Categoria: Saúde

  • O que é saúde digital e por que ela é importante?

    O que é saúde digital e por que ela é importante?

    Saúde digital é o uso de recursos de tecnologia de informação e comunicação (TIC) para produzir e disponibilizar informações confiáveis sobre o estado de saúde para os cidadãos, profissionais de saúde e gestores públicos.

    O termo saúde digital é mais abrangente do que e-Saúde e incorpora os recentes avanços na tecnologia, como novos conceitos, aplicações de redes sociais, Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (IA), entre outros.

    A saúde digital tem o potencial de transformar o sistema de saúde, oferecendo serviços integrados, personalizados e precisos, além de otimizar o atendimento e reduzir custos. A saúde digital também pode facilitar o acesso à informação e à educação em saúde, promovendo a prevenção e a participação dos usuários.

    Para que a saúde digital seja efetiva, é necessário que haja uma estratégia nacional que oriente e alinhe as diversas iniciativas públicas e privadas, seguindo as diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS). A estratégia de saúde digital deve ter como foco resolver os problemas do sistema de saúde, utilizando as soluções de TIC mais adequadas para cada contexto.

    A pandemia da Covid-19 evidenciou a importância da saúde digital como instrumento de tomada de decisão e coordenação das ações nacionais. A plataforma Saúde Digital, por exemplo, é uma ferramenta que permite o cadastro da vacinação contra a Covid-19 para as pessoas incluídas nos grupos prioritários da imunização.

    A saúde digital é uma área de conhecimento e prática em constante evolução, que requer o envolvimento de todos os atores do sistema de saúde, incluindo os cidadãos. A saúde digital pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida e do bem-estar da população.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    O termo saúde digital é mais abrangente do que e-Saúde e incorpora os recentes avanços na tecnologia, como novos conceitos, aplicações de redes sociais, Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (IA), entre outros.

    A saúde digital tem o potencial de transformar o sistema de saúde, oferecendo serviços integrados, personalizados e precisos, além de otimizar o atendimento e reduzir custos. A saúde digital também pode facilitar o acesso à informação e à educação em saúde, promovendo a prevenção e a participação dos usuários.

    Para que a saúde digital seja efetiva, é necessário que haja uma estratégia nacional que oriente e alinhe as diversas iniciativas públicas e privadas, seguindo as diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS). A estratégia de saúde digital deve ter como foco resolver os problemas do sistema de saúde, utilizando as soluções de TIC mais adequadas para cada contexto.

    A pandemia da Covid-19 evidenciou a importância da saúde digital como instrumento de tomada de decisão e coordenação das ações nacionais. A plataforma Saúde Digital, por exemplo, é uma ferramenta que permite o cadastro da vacinação contra a Covid-19 para as pessoas incluídas nos grupos prioritários da imunização.

    A saúde digital é uma área de conhecimento e prática em constante evolução, que requer o envolvimento de todos os atores do sistema de saúde, incluindo os cidadãos. A saúde digital pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida e do bem-estar da população.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Poluição ambiental e insônia: entenda a relação e como se proteger

    Poluição ambiental e insônia: entenda a relação e como se proteger

    Você sabia que a poluição sonora e atmosférica pode prejudicar o seu sono e a sua saúde? Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o ruído é um dos fatores ambientais que mais provoca problemas de saúde, como irritação, estresse, perda auditiva e doenças cardiovasculares.

    Além disso, a poluição do ar pode piorar doenças respiratórias e distúrbios como a apneia do sono, que afeta a qualidade e a quantidade do sono.

    Neste post, vamos explicar como a poluição afeta o sono e o que você pode fazer para se proteger e dormir melhor. Confira!

    Poluição sonora: o que é e como afeta o sono

    A poluição sonora é todo e qualquer ruído que possa causar danos à saúde. Ela acontece quando o som altera a condição normal da audição em um espaço. A poluição sonora é um dos maiores problemas ambientais dos grandes centros urbanos, onde há diversas fontes de ruído, como tráfego automobilístico, tráfego aéreo, obras de construção, restaurantes e lazer noturno, animais etc.

