Tag: Brasil

  • O que é a esclerose lateral amiotrófica e como ela afeta o corpo humano?

    O que é a esclerose lateral amiotrófica e como ela afeta o corpo humano?

    A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença neurológica degenerativa que afeta os neurônios motores, que são as células nervosas responsáveis pelo controle dos movimentos voluntários dos músculos.

    A ELA causa a perda progressiva e irreversível da força e da coordenação muscular, levando à paralisia e à dificuldade para falar, engolir e respirar. A ELA não tem cura e a sua causa é desconhecida na maioria dos casos.

    A ELA é uma doença rara, que afeta cerca de cinco em cada 100 mil pessoas no mundo. Ela é mais comum em homens entre 40 e 50 anos, mas pode ocorrer em qualquer idade e sexo. A ELA pode ser classificada em dois tipos: esporádica e familiar. A forma esporádica é a mais frequente, representando cerca de 90% dos casos, e não tem uma causa definida. A forma familiar é hereditária, representando cerca de 10% dos casos, e está relacionada a mutações genéticas em alguns genes.

    Os sintomas da ELA variam de acordo com a área do cérebro afetada, mas podem incluir:

    • Fraqueza muscular, que pode começar em um braço ou uma perna e se espalhar para outras partes do corpo.

    • Cãibras, fasciculações (contrações involuntárias dos músculos) e atrofia muscular.

    • Alterações na voz, na fala e na articulação das palavras.

    • Dificuldade para engolir, mastigar e salivar.

    • Dificuldade para respirar, que pode exigir o uso de ventilação mecânica.

    • Alterações no humor, na personalidade e na cognição.

    O diagnóstico da ELA é feito por meio de exames clínicos, de imagem, de sangue e de punção lombar. Não há um exame específico para confirmar a doença, mas sim para descartar outras condições que possam causar sintomas semelhantes. O tratamento da ELA visa atrasar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida do paciente, com o uso de medicamentos, fisioterapia, fonoaudiologia e suporte respiratório. A expectativa de vida média após o diagnóstico é de três a cinco anos, mas alguns casos podem ter maior longevidade.

    A ELA é uma doença grave e incurável, que afeta profundamente a vida do paciente e de seus familiares. Por isso, é importante buscar apoio médico, psicológico e social para enfrentar os desafios impostos pela doença. Além disso, é fundamental apoiar as pesquisas científicas que buscam compreender melhor as causas, os mecanismos e os possíveis tratamentos para a ELA.

    A ELA causa a perda progressiva e irreversível da força e da coordenação muscular, levando à paralisia e à dificuldade para falar, engolir e respirar. A ELA não tem cura e a sua causa é desconhecida na maioria dos casos.

    A ELA é uma doença rara, que afeta cerca de cinco em cada 100 mil pessoas no mundo. Ela é mais comum em homens entre 40 e 50 anos, mas pode ocorrer em qualquer idade e sexo. A ELA pode ser classificada em dois tipos: esporádica e familiar. A forma esporádica é a mais frequente, representando cerca de 90% dos casos, e não tem uma causa definida. A forma familiar é hereditária, representando cerca de 10% dos casos, e está relacionada a mutações genéticas em alguns genes.

    Os sintomas da ELA variam de acordo com a área do cérebro afetada, mas podem incluir:

    • Fraqueza muscular, que pode começar em um braço ou uma perna e se espalhar para outras partes do corpo.

    • Cãibras, fasciculações (contrações involuntárias dos músculos) e atrofia muscular.

    • Alterações na voz, na fala e na articulação das palavras.

    • Dificuldade para engolir, mastigar e salivar.

    • Dificuldade para respirar, que pode exigir o uso de ventilação mecânica.

    • Alterações no humor, na personalidade e na cognição.

    O diagnóstico da ELA é feito por meio de exames clínicos, de imagem, de sangue e de punção lombar. Não há um exame específico para confirmar a doença, mas sim para descartar outras condições que possam causar sintomas semelhantes. O tratamento da ELA visa atrasar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida do paciente, com o uso de medicamentos, fisioterapia, fonoaudiologia e suporte respiratório. A expectativa de vida média após o diagnóstico é de três a cinco anos, mas alguns casos podem ter maior longevidade.

    A ELA é uma doença grave e incurável, que afeta profundamente a vida do paciente e de seus familiares. Por isso, é importante buscar apoio médico, psicológico e social para enfrentar os desafios impostos pela doença. Além disso, é fundamental apoiar as pesquisas científicas que buscam compreender melhor as causas, os mecanismos e os possíveis tratamentos para a ELA.

  • Os piores sintomas da baixa umidade do ar e o que fazer para amenizar os seus efeitos

    Os piores sintomas da baixa umidade do ar e o que fazer para amenizar os seus efeitos

    Você já sentiu a sua pele mais seca, os seus olhos mais irritados e a sua garganta mais arranhada em dias de tempo seco?

    Esses são alguns dos sintomas que a baixa umidade do ar pode causar no seu organismo. A umidade do ar é a quantidade de vapor de água presente na atmosfera, e ela varia de acordo com o clima, a temperatura e a altitude. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que a umidade do ar ideal para o bem-estar humano seja entre 40% e 70%. Quando ela cai abaixo de 30%, é considerada uma situação de alerta, pois pode trazer diversos problemas de saúde.

    A baixa umidade do ar resseca as mucosas que revestem o nariz, a boca e os olhos, diminuindo a sua capacidade de defesa contra agentes externos, como vírus, bactérias e poluentes. Isso pode favorecer o surgimento de infecções respiratórias, como sinusite, rinite, faringite, laringite, bronquite e pneumonia. Além disso, a baixa umidade do ar pode causar irritação nos olhos, nariz e garganta, dor de cabeça, sangramento nasal, alergias, asma e desidratação. As pessoas mais vulneráveis aos efeitos da baixa umidade do ar são as crianças, os idosos, os fumantes e os portadores de doenças crônicas.

    Para se proteger dos danos da baixa umidade do ar, é importante seguir algumas medidas simples, mas eficazes. A principal delas é manter a hidratação interna do corpo, bebendo pelo menos dois litros de água por dia e evitando bebidas alcoólicas e cafeinadas, que podem aumentar a perda de líquidos. Outra dica é usar umidificadores de ar ou toalhas molhadas nos ambientes fechados, para aumentar a umidade do ar e evitar o ressecamento das mucosas. Também é recomendável evitar exposição ao sol e exercícios físicos intensos nos horários mais secos do dia, geralmente entre 10h e 16h.

    Além disso, é aconselhável usar soro fisiológico para lubrificar os olhos e o nariz, usar hidratantes para a pele e evitar o uso de ar-condicionado. Por fim, é importante procurar um médico se os sintomas persistirem ou se agravarem.

    A baixa umidade do ar é uma condição climática que pode afetar negativamente a sua saúde. Por isso, é essencial estar atento aos sinais do seu corpo e adotar hábitos saudáveis para prevenir e aliviar os seus efeitos.

