Categoria: Saúde

  • Diabetes mellitus tipo 2: o que é, como prevenir e tratar

    Diabetes mellitus tipo 2: o que é, como prevenir e tratar

    Diabetes mellitus tipo 2 é uma doença crônica que afeta a forma como o corpo metaboliza a glicose, a principal fonte de energia do organismo.

    Nessa condição, o pâncreas produz insulina, mas as células não respondem adequadamente a ela, causando um aumento do açúcar no sangue. Esse quadro é chamado de resistência à insulina e pode levar a complicações graves, como doenças cardiovasculares, renais, nervosas e oftalmológicas.

    A causa exata do diabetes tipo 2 não é conhecida, mas existem alguns fatores de risco que podem aumentar as chances de desenvolver a doença, como:

    • Obesidade ou sobrepeso

    • Sedentarismo

    • Histórico familiar de diabetes

    • Idade acima de 45 anos

    • Hipertensão arterial

    • Dislipidemia (alteração nos níveis de colesterol e triglicerídeos)

    • Síndrome dos ovários policísticos

    • História de diabetes gestacional

    O diabetes tipo 2 pode ser assintomático por muito tempo, o que dificulta o diagnóstico precoce. Por isso, é importante fazer exames periódicos de glicemia (medida do açúcar no sangue) e hemoglobina glicada (média da glicemia nos últimos três meses). Alguns sintomas que podem indicar a presença da doença são:

    • Sede excessiva

    • Urina frequente

    • Fome aumentada

    • Perda de peso sem motivo aparente

    • Cansaço

    • Visão embaçada

    • Infecções recorrentes na pele, boca ou genitais

    • Feridas que demoram a cicatrizar

    O tratamento do diabetes tipo 2 envolve mudanças no estilo de vida e uso de medicamentos. As principais recomendações são:

    • Adotar uma alimentação saudável, equilibrada e variada, evitando o consumo excessivo de açúcar, gordura e sal

    • Praticar atividades físicas regularmente, com orientação médica e profissional

    • Controlar o peso corporal

    • Monitorar a glicemia e a hemoglobina glicada conforme a orientação médica

    • Tomar os medicamentos prescritos pelo médico, que podem ser comprimidos ou injeções de insulina ou outros hormônios

    • Fazer consultas e exames periódicos para avaliar as condições gerais de saúde e prevenir ou tratar possíveis complicações

    O diabetes tipo 2 é uma doença que requer cuidados contínuos e acompanhamento médico. Seguir as orientações profissionais e aderir ao tratamento pode ajudar a controlar a doença e melhorar a qualidade de vida das pessoas que convivem com ela.

    Nessa condição, o pâncreas produz insulina, mas as células não respondem adequadamente a ela, causando um aumento do açúcar no sangue. Esse quadro é chamado de resistência à insulina e pode levar a complicações graves, como doenças cardiovasculares, renais, nervosas e oftalmológicas.

    A causa exata do diabetes tipo 2 não é conhecida, mas existem alguns fatores de risco que podem aumentar as chances de desenvolver a doença, como:

    • Obesidade ou sobrepeso

    • Sedentarismo

    • Histórico familiar de diabetes

    • Idade acima de 45 anos

    • Hipertensão arterial

    • Dislipidemia (alteração nos níveis de colesterol e triglicerídeos)

    • Síndrome dos ovários policísticos

    • História de diabetes gestacional

    O diabetes tipo 2 pode ser assintomático por muito tempo, o que dificulta o diagnóstico precoce. Por isso, é importante fazer exames periódicos de glicemia (medida do açúcar no sangue) e hemoglobina glicada (média da glicemia nos últimos três meses). Alguns sintomas que podem indicar a presença da doença são:

    • Sede excessiva

    • Urina frequente

    • Fome aumentada

    • Perda de peso sem motivo aparente

    • Cansaço

    • Visão embaçada

    • Infecções recorrentes na pele, boca ou genitais

    • Feridas que demoram a cicatrizar

    O tratamento do diabetes tipo 2 envolve mudanças no estilo de vida e uso de medicamentos. As principais recomendações são:

    • Adotar uma alimentação saudável, equilibrada e variada, evitando o consumo excessivo de açúcar, gordura e sal

    • Praticar atividades físicas regularmente, com orientação médica e profissional

    • Controlar o peso corporal

    • Monitorar a glicemia e a hemoglobina glicada conforme a orientação médica

    • Tomar os medicamentos prescritos pelo médico, que podem ser comprimidos ou injeções de insulina ou outros hormônios

    • Fazer consultas e exames periódicos para avaliar as condições gerais de saúde e prevenir ou tratar possíveis complicações

    O diabetes tipo 2 é uma doença que requer cuidados contínuos e acompanhamento médico. Seguir as orientações profissionais e aderir ao tratamento pode ajudar a controlar a doença e melhorar a qualidade de vida das pessoas que convivem com ela.

  • Os benefícios do chocolate amargo para o cérebro e a saúde mental

    Os benefícios do chocolate amargo para o cérebro e a saúde mental

    O chocolate amargo pode trazer vários benefícios para o cérebro e a saúde mental, segundo estudos científicos. Alguns desses benefícios incluem a redução dos sintomas depressivos, melhora da cognição, melhora do fluxo sanguíneo, aumento dos neuroquímicos da paixão e redução da inflamação.

    O chocolate amargo contém o neurotransmissor feniletilamina, que está envolvido na regulação do humor e libera endorfinas de bem-estar no cérebro. Além disso, o chocolate amargo possui alta concentração de flavonoides, que possuem efeito antioxidante e anti-inflamatório.

    Esses benefícios podem ser obtidos através do consumo moderado de chocolate amargo. É importante lembrar que o chocolate deve ser consumido com moderação e como parte de uma dieta equilibrada.

    O chocolate amargo contém o neurotransmissor feniletilamina, que está envolvido na regulação do humor e libera endorfinas de bem-estar no cérebro. Além disso, o chocolate amargo possui alta concentração de flavonoides, que possuem efeito antioxidante e anti-inflamatório.

    Esses benefícios podem ser obtidos através do consumo moderado de chocolate amargo. É importante lembrar que o chocolate deve ser consumido com moderação e como parte de uma dieta equilibrada.

  • Fiocruz registra primeiro kit para detecção de bactérias causadoras da febre maculosa

    Fiocruz registra primeiro kit para detecção de bactérias causadoras da febre maculosa

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) registrou o primeiro kit de biologia molecular desenvolvido no Brasil para detecção de bactérias causadoras de rickettsioses, como a febre maculosa e o tifo.

    O kit foi idealizado pelo Laboratório de Hantaviroses e Rickettsioses do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e produzido pelo Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP/Fiocruz).

    A tecnologia possui elevados níveis de especificidade e sensibilidade e permite um diagnóstico laboratorial mais rápido e específico na fase inicial da doença. Isso é importante porque a febre maculosa é uma doença infecciosa febril aguda que pode ser fatal se não tratada adequadamente.

    A doença é transmitida principalmente pelo carrapato-estrela e tem maior incidência nas regiões Sudeste e Sul do país. O kit desenvolvido pela Fiocruz contribui para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e para o acesso e a democratização do diagnóstico mais preciso e eficaz.

    A Fiocruz é uma instituição de ciência e tecnologia no campo da saúde que tem como missão produzir, disseminar e compartilhar conhecimentos e tecnologias voltados para o fortalecimento e a consolidação do SUS.

    Fonte: Link.

    O kit foi idealizado pelo Laboratório de Hantaviroses e Rickettsioses do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e produzido pelo Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP/Fiocruz).

