Categoria: Saúde

  • Creatina melhora o desempenho de estudantes? Veja o que os estudos dizem

    Creatina melhora o desempenho de estudantes? Veja o que os estudos dizem

    A creatina é um suplemento amplamente usado por atletas e praticantes de atividade física para aumentar a força muscular e o desempenho anaeróbio. Mas você sabia que a creatina também pode ter benefícios para o cérebro?

    Neste post, vamos ver o que os estudos científicos dizem sobre o uso de creatina para melhorar o desempenho cognitivo.

    O que é a creatina e como ela funciona no cérebro?

    A creatina é uma substância natural produzida pelo nosso organismo a partir de aminoácidos. Ela é armazenada principalmente nos músculos, mas também pode ser encontrada no cérebro, no fígado e nos rins. A creatina funciona como uma fonte de energia rápida para as células, pois ajuda a regenerar o ATP (adenosina trifosfato), a molécula que armazena e transporta energia no organismo.

    No cérebro, a creatina também tem um papel importante na manutenção da energia neuronal, especialmente em situações de alta demanda cognitiva, como raciocínio, memória, aprendizado e atenção. Além disso, a creatina pode ter efeitos neuroprotetores, pois pode reduzir o estresse oxidativo, a inflamação e a morte celular induzidos por fatores como trauma, isquemia e doenças neurodegenerativas.

    O que os estudos dizem sobre a creatina e o desempenho cognitivo?

    Os estudos sugerem que a creatina pode melhorar o processamento cognitivo em indivíduos com habilidades prejudicadas ou em idosos, enquanto seus efeitos em indivíduos saudáveis e outros domínios cognitivos permanecem obscuros.

    Os efeitos do uso da substância podem variar de acordo com a dose, a duração do tratamento, o tipo de tarefa e as características individuais dos participantes.

    Há indícios de que a creatina pode ser um suplemento útil para potencializar as funções cognitivas em diferentes faixas etárias e contextos. No entanto, antes de consumir qualquer suplemento, é recomendável consultar um médico ou nutricionista para avaliar as suas necessidades individuais e possíveis contraindicações.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3, Link 4.

    Neste post, vamos ver o que os estudos científicos dizem sobre o uso de creatina para melhorar o desempenho cognitivo.

    O que é a creatina e como ela funciona no cérebro?

    A creatina é uma substância natural produzida pelo nosso organismo a partir de aminoácidos. Ela é armazenada principalmente nos músculos, mas também pode ser encontrada no cérebro, no fígado e nos rins. A creatina funciona como uma fonte de energia rápida para as células, pois ajuda a regenerar o ATP (adenosina trifosfato), a molécula que armazena e transporta energia no organismo.

    No cérebro, a creatina também tem um papel importante na manutenção da energia neuronal, especialmente em situações de alta demanda cognitiva, como raciocínio, memória, aprendizado e atenção. Além disso, a creatina pode ter efeitos neuroprotetores, pois pode reduzir o estresse oxidativo, a inflamação e a morte celular induzidos por fatores como trauma, isquemia e doenças neurodegenerativas.

    O que os estudos dizem sobre a creatina e o desempenho cognitivo?

    Os estudos sugerem que a creatina pode melhorar o processamento cognitivo em indivíduos com habilidades prejudicadas ou em idosos, enquanto seus efeitos em indivíduos saudáveis e outros domínios cognitivos permanecem obscuros.

    Os efeitos do uso da substância podem variar de acordo com a dose, a duração do tratamento, o tipo de tarefa e as características individuais dos participantes.

    Há indícios de que a creatina pode ser um suplemento útil para potencializar as funções cognitivas em diferentes faixas etárias e contextos. No entanto, antes de consumir qualquer suplemento, é recomendável consultar um médico ou nutricionista para avaliar as suas necessidades individuais e possíveis contraindicações.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3, Link 4.

  • Como a vacina contra a gripe é feita e por que ela salva vidas

    Como a vacina contra a gripe é feita e por que ela salva vidas

    A gripe é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza, que pode provocar complicações graves e até levar à morte, especialmente em grupos de risco como idosos, crianças, gestantes e pessoas com doenças crônicas.

    Por isso, a vacinação contra a gripe é uma medida de prevenção essencial para proteger a saúde individual e coletiva.

    Mas você sabe como a vacina contra a gripe é feita e por que ela precisa ser atualizada todos os anos? Neste post, vamos explicar como funciona o processo de produção das vacinas contra a gripe e quais são os benefícios da imunização para a população.

    Como a vacina contra a gripe é feita?

