Categoria: Saúde

  • Acne pode matar? Saiba como prevenir e tratar a doença de pele

    Acne pode matar? Saiba como prevenir e tratar a doença de pele

    A acne é uma doença inflamatória da pele que pode causar cravos, espinhas e cistos. Ela afeta principalmente os adolescentes, mas também pode ocorrer em adultos, especialmente em mulheres.

    A acne pode trazer prejuízos estéticos, psicológicos e físicos, podendo até mesmo levar à morte em casos raros e graves.

    Para evitar essas complicações, é importante cuidar da pele e da saúde de forma adequada. Segundo especialistas da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), existem algumas dicas simples que podem ajudar a prevenir e tratar a acne no dia a dia. Confira:

    • Lave o rosto duas vezes por dia com um sabonete ou produto de limpeza indicado para pele oleosa ou acneica. Isso ajuda a remover o excesso de óleo, as impurezas e as células mortas que podem obstruir os poros e causar inflamações.

    • Hidrate a pele com produtos específicos para o seu tipo de pele, preferencialmente não comedogênicos (que não entopem os poros). A hidratação ajuda a manter a pele saudável e equilibrada, evitando o ressecamento e a produção excessiva de sebo.

    • Use maquiagem com moderação e escolha produtos livres de óleo. A maquiagem pode disfarçar as imperfeições da pele, mas também pode piorar a acne se não for removida corretamente ou se contiver ingredientes que aumentem a oleosidade. Por isso, sempre retire a maquiagem antes de dormir e use produtos adequados para a sua pele.

    • Evite colocar produtos oleosos ou gordurosos no cabelo, como gel, pomada ou spray. Esses produtos podem escorrer para o rosto e entupir os poros, favorecendo o surgimento de cravos e espinhas. Mantenha o cabelo limpo e longe do rosto.

    • Proteja-se do sol com um filtro solar específico para pele oleosa ou acneica. A exposição excessiva ao sol pode piorar a inflamação e a vermelhidão da pele, além de aumentar o risco de manchas e cicatrizes. Use um filtro solar com fator de proteção adequado para o seu tom de pele e reaplique-o ao longo do dia.

    • Tenha uma alimentação saudável, rica em frutas, verduras e legumes e pobre em açúcar, frituras, álcool e carne vermelha. Alguns alimentos podem contribuir para o aumento da produção de sebo e a inflamação da pele, enquanto outros podem fornecer nutrientes essenciais para a saúde da pele.

    • Fique atento a alterações hormonais, que podem desencadear ou agravar a acne. As mulheres podem se beneficiar do uso de anticoncepcionais orais para regular os hormônios e diminuir a oleosidade da pele. Os homens podem ter acne relacionada ao uso de anabolizantes ou suplementos alimentares que contenham hormônios.

    • Evite o estresse, que pode afetar o equilíbrio hormonal e imunológico do organismo. O estresse pode aumentar a produção de sebo e de substâncias inflamatórias na pele, além de prejudicar o sono e a imunidade. Pratique atividades físicas, relaxe e durma bem.

    Seguindo essas dicas, você pode prevenir a acne no dia a dia e manter sua pele mais saudável e bonita. No entanto, se você já tem acne ou se as lesões são persistentes, dolorosas ou deixam cicatrizes, procure um dermatologista para um tratamento adequado. Existem vários tratamentos disponíveis para a acne, dependendo do grau e da causa da doença. Alguns exemplos são cremes tópicos, antibióticos orais, isotretinoína oral e procedimentos estéticos.

    Lembre-se: a acne não é contagiosa e não se relaciona à “sujeira” da pele ou do sangue. Ela é uma doença que pode ser controlada e tratada com orientação médica e cuidados diários. Não deixe de cuidar da sua pele e da sua saúde.

    A acne pode trazer prejuízos estéticos, psicológicos e físicos, podendo até mesmo levar à morte em casos raros e graves.

    Para evitar essas complicações, é importante cuidar da pele e da saúde de forma adequada. Segundo especialistas da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), existem algumas dicas simples que podem ajudar a prevenir e tratar a acne no dia a dia. Confira:

    • Lave o rosto duas vezes por dia com um sabonete ou produto de limpeza indicado para pele oleosa ou acneica. Isso ajuda a remover o excesso de óleo, as impurezas e as células mortas que podem obstruir os poros e causar inflamações.

    • Hidrate a pele com produtos específicos para o seu tipo de pele, preferencialmente não comedogênicos (que não entopem os poros). A hidratação ajuda a manter a pele saudável e equilibrada, evitando o ressecamento e a produção excessiva de sebo.

    • Use maquiagem com moderação e escolha produtos livres de óleo. A maquiagem pode disfarçar as imperfeições da pele, mas também pode piorar a acne se não for removida corretamente ou se contiver ingredientes que aumentem a oleosidade. Por isso, sempre retire a maquiagem antes de dormir e use produtos adequados para a sua pele.

    • Evite colocar produtos oleosos ou gordurosos no cabelo, como gel, pomada ou spray. Esses produtos podem escorrer para o rosto e entupir os poros, favorecendo o surgimento de cravos e espinhas. Mantenha o cabelo limpo e longe do rosto.

    • Proteja-se do sol com um filtro solar específico para pele oleosa ou acneica. A exposição excessiva ao sol pode piorar a inflamação e a vermelhidão da pele, além de aumentar o risco de manchas e cicatrizes. Use um filtro solar com fator de proteção adequado para o seu tom de pele e reaplique-o ao longo do dia.

    • Tenha uma alimentação saudável, rica em frutas, verduras e legumes e pobre em açúcar, frituras, álcool e carne vermelha. Alguns alimentos podem contribuir para o aumento da produção de sebo e a inflamação da pele, enquanto outros podem fornecer nutrientes essenciais para a saúde da pele.

    • Fique atento a alterações hormonais, que podem desencadear ou agravar a acne. As mulheres podem se beneficiar do uso de anticoncepcionais orais para regular os hormônios e diminuir a oleosidade da pele. Os homens podem ter acne relacionada ao uso de anabolizantes ou suplementos alimentares que contenham hormônios.

    • Evite o estresse, que pode afetar o equilíbrio hormonal e imunológico do organismo. O estresse pode aumentar a produção de sebo e de substâncias inflamatórias na pele, além de prejudicar o sono e a imunidade. Pratique atividades físicas, relaxe e durma bem.

    Seguindo essas dicas, você pode prevenir a acne no dia a dia e manter sua pele mais saudável e bonita. No entanto, se você já tem acne ou se as lesões são persistentes, dolorosas ou deixam cicatrizes, procure um dermatologista para um tratamento adequado. Existem vários tratamentos disponíveis para a acne, dependendo do grau e da causa da doença. Alguns exemplos são cremes tópicos, antibióticos orais, isotretinoína oral e procedimentos estéticos.

    Lembre-se: a acne não é contagiosa e não se relaciona à “sujeira” da pele ou do sangue. Ela é uma doença que pode ser controlada e tratada com orientação médica e cuidados diários. Não deixe de cuidar da sua pele e da sua saúde.

  • Vacina BCG: o que é, por que é importante e onde encontrar

    Vacina BCG: o que é, por que é importante e onde encontrar

    A vacina BCG é uma das primeiras vacinas que os bebês recebem logo após o nascimento. Ela protege contra a tuberculose, uma doença grave que pode afetar os pulmões e outros órgãos.

    Neste post, você vai saber mais sobre a vacina BCG, por que ela é importante e onde encontrar.

    O que é a vacina BCG?

    A vacina BCG é feita com uma bactéria atenuada, ou seja, enfraquecida, que é semelhante à que causa a tuberculose em humanos. A vacina estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos contra a doença, prevenindo principalmente as formas mais graves, como a meningite tuberculosa e a tuberculose miliar, que se espalha pelo corpo.

