Tag: Brasil

  • Poluição do ar em São Paulo: um inimigo invisível que ameaça a saúde respiratória

    Poluição do ar em São Paulo: um inimigo invisível que ameaça a saúde respiratória

    A poluição atmosférica é um grave problema de saúde pública que afeta milhões de pessoas no mundo todo.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 7 milhões de pessoas morrem por ano em decorrência da exposição aos poluentes do ar. Além disso, um estudo recente realizado por pesquisadores brasileiros e norte-americanos mostrou que a poluição aumenta em até 65% o risco de pneumonias, uma das principais causas de morte no país.

    A poluição do ar pode causar ou agravar diversos problemas respiratórios, como asma, bronquite, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), acidente vascular cerebral (AVC), arritmia cardíaca e infecções respiratórias. Esses problemas podem comprometer a qualidade de vida e a capacidade de trabalho das pessoas, além de sobrecarregar o sistema de saúde.

    Algumas condições podem aumentar a vulnerabilidade aos efeitos nocivos da poluição atmosférica. Uma delas é o inverno, que costuma ter variações de temperatura e baixa umidade do ar. Esses fatores favorecem o aumento da concentração dos poluentes e a irritação das vias respiratórias. Outra condição é o tabagismo, que é um fator de risco para várias doenças respiratórias. Quem fuma tem um risco maior de adquirir pneumonia se estiver exposto à poluição do ar.

    Para prevenir e tratar os problemas respiratórios causados pela poluição atmosférica, algumas medidas são recomendadas. A primeira é evitar ou tratar o tabagismo, que é um hábito prejudicial à saúde em todos os aspectos. A segunda é buscar se vacinar contra as infecções respiratórias, como gripe, Covid-19 e bactérias pneumocócicas. As vacinas podem reduzir as chances de complicações e óbitos por essas doenças. A terceira é cobrar das autoridades mais medidas para reduzir a emissão dos poluentes do ar, como o controle da queima de combustíveis fósseis, o incentivo ao transporte público e à mobilidade ativa, e o monitoramento da qualidade do ar.

    A poluição atmosférica é um desafio que exige a conscientização e a participação de todos. Cuidar da saúde respiratória é uma forma de proteger a si mesmo e ao meio ambiente.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 7 milhões de pessoas morrem por ano em decorrência da exposição aos poluentes do ar. Além disso, um estudo recente realizado por pesquisadores brasileiros e norte-americanos mostrou que a poluição aumenta em até 65% o risco de pneumonias, uma das principais causas de morte no país.

    A poluição do ar pode causar ou agravar diversos problemas respiratórios, como asma, bronquite, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), acidente vascular cerebral (AVC), arritmia cardíaca e infecções respiratórias. Esses problemas podem comprometer a qualidade de vida e a capacidade de trabalho das pessoas, além de sobrecarregar o sistema de saúde.

    Algumas condições podem aumentar a vulnerabilidade aos efeitos nocivos da poluição atmosférica. Uma delas é o inverno, que costuma ter variações de temperatura e baixa umidade do ar. Esses fatores favorecem o aumento da concentração dos poluentes e a irritação das vias respiratórias. Outra condição é o tabagismo, que é um fator de risco para várias doenças respiratórias. Quem fuma tem um risco maior de adquirir pneumonia se estiver exposto à poluição do ar.

    Para prevenir e tratar os problemas respiratórios causados pela poluição atmosférica, algumas medidas são recomendadas. A primeira é evitar ou tratar o tabagismo, que é um hábito prejudicial à saúde em todos os aspectos. A segunda é buscar se vacinar contra as infecções respiratórias, como gripe, Covid-19 e bactérias pneumocócicas. As vacinas podem reduzir as chances de complicações e óbitos por essas doenças. A terceira é cobrar das autoridades mais medidas para reduzir a emissão dos poluentes do ar, como o controle da queima de combustíveis fósseis, o incentivo ao transporte público e à mobilidade ativa, e o monitoramento da qualidade do ar.

    A poluição atmosférica é um desafio que exige a conscientização e a participação de todos. Cuidar da saúde respiratória é uma forma de proteger a si mesmo e ao meio ambiente.

  • Descubra o Komah, o restaurante coreano que encanta os paulistanos

    Descubra o Komah, o restaurante coreano que encanta os paulistanos

    Se você está procurando uma experiência gastronômica diferente e saborosa, o Komah é uma ótima opção.

    O restaurante, que fica na Barra Funda, oferece pratos da culinária coreana com um toque de sofisticação e originalidade. O chef Paulo Shin, que tem passagens por renomados restaurantes na Coreia do Sul e na Espanha, é o responsável pelo cardápio, que muda a cada estação.

    O Komah é um lugar aconchegante e charmoso, com uma decoração que mistura elementos modernos e tradicionais. O atendimento é atencioso e simpático, e o chef faz questão de explicar cada prato aos clientes. O menu degustação, que custa R$ 125 por pessoa, é uma boa forma de conhecer as especialidades da casa. São seis etapas, que incluem entradas, pratos principais e sobremesa.

    Entre os pratos mais pedidos estão o japchae, um macarrão de batata doce com hortaliças e mel de abelha, que tem uma textura leve e um sabor adocicado; e o dolsot bibimbap, um arroz de algas com gema, legumes e carne-seca, que vem servido em uma panela de pedra quente, que mantém o calor e deixa o arroz crocante. Outras delícias são o kimchi jjigae, uma sopa picante de acelga fermentada com tofu e carne de porco; e o bulgogi, fatias finas de carne bovina marinadas em molho de soja, alho e gergelim.