    A vacina contra a gripe utiliza o vírus desativado, incapaz de causar a doença, para estimular o corpo a produzir os anticorpos específicos para o tipo de gripe. Esses anticorpos são capazes de reconhecer e neutralizar o vírus caso ele entre em contato com o organismo.

    No entanto, o vírus influenza sofre constantes mutações, o que significa que ele pode mudar de forma e escapar da defesa dos anticorpos. Por isso, é necessário atualizar a composição da vacina todos os anos, de acordo com as cepas do vírus que mais circulam no momento.

    Para definir quais são as cepas que devem compor a vacina, os laboratórios seguem as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que monitora a circulação do vírus influenza no mundo todo e faz recomendações anuais sobre a composição da vacina.

    No Brasil, as vacinas contra a gripe são produzidas pelo Instituto Butantan, que recebe as cepas indicadas pela OMS e as multiplica em ovos de galinha embrionados. Depois, os vírus são inativados por meio de agentes químicos e separados das impurezas. Em seguida, eles são misturados com um adjuvante, que é uma substância que potencializa a resposta imunológica. Por fim, as vacinas são envasadas em frascos ou seringas e distribuídas para toda a rede pública de saúde.

    As vacinas utilizadas no Sistema Único de Saúde (SUS) são trivalentes, ou seja, protegem contra três tipos de vírus influenza: A (H1N1), A (H3N2) e B. Já as vacinas disponíveis na rede privada podem ser tetravalentes, que incluem uma cepa adicional do tipo B.

    Por que a vacina contra a gripe salva vidas?

    A vacinação contra a gripe é uma estratégia eficaz para reduzir as complicações, internações e mortalidade associadas à doença. Segundo a OMS, as epidemias do vírus influenza sazonal resultam em cerca de 3 a 5 milhões de casos graves e até 650 mil mortes no mundo por ano.

    Além disso, a vacinação contra a gripe também contribui para diminuir o impacto sobre os serviços de saúde, especialmente em tempos de pandemia de Covid-19. Ao prevenir os casos de gripe, evita-se que os sintomas sejam confundidos com os da Covid-19 e que haja sobrecarga nos sistemas de diagnóstico e tratamento.

    Estudos científicos mostram que a vacinação contra a gripe pode reduzir em até 45% o número de hospitalizações por pneumonias e em até 75% a mortalidade por complicações da doença.

    Por isso, a vacinação contra a gripe é uma medida de prevenção essencial para proteger a saúde individual e coletiva.

    Mas você sabe como a vacina contra a gripe é feita e por que ela precisa ser atualizada todos os anos? Neste post, vamos explicar como funciona o processo de produção das vacinas contra a gripe e quais são os benefícios da imunização para a população.

    Como a vacina contra a gripe é feita?

    A vacina contra a gripe utiliza o vírus desativado, incapaz de causar a doença, para estimular o corpo a produzir os anticorpos específicos para o tipo de gripe. Esses anticorpos são capazes de reconhecer e neutralizar o vírus caso ele entre em contato com o organismo.

    No entanto, o vírus influenza sofre constantes mutações, o que significa que ele pode mudar de forma e escapar da defesa dos anticorpos. Por isso, é necessário atualizar a composição da vacina todos os anos, de acordo com as cepas do vírus que mais circulam no momento.

    Para definir quais são as cepas que devem compor a vacina, os laboratórios seguem as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que monitora a circulação do vírus influenza no mundo todo e faz recomendações anuais sobre a composição da vacina.

    No Brasil, as vacinas contra a gripe são produzidas pelo Instituto Butantan, que recebe as cepas indicadas pela OMS e as multiplica em ovos de galinha embrionados. Depois, os vírus são inativados por meio de agentes químicos e separados das impurezas. Em seguida, eles são misturados com um adjuvante, que é uma substância que potencializa a resposta imunológica. Por fim, as vacinas são envasadas em frascos ou seringas e distribuídas para toda a rede pública de saúde.

    As vacinas utilizadas no Sistema Único de Saúde (SUS) são trivalentes, ou seja, protegem contra três tipos de vírus influenza: A (H1N1), A (H3N2) e B. Já as vacinas disponíveis na rede privada podem ser tetravalentes, que incluem uma cepa adicional do tipo B.

    Por que a vacina contra a gripe salva vidas?

    A vacinação contra a gripe é uma estratégia eficaz para reduzir as complicações, internações e mortalidade associadas à doença. Segundo a OMS, as epidemias do vírus influenza sazonal resultam em cerca de 3 a 5 milhões de casos graves e até 650 mil mortes no mundo por ano.

