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  • O que é a deficiência de folato e como preveni-la?

    O que é a deficiência de folato e como preveni-la?

    O folato é uma vitamina do complexo B que desempenha um papel importante na formação de glóbulos vermelhos e no funcionamento do sistema nervoso.

    Ele é encontrado em alimentos como vegetais verdes, legumes, frutas e vísceras, mas também pode ser consumido em forma de suplemento ou em alimentos enriquecidos. No entanto, algumas pessoas podem ter deficiência de folato por diferentes motivos, o que pode causar anemia e outros problemas de saúde. Neste artigo, vamos explicar o que é a deficiência de folato, quais são as suas causas, sintomas, tratamento e prevenção.

    O que é a deficiência de folato?

    A deficiência de folato é uma condição que ocorre quando o organismo não tem quantidade suficiente de folato, uma vitamina do complexo B que ajuda na formação de glóbulos vermelhos e no funcionamento do sistema nervoso. O folato é essencial para a síntese de DNA, RNA e proteínas, bem como para a divisão celular e o desenvolvimento fetal. A deficiência de folato pode afetar qualquer tecido do corpo, mas especialmente aqueles que se renovam rapidamente, como o sangue e a mucosa intestinal.

    Quais são as causas da deficiência de folato?

    A deficiência de folato pode ter várias causas, que podem ser agrupadas em quatro categorias:

    • Ingestão inadequada: ocorre quando a pessoa não consome alimentos suficientes ou variados que contenham folato, seja por desnutrição, alcoolismo, dietas restritivas ou cozimento prolongado dos alimentos. O álcool também interfere na absorção e no metabolismo do folato, aumentando a sua eliminação pela urina.

    • Má absorção: ocorre quando há algum problema no intestino que impede a absorção adequada do folato, seja por doenças inflamatórias, cirurgias, uso de medicamentos ou alterações genéticas. Alguns exemplos são a doença celíaca, a doença de Crohn, a gastrectomia, o uso de antiácidos ou antibióticos ou a mutação no gene MTHFR.

    • Aumento da demanda: ocorre quando há uma situação que exige mais folato do que o normal, seja por crescimento, gravidez, lactação, hemólise ou câncer. A gravidez e a lactação são as principais causas de aumento da demanda de folato, pois o feto e o leite materno requerem grandes quantidades da vitamina para o seu desenvolvimento. A hemólise é a destruição dos glóbulos vermelhos, que pode ocorrer por doenças como malária ou anemia falciforme. O câncer é um processo de proliferação celular descontrolada que também consome mais folato.

    • Uso de medicamentos ou toxinas: ocorre quando há alguma substância que interfere no metabolismo ou na utilização do folato pelo organismo, seja por inibir a sua absorção, reduzir a sua ativação ou aumentar a sua excreção. Alguns exemplos são os anticonvulsivantes (como fenitoína ou carbamazepina), o metotrexato (usado para tratar artrite reumatoide ou câncer), a sulfassalazina (usada para tratar doenças inflamatórias intestinais), o trimetoprima (usado para tratar infecções urinárias) ou o álcool.

    Quais são os sintomas da deficiência de folato?

    A deficiência de folato pode causar diversos sintomas, dependendo da gravidade e da duração do problema. O principal sintoma é a anemia megaloblástica, uma doença do sangue que se caracteriza por glóbulos vermelhos grandes e imaturos. Esses glóbulos vermelhos não conseguem transportar oxigênio adequadamente e podem causar sintomas como fadiga, fraqueza, falta de ar, palpitações, tontura e palidez. A anemia megaloblástica causada pela deficiência de folato é indiferenciável daquela causada pela deficiência de vitamina B12, por isso é importante fazer exames para confirmar o diagnóstico e descartar outras causas.

    Além da anemia, a deficiência de folato pode causar outros problemas de saúde, como:

    • Glossite: é a inflamação da língua que causa dor, vermelhidão e dificuldade para engolir. A língua pode ficar lisa, brilhante e com fissuras ou úlceras.

    • Estomatite angular: são feridas nos cantos da boca que podem sangrar ou infeccionar. Elas podem ser causadas por fungos ou bactérias que se aproveitam da baixa imunidade causada pela deficiência de folato.

    • Dermatite esfoliativa: é uma descamação da pele que pode causar coceira e infecções secundárias. Ela pode afetar todo o corpo ou apenas algumas áreas, como as mãos, os pés ou o couro cabeludo.

    • Defeitos do tubo neural no feto: são malformações congênitas do cérebro e da medula espinhal que podem causar problemas neurológicos graves ou até mesmo a morte. A deficiência de folato na mãe aumenta o risco desses defeitos e por isso é recomendado o uso de suplementos de ácido fólico antes e durante a gravidez. Os defeitos do tubo neural mais comuns são a anencefalia (ausência de cérebro), a espinha bífida (abertura na coluna vertebral) e a encefalocele (protrusão do cérebro pelo crânio).

    Como é feito o diagnóstico da deficiência de folato?

    O diagnóstico da deficiência de folato é feito por meio de exames de sangue que medem os níveis de folato no soro ou nos glóbulos vermelhos. O nível normal de folato no soro é de 3 a 17 nanogramas por mililitro (ng/mL) e o nível normal de folato nos glóbulos vermelhos é de 140 a 628 nanogramas por mililitro (ng/mL). Valores abaixo desses limites indicam deficiência de folato. No entanto, esses exames podem ser influenciados por fatores como ingestão recente de alimentos ou suplementos, uso de medicamentos, doenças hepáticas ou renais, gravidez ou lactação. Por isso, é importante avaliar também os sinais clínicos e outros exames laboratoriais, como hemograma, vitamina B12, homocisteína e metilmalonato.

    Como é feito o tratamento da deficiência de folato?

    O tratamento da deficiência de folato consiste na reposição da vitamina por via oral ou injetável, dependendo da gravidade e da causa do problema. A dose e a duração do tratamento variam conforme o caso, mas geralmente são suficientes para corrigir a anemia e os sintomas associados. Também é importante identificar e tratar a causa subjacente da deficiência e evitar o consumo excessivo de álcool ou medicamentos que afetam o folato.

    O tratamento oral consiste na ingestão diária de comprimidos ou cápsulas de ácido fólico, que é a forma sintética do folato. A dose usual é de 400 a 800 microgramas (mcg) por dia para adultos e crianças maiores de 4 anos, 300 mcg por dia para crianças de 1 a 3 anos e 150 mcg por dia para bebês menores de 1 ano. Em casos mais graves ou quando há má absorção intestinal, a dose pode ser aumentada para até 5 miligramas (mg) por dia. O tratamento oral costuma durar pelo menos quatro meses ou até que os níveis de folato se normalizem.

    O tratamento injetável consiste na aplicação intramuscular ou intravenosa de soluções contendo ácido fólico ou folinato de cálcio, que é uma forma ativa do folato. A dose usual é de 1 mg por dia para adultos e crianças maiores de 4 anos, 0,5 mg por dia para crianças de 1 a 3 anos e 0,25 mg por dia para bebês menores de 1 ano. O tratamento injetável costuma durar pelo menos uma semana ou até que os sintomas melhorem. O tratamento injetável é indicado para casos de emergência, quando há risco de complicações neurológicas ou quando o tratamento oral não é eficaz ou tolerado.

    Como prevenir a deficiência de folato?

    A prevenção da deficiência de folato pode ser feita através de uma alimentação equilibrada e variada, que inclua fontes naturais e enriquecidas de folato. Alguns alimentos ricos em folato são:

    • Vegetais verdes, como espinafre, couve, brócolis e alface.

    • Legumes, como feijão, lentilha, grão-de-bico e ervilha.

    • Frutas, como laranja, banana, abacate e morango.

    • Vísceras, como fígado, rim e coração.

    • Ovos, leite e derivados.

    • Cereais integrais e pães enriquecidos com folato.

    Alguns países também adotam programas de fortificação alimentar com folato para reduzir a incidência de anemia e defeitos do tubo neural na população. Esses programas consistem em adicionar ácido fólico aos alimentos industrializados, como farinha de trigo, arroz, macarrão e flocos de milho.

    Além disso, algumas pessoas podem se beneficiar do uso de suplementos de ácido fólico, como mulheres em idade fértil, gestantes, lactantes, pessoas com doenças crônicas ou que usam medicamentos que interferem no folato. No entanto, o uso de suplementos deve ser orientado por um médico ou nutricionista, pois doses excessivas podem causar efeitos adversos ou mascarar outras deficiências. Algumas recomendações para o uso de suplementos são:

    • Mulheres em idade fértil: devem tomar 400 mcg de ácido fólico por dia antes da concepção e durante os primeiros três meses de gravidez para prevenir defeitos do tubo neural no feto.

    • Gestantes: devem tomar 600 mcg de ácido fólico por dia durante toda a gravidez para suprir as necessidades da mãe e do bebê.

    • Lactantes: devem tomar 500 mcg de ácido fólico por dia durante a amamentação para manter os níveis adequados da vitamina no leite materno.

    • Pessoas com doenças crônicas: devem tomar doses variáveis de ácido fólico por dia conforme a orientação médica para compensar a perda ou o aumento da demanda da vitamina.

    • Pessoas que usam medicamentos que interferem no folato: devem tomar doses variáveis de ácido fólico por dia conforme a orientação médica para evitar a deficiência da vitamina.