    Para acompanhar, há uma carta de vinhos selecionados pelo sommelier Daniel Perches, que harmonizam bem com os sabores da cozinha coreana. Há também cervejas artesanais, saquês e chás. Para finalizar, o Komah oferece sobremesas como o bingsu, um sorvete de leite condensado com frutas vermelhas; e o hotteok, um bolinho frito recheado com açúcar mascavo e nozes.

    O Komah é um restaurante que vale a pena conhecer, tanto pela qualidade da comida quanto pelo serviço e pelo ambiente. É uma oportunidade de descobrir os encantos da gastronomia coreana em São Paulo.

    Endereço: Rua Cônego Vicente Miguel Marino, 378 – Barra Funda Telefone: (11) 3569-7956

    O restaurante, que fica na Barra Funda, oferece pratos da culinária coreana com um toque de sofisticação e originalidade. O chef Paulo Shin, que tem passagens por renomados restaurantes na Coreia do Sul e na Espanha, é o responsável pelo cardápio, que muda a cada estação.

    O Komah é um lugar aconchegante e charmoso, com uma decoração que mistura elementos modernos e tradicionais. O atendimento é atencioso e simpático, e o chef faz questão de explicar cada prato aos clientes. O menu degustação, que custa R$ 125 por pessoa, é uma boa forma de conhecer as especialidades da casa. São seis etapas, que incluem entradas, pratos principais e sobremesa.

    Entre os pratos mais pedidos estão o japchae, um macarrão de batata doce com hortaliças e mel de abelha, que tem uma textura leve e um sabor adocicado; e o dolsot bibimbap, um arroz de algas com gema, legumes e carne-seca, que vem servido em uma panela de pedra quente, que mantém o calor e deixa o arroz crocante. Outras delícias são o kimchi jjigae, uma sopa picante de acelga fermentada com tofu e carne de porco; e o bulgogi, fatias finas de carne bovina marinadas em molho de soja, alho e gergelim.

    Para acompanhar, há uma carta de vinhos selecionados pelo sommelier Daniel Perches, que harmonizam bem com os sabores da cozinha coreana. Há também cervejas artesanais, saquês e chás. Para finalizar, o Komah oferece sobremesas como o bingsu, um sorvete de leite condensado com frutas vermelhas; e o hotteok, um bolinho frito recheado com açúcar mascavo e nozes.

    O Komah é um restaurante que vale a pena conhecer, tanto pela qualidade da comida quanto pelo serviço e pelo ambiente. É uma oportunidade de descobrir os encantos da gastronomia coreana em São Paulo.

    Endereço: Rua Cônego Vicente Miguel Marino, 378 – Barra Funda Telefone: (11) 3569-7956

  • Marte acelera e balança: as incríveis descobertas da missão InSight

    Marte acelera e balança: as incríveis descobertas da missão InSight

    Marte é um planeta fascinante, que tem intrigado os cientistas e o público há décadas.

    Graças à sonda InSight da NASA, que pousou em Marte em 2018, agora sabemos mais sobre o interior e a geofísica do planeta vermelho do que nunca.

    Um dos instrumentos da InSight, chamado RISE (Rotation and Interior Structure Experiment), foi usado para medir a taxa de rotação e o balanço de Marte com precisão inédita. Os cientistas descobriram que o planeta está acelerando sua rotação em cerca de 4 milliarcseconds por ano, o que significa que um dia marciano está ficando mais curto. Eles também descobriram que Marte tem um balanço chamado nutação, que é causado pelo seu núcleo líquido. A nutação é uma pequena oscilação no eixo de rotação do planeta, que ocorre em um período de 206 dias.

    Os dados do RISE também foram combinados com os dados do sismômetro da InSight, que registrou mais de 700 tremores em Marte. Esses tremores forneceram pistas sobre o tamanho e a forma do núcleo de Marte, que é composto principalmente de ferro e níquel. Os cientistas estimaram que o raio do núcleo de Marte é entre 1.790 e 1.850 quilômetros, o que é maior do que se pensava anteriormente. Eles também inferiram que o núcleo tem regiões de densidade ligeiramente diferente, que não podem ser explicadas apenas pela rotação do planeta. Essas variações podem indicar que o núcleo está se resfriando e cristalizando lentamente.

    A missão InSight terminou em dezembro de 2022, depois de quatro anos operando em Marte. A sonda ficou sem energia por causa da poeira acumulada em seus painéis solares. No entanto, os cientistas continuarão a analisar os dados enviados pela sonda, que revelaram novas informações sobre o interior e a geofísica do planeta vermelho. Essas informações podem ajudar a entender melhor a formação e a evolução de Marte, bem como de outros planetas rochosos como a Terra.

    Graças à sonda InSight da NASA, que pousou em Marte em 2018, agora sabemos mais sobre o interior e a geofísica do planeta vermelho do que nunca.

    Um dos instrumentos da InSight, chamado RISE (Rotation and Interior Structure Experiment), foi usado para medir a taxa de rotação e o balanço de Marte com precisão inédita. Os cientistas descobriram que o planeta está acelerando sua rotação em cerca de 4 milliarcseconds por ano, o que significa que um dia marciano está ficando mais curto. Eles também descobriram que Marte tem um balanço chamado nutação, que é causado pelo seu núcleo líquido. A nutação é uma pequena oscilação no eixo de rotação do planeta, que ocorre em um período de 206 dias.

    Os dados do RISE também foram combinados com os dados do sismômetro da InSight, que registrou mais de 700 tremores em Marte. Esses tremores forneceram pistas sobre o tamanho e a forma do núcleo de Marte, que é composto principalmente de ferro e níquel. Os cientistas estimaram que o raio do núcleo de Marte é entre 1.790 e 1.850 quilômetros, o que é maior do que se pensava anteriormente. Eles também inferiram que o núcleo tem regiões de densidade ligeiramente diferente, que não podem ser explicadas apenas pela rotação do planeta. Essas variações podem indicar que o núcleo está se resfriando e cristalizando lentamente.