    Além disso, a vacinação contra a gripe também contribui para diminuir o impacto sobre os serviços de saúde, especialmente em tempos de pandemia de Covid-19. Ao prevenir os casos de gripe, evita-se que os sintomas sejam confundidos com os da Covid-19 e que haja sobrecarga nos sistemas de diagnóstico e tratamento.

    Estudos científicos mostram que a vacinação contra a gripe pode reduzir em até 45% o número de hospitalizações por pneumonias e em até 75% a mortalidade por complicações da doença.

  • Vacinação contra a gripe começa hoje no Brasil: saiba quem pode se imunizar

    Vacinação contra a gripe começa hoje no Brasil: saiba quem pode se imunizar

    A campanha nacional de vacinação contra a gripe começa hoje (10) em todo o país e vai até o dia 9 de junho.

    O objetivo é imunizar cerca de 80 milhões de pessoas que fazem parte dos grupos prioritários, como idosos, gestantes, crianças, profissionais de saúde e educação, entre outros.

    A vacina protege contra três tipos de vírus que causam a gripe: o influenza A (H1N1), o influenza A (H3N2) e o influenza B. Segundo o Ministério da Saúde, a vacina é segura e reduz as complicações que podem levar a casos graves da doença e óbitos.

    A vacinação contra a gripe é especialmente importante neste momento de pandemia de covid-19, pois ajuda a evitar sobrecarga no sistema de saúde e facilita o diagnóstico diferencial entre as duas doenças.

    Para se vacinar, é preciso procurar uma unidade de saúde mais próxima e apresentar um documento com foto e o cartão de vacinação. Quem já tomou a vacina contra a covid-19 deve respeitar um intervalo mínimo de 14 dias entre as doses.

    Para saber mais sobre a vacinação contra a gripe, acesse o site do Ministério da Saúde.

    O objetivo é imunizar cerca de 80 milhões de pessoas que fazem parte dos grupos prioritários, como idosos, gestantes, crianças, profissionais de saúde e educação, entre outros.

    A vacina protege contra três tipos de vírus que causam a gripe: o influenza A (H1N1), o influenza A (H3N2) e o influenza B. Segundo o Ministério da Saúde, a vacina é segura e reduz as complicações que podem levar a casos graves da doença e óbitos.

    A vacinação contra a gripe é especialmente importante neste momento de pandemia de covid-19, pois ajuda a evitar sobrecarga no sistema de saúde e facilita o diagnóstico diferencial entre as duas doenças.

    Para se vacinar, é preciso procurar uma unidade de saúde mais próxima e apresentar um documento com foto e o cartão de vacinação. Quem já tomou a vacina contra a covid-19 deve respeitar um intervalo mínimo de 14 dias entre as doses.

    Para saber mais sobre a vacinação contra a gripe, acesse o site do Ministério da Saúde.

  • Vacinas contra a Covid-19 são seguras para mulheres grávidas?

    Vacinas contra a Covid-19 são seguras para mulheres grávidas?

    Um artigo publicado na revista Vaccine analisou os dados de 17 estudos que envolveram mais de 35 mil mulheres grávidas que receberam as vacinas de mRNA da Pfizer-BioNTech ou da Moderna.

    As vacinas de mRNA contra Covid-19 são uma nova tecnologia que usa o material genético do vírus para estimular a resposta imune do organismo. Elas não contêm o vírus vivo e não podem causar a infecção. As duas vacinas de mRNA aprovadas para uso emergencial em vários países são a Pfizer/BioNTech e a Moderna.

    O estudo fez uma revisão sistemática de artigos que avaliaram os efeitos das vacinas de mRNA contra Covid-19 em mulheres grávidas e seus fetos. Os resultados mostraram que:

    • As vacinas de mRNA foram eficazes para prevenir a infecção por Covid-19 e reduzir o risco de complicações graves na gravidez, como pré-eclâmpsia, parto prematuro e morte fetal.

    • As vacinas de mRNA foram seguras para as mulheres grávidas e seus fetos, sem aumentar o risco de aborto, malformações congênitas, restrição de crescimento fetal ou problemas neonatais.

    • As vacinas de mRNA induziram a produção de anticorpos contra o vírus nas mulheres grávidas e em seus recém-nascidos, o que pode conferir proteção contra a infecção.

    Portanto, as vacinas de mRNA contra Covid-19 podem ser uma opção segura e eficaz para as mulheres grávidas e seus fetos. No entanto, é importante ressaltar que os estudos ainda são limitados e que mais pesquisas são necessárias para confirmar os benefícios e a segurança dessas vacinas na gestação.