    Esses são alguns dos sintomas que a baixa umidade do ar pode causar no seu organismo. A umidade do ar é a quantidade de vapor de água presente na atmosfera, e ela varia de acordo com o clima, a temperatura e a altitude. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que a umidade do ar ideal para o bem-estar humano seja entre 40% e 70%. Quando ela cai abaixo de 30%, é considerada uma situação de alerta, pois pode trazer diversos problemas de saúde.

    A baixa umidade do ar resseca as mucosas que revestem o nariz, a boca e os olhos, diminuindo a sua capacidade de defesa contra agentes externos, como vírus, bactérias e poluentes. Isso pode favorecer o surgimento de infecções respiratórias, como sinusite, rinite, faringite, laringite, bronquite e pneumonia. Além disso, a baixa umidade do ar pode causar irritação nos olhos, nariz e garganta, dor de cabeça, sangramento nasal, alergias, asma e desidratação. As pessoas mais vulneráveis aos efeitos da baixa umidade do ar são as crianças, os idosos, os fumantes e os portadores de doenças crônicas.

    Para se proteger dos danos da baixa umidade do ar, é importante seguir algumas medidas simples, mas eficazes. A principal delas é manter a hidratação interna do corpo, bebendo pelo menos dois litros de água por dia e evitando bebidas alcoólicas e cafeinadas, que podem aumentar a perda de líquidos. Outra dica é usar umidificadores de ar ou toalhas molhadas nos ambientes fechados, para aumentar a umidade do ar e evitar o ressecamento das mucosas. Também é recomendável evitar exposição ao sol e exercícios físicos intensos nos horários mais secos do dia, geralmente entre 10h e 16h.

    Além disso, é aconselhável usar soro fisiológico para lubrificar os olhos e o nariz, usar hidratantes para a pele e evitar o uso de ar-condicionado. Por fim, é importante procurar um médico se os sintomas persistirem ou se agravarem.

    A baixa umidade do ar é uma condição climática que pode afetar negativamente a sua saúde. Por isso, é essencial estar atento aos sinais do seu corpo e adotar hábitos saudáveis para prevenir e aliviar os seus efeitos.

  • Quais são as cinco camadas da atmosfera terrestre

    Quais são as cinco camadas da atmosfera terrestre

    A atmosfera é a camada de gases que envolve a Terra e que permite a existência de vida no planeta.

    Ela é composta por diferentes gases, como nitrogênio, oxigênio, argônio, dióxido de carbono e vapor de água, além de partículas sólidas e líquidas, como poeira, fumaça, poluentes e gotículas de água. A atmosfera tem uma espessura de cerca de 10 mil km, mas a maior parte da sua massa está concentrada nos primeiros 16 km acima da superfície.

    A atmosfera não é homogênea, mas sim dividida em camadas, baseadas na variação de temperatura e pressão. Cada camada tem características próprias e influencia os fenômenos que ocorrem na Terra e no espaço. As cinco camadas da atmosfera são: troposfera, estratosfera, mesosfera, termosfera e exosfera.

    Troposfera

    A troposfera é a camada mais próxima da superfície terrestre, onde vivem e respiram os seres vivos. Ela contém cerca de 75% da massa da atmosfera e 99% do vapor de água. A temperatura na troposfera diminui com a altitude, chegando a cerca de -60°C no seu limite superior, chamado de tropopausa. A altura da tropopausa varia de acordo com a latitude e a estação do ano, sendo maior nos trópicos (cerca de 20 km) e menor nos polos (cerca de 8 km).

    É na troposfera que ocorrem os fenômenos meteorológicos, como chuva, nuvens, relâmpagos e poluição do ar. A troposfera é movimentada por correntes de ar horizontais (ventos) e verticais (convecção), que são causadas pela diferença de temperatura entre as regiões da Terra. Essas correntes de ar formam os sistemas climáticos, como as massas de ar, as frentes e as zonas de convergência.

    Estratosfera

    A estratosfera é a segunda camada da atmosfera, onde se encontra a camada de ozônio, que protege a Terra dos raios ultravioleta do Sol. A camada de ozônio é formada por moléculas de ozônio (O3), que absorvem a radiação solar e aquecem a estratosfera. Por isso, a temperatura na estratosfera aumenta com a altitude, chegando a cerca de 0°C no seu limite superior, chamado de estratopausa. A altura da estratopausa varia entre 45 e 55 km.

    A estratosfera é uma camada estável, com pouca turbulência e umidade. É nessa camada que circulam os aviões supersônicos e os balões meteorológicos. A estratosfera também é afetada pela atividade solar, que pode provocar variações na concentração de ozônio e na temperatura.

    Mesosfera

    A mesosfera é a terceira camada da atmosfera, onde a temperatura volta a diminuir com a altitude, chegando a cerca de -90°C no seu limite superior, chamado de mesopausa. É considerada a camada mais fria da atmosfera. A altura da mesopausa varia entre 80 e 90 km.

    A mesosfera é uma camada pouco conhecida, pois é difícil de ser estudada por instrumentos terrestres ou satélites. É nessa camada que a maioria dos meteoros são queimados pela fricção com o ar, produzindo rastros luminosos no céu. A mesosfera também apresenta fenômenos como as nuvens noturnas polares e as ondas de gravidade.

    Termosfera

    A termosfera é a quarta camada da atmosfera, onde a temperatura aumenta novamente com a altitude, chegando a mais de 1000°C no seu limite superior, chamado de termopausa. Isso se deve à absorção de radiação solar de alta energia pelos gases raros presentes nessa camada, como hélio, hidrogênio e oxigênio atômico. A altura da termopausa varia entre 500 e 1000 km.

    A termosfera é uma camada muito rarefeita, com baixa densidade e pressão. É nessa camada que ocorrem os fenômenos luminosos conhecidos como auroras polares, que são causados pela interação entre as partículas carregadas do vento solar e o campo magnético terrestre. A termosfera também é a camada onde se encontram a ionosfera e a magnetosfera, que são importantes para a comunicação por rádio e a proteção contra as tempestades solares.

    Exosfera

    A exosfera é a quinta e última camada da atmosfera, onde os gases se tornam muito rarefeitos e se misturam com o espaço sideral. Não há uma fronteira definida entre a exosfera e o espaço, mas estima-se que ela se estenda até uma altitude de cerca de 10 mil km. A temperatura na exosfera depende da radiação solar e pode variar entre -270°C e 1000°C.

    A exosfera é uma camada transitória, onde os átomos e moléculas de gases podem escapar da gravidade terrestre ou ser capturados por ela. É nessa camada que orbitam os satélites artificiais, como os de comunicação, observação e navegação.

    Ela é composta por diferentes gases, como nitrogênio, oxigênio, argônio, dióxido de carbono e vapor de água, além de partículas sólidas e líquidas, como poeira, fumaça, poluentes e gotículas de água. A atmosfera tem uma espessura de cerca de 10 mil km, mas a maior parte da sua massa está concentrada nos primeiros 16 km acima da superfície.

