Tag: Alzheimer

  • Novo medicamento pode ser a chave para a cura do Alzheimer

    Novo medicamento pode ser a chave para a cura do Alzheimer

    O Alzheimer é uma doença que afeta milhões de pessoas em todo o mundo e ainda não há cura nem um tratamento eficaz. Mas um novo medicamento está trazendo esperança para muitas famílias que enfrentam essa dura realidade.

    Embora ainda não seja uma cura, ele representa um passo importante no tratamento da doença.

    O Leqembi é um medicamento cujo princípio ativo é o lecanemabe, criado para tratar a doença de Alzheimer de uma forma inovadora. Diferente de outros tratamentos, que apenas aliviam os sintomas, o Leqembi tenta atacar a causa principal da doença: as placas de beta-amiloide.

    Essas placas são como pequenos depósitos que se acumulam no cérebro de quem tem Alzheimer, prejudicando a comunicação entre as células nervosas e causando a morte delas. O resultado é a perda gradual de memória e outras funções importantes do cérebro.

    Como funciona o Leqembi?

    O Leqembi funciona como um “detetive” no cérebro. Ele é um tipo de medicamento chamado anticorpo monoclonal, que age de forma parecida com os anticorpos naturais do nosso corpo. Sua função é encontrar as placas de beta-amiloide e “marcá-las”, avisando ao sistema imunológico que elas precisam ser eliminadas. Dessa forma, o medicamento ajuda a proteger as células nervosas, atrasando os danos causados pelo Alzheimer.

    O que os estudos mostram?

    Nos testes feitos com Leqembi, os resultados trouxeram uma mistura de esperança e cautela. Em média, os pacientes que tomaram o medicamento tiveram um atraso de cerca de cinco meses na progressão dos sintomas do Alzheimer. Isso pode parecer pouco, mas para muitas famílias, esse tempo extra pode significar meses a mais de boas memórias e momentos juntos.

    O tratamento é feito com infusões a cada duas semanas, ou seja, o paciente recebe o medicamento diretamente na veia durante um período específico.

    Como qualquer tratamento, o Leqembi não é perfeito. Cerca de 30% dos participantes dos estudos experimentaram algum tipo de hemorragia no cérebro. No entanto, a maioria desses casos foi leve e não apresentou sintomas visíveis. Apenas uma pequena parte dos pacientes teve complicações mais sérias.

    Além disso, o Leqembi não é indicado para todos. Pessoas com uma variante genética específica, chamada ApoE4, que aumenta o risco de Alzheimer, têm maior probabilidade de sofrer efeitos colaterais graves. Isso significa que alguns pacientes precisarão passar por testes genéticos antes de iniciar o tratamento.

    Outro ponto que preocupa é que, ao interromper o uso do Leqembi, as placas de beta-amiloide podem voltar a se acumular. Então, ainda não está claro por quanto tempo o tratamento deve ser mantido.

    Apesar de suas limitações, o Leqembi marca o início de uma nova fase na luta contra o Alzheimer. Ele é o primeiro medicamento aprovado na Europa que ataca a causa da doença, e não apenas os sintomas. Isso significa que ele abre caminho para novos tratamentos que podem ser ainda mais eficazes no futuro.

    Os cientistas comparam essa fase inicial de tratamento ao início da luta contra o HIV. Quando o HIV surgiu, não havia cura, mas a pesquisa avançou aos poucos, até que a doença se tornou tratável com medicamentos. A esperança é que, no caso do Alzheimer, ocorra um avanço similar, permitindo que as pessoas vivam mais tempo com qualidade, mesmo com a doença.

    Fontes: Link, Link 2, Link 3.


    Embora ainda não seja uma cura, ele representa um passo importante no tratamento da doença.

    O Leqembi é um medicamento cujo princípio ativo é o lecanemabe, criado para tratar a doença de Alzheimer de uma forma inovadora. Diferente de outros tratamentos, que apenas aliviam os sintomas, o Leqembi tenta atacar a causa principal da doença: as placas de beta-amiloide.

    Essas placas são como pequenos depósitos que se acumulam no cérebro de quem tem Alzheimer, prejudicando a comunicação entre as células nervosas e causando a morte delas. O resultado é a perda gradual de memória e outras funções importantes do cérebro.

    Como funciona o Leqembi?

    O Leqembi funciona como um “detetive” no cérebro. Ele é um tipo de medicamento chamado anticorpo monoclonal, que age de forma parecida com os anticorpos naturais do nosso corpo. Sua função é encontrar as placas de beta-amiloide e “marcá-las”, avisando ao sistema imunológico que elas precisam ser eliminadas. Dessa forma, o medicamento ajuda a proteger as células nervosas, atrasando os danos causados pelo Alzheimer.

    O que os estudos mostram?

    Nos testes feitos com Leqembi, os resultados trouxeram uma mistura de esperança e cautela. Em média, os pacientes que tomaram o medicamento tiveram um atraso de cerca de cinco meses na progressão dos sintomas do Alzheimer. Isso pode parecer pouco, mas para muitas famílias, esse tempo extra pode significar meses a mais de boas memórias e momentos juntos.

    O tratamento é feito com infusões a cada duas semanas, ou seja, o paciente recebe o medicamento diretamente na veia durante um período específico.

    Como qualquer tratamento, o Leqembi não é perfeito. Cerca de 30% dos participantes dos estudos experimentaram algum tipo de hemorragia no cérebro. No entanto, a maioria desses casos foi leve e não apresentou sintomas visíveis. Apenas uma pequena parte dos pacientes teve complicações mais sérias.

    Além disso, o Leqembi não é indicado para todos. Pessoas com uma variante genética específica, chamada ApoE4, que aumenta o risco de Alzheimer, têm maior probabilidade de sofrer efeitos colaterais graves. Isso significa que alguns pacientes precisarão passar por testes genéticos antes de iniciar o tratamento.

    Outro ponto que preocupa é que, ao interromper o uso do Leqembi, as placas de beta-amiloide podem voltar a se acumular. Então, ainda não está claro por quanto tempo o tratamento deve ser mantido.

    Apesar de suas limitações, o Leqembi marca o início de uma nova fase na luta contra o Alzheimer. Ele é o primeiro medicamento aprovado na Europa que ataca a causa da doença, e não apenas os sintomas. Isso significa que ele abre caminho para novos tratamentos que podem ser ainda mais eficazes no futuro.

