Categoria: Saúde

  • Gripe aviária H3N8: o que é, quais os riscos e como se prevenir

    Gripe aviária H3N8: o que é, quais os riscos e como se prevenir

    A gripe aviária é uma doença causada por vírus influenza que afetam principalmente as aves, mas que podem ocasionalmente infectar outros animais e humanos.

    Existem vários subtipos de vírus influenza, sendo o H3N8 um deles. Esse subtipo é comum em aves e pássaros selvagens, mas raramente causa doença em humanos.

    No entanto, recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou o primeiro caso fatal de infecção humana por H3N8 na China. A vítima foi uma mulher de 56 anos que morava na província de Guangdong e que teve contato com aves doentes. Ela apresentou sintomas como febre, tosse, dor de garganta e dificuldade respiratória, e morreu após desenvolver pneumonia e falência múltipla de órgãos.

    Esse foi o terceiro caso de infecção humana por H3N8 no mundo, sendo os outros dois também registrados na China, em 2022 e 2021, respectivamente. Ambos os pacientes se recuperaram da doença. Segundo a OMS, não há evidências de transmissão sustentada do vírus entre humanos, mas há um risco potencial de que ele possa se adaptar e se tornar mais contagioso.

    A gripe aviária pode causar graves consequências para a saúde pública e para a economia, especialmente para os países que dependem da produção avícola. No Brasil, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) informou que monitora constantemente a situação da gripe aviária no mundo e que adota medidas de prevenção e controle para evitar a entrada do vírus no país.

    Entre as medidas estão a proibição da importação de aves e produtos derivados de países com casos de gripe aviária, a fiscalização nas fronteiras e nos aeroportos, a vigilância sanitária nas granjas e nos criatórios domésticos, a vacinação dos animais suscetíveis ao vírus, a notificação obrigatória de qualquer suspeita da doença e a educação sanitária dos produtores e consumidores.

    Para se prevenir da gripe aviária, é importante evitar o contato direto ou indireto com aves doentes ou mortas, lavar bem as mãos com água e sabão após manipular aves ou ovos, cozinhar bem os alimentos de origem animal antes de consumir, usar máscara e luvas ao lidar com aves ou produtos derivados e procurar atendimento médico imediato em caso de sintomas respiratórios.

    A gripe aviária é uma doença grave que pode afetar tanto os animais quanto os humanos. Por isso, é fundamental estar atento às informações oficiais e seguir as recomendações das autoridades sanitárias para evitar a disseminação do vírus.

    Existem vários subtipos de vírus influenza, sendo o H3N8 um deles. Esse subtipo é comum em aves e pássaros selvagens, mas raramente causa doença em humanos.

    No entanto, recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou o primeiro caso fatal de infecção humana por H3N8 na China. A vítima foi uma mulher de 56 anos que morava na província de Guangdong e que teve contato com aves doentes. Ela apresentou sintomas como febre, tosse, dor de garganta e dificuldade respiratória, e morreu após desenvolver pneumonia e falência múltipla de órgãos.

    Esse foi o terceiro caso de infecção humana por H3N8 no mundo, sendo os outros dois também registrados na China, em 2022 e 2021, respectivamente. Ambos os pacientes se recuperaram da doença. Segundo a OMS, não há evidências de transmissão sustentada do vírus entre humanos, mas há um risco potencial de que ele possa se adaptar e se tornar mais contagioso.

    A gripe aviária pode causar graves consequências para a saúde pública e para a economia, especialmente para os países que dependem da produção avícola. No Brasil, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) informou que monitora constantemente a situação da gripe aviária no mundo e que adota medidas de prevenção e controle para evitar a entrada do vírus no país.

    Entre as medidas estão a proibição da importação de aves e produtos derivados de países com casos de gripe aviária, a fiscalização nas fronteiras e nos aeroportos, a vigilância sanitária nas granjas e nos criatórios domésticos, a vacinação dos animais suscetíveis ao vírus, a notificação obrigatória de qualquer suspeita da doença e a educação sanitária dos produtores e consumidores.