    A atmosfera não é homogênea, mas sim dividida em camadas, baseadas na variação de temperatura e pressão. Cada camada tem características próprias e influencia os fenômenos que ocorrem na Terra e no espaço. As cinco camadas da atmosfera são: troposfera, estratosfera, mesosfera, termosfera e exosfera.

    Troposfera

    A troposfera é a camada mais próxima da superfície terrestre, onde vivem e respiram os seres vivos. Ela contém cerca de 75% da massa da atmosfera e 99% do vapor de água. A temperatura na troposfera diminui com a altitude, chegando a cerca de -60°C no seu limite superior, chamado de tropopausa. A altura da tropopausa varia de acordo com a latitude e a estação do ano, sendo maior nos trópicos (cerca de 20 km) e menor nos polos (cerca de 8 km).

    É na troposfera que ocorrem os fenômenos meteorológicos, como chuva, nuvens, relâmpagos e poluição do ar. A troposfera é movimentada por correntes de ar horizontais (ventos) e verticais (convecção), que são causadas pela diferença de temperatura entre as regiões da Terra. Essas correntes de ar formam os sistemas climáticos, como as massas de ar, as frentes e as zonas de convergência.

    Estratosfera

    A estratosfera é a segunda camada da atmosfera, onde se encontra a camada de ozônio, que protege a Terra dos raios ultravioleta do Sol. A camada de ozônio é formada por moléculas de ozônio (O3), que absorvem a radiação solar e aquecem a estratosfera. Por isso, a temperatura na estratosfera aumenta com a altitude, chegando a cerca de 0°C no seu limite superior, chamado de estratopausa. A altura da estratopausa varia entre 45 e 55 km.

    A estratosfera é uma camada estável, com pouca turbulência e umidade. É nessa camada que circulam os aviões supersônicos e os balões meteorológicos. A estratosfera também é afetada pela atividade solar, que pode provocar variações na concentração de ozônio e na temperatura.

    Mesosfera

    A mesosfera é a terceira camada da atmosfera, onde a temperatura volta a diminuir com a altitude, chegando a cerca de -90°C no seu limite superior, chamado de mesopausa. É considerada a camada mais fria da atmosfera. A altura da mesopausa varia entre 80 e 90 km.

    A mesosfera é uma camada pouco conhecida, pois é difícil de ser estudada por instrumentos terrestres ou satélites. É nessa camada que a maioria dos meteoros são queimados pela fricção com o ar, produzindo rastros luminosos no céu. A mesosfera também apresenta fenômenos como as nuvens noturnas polares e as ondas de gravidade.

    Termosfera

    A termosfera é a quarta camada da atmosfera, onde a temperatura aumenta novamente com a altitude, chegando a mais de 1000°C no seu limite superior, chamado de termopausa. Isso se deve à absorção de radiação solar de alta energia pelos gases raros presentes nessa camada, como hélio, hidrogênio e oxigênio atômico. A altura da termopausa varia entre 500 e 1000 km.

    A termosfera é uma camada muito rarefeita, com baixa densidade e pressão. É nessa camada que ocorrem os fenômenos luminosos conhecidos como auroras polares, que são causados pela interação entre as partículas carregadas do vento solar e o campo magnético terrestre. A termosfera também é a camada onde se encontram a ionosfera e a magnetosfera, que são importantes para a comunicação por rádio e a proteção contra as tempestades solares.

    Exosfera

    A exosfera é a quinta e última camada da atmosfera, onde os gases se tornam muito rarefeitos e se misturam com o espaço sideral. Não há uma fronteira definida entre a exosfera e o espaço, mas estima-se que ela se estenda até uma altitude de cerca de 10 mil km. A temperatura na exosfera depende da radiação solar e pode variar entre -270°C e 1000°C.

    A exosfera é uma camada transitória, onde os átomos e moléculas de gases podem escapar da gravidade terrestre ou ser capturados por ela. É nessa camada que orbitam os satélites artificiais, como os de comunicação, observação e navegação.

  • O que é o Drex, a moeda digital brasileira que promete revolucionar o sistema financeiro

    O que é o Drex, a moeda digital brasileira que promete revolucionar o sistema financeiro

    O Banco Central (BC) está desenvolvendo o Drex, uma versão virtual do real que poderá ser usada para realizar pagamentos, transferências, compras e vendas de forma rápida, barata e segura, sem a necessidade de intermediários financeiros.

    O Drex será uma moeda de curso legal, com as mesmas características e garantias da moeda física, mas com a vantagem de ser totalmente digital.

    Mas como funcionará o Drex? Quais são os benefícios e os desafios dessa nova forma de dinheiro? E quando ele estará disponível para o público? Neste artigo, vamos responder essas e outras perguntas sobre o Drex, a moeda digital brasileira que promete revolucionar o sistema financeiro.

    O que é o Drex?

    O Drex é o nome dado à moeda digital brasileira que está sendo desenvolvida pelo BC. O nome é uma abreviação de “digital real”, ou seja, real digital. O Drex será uma representação eletrônica do real, com as mesmas funções e propriedades da moeda física, mas com a diferença de que não existirá em forma de cédulas ou moedas, mas sim em forma de dados armazenados em dispositivos eletrônicos.

    O Drex será emitido e controlado pelo BC, que será o único responsável pela sua criação, distribuição e regulação. O Drex será uma moeda de curso forçado, ou seja, terá aceitação obrigatória em todo o território nacional. O Drex também terá paridade com o real, ou seja, um Drex valerá um real.

    Como funcionará o Drex?

    O Drex funcionará por meio de uma tecnologia chamada Distributed Ledger Technology (DLT), ou tecnologia de registro distribuído. Essa tecnologia permite que as transações sejam registradas e validadas por uma rede de computadores, sem a necessidade de um intermediário centralizado. A DLT garante a segurança, a transparência e a rastreabilidade das operações com o Drex.

    Para usar o Drex, os usuários precisarão ter um dispositivo eletrônico, como um celular ou um computador, que possa se conectar à internet e acessar uma carteira digital. A carteira digital será um aplicativo que permitirá aos usuários armazenar, enviar e receber Drex. A carteira digital também poderá ser integrada a outros serviços financeiros, como bancos, fintechs e plataformas de pagamento.

    As transações com o Drex serão realizadas por meio de códigos QR ou NFC (Near Field Communication), que permitirão a troca de informações entre os dispositivos dos usuários. As transações serão instantâneas e irrevogáveis, ou seja, não poderão ser canceladas ou estornadas depois de confirmadas. As transações também serão anônimas, mas não ilimitadas, ou seja, haverá um limite máximo de valor por operação e por período.

    Quais são os benefícios do Drex?

    O Drex trará uma série de benefícios para os usuários, para o mercado financeiro e para a economia brasileira. Entre eles, podemos destacar:

    • Maior rapidez: as transações com o Drex serão realizadas em segundos, sem depender do horário bancário ou da compensação dos intermediários financeiros.

    • Menor custo: as transações com o Drex serão gratuitas ou terão taxas muito baixas, reduzindo os custos operacionais e aumentando a eficiência do sistema financeiro.

    • Maior segurança: as transações com o Drex serão protegidas pela criptografia e pela validação da rede de computadores, evitando fraudes, falsificações e roubos.