    A vacina BCG deve ser aplicada em dose única, preferencialmente no braço, logo após o nascimento. A vacina pode deixar uma cicatriz no local da aplicação, mas isso não é um problema de saúde. A falta de cicatriz também não indica necessidade de revacinação.

    Por que a vacina BCG é importante?

    A vacina BCG é importante para prevenir complicações e mortes causadas pela tuberculose, especialmente em crianças. A tuberculose é uma doença contagiosa que se transmite pelo ar, quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala. Os sintomas mais comuns são tosse persistente, febre, suor noturno, perda de peso e falta de ar.

    A tuberculose tem tratamento, mas requer o uso de vários medicamentos por um longo período. Se não for tratada adequadamente, a doença pode se tornar resistente aos remédios e se agravar. Além disso, a tuberculose pode facilitar a infecção pelo vírus HIV e outras doenças oportunistas.

    A vacinação é uma das principais formas de prevenir a tuberculose e reduzir sua transmissão. Ao se proteger contra a doença, você também protege sua família e sua comunidade.

    Onde encontrar a vacina BCG?

    A vacina BCG é oferecida gratuitamente nas unidades básicas de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). Ela faz parte do calendário nacional de vacinação e está disponível para todas as crianças menores de cinco anos. Se você tem um filho nessa faixa etária, leve-o para se vacinar o quanto antes.

    A vacinação é um direito de todos e um dever dos pais ou responsáveis. Ao vacinar seu filho, você está cuidando da saúde dele e contribuindo para a eliminação da tuberculose no Brasil.

    Neste post, você vai saber mais sobre a vacina BCG, por que ela é importante e onde encontrar.

    O que é a vacina BCG?

    A vacina BCG é feita com uma bactéria atenuada, ou seja, enfraquecida, que é semelhante à que causa a tuberculose em humanos. A vacina estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos contra a doença, prevenindo principalmente as formas mais graves, como a meningite tuberculosa e a tuberculose miliar, que se espalha pelo corpo.

    A vacina BCG deve ser aplicada em dose única, preferencialmente no braço, logo após o nascimento. A vacina pode deixar uma cicatriz no local da aplicação, mas isso não é um problema de saúde. A falta de cicatriz também não indica necessidade de revacinação.

    Por que a vacina BCG é importante?

    A vacina BCG é importante para prevenir complicações e mortes causadas pela tuberculose, especialmente em crianças. A tuberculose é uma doença contagiosa que se transmite pelo ar, quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala. Os sintomas mais comuns são tosse persistente, febre, suor noturno, perda de peso e falta de ar.

    A tuberculose tem tratamento, mas requer o uso de vários medicamentos por um longo período. Se não for tratada adequadamente, a doença pode se tornar resistente aos remédios e se agravar. Além disso, a tuberculose pode facilitar a infecção pelo vírus HIV e outras doenças oportunistas.

    A vacinação é uma das principais formas de prevenir a tuberculose e reduzir sua transmissão. Ao se proteger contra a doença, você também protege sua família e sua comunidade.

    Onde encontrar a vacina BCG?

    A vacina BCG é oferecida gratuitamente nas unidades básicas de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). Ela faz parte do calendário nacional de vacinação e está disponível para todas as crianças menores de cinco anos. Se você tem um filho nessa faixa etária, leve-o para se vacinar o quanto antes.

    A vacinação é um direito de todos e um dever dos pais ou responsáveis. Ao vacinar seu filho, você está cuidando da saúde dele e contribuindo para a eliminação da tuberculose no Brasil.

  • Pesquisadores encontram altos níveis de mercúrio em peixes consumidos no Brasil

    Pesquisadores encontram altos níveis de mercúrio em peixes consumidos no Brasil

    Mais de 20% dos peixes vendidos em 17 cidades de seis estados da região amazônica do Brasil contêm níveis de mercúrio acima do limite seguro estabelecido pela OMS.

    O mercúrio é usado por garimpeiros ilegais para separar o ouro do minério depositado em rios ou perto deles. A contaminação por mercúrio não se limita às regiões de mineração, mas afeta tanto as populações rurais quanto as urbanas, podendo causar problemas neurológicos, endócrinos, cardíacos e comportamentais.

    O peixe é um alimento essencial para a dieta e a cultura dos povos da Amazônia, mas também pode ser uma fonte de risco para a saúde. Segundo um estudo realizado por pesquisadores brasileiros, muitas espécies de peixes comercializadas na região apresentam níveis de mercúrio acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 0,5 micrograma por grama de peso.

    O mercúrio é um metal pesado que pode se acumular no organismo e causar danos ao sistema nervoso central e periférico, ao sistema endócrino, ao músculo cardíaco e ter consequências comportamentais, como depressão e déficit de atenção. O mercúrio é usado por garimpeiros ilegais para separar o ouro do minério depositado em rios ou perto deles. O metal se mistura com a água e entra na cadeia alimentar dos peixes, que são consumidos pelas populações locais.

    O estudo analisou 1.472 amostras de peixes coletadas em 17 cidades de seis estados da região amazônica: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima. Os resultados mostraram que 20,3% das amostras tinham níveis de mercúrio acima do limite seguro. Em alguns estados, como Roraima, esse percentual chegou a 40%. Os peixes mais contaminados foram os carnívoros, como o tucunaré e o pirarucu.

    A contaminação por mercúrio não se limita às regiões de mineração, mas afeta tanto as populações rurais quanto as urbanas. Isso porque algumas espécies de peixes nadam desde perto do Oceano Atlântico até o interior da Amazônia, levando o metal consigo. Além disso, os peixes contaminados são vendidos nos mercados e peixarias das cidades, onde são consumidos pela população urbana.

    O neurocirurgião Erick Jennings, do Hospital Regional do Baixo Amazonas em Santarém, Pará, diz que já tem vários pacientes com diagnóstico de intoxicação por mercúrio e que muitas crianças na região sofrem de déficit de atenção e dificuldades de aprendizagem. Ele afirma que é preciso fazer um monitoramento constante dos níveis de mercúrio nos peixes e na população e alertar sobre os riscos do consumo excessivo.

    O estudo foi realizado pela Fundação Oswaldo Cruz, Universidade Federal do Oeste do Pará, Greenpeace Brasil, Instituto de Pesquisa e Formação Indígena, Instituto Socioambiental e Fundo Mundial para a Natureza Brasil. Os pesquisadores recomendam que sejam adotadas medidas para combater o garimpo ilegal na região amazônica e para proteger os direitos dos povos indígenas e tradicionais que dependem dos recursos naturais para sua sobrevivência.

    Fonte: Link.

    O mercúrio é usado por garimpeiros ilegais para separar o ouro do minério depositado em rios ou perto deles. A contaminação por mercúrio não se limita às regiões de mineração, mas afeta tanto as populações rurais quanto as urbanas, podendo causar problemas neurológicos, endócrinos, cardíacos e comportamentais.

    O peixe é um alimento essencial para a dieta e a cultura dos povos da Amazônia, mas também pode ser uma fonte de risco para a saúde. Segundo um estudo realizado por pesquisadores brasileiros, muitas espécies de peixes comercializadas na região apresentam níveis de mercúrio acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 0,5 micrograma por grama de peso.

    O mercúrio é um metal pesado que pode se acumular no organismo e causar danos ao sistema nervoso central e periférico, ao sistema endócrino, ao músculo cardíaco e ter consequências comportamentais, como depressão e déficit de atenção. O mercúrio é usado por garimpeiros ilegais para separar o ouro do minério depositado em rios ou perto deles. O metal se mistura com a água e entra na cadeia alimentar dos peixes, que são consumidos pelas populações locais.