    Para se prevenir da gripe aviária, é importante evitar o contato direto ou indireto com aves doentes ou mortas, lavar bem as mãos com água e sabão após manipular aves ou ovos, cozinhar bem os alimentos de origem animal antes de consumir, usar máscara e luvas ao lidar com aves ou produtos derivados e procurar atendimento médico imediato em caso de sintomas respiratórios.

    A gripe aviária é uma doença grave que pode afetar tanto os animais quanto os humanos. Por isso, é fundamental estar atento às informações oficiais e seguir as recomendações das autoridades sanitárias para evitar a disseminação do vírus.

  • Misoprostol no Brasil: usos, restrições e riscos

    Misoprostol no Brasil: usos, restrições e riscos

    O misoprostol é uma prostaglandina sintética que geralmente é utilizada no hospital para indução do trabalho de parto, preparo do colo uterino para curetagem ou aborto legal, pois é capaz de provocar contração uterina e amolecimento do colo do útero.

    Quando utilizado no ambiente hospitalar e sob orientação médica, o misoprostol é considerado eficaz e seguro, principalmente quando respeitadas as dosagens adequadas, contraindicações, tempo de uso e, sobretudo, quando há o devido monitoramento da paciente. 

    A venda do misoprostol é proibida no Brasil. Embora o medicamento seja considerado eficaz e seguro quando utilizado no ambiente hospitalar e sob orientação médica, a sua venda é ilegal e o uso indevido pode causar graves riscos à saúde das mulheres.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Quando utilizado no ambiente hospitalar e sob orientação médica, o misoprostol é considerado eficaz e seguro, principalmente quando respeitadas as dosagens adequadas, contraindicações, tempo de uso e, sobretudo, quando há o devido monitoramento da paciente. 

    A venda do misoprostol é proibida no Brasil. Embora o medicamento seja considerado eficaz e seguro quando utilizado no ambiente hospitalar e sob orientação médica, a sua venda é ilegal e o uso indevido pode causar graves riscos à saúde das mulheres.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Novo teste para Alzheimer chega ao Brasil; resultado sai em até 20 minutos

    Novo teste para Alzheimer chega ao Brasil; resultado sai em até 20 minutos

    Um novo exame que pode ajudar no diagnóstico precoce da doença de Alzheimer está disponível no Brasil desde este mês.

    O teste, chamado de Elecsys CSF, foi desenvolvido pela farmacêutica Roche Diagnóstica e é realizado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

    O exame analisa a concentração das proteínas beta amiloide e TAU no líquido cefalorraquidiano (LCR) do paciente, que são biomarcadores associados à doença. O acúmulo dessas proteínas forma placas no cérebro que afetam a memória e outras funções cognitivas.

    O diferencial do novo teste é que ele reduz o tempo de espera pelo resultado de seis a oito semanas para apenas 18 minutos, o que pode facilitar o tratamento e a intervenção precoce nos casos de Alzheimer.

    O teste é indicado apenas por prescrição médica, após uma avaliação clínica e uma punção lombar para coletar o LCR.

    Fonte: Link.

    O teste, chamado de Elecsys CSF, foi desenvolvido pela farmacêutica Roche Diagnóstica e é realizado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

    O exame analisa a concentração das proteínas beta amiloide e TAU no líquido cefalorraquidiano (LCR) do paciente, que são biomarcadores associados à doença. O acúmulo dessas proteínas forma placas no cérebro que afetam a memória e outras funções cognitivas.

    O diferencial do novo teste é que ele reduz o tempo de espera pelo resultado de seis a oito semanas para apenas 18 minutos, o que pode facilitar o tratamento e a intervenção precoce nos casos de Alzheimer.

    O teste é indicado apenas por prescrição médica, após uma avaliação clínica e uma punção lombar para coletar o LCR.

    Fonte: Link.

  • Dia do Beijo: 5 doenças que são transmitidas pelo beijo e como se prevenir

    Dia do Beijo: 5 doenças que são transmitidas pelo beijo e como se prevenir

    O dia do beijo é uma data para celebrar o amor e a paixão, mas também para se cuidar e evitar doenças que podem ser transmitidas pela saliva.

    Você sabia que existem pelo menos cinco doenças que podem ser passadas pelo beijo na boca? Confira quais são elas e como se prevenir.