    A OMS define como ruído níveis sonoros superiores a 65 decibéis (dB). Mais concretamente, dito ruído se torna daninho se for superior a 75 dB e doloroso a partir dos 120 db. A OMS recomenda não passar de 65 dB durante o dia e indica que para que o sono seja reparador, o ruído do ambiente noturno não deve ser superior a 30 dB.

    A poluição sonora interfere no sono de várias formas:

    • Dificulta o adormecimento;
    • Provoca despertares frequentes;
    • Reduz o tempo total de sono;
    • Altera os estágios do sono;
    • Diminui a qualidade subjetiva do sono;
    • Aumenta os níveis de cortisol (hormônio do estresse);
    • Reduz a capacidade de recuperação física e mental.

    Poluição atmosférica: o que é e como afeta o sono

    A poluição atmosférica é a presença de substâncias nocivas no ar que respiramos. Ela pode ser causada por fontes naturais ou antrópicas (relacionadas à atividade humana), como queimadas, indústrias, veículos etc. A poluição atmosférica pode provocar diversos problemas de saúde, especialmente respiratórios e alérgicos.

    A poluição atmosférica também interfere no sono de várias formas:

    • Irrita as vias respiratórias;
    • Piora os sintomas de rinite, sinusite, bronquite e asma;
    • Aumenta o risco de apneia do sono;
    • Reduz a oxigenação do sangue;
    • Afeta o sistema nervoso central;
    • Diminui a qualidade subjetiva do sono.

    Como se proteger da poluição e dormir melhor

    Diante dos efeitos nocivos da poluição sobre o sono e a saúde, é importante tomar algumas medidas para se proteger e dormir melhor. Veja algumas dicas:

    • Evite exposição prolongada a fontes de ruído elevado;
    • Use protetores auriculares ou fones de ouvido com cancelamento de ruído se necessário;
    • Mantenha as janelas fechadas durante a noite ou use cortinas acústicas;
    • Use um umidificador ou vaporizador de ar no quarto para aliviar as vias respiratórias;
    • Evite atividades físicas ao ar livre em dias muito poluídos ou secos;
    • Use máscara de proteção se precisar sair em locais com alta concentração de poluentes;
    • Consulte um médico se tiver sintomas de apneia do sono ou outras doenças respiratórias;
    • Mantenha uma rotina regular de sono e higiene do sono.

    Além disso, a poluição do ar pode piorar doenças respiratórias e distúrbios como a apneia do sono, que afeta a qualidade e a quantidade do sono.

    Neste post, vamos explicar como a poluição afeta o sono e o que você pode fazer para se proteger e dormir melhor. Confira!

    Poluição sonora: o que é e como afeta o sono

    A poluição sonora é todo e qualquer ruído que possa causar danos à saúde. Ela acontece quando o som altera a condição normal da audição em um espaço. A poluição sonora é um dos maiores problemas ambientais dos grandes centros urbanos, onde há diversas fontes de ruído, como tráfego automobilístico, tráfego aéreo, obras de construção, restaurantes e lazer noturno, animais etc.

    A OMS define como ruído níveis sonoros superiores a 65 decibéis (dB). Mais concretamente, dito ruído se torna daninho se for superior a 75 dB e doloroso a partir dos 120 db. A OMS recomenda não passar de 65 dB durante o dia e indica que para que o sono seja reparador, o ruído do ambiente noturno não deve ser superior a 30 dB.

    A poluição sonora interfere no sono de várias formas:

    • Dificulta o adormecimento;
    • Provoca despertares frequentes;
    • Reduz o tempo total de sono;
    • Altera os estágios do sono;
    • Diminui a qualidade subjetiva do sono;
    • Aumenta os níveis de cortisol (hormônio do estresse);
    • Reduz a capacidade de recuperação física e mental.

    Poluição atmosférica: o que é e como afeta o sono

    A poluição atmosférica é a presença de substâncias nocivas no ar que respiramos. Ela pode ser causada por fontes naturais ou antrópicas (relacionadas à atividade humana), como queimadas, indústrias, veículos etc. A poluição atmosférica pode provocar diversos problemas de saúde, especialmente respiratórios e alérgicos.