    Se você está grávida ou planeja engravidar, converse com seu médico sobre a possibilidade de se vacinar contra Covid-19. Lembre-se também de seguir as medidas de prevenção, como usar máscara, lavar as mãos e evitar aglomerações.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    As vacinas de mRNA contra Covid-19 são uma nova tecnologia que usa o material genético do vírus para estimular a resposta imune do organismo. Elas não contêm o vírus vivo e não podem causar a infecção. As duas vacinas de mRNA aprovadas para uso emergencial em vários países são a Pfizer/BioNTech e a Moderna.

    O estudo fez uma revisão sistemática de artigos que avaliaram os efeitos das vacinas de mRNA contra Covid-19 em mulheres grávidas e seus fetos. Os resultados mostraram que:

    • As vacinas de mRNA foram eficazes para prevenir a infecção por Covid-19 e reduzir o risco de complicações graves na gravidez, como pré-eclâmpsia, parto prematuro e morte fetal.

    • As vacinas de mRNA foram seguras para as mulheres grávidas e seus fetos, sem aumentar o risco de aborto, malformações congênitas, restrição de crescimento fetal ou problemas neonatais.

    • As vacinas de mRNA induziram a produção de anticorpos contra o vírus nas mulheres grávidas e em seus recém-nascidos, o que pode conferir proteção contra a infecção.

    Portanto, as vacinas de mRNA contra Covid-19 podem ser uma opção segura e eficaz para as mulheres grávidas e seus fetos. No entanto, é importante ressaltar que os estudos ainda são limitados e que mais pesquisas são necessárias para confirmar os benefícios e a segurança dessas vacinas na gestação.

    Se você está grávida ou planeja engravidar, converse com seu médico sobre a possibilidade de se vacinar contra Covid-19. Lembre-se também de seguir as medidas de prevenção, como usar máscara, lavar as mãos e evitar aglomerações.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Como a meditação online pode melhorar a saúde mental dos universitários

    Como a meditação online pode melhorar a saúde mental dos universitários

    A saúde mental é um tema cada vez mais relevante para os estudantes universitários, que enfrentam desafios como estresse, ansiedade e depressão.

    Uma forma de lidar com esses problemas é a meditação, uma prática milenar que traz benefícios para o corpo e a mente.

    Mas como meditar em meio à rotina agitada? Uma alternativa é a meditação online, que pode ser feita de forma acessível e conveniente através de aplicativos ou plataformas digitais.

    A atenção plena (mindfulness) é uma forma de estar presente no momento atual, observando os seus pensamentos, sentimentos e sensações corporais sem julgá-los ou reagir a eles. Ela pode ser praticada através de exercícios de respiração, meditação, relaxamento ou outras atividades que favorecem a consciência e a aceitação.

    Um estudo recente realizado por pesquisadores peruanos mostrou que uma intervenção baseada na atenção plena (mindfulness) online teve um efeito positivo na saúde mental de 62 participantes durante a pandemia. Eles foram divididos em um grupo experimental, que recebeu um programa de 12 sessões de atenção plena online, e um grupo controle, que ficou na lista de espera. Os resultados mostraram que os níveis de ansiedade, depressão e estresse diminuíram após a intervenção, encontrando diferenças significativas entre os grupos e as fases do estudo.

    Isso significa que a intervenção baseada em mindfulness online foi eficaz para melhorar a saúde mental. Essa modalidade pode ser uma ferramenta útil para promover o bem-estar dos estudantes universitários.

    Se você quiser saber mais sobre o estudo e como participar de um programa de atenção plena online, confira o link.

    Uma forma de lidar com esses problemas é a meditação, uma prática milenar que traz benefícios para o corpo e a mente.

    Mas como meditar em meio à rotina agitada? Uma alternativa é a meditação online, que pode ser feita de forma acessível e conveniente através de aplicativos ou plataformas digitais.

    A atenção plena (mindfulness) é uma forma de estar presente no momento atual, observando os seus pensamentos, sentimentos e sensações corporais sem julgá-los ou reagir a eles. Ela pode ser praticada através de exercícios de respiração, meditação, relaxamento ou outras atividades que favorecem a consciência e a aceitação.

