Categoria: Saúde

  • Inteligência artificial prevê a genética de tumores cerebrais cancerígenos em menos de 90 segundos

    Inteligência artificial prevê a genética de tumores cerebrais cancerígenos em menos de 90 segundos

    Uso da inteligência artificial pode ajudar os médicos a diagnosticar e tratar tumores cerebrais cancerígenos de forma mais rápida e precisa.

    Um novo estudo publicado na revista Nature Communications revelou que um algoritmo de aprendizado profundo pode analisar a genética de tumores cerebrais em menos de 90 segundos, enquanto os métodos tradicionais podem levar até 150 horas.

    Os pesquisadores usaram uma rede neural convolucional, um tipo de inteligência artificial que imita o funcionamento do cérebro humano, para treinar o algoritmo com mais de 2.600 imagens de tumores cerebrais. O algoritmo foi capaz de identificar os padrões genéticos dos tumores com uma precisão de 94%, superando os métodos convencionais que dependem de análises laboratoriais demoradas e invasivas.

    A inteligência artificial pode ser uma ferramenta poderosa para melhorar o prognóstico e o tratamento dos pacientes com tumores cerebrais, que são uma das formas mais agressivas e mortais de câncer. Ao prever a genética dos tumores em questão de segundos, os médicos podem personalizar as terapias mais adequadas para cada caso e reduzir os riscos de complicações.

    Fonte: Link.

    Um novo estudo publicado na revista Nature Communications revelou que um algoritmo de aprendizado profundo pode analisar a genética de tumores cerebrais em menos de 90 segundos, enquanto os métodos tradicionais podem levar até 150 horas.

    Os pesquisadores usaram uma rede neural convolucional, um tipo de inteligência artificial que imita o funcionamento do cérebro humano, para treinar o algoritmo com mais de 2.600 imagens de tumores cerebrais. O algoritmo foi capaz de identificar os padrões genéticos dos tumores com uma precisão de 94%, superando os métodos convencionais que dependem de análises laboratoriais demoradas e invasivas.

    A inteligência artificial pode ser uma ferramenta poderosa para melhorar o prognóstico e o tratamento dos pacientes com tumores cerebrais, que são uma das formas mais agressivas e mortais de câncer. Ao prever a genética dos tumores em questão de segundos, os médicos podem personalizar as terapias mais adequadas para cada caso e reduzir os riscos de complicações.

    Fonte: Link.

  • Dor crônica: o que é, como identificar e tratar

    Dor crônica: o que é, como identificar e tratar

    A dor crônica é uma sensação desagradável que persiste por mais de três meses, mesmo após a cura de uma lesão ou infecção.

    Ela pode afetar a qualidade de vida, a produtividade e o bem-estar emocional das pessoas que sofrem com ela.

    Existem diferentes tipos de dor crônica, como a nociceptiva, que é causada por uma inflamação ou lesão dos tecidos; a neuropática, que é causada por uma disfunção do sistema nervoso; e a mista, que envolve componentes dos dois tipos anteriores.

    O tratamento da dor crônica depende da causa, da intensidade e da localização da dor. Ele pode envolver o uso de medicamentos orais ou tópicos, como anti-inflamatórios, analgésicos e opióides; a realização de fisioterapia, ou outras terapias físicas; e o acompanhamento psicológico, para lidar com os aspectos emocionais da dor.

    O diagnóstico da dor crônica é feito pelo médico, que avalia os sintomas, o histórico clínico e o exame físico do paciente. Em alguns casos, podem ser necessários exames complementares, como radiografias, ressonâncias magnéticas ou testes de sensibilidade.

    A dor crônica é uma condição que requer atenção e cuidado. Se você sente dor por mais de três meses, procure um médico especialista em dor para obter um tratamento adequado e melhorar sua qualidade de vida.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    Ela pode afetar a qualidade de vida, a produtividade e o bem-estar emocional das pessoas que sofrem com ela.