    A poluição atmosférica também interfere no sono de várias formas:

    • Irrita as vias respiratórias;
    • Piora os sintomas de rinite, sinusite, bronquite e asma;
    • Aumenta o risco de apneia do sono;
    • Reduz a oxigenação do sangue;
    • Afeta o sistema nervoso central;
    • Diminui a qualidade subjetiva do sono.

    Como se proteger da poluição e dormir melhor

    Diante dos efeitos nocivos da poluição sobre o sono e a saúde, é importante tomar algumas medidas para se proteger e dormir melhor. Veja algumas dicas:

    • Evite exposição prolongada a fontes de ruído elevado;
    • Use protetores auriculares ou fones de ouvido com cancelamento de ruído se necessário;
    • Mantenha as janelas fechadas durante a noite ou use cortinas acústicas;
    • Use um umidificador ou vaporizador de ar no quarto para aliviar as vias respiratórias;
    • Evite atividades físicas ao ar livre em dias muito poluídos ou secos;
    • Use máscara de proteção se precisar sair em locais com alta concentração de poluentes;
    • Consulte um médico se tiver sintomas de apneia do sono ou outras doenças respiratórias;
    • Mantenha uma rotina regular de sono e higiene do sono.
  • Dia Mundial da Doença de Chagas: infecção afeta 6 milhões de pessoas

    Dia Mundial da Doença de Chagas: infecção afeta 6 milhões de pessoas

    A doença de Chagas é uma infecção causada pelo parasita Trypanosoma cruzi, que pode ser transmitido pela picada de um inseto conhecido como barbeiro, pela ingestão de alimentos contaminados, pela transfusão de sangue ou transplante de órgãos de doadores infectados, pela transmissão de mãe para filho durante a gravidez ou o parto ou por acidentes…

    A doença de Chagas tem duas fases: a aguda e a crônica. Na fase aguda, que pode durar de algumas semanas a alguns meses, os sintomas podem ser leves ou inexistentes, mas podem incluir febre, dor de cabeça, mal estar, inchaço no local da picada ou nas pálpebras e aumento dos gânglios linfáticos. Se não tratada, a doença pode evoluir para a fase crônica, que pode se manifestar anos ou décadas depois da infecção e causar complicações graves no coração e no sistema digestivo.

    O diagnóstico da doença de Chagas é feito com base nos sinais e sintomas, na história clínica e epidemiológica e em exames laboratoriais que detectam a presença do parasita ou dos anticorpos contra ele no sangue. O tratamento é feito com medicamentos antiparasitários, como o benznidazol, que são mais eficazes na fase aguda da doença. Na fase crônica, o tratamento visa controlar os sintomas e prevenir as complicações.

    No dia 14 de abril é celebrado o Dia Mundial da Doença de Chagas, uma data que visa conscientizar a população sobre essa doença negligenciada que afeta cerca de 6 milhões de pessoas no mundo, principalmente na América Latina. A prevenção da doença de Chagas envolve medidas como combater o inseto transmissor, evitar o consumo de alimentos não inspecionados, realizar testes de triagem em doadores de sangue e órgãos e fazer o pré-natal adequado.

    A doença de Chagas tem duas fases: a aguda e a crônica. Na fase aguda, que pode durar de algumas semanas a alguns meses, os sintomas podem ser leves ou inexistentes, mas podem incluir febre, dor de cabeça, mal estar, inchaço no local da picada ou nas pálpebras e aumento dos gânglios linfáticos. Se não tratada, a doença pode evoluir para a fase crônica, que pode se manifestar anos ou décadas depois da infecção e causar complicações graves no coração e no sistema digestivo.

    O diagnóstico da doença de Chagas é feito com base nos sinais e sintomas, na história clínica e epidemiológica e em exames laboratoriais que detectam a presença do parasita ou dos anticorpos contra ele no sangue. O tratamento é feito com medicamentos antiparasitários, como o benznidazol, que são mais eficazes na fase aguda da doença. Na fase crônica, o tratamento visa controlar os sintomas e prevenir as complicações.

