Tag: Anvisa

  • Anvisa: venda de álcool 70% será proibida no Brasil

    Anvisa: venda de álcool 70% será proibida no Brasil

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou recentemente uma atualização regulatória significativa: a proibição da venda de álcool líquido 70% em todo o Brasil.

    A medida, que será implementada a partir de 30 de abril, tem como objetivo principal a prevenção de acidentes domésticos causados pela inflamabilidade do produto.

    Essa não é a primeira vez que o Brasil enfrenta uma proibição do álcool líquido; uma medida similar foi adotada há 22 anos. A reincidência de incidentes, no entanto, levou a Anvisa a reintroduzir a restrição.

    O álcool em gel, por outro lado, permanecerá no mercado como uma alternativa segura e eficaz para a desinfecção das mãos, mantendo sua autorização de venda pela Anvisa.

    Os vendedores têm um prazo até a data efetiva da proibição para vender os estoques existentes de álcool líquido 70%. Após esse período, a comercialização do produto será considerada ilegal e estará sujeita a sanções.

    Especialistas em segurança do consumidor apoiam a decisão, ressaltando a necessidade de priorizar a segurança e o bem-estar dos cidadãos. A Anvisa recomenda que a população faça a transição para o álcool em gel para atender às suas necessidades de limpeza e higiene.


    A medida, que será implementada a partir de 30 de abril, tem como objetivo principal a prevenção de acidentes domésticos causados pela inflamabilidade do produto.

    Essa não é a primeira vez que o Brasil enfrenta uma proibição do álcool líquido; uma medida similar foi adotada há 22 anos. A reincidência de incidentes, no entanto, levou a Anvisa a reintroduzir a restrição.

    O álcool em gel, por outro lado, permanecerá no mercado como uma alternativa segura e eficaz para a desinfecção das mãos, mantendo sua autorização de venda pela Anvisa.

    Os vendedores têm um prazo até a data efetiva da proibição para vender os estoques existentes de álcool líquido 70%. Após esse período, a comercialização do produto será considerada ilegal e estará sujeita a sanções.

    Especialistas em segurança do consumidor apoiam a decisão, ressaltando a necessidade de priorizar a segurança e o bem-estar dos cidadãos. A Anvisa recomenda que a população faça a transição para o álcool em gel para atender às suas necessidades de limpeza e higiene.


  • Anvisa libera exames em farmácias: veja os exames que podem ser realizados

    Anvisa libera exames em farmácias: veja os exames que podem ser realizados

    As farmácias brasileiras ganharam uma nova opção de serviço para oferecer aos seus clientes: a realização de exames de triagem a partir de material biológico primário, como sangue, saliva ou urina.

    Esses exames não precisam ser enviados para um laboratório externo, pois podem ser feitos no próprio estabelecimento, desde que sigam algumas exigências da Anvisa.

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou uma norma que já permitia às farmácias realizar testes rápidos, mas que agora inclui também os exames de análises clínicas. Esses exames são aqueles que avaliam a presença ou a quantidade de uma substância ou micro-organismo no material biológico coletado.

    No entanto, esses exames não servem para diagnóstico, somente para triagem. Isso significa que eles podem indicar se há algum problema de saúde ou risco potencial, mas não podem confirmar ou descartar uma doença. Por isso, os resultados devem ser interpretados com cautela e sempre acompanhados de uma orientação profissional.

    Para realizar esses exames, as farmácias devem cumprir uma série de requisitos estabelecidos pela Anvisa, que vão desde regras de infraestrutura até a capacitação de pessoal. Além disso, os exames devem ser feitos após a coleta do material biológico no próprio estabelecimento e não devem necessitar de instrumento para leitura, interpretação ou visualização do resultado. Ou seja, o resultado deve ser visível a olho nu ou com o auxílio de uma lupa.

    Segundo o Conselho Federal de Farmácia (CFF), as farmácias do país têm estrutura e espaço para realizar ao menos 46 exames, conforme lista abaixo. Entre eles, estão exames para detectar gravidez, glicose, colesterol, HIV, hepatite, dengue, zika e covid-19. Esses exames podem trazer benefícios para a população, como maior acesso, rapidez e conveniência.

    Lista de exames que podem ser realizados pelas farmácias:

    • Acidez urinária (pH)
    • Albumina
    • Álcool
    • Amilase
    • Anticorpos anti-HIV 1 e 2
    • Anticorpos anti-HCV
    • Anticorpos anti-HTLV I/II
    • Anticorpos anti-Treponema pallidum
    • Antígeno prostático específico (PSA)
    • Bilirrubinas
    • Cálcio
    • Cetonas
    • Chikungunya
    • Cloro
    • Colesterol total e frações
    • Creatinina
    • Dengue
    • Drogas de abuso
    • Eritrograma
    • Fator reumatoide
    • Ferro sérico
    • Fosfatase alcalina
    • Gases sanguíneos e equilíbrio ácido-básico
    • Glicose
    • Gravidez (hCG)
    • Hematina férrica (hemoglobina)
    • Hemoglobina glicada (HbA1c)
    • Hepatite A (IgM)
    • Hepatite B (HBsAg)
    • Hepatite C (HCV)
    • Leucograma
    • Magnésio
    • Malária
    • Mononucleose infecciosa (heterófilos)
    • Nitrito
    • Oxalato
    • Potássio
    • Proteínas totais e frações
    • Rotavírus
    • Sódio
    • Streptococcus do grupo A (antígeno)
    • Testosterona total e livre
    • Triglicerídeos
    • Troponina I cardíaca (cTnI)
    • Ureia

    Portanto, as farmácias podem realizar exames de triagem sem necessidade de laboratório, desde que sigam as normas da Anvisa e usem métodos simples e confiáveis. Esses exames podem ser úteis para as pessoas que querem verificar sua saúde ou se prevenir de doenças, mas não substituem a consulta médica ou o diagnóstico laboratorial.