    Existem diferentes tipos de dor crônica, como a nociceptiva, que é causada por uma inflamação ou lesão dos tecidos; a neuropática, que é causada por uma disfunção do sistema nervoso; e a mista, que envolve componentes dos dois tipos anteriores.

    O tratamento da dor crônica depende da causa, da intensidade e da localização da dor. Ele pode envolver o uso de medicamentos orais ou tópicos, como anti-inflamatórios, analgésicos e opióides; a realização de fisioterapia, ou outras terapias físicas; e o acompanhamento psicológico, para lidar com os aspectos emocionais da dor.

    O diagnóstico da dor crônica é feito pelo médico, que avalia os sintomas, o histórico clínico e o exame físico do paciente. Em alguns casos, podem ser necessários exames complementares, como radiografias, ressonâncias magnéticas ou testes de sensibilidade.

    A dor crônica é uma condição que requer atenção e cuidado. Se você sente dor por mais de três meses, procure um médico especialista em dor para obter um tratamento adequado e melhorar sua qualidade de vida.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • OMS estabelece novos critérios e prazos para vacinação contra covid-19

    OMS estabelece novos critérios e prazos para vacinação contra covid-19

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou suas recomendações de vacinação contra a covid-19 para uma nova fase da pandemia, levando em conta o alto nível de imunidade da população em todo o mundo devido à infecção e vacinação generalizadas.

    Segundo a agência da ONU, os grupos mais velhos e de alto risco devem receber um reforço entre 6 a 12 meses após a última vacina, mas crianças e adolescentes saudáveis podem não precisar necessariamente de uma dose.

    A OMS também sugeriu que os países considerem fatores como carga de doenças antes de recomendar a vacinação desse grupo.

    No Brasil, o Ministério da Saúde divulgou o plano de vacinação para 2023, que prevê o uso do reforço do imunizante bivalente da Pfizer para os grupos prioritários a partir de 27 de fevereiro. Essa vacina protege contra a cepa original do coronavírus e as subvariantes ômicron.

    Além disso, a pasta quer intensificar a campanha com a vacina monovalente para os maiores de 12 anos e antecipar doses da Pfizer baby, Pfizer pediátrica e CoronaVac para o público infantil.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Segundo a agência da ONU, os grupos mais velhos e de alto risco devem receber um reforço entre 6 a 12 meses após a última vacina, mas crianças e adolescentes saudáveis podem não precisar necessariamente de uma dose.

    A OMS também sugeriu que os países considerem fatores como carga de doenças antes de recomendar a vacinação desse grupo.

    No Brasil, o Ministério da Saúde divulgou o plano de vacinação para 2023, que prevê o uso do reforço do imunizante bivalente da Pfizer para os grupos prioritários a partir de 27 de fevereiro. Essa vacina protege contra a cepa original do coronavírus e as subvariantes ômicron.

    Além disso, a pasta quer intensificar a campanha com a vacina monovalente para os maiores de 12 anos e antecipar doses da Pfizer baby, Pfizer pediátrica e CoronaVac para o público infantil.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Hipertensão: como a pressão alta afeta o cérebro e aumenta o risco de demência

    Hipertensão: como a pressão alta afeta o cérebro e aumenta o risco de demência

    A hipertensão é uma doença crônica que afeta cerca de 21% dos adultos brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde.

    Ela ocorre quando a pressão arterial está acima de 140/90 mmHg (ou 14 por 9) na maior parte do tempo, o que significa que o coração precisa fazer mais força para levar o sangue para todo o corpo.

    Além de aumentar o risco de problemas cardiovasculares, como infarto e AVC, a hipertensão também pode danificar regiões cerebrais associadas à memória, à atenção e ao planejamento, favorecendo o desenvolvimento de demência. É o que mostra uma reportagem do site Canaltech, baseada em um estudo publicado na revista Hypertension.

    De acordo com a pesquisa, pessoas com hipertensão apresentam alterações na substância branca do cérebro, que é responsável pela comunicação entre as diferentes áreas cerebrais. Essas alterações podem comprometer o funcionamento cognitivo e levar à perda de habilidades mentais.