    A missão InSight terminou em dezembro de 2022, depois de quatro anos operando em Marte. A sonda ficou sem energia por causa da poeira acumulada em seus painéis solares. No entanto, os cientistas continuarão a analisar os dados enviados pela sonda, que revelaram novas informações sobre o interior e a geofísica do planeta vermelho. Essas informações podem ajudar a entender melhor a formação e a evolução de Marte, bem como de outros planetas rochosos como a Terra.

  • Governo pode voltar a cobrar imposto sobre compras online de até US$ 50

    Governo pode voltar a cobrar imposto sobre compras online de até US$ 50

    O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode acabar com a isenção de imposto de importação sobre as compras de até US$ 50 feitas em sites do exterior, que entrou em vigor no último dia 1º de agosto.

    A medida visa aumentar a arrecadação federal e reduzir o déficit das contas públicas, que deve chegar a R$ 100 bilhões neste ano.

    A isenção do imposto de importação foi concedida por uma portaria do ministério da Fazenda, publicada no Diário Oficial da União no dia 31 de julho. A portaria também alterou a forma de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que passou a incidir já no ato da compra, e não mais apenas quando a mercadoria chegava no Brasil. A alíquota do ICMS é de 17% para todos os estados.

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse a parlamentares nesta quarta-feira (9) que há negociações em andamento para “futuros ajustes da alíquota federal” em paralelo à cobrança do ICMS. Segundo ele, o objetivo é evitar a concorrência desleal dos produtos importados com os nacionais, que pagam mais impostos.

    A cobrança do imposto de importação e a futura taxação de grandes fortunas fazem parte de um esforço do governo para levantar R$ 100 bilhões para zerar o déficit das contas públicas no ano que vem. Para isso, é preciso aprovar mudanças na legislação ainda neste ano. A taxação de grandes fortunas, no entanto, pode demorar um pouco mais a sair do papel, pois depende de uma proposta de emenda constitucional (PEC) que tramita no Congresso Nacional desde 2008.

    As compras online de até US$ 50 feitas em sites do exterior são muito populares entre os brasileiros, que buscam produtos mais baratos e variados do que os encontrados no mercado interno. Segundo dados da Receita Federal, em 2022 foram registradas cerca de 35 milhões de encomendas internacionais, sendo que 90% delas estavam abaixo desse valor.

    Os consumidores que fazem essas compras devem ficar atentos às possíveis mudanças nas regras tributárias e aos riscos de atrasos na entrega ou extravios dos produtos. Além disso, devem verificar a confiabilidade dos sites e a qualidade dos produtos antes de efetuar a compra, pois nem sempre há garantia ou assistência técnica no Brasil.

    A medida visa aumentar a arrecadação federal e reduzir o déficit das contas públicas, que deve chegar a R$ 100 bilhões neste ano.

    A isenção do imposto de importação foi concedida por uma portaria do ministério da Fazenda, publicada no Diário Oficial da União no dia 31 de julho. A portaria também alterou a forma de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que passou a incidir já no ato da compra, e não mais apenas quando a mercadoria chegava no Brasil. A alíquota do ICMS é de 17% para todos os estados.

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse a parlamentares nesta quarta-feira (9) que há negociações em andamento para “futuros ajustes da alíquota federal” em paralelo à cobrança do ICMS. Segundo ele, o objetivo é evitar a concorrência desleal dos produtos importados com os nacionais, que pagam mais impostos.

    A cobrança do imposto de importação e a futura taxação de grandes fortunas fazem parte de um esforço do governo para levantar R$ 100 bilhões para zerar o déficit das contas públicas no ano que vem. Para isso, é preciso aprovar mudanças na legislação ainda neste ano. A taxação de grandes fortunas, no entanto, pode demorar um pouco mais a sair do papel, pois depende de uma proposta de emenda constitucional (PEC) que tramita no Congresso Nacional desde 2008.

    As compras online de até US$ 50 feitas em sites do exterior são muito populares entre os brasileiros, que buscam produtos mais baratos e variados do que os encontrados no mercado interno. Segundo dados da Receita Federal, em 2022 foram registradas cerca de 35 milhões de encomendas internacionais, sendo que 90% delas estavam abaixo desse valor.

    Os consumidores que fazem essas compras devem ficar atentos às possíveis mudanças nas regras tributárias e aos riscos de atrasos na entrega ou extravios dos produtos. Além disso, devem verificar a confiabilidade dos sites e a qualidade dos produtos antes de efetuar a compra, pois nem sempre há garantia ou assistência técnica no Brasil.

  • Os 5 melhores restaurantes de comida coreana em São Paulo

    Os 5 melhores restaurantes de comida coreana em São Paulo

    Se você é fã da culinária coreana ou quer experimentar novos sabores, São Paulo é o lugar certo para você.

    A cidade tem uma grande variedade de restaurantes que oferecem os pratos típicos da Coreia, como o churrasco coreano, o bibimbap, o japchae e muito mais. Neste artigo, vamos apresentar os 5 melhores restaurantes de comida coreana em São Paulo, segundo as avaliações dos usuários do Tripadvisor e do site São Paulo Secreto. Confira!

    1. Komah

    O Komah é um restaurante comandado pelo chef Paulo Shin, que trabalhou em renomados restaurantes na Coreia do Sul e na Espanha. O cardápio é inspirado na gastronomia tradicional coreana, mas com um toque de modernidade e criatividade. O destaque fica por conta do japchae, um macarrão de batata doce com hortaliças e mel de abelha, e do dolsot bibimbap, um arroz de algas com gema, legumes e carne-seca. O Komah fica na Barra Funda e funciona de terça a sábado, no almoço e no jantar.