    A tecnologia possui elevados níveis de especificidade e sensibilidade e permite um diagnóstico laboratorial mais rápido e específico na fase inicial da doença. Isso é importante porque a febre maculosa é uma doença infecciosa febril aguda que pode ser fatal se não tratada adequadamente.

    A doença é transmitida principalmente pelo carrapato-estrela e tem maior incidência nas regiões Sudeste e Sul do país. O kit desenvolvido pela Fiocruz contribui para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e para o acesso e a democratização do diagnóstico mais preciso e eficaz.

    A Fiocruz é uma instituição de ciência e tecnologia no campo da saúde que tem como missão produzir, disseminar e compartilhar conhecimentos e tecnologias voltados para o fortalecimento e a consolidação do SUS.

    Fonte: Link.

  • Retatrutida: o novo medicamento que promete revolucionar o tratamento da obesidade e do diabetes

    Retatrutida: o novo medicamento que promete revolucionar o tratamento da obesidade e do diabetes

    A obesidade e o diabetes são duas doenças crônicas que afetam milhões de pessoas no mundo todo e que podem trazer graves complicações para a saúde, como doenças cardiovasculares, renais, hepáticas e câncer.

    Por isso, a busca por novas formas de prevenir e tratar essas condições é constante na área médica.

    Uma das novidades mais recentes nesse campo é a retatrutida, um medicamento injetável que atua em três hormônios diferentes para controlar o apetite, o gasto energético e o metabolismo da glicose. A retatrutida é uma combinação de três peptídeos sintéticos que imitam os efeitos da grelina, do peptídeo YY e do glucagon no organismo.

    A grelina é um hormônio que estimula a fome e reduz a saciedade. O peptídeo YY é um hormônio que aumenta a saciedade e diminui a fome. O glucagon é um hormônio que eleva os níveis de glicose no sangue e acelera o metabolismo. Ao combinar esses três hormônios em uma única molécula, a retatrutida consegue equilibrar os sinais de fome e saciedade, aumentar o gasto calórico e melhorar o controle glicêmico.

    Os resultados dos estudos de fase 2 da retatrutida foram publicados na revista científica The Lancet e mostraram uma eficácia impressionante do medicamento na redução do peso corporal e na melhora da esteatose hepática (gordura no fígado) em pessoas com obesidade e diabetes tipo 2. Os participantes que usaram a retatrutida por um ano perderam em média 24,2% do seu peso inicial, enquanto os que usaram placebo perderam apenas 1%. Além disso, os que usaram a retatrutida tiveram uma redução significativa da gordura no fígado, um fator de risco para cirrose e câncer hepático.

    O endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e membro da Sociedade Brasileira de Diabetes, comentou os resultados da retatrutida em uma entrevista ao site Época Negócios. Ele afirmou que o medicamento é uma “revolução” no tratamento da obesidade e do diabetes, pois oferece uma alternativa mais eficaz e segura do que as opções atuais. Ele também destacou que a retatrutida pode ajudar a prevenir as complicações associadas à obesidade e ao diabetes, como doenças cardiovasculares, renais e hepáticas.

    No entanto, ele também apontou os desafios de acesso e adesão ao tratamento com a retatrutida no Brasil. Ele explicou que o medicamento ainda não está disponível no mercado e que deve passar por mais estudos de fase 3 antes de ser aprovado pelas agências regulatórias. Ele também disse que o custo do medicamento pode ser um obstáculo para muitos pacientes, pois ele deve ser aplicado diariamente por injeção subcutânea. Além disso, ele ressaltou que o tratamento com a retatrutida deve ser acompanhado de mudanças no estilo de vida, como alimentação saudável e atividade física regular.

    A retatrutida é um medicamento promissor que pode mudar a vida de muitas pessoas que sofrem com obesidade e diabetes. No entanto, ainda há um longo caminho até que ele esteja disponível para uso clínico e acessível para todos. Enquanto isso, é importante seguir as orientações médicas e adotar hábitos saudáveis para prevenir e controlar essas doenças.

    Por isso, a busca por novas formas de prevenir e tratar essas condições é constante na área médica.

    Uma das novidades mais recentes nesse campo é a retatrutida, um medicamento injetável que atua em três hormônios diferentes para controlar o apetite, o gasto energético e o metabolismo da glicose. A retatrutida é uma combinação de três peptídeos sintéticos que imitam os efeitos da grelina, do peptídeo YY e do glucagon no organismo.

    A grelina é um hormônio que estimula a fome e reduz a saciedade. O peptídeo YY é um hormônio que aumenta a saciedade e diminui a fome. O glucagon é um hormônio que eleva os níveis de glicose no sangue e acelera o metabolismo. Ao combinar esses três hormônios em uma única molécula, a retatrutida consegue equilibrar os sinais de fome e saciedade, aumentar o gasto calórico e melhorar o controle glicêmico.

    Os resultados dos estudos de fase 2 da retatrutida foram publicados na revista científica The Lancet e mostraram uma eficácia impressionante do medicamento na redução do peso corporal e na melhora da esteatose hepática (gordura no fígado) em pessoas com obesidade e diabetes tipo 2. Os participantes que usaram a retatrutida por um ano perderam em média 24,2% do seu peso inicial, enquanto os que usaram placebo perderam apenas 1%. Além disso, os que usaram a retatrutida tiveram uma redução significativa da gordura no fígado, um fator de risco para cirrose e câncer hepático.

    O endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e membro da Sociedade Brasileira de Diabetes, comentou os resultados da retatrutida em uma entrevista ao site Época Negócios. Ele afirmou que o medicamento é uma “revolução” no tratamento da obesidade e do diabetes, pois oferece uma alternativa mais eficaz e segura do que as opções atuais. Ele também destacou que a retatrutida pode ajudar a prevenir as complicações associadas à obesidade e ao diabetes, como doenças cardiovasculares, renais e hepáticas.

    No entanto, ele também apontou os desafios de acesso e adesão ao tratamento com a retatrutida no Brasil. Ele explicou que o medicamento ainda não está disponível no mercado e que deve passar por mais estudos de fase 3 antes de ser aprovado pelas agências regulatórias. Ele também disse que o custo do medicamento pode ser um obstáculo para muitos pacientes, pois ele deve ser aplicado diariamente por injeção subcutânea. Além disso, ele ressaltou que o tratamento com a retatrutida deve ser acompanhado de mudanças no estilo de vida, como alimentação saudável e atividade física regular.

    A retatrutida é um medicamento promissor que pode mudar a vida de muitas pessoas que sofrem com obesidade e diabetes. No entanto, ainda há um longo caminho até que ele esteja disponível para uso clínico e acessível para todos. Enquanto isso, é importante seguir as orientações médicas e adotar hábitos saudáveis para prevenir e controlar essas doenças.

  • Fontes radioativas de césio-137 desaparecem em Minas Gerais

    Fontes radioativas de césio-137 desaparecem em Minas Gerais

    Duas fontes radiotivas de césio-137, um material que pode causar contaminação e danos à saúde, sumiram de uma mineradora em Nazareno, no sul de Minas Gerais. A polícia e a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) investigam o caso, que foi divulgado no dia 30 de junho de 2023.

    As fontes pertenciam à empresa AMG Mineração, que as utilizava para medir a densidade do minério. Elas foram retiradas do local por uma empresa terceirizada, que deveria levá-las para um depósito autorizado pela CNEN. Porém, as fontes não chegaram ao destino e estão desaparecidas desde o dia 25 de junho.

    Segundo a CNEN, as fontes têm baixa atividade radioativa e não representam risco imediato à população, desde que não sejam abertas ou danificadas. Ainda assim, a comissão alerta que quem encontrar as fontes deve manter distância e avisar imediatamente as autoridades.

