peso no longo prazo.

    • Transtornos alimentares: o jejum intermitente pode favorecer o desenvolvimento de transtornos alimentares, como a anorexia e a bulimia. Esses transtornos são caracterizados por uma relação distorcida com a comida e o corpo, que envolve restrição excessiva, compulsão alimentar, vômitos induzidos, uso de laxantes e outros comportamentos prejudiciais à saúde física e mental. O jejum intermitente pode estimular esses comportamentos ao criar um ciclo de privação e compulsão, além de gerar culpa, ansiedade e obsessão pela comida.

    • Efeitos colaterais: o jejum intermitente pode causar outros efeitos colaterais indesejados, como dor de cabeça, mau hálito, irritabilidade, insônia, constipação, desidratação e alterações hormonais. Esses efeitos podem afetar a qualidade de vida e o bem-estar das pessoas que praticam o jejum.

    Existe alguma vantagem em fazer jejum intermitente?

    Apesar dos malefícios citados acima, alguns estudos sugerem que o jejum intermitente pode ter alguns benefícios para a saúde. Por exemplo:

    • Perda de peso: alguns estudos mostram que o jejum intermitente pode ajudar na perda de peso ao reduzir a ingestão calórica e aumentar a queima de gordura. No entanto, esses estudos são limitados em número, duração e qualidade metodológica. Além disso, muitas pessoas recuperam o peso perdido ao interromper o jejum, ou até ganham mais peso do que antes.

    • Prevenção de doenças: alguns estudos indicam que o jejum intermitente pode prevenir ou melhorar algumas doenças, como diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e doenças neurodegenerativas. No entanto, esses estudos são baseados em modelos animais ou em humanos com condições específicas. Não há evidências suficientes de que o jejum intermitente seja benéfico para a população em geral, ou que seja superior a outras formas de alimentação saudável.

    Qual é a conclusão?

    O jejum intermitente é uma prática que envolve riscos e benefícios incertos. Não há uma recomendação universal para sua adoção, e cada pessoa deve avaliar sua situação individual com a ajuda de um profissional de saúde qualificado. O mais importante é seguir uma alimentação equilibrada, variada e adequada às necessidades e preferências de cada um, sem se deixar levar por modismos ou promessas milagrosas. A saúde é um bem precioso, e não vale a pena colocá-la em risco por uma questão estética ou ideológica.

  • Fibrose cística: uma doença genética que afeta os pulmões e o pâncreas

    Fibrose cística: uma doença genética que afeta os pulmões e o pâncreas

    A fibrose cística é uma doença hereditária que causa a produção de muco muito espesso e pegajoso, que pode obstruir as vias aéreas e os canais do pâncreas, provocando infecções, inflamações e problemas digestivos.

    A doença afeta cerca de 70 mil pessoas no mundo, sendo mais comum em pessoas de origem europeia.

    A causa da fibrose cística é uma alteração no gene CFTR, que controla o transporte de cloro, sódio e água para dentro e fora das células. Essa alteração faz com que as glândulas que produzem o muco, o suor e as enzimas digestivas funcionem de forma anormal, gerando secreções mais densas e viscosas.

    Os sintomas da fibrose cística variam de acordo com a gravidade da doença e podem aparecer desde o nascimento até a idade adulta. Os principais sintomas são:

    • Dificuldade para respirar;

    • Tosse persistente, com catarro ou sangue;

    • Chiado no peito;

    • Suor muito salgado;

    • Sinusite crônica;

    • Infecções pulmonares frequentes;

    • Pele e olhos amarelados;

    • Dificuldade para ganhar peso;

    • Dor nas articulações.

    O diagnóstico da fibrose cística é feito pelo teste do pezinho, que mede os níveis de uma enzima chamada tripsina imunorreativa (IRT) no sangue do recém-nascido. Se os níveis de IRT estiverem elevados, é feito um exame confirmatório chamado teste de suor, que mede a quantidade de cloro no suor. Se os níveis de cloro estiverem acima do normal e o paciente apresentar sintomas compatíveis, o diagnóstico de fibrose cística é confirmado.