    • Maior inclusão: o Drex permitirá que pessoas e empresas que não têm acesso aos serviços bancários ou que pagam altas taxas por eles possam participar do sistema financeiro de forma simples e acessível.

    • Maior facilidade: o Drex poderá ser usado para comprar e vender produtos e serviços em qualquer país que aceite o Drex, facilitando o comércio internacional e a integração econômica.

    • Maior inovação: o Drex incentivará a criação de novos modelos de negócio e soluções baseadas em tecnologia, estimulando a competição e a diversificação do mercado financeiro.

    Quais são os desafios do Drex?

    O Drex também trará alguns desafios para o BC, para os usuários e para a sociedade. Entre eles, podemos citar:

    • Regulação: o BC terá que definir as regras e os padrões para o funcionamento, a supervisão e a fiscalização do Drex, garantindo a sua estabilidade, a sua confiabilidade e a sua conformidade com as normas legais e internacionais.

    • Educação: os usuários terão que aprender a usar o Drex, entendendo os seus benefícios, os seus riscos e as suas responsabilidades. O BC terá que promover campanhas de conscientização e capacitação para difundir o conhecimento sobre o Drex.

    • Infraestrutura: os usuários terão que ter acesso a dispositivos eletrônicos e à internet para usar o Drex. O BC terá que garantir que a rede de computadores que suporta o Drex seja robusta, resiliente e segura.

    • Privacidade: os usuários terão que proteger os seus dados pessoais e financeiros ao usar o Drex. O BC terá que respeitar o direito à privacidade dos usuários, mas também ter acesso às informações necessárias para combater crimes como lavagem de dinheiro, evasão fiscal e financiamento ao terrorismo.

    • Sustentabilidade: o Drex terá um impacto ambiental menor do que a moeda física, mas também consumirá energia e recursos para funcionar. O BC terá que avaliar o impacto ambiental do Drex e adotar medidas para reduzi-lo.

    Quando o Drex estará disponível?

    O Drex ainda está em fase de testes e deve ser lançado para o público apenas no final de 2024. O BC está estudando os aspectos técnicos, regulatórios, jurídicos e econômicos da moeda digital, bem como os possíveis impactos na sociedade e no meio ambiente. O BC também está dialogando com outros países e organizações internacionais para garantir a interoperabilidade e a conformidade do Drex com os padrões globais.

    O BC já divulgou alguns detalhes sobre o projeto do Drex, como o seu nome, o seu design, o seu funcionamento e os seus objetivos. O BC também já realizou algumas demonstrações públicas do Drex, como a transferência de valores entre dois celulares e a compra de um café com a moeda digital. O BC pretende realizar mais testes e consultas públicas antes de lançar o Drex oficialmente.

    O Drex é a moeda digital brasileira que está sendo desenvolvida pelo BC. Ela será uma versão virtual do real, com as mesmas características e garantias da moeda física, mas sem a necessidade de intermediários financeiros para as transações. O Drex trará benefícios como maior rapidez, menor custo, maior segurança, maior inclusão, maior facilidade e maior inovação para os usuários, para o mercado financeiro e para a economia brasileira. O Drex também trará desafios como regulação, educação, infraestrutura, privacidade e sustentabilidade para o BC, para os usuários e para a sociedade. O Drex ainda está em fase de testes e deve ser lançado para o público apenas no final de 2024.

    O Drex será uma moeda de curso legal, com as mesmas características e garantias da moeda física, mas com a vantagem de ser totalmente digital.

    Mas como funcionará o Drex? Quais são os benefícios e os desafios dessa nova forma de dinheiro? E quando ele estará disponível para o público? Neste artigo, vamos responder essas e outras perguntas sobre o Drex, a moeda digital brasileira que promete revolucionar o sistema financeiro.

    O que é o Drex?

    O Drex é o nome dado à moeda digital brasileira que está sendo desenvolvida pelo BC. O nome é uma abreviação de “digital real”, ou seja, real digital. O Drex será uma representação eletrônica do real, com as mesmas funções e propriedades da moeda física, mas com a diferença de que não existirá em forma de cédulas ou moedas, mas sim em forma de dados armazenados em dispositivos eletrônicos.

    O Drex será emitido e controlado pelo BC, que será o único responsável pela sua criação, distribuição e regulação. O Drex será uma moeda de curso forçado, ou seja, terá aceitação obrigatória em todo o território nacional. O Drex também terá paridade com o real, ou seja, um Drex valerá um real.

    Como funcionará o Drex?

    O Drex funcionará por meio de uma tecnologia chamada Distributed Ledger Technology (DLT), ou tecnologia de registro distribuído. Essa tecnologia permite que as transações sejam registradas e validadas por uma rede de computadores, sem a necessidade de um intermediário centralizado. A DLT garante a segurança, a transparência e a rastreabilidade das operações com o Drex.

    Para usar o Drex, os usuários precisarão ter um dispositivo eletrônico, como um celular ou um computador, que possa se conectar à internet e acessar uma carteira digital. A carteira digital será um aplicativo que permitirá aos usuários armazenar, enviar e receber Drex. A carteira digital também poderá ser integrada a outros serviços financeiros, como bancos, fintechs e plataformas de pagamento.

    As transações com o Drex serão realizadas por meio de códigos QR ou NFC (Near Field Communication), que permitirão a troca de informações entre os dispositivos dos usuários. As transações serão instantâneas e irrevogáveis, ou seja, não poderão ser canceladas ou estornadas depois de confirmadas. As transações também serão anônimas, mas não ilimitadas, ou seja, haverá um limite máximo de valor por operação e por período.

    Quais são os benefícios do Drex?

    O Drex trará uma série de benefícios para os usuários, para o mercado financeiro e para a economia brasileira. Entre eles, podemos destacar:

    • Maior rapidez: as transações com o Drex serão realizadas em segundos, sem depender do horário bancário ou da compensação dos intermediários financeiros.

    • Menor custo: as transações com o Drex serão gratuitas ou terão taxas muito baixas, reduzindo os custos operacionais e aumentando a eficiência do sistema financeiro.

    • Maior segurança: as transações com o Drex serão protegidas pela criptografia e pela validação da rede de computadores, evitando fraudes, falsificações e roubos.

    • Maior inclusão: o Drex permitirá que pessoas e empresas que não têm acesso aos serviços bancários ou que pagam altas taxas por eles possam participar do sistema financeiro de forma simples e acessível.

    • Maior facilidade: o Drex poderá ser usado para comprar e vender produtos e serviços em qualquer país que aceite o Drex, facilitando o comércio internacional e a integração econômica.

    • Maior inovação: o Drex incentivará a criação de novos modelos de negócio e soluções baseadas em tecnologia, estimulando a competição e a diversificação do mercado financeiro.

    Quais são os desafios do Drex?

    O Drex também trará alguns desafios para o BC, para os usuários e para a sociedade. Entre eles, podemos citar:

    • Regulação: o BC terá que definir as regras e os padrões para o funcionamento, a supervisão e a fiscalização do Drex, garantindo a sua estabilidade, a sua confiabilidade e a sua conformidade com as normas legais e internacionais.