    Um estudo recente realizado por pesquisadores peruanos mostrou que uma intervenção baseada na atenção plena (mindfulness) online teve um efeito positivo na saúde mental de 62 participantes durante a pandemia. Eles foram divididos em um grupo experimental, que recebeu um programa de 12 sessões de atenção plena online, e um grupo controle, que ficou na lista de espera. Os resultados mostraram que os níveis de ansiedade, depressão e estresse diminuíram após a intervenção, encontrando diferenças significativas entre os grupos e as fases do estudo.

    Isso significa que a intervenção baseada em mindfulness online foi eficaz para melhorar a saúde mental. Essa modalidade pode ser uma ferramenta útil para promover o bem-estar dos estudantes universitários.

    Se você quiser saber mais sobre o estudo e como participar de um programa de atenção plena online, confira o link.

  • Vacinas contra câncer e doenças cardíacas podem ficar prontas até o final da década

    Vacinas contra câncer e doenças cardíacas podem ficar prontas até o final da década

    Uma equipe de cientistas britânicos está desenvolvendo vacinas que podem prevenir ou tratar câncer e doenças cardíacas, as duas principais causas de morte no mundo.

    Eles esperam que as vacinas estejam disponíveis até o final da década, após testes clínicos bem-sucedidos.

    As vacinas usam a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA), a mesma usada nas vacinas contra a covid-19, para treinar o sistema imunológico para combater as células doentes.

    Os pesquisadores afirmam que as vacinas são seguras, baratas e fáceis de administrar.

    Segundo os pesquisadores, as vacinas poderiam prevenir ou tratar vários tipos de câncer, como o de mama, o de próstata e o de pele, além de reduzir o risco de ataques cardíacos e derrames. Eles esperam iniciar os testes clínicos em humanos já em 2023.

    A reportagem completa pode ser lida no site do jornal The Guardian, neste link.

    Eles esperam que as vacinas estejam disponíveis até o final da década, após testes clínicos bem-sucedidos.

    As vacinas usam a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA), a mesma usada nas vacinas contra a covid-19, para treinar o sistema imunológico para combater as células doentes.

    Os pesquisadores afirmam que as vacinas são seguras, baratas e fáceis de administrar.

    Segundo os pesquisadores, as vacinas poderiam prevenir ou tratar vários tipos de câncer, como o de mama, o de próstata e o de pele, além de reduzir o risco de ataques cardíacos e derrames. Eles esperam iniciar os testes clínicos em humanos já em 2023.

    A reportagem completa pode ser lida no site do jornal The Guardian, neste link.

  • Como reduzir o consumo de açúcar e prevenir doenças

    Como reduzir o consumo de açúcar e prevenir doenças

    O açúcar é um ingrediente que está presente em muitos alimentos e bebidas que consumimos no dia a dia. Ele é responsável por dar sabor doce e energia ao nosso organismo, mas também pode trazer diversos problemas de saúde se consumido em excesso.

    O consumo excessivo de açúcar pode aumentar o risco de doenças como obesidade, diabetes, esteatose hepática, hipertensão e doenças cardiovasculares. Isso acontece porque o açúcar eleva os níveis de glicose e insulina no sangue, o que pode causar resistência à insulina, inflamação, acúmulo de gordura no fígado e nos vasos sanguíneos.

    Além disso, o açúcar pode causar dependência, pois estimula a liberação de serotonina, um neurotransmissor que regula o humor e o bem-estar. Quando os níveis de glicose caem, sentimos vontade de comer mais doces para recuperar a sensação de prazer.

    Mas isso não significa que devemos eliminar completamente o açúcar da nossa alimentação. O açúcar também tem benefícios para a saúde, pois fornece glicose, um combustível essencial para o funcionamento do cérebro, da retina e dos rins. A glicose é necessária para manter a concentração, a memória, a visão e a filtração renal.

    O que devemos fazer é reduzir o consumo de açúcar refinado e processado, que é adicionado aos alimentos industrializados, como refrigerantes, sucos artificiais, bolos, biscoitos, sorvetes, chocolates e balas. Esses alimentos são pobres em nutrientes e ricos em calorias vazias.

    Uma forma de reduzir o consumo de açúcar refinado é substituí-lo por fontes naturais de açúcar, como as frutas. As frutas contêm frutose, um tipo de açúcar que tem menor impacto na glicemia e na insulina do que a sacarose (açúcar de mesa). Além disso, as frutas são ricas em fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes, que trazem benefícios para a saúde.

    Outra forma de reduzir o consumo de açúcar refinado é evitar o consumo de alimentos processados e optar por alimentos naturais e integrais, como verduras, legumes, cereais, grãos, oleaginosas e proteínas magras. Esses alimentos têm menor índice glicêmico e maior valor nutricional do que os alimentos refinados.