    Para prevenir e tratar a hipertensão, é importante adotar hábitos de vida saudáveis, como praticar atividades físicas regularmente, controlar o peso, reduzir o consumo de sal e de bebidas alcoólicas, evitar o tabagismo e o estresse. Além disso, é fundamental medir a pressão arterial periodicamente e seguir as orientações médicas quanto ao uso de medicamentos.

    Fontes:

    Ela ocorre quando a pressão arterial está acima de 140/90 mmHg (ou 14 por 9) na maior parte do tempo, o que significa que o coração precisa fazer mais força para levar o sangue para todo o corpo.

    Além de aumentar o risco de problemas cardiovasculares, como infarto e AVC, a hipertensão também pode danificar regiões cerebrais associadas à memória, à atenção e ao planejamento, favorecendo o desenvolvimento de demência. É o que mostra uma reportagem do site Canaltech, baseada em um estudo publicado na revista Hypertension.

    De acordo com a pesquisa, pessoas com hipertensão apresentam alterações na substância branca do cérebro, que é responsável pela comunicação entre as diferentes áreas cerebrais. Essas alterações podem comprometer o funcionamento cognitivo e levar à perda de habilidades mentais.

    Para prevenir e tratar a hipertensão, é importante adotar hábitos de vida saudáveis, como praticar atividades físicas regularmente, controlar o peso, reduzir o consumo de sal e de bebidas alcoólicas, evitar o tabagismo e o estresse. Além disso, é fundamental medir a pressão arterial periodicamente e seguir as orientações médicas quanto ao uso de medicamentos.

    Fontes:

  • Por que a obesidade é considerada uma doença e não apenas uma questão estética?

    Por que a obesidade é considerada uma doença e não apenas uma questão estética?

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade é considerada uma doença crônica não transmissível, que pode causar diversas complicações como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e câncer.

    Mas por que a obesidade é uma doença e não apenas uma questão estética? A resposta está nos mecanismos fisiológicos e metabólicos que são alterados pelo acúmulo de gordura. A gordura excessiva produz substâncias inflamatórias que afetam o funcionamento de vários órgãos e sistemas, como o cérebro, o fígado, o pâncreas e o coração. Além disso, a obesidade interfere na regulação do apetite, da saciedade, do gasto energético e do equilíbrio hormonal.

    Portanto, a obesidade é uma doença complexa e multifatorial, que envolve fatores genéticos, ambientais, comportamentais e psicológicos. O tratamento da obesidade requer uma abordagem multidisciplinar, que inclui mudanças no estilo de vida, alimentação saudável, atividade física regular, acompanhamento médico e psicológico e, em alguns casos, medicamentos ou cirurgia.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    Mas por que a obesidade é uma doença e não apenas uma questão estética? A resposta está nos mecanismos fisiológicos e metabólicos que são alterados pelo acúmulo de gordura. A gordura excessiva produz substâncias inflamatórias que afetam o funcionamento de vários órgãos e sistemas, como o cérebro, o fígado, o pâncreas e o coração. Além disso, a obesidade interfere na regulação do apetite, da saciedade, do gasto energético e do equilíbrio hormonal.

    Portanto, a obesidade é uma doença complexa e multifatorial, que envolve fatores genéticos, ambientais, comportamentais e psicológicos. O tratamento da obesidade requer uma abordagem multidisciplinar, que inclui mudanças no estilo de vida, alimentação saudável, atividade física regular, acompanhamento médico e psicológico e, em alguns casos, medicamentos ou cirurgia.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

  • Como a falta de sexo pode prejudicar a sua saúde mental e física

    Como a falta de sexo pode prejudicar a sua saúde mental e física

    Uma reportagem do jornal O Globo abordou os efeitos da falta de sexo na saúde física e mental das pessoas.