    • Educação: os usuários terão que aprender a usar o Drex, entendendo os seus benefícios, os seus riscos e as suas responsabilidades. O BC terá que promover campanhas de conscientização e capacitação para difundir o conhecimento sobre o Drex.

    • Infraestrutura: os usuários terão que ter acesso a dispositivos eletrônicos e à internet para usar o Drex. O BC terá que garantir que a rede de computadores que suporta o Drex seja robusta, resiliente e segura.

    • Privacidade: os usuários terão que proteger os seus dados pessoais e financeiros ao usar o Drex. O BC terá que respeitar o direito à privacidade dos usuários, mas também ter acesso às informações necessárias para combater crimes como lavagem de dinheiro, evasão fiscal e financiamento ao terrorismo.

    • Sustentabilidade: o Drex terá um impacto ambiental menor do que a moeda física, mas também consumirá energia e recursos para funcionar. O BC terá que avaliar o impacto ambiental do Drex e adotar medidas para reduzi-lo.

    Quando o Drex estará disponível?

    O Drex ainda está em fase de testes e deve ser lançado para o público apenas no final de 2024. O BC está estudando os aspectos técnicos, regulatórios, jurídicos e econômicos da moeda digital, bem como os possíveis impactos na sociedade e no meio ambiente. O BC também está dialogando com outros países e organizações internacionais para garantir a interoperabilidade e a conformidade do Drex com os padrões globais.

    O BC já divulgou alguns detalhes sobre o projeto do Drex, como o seu nome, o seu design, o seu funcionamento e os seus objetivos. O BC também já realizou algumas demonstrações públicas do Drex, como a transferência de valores entre dois celulares e a compra de um café com a moeda digital. O BC pretende realizar mais testes e consultas públicas antes de lançar o Drex oficialmente.

    O Drex é a moeda digital brasileira que está sendo desenvolvida pelo BC. Ela será uma versão virtual do real, com as mesmas características e garantias da moeda física, mas sem a necessidade de intermediários financeiros para as transações. O Drex trará benefícios como maior rapidez, menor custo, maior segurança, maior inclusão, maior facilidade e maior inovação para os usuários, para o mercado financeiro e para a economia brasileira. O Drex também trará desafios como regulação, educação, infraestrutura, privacidade e sustentabilidade para o BC, para os usuários e para a sociedade. O Drex ainda está em fase de testes e deve ser lançado para o público apenas no final de 2024.

  • Hidroximetilbutirato: o suplemento que pode proteger a memória e prevenir o Alzheimer

    Hidroximetilbutirato: o suplemento que pode proteger a memória e prevenir o Alzheimer

    O Alzheimer é uma doença degenerativa que afeta milhões de pessoas no mundo. A perda de memória é um dos sintomas mais comuns e devastadores dessa condição.

    Um suplemento chamado hidroximetilbutirato (HMB), uma substância que o corpo produz naturalmente a partir do aminoácido leucina e usado por fisiculturistas para aumentar o músculo e a força, também pode ter benefícios para o cérebro.

    Em um novo estudo, pesquisadores descobriram que HMB entra no cérebro e aumenta as proteínas que favorecem os neurônios, as células nervosas responsáveis pela comunicação e pelo aprendizado. Além disso, HMB estimula um receptor hormonal chamado PPAR-alfa, que regula o transporte de ácidos graxos no cérebro. Esses ácidos graxos são importantes para a energia e a proteção das membranas celulares.

    O estudo foi realizado em ratos com Alzheimer induzido geneticamente. Os animais que receberam HMB por dois meses tiveram melhor desempenho em testes de memória e aprendizado do que os que não receberam. Eles também apresentaram menos inflamação e estresse oxidativo no cérebro, fatores que contribuem para a degeneração neuronal.

    Os autores do estudo afirmam que HMB é seguro e sem efeitos colaterais conhecidos. Eles esperam que os resultados possam ser replicados em humanos e que HMB possa se tornar uma estratégia preventiva ou terapêutica para o Alzheimer.

    O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos e publicado na revista Cell Reports.

    Fonte: Link.

    Um suplemento chamado hidroximetilbutirato (HMB), uma substância que o corpo produz naturalmente a partir do aminoácido leucina e usado por fisiculturistas para aumentar o músculo e a força, também pode ter benefícios para o cérebro.

    Em um novo estudo, pesquisadores descobriram que HMB entra no cérebro e aumenta as proteínas que favorecem os neurônios, as células nervosas responsáveis pela comunicação e pelo aprendizado. Além disso, HMB estimula um receptor hormonal chamado PPAR-alfa, que regula o transporte de ácidos graxos no cérebro. Esses ácidos graxos são importantes para a energia e a proteção das membranas celulares.

    O estudo foi realizado em ratos com Alzheimer induzido geneticamente. Os animais que receberam HMB por dois meses tiveram melhor desempenho em testes de memória e aprendizado do que os que não receberam. Eles também apresentaram menos inflamação e estresse oxidativo no cérebro, fatores que contribuem para a degeneração neuronal.

    Os autores do estudo afirmam que HMB é seguro e sem efeitos colaterais conhecidos. Eles esperam que os resultados possam ser replicados em humanos e que HMB possa se tornar uma estratégia preventiva ou terapêutica para o Alzheimer.

    O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos e publicado na revista Cell Reports.

    Fonte: Link.

  • Cientistas identificam genes em células imunes que influenciam o resultado do câncer e podem indicar a sobrevida dos pacientes

    Cientistas identificam genes em células imunes que influenciam o resultado do câncer e podem indicar a sobrevida dos pacientes

    Um novo estudo revelou uma maneira de prever o resultado de pacientes com câncer com base na expressão de dois genes em um tipo de célula imune que vive dentro dos tumores.

    Esses genes também estão relacionados a uma rede complexa de outros genes que são ativados ou desativados por diferentes tipos de células no ambiente do tumor, e que podem influenciar o crescimento ou a regressão do câncer. Os pesquisadores esperam que essa descoberta possa ajudar a desenvolver novas estratégias de tratamento e diagnóstico para os pacientes.

    O estudo foi conduzido por cientistas da Ludwig Cancer Research, uma organização internacional dedicada à pesquisa do câncer, e publicado na revista Science. Eles analisaram 52 tumores de 51 pacientes com câncer de cabeça e pescoço, usando uma técnica chamada análise de célula única, que permite medir a expressão de milhares de genes em cada célula individualmente.

    Os pesquisadores se concentraram em um tipo de célula imune chamada macrófago, que pode ter efeitos pró ou anti-tumorais, dependendo do seu estado de ativação. Eles descobriram que dois genes, chamados CXCL9 e SPP1, eram os mais importantes para determinar o estado dos macrófagos. O gene CXCL9 estava associado a um estado anti-tumoral, em que os macrófagos atacam as células cancerosas e recrutam outras células imunes para ajudar. O gene SPP1 estava associado a um estado pró-tumoral, em que os macrófagos apoiam o crescimento do tumor e inibem as respostas imunes.