    O estudo analisou 1.472 amostras de peixes coletadas em 17 cidades de seis estados da região amazônica: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima. Os resultados mostraram que 20,3% das amostras tinham níveis de mercúrio acima do limite seguro. Em alguns estados, como Roraima, esse percentual chegou a 40%. Os peixes mais contaminados foram os carnívoros, como o tucunaré e o pirarucu.

    A contaminação por mercúrio não se limita às regiões de mineração, mas afeta tanto as populações rurais quanto as urbanas. Isso porque algumas espécies de peixes nadam desde perto do Oceano Atlântico até o interior da Amazônia, levando o metal consigo. Além disso, os peixes contaminados são vendidos nos mercados e peixarias das cidades, onde são consumidos pela população urbana.

    O neurocirurgião Erick Jennings, do Hospital Regional do Baixo Amazonas em Santarém, Pará, diz que já tem vários pacientes com diagnóstico de intoxicação por mercúrio e que muitas crianças na região sofrem de déficit de atenção e dificuldades de aprendizagem. Ele afirma que é preciso fazer um monitoramento constante dos níveis de mercúrio nos peixes e na população e alertar sobre os riscos do consumo excessivo.

    O estudo foi realizado pela Fundação Oswaldo Cruz, Universidade Federal do Oeste do Pará, Greenpeace Brasil, Instituto de Pesquisa e Formação Indígena, Instituto Socioambiental e Fundo Mundial para a Natureza Brasil. Os pesquisadores recomendam que sejam adotadas medidas para combater o garimpo ilegal na região amazônica e para proteger os direitos dos povos indígenas e tradicionais que dependem dos recursos naturais para sua sobrevivência.

    Fonte: Link.

  • Positividade tóxica: Carolina Ferraz desabafa e recebe apoio e críticas nas redes sociais

    Positividade tóxica: Carolina Ferraz desabafa e recebe apoio e críticas nas redes sociais

    A atriz e apresentadora Carolina Ferraz usou o Instagram na última quarta-feira (28) para fazer um desabafo contra a chamada positividade tóxica, que é a tendência de ignorar ou reprimir as emoções negativas ou desagradáveis, como tristeza, raiva, frustração ou medo, e forçar uma atitude positiva ou otimista em todas as situações, mesmo quando não…

    Ela disse que se irritou com uma pessoa que perguntou o que ela já tinha feito para se tornar um ser humano melhor e que cancelou a pessoa. Ela também defendeu que as pessoas devem se permitir sentir tristeza e luto, sem ter que fingir uma felicidade constante. O vídeo dela gerou repercussão e dividiu opiniões nas redes sociais.

    “Eu sou comprometida comigo mesma, quero melhorar, quer ser um ser humano melhor. Mas esse povo que fica fazendo ‘coaching’ da alegria é muito irritante, essa positividade tóxica é muito chata, sabe? Eu tenho uma amiga e a mãe faleceu. Deixa a pessoa sofrer, gente! Deixa ela ficar de luto, ela vai se recuperar, é evidente. Mas, para se recuperar, você precisa viver aquela dor”, disse a atriz no vídeo.

    Ela também criticou a obrigação de se esforçar para ser uma pessoa melhor todos os dias. “Não dá para você acordar todo dia e dizer: ‘poxa, hoje o que é que eu já fiz para ser a pessoa que eu quero ser amanhã?’ Por que isso? Tem dia que eu acordo e o máximo que eu consigo é acordar, trabalhar, responder meus e-mails. O máximo que eu consigo naquele dia é fazer coisas do dia a dia”, afirmou.

    Na legenda do vídeo, Carolina ainda opinou mais sobre o assunto. “Quando a ‘positividade tóxica’ incomoda. Num mundo de imagens, onde todos estão ‘lindos e felizes’ o tempo todo, onde existem coachs para tudo (nada contra coachs, tá gente!), as pessoas não se permitem mais estarem tristes ou simplesmente normais.”

    A postagem da atriz recebeu apoio de alguns famosos, como Lucio Mauro Filho e Giovanna Lancellotti, mas também gerou críticas de alguns internautas, que acharam que ela foi exagerada ou desrespeitosa com quem tenta ser positivo.

    A positividade tóxica pode ser prejudicial para a saúde mental e o bem-estar das pessoas, pois nega a validade e a importância de expressar e lidar com os sentimentos difíceis. A positividade tóxica também pode isolar as pessoas que precisam de apoio e compreensão, pois elas podem se sentir culpadas ou inadequadas por não serem felizes o tempo todo.

    A positividade tóxica não deve ser confundida com a psicologia positiva, que é um ramo da psicologia que estuda os aspectos que tornam o ser humano feliz e resiliente, sem negar ou evitar as emoções negativas, mas sim reconhecendo-as e buscando formas de superá-las.

    Ela disse que se irritou com uma pessoa que perguntou o que ela já tinha feito para se tornar um ser humano melhor e que cancelou a pessoa. Ela também defendeu que as pessoas devem se permitir sentir tristeza e luto, sem ter que fingir uma felicidade constante. O vídeo dela gerou repercussão e dividiu opiniões nas redes sociais.

    “Eu sou comprometida comigo mesma, quero melhorar, quer ser um ser humano melhor. Mas esse povo que fica fazendo ‘coaching’ da alegria é muito irritante, essa positividade tóxica é muito chata, sabe? Eu tenho uma amiga e a mãe faleceu. Deixa a pessoa sofrer, gente! Deixa ela ficar de luto, ela vai se recuperar, é evidente. Mas, para se recuperar, você precisa viver aquela dor”, disse a atriz no vídeo.

    Ela também criticou a obrigação de se esforçar para ser uma pessoa melhor todos os dias. “Não dá para você acordar todo dia e dizer: ‘poxa, hoje o que é que eu já fiz para ser a pessoa que eu quero ser amanhã?’ Por que isso? Tem dia que eu acordo e o máximo que eu consigo é acordar, trabalhar, responder meus e-mails. O máximo que eu consigo naquele dia é fazer coisas do dia a dia”, afirmou.

    Na legenda do vídeo, Carolina ainda opinou mais sobre o assunto. “Quando a ‘positividade tóxica’ incomoda. Num mundo de imagens, onde todos estão ‘lindos e felizes’ o tempo todo, onde existem coachs para tudo (nada contra coachs, tá gente!), as pessoas não se permitem mais estarem tristes ou simplesmente normais.”

    A postagem da atriz recebeu apoio de alguns famosos, como Lucio Mauro Filho e Giovanna Lancellotti, mas também gerou críticas de alguns internautas, que acharam que ela foi exagerada ou desrespeitosa com quem tenta ser positivo.

    A positividade tóxica pode ser prejudicial para a saúde mental e o bem-estar das pessoas, pois nega a validade e a importância de expressar e lidar com os sentimentos difíceis. A positividade tóxica também pode isolar as pessoas que precisam de apoio e compreensão, pois elas podem se sentir culpadas ou inadequadas por não serem felizes o tempo todo.

    A positividade tóxica não deve ser confundida com a psicologia positiva, que é um ramo da psicologia que estuda os aspectos que tornam o ser humano feliz e resiliente, sem negar ou evitar as emoções negativas, mas sim reconhecendo-as e buscando formas de superá-las.

  • OMS vai classificar adoçante da Coca-cola Zero como possível cancerígeno

    OMS vai classificar adoçante da Coca-cola Zero como possível cancerígeno

    Aspartame, substância usada em refrigerantes dietéticos e chicletes, pode aumentar o risco de alguns tipos de câncer, segundo estudos.