    A deficiência de folato é uma condição que pode causar anemia megaloblástica e outros problemas de saúde. Ela pode ser causada por ingestão inadequada, má absorção, aumento da demanda ou uso de medicamentos ou toxinas que afetam o folato. O diagnóstico é feito por exames de sangue e o tratamento consiste na reposição da vitamina por via oral ou injetável. A prevenção pode ser feita através de uma alimentação equilibrada e variada, que inclua fontes naturais e enriquecidas de folato. Algumas pessoas também podem se beneficiar do uso de suplementos de ácido fólico, mas sempre com orientação médica ou nutricionista.

    Ele é encontrado em alimentos como vegetais verdes, legumes, frutas e vísceras, mas também pode ser consumido em forma de suplemento ou em alimentos enriquecidos. No entanto, algumas pessoas podem ter deficiência de folato por diferentes motivos, o que pode causar anemia e outros problemas de saúde. Neste artigo, vamos explicar o que é a deficiência de folato, quais são as suas causas, sintomas, tratamento e prevenção.

    O que é a deficiência de folato?

    A deficiência de folato é uma condição que ocorre quando o organismo não tem quantidade suficiente de folato, uma vitamina do complexo B que ajuda na formação de glóbulos vermelhos e no funcionamento do sistema nervoso. O folato é essencial para a síntese de DNA, RNA e proteínas, bem como para a divisão celular e o desenvolvimento fetal. A deficiência de folato pode afetar qualquer tecido do corpo, mas especialmente aqueles que se renovam rapidamente, como o sangue e a mucosa intestinal.

    Quais são as causas da deficiência de folato?

    A deficiência de folato pode ter várias causas, que podem ser agrupadas em quatro categorias:

    • Ingestão inadequada: ocorre quando a pessoa não consome alimentos suficientes ou variados que contenham folato, seja por desnutrição, alcoolismo, dietas restritivas ou cozimento prolongado dos alimentos. O álcool também interfere na absorção e no metabolismo do folato, aumentando a sua eliminação pela urina.

    • Má absorção: ocorre quando há algum problema no intestino que impede a absorção adequada do folato, seja por doenças inflamatórias, cirurgias, uso de medicamentos ou alterações genéticas. Alguns exemplos são a doença celíaca, a doença de Crohn, a gastrectomia, o uso de antiácidos ou antibióticos ou a mutação no gene MTHFR.

    • Aumento da demanda: ocorre quando há uma situação que exige mais folato do que o normal, seja por crescimento, gravidez, lactação, hemólise ou câncer. A gravidez e a lactação são as principais causas de aumento da demanda de folato, pois o feto e o leite materno requerem grandes quantidades da vitamina para o seu desenvolvimento. A hemólise é a destruição dos glóbulos vermelhos, que pode ocorrer por doenças como malária ou anemia falciforme. O câncer é um processo de proliferação celular descontrolada que também consome mais folato.

    • Uso de medicamentos ou toxinas: ocorre quando há alguma substância que interfere no metabolismo ou na utilização do folato pelo organismo, seja por inibir a sua absorção, reduzir a sua ativação ou aumentar a sua excreção. Alguns exemplos são os anticonvulsivantes (como fenitoína ou carbamazepina), o metotrexato (usado para tratar artrite reumatoide ou câncer), a sulfassalazina (usada para tratar doenças inflamatórias intestinais), o trimetoprima (usado para tratar infecções urinárias) ou o álcool.

    Quais são os sintomas da deficiência de folato?

    A deficiência de folato pode causar diversos sintomas, dependendo da gravidade e da duração do problema. O principal sintoma é a anemia megaloblástica, uma doença do sangue que se caracteriza por glóbulos vermelhos grandes e imaturos. Esses glóbulos vermelhos não conseguem transportar oxigênio adequadamente e podem causar sintomas como fadiga, fraqueza, falta de ar, palpitações, tontura e palidez. A anemia megaloblástica causada pela deficiência de folato é indiferenciável daquela causada pela deficiência de vitamina B12, por isso é importante fazer exames para confirmar o diagnóstico e descartar outras causas.

    Além da anemia, a deficiência de folato pode causar outros problemas de saúde, como:

    • Glossite: é a inflamação da língua que causa dor, vermelhidão e dificuldade para engolir. A língua pode ficar lisa, brilhante e com fissuras ou úlceras.

    • Estomatite angular: são feridas nos cantos da boca que podem sangrar ou infeccionar. Elas podem ser causadas por fungos ou bactérias que se aproveitam da baixa imunidade causada pela deficiência de folato.

    • Dermatite esfoliativa: é uma descamação da pele que pode causar coceira e infecções secundárias. Ela pode afetar todo o corpo ou apenas algumas áreas, como as mãos, os pés ou o couro cabeludo.

    • Defeitos do tubo neural no feto: são malformações congênitas do cérebro e da medula espinhal que podem causar problemas neurológicos graves ou até mesmo a morte. A deficiência de folato na mãe aumenta o risco desses defeitos e por isso é recomendado o uso de suplementos de ácido fólico antes e durante a gravidez. Os defeitos do tubo neural mais comuns são a anencefalia (ausência de cérebro), a espinha bífida (abertura na coluna vertebral) e a encefalocele (protrusão do cérebro pelo crânio).

    Como é feito o diagnóstico da deficiência de folato?

    O diagnóstico da deficiência de folato é feito por meio de exames de sangue que medem os níveis de folato no soro ou nos glóbulos vermelhos. O nível normal de folato no soro é de 3 a 17 nanogramas por mililitro (ng/mL) e o nível normal de folato nos glóbulos vermelhos é de 140 a 628 nanogramas por mililitro (ng/mL). Valores abaixo desses limites indicam deficiência de folato. No entanto, esses exames podem ser influenciados por fatores como ingestão recente de alimentos ou suplementos, uso de medicamentos, doenças hepáticas ou renais, gravidez ou lactação. Por isso, é importante avaliar também os sinais clínicos e outros exames laboratoriais, como hemograma, vitamina B12, homocisteína e metilmalonato.

    Como é feito o tratamento da deficiência de folato?

    O tratamento da deficiência de folato consiste na reposição da vitamina por via oral ou injetável, dependendo da gravidade e da causa do problema. A dose e a duração do tratamento variam conforme o caso, mas geralmente são suficientes para corrigir a anemia e os sintomas associados. Também é importante identificar e tratar a causa subjacente da deficiência e evitar o consumo excessivo de álcool ou medicamentos que afetam o folato.

    O tratamento oral consiste na ingestão diária de comprimidos ou cápsulas de ácido fólico, que é a forma sintética do folato. A dose usual é de 400 a 800 microgramas (mcg) por dia para adultos e crianças maiores de 4 anos, 300 mcg por dia para crianças de 1 a 3 anos e 150 mcg por dia para bebês menores de 1 ano. Em casos mais graves ou quando há má absorção intestinal, a dose pode ser aumentada para até 5 miligramas (mg) por dia. O tratamento oral costuma durar pelo menos quatro meses ou até que os níveis de folato se normalizem.

    O tratamento injetável consiste na aplicação intramuscular ou intravenosa de soluções contendo ácido fólico ou folinato de cálcio, que é uma forma ativa do folato. A dose usual é de 1 mg por dia para adultos e crianças maiores de 4 anos, 0,5 mg por dia para crianças de 1 a 3 anos e 0,25 mg por dia para bebês menores de 1 ano. O tratamento injetável costuma durar pelo menos uma semana ou até que os sintomas melhorem. O tratamento injetável é indicado para casos de emergência, quando há risco de complicações neurológicas ou quando o tratamento oral não é eficaz ou tolerado.

    Como prevenir a deficiência de folato?

    A prevenção da deficiência de folato pode ser feita através de uma alimentação equilibrada e variada, que inclua fontes naturais e enriquecidas de folato. Alguns alimentos ricos em folato são:

    • Vegetais verdes, como espinafre, couve, brócolis e alface.

    • Legumes, como feijão, lentilha, grão-de-bico e ervilha.

    • Frutas, como laranja, banana, abacate e morango.

    • Vísceras, como fígado, rim e coração.

    • Ovos, leite e derivados.

    • Cereais integrais e pães enriquecidos com folato.

    Alguns países também adotam programas de fortificação alimentar com folato para reduzir a incidência de anemia e defeitos do tubo neural na população. Esses programas consistem em adicionar ácido fólico aos alimentos industrializados, como farinha de trigo, arroz, macarrão e flocos de milho.

    Além disso, algumas pessoas podem se beneficiar do uso de suplementos de ácido fólico, como mulheres em idade fértil, gestantes, lactantes, pessoas com doenças crônicas ou que usam medicamentos que interferem no folato. No entanto, o uso de suplementos deve ser orientado por um médico ou nutricionista, pois doses excessivas podem causar efeitos adversos ou mascarar outras deficiências. Algumas recomendações para o uso de suplementos são:

    • Mulheres em idade fértil: devem tomar 400 mcg de ácido fólico por dia antes da concepção e durante os primeiros três meses de gravidez para prevenir defeitos do tubo neural no feto.

    • Gestantes: devem tomar 600 mcg de ácido fólico por dia durante toda a gravidez para suprir as necessidades da mãe e do bebê.

    • Lactantes: devem tomar 500 mcg de ácido fólico por dia durante a amamentação para manter os níveis adequados da vitamina no leite materno.

    • Pessoas com doenças crônicas: devem tomar doses variáveis de ácido fólico por dia conforme a orientação médica para compensar a perda ou o aumento da demanda da vitamina.

