Categoria: Saúde

  • Casos de demência no Brasil devem triplicar até 2050: entenda o que é essa doença e como se proteger dela

    Casos de demência no Brasil devem triplicar até 2050: entenda o que é essa doença e como se proteger dela

    A demência é uma doença que afeta a capacidade cognitiva e funcional das pessoas, causando perda de memória, dificuldade de raciocínio, alterações de humor e comportamento, entre outros sintomas.

    A demência pode ter várias causas, mas as mais comuns são o Alzheimer, a demência vascular e a demência com corpos de Lewy, que são provocadas pelo acúmulo de proteínas deformadas no cérebro. Não há cura para essas formas de demência, mas existem tratamentos que podem retardar a progressão da doença ou aliviar os sintomas.

    A demência é um problema de saúde pública que deve aumentar nas próximas décadas devido ao envelhecimento da população. Segundo estimativas de pesquisadores brasileiros e estrangeiros, o número de casos de demência no mundo deve passar de 55 milhões em 2020 para 152 milhões em 2050, sendo que o Brasil terá um crescimento proporcionalmente maior do que os países ricos, principalmente nas regiões mais pobres. O custo social e econômico da demência é enorme, pois afeta não só as pessoas com a doença, mas também seus familiares e cuidadores.

    A prevenção e a intervenção na demência são possíveis e necessárias, baseadas em 12 fatores de risco modificáveis, como baixo nível educacional, obesidade, diabetes, hipertensão e consumo de álcool. O controle desses fatores pode reduzir até 48% dos casos de demência no Brasil, sendo que o aumento do nível educacional é o fator com maior potencial. Além disso, é preciso melhorar o diagnóstico, o manejo e o cuidado das pessoas com demência no sistema de saúde e nas famílias, oferecendo apoio psicológico, social e legal aos pacientes e aos cuidadores. Também é importante promover a saúde cerebral desde a infância até a velhice, através de políticas públicas que estimulem hábitos saudáveis, atividades físicas, mentais e sociais.

    A demência é um desafio crescente para o Brasil e o mundo, mas também uma oportunidade para desenvolver pesquisas, inovações e soluções que possam melhorar a qualidade de vida das pessoas com a doença e seus familiares.

    Fonte: Link.

    A demência pode ter várias causas, mas as mais comuns são o Alzheimer, a demência vascular e a demência com corpos de Lewy, que são provocadas pelo acúmulo de proteínas deformadas no cérebro. Não há cura para essas formas de demência, mas existem tratamentos que podem retardar a progressão da doença ou aliviar os sintomas.

    A demência é um problema de saúde pública que deve aumentar nas próximas décadas devido ao envelhecimento da população. Segundo estimativas de pesquisadores brasileiros e estrangeiros, o número de casos de demência no mundo deve passar de 55 milhões em 2020 para 152 milhões em 2050, sendo que o Brasil terá um crescimento proporcionalmente maior do que os países ricos, principalmente nas regiões mais pobres. O custo social e econômico da demência é enorme, pois afeta não só as pessoas com a doença, mas também seus familiares e cuidadores.

    A prevenção e a intervenção na demência são possíveis e necessárias, baseadas em 12 fatores de risco modificáveis, como baixo nível educacional, obesidade, diabetes, hipertensão e consumo de álcool. O controle desses fatores pode reduzir até 48% dos casos de demência no Brasil, sendo que o aumento do nível educacional é o fator com maior potencial. Além disso, é preciso melhorar o diagnóstico, o manejo e o cuidado das pessoas com demência no sistema de saúde e nas famílias, oferecendo apoio psicológico, social e legal aos pacientes e aos cuidadores. Também é importante promover a saúde cerebral desde a infância até a velhice, através de políticas públicas que estimulem hábitos saudáveis, atividades físicas, mentais e sociais.

    A demência é um desafio crescente para o Brasil e o mundo, mas também uma oportunidade para desenvolver pesquisas, inovações e soluções que possam melhorar a qualidade de vida das pessoas com a doença e seus familiares.

    Fonte: Link.

  • Saiba como funciona a vacina contra a dengue que já pode ser encontrada em clínicas privadas

    Saiba como funciona a vacina contra a dengue que já pode ser encontrada em clínicas privadas

    A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que pode causar febre, dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, manchas vermelhas na pele e, em alguns casos, complicações graves que podem levar à morte.

    Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registrou mais de 1 milhão de casos de dengue em 2020, com 528 mortes.

    Para prevenir a doença, além de eliminar os criadouros do mosquito, uma opção é a vacinação. No Brasil, já existe uma vacina contra a dengue produzida pelo laboratório japonês Takeda, que recebeu o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em dezembro de 2019. Essa vacina protege contra quatro diferentes sorotipos do vírus causador da doença e tem eficácia geral de 80,2%, ou seja, reduz em 80% o risco de contrair a dengue após a vacinação.

    A vacina japonesa é aplicada em três doses, com intervalo de seis meses entre elas, e pode ser usada por pessoas de 4 a 60 anos de idade. Ela já está disponível em clínicas particulares de algumas cidades brasileiras, mas ainda não faz parte do Sistema Único de Saúde (SUS). Para ser oferecida pelo SUS, a vacina ainda depende da avaliação e aprovação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), um órgão que analisa a eficácia, a segurança e o custo-benefício das novas tecnologias para a saúde pública. Esse processo pode demorar pelo menos um ano para acontecer.

    Enquanto isso, o Instituto Butantan, um centro de pesquisa ligado ao governo de São Paulo, tem desenvolvido desde 2009 uma vacina brasileira contra a dengue, que chegou à fase final de testes neste ano. Essa vacina também protege contra os quatro sorotipos do vírus e apresentou eficácia de 76,89%, ou seja, reduz em quase 77% o risco de contrair a dengue após a vacinação. A vacina brasileira é aplicada em dose única e pode ser usada por pessoas de 2 a 59 anos de idade.

    De acordo com nota divulgada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que colabora com a realização dos testes, a expectativa é de que em dois anos a vacina nacional esteja disponível para a população. O Instituto Butantan já solicitou à Anvisa o registro da vacina e espera obter a autorização até o final deste ano. Se isso acontecer, a vacina poderá ser produzida em larga escala e distribuída pelo SUS.

    As duas vacinas contra a dengue são consideradas seguras e bem toleradas pelos voluntários que participaram dos estudos clínicos. Os efeitos colaterais mais comuns foram dor e vermelhidão no local da aplicação, dor de cabeça e febre baixa. Esses sintomas costumam desaparecer em poucos dias.

    A vacinação contra a dengue é uma forma importante de prevenir a doença e suas complicações, mas não dispensa os cuidados para evitar a proliferação do mosquito transmissor. Por isso, é recomendado manter os ambientes limpos e livres de água parada, usar repelentes e telas nas janelas e portas.

    Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registrou mais de 1 milhão de casos de dengue em 2020, com 528 mortes.

    Para prevenir a doença, além de eliminar os criadouros do mosquito, uma opção é a vacinação. No Brasil, já existe uma vacina contra a dengue produzida pelo laboratório japonês Takeda, que recebeu o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em dezembro de 2019. Essa vacina protege contra quatro diferentes sorotipos do vírus causador da doença e tem eficácia geral de 80,2%, ou seja, reduz em 80% o risco de contrair a dengue após a vacinação.

    A vacina japonesa é aplicada em três doses, com intervalo de seis meses entre elas, e pode ser usada por pessoas de 4 a 60 anos de idade. Ela já está disponível em clínicas particulares de algumas cidades brasileiras, mas ainda não faz parte do Sistema Único de Saúde (SUS). Para ser oferecida pelo SUS, a vacina ainda depende da avaliação e aprovação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), um órgão que analisa a eficácia, a segurança e o custo-benefício das novas tecnologias para a saúde pública. Esse processo pode demorar pelo menos um ano para acontecer.

    Enquanto isso, o Instituto Butantan, um centro de pesquisa ligado ao governo de São Paulo, tem desenvolvido desde 2009 uma vacina brasileira contra a dengue, que chegou à fase final de testes neste ano. Essa vacina também protege contra os quatro sorotipos do vírus e apresentou eficácia de 76,89%, ou seja, reduz em quase 77% o risco de contrair a dengue após a vacinação. A vacina brasileira é aplicada em dose única e pode ser usada por pessoas de 2 a 59 anos de idade.

    De acordo com nota divulgada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que colabora com a realização dos testes, a expectativa é de que em dois anos a vacina nacional esteja disponível para a população. O Instituto Butantan já solicitou à Anvisa o registro da vacina e espera obter a autorização até o final deste ano. Se isso acontecer, a vacina poderá ser produzida em larga escala e distribuída pelo SUS.

    As duas vacinas contra a dengue são consideradas seguras e bem toleradas pelos voluntários que participaram dos estudos clínicos. Os efeitos colaterais mais comuns foram dor e vermelhidão no local da aplicação, dor de cabeça e febre baixa. Esses sintomas costumam desaparecer em poucos dias.

    A vacinação contra a dengue é uma forma importante de prevenir a doença e suas complicações, mas não dispensa os cuidados para evitar a proliferação do mosquito transmissor. Por isso, é recomendado manter os ambientes limpos e livres de água parada, usar repelentes e telas nas janelas e portas.

  • Inteligência artificial supera métodos tradicionais para diagnosticar ataques cardíacos

    Inteligência artificial supera métodos tradicionais para diagnosticar ataques cardíacos

    Uma nova ferramenta de inteligência artificial usa leituras de eletrocardiograma (ECG) para diagnosticar e classificar ataques cardíacos de forma mais rápida e precisa do que os métodos atuais. A ferramenta foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Pittsburgh e da Universidade de Toronto e pode ajudar a salvar vidas.

    Um ataque cardíaco acontece quando o sangue não chega ao coração por causa de um bloqueio em uma artéria. O ECG é um exame que mede a atividade elétrica do coração e mostra se ele está funcionando bem ou não. O ECG é um dos primeiros exames feitos quando alguém chega ao hospital com dor no peito, um dos sintomas mais comuns de um ataque cardíaco.

    A nova ferramenta usa algoritmos de aprendizado de máquina para analisar o ECG e identificar padrões que indicam se o paciente teve ou não um ataque cardíaco e qual o grau de gravidade. A ferramenta também leva em conta outros fatores, como a idade, o sexo, a pressão arterial e os medicamentos que o paciente está tomando.

    A ferramenta foi testada com dados de mais de 11 mil pacientes com dor no peito em quatro hospitais diferentes nos Estados Unidos e no Canadá. Os resultados mostraram que a ferramenta foi melhor do que três padrões ouro para avaliar eventos cardíacos: a interpretação clínica do ECG, os algoritmos comerciais de ECG e o escore HEART, que considera a história do paciente, a idade, os fatores de risco e o nível de uma proteína chamada troponina no sangue.

    A ferramenta ajuda a detectar pistas sutis no ECG que são difíceis para os médicos verem e melhora a classificação dos pacientes com dor no peito. Ela pode reclassificar um em cada três pacientes como baixo, intermediário ou alto risco. Isso pode ajudar a decidir quais pacientes precisam de tratamento imediato para restaurar o fluxo sanguíneo para o coração e quais podem ir para um hospital sem uma unidade especializada em cardiologia.

    A próxima fase da pesquisa é otimizar como a ferramenta será usada em parceria com os serviços médicos de emergência da cidade de Pittsburgh. A ferramenta vai analisar o ECG e enviar uma avaliação de risco do paciente, orientando as decisões médicas em tempo real.

    Os pesquisadores esperam que a ferramenta possa ser usada em outros lugares do mundo e contribua para reduzir as mortes por ataques cardíacos, que são uma das principais causas de morte no mundo.

    Fonte: Link.

    Um ataque cardíaco acontece quando o sangue não chega ao coração por causa de um bloqueio em uma artéria. O ECG é um exame que mede a atividade elétrica do coração e mostra se ele está funcionando bem ou não. O ECG é um dos primeiros exames feitos quando alguém chega ao hospital com dor no peito, um dos sintomas mais comuns de um ataque cardíaco.

    A nova ferramenta usa algoritmos de aprendizado de máquina para analisar o ECG e identificar padrões que indicam se o paciente teve ou não um ataque cardíaco e qual o grau de gravidade. A ferramenta também leva em conta outros fatores, como a idade, o sexo, a pressão arterial e os medicamentos que o paciente está tomando.

    A ferramenta foi testada com dados de mais de 11 mil pacientes com dor no peito em quatro hospitais diferentes nos Estados Unidos e no Canadá. Os resultados mostraram que a ferramenta foi melhor do que três padrões ouro para avaliar eventos cardíacos: a interpretação clínica do ECG, os algoritmos comerciais de ECG e o escore HEART, que considera a história do paciente, a idade, os fatores de risco e o nível de uma proteína chamada troponina no sangue.

    A ferramenta ajuda a detectar pistas sutis no ECG que são difíceis para os médicos verem e melhora a classificação dos pacientes com dor no peito. Ela pode reclassificar um em cada três pacientes como baixo, intermediário ou alto risco. Isso pode ajudar a decidir quais pacientes precisam de tratamento imediato para restaurar o fluxo sanguíneo para o coração e quais podem ir para um hospital sem uma unidade especializada em cardiologia.

    A próxima fase da pesquisa é otimizar como a ferramenta será usada em parceria com os serviços médicos de emergência da cidade de Pittsburgh. A ferramenta vai analisar o ECG e enviar uma avaliação de risco do paciente, orientando as decisões médicas em tempo real.

