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  • Dia Nacional do Pacifismo é celebrado em meio a debate sobre desarmamento

    O Brasil comemora nesta terça-feira (2) o Dia Nacional do Pacifismo Ativo e pelo Desarmamento. Prevista na Lei 11.619, de 2007, a data foi escolhida por marcar o nascimento do líder da independência indiana, Mahatma Gandhi.

    Em 2018, o desarmamento tem sido tema de debates no período eleitoral. No Senado, atualmente, há dezenas de propostas modificando a legislação, entre elas um projeto de decreto legislativo (PDS 175/2017) convocando um plebiscito sobre a possível revogação do Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826, de 2003).

    No e-Cidadania, canal de comunicação direta do Senado com a população, mais de 468 mil pessoas já se manifestaram, sendo 392 mil a favor do projeto e 76 mil contra.

    A intenção inicial da proposta, do senador Wilder Morais (DEM-GO), era fazer a consulta popular simultaneamente às eleições de outubro. O projeto está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde o relator, Sérgio Petecão (PSD-AC), apresentou voto favorável. Contrários ao projeto, os senadores Humberto Costa (PT-PE), Lindbergh Farias (PT-RJ) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP) elaboraram votos em separado.

    Zona rural

    A posse de armas para a população que vive na zona rural é outro tema de grande repercussão no Congresso Nacional. Em relação ao assunto, há um projeto na pauta do Plenário, que é o PLS 224/2017, também de Wilder.

    O texto foi aprovado em decisão terminativa na CCJ e iria diretamente para a Câmara. Mas um recurso assinado por 12 senadores levou a proposta ao Plenário. Os defensores da iniciativa alegaram que moradores rurais não dispõem de qualquer meio de defesa diante de ataques de criminosos, visto que muitos moram em áreas isoladas, distantes do socorro policial. Os contrários à ideia temem pelo aumento da violência no campo. E alegam que colocar mais armas nas mãos do povo não vai reduzir a criminalidade.

    Categorias

    Projetos que permitem armas a categorias específicas também tramitam no Senado. É o caso do PLS 34/2018, do senador Hélio José (Pros-DF), que estende o porte de arma aos agentes de segurança metroviária. Segundo o parlamentar, os metrôs das grandes cidades brasileiras têm sido palco de crimes que vão de furtos a homicídios e, às vezes, são usados como meio rápido de fuga para criminosos.

    Ainda segundo Hélio José, a legislação que rege a segurança metroviária (Lei 6.149/1974) permite aos agentes atividades como vigilância, ações de manutenção da ordem, colaboração com a polícia e até prisão em flagrante e, mesmo assim, o Estatuto do Desarmamento não concede a eles o porte.

    Estatuto

    O Estatuto do Desarmamento restringe o porte e a aquisição de armas por civis. A norma trata também do registro, do Sistema Nacional de Armas (Sinarm), dos crimes e das penas aplicadas aos infratores.

    Quem mantiver em casa ou no trabalho arma, acessório ou munição que não seja de uso restrito das Forças Armadas, por exemplo, está sujeito à detenção de um a três anos e multa. Já para quem portar ilegalmente, a pena é maior: de dois a quatro anos e multa.

    A posse e o porte de equipamentos de uso restrito é crime considerado mais grave: reclusão de três a seis anos e multa. Comércio ilegal, tráfico internacional e omissão de cautela também são crimes previstos na legislação.

    Em 2005, a população foi chamada a opinar, por meio de referendo, sobre a proibição total do comércio de armas e munições previsto no artigo 35 da norma. Quase 64% dos votantes decidiram pela manutenção do comércio. Mas as exigências e regras continuaram restritivas.

    Veja aqui a lista dos projetos que tratam de mudanças no Estatuto do Desarmamento. Por Agência Senado.

  • Eleitor pode escolher dois senadores na votação de domingo

    Ao contrário de 2014, quando a eleição era para só um senador, no próximo domingo (7) serão eleitos dois senadores. Assim, o eleitor terá que votar em um candidato ao Senado e depois em outro. O Tribunal Superior Eleitoral alertou, no entanto, que não pode votar duas vezes no mesmo candidato ao Senado. Em caso de repetição, o segundo voto é anulado. Mais informações com a repórter Larissa Bortoni, da Rádio Senado.

  • Eleitores não podem ser presos a partir desta terça

    Começa a valer nesta terça (2) a regra que proíbe a prisão de eleitores. A proteção vale até as 17h da próxima terça-feira (9), dois dias após a realização do primeiro turno das eleições. A determinação está prevista no Código Eleitoral (Lei 4.737, de 1965).

    Durante esse período, a legislação só permite o encarceramento em três situações excepcionais: a primeira em caso de flagrante de crime, quando alguém é surpreendido cometendo uma infração ou acabou de cometê-la. De acordo com o Código de Processo Penal, se um eleitor é detido durante perseguição policial ou se é encontrado com armas ou objetos que sugiram participação em um crime recente, também há flagrante delito.

    No segundo caso, é permitida a prisão daquele contra quem há sentença criminal condenatória por crime inafiançável: racismo, tortura, tráfico de drogas, crimes hediondos, terrorismo e ação de grupos armados contra a ordem constitucional.