    • Pessoas que usam medicamentos que interferem no folato: devem tomar doses variáveis de ácido fólico por dia conforme a orientação médica para evitar a deficiência da vitamina.

    A deficiência de folato é uma condição que pode causar anemia megaloblástica e outros problemas de saúde. Ela pode ser causada por ingestão inadequada, má absorção, aumento da demanda ou uso de medicamentos ou toxinas que afetam o folato. O diagnóstico é feito por exames de sangue e o tratamento consiste na reposição da vitamina por via oral ou injetável. A prevenção pode ser feita através de uma alimentação equilibrada e variada, que inclua fontes naturais e enriquecidas de folato. Algumas pessoas também podem se beneficiar do uso de suplementos de ácido fólico, mas sempre com orientação médica ou nutricionista.

  • Mercado Livre lança serviço de streaming gratuito no Brasil

    Mercado Livre lança serviço de streaming gratuito no Brasil

    O Mercado Livre, maior plataforma de comércio eletrônico da América Latina, anunciou o lançamento do Mercado Play, um serviço de streaming que dá acesso gratuito a cerca de 1.600 títulos, com 6.000 horas de conteúdo.

    O serviço foi lançado este mês no Brasil, o maior mercado da empresa, presente em 18 países da região.

    O Mercado Play é uma iniciativa do Mercado Livre em parceria com as plataformas Disney+, Star+, HBO Max e Paramount+, que darão acesso gratuito a parte do seu conteúdo para os usuários do Mercado Livre. Além disso, o Mercado Livre também vai comercializar pacotes de assinatura destes canais com descontos para seus clientes.

    O objetivo do serviço é atingir os 77 milhões de usuários brasileiros do Mercado Livre, oferecendo conteúdo gratuito e pago de filmes, séries, documentários e reality shows. O Mercado Play também terá produções originais e exclusivas, ainda não divulgadas pela empresa.

    O lançamento do Mercado Play é uma forma de o Mercado Livre diversificar seus negócios e aumentar sua receita, além de competir com outras plataformas de streaming, como Netflix, Amazon Prime Video e Globoplay. Em 2022, o Mercado Livre atingiu US$ 34,4 bilhões em vendas e uma receita líquida de US$ 10,5 bilhões. No segundo trimestre deste ano, o lucro líquido subiu 113%, chegando a US$ 261,9 milhões.

    Já a Netflix registrou lucro líquido de US$ 1,48 bilhão no segundo trimestre, alta de 3,3% na comparação anual. A plataforma de streaming somou receitas de US$ 8,18 bilhões entre abril e junho, aumento de 2,7% sobre o mesmo período de 2022. A Netflix tem cerca de 209 milhões de assinantes no mundo, sendo 38 milhões na América Latina.

    O Mercado Play está disponível para os usuários do Mercado Livre que possuem o aplicativo da empresa instalado em seus dispositivos móveis. O serviço também pode ser acessado pelo site do Mercado Livre ou por dispositivos como smart TVs e consoles de videogame. O Mercado Play oferece até quatro telas simultâneas por usuário e permite baixar os conteúdos para assistir offline.

    O serviço foi lançado este mês no Brasil, o maior mercado da empresa, presente em 18 países da região.

    O Mercado Play é uma iniciativa do Mercado Livre em parceria com as plataformas Disney+, Star+, HBO Max e Paramount+, que darão acesso gratuito a parte do seu conteúdo para os usuários do Mercado Livre. Além disso, o Mercado Livre também vai comercializar pacotes de assinatura destes canais com descontos para seus clientes.

    O objetivo do serviço é atingir os 77 milhões de usuários brasileiros do Mercado Livre, oferecendo conteúdo gratuito e pago de filmes, séries, documentários e reality shows. O Mercado Play também terá produções originais e exclusivas, ainda não divulgadas pela empresa.

    O lançamento do Mercado Play é uma forma de o Mercado Livre diversificar seus negócios e aumentar sua receita, além de competir com outras plataformas de streaming, como Netflix, Amazon Prime Video e Globoplay. Em 2022, o Mercado Livre atingiu US$ 34,4 bilhões em vendas e uma receita líquida de US$ 10,5 bilhões. No segundo trimestre deste ano, o lucro líquido subiu 113%, chegando a US$ 261,9 milhões.

    Já a Netflix registrou lucro líquido de US$ 1,48 bilhão no segundo trimestre, alta de 3,3% na comparação anual. A plataforma de streaming somou receitas de US$ 8,18 bilhões entre abril e junho, aumento de 2,7% sobre o mesmo período de 2022. A Netflix tem cerca de 209 milhões de assinantes no mundo, sendo 38 milhões na América Latina.

    O Mercado Play está disponível para os usuários do Mercado Livre que possuem o aplicativo da empresa instalado em seus dispositivos móveis. O serviço também pode ser acessado pelo site do Mercado Livre ou por dispositivos como smart TVs e consoles de videogame. O Mercado Play oferece até quatro telas simultâneas por usuário e permite baixar os conteúdos para assistir offline.

  • Casos de SRAG causados por Covid-19 e influenza diminuem na maioria dos estados, diz Fiocruz

    Casos de SRAG causados por Covid-19 e influenza diminuem na maioria dos estados, diz Fiocruz

    O Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgado nesta sexta-feira (4) mostra que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) e pelo vírus influenza A e B estão diminuindo ou se estabilizando na maioria dos estados brasileiros, exceto no Acre e no Espírito Santo, onde há sinal de…

    A análise se baseia nos dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até a semana epidemiológica 34, que compreende o período de 22 a 28 de agosto.

    Segundo o boletim, nas crianças e pré-adolescentes de 5 a 14 anos, há crescimento ou manutenção de patamar elevado de SRAG em alguns estados, principalmente em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. Nessa faixa etária, o vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal agente etiológico identificado nas amostras testadas, mas já apresenta sinais de queda na maioria dos estados. Em Minas Gerais, o aumento pode estar associado ao rinovírus e metapneumovírus.

    Em 2023, foram notificados 114.994 casos de SRAG, sendo 31,1% para Covid-19 e 10,4% para influenza A e B. Foram registrados 6.831 óbitos por SRAG, sendo 43,1% para Covid-19 e 21,6% para influenza A e B. A taxa de letalidade por SRAG foi de 5,9%, sendo 8,4% para Covid-19 e 12,7% para influenza A e B.

    O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, ressalta que a tendência de queda ou estabilização dos casos de SRAG não significa que a pandemia está controlada no país. Ele alerta que os números ainda estão em patamares elevados e que é preciso manter as medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento físico e higiene das mãos. Ele também recomenda a vacinação contra a Covid-19 e a influenza para reduzir os riscos de complicações e óbitos.

    A análise se baseia nos dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até a semana epidemiológica 34, que compreende o período de 22 a 28 de agosto.

    Segundo o boletim, nas crianças e pré-adolescentes de 5 a 14 anos, há crescimento ou manutenção de patamar elevado de SRAG em alguns estados, principalmente em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. Nessa faixa etária, o vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal agente etiológico identificado nas amostras testadas, mas já apresenta sinais de queda na maioria dos estados. Em Minas Gerais, o aumento pode estar associado ao rinovírus e metapneumovírus.

    Em 2023, foram notificados 114.994 casos de SRAG, sendo 31,1% para Covid-19 e 10,4% para influenza A e B. Foram registrados 6.831 óbitos por SRAG, sendo 43,1% para Covid-19 e 21,6% para influenza A e B. A taxa de letalidade por SRAG foi de 5,9%, sendo 8,4% para Covid-19 e 12,7% para influenza A e B.

    O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, ressalta que a tendência de queda ou estabilização dos casos de SRAG não significa que a pandemia está controlada no país. Ele alerta que os números ainda estão em patamares elevados e que é preciso manter as medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento físico e higiene das mãos. Ele também recomenda a vacinação contra a Covid-19 e a influenza para reduzir os riscos de complicações e óbitos.

  • Pesquisadores induzem nascimento virginal em mosca das frutas

    Pesquisadores induzem nascimento virginal em mosca das frutas

    Uma equipe de cientistas da Universidade de Cambridge conseguiu fazer com que uma mosca das frutas, um animal que normalmente se reproduz de forma sexuada, desse à luz sem a necessidade de um parceiro.

    Eles descobriram o gene que controla a partenogênese, o processo de produzir descendentes sem fertilização do óvulo, e o modificaram para induzir o nascimento virginal.

    A partenogênese é um fenômeno raro em animais que têm reprodução sexuada, como mamíferos, aves e insetos. Geralmente, ocorre em situações de isolamento prolongado, quando não há machos disponíveis para acasalar. Nesses casos, algumas fêmeas podem gerar filhotes que são clones genéticos delas mesmas.

    O nascimento virginal pode ser uma estratégia de sobrevivência para algumas espécies, mas também pode ter desvantagens. Por um lado, reduz a diversidade genética e a capacidade de adaptação dos animais. Por outro lado, pode causar problemas para a agricultura, pois algumas pragas podem se multiplicar rapidamente sem a necessidade de machos.

    Os pesquisadores de Cambridge identificaram o gene ZPG como o responsável pela partenogênese na mosca das frutas. Esse gene codifica uma proteína que reconhece o espermatozoide e permite que ele entre no óvulo. Ao desativar esse gene, os cientistas impediram que os óvulos fossem fertilizados e fizeram com que eles se desenvolvessem em embriões por conta própria.