    Endereço: Rua Cônego Vicente Miguel Marino, 378 – Barra Funda
    Telefone: (11) 3569-7956

    2. Restaurante Portal da Coreia

    O Restaurante Portal da Coreia é especializado em comidas típicas coreanas, com o mesmo gosto tradicional da Coreia. O restaurante oferece os pratos originais e autênticos da culinária coreana, como o churrasco à moda coreana, servido em versões com costela ao molho agridoce ou pancetta com legumes, o kimchi, a conserva de acelga apimentada, e o sundubu jjigae, uma sopa de tofu com frutos do mar. O Restaurante Portal da Coreia fica na Liberdade e funciona de segunda a sábado, no almoço e no jantar.

    Endereço: Rua da Glória, 729 – Liberdade
    Telefone: (11) 3271-0924

    3. Seok Joung

    O Seok Joung é um restaurante que oferece o verdadeiro churrasco coreano, feito com carnes selecionadas e temperadas com molhos especiais. A carne chega à mesa do cliente acompanhada por vários acompanhamentos, como panquecas de legumes, salada de pepino e conserva de nabo. O restaurante também serve outros pratos típicos da Coreia, como o bulgogi, a carne fatiada ao molho de soja adocicado, e o bibimbap, o arroz misturado com vegetais e carne. O Seok Joung fica no Bom Retiro e funciona de terça a domingo, no almoço e no jantar.

    Endereço: Rua Correia de Melo, 135 – Bom Retiro
    Telefone: (11) 3331-2799

    4. New Shin-La Kwan

    O New Shin-La Kwan é outro restaurante que se destaca pelo churrasco coreano, feito com pedaços de carne muito bem temperados e finalizados em uma grelha na própria mesa do cliente. O restaurante também serve outros pratos da culinária coreana, como o dak galbi, o frango picante com legumes e queijo derretido, e o haemul pajeon, a panqueca de frutos do mar. O New Shin-La Kwan fica no Bom Retiro e funciona todos os dias, no almoço e no jantar.

    Endereço: Rua Prates, 343 – Bom Retiro
    Telefone: (11) 3228-1254

    5. Tanka Restaurante

    O Tanka Restaurante é um buffet que oferece mais de 60 opções no cardápio, que inclui a culinária japonesa, chinesa, coreana e tailandesa. Por um preço fixo, você consome à vontade: comida, sobremesa e frozen yogurt. Entre as opções de comida coreana, estão o kimchi bokkeumbap, o arroz frito com kimchi, o tteokbokki, o bolinho de arroz apimentado, e o gimbap, o enrolado de arroz com alga. O Tanka Restaurante fica na Liberdade e funciona de terça a domingo, no almoço e no jantar.

    Endereço: Praça da Liberdade, 149 – Liberdade
    Telefone: (11) 3272-8978

    A cidade tem uma grande variedade de restaurantes que oferecem os pratos típicos da Coreia, como o churrasco coreano, o bibimbap, o japchae e muito mais. Neste artigo, vamos apresentar os 5 melhores restaurantes de comida coreana em São Paulo, segundo as avaliações dos usuários do Tripadvisor e do site São Paulo Secreto. Confira!

    1. Komah

    O Komah é um restaurante comandado pelo chef Paulo Shin, que trabalhou em renomados restaurantes na Coreia do Sul e na Espanha. O cardápio é inspirado na gastronomia tradicional coreana, mas com um toque de modernidade e criatividade. O destaque fica por conta do japchae, um macarrão de batata doce com hortaliças e mel de abelha, e do dolsot bibimbap, um arroz de algas com gema, legumes e carne-seca. O Komah fica na Barra Funda e funciona de terça a sábado, no almoço e no jantar.

    Endereço: Rua Cônego Vicente Miguel Marino, 378 – Barra Funda
    Telefone: (11) 3569-7956

    2. Restaurante Portal da Coreia

    O Restaurante Portal da Coreia é especializado em comidas típicas coreanas, com o mesmo gosto tradicional da Coreia. O restaurante oferece os pratos originais e autênticos da culinária coreana, como o churrasco à moda coreana, servido em versões com costela ao molho agridoce ou pancetta com legumes, o kimchi, a conserva de acelga apimentada, e o sundubu jjigae, uma sopa de tofu com frutos do mar. O Restaurante Portal da Coreia fica na Liberdade e funciona de segunda a sábado, no almoço e no jantar.

    Endereço: Rua da Glória, 729 – Liberdade
    Telefone: (11) 3271-0924

    3. Seok Joung

    O Seok Joung é um restaurante que oferece o verdadeiro churrasco coreano, feito com carnes selecionadas e temperadas com molhos especiais. A carne chega à mesa do cliente acompanhada por vários acompanhamentos, como panquecas de legumes, salada de pepino e conserva de nabo. O restaurante também serve outros pratos típicos da Coreia, como o bulgogi, a carne fatiada ao molho de soja adocicado, e o bibimbap, o arroz misturado com vegetais e carne. O Seok Joung fica no Bom Retiro e funciona de terça a domingo, no almoço e no jantar.

    Endereço: Rua Correia de Melo, 135 – Bom Retiro
    Telefone: (11) 3331-2799

    4. New Shin-La Kwan

    O New Shin-La Kwan é outro restaurante que se destaca pelo churrasco coreano, feito com pedaços de carne muito bem temperados e finalizados em uma grelha na própria mesa do cliente. O restaurante também serve outros pratos da culinária coreana, como o dak galbi, o frango picante com legumes e queijo derretido, e o haemul pajeon, a panqueca de frutos do mar. O New Shin-La Kwan fica no Bom Retiro e funciona todos os dias, no almoço e no jantar.