    No dia 14 de abril é celebrado o Dia Mundial da Doença de Chagas, uma data que visa conscientizar a população sobre essa doença negligenciada que afeta cerca de 6 milhões de pessoas no mundo, principalmente na América Latina. A prevenção da doença de Chagas envolve medidas como combater o inseto transmissor, evitar o consumo de alimentos não inspecionados, realizar testes de triagem em doadores de sangue e órgãos e fazer o pré-natal adequado.

  • Gripe aviária H3N8: o que é, quais os riscos e como se prevenir

    Gripe aviária H3N8: o que é, quais os riscos e como se prevenir

    A gripe aviária é uma doença causada por vírus influenza que afetam principalmente as aves, mas que podem ocasionalmente infectar outros animais e humanos.

    Existem vários subtipos de vírus influenza, sendo o H3N8 um deles. Esse subtipo é comum em aves e pássaros selvagens, mas raramente causa doença em humanos.

    No entanto, recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou o primeiro caso fatal de infecção humana por H3N8 na China. A vítima foi uma mulher de 56 anos que morava na província de Guangdong e que teve contato com aves doentes. Ela apresentou sintomas como febre, tosse, dor de garganta e dificuldade respiratória, e morreu após desenvolver pneumonia e falência múltipla de órgãos.

    Esse foi o terceiro caso de infecção humana por H3N8 no mundo, sendo os outros dois também registrados na China, em 2022 e 2021, respectivamente. Ambos os pacientes se recuperaram da doença. Segundo a OMS, não há evidências de transmissão sustentada do vírus entre humanos, mas há um risco potencial de que ele possa se adaptar e se tornar mais contagioso.

    A gripe aviária pode causar graves consequências para a saúde pública e para a economia, especialmente para os países que dependem da produção avícola. No Brasil, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) informou que monitora constantemente a situação da gripe aviária no mundo e que adota medidas de prevenção e controle para evitar a entrada do vírus no país.

    Entre as medidas estão a proibição da importação de aves e produtos derivados de países com casos de gripe aviária, a fiscalização nas fronteiras e nos aeroportos, a vigilância sanitária nas granjas e nos criatórios domésticos, a vacinação dos animais suscetíveis ao vírus, a notificação obrigatória de qualquer suspeita da doença e a educação sanitária dos produtores e consumidores.

    Para se prevenir da gripe aviária, é importante evitar o contato direto ou indireto com aves doentes ou mortas, lavar bem as mãos com água e sabão após manipular aves ou ovos, cozinhar bem os alimentos de origem animal antes de consumir, usar máscara e luvas ao lidar com aves ou produtos derivados e procurar atendimento médico imediato em caso de sintomas respiratórios.

    A gripe aviária é uma doença grave que pode afetar tanto os animais quanto os humanos. Por isso, é fundamental estar atento às informações oficiais e seguir as recomendações das autoridades sanitárias para evitar a disseminação do vírus.

    Existem vários subtipos de vírus influenza, sendo o H3N8 um deles. Esse subtipo é comum em aves e pássaros selvagens, mas raramente causa doença em humanos.

    No entanto, recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou o primeiro caso fatal de infecção humana por H3N8 na China. A vítima foi uma mulher de 56 anos que morava na província de Guangdong e que teve contato com aves doentes. Ela apresentou sintomas como febre, tosse, dor de garganta e dificuldade respiratória, e morreu após desenvolver pneumonia e falência múltipla de órgãos.

    Esse foi o terceiro caso de infecção humana por H3N8 no mundo, sendo os outros dois também registrados na China, em 2022 e 2021, respectivamente. Ambos os pacientes se recuperaram da doença. Segundo a OMS, não há evidências de transmissão sustentada do vírus entre humanos, mas há um risco potencial de que ele possa se adaptar e se tornar mais contagioso.

    A gripe aviária pode causar graves consequências para a saúde pública e para a economia, especialmente para os países que dependem da produção avícola. No Brasil, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) informou que monitora constantemente a situação da gripe aviária no mundo e que adota medidas de prevenção e controle para evitar a entrada do vírus no país.