    Os pesquisadores também descobriram que a razão entre a expressão desses dois genes nos macrófagos (chamada de razão CS) era um bom indicador do resultado dos pacientes. Pacientes com uma razão CS alta, ou seja, com mais expressão de CXCL9 do que SPP1, tinham uma sobrevida melhor do que aqueles com uma razão CS baixa. Além disso, a razão CS estava correlacionada com a expressão de outros genes em outros tipos de células no ambiente do tumor, como fibroblastos, células endoteliais e células epiteliais. Esses genes também estavam envolvidos em processos que podem favorecer ou dificultar o câncer, como inflamação, angiogênese e metástase.

    “Isso significa que, apesar da sua enorme complexidade, os ambientes dos tumores são governados por um conjunto claro de regras. Nós descrevemos uma delas neste estudo”, disse Mikaël Pittet, o líder do estudo e membro da Ludwig Lausanne.

    Os pesquisadores acreditam que a razão CS pode ser usada como um marcador molecular para prever o prognóstico dos pacientes e orientar as decisões terapêuticas. Por exemplo, pacientes com uma razão CS baixa podem se beneficiar de tratamentos que alteram o estado dos macrófagos ou das outras células no ambiente do tumor para torná-los mais hostis ao câncer. Esses tratamentos podem incluir imunoterapia, que visa estimular o sistema imune a reconhecer e eliminar as células cancerosas.

    Os pesquisadores pretendem continuar investigando as redes de expressão gênica no ambiente do tumor e como elas interagem com a razão CS. Eles também querem testar se a razão CS pode prever o resultado dos pacientes prospectivamente ou avaliar as prováveis respostas a várias terapias.

    “A grande questão é: quais são as melhores maneiras de interferir terapeuticamente com essa rede, com o objetivo de beneficiar o paciente?”, disse Pittet.

    Fonte: Link.

    Esses genes também estão relacionados a uma rede complexa de outros genes que são ativados ou desativados por diferentes tipos de células no ambiente do tumor, e que podem influenciar o crescimento ou a regressão do câncer. Os pesquisadores esperam que essa descoberta possa ajudar a desenvolver novas estratégias de tratamento e diagnóstico para os pacientes.

    O estudo foi conduzido por cientistas da Ludwig Cancer Research, uma organização internacional dedicada à pesquisa do câncer, e publicado na revista Science. Eles analisaram 52 tumores de 51 pacientes com câncer de cabeça e pescoço, usando uma técnica chamada análise de célula única, que permite medir a expressão de milhares de genes em cada célula individualmente.

    Os pesquisadores se concentraram em um tipo de célula imune chamada macrófago, que pode ter efeitos pró ou anti-tumorais, dependendo do seu estado de ativação. Eles descobriram que dois genes, chamados CXCL9 e SPP1, eram os mais importantes para determinar o estado dos macrófagos. O gene CXCL9 estava associado a um estado anti-tumoral, em que os macrófagos atacam as células cancerosas e recrutam outras células imunes para ajudar. O gene SPP1 estava associado a um estado pró-tumoral, em que os macrófagos apoiam o crescimento do tumor e inibem as respostas imunes.

    Os pesquisadores também descobriram que a razão entre a expressão desses dois genes nos macrófagos (chamada de razão CS) era um bom indicador do resultado dos pacientes. Pacientes com uma razão CS alta, ou seja, com mais expressão de CXCL9 do que SPP1, tinham uma sobrevida melhor do que aqueles com uma razão CS baixa. Além disso, a razão CS estava correlacionada com a expressão de outros genes em outros tipos de células no ambiente do tumor, como fibroblastos, células endoteliais e células epiteliais. Esses genes também estavam envolvidos em processos que podem favorecer ou dificultar o câncer, como inflamação, angiogênese e metástase.

    “Isso significa que, apesar da sua enorme complexidade, os ambientes dos tumores são governados por um conjunto claro de regras. Nós descrevemos uma delas neste estudo”, disse Mikaël Pittet, o líder do estudo e membro da Ludwig Lausanne.

    Os pesquisadores acreditam que a razão CS pode ser usada como um marcador molecular para prever o prognóstico dos pacientes e orientar as decisões terapêuticas. Por exemplo, pacientes com uma razão CS baixa podem se beneficiar de tratamentos que alteram o estado dos macrófagos ou das outras células no ambiente do tumor para torná-los mais hostis ao câncer. Esses tratamentos podem incluir imunoterapia, que visa estimular o sistema imune a reconhecer e eliminar as células cancerosas.

    Os pesquisadores pretendem continuar investigando as redes de expressão gênica no ambiente do tumor e como elas interagem com a razão CS. Eles também querem testar se a razão CS pode prever o resultado dos pacientes prospectivamente ou avaliar as prováveis respostas a várias terapias.

    “A grande questão é: quais são as melhores maneiras de interferir terapeuticamente com essa rede, com o objetivo de beneficiar o paciente?”, disse Pittet.

    Fonte: Link.

  • Diagnóstico pré-natal de problemas cardíacos pode salvar vidas de bebês, diz estudo

    Diagnóstico pré-natal de problemas cardíacos pode salvar vidas de bebês, diz estudo

    Um novo estudo revelou que o diagnóstico pré-natal de problemas cardíacos congênitos, os problemas de nascimento mais comuns que afetam quase 1% de todos os nascidos vivos, está associado a uma cirurgia mais precoce para os bebês com essas condições.

    A cirurgia precoce pode melhorar o desenvolvimento do cérebro e de outros órgãos, bem como prevenir complicações como insuficiência cardíaca.

    O estudo, publicado na revista Circulation: Cardiovascular Quality and Outcomes, analisou uma coorte de 1.131 pacientes com defeitos cardíacos congênitos, com idades entre 0 e 9 anos, que receberam sua primeira cirurgia cardíaca no Lurie Children’s entre 2015 e 2021. Quase metade desses pacientes teve diagnóstico pré-natal. Após ajustar para fatores como demografia, comorbidades e complexidade cirúrgica, a idade média na cirurgia foi significativamente menor em bebês com diagnóstico pré-natal versus pós-natal de doença cardíaca congênita crítica e não crítica. Bebês com um dos tipos mais comuns de doença não crítica, chamada de defeitos do septo atrial, tiveram cirurgia cerca de um ano mais cedo.

    “Nosso estudo quantifica a tremenda importância do diagnóstico pré-natal para os bebês com doença cardíaca congênita”, disse a autora principal Joyce Woo, MD, MS, cardiologista no Lurie Children’s e Professora Assistente de Pediatria e Ciências Sociais Médicas na Northwestern University Feinberg School of Medicine. “Para os bebês com doença crítica especialmente, fazer a cirurgia uma semana mais cedo pode fazer uma grande diferença no desenvolvimento do cérebro e de outros órgãos. A cirurgia precoce para certos tipos de doença cardíaca congênita não crítica também pode prevenir resultados ruins, como insuficiência cardíaca. Nossas descobertas enfatizam que o diagnóstico pré-natal é crucial para otimizar o momento da cirurgia e a saúde a longo prazo do bebê. O diagnóstico pré-natal precisa ser equitativamente acessível a todas as pessoas grávidas.”