    Se você tem interesse em fazer algum desses exames, procure uma farmácia habilitada e converse com um farmacêutico. Ele poderá orientá-lo sobre os procedimentos, os resultados e os cuidados necessários. Lembre-se de que sua saúde é o seu bem mais precioso e que você pode contar com as farmácias para cuidar dela.

    Esses exames não precisam ser enviados para um laboratório externo, pois podem ser feitos no próprio estabelecimento, desde que sigam algumas exigências da Anvisa.

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou uma norma que já permitia às farmácias realizar testes rápidos, mas que agora inclui também os exames de análises clínicas. Esses exames são aqueles que avaliam a presença ou a quantidade de uma substância ou micro-organismo no material biológico coletado.

    No entanto, esses exames não servem para diagnóstico, somente para triagem. Isso significa que eles podem indicar se há algum problema de saúde ou risco potencial, mas não podem confirmar ou descartar uma doença. Por isso, os resultados devem ser interpretados com cautela e sempre acompanhados de uma orientação profissional.

    Para realizar esses exames, as farmácias devem cumprir uma série de requisitos estabelecidos pela Anvisa, que vão desde regras de infraestrutura até a capacitação de pessoal. Além disso, os exames devem ser feitos após a coleta do material biológico no próprio estabelecimento e não devem necessitar de instrumento para leitura, interpretação ou visualização do resultado. Ou seja, o resultado deve ser visível a olho nu ou com o auxílio de uma lupa.

    Segundo o Conselho Federal de Farmácia (CFF), as farmácias do país têm estrutura e espaço para realizar ao menos 46 exames, conforme lista abaixo. Entre eles, estão exames para detectar gravidez, glicose, colesterol, HIV, hepatite, dengue, zika e covid-19. Esses exames podem trazer benefícios para a população, como maior acesso, rapidez e conveniência.

    Lista de exames que podem ser realizados pelas farmácias:

    • Acidez urinária (pH)
    • Albumina
    • Álcool
    • Amilase
    • Anticorpos anti-HIV 1 e 2
    • Anticorpos anti-HCV
    • Anticorpos anti-HTLV I/II
    • Anticorpos anti-Treponema pallidum
    • Antígeno prostático específico (PSA)
    • Bilirrubinas
    • Cálcio
    • Cetonas
    • Chikungunya
    • Cloro
    • Colesterol total e frações
    • Creatinina
    • Dengue
    • Drogas de abuso
    • Eritrograma
    • Fator reumatoide
    • Ferro sérico
    • Fosfatase alcalina
    • Gases sanguíneos e equilíbrio ácido-básico
    • Glicose
    • Gravidez (hCG)
    • Hematina férrica (hemoglobina)
    • Hemoglobina glicada (HbA1c)
    • Hepatite A (IgM)
    • Hepatite B (HBsAg)
    • Hepatite C (HCV)
    • Leucograma
    • Magnésio
    • Malária
    • Mononucleose infecciosa (heterófilos)
    • Nitrito
    • Oxalato
    • Potássio
    • Proteínas totais e frações
    • Rotavírus
    • Sódio
    • Streptococcus do grupo A (antígeno)
    • Testosterona total e livre
    • Triglicerídeos
    • Troponina I cardíaca (cTnI)
    • Ureia

    Portanto, as farmácias podem realizar exames de triagem sem necessidade de laboratório, desde que sigam as normas da Anvisa e usem métodos simples e confiáveis. Esses exames podem ser úteis para as pessoas que querem verificar sua saúde ou se prevenir de doenças, mas não substituem a consulta médica ou o diagnóstico laboratorial.

    Se você tem interesse em fazer algum desses exames, procure uma farmácia habilitada e converse com um farmacêutico. Ele poderá orientá-lo sobre os procedimentos, os resultados e os cuidados necessários. Lembre-se de que sua saúde é o seu bem mais precioso e que você pode contar com as farmácias para cuidar dela.

  • PrEP injetável: conheça o primeiro medicamento contra o HIV que dura dois meses

    PrEP injetável: conheça o primeiro medicamento contra o HIV que dura dois meses

    Você já imaginou se proteger do HIV com apenas uma injeção a cada dois meses? Essa é a proposta do primeiro medicamento injetável contra o vírus, que acaba de ser aprovado pela Anvisa.

    O Apretude (cabotegravir) é um antirretroviral que bloqueia a multiplicação do HIV no organismo e reduz a chance de contaminação de outras células. Ele é indicado para pessoas que não têm o vírus, mas que estão mais expostas ao risco de contrair o HIV, por causa de suas condições sociais. Essas pessoas podem usar o medicamento como PrEP (profilaxia pré-exposição), uma estratégia de prevenção que envolve o uso de remédios antes da exposição ao vírus.

    O Apretude é mais eficaz que os remédios orais, que precisam ser tomados diariamente. O novo medicamento injetável tem ação prolongada, fazendo efeito a médio e longo prazo por meio da aplicação de uma injeção muscular. A dose inicial é de duas injeções, uma em cada nádega, seguida de uma injeção a cada dois meses. O medicamento deve ser aplicado por um profissional de saúde em um serviço especializado.

    O PrEP não previne outras ISTs (infecções sexualmente transmissíveis) e só deve ser usado por pessoas com soronegativo, após consulta a um profissional de saúde. O Ministério da Saúde disponibiliza uma lista de serviços que ofertam a PrEP no seu site. O Apretude ainda não está disponível no SUS, mas a expectativa é que ele seja incorporado ao programa nacional de combate ao HIV em breve.