    1. Mononucleose: também conhecida como doença do beijo, é causada pelo vírus Epstein-Barr e pode provocar febre, dor no corpo, caroços no pescoço e amigdalite. Não há tratamento específico, apenas medidas para aliviar os sintomas. A prevenção é evitar o contato com pessoas infectadas pelo vírus.
    2. Herpes simples: é uma infecção causada pelo vírus herpes simplex tipo 1, que provoca bolhas e feridas nos lábios e na boca. O tratamento é feito com antivirais e pomadas. A prevenção é evitar o beijo quando há lesões ativas na boca ou na pele.
    3. HPV: é uma infecção causada pelo papilomavírus humano, que pode provocar verrugas na boca, na garganta e nos órgãos genitais. O tratamento é feito com medicamentos ou cirurgia para remover as verrugas. A prevenção é usar camisinha nas relações sexuais e vacinar-se contra o HPV.
    4. Sífilis: é uma infecção causada pela bactéria Treponema pallidum, que pode provocar feridas na boca, na língua e nos lábios. O tratamento é feito com antibióticos. A prevenção é usar camisinha nas relações sexuais e fazer o teste para sífilis regularmente.
    5. Gonorreia: é uma infecção causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, que pode provocar secreção e dor na garganta. O tratamento é feito com antibióticos. A prevenção é usar camisinha nas relações sexuais e fazer o teste para gonorreia regularmente.

    Portanto, no dia do beijo, lembre-se de se proteger e de cuidar da sua saúde e da saúde do seu parceiro ou parceira. Beijar faz bem, mas com responsabilidade!

    Fontes: Link 1, Link 2.

    Você sabia que existem pelo menos cinco doenças que podem ser passadas pelo beijo na boca? Confira quais são elas e como se prevenir.

    1. Mononucleose: também conhecida como doença do beijo, é causada pelo vírus Epstein-Barr e pode provocar febre, dor no corpo, caroços no pescoço e amigdalite. Não há tratamento específico, apenas medidas para aliviar os sintomas. A prevenção é evitar o contato com pessoas infectadas pelo vírus.
    2. Herpes simples: é uma infecção causada pelo vírus herpes simplex tipo 1, que provoca bolhas e feridas nos lábios e na boca. O tratamento é feito com antivirais e pomadas. A prevenção é evitar o beijo quando há lesões ativas na boca ou na pele.
    3. HPV: é uma infecção causada pelo papilomavírus humano, que pode provocar verrugas na boca, na garganta e nos órgãos genitais. O tratamento é feito com medicamentos ou cirurgia para remover as verrugas. A prevenção é usar camisinha nas relações sexuais e vacinar-se contra o HPV.
    4. Sífilis: é uma infecção causada pela bactéria Treponema pallidum, que pode provocar feridas na boca, na língua e nos lábios. O tratamento é feito com antibióticos. A prevenção é usar camisinha nas relações sexuais e fazer o teste para sífilis regularmente.
    5. Gonorreia: é uma infecção causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, que pode provocar secreção e dor na garganta. O tratamento é feito com antibióticos. A prevenção é usar camisinha nas relações sexuais e fazer o teste para gonorreia regularmente.

    Portanto, no dia do beijo, lembre-se de se proteger e de cuidar da sua saúde e da saúde do seu parceiro ou parceira. Beijar faz bem, mas com responsabilidade!

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Câncer de intestino: um problema que afeta cada vez mais os jovens

    Câncer de intestino: um problema que afeta cada vez mais os jovens

    O câncer de intestino é um tumor maligno que se desenvolve principalmente no intestino grosso (cólon, reto e ânus), mas que também pode ocorrer no intestino delgado.

    Os sintomas mais comuns são sangue nas fezes, dor abdominal, diarreia ou prisão de ventre, sensação de peso ou dor na região anal, cansaço, anemia e perda de peso sem causa aparente.

    Esse tipo de câncer é mais frequente em pessoas com mais de 45 anos, mas vem aumentando entre os jovens nos últimos anos. Segundo o oncologista Paulo Hoff, em entrevista ao jornal O Globo, isso pode estar relacionado a fatores como alimentação inadequada, sedentarismo, obesidade e tabagismo.