    Entre as medidas estão a proibição da importação de aves e produtos derivados de países com casos de gripe aviária, a fiscalização nas fronteiras e nos aeroportos, a vigilância sanitária nas granjas e nos criatórios domésticos, a vacinação dos animais suscetíveis ao vírus, a notificação obrigatória de qualquer suspeita da doença e a educação sanitária dos produtores e consumidores.

    Para se prevenir da gripe aviária, é importante evitar o contato direto ou indireto com aves doentes ou mortas, lavar bem as mãos com água e sabão após manipular aves ou ovos, cozinhar bem os alimentos de origem animal antes de consumir, usar máscara e luvas ao lidar com aves ou produtos derivados e procurar atendimento médico imediato em caso de sintomas respiratórios.

    A gripe aviária é uma doença grave que pode afetar tanto os animais quanto os humanos. Por isso, é fundamental estar atento às informações oficiais e seguir as recomendações das autoridades sanitárias para evitar a disseminação do vírus.

  • Misoprostol no Brasil: usos, restrições e riscos

    Misoprostol no Brasil: usos, restrições e riscos

    O misoprostol é uma prostaglandina sintética que geralmente é utilizada no hospital para indução do trabalho de parto, preparo do colo uterino para curetagem ou aborto legal, pois é capaz de provocar contração uterina e amolecimento do colo do útero.

    Quando utilizado no ambiente hospitalar e sob orientação médica, o misoprostol é considerado eficaz e seguro, principalmente quando respeitadas as dosagens adequadas, contraindicações, tempo de uso e, sobretudo, quando há o devido monitoramento da paciente. 

    A venda do misoprostol é proibida no Brasil. Embora o medicamento seja considerado eficaz e seguro quando utilizado no ambiente hospitalar e sob orientação médica, a sua venda é ilegal e o uso indevido pode causar graves riscos à saúde das mulheres.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Quando utilizado no ambiente hospitalar e sob orientação médica, o misoprostol é considerado eficaz e seguro, principalmente quando respeitadas as dosagens adequadas, contraindicações, tempo de uso e, sobretudo, quando há o devido monitoramento da paciente. 

    A venda do misoprostol é proibida no Brasil. Embora o medicamento seja considerado eficaz e seguro quando utilizado no ambiente hospitalar e sob orientação médica, a sua venda é ilegal e o uso indevido pode causar graves riscos à saúde das mulheres.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Novo teste para Alzheimer chega ao Brasil; resultado sai em até 20 minutos

    Novo teste para Alzheimer chega ao Brasil; resultado sai em até 20 minutos

    Um novo exame que pode ajudar no diagnóstico precoce da doença de Alzheimer está disponível no Brasil desde este mês.

    O teste, chamado de Elecsys CSF, foi desenvolvido pela farmacêutica Roche Diagnóstica e é realizado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

    O exame analisa a concentração das proteínas beta amiloide e TAU no líquido cefalorraquidiano (LCR) do paciente, que são biomarcadores associados à doença. O acúmulo dessas proteínas forma placas no cérebro que afetam a memória e outras funções cognitivas.

    O diferencial do novo teste é que ele reduz o tempo de espera pelo resultado de seis a oito semanas para apenas 18 minutos, o que pode facilitar o tratamento e a intervenção precoce nos casos de Alzheimer.

    O teste é indicado apenas por prescrição médica, após uma avaliação clínica e uma punção lombar para coletar o LCR.

    Fonte: Link.

    O teste, chamado de Elecsys CSF, foi desenvolvido pela farmacêutica Roche Diagnóstica e é realizado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

    O exame analisa a concentração das proteínas beta amiloide e TAU no líquido cefalorraquidiano (LCR) do paciente, que são biomarcadores associados à doença. O acúmulo dessas proteínas forma placas no cérebro que afetam a memória e outras funções cognitivas.

    O diferencial do novo teste é que ele reduz o tempo de espera pelo resultado de seis a oito semanas para apenas 18 minutos, o que pode facilitar o tratamento e a intervenção precoce nos casos de Alzheimer.

    O teste é indicado apenas por prescrição médica, após uma avaliação clínica e uma punção lombar para coletar o LCR.

    Fonte: Link.