    Segundo a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do programa de estudos em sexualidade da USP, a abstinência sexual pode causar sofrimento, ansiedade, depressão, baixa autoestima e vulnerabilidade imunológica.

    Por outro lado, o sexo regular pode trazer benefícios como:

    • Melhorar o humor e a qualidade do sono
    • Fortalecer o sistema imunológico e prevenir infecções
    • Aliviar dores de cabeça e cólicas menstruais
    • Aumentar a circulação sanguínea e a oxigenação do cérebro
    • Queimar calorias e tonificar os músculos
    • Estimular a produção de hormônios como a ocitocina, que favorece o vínculo afetivo e a confiança

    Mas como ter uma vida sexual saudável e satisfatória? É preciso levar em conta alguns fatores como:

    • A comunicação e o diálogo com o parceiro ou a parceira
    • A autoconhecimento e a exploração do próprio corpo
    • A criatividade e a diversidade nas práticas sexuais
    • A prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada
    • A busca de ajuda profissional em caso de dificuldades ou disfunções

    Portanto, se você quer aproveitar os benefícios do sexo para a sua saúde, não deixe de cuidar da sua vida sexual com responsabilidade, respeito e prazer. Lembre-se que o sexo é uma forma de expressar o amor, a intimidade e a cumplicidade com quem você escolhe compartilhar esse momento.

    Fonte: O Globo

    Segundo a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do programa de estudos em sexualidade da USP, a abstinência sexual pode causar sofrimento, ansiedade, depressão, baixa autoestima e vulnerabilidade imunológica.

    Por outro lado, o sexo regular pode trazer benefícios como:

    • Melhorar o humor e a qualidade do sono
    • Fortalecer o sistema imunológico e prevenir infecções
    • Aliviar dores de cabeça e cólicas menstruais
    • Aumentar a circulação sanguínea e a oxigenação do cérebro
    • Queimar calorias e tonificar os músculos
    • Estimular a produção de hormônios como a ocitocina, que favorece o vínculo afetivo e a confiança

    Mas como ter uma vida sexual saudável e satisfatória? É preciso levar em conta alguns fatores como:

    • A comunicação e o diálogo com o parceiro ou a parceira
    • A autoconhecimento e a exploração do próprio corpo
    • A criatividade e a diversidade nas práticas sexuais
    • A prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada
    • A busca de ajuda profissional em caso de dificuldades ou disfunções

    Portanto, se você quer aproveitar os benefícios do sexo para a sua saúde, não deixe de cuidar da sua vida sexual com responsabilidade, respeito e prazer. Lembre-se que o sexo é uma forma de expressar o amor, a intimidade e a cumplicidade com quem você escolhe compartilhar esse momento.

    Fonte: O Globo

  • Exercícios: mais benéficos para a longevidade do que a perda de peso

    Exercícios: mais benéficos para a longevidade do que a perda de peso

    Se exercitar regularmente pode trazer mais benefícios para a sua saúde e longevidade do que emagrecer.

    É o que mostra uma nova revisão de estudos publicada no ano passado, que analisou as relações entre o condicionamento físico, o peso, a saúde cardíaca e a longevidade de homens e mulheres.

    Segundo a revisão, as pessoas obesas geralmente reduzem seus riscos de doenças cardíacas e morte prematura muito mais ganhando condicionamento do que perdendo peso ou fazendo dieta. Isso significa que a maioria de nós pode ser saudável com qualquer peso, se também formos ativos o suficiente.

    Os exercícios físicos trazem diversos benefícios para o organismo, como melhorar a circulação sanguínea, fortalecer o sistema imunológico, regular os níveis de colesterol e glicose, prevenir a osteoporose, aliviar o estresse e aumentar a autoestima.

    Além disso, os exercícios ajudam a manter a massa muscular, que é importante para o metabolismo e para evitar a perda de funcionalidade com o envelhecimento. Já a perda de peso nem sempre é saudável, pois pode envolver a redução da massa magra e da densidade óssea, além de causar flacidez, desnutrição e transtornos alimentares.