    A última exceção é para a autoridade que desobedecer salvo-conduto. Funciona assim: o juiz eleitoral ou o presidente de mesa pode expedir uma ordem específica para proteger o eleitor vítima de violência ou que tenha sido ameaçado em seu direito de votar. O documento garante liberdade ao cidadão nos três dias que antecedem e nos dois dias que se seguem ao pleito. A autoridade que desobedecer o salvo-conduto pode ser detida por até cinco dias.

    O eleitor preso durante a próxima semana deve ser imediatamente levado à presença de um juiz. Se entender que a detenção é ilegal, o magistrado deve relaxar a prisão e punir o responsável. A proteção contra detenções durante o período eleitoral também vale para membros de mesas e fiscais de partidos políticos. Já os candidatos estão sob proteção legal contra prisão desde o dia 22 de setembro, salvo se pegos em flagrante delito. Por Agência Senado.

  • A doença sexualmente transmissível pouco conhecida e que se espalha rapidamente

    Uma doença sexualmente transmissível e até então pouco conhecida pelos médicos está se espalhando rapidamente.

    A Mycoplasma genitalium (MG), como é conhecida, pode se transformar em uma superbactéria resistente aos antibióticos mais fortes.

    Os casos de MG ocorrem principalmente no continente europeu, mas, no Brasil, o Ministério da Saúde diz que monitora a bactéria tanto pelo aumento da prevalência quanto pelo aumento da resistência antimicrobiana.

    Como no Brasil as secretarias de saúde dos Estados e municípios não são obrigadas a informar os casos, não se sabe quantas são as pessoas atingidas.

    No Reino Unido, por outro lado, o quadro preocupa.

    Segundo a Associação Britânica de Saúde Sexual e HIV (BASHH), as taxas de cura da doença após o tratamento com um grupo de antibióticos específicos estão diminuindo.

    Ou seja, a resistência da bactéria está aumentando, mesmo quando são usados antibióticos mais fortes.

    O Dr.Peter Greenhouse, especialista em DSTs, diz que o único método eficaz de evitar ser contaminado é a prevenção.

    “Já é hora de o público aprender sobre a Mycoplasma genitalium. É mais um bom motivo para colocar as camisinhas nas malas durante as férias de verão – e realmente usá-las”, disse ele.

    Os sintomas

    A Mycoplasma genitalium é uma bactéria que pode ser transmitida por meio de relações sexuais com um parceiro contaminado.

    Nos homens, ela causa a inflamação da uretra, levando a emissão de secreção pelo pênis e a dor na hora de urinar.

    Nas mulheres, pode inflamar os órgãos reprodutivos – o útero e as trompas de falópio – provocando não só dor, como também febre, sangramento e infertilidade, ou seja, dificuldade para ter filhos.

    A infecção, porém, nem sempre apresenta sintomas.

    Além disso, os sintomas podem pode ser confundidos com os de outras doenças sexualmente transmissíveis, como a clamídia, que é mais frequente no Brasil.

  • Decreto regulamenta 5% das vagas de concurso para pessoas com deficiência

    Decreto editado pelo governo cria regras para permitir a participação dos candidatos com deficiência nos concursos públicos e cumprir a Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015), que reserva uma cota de 5% dos cargos e empregos para esta parcela da população. Para garantir os direitos previstos na legislação, o Senado analisa uma série de projetos que buscam permitir a entrada destas pessoas no mercado de trabalho. Uma das propostas (PLS 316/2016) estabelece que as pesquisas populacionais feitas pelo IBGE deverão gerar dados e informações sobre a aptidão para o trabalho das pessoas com deficiência. Mais informações com o repórter George Cardim, da Rádio Senado.

  • Lewis Hamilton lidera Mercedes em segundo treino para GP da Rússia

    No segundo treino livre do GP da Rússia, Lewis Hamilton sobrou e ficou com o melhor tempo da sessão e do dia com 1m33s385.

    O segundo mais rápido foi Valtteri Bottas, companheiro de Hamilton na Mercedes. Ele ficou apenas 0s199 mais lento que o companheiro de equipe.

    A terceira colocação acabou ficando com Max Verstappen, da RedBull, que havia ficado com o segundo melhor tempo no treino anterior.

    Vettel não conseguiu nem de longe repetir o mesmo ritmo do primeiro treino, onde acabou em primeiro. Na segunda sessão o alemão ficou apenas com o quinto tempo atrás de Daniel Ricciardo. Com Kimi Raikkonen na sexta colocação, a Ferrari termina o segundo treino livre pressionada pelo fraco desempenho.

    Os pilotos retornam às pistas neste sábado (29) a partir das 6h (de Brasília) para o terceiro e último treino livre. Mais tarde acontece o treino classificatório para a corrida de domingo.

  • Dorival Júnior acerta com o Flamengo

    Dorival Júnior é o novo técnico do Flamengo. O clube confirmou a informação na tarde desta sexta-feira (28) através do Twitter.