    Também é importante controlar as porções e a frequência do consumo de doces. O ideal é consumir doces apenas ocasionalmente e em pequenas quantidades. Uma dica é escolher um dia da semana para comer um doce que você goste muito e se satisfazer com ele.

    Reduzir o consumo de açúcar não é fácil, mas é possível com hábitos alimentares saudáveis e equilibrados. Ao diminuir a ingestão de açúcar refinado e processado, você estará prevenindo doenças e melhorando a sua qualidade de vida.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3, Link 4.

    O consumo excessivo de açúcar pode aumentar o risco de doenças como obesidade, diabetes, esteatose hepática, hipertensão e doenças cardiovasculares. Isso acontece porque o açúcar eleva os níveis de glicose e insulina no sangue, o que pode causar resistência à insulina, inflamação, acúmulo de gordura no fígado e nos vasos sanguíneos.

    Além disso, o açúcar pode causar dependência, pois estimula a liberação de serotonina, um neurotransmissor que regula o humor e o bem-estar. Quando os níveis de glicose caem, sentimos vontade de comer mais doces para recuperar a sensação de prazer.

    Mas isso não significa que devemos eliminar completamente o açúcar da nossa alimentação. O açúcar também tem benefícios para a saúde, pois fornece glicose, um combustível essencial para o funcionamento do cérebro, da retina e dos rins. A glicose é necessária para manter a concentração, a memória, a visão e a filtração renal.

    O que devemos fazer é reduzir o consumo de açúcar refinado e processado, que é adicionado aos alimentos industrializados, como refrigerantes, sucos artificiais, bolos, biscoitos, sorvetes, chocolates e balas. Esses alimentos são pobres em nutrientes e ricos em calorias vazias.

    Uma forma de reduzir o consumo de açúcar refinado é substituí-lo por fontes naturais de açúcar, como as frutas. As frutas contêm frutose, um tipo de açúcar que tem menor impacto na glicemia e na insulina do que a sacarose (açúcar de mesa). Além disso, as frutas são ricas em fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes, que trazem benefícios para a saúde.

    Outra forma de reduzir o consumo de açúcar refinado é evitar o consumo de alimentos processados e optar por alimentos naturais e integrais, como verduras, legumes, cereais, grãos, oleaginosas e proteínas magras. Esses alimentos têm menor índice glicêmico e maior valor nutricional do que os alimentos refinados.

    Também é importante controlar as porções e a frequência do consumo de doces. O ideal é consumir doces apenas ocasionalmente e em pequenas quantidades. Uma dica é escolher um dia da semana para comer um doce que você goste muito e se satisfazer com ele.

    Reduzir o consumo de açúcar não é fácil, mas é possível com hábitos alimentares saudáveis e equilibrados. Ao diminuir a ingestão de açúcar refinado e processado, você estará prevenindo doenças e melhorando a sua qualidade de vida.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3, Link 4.

  • Dry scooping: o que é, quais os riscos e o que a ciência diz sobre essa prática

    Dry scooping: o que é, quais os riscos e o que a ciência diz sobre essa prática

    Dry scooping é uma tendência fitness que consiste em engolir o pó de suplementos pré-treino sem misturá-los em água. Essa prática se popularizou nas redes sociais, principalmente no TikTok, onde muitas pessoas afirmam que ela aumenta a energia e o desempenho nos exercícios.

    Mas será que isso é verdade? E quais são os riscos dessa moda?

    O que diz a ciência sobre o dry scooping?

    Não há evidências científicas de que o dry scooping traga benefícios para os músculos ou para a performance física. Pelo contrário, essa forma de consumo pode ser perigosa e causar sérios problemas de saúde, como engasgos, taquicardia, aumento da pressão arterial, broncoaspiração e até morte por asfixia.

    Isso porque os suplementos pré-treino geralmente contêm altas doses de cafeína, aminoácidos, creatina e outros estimulantes que podem afetar o sistema cardiovascular e nervoso. Além disso, ao ingerir o pó seco, há o risco de inalar acidentalmente a substância, o que pode provocar inflamação e infecção nos pulmões.

    Um estudo canadense publicado em fevereiro de 2021 revelou que o dry scooping é uma prática comum entre os adolescentes, especialmente os do sexo masculino, e que está associada a um maior uso de álcool, tabaco e outras drogas. Os pesquisadores alertam para os perigos dessa tendência e recomendam que os médicos estejam atentos aos sinais de consumo inadequado de suplementos entre os jovens.