    O registro do Apretude é um avanço na luta contra o HIV, que afeta cerca de 38 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, estima-se que 920 mil pessoas vivam com o vírus. A PrEP injetável pode ser uma alternativa mais conveniente e eficiente para quem quer se proteger do HIV e ter uma vida sexual mais segura e saudável.

    O Apretude (cabotegravir) é um antirretroviral que bloqueia a multiplicação do HIV no organismo e reduz a chance de contaminação de outras células. Ele é indicado para pessoas que não têm o vírus, mas que estão mais expostas ao risco de contrair o HIV, por causa de suas condições sociais. Essas pessoas podem usar o medicamento como PrEP (profilaxia pré-exposição), uma estratégia de prevenção que envolve o uso de remédios antes da exposição ao vírus.

    O Apretude é mais eficaz que os remédios orais, que precisam ser tomados diariamente. O novo medicamento injetável tem ação prolongada, fazendo efeito a médio e longo prazo por meio da aplicação de uma injeção muscular. A dose inicial é de duas injeções, uma em cada nádega, seguida de uma injeção a cada dois meses. O medicamento deve ser aplicado por um profissional de saúde em um serviço especializado.

    O PrEP não previne outras ISTs (infecções sexualmente transmissíveis) e só deve ser usado por pessoas com soronegativo, após consulta a um profissional de saúde. O Ministério da Saúde disponibiliza uma lista de serviços que ofertam a PrEP no seu site. O Apretude ainda não está disponível no SUS, mas a expectativa é que ele seja incorporado ao programa nacional de combate ao HIV em breve.

    O registro do Apretude é um avanço na luta contra o HIV, que afeta cerca de 38 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, estima-se que 920 mil pessoas vivam com o vírus. A PrEP injetável pode ser uma alternativa mais conveniente e eficiente para quem quer se proteger do HIV e ter uma vida sexual mais segura e saudável.

  • Anvisa renova autorização de uso emergencial de vacinas e medicamentos contra Covid-19

    Anvisa renova autorização de uso emergencial de vacinas e medicamentos contra Covid-19

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a prorrogação da validade das Autorizações de Uso Emergencial (AUEs) de vacinas e medicamentos para Covid-19 por mais um ano. A medida foi publicada nesta segunda-feira (5/6) e permite que os produtos aprovados durante a pandemia continuem sendo utilizados, desde que tenham sido fabricados até o dia…

    Entre os produtos que tiveram a autorização renovada estão as vacinas Comirnaty bivalente BA.1 e BA.4/BA.5, da Pfizer/BioNTech, e a CoronaVac, do Instituto Butantan/Sinovac, além dos medicamentos Sotrovimabe, Lagevrio (Molnupiravir) e Paxlovid (Nirmatrelvir + Ritonavir).

    A Anvisa explicou que a prorrogação foi necessária porque o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), declarado pelo Ministério da Saúde em maio, encerraria automaticamente as AUEs. No entanto, a agência reconheceu que os produtos mantêm sua eficácia e segurança e seguem com avaliação positiva na relação benefícios x riscos.

    Para continuarem a ser fabricados após 21 de maio, esses produtos precisam ter seu registro definitivo solicitado pelas empresas. Até o momento, as vacinas CoronaVac e Comirnaty bivalente BA.4/BA.5, além do medicamento Paxlovid, já possuem pedido de registro em análise na Anvisa.

    A agência também definiu novas regras para novos pedidos de AUE para vacinas e medicamentos. Entre as mudanças, está a determinação de que novas avaliações de uso emergencial se darão para as vacinas indicadas pelo Ministério da Saúde como necessárias para apoiar o programa de vacinação no Brasil. Além disso, a Anvisa considerará os relatórios de aprovação dos produtos das autoridades reguladoras internacionais reconhecidas pela agência.

    Entre os produtos que tiveram a autorização renovada estão as vacinas Comirnaty bivalente BA.1 e BA.4/BA.5, da Pfizer/BioNTech, e a CoronaVac, do Instituto Butantan/Sinovac, além dos medicamentos Sotrovimabe, Lagevrio (Molnupiravir) e Paxlovid (Nirmatrelvir + Ritonavir).

    A Anvisa explicou que a prorrogação foi necessária porque o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), declarado pelo Ministério da Saúde em maio, encerraria automaticamente as AUEs. No entanto, a agência reconheceu que os produtos mantêm sua eficácia e segurança e seguem com avaliação positiva na relação benefícios x riscos.

    Para continuarem a ser fabricados após 21 de maio, esses produtos precisam ter seu registro definitivo solicitado pelas empresas. Até o momento, as vacinas CoronaVac e Comirnaty bivalente BA.4/BA.5, além do medicamento Paxlovid, já possuem pedido de registro em análise na Anvisa.

    A agência também definiu novas regras para novos pedidos de AUE para vacinas e medicamentos. Entre as mudanças, está a determinação de que novas avaliações de uso emergencial se darão para as vacinas indicadas pelo Ministério da Saúde como necessárias para apoiar o programa de vacinação no Brasil. Além disso, a Anvisa considerará os relatórios de aprovação dos produtos das autoridades reguladoras internacionais reconhecidas pela agência.

  • Anvisa proíbe uso de cigarros eletrônicos em locais fechados

    Anvisa proíbe uso de cigarros eletrônicos em locais fechados

    O uso de cigarros eletrônicos em ambientes fechados é proibido no Brasil. Essa é a orientação da Anvisa, que emitiu uma nota técnica em maio de 2023 enquadrando os dispositivos na mesma lei que restringe o consumo de produtos fumígenos derivados ou não do tabaco.