    O câncer de intestino pode ser prevenido com hábitos saudáveis, como consumir mais frutas, verduras e fibras, evitar carnes processadas e gorduras saturadas, praticar atividade física regularmente e não fumar. Além disso, é importante fazer exames periódicos para detectar possíveis pólipos intestinais, que são lesões benignas que podem se transformar em tumores malignos se não forem removidos.

    O diagnóstico precoce do câncer de intestino aumenta as chances de cura e reduz a necessidade de tratamentos mais agressivos. O tratamento pode envolver cirurgia, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia, dependendo do estágio e da localização do tumor.

    Fonte: Link 1.

    Os sintomas mais comuns são sangue nas fezes, dor abdominal, diarreia ou prisão de ventre, sensação de peso ou dor na região anal, cansaço, anemia e perda de peso sem causa aparente.

    Esse tipo de câncer é mais frequente em pessoas com mais de 45 anos, mas vem aumentando entre os jovens nos últimos anos. Segundo o oncologista Paulo Hoff, em entrevista ao jornal O Globo, isso pode estar relacionado a fatores como alimentação inadequada, sedentarismo, obesidade e tabagismo.

    O câncer de intestino pode ser prevenido com hábitos saudáveis, como consumir mais frutas, verduras e fibras, evitar carnes processadas e gorduras saturadas, praticar atividade física regularmente e não fumar. Além disso, é importante fazer exames periódicos para detectar possíveis pólipos intestinais, que são lesões benignas que podem se transformar em tumores malignos se não forem removidos.

    O diagnóstico precoce do câncer de intestino aumenta as chances de cura e reduz a necessidade de tratamentos mais agressivos. O tratamento pode envolver cirurgia, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia, dependendo do estágio e da localização do tumor.

    Fonte: Link 1.

  • Uso das redes sociais antes de dormir afeta o sono, revela estudo

    Uso das redes sociais antes de dormir afeta o sono, revela estudo

    Um estudo publicado na revista Sleep em 2017 analisou os hábitos de uso das redes sociais e a frequência de distúrbios do sono em uma amostra de 1.788 jovens adultos nos Estados Unidos.

    Os resultados mostraram que aqueles que usavam as redes sociais por mais de 60 minutos por dia tinham três vezes mais chances de ter problemas para dormir do que aqueles que usavam por menos de 30 minutos. Além disso, aqueles que verificavam as redes sociais com mais frequência durante o dia tinham duas vezes mais chances de ter distúrbios do sono do que aqueles que verificavam menos.

    Os autores do estudo sugerem que o uso das redes sociais antes de dormir pode interferir no ritmo circadiano, que é o relógio biológico que regula os ciclos de sono e vigília. As redes sociais também podem estimular a mente e causar ansiedade, dificultando o relaxamento e o adormecimento. Além disso, a exposição à luz azul emitida pelos dispositivos eletrônicos pode suprimir a produção de melatonina, o hormônio que induz o sono.

    O estudo conclui que é importante limitar o uso das redes sociais antes de dormir e adotar hábitos saudáveis de higiene do sono, como manter um horário regular de dormir e acordar, evitar cafeína e álcool à noite, e criar um ambiente escuro, silencioso e confortável para dormir. Essas medidas podem ajudar a melhorar a qualidade do sono e a saúde geral dos jovens adultos.

    Fonte: Link.

    Os resultados mostraram que aqueles que usavam as redes sociais por mais de 60 minutos por dia tinham três vezes mais chances de ter problemas para dormir do que aqueles que usavam por menos de 30 minutos. Além disso, aqueles que verificavam as redes sociais com mais frequência durante o dia tinham duas vezes mais chances de ter distúrbios do sono do que aqueles que verificavam menos.

    Os autores do estudo sugerem que o uso das redes sociais antes de dormir pode interferir no ritmo circadiano, que é o relógio biológico que regula os ciclos de sono e vigília. As redes sociais também podem estimular a mente e causar ansiedade, dificultando o relaxamento e o adormecimento. Além disso, a exposição à luz azul emitida pelos dispositivos eletrônicos pode suprimir a produção de melatonina, o hormônio que induz o sono.