    Os cientistas comparam essa fase inicial de tratamento ao início da luta contra o HIV. Quando o HIV surgiu, não havia cura, mas a pesquisa avançou aos poucos, até que a doença se tornou tratável com medicamentos. A esperança é que, no caso do Alzheimer, ocorra um avanço similar, permitindo que as pessoas vivam mais tempo com qualidade, mesmo com a doença.

    Fontes: Link, Link 2, Link 3.


  • Poluição do ar pode aumentar o risco de Alzheimer, sugere estudo

    Poluição do ar pode aumentar o risco de Alzheimer, sugere estudo

    Um novo estudo publicado na revista Neurology® encontrou uma associação entre a exposição à poluição do ar relacionada ao tráfego e os sinais da doença de Alzheimer no cérebro após a morte.

    A doença de Alzheimer é uma forma de demência que afeta a memória, o pensamento e o comportamento de milhões de pessoas no mundo.

    Os pesquisadores examinaram o tecido cerebral de 224 pessoas que doaram seus cérebros para a pesquisa sobre demência. Eles mediram a exposição à poluição do ar com base no endereço residencial das pessoas na área de Atlanta, nos Estados Unidos, no momento da morte. Eles também analisaram os níveis de placas amiloides e emaranhados de tau no cérebro, que são marcas da doença de Alzheimer.

    As placas amiloides são aglomerados de proteínas que se formam entre as células nervosas do cérebro e podem interferir na comunicação entre elas. Os emaranhados de tau são fibras anormais que se acumulam dentro das células nervosas e podem causar sua morte.

    O estudo encontrou que as pessoas que foram expostas a níveis mais altos de material particulado fino (PM2.5), que consiste em partículas poluentes de menos de 2,5 micrômetros de diâmetro suspensas no ar, tinham mais placas amiloides em seus cérebros. As pessoas com 1 micrograma por metro cúbico (µg/m3) a mais de exposição ao PM2.5 no ano anterior à morte tinham quase o dobro de chances de ter níveis mais altos de placas, enquanto aquelas com maior exposição nos três anos anteriores à morte tinham 87% mais chances de ter níveis mais altos de placas.

    Os pesquisadores também observaram se ter a principal variante genética associada à doença de Alzheimer, APOE e4, tinha algum efeito sobre a relação entre a poluição do ar e os sinais da doença no cérebro. Eles descobriram que a relação mais forte entre a poluição do ar e os sinais da doença era entre aqueles que não tinham a variante genética. Isso sugere que fatores ambientais, como a poluição do ar, poderiam ser um fator contribuinte para a doença de Alzheimer em pacientes em que a doença não pode ser explicada pela genética.

    O estudo não prova que a poluição do ar causa a doença de Alzheimer, mas apenas mostra uma associação. Mais pesquisas são necessárias para investigar os mecanismos por trás dessa ligação e para encontrar formas de prevenir ou tratar a doença.

    A poluição do ar é um problema de saúde pública que afeta milhões de pessoas no mundo, especialmente nas áreas urbanas. Além de estar associada à doença de Alzheimer, a poluição do ar também pode aumentar o risco de outras doenças, como asma, doenças cardíacas e câncer. Portanto, é importante tomar medidas para reduzir a emissão de poluentes e proteger a qualidade do ar que respiramos.

    A doença de Alzheimer é uma forma de demência que afeta a memória, o pensamento e o comportamento de milhões de pessoas no mundo.

    Os pesquisadores examinaram o tecido cerebral de 224 pessoas que doaram seus cérebros para a pesquisa sobre demência. Eles mediram a exposição à poluição do ar com base no endereço residencial das pessoas na área de Atlanta, nos Estados Unidos, no momento da morte. Eles também analisaram os níveis de placas amiloides e emaranhados de tau no cérebro, que são marcas da doença de Alzheimer.

    As placas amiloides são aglomerados de proteínas que se formam entre as células nervosas do cérebro e podem interferir na comunicação entre elas. Os emaranhados de tau são fibras anormais que se acumulam dentro das células nervosas e podem causar sua morte.

    O estudo encontrou que as pessoas que foram expostas a níveis mais altos de material particulado fino (PM2.5), que consiste em partículas poluentes de menos de 2,5 micrômetros de diâmetro suspensas no ar, tinham mais placas amiloides em seus cérebros. As pessoas com 1 micrograma por metro cúbico (µg/m3) a mais de exposição ao PM2.5 no ano anterior à morte tinham quase o dobro de chances de ter níveis mais altos de placas, enquanto aquelas com maior exposição nos três anos anteriores à morte tinham 87% mais chances de ter níveis mais altos de placas.

    Os pesquisadores também observaram se ter a principal variante genética associada à doença de Alzheimer, APOE e4, tinha algum efeito sobre a relação entre a poluição do ar e os sinais da doença no cérebro. Eles descobriram que a relação mais forte entre a poluição do ar e os sinais da doença era entre aqueles que não tinham a variante genética. Isso sugere que fatores ambientais, como a poluição do ar, poderiam ser um fator contribuinte para a doença de Alzheimer em pacientes em que a doença não pode ser explicada pela genética.

    O estudo não prova que a poluição do ar causa a doença de Alzheimer, mas apenas mostra uma associação. Mais pesquisas são necessárias para investigar os mecanismos por trás dessa ligação e para encontrar formas de prevenir ou tratar a doença.

    A poluição do ar é um problema de saúde pública que afeta milhões de pessoas no mundo, especialmente nas áreas urbanas. Além de estar associada à doença de Alzheimer, a poluição do ar também pode aumentar o risco de outras doenças, como asma, doenças cardíacas e câncer. Portanto, é importante tomar medidas para reduzir a emissão de poluentes e proteger a qualidade do ar que respiramos.

  • Controle de qualidade celular: uma chave para entender e combater o Parkinson, o Alzheimer, o diabetes tipo II e o câncer

    Controle de qualidade celular: uma chave para entender e combater o Parkinson, o Alzheimer, o diabetes tipo II e o câncer

    O professor de biologia Zhihao Wu está investigando como as células do nosso corpo se reparam quando sofrem danos. Sua pesquisa pode ter implicações para o tratamento de doenças como Parkinson, Alzheimer, diabetes tipo II e câncer.