    Endereço: Rua Prates, 343 – Bom Retiro
    Telefone: (11) 3228-1254

    5. Tanka Restaurante

    O Tanka Restaurante é um buffet que oferece mais de 60 opções no cardápio, que inclui a culinária japonesa, chinesa, coreana e tailandesa. Por um preço fixo, você consome à vontade: comida, sobremesa e frozen yogurt. Entre as opções de comida coreana, estão o kimchi bokkeumbap, o arroz frito com kimchi, o tteokbokki, o bolinho de arroz apimentado, e o gimbap, o enrolado de arroz com alga. O Tanka Restaurante fica na Liberdade e funciona de terça a domingo, no almoço e no jantar.

    Endereço: Praça da Liberdade, 149 – Liberdade
    Telefone: (11) 3272-8978

  • Nvidia Shield: o que é e quando chega ao Brasil?

    Nvidia Shield: o que é e quando chega ao Brasil?

    O Nvidia Shield é um dispositivo que combina as funções de uma TV Box com Android e um console de jogos.

    Ele permite assistir a conteúdos em 4K HDR, rodar jogos da plataforma Android e também fazer streaming de jogos de PC via GeForce Now ou Steam Link. Além disso, ele conta com um controle remoto por voz com o Google Assistente integrado, que facilita a navegação e a busca por aplicativos e serviços.

    O Nvidia Shield foi lançado em 2015 nos Estados Unidos e desde então recebeu duas atualizações: uma em 2017 e outra em 2019. A versão mais recente é chamada de Nvidia Shield TV Pro e tem um design cilíndrico, 16 GB de armazenamento interno, 3 GB de memória RAM e o processador Nvidia Tegra X1+, que promete ser 25% mais rápido que o anterior.

    No entanto, o Nvidia Shield ainda não está disponível oficialmente no Brasil. Segundo a Nvidia, não há previsão de lançamento do produto no país, mas é possível importá-lo por meio de sites como Amazon ou Mercado Livre. O preço varia de acordo com o modelo e o vendedor, mas pode chegar a mais de R$ 2 mil reais, sem contar os impostos e as taxas de envio.

    Portanto, se você está interessado em ter um Nvidia Shield, terá que recorrer à importação ou esperar que a Nvidia decida trazer o produto para o mercado brasileiro. Mas vale a pena? Isso depende do seu perfil de usuário e do seu orçamento. O Nvidia Shield é um dos dispositivos mais completos e poderosos do segmento, mas também um dos mais caros. Se você procura uma TV Box com Android para assistir a filmes e séries em alta qualidade, há opções mais baratas e acessíveis. Mas se você é um gamer exigente e quer aproveitar os seus jogos de PC na tela grande, o Nvidia Shield pode ser uma boa escolha.

    Ele permite assistir a conteúdos em 4K HDR, rodar jogos da plataforma Android e também fazer streaming de jogos de PC via GeForce Now ou Steam Link. Além disso, ele conta com um controle remoto por voz com o Google Assistente integrado, que facilita a navegação e a busca por aplicativos e serviços.

    O Nvidia Shield foi lançado em 2015 nos Estados Unidos e desde então recebeu duas atualizações: uma em 2017 e outra em 2019. A versão mais recente é chamada de Nvidia Shield TV Pro e tem um design cilíndrico, 16 GB de armazenamento interno, 3 GB de memória RAM e o processador Nvidia Tegra X1+, que promete ser 25% mais rápido que o anterior.

    No entanto, o Nvidia Shield ainda não está disponível oficialmente no Brasil. Segundo a Nvidia, não há previsão de lançamento do produto no país, mas é possível importá-lo por meio de sites como Amazon ou Mercado Livre. O preço varia de acordo com o modelo e o vendedor, mas pode chegar a mais de R$ 2 mil reais, sem contar os impostos e as taxas de envio.

    Portanto, se você está interessado em ter um Nvidia Shield, terá que recorrer à importação ou esperar que a Nvidia decida trazer o produto para o mercado brasileiro. Mas vale a pena? Isso depende do seu perfil de usuário e do seu orçamento. O Nvidia Shield é um dos dispositivos mais completos e poderosos do segmento, mas também um dos mais caros. Se você procura uma TV Box com Android para assistir a filmes e séries em alta qualidade, há opções mais baratas e acessíveis. Mas se você é um gamer exigente e quer aproveitar os seus jogos de PC na tela grande, o Nvidia Shield pode ser uma boa escolha.

  • Enfermeiros receberão piso nacional até o dia 21, diz Ministério da Saúde

    Enfermeiros receberão piso nacional até o dia 21, diz Ministério da Saúde

    O Ministério da Saúde anunciou que fará o primeiro repasse complementar aos estados e municípios para garantir o pagamento do piso nacional da enfermagem até o dia 21 de agosto.

    A medida beneficia os profissionais federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal que atuam na área da saúde.

    O piso nacional da enfermagem foi estabelecido pela Lei nº 14.434, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em maio deste ano. A lei prevê que os enfermeiros recebam R$ 7.315, os técnicos de enfermagem R$ 5.120 e os auxiliares de enfermagem e parteiras R$ 3.657.

    Para cumprir a lei, o governo federal destinou R$ 7,3 bilhões para complementar o pagamento do piso aos profissionais que recebem abaixo desses valores. Os recursos serão repassados em nove parcelas em 2023, com valores retroativos a maio e o 13º salário.