    Como consumir os suplementos pré-treino de forma segura?

    A melhor forma de consumir os suplementos pré-treino é seguindo as orientações do fabricante ou do profissional de saúde que prescreveu o produto. Isso significa diluir a quantidade adequada do pó em água e tomar cerca de 30 minutos antes do treino.

    Também é importante respeitar as contraindicações e os efeitos colaterais dos suplementos, que podem variar de acordo com a composição e a sensibilidade de cada pessoa. Algumas reações adversas possíveis são insônia, ansiedade, irritabilidade, náuseas, diarreia e dor de cabeça.

    Portanto, antes de aderir ao dry scooping ou a qualquer outra moda fitness, consulte um médico ou um nutricionista para saber se você realmente precisa e pode usar suplementos pré-treino. Lembre-se de que a saúde vem em primeiro lugar e que não vale a pena arriscar sua vida por um suposto ganho de energia.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Mas será que isso é verdade? E quais são os riscos dessa moda?

    O que diz a ciência sobre o dry scooping?

    Não há evidências científicas de que o dry scooping traga benefícios para os músculos ou para a performance física. Pelo contrário, essa forma de consumo pode ser perigosa e causar sérios problemas de saúde, como engasgos, taquicardia, aumento da pressão arterial, broncoaspiração e até morte por asfixia.

    Isso porque os suplementos pré-treino geralmente contêm altas doses de cafeína, aminoácidos, creatina e outros estimulantes que podem afetar o sistema cardiovascular e nervoso. Além disso, ao ingerir o pó seco, há o risco de inalar acidentalmente a substância, o que pode provocar inflamação e infecção nos pulmões.

    Um estudo canadense publicado em fevereiro de 2021 revelou que o dry scooping é uma prática comum entre os adolescentes, especialmente os do sexo masculino, e que está associada a um maior uso de álcool, tabaco e outras drogas. Os pesquisadores alertam para os perigos dessa tendência e recomendam que os médicos estejam atentos aos sinais de consumo inadequado de suplementos entre os jovens.

    Como consumir os suplementos pré-treino de forma segura?

    A melhor forma de consumir os suplementos pré-treino é seguindo as orientações do fabricante ou do profissional de saúde que prescreveu o produto. Isso significa diluir a quantidade adequada do pó em água e tomar cerca de 30 minutos antes do treino.

    Também é importante respeitar as contraindicações e os efeitos colaterais dos suplementos, que podem variar de acordo com a composição e a sensibilidade de cada pessoa. Algumas reações adversas possíveis são insônia, ansiedade, irritabilidade, náuseas, diarreia e dor de cabeça.

    Portanto, antes de aderir ao dry scooping ou a qualquer outra moda fitness, consulte um médico ou um nutricionista para saber se você realmente precisa e pode usar suplementos pré-treino. Lembre-se de que a saúde vem em primeiro lugar e que não vale a pena arriscar sua vida por um suposto ganho de energia.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Vape: Jovem que fuma desde os 13 anos é internado com pulmões de idoso

    Vape: Jovem que fuma desde os 13 anos é internado com pulmões de idoso

    Vape é um aparelho eletrônico que produz vapor a partir de líquidos aromatizados, que podem ou não conter nicotina. Muitos jovens usam o vape como uma alternativa ao cigarro tradicional, acreditando que ele é menos prejudicial.

    Um caso recente mostra que o vape pode ser tão ou mais nocivo do que o cigarro. Um jovem de 18 anos, que começou a usar o vape aos 13, foi internado com pulmões de idoso e faz campanha contra os aparelhos. Ele contou que fumava até três frascos de líquido por dia e que sentia falta de ar, tosse e dor no peito. Os médicos diagnosticaram que ele tinha uma doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), uma condição irreversível que afeta principalmente pessoas acima dos 40 anos.

    O jovem decidiu alertar outros usuários sobre os riscos do vape e criou uma página no Instagram, onde compartilha sua história e informações sobre os malefícios do produto. Ele também participou de uma reportagem do jornal O Globo, que você pode ler neste link.

    O caso do jovem não é isolado. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso do vape pode causar diversos problemas de saúde, como doenças respiratórias, cardiovasculares e câncer. Além disso, o vape pode aumentar a dependência da nicotina e facilitar a transição para o cigarro convencional.

    Um caso recente mostra que o vape pode ser tão ou mais nocivo do que o cigarro. Um jovem de 18 anos, que começou a usar o vape aos 13, foi internado com pulmões de idoso e faz campanha contra os aparelhos. Ele contou que fumava até três frascos de líquido por dia e que sentia falta de ar, tosse e dor no peito. Os médicos diagnosticaram que ele tinha uma doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), uma condição irreversível que afeta principalmente pessoas acima dos 40 anos.