    O professor Wu está interessado em entender como diferentes mecanismos de controle de qualidade celular funcionam em conjunto para manter a saúde das células. Ele explica que as células são como fábricas que produzem proteínas, lipídios e outras moléculas essenciais para a vida. No entanto, às vezes esses processos podem falhar e gerar produtos defeituosos que precisam ser eliminados ou reciclados.

    “Se você pensar nas células como fábricas, elas têm diferentes departamentos que fazem coisas diferentes”, diz Wu. “Eles têm que se comunicar uns com os outros e coordenar suas ações. Se um departamento falhar, isso pode afetar todo o sistema.”

    Wu e sua equipe estão focados em analisar a base molecular de três vias de controle de qualidade conhecidas: controle de qualidade da tradução associada ao ribossomo, controle de qualidade da macromolécula e controle de qualidade do organelo (mitocôndria). Essas vias são responsáveis por detectar e remover proteínas malformadas, moléculas grandes e organelos danificados, respectivamente.

    O objetivo da pesquisa é descobrir se essas vias podem interagir entre si e se complementar para reparar os componentes celulares danificados. Wu diz que isso é importante porque falhas em vias de controle de qualidade aparentemente não relacionadas levam a algumas das mesmas alterações anormais que foram identificadas com muitas doenças humanas.

    “Por exemplo, sabemos que o acúmulo de proteínas malformadas está associado ao Parkinson e ao Alzheimer, mas também sabemos que há problemas na mitocôndria nessas doenças”, diz Wu. “Então, queremos saber se há uma conexão entre esses dois fenômenos e se podemos manipular uma via para afetar a outra”, completa.

    Wu espera que sua pesquisa possa revelar novos alvos terapêuticos para doenças relacionadas ao envelhecimento e ao estresse celular. Ele também espera contribuir para o avanço do conhecimento básico sobre a biologia celular e a homeostase.

    “Estamos tentando entender como as células mantêm seu equilíbrio e sua função em condições normais e patológicas”, diz Wu. “Acho que isso é fundamental para a compreensão da vida.”

    O professor Wu está interessado em entender como diferentes mecanismos de controle de qualidade celular funcionam em conjunto para manter a saúde das células. Ele explica que as células são como fábricas que produzem proteínas, lipídios e outras moléculas essenciais para a vida. No entanto, às vezes esses processos podem falhar e gerar produtos defeituosos que precisam ser eliminados ou reciclados.

    “Se você pensar nas células como fábricas, elas têm diferentes departamentos que fazem coisas diferentes”, diz Wu. “Eles têm que se comunicar uns com os outros e coordenar suas ações. Se um departamento falhar, isso pode afetar todo o sistema.”

    Wu e sua equipe estão focados em analisar a base molecular de três vias de controle de qualidade conhecidas: controle de qualidade da tradução associada ao ribossomo, controle de qualidade da macromolécula e controle de qualidade do organelo (mitocôndria). Essas vias são responsáveis por detectar e remover proteínas malformadas, moléculas grandes e organelos danificados, respectivamente.

    O objetivo da pesquisa é descobrir se essas vias podem interagir entre si e se complementar para reparar os componentes celulares danificados. Wu diz que isso é importante porque falhas em vias de controle de qualidade aparentemente não relacionadas levam a algumas das mesmas alterações anormais que foram identificadas com muitas doenças humanas.

    “Por exemplo, sabemos que o acúmulo de proteínas malformadas está associado ao Parkinson e ao Alzheimer, mas também sabemos que há problemas na mitocôndria nessas doenças”, diz Wu. “Então, queremos saber se há uma conexão entre esses dois fenômenos e se podemos manipular uma via para afetar a outra”, completa.

    Wu espera que sua pesquisa possa revelar novos alvos terapêuticos para doenças relacionadas ao envelhecimento e ao estresse celular. Ele também espera contribuir para o avanço do conhecimento básico sobre a biologia celular e a homeostase.

    “Estamos tentando entender como as células mantêm seu equilíbrio e sua função em condições normais e patológicas”, diz Wu. “Acho que isso é fundamental para a compreensão da vida.”

  • Hidroximetilbutirato: o suplemento que pode proteger a memória e prevenir o Alzheimer

    Hidroximetilbutirato: o suplemento que pode proteger a memória e prevenir o Alzheimer

    O Alzheimer é uma doença degenerativa que afeta milhões de pessoas no mundo. A perda de memória é um dos sintomas mais comuns e devastadores dessa condição.

    Um suplemento chamado hidroximetilbutirato (HMB), uma substância que o corpo produz naturalmente a partir do aminoácido leucina e usado por fisiculturistas para aumentar o músculo e a força, também pode ter benefícios para o cérebro.

    Em um novo estudo, pesquisadores descobriram que HMB entra no cérebro e aumenta as proteínas que favorecem os neurônios, as células nervosas responsáveis pela comunicação e pelo aprendizado. Além disso, HMB estimula um receptor hormonal chamado PPAR-alfa, que regula o transporte de ácidos graxos no cérebro. Esses ácidos graxos são importantes para a energia e a proteção das membranas celulares.

    O estudo foi realizado em ratos com Alzheimer induzido geneticamente. Os animais que receberam HMB por dois meses tiveram melhor desempenho em testes de memória e aprendizado do que os que não receberam. Eles também apresentaram menos inflamação e estresse oxidativo no cérebro, fatores que contribuem para a degeneração neuronal.

    Os autores do estudo afirmam que HMB é seguro e sem efeitos colaterais conhecidos. Eles esperam que os resultados possam ser replicados em humanos e que HMB possa se tornar uma estratégia preventiva ou terapêutica para o Alzheimer.

    O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos e publicado na revista Cell Reports.

    Fonte: Link.

    Um suplemento chamado hidroximetilbutirato (HMB), uma substância que o corpo produz naturalmente a partir do aminoácido leucina e usado por fisiculturistas para aumentar o músculo e a força, também pode ter benefícios para o cérebro.

    Em um novo estudo, pesquisadores descobriram que HMB entra no cérebro e aumenta as proteínas que favorecem os neurônios, as células nervosas responsáveis pela comunicação e pelo aprendizado. Além disso, HMB estimula um receptor hormonal chamado PPAR-alfa, que regula o transporte de ácidos graxos no cérebro. Esses ácidos graxos são importantes para a energia e a proteção das membranas celulares.