    Neste post, vamos explicar o que são os cigarros eletrônicos, por que eles são considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, e quais são as regras para o seu uso no país. Acompanhe!

    O que são cigarros eletrônicos?

    Os cigarros eletrônicos, também chamados de vapes, são dispositivos que funcionam por meio da vaporização de um líquido que contém nicotina e outras substâncias químicas. Eles são usados por algumas pessoas como uma alternativa ao cigarro tradicional, acreditando que sejam menos nocivos.

    No entanto, a Anvisa alerta que os cigarros eletrônicos não são seguros nem eficazes para cessar o tabagismo. Além disso, eles podem causar dependência, intoxicação e doenças respiratórias e cardiovasculares.

    Por que os cigarros eletrônicos são proibidos em ambientes fechados?

    De acordo com a nota técnica da Anvisa, os cigarros eletrônicos se enquadram na Lei nº 9.294/1996, que proíbe o uso de qualquer produto fumígeno que libere emissões de qualquer natureza em recintos coletivos fechados, sejam eles particulares ou públicos.

    Isso significa que os cigarros eletrônicos não podem ser usados em locais como bares, restaurantes, cinemas, shoppings, escolas, hospitais, transportes públicos e locais de trabalho.

    A razão para essa proibição é que as emissões dos cigarros eletrônicos, apesar de chamadas de vapor, são na verdade aerodispersóides, ou seja, partículas sólidas ou líquidas suspensas no ar. Essas partículas podem conter componentes químicos que são potencialmente danosos à saúde e ao meio ambiente, como nicotina, propilenoglicol, glicerol, formaldeído e metais pesados.

    Assim, o uso dos cigarros eletrônicos em ambientes fechados pode expor as pessoas à poluição do ar e aos riscos de intoxicação e doenças. Além disso, pode estimular o consumo de tabaco entre jovens e não fumantes.

    Como é a fiscalização do uso dos cigarros eletrônicos?

    A fiscalização do uso dos cigarros eletrônicos em ambientes fechados é de responsabilidade dos órgãos estaduais e municipais de vigilância sanitária. Eles devem orientar os proprietários e responsáveis pelos estabelecimentos sobre a proibição e aplicar as sanções previstas em caso de descumprimento.

    As sanções podem variar desde advertência até multa, interdição e cancelamento da licença sanitária. Os valores das multas podem chegar a R$ 1,5 milhão.

    Vale lembrar que a comercialização dos cigarros eletrônicos também é proibida no Brasil desde 2009. A Anvisa considera que esses produtos não têm registro nem autorização para serem vendidos no país. Portanto, quem compra ou vende esses dispositivos está sujeito às penalidades da lei.

    Neste post, vamos explicar o que são os cigarros eletrônicos, por que eles são considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, e quais são as regras para o seu uso no país. Acompanhe!

    O que são cigarros eletrônicos?

    Os cigarros eletrônicos, também chamados de vapes, são dispositivos que funcionam por meio da vaporização de um líquido que contém nicotina e outras substâncias químicas. Eles são usados por algumas pessoas como uma alternativa ao cigarro tradicional, acreditando que sejam menos nocivos.

    No entanto, a Anvisa alerta que os cigarros eletrônicos não são seguros nem eficazes para cessar o tabagismo. Além disso, eles podem causar dependência, intoxicação e doenças respiratórias e cardiovasculares.

    Por que os cigarros eletrônicos são proibidos em ambientes fechados?

    De acordo com a nota técnica da Anvisa, os cigarros eletrônicos se enquadram na Lei nº 9.294/1996, que proíbe o uso de qualquer produto fumígeno que libere emissões de qualquer natureza em recintos coletivos fechados, sejam eles particulares ou públicos.

    Isso significa que os cigarros eletrônicos não podem ser usados em locais como bares, restaurantes, cinemas, shoppings, escolas, hospitais, transportes públicos e locais de trabalho.

    A razão para essa proibição é que as emissões dos cigarros eletrônicos, apesar de chamadas de vapor, são na verdade aerodispersóides, ou seja, partículas sólidas ou líquidas suspensas no ar. Essas partículas podem conter componentes químicos que são potencialmente danosos à saúde e ao meio ambiente, como nicotina, propilenoglicol, glicerol, formaldeído e metais pesados.

    Assim, o uso dos cigarros eletrônicos em ambientes fechados pode expor as pessoas à poluição do ar e aos riscos de intoxicação e doenças. Além disso, pode estimular o consumo de tabaco entre jovens e não fumantes.

    Como é a fiscalização do uso dos cigarros eletrônicos?

    A fiscalização do uso dos cigarros eletrônicos em ambientes fechados é de responsabilidade dos órgãos estaduais e municipais de vigilância sanitária. Eles devem orientar os proprietários e responsáveis pelos estabelecimentos sobre a proibição e aplicar as sanções previstas em caso de descumprimento.

    As sanções podem variar desde advertência até multa, interdição e cancelamento da licença sanitária. Os valores das multas podem chegar a R$ 1,5 milhão.

    Vale lembrar que a comercialização dos cigarros eletrônicos também é proibida no Brasil desde 2009. A Anvisa considera que esses produtos não têm registro nem autorização para serem vendidos no país. Portanto, quem compra ou vende esses dispositivos está sujeito às penalidades da lei.

  • Justiça condena médicos pró-tratamento precoce por danos à saúde

    Justiça condena médicos pró-tratamento precoce por danos à saúde

    O tratamento precoce contra a Covid-19, que consiste no uso de medicamentos sem comprovação científica para prevenir ou tratar a doença, foi alvo de uma condenação judicial no Rio Grande do Sul.

