Tag: Anvisa

  • Anvisa alerta sobre medicamento falsificado para esclerose múltipla

    Anvisa alerta sobre medicamento falsificado para esclerose múltipla

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta sobre a falsificação do medicamento Lemtrada (alentuzumabe), usado no tratamento de esclerose múltipla.

    Segundo a Anvisa, o produto falsificado apresenta características diferentes do original, como a cor da tampa e o número de lote.

    A Anvisa orienta os pacientes que utilizam o medicamento a verificar as embalagens e, em caso de dúvida, entrar em contato com o fabricante Sanofi Medley ou com a própria agência.

    O medicamento original é registrado na Anvisa e possui eficácia e segurança comprovadas.

    Fonte: O Globo

    Segundo a Anvisa, o produto falsificado apresenta características diferentes do original, como a cor da tampa e o número de lote.

    A Anvisa orienta os pacientes que utilizam o medicamento a verificar as embalagens e, em caso de dúvida, entrar em contato com o fabricante Sanofi Medley ou com a própria agência.

    O medicamento original é registrado na Anvisa e possui eficácia e segurança comprovadas.

    Fonte: O Globo

  • Fentanil no Brasil: o que você precisa saber sobre a superdroga que preocupa as autoridades

    Fentanil no Brasil: o que você precisa saber sobre a superdroga que preocupa as autoridades

    O fentanil é um opioide sintético usado legalmente como anestésico, mas que também pode ser produzido e consumido ilegalmente como uma droga recreativa.

    Ele é considerado 50 vezes mais potente que a heroína e pode causar overdose e morte com doses muito pequenas.

    Nos Estados Unidos, o fentanil é o pivô de uma crise de saúde pública que mata mais de 70 mil pessoas por ano.

    No Brasil, o fentanil é uma substância controlada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e faz parte da Lista A1, de entorpecentes, que obedece a regras do Sistema Nacional de Políticas Públicas Sobre Drogas (SISNAD). Isso significa que ele só pode ser usado com prescrição médica e em ambientes hospitalares, sob rígido controle.

    No entanto, em março de 2023, o Brasil registrou a primeira apreensão de fentanil no Espírito Santo, em uma operação que contou com a ajuda do DEA (Departamento de Narcóticos) da polícia dos Estados Unidos. As autoridades suspeitam que a substância seria usada para potencializar o efeito de outras drogas, como o ecstasy e a cocaína.

    Para evitar que o fentanil se torne uma epidemia no país, a Anvisa restringiu as substâncias usadas na produção ilegal da droga, como o ácido antranílico e o ácido 4-anisóico. Esses produtos químicos passaram a integrar a Lista C1, de substâncias sujeitas a controle especial, que exige autorização prévia da Anvisa para importação, exportação, fabricação e comercialização.

    O uso indevido do fentanil pode trazer graves consequências para a saúde física e mental dos usuários, como dependência, depressão respiratória, parada cardíaca, alucinações e infecções. Por isso, é importante estar atento aos sinais de alerta e buscar ajuda profissional em caso de suspeita de abuso ou vício.

    Fonte: O Globo

    Ele é considerado 50 vezes mais potente que a heroína e pode causar overdose e morte com doses muito pequenas.

    Nos Estados Unidos, o fentanil é o pivô de uma crise de saúde pública que mata mais de 70 mil pessoas por ano.

    No Brasil, o fentanil é uma substância controlada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e faz parte da Lista A1, de entorpecentes, que obedece a regras do Sistema Nacional de Políticas Públicas Sobre Drogas (SISNAD). Isso significa que ele só pode ser usado com prescrição médica e em ambientes hospitalares, sob rígido controle.

    No entanto, em março de 2023, o Brasil registrou a primeira apreensão de fentanil no Espírito Santo, em uma operação que contou com a ajuda do DEA (Departamento de Narcóticos) da polícia dos Estados Unidos. As autoridades suspeitam que a substância seria usada para potencializar o efeito de outras drogas, como o ecstasy e a cocaína.