  • Dia do Beijo: 5 doenças que são transmitidas pelo beijo e como se prevenir

    Dia do Beijo: 5 doenças que são transmitidas pelo beijo e como se prevenir

    O dia do beijo é uma data para celebrar o amor e a paixão, mas também para se cuidar e evitar doenças que podem ser transmitidas pela saliva.

    Você sabia que existem pelo menos cinco doenças que podem ser passadas pelo beijo na boca? Confira quais são elas e como se prevenir.

    1. Mononucleose: também conhecida como doença do beijo, é causada pelo vírus Epstein-Barr e pode provocar febre, dor no corpo, caroços no pescoço e amigdalite. Não há tratamento específico, apenas medidas para aliviar os sintomas. A prevenção é evitar o contato com pessoas infectadas pelo vírus.
    2. Herpes simples: é uma infecção causada pelo vírus herpes simplex tipo 1, que provoca bolhas e feridas nos lábios e na boca. O tratamento é feito com antivirais e pomadas. A prevenção é evitar o beijo quando há lesões ativas na boca ou na pele.
    3. HPV: é uma infecção causada pelo papilomavírus humano, que pode provocar verrugas na boca, na garganta e nos órgãos genitais. O tratamento é feito com medicamentos ou cirurgia para remover as verrugas. A prevenção é usar camisinha nas relações sexuais e vacinar-se contra o HPV.
    4. Sífilis: é uma infecção causada pela bactéria Treponema pallidum, que pode provocar feridas na boca, na língua e nos lábios. O tratamento é feito com antibióticos. A prevenção é usar camisinha nas relações sexuais e fazer o teste para sífilis regularmente.
    5. Gonorreia: é uma infecção causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, que pode provocar secreção e dor na garganta. O tratamento é feito com antibióticos. A prevenção é usar camisinha nas relações sexuais e fazer o teste para gonorreia regularmente.

    Portanto, no dia do beijo, lembre-se de se proteger e de cuidar da sua saúde e da saúde do seu parceiro ou parceira. Beijar faz bem, mas com responsabilidade!

    Fontes: Link 1, Link 2.

    Você sabia que existem pelo menos cinco doenças que podem ser passadas pelo beijo na boca? Confira quais são elas e como se prevenir.

    1. Mononucleose: também conhecida como doença do beijo, é causada pelo vírus Epstein-Barr e pode provocar febre, dor no corpo, caroços no pescoço e amigdalite. Não há tratamento específico, apenas medidas para aliviar os sintomas. A prevenção é evitar o contato com pessoas infectadas pelo vírus.
    2. Herpes simples: é uma infecção causada pelo vírus herpes simplex tipo 1, que provoca bolhas e feridas nos lábios e na boca. O tratamento é feito com antivirais e pomadas. A prevenção é evitar o beijo quando há lesões ativas na boca ou na pele.
    3. HPV: é uma infecção causada pelo papilomavírus humano, que pode provocar verrugas na boca, na garganta e nos órgãos genitais. O tratamento é feito com medicamentos ou cirurgia para remover as verrugas. A prevenção é usar camisinha nas relações sexuais e vacinar-se contra o HPV.
    4. Sífilis: é uma infecção causada pela bactéria Treponema pallidum, que pode provocar feridas na boca, na língua e nos lábios. O tratamento é feito com antibióticos. A prevenção é usar camisinha nas relações sexuais e fazer o teste para sífilis regularmente.
    5. Gonorreia: é uma infecção causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, que pode provocar secreção e dor na garganta. O tratamento é feito com antibióticos. A prevenção é usar camisinha nas relações sexuais e fazer o teste para gonorreia regularmente.

    Portanto, no dia do beijo, lembre-se de se proteger e de cuidar da sua saúde e da saúde do seu parceiro ou parceira. Beijar faz bem, mas com responsabilidade!

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Câncer de intestino: um problema que afeta cada vez mais os jovens

    Câncer de intestino: um problema que afeta cada vez mais os jovens

    O câncer de intestino é um tumor maligno que se desenvolve principalmente no intestino grosso (cólon, reto e ânus), mas que também pode ocorrer no intestino delgado.

    Os sintomas mais comuns são sangue nas fezes, dor abdominal, diarreia ou prisão de ventre, sensação de peso ou dor na região anal, cansaço, anemia e perda de peso sem causa aparente.