    O tratamento da fibrose cística consiste em um acompanhamento médico regular, uma dieta balanceada, o uso de enzimas pancreáticas, suplementos vitamínicos e fisioterapia respiratória. O objetivo do tratamento é aliviar os sintomas, prevenir as complicações e melhorar a qualidade de vida dos pacientes .

    A fibrose cística não tem cura, mas o prognóstico tem melhorado nos últimos anos, graças aos avanços na medicina e na tecnologia. A expectativa de vida média dos pacientes com fibrose cística é de cerca de 40 anos.

    A doença afeta cerca de 70 mil pessoas no mundo, sendo mais comum em pessoas de origem europeia.

    A causa da fibrose cística é uma alteração no gene CFTR, que controla o transporte de cloro, sódio e água para dentro e fora das células. Essa alteração faz com que as glândulas que produzem o muco, o suor e as enzimas digestivas funcionem de forma anormal, gerando secreções mais densas e viscosas.

    Os sintomas da fibrose cística variam de acordo com a gravidade da doença e podem aparecer desde o nascimento até a idade adulta. Os principais sintomas são:

    • Dificuldade para respirar;

    • Tosse persistente, com catarro ou sangue;

    • Chiado no peito;

    • Suor muito salgado;

    • Sinusite crônica;

    • Infecções pulmonares frequentes;

    • Pele e olhos amarelados;

    • Dificuldade para ganhar peso;

    • Dor nas articulações.

    O diagnóstico da fibrose cística é feito pelo teste do pezinho, que mede os níveis de uma enzima chamada tripsina imunorreativa (IRT) no sangue do recém-nascido. Se os níveis de IRT estiverem elevados, é feito um exame confirmatório chamado teste de suor, que mede a quantidade de cloro no suor. Se os níveis de cloro estiverem acima do normal e o paciente apresentar sintomas compatíveis, o diagnóstico de fibrose cística é confirmado.

    O tratamento da fibrose cística consiste em um acompanhamento médico regular, uma dieta balanceada, o uso de enzimas pancreáticas, suplementos vitamínicos e fisioterapia respiratória. O objetivo do tratamento é aliviar os sintomas, prevenir as complicações e melhorar a qualidade de vida dos pacientes .

    A fibrose cística não tem cura, mas o prognóstico tem melhorado nos últimos anos, graças aos avanços na medicina e na tecnologia. A expectativa de vida média dos pacientes com fibrose cística é de cerca de 40 anos.

  • Alcoolismo tem cura? Conheça os sintomas, os medicamentos e os programas de recuperação

    Alcoolismo tem cura? Conheça os sintomas, os medicamentos e os programas de recuperação

    O alcoolismo é uma doença que afeta milhões de pessoas no mundo todo.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o alcoolismo é uma doença psiquiátrica que se caracteriza pela dependência do álcool, causando compulsão, tolerância e abstinência. É uma doença crônica que afeta a saúde física, mental e social do indivíduo, podendo levar a sérias complicações e até à morte.

    Mas o alcoolismo tem tratamento? A resposta é sim. Embora não tenha cura, o alcoolismo pode ser tratado com a exclusão do álcool, que pode ser auxiliada por medicamentos, terapias e apoio psicossocial. O objetivo é reduzir ou eliminar o consumo de álcool, prevenir as recaídas e promover a recuperação da qualidade de vida do paciente.

    Existem diversos programas e profissionais habilitados para ajudar as pessoas que sofrem com o alcoolismo, tanto no setor público quanto no privado. Alguns exemplos são:

    • CAPS – Centro de Atenção Psicossocial: Instituições governamentais que oferecem atendimento especializado em saúde mental;

    • NASF – Núcleos de Apoio à Saúde da Família: Equipes multidisciplinares que auxiliam as equipes de Saúde da Família no atendimento aos dependentes químicos;

    • Consultórios de Rua: Equipes móveis que atuam onde usuários de drogas se reúnem;

    • CAT – Casas de Acolhimento Transitório: Acolhem o dependente durante o processo de estabilização clínica, com atividades pedagógicas;

    • A.A. – Alcoólicos Anônimos: Associação sem fins lucrativos que reúne pessoas que compartilham suas experiências e apoiam umas às outras na recuperação do alcoolismo.