    Um grupo de médicos que defendia essa prática terá que pagar R$ 55 milhões por danos morais coletivos e à saúde, segundo decisão da Justiça Federal.

    A sentença foi resultado de duas ações movidas pelo Ministério Público Federal (MPF) contra a associação Médicos Pela Vida, que divulgava um manifesto em favor do tratamento precoce, financiado pela empresa Vitamedic Indústria Farmacêutica. O documento, publicado em jornais e revistas, indicava os medicamentos a serem utilizados, sem mencionar os possíveis efeitos adversos ou o risco de automedicação.

    A Justiça entendeu que a publicação contrariava a legislação e as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que determinam que as informações sobre medicamentos devem ser comprovadas cientificamente. Além disso, reconheceu a omissão da Anvisa ao não fiscalizar e punir a propaganda irregular.

    Também foram condenados o Centro Educacional Alves Faria (Unialfa) e o Grupo José Alves (GJA Participações), que participaram da veiculação do manifesto.

    O caso evidencia os riscos e as consequências do tratamento precoce, que já foi desaconselhado por diversas entidades médicas e científicas, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e a Associação Médica Brasileira (AMB). A única forma eficaz de prevenir a Covid-19 é a vacinação, aliada às medidas de distanciamento social, uso de máscara e higiene das mãos.

    O tratamento precoce também foi alvo de investigação pela CPI da Pandemia no Senado Federal em 2021, que apurou o papel do governo federal na disseminação dessa prática e na compra de medicamentos como cloroquina e ivermectina.

    Um grupo de médicos que defendia essa prática terá que pagar R$ 55 milhões por danos morais coletivos e à saúde, segundo decisão da Justiça Federal.

    A sentença foi resultado de duas ações movidas pelo Ministério Público Federal (MPF) contra a associação Médicos Pela Vida, que divulgava um manifesto em favor do tratamento precoce, financiado pela empresa Vitamedic Indústria Farmacêutica. O documento, publicado em jornais e revistas, indicava os medicamentos a serem utilizados, sem mencionar os possíveis efeitos adversos ou o risco de automedicação.

    A Justiça entendeu que a publicação contrariava a legislação e as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que determinam que as informações sobre medicamentos devem ser comprovadas cientificamente. Além disso, reconheceu a omissão da Anvisa ao não fiscalizar e punir a propaganda irregular.

    Também foram condenados o Centro Educacional Alves Faria (Unialfa) e o Grupo José Alves (GJA Participações), que participaram da veiculação do manifesto.

    O caso evidencia os riscos e as consequências do tratamento precoce, que já foi desaconselhado por diversas entidades médicas e científicas, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e a Associação Médica Brasileira (AMB). A única forma eficaz de prevenir a Covid-19 é a vacinação, aliada às medidas de distanciamento social, uso de máscara e higiene das mãos.

    O tratamento precoce também foi alvo de investigação pela CPI da Pandemia no Senado Federal em 2021, que apurou o papel do governo federal na disseminação dessa prática e na compra de medicamentos como cloroquina e ivermectina.

  • Como a Fiocruz se tornou referência na produção de um medicamento essencial para o combate à malária

    Como a Fiocruz se tornou referência na produção de um medicamento essencial para o combate à malária

    A malária é uma doença infecciosa causada por parasitas do gênero Plasmodium, transmitidos pela picada de mosquitos infectados. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a malária é responsável por cerca de 400 mil mortes por ano, sendo a maioria delas na África.

    No Brasil, a doença é endêmica na região amazônica, onde ocorrem mais de 90% dos casos.

    O tratamento da malária depende do tipo de parasita, da gravidade da infecção e da resistência aos medicamentos disponíveis. Um dos fármacos mais utilizados é a primaquina, que tem ação contra as formas latentes do Plasmodium vivax e do Plasmodium ovale, que podem permanecer no fígado e causar recaídas da doença.

    A primaquina é um medicamento antigo, descoberto na década de 1940, mas ainda não há substitutos eficazes para ele. No entanto, a sua produção e distribuição enfrentam diversos desafios, como a escassez de matéria-prima, a falta de interesse da indústria farmacêutica e as exigências regulatórias.

    Nesse cenário, o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) se destaca como um dos principais produtores de primaquina no mundo. A instituição é referência na fabricação das doses de 5 mg e 15 mg do medicamento, reconhecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como produtos de referência.

    Isso significa que as primaquinas de Farmanguinhos têm eficácia, segurança e qualidade comprovadas cientificamente e que servem como padrão para os demais laboratórios que pretendam registrar ou regularizar seus produtos perante a Anvisa. Para isso, eles devem realizar estudos de bioequivalência que demonstrem que seus medicamentos são equivalentes aos de Farmanguinhos.

    O desenvolvimento tecnológico das primaquinas de Farmanguinhos foi totalmente interno e iniciado em 2014. O projeto envolveu diversas etapas, desde a pesquisa básica até a produção industrial, passando pela formulação, pelos testes pré-clínicos e clínicos e pelo registro sanitário.

    Um dos desafios foi adequar a concentração do insumo farmacêutico ativo (IFA) nas diferentes doses do medicamento. A dose de 5 mg é voltada para o público adulto e pediátrico a partir de 6 meses de idade e foi registrada pela Anvisa em março de 2022. Já a dose de 15 mg é indicada para adultos e foi registrada em 2017.

    Outro desafio foi garantir a estabilidade do produto, que é sensível à luz e à umidade. Para isso, foram utilizados excipientes adequados e embalagens especiais que protegem o medicamento da degradação.