    Segundo o Ministério da Saúde, o calendário de repasses foi definido em conjunto com estados, municípios e o Distrito Federal. A pasta informou que já pagou aos servidores federais da categoria de enfermagem os valores complementares dos meses de maio, junho e julho. As demais parcelas serão pagas até dezembro, bem como o 13º salário.

    O ministério esclareceu que o cálculo do piso será aplicado considerando o vencimento básico e as gratificações de caráter geral, fixas e permanentes, não incluídas as de cunho pessoal.

    A implementação do piso nacional da enfermagem foi autorizada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), após o presidente Lula ter sancionado a abertura de crédito especial para essa finalidade.

    Barroso havia suspendido a lei em setembro de 2022, atendendo a um pedido dos estados, que alegaram não ter recursos para arcar com o aumento salarial dos profissionais da enfermagem. Segundo os estados, o impacto nas contas locais seria de R$ 10,5 bilhões.

    Na nova decisão, Barroso determinou que estados, Distrito Federal e municípios, bem como às entidades privadas que atendam, no mínimo, 60% de seus pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS), só sejam obrigados a pagar o piso nacional no limite dos recursos recebidos por meio da assistência financeira prestada pela União para essa finalidade.

    A medida beneficia os profissionais federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal que atuam na área da saúde.

    O piso nacional da enfermagem foi estabelecido pela Lei nº 14.434, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em maio deste ano. A lei prevê que os enfermeiros recebam R$ 7.315, os técnicos de enfermagem R$ 5.120 e os auxiliares de enfermagem e parteiras R$ 3.657.

    Para cumprir a lei, o governo federal destinou R$ 7,3 bilhões para complementar o pagamento do piso aos profissionais que recebem abaixo desses valores. Os recursos serão repassados em nove parcelas em 2023, com valores retroativos a maio e o 13º salário.

    Segundo o Ministério da Saúde, o calendário de repasses foi definido em conjunto com estados, municípios e o Distrito Federal. A pasta informou que já pagou aos servidores federais da categoria de enfermagem os valores complementares dos meses de maio, junho e julho. As demais parcelas serão pagas até dezembro, bem como o 13º salário.

    O ministério esclareceu que o cálculo do piso será aplicado considerando o vencimento básico e as gratificações de caráter geral, fixas e permanentes, não incluídas as de cunho pessoal.

    A implementação do piso nacional da enfermagem foi autorizada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), após o presidente Lula ter sancionado a abertura de crédito especial para essa finalidade.

    Barroso havia suspendido a lei em setembro de 2022, atendendo a um pedido dos estados, que alegaram não ter recursos para arcar com o aumento salarial dos profissionais da enfermagem. Segundo os estados, o impacto nas contas locais seria de R$ 10,5 bilhões.

    Na nova decisão, Barroso determinou que estados, Distrito Federal e municípios, bem como às entidades privadas que atendam, no mínimo, 60% de seus pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS), só sejam obrigados a pagar o piso nacional no limite dos recursos recebidos por meio da assistência financeira prestada pela União para essa finalidade.

  • Estudo de Cambridge mostra diferenças cerebrais em pessoas com excesso de peso ou obesidade

    Estudo de Cambridge mostra diferenças cerebrais em pessoas com excesso de peso ou obesidade

    Um estudo da Universidade de Cambridge, publicado na revista Neuroimage: Clinical, encontrou diferenças no volume do hipotálamo, uma região do cérebro que regula o apetite, entre pessoas com peso saudável, excesso de peso e obesidade.

    Os pesquisadores usaram um algoritmo de aprendizado de máquina para analisar varreduras cerebrais por MRI de 1.351 jovens adultos e descobriram que o hipotálamo era maior nos grupos com excesso de peso e obesos, especialmente nas sub-regiões que controlam a fome e a saciedade por meio da liberação de hormônios.

    Os autores do estudo sugerem que essa diferença pode estar relacionada à inflamação, que pode ser causada por uma dieta rica em gordura e que pode afetar a capacidade de sentir quando se está cheio ou com fome. Eles também dizem que mais pesquisas são necessárias para entender se as mudanças no hipotálamo são uma causa ou uma consequência do aumento do peso corporal.

    A obesidade é um problema de saúde pública que afeta bilhões de pessoas em todo o mundo e aumenta o risco de várias doenças, como diabetes, doenças cardíacas, câncer e problemas mentais. O estudo de Cambridge contribui para a compreensão dos mecanismos cerebrais envolvidos no controle do apetite e na obesidade.

    Os pesquisadores usaram um algoritmo de aprendizado de máquina para analisar varreduras cerebrais por MRI de 1.351 jovens adultos e descobriram que o hipotálamo era maior nos grupos com excesso de peso e obesos, especialmente nas sub-regiões que controlam a fome e a saciedade por meio da liberação de hormônios.

    Os autores do estudo sugerem que essa diferença pode estar relacionada à inflamação, que pode ser causada por uma dieta rica em gordura e que pode afetar a capacidade de sentir quando se está cheio ou com fome. Eles também dizem que mais pesquisas são necessárias para entender se as mudanças no hipotálamo são uma causa ou uma consequência do aumento do peso corporal.

    A obesidade é um problema de saúde pública que afeta bilhões de pessoas em todo o mundo e aumenta o risco de várias doenças, como diabetes, doenças cardíacas, câncer e problemas mentais. O estudo de Cambridge contribui para a compreensão dos mecanismos cerebrais envolvidos no controle do apetite e na obesidade.

  • Como uma nova técnica de estimulação cerebral pode ajudar os pacientes com Parkinson a caminhar melhor

    Como uma nova técnica de estimulação cerebral pode ajudar os pacientes com Parkinson a caminhar melhor

    A doença de Parkinson (PD) é um distúrbio neurodegenerativo que afeta cerca de 10 milhões de pessoas em todo o mundo.