    Portanto, se você quer viver mais e melhor, não se preocupe tanto com a balança, mas sim com o seu nível de atividade física. Procure fazer exercícios que você goste e que se adaptem à sua rotina e ao seu condicionamento. Lembre-se de consultar um médico antes de iniciar qualquer programa de exercícios e de buscar orientação profissional para realizar os movimentos corretamente e evitar lesões.

    Fonte: O Globo

    É o que mostra uma nova revisão de estudos publicada no ano passado, que analisou as relações entre o condicionamento físico, o peso, a saúde cardíaca e a longevidade de homens e mulheres.

    Segundo a revisão, as pessoas obesas geralmente reduzem seus riscos de doenças cardíacas e morte prematura muito mais ganhando condicionamento do que perdendo peso ou fazendo dieta. Isso significa que a maioria de nós pode ser saudável com qualquer peso, se também formos ativos o suficiente.

    Os exercícios físicos trazem diversos benefícios para o organismo, como melhorar a circulação sanguínea, fortalecer o sistema imunológico, regular os níveis de colesterol e glicose, prevenir a osteoporose, aliviar o estresse e aumentar a autoestima.

    Além disso, os exercícios ajudam a manter a massa muscular, que é importante para o metabolismo e para evitar a perda de funcionalidade com o envelhecimento. Já a perda de peso nem sempre é saudável, pois pode envolver a redução da massa magra e da densidade óssea, além de causar flacidez, desnutrição e transtornos alimentares.

    Portanto, se você quer viver mais e melhor, não se preocupe tanto com a balança, mas sim com o seu nível de atividade física. Procure fazer exercícios que você goste e que se adaptem à sua rotina e ao seu condicionamento. Lembre-se de consultar um médico antes de iniciar qualquer programa de exercícios e de buscar orientação profissional para realizar os movimentos corretamente e evitar lesões.

    Fonte: O Globo

  • Dieta Dukan: o que é, como funciona e quais os riscos

    Dieta Dukan: o que é, como funciona e quais os riscos

    A dieta Dukan é um método de emagrecimento criado pelo médico francês Pierre Dukan, que se baseia no consumo de alimentos ricos em proteínas e na restrição de carboidratos.

    Segundo o autor, essa dieta permite perder até 5 kg na primeira semana e manter o peso ideal a longo prazo.

    A dieta Dukan é dividida em quatro fases: ataque, cruzeiro, consolidação e estabilização. Em cada fase, há uma lista de alimentos permitidos e proibidos, que variam de 66 a 100 itens. Além disso, é recomendado o consumo diário de farelo de aveia, que ajuda a saciar a fome e regular o intestino.

    A dieta Dukan promete resultados rápidos e duradouros, mas também apresenta alguns riscos para a saúde. Entre eles, estão:

    • Deficiência de nutrientes, como vitaminas, minerais e fibras, que podem causar fraqueza, anemia, queda de cabelo, unhas fracas e problemas digestivos.
    • Sobrecarga renal, devido ao excesso de proteínas, que pode levar a pedras nos rins, infecções urinárias e insuficiência renal.
    • Aumento do colesterol e dos triglicerídeos, por causa do consumo elevado de gorduras saturadas e colesterol presentes nas carnes vermelhas e nos laticínios.
    • Efeito rebote, que ocorre quando a pessoa volta a comer normalmente após a dieta e recupera todo o peso perdido ou até mais.

    Por isso, antes de iniciar a dieta Dukan, é importante consultar um médico e um nutricionista para avaliar os possíveis benefícios e riscos para cada caso. Além disso, é essencial adotar hábitos saudáveis de alimentação e atividade física para manter o peso ideal sem comprometer a saúde.

    Fonte: https://www.tuasaude.com/dieta-dukan/

    Segundo o autor, essa dieta permite perder até 5 kg na primeira semana e manter o peso ideal a longo prazo.