    O estudo conclui que é importante limitar o uso das redes sociais antes de dormir e adotar hábitos saudáveis de higiene do sono, como manter um horário regular de dormir e acordar, evitar cafeína e álcool à noite, e criar um ambiente escuro, silencioso e confortável para dormir. Essas medidas podem ajudar a melhorar a qualidade do sono e a saúde geral dos jovens adultos.

    Fonte: Link.

  • Dia do Beijo: conheça os benefícios de beijar para a sua saúde

    Dia do Beijo: conheça os benefícios de beijar para a sua saúde

    Hoje é 13 de abril, o Dia do Beijo, uma data que celebra uma das formas mais prazerosas e afetuosas de demonstrar amor por alguém.

    Mas você sabia que beijar também faz bem para a sua saúde física e mental? Neste post, vamos mostrar alguns benefícios de beijar que vão além do romantismo.

    Beijar relaxa: quando beijamos, nosso corpo libera hormônios como a dopamina e a serotonina, que são responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar. Esses hormônios também ajudam a reduzir o estresse e a ansiedade, pois inibem o cortisol, o hormônio do estresse. Além disso, beijar estimula o sistema nervoso parassimpático, que é o responsável pelo relaxamento e pela calma.

    Beijar fortalece a imunidade: ao beijarmos alguém, trocamos cerca de 80 milhões de bactérias que vivem na boca e que fazem parte do nosso sistema imunológico. Essas bactérias ajudam a criar anticorpos e a equilibrar as defesas do nosso organismo contra os germes. Mas cuidado: se a pessoa estiver doente, o beijo pode transmitir doenças infecciosas como mononucleose e herpes.

    Beijar aumenta a autoestima: beijar também libera ocitocina, o chamado hormônio do amor, que aumenta o vínculo afetivo entre o casal. Beijar também gera sentimentos de conquista, sedução, realização e desejo, que melhoram a nossa autoestima e autoconfiança.

    Beijar ajuda a perder peso: você sabia que um beijo pode queimar de duas a três calorias por minuto? Isso significa que beijar pode ser uma forma divertida e saudável de manter a forma. Além disso, beijar também tonifica os músculos da face, prevenindo as rugas e melhorando o aspecto da pele.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Mas você sabia que beijar também faz bem para a sua saúde física e mental? Neste post, vamos mostrar alguns benefícios de beijar que vão além do romantismo.

    Beijar relaxa: quando beijamos, nosso corpo libera hormônios como a dopamina e a serotonina, que são responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar. Esses hormônios também ajudam a reduzir o estresse e a ansiedade, pois inibem o cortisol, o hormônio do estresse. Além disso, beijar estimula o sistema nervoso parassimpático, que é o responsável pelo relaxamento e pela calma.

    Beijar fortalece a imunidade: ao beijarmos alguém, trocamos cerca de 80 milhões de bactérias que vivem na boca e que fazem parte do nosso sistema imunológico. Essas bactérias ajudam a criar anticorpos e a equilibrar as defesas do nosso organismo contra os germes. Mas cuidado: se a pessoa estiver doente, o beijo pode transmitir doenças infecciosas como mononucleose e herpes.

    Beijar aumenta a autoestima: beijar também libera ocitocina, o chamado hormônio do amor, que aumenta o vínculo afetivo entre o casal. Beijar também gera sentimentos de conquista, sedução, realização e desejo, que melhoram a nossa autoestima e autoconfiança.

    Beijar ajuda a perder peso: você sabia que um beijo pode queimar de duas a três calorias por minuto? Isso significa que beijar pode ser uma forma divertida e saudável de manter a forma. Além disso, beijar também tonifica os músculos da face, prevenindo as rugas e melhorando o aspecto da pele.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Café faz bem para a saúde, mas é preciso moderação e equilíbrio

    Café faz bem para a saúde, mas é preciso moderação e equilíbrio

    O café é uma das bebidas mais consumidas no mundo, mas você sabe quais são os benefícios que ele pode trazer para a sua saúde?

    Neste post, vamos mostrar alguns dos principais motivos para você incluir o café na sua rotina e aproveitar seus efeitos positivos.