    Dorival que substitui Mauricio Barbieri no comando do time carioca, assinou um contrato até o fim do ano.

    O técnico desembarca nesta sexta mesmo em Salvador, onde o Flamengo enfrenta o Bahia, pelo Campeonato Brasileiro, no sábado (29), às 21h.

    Ele chega ao clube junto com os auxiliares Lucas Silvestre e Leonardo Porto.

    Dorival será apresentado no sábado, às 9h30, no hotel que a equipe está hospedada. Essa é segunda passagem do técnico pelo time carioca. Em 2012 e 2013, ele treinou a equipe em 37 jogos.

  • Ainda não sabe em quem votar para Deputado e Senador? Que tal uma ajudinha?

    Caso você não saiba, hoje em dia existem diversas maneiras de descobrir se um candidato é bom ou não. Não basta apenas ser honesto. Quem vai te representar na Câmara dos Deputados (onde trabalham os Deputados) e no Senado Federal (onde trabalham os Senadores), tem que saber governar e cumprir o que prometeu.

    Se você estiver pensando em reeleger algum Deputado ou Senador que já tem mandato, você pode ver como foi o trabalho dele por lá. Caso o seu candidato não tenha sido eleito, você pode saber as suas ideias e propostas.

    O Ranking dos Políticos é, como o próprio nome já diz, um ranking que compara os políticos de todo o Brasil. Senadores e Deputados Federais do melhor para o pior. Acessando o site você pode conferir as notas de cada político. Você também pode classificar o seu candidato de acordo com o seu último mandato.

    Além disso eles também têm um APP para Android. A versão para iOS chega em breve.

    Já com o Detector de Ficha de Político, basta fotografar um candidato para acessar um banco de dados e saber se político tem problemas com a Justiça. Além disso também é possível conhecer o histórico de algum candidato ao digitar o nome dele.

    O aplicativo é de criação do Instituo Reclame Aqui e está disponível para Android e iOS.

    O Meu Deputado é focado na esfera federal do poder legislativo. Com este app, você pode seguir os políticos que te interessam, comparar o desempenho entre eles e ainda acompanhar quanto dinheiro cada um gasta em verbas parlamentares.

    O aplicativo está disponível para Android e iOS

    O #TEMMEUVOTO é um site em que o usuário só precisa responder a sete perguntas que dão um direcionamento a respeito das suas posições políticas. Em seguida, a plataforma exibe os candidatos que mais se encaixam no seu perfil.

    Para a basta acessar o site #TEMMEUVOTO em qualquer dispositivo.

  • Teste revela que a bateria do iPhone XS dura menos tempo que o anunciado

    Sempre que um novo modelo é lançando, espera-se que a versão mais nova tenha uma autonomia de bateria maior que a anterior. Segundo o Tom’s Guide, os novos iPhone XS e o iPhone XS Max deixaram a desejar nesse quesito.

    Em relação ao dispositivo lançado no ano passado, o iPhone X, os modelos mais recentes tiveram um desempenho bem inferior.

    De acordo com este teste, a bateria do iPhone XS durou 9 horas e 41 minutos enquanto a do iPhone XS Max durou 10 horas e 39 minutos, sendo que ambas ficam abaixo das 10 horas e 49 minutos do iPhone X.

    O caso é ainda mais grave no iPhone XS, cuja bateria está aparentemente “ligeiramente abaixo da média”, aponta o site Mirror.

    No entanto, vale lembrar que quando o iPhone XS e o iPhone XS Max foram apresentados, a Apple afirmou que as baterias tinham respectivamente mais 30 minutos e 1 hora de autonomia em relação ao iPhone X.

    Caso estes tempos de uso nos testes sejam confirmados quando os aparelhos chegarem ao mercado, a Apple mais uma vez terá enganado seus consumidores. Por menor que seja a diferença no consumo, todo ano, ao apresentar um novo modelo, a marca da maçã promete mai durabilidade de bateria, o que na prática não acontece.

  • Xiaomi anuncia celular intermediário com quatro câmeras

    A fabricante de celulares Xiaomi, anunciou que irá lançar um celular intermediário (com um preço acessível) e recursos bem interessantes. O Redmi Note 6 Pro tem hardware para brigar com celulares topo de linha, tela de 6,26 polegadas e quatro câmeras.

    O display tem resolução Full HD+ e proporção 19:9, ocupando quase toda a parte frontal.

    São duas câmeras frontais (20 MP e 2 MP) e duas na traseira, com 12 MP e 5 MP.

    O aparelho conta com um processador Snapdragon 636 com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento interno, expansível via cartão micro SD.

    A bateria é de 4.000 mAh e o aparelho roda o Android 8.1 Oreo, com a interface MIUI da Xiaomi.

    O Redmi Note 6 Pro também tem recursos de inteligência artificial, incluindo modo retrato que desfoca o fundo de fotos e um sistema de reconhecimento facial.

    A Xiaomi também vai lançar uma versão com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno no futuro.

    Por enquanto, o Note 6 Pro só está à venda na Tailândia custando o equivalente a US$ 215, mas ele deve ser lançado também em outras partes do mundo.