    Esse tipo de câncer é mais frequente em pessoas com mais de 45 anos, mas vem aumentando entre os jovens nos últimos anos. Segundo o oncologista Paulo Hoff, em entrevista ao jornal O Globo, isso pode estar relacionado a fatores como alimentação inadequada, sedentarismo, obesidade e tabagismo.

    O câncer de intestino pode ser prevenido com hábitos saudáveis, como consumir mais frutas, verduras e fibras, evitar carnes processadas e gorduras saturadas, praticar atividade física regularmente e não fumar. Além disso, é importante fazer exames periódicos para detectar possíveis pólipos intestinais, que são lesões benignas que podem se transformar em tumores malignos se não forem removidos.

    O diagnóstico precoce do câncer de intestino aumenta as chances de cura e reduz a necessidade de tratamentos mais agressivos. O tratamento pode envolver cirurgia, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia, dependendo do estágio e da localização do tumor.

    Fonte: Link 1.

    Os sintomas mais comuns são sangue nas fezes, dor abdominal, diarreia ou prisão de ventre, sensação de peso ou dor na região anal, cansaço, anemia e perda de peso sem causa aparente.

    Esse tipo de câncer é mais frequente em pessoas com mais de 45 anos, mas vem aumentando entre os jovens nos últimos anos. Segundo o oncologista Paulo Hoff, em entrevista ao jornal O Globo, isso pode estar relacionado a fatores como alimentação inadequada, sedentarismo, obesidade e tabagismo.

    O câncer de intestino pode ser prevenido com hábitos saudáveis, como consumir mais frutas, verduras e fibras, evitar carnes processadas e gorduras saturadas, praticar atividade física regularmente e não fumar. Além disso, é importante fazer exames periódicos para detectar possíveis pólipos intestinais, que são lesões benignas que podem se transformar em tumores malignos se não forem removidos.

    O diagnóstico precoce do câncer de intestino aumenta as chances de cura e reduz a necessidade de tratamentos mais agressivos. O tratamento pode envolver cirurgia, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia, dependendo do estágio e da localização do tumor.

    Fonte: Link 1.

  • Uso das redes sociais antes de dormir afeta o sono, revela estudo

    Uso das redes sociais antes de dormir afeta o sono, revela estudo

    Um estudo publicado na revista Sleep em 2017 analisou os hábitos de uso das redes sociais e a frequência de distúrbios do sono em uma amostra de 1.788 jovens adultos nos Estados Unidos.

    Os resultados mostraram que aqueles que usavam as redes sociais por mais de 60 minutos por dia tinham três vezes mais chances de ter problemas para dormir do que aqueles que usavam por menos de 30 minutos. Além disso, aqueles que verificavam as redes sociais com mais frequência durante o dia tinham duas vezes mais chances de ter distúrbios do sono do que aqueles que verificavam menos.

    Os autores do estudo sugerem que o uso das redes sociais antes de dormir pode interferir no ritmo circadiano, que é o relógio biológico que regula os ciclos de sono e vigília. As redes sociais também podem estimular a mente e causar ansiedade, dificultando o relaxamento e o adormecimento. Além disso, a exposição à luz azul emitida pelos dispositivos eletrônicos pode suprimir a produção de melatonina, o hormônio que induz o sono.

    O estudo conclui que é importante limitar o uso das redes sociais antes de dormir e adotar hábitos saudáveis de higiene do sono, como manter um horário regular de dormir e acordar, evitar cafeína e álcool à noite, e criar um ambiente escuro, silencioso e confortável para dormir. Essas medidas podem ajudar a melhorar a qualidade do sono e a saúde geral dos jovens adultos.

    Fonte: Link.

    Os resultados mostraram que aqueles que usavam as redes sociais por mais de 60 minutos por dia tinham três vezes mais chances de ter problemas para dormir do que aqueles que usavam por menos de 30 minutos. Além disso, aqueles que verificavam as redes sociais com mais frequência durante o dia tinham duas vezes mais chances de ter distúrbios do sono do que aqueles que verificavam menos.