    Os pesquisadores destacaram que existem barreiras sociais que podem impedir o acesso ao diagnóstico pré-natal, como distância ao atendimento, falta de cuidados infantis ou incapacidade de tirar folga do trabalho. Eles defenderam mais pesquisas para identificar e superar esses obstáculos, a fim de proporcionar o melhor cuidado possível aos bebês nascidos com defeitos cardíacos e suas famílias.

    Fonte: Link.

    A cirurgia precoce pode melhorar o desenvolvimento do cérebro e de outros órgãos, bem como prevenir complicações como insuficiência cardíaca.

    O estudo, publicado na revista Circulation: Cardiovascular Quality and Outcomes, analisou uma coorte de 1.131 pacientes com defeitos cardíacos congênitos, com idades entre 0 e 9 anos, que receberam sua primeira cirurgia cardíaca no Lurie Children’s entre 2015 e 2021. Quase metade desses pacientes teve diagnóstico pré-natal. Após ajustar para fatores como demografia, comorbidades e complexidade cirúrgica, a idade média na cirurgia foi significativamente menor em bebês com diagnóstico pré-natal versus pós-natal de doença cardíaca congênita crítica e não crítica. Bebês com um dos tipos mais comuns de doença não crítica, chamada de defeitos do septo atrial, tiveram cirurgia cerca de um ano mais cedo.

    “Nosso estudo quantifica a tremenda importância do diagnóstico pré-natal para os bebês com doença cardíaca congênita”, disse a autora principal Joyce Woo, MD, MS, cardiologista no Lurie Children’s e Professora Assistente de Pediatria e Ciências Sociais Médicas na Northwestern University Feinberg School of Medicine. “Para os bebês com doença crítica especialmente, fazer a cirurgia uma semana mais cedo pode fazer uma grande diferença no desenvolvimento do cérebro e de outros órgãos. A cirurgia precoce para certos tipos de doença cardíaca congênita não crítica também pode prevenir resultados ruins, como insuficiência cardíaca. Nossas descobertas enfatizam que o diagnóstico pré-natal é crucial para otimizar o momento da cirurgia e a saúde a longo prazo do bebê. O diagnóstico pré-natal precisa ser equitativamente acessível a todas as pessoas grávidas.”

    Os pesquisadores destacaram que existem barreiras sociais que podem impedir o acesso ao diagnóstico pré-natal, como distância ao atendimento, falta de cuidados infantis ou incapacidade de tirar folga do trabalho. Eles defenderam mais pesquisas para identificar e superar esses obstáculos, a fim de proporcionar o melhor cuidado possível aos bebês nascidos com defeitos cardíacos e suas famílias.

    Fonte: Link.

  • Como o aprendizado de máquina pode ajudar a prevenir a autoagressão entre as crianças

    Como o aprendizado de máquina pode ajudar a prevenir a autoagressão entre as crianças

    A saúde mental das crianças é uma questão urgente que requer mais atenção e intervenção.

    Um novo estudo realizado por pesquisadores da UCLA Health mostra que os modelos de aprendizado de máquina podem ajudar a identificar crianças que estão em risco de autoagressão, o que pode salvar vidas e prevenir danos.

    O estudo, publicado na revista JAMA Network Open, analisou os dados de mais de 500 mil crianças que visitaram o departamento de emergência de um grande sistema de saúde nos Estados Unidos entre 2009 e 2018. Os pesquisadores descobriram que cerca de 2% dessas crianças tinham pensamentos ou comportamentos autolesivos, mas apenas metade delas foram identificadas pelos sistemas de saúde existentes.

    Para melhorar a detecção dessas crianças, os pesquisadores desenvolveram vários modelos de aprendizado de máquina que usaram diferentes tipos de dados, como diagnósticos, medicamentos, procedimentos, sinais vitais e resultados laboratoriais. Eles compararam o desempenho desses modelos com o de um modelo de previsão de risco padrão baseado em fatores demográficos e clínicos.

    Os resultados mostraram que os modelos de aprendizado de máquina eram significativamente melhores em prever quais crianças tinham um risco futuro de autoagressão. O melhor modelo foi capaz de identificar 93% das crianças em risco, em comparação com apenas 73% do modelo padrão. Além disso, os modelos de aprendizado de máquina reduziram o número de falsos positivos, ou seja, crianças que foram classificadas como em risco, mas na verdade não estavam.

    Os pesquisadores esperam que seus modelos possam ser usados para alertar os profissionais de saúde sobre as crianças que precisam de mais apoio e acompanhamento. Eles também enfatizam a necessidade de coletar e integrar mais dados sobre a saúde mental das crianças nos sistemas de saúde, para melhorar a qualidade e a precisão das previsões.

    A crise da saúde mental juvenil é um problema sério que afeta milhões de crianças em todo o mundo. Os modelos de aprendizado de máquina podem ser uma ferramenta valiosa para ajudar a prevenir o suicídio e a autoagressão entre as crianças, mas também requerem uma abordagem ética e responsável para garantir o seu uso adequado e seguro.

    Fonte: Link.

    Um novo estudo realizado por pesquisadores da UCLA Health mostra que os modelos de aprendizado de máquina podem ajudar a identificar crianças que estão em risco de autoagressão, o que pode salvar vidas e prevenir danos.

    O estudo, publicado na revista JAMA Network Open, analisou os dados de mais de 500 mil crianças que visitaram o departamento de emergência de um grande sistema de saúde nos Estados Unidos entre 2009 e 2018. Os pesquisadores descobriram que cerca de 2% dessas crianças tinham pensamentos ou comportamentos autolesivos, mas apenas metade delas foram identificadas pelos sistemas de saúde existentes.

    Para melhorar a detecção dessas crianças, os pesquisadores desenvolveram vários modelos de aprendizado de máquina que usaram diferentes tipos de dados, como diagnósticos, medicamentos, procedimentos, sinais vitais e resultados laboratoriais. Eles compararam o desempenho desses modelos com o de um modelo de previsão de risco padrão baseado em fatores demográficos e clínicos.

    Os resultados mostraram que os modelos de aprendizado de máquina eram significativamente melhores em prever quais crianças tinham um risco futuro de autoagressão. O melhor modelo foi capaz de identificar 93% das crianças em risco, em comparação com apenas 73% do modelo padrão. Além disso, os modelos de aprendizado de máquina reduziram o número de falsos positivos, ou seja, crianças que foram classificadas como em risco, mas na verdade não estavam.

    Os pesquisadores esperam que seus modelos possam ser usados para alertar os profissionais de saúde sobre as crianças que precisam de mais apoio e acompanhamento. Eles também enfatizam a necessidade de coletar e integrar mais dados sobre a saúde mental das crianças nos sistemas de saúde, para melhorar a qualidade e a precisão das previsões.