    O estudo, publicado na revista Nature Communications, é o primeiro a demonstrar a indução de nascimento virginal em um animal que normalmente se reproduz de forma sexuada. Os autores esperam que sua descoberta possa ajudar a entender melhor os mecanismos moleculares da reprodução e as implicações evolutivas da partenogênese.

    Eles descobriram o gene que controla a partenogênese, o processo de produzir descendentes sem fertilização do óvulo, e o modificaram para induzir o nascimento virginal.

    A partenogênese é um fenômeno raro em animais que têm reprodução sexuada, como mamíferos, aves e insetos. Geralmente, ocorre em situações de isolamento prolongado, quando não há machos disponíveis para acasalar. Nesses casos, algumas fêmeas podem gerar filhotes que são clones genéticos delas mesmas.

    O nascimento virginal pode ser uma estratégia de sobrevivência para algumas espécies, mas também pode ter desvantagens. Por um lado, reduz a diversidade genética e a capacidade de adaptação dos animais. Por outro lado, pode causar problemas para a agricultura, pois algumas pragas podem se multiplicar rapidamente sem a necessidade de machos.

    Os pesquisadores de Cambridge identificaram o gene ZPG como o responsável pela partenogênese na mosca das frutas. Esse gene codifica uma proteína que reconhece o espermatozoide e permite que ele entre no óvulo. Ao desativar esse gene, os cientistas impediram que os óvulos fossem fertilizados e fizeram com que eles se desenvolvessem em embriões por conta própria.

    O estudo, publicado na revista Nature Communications, é o primeiro a demonstrar a indução de nascimento virginal em um animal que normalmente se reproduz de forma sexuada. Os autores esperam que sua descoberta possa ajudar a entender melhor os mecanismos moleculares da reprodução e as implicações evolutivas da partenogênese.

  • Como lidar com o ar seco e proteger a saúde respiratória

    Como lidar com o ar seco e proteger a saúde respiratória

    O ar seco é um problema que afeta muitas pessoas, especialmente em épocas de baixa umidade ou em locais com climas áridos.

    O ar seco pode causar diversos desconfortos, como ressecamento da pele, dos olhos, da boca e do nariz, além de aumentar o risco de infecções respiratórias, alergias, asma e sinusite.

    Mas o que fazer quando o ar está muito seco? Existem algumas medidas simples que podem ajudar a amenizar os efeitos do ar seco e a proteger a saúde respiratória. Confira algumas dicas a seguir:

    Lave o nariz com soro fisiológico

    Uma das formas de aliviar o ressecamento das mucosas é lavar o nariz com soro fisiológico. O soro ajuda a hidratar e a limpar as vias aéreas, facilitando o processo de respiração e prevenindo o acúmulo de impurezas que podem causar irritações e infecções.

    Você pode usar um frasco de soro fisiológico pronto ou preparar uma solução caseira com água filtrada e sal. Aplique o soro no nariz com uma seringa ou um conta-gotas, inclinando a cabeça para frente e para o lado. Repita o procedimento duas ou três vezes ao dia.

    Faça exercícios físicos moderados

    Os exercícios físicos são benéficos para a saúde em geral, mas devem ser feitos com moderação quando o ar está muito seco. Isso porque a atividade física intensa pode sobrecarregar o sistema respiratório e causar desidratação.

    O ideal é fazer exercícios moderados, como caminhada, bicicleta ou natação, preferencialmente em horários menos quentes e mais úmidos do dia, como pela manhã ou à noite. Também é importante beber bastante água antes, durante e depois dos exercícios, para repor os líquidos perdidos pelo suor.

    Reduza os níveis de estresse

    O estresse é um fator que pode afetar negativamente o sistema imunológico e a resistência às doenças. Quando estamos estressados, nosso corpo libera hormônios que podem alterar o funcionamento dos órgãos e das células de defesa, tornando-nos mais vulneráveis às infecções respiratórias.

    Por isso, é importante procurar reduzir os níveis de estresse no dia a dia, adotando hábitos saudáveis como dormir bem, alimentar-se de forma equilibrada, praticar atividades relaxantes como meditação, yoga ou leitura, e evitar situações conflituosas ou desgastantes.

    Evite mudanças bruscas de temperatura

    As mudanças bruscas de temperatura podem irritar as vias aéreas e causar inflamações que dificultam a respiração. Por exemplo, sair de um ambiente quente e seco para um ambiente frio e úmido pode provocar uma reação do organismo chamada vasoconstrição, que consiste na contração dos vasos sanguíneos para preservar o calor corporal.

    Essa reação pode reduzir o fluxo de sangue para as mucosas, deixando-as mais secas e suscetíveis a infecções. Além disso, as mudanças de temperatura podem alterar a produção de muco nasal, que é uma barreira natural contra os agentes infecciosos.

    Para evitar esses problemas, é recomendável usar roupas adequadas ao clima e evitar se expor a variações térmicas excessivas. Também é importante manter uma boa higiene nasal e bucal, para eliminar as impurezas que podem se acumular nas vias aéreas.

    Purifique o ambiente

    Uma das formas mais eficazes de amenizar o ar seco é purificar o ambiente onde você vive ou trabalha. Existem várias maneiras de aumentar a umidade relativa do ar e torná-lo mais confortável para a respiração.

    Uma delas é usar plantas no ambiente, pois elas liberam vapor d’água através da transpiração e ajudam a refrescar o ar. Outra opção é colocar toalhas molhadas, bacias de água ou umidificadores de ar nos cômodos, para evaporar a água e umedecer o ar.

    No entanto, é preciso ter cuidado com a limpeza desses objetos, pois eles podem se tornar focos de proliferação de bactérias e fungos que podem contaminar o ar e causar doenças. Por isso, é recomendável trocar a água e lavar as toalhas diariamente, e limpar os umidificadores conforme as instruções do fabricante.

    Mantenha-se hidratado

    A hidratação é fundamental para evitar a desidratação e lubrificar as mucosas do corpo. Quando o ar está muito seco, perdemos mais água pela respiração e pelo suor, o que pode causar sintomas como sede, boca seca, dor de cabeça, tontura e cansaço.

    Para prevenir esses problemas, é essencial beber bastante água e outros líquidos saudáveis, como sucos naturais, chás ou água de coco. A recomendação geral é ingerir cerca de dois litros de água por dia, mas essa quantidade pode variar de acordo com o peso, a idade, a atividade física e as condições climáticas de cada pessoa.

    Além de beber líquidos, também é importante consumir alimentos ricos em água, como frutas, verduras e legumes, que ajudam a hidratar o organismo e a fornecer vitaminas e minerais que fortalecem o sistema imunológico.

    Faça a manutenção do ar condicionado

    O ar condicionado é um aparelho que pode ser útil para regular a temperatura do ambiente, mas também pode ser prejudicial para a saúde respiratória se não for usado adequadamente. Isso porque o ar condicionado pode ressecar ainda mais o ar e dispersar partículas de poeira, pólen, ácaros e outros alérgenos que podem irritar as vias aéreas.

    Para evitar esses problemas, é importante fazer a manutenção e a limpeza do filtro do ar condicionado periodicamente, seguindo as orientações do fabricante. Também é recomendável não deixar o aparelho ligado por muito tempo ou em temperaturas muito baixas, pois isso pode causar choques térmicos e resfriados.

    Abra as janelas

    Outra medida simples que pode ajudar a melhorar a qualidade do ar é abrir as janelas para permitir a entrada de ar fresco e renovado no ambiente. Isso ajuda a ventilar o local e a eliminar os poluentes que podem se acumular no ar interno.

    No entanto, é preciso ter cuidado com o horário em que se abre as janelas, pois em alguns momentos do dia o ar externo pode estar mais poluído ou mais seco do que o interno. O ideal é abrir as janelas pela manhã ou à noite, quando o ar está mais fresco e úmido.

    Evite fumar ou ficar perto de fumantes

    O cigarro é um dos maiores inimigos da saúde respiratória, pois contém substâncias tóxicas que podem causar danos irreversíveis aos pulmões e às vias aéreas. O cigarro agrava os efeitos do ar seco e aumenta o risco de doenças como bronquite, enfisema, asma e câncer.

    Por isso, é fundamental evitar fumar ou ficar perto de fumantes, pois a fumaça do cigarro também afeta as pessoas que estão ao redor. O tabagismo passivo pode causar sintomas como tosse, irritação nos olhos, nariz e garganta, dor de cabeça e alergias.

    Se você fuma e quer parar, procure ajuda médica ou psicológica para superar o vício. Existem tratamentos farmacológicos e terapêuticos que podem ajudá-lo a largar o cigarro e melhorar sua qualidade de vida.

    O ar seco é um problema que pode afetar a saúde respiratória de muitas pessoas. No entanto, existem algumas medidas simples que podem ajudar a amenizar os desconfortos causados pelo ar seco e a proteger os pulmões e as vias aéreas. Seguindo essas dicas, você pode respirar melhor e viver com mais saúde.

    O ar seco pode causar diversos desconfortos, como ressecamento da pele, dos olhos, da boca e do nariz, além de aumentar o risco de infecções respiratórias, alergias, asma e sinusite.