    O estudo foi realizado em ratos com Alzheimer induzido geneticamente. Os animais que receberam HMB por dois meses tiveram melhor desempenho em testes de memória e aprendizado do que os que não receberam. Eles também apresentaram menos inflamação e estresse oxidativo no cérebro, fatores que contribuem para a degeneração neuronal.

    Os autores do estudo afirmam que HMB é seguro e sem efeitos colaterais conhecidos. Eles esperam que os resultados possam ser replicados em humanos e que HMB possa se tornar uma estratégia preventiva ou terapêutica para o Alzheimer.

    O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos e publicado na revista Cell Reports.

    Fonte: Link.

  • Perdendo o cheiro? Você pode estar em risco de Alzheimer, diz estudo

    Perdendo o cheiro? Você pode estar em risco de Alzheimer, diz estudo

    Você já se perguntou se o seu nariz pode ter algo a ver com o seu risco de desenvolver a doença de Alzheimer?

    via GIPHY

    Pode parecer estranho, mas um novo estudo sugere que sim. O estudo descobriu que as pessoas que carregam uma variante genética associada ao maior risco de Alzheimer podem perder a capacidade de detectar odores mais cedo do que as pessoas que não carregam a variante, o que pode ser um sinal precoce de futuros problemas de memória e raciocínio.

    O Alzheimer é uma doença degenerativa que afeta o cérebro, causando perda progressiva de memória, confusão, demência e morte. A causa exata do Alzheimer ainda é desconhecida, mas alguns fatores genéticos e ambientais podem aumentar ou diminuir as chances de desenvolvê-lo. A variante genética associada a esse aumento do risco de Alzheimer é chamada de APOE e4. Cerca de 20% da população mundial carrega essa variante, mas nem todos os portadores desenvolvem a doença.

    O estudo envolveu uma pesquisa domiciliar que incluiu testar o sentido do olfato de mais de 865 pessoas – tanto sua capacidade de detectar um odor quanto de identificar qual odor estavam cheirando. Os testes foram dados em intervalos de cinco anos. As habilidades de pensamento e memória das pessoas também foram testadas duas vezes, com cinco anos de diferença. Amostras de DNA deram aos pesquisadores informações sobre quem carregava o gene associado a um maior risco de Alzheimer.

    Os resultados mostraram que as pessoas que carregavam a variante genética tinham 37% menos probabilidade de ter uma boa detecção de odores do que as pessoas sem o gene em um único ponto no tempo. Os portadores da variante genética começaram a experimentar uma redução na detecção do olfato aos 65 a 69 anos. Nessa idade, os portadores do gene podiam detectar uma média de cerca de 3,2 dos cheiros, em comparação com cerca de 3,9 cheiros para as pessoas que não carregavam o gene.

    Os portadores da variante genética não mostraram diferença em sua capacidade de identificar qual odor estavam cheirando até atingirem a idade de 75 a 79 anos. Uma vez que começaram a perder a capacidade de identificar odores, a capacidade dos portadores do gene diminuiu mais rapidamente do que os que não carregavam o gene.

    As habilidades de pensamento e memória foram semelhantes entre os dois grupos no início do estudo. Mas, como esperado, aqueles que carregavam a variante genética experimentaram declínios mais rápidos em suas habilidades de pensamento ao longo do tempo do que aqueles sem o gene.

    Os pesquisadores sugerem que a perda do olfato pode ser um marcador precoce da doença de Alzheimer, pois está relacionada à degeneração das células nervosas no cérebro. Eles também afirmam que testar o olfato pode ser uma forma simples e barata de identificar as pessoas em risco e monitorar sua progressão.

    No entanto, eles também alertam que o estudo tem algumas limitações, como o tamanho da amostra, a falta de dados sobre outros fatores que podem afetar o olfato e a possibilidade de viés na seleção dos participantes. Eles recomendam mais pesquisas para confirmar seus achados e explorar os mecanismos por trás da relação entre o olfato e o Alzheimer.

    Se você está preocupado com o seu risco de Alzheimer ou com a sua capacidade olfativa, consulte o seu médico para obter orientação e apoio. Lembre-se também de manter hábitos saudáveis para proteger o seu cérebro, como exercitar-se regularmente, comer bem, dormir bem, evitar fumar e beber com moderação.

    Fonte: Link.

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    Pode parecer estranho, mas um novo estudo sugere que sim. O estudo descobriu que as pessoas que carregam uma variante genética associada ao maior risco de Alzheimer podem perder a capacidade de detectar odores mais cedo do que as pessoas que não carregam a variante, o que pode ser um sinal precoce de futuros problemas de memória e raciocínio.

    O Alzheimer é uma doença degenerativa que afeta o cérebro, causando perda progressiva de memória, confusão, demência e morte. A causa exata do Alzheimer ainda é desconhecida, mas alguns fatores genéticos e ambientais podem aumentar ou diminuir as chances de desenvolvê-lo. A variante genética associada a esse aumento do risco de Alzheimer é chamada de APOE e4. Cerca de 20% da população mundial carrega essa variante, mas nem todos os portadores desenvolvem a doença.

    O estudo envolveu uma pesquisa domiciliar que incluiu testar o sentido do olfato de mais de 865 pessoas – tanto sua capacidade de detectar um odor quanto de identificar qual odor estavam cheirando. Os testes foram dados em intervalos de cinco anos. As habilidades de pensamento e memória das pessoas também foram testadas duas vezes, com cinco anos de diferença. Amostras de DNA deram aos pesquisadores informações sobre quem carregava o gene associado a um maior risco de Alzheimer.

    Os resultados mostraram que as pessoas que carregavam a variante genética tinham 37% menos probabilidade de ter uma boa detecção de odores do que as pessoas sem o gene em um único ponto no tempo. Os portadores da variante genética começaram a experimentar uma redução na detecção do olfato aos 65 a 69 anos. Nessa idade, os portadores do gene podiam detectar uma média de cerca de 3,2 dos cheiros, em comparação com cerca de 3,9 cheiros para as pessoas que não carregavam o gene.

    Os portadores da variante genética não mostraram diferença em sua capacidade de identificar qual odor estavam cheirando até atingirem a idade de 75 a 79 anos. Uma vez que começaram a perder a capacidade de identificar odores, a capacidade dos portadores do gene diminuiu mais rapidamente do que os que não carregavam o gene.