    As primaquinas de Farmanguinhos são fornecidas ao Ministério da Saúde (MS) para auxiliar no tratamento completo da malária pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por meio do Programa Nacional de Prevenção e Controle da Malária (PNCM). Em 2021, foram distribuídas mais de 2 milhões de unidades farmacêuticas ao MS.

    A produção das primaquinas faz parte da missão de Farmanguinhos/Fiocruz de disponibilizar medicamentos efetivos para o tratamento de doenças negligenciadas, que afetam principalmente as populações mais vulneráveis. Além disso, a instituição contribui para a soberania nacional na área farmacêutica e para a regulação do mercado no setor.

    Farmanguinhos também é referência na produção de outros medicamentos essenciais para o SUS, como os antirretrovirais para o tratamento do HIV/Aids e os tuberculostáticos para o tratamento da tuberculose. Esses medicamentos estão nas listas A e B da Anvisa, que contêm os produtos de referência do órgão.

    Com esse trabalho, Farmanguinhos reafirma o seu compromisso com a saúde pública e com a inovação tecnológica no campo dos fármacos e medicamentos.

    Fonte: Link.

    No Brasil, a doença é endêmica na região amazônica, onde ocorrem mais de 90% dos casos.

    O tratamento da malária depende do tipo de parasita, da gravidade da infecção e da resistência aos medicamentos disponíveis. Um dos fármacos mais utilizados é a primaquina, que tem ação contra as formas latentes do Plasmodium vivax e do Plasmodium ovale, que podem permanecer no fígado e causar recaídas da doença.

    A primaquina é um medicamento antigo, descoberto na década de 1940, mas ainda não há substitutos eficazes para ele. No entanto, a sua produção e distribuição enfrentam diversos desafios, como a escassez de matéria-prima, a falta de interesse da indústria farmacêutica e as exigências regulatórias.

    Nesse cenário, o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) se destaca como um dos principais produtores de primaquina no mundo. A instituição é referência na fabricação das doses de 5 mg e 15 mg do medicamento, reconhecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como produtos de referência.

    Isso significa que as primaquinas de Farmanguinhos têm eficácia, segurança e qualidade comprovadas cientificamente e que servem como padrão para os demais laboratórios que pretendam registrar ou regularizar seus produtos perante a Anvisa. Para isso, eles devem realizar estudos de bioequivalência que demonstrem que seus medicamentos são equivalentes aos de Farmanguinhos.

    O desenvolvimento tecnológico das primaquinas de Farmanguinhos foi totalmente interno e iniciado em 2014. O projeto envolveu diversas etapas, desde a pesquisa básica até a produção industrial, passando pela formulação, pelos testes pré-clínicos e clínicos e pelo registro sanitário.

    Um dos desafios foi adequar a concentração do insumo farmacêutico ativo (IFA) nas diferentes doses do medicamento. A dose de 5 mg é voltada para o público adulto e pediátrico a partir de 6 meses de idade e foi registrada pela Anvisa em março de 2022. Já a dose de 15 mg é indicada para adultos e foi registrada em 2017.

    Outro desafio foi garantir a estabilidade do produto, que é sensível à luz e à umidade. Para isso, foram utilizados excipientes adequados e embalagens especiais que protegem o medicamento da degradação.

    As primaquinas de Farmanguinhos são fornecidas ao Ministério da Saúde (MS) para auxiliar no tratamento completo da malária pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por meio do Programa Nacional de Prevenção e Controle da Malária (PNCM). Em 2021, foram distribuídas mais de 2 milhões de unidades farmacêuticas ao MS.

    A produção das primaquinas faz parte da missão de Farmanguinhos/Fiocruz de disponibilizar medicamentos efetivos para o tratamento de doenças negligenciadas, que afetam principalmente as populações mais vulneráveis. Além disso, a instituição contribui para a soberania nacional na área farmacêutica e para a regulação do mercado no setor.

    Farmanguinhos também é referência na produção de outros medicamentos essenciais para o SUS, como os antirretrovirais para o tratamento do HIV/Aids e os tuberculostáticos para o tratamento da tuberculose. Esses medicamentos estão nas listas A e B da Anvisa, que contêm os produtos de referência do órgão.

    Com esse trabalho, Farmanguinhos reafirma o seu compromisso com a saúde pública e com a inovação tecnológica no campo dos fármacos e medicamentos.

    Fonte: Link.

  • Fiocruz e Funed obtêm registro da Anvisa para produzir vacina contra meningite

    Fiocruz e Funed obtêm registro da Anvisa para produzir vacina contra meningite

    A meningite é uma doença grave que pode causar sequelas e até a morte. Para prevenir essa infecção, o Brasil conta com o Programa Nacional de Imunizações (PNI), que oferece vacinas gratuitas para a população.

    Uma delas é a vacina meningocócica ACWY conjugada, que protege contra os quatro principais tipos de meningite bacteriana.

    Essa vacina é recomendada para adolescentes de 11 a 14 anos de idade, que são os mais propensos a transmitir a bactéria causadora da doença. Até então, o Brasil dependia da importação dessa vacina de uma farmacêutica estrangeira. Mas isso está prestes a mudar.

    Duas instituições públicas brasileiras, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) e a Fundação Ezequiel Dias (Funed), acabam de receber o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a produção nacional da vacina meningocócica ACWY conjugada. O registro é fruto de uma parceria entre as duas instituições e a farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK), que detém a tecnologia do imunizante.

    Essa parceria visa garantir o abastecimento do PNI com a vacina e reduzir a dependência de insumos internacionais. Além disso, fortalece o Complexo Econômico Industrial da Saúde (Ceis) e o Sistema Único de Saúde (SUS) do país. A transferência de tecnologia será feita em quatro etapas, até que as instituições nacionais possam produzir o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) da vacina.