    O césio-137 é um isótopo radioativo formado pela fissão nuclear de urânio e outros elementos. Ele emite radiação gama e beta, que podem afetar a estrutura das células e causar doenças como câncer. O césio-137 tem uma meia-vida de cerca de 30 anos, ou seja, leva esse tempo para perder metade da sua radioatividade.

    O Brasil já viveu um grave acidente com césio-137 em 1987, em Goiânia, capital do estado de Goiás. Na ocasião, dois catadores encontraram um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica e levaram para um ferro-velho. Dentro do aparelho havia uma cápsula com cloreto de césio, um pó branco que brilhava no escuro.

    O material foi espalhado por várias pessoas que entraram em contato com ele, causando sintomas como náuseas, vômitos, diarreia e hemorragias. O acidente afetou mais de 200 pessoas, das quais quatro morreram. Além disso, houve contaminação ambiental e social, com a geração de toneladas de lixo radioativo e o estigma sobre os sobreviventes.

    O caso de Goiânia foi o maior acidente radiológico do mundo e mostrou a importância de se ter um controle rigoroso sobre as fontes radioativas. Por isso, o desaparecimento das fontes de césio-137 em Minas Gerais é motivo de preocupação e deve ser esclarecido o quanto antes.

    As fontes pertenciam à empresa AMG Mineração, que as utilizava para medir a densidade do minério. Elas foram retiradas do local por uma empresa terceirizada, que deveria levá-las para um depósito autorizado pela CNEN. Porém, as fontes não chegaram ao destino e estão desaparecidas desde o dia 25 de junho.

    Segundo a CNEN, as fontes têm baixa atividade radioativa e não representam risco imediato à população, desde que não sejam abertas ou danificadas. Ainda assim, a comissão alerta que quem encontrar as fontes deve manter distância e avisar imediatamente as autoridades.

    O césio-137 é um isótopo radioativo formado pela fissão nuclear de urânio e outros elementos. Ele emite radiação gama e beta, que podem afetar a estrutura das células e causar doenças como câncer. O césio-137 tem uma meia-vida de cerca de 30 anos, ou seja, leva esse tempo para perder metade da sua radioatividade.

    O Brasil já viveu um grave acidente com césio-137 em 1987, em Goiânia, capital do estado de Goiás. Na ocasião, dois catadores encontraram um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica e levaram para um ferro-velho. Dentro do aparelho havia uma cápsula com cloreto de césio, um pó branco que brilhava no escuro.

    O material foi espalhado por várias pessoas que entraram em contato com ele, causando sintomas como náuseas, vômitos, diarreia e hemorragias. O acidente afetou mais de 200 pessoas, das quais quatro morreram. Além disso, houve contaminação ambiental e social, com a geração de toneladas de lixo radioativo e o estigma sobre os sobreviventes.

    O caso de Goiânia foi o maior acidente radiológico do mundo e mostrou a importância de se ter um controle rigoroso sobre as fontes radioativas. Por isso, o desaparecimento das fontes de césio-137 em Minas Gerais é motivo de preocupação e deve ser esclarecido o quanto antes.

  • Demência frontotemporal: o que é, quais são os sintomas e como lidar com essa doença

    Demência frontotemporal: o que é, quais são os sintomas e como lidar com essa doença

    A demência é um termo genérico que se refere a um conjunto de condições que afetam o funcionamento cognitivo, como a memória, o raciocínio e a linguagem.

    Existem vários tipos de demência, cada um com suas características e causas específicas. Um desses tipos é a demência frontotemporal (DFT), que atinge principalmente os lobos frontal e temporal do cérebro.

    A DFT é uma forma de demência que causa alterações no comportamento, na comunicação e no movimento das pessoas afetadas. Ela representa cerca de 10 a 20 por cento de todos os casos de demência no mundo, sendo mais comum em adultos jovens entre 45 e 60 anos. A expectativa de vida média após o início dos sintomas é de cerca de seis a oito anos.

    Neste post, vamos explicar o que é a DFT, quais são os seus tipos e sintomas, como ela progride ao longo do tempo e quais são as formas de manejar essa doença.

    O que é a DFT?

    A DFT é uma doença neurodegenerativa que afeta as células nervosas dos lobos frontal e temporal do cérebro. Esses lobos são responsáveis por funções como o planejamento, o julgamento, a personalidade, a linguagem e as emoções. Quando essas células morrem ou se atrofiam, essas funções são prejudicadas.

    A causa exata da DFT ainda é desconhecida, mas existem alguns fatores de risco que podem aumentar as chances de desenvolver essa doença. Entre eles estão:

    • Histórico familiar: cerca de 40 por cento das pessoas com DFT têm algum parente com a mesma condição ou com alguma outra forma de demência.

    • Genética: alguns genes podem estar relacionados à DFT, como o gene MAPT, que codifica uma proteína chamada tau, que se acumula anormalmente nas células nervosas afetadas pela DFT.

    • Idade: embora a DFT possa ocorrer em qualquer idade adulta, ela é mais frequente em pessoas entre 45 e 60 anos.

    • Sexo: a DFT parece ser mais comum em homens do que em mulheres.

    Quais são os tipos e sintomas da DFT?

    A DFT pode se manifestar de diferentes formas, dependendo de qual lobo cerebral é afetado primeiro. Existem três tipos principais de DFT:

    • Variante comportamental (bvDFT): é o tipo mais comum de DFT, representando cerca de 50 a 60 por cento dos casos. Nesse tipo, o lobo frontal é o mais afetado, causando mudanças no comportamento e na personalidade das pessoas. Os sintomas podem incluir:
      • Perda de inibição social: as pessoas podem agir de forma inadequada ou impulsiva em situações sociais, como fazer comentários ofensivos, invadir o espaço alheio ou gastar dinheiro sem controle.

      • Apatia: as pessoas podem perder o interesse ou a motivação por atividades que antes gostavam ou eram importantes para elas, como hobbies, trabalho ou família.

      • Alterações alimentares: as pessoas podem desenvolver uma preferência por alimentos doces ou gordurosos, comer em excesso ou ter dificuldade para engolir.

      • Perda de empatia: as pessoas podem se tornar indiferentes ou insensíveis aos sentimentos ou necessidades dos outros, podendo parecer egoístas ou frias.

      • Repetição: as pessoas podem repetir palavras, gestos ou comportamentos sem motivo aparente ou sem perceber.

    • Afasia progressiva primária (APP): é o tipo menos comum de DFT, representando cerca de 20 por cento dos casos. Nesse tipo, o lobo temporal é o mais afetado, causando perda da linguagem e da comunicação. Os sintomas podem incluir:
      • Perda do vocabulário: as pessoas podem ter dificuldade para encontrar ou lembrar de palavras, podendo usar termos genéricos ou imprecisos, como “coisa” ou “aquilo”.

      • Perda da fluência: as pessoas podem falar de forma lenta, hesitante ou truncada, podendo fazer pausas frequentes ou repetir sons ou sílabas.

      • Perda da compreensão: as pessoas podem ter dificuldade para entender o que os outros dizem ou o que leem, podendo ignorar ou responder de forma inadequada às perguntas ou instruções.

      • Perda da escrita: as pessoas podem ter dificuldade para escrever ou ler textos, podendo cometer erros ortográficos, gramaticais ou de pontuação.

    • Dificuldades de movimento e mobilidade: é o tipo que pode ocorrer em conjunto com os outros dois tipos de DFT, representando cerca de 30 por cento dos casos. Nesse tipo, os lobos frontal e temporal afetam também as áreas motoras do cérebro, causando problemas no movimento e na coordenação. Os sintomas podem incluir:
      • Rigidez: as pessoas podem ter dificuldade para relaxar os músculos, podendo ficar com os braços, as pernas ou o pescoço tensos ou contraídos.