    As habilidades de pensamento e memória foram semelhantes entre os dois grupos no início do estudo. Mas, como esperado, aqueles que carregavam a variante genética experimentaram declínios mais rápidos em suas habilidades de pensamento ao longo do tempo do que aqueles sem o gene.

    Os pesquisadores sugerem que a perda do olfato pode ser um marcador precoce da doença de Alzheimer, pois está relacionada à degeneração das células nervosas no cérebro. Eles também afirmam que testar o olfato pode ser uma forma simples e barata de identificar as pessoas em risco e monitorar sua progressão.

    No entanto, eles também alertam que o estudo tem algumas limitações, como o tamanho da amostra, a falta de dados sobre outros fatores que podem afetar o olfato e a possibilidade de viés na seleção dos participantes. Eles recomendam mais pesquisas para confirmar seus achados e explorar os mecanismos por trás da relação entre o olfato e o Alzheimer.

    Se você está preocupado com o seu risco de Alzheimer ou com a sua capacidade olfativa, consulte o seu médico para obter orientação e apoio. Lembre-se também de manter hábitos saudáveis para proteger o seu cérebro, como exercitar-se regularmente, comer bem, dormir bem, evitar fumar e beber com moderação.

    Fonte: Link.

  • HMB: o suplemento que pode proteger a memória e prevenir o Alzheimer

    HMB: o suplemento que pode proteger a memória e prevenir o Alzheimer

    O Alzheimer é uma doença degenerativa que afeta milhões de pessoas no mundo. A perda de memória é um dos sintomas mais comuns e devastadores dessa condição.

    Mas e se houvesse uma forma de prevenir ou retardar esse processo?

    Um novo estudo sugere que um suplemento chamado HMB pode ter esse efeito. HMB é a sigla para hidroximetilbutirato, uma substância que o corpo produz naturalmente a partir do aminoácido leucina. HMB é usado por fisiculturistas para aumentar o músculo e a força, mas também pode ter benefícios para o cérebro.

    Os pesquisadores descobriram que HMB entra no cérebro e aumenta as proteínas que favorecem os neurônios, as células nervosas responsáveis pela comunicação e pelo aprendizado. Além disso, HMB estimula um receptor hormonal chamado PPAR-alfa, que regula o transporte de ácidos graxos no cérebro. Esses ácidos graxos são importantes para a energia e a proteção das membranas celulares.

    O estudo foi realizado em ratos com Alzheimer induzido geneticamente. Os animais que receberam HMB por dois meses tiveram melhor desempenho em testes de memória e aprendizado do que os que não receberam. Eles também apresentaram menos inflamação e estresse oxidativo no cérebro, fatores que contribuem para a degeneração neuronal.

    Os autores do estudo afirmam que HMB é seguro e sem efeitos colaterais conhecidos. Eles esperam que os resultados possam ser replicados em humanos e que HMB possa se tornar uma estratégia preventiva ou terapêutica para o Alzheimer.

    O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos e publicado na revista Cell Reports.

    Fonte: Link.

    Mas e se houvesse uma forma de prevenir ou retardar esse processo?

    Um novo estudo sugere que um suplemento chamado HMB pode ter esse efeito. HMB é a sigla para hidroximetilbutirato, uma substância que o corpo produz naturalmente a partir do aminoácido leucina. HMB é usado por fisiculturistas para aumentar o músculo e a força, mas também pode ter benefícios para o cérebro.

    Os pesquisadores descobriram que HMB entra no cérebro e aumenta as proteínas que favorecem os neurônios, as células nervosas responsáveis pela comunicação e pelo aprendizado. Além disso, HMB estimula um receptor hormonal chamado PPAR-alfa, que regula o transporte de ácidos graxos no cérebro. Esses ácidos graxos são importantes para a energia e a proteção das membranas celulares.

    O estudo foi realizado em ratos com Alzheimer induzido geneticamente. Os animais que receberam HMB por dois meses tiveram melhor desempenho em testes de memória e aprendizado do que os que não receberam. Eles também apresentaram menos inflamação e estresse oxidativo no cérebro, fatores que contribuem para a degeneração neuronal.

    Os autores do estudo afirmam que HMB é seguro e sem efeitos colaterais conhecidos. Eles esperam que os resultados possam ser replicados em humanos e que HMB possa se tornar uma estratégia preventiva ou terapêutica para o Alzheimer.

    O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos e publicado na revista Cell Reports.

    Fonte: Link.

  • Alois Alzheimer: o médico que desvendou o mistério da demência

    Alois Alzheimer: o médico que desvendou o mistério da demência

    A doença de Alzheimer é uma das formas mais comuns e devastadoras de demência, afetando milhões de pessoas em todo o mundo. Mas quem foi o médico que deu nome a essa condição e como ele a descobriu?

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    Alois Alzheimer nasceu em 1864 na Baviera, Alemanha. Ele estudou medicina na Universidade de Würzburg e se especializou em psiquiatria e neuropatologia. Ele trabalhou em vários hospitais e instituições psiquiátricas, onde se dedicou a pesquisar as causas e os tratamentos das doenças mentais.

    Em 1901, ele conheceu um caso que mudaria sua carreira e a história da medicina. Auguste Deter era uma dona de casa de 51 anos que foi internada no Hospital Psiquiátrico de Frankfurt com sintomas de perda de memória, desorientação, alucinações e comportamento imprevisível. Alzheimer ficou intrigado com o caso dela e manteve contato com ela até sua morte em 1906.

    Após obter permissão da família, Alzheimer examinou o cérebro de Auguste e encontrou anormalidades que nunca haviam sido observadas antes. Ele notou que o córtex cerebral, a camada mais externa do cérebro responsável pelas funções cognitivas, estava atrofiado e cheio de depósitos anormais de proteínas, chamados de placas amiloides, e fibras entrelaçadas, chamadas de neurofilamentos. Essas alterações interferiam na comunicação entre os neurônios e causavam a degeneração progressiva do cérebro.

    Alzheimer apresentou sua descoberta em uma conferência de psiquiatria em 1906 e publicou um artigo sobre o caso em 1907. Ele foi o primeiro a descrever esse tipo de demência, que mais tarde seria chamado de doença de Alzheimer em sua homenagem. Sua pesquisa abriu caminho para o estudo das causas, dos fatores de risco, dos sintomas, do diagnóstico e do tratamento dessa doença complexa e incurável.