    A dieta Dukan é dividida em quatro fases: ataque, cruzeiro, consolidação e estabilização. Em cada fase, há uma lista de alimentos permitidos e proibidos, que variam de 66 a 100 itens. Além disso, é recomendado o consumo diário de farelo de aveia, que ajuda a saciar a fome e regular o intestino.

    A dieta Dukan promete resultados rápidos e duradouros, mas também apresenta alguns riscos para a saúde. Entre eles, estão:

    • Deficiência de nutrientes, como vitaminas, minerais e fibras, que podem causar fraqueza, anemia, queda de cabelo, unhas fracas e problemas digestivos.
    • Sobrecarga renal, devido ao excesso de proteínas, que pode levar a pedras nos rins, infecções urinárias e insuficiência renal.
    • Aumento do colesterol e dos triglicerídeos, por causa do consumo elevado de gorduras saturadas e colesterol presentes nas carnes vermelhas e nos laticínios.
    • Efeito rebote, que ocorre quando a pessoa volta a comer normalmente após a dieta e recupera todo o peso perdido ou até mais.

    Por isso, antes de iniciar a dieta Dukan, é importante consultar um médico e um nutricionista para avaliar os possíveis benefícios e riscos para cada caso. Além disso, é essencial adotar hábitos saudáveis de alimentação e atividade física para manter o peso ideal sem comprometer a saúde.

    Fonte: https://www.tuasaude.com/dieta-dukan/

  • Fim do efeito sanfona pode estar perto: Estudo aponta relação entre o cérebro, o apetite e a dieta

    Fim do efeito sanfona pode estar perto: Estudo aponta relação entre o cérebro, o apetite e a dieta

    Você já fez dieta e depois recuperou todo o peso perdido? Esse fenômeno é conhecido como efeito sanfona e pode ter uma explicação no cérebro.

    Pesquisadores do Instituto Max Planck de Pesquisa do Metabolismo e da Escola de Medicina de Harvard mostraram em camundongos que a comunicação no cérebro muda durante uma dieta: as células nervosas que mediam a sensação de fome recebem sinais mais fortes, fazendo com que os camundongos comam muito mais depois da dieta e ganhem peso mais rapidamente. A longo prazo, essas descobertas podem ajudar a desenvolver medicamentos para prevenir essa amplificação e manter um peso corporal reduzido após a dieta.

    Os pesquisadores examinaram um grupo de neurônios no hipotálamo, os neurônios AgRP, que são conhecidos por controlar a sensação de fome. Eles conseguiram mostrar que as vias neurais que estimulam os neurônios AgRP enviavam sinais aumentados quando os camundongos estavam em dieta. Essa mudança profunda no cérebro podia ser detectada por muito tempo após a dieta.

    Os pesquisadores também conseguiram inibir seletivamente as vias neurais nos camundongos que ativam os neurônios AgRP. Isso levou a um ganho de peso significativamente menor após a dieta. “Isso poderia nos dar a oportunidade de diminuir o efeito sanfona”, diz Henning Fenselau, pesquisador do Instituto Max Planck de Pesquisa do Metabolismo, que liderou o estudo. “A longo prazo, nosso objetivo é encontrar terapias para humanos que possam ajudar a manter a perda de peso corporal após a dieta. Para isso, continuamos explorando como podemos bloquear os mecanismos que mediam o fortalecimento das vias neurais nos humanos também.”

    Fonte: ScienceDaily

    Pesquisadores do Instituto Max Planck de Pesquisa do Metabolismo e da Escola de Medicina de Harvard mostraram em camundongos que a comunicação no cérebro muda durante uma dieta: as células nervosas que mediam a sensação de fome recebem sinais mais fortes, fazendo com que os camundongos comam muito mais depois da dieta e ganhem peso mais rapidamente. A longo prazo, essas descobertas podem ajudar a desenvolver medicamentos para prevenir essa amplificação e manter um peso corporal reduzido após a dieta.