    Mas o que fazer quando o ar está muito seco? Existem algumas medidas simples que podem ajudar a amenizar os efeitos do ar seco e a proteger a saúde respiratória. Confira algumas dicas a seguir:

    Lave o nariz com soro fisiológico

    Uma das formas de aliviar o ressecamento das mucosas é lavar o nariz com soro fisiológico. O soro ajuda a hidratar e a limpar as vias aéreas, facilitando o processo de respiração e prevenindo o acúmulo de impurezas que podem causar irritações e infecções.

    Você pode usar um frasco de soro fisiológico pronto ou preparar uma solução caseira com água filtrada e sal. Aplique o soro no nariz com uma seringa ou um conta-gotas, inclinando a cabeça para frente e para o lado. Repita o procedimento duas ou três vezes ao dia.

    Faça exercícios físicos moderados

    Os exercícios físicos são benéficos para a saúde em geral, mas devem ser feitos com moderação quando o ar está muito seco. Isso porque a atividade física intensa pode sobrecarregar o sistema respiratório e causar desidratação.

    O ideal é fazer exercícios moderados, como caminhada, bicicleta ou natação, preferencialmente em horários menos quentes e mais úmidos do dia, como pela manhã ou à noite. Também é importante beber bastante água antes, durante e depois dos exercícios, para repor os líquidos perdidos pelo suor.

    Reduza os níveis de estresse

    O estresse é um fator que pode afetar negativamente o sistema imunológico e a resistência às doenças. Quando estamos estressados, nosso corpo libera hormônios que podem alterar o funcionamento dos órgãos e das células de defesa, tornando-nos mais vulneráveis às infecções respiratórias.

    Por isso, é importante procurar reduzir os níveis de estresse no dia a dia, adotando hábitos saudáveis como dormir bem, alimentar-se de forma equilibrada, praticar atividades relaxantes como meditação, yoga ou leitura, e evitar situações conflituosas ou desgastantes.

    Evite mudanças bruscas de temperatura

    As mudanças bruscas de temperatura podem irritar as vias aéreas e causar inflamações que dificultam a respiração. Por exemplo, sair de um ambiente quente e seco para um ambiente frio e úmido pode provocar uma reação do organismo chamada vasoconstrição, que consiste na contração dos vasos sanguíneos para preservar o calor corporal.

    Essa reação pode reduzir o fluxo de sangue para as mucosas, deixando-as mais secas e suscetíveis a infecções. Além disso, as mudanças de temperatura podem alterar a produção de muco nasal, que é uma barreira natural contra os agentes infecciosos.

    Para evitar esses problemas, é recomendável usar roupas adequadas ao clima e evitar se expor a variações térmicas excessivas. Também é importante manter uma boa higiene nasal e bucal, para eliminar as impurezas que podem se acumular nas vias aéreas.

    Purifique o ambiente

    Uma das formas mais eficazes de amenizar o ar seco é purificar o ambiente onde você vive ou trabalha. Existem várias maneiras de aumentar a umidade relativa do ar e torná-lo mais confortável para a respiração.

    Uma delas é usar plantas no ambiente, pois elas liberam vapor d’água através da transpiração e ajudam a refrescar o ar. Outra opção é colocar toalhas molhadas, bacias de água ou umidificadores de ar nos cômodos, para evaporar a água e umedecer o ar.

    No entanto, é preciso ter cuidado com a limpeza desses objetos, pois eles podem se tornar focos de proliferação de bactérias e fungos que podem contaminar o ar e causar doenças. Por isso, é recomendável trocar a água e lavar as toalhas diariamente, e limpar os umidificadores conforme as instruções do fabricante.

    Mantenha-se hidratado

    A hidratação é fundamental para evitar a desidratação e lubrificar as mucosas do corpo. Quando o ar está muito seco, perdemos mais água pela respiração e pelo suor, o que pode causar sintomas como sede, boca seca, dor de cabeça, tontura e cansaço.

    Para prevenir esses problemas, é essencial beber bastante água e outros líquidos saudáveis, como sucos naturais, chás ou água de coco. A recomendação geral é ingerir cerca de dois litros de água por dia, mas essa quantidade pode variar de acordo com o peso, a idade, a atividade física e as condições climáticas de cada pessoa.

    Além de beber líquidos, também é importante consumir alimentos ricos em água, como frutas, verduras e legumes, que ajudam a hidratar o organismo e a fornecer vitaminas e minerais que fortalecem o sistema imunológico.

    Faça a manutenção do ar condicionado

    O ar condicionado é um aparelho que pode ser útil para regular a temperatura do ambiente, mas também pode ser prejudicial para a saúde respiratória se não for usado adequadamente. Isso porque o ar condicionado pode ressecar ainda mais o ar e dispersar partículas de poeira, pólen, ácaros e outros alérgenos que podem irritar as vias aéreas.

    Para evitar esses problemas, é importante fazer a manutenção e a limpeza do filtro do ar condicionado periodicamente, seguindo as orientações do fabricante. Também é recomendável não deixar o aparelho ligado por muito tempo ou em temperaturas muito baixas, pois isso pode causar choques térmicos e resfriados.

    Abra as janelas

    Outra medida simples que pode ajudar a melhorar a qualidade do ar é abrir as janelas para permitir a entrada de ar fresco e renovado no ambiente. Isso ajuda a ventilar o local e a eliminar os poluentes que podem se acumular no ar interno.

    No entanto, é preciso ter cuidado com o horário em que se abre as janelas, pois em alguns momentos do dia o ar externo pode estar mais poluído ou mais seco do que o interno. O ideal é abrir as janelas pela manhã ou à noite, quando o ar está mais fresco e úmido.

    Evite fumar ou ficar perto de fumantes

    O cigarro é um dos maiores inimigos da saúde respiratória, pois contém substâncias tóxicas que podem causar danos irreversíveis aos pulmões e às vias aéreas. O cigarro agrava os efeitos do ar seco e aumenta o risco de doenças como bronquite, enfisema, asma e câncer.

    Por isso, é fundamental evitar fumar ou ficar perto de fumantes, pois a fumaça do cigarro também afeta as pessoas que estão ao redor. O tabagismo passivo pode causar sintomas como tosse, irritação nos olhos, nariz e garganta, dor de cabeça e alergias.

    Se você fuma e quer parar, procure ajuda médica ou psicológica para superar o vício. Existem tratamentos farmacológicos e terapêuticos que podem ajudá-lo a largar o cigarro e melhorar sua qualidade de vida.

    O ar seco é um problema que pode afetar a saúde respiratória de muitas pessoas. No entanto, existem algumas medidas simples que podem ajudar a amenizar os desconfortos causados pelo ar seco e a proteger os pulmões e as vias aéreas. Seguindo essas dicas, você pode respirar melhor e viver com mais saúde.

  • Petrobras paga R$ 14,9 bilhões em dividendos e adota nova política

    Petrobras paga R$ 14,9 bilhões em dividendos e adota nova política

    A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (4) o pagamento de R$ 14,9 bilhões em dividendos aos acionistas, referentes ao exercício de 2023.

    O valor será pago em duas parcelas, sendo a primeira de R$ 10,3 bilhões em 21 de novembro e a segunda de R$ 4,6 bilhões em 15 de dezembro de 2023.

    O anúncio foi baseado no balanço do segundo trimestre deste ano, quando a empresa teve lucro de R$ 28,8 bilhões, o maior da história da companhia. O resultado foi impulsionado pela alta do preço do petróleo no mercado internacional e pela recuperação da demanda por combustíveis no Brasil.

    A Petrobras também adotou uma nova política de dividendos, que reduz o valor pago aos acionistas de 60% para 45% do fluxo de caixa livre. Segundo a empresa, a mudança visa aumentar a flexibilidade financeira e permitir uma melhor alocação de capital.

    A nova política abre a possibilidade de criação de um programa de recompra de ações, que consiste na aquisição de papéis da própria empresa no mercado. A Petrobras informou que avaliará a viabilidade dessa medida, que pode gerar valor para os acionistas ao reduzir o número de ações em circulação.

    As ações da Petrobras reagiram positivamente ao anúncio dos dividendos e da nova política. Os papéis preferenciais (PETR4) fecharam em alta de 2,34%, cotados a R$ 29,30. Já os ordinários (PETR3) subiram 1,97%, negociados a R$ 31,00.

    O valor será pago em duas parcelas, sendo a primeira de R$ 10,3 bilhões em 21 de novembro e a segunda de R$ 4,6 bilhões em 15 de dezembro de 2023.

    O anúncio foi baseado no balanço do segundo trimestre deste ano, quando a empresa teve lucro de R$ 28,8 bilhões, o maior da história da companhia. O resultado foi impulsionado pela alta do preço do petróleo no mercado internacional e pela recuperação da demanda por combustíveis no Brasil.

    A Petrobras também adotou uma nova política de dividendos, que reduz o valor pago aos acionistas de 60% para 45% do fluxo de caixa livre. Segundo a empresa, a mudança visa aumentar a flexibilidade financeira e permitir uma melhor alocação de capital.

    A nova política abre a possibilidade de criação de um programa de recompra de ações, que consiste na aquisição de papéis da própria empresa no mercado. A Petrobras informou que avaliará a viabilidade dessa medida, que pode gerar valor para os acionistas ao reduzir o número de ações em circulação.

    As ações da Petrobras reagiram positivamente ao anúncio dos dividendos e da nova política. Os papéis preferenciais (PETR4) fecharam em alta de 2,34%, cotados a R$ 29,30. Já os ordinários (PETR3) subiram 1,97%, negociados a R$ 31,00.