    Alois Alzheimer morreu em 1915, aos 51 anos, vítima de uma infecção cardíaca. Ele deixou um legado científico e humano que continua inspirando gerações de pesquisadores e médicos que buscam compreender e combater a doença de Alzheimer.

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    Alois Alzheimer nasceu em 1864 na Baviera, Alemanha. Ele estudou medicina na Universidade de Würzburg e se especializou em psiquiatria e neuropatologia. Ele trabalhou em vários hospitais e instituições psiquiátricas, onde se dedicou a pesquisar as causas e os tratamentos das doenças mentais.

    Em 1901, ele conheceu um caso que mudaria sua carreira e a história da medicina. Auguste Deter era uma dona de casa de 51 anos que foi internada no Hospital Psiquiátrico de Frankfurt com sintomas de perda de memória, desorientação, alucinações e comportamento imprevisível. Alzheimer ficou intrigado com o caso dela e manteve contato com ela até sua morte em 1906.

    Após obter permissão da família, Alzheimer examinou o cérebro de Auguste e encontrou anormalidades que nunca haviam sido observadas antes. Ele notou que o córtex cerebral, a camada mais externa do cérebro responsável pelas funções cognitivas, estava atrofiado e cheio de depósitos anormais de proteínas, chamados de placas amiloides, e fibras entrelaçadas, chamadas de neurofilamentos. Essas alterações interferiam na comunicação entre os neurônios e causavam a degeneração progressiva do cérebro.

    Alzheimer apresentou sua descoberta em uma conferência de psiquiatria em 1906 e publicou um artigo sobre o caso em 1907. Ele foi o primeiro a descrever esse tipo de demência, que mais tarde seria chamado de doença de Alzheimer em sua homenagem. Sua pesquisa abriu caminho para o estudo das causas, dos fatores de risco, dos sintomas, do diagnóstico e do tratamento dessa doença complexa e incurável.

    Alois Alzheimer morreu em 1915, aos 51 anos, vítima de uma infecção cardíaca. Ele deixou um legado científico e humano que continua inspirando gerações de pesquisadores e médicos que buscam compreender e combater a doença de Alzheimer.

  • Como a doença de Alzheimer se desenvolve e o que você pode fazer para preveni-la ou retardá-la

    Como a doença de Alzheimer se desenvolve e o que você pode fazer para preveni-la ou retardá-la

    Você sabia que a doença de Alzheimer é uma das principais causas de demência no mundo? Essa doença afeta milhões de pessoas e suas famílias, trazendo muitos desafios e sofrimento.

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    Mas o que é a doença de Alzheimer e como ela se desenvolve? Neste post, vamos explicar as principais características dessa doença, seus estágios, sintomas e tratamentos.

    A doença de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que provoca a perda progressiva de memória e de outras funções cognitivas. Ela é causada por um acúmulo anormal de proteínas chamadas amilóide e tau no cérebro, que danificam as células nervosas e interferem na comunicação entre elas. A doença de Alzheimer não tem cura, mas existem medicamentos que podem retardar o seu avanço e aliviar alguns sintomas.

    Os médicos costumam dividir a doença de Alzheimer em seis estágios, que variam de acordo com a gravidade dos sintomas e o impacto na vida diária do paciente. Veja a seguir quais são esses estágios e o que eles significam:

    • Estágio pré-clínico: É a fase inicial da doença, que pode durar até 20 anos antes que o paciente apresente qualquer sinal de demência. Nesse estágio, as proteínas amilóide e tau já começam a se acumular no cérebro, mas ainda não causam danos significativos às células nervosas. Um exame de imagem ou uma punção lombar podem detectar a presença dessas proteínas, mas esses testes são caros e nem sempre são realizados. Por isso, muitas pessoas não sabem que têm a doença nesse estágio.

    • Comprometimento cognitivo leve: É o estágio em que o paciente começa a ter dificuldades para se lembrar de nomes, eventos recentes, orientar-se no espaço, encontrar as palavras certas, resolver problemas e se organizar. Esses sintomas podem ser confundidos com o envelhecimento normal ou com outras condições tratáveis, como depressão, apneia do sono ou deficiências de vitaminas. Por isso, é importante procurar um médico se esses sintomas persistirem por mais de seis meses e afetarem a qualidade de vida do paciente. Nesse estágio, o paciente ainda consegue realizar suas atividades diárias, mas pode precisar de lembretes ou orientações.

    • Alzheimer leve: É o estágio em que o paciente precisa de ajuda para gerenciar sua medicação, marcar consultas médicas, lidar com as finanças ou preparar documentos fiscais. O paciente também pode apresentar alterações comportamentais, como mudanças repentinas de humor, desconfiança, falsas crenças, agitação, problemas de sono e irritabilidade. Esses sintomas estão relacionados ao dano cerebral causado pela doença de Alzheimer.

    • Alzheimer moderado: É o estágio em que o paciente tem problemas para dirigir, usar a tecnologia, reconhecer rostos familiares ou lembrar-se de fatos importantes da sua vida. O paciente também pode ter dificuldades para se comunicar, compreender instruções complexas ou seguir uma conversa. Nesse estágio, o paciente ainda é capaz de se banhar e se vestir sozinho, mas pode precisar de supervisão.

    • Alzheimer grave: É o estágio em que o paciente precisa de ajuda para realizar atividades básicas do dia a dia, como se higienizar, se banhar, se vestir e usar o banheiro. O paciente também pode ter alucinações, delírios, incontinência urinária ou fecal e perda de peso. Nesse estágio, o paciente pode não reconhecer seus familiares ou amigos mais próximos.

    • Alzheimer muito grave: É o estágio final da doença, em que o paciente depende de cuidados constantes e precisa de ajuda para comer suas refeições. Nesse estágio, o paciente perdeu quase totalmente a capacidade de comunicação e pode ficar acamado ou imóvel. A doença é fatal nesse estágio.

    A doença de Alzheimer é uma doença triste e devastadora, mas existem formas de preveni-la ou retardá-la. Alguns fatores que podem reduzir o risco ou a progressão da doença são: manter uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos, estimular o cérebro com atividades intelectuais, sociais e criativas, controlar o estresse, evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool, tratar doenças crônicas como diabetes, hipertensão e colesterol alto e consultar regularmente o médico. Além disso, um novo medicamento chamado Aduhelm foi aprovado pela FDA (a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos) para retardar o crescimento das proteínas amilóide e tau no cérebro. Esse medicamento pode ser uma esperança para os pacientes com Alzheimer e seus familiares.