    Um dos sintomas mais comuns e debilitantes da PD é a dificuldade para caminhar, que pode levar a quedas, fraturas e perda de qualidade de vida. Embora existam medicamentos e cirurgias que podem aliviar alguns dos sintomas motores da PD, eles nem sempre são eficazes ou livres de efeitos colaterais. Por isso, há uma necessidade de desenvolver novas terapias que possam melhorar a função da marcha na PD de forma segura e não invasiva.

    Uma equipe de pesquisadores do Japão, liderada pelo Dr. Masahito Kobayashi, da Universidade de Tóquio, encontrou uma possível solução: a estimulação elétrica transcraniana (tES) em circuito fechado. A tES é uma técnica que consiste em aplicar uma corrente elétrica de baixa intensidade no couro cabeludo, visando estimular ou inibir certas regiões do cérebro. A tES em circuito fechado é uma abordagem que adapta a estimulação ao estado fisiológico do indivíduo, usando sensores ou feedbacks para ajustar os parâmetros da estimulação.

    No caso do estudo do Dr. Kobayashi, a tES em circuito fechado foi usada para estimular o cerebelo, uma estrutura cerebral que desempenha um papel-chave no controle da marcha. O cerebelo recebe informações sensoriais e motoras do corpo e do ambiente e as integra para gerar movimentos coordenados e precisos. Na PD, o cerebelo pode ser afetado pela degeneração dos neurônios dopaminérgicos, que são responsáveis pela transmissão de um neurotransmissor chamado dopamina. A dopamina é essencial para regular a atividade cerebral e o movimento voluntário.

    O objetivo do estudo foi testar se a estimulação do cerebelo poderia melhorar a marcha em pacientes com PD ou síndrome de Parkinson (PS), que é um conjunto de distúrbios que apresentam sintomas semelhantes aos da PD, mas com causas diferentes. O estudo recrutou 23 pacientes que foram randomizados para receber o tratamento ativo ou um tratamento simulado sem benefício terapêutico. O tratamento consistiu em aplicar uma corrente elétrica na região occipital da cabeça, usando dois eletrodos conectados a um dispositivo portátil. A corrente elétrica foi ajustada de acordo com o ritmo da marcha dos pacientes, medido por um sensor acoplado ao tornozelo. Os pacientes receberam dez sessões de tratamento, cada uma com duração de 20 minutos, ao longo de duas semanas.

    Os resultados do estudo foram publicados na revista científica Brain Stimulation e mostraram que o tratamento foi seguro e bem tolerado pelos pacientes. Além disso, o tratamento mostrou resultados encorajadores após apenas dez repetições. O grupo de tratamento apresentou uma melhora significativa nos parâmetros da marcha, incluindo velocidade, simetria e comprimento da passada. Essas melhorias foram mantidas por pelo menos duas semanas após o término do tratamento. Em contraste, o grupo simulado não apresentou nenhuma mudança significativa na marcha.

    O estudo sugere que a estimulação cerebral personalizada, sincronizada com o ritmo da marcha individual, pode melhorar efetivamente a função da marcha na PD e na PS e tem potencial para ser usada como uma terapia complementar para a reabilitação da marcha. No entanto, o estudo tem algumas limitações, como o tamanho pequeno da amostra, a duração curta do tratamento e a falta de acompanhamento a longo prazo. Os pesquisadores planejam realizar estudos maiores e mais longos para confirmar os benefícios da tES em circuito fechado na marcha e avaliar seus efeitos em outros aspectos cognitivos e emocionais dos pacientes com PD e PS.

    Fonte: Link.

    Um dos sintomas mais comuns e debilitantes da PD é a dificuldade para caminhar, que pode levar a quedas, fraturas e perda de qualidade de vida. Embora existam medicamentos e cirurgias que podem aliviar alguns dos sintomas motores da PD, eles nem sempre são eficazes ou livres de efeitos colaterais. Por isso, há uma necessidade de desenvolver novas terapias que possam melhorar a função da marcha na PD de forma segura e não invasiva.

    Uma equipe de pesquisadores do Japão, liderada pelo Dr. Masahito Kobayashi, da Universidade de Tóquio, encontrou uma possível solução: a estimulação elétrica transcraniana (tES) em circuito fechado. A tES é uma técnica que consiste em aplicar uma corrente elétrica de baixa intensidade no couro cabeludo, visando estimular ou inibir certas regiões do cérebro. A tES em circuito fechado é uma abordagem que adapta a estimulação ao estado fisiológico do indivíduo, usando sensores ou feedbacks para ajustar os parâmetros da estimulação.

    No caso do estudo do Dr. Kobayashi, a tES em circuito fechado foi usada para estimular o cerebelo, uma estrutura cerebral que desempenha um papel-chave no controle da marcha. O cerebelo recebe informações sensoriais e motoras do corpo e do ambiente e as integra para gerar movimentos coordenados e precisos. Na PD, o cerebelo pode ser afetado pela degeneração dos neurônios dopaminérgicos, que são responsáveis pela transmissão de um neurotransmissor chamado dopamina. A dopamina é essencial para regular a atividade cerebral e o movimento voluntário.

    O objetivo do estudo foi testar se a estimulação do cerebelo poderia melhorar a marcha em pacientes com PD ou síndrome de Parkinson (PS), que é um conjunto de distúrbios que apresentam sintomas semelhantes aos da PD, mas com causas diferentes. O estudo recrutou 23 pacientes que foram randomizados para receber o tratamento ativo ou um tratamento simulado sem benefício terapêutico. O tratamento consistiu em aplicar uma corrente elétrica na região occipital da cabeça, usando dois eletrodos conectados a um dispositivo portátil. A corrente elétrica foi ajustada de acordo com o ritmo da marcha dos pacientes, medido por um sensor acoplado ao tornozelo. Os pacientes receberam dez sessões de tratamento, cada uma com duração de 20 minutos, ao longo de duas semanas.