  • Prazo para sacar cota do PIS/Pasep termina neste sábado

    Prazo para sacar cota do PIS/Pasep termina neste sábado

    Quem trabalhou com carteira assinada entre 1971 e 1988 e ainda não sacou os valores da cota do PIS/Pasep tem até este sábado, 5 de agosto de 2023, para retirar o dinheiro.

    Caso contrário, o valor vai para o Tesouro Nacional, mas pode ser resgatado em até cinco anos, mediante solicitação.

    O PIS é o Programa de Integração Social, destinado aos trabalhadores do setor privado, e o Pasep é o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, voltado para os servidores públicos. As cotas são os rendimentos anuais depositados nas contas dos trabalhadores, que funcionavam como uma poupança.

    O saque das cotas foi liberado em 2017 pelo governo federal, como uma medida para estimular a economia. Desde então, mais de 18 milhões de trabalhadores já sacaram os valores, totalizando cerca de R$ 40 bilhões.

    Segundo a Caixa Econômica Federal, responsável pelo pagamento do PIS, ainda há R$ 6,5 bilhões disponíveis para 6,3 milhões de cotistas. Já o Banco do Brasil, que paga o Pasep, informou que há R$ 2 bilhões para 1,7 milhão de cotistas.

    O valor médio das cotas é de R$ 2,3 mil, mas depende do tempo e do salário do trabalhador no período. Quem sacar agora receberá o valor corrigido pela inflação e pelos juros.

    Para saber se tem direito ao saque, o trabalhador pode consultar os sites da Caixa ([1]) e do Banco do Brasil ([2]), ou ligar para os telefones 0800-726-0207 (Caixa) e 0800-729-0001 (BB).

    O saque pode ser feito pelo aplicativo do FGTS, pela internet ou nas agências da Caixa (para o PIS) ou do Banco do Brasil (para o PASEP). É preciso ter em mãos o número do PIS/Pasep, o CPF e um documento de identidade.

    Os herdeiros podem sacar os valores, mas precisam apresentar documentos que comprovem o direito, como certidão ou declaração de dependentes habilitados à pensão por morte expedida pelo INSS, atestado fornecido pela entidade empregadora (no caso de servidor público) ou alvará judicial designando o sucessor/representante legal.

    Caso contrário, o valor vai para o Tesouro Nacional, mas pode ser resgatado em até cinco anos, mediante solicitação.

    O PIS é o Programa de Integração Social, destinado aos trabalhadores do setor privado, e o Pasep é o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, voltado para os servidores públicos. As cotas são os rendimentos anuais depositados nas contas dos trabalhadores, que funcionavam como uma poupança.

    O saque das cotas foi liberado em 2017 pelo governo federal, como uma medida para estimular a economia. Desde então, mais de 18 milhões de trabalhadores já sacaram os valores, totalizando cerca de R$ 40 bilhões.

    Segundo a Caixa Econômica Federal, responsável pelo pagamento do PIS, ainda há R$ 6,5 bilhões disponíveis para 6,3 milhões de cotistas. Já o Banco do Brasil, que paga o Pasep, informou que há R$ 2 bilhões para 1,7 milhão de cotistas.

    O valor médio das cotas é de R$ 2,3 mil, mas depende do tempo e do salário do trabalhador no período. Quem sacar agora receberá o valor corrigido pela inflação e pelos juros.

    Para saber se tem direito ao saque, o trabalhador pode consultar os sites da Caixa ([1]) e do Banco do Brasil ([2]), ou ligar para os telefones 0800-726-0207 (Caixa) e 0800-729-0001 (BB).

    O saque pode ser feito pelo aplicativo do FGTS, pela internet ou nas agências da Caixa (para o PIS) ou do Banco do Brasil (para o PASEP). É preciso ter em mãos o número do PIS/Pasep, o CPF e um documento de identidade.

    Os herdeiros podem sacar os valores, mas precisam apresentar documentos que comprovem o direito, como certidão ou declaração de dependentes habilitados à pensão por morte expedida pelo INSS, atestado fornecido pela entidade empregadora (no caso de servidor público) ou alvará judicial designando o sucessor/representante legal.

  • Ozonioterapia: entidades médicas pedem veto de Lula a lei que autoriza técnica sem comprovação científica

    Ozonioterapia: entidades médicas pedem veto de Lula a lei que autoriza técnica sem comprovação científica

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem até esta sexta-feira (4) para decidir se sanciona ou veta uma lei que autoriza o uso da ozonioterapia como tratamento complementar no Sistema Único de Saúde (SUS) e nos planos de saúde privados.

    A lei foi aprovada pelo Congresso Nacional em junho, com pouca resistência dos parlamentares, mas enfrenta forte oposição de entidades médicas e do Ministério da Saúde, que consideram a técnica sem comprovação científica de sua eficácia e segurança.

    A ozonioterapia consiste em aplicar uma mistura de gás oxigênio e ozônio no corpo humano, por meio de injeções, insuflações, auto-hemoterapia ou outras vias. Segundo a Associação Brasileira de Ozonioterapia (Aboz), que defende a técnica, o ozônio tem propriedades anti-inflamatórias, antissépticas, analgésicas e imunomoduladoras, e pode ser usado para tratar diversas doenças, como infecções, feridas, dores crônicas, câncer e diabetes.

    No entanto, o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), o Ministério da Saúde e outras entidades médicas afirmam que não há evidências científicas suficientes que sustentem a eficácia e a segurança da ozonioterapia para essas finalidades. Eles alertam que a técnica pode causar efeitos adversos graves, como embolia gasosa, infecções, alergias e necrose tecidual.

    Além disso, eles argumentam que a lei que autoriza a ozonioterapia é inconstitucional, pois fere o princípio da separação dos poderes, ao invadir a competência do CFM e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para regular as práticas médicas no país. Eles também apontam que a lei viola o direito à saúde, ao permitir que tratamentos sem eficácia comprovada sejam oferecidos à população.

    A Anvisa só autoriza o uso de equipamentos de ozonioterapia para alguns tratamentos odontológicos e estéticos, como clareamento dental e remoção de manchas na pele. Para outras finalidades, a agência exige que sejam realizados estudos clínicos controlados e registrados na Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).

    A Aboz afirma que existem mais de 26 mil publicações científicas sobre a ozonioterapia no mundo, e que a técnica é reconhecida em mais de 50 países. A associação diz que a ozonioterapia é uma prática integrativa e complementar à medicina convencional, e que não pretende substituir os tratamentos já existentes. Ela também defende que a lei respeita a autonomia dos profissionais de saúde e dos pacientes, e que não gera custos adicionais ao SUS ou aos planos de saúde.

    A decisão do presidente Lula sobre a sanção ou veto da lei pode ser questionada no Supremo Tribunal Federal (STF), caso alguma entidade médica ou outro órgão entre com uma ação direta de inconstitucionalidade. O STF já julgou casos semelhantes envolvendo outras práticas médicas controversas, como a fosfoetanolamina sintética (conhecida como “pílula do câncer”) e as terapias celulares (como o uso de células-tronco). Em ambos os casos, o STF decidiu pela inconstitucionalidade das leis que autorizavam esses tratamentos sem comprovação científica.

    A lei foi aprovada pelo Congresso Nacional em junho, com pouca resistência dos parlamentares, mas enfrenta forte oposição de entidades médicas e do Ministério da Saúde, que consideram a técnica sem comprovação científica de sua eficácia e segurança.

    A ozonioterapia consiste em aplicar uma mistura de gás oxigênio e ozônio no corpo humano, por meio de injeções, insuflações, auto-hemoterapia ou outras vias. Segundo a Associação Brasileira de Ozonioterapia (Aboz), que defende a técnica, o ozônio tem propriedades anti-inflamatórias, antissépticas, analgésicas e imunomoduladoras, e pode ser usado para tratar diversas doenças, como infecções, feridas, dores crônicas, câncer e diabetes.

    No entanto, o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), o Ministério da Saúde e outras entidades médicas afirmam que não há evidências científicas suficientes que sustentem a eficácia e a segurança da ozonioterapia para essas finalidades. Eles alertam que a técnica pode causar efeitos adversos graves, como embolia gasosa, infecções, alergias e necrose tecidual.

    Além disso, eles argumentam que a lei que autoriza a ozonioterapia é inconstitucional, pois fere o princípio da separação dos poderes, ao invadir a competência do CFM e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para regular as práticas médicas no país. Eles também apontam que a lei viola o direito à saúde, ao permitir que tratamentos sem eficácia comprovada sejam oferecidos à população.

    A Anvisa só autoriza o uso de equipamentos de ozonioterapia para alguns tratamentos odontológicos e estéticos, como clareamento dental e remoção de manchas na pele. Para outras finalidades, a agência exige que sejam realizados estudos clínicos controlados e registrados na Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).

    A Aboz afirma que existem mais de 26 mil publicações científicas sobre a ozonioterapia no mundo, e que a técnica é reconhecida em mais de 50 países. A associação diz que a ozonioterapia é uma prática integrativa e complementar à medicina convencional, e que não pretende substituir os tratamentos já existentes. Ela também defende que a lei respeita a autonomia dos profissionais de saúde e dos pacientes, e que não gera custos adicionais ao SUS ou aos planos de saúde.