    Se você ou alguém que você conhece está com sintomas de Alzheimer, não hesite em procurar ajuda médica. Quanto mais cedo a doença for diagnosticada, melhor será o tratamento e a qualidade de vida do paciente. Lembre-se de que você não está sozinho nessa luta e que existem muitos recursos e apoios disponíveis para você. Juntos, podemos vencer o Alzheimer!

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    Mas o que é a doença de Alzheimer e como ela se desenvolve? Neste post, vamos explicar as principais características dessa doença, seus estágios, sintomas e tratamentos.

    A doença de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que provoca a perda progressiva de memória e de outras funções cognitivas. Ela é causada por um acúmulo anormal de proteínas chamadas amilóide e tau no cérebro, que danificam as células nervosas e interferem na comunicação entre elas. A doença de Alzheimer não tem cura, mas existem medicamentos que podem retardar o seu avanço e aliviar alguns sintomas.

    Os médicos costumam dividir a doença de Alzheimer em seis estágios, que variam de acordo com a gravidade dos sintomas e o impacto na vida diária do paciente. Veja a seguir quais são esses estágios e o que eles significam:

    • Estágio pré-clínico: É a fase inicial da doença, que pode durar até 20 anos antes que o paciente apresente qualquer sinal de demência. Nesse estágio, as proteínas amilóide e tau já começam a se acumular no cérebro, mas ainda não causam danos significativos às células nervosas. Um exame de imagem ou uma punção lombar podem detectar a presença dessas proteínas, mas esses testes são caros e nem sempre são realizados. Por isso, muitas pessoas não sabem que têm a doença nesse estágio.

    • Comprometimento cognitivo leve: É o estágio em que o paciente começa a ter dificuldades para se lembrar de nomes, eventos recentes, orientar-se no espaço, encontrar as palavras certas, resolver problemas e se organizar. Esses sintomas podem ser confundidos com o envelhecimento normal ou com outras condições tratáveis, como depressão, apneia do sono ou deficiências de vitaminas. Por isso, é importante procurar um médico se esses sintomas persistirem por mais de seis meses e afetarem a qualidade de vida do paciente. Nesse estágio, o paciente ainda consegue realizar suas atividades diárias, mas pode precisar de lembretes ou orientações.

    • Alzheimer leve: É o estágio em que o paciente precisa de ajuda para gerenciar sua medicação, marcar consultas médicas, lidar com as finanças ou preparar documentos fiscais. O paciente também pode apresentar alterações comportamentais, como mudanças repentinas de humor, desconfiança, falsas crenças, agitação, problemas de sono e irritabilidade. Esses sintomas estão relacionados ao dano cerebral causado pela doença de Alzheimer.

    • Alzheimer moderado: É o estágio em que o paciente tem problemas para dirigir, usar a tecnologia, reconhecer rostos familiares ou lembrar-se de fatos importantes da sua vida. O paciente também pode ter dificuldades para se comunicar, compreender instruções complexas ou seguir uma conversa. Nesse estágio, o paciente ainda é capaz de se banhar e se vestir sozinho, mas pode precisar de supervisão.

    • Alzheimer grave: É o estágio em que o paciente precisa de ajuda para realizar atividades básicas do dia a dia, como se higienizar, se banhar, se vestir e usar o banheiro. O paciente também pode ter alucinações, delírios, incontinência urinária ou fecal e perda de peso. Nesse estágio, o paciente pode não reconhecer seus familiares ou amigos mais próximos.

    • Alzheimer muito grave: É o estágio final da doença, em que o paciente depende de cuidados constantes e precisa de ajuda para comer suas refeições. Nesse estágio, o paciente perdeu quase totalmente a capacidade de comunicação e pode ficar acamado ou imóvel. A doença é fatal nesse estágio.

    A doença de Alzheimer é uma doença triste e devastadora, mas existem formas de preveni-la ou retardá-la. Alguns fatores que podem reduzir o risco ou a progressão da doença são: manter uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos, estimular o cérebro com atividades intelectuais, sociais e criativas, controlar o estresse, evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool, tratar doenças crônicas como diabetes, hipertensão e colesterol alto e consultar regularmente o médico. Além disso, um novo medicamento chamado Aduhelm foi aprovado pela FDA (a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos) para retardar o crescimento das proteínas amilóide e tau no cérebro. Esse medicamento pode ser uma esperança para os pacientes com Alzheimer e seus familiares.

    Se você ou alguém que você conhece está com sintomas de Alzheimer, não hesite em procurar ajuda médica. Quanto mais cedo a doença for diagnosticada, melhor será o tratamento e a qualidade de vida do paciente. Lembre-se de que você não está sozinho nessa luta e que existem muitos recursos e apoios disponíveis para você. Juntos, podemos vencer o Alzheimer!

  • Donanemabe: a droga que pode frear o Alzheimer e dar uma nova chance de vida aos pacientes

    Donanemabe: a droga que pode frear o Alzheimer e dar uma nova chance de vida aos pacientes

    Você já imaginou uma droga que pudesse frear o avanço do Alzheimer, uma das doenças mais devastadoras e incuráveis do mundo?

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    Pois bem, essa droga pode estar mais perto do que você pensa. Trata-se do donanemabe, uma nova substância que retarda o declínio cognitivo em cerca de um terço em pessoas com Alzheimer em estágio inicial.

    O donanemabe funciona removendo o acúmulo de beta-amiloide no cérebro, uma das principais características da doença. O beta-amiloide é uma proteína que se agrupa em placas entre os neurônios, prejudicando a comunicação entre eles e causando inflamação e morte celular. Ao eliminar essas placas, o donanemabe pode preservar as funções cerebrais e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

    A droga foi testada em um ensaio clínico com 257 pessoas com Alzheimer leve a moderado, que receberam injeções mensais da substância ou de um placebo por 18 meses. Os resultados mostraram que o grupo que recebeu o donanemabe teve uma redução de 32% na taxa de declínio cognitivo em relação ao grupo que recebeu o placebo. Além disso, os exames de imagem revelaram que o donanemabe reduziu em 84% o volume de beta-amiloide no cérebro dos participantes.