    Além disso, existem alguns medicamentos que podem ser usados para o tratamento do alcoolismo, sob prescrição médica. Alguns deles são:

    • Dissulfiram: Um medicamento que provoca efeitos adversos se ingerido junto com álcool, como náuseas, vômitos, rubor facial, taquicardia e queda de pressão. O objetivo é criar uma aversão ao álcool e desestimular o seu consumo;

    • Naltrexona: Um medicamento que bloqueia os receptores opióides no cérebro, responsáveis pelo prazer e pela recompensa associados ao álcool. O objetivo é reduzir a vontade de beber e a quantidade de álcool consumida;

    • Acamprosato: Um medicamento que atua no sistema glutamatérgico do cérebro, responsável pela memória e pela aprendizagem. O objetivo é diminuir os sintomas da abstinência e facilitar a manutenção da abstinência.

    O tratamento do alcoolismo deve ser individualizado e adaptado às necessidades de cada paciente. É importante que o paciente tenha consciência do seu problema, aceite a ajuda profissional e conte com o apoio da família e dos amigos. O tratamento do alcoolismo é um processo longo e desafiador, mas possível e gratificante.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o alcoolismo é uma doença psiquiátrica que se caracteriza pela dependência do álcool, causando compulsão, tolerância e abstinência. É uma doença crônica que afeta a saúde física, mental e social do indivíduo, podendo levar a sérias complicações e até à morte.

    Mas o alcoolismo tem tratamento? A resposta é sim. Embora não tenha cura, o alcoolismo pode ser tratado com a exclusão do álcool, que pode ser auxiliada por medicamentos, terapias e apoio psicossocial. O objetivo é reduzir ou eliminar o consumo de álcool, prevenir as recaídas e promover a recuperação da qualidade de vida do paciente.

    Existem diversos programas e profissionais habilitados para ajudar as pessoas que sofrem com o alcoolismo, tanto no setor público quanto no privado. Alguns exemplos são:

    • CAPS – Centro de Atenção Psicossocial: Instituições governamentais que oferecem atendimento especializado em saúde mental;

    • NASF – Núcleos de Apoio à Saúde da Família: Equipes multidisciplinares que auxiliam as equipes de Saúde da Família no atendimento aos dependentes químicos;

    • Consultórios de Rua: Equipes móveis que atuam onde usuários de drogas se reúnem;

    • CAT – Casas de Acolhimento Transitório: Acolhem o dependente durante o processo de estabilização clínica, com atividades pedagógicas;

    • A.A. – Alcoólicos Anônimos: Associação sem fins lucrativos que reúne pessoas que compartilham suas experiências e apoiam umas às outras na recuperação do alcoolismo.

    Além disso, existem alguns medicamentos que podem ser usados para o tratamento do alcoolismo, sob prescrição médica. Alguns deles são:

    • Dissulfiram: Um medicamento que provoca efeitos adversos se ingerido junto com álcool, como náuseas, vômitos, rubor facial, taquicardia e queda de pressão. O objetivo é criar uma aversão ao álcool e desestimular o seu consumo;

    • Naltrexona: Um medicamento que bloqueia os receptores opióides no cérebro, responsáveis pelo prazer e pela recompensa associados ao álcool. O objetivo é reduzir a vontade de beber e a quantidade de álcool consumida;

    • Acamprosato: Um medicamento que atua no sistema glutamatérgico do cérebro, responsável pela memória e pela aprendizagem. O objetivo é diminuir os sintomas da abstinência e facilitar a manutenção da abstinência.

    O tratamento do alcoolismo deve ser individualizado e adaptado às necessidades de cada paciente. É importante que o paciente tenha consciência do seu problema, aceite a ajuda profissional e conte com o apoio da família e dos amigos. O tratamento do alcoolismo é um processo longo e desafiador, mas possível e gratificante.