    O aspartame é um dos adoçantes artificiais mais comuns do mundo, usado em produtos como a Coca-cola Zero e em chicletes da marca Mars. Mas essa substância pode trazer riscos para a saúde, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), que faz parte da OMS, vai declarar o aspartame como “possivelmente cancerígeno para humanos” no próximo mês, de acordo com duas fontes com conhecimento do processo. Essa será a primeira vez que o adoçante receberá essa classificação pela Iarc.

    A decisão da Iarc foi finalizada no início deste mês, após uma reunião de especialistas externos do grupo. O objetivo é avaliar se algo é um potencial perigo ou não, com base em todas as evidências publicadas. Não leva em consideração a quantidade segura de um produto que uma pessoa pode consumir.

    Essa recomendação para indivíduos vem de um comitê de especialistas separado da OMS sobre aditivos alimentares, conhecido como JECFA (Comitê Conjunto da OMS e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação sobre Aditivos Alimentares), juntamente com determinações de reguladores nacionais.

    A JECFA também está revisando o uso do aspartame este ano. Sua reunião começou no final de junho e está previsto que anuncie suas descobertas no mesmo dia em que a Iarc torna pública sua decisão – em 14 de julho.

    Desde 1981, o JECFA afirmou que o aspartame é seguro para consumo dentro dos limites diários aceitos. Por exemplo, um adulto pesando 60 kg teria que beber entre 12 e 36 latas de refrigerante diet – dependendo da quantidade de aspartame na bebida – todos os dias para correr riscos. Essa visão tem sido amplamente compartilhada por reguladores nacionais, incluindo nos Estados Unidos e na Europa.

    No entanto, decisões semelhantes da Iarc no passado para diferentes substâncias levantaram preocupações entre os consumidores sobre seu uso, resultaram em processos judiciais e pressionaram os fabricantes a reformular receitas e trocar por alternativas. Isso levou a críticas de que as avaliações da Iarc podem ser confusas para o público.

    Alguns estudos sugerem que o aspartame pode aumentar o risco de alguns tipos de câncer, como linfoma, câncer de bexiga e leucemia. O aspartame também pode induzir a produção de radicais livres, que aceleram o envelhecimento e reduzem as defesas do corpo.

    O aspartame é usado em produtos como refrigerantes dietéticos e chicletes. Segundo a Coca-cola, o aspartame é seguro e aprovado por órgãos reguladores de saúde. A empresa afirma que o adoçante ajuda a reduzir o consumo de açúcar e calorias.

    O aspartame é um dos adoçantes artificiais mais comuns do mundo, usado em produtos como a Coca-cola Zero e em chicletes da marca Mars. Mas essa substância pode trazer riscos para a saúde, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), que faz parte da OMS, vai declarar o aspartame como “possivelmente cancerígeno para humanos” no próximo mês, de acordo com duas fontes com conhecimento do processo. Essa será a primeira vez que o adoçante receberá essa classificação pela Iarc.

    A decisão da Iarc foi finalizada no início deste mês, após uma reunião de especialistas externos do grupo. O objetivo é avaliar se algo é um potencial perigo ou não, com base em todas as evidências publicadas. Não leva em consideração a quantidade segura de um produto que uma pessoa pode consumir.

    Essa recomendação para indivíduos vem de um comitê de especialistas separado da OMS sobre aditivos alimentares, conhecido como JECFA (Comitê Conjunto da OMS e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação sobre Aditivos Alimentares), juntamente com determinações de reguladores nacionais.

    A JECFA também está revisando o uso do aspartame este ano. Sua reunião começou no final de junho e está previsto que anuncie suas descobertas no mesmo dia em que a Iarc torna pública sua decisão – em 14 de julho.

    Desde 1981, o JECFA afirmou que o aspartame é seguro para consumo dentro dos limites diários aceitos. Por exemplo, um adulto pesando 60 kg teria que beber entre 12 e 36 latas de refrigerante diet – dependendo da quantidade de aspartame na bebida – todos os dias para correr riscos. Essa visão tem sido amplamente compartilhada por reguladores nacionais, incluindo nos Estados Unidos e na Europa.

    No entanto, decisões semelhantes da Iarc no passado para diferentes substâncias levantaram preocupações entre os consumidores sobre seu uso, resultaram em processos judiciais e pressionaram os fabricantes a reformular receitas e trocar por alternativas. Isso levou a críticas de que as avaliações da Iarc podem ser confusas para o público.

    Alguns estudos sugerem que o aspartame pode aumentar o risco de alguns tipos de câncer, como linfoma, câncer de bexiga e leucemia. O aspartame também pode induzir a produção de radicais livres, que aceleram o envelhecimento e reduzem as defesas do corpo.

    O aspartame é usado em produtos como refrigerantes dietéticos e chicletes. Segundo a Coca-cola, o aspartame é seguro e aprovado por órgãos reguladores de saúde. A empresa afirma que o adoçante ajuda a reduzir o consumo de açúcar e calorias.

  • Aspartame: o que é, como usar e quais os riscos desse adoçante artificial

    Aspartame: o que é, como usar e quais os riscos desse adoçante artificial

    O aspartame é um dos adoçantes artificiais mais consumidos no mundo, mas também um dos mais polêmicos. Ele é usado para substituir o açúcar comum em alimentos e bebidas, por ter um poder de adoçar muito maior e menos calorias.

    No entanto, ele também pode trazer alguns riscos para a saúde, como doenças no sistema nervoso, câncer, diabetes e sobrepeso.

    Neste post, você vai saber o que é o aspartame, como ele é feito, como ele deve ser usado e quais os possíveis efeitos colaterais desse aditivo alimentar. Confira!

    O que é o aspartame?

    O aspartame é um aditivo alimentar criado nos Estados Unidos em 1965 pela empresa G.D. Searle & Company, que foi comprada posteriormente pela Monsanto. Ele é formado quimicamente pela junção de dois aminoácidos: ácido aspártico e fenilalanina. Essas substâncias juntas ficam doces e servem como substituição ao açúcar.

    O aspartame tem um poder de adoçar os alimentos em até 200 vezes mais que o açúcar comum e tem apenas 4 calorias em cada 1 grama. Por isso, ele é usado pela indústria para adoçar alimentos como chicletes, refrigerantes diet e bolos, por exemplo. Ele também pode ser consumido por diabéticos e por quem deseja perder peso, por dar um sabor adocicado aos alimentos sem adicionar muitas calorias à dieta.

    Como usar o aspartame?

    O aspartame pode ser encontrado em sachês, tabletes ou líquido, e pode ser usado para adoçar bebidas como chás, sucos e cafés, substituindo o açúcar. No entanto, ele não deve ser usado durante o cozimento, em cafés e chás muito quentes ou em preparações que vão ao forno, pois ele se degrada quando submetido a temperaturas acima de 80ºC.

    A quantidade máxima de aspartame que pode ser ingerida por um adulto é de 40 mg/kg de peso corporal por dia. Para uma pessoa de 50 Kg, essa quantidade equivale a 2 gramas, ou seja, 2 sachês e meio do adoçante por dia. Já em crianças e gestantes, o consumo do aspartame deve ser no máximo 5 mg / Kg de peso corporal por dia.

    Produtos alimentares contendo aspartamo devem mostrar um aviso do tipo “Contém uma fonte de fenilalanina”, pois a ingestão excessiva deste aminoácido pode ser prejudicial em indivíduos com fenilcetonúria, uma doença genética que impede o metabolismo da fenilalanina.

    Quais os riscos do aspartame?