      • Tremores: as pessoas podem apresentar tremores involuntários nas mãos, nos braços, nas pernas ou na cabeça, podendo interferir nas atividades diárias.

      • Lentidão: as pessoas podem ter dificuldade para iniciar ou executar movimentos, podendo ficar com os gestos lentos ou arrastados.

      • Desequilíbrio: as pessoas podem ter dificuldade para manter o equilíbrio ou a postura, podendo cair com frequência ou andar de forma instável.

    Como a DFT progride ao longo do tempo?

    A DFT é uma doença progressiva, o que significa que os sintomas tendem a piorar com o passar do tempo. A velocidade e a forma como a DFT progride podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente ela pode ser dividida em três estágios: inicial, intermediário e final.

    • Estágio inicial: nesse estágio, os sintomas são sutis e podem ser confundidos com sinais de envelhecimento normal ou com outros transtornos psiquiátricos. As pessoas ainda conseguem realizar algumas atividades diárias, mas podem precisar de ajuda em tarefas mais complexas ou que envolvam planejamento ou julgamento. As mudanças no comportamento e na personalidade podem causar conflitos familiares ou profissionais.

    • Estágio intermediário: nesse estágio, os sintomas se intensificam e novos sintomas aparecem. As pessoas passam a ter mais dificuldade para se comunicar, se expressar e se relacionar com os outros. Elas também podem apresentar problemas de memória, atenção e orientação. As dificuldades de movimento e mobilidade se tornam mais evidentes e podem afetar a capacidade de andar, se vestir ou se alimentar. As pessoas precisam de mais apoio e supervisão nas atividades diárias e podem necessitar de cuidados domiciliares ou institucionais.

    • Estágio final: nesse estágio, os sintomas se agravam e afetam todas as áreas do funcionamento cognitivo. As pessoas perdem quase totalmente a capacidade de falar, entender, reconhecer ou interagir com os outros. Elas também perdem a memória de fatos recentes e antigos e podem não saber onde estão ou quem são. As dificuldades de movimento e mobilidade se acentuam e podem causar incontinência urinária e fecal, infecções respiratórias ou úlceras de pressão. As pessoas dependem totalmente dos cuidadores para todas as suas necessidades básicas e podem necessitar de cuidados paliativos.

    Como lidar com a DFT?

    A DFT é uma doença incurável, o que significa que não há um tratamento que possa reverter ou parar a sua progressão. No entanto, existem formas de manejar os sintomas e melhorar a qualidade de vida das pessoas afetadas pela DFT e dos seus familiares e cuidadores.

    Algumas dessas formas são:

    • Medicamentos: alguns medicamentos podem ajudar a aliviar alguns sintomas da DFT, como antidepressivos, antipsicóticos, estabilizadores de humor ou anticonvulsivantes. Esses medicamentos devem ser prescritos e acompanhados por um médico especialista, pois podem ter efeitos colaterais ou interações com outros remédios.

    • Terapias: algumas terapias podem ajudar a estimular as habilidades cognitivas, comunicativas e sociais das pessoas com DFT, como a terapia ocupacional, a terapia da fala, a terapia cognitivo-comportamental ou a musicoterapia. Essas terapias devem ser realizadas por profissionais qualificados e adaptadas às necessidades e preferências de cada pessoa.

    • Cuidados paliativos: os cuidados paliativos são uma abordagem que visa aliviar o sofrimento físico, emocional e espiritual das pessoas com doenças graves e incuráveis, como a DFT. Os cuidados paliativos envolvem uma equipe multidisciplinar que oferece suporte médico, psicológico, social e espiritual às pessoas com DFT e aos seus familiares e cuidadores. Os cuidados paliativos podem ser iniciados em qualquer estágio da doença e podem ser realizados em casa, em hospitais ou em instituições especializadas.

    • Apoio familiar e social: o apoio familiar e social é fundamental para lidar com a DFT, pois essa doença afeta não só as pessoas que a têm, mas também as que convivem com elas. O apoio familiar e social pode incluir:
      • Informação: é importante buscar informações sobre a DFT, seus sintomas, sua progressão e suas formas de manejo, para entender melhor a doença e saber como agir em cada situação.

      • Comunicação: é importante manter uma comunicação clara, respeitosa e empática com as pessoas com DFT, usando estratégias que facilitem a compreensão e a expressão, como gestos, imagens ou objetos.

      • Adaptação: é importante adaptar o ambiente físico e social às necessidades e limitações das pessoas com DFT, proporcionando segurança, conforto e estímulo, como iluminação adequada, objetos familiares ou atividades prazerosas.

      • Cuidado: é importante cuidar das pessoas com DFT com carinho, paciência e respeito, respeitando sua individualidade, sua dignidade e seus direitos, como o direito à privacidade, à autonomia e à participação.

      • Auto-cuidado: é importante cuidar de si mesmo, buscando formas de aliviar o estresse, a ansiedade e a tristeza que podem surgir ao lidar com a DFT, como praticar exercícios físicos, ter hobbies, fazer terapia ou participar de grupos de apoio.

    A DFT é uma doença desafiadora que requer atenção e dedicação de todos os envolvidos. Por isso, é essencial buscar ajuda profissional e apoio familiar e social para enfrentar essa situação da melhor forma possível.

    Existem vários tipos de demência, cada um com suas características e causas específicas. Um desses tipos é a demência frontotemporal (DFT), que atinge principalmente os lobos frontal e temporal do cérebro.

    A DFT é uma forma de demência que causa alterações no comportamento, na comunicação e no movimento das pessoas afetadas. Ela representa cerca de 10 a 20 por cento de todos os casos de demência no mundo, sendo mais comum em adultos jovens entre 45 e 60 anos. A expectativa de vida média após o início dos sintomas é de cerca de seis a oito anos.

    Neste post, vamos explicar o que é a DFT, quais são os seus tipos e sintomas, como ela progride ao longo do tempo e quais são as formas de manejar essa doença.

    O que é a DFT?

    A DFT é uma doença neurodegenerativa que afeta as células nervosas dos lobos frontal e temporal do cérebro. Esses lobos são responsáveis por funções como o planejamento, o julgamento, a personalidade, a linguagem e as emoções. Quando essas células morrem ou se atrofiam, essas funções são prejudicadas.

    A causa exata da DFT ainda é desconhecida, mas existem alguns fatores de risco que podem aumentar as chances de desenvolver essa doença. Entre eles estão:

    • Histórico familiar: cerca de 40 por cento das pessoas com DFT têm algum parente com a mesma condição ou com alguma outra forma de demência.

    • Genética: alguns genes podem estar relacionados à DFT, como o gene MAPT, que codifica uma proteína chamada tau, que se acumula anormalmente nas células nervosas afetadas pela DFT.

    • Idade: embora a DFT possa ocorrer em qualquer idade adulta, ela é mais frequente em pessoas entre 45 e 60 anos.

    • Sexo: a DFT parece ser mais comum em homens do que em mulheres.

    Quais são os tipos e sintomas da DFT?

    A DFT pode se manifestar de diferentes formas, dependendo de qual lobo cerebral é afetado primeiro. Existem três tipos principais de DFT:

    • Variante comportamental (bvDFT): é o tipo mais comum de DFT, representando cerca de 50 a 60 por cento dos casos. Nesse tipo, o lobo frontal é o mais afetado, causando mudanças no comportamento e na personalidade das pessoas. Os sintomas podem incluir:
      • Perda de inibição social: as pessoas podem agir de forma inadequada ou impulsiva em situações sociais, como fazer comentários ofensivos, invadir o espaço alheio ou gastar dinheiro sem controle.

      • Apatia: as pessoas podem perder o interesse ou a motivação por atividades que antes gostavam ou eram importantes para elas, como hobbies, trabalho ou família.