    Esse é mais um passo na estratégia da Fiocruz de atualizar e ampliar seu portfólio de vacinas, em consonância com as prioridades do Ministério da Saúde. A Funed também se beneficia com o acordo, pois aumenta sua capacidade de produção de produtos biológicos, especialmente no campo das meningites. A GSK, por sua vez, reforça seu compromisso com a saúde pública brasileira, fornecendo imunizantes para o PNI há mais de 30 anos.

    A vacinação é uma das principais estratégias de prevenção de doenças e promoção da saúde. Com essa iniciativa, o Brasil avança na busca pela autossuficiência nacional na área da saúde e pelo acesso à imunização para todos.

    Fonte: Link.

    Uma delas é a vacina meningocócica ACWY conjugada, que protege contra os quatro principais tipos de meningite bacteriana.

    Essa vacina é recomendada para adolescentes de 11 a 14 anos de idade, que são os mais propensos a transmitir a bactéria causadora da doença. Até então, o Brasil dependia da importação dessa vacina de uma farmacêutica estrangeira. Mas isso está prestes a mudar.

    Duas instituições públicas brasileiras, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) e a Fundação Ezequiel Dias (Funed), acabam de receber o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a produção nacional da vacina meningocócica ACWY conjugada. O registro é fruto de uma parceria entre as duas instituições e a farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK), que detém a tecnologia do imunizante.

    Essa parceria visa garantir o abastecimento do PNI com a vacina e reduzir a dependência de insumos internacionais. Além disso, fortalece o Complexo Econômico Industrial da Saúde (Ceis) e o Sistema Único de Saúde (SUS) do país. A transferência de tecnologia será feita em quatro etapas, até que as instituições nacionais possam produzir o ingrediente farmacêutico ativo (IFA) da vacina.

    Esse é mais um passo na estratégia da Fiocruz de atualizar e ampliar seu portfólio de vacinas, em consonância com as prioridades do Ministério da Saúde. A Funed também se beneficia com o acordo, pois aumenta sua capacidade de produção de produtos biológicos, especialmente no campo das meningites. A GSK, por sua vez, reforça seu compromisso com a saúde pública brasileira, fornecendo imunizantes para o PNI há mais de 30 anos.

    A vacinação é uma das principais estratégias de prevenção de doenças e promoção da saúde. Com essa iniciativa, o Brasil avança na busca pela autossuficiência nacional na área da saúde e pelo acesso à imunização para todos.

    Fonte: Link.

  • Anvisa autoriza mais de 45 exames e testes em farmácias: saiba quais são

    Anvisa autoriza mais de 45 exames e testes em farmácias: saiba quais são

    Você sabia que agora você pode fazer mais de 45 tipos de exames e testes em farmácias?

    Isso mesmo, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou uma resolução que amplia o rol de serviços que podem ser oferecidos por esses estabelecimentos, incluindo testes rápidos para Covid-19, HIV, hepatites e outras doenças.

    Essa medida visa facilitar o acesso da população a diagnósticos simples e seguros, além de contribuir para a prevenção e o controle de doenças crônicas e infecciosas. Segundo a Anvisa, os exames e testes realizados em farmácias devem seguir as normas técnicas e sanitárias vigentes, bem como garantir a qualidade, a confiabilidade e a rastreabilidade dos resultados.

    Mas quais são os exames e testes que podem ser feitos em farmácias? De acordo com a resolução da Anvisa, são 46 serviços divididos em quatro categorias: análises clínicas, testes laboratoriais remotos (TLR), testes rápidos (TR) e autotestes. Veja a lista completa abaixo:

    • Análises clínicas: colesterol total, colesterol HDL, colesterol LDL, triglicerídeos, glicemia capilar, hemoglobina glicada, creatinina, ácido úrico, ureia, TGO/AST, TGP/ALT, gama-GT, fosfatase alcalina, bilirrubinas total e frações, proteínas totais e frações, cálcio total e ionizado, magnésio, sódio, potássio, cloro, ferro sérico e ferritina.

    • Testes laboratoriais remotos (TLR): Covid-19 (antígeno e anticorpo), HIV 1 e 2 (antígeno e anticorpo), hepatite B (HBsAg e anti-HBs), hepatite C (anti-HCV), sífilis (anticorpos treponêmicos), dengue (IgG/IgM), zika (IgG/IgM), chikungunya (IgG/IgM), malária (antígeno), toxoplasmose (IgG/IgM), rubéola (IgG/IgM), citomegalovírus (IgG/IgM) e HTLV 1 e 2 (anticorpos).

    • Testes rápidos (TR): gravidez (hormônio gonadotrofina coriônica humana – hCG), tipagem sanguínea ABO/RhD e detecção de drogas de abuso (anfetaminas, metanfetaminas, benzoilecgonina/cocaína, canabinoides/maconha, opiáceos e fenciclidina).

    • Autotestes: Covid-19 (antígeno e anticorpo), HIV 1 e 2 (anticorpos) e hepatite C (anticorpos).

    Se você tem interesse em fazer algum desses exames ou testes em farmácias, procure um estabelecimento habilitado pela Anvisa e siga as orientações dos profissionais de saúde. Lembre-se também de consultar o seu médico regularmente para acompanhar a sua saúde e prevenir complicações.

    Isso mesmo, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou uma resolução que amplia o rol de serviços que podem ser oferecidos por esses estabelecimentos, incluindo testes rápidos para Covid-19, HIV, hepatites e outras doenças.