    Apesar de ser considerado seguro quando consumido dentro dos níveis recomendados, alguns estudos mostram que o aspartame pode trazer alguns riscos para a saúde, como por exemplo:

    • Aumento do risco de Alzheimer ou demência: Quando submetido a temperaturas acima de 80ºC, o aspartame libera metanol no organismo, um composto que, em excesso, aumenta o risco de doenças no sistema nervoso.

    • Pode causar alguns tipos de câncer: Alguns estudos têm mostrado que o consumo regular de aspartame pode aumentar o risco de desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como o de bexiga, uretra, leucemia e linfoma.

    • Pode facilitar a disbiose: O aspartame impede o desenvolvimento de bactérias boas no intestino, causando um desequilíbrio da microbiota intestinal que pode afetar a saúde digestiva e imunológica.

    • Pode aumentar os radicais livres no corpo: O consumo de aspartame, mesmo dentro da dosagem recomendada, pode aumentar a produção de radicais livres no organismo, desequilibrando o sistema imunológico e facilitando o surgimento de problemas como gripes, envelhecimento precoce ou doenças cardiovasculares.

    • Pode causar diabetes ou sobrepeso: Estudos mais recentes têm mostrado que o sabor doce do aspartame na língua envia informações para o cérebro, que estimula a liberação de insulina. Com isso, a produção excessiva de insulina pelo organismo pode causar diabetes ou sobrepeso.

    Portanto, o aspartame é um adoçante artificial que pode ser usado com moderação e cautela, mas que também pode ser substituído por outras opções mais naturais e saudáveis, como o mel, o açúcar mascavo, o xilitol ou a stevia.

    No entanto, ele também pode trazer alguns riscos para a saúde, como doenças no sistema nervoso, câncer, diabetes e sobrepeso.

    Neste post, você vai saber o que é o aspartame, como ele é feito, como ele deve ser usado e quais os possíveis efeitos colaterais desse aditivo alimentar. Confira!

    O que é o aspartame?

    O aspartame é um aditivo alimentar criado nos Estados Unidos em 1965 pela empresa G.D. Searle & Company, que foi comprada posteriormente pela Monsanto. Ele é formado quimicamente pela junção de dois aminoácidos: ácido aspártico e fenilalanina. Essas substâncias juntas ficam doces e servem como substituição ao açúcar.

    O aspartame tem um poder de adoçar os alimentos em até 200 vezes mais que o açúcar comum e tem apenas 4 calorias em cada 1 grama. Por isso, ele é usado pela indústria para adoçar alimentos como chicletes, refrigerantes diet e bolos, por exemplo. Ele também pode ser consumido por diabéticos e por quem deseja perder peso, por dar um sabor adocicado aos alimentos sem adicionar muitas calorias à dieta.

    Como usar o aspartame?

    O aspartame pode ser encontrado em sachês, tabletes ou líquido, e pode ser usado para adoçar bebidas como chás, sucos e cafés, substituindo o açúcar. No entanto, ele não deve ser usado durante o cozimento, em cafés e chás muito quentes ou em preparações que vão ao forno, pois ele se degrada quando submetido a temperaturas acima de 80ºC.

    A quantidade máxima de aspartame que pode ser ingerida por um adulto é de 40 mg/kg de peso corporal por dia. Para uma pessoa de 50 Kg, essa quantidade equivale a 2 gramas, ou seja, 2 sachês e meio do adoçante por dia. Já em crianças e gestantes, o consumo do aspartame deve ser no máximo 5 mg / Kg de peso corporal por dia.

    Produtos alimentares contendo aspartamo devem mostrar um aviso do tipo “Contém uma fonte de fenilalanina”, pois a ingestão excessiva deste aminoácido pode ser prejudicial em indivíduos com fenilcetonúria, uma doença genética que impede o metabolismo da fenilalanina.

    Quais os riscos do aspartame?

    Apesar de ser considerado seguro quando consumido dentro dos níveis recomendados, alguns estudos mostram que o aspartame pode trazer alguns riscos para a saúde, como por exemplo:

    • Aumento do risco de Alzheimer ou demência: Quando submetido a temperaturas acima de 80ºC, o aspartame libera metanol no organismo, um composto que, em excesso, aumenta o risco de doenças no sistema nervoso.

    • Pode causar alguns tipos de câncer: Alguns estudos têm mostrado que o consumo regular de aspartame pode aumentar o risco de desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como o de bexiga, uretra, leucemia e linfoma.

    • Pode facilitar a disbiose: O aspartame impede o desenvolvimento de bactérias boas no intestino, causando um desequilíbrio da microbiota intestinal que pode afetar a saúde digestiva e imunológica.

    • Pode aumentar os radicais livres no corpo: O consumo de aspartame, mesmo dentro da dosagem recomendada, pode aumentar a produção de radicais livres no organismo, desequilibrando o sistema imunológico e facilitando o surgimento de problemas como gripes, envelhecimento precoce ou doenças cardiovasculares.

    • Pode causar diabetes ou sobrepeso: Estudos mais recentes têm mostrado que o sabor doce do aspartame na língua envia informações para o cérebro, que estimula a liberação de insulina. Com isso, a produção excessiva de insulina pelo organismo pode causar diabetes ou sobrepeso.

    Portanto, o aspartame é um adoçante artificial que pode ser usado com moderação e cautela, mas que também pode ser substituído por outras opções mais naturais e saudáveis, como o mel, o açúcar mascavo, o xilitol ou a stevia.

  • Negros multirraciais sofrem mais com depressão e ansiedade do que negros monorraciais, mostra pesquisa

    Negros multirraciais sofrem mais com depressão e ansiedade do que negros monorraciais, mostra pesquisa

    Um estudo da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) revelou que os adultos negros multirraciais na Califórnia têm mais probabilidade de precisar de serviços de saúde mental do que os adultos negros monorraciais.

    A pesquisa, publicada na revista Ethnicity and Health, analisou dados de mais de 40 mil adultos negros que participaram da Pesquisa de Saúde da Califórnia entre 2005 e 2018.

    Os resultados mostraram que os adultos negros multirraciais tinham 1,6 vezes mais chances de relatar uma necessidade não atendida de serviços de saúde mental do que os adultos negros monorraciais. Além disso, os adultos negros multirraciais tinham 1,4 vezes mais chances de ter um diagnóstico de depressão e 1,3 vezes mais chances de ter um diagnóstico de ansiedade.

    Os autores do estudo sugerem que essas diferenças podem estar relacionadas a fatores como o estresse de lidar com o racismo e a discriminação, a falta de apoio social e cultural e a invisibilidade ou marginalização das identidades multirraciais. Eles também apontam que os serviços de saúde mental podem não estar preparados para atender às necessidades específicas dos adultos negros multirraciais, que podem enfrentar barreiras como o custo, a falta de acesso, o estigma e a falta de profissionais culturalmente competentes.

    O estudo destaca a importância de reconhecer e valorizar a diversidade dentro da população negra, bem como de desenvolver políticas e práticas que promovam a equidade e a inclusão na saúde mental. Os autores recomendam que os profissionais de saúde mental sejam treinados para entender as experiências e as necessidades dos adultos negros multirraciais, que sejam criados espaços seguros e acolhedores para eles expressarem suas identidades e que sejam ampliados os recursos e os serviços disponíveis para essa população.

    O estudo é um dos primeiros a examinar as diferenças entre os adultos negros multirraciais e monorraciais na necessidade e no uso de serviços de saúde mental na Califórnia, um estado com uma das maiores populações multirraciais dos Estados Unidos. Os autores esperam que seus achados contribuam para aumentar a conscientização sobre as questões de saúde mental enfrentadas pelos adultos negros multirraciais e para incentivar mais pesquisas sobre esse tema.

    Fonte: Link.