    No entanto, a droga não é isenta de riscos. Cerca de um quarto dos pacientes que receberam o donanemabe apresentaram inchaço do cérebro, um efeito colateral grave que pode causar dor de cabeça, náusea, tontura e confusão. Além disso, a droga ainda não está aprovada no Brasil, e seu custo e disponibilidade são incertos. A empresa responsável pelo desenvolvimento do donanemabe, a Eli Lilly, planeja solicitar a aprovação da agência reguladora dos Estados Unidos ainda este ano.

    O donanemabe é um dos dois medicamentos promissores que podem mudar o cenário do tratamento para a demência, junto com o lecanemabe, outra droga que também atua na remoção do beta-amiloide. Ambas as drogas estão sendo avaliadas em estudos maiores e mais longos, que devem confirmar sua eficácia e segurança.

    Um dos voluntários do estudo com o donanemabe, Mike Colley, disse que se sente mais confiante e cheio de vida após receber a droga. Ele contou que sua memória e concentração melhoraram, e que ele pode fazer atividades como dirigir, cozinhar e cuidar do jardim sem dificuldades. “Eu me sinto como se tivesse ganhado uma nova chance de viver”, disse ele.

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    Pois bem, essa droga pode estar mais perto do que você pensa. Trata-se do donanemabe, uma nova substância que retarda o declínio cognitivo em cerca de um terço em pessoas com Alzheimer em estágio inicial.

    O donanemabe funciona removendo o acúmulo de beta-amiloide no cérebro, uma das principais características da doença. O beta-amiloide é uma proteína que se agrupa em placas entre os neurônios, prejudicando a comunicação entre eles e causando inflamação e morte celular. Ao eliminar essas placas, o donanemabe pode preservar as funções cerebrais e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

    A droga foi testada em um ensaio clínico com 257 pessoas com Alzheimer leve a moderado, que receberam injeções mensais da substância ou de um placebo por 18 meses. Os resultados mostraram que o grupo que recebeu o donanemabe teve uma redução de 32% na taxa de declínio cognitivo em relação ao grupo que recebeu o placebo. Além disso, os exames de imagem revelaram que o donanemabe reduziu em 84% o volume de beta-amiloide no cérebro dos participantes.

    No entanto, a droga não é isenta de riscos. Cerca de um quarto dos pacientes que receberam o donanemabe apresentaram inchaço do cérebro, um efeito colateral grave que pode causar dor de cabeça, náusea, tontura e confusão. Além disso, a droga ainda não está aprovada no Brasil, e seu custo e disponibilidade são incertos. A empresa responsável pelo desenvolvimento do donanemabe, a Eli Lilly, planeja solicitar a aprovação da agência reguladora dos Estados Unidos ainda este ano.

    O donanemabe é um dos dois medicamentos promissores que podem mudar o cenário do tratamento para a demência, junto com o lecanemabe, outra droga que também atua na remoção do beta-amiloide. Ambas as drogas estão sendo avaliadas em estudos maiores e mais longos, que devem confirmar sua eficácia e segurança.

    Um dos voluntários do estudo com o donanemabe, Mike Colley, disse que se sente mais confiante e cheio de vida após receber a droga. Ele contou que sua memória e concentração melhoraram, e que ele pode fazer atividades como dirigir, cozinhar e cuidar do jardim sem dificuldades. “Eu me sinto como se tivesse ganhado uma nova chance de viver”, disse ele.

  • Como a saúde bucal pode prevenir a demência e o Alzheimer

    Como a saúde bucal pode prevenir a demência e o Alzheimer

    Você sabia que a saúde dos seus dentes pode afetar a saúde do seu cérebro? Dois estudos recentes sugerem que a perda de dentes e a doença gengival podem aumentar o risco de desenvolver demência e Alzheimer.

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    O primeiro estudo, publicado na revista Neurology, acompanhou mais de 8000 pessoas por 18 anos e descobriu que aquelas que tinham menos de 20 dentes no início do estudo tinham um risco 26% maior de desenvolver demência do que aquelas que tinham mais de 20 dentes. Além disso, as pessoas que tinham doença gengival grave tinham um risco 22% maior de ter atrofia do hipocampo, uma parte do cérebro responsável pela memória.

    O segundo estudo, publicado na Journal of Neuroinflammation, examinou o efeito da doença gengival em ratos e descobriu que ela pode levar a alterações nas células cerebrais que defendem o cérebro da placa amilóide, uma característica da doença de Alzheimer. Os pesquisadores sugerem que a inflamação causada pela doença gengival pode desencadear uma resposta imune anormal no cérebro, prejudicando sua função.

    Esses estudos mostram que cuidar dos seus dentes não é apenas importante para o seu sorriso, mas também para o seu cérebro. Os especialistas recomendam escovar os dentes pelo menos duas vezes ao dia, usar fio dental pelo menos uma vez ao dia e consultar o dentista regularmente para prevenir a periodontite, uma infecção gengival grave que pode ter consequências sistêmicas. Assim, você pode proteger tanto a sua boca quanto a sua mente.

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    O primeiro estudo, publicado na revista Neurology, acompanhou mais de 8000 pessoas por 18 anos e descobriu que aquelas que tinham menos de 20 dentes no início do estudo tinham um risco 26% maior de desenvolver demência do que aquelas que tinham mais de 20 dentes. Além disso, as pessoas que tinham doença gengival grave tinham um risco 22% maior de ter atrofia do hipocampo, uma parte do cérebro responsável pela memória.

    O segundo estudo, publicado na Journal of Neuroinflammation, examinou o efeito da doença gengival em ratos e descobriu que ela pode levar a alterações nas células cerebrais que defendem o cérebro da placa amilóide, uma característica da doença de Alzheimer. Os pesquisadores sugerem que a inflamação causada pela doença gengival pode desencadear uma resposta imune anormal no cérebro, prejudicando sua função.

    Esses estudos mostram que cuidar dos seus dentes não é apenas importante para o seu sorriso, mas também para o seu cérebro. Os especialistas recomendam escovar os dentes pelo menos duas vezes ao dia, usar fio dental pelo menos uma vez ao dia e consultar o dentista regularmente para prevenir a periodontite, uma infecção gengival grave que pode ter consequências sistêmicas. Assim, você pode proteger tanto a sua boca quanto a sua mente.