    Os pesquisadores examinaram um grupo de neurônios no hipotálamo, os neurônios AgRP, que são conhecidos por controlar a sensação de fome. Eles conseguiram mostrar que as vias neurais que estimulam os neurônios AgRP enviavam sinais aumentados quando os camundongos estavam em dieta. Essa mudança profunda no cérebro podia ser detectada por muito tempo após a dieta.

    Os pesquisadores também conseguiram inibir seletivamente as vias neurais nos camundongos que ativam os neurônios AgRP. Isso levou a um ganho de peso significativamente menor após a dieta. “Isso poderia nos dar a oportunidade de diminuir o efeito sanfona”, diz Henning Fenselau, pesquisador do Instituto Max Planck de Pesquisa do Metabolismo, que liderou o estudo. “A longo prazo, nosso objetivo é encontrar terapias para humanos que possam ajudar a manter a perda de peso corporal após a dieta. Para isso, continuamos explorando como podemos bloquear os mecanismos que mediam o fortalecimento das vias neurais nos humanos também.”

    Fonte: ScienceDaily

  • Dipirona: por que é proibida nos EUA e em outros países?

    Dipirona: por que é proibida nos EUA e em outros países?

    A dipirona é um medicamento muito usado no Brasil para aliviar dores e febre.

    Mas você sabia que ela é proibida nos Estados Unidos e em mais de 30 países do mundo? O motivo é que a dipirona pode causar uma reação grave chamada agranulocitose, que é a diminuição dos glóbulos brancos no sangue. Essas células são responsáveis pela defesa do organismo contra infecções, e sua falta pode levar à morte.

    A dipirona foi retirada do mercado americano em 1977, depois de um relatório da FDA (Food and Drug Administration), a agência reguladora de medicamentos dos EUA, que classificou a dipirona como “insegura”. Outros países, como Japão, Austrália e alguns da Europa, também seguiram a mesma medida.

    No Brasil, a dipirona é considerada segura e eficaz pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), desde que usada na dose e no tempo adequados. A Anvisa afirma que os casos de agranulocitose são raros e podem estar relacionados a fatores genéticos ou imunológicos. Além disso, a dipirona tem vantagens sobre outros analgésicos, como o paracetamol, que pode causar danos ao fígado se ingerido em excesso.

    Portanto, a dipirona pode ser usada com segurança no Brasil, desde que com orientação médica e seguindo as instruções da bula. Mas se você for viajar para algum país onde ela é proibida, não leve o medicamento na mala, pois você pode ter problemas na alfândega. Nesse caso, consulte seu médico sobre outras opções de tratamento para suas dores.

    Fonte: Link 1

    Mas você sabia que ela é proibida nos Estados Unidos e em mais de 30 países do mundo? O motivo é que a dipirona pode causar uma reação grave chamada agranulocitose, que é a diminuição dos glóbulos brancos no sangue. Essas células são responsáveis pela defesa do organismo contra infecções, e sua falta pode levar à morte.

    A dipirona foi retirada do mercado americano em 1977, depois de um relatório da FDA (Food and Drug Administration), a agência reguladora de medicamentos dos EUA, que classificou a dipirona como “insegura”. Outros países, como Japão, Austrália e alguns da Europa, também seguiram a mesma medida.

    No Brasil, a dipirona é considerada segura e eficaz pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), desde que usada na dose e no tempo adequados. A Anvisa afirma que os casos de agranulocitose são raros e podem estar relacionados a fatores genéticos ou imunológicos. Além disso, a dipirona tem vantagens sobre outros analgésicos, como o paracetamol, que pode causar danos ao fígado se ingerido em excesso.

    Portanto, a dipirona pode ser usada com segurança no Brasil, desde que com orientação médica e seguindo as instruções da bula. Mas se você for viajar para algum país onde ela é proibida, não leve o medicamento na mala, pois você pode ter problemas na alfândega. Nesse caso, consulte seu médico sobre outras opções de tratamento para suas dores.

    Fonte: Link 1