    • O café ajuda a prevenir doenças cardíacas, pois contém polifenóis, que são antioxidantes que combatem os radicais livres e protegem as células do coração.
    • O café ajuda a emagrecer, pois acelera o metabolismo e a queima de gordura, além de controlar o apetite. A cafeína é um estimulante que aumenta a adrenalina e a oxidação dos lipídios no sangue.
    • O café ajuda a prevenir o diabetes tipo 2, pois aumenta a sensibilidade à insulina e reduz a glicemia. O ácido clorogênico, presente tanto no café regular quanto no descafeinado, é o responsável por esse benefício.
    • O café ajuda a melhorar a memória e a concentração, pois ativa o sistema nervoso central e melhora o estado de alerta. A cafeína também melhora o humor e combate a depressão, pois estimula a produção de neurotransmissores como a dopamina e a serotonina.
    • O café ajuda a regular o intestino, pois estimula os movimentos gástricos e aumenta a produção de ácidos biliares. O café também tem propriedades anti-inflamatórias e analgésicas, que aliviam as dores de cabeça e as enxaquecas.

    Como você pode ver, o café é uma bebida que traz muitos benefícios para a saúde, mas é preciso consumi-lo com moderação e equilíbrio. O excesso de cafeína pode causar ansiedade, insônia, irritabilidade, taquicardia e gastrite. Por isso, recomenda-se não ultrapassar o limite de quatro xícaras por dia, preferindo o café puro ou com leite desnatado, sem açúcar ou adoçantes artificiais.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    Neste post, vamos mostrar alguns dos principais motivos para você incluir o café na sua rotina e aproveitar seus efeitos positivos.

    • O café ajuda a prevenir doenças cardíacas, pois contém polifenóis, que são antioxidantes que combatem os radicais livres e protegem as células do coração.
    • O café ajuda a emagrecer, pois acelera o metabolismo e a queima de gordura, além de controlar o apetite. A cafeína é um estimulante que aumenta a adrenalina e a oxidação dos lipídios no sangue.
    • O café ajuda a prevenir o diabetes tipo 2, pois aumenta a sensibilidade à insulina e reduz a glicemia. O ácido clorogênico, presente tanto no café regular quanto no descafeinado, é o responsável por esse benefício.
    • O café ajuda a melhorar a memória e a concentração, pois ativa o sistema nervoso central e melhora o estado de alerta. A cafeína também melhora o humor e combate a depressão, pois estimula a produção de neurotransmissores como a dopamina e a serotonina.
    • O café ajuda a regular o intestino, pois estimula os movimentos gástricos e aumenta a produção de ácidos biliares. O café também tem propriedades anti-inflamatórias e analgésicas, que aliviam as dores de cabeça e as enxaquecas.

    Como você pode ver, o café é uma bebida que traz muitos benefícios para a saúde, mas é preciso consumi-lo com moderação e equilíbrio. O excesso de cafeína pode causar ansiedade, insônia, irritabilidade, taquicardia e gastrite. Por isso, recomenda-se não ultrapassar o limite de quatro xícaras por dia, preferindo o café puro ou com leite desnatado, sem açúcar ou adoçantes artificiais.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • O que a Suécia pode nos ensinar sobre o combate ao tabagismo?

    O que a Suécia pode nos ensinar sobre o combate ao tabagismo?

    O tabagismo é um dos principais fatores de risco para diversas doenças crônicas, como câncer, doenças cardiovasculares e respiratórias.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo mata mais de 8 milhões de pessoas por ano no mundo, sendo mais de 7 milhões de mortes atribuíveis ao consumo direto e cerca de 1,2 milhão ao fumo passivo.

    Diante desse cenário alarmante, alguns países têm adotado medidas para reduzir o consumo de tabaco e seus danos à saúde pública. Um exemplo é a Suécia, que está caminhando para se tornar o primeiro país da Europa livre do cigarro, com uma taxa de prevalência de tabagismo abaixo de 5%.

    Mas como a Suécia conseguiu esse feito? De acordo com um relatório apresentado em março de 2023 em um seminário internacional de pesquisa em Estocolmo, a estratégia sueca combina métodos de controle do tabagismo com estratégias de minimização de danos, ou seja, aceitar produtos sem fumaça como alternativas menos prejudiciais para os fumantes que não conseguem ou não querem parar de usar nicotina.