    A crise da saúde mental juvenil é um problema sério que afeta milhões de crianças em todo o mundo. Os modelos de aprendizado de máquina podem ser uma ferramenta valiosa para ajudar a prevenir o suicídio e a autoagressão entre as crianças, mas também requerem uma abordagem ética e responsável para garantir o seu uso adequado e seguro.

    Fonte: Link.

  • Como a NASA tentou desviar um asteroide e acabou criando uma nuvem de pedregulhos

    Como a NASA tentou desviar um asteroide e acabou criando uma nuvem de pedregulhos

    A NASA realizou uma missão histórica para testar uma forma de proteger a Terra de possíveis impactos de asteroides.

    A missão DART (Double Asteroid Redirection Test) consistiu em enviar uma nave espacial para colidir com o asteroide Dimorphos, que orbita o maior asteroide Didymos, e alterar sua velocidade e órbita. O objetivo era demonstrar que é possível desviar um asteroide que esteja em rota de colisão com a Terra, usando o chamado método de impacto cinético.

    No entanto, a missão teve uma consequência não intencional: a colisão lançou uma nuvem de pedregulhos da superfície do asteroide, que podem representar um novo perigo para o nosso planeta. Esses pedregulhos podem ter velocidades suficientes para escapar da gravidade do asteroide e viajar pelo espaço, podendo atingir a Terra com alta energia.

    Para avaliar essa situação, os cientistas usaram o telescópio espacial Hubble para observar o asteroide após a colisão. As imagens do Hubble mostraram 37 pedregulhos, medindo de 1 a 7 metros de diâmetro, se afastando do asteroide. Esses pedregulhos podem ser rastreados em futuras observações para determinar suas trajetórias exatas e avaliar o risco de impacto com a Terra.

    A missão DART não terminou com a colisão. Em 2026, uma nave espacial da Agência Espacial Europeia (ESA), chamada HERA, retornará a Dimorphos para estudar os resultados da DART em mais detalhes. A HERA irá medir a massa, a forma e a densidade do asteroide, bem como o tamanho e a profundidade da cratera criada pela DART.

    Esses dados irão informar futuras estratégias e tecnologias de defesa planetária, que podem ser necessárias para evitar uma catástrofe cósmica.

    A missão DART (Double Asteroid Redirection Test) consistiu em enviar uma nave espacial para colidir com o asteroide Dimorphos, que orbita o maior asteroide Didymos, e alterar sua velocidade e órbita. O objetivo era demonstrar que é possível desviar um asteroide que esteja em rota de colisão com a Terra, usando o chamado método de impacto cinético.

    No entanto, a missão teve uma consequência não intencional: a colisão lançou uma nuvem de pedregulhos da superfície do asteroide, que podem representar um novo perigo para o nosso planeta. Esses pedregulhos podem ter velocidades suficientes para escapar da gravidade do asteroide e viajar pelo espaço, podendo atingir a Terra com alta energia.

    Para avaliar essa situação, os cientistas usaram o telescópio espacial Hubble para observar o asteroide após a colisão. As imagens do Hubble mostraram 37 pedregulhos, medindo de 1 a 7 metros de diâmetro, se afastando do asteroide. Esses pedregulhos podem ser rastreados em futuras observações para determinar suas trajetórias exatas e avaliar o risco de impacto com a Terra.

    A missão DART não terminou com a colisão. Em 2026, uma nave espacial da Agência Espacial Europeia (ESA), chamada HERA, retornará a Dimorphos para estudar os resultados da DART em mais detalhes. A HERA irá medir a massa, a forma e a densidade do asteroide, bem como o tamanho e a profundidade da cratera criada pela DART.

    Esses dados irão informar futuras estratégias e tecnologias de defesa planetária, que podem ser necessárias para evitar uma catástrofe cósmica.

  • CPI das criptomoedas convoca celebridades que fizeram propaganda para Atlas Quantum

    CPI das criptomoedas convoca celebridades que fizeram propaganda para Atlas Quantum

    A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga pirâmides financeiras de criptomoedas aprovou a convocação de mais de 150 pessoas para prestar esclarecimentos sobre fraudes com ativos digitais.

    Entre os convocados estão os artistas Tata Werneck, Cauã Reymond e Marcelo Tas, que fizeram propaganda para a Atlas Quantum, uma das empresas acusadas de lesar milhares de investidores.

    A Atlas Quantum era uma empresa que prometia lucros exorbitantes com um suposto “robô milagroso” que operava no mercado de criptomoedas. No entanto, a empresa foi proibida pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de ofertar seus produtos em 2019, por considerá-los irregulares. Desde então, a Atlas Quantum deixou de pagar seus clientes, que estimam um prejuízo de até R$7 bilhões.

    Os artistas convocados pela CPI alegam que não sabiam da irregularidade da empresa na época da contratação e que nunca investiram na Atlas Quantum. Marcelo Tas disse que participou como entrevistador de um conteúdo jornalístico patrocinado pela empresa, mas que teve total liberdade editorial para abordar assuntos técnicos sobre blockchain e bitcoin.

    A CPI também investiga outros casos de pirâmides financeiras que usaram criptomoedas como isca, como a Genbit, que enganou 45 mil pessoas, a Rental Coins, conhecida como “Sheik das Criptomoedas”, e a 18k Ronaldinho, que teria relação com o ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho e seu irmão. Eles negam envolvimento com a empresa, que também usou indevidamente sua imagem.

    A CPI das criptomoedas tem como objetivo apurar as responsabilidades dos envolvidos nessas fraudes e propor medidas para proteger os consumidores e investidores de golpes semelhantes. A comissão tem prazo até agosto para concluir seus trabalhos e apresentar um relatório final.

    Entre os convocados estão os artistas Tata Werneck, Cauã Reymond e Marcelo Tas, que fizeram propaganda para a Atlas Quantum, uma das empresas acusadas de lesar milhares de investidores.

    A Atlas Quantum era uma empresa que prometia lucros exorbitantes com um suposto “robô milagroso” que operava no mercado de criptomoedas. No entanto, a empresa foi proibida pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de ofertar seus produtos em 2019, por considerá-los irregulares. Desde então, a Atlas Quantum deixou de pagar seus clientes, que estimam um prejuízo de até R$7 bilhões.

    Os artistas convocados pela CPI alegam que não sabiam da irregularidade da empresa na época da contratação e que nunca investiram na Atlas Quantum. Marcelo Tas disse que participou como entrevistador de um conteúdo jornalístico patrocinado pela empresa, mas que teve total liberdade editorial para abordar assuntos técnicos sobre blockchain e bitcoin.

    A CPI também investiga outros casos de pirâmides financeiras que usaram criptomoedas como isca, como a Genbit, que enganou 45 mil pessoas, a Rental Coins, conhecida como “Sheik das Criptomoedas”, e a 18k Ronaldinho, que teria relação com o ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho e seu irmão. Eles negam envolvimento com a empresa, que também usou indevidamente sua imagem.

    A CPI das criptomoedas tem como objetivo apurar as responsabilidades dos envolvidos nessas fraudes e propor medidas para proteger os consumidores e investidores de golpes semelhantes. A comissão tem prazo até agosto para concluir seus trabalhos e apresentar um relatório final.