    Os resultados do estudo foram publicados na revista científica Brain Stimulation e mostraram que o tratamento foi seguro e bem tolerado pelos pacientes. Além disso, o tratamento mostrou resultados encorajadores após apenas dez repetições. O grupo de tratamento apresentou uma melhora significativa nos parâmetros da marcha, incluindo velocidade, simetria e comprimento da passada. Essas melhorias foram mantidas por pelo menos duas semanas após o término do tratamento. Em contraste, o grupo simulado não apresentou nenhuma mudança significativa na marcha.

    O estudo sugere que a estimulação cerebral personalizada, sincronizada com o ritmo da marcha individual, pode melhorar efetivamente a função da marcha na PD e na PS e tem potencial para ser usada como uma terapia complementar para a reabilitação da marcha. No entanto, o estudo tem algumas limitações, como o tamanho pequeno da amostra, a duração curta do tratamento e a falta de acompanhamento a longo prazo. Os pesquisadores planejam realizar estudos maiores e mais longos para confirmar os benefícios da tES em circuito fechado na marcha e avaliar seus efeitos em outros aspectos cognitivos e emocionais dos pacientes com PD e PS.

    Fonte: Link.

  • James Webb descobre estrelas gigantes e evidência de matéria escura

    James Webb descobre estrelas gigantes e evidência de matéria escura

    Um novo tipo de estrela foi descoberto pelo Telescópio Espacial James Webb, o mais poderoso telescópio já construído pela humanidade.

    Essas estrelas são tão grandes e brilhantes que desafiam as leis da física que conhecemos. Elas foram batizadas de Godzilla e Mothra, em homenagem aos monstros gigantes do cinema japonês.

    As estrelas Godzilla e Mothra estão localizadas em uma região muito distante do universo, a cerca de 11 bilhões de anos-luz da Terra. Isso significa que a luz que elas emitem leva 11 bilhões de anos para chegar até nós, ou seja, estamos vendo como elas eram no passado remoto. Para se ter uma ideia, o nosso Sol tem apenas 4,6 bilhões de anos de idade.

    Como podemos ver essas estrelas tão longínquas? A resposta está em um fenômeno chamado lente gravitacional, que ocorre quando a gravidade de um objeto muito massivo, como um aglomerado de galáxias, curva o espaço-tempo ao seu redor e desvia a luz que passa por ele. Isso faz com que o objeto atue como uma lente, ampliando e distorcendo a imagem de objetos mais distantes. No caso das estrelas Godzilla e Mothra, elas estão atrás de um aglomerado chamado max0416, que funciona como uma lupa cósmica.

    Além de revelar a existência dessas estrelas misteriosas, o estudo também encontrou uma evidência para a matéria escura, uma substância invisível que compõe cerca de 85% da massa do universo. Os cientistas detectaram uma partícula muito leve, chamada axion, que poderia ser um dos componentes da matéria escura. Essa partícula é tão difícil de ser observada que os pesquisadores tiveram que usar um método indireto, baseado na forma como ela interage com a luz das estrelas.

    O Telescópio Espacial James Webb é uma das maiores conquistas da ciência e da tecnologia, capaz de explorar as fronteiras do universo e revelar seus segredos. Com ele, podemos aprender mais sobre as origens das estrelas, galáxias e planetas, e talvez até encontrar sinais de vida extraterrestre. As estrelas Godzilla e Mothra são apenas um exemplo das maravilhas que esse telescópio pode nos mostrar.

    Essas estrelas são tão grandes e brilhantes que desafiam as leis da física que conhecemos. Elas foram batizadas de Godzilla e Mothra, em homenagem aos monstros gigantes do cinema japonês.

    As estrelas Godzilla e Mothra estão localizadas em uma região muito distante do universo, a cerca de 11 bilhões de anos-luz da Terra. Isso significa que a luz que elas emitem leva 11 bilhões de anos para chegar até nós, ou seja, estamos vendo como elas eram no passado remoto. Para se ter uma ideia, o nosso Sol tem apenas 4,6 bilhões de anos de idade.

    Como podemos ver essas estrelas tão longínquas? A resposta está em um fenômeno chamado lente gravitacional, que ocorre quando a gravidade de um objeto muito massivo, como um aglomerado de galáxias, curva o espaço-tempo ao seu redor e desvia a luz que passa por ele. Isso faz com que o objeto atue como uma lente, ampliando e distorcendo a imagem de objetos mais distantes. No caso das estrelas Godzilla e Mothra, elas estão atrás de um aglomerado chamado max0416, que funciona como uma lupa cósmica.

    Além de revelar a existência dessas estrelas misteriosas, o estudo também encontrou uma evidência para a matéria escura, uma substância invisível que compõe cerca de 85% da massa do universo. Os cientistas detectaram uma partícula muito leve, chamada axion, que poderia ser um dos componentes da matéria escura. Essa partícula é tão difícil de ser observada que os pesquisadores tiveram que usar um método indireto, baseado na forma como ela interage com a luz das estrelas.

    O Telescópio Espacial James Webb é uma das maiores conquistas da ciência e da tecnologia, capaz de explorar as fronteiras do universo e revelar seus segredos. Com ele, podemos aprender mais sobre as origens das estrelas, galáxias e planetas, e talvez até encontrar sinais de vida extraterrestre. As estrelas Godzilla e Mothra são apenas um exemplo das maravilhas que esse telescópio pode nos mostrar.