      • Alterações alimentares: as pessoas podem desenvolver uma preferência por alimentos doces ou gordurosos, comer em excesso ou ter dificuldade para engolir.

      • Perda de empatia: as pessoas podem se tornar indiferentes ou insensíveis aos sentimentos ou necessidades dos outros, podendo parecer egoístas ou frias.

      • Repetição: as pessoas podem repetir palavras, gestos ou comportamentos sem motivo aparente ou sem perceber.

    • Afasia progressiva primária (APP): é o tipo menos comum de DFT, representando cerca de 20 por cento dos casos. Nesse tipo, o lobo temporal é o mais afetado, causando perda da linguagem e da comunicação. Os sintomas podem incluir:
      • Perda do vocabulário: as pessoas podem ter dificuldade para encontrar ou lembrar de palavras, podendo usar termos genéricos ou imprecisos, como “coisa” ou “aquilo”.

      • Perda da fluência: as pessoas podem falar de forma lenta, hesitante ou truncada, podendo fazer pausas frequentes ou repetir sons ou sílabas.

      • Perda da compreensão: as pessoas podem ter dificuldade para entender o que os outros dizem ou o que leem, podendo ignorar ou responder de forma inadequada às perguntas ou instruções.

      • Perda da escrita: as pessoas podem ter dificuldade para escrever ou ler textos, podendo cometer erros ortográficos, gramaticais ou de pontuação.

    • Dificuldades de movimento e mobilidade: é o tipo que pode ocorrer em conjunto com os outros dois tipos de DFT, representando cerca de 30 por cento dos casos. Nesse tipo, os lobos frontal e temporal afetam também as áreas motoras do cérebro, causando problemas no movimento e na coordenação. Os sintomas podem incluir:
      • Rigidez: as pessoas podem ter dificuldade para relaxar os músculos, podendo ficar com os braços, as pernas ou o pescoço tensos ou contraídos.

      • Tremores: as pessoas podem apresentar tremores involuntários nas mãos, nos braços, nas pernas ou na cabeça, podendo interferir nas atividades diárias.

      • Lentidão: as pessoas podem ter dificuldade para iniciar ou executar movimentos, podendo ficar com os gestos lentos ou arrastados.

      • Desequilíbrio: as pessoas podem ter dificuldade para manter o equilíbrio ou a postura, podendo cair com frequência ou andar de forma instável.

    Como a DFT progride ao longo do tempo?

    A DFT é uma doença progressiva, o que significa que os sintomas tendem a piorar com o passar do tempo. A velocidade e a forma como a DFT progride podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente ela pode ser dividida em três estágios: inicial, intermediário e final.

    • Estágio inicial: nesse estágio, os sintomas são sutis e podem ser confundidos com sinais de envelhecimento normal ou com outros transtornos psiquiátricos. As pessoas ainda conseguem realizar algumas atividades diárias, mas podem precisar de ajuda em tarefas mais complexas ou que envolvam planejamento ou julgamento. As mudanças no comportamento e na personalidade podem causar conflitos familiares ou profissionais.

    • Estágio intermediário: nesse estágio, os sintomas se intensificam e novos sintomas aparecem. As pessoas passam a ter mais dificuldade para se comunicar, se expressar e se relacionar com os outros. Elas também podem apresentar problemas de memória, atenção e orientação. As dificuldades de movimento e mobilidade se tornam mais evidentes e podem afetar a capacidade de andar, se vestir ou se alimentar. As pessoas precisam de mais apoio e supervisão nas atividades diárias e podem necessitar de cuidados domiciliares ou institucionais.

    • Estágio final: nesse estágio, os sintomas se agravam e afetam todas as áreas do funcionamento cognitivo. As pessoas perdem quase totalmente a capacidade de falar, entender, reconhecer ou interagir com os outros. Elas também perdem a memória de fatos recentes e antigos e podem não saber onde estão ou quem são. As dificuldades de movimento e mobilidade se acentuam e podem causar incontinência urinária e fecal, infecções respiratórias ou úlceras de pressão. As pessoas dependem totalmente dos cuidadores para todas as suas necessidades básicas e podem necessitar de cuidados paliativos.

    Como lidar com a DFT?

    A DFT é uma doença incurável, o que significa que não há um tratamento que possa reverter ou parar a sua progressão. No entanto, existem formas de manejar os sintomas e melhorar a qualidade de vida das pessoas afetadas pela DFT e dos seus familiares e cuidadores.

    Algumas dessas formas são:

    • Medicamentos: alguns medicamentos podem ajudar a aliviar alguns sintomas da DFT, como antidepressivos, antipsicóticos, estabilizadores de humor ou anticonvulsivantes. Esses medicamentos devem ser prescritos e acompanhados por um médico especialista, pois podem ter efeitos colaterais ou interações com outros remédios.

    • Terapias: algumas terapias podem ajudar a estimular as habilidades cognitivas, comunicativas e sociais das pessoas com DFT, como a terapia ocupacional, a terapia da fala, a terapia cognitivo-comportamental ou a musicoterapia. Essas terapias devem ser realizadas por profissionais qualificados e adaptadas às necessidades e preferências de cada pessoa.

    • Cuidados paliativos: os cuidados paliativos são uma abordagem que visa aliviar o sofrimento físico, emocional e espiritual das pessoas com doenças graves e incuráveis, como a DFT. Os cuidados paliativos envolvem uma equipe multidisciplinar que oferece suporte médico, psicológico, social e espiritual às pessoas com DFT e aos seus familiares e cuidadores. Os cuidados paliativos podem ser iniciados em qualquer estágio da doença e podem ser realizados em casa, em hospitais ou em instituições especializadas.

    • Apoio familiar e social: o apoio familiar e social é fundamental para lidar com a DFT, pois essa doença afeta não só as pessoas que a têm, mas também as que convivem com elas. O apoio familiar e social pode incluir:
      • Informação: é importante buscar informações sobre a DFT, seus sintomas, sua progressão e suas formas de manejo, para entender melhor a doença e saber como agir em cada situação.

      • Comunicação: é importante manter uma comunicação clara, respeitosa e empática com as pessoas com DFT, usando estratégias que facilitem a compreensão e a expressão, como gestos, imagens ou objetos.

      • Adaptação: é importante adaptar o ambiente físico e social às necessidades e limitações das pessoas com DFT, proporcionando segurança, conforto e estímulo, como iluminação adequada, objetos familiares ou atividades prazerosas.

      • Cuidado: é importante cuidar das pessoas com DFT com carinho, paciência e respeito, respeitando sua individualidade, sua dignidade e seus direitos, como o direito à privacidade, à autonomia e à participação.

      • Auto-cuidado: é importante cuidar de si mesmo, buscando formas de aliviar o estresse, a ansiedade e a tristeza que podem surgir ao lidar com a DFT, como praticar exercícios físicos, ter hobbies, fazer terapia ou participar de grupos de apoio.

    A DFT é uma doença desafiadora que requer atenção e dedicação de todos os envolvidos. Por isso, é essencial buscar ajuda profissional e apoio familiar e social para enfrentar essa situação da melhor forma possível.

  • 5 aplicativos que ajudam a perder peso de forma saudável e divertida

    5 aplicativos que ajudam a perder peso de forma saudável e divertida

    Se você está procurando uma forma de emagrecer com saúde, tecnologia e diversão, este post é para você. Nós selecionamos 5 aplicativos que podem te ajudar a perder peso de forma eficaz, seguindo planos de exercícios, dietas, receitas e dicas personalizadas para o seu perfil e objetivo.