    Entre esses produtos estão os cigarros eletrônicos e os sachês de nicotina oral, que são 95% menos nocivos do que os cigarros convencionais, segundo estudos científicos. Esses produtos não produzem fumaça nem alcatrão e contêm níveis muito mais baixos de substâncias tóxicas e cancerígenas.

    A Suécia também adota medidas de prevenção e conscientização sobre os malefícios do tabaco, como a proibição do fumo em locais públicos, a restrição da publicidade e da venda de produtos de tabaco, o aumento dos impostos sobre o tabaco e o apoio aos programas de cessação tabágica.

    Os resultados dessa abordagem são visíveis: a Suécia tem a menor taxa de doenças relacionadas ao tabaco na União Europeia e uma incidência de câncer 41% menor do que outros países europeus. Além disso, a porcentagem de fumantes na Suécia caiu de 15% para 5,6% da população em 15 anos, tornando-a o primeiro país com potencial de alcançar o status de livre do tabagismo 17 anos antes da meta estabelecida pela União Europeia para 2040.

    Segundo os autores do relatório, a experiência sueca pode servir de inspiração e modelo para outros países que desejam reduzir o impacto negativo do tabagismo na saúde e na economia. Eles estimam que se outros países da União Europeia adotassem medidas semelhantes às da Suécia, cerca de 3,5 milhões de vidas poderiam ser salvas na próxima década.

    “A Suécia tem uma estratégia para o tabaco muito bem-sucedida que precisa ser exportada”, diz o professor Karl Fagerström, um dos autores do relatório. “Seria um benefício enorme para o mundo se mais países fizessem como a Suécia, com incentivos para mudar de cigarros para alternativas menos prejudiciais”, conclui.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo mata mais de 8 milhões de pessoas por ano no mundo, sendo mais de 7 milhões de mortes atribuíveis ao consumo direto e cerca de 1,2 milhão ao fumo passivo.

    Diante desse cenário alarmante, alguns países têm adotado medidas para reduzir o consumo de tabaco e seus danos à saúde pública. Um exemplo é a Suécia, que está caminhando para se tornar o primeiro país da Europa livre do cigarro, com uma taxa de prevalência de tabagismo abaixo de 5%.

    Mas como a Suécia conseguiu esse feito? De acordo com um relatório apresentado em março de 2023 em um seminário internacional de pesquisa em Estocolmo, a estratégia sueca combina métodos de controle do tabagismo com estratégias de minimização de danos, ou seja, aceitar produtos sem fumaça como alternativas menos prejudiciais para os fumantes que não conseguem ou não querem parar de usar nicotina.

    Entre esses produtos estão os cigarros eletrônicos e os sachês de nicotina oral, que são 95% menos nocivos do que os cigarros convencionais, segundo estudos científicos. Esses produtos não produzem fumaça nem alcatrão e contêm níveis muito mais baixos de substâncias tóxicas e cancerígenas.

    A Suécia também adota medidas de prevenção e conscientização sobre os malefícios do tabaco, como a proibição do fumo em locais públicos, a restrição da publicidade e da venda de produtos de tabaco, o aumento dos impostos sobre o tabaco e o apoio aos programas de cessação tabágica.

    Os resultados dessa abordagem são visíveis: a Suécia tem a menor taxa de doenças relacionadas ao tabaco na União Europeia e uma incidência de câncer 41% menor do que outros países europeus. Além disso, a porcentagem de fumantes na Suécia caiu de 15% para 5,6% da população em 15 anos, tornando-a o primeiro país com potencial de alcançar o status de livre do tabagismo 17 anos antes da meta estabelecida pela União Europeia para 2040.

    Segundo os autores do relatório, a experiência sueca pode servir de inspiração e modelo para outros países que desejam reduzir o impacto negativo do tabagismo na saúde e na economia. Eles estimam que se outros países da União Europeia adotassem medidas semelhantes às da Suécia, cerca de 3,5 milhões de vidas poderiam ser salvas na próxima década.