    Os autores do estudo sugerem que o uso das redes sociais antes de dormir pode interferir no ritmo circadiano, que é o relógio biológico que regula os ciclos de sono e vigília. As redes sociais também podem estimular a mente e causar ansiedade, dificultando o relaxamento e o adormecimento. Além disso, a exposição à luz azul emitida pelos dispositivos eletrônicos pode suprimir a produção de melatonina, o hormônio que induz o sono.

    O estudo conclui que é importante limitar o uso das redes sociais antes de dormir e adotar hábitos saudáveis de higiene do sono, como manter um horário regular de dormir e acordar, evitar cafeína e álcool à noite, e criar um ambiente escuro, silencioso e confortável para dormir. Essas medidas podem ajudar a melhorar a qualidade do sono e a saúde geral dos jovens adultos.

    Fonte: Link.

  • Dia do Beijo: conheça os benefícios de beijar para a sua saúde

    Dia do Beijo: conheça os benefícios de beijar para a sua saúde

    Hoje é 13 de abril, o Dia do Beijo, uma data que celebra uma das formas mais prazerosas e afetuosas de demonstrar amor por alguém.

    Mas você sabia que beijar também faz bem para a sua saúde física e mental? Neste post, vamos mostrar alguns benefícios de beijar que vão além do romantismo.

    Beijar relaxa: quando beijamos, nosso corpo libera hormônios como a dopamina e a serotonina, que são responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar. Esses hormônios também ajudam a reduzir o estresse e a ansiedade, pois inibem o cortisol, o hormônio do estresse. Além disso, beijar estimula o sistema nervoso parassimpático, que é o responsável pelo relaxamento e pela calma.

    Beijar fortalece a imunidade: ao beijarmos alguém, trocamos cerca de 80 milhões de bactérias que vivem na boca e que fazem parte do nosso sistema imunológico. Essas bactérias ajudam a criar anticorpos e a equilibrar as defesas do nosso organismo contra os germes. Mas cuidado: se a pessoa estiver doente, o beijo pode transmitir doenças infecciosas como mononucleose e herpes.

    Beijar aumenta a autoestima: beijar também libera ocitocina, o chamado hormônio do amor, que aumenta o vínculo afetivo entre o casal. Beijar também gera sentimentos de conquista, sedução, realização e desejo, que melhoram a nossa autoestima e autoconfiança.

    Beijar ajuda a perder peso: você sabia que um beijo pode queimar de duas a três calorias por minuto? Isso significa que beijar pode ser uma forma divertida e saudável de manter a forma. Além disso, beijar também tonifica os músculos da face, prevenindo as rugas e melhorando o aspecto da pele.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Mas você sabia que beijar também faz bem para a sua saúde física e mental? Neste post, vamos mostrar alguns benefícios de beijar que vão além do romantismo.

    Beijar relaxa: quando beijamos, nosso corpo libera hormônios como a dopamina e a serotonina, que são responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar. Esses hormônios também ajudam a reduzir o estresse e a ansiedade, pois inibem o cortisol, o hormônio do estresse. Além disso, beijar estimula o sistema nervoso parassimpático, que é o responsável pelo relaxamento e pela calma.

    Beijar fortalece a imunidade: ao beijarmos alguém, trocamos cerca de 80 milhões de bactérias que vivem na boca e que fazem parte do nosso sistema imunológico. Essas bactérias ajudam a criar anticorpos e a equilibrar as defesas do nosso organismo contra os germes. Mas cuidado: se a pessoa estiver doente, o beijo pode transmitir doenças infecciosas como mononucleose e herpes.

    Beijar aumenta a autoestima: beijar também libera ocitocina, o chamado hormônio do amor, que aumenta o vínculo afetivo entre o casal. Beijar também gera sentimentos de conquista, sedução, realização e desejo, que melhoram a nossa autoestima e autoconfiança.

    Beijar ajuda a perder peso: você sabia que um beijo pode queimar de duas a três calorias por minuto? Isso significa que beijar pode ser uma forma divertida e saudável de manter a forma. Além disso, beijar também tonifica os músculos da face, prevenindo as rugas e melhorando o aspecto da pele.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.