    1. MyFitnessPal

    O MyFitnessPal é um dos aplicativos mais populares e completos para quem quer controlar as calorias e os nutrientes que consome no dia a dia. Ele possui um banco de dados com mais de 6 milhões de alimentos cadastrados, que você pode registrar facilmente usando o leitor de código de barras ou a busca por voz. Além disso, ele permite que você crie suas próprias receitas e acompanhe as informações nutricionais de cada uma.

    O aplicativo também te ajuda a definir uma meta de peso e calorias diárias, baseada no seu perfil, nível de atividade física e objetivo. Você pode sincronizar o MyFitnessPal com outros aplicativos e dispositivos fitness, como o Fitbit, o Strava e o Google Fit, para ter uma visão mais completa do seu progresso e desempenho.

    O MyFitnessPal é gratuito, mas possui uma versão premium que oferece recursos extras, como análise detalhada dos macronutrientes, relatórios personalizados, receitas exclusivas e dicas de nutrição.

    2. Nike Training Club

    O Nike Training Club é um aplicativo que oferece mais de 200 treinos de diferentes modalidades, como força, resistência, mobilidade, yoga e pilates. Os treinos variam de 15 a 45 minutos e são adaptados ao seu nível de condicionamento físico e disponibilidade de equipamentos. Você pode escolher entre treinos individuais ou planos personalizados, que se ajustam ao seu ritmo e feedback.

    O aplicativo também conta com instruções em áudio e vídeo de treinadores profissionais da Nike, que te orientam e motivam durante os exercícios. Além disso, ele possui um sistema de recompensas que te premia com troféus, medalhas e badges conforme você completa os treinos e desafios.

    O Nike Training Club é gratuito e se integra com o Nike Run Club, outro aplicativo da marca que foca em corridas e caminhadas.

    3. Dieta e Saúde

    O Dieta e Saúde é um aplicativo brasileiro que utiliza o método dos pontos para te ajudar a emagrecer. Ele funciona assim: você informa seus dados pessoais, seu peso atual e seu peso desejado, e o aplicativo calcula quantos pontos você pode consumir por dia para atingir sua meta. Cada alimento equivale a uma quantidade de pontos, que você pode consultar no banco de dados do app ou usando o leitor de código de barras.

    O aplicativo também te ajuda a planejar suas refeições, sugerindo cardápios balanceados e receitas saudáveis. Você pode ainda registrar suas atividades físicas e acompanhar as calorias gastas e os pontos ganhos com elas.

    O Dieta e Saúde é gratuito por 7 dias, depois disso é necessário assinar um plano mensal ou anual para continuar usando o app. O plano inclui acesso a uma comunidade online de apoio, chat com nutricionistas e coaches, cursos online e podcasts sobre saúde e bem-estar.

    4. Monitore seu Peso

    O Monitore seu Peso é um aplicativo simples e prático para quem quer acompanhar sua evolução na balança. Ele permite que você registre seu peso diariamente ou periodicamente, usando uma interface intuitiva e fácil de usar. Você pode também inserir outras medidas corporais, como altura, circunferência da cintura, do quadril e do pescoço.

    O aplicativo gera gráficos e estatísticas que mostram seu progresso em relação à sua meta de peso, seu índice de massa corporal (IMC), sua taxa metabólica basal (TMB) e sua porcentagem de gordura corporal. Você pode ainda configurar lembretes para não esquecer de se pesar e receber dicas e motivação para continuar na sua jornada.

    O Monitore seu Peso é gratuito e possui uma versão premium que remove os anúncios e oferece recursos adicionais, como backup na nuvem, exportação de dados e sincronização com o Google Fit.

    5. Adidas Running

    O Adidas Running é um aplicativo para quem gosta de correr ou caminhar ao ar livre ou na esteira. Ele permite que você registre e monitore seus treinos, usando o GPS do seu celular ou um dispositivo conectado, como um smartwatch ou uma pulseira fitness. Você pode ver informações como distância, tempo, velocidade, ritmo, calorias e altitude.

    O aplicativo também te ajuda a definir e alcançar suas metas de corrida, seja emagrecer, melhorar seu condicionamento físico ou participar de uma prova. Você pode escolher entre planos de treino personalizados, desafios mensais e corridas virtuais com outros usuários do app.

    O Adidas Running é gratuito e se integra com o Adidas Training, outro aplicativo da marca que foca em exercícios de força e resistência.

    Esses foram os 5 aplicativos que ajudam a perder peso de forma saudável e divertida. Esperamos que você tenha gostado das nossas sugestões e que elas te inspirem a começar ou continuar sua jornada rumo ao seu peso ideal. Lembre-se sempre de consultar um médico e um nutricionista antes de iniciar qualquer programa de exercícios ou dieta.

    1. MyFitnessPal

    O MyFitnessPal é um dos aplicativos mais populares e completos para quem quer controlar as calorias e os nutrientes que consome no dia a dia. Ele possui um banco de dados com mais de 6 milhões de alimentos cadastrados, que você pode registrar facilmente usando o leitor de código de barras ou a busca por voz. Além disso, ele permite que você crie suas próprias receitas e acompanhe as informações nutricionais de cada uma.

    O aplicativo também te ajuda a definir uma meta de peso e calorias diárias, baseada no seu perfil, nível de atividade física e objetivo. Você pode sincronizar o MyFitnessPal com outros aplicativos e dispositivos fitness, como o Fitbit, o Strava e o Google Fit, para ter uma visão mais completa do seu progresso e desempenho.

    O MyFitnessPal é gratuito, mas possui uma versão premium que oferece recursos extras, como análise detalhada dos macronutrientes, relatórios personalizados, receitas exclusivas e dicas de nutrição.

    2. Nike Training Club

    O Nike Training Club é um aplicativo que oferece mais de 200 treinos de diferentes modalidades, como força, resistência, mobilidade, yoga e pilates. Os treinos variam de 15 a 45 minutos e são adaptados ao seu nível de condicionamento físico e disponibilidade de equipamentos. Você pode escolher entre treinos individuais ou planos personalizados, que se ajustam ao seu ritmo e feedback.

    O aplicativo também conta com instruções em áudio e vídeo de treinadores profissionais da Nike, que te orientam e motivam durante os exercícios. Além disso, ele possui um sistema de recompensas que te premia com troféus, medalhas e badges conforme você completa os treinos e desafios.

    O Nike Training Club é gratuito e se integra com o Nike Run Club, outro aplicativo da marca que foca em corridas e caminhadas.

    3. Dieta e Saúde

    O Dieta e Saúde é um aplicativo brasileiro que utiliza o método dos pontos para te ajudar a emagrecer. Ele funciona assim: você informa seus dados pessoais, seu peso atual e seu peso desejado, e o aplicativo calcula quantos pontos você pode consumir por dia para atingir sua meta. Cada alimento equivale a uma quantidade de pontos, que você pode consultar no banco de dados do app ou usando o leitor de código de barras.

    O aplicativo também te ajuda a planejar suas refeições, sugerindo cardápios balanceados e receitas saudáveis. Você pode ainda registrar suas atividades físicas e acompanhar as calorias gastas e os pontos ganhos com elas.

    O Dieta e Saúde é gratuito por 7 dias, depois disso é necessário assinar um plano mensal ou anual para continuar usando o app. O plano inclui acesso a uma comunidade online de apoio, chat com nutricionistas e coaches, cursos online e podcasts sobre saúde e bem-estar.

    4. Monitore seu Peso

    O Monitore seu Peso é um aplicativo simples e prático para quem quer acompanhar sua evolução na balança. Ele permite que você registre seu peso diariamente ou periodicamente, usando uma interface intuitiva e fácil de usar. Você pode também inserir outras medidas corporais, como altura, circunferência da cintura, do quadril e do pescoço.