    Os pesquisadores esperam que a ferramenta possa ser usada em outros lugares do mundo e contribua para reduzir as mortes por ataques cardíacos, que são uma das principais causas de morte no mundo.

    Fonte: Link.

  • Acne pode matar? Saiba como prevenir e tratar a doença de pele

    Acne pode matar? Saiba como prevenir e tratar a doença de pele

    A acne é uma doença inflamatória da pele que pode causar cravos, espinhas e cistos. Ela afeta principalmente os adolescentes, mas também pode ocorrer em adultos, especialmente em mulheres.

    A acne pode trazer prejuízos estéticos, psicológicos e físicos, podendo até mesmo levar à morte em casos raros e graves.

    Para evitar essas complicações, é importante cuidar da pele e da saúde de forma adequada. Segundo especialistas da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), existem algumas dicas simples que podem ajudar a prevenir e tratar a acne no dia a dia. Confira:

    • Lave o rosto duas vezes por dia com um sabonete ou produto de limpeza indicado para pele oleosa ou acneica. Isso ajuda a remover o excesso de óleo, as impurezas e as células mortas que podem obstruir os poros e causar inflamações.

    • Hidrate a pele com produtos específicos para o seu tipo de pele, preferencialmente não comedogênicos (que não entopem os poros). A hidratação ajuda a manter a pele saudável e equilibrada, evitando o ressecamento e a produção excessiva de sebo.

    • Use maquiagem com moderação e escolha produtos livres de óleo. A maquiagem pode disfarçar as imperfeições da pele, mas também pode piorar a acne se não for removida corretamente ou se contiver ingredientes que aumentem a oleosidade. Por isso, sempre retire a maquiagem antes de dormir e use produtos adequados para a sua pele.

    • Evite colocar produtos oleosos ou gordurosos no cabelo, como gel, pomada ou spray. Esses produtos podem escorrer para o rosto e entupir os poros, favorecendo o surgimento de cravos e espinhas. Mantenha o cabelo limpo e longe do rosto.

    • Proteja-se do sol com um filtro solar específico para pele oleosa ou acneica. A exposição excessiva ao sol pode piorar a inflamação e a vermelhidão da pele, além de aumentar o risco de manchas e cicatrizes. Use um filtro solar com fator de proteção adequado para o seu tom de pele e reaplique-o ao longo do dia.

    • Tenha uma alimentação saudável, rica em frutas, verduras e legumes e pobre em açúcar, frituras, álcool e carne vermelha. Alguns alimentos podem contribuir para o aumento da produção de sebo e a inflamação da pele, enquanto outros podem fornecer nutrientes essenciais para a saúde da pele.

    • Fique atento a alterações hormonais, que podem desencadear ou agravar a acne. As mulheres podem se beneficiar do uso de anticoncepcionais orais para regular os hormônios e diminuir a oleosidade da pele. Os homens podem ter acne relacionada ao uso de anabolizantes ou suplementos alimentares que contenham hormônios.

    • Evite o estresse, que pode afetar o equilíbrio hormonal e imunológico do organismo. O estresse pode aumentar a produção de sebo e de substâncias inflamatórias na pele, além de prejudicar o sono e a imunidade. Pratique atividades físicas, relaxe e durma bem.

    Seguindo essas dicas, você pode prevenir a acne no dia a dia e manter sua pele mais saudável e bonita. No entanto, se você já tem acne ou se as lesões são persistentes, dolorosas ou deixam cicatrizes, procure um dermatologista para um tratamento adequado. Existem vários tratamentos disponíveis para a acne, dependendo do grau e da causa da doença. Alguns exemplos são cremes tópicos, antibióticos orais, isotretinoína oral e procedimentos estéticos.

    Lembre-se: a acne não é contagiosa e não se relaciona à “sujeira” da pele ou do sangue. Ela é uma doença que pode ser controlada e tratada com orientação médica e cuidados diários. Não deixe de cuidar da sua pele e da sua saúde.

    A acne pode trazer prejuízos estéticos, psicológicos e físicos, podendo até mesmo levar à morte em casos raros e graves.

    Para evitar essas complicações, é importante cuidar da pele e da saúde de forma adequada. Segundo especialistas da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), existem algumas dicas simples que podem ajudar a prevenir e tratar a acne no dia a dia. Confira:

    • Lave o rosto duas vezes por dia com um sabonete ou produto de limpeza indicado para pele oleosa ou acneica. Isso ajuda a remover o excesso de óleo, as impurezas e as células mortas que podem obstruir os poros e causar inflamações.

    • Hidrate a pele com produtos específicos para o seu tipo de pele, preferencialmente não comedogênicos (que não entopem os poros). A hidratação ajuda a manter a pele saudável e equilibrada, evitando o ressecamento e a produção excessiva de sebo.

    • Use maquiagem com moderação e escolha produtos livres de óleo. A maquiagem pode disfarçar as imperfeições da pele, mas também pode piorar a acne se não for removida corretamente ou se contiver ingredientes que aumentem a oleosidade. Por isso, sempre retire a maquiagem antes de dormir e use produtos adequados para a sua pele.

    • Evite colocar produtos oleosos ou gordurosos no cabelo, como gel, pomada ou spray. Esses produtos podem escorrer para o rosto e entupir os poros, favorecendo o surgimento de cravos e espinhas. Mantenha o cabelo limpo e longe do rosto.

    • Proteja-se do sol com um filtro solar específico para pele oleosa ou acneica. A exposição excessiva ao sol pode piorar a inflamação e a vermelhidão da pele, além de aumentar o risco de manchas e cicatrizes. Use um filtro solar com fator de proteção adequado para o seu tom de pele e reaplique-o ao longo do dia.

    • Tenha uma alimentação saudável, rica em frutas, verduras e legumes e pobre em açúcar, frituras, álcool e carne vermelha. Alguns alimentos podem contribuir para o aumento da produção de sebo e a inflamação da pele, enquanto outros podem fornecer nutrientes essenciais para a saúde da pele.

    • Fique atento a alterações hormonais, que podem desencadear ou agravar a acne. As mulheres podem se beneficiar do uso de anticoncepcionais orais para regular os hormônios e diminuir a oleosidade da pele. Os homens podem ter acne relacionada ao uso de anabolizantes ou suplementos alimentares que contenham hormônios.

    • Evite o estresse, que pode afetar o equilíbrio hormonal e imunológico do organismo. O estresse pode aumentar a produção de sebo e de substâncias inflamatórias na pele, além de prejudicar o sono e a imunidade. Pratique atividades físicas, relaxe e durma bem.