    A pesquisa, publicada na revista Ethnicity and Health, analisou dados de mais de 40 mil adultos negros que participaram da Pesquisa de Saúde da Califórnia entre 2005 e 2018.

    Os resultados mostraram que os adultos negros multirraciais tinham 1,6 vezes mais chances de relatar uma necessidade não atendida de serviços de saúde mental do que os adultos negros monorraciais. Além disso, os adultos negros multirraciais tinham 1,4 vezes mais chances de ter um diagnóstico de depressão e 1,3 vezes mais chances de ter um diagnóstico de ansiedade.

    Os autores do estudo sugerem que essas diferenças podem estar relacionadas a fatores como o estresse de lidar com o racismo e a discriminação, a falta de apoio social e cultural e a invisibilidade ou marginalização das identidades multirraciais. Eles também apontam que os serviços de saúde mental podem não estar preparados para atender às necessidades específicas dos adultos negros multirraciais, que podem enfrentar barreiras como o custo, a falta de acesso, o estigma e a falta de profissionais culturalmente competentes.

    O estudo destaca a importância de reconhecer e valorizar a diversidade dentro da população negra, bem como de desenvolver políticas e práticas que promovam a equidade e a inclusão na saúde mental. Os autores recomendam que os profissionais de saúde mental sejam treinados para entender as experiências e as necessidades dos adultos negros multirraciais, que sejam criados espaços seguros e acolhedores para eles expressarem suas identidades e que sejam ampliados os recursos e os serviços disponíveis para essa população.

    O estudo é um dos primeiros a examinar as diferenças entre os adultos negros multirraciais e monorraciais na necessidade e no uso de serviços de saúde mental na Califórnia, um estado com uma das maiores populações multirraciais dos Estados Unidos. Os autores esperam que seus achados contribuam para aumentar a conscientização sobre as questões de saúde mental enfrentadas pelos adultos negros multirraciais e para incentivar mais pesquisas sobre esse tema.

    Fonte: Link.

  • Bactérias patogênicas: o que são, quais as mais comuns e como se proteger

    Bactérias patogênicas: o que são, quais as mais comuns e como se proteger

    As bactérias são seres vivos microscópicos que podem ser encontrados em diversos ambientes e em todos os seres vivos.

    Algumas bactérias são benéficas para o nosso organismo, como as que compõem a flora intestinal e ajudam na digestão. Outras, porém, são capazes de causar doenças graves e até fatais. Essas são chamadas de bactérias patogênicas.

    As bactérias patogênicas podem infectar diferentes sistemas e órgãos do corpo humano ou de outros animais, provocando sintomas variados, como febre, dor, inflamação, secreção, sangramento, entre outros. Algumas doenças causadas por bactérias patogênicas são:

    • Listeriose: uma infecção grave causada pela bactéria Listeria monocytogenes, que pode contaminar alimentos como leite, queijo, carne e vegetais. A doença pode afetar especialmente pessoas com baixa imunidade, grávidas, idosos e recém-nascidos, causando aborto, meningite, septicemia e morte.

    • Gonorreia: uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, que pode afetar a uretra, o colo do útero, o reto, a faringe e a conjuntiva. A doença pode causar dor, ardor, corrimento e sangramento nas áreas infectadas, além de complicações como infertilidade, gravidez ectópica e infecção generalizada.

    • Tuberculose: uma doença pulmonar crônica causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, que pode se espalhar para outros órgãos e tecidos. A doença pode causar tosse persistente, febre, suor noturno, perda de peso e apetite, falta de ar e escarro com sangue.

    • Infecções por Pseudomonas: um grupo de infecções oportunistas causadas pela bactéria Pseudomonas aeruginosa, que pode afetar pessoas com feridas, queimaduras, cateteres ou doenças respiratórias. A bactéria pode provocar pneumonia, infecções urinárias, septicemia e outras complicações graves.

    • Leptospirose: uma doença transmitida pela urina de animais infectados pela bactéria Leptospira spp. A doença pode provocar febre, dor de cabeça, icterícia, hemorragias e insuficiência renal.

    As bactérias patogênicas podem ser tratadas com antibióticos, mas é importante seguir as orientações médicas e não usar esses medicamentos de forma indiscriminada, pois isso pode favorecer o surgimento de bactérias resistentes. Para prevenir as infecções por bactérias patogênicas, algumas medidas simples podem ser adotadas:

    • Lavar bem as mãos com água e sabão antes de comer ou preparar alimentos e depois de usar o banheiro ou manusear animais.

    • Cozinhar bem os alimentos de origem animal e evitar o consumo de produtos vencidos ou mal conservados.
    • Usar preservativo nas relações sexuais e fazer exames periódicos para detectar possíveis infecções.

    • Evitar o contato com água contaminada por esgoto ou urina de animais e usar botas e luvas ao trabalhar em áreas alagadas ou rurais.

    • Manter a vacinação em dia e procurar atendimento médico ao apresentar sintomas suspeitos.

    As bactérias patogênicas são um risco à saúde pública e devem ser combatidas com informação, prevenção e tratamento adequado. Assim, podemos evitar complicações graves e melhorar a qualidade de vida da população.

    Algumas bactérias são benéficas para o nosso organismo, como as que compõem a flora intestinal e ajudam na digestão. Outras, porém, são capazes de causar doenças graves e até fatais. Essas são chamadas de bactérias patogênicas.

    As bactérias patogênicas podem infectar diferentes sistemas e órgãos do corpo humano ou de outros animais, provocando sintomas variados, como febre, dor, inflamação, secreção, sangramento, entre outros. Algumas doenças causadas por bactérias patogênicas são:

    • Listeriose: uma infecção grave causada pela bactéria Listeria monocytogenes, que pode contaminar alimentos como leite, queijo, carne e vegetais. A doença pode afetar especialmente pessoas com baixa imunidade, grávidas, idosos e recém-nascidos, causando aborto, meningite, septicemia e morte.

    • Gonorreia: uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, que pode afetar a uretra, o colo do útero, o reto, a faringe e a conjuntiva. A doença pode causar dor, ardor, corrimento e sangramento nas áreas infectadas, além de complicações como infertilidade, gravidez ectópica e infecção generalizada.

    • Tuberculose: uma doença pulmonar crônica causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, que pode se espalhar para outros órgãos e tecidos. A doença pode causar tosse persistente, febre, suor noturno, perda de peso e apetite, falta de ar e escarro com sangue.

    • Infecções por Pseudomonas: um grupo de infecções oportunistas causadas pela bactéria Pseudomonas aeruginosa, que pode afetar pessoas com feridas, queimaduras, cateteres ou doenças respiratórias. A bactéria pode provocar pneumonia, infecções urinárias, septicemia e outras complicações graves.

    • Leptospirose: uma doença transmitida pela urina de animais infectados pela bactéria Leptospira spp. A doença pode provocar febre, dor de cabeça, icterícia, hemorragias e insuficiência renal.

    As bactérias patogênicas podem ser tratadas com antibióticos, mas é importante seguir as orientações médicas e não usar esses medicamentos de forma indiscriminada, pois isso pode favorecer o surgimento de bactérias resistentes. Para prevenir as infecções por bactérias patogênicas, algumas medidas simples podem ser adotadas:

    • Lavar bem as mãos com água e sabão antes de comer ou preparar alimentos e depois de usar o banheiro ou manusear animais.

    • Cozinhar bem os alimentos de origem animal e evitar o consumo de produtos vencidos ou mal conservados.
    • Usar preservativo nas relações sexuais e fazer exames periódicos para detectar possíveis infecções.

    • Evitar o contato com água contaminada por esgoto ou urina de animais e usar botas e luvas ao trabalhar em áreas alagadas ou rurais.