    O aplicativo gera gráficos e estatísticas que mostram seu progresso em relação à sua meta de peso, seu índice de massa corporal (IMC), sua taxa metabólica basal (TMB) e sua porcentagem de gordura corporal. Você pode ainda configurar lembretes para não esquecer de se pesar e receber dicas e motivação para continuar na sua jornada.

    O Monitore seu Peso é gratuito e possui uma versão premium que remove os anúncios e oferece recursos adicionais, como backup na nuvem, exportação de dados e sincronização com o Google Fit.

    5. Adidas Running

    O Adidas Running é um aplicativo para quem gosta de correr ou caminhar ao ar livre ou na esteira. Ele permite que você registre e monitore seus treinos, usando o GPS do seu celular ou um dispositivo conectado, como um smartwatch ou uma pulseira fitness. Você pode ver informações como distância, tempo, velocidade, ritmo, calorias e altitude.

    O aplicativo também te ajuda a definir e alcançar suas metas de corrida, seja emagrecer, melhorar seu condicionamento físico ou participar de uma prova. Você pode escolher entre planos de treino personalizados, desafios mensais e corridas virtuais com outros usuários do app.

    O Adidas Running é gratuito e se integra com o Adidas Training, outro aplicativo da marca que foca em exercícios de força e resistência.

    Esses foram os 5 aplicativos que ajudam a perder peso de forma saudável e divertida. Esperamos que você tenha gostado das nossas sugestões e que elas te inspirem a começar ou continuar sua jornada rumo ao seu peso ideal. Lembre-se sempre de consultar um médico e um nutricionista antes de iniciar qualquer programa de exercícios ou dieta.

  • Casos de demência no Brasil devem triplicar até 2050: entenda o que é essa doença e como se proteger dela

    Casos de demência no Brasil devem triplicar até 2050: entenda o que é essa doença e como se proteger dela

    A demência é uma doença que afeta a capacidade cognitiva e funcional das pessoas, causando perda de memória, dificuldade de raciocínio, alterações de humor e comportamento, entre outros sintomas.

    A demência pode ter várias causas, mas as mais comuns são o Alzheimer, a demência vascular e a demência com corpos de Lewy, que são provocadas pelo acúmulo de proteínas deformadas no cérebro. Não há cura para essas formas de demência, mas existem tratamentos que podem retardar a progressão da doença ou aliviar os sintomas.

    A demência é um problema de saúde pública que deve aumentar nas próximas décadas devido ao envelhecimento da população. Segundo estimativas de pesquisadores brasileiros e estrangeiros, o número de casos de demência no mundo deve passar de 55 milhões em 2020 para 152 milhões em 2050, sendo que o Brasil terá um crescimento proporcionalmente maior do que os países ricos, principalmente nas regiões mais pobres. O custo social e econômico da demência é enorme, pois afeta não só as pessoas com a doença, mas também seus familiares e cuidadores.

    A prevenção e a intervenção na demência são possíveis e necessárias, baseadas em 12 fatores de risco modificáveis, como baixo nível educacional, obesidade, diabetes, hipertensão e consumo de álcool. O controle desses fatores pode reduzir até 48% dos casos de demência no Brasil, sendo que o aumento do nível educacional é o fator com maior potencial. Além disso, é preciso melhorar o diagnóstico, o manejo e o cuidado das pessoas com demência no sistema de saúde e nas famílias, oferecendo apoio psicológico, social e legal aos pacientes e aos cuidadores. Também é importante promover a saúde cerebral desde a infância até a velhice, através de políticas públicas que estimulem hábitos saudáveis, atividades físicas, mentais e sociais.

    A demência é um desafio crescente para o Brasil e o mundo, mas também uma oportunidade para desenvolver pesquisas, inovações e soluções que possam melhorar a qualidade de vida das pessoas com a doença e seus familiares.

    Fonte: Link.

    A demência pode ter várias causas, mas as mais comuns são o Alzheimer, a demência vascular e a demência com corpos de Lewy, que são provocadas pelo acúmulo de proteínas deformadas no cérebro. Não há cura para essas formas de demência, mas existem tratamentos que podem retardar a progressão da doença ou aliviar os sintomas.

    A demência é um problema de saúde pública que deve aumentar nas próximas décadas devido ao envelhecimento da população. Segundo estimativas de pesquisadores brasileiros e estrangeiros, o número de casos de demência no mundo deve passar de 55 milhões em 2020 para 152 milhões em 2050, sendo que o Brasil terá um crescimento proporcionalmente maior do que os países ricos, principalmente nas regiões mais pobres. O custo social e econômico da demência é enorme, pois afeta não só as pessoas com a doença, mas também seus familiares e cuidadores.

    A prevenção e a intervenção na demência são possíveis e necessárias, baseadas em 12 fatores de risco modificáveis, como baixo nível educacional, obesidade, diabetes, hipertensão e consumo de álcool. O controle desses fatores pode reduzir até 48% dos casos de demência no Brasil, sendo que o aumento do nível educacional é o fator com maior potencial. Além disso, é preciso melhorar o diagnóstico, o manejo e o cuidado das pessoas com demência no sistema de saúde e nas famílias, oferecendo apoio psicológico, social e legal aos pacientes e aos cuidadores. Também é importante promover a saúde cerebral desde a infância até a velhice, através de políticas públicas que estimulem hábitos saudáveis, atividades físicas, mentais e sociais.

    A demência é um desafio crescente para o Brasil e o mundo, mas também uma oportunidade para desenvolver pesquisas, inovações e soluções que possam melhorar a qualidade de vida das pessoas com a doença e seus familiares.

    Fonte: Link.

  • Saiba como funciona a vacina contra a dengue que já pode ser encontrada em clínicas privadas

    Saiba como funciona a vacina contra a dengue que já pode ser encontrada em clínicas privadas

    A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que pode causar febre, dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, manchas vermelhas na pele e, em alguns casos, complicações graves que podem levar à morte.

    Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registrou mais de 1 milhão de casos de dengue em 2020, com 528 mortes.

    Para prevenir a doença, além de eliminar os criadouros do mosquito, uma opção é a vacinação. No Brasil, já existe uma vacina contra a dengue produzida pelo laboratório japonês Takeda, que recebeu o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em dezembro de 2019. Essa vacina protege contra quatro diferentes sorotipos do vírus causador da doença e tem eficácia geral de 80,2%, ou seja, reduz em 80% o risco de contrair a dengue após a vacinação.

    A vacina japonesa é aplicada em três doses, com intervalo de seis meses entre elas, e pode ser usada por pessoas de 4 a 60 anos de idade. Ela já está disponível em clínicas particulares de algumas cidades brasileiras, mas ainda não faz parte do Sistema Único de Saúde (SUS). Para ser oferecida pelo SUS, a vacina ainda depende da avaliação e aprovação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), um órgão que analisa a eficácia, a segurança e o custo-benefício das novas tecnologias para a saúde pública. Esse processo pode demorar pelo menos um ano para acontecer.

    Enquanto isso, o Instituto Butantan, um centro de pesquisa ligado ao governo de São Paulo, tem desenvolvido desde 2009 uma vacina brasileira contra a dengue, que chegou à fase final de testes neste ano. Essa vacina também protege contra os quatro sorotipos do vírus e apresentou eficácia de 76,89%, ou seja, reduz em quase 77% o risco de contrair a dengue após a vacinação. A vacina brasileira é aplicada em dose única e pode ser usada por pessoas de 2 a 59 anos de idade.

    De acordo com nota divulgada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que colabora com a realização dos testes, a expectativa é de que em dois anos a vacina nacional esteja disponível para a população. O Instituto Butantan já solicitou à Anvisa o registro da vacina e espera obter a autorização até o final deste ano. Se isso acontecer, a vacina poderá ser produzida em larga escala e distribuída pelo SUS.