    O jovem decidiu alertar outros usuários sobre os riscos do vape e criou uma página no Instagram, onde compartilha sua história e informações sobre os malefícios do produto. Ele também participou de uma reportagem do jornal O Globo, que você pode ler neste link.

    O caso do jovem não é isolado. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso do vape pode causar diversos problemas de saúde, como doenças respiratórias, cardiovasculares e câncer. Além disso, o vape pode aumentar a dependência da nicotina e facilitar a transição para o cigarro convencional.

  • Cannabis medicinal gratuita pelo SUS: São Vicente inaugura centro de saúde pública pioneiro

    Cannabis medicinal gratuita pelo SUS: São Vicente inaugura centro de saúde pública pioneiro

    O primeiro centro de saúde pública no estado de São Paulo a fornecer terapias gratuitas à base de plantas medicinais, incluindo cannabis, foi inaugurado em São Vicente.

    A lei, sancionada pelo governador Tarcísio de Freitas em 31 de janeiro de 2023, autoriza a distribuição gratuita de medicamentos à base de canabidiol (CBD) na rede pública de saúde do estado. Os medicamentos deverão ter o registro prévio na Anvisa e serão distribuídos a pacientes com laudo e prescrição médica, além de um atestado comprovando que essas pessoas não têm condições de comprar a medicação. A Secretaria de Estado da Saúde será responsável por implementar as diretrizes da lei.

    O CBD é uma substância extraída da planta cannabis, que não possui efeitos psicoativos e é usada em tratamentos para pessoas com autismo, alzheimer, parkinson e epilepsia, além de doenças e síndromes raras. O custo médio do remédio é de R$ 1.500.

    O centro de saúde pública de São Vicente é o primeiro a oferecer terapias gratuitas à base de plantas medicinais, incluindo cannabis, no estado. O objetivo é ampliar o acesso dos pacientes que necessitam desse tipo de tratamento e que não podem arcar com os custos.

    O centro conta com uma equipe multidisciplinar formada por médicos, enfermeiros, farmacêuticos, nutricionistas e psicólogos, que avaliam cada caso e prescrevem as terapias mais adequadas. Além da cannabis, o centro também oferece outras plantas medicinais, como camomila, erva-cidreira e hortelã.

    O centro de saúde pública de São Vicente segue o exemplo do CEC – Centro de Excelência Canabinóide – localizado na cidade de São Paulo, que é o primeiro centro focado em cannabis medicinal do Brasil. O CEC atua na área educacional, com cursos e palestras sobre o tema, e também na área clínica, com uma equipe de médicos especialistas e certificados em medicina canabinóide.

    A lei, sancionada pelo governador Tarcísio de Freitas em 31 de janeiro de 2023, autoriza a distribuição gratuita de medicamentos à base de canabidiol (CBD) na rede pública de saúde do estado. Os medicamentos deverão ter o registro prévio na Anvisa e serão distribuídos a pacientes com laudo e prescrição médica, além de um atestado comprovando que essas pessoas não têm condições de comprar a medicação. A Secretaria de Estado da Saúde será responsável por implementar as diretrizes da lei.

    O CBD é uma substância extraída da planta cannabis, que não possui efeitos psicoativos e é usada em tratamentos para pessoas com autismo, alzheimer, parkinson e epilepsia, além de doenças e síndromes raras. O custo médio do remédio é de R$ 1.500.

    O centro de saúde pública de São Vicente é o primeiro a oferecer terapias gratuitas à base de plantas medicinais, incluindo cannabis, no estado. O objetivo é ampliar o acesso dos pacientes que necessitam desse tipo de tratamento e que não podem arcar com os custos.

    O centro conta com uma equipe multidisciplinar formada por médicos, enfermeiros, farmacêuticos, nutricionistas e psicólogos, que avaliam cada caso e prescrevem as terapias mais adequadas. Além da cannabis, o centro também oferece outras plantas medicinais, como camomila, erva-cidreira e hortelã.

    O centro de saúde pública de São Vicente segue o exemplo do CEC – Centro de Excelência Canabinóide – localizado na cidade de São Paulo, que é o primeiro centro focado em cannabis medicinal do Brasil. O CEC atua na área educacional, com cursos e palestras sobre o tema, e também na área clínica, com uma equipe de médicos especialistas e certificados em medicina canabinóide.