    • Manter a vacinação em dia e procurar atendimento médico ao apresentar sintomas suspeitos.

    As bactérias patogênicas são um risco à saúde pública e devem ser combatidas com informação, prevenção e tratamento adequado. Assim, podemos evitar complicações graves e melhorar a qualidade de vida da população.

  • Cápsulas de Ora-pro-nóbis para emagrecer: mito ou verdade?

    Cápsulas de Ora-pro-nóbis para emagrecer: mito ou verdade?

    A Ora-pro-nóbis é uma planta comestível que traz vários benefícios para a saúde. Mas será que as cápsulas de Ora-pro-nóbis têm o mesmo valor nutricional e medicinal?

    Neste post, vamos esclarecer as principais dúvidas sobre esse suplemento alimentar e mostrar por que ele não é uma solução mágica para o emagrecimento.

    As cápsulas de Ora-pro-nóbis são produtos que prometem fornecer os mesmos nutrientes e propriedades da planta in natura, como proteínas, fibras, vitaminas e minerais. No entanto, não há evidências científicas que comprovem sua eficácia e segurança para a saúde. Além disso, as cápsulas de Ora-pro-nóbis podem ter efeitos colaterais indesejados, como alergias, interações medicamentosas e sobrecarga renal.

    Um dos principais argumentos usados para vender as cápsulas de Ora-pro-nóbis é que elas ajudam no emagrecimento. Isso seria possível porque a planta é rica em fibras, que formam um tipo de gel no estômago e promovem a saciedade, reduzindo a ingestão de alimentos. No entanto, isso não significa que as cápsulas de Ora-pro-nóbis tenham o mesmo efeito, pois elas podem ter uma concentração diferente de fibras ou outros ingredientes que alterem sua absorção e digestão.

    Além disso, não há estudos científicos que avaliem os efeitos das cápsulas de Ora-pro-nóbis sobre o peso corporal, o metabolismo ou a composição corporal. Portanto, não há como afirmar que elas sejam eficazes ou seguras para esse fim. O emagrecimento é um processo complexo que envolve vários fatores, como alimentação equilibrada, atividade física regular, hidratação adequada, sono de qualidade e saúde mental. Não existe um produto milagroso que possa substituir esses hábitos saudáveis ou garantir resultados rápidos e duradouros.

    As cápsulas de Ora-pro-nóbis também podem ter contraindicações e efeitos adversos para algumas pessoas, como gestantes, lactantes, crianças, idosos e pessoas com doenças renais ou hepáticas. Por isso, é importante consultar um médico ou nutricionista antes de usar qualquer suplemento alimentar.

    As cápsulas de Ora-pro-nóbis não são uma opção confiável para quem busca saúde e emagrecimento. Elas não têm respaldo científico e podem causar efeitos indesejados. A melhor forma de usufruir dos benefícios da Ora-pro-nóbis é consumir a planta fresca ou desidratada, sempre integrada a uma alimentação balanceada e saudável.

    Neste post, vamos esclarecer as principais dúvidas sobre esse suplemento alimentar e mostrar por que ele não é uma solução mágica para o emagrecimento.

    As cápsulas de Ora-pro-nóbis são produtos que prometem fornecer os mesmos nutrientes e propriedades da planta in natura, como proteínas, fibras, vitaminas e minerais. No entanto, não há evidências científicas que comprovem sua eficácia e segurança para a saúde. Além disso, as cápsulas de Ora-pro-nóbis podem ter efeitos colaterais indesejados, como alergias, interações medicamentosas e sobrecarga renal.

    Um dos principais argumentos usados para vender as cápsulas de Ora-pro-nóbis é que elas ajudam no emagrecimento. Isso seria possível porque a planta é rica em fibras, que formam um tipo de gel no estômago e promovem a saciedade, reduzindo a ingestão de alimentos. No entanto, isso não significa que as cápsulas de Ora-pro-nóbis tenham o mesmo efeito, pois elas podem ter uma concentração diferente de fibras ou outros ingredientes que alterem sua absorção e digestão.

    Além disso, não há estudos científicos que avaliem os efeitos das cápsulas de Ora-pro-nóbis sobre o peso corporal, o metabolismo ou a composição corporal. Portanto, não há como afirmar que elas sejam eficazes ou seguras para esse fim. O emagrecimento é um processo complexo que envolve vários fatores, como alimentação equilibrada, atividade física regular, hidratação adequada, sono de qualidade e saúde mental. Não existe um produto milagroso que possa substituir esses hábitos saudáveis ou garantir resultados rápidos e duradouros.

    As cápsulas de Ora-pro-nóbis também podem ter contraindicações e efeitos adversos para algumas pessoas, como gestantes, lactantes, crianças, idosos e pessoas com doenças renais ou hepáticas. Por isso, é importante consultar um médico ou nutricionista antes de usar qualquer suplemento alimentar.

    As cápsulas de Ora-pro-nóbis não são uma opção confiável para quem busca saúde e emagrecimento. Elas não têm respaldo científico e podem causar efeitos indesejados. A melhor forma de usufruir dos benefícios da Ora-pro-nóbis é consumir a planta fresca ou desidratada, sempre integrada a uma alimentação balanceada e saudável.

  • Estudo revela que quase 10% dos hipertensos sofrem de hipertensão resistente aparente

    Estudo revela que quase 10% dos hipertensos sofrem de hipertensão resistente aparente

    Você sabia que existe uma forma de pressão alta que não responde bem aos medicamentos comuns? Ela se chama hipertensão resistente aparente (aRH, na sigla em inglês) e afeta quase 10% dos pacientes hipertensos, segundo um novo estudo do Smidt Heart Institute no Cedars-Sinai, nos Estados Unidos.

    Esse tipo de hipertensão requer mais medicação e controle médico, pois aumenta o risco de eventos cardiovasculares adversos, como infarto e derrame.

    O estudo, publicado na revista Hypertension, usou dados dos registros eletrônicos de saúde de três grandes organizações de saúde geograficamente diversas para analisar a prevalência, causas e tratamento da aRH. Os pesquisadores descobriram que os pacientes com aRH controlada tinham mais probabilidade de ser tratados com um medicamento comum chamado antagonista do receptor mineralocorticoide (MRA), enquanto os pacientes com aRH não controlada tinham mais probabilidade de ser tratados com quatro ou mais medicamentos anti-hipertensivos.

    Mas o que é a hipertensão resistente aparente e como ela se diferencia da hipertensão comum? A aRH é definida como a persistência da pressão arterial elevada, mesmo após o uso de três ou mais classes de medicamentos anti-hipertensivos em doses adequadas, incluindo um diurético. Porém, antes de diagnosticar a aRH, é preciso descartar outras possíveis causas para a pressão alta, como:

    • Falta de adesão ao tratamento

    • Escolha inadequada dos medicamentos

    • Pressão alta artificial no consultório médico (síndrome do jaleco branco)

    • Doenças secundárias que afetam os rins, as glândulas adrenais ou as artérias renais

    • Uso de substâncias que elevam a pressão arterial, como álcool, cafeína, anti-inflamatórios ou drogas ilícitas

    Por isso, o termo “aparente” é usado para indicar que nem sempre se trata de uma verdadeira resistência aos medicamentos, mas sim de uma dificuldade em controlar a pressão arterial por outros fatores. Nesses casos, é importante investigar e tratar as causas subjacentes, além de ajustar o esquema terapêutico.

    O estudo do Smidt Heart Institute mostrou que o uso de um MRA pode ser uma estratégia eficaz para controlar a aRH. Os MRA são medicamentos que bloqueiam os efeitos dos hormônios aldosterona e cortisol nos rins, reduzindo a retenção de sódio e água e diminuindo a pressão arterial. Eles são indicados para pacientes com hiperaldosteronismo primário, uma doença que causa excesso de produção de aldosterona pelas glândulas adrenais e é uma das causas secundárias de hipertensão.