    As duas vacinas contra a dengue são consideradas seguras e bem toleradas pelos voluntários que participaram dos estudos clínicos. Os efeitos colaterais mais comuns foram dor e vermelhidão no local da aplicação, dor de cabeça e febre baixa. Esses sintomas costumam desaparecer em poucos dias.

    A vacinação contra a dengue é uma forma importante de prevenir a doença e suas complicações, mas não dispensa os cuidados para evitar a proliferação do mosquito transmissor. Por isso, é recomendado manter os ambientes limpos e livres de água parada, usar repelentes e telas nas janelas e portas.

    Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registrou mais de 1 milhão de casos de dengue em 2020, com 528 mortes.

    Para prevenir a doença, além de eliminar os criadouros do mosquito, uma opção é a vacinação. No Brasil, já existe uma vacina contra a dengue produzida pelo laboratório japonês Takeda, que recebeu o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em dezembro de 2019. Essa vacina protege contra quatro diferentes sorotipos do vírus causador da doença e tem eficácia geral de 80,2%, ou seja, reduz em 80% o risco de contrair a dengue após a vacinação.

    A vacina japonesa é aplicada em três doses, com intervalo de seis meses entre elas, e pode ser usada por pessoas de 4 a 60 anos de idade. Ela já está disponível em clínicas particulares de algumas cidades brasileiras, mas ainda não faz parte do Sistema Único de Saúde (SUS). Para ser oferecida pelo SUS, a vacina ainda depende da avaliação e aprovação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), um órgão que analisa a eficácia, a segurança e o custo-benefício das novas tecnologias para a saúde pública. Esse processo pode demorar pelo menos um ano para acontecer.

    Enquanto isso, o Instituto Butantan, um centro de pesquisa ligado ao governo de São Paulo, tem desenvolvido desde 2009 uma vacina brasileira contra a dengue, que chegou à fase final de testes neste ano. Essa vacina também protege contra os quatro sorotipos do vírus e apresentou eficácia de 76,89%, ou seja, reduz em quase 77% o risco de contrair a dengue após a vacinação. A vacina brasileira é aplicada em dose única e pode ser usada por pessoas de 2 a 59 anos de idade.

    De acordo com nota divulgada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que colabora com a realização dos testes, a expectativa é de que em dois anos a vacina nacional esteja disponível para a população. O Instituto Butantan já solicitou à Anvisa o registro da vacina e espera obter a autorização até o final deste ano. Se isso acontecer, a vacina poderá ser produzida em larga escala e distribuída pelo SUS.

    As duas vacinas contra a dengue são consideradas seguras e bem toleradas pelos voluntários que participaram dos estudos clínicos. Os efeitos colaterais mais comuns foram dor e vermelhidão no local da aplicação, dor de cabeça e febre baixa. Esses sintomas costumam desaparecer em poucos dias.

    A vacinação contra a dengue é uma forma importante de prevenir a doença e suas complicações, mas não dispensa os cuidados para evitar a proliferação do mosquito transmissor. Por isso, é recomendado manter os ambientes limpos e livres de água parada, usar repelentes e telas nas janelas e portas.

  • Inteligência artificial supera métodos tradicionais para diagnosticar ataques cardíacos

    Inteligência artificial supera métodos tradicionais para diagnosticar ataques cardíacos

    Uma nova ferramenta de inteligência artificial usa leituras de eletrocardiograma (ECG) para diagnosticar e classificar ataques cardíacos de forma mais rápida e precisa do que os métodos atuais. A ferramenta foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Pittsburgh e da Universidade de Toronto e pode ajudar a salvar vidas.

    Um ataque cardíaco acontece quando o sangue não chega ao coração por causa de um bloqueio em uma artéria. O ECG é um exame que mede a atividade elétrica do coração e mostra se ele está funcionando bem ou não. O ECG é um dos primeiros exames feitos quando alguém chega ao hospital com dor no peito, um dos sintomas mais comuns de um ataque cardíaco.

    A nova ferramenta usa algoritmos de aprendizado de máquina para analisar o ECG e identificar padrões que indicam se o paciente teve ou não um ataque cardíaco e qual o grau de gravidade. A ferramenta também leva em conta outros fatores, como a idade, o sexo, a pressão arterial e os medicamentos que o paciente está tomando.

    A ferramenta foi testada com dados de mais de 11 mil pacientes com dor no peito em quatro hospitais diferentes nos Estados Unidos e no Canadá. Os resultados mostraram que a ferramenta foi melhor do que três padrões ouro para avaliar eventos cardíacos: a interpretação clínica do ECG, os algoritmos comerciais de ECG e o escore HEART, que considera a história do paciente, a idade, os fatores de risco e o nível de uma proteína chamada troponina no sangue.

    A ferramenta ajuda a detectar pistas sutis no ECG que são difíceis para os médicos verem e melhora a classificação dos pacientes com dor no peito. Ela pode reclassificar um em cada três pacientes como baixo, intermediário ou alto risco. Isso pode ajudar a decidir quais pacientes precisam de tratamento imediato para restaurar o fluxo sanguíneo para o coração e quais podem ir para um hospital sem uma unidade especializada em cardiologia.

    A próxima fase da pesquisa é otimizar como a ferramenta será usada em parceria com os serviços médicos de emergência da cidade de Pittsburgh. A ferramenta vai analisar o ECG e enviar uma avaliação de risco do paciente, orientando as decisões médicas em tempo real.

    Os pesquisadores esperam que a ferramenta possa ser usada em outros lugares do mundo e contribua para reduzir as mortes por ataques cardíacos, que são uma das principais causas de morte no mundo.

    Fonte: Link.

    Um ataque cardíaco acontece quando o sangue não chega ao coração por causa de um bloqueio em uma artéria. O ECG é um exame que mede a atividade elétrica do coração e mostra se ele está funcionando bem ou não. O ECG é um dos primeiros exames feitos quando alguém chega ao hospital com dor no peito, um dos sintomas mais comuns de um ataque cardíaco.

    A nova ferramenta usa algoritmos de aprendizado de máquina para analisar o ECG e identificar padrões que indicam se o paciente teve ou não um ataque cardíaco e qual o grau de gravidade. A ferramenta também leva em conta outros fatores, como a idade, o sexo, a pressão arterial e os medicamentos que o paciente está tomando.

    A ferramenta foi testada com dados de mais de 11 mil pacientes com dor no peito em quatro hospitais diferentes nos Estados Unidos e no Canadá. Os resultados mostraram que a ferramenta foi melhor do que três padrões ouro para avaliar eventos cardíacos: a interpretação clínica do ECG, os algoritmos comerciais de ECG e o escore HEART, que considera a história do paciente, a idade, os fatores de risco e o nível de uma proteína chamada troponina no sangue.

    A ferramenta ajuda a detectar pistas sutis no ECG que são difíceis para os médicos verem e melhora a classificação dos pacientes com dor no peito. Ela pode reclassificar um em cada três pacientes como baixo, intermediário ou alto risco. Isso pode ajudar a decidir quais pacientes precisam de tratamento imediato para restaurar o fluxo sanguíneo para o coração e quais podem ir para um hospital sem uma unidade especializada em cardiologia.

    A próxima fase da pesquisa é otimizar como a ferramenta será usada em parceria com os serviços médicos de emergência da cidade de Pittsburgh. A ferramenta vai analisar o ECG e enviar uma avaliação de risco do paciente, orientando as decisões médicas em tempo real.

    Os pesquisadores esperam que a ferramenta possa ser usada em outros lugares do mundo e contribua para reduzir as mortes por ataques cardíacos, que são uma das principais causas de morte no mundo.

    Fonte: Link.