    A decisão do presidente Lula sobre a sanção ou veto da lei pode ser questionada no Supremo Tribunal Federal (STF), caso alguma entidade médica ou outro órgão entre com uma ação direta de inconstitucionalidade. O STF já julgou casos semelhantes envolvendo outras práticas médicas controversas, como a fosfoetanolamina sintética (conhecida como “pílula do câncer”) e as terapias celulares (como o uso de células-tronco). Em ambos os casos, o STF decidiu pela inconstitucionalidade das leis que autorizavam esses tratamentos sem comprovação científica.

  • Os dinossauros eram inteligentes? O que sabemos e o que não sabemos

    Os dinossauros eram inteligentes? O que sabemos e o que não sabemos

    Os dinossauros foram os animais mais dominantes e diversificados que já habitaram a Terra.

    Eles viveram por mais de 160 milhões de anos, desde o período Triássico até o final do Cretáceo, quando foram extintos por um evento catastrófico há cerca de 66 milhões de anos.

    Mas como eram os dinossauros em termos de inteligência? Eles eram capazes de raciocinar, aprender, comunicar-se e cooperar uns com os outros? Ou eram apenas máquinas de comer e matar movidas por instintos?

    A resposta a essas perguntas não é simples nem definitiva. A inteligência é um conceito complexo e difícil de medir, mesmo em animais vivos. Em animais extintos, como os dinossauros, a tarefa é ainda mais desafiadora, pois depende de evidências indiretas e incompletas, como fósseis, traços e comparações com animais atuais.

    No entanto, os cientistas têm tentado estimar a inteligência dos dinossauros com base em alguns critérios, como o tamanho e a estrutura do cérebro em relação à massa corporal, a presença de áreas especializadas no cérebro, a complexidade do comportamento e a evidência de aprendizagem e comunicação.

    O tamanho do cérebro importa?

    Uma das formas mais comuns de estimar a inteligência dos dinossauros é usar o quociente de encefalização (QE), que é a razão entre o tamanho do cérebro e o tamanho esperado do cérebro para um animal de determinada massa corporal. Quanto maior o QE, maior a inteligência potencial.

    Usando esse critério, os cientistas descobriram que os dinossauros tinham uma grande variação de QE, desde valores muito baixos até valores comparáveis aos de alguns mamíferos atuais. Por exemplo, o Estegossauro, um herbívoro quadrúpede com placas nas costas e espinhos na cauda, tinha um cérebro do tamanho de uma noz e um QE de cerca de 0,3, o que indica uma inteligência muito baixa. Já o Troodon, um carnívoro bípede com dentes serrilhados e garras afiadas, tinha um cérebro do tamanho de uma laranja e um QE de cerca de 6,5, o que indica uma inteligência muito alta.

    O Troodon é considerado o dinossauro mais inteligente que já existiu, pois tinha um cérebro grande para seu tamanho pequeno (cerca de 50 kg) e uma estrutura cerebral complexa, com áreas bem desenvolvidas para processar informações visuais, auditivas e olfativas. Além disso, o Troodon tinha olhos grandes e voltados para frente, o que sugere uma boa visão estereoscópica e capacidade de julgar distâncias. O Troodon também pode ter sido capaz de usar ferramentas, construir ninhos elaborados e cuidar dos filhotes.

    Outros dinossauros que tinham um QE alto eram os dromeossaurídeos, como o Velociraptor e o Deinonico, que eram parentes próximos do Troodon e tinham características semelhantes. Esses dinossauros podem ter sido caçadores habilidosos e sociais, que usavam estratégias cooperativas e sinais vocais para capturar suas presas.

    Em contraste, os dinossauros que tinham um QE baixo eram os saurópodes, como o Brontossauro e o Diplodoco, que eram herbívoros gigantes com pescoços longos e caudas grossas. Esses dinossauros tinham cérebros muito pequenos para seu tamanho enorme (alguns pesavam mais de 30 toneladas) e uma estrutura cerebral simples, sem áreas especializadas. Os saurópodes provavelmente eram animais lentos e pacíficos, que se alimentavam de grandes quantidades de plantas e dependiam de seu tamanho e força para se defender dos predadores.

    Outro dinossauro famoso que tinha um QE baixo era o Tiranossauro rex, o maior e mais feroz dos carnívoros bípedes. Apesar de seu tamanho impressionante (cerca de 12 metros de comprimento e 7 toneladas de peso) e de sua mordida poderosa (capaz de esmagar ossos), o Tiranossauro rex tinha um cérebro pequeno para seu tamanho e um QE de cerca de 2,5, o que indica uma inteligência moderada. O Tiranossauro rex tinha uma visão aguçada e um olfato apurado, mas provavelmente não era capaz de aprender, comunicar-se ou cooperar com outros da sua espécie.

    O tamanho do cérebro é tudo?

    Apesar de ser um indicador útil, o tamanho do cérebro não é o único fator que determina a inteligência dos dinossauros. Outros fatores, como a forma e a função do cérebro, também são importantes.

    Por exemplo, alguns dinossauros tinham cérebros alongados e estreitos, enquanto outros tinham cérebros arredondados e largos. Essas diferenças podem refletir diferentes modos de vida e adaptações evolutivas. Os dinossauros com cérebros alongados podem ter sido mais adaptados para correr e perseguir presas, enquanto os dinossauros com cérebros arredondados podem ter sido mais adaptados para escanear o ambiente e reconhecer objetos.

    Além disso, alguns dinossauros tinham áreas cerebrais mais desenvolvidas do que outras, o que pode indicar diferentes habilidades cognitivas. Por exemplo, os dinossauros com lobos olfativos grandes podem ter tido um olfato melhor do que os dinossauros com lobos olfativos pequenos. Os dinossauros com lobos ópticos grandes podem ter tido uma visão melhor do que os dinossauros com lobos ópticos pequenos. Os dinossauros com cerebelos grandes podem ter tido um equilíbrio e uma coordenação melhor do que os dinossauros com cerebelos pequenos.

    Outro aspecto que pode influenciar a inteligência dos dinossauros é a presença de estruturas cerebrais especiais, como o corpo caloso e o neocórtex. O corpo caloso é uma faixa de fibras nervosas que conecta os dois hemisférios do cérebro e permite a comunicação entre eles. O neocórtex é a camada mais externa do cérebro e é responsável por funções avançadas, como o raciocínio, a linguagem e a consciência.

    Os mamíferos atuais têm um corpo caloso bem desenvolvido e um neocórtex espesso, o que lhes confere uma grande vantagem cognitiva sobre outros animais. No entanto, os dinossauros não tinham essas estruturas, ou tinham em graus muito menores. Isso significa que os dinossauros eram menos inteligentes do que os mamíferos? Não necessariamente.

    Os cientistas têm descoberto que alguns animais não mamíferos, como pássaros, répteis e peixes, têm estruturas cerebrais alternativas que desempenham funções semelhantes às do corpo caloso e do neocórtex. Essas estruturas permitem que esses animais tenham habilidades cognitivas surpreendentes, como memória, aprendizagem, comunicação e resolução de problemas.

    Os pássaros são especialmente interessantes nesse aspecto, pois são os parentes vivos mais próximos dos dinossauros. Os pássaros têm um cérebro pequeno em relação ao corpo, mas têm uma densidade neuronal muito alta e uma estrutura cerebral complexa. Alguns pássaros, como corvos, papagaios e pegas, são capazes de usar ferramentas, reconhecer rostos, imitar sons e até mesmo entender conceitos abstratos.

    Essas evidências sugerem que os dinossauros podem ter tido uma inteligência diferente da dos mamíferos, mas não necessariamente inferior. Talvez alguns dinossauros tenham sido tão inteligentes quanto alguns pássaros atuais, ou até mais.

    Eles viveram por mais de 160 milhões de anos, desde o período Triássico até o final do Cretáceo, quando foram extintos por um evento catastrófico há cerca de 66 milhões de anos.

    Mas como eram os dinossauros em termos de inteligência? Eles eram capazes de raciocinar, aprender, comunicar-se e cooperar uns com os outros? Ou eram apenas máquinas de comer e matar movidas por instintos?

    A resposta a essas perguntas não é simples nem definitiva. A inteligência é um conceito complexo e difícil de medir, mesmo em animais vivos. Em animais extintos, como os dinossauros, a tarefa é ainda mais desafiadora, pois depende de evidências indiretas e incompletas, como fósseis, traços e comparações com animais atuais.

    No entanto, os cientistas têm tentado estimar a inteligência dos dinossauros com base em alguns critérios, como o tamanho e a estrutura do cérebro em relação à massa corporal, a presença de áreas especializadas no cérebro, a complexidade do comportamento e a evidência de aprendizagem e comunicação.

    O tamanho do cérebro importa?

    Uma das formas mais comuns de estimar a inteligência dos dinossauros é usar o quociente de encefalização (QE), que é a razão entre o tamanho do cérebro e o tamanho esperado do cérebro para um animal de determinada massa corporal. Quanto maior o QE, maior a inteligência potencial.

    Usando esse critério, os cientistas descobriram que os dinossauros tinham uma grande variação de QE, desde valores muito baixos até valores comparáveis aos de alguns mamíferos atuais. Por exemplo, o Estegossauro, um herbívoro quadrúpede com placas nas costas e espinhos na cauda, tinha um cérebro do tamanho de uma noz e um QE de cerca de 0,3, o que indica uma inteligência muito baixa. Já o Troodon, um carnívoro bípede com dentes serrilhados e garras afiadas, tinha um cérebro do tamanho de uma laranja e um QE de cerca de 6,5, o que indica uma inteligência muito alta.