    “A Suécia tem uma estratégia para o tabaco muito bem-sucedida que precisa ser exportada”, diz o professor Karl Fagerström, um dos autores do relatório. “Seria um benefício enorme para o mundo se mais países fizessem como a Suécia, com incentivos para mudar de cigarros para alternativas menos prejudiciais”, conclui.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Câncer custa R$ 3 bi por ano ao SUS; nova terapia pode reduzir custos e melhorar a qualidade de vida de pacientes

    Câncer custa R$ 3 bi por ano ao SUS; nova terapia pode reduzir custos e melhorar a qualidade de vida de pacientes

    O câncer é uma das doenças que mais afetam a população brasileira e que mais consomem recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).

    Segundo um estudo do Instituto Butantan, o custo anual do tratamento de câncer no SUS é de cerca de R$ 3 bilhões, sendo que cerca de 60% desse valor é gasto com quimioterapia e radioterapia.

    Uma alternativa promissora para reduzir esses custos e melhorar a qualidade de vida dos pacientes é a terapia celular CAR-T, que consiste em modificar geneticamente as células de defesa do próprio paciente para que elas reconheçam e ataquem as células tumorais. Essa terapia já está disponível em alguns países para o tratamento de alguns tipos de câncer, como leucemia e linfoma, e tem mostrado resultados impressionantes, com taxas de remissão de até 90%.

    No entanto, a terapia CAR-T ainda enfrenta alguns desafios para ser implementada no Brasil, como o alto custo, a necessidade de infraestrutura adequada e a capacitação de profissionais. Por isso, o Instituto Butantan está desenvolvendo uma plataforma nacional de produção de CAR-T, que visa tornar essa terapia mais acessível e adaptada à realidade brasileira.

    O projeto conta com a parceria de diversas instituições, como o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, o Hospital Sírio-Libanês, o Hospital A.C. Camargo e o Instituto Nacional do Câncer (INCA). O objetivo é realizar ensaios clínicos com pacientes com câncer refratário ou recidivado, ou seja, que não responderam ou voltaram a apresentar a doença após o tratamento convencional.

    A expectativa é que a terapia CAR-T possa oferecer uma nova esperança para esses pacientes, além de gerar economia para o SUS, ao reduzir os gastos com internações, medicamentos e procedimentos. Além disso, a terapia CAR-T pode contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico do país, ao colocar o Brasil na vanguarda da medicina personalizada e da imunoterapia.

    Fonte: Link 1.

    Segundo um estudo do Instituto Butantan, o custo anual do tratamento de câncer no SUS é de cerca de R$ 3 bilhões, sendo que cerca de 60% desse valor é gasto com quimioterapia e radioterapia.

    Uma alternativa promissora para reduzir esses custos e melhorar a qualidade de vida dos pacientes é a terapia celular CAR-T, que consiste em modificar geneticamente as células de defesa do próprio paciente para que elas reconheçam e ataquem as células tumorais. Essa terapia já está disponível em alguns países para o tratamento de alguns tipos de câncer, como leucemia e linfoma, e tem mostrado resultados impressionantes, com taxas de remissão de até 90%.

    No entanto, a terapia CAR-T ainda enfrenta alguns desafios para ser implementada no Brasil, como o alto custo, a necessidade de infraestrutura adequada e a capacitação de profissionais. Por isso, o Instituto Butantan está desenvolvendo uma plataforma nacional de produção de CAR-T, que visa tornar essa terapia mais acessível e adaptada à realidade brasileira.

    O projeto conta com a parceria de diversas instituições, como o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, o Hospital Sírio-Libanês, o Hospital A.C. Camargo e o Instituto Nacional do Câncer (INCA). O objetivo é realizar ensaios clínicos com pacientes com câncer refratário ou recidivado, ou seja, que não responderam ou voltaram a apresentar a doença após o tratamento convencional.

    A expectativa é que a terapia CAR-T possa oferecer uma nova esperança para esses pacientes, além de gerar economia para o SUS, ao reduzir os gastos com internações, medicamentos e procedimentos. Além disso, a terapia CAR-T pode contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico do país, ao colocar o Brasil na vanguarda da medicina personalizada e da imunoterapia.

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