    Para evitar que o fentanil se torne uma epidemia no país, a Anvisa restringiu as substâncias usadas na produção ilegal da droga, como o ácido antranílico e o ácido 4-anisóico. Esses produtos químicos passaram a integrar a Lista C1, de substâncias sujeitas a controle especial, que exige autorização prévia da Anvisa para importação, exportação, fabricação e comercialização.

    O uso indevido do fentanil pode trazer graves consequências para a saúde física e mental dos usuários, como dependência, depressão respiratória, parada cardíaca, alucinações e infecções. Por isso, é importante estar atento aos sinais de alerta e buscar ajuda profissional em caso de suspeita de abuso ou vício.

    Fonte: O Globo

  • Anvisa suspende Fugini: entenda o que aconteceu e quais os riscos

    Anvisa suspende Fugini: entenda o que aconteceu e quais os riscos

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nesta quinta-feira (30) a fabricação, distribuição, comercialização e uso de todos os produtos da empresa Fugini Alimentos S.A., que produz molhos, doces, conservas e bebidas.

    A medida foi tomada após a constatação de irregularidades sanitárias na fábrica da empresa, localizada em Monte Alto (SP).

    Segundo a Anvisa, foram encontrados problemas como falta de higiene, presença de pragas, uso de matérias-primas vencidas e adulteração de rótulos. Além disso, a empresa não possuía autorização de funcionamento nem registro dos produtos junto à agência.

    A suspensão vale para todo o território nacional e abrange todos os lotes dos produtos da Fugini. A Anvisa orienta os consumidores que possuem algum produto da marca a não consumi-lo e a entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa pelo telefone 0800 725 0333 ou pelo e-mail sac@fugini.com.br para obter informações sobre a devolução ou troca.

    A Fugini Alimentos S.A. informou, por meio de nota, que está tomando todas as providências necessárias para regularizar a situação e que está à disposição das autoridades sanitárias para esclarecer qualquer dúvida.

    Fonte: Anvisa

    A medida foi tomada após a constatação de irregularidades sanitárias na fábrica da empresa, localizada em Monte Alto (SP).

    Segundo a Anvisa, foram encontrados problemas como falta de higiene, presença de pragas, uso de matérias-primas vencidas e adulteração de rótulos. Além disso, a empresa não possuía autorização de funcionamento nem registro dos produtos junto à agência.

    A suspensão vale para todo o território nacional e abrange todos os lotes dos produtos da Fugini. A Anvisa orienta os consumidores que possuem algum produto da marca a não consumi-lo e a entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa pelo telefone 0800 725 0333 ou pelo e-mail sac@fugini.com.br para obter informações sobre a devolução ou troca.

    A Fugini Alimentos S.A. informou, por meio de nota, que está tomando todas as providências necessárias para regularizar a situação e que está à disposição das autoridades sanitárias para esclarecer qualquer dúvida.

    Fonte: Anvisa

  • Quem pode tomar a nova vacina contra a dengue?

    Quem pode tomar a nova vacina contra a dengue?

    A Anvisa aprovou recentemente o Qdenga, um imunizante que pode proteger pessoas de 4 a 60 anos contra os quatro tipos de dengue.

    Essa nova vacina contra a dengue é segura e eficaz mesmo para quem nunca teve a doença. Infelizmente, ela ainda não pode ser usada em idosos.

    Além do Qdenga, há outra opção de vacina contra a dengue no país: a Dengvaxia.

    Essa vacina é indicada apenas para quem já foi infectado pelo vírus da dengue anteriormente, com ou sem sintomas.

    Ela pode ser aplicada em crianças maiores de 9 anos e adultos até 45 anos.

    Essa nova vacina contra a dengue é segura e eficaz mesmo para quem nunca teve a doença. Infelizmente, ela ainda não pode ser usada em idosos.

    Além do Qdenga, há outra opção de vacina contra a dengue no país: a Dengvaxia.

    Essa vacina é indicada apenas para quem já foi infectado pelo vírus da dengue anteriormente, com ou sem sintomas.

    Ela pode ser aplicada em crianças maiores de 9 anos e adultos até 45 anos.