    Seguindo essas dicas, você pode prevenir a acne no dia a dia e manter sua pele mais saudável e bonita. No entanto, se você já tem acne ou se as lesões são persistentes, dolorosas ou deixam cicatrizes, procure um dermatologista para um tratamento adequado. Existem vários tratamentos disponíveis para a acne, dependendo do grau e da causa da doença. Alguns exemplos são cremes tópicos, antibióticos orais, isotretinoína oral e procedimentos estéticos.

    Lembre-se: a acne não é contagiosa e não se relaciona à “sujeira” da pele ou do sangue. Ela é uma doença que pode ser controlada e tratada com orientação médica e cuidados diários. Não deixe de cuidar da sua pele e da sua saúde.

  • Vacina BCG: o que é, por que é importante e onde encontrar

    Vacina BCG: o que é, por que é importante e onde encontrar

    A vacina BCG é uma das primeiras vacinas que os bebês recebem logo após o nascimento. Ela protege contra a tuberculose, uma doença grave que pode afetar os pulmões e outros órgãos.

    Neste post, você vai saber mais sobre a vacina BCG, por que ela é importante e onde encontrar.

    O que é a vacina BCG?

    A vacina BCG é feita com uma bactéria atenuada, ou seja, enfraquecida, que é semelhante à que causa a tuberculose em humanos. A vacina estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos contra a doença, prevenindo principalmente as formas mais graves, como a meningite tuberculosa e a tuberculose miliar, que se espalha pelo corpo.

    A vacina BCG deve ser aplicada em dose única, preferencialmente no braço, logo após o nascimento. A vacina pode deixar uma cicatriz no local da aplicação, mas isso não é um problema de saúde. A falta de cicatriz também não indica necessidade de revacinação.

    Por que a vacina BCG é importante?

    A vacina BCG é importante para prevenir complicações e mortes causadas pela tuberculose, especialmente em crianças. A tuberculose é uma doença contagiosa que se transmite pelo ar, quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala. Os sintomas mais comuns são tosse persistente, febre, suor noturno, perda de peso e falta de ar.

    A tuberculose tem tratamento, mas requer o uso de vários medicamentos por um longo período. Se não for tratada adequadamente, a doença pode se tornar resistente aos remédios e se agravar. Além disso, a tuberculose pode facilitar a infecção pelo vírus HIV e outras doenças oportunistas.

    A vacinação é uma das principais formas de prevenir a tuberculose e reduzir sua transmissão. Ao se proteger contra a doença, você também protege sua família e sua comunidade.

    Onde encontrar a vacina BCG?

    A vacina BCG é oferecida gratuitamente nas unidades básicas de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). Ela faz parte do calendário nacional de vacinação e está disponível para todas as crianças menores de cinco anos. Se você tem um filho nessa faixa etária, leve-o para se vacinar o quanto antes.

    A vacinação é um direito de todos e um dever dos pais ou responsáveis. Ao vacinar seu filho, você está cuidando da saúde dele e contribuindo para a eliminação da tuberculose no Brasil.

    Neste post, você vai saber mais sobre a vacina BCG, por que ela é importante e onde encontrar.

    O que é a vacina BCG?

    A vacina BCG é feita com uma bactéria atenuada, ou seja, enfraquecida, que é semelhante à que causa a tuberculose em humanos. A vacina estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos contra a doença, prevenindo principalmente as formas mais graves, como a meningite tuberculosa e a tuberculose miliar, que se espalha pelo corpo.

    A vacina BCG deve ser aplicada em dose única, preferencialmente no braço, logo após o nascimento. A vacina pode deixar uma cicatriz no local da aplicação, mas isso não é um problema de saúde. A falta de cicatriz também não indica necessidade de revacinação.

    Por que a vacina BCG é importante?

    A vacina BCG é importante para prevenir complicações e mortes causadas pela tuberculose, especialmente em crianças. A tuberculose é uma doença contagiosa que se transmite pelo ar, quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala. Os sintomas mais comuns são tosse persistente, febre, suor noturno, perda de peso e falta de ar.

    A tuberculose tem tratamento, mas requer o uso de vários medicamentos por um longo período. Se não for tratada adequadamente, a doença pode se tornar resistente aos remédios e se agravar. Além disso, a tuberculose pode facilitar a infecção pelo vírus HIV e outras doenças oportunistas.

    A vacinação é uma das principais formas de prevenir a tuberculose e reduzir sua transmissão. Ao se proteger contra a doença, você também protege sua família e sua comunidade.

    Onde encontrar a vacina BCG?

    A vacina BCG é oferecida gratuitamente nas unidades básicas de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). Ela faz parte do calendário nacional de vacinação e está disponível para todas as crianças menores de cinco anos. Se você tem um filho nessa faixa etária, leve-o para se vacinar o quanto antes.

    A vacinação é um direito de todos e um dever dos pais ou responsáveis. Ao vacinar seu filho, você está cuidando da saúde dele e contribuindo para a eliminação da tuberculose no Brasil.

  • Pesquisadores encontram altos níveis de mercúrio em peixes consumidos no Brasil

    Pesquisadores encontram altos níveis de mercúrio em peixes consumidos no Brasil

    Mais de 20% dos peixes vendidos em 17 cidades de seis estados da região amazônica do Brasil contêm níveis de mercúrio acima do limite seguro estabelecido pela OMS.

    O mercúrio é usado por garimpeiros ilegais para separar o ouro do minério depositado em rios ou perto deles. A contaminação por mercúrio não se limita às regiões de mineração, mas afeta tanto as populações rurais quanto as urbanas, podendo causar problemas neurológicos, endócrinos, cardíacos e comportamentais.

    O peixe é um alimento essencial para a dieta e a cultura dos povos da Amazônia, mas também pode ser uma fonte de risco para a saúde. Segundo um estudo realizado por pesquisadores brasileiros, muitas espécies de peixes comercializadas na região apresentam níveis de mercúrio acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 0,5 micrograma por grama de peso.

    O mercúrio é um metal pesado que pode se acumular no organismo e causar danos ao sistema nervoso central e periférico, ao sistema endócrino, ao músculo cardíaco e ter consequências comportamentais, como depressão e déficit de atenção. O mercúrio é usado por garimpeiros ilegais para separar o ouro do minério depositado em rios ou perto deles. O metal se mistura com a água e entra na cadeia alimentar dos peixes, que são consumidos pelas populações locais.

    O estudo analisou 1.472 amostras de peixes coletadas em 17 cidades de seis estados da região amazônica: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima. Os resultados mostraram que 20,3% das amostras tinham níveis de mercúrio acima do limite seguro. Em alguns estados, como Roraima, esse percentual chegou a 40%. Os peixes mais contaminados foram os carnívoros, como o tucunaré e o pirarucu.

    A contaminação por mercúrio não se limita às regiões de mineração, mas afeta tanto as populações rurais quanto as urbanas. Isso porque algumas espécies de peixes nadam desde perto do Oceano Atlântico até o interior da Amazônia, levando o metal consigo. Além disso, os peixes contaminados são vendidos nos mercados e peixarias das cidades, onde são consumidos pela população urbana.

    O neurocirurgião Erick Jennings, do Hospital Regional do Baixo Amazonas em Santarém, Pará, diz que já tem vários pacientes com diagnóstico de intoxicação por mercúrio e que muitas crianças na região sofrem de déficit de atenção e dificuldades de aprendizagem. Ele afirma que é preciso fazer um monitoramento constante dos níveis de mercúrio nos peixes e na população e alertar sobre os riscos do consumo excessivo.

    O estudo foi realizado pela Fundação Oswaldo Cruz, Universidade Federal do Oeste do Pará, Greenpeace Brasil, Instituto de Pesquisa e Formação Indígena, Instituto Socioambiental e Fundo Mundial para a Natureza Brasil. Os pesquisadores recomendam que sejam adotadas medidas para combater o garimpo ilegal na região amazônica e para proteger os direitos dos povos indígenas e tradicionais que dependem dos recursos naturais para sua sobrevivência.

    Fonte: Link.

    O mercúrio é usado por garimpeiros ilegais para separar o ouro do minério depositado em rios ou perto deles. A contaminação por mercúrio não se limita às regiões de mineração, mas afeta tanto as populações rurais quanto as urbanas, podendo causar problemas neurológicos, endócrinos, cardíacos e comportamentais.

    O peixe é um alimento essencial para a dieta e a cultura dos povos da Amazônia, mas também pode ser uma fonte de risco para a saúde. Segundo um estudo realizado por pesquisadores brasileiros, muitas espécies de peixes comercializadas na região apresentam níveis de mercúrio acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 0,5 micrograma por grama de peso.

    O mercúrio é um metal pesado que pode se acumular no organismo e causar danos ao sistema nervoso central e periférico, ao sistema endócrino, ao músculo cardíaco e ter consequências comportamentais, como depressão e déficit de atenção. O mercúrio é usado por garimpeiros ilegais para separar o ouro do minério depositado em rios ou perto deles. O metal se mistura com a água e entra na cadeia alimentar dos peixes, que são consumidos pelas populações locais.

    O estudo analisou 1.472 amostras de peixes coletadas em 17 cidades de seis estados da região amazônica: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima. Os resultados mostraram que 20,3% das amostras tinham níveis de mercúrio acima do limite seguro. Em alguns estados, como Roraima, esse percentual chegou a 40%. Os peixes mais contaminados foram os carnívoros, como o tucunaré e o pirarucu.

    A contaminação por mercúrio não se limita às regiões de mineração, mas afeta tanto as populações rurais quanto as urbanas. Isso porque algumas espécies de peixes nadam desde perto do Oceano Atlântico até o interior da Amazônia, levando o metal consigo. Além disso, os peixes contaminados são vendidos nos mercados e peixarias das cidades, onde são consumidos pela população urbana.

    O neurocirurgião Erick Jennings, do Hospital Regional do Baixo Amazonas em Santarém, Pará, diz que já tem vários pacientes com diagnóstico de intoxicação por mercúrio e que muitas crianças na região sofrem de déficit de atenção e dificuldades de aprendizagem. Ele afirma que é preciso fazer um monitoramento constante dos níveis de mercúrio nos peixes e na população e alertar sobre os riscos do consumo excessivo.

    O estudo foi realizado pela Fundação Oswaldo Cruz, Universidade Federal do Oeste do Pará, Greenpeace Brasil, Instituto de Pesquisa e Formação Indígena, Instituto Socioambiental e Fundo Mundial para a Natureza Brasil. Os pesquisadores recomendam que sejam adotadas medidas para combater o garimpo ilegal na região amazônica e para proteger os direitos dos povos indígenas e tradicionais que dependem dos recursos naturais para sua sobrevivência.

    Fonte: Link.

  • Positividade tóxica: Carolina Ferraz desabafa e recebe apoio e críticas nas redes sociais

    Positividade tóxica: Carolina Ferraz desabafa e recebe apoio e críticas nas redes sociais

    A atriz e apresentadora Carolina Ferraz usou o Instagram na última quarta-feira (28) para fazer um desabafo contra a chamada positividade tóxica, que é a tendência de ignorar ou reprimir as emoções negativas ou desagradáveis, como tristeza, raiva, frustração ou medo, e forçar uma atitude positiva ou otimista em todas as situações, mesmo quando não…

    Ela disse que se irritou com uma pessoa que perguntou o que ela já tinha feito para se tornar um ser humano melhor e que cancelou a pessoa. Ela também defendeu que as pessoas devem se permitir sentir tristeza e luto, sem ter que fingir uma felicidade constante. O vídeo dela gerou repercussão e dividiu opiniões nas redes sociais.

    “Eu sou comprometida comigo mesma, quero melhorar, quer ser um ser humano melhor. Mas esse povo que fica fazendo ‘coaching’ da alegria é muito irritante, essa positividade tóxica é muito chata, sabe? Eu tenho uma amiga e a mãe faleceu. Deixa a pessoa sofrer, gente! Deixa ela ficar de luto, ela vai se recuperar, é evidente. Mas, para se recuperar, você precisa viver aquela dor”, disse a atriz no vídeo.

    Ela também criticou a obrigação de se esforçar para ser uma pessoa melhor todos os dias. “Não dá para você acordar todo dia e dizer: ‘poxa, hoje o que é que eu já fiz para ser a pessoa que eu quero ser amanhã?’ Por que isso? Tem dia que eu acordo e o máximo que eu consigo é acordar, trabalhar, responder meus e-mails. O máximo que eu consigo naquele dia é fazer coisas do dia a dia”, afirmou.

    Na legenda do vídeo, Carolina ainda opinou mais sobre o assunto. “Quando a ‘positividade tóxica’ incomoda. Num mundo de imagens, onde todos estão ‘lindos e felizes’ o tempo todo, onde existem coachs para tudo (nada contra coachs, tá gente!), as pessoas não se permitem mais estarem tristes ou simplesmente normais.”

    A postagem da atriz recebeu apoio de alguns famosos, como Lucio Mauro Filho e Giovanna Lancellotti, mas também gerou críticas de alguns internautas, que acharam que ela foi exagerada ou desrespeitosa com quem tenta ser positivo.

    A positividade tóxica pode ser prejudicial para a saúde mental e o bem-estar das pessoas, pois nega a validade e a importância de expressar e lidar com os sentimentos difíceis. A positividade tóxica também pode isolar as pessoas que precisam de apoio e compreensão, pois elas podem se sentir culpadas ou inadequadas por não serem felizes o tempo todo.

    A positividade tóxica não deve ser confundida com a psicologia positiva, que é um ramo da psicologia que estuda os aspectos que tornam o ser humano feliz e resiliente, sem negar ou evitar as emoções negativas, mas sim reconhecendo-as e buscando formas de superá-las.

    Ela disse que se irritou com uma pessoa que perguntou o que ela já tinha feito para se tornar um ser humano melhor e que cancelou a pessoa. Ela também defendeu que as pessoas devem se permitir sentir tristeza e luto, sem ter que fingir uma felicidade constante. O vídeo dela gerou repercussão e dividiu opiniões nas redes sociais.

    “Eu sou comprometida comigo mesma, quero melhorar, quer ser um ser humano melhor. Mas esse povo que fica fazendo ‘coaching’ da alegria é muito irritante, essa positividade tóxica é muito chata, sabe? Eu tenho uma amiga e a mãe faleceu. Deixa a pessoa sofrer, gente! Deixa ela ficar de luto, ela vai se recuperar, é evidente. Mas, para se recuperar, você precisa viver aquela dor”, disse a atriz no vídeo.

    Ela também criticou a obrigação de se esforçar para ser uma pessoa melhor todos os dias. “Não dá para você acordar todo dia e dizer: ‘poxa, hoje o que é que eu já fiz para ser a pessoa que eu quero ser amanhã?’ Por que isso? Tem dia que eu acordo e o máximo que eu consigo é acordar, trabalhar, responder meus e-mails. O máximo que eu consigo naquele dia é fazer coisas do dia a dia”, afirmou.

    Na legenda do vídeo, Carolina ainda opinou mais sobre o assunto. “Quando a ‘positividade tóxica’ incomoda. Num mundo de imagens, onde todos estão ‘lindos e felizes’ o tempo todo, onde existem coachs para tudo (nada contra coachs, tá gente!), as pessoas não se permitem mais estarem tristes ou simplesmente normais.”

    A postagem da atriz recebeu apoio de alguns famosos, como Lucio Mauro Filho e Giovanna Lancellotti, mas também gerou críticas de alguns internautas, que acharam que ela foi exagerada ou desrespeitosa com quem tenta ser positivo.

    A positividade tóxica pode ser prejudicial para a saúde mental e o bem-estar das pessoas, pois nega a validade e a importância de expressar e lidar com os sentimentos difíceis. A positividade tóxica também pode isolar as pessoas que precisam de apoio e compreensão, pois elas podem se sentir culpadas ou inadequadas por não serem felizes o tempo todo.

    A positividade tóxica não deve ser confundida com a psicologia positiva, que é um ramo da psicologia que estuda os aspectos que tornam o ser humano feliz e resiliente, sem negar ou evitar as emoções negativas, mas sim reconhecendo-as e buscando formas de superá-las.

  • OMS vai classificar adoçante da Coca-cola Zero como possível cancerígeno

    OMS vai classificar adoçante da Coca-cola Zero como possível cancerígeno

    Aspartame, substância usada em refrigerantes dietéticos e chicletes, pode aumentar o risco de alguns tipos de câncer, segundo estudos.

    O aspartame é um dos adoçantes artificiais mais comuns do mundo, usado em produtos como a Coca-cola Zero e em chicletes da marca Mars. Mas essa substância pode trazer riscos para a saúde, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), que faz parte da OMS, vai declarar o aspartame como “possivelmente cancerígeno para humanos” no próximo mês, de acordo com duas fontes com conhecimento do processo. Essa será a primeira vez que o adoçante receberá essa classificação pela Iarc.

    A decisão da Iarc foi finalizada no início deste mês, após uma reunião de especialistas externos do grupo. O objetivo é avaliar se algo é um potencial perigo ou não, com base em todas as evidências publicadas. Não leva em consideração a quantidade segura de um produto que uma pessoa pode consumir.

    Essa recomendação para indivíduos vem de um comitê de especialistas separado da OMS sobre aditivos alimentares, conhecido como JECFA (Comitê Conjunto da OMS e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação sobre Aditivos Alimentares), juntamente com determinações de reguladores nacionais.

    A JECFA também está revisando o uso do aspartame este ano. Sua reunião começou no final de junho e está previsto que anuncie suas descobertas no mesmo dia em que a Iarc torna pública sua decisão – em 14 de julho.

    Desde 1981, o JECFA afirmou que o aspartame é seguro para consumo dentro dos limites diários aceitos. Por exemplo, um adulto pesando 60 kg teria que beber entre 12 e 36 latas de refrigerante diet – dependendo da quantidade de aspartame na bebida – todos os dias para correr riscos. Essa visão tem sido amplamente compartilhada por reguladores nacionais, incluindo nos Estados Unidos e na Europa.

    No entanto, decisões semelhantes da Iarc no passado para diferentes substâncias levantaram preocupações entre os consumidores sobre seu uso, resultaram em processos judiciais e pressionaram os fabricantes a reformular receitas e trocar por alternativas. Isso levou a críticas de que as avaliações da Iarc podem ser confusas para o público.

    Alguns estudos sugerem que o aspartame pode aumentar o risco de alguns tipos de câncer, como linfoma, câncer de bexiga e leucemia. O aspartame também pode induzir a produção de radicais livres, que aceleram o envelhecimento e reduzem as defesas do corpo.

    O aspartame é usado em produtos como refrigerantes dietéticos e chicletes. Segundo a Coca-cola, o aspartame é seguro e aprovado por órgãos reguladores de saúde. A empresa afirma que o adoçante ajuda a reduzir o consumo de açúcar e calorias.

    O aspartame é um dos adoçantes artificiais mais comuns do mundo, usado em produtos como a Coca-cola Zero e em chicletes da marca Mars. Mas essa substância pode trazer riscos para a saúde, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), que faz parte da OMS, vai declarar o aspartame como “possivelmente cancerígeno para humanos” no próximo mês, de acordo com duas fontes com conhecimento do processo. Essa será a primeira vez que o adoçante receberá essa classificação pela Iarc.

    A decisão da Iarc foi finalizada no início deste mês, após uma reunião de especialistas externos do grupo. O objetivo é avaliar se algo é um potencial perigo ou não, com base em todas as evidências publicadas. Não leva em consideração a quantidade segura de um produto que uma pessoa pode consumir.

    Essa recomendação para indivíduos vem de um comitê de especialistas separado da OMS sobre aditivos alimentares, conhecido como JECFA (Comitê Conjunto da OMS e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação sobre Aditivos Alimentares), juntamente com determinações de reguladores nacionais.

    A JECFA também está revisando o uso do aspartame este ano. Sua reunião começou no final de junho e está previsto que anuncie suas descobertas no mesmo dia em que a Iarc torna pública sua decisão – em 14 de julho.

    Desde 1981, o JECFA afirmou que o aspartame é seguro para consumo dentro dos limites diários aceitos. Por exemplo, um adulto pesando 60 kg teria que beber entre 12 e 36 latas de refrigerante diet – dependendo da quantidade de aspartame na bebida – todos os dias para correr riscos. Essa visão tem sido amplamente compartilhada por reguladores nacionais, incluindo nos Estados Unidos e na Europa.

    No entanto, decisões semelhantes da Iarc no passado para diferentes substâncias levantaram preocupações entre os consumidores sobre seu uso, resultaram em processos judiciais e pressionaram os fabricantes a reformular receitas e trocar por alternativas. Isso levou a críticas de que as avaliações da Iarc podem ser confusas para o público.

    Alguns estudos sugerem que o aspartame pode aumentar o risco de alguns tipos de câncer, como linfoma, câncer de bexiga e leucemia. O aspartame também pode induzir a produção de radicais livres, que aceleram o envelhecimento e reduzem as defesas do corpo.

    O aspartame é usado em produtos como refrigerantes dietéticos e chicletes. Segundo a Coca-cola, o aspartame é seguro e aprovado por órgãos reguladores de saúde. A empresa afirma que o adoçante ajuda a reduzir o consumo de açúcar e calorias.

  • Aspartame: o que é, como usar e quais os riscos desse adoçante artificial

    Aspartame: o que é, como usar e quais os riscos desse adoçante artificial

    O aspartame é um dos adoçantes artificiais mais consumidos no mundo, mas também um dos mais polêmicos. Ele é usado para substituir o açúcar comum em alimentos e bebidas, por ter um poder de adoçar muito maior e menos calorias.

    No entanto, ele também pode trazer alguns riscos para a saúde, como doenças no sistema nervoso, câncer, diabetes e sobrepeso.

    Neste post, você vai saber o que é o aspartame, como ele é feito, como ele deve ser usado e quais os possíveis efeitos colaterais desse aditivo alimentar. Confira!

    O que é o aspartame?

    O aspartame é um aditivo alimentar criado nos Estados Unidos em 1965 pela empresa G.D. Searle & Company, que foi comprada posteriormente pela Monsanto. Ele é formado quimicamente pela junção de dois aminoácidos: ácido aspártico e fenilalanina. Essas substâncias juntas ficam doces e servem como substituição ao açúcar.

    O aspartame tem um poder de adoçar os alimentos em até 200 vezes mais que o açúcar comum e tem apenas 4 calorias em cada 1 grama. Por isso, ele é usado pela indústria para adoçar alimentos como chicletes, refrigerantes diet e bolos, por exemplo. Ele também pode ser consumido por diabéticos e por quem deseja perder peso, por dar um sabor adocicado aos alimentos sem adicionar muitas calorias à dieta.

    Como usar o aspartame?

    O aspartame pode ser encontrado em sachês, tabletes ou líquido, e pode ser usado para adoçar bebidas como chás, sucos e cafés, substituindo o açúcar. No entanto, ele não deve ser usado durante o cozimento, em cafés e chás muito quentes ou em preparações que vão ao forno, pois ele se degrada quando submetido a temperaturas acima de 80ºC.

    A quantidade máxima de aspartame que pode ser ingerida por um adulto é de 40 mg/kg de peso corporal por dia. Para uma pessoa de 50 Kg, essa quantidade equivale a 2 gramas, ou seja, 2 sachês e meio do adoçante por dia. Já em crianças e gestantes, o consumo do aspartame deve ser no máximo 5 mg / Kg de peso corporal por dia.

    Produtos alimentares contendo aspartamo devem mostrar um aviso do tipo “Contém uma fonte de fenilalanina”, pois a ingestão excessiva deste aminoácido pode ser prejudicial em indivíduos com fenilcetonúria, uma doença genética que impede o metabolismo da fenilalanina.

    Quais os riscos do aspartame?

    Apesar de ser considerado seguro quando consumido dentro dos níveis recomendados, alguns estudos mostram que o aspartame pode trazer alguns riscos para a saúde, como por exemplo:

    • Aumento do risco de Alzheimer ou demência: Quando submetido a temperaturas acima de 80ºC, o aspartame libera metanol no organismo, um composto que, em excesso, aumenta o risco de doenças no sistema nervoso.

    • Pode causar alguns tipos de câncer: Alguns estudos têm mostrado que o consumo regular de aspartame pode aumentar o risco de desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como o de bexiga, uretra, leucemia e linfoma.

    • Pode facilitar a disbiose: O aspartame impede o desenvolvimento de bactérias boas no intestino, causando um desequilíbrio da microbiota intestinal que pode afetar a saúde digestiva e imunológica.

    • Pode aumentar os radicais livres no corpo: O consumo de aspartame, mesmo dentro da dosagem recomendada, pode aumentar a produção de radicais livres no organismo, desequilibrando o sistema imunológico e facilitando o surgimento de problemas como gripes, envelhecimento precoce ou doenças cardiovasculares.

    • Pode causar diabetes ou sobrepeso: Estudos mais recentes têm mostrado que o sabor doce do aspartame na língua envia informações para o cérebro, que estimula a liberação de insulina. Com isso, a produção excessiva de insulina pelo organismo pode causar diabetes ou sobrepeso.

    Portanto, o aspartame é um adoçante artificial que pode ser usado com moderação e cautela, mas que também pode ser substituído por outras opções mais naturais e saudáveis, como o mel, o açúcar mascavo, o xilitol ou a stevia.

    No entanto, ele também pode trazer alguns riscos para a saúde, como doenças no sistema nervoso, câncer, diabetes e sobrepeso.

    Neste post, você vai saber o que é o aspartame, como ele é feito, como ele deve ser usado e quais os possíveis efeitos colaterais desse aditivo alimentar. Confira!

    O que é o aspartame?

    O aspartame é um aditivo alimentar criado nos Estados Unidos em 1965 pela empresa G.D. Searle & Company, que foi comprada posteriormente pela Monsanto. Ele é formado quimicamente pela junção de dois aminoácidos: ácido aspártico e fenilalanina. Essas substâncias juntas ficam doces e servem como substituição ao açúcar.

    O aspartame tem um poder de adoçar os alimentos em até 200 vezes mais que o açúcar comum e tem apenas 4 calorias em cada 1 grama. Por isso, ele é usado pela indústria para adoçar alimentos como chicletes, refrigerantes diet e bolos, por exemplo. Ele também pode ser consumido por diabéticos e por quem deseja perder peso, por dar um sabor adocicado aos alimentos sem adicionar muitas calorias à dieta.

    Como usar o aspartame?

    O aspartame pode ser encontrado em sachês, tabletes ou líquido, e pode ser usado para adoçar bebidas como chás, sucos e cafés, substituindo o açúcar. No entanto, ele não deve ser usado durante o cozimento, em cafés e chás muito quentes ou em preparações que vão ao forno, pois ele se degrada quando submetido a temperaturas acima de 80ºC.

    A quantidade máxima de aspartame que pode ser ingerida por um adulto é de 40 mg/kg de peso corporal por dia. Para uma pessoa de 50 Kg, essa quantidade equivale a 2 gramas, ou seja, 2 sachês e meio do adoçante por dia. Já em crianças e gestantes, o consumo do aspartame deve ser no máximo 5 mg / Kg de peso corporal por dia.

    Produtos alimentares contendo aspartamo devem mostrar um aviso do tipo “Contém uma fonte de fenilalanina”, pois a ingestão excessiva deste aminoácido pode ser prejudicial em indivíduos com fenilcetonúria, uma doença genética que impede o metabolismo da fenilalanina.

    Quais os riscos do aspartame?

    Apesar de ser considerado seguro quando consumido dentro dos níveis recomendados, alguns estudos mostram que o aspartame pode trazer alguns riscos para a saúde, como por exemplo:

    • Aumento do risco de Alzheimer ou demência: Quando submetido a temperaturas acima de 80ºC, o aspartame libera metanol no organismo, um composto que, em excesso, aumenta o risco de doenças no sistema nervoso.

    • Pode causar alguns tipos de câncer: Alguns estudos têm mostrado que o consumo regular de aspartame pode aumentar o risco de desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como o de bexiga, uretra, leucemia e linfoma.

    • Pode facilitar a disbiose: O aspartame impede o desenvolvimento de bactérias boas no intestino, causando um desequilíbrio da microbiota intestinal que pode afetar a saúde digestiva e imunológica.

    • Pode aumentar os radicais livres no corpo: O consumo de aspartame, mesmo dentro da dosagem recomendada, pode aumentar a produção de radicais livres no organismo, desequilibrando o sistema imunológico e facilitando o surgimento de problemas como gripes, envelhecimento precoce ou doenças cardiovasculares.

    • Pode causar diabetes ou sobrepeso: Estudos mais recentes têm mostrado que o sabor doce do aspartame na língua envia informações para o cérebro, que estimula a liberação de insulina. Com isso, a produção excessiva de insulina pelo organismo pode causar diabetes ou sobrepeso.

    Portanto, o aspartame é um adoçante artificial que pode ser usado com moderação e cautela, mas que também pode ser substituído por outras opções mais naturais e saudáveis, como o mel, o açúcar mascavo, o xilitol ou a stevia.

  • Negros multirraciais sofrem mais com depressão e ansiedade do que negros monorraciais, mostra pesquisa

    Negros multirraciais sofrem mais com depressão e ansiedade do que negros monorraciais, mostra pesquisa

    Um estudo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) revelou que os adultos negros multirraciais na Califórnia têm mais probabilidade de precisar de serviços de saúde mental do que os adultos negros monorraciais.

    A pesquisa, publicada na revista Ethnicity and Health, analisou dados de mais de 40 mil adultos negros que participaram da Pesquisa de Saúde da Califórnia entre 2005 e 2018.

    Os resultados mostraram que os adultos negros multirraciais tinham 1,6 vezes mais chances de relatar uma necessidade não atendida de serviços de saúde mental do que os adultos negros monorraciais. Além disso, os adultos negros multirraciais tinham 1,4 vezes mais chances de ter um diagnóstico de depressão e 1,3 vezes mais chances de ter um diagnóstico de ansiedade.

    Os autores do estudo sugerem que essas diferenças podem estar relacionadas a fatores como o estresse de lidar com o racismo e a discriminação, a falta de apoio social e cultural e a invisibilidade ou marginalização das identidades multirraciais. Eles também apontam que os serviços de saúde mental podem não estar preparados para atender às necessidades específicas dos adultos negros multirraciais, que podem enfrentar barreiras como o custo, a falta de acesso, o estigma e a falta de profissionais culturalmente competentes.

    O estudo destaca a importância de reconhecer e valorizar a diversidade dentro da população negra, bem como de desenvolver políticas e práticas que promovam a equidade e a inclusão na saúde mental. Os autores recomendam que os profissionais de saúde mental sejam treinados para entender as experiências e as necessidades dos adultos negros multirraciais, que sejam criados espaços seguros e acolhedores para eles expressarem suas identidades e que sejam ampliados os recursos e os serviços disponíveis para essa população.

    O estudo é um dos primeiros a examinar as diferenças entre os adultos negros multirraciais e monorraciais na necessidade e no uso de serviços de saúde mental na Califórnia, um estado com uma das maiores populações multirraciais dos Estados Unidos. Os autores esperam que seus achados contribuam para aumentar a conscientização sobre as questões de saúde mental enfrentadas pelos adultos negros multirraciais e para incentivar mais pesquisas sobre esse tema.

    Fonte: Link.

    A pesquisa, publicada na revista Ethnicity and Health, analisou dados de mais de 40 mil adultos negros que participaram da Pesquisa de Saúde da Califórnia entre 2005 e 2018.

    Os resultados mostraram que os adultos negros multirraciais tinham 1,6 vezes mais chances de relatar uma necessidade não atendida de serviços de saúde mental do que os adultos negros monorraciais. Além disso, os adultos negros multirraciais tinham 1,4 vezes mais chances de ter um diagnóstico de depressão e 1,3 vezes mais chances de ter um diagnóstico de ansiedade.

    Os autores do estudo sugerem que essas diferenças podem estar relacionadas a fatores como o estresse de lidar com o racismo e a discriminação, a falta de apoio social e cultural e a invisibilidade ou marginalização das identidades multirraciais. Eles também apontam que os serviços de saúde mental podem não estar preparados para atender às necessidades específicas dos adultos negros multirraciais, que podem enfrentar barreiras como o custo, a falta de acesso, o estigma e a falta de profissionais culturalmente competentes.

    O estudo destaca a importância de reconhecer e valorizar a diversidade dentro da população negra, bem como de desenvolver políticas e práticas que promovam a equidade e a inclusão na saúde mental. Os autores recomendam que os profissionais de saúde mental sejam treinados para entender as experiências e as necessidades dos adultos negros multirraciais, que sejam criados espaços seguros e acolhedores para eles expressarem suas identidades e que sejam ampliados os recursos e os serviços disponíveis para essa população.

    O estudo é um dos primeiros a examinar as diferenças entre os adultos negros multirraciais e monorraciais na necessidade e no uso de serviços de saúde mental na Califórnia, um estado com uma das maiores populações multirraciais dos Estados Unidos. Os autores esperam que seus achados contribuam para aumentar a conscientização sobre as questões de saúde mental enfrentadas pelos adultos negros multirraciais e para incentivar mais pesquisas sobre esse tema.

    Fonte: Link.