    O Troodon é considerado o dinossauro mais inteligente que já existiu, pois tinha um cérebro grande para seu tamanho pequeno (cerca de 50 kg) e uma estrutura cerebral complexa, com áreas bem desenvolvidas para processar informações visuais, auditivas e olfativas. Além disso, o Troodon tinha olhos grandes e voltados para frente, o que sugere uma boa visão estereoscópica e capacidade de julgar distâncias. O Troodon também pode ter sido capaz de usar ferramentas, construir ninhos elaborados e cuidar dos filhotes.

    Outros dinossauros que tinham um QE alto eram os dromeossaurídeos, como o Velociraptor e o Deinonico, que eram parentes próximos do Troodon e tinham características semelhantes. Esses dinossauros podem ter sido caçadores habilidosos e sociais, que usavam estratégias cooperativas e sinais vocais para capturar suas presas.

    Em contraste, os dinossauros que tinham um QE baixo eram os saurópodes, como o Brontossauro e o Diplodoco, que eram herbívoros gigantes com pescoços longos e caudas grossas. Esses dinossauros tinham cérebros muito pequenos para seu tamanho enorme (alguns pesavam mais de 30 toneladas) e uma estrutura cerebral simples, sem áreas especializadas. Os saurópodes provavelmente eram animais lentos e pacíficos, que se alimentavam de grandes quantidades de plantas e dependiam de seu tamanho e força para se defender dos predadores.

    Outro dinossauro famoso que tinha um QE baixo era o Tiranossauro rex, o maior e mais feroz dos carnívoros bípedes. Apesar de seu tamanho impressionante (cerca de 12 metros de comprimento e 7 toneladas de peso) e de sua mordida poderosa (capaz de esmagar ossos), o Tiranossauro rex tinha um cérebro pequeno para seu tamanho e um QE de cerca de 2,5, o que indica uma inteligência moderada. O Tiranossauro rex tinha uma visão aguçada e um olfato apurado, mas provavelmente não era capaz de aprender, comunicar-se ou cooperar com outros da sua espécie.

    O tamanho do cérebro é tudo?

    Apesar de ser um indicador útil, o tamanho do cérebro não é o único fator que determina a inteligência dos dinossauros. Outros fatores, como a forma e a função do cérebro, também são importantes.

    Por exemplo, alguns dinossauros tinham cérebros alongados e estreitos, enquanto outros tinham cérebros arredondados e largos. Essas diferenças podem refletir diferentes modos de vida e adaptações evolutivas. Os dinossauros com cérebros alongados podem ter sido mais adaptados para correr e perseguir presas, enquanto os dinossauros com cérebros arredondados podem ter sido mais adaptados para escanear o ambiente e reconhecer objetos.

    Além disso, alguns dinossauros tinham áreas cerebrais mais desenvolvidas do que outras, o que pode indicar diferentes habilidades cognitivas. Por exemplo, os dinossauros com lobos olfativos grandes podem ter tido um olfato melhor do que os dinossauros com lobos olfativos pequenos. Os dinossauros com lobos ópticos grandes podem ter tido uma visão melhor do que os dinossauros com lobos ópticos pequenos. Os dinossauros com cerebelos grandes podem ter tido um equilíbrio e uma coordenação melhor do que os dinossauros com cerebelos pequenos.

    Outro aspecto que pode influenciar a inteligência dos dinossauros é a presença de estruturas cerebrais especiais, como o corpo caloso e o neocórtex. O corpo caloso é uma faixa de fibras nervosas que conecta os dois hemisférios do cérebro e permite a comunicação entre eles. O neocórtex é a camada mais externa do cérebro e é responsável por funções avançadas, como o raciocínio, a linguagem e a consciência.

    Os mamíferos atuais têm um corpo caloso bem desenvolvido e um neocórtex espesso, o que lhes confere uma grande vantagem cognitiva sobre outros animais. No entanto, os dinossauros não tinham essas estruturas, ou tinham em graus muito menores. Isso significa que os dinossauros eram menos inteligentes do que os mamíferos? Não necessariamente.

    Os cientistas têm descoberto que alguns animais não mamíferos, como pássaros, répteis e peixes, têm estruturas cerebrais alternativas que desempenham funções semelhantes às do corpo caloso e do neocórtex. Essas estruturas permitem que esses animais tenham habilidades cognitivas surpreendentes, como memória, aprendizagem, comunicação e resolução de problemas.

    Os pássaros são especialmente interessantes nesse aspecto, pois são os parentes vivos mais próximos dos dinossauros. Os pássaros têm um cérebro pequeno em relação ao corpo, mas têm uma densidade neuronal muito alta e uma estrutura cerebral complexa. Alguns pássaros, como corvos, papagaios e pegas, são capazes de usar ferramentas, reconhecer rostos, imitar sons e até mesmo entender conceitos abstratos.

    Essas evidências sugerem que os dinossauros podem ter tido uma inteligência diferente da dos mamíferos, mas não necessariamente inferior. Talvez alguns dinossauros tenham sido tão inteligentes quanto alguns pássaros atuais, ou até mais.

  • Cinco maneiras surpreendentes de como os cães ajudam os humanos

    Cinco maneiras surpreendentes de como os cães ajudam os humanos

    Os cães são conhecidos como os melhores amigos do homem, mas eles podem fazer muito mais do que apenas nos dar companhia e amor.

    Eles também podem nos ajudar de formas que talvez não imaginamos. Neste artigo, vamos explorar cinco maneiras incomuns de como os cães ajudam os humanos.

    1. Detectar câncer: Alguns cães têm um olfato tão apurado que podem detectar o câncer em estágios iniciais, apenas cheirando o hálito, a urina ou o sangue dos pacientes. Eles podem identificar diferentes tipos de câncer, como pulmão, mama, próstata e ovário. Essa habilidade pode salvar vidas e facilitar o tratamento.

    2. Prever terremotos: Outra habilidade incrível dos cães é a de prever terremotos antes que eles aconteçam. Eles podem sentir as vibrações do solo e as mudanças no campo magnético da Terra, e ficar agitados ou ansiosos. Alguns estudos sugerem que os cães podem prever terremotos com até uma hora de antecedência.

    3. Proteger elefantes: Os cães também podem ajudar a proteger os elefantes, que estão ameaçados de extinção por causa da caça ilegal. Em alguns países da África e da Ásia, os cães são treinados para rastrear e perseguir os caçadores, e alertar os guardas florestais. Eles também podem se comunicar com os elefantes, usando latidos e gestos, para acalmá-los e guiá-los.

    4. Salvar vidas: Os cães são heróis em muitas situações de emergência, como incêndios, desastres naturais, guerras e ataques terroristas. Eles podem localizar e resgatar pessoas presas ou feridas, fornecer primeiros socorros, transportar suprimentos e até mesmo doar sangue. Eles também podem detectar bombas, minas terrestres e armas.

    5. Melhorar a saúde mental: Por fim, os cães podem melhorar a nossa saúde mental, reduzindo o estresse, a ansiedade e a depressão. Eles nos proporcionam apoio emocional, conforto e alegria. Eles também nos incentivam a fazer exercícios físicos, a socializar e a ter uma rotina mais saudável.

    Como podemos ver, os cães são muito mais do que simples animais de estimação. Eles são nossos parceiros, protetores e terapeutas. Eles merecem todo o nosso respeito, cuidado e gratidão.

    Eles também podem nos ajudar de formas que talvez não imaginamos. Neste artigo, vamos explorar cinco maneiras incomuns de como os cães ajudam os humanos.

    1. Detectar câncer: Alguns cães têm um olfato tão apurado que podem detectar o câncer em estágios iniciais, apenas cheirando o hálito, a urina ou o sangue dos pacientes. Eles podem identificar diferentes tipos de câncer, como pulmão, mama, próstata e ovário. Essa habilidade pode salvar vidas e facilitar o tratamento.

    2. Prever terremotos: Outra habilidade incrível dos cães é a de prever terremotos antes que eles aconteçam. Eles podem sentir as vibrações do solo e as mudanças no campo magnético da Terra, e ficar agitados ou ansiosos. Alguns estudos sugerem que os cães podem prever terremotos com até uma hora de antecedência.

    3. Proteger elefantes: Os cães também podem ajudar a proteger os elefantes, que estão ameaçados de extinção por causa da caça ilegal. Em alguns países da África e da Ásia, os cães são treinados para rastrear e perseguir os caçadores, e alertar os guardas florestais. Eles também podem se comunicar com os elefantes, usando latidos e gestos, para acalmá-los e guiá-los.

    4. Salvar vidas: Os cães são heróis em muitas situações de emergência, como incêndios, desastres naturais, guerras e ataques terroristas. Eles podem localizar e resgatar pessoas presas ou feridas, fornecer primeiros socorros, transportar suprimentos e até mesmo doar sangue. Eles também podem detectar bombas, minas terrestres e armas.

    5. Melhorar a saúde mental: Por fim, os cães podem melhorar a nossa saúde mental, reduzindo o estresse, a ansiedade e a depressão. Eles nos proporcionam apoio emocional, conforto e alegria. Eles também nos incentivam a fazer exercícios físicos, a socializar e a ter uma rotina mais saudável.

    Como podemos ver, os cães são muito mais do que simples animais de estimação. Eles são nossos parceiros, protetores e terapeutas. Eles merecem todo o nosso respeito, cuidado e gratidão.