    Os pesquisadores observaram que os pacientes com aRH controlada eram mais propensos a receber um MRA do que os pacientes com aRH não controlada (34% versus 11%, respectivamente). Além disso, eles notaram que havia grandes diferenças na forma como os profissionais da área médica tratavam a hipertensão resistente aparente, evidenciando uma necessidade de padronizar os cuidados.

    A padronização dos cuidados envolve seguir as diretrizes baseadas em evidências para o diagnóstico e tratamento da hipertensão resistente aparente. Essas diretrizes incluem:

    • Confirmar a medida correta da pressão arterial no consultório e fora dele (por meio da monitorização ambulatorial ou residencial)

    • Avaliar a adesão do paciente ao tratamento e orientá-lo sobre as possíveis barreiras e soluções

    • Revisar os medicamentos prescritos e verificar se estão nas doses adequadas e se há interações medicamentosas

    • Prescrever um diurético como parte do esquema terapêutico

    • Investigar e tratar as causas secundárias de hipertensão, se houver

    • Considerar o uso de um MRA como quarto medicamento, se não houver contraindicações

    • Encaminhar o paciente para um especialista em hipertensão, se necessário

    A conscientização dos profissionais e dos pacientes sobre a hipertensão resistente aparente é fundamental para melhorar o controle da pressão arterial e prevenir complicações cardiovasculares. Os pacientes devem conversar com seus médicos sobre as estratégias para lembrar de tomar os medicamentos e relatar os possíveis efeitos colaterais. Os médicos devem estar atentos ao fato de que se forem necessários quatro ou mais medicamentos anti-hipertensivos para controlar a pressão arterial do paciente, eles devem considerar a avaliação de causas alternativas de hipertensão ou encaminhar o paciente para um especialista.

    Tratar pacientes com problemas cardíacos complexos como a aRH é uma das especialidades do Smidt Heart Institute, que recentemente recebeu a Certificação de Centro de Hipertensão Abrangente da American Heart Association. Essa certificação reconhece o compromisso do instituto em seguir as diretrizes baseadas em evidências para cuidar de pessoas com hipertensão complexa ou de difícil tratamento.

    “Essa certificação, aliada à nossa experiência clínica e de pesquisa em doenças hipertensivas, serve como um selo de excelência”, disse Christine M. Albert, MD, MPH, presidente do Departamento de Cardiologia e titular da Cátedra Distinta Lee e Harold Kapelovitz em Cardiologia. “Esses esforços sinalizam aos pacientes, profissionais da área médica e à comunidade que o Smidt Heart Institute está comprometido em oferecer cuidados abrangentes e baseados em evidências para a hipertensão.”

    Fonte: Link 1.

    Esse tipo de hipertensão requer mais medicação e controle médico, pois aumenta o risco de eventos cardiovasculares adversos, como infarto e derrame.

    O estudo, publicado na revista Hypertension, usou dados dos registros eletrônicos de saúde de três grandes organizações de saúde geograficamente diversas para analisar a prevalência, causas e tratamento da aRH. Os pesquisadores descobriram que os pacientes com aRH controlada tinham mais probabilidade de ser tratados com um medicamento comum chamado antagonista do receptor mineralocorticoide (MRA), enquanto os pacientes com aRH não controlada tinham mais probabilidade de ser tratados com quatro ou mais medicamentos anti-hipertensivos.

    Mas o que é a hipertensão resistente aparente e como ela se diferencia da hipertensão comum? A aRH é definida como a persistência da pressão arterial elevada, mesmo após o uso de três ou mais classes de medicamentos anti-hipertensivos em doses adequadas, incluindo um diurético. Porém, antes de diagnosticar a aRH, é preciso descartar outras possíveis causas para a pressão alta, como:

    • Falta de adesão ao tratamento

    • Escolha inadequada dos medicamentos

    • Pressão alta artificial no consultório médico (síndrome do jaleco branco)

    • Doenças secundárias que afetam os rins, as glândulas adrenais ou as artérias renais

    • Uso de substâncias que elevam a pressão arterial, como álcool, cafeína, anti-inflamatórios ou drogas ilícitas

    Por isso, o termo “aparente” é usado para indicar que nem sempre se trata de uma verdadeira resistência aos medicamentos, mas sim de uma dificuldade em controlar a pressão arterial por outros fatores. Nesses casos, é importante investigar e tratar as causas subjacentes, além de ajustar o esquema terapêutico.

    O estudo do Smidt Heart Institute mostrou que o uso de um MRA pode ser uma estratégia eficaz para controlar a aRH. Os MRA são medicamentos que bloqueiam os efeitos dos hormônios aldosterona e cortisol nos rins, reduzindo a retenção de sódio e água e diminuindo a pressão arterial. Eles são indicados para pacientes com hiperaldosteronismo primário, uma doença que causa excesso de produção de aldosterona pelas glândulas adrenais e é uma das causas secundárias de hipertensão.

    Os pesquisadores observaram que os pacientes com aRH controlada eram mais propensos a receber um MRA do que os pacientes com aRH não controlada (34% versus 11%, respectivamente). Além disso, eles notaram que havia grandes diferenças na forma como os profissionais da área médica tratavam a hipertensão resistente aparente, evidenciando uma necessidade de padronizar os cuidados.

    A padronização dos cuidados envolve seguir as diretrizes baseadas em evidências para o diagnóstico e tratamento da hipertensão resistente aparente. Essas diretrizes incluem:

    • Confirmar a medida correta da pressão arterial no consultório e fora dele (por meio da monitorização ambulatorial ou residencial)

    • Avaliar a adesão do paciente ao tratamento e orientá-lo sobre as possíveis barreiras e soluções

    • Revisar os medicamentos prescritos e verificar se estão nas doses adequadas e se há interações medicamentosas

    • Prescrever um diurético como parte do esquema terapêutico

    • Investigar e tratar as causas secundárias de hipertensão, se houver

    • Considerar o uso de um MRA como quarto medicamento, se não houver contraindicações

    • Encaminhar o paciente para um especialista em hipertensão, se necessário

    A conscientização dos profissionais e dos pacientes sobre a hipertensão resistente aparente é fundamental para melhorar o controle da pressão arterial e prevenir complicações cardiovasculares. Os pacientes devem conversar com seus médicos sobre as estratégias para lembrar de tomar os medicamentos e relatar os possíveis efeitos colaterais. Os médicos devem estar atentos ao fato de que se forem necessários quatro ou mais medicamentos anti-hipertensivos para controlar a pressão arterial do paciente, eles devem considerar a avaliação de causas alternativas de hipertensão ou encaminhar o paciente para um especialista.

    Tratar pacientes com problemas cardíacos complexos como a aRH é uma das especialidades do Smidt Heart Institute, que recentemente recebeu a Certificação de Centro de Hipertensão Abrangente da American Heart Association. Essa certificação reconhece o compromisso do instituto em seguir as diretrizes baseadas em evidências para cuidar de pessoas com hipertensão complexa ou de difícil tratamento.

    “Essa certificação, aliada à nossa experiência clínica e de pesquisa em doenças hipertensivas, serve como um selo de excelência”, disse Christine M. Albert, MD, MPH, presidente do Departamento de Cardiologia e titular da Cátedra Distinta Lee e Harold Kapelovitz em Cardiologia. “Esses esforços sinalizam aos pacientes, profissionais da área médica e à comunidade que o Smidt Heart Institute está comprometido em oferecer cuidados abrangentes e baseados em evidências para a hipertensão.”

    Fonte: Link 1.