    Essa medida visa facilitar o acesso da população a diagnósticos simples e seguros, além de contribuir para a prevenção e o controle de doenças crônicas e infecciosas. Segundo a Anvisa, os exames e testes realizados em farmácias devem seguir as normas técnicas e sanitárias vigentes, bem como garantir a qualidade, a confiabilidade e a rastreabilidade dos resultados.

    Mas quais são os exames e testes que podem ser feitos em farmácias? De acordo com a resolução da Anvisa, são 46 serviços divididos em quatro categorias: análises clínicas, testes laboratoriais remotos (TLR), testes rápidos (TR) e autotestes. Veja a lista completa abaixo:

    • Análises clínicas: colesterol total, colesterol HDL, colesterol LDL, triglicerídeos, glicemia capilar, hemoglobina glicada, creatinina, ácido úrico, ureia, TGO/AST, TGP/ALT, gama-GT, fosfatase alcalina, bilirrubinas total e frações, proteínas totais e frações, cálcio total e ionizado, magnésio, sódio, potássio, cloro, ferro sérico e ferritina.

    • Testes laboratoriais remotos (TLR): Covid-19 (antígeno e anticorpo), HIV 1 e 2 (antígeno e anticorpo), hepatite B (HBsAg e anti-HBs), hepatite C (anti-HCV), sífilis (anticorpos treponêmicos), dengue (IgG/IgM), zika (IgG/IgM), chikungunya (IgG/IgM), malária (antígeno), toxoplasmose (IgG/IgM), rubéola (IgG/IgM), citomegalovírus (IgG/IgM) e HTLV 1 e 2 (anticorpos).

    • Testes rápidos (TR): gravidez (hormônio gonadotrofina coriônica humana – hCG), tipagem sanguínea ABO/RhD e detecção de drogas de abuso (anfetaminas, metanfetaminas, benzoilecgonina/cocaína, canabinoides/maconha, opiáceos e fenciclidina).

    • Autotestes: Covid-19 (antígeno e anticorpo), HIV 1 e 2 (anticorpos) e hepatite C (anticorpos).

    Se você tem interesse em fazer algum desses exames ou testes em farmácias, procure um estabelecimento habilitado pela Anvisa e siga as orientações dos profissionais de saúde. Lembre-se também de consultar o seu médico regularmente para acompanhar a sua saúde e prevenir complicações.

  • O que é Fentanil e para que serve?

    O que é Fentanil e para que serve?

    O fentanil é um opioide sintético usado legalmente como anestésico, mas que também pode ser produzido e consumido ilegalmente como uma droga recreativa.

    Ele é considerado 50 vezes mais potente que a heroína e pode causar overdose e morte com doses muito pequenas.

    Nos Estados Unidos, o fentanil é o pivô de uma crise de saúde pública que mata mais de 70 mil pessoas por ano.

    No Brasil, o fentanil é uma substância controlada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e faz parte da Lista A1, de entorpecentes, que obedece a regras do Sistema Nacional de Políticas Públicas Sobre Drogas (SISNAD). Isso significa que ele só pode ser usado com prescrição médica e em ambientes hospitalares, sob rígido controle.

    No entanto, em março de 2023, o Brasil registrou a primeira apreensão de fentanil no Espírito Santo, em uma operação que contou com a ajuda do DEA (Departamento de Narcóticos) da polícia dos Estados Unidos. As autoridades suspeitam que a substância seria usada para potencializar o efeito de outras drogas, como o ecstasy e a cocaína.

    Para evitar que o fentanil se torne uma epidemia no país, a Anvisa restringiu as substâncias usadas na produção ilegal da droga, como o ácido antranílico e o ácido 4-anisóico. Esses produtos químicos passaram a integrar a Lista C1, de substâncias sujeitas a controle especial, que exige autorização prévia da Anvisa para importação, exportação, fabricação e comercialização.

    O uso indevido do fentanil pode trazer graves consequências para a saúde física e mental dos usuários, como dependência, depressão respiratória, parada cardíaca, alucinações e infecções. Por isso, é importante estar atento aos sinais de alerta e buscar ajuda profissional em caso de suspeita de abuso ou vício.

    Fonte: O Globo

    Ele é considerado 50 vezes mais potente que a heroína e pode causar overdose e morte com doses muito pequenas.

    Nos Estados Unidos, o fentanil é o pivô de uma crise de saúde pública que mata mais de 70 mil pessoas por ano.

    No Brasil, o fentanil é uma substância controlada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e faz parte da Lista A1, de entorpecentes, que obedece a regras do Sistema Nacional de Políticas Públicas Sobre Drogas (SISNAD). Isso significa que ele só pode ser usado com prescrição médica e em ambientes hospitalares, sob rígido controle.

    No entanto, em março de 2023, o Brasil registrou a primeira apreensão de fentanil no Espírito Santo, em uma operação que contou com a ajuda do DEA (Departamento de Narcóticos) da polícia dos Estados Unidos. As autoridades suspeitam que a substância seria usada para potencializar o efeito de outras drogas, como o ecstasy e a cocaína.

    Para evitar que o fentanil se torne uma epidemia no país, a Anvisa restringiu as substâncias usadas na produção ilegal da droga, como o ácido antranílico e o ácido 4-anisóico. Esses produtos químicos passaram a integrar a Lista C1, de substâncias sujeitas a controle especial, que exige autorização prévia da Anvisa para importação, exportação, fabricação e comercialização.

    O uso indevido do fentanil pode trazer graves consequências para a saúde física e mental dos usuários, como dependência, depressão respiratória, parada cardíaca, alucinações e infecções. Por isso, é importante estar atento aos sinais de alerta e buscar ajuda profissional em caso de suspeita de abuso ou